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quinta-feira, março | 10 | 2011
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- Galáxias Distantes Reforçam a Teoria da Matriz/DNA
Na imagem, o amontoado de pontos vermelhos mostra grupo de galáxias mais distantes já encontrado.
Bilhões de estudantes – incluindo todos nós dessa geração – podem ter aprendido na escola uma teoria equivocada que foi ensinada não como sendo teoria, mas verdade comprovada! Se isto for realmente comprovado em breve, repetir-se-á o que ocorreu por volta de 1500, quando por milhares de anos a Humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, um simples estudioso que não seria considerado nem um astronômo amador nos tempos modernos, ousou dizer que estava tudo ao contrário! Mas os fatos não permitem que um engano dure por muito tempo, e novos fatos reais fazem com que se começa a descobrir a verdade. No curriculum escolar de todo o mundo ensina-se que depois do Big Bang se formaram galáxias e depois os sistemas estelares, quando há uma nova teoria de um autor brasileiro que não é astronômo sugerindo que foi ao contrário. Ao invés da galáxia mecânica e matemática dos físicos o novo modêlo sugere uma galaxia semi-mecânica/semi-biológica que preenche os requisitos necessários para o mundo ter gerado os sistemas biológicos, ou seja, os seres vivos. O brasileiro passou seis anos na selva amazônica estudando sistemas naturais e foi conduzido pelos resultados de seus calculos baseados na biosfera da selva virgem a se interessar pelo sistema astronômico à nossa volta, pois seus resultados apontavam para o céu onde estaria a fonte das fôrças que geraram a Vida na Terra. Mas a solução exigia que o céu fôsse diferente do que transmite a denominada Teoria Nebular Astronômica, que faz parte da Standard Theory, a qual é mundialmente aceita em tôdas as academias de Ciências.
O brasileiro têve que registrar no Brasil e nos Estados Unidos a 25 anos atrás os direitos autorais de uma fórmula e como argumento a favor tinha que incluir seu modêlo cosmológico, muito a contragôsto porque astronomia, cosmologia, não eram suas especialidades e não podia acreditar que seus modêlos estavam certos e o mundo errado. Mas nos ultimos 25 anos tem acompanhado de perto tôdas as noticias astrônômicas e descobertas científicas publicadas e a cada nova descoberta sempre acontece o mesmo: os textos dizem algo como “este novo fato ou novo mecanismo não se encaixa adequadamente nas correntes teorias e indica que devem serem revisadas”, ou então, principalmente em astronomia é comum a cada nova foto ou elemento capturado no espaço vir com a ressalva de que tal fato contraria a Teoria Nebular. Mas para surprêsa do brasileiro, tôdas as fotos, todos os novos fatos veiculados se encaixam em seus modêlos e reforçam sua teoria indicando que ela têve incrível capacidade de previsão. Isto não apenas em astronomia, e sim em tôdas as áreas cientificas. Mas como tratava-se de um pesquisador solitário na selva, não tendo ligação com o mundo cientifico e intelectual externo, e por ser extremamente exigente em relação a seus resultados, apenas fêz como Darwin, ou seja, permaneceu 30 anos revisando seus dados e calculos, reunindo evidências, testando-os com os fatos reais antes de divulgar sua teoria publicando um livro. O brasileiro até agora limitou-se a registrar uma síntese da teoria num website na Internet onde está a cada dia registrando mais evidências, mas como continua isolado e nada fêz para divulgar o site, e ainda porque sua teoria é tão diferente de tudo que foi feito e pensado até hoje, parece que ninguém quer entendê-la e assim permanece quase desconhecida. Existe um exército de até 15.000 visitantes mensais vendo o website, pessoas de tôdas as partes, notadamente dos USA, Russia, Alemanha, etc., mas não se sabe como chegaram no website já que nada foi divulgado e o que lhes está interessando nêle.
Agora a ultima noticia que chega ao autor o fêz postar comentários em alguns blogs. Trata-se do artigo abaixo. A recente foto de galáxias muito distantes sugerem que há algumas galaxias surgidas a apenas 3 bilhões de anos depois da origem do Universo, porem suas estrêlas, que deveriam ainda estar em formação algumas e as outras serem muito jovens, segundo os modêlos teóricos da Teoria Nebular, são na realidade maduras, velhas! Como se explica isso, pela Teoria Nebular? Não se explica, não há como explicar, e os astrônomos no artigo dizem que os modêlos terão que serem recalculados.
Mas então o autor brasileiro em seu comentário sugere que a ordem da criação do mundo, na Teoria Nebular, pode estar ao contrário. Ela indica que primeiro se formaram as nebulosas das galáxias e sómente depois, dentro delas, se formaram as estrêlas e os sistemas estelares, como o nosso Sistema Solar. Após solicitar que apresentem os fatos reais que os levaram a construir esta teoria e não ter recebido respostas, