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Descoberta: humanos involuiram dos macacos!

quinta-feira, novembro 1st, 2018

Quando eu estava na selva e regredi ao estagio de semi-macaco, tive uma discussão feia com um amigo macaco. Nervoso eu disse a ele que a Ciencia prova que os homens evoluíram dos macacos, portanto os macacos são inferiores…

  • Nada disso! – ele respondeu. ” Primeiro Deus criou os macacos. Mas quando ele criou os macacos, criou junto a Innnn -volução! Entao alguns macacos involuiram para humanos…”
  • Mas não e’ isso que a Biblia diz. Ela diz que primeiro foi os homens…”
  • “Mas eu não estou dizendo… Deus criou a involução. Entao, a primeira Biblia, a verdadeira, autentica, foi escrita pelos macacos, e dai involuiu para a dos humanos…”
  • E… não tem jeito… Se n ja não chegava os criacionistas e os materialistas nesta briga, agora entra os macacos também…

A Humanidade esta’ se separando em duas especies, como ocorreu com os ancestrais macacos?

quinta-feira, agosto 16th, 2018

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Eu acho que uma das maiores questões e mais serias que temos hoje se refere ‘as mudanças abruptas e colossais da tecnologia sobre as vidas dos humanos, ainda nesta geração. Por exemplo, a tecnologia mostrada no video abaixo. São muitos quesitos a considerar:
1) O que vai ser feito deste imenso aparato de estradas asfaltadas, viadutos, tuneis, postos de gasolina, etc., com a chegada dos carros voadores? O que vamos sentir ao ter que destruir tanto trabalho que custou o sangue de tantos trabalhadores, e se tornaram obras incomodas e inúteis? O que vamos fazer no lugar destas rodovias e vias urbanas? Jardins, agricultura?
2) Os grandes predadores erigiram a civilização dos automóveis e seus asfaltos, e nesse estado do meio ambiente se assentaram confortavelmente através de suas cotas nas companhias. Agora vão resistir o máximo para impedir o domínio dos carros voadores, porem, ao mesmo tempo, desejam o conforto que estes carros propiciam. Curioso conflito paradoxal que terão de resolver.
3) Como vai ficar a grande massa dos povos com mentalidade, valores, e comportamentos bruscos, grosseiros, ainda da idade da pedra lascada, num novo mundo super-suave que apenas vai selecionar os adaptados com mente capaz de abranger amplos horizontes no tempo e no espaço? Haverá uma nova divisão evolucionaria dentre a especie humana como houve entre os macacos quando um grupo deles evoluiu tanto que foram transformados em humanos? Estas cidades e comunidades que estão apoiando, investindo e participando mentalmente nestes galpões onde desenvolvem carros voadores e super-computadores serão os novos herdeiros absolutos da Terra? Enquanto o povão que permanece atraído e ocupado pelas coisas domesticas e instintos imediatos serão cada vez mais afastados para as florestas como foram os macacos?
4) Ao verem o novo mundo revelado em videos como este, como e’ possível que o povão continue nesse eterno ciclo de nascer/crescer apenas fisicamente/trabalhar no trabalho rotineiro estupidificante/escravizar-se ate o fim da vida neste trabalho ao casar-se e gerar filhos porque não conseguem dominar seus instintos sexuais e reprodutores/aposentarem-se para o estado de zumbis a salários miseráveis/morrer/ e seus filhos vão repetir a mesma rotina… ate o planeta mudar e não mais suportar a vida aqui?! Enquanto isso se riem e chamam os indivíduos que lidam com essas Ciências e tecnologias de “loucos”? Mas afinal eles não conhecem o exemplo dos macacos, para perceberem que os “loucos” são eles? Já sei… a resposta e’ que eles nunca se dirigem a procurar estes videos, pois estão ocupados vendo os videos esculachados de humor macaquico postados pela sua turma de seu nível mental, com a atenção voltada para os selfies dos corpos macaquicos das amigas, os videos pornográficos, as novelas, os jogos… nada que exercite o cérebro buscando os horizontes mais amplos que buscam os que vão transcender o animalismo na especie humana. Eles querem o destino dos macacos. E não tem como ajudar a evitar o terrível destino ‘aqueles que querem esse destino. E’ triste…

Porque Humanos Desenvolveram Cérebro Diferente dos Macacos? Por um Êrro Genético!? A Ciência Oficial Diz que Sim e a Matrix/DNA Explica que Não.

domingo, março 1st, 2015

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Baseado no surpreendente artigo:

Xeroxed gene may have paved the way for large human brain

( Xerocado gene pode ter pavimentado o caminho para o grande cérebro humano)

http://news.sciencemag.org/biology/2015/02/xeroxed-gene-may-have-paved-way-large-human-brain

By   – 26 February 2015 2:00 pm

Comparação do tamanho de cérebros entre primatas. (Observe que a parte frontal em diferentes cores se refere ao córtex pré-frontal e foi onde se deu o maior avanço)

De lagartos a gorilas e chimpanzés, todas as espécies intermediarias deixaram de desenvolver um cérebro maior e talvez mais inteligente como o humano, simplesmente porque eles tinham um gene que impedia esse desenvolvimento. Então, dentre os chimpanzés ocorreu uma divisão na espécie, uma continuando a ser os velhos chimpanzés e a outra – os Denisovans – se desenvolveram em Neandertais. Nesse meio tempo, aquele gene indevido desapareceu e no seu lugar surgiu um novo gene que começou a produzir muitas novas camadas inferiores de células cerebrais. Estas camadas se parecem  como aquelas fundações ou alicerces que fazemos na terra para depois construir os edifícios em cima. Assim, sobre as novas camadas surgiam novos grupos de neurônios, como edifícios. A cidade cresceu, quer dizer, o cérebro cresceu. E assim do Neanderthal  se desenvolveu o humano atual, enquanto a linhagem dos velhos chimpanzés continuam do mesmo  jeito com seu gene trapalhão.

Mas porque e como da espécie dos chimpanzés saiu uma nova espécie? Bem,… tem aquela história da mutação  ou clivagem do cromossoma 23, ou 24, se me lembro bem. E qual era a principal diferença entre os chimpanzés e a nova espécie dos Denisovans?

A principal diferença foi que a espécie saída dos chimpanzés era os “cabeções”, pois tinham o cérebro maior. E isto porque um gene em alguns indivíduos da velha espécie dos chimpanzés não conseguiu fazer uma cópia completa dele mesmo. Com isto, um outro gene, denominado ARHGAP11B, apareceu na genética dos Denisovans e alavancou o crescimento do cérebro! Nem lagartos, nem ratos, nem chimpanzés possuíam o tal do ARHGAP11B, mas este gene foi encontrado apenas nesta linhagem que saiu dos macacos e chegou nos humanos.

Bem… isso é o que esta noticia – publicada pela conceituada e insuspeitada Science, da AAAS.ORG – estonteante nos revela. Pelo meu fraco entendimento de leigo, entendi que um casual erro de leitura e duplicação por algumas enzimas, inventou nada mais, nada menos, que os… humanos!!! Em outras palavras, somos uma aberração descabida na Natureza! Ou seja: seres inteligentes e dotados de auto-consciência são aberrações naturais… causadas por mal-função dos elementos e fôrças naturais.

Mas isto vai mais longe – sempre segundo minha leiga opinião : Como um acidente é impossível de ocorrer duas vezes exatamente iguais ( pois se isto  acontecer não é mais acidente, e sim eventos padrões normais na Natureza, isto deve significar que em nenhum outro lugar do Universo e do mundo existiu, existe, ou existirá outros seres inteligentes dotados de auto-consciência!

Estou certo ou errado no meu raciocínio? Se errado… onde e porque errei?

E por todas cargas d’água… me recuso a aceitar que aquele tenha sido um erro natural. Sou teimoso, ignorante,mula empacada, mas não me curvo às evidencias descobertas e comprovadas pelos cientistas. Principalmente porque a minha incomum e inédita visão do  mundo que inclui a determinante fórmula natural da Matrix/DNA me  trás da memória um evento evolucionario ocorrido nas origens da Vida que as demais visões de mundo, inclusive a que domina o  maio cientifico e acadêmico hoje, não fizeram o mesmo arrancando aquele evento da memória, na hora de interpretar o que ocorreu com os velhos chimpanzés. Me refiro a quando no mundo dominava a célula vegetal e nela houve uma mutação cujos novos indivíduos mutados se tornaram as células animais. Vejo aí nos dois casos o mesmo mecanismo, o mesmo processo, e um propósito pré-determinado pela evolução. Se um evento se repete igual ao menos duas vêzes, quer dizer que não é um êrro acidental, e sim um padrão, um evento obrigatório quando se apresentam determinadas circunstancias.

A fórmula da Matrix/DNA sugere que a divisão da velha célula vegetal se deu porque ela se constituiu em sistema fechado em si mesma. E quando isso ocorre ou a Natureza retira a espécie do tronco da árvore da evolução, descartando-a, levando-a constituir um galho lateral, e apenas deixando-a existir por um tempo enquanto não atrapalha muito ou é útil aos demais elementos situados ainda no tronco. Enquanto isso a Natureza retorna no tempo evolucionário do tronco encontrando uma espécie anterior ao descartado que ainda era um sistema aberto, e por ali continua a evolução. Dentre os macacos o que tem o corpo como a mais perfeita e poderosa máquina não é o do chimpanzé, e sim do gorila. Mas como podemos ver no gráfico acima, os gorilas possuem o cérebro menor que o chimpanzé, e a julgar pelo que veio depois, concluímos que o gorila se encaminhou por  caminhos errados ( a maior facilidade na vida os acomodou, levando-os a se tornarem um sistema fechado, e apenas desenvolveram o corpo baixo ao invés do cérebro – como estão fazendo a maioria da juventude humana agora lutando desesperadamente nas academias de modelação física enquanto não dedicam tempo e mente para a busca do conhecimento intelectual… e se continuarem assim… tambem serão os inferiores no futuro até serem tambem descartados). Os chimpanzés inferiores ao tamanho dos gorilas tiveram que continuar a forçar o cérebro em novas maneiras de competir e sobreviver aos gorilas e com isso aumentaram um pouco o tamanho de seus cérebros. Mas basta ver um vídeo que corre pela Internet de um bando de chimpanzés atacando, trucidando e comendo macacos espécies de macacos menores, e deduzir que os gorilas começaram a  diminuir em numero porque já estavam condenados,para concluir que numa certa época os chimps dominaram. E novamente os vivos caíram na eterna armadilha… parando de desenvolver o cérebro e obrigando a natureza a forçar uma nova divisão no tronco da árvore da evolução. Então essa interpretação cientifica materialista de evolução por erros acidentais peca pelo vicio do reducionismo, onde as mais amplos horizontes no tempo e no espaço de onde se vê a macro-evolução universal é reduzida ao limitado tempo e espaço da evolução biológica e com isso a muitos equívocos sobre como realmente a Natureza funciona.

De ratos a chimpanzés havia um gene X. A linhagem dos humanos saída dos chimpanzés não tem mais o gene X.  O gene X não existe em nós porque um primitivo humano não conseguiu copia-lo completo. Isto é fato, comprovado pelos cientistas. Não posso duvidar e muito menos negar esse fato.

De ratos a chimpanzés nunca houve o gene Y. A linhagem dos humanos saída dos chimpanzés conseguiu produzir o gene Y (ou melhor, o tal ARHGAP11B ). O gene Y atua no desenvolvimento embrionário produzindo muitos novos neurônios, o que faz o cérebro ser o maior existente na Terra. Isto é fato comprovado pelos cientistas. 

Então como não aceitar a “verdade” que os cientistas tiveram que engolir e aceitar? Sou algum débil mental? ( eu acho  que não em relação aos humanos, mas certamente sou ou serei um débil mental se comparado com os cérebros humanos do futuro, ou com possíveis seres existentes em outros mundos e mais evoluídos).

Eu continuo a suspeitar que a verdade que salta aos olhos dos cientistas não seja a “verdade ultima” porque eu suspeito que exista a fórmula da Matrix/DNA, para sistemas naturais. E se ela existe de fato, o evento em que aquele gene não conseguiu se duplicar corretamente, foi devido a ação sutil da fórmula. Sutil, demorada, lenta, mas inevitável. Trata-se da fórmula para todos os sistemas naturais, o cérebro é em si, isolado do resto do corpo, um sistema natural. Ele esteve incompleto durante toda a história evolucionaria da forma biológica dos sistemas naturais, e devido a alguns indícios, continua ainda incompleto como sistema, nos humanos. Não foi um erro, não foi um acidente casual, foi o acêrto que continua acertando.

Genes são pacotes de nucleotídeos. Nucleotídeos são pedaços bi-laterais do DNA que se tornam uma unidade fundamental de informação quando se juntam seis nucleotídeos, três pares laterais e formam um códon. Cada unidade de informação é, em si mesma um sistema natural completo e funcional. Desde que este sistema natural chamado códon pode se dividir em bilhões de indivíduos diferenciados entre si ( assim como a espécie humana é uma só forma, porem dividida em 8 bilhões de cópias onde todas diferem entre si em algum minimo detalhe que seja), cada gene é um pacote de cópias diferenciadas entre si ( assim como numa fábrica, cada grupo de trabalhadores faz uma especifica tarefa).

Então cada gene como pacote é um sistema natural em si mesmo, derivado e evoluído a partir do sistema dos pacotes menores dos nucleotídeos. A soma de todos os genes-sistemas chama-se DNA ( com mais um pouquinho de lixo no meio, que na verdade, não é lixo). O qual em si é um grande pacote, mas tambem, um sistema, na mesma linha dos sistemas anteriores. Ora, como podemos ver na fórmula universal para sistemas naturais, enquanto qualquer sistema estiver se formando, ocorrem competições entre suas partes, com algumas querendo mais privilégios, alimentos, etc., que as outras partes, e de fato, algumas partes crescem demasiado e dominam o sistema em formação. Como cada parte representa uma função sistêmica, então o que ocorre é uma dominância de expressão de uma função. Isto ocorreu quando as primeiras células-sistemas eram apenas vegetais. A função sistêmica numero 7, que era representada pelo cloroplasto, dominou a célula, se conectou direto com o Sol e surgiu a fotossíntese, o que tornou essa dupla célula+estrela um sistema fechado em si mesmo, porta fechada para a evolução. Mas nada nem ninguem interrompe a evolução para sempre, então numa nova célula os genes para função 7 não conseguiram se replicar por completo e desapareceram, dando origem a uma nova espécie de células, a célula animal… sem o cloroplasto. Porem a célula sem fazer síntese com o Sol tornou-se filha da necessidade, um sistema aberto, precisando mover-se e procurar outro alimento… mas é justamente através dos necessitados e não dos acomodados, que a evolução pode fluir. Ora… no ponto de vista de cientistas que desconhecem a história maior, a não cópia integral do gene para cloroplasto teria sido um erro, um acidente casual. A mesma história deve ter ocorrido na espécie dos chimpanzés. Eu já estou cansado de dizer aqui que, quando comparo o nosso ancestral astronomico com os corpos de todos os seres vivos, é o macaco, como gorilas, que parecem uma reprodução mais fiel daquele ancestral que o corpo humano. Pois aquele ancestral astronomico era e é a mais perfeita maquina já produzida pela Natureza, enquanto o corpo do gorila, do chimpanzé é a mais perfeita maquina dentro os biológicos. A partir daqueles macacos o corpo mamífero teve algumas involuções de órgãos básicos para a sobrevivência na biosfera. Aprendí isso a duras penas competindo com macacos por sete anos na selva amazônica… e apanhando mais que bumbum de moleque peralta. Essa involução produzindo um salto na evolução ocorreu ao menos duas vezes – nas células e nos macacos – portanto não é um evento ao acaso, é um padrão repetitivo.

Então vejamos como foi esse “erro” mágico que acabou inventando coisas como a mente e a auto-consciência. A antiga fábrica do Ford Modelo T ( que mais parecia uma carroça) não produziu mais o modelo T e agora produz o Lincoln ( por assim dizer). Os operários do grupo X que produzia a carroceria de madeira deram lugar a operários do grupo Y que produzem carrocerias com polietileno.  Foi um tremendo e acidental erro de engenharia? Não… foi a evolução simples e matreira se movendo por suas sendas naturais. Nada nem ninguem pode interrompê-la, muito menos um grupinho qualquer formado por cópias diversificadas de um sistema que veio das estrelas e chamado LUCA – the Last Universal Common Ancestor de todos os sistemas biológicos.

Segundo está sugerindo a Matrix/DNA, este Universo é um mero aglomerado de ancestrais nossos da espécie denominada “galáxia” e no qual está ocorrendo um mero processo de reprodução genética da coisa desconhecida que existia/e/ou existe ainda alem deste Universo.  Se aqui está aparecendo coisas como inteligencia, auto-consciência, e sabe-se mais o que vai aparecer por aí, é porque aquela coisa desconhecida já possuía ou possui estas coisas. Assim como um feto de humanos desenvolve um cérebro e nos seis ou 7 meses este cérebro está num estado evolutivo tal que pode manifestar os princípios da auto-consciência,porque a auto-consciência não foi inventada por cada embrião, mas sim veio de uma coisa que existia/existe alem do pequeno universo do embrião… assim a auto-consciência apareceu e terá de aparecer em muitos outros lugares diferentes deste Universo. Não foi um erro acidental que levou o meu estado embrionário a produzir a minha consciência… mas é possível que alguns alienígenas feitos de ferro e borracha e sem vida igual a nossa assistindo o desenvolvimento de um embrião num tubo de ensaio sem ver nenhum outro ser humano, vai acreditar que a emergência da auto-consciência se deu por um erro de transcrição no processo genético. Ora…

Pelo amor de Deus… parem de interpretar e crer em interpretações vendo apenas um pequeno instante e pequeno espaço da Natureza Universal. E com isso alimentando e reforçando cada vez mais esta visão de mundo materialista, nihilista, contrária à dignidade humana, afirmando que seríamos meras verrugas incongruentes que nada teria a fazer neste mundo.

Como sou teimoso como um burro empacado e continuo a suspeitar inclusive da teoria da Matrix/DNA, resta-me lembrar da maravilhosa cabeça grande e ainda mais amável auto-consciência da minha mãe e desejar ardentemente que o que os cientistas chamam de erros acidentais desse tipo continuem a ocorrerem… quanto mais melhor!

E ainda temos mais um problema. Sendo que esse “erro” ocorreu depois que uma nova espécie já havia se separado dos chimpanzés, então uma outra mutação anterior ocorreu nos próprios chimpanzés que levou à separação. Talvez seja imigração de um grupo para diferente território… ou talvez seja novamente outro erro de cópia genética. Então existem com certeza outros genes que os chimpanzés tem e nós não temos, e vice-versa. Precisamos encontra-los e quando isso ocorrer… talvez os cientistas comecem a vislumbrar a ação sutil da Matrix.

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A seguir copio o artigo em inglês para traduzi-lo em português, o que é bom para mim, pois escrever e copiar os artigos importantes tem sido ótimo para aprender mais e guardar os dados na memória:

Last week, researchers expanded the size of the mouse brain by giving rodents a piece of human DNA.

Na ultima semana, pesquisadores expandiram o tamanho do cérebro de ratos ao darem aos rodentes um pedaço do DNA humano.

Now another team has topped that feat, pinpointing a human gene that not only grows the mouse brain but also gives it the distinctive folds found in primate brains.

Agora outra equipe suplantou aquele feito, identificando um gene humano que não sómente faz crescer o cérebro do rato, mas tambem dá a ele as distintas camadas encontradas no cérebro dos primatas.

The work suggests that scientists are finally beginning to unravel some of the evolutionary steps that boosted the cognitive powers of our species.

O trabalho sugere que os cientistas estão finalmente começando a desvelar algums dos passos evolucionarios que deflagrou os poderes cognitivos da nossa espécie.

( tradução a continuar)

 “This study represents a major milestone in our understanding of the developmental emergence of human uniqueness,” says Victor Borrell Franco, a neurobiologist at the Institute of Neurosciences in Alicante, Spain, who was not involved with the work.

The new study began when Wieland Huttner, a developmental neurobiologist at the Max Planck Institute of Molecular Cell Biology and Genetics in Dresden, Germany, and his colleagues started closely examining aborted human fetal tissue and embryonic mice. “We specifically wanted to figure out which genes are active during the development of the cortex, the part of the brain that is greatly expanded in humans and other primates compared to rodents,” says Marta Florio, the Huttner graduate student who carried out the main part of the work.

That was harder than it sounded. Building a cortex requires several kinds of starting cells, or stem cells. The stem cells divide and sometimes specialize into other types of “intermediate” stem cells that in turn divide and form the neurons that make up brain tissue. To learn what genes are active in the two species, the team first had to develop a way to separate out the various types of cortical stem cells.

After months of work, the researchers finally hit upon a solution. They added distinctive fluorescent tags to stem cells so they could isolate each type of cortical cell. Then they surveyed the active genes in each variety of stem cell. The human tissue had 56 genes that their mouse counterparts lacked, the team found. The one that was the most active in dividing human fetal stem cells was ARHGAP11B, a gene already under suspicion for aiding human evolution.

Several years ago, another group had discovered that this gene had arisen after an ancestral gene made an incomplete copy of itself. Because humans had the additional version whereas chimps did not, they concluded that the duplication occurred after the human and chimp lineages split off. Neither mice nor chimps have ARHGAP11B, but modern humans and their ancient relatives, the Denisovans and Neandertals, do. “That it was a human-specific gene duplication made it very exciting,” Huttner says.

After their genetic comparison of human and mice highlighted the same gene, he and his colleagues decided to put ARHGAP11B into developing mice. The number of cortex stem cells nearly doubled in the animals, and their brains sometimes developed folds, the researchers report online today in Science. The folds are not seen in mice but are found in primates. The researchers further discovered that the inserted gene causes some of the mouse’s early brain stem cells to make more intermediate stem cells than the animals usually have. In addition, those intermediates divided more frequently than normal before beginning to convert into neurons. These various effects ultimately increased the size of the mouse brain.

The result “emphasizes the likelihood that this gene was indeed important during mammalian evolution for the design of a new brain, bigger and more complex,” Borrell Franco says. Most likely, he adds there are more genes that are also involved in this design waiting to be discovered. 

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E meu comentário publicado no artigo da Science AAAS.Org 

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Congratulations to those researchers, but they made a mistake about the interpretations of the phenomena. Saying that “this gene had arisen after an ancestral gene made an incomplete copy of itself ” produces the belief that it was an event by chance due an error, which is not the case accordingly to Matrix/DNA Theory’s models. Same event has occurred when the plant cells divided and had arisen the animal cells, when the gene for chloroplast did not worked well. So, it is a pattern in evolution’s process. The Matrix/DNA formula for natural systems explains how and why such events occurs. That gene of chimpanzees was performing a normal function leading the brain as a system to be a closed system, which is against the evolutionary force and triggers the action towards opened systems, and expression of related genes. The complete explanation can be seen in this article ” Porque Humanos Desenvolveram Cérebro Diferente dos Ancestrais? Por um Êrro Genético…!?”, in Portuguese.

 

Da Força Invisível dos Sistemas Naturais Surge a Complexidade

terça-feira, agosto 24th, 2010

Há 10 bilhões de anos atrás, tôda a natureza universal se resumia a uma nebulosa informe de átomos, leves, simples. Passado êstes dez bilhões de anos, a nebulosa se transformou em cavalos, macacos e homens, dos mesmos átomos. Não pense nisso, pois este tem sido o maior pesadelo para os pensadores em todos os tempos. A não ser que… o pesadelo tenha terminado porque a trama tôda foi descoberta. E o responsável, desmascarado.

Será que – se reproduzir-mos aquela nebulosa no espaço sideral – e misturar-mo-la de tôdas as maneiras possíveis, e depois misturar-mos as misturas resultantes, fazendo isso por outros dez bilhões de anos, vamos obter cavalos, macacos e homens? E auto-consciência? Ou iríamos obter outras coisas inimáginaveis, muito complexas?

O fato é real. Aconteceu. Temos aí os macacos para todo mundo ver e comprovar por si próprio. Naquela nebulosa só existiam quatro ou seis tipos de átomos, os chamados leves, porque só formam gazes, como o hidrogênio, o hélio. Os átomos mais evoluídos, pesados, com mais de seis prótons e elétrons só foram formados depois, quando da nebulosa surgiram as estrêlas. Naquêles gazes estavam os macacos, os cavalos, os homens de hoje, fragmentados em seus rudimentos materiais. Mas como?!

Estavam lá, todos os ingredientes, os princípios, os mecanismos, os processos, que hoje existem no corpo humano. Porque a Natureza não é mágica. Ela não pode criar algo do nada.

Os modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA nos levaram a descobrir como uma arquitetura natural ganhou um grau a mais de complexidade. Era tudo o que precisávamos saber. Sabendo como foi um passo, sabemos como foram todos os outros, porque são todos iguais.

A solução do supremo mistério estava num conceito: sistemas. Um novo sistema natural se forma quando vários diferentes sistemas formados anteriormente se juntam por atração simbiótica e tornam-se partes de um único novo sistema. Ora haviam seis tipos de sistemas anteriores naquela nebulosa, seis tipos de átomos, era tudo o que precisava para da nebulosa surgir não um novo átomo, um sétimo átomo, mas sim um novo tipo de sistema nunca surgido antes. Assim a nebulosa tornou-se uma massa composta de fragmentos, todos idênticos. O novo sistema chamava-se “astro”.

 Mas teria piorado a situação para cavalos e homens? Pois para êles aparecerem no mundo 10 bilhões de anos depois, seria muito mais conveniente uma sôpa primordial rica com variedade de ingredientes que uma massa homogênea que nem sôpa conseguia ser. Ledo engano. O novo sistema continha um segrêdo poderoso: Ciclo Vital! E isto criou da simplicidade singular daquêle princípio, da nebulosa de um unico ingrediente, uma nova nebulosa portadora de grande diversidade de novos sistemas. A História que iria no futuro produzir cavalos, estava salva e continuava sua marcha.

O flagrante em que descobrimos a Natureza trabalhando na surdina e na escuridão da noite aconteceu justamente quando pegamos um astro imóvel, parado no espaço, sideral. Mas movendo-se em relação ao tempo. Como isso é possível? E em que isso cria do nada um novo grau de  complexidade?

Sistema é um conjunto de partes diferentes conectadas num circuíto simbiótico. As partes não ficam imóveis num sistema. Quando menos moventes, elas vibram. E assim emitem radiações pelas quais perdem fragmentos de si mesmas. Os fragmentos podem ter dois destinos. Primeiro: partes que não são vizinhas num circuíto se misturam e formam novas menores arquiteturas, as quais são diferentes de tôdas as partes. Um exemplo disso é como surgem os tumores no corpo humano. São novas arquiteturas diferentes de tudo que existia antes no corpo e de todas as partes que constituem o corpo. Segundo: os fragmentos se misturam mas não se conectam, arquitetura não é constituída, perfazem uma substância radioativa etérea, abstrata, como um campo magnético.

Acontece que estas novas arquiteturas e/ou substâncias se constituem em novas informações que não existem em nenhuma das partes. Por isso dizemos que um sistema é formado pela soma de tôdas as informações de tôdas as partes, mais uma pequena quantidade de informações que excede a soma de tôdas as partes.

Existem tumores malignos, tumores neutros, mas também existem os benignos. E justamente um novo sistema possuidor de um tumor benigno pode salvar o sistema de um ambiente em colapso em que contra-informações eliminam tôdas as suas simétricas informações, menos aquelas que não existem no ambiente. Um exemplo? Quando um meteórito imenso caiu na Terra e levou a biosfera ao seu colapso, dinossauros desapareceram porque dinossauros possuíam em seu corpo as mesmas informações que constituem a biosfera. Mas havia um réptil menor, denominado cynodonte, cujo corpo, por uma anomalia, havia desenvolvido uma espécie de tumor: os ovos que todos os seres vivos antes dêle e até os maiores que ele, como os dinossauros, botavam fora, ficaram entalados em seu corpo e fêz crescer uma nova protuberância, que mais tarde se tornaria o sistema reprodutor mamífero. O cynodonte salvou-se.

Restam ainda três proposições feitas aqui anteriormente, a serem esclarecidas. Como o astro primordial apresentava um ciclo vital? Como pode um corpo parado num ponto do espaço estar se movendo em relação ao tempo? Como uma unica espécie de sistema natural, um unico cêpo primitivo comum, pode reproduzir-se numa imensa variedade de novas espécies?

Vamos ver um exempo conhecido por todos de como um unico sistema forma um novo diferente sistema. O sistema unico que vamos usar como exemplo é… você. Isso mesmo: “vósmicê”, em pessoa! Você é um corpo formado de partes conectadas entre si cada qual executando uma função diferenciada e todas ligadas a um nucleo central, denominado “cérebro”. Logo você é um genuino sistema. Mas seu corpo apresenta uma particularidade interessante: êle muda de forma a cada segundo, pois a cada segundo morre ao menos uma célula a qual é reposta, porém, óbviamente a repositora será diferente em algum minimo detalhe da ancestral, já que não existem duas células exatamente iguais. Quando ao invés de observar-mos seu corpo em termos de segundos, expandir-mos o tempo dos intervalos das observações para anos, veremos como as pequeninas mudanças invisiveis acumuladas produzem grandes mudanças visíveis. Assim seu corpo é, numa observação, uma massa informe chamada “mórula”, noutra observação uma blastula, depois um feto, um embrião, um bebê recem-nascido, uma criança, um adolescente, um adulto, um idoso, e… desculpe-me… um cadáver. Que enorme diferença existe entre um bebê chorão e um adulto campeão da maratona olimpica… claro, daquela realizada em casa, apenas entre a familia. A diferença entre as fotos de um bebê e de um adulto humano é tanta que um hipotético extra-terrestre feito de ferro e aço e uma unica forma fixa, jamais acreditaria que as duas fotos são de um mesmo unico individuo. 

Mas os seres humanos criaram um novo sistema, natural, ao qual denominamos, sistema familiar. Um sistema familiar exemplar, perfeitamente funcional como sistema, completo, teria que ter no minimo sete formas de corpos humanos: a mulher gravida (garantindo a re-criação), o bebê ( garantindo a perpetuação), a criança ( garantindo o crescimento), o adolescente (garantindo a maturação) o homem adulto (garantindo a manutenção), o idoso (garantindo o armazenamento das informações), e o cadáver (garantindo a mutação). Isto é um sistema-matriz, elo entre sistemas, elemento chave da evolucão.

Porem, um unico individuo não poderia ser transformado e tornado-se o novo sistema, familiar, porque estas sete formas não podem ser fixadas no espaço, separadamente. Então para resolver êste problema são criadas várias cópias da mesma espécie, porem em tempos diferentes, de maneira que inevitavelmente estarão combinadas num mesmo ponto do espaço, sob um mesmo teto, as sete diferentes formas. Assim aconteceu que aquela unica espécie de criatura existente numa nebulosa a 8 bilhões de anos atras, que poderia estar imóvel no espaço vazio sideral, estava movendo-se em relação ao tempo. Mudando de forma. Mas falamos em espécie. Uma espécie compreende um sem numero de iguais individuos. Iguais entre aspas, porque eles contem um segrêdo: mudam de forma. De maneira que num dado momento, num dado ponto do espaço, existam sete diferentes formas. Fixadas.

Em relação àquêle astro, a natureza aplicou mais um truque magistral. É claro que um unico individuo humano não poderia ter gerado as sete partes do sistema familiar, unicamente porque êle ou ela apresenta as sete formas de um unico genêro sexual, e vimos que o sistema familiar completo é composto dos dois sexos. Como a Natureza resolveu êsse problema? Os modêlos da Matriz encontraram a resposta: o “danado” era hermafrodita!  

Ora, existe uma força de conexão natural entre as diferentes formas de um mesmo individuo. Na criança está programado o adolescente. No  adolescente jaz a criança. Existe uma ponte invisivel entre a criança e o adolescente que ela será no futuro. Uma ponte invisivel porque constituida de tempo, o qual ninguem vê. Mas quando uma criança que veio do bebê X é colocada perto de um adolescente que veio do bebê Y, da mesma espécie, a ponte invisivel pode tornar-se num fenômeno sistêmico: simbiose. Aquêle velho fenômeno que Margullis suspeitou ser responsável por ter juntado diferentes micro-organismos, denominados organelas, num unico sistema, o celular.

Foram esclarecidas as proposições referentes ao ciclo vital, ao aumento de um grau de complexidade, ao corpo movente parado no espaço? Se sim, está explicado como a Natureza tirou da simples nebulosa de atomos gazozos do principio as figuras de cavalos, macacos e homens. Tal como o mágico tira coelhos da cartola. Que de magico, bem o sabemos, não tem nada: tudo não passou de um engenhoso truque. A Natureza foi pêga em flagrante executando seu maior truque universal, o pseudo mágico foi desmascarado, graças aos modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA.

Mas a mesma Matriz está apontando para alem daquela nebulosa de átomos do principio, para um ponto antes mesmo de acontecer o Big Bang. E sugerindo que todo êste Universo é uma genética reprodução de um sistema que existia antes, ou existe ainda, e talvez exista aos milhões. Se for verdade, cavalos, macacos, homens, auto-consciência, tôdas estas maravilhosas arquiteturas complexas que vemos hoje, estavam programadas muito tempo antes, naquêle sistema. Sinal de que vai começar um novo tipo de pesadelo para os pobres pensadores.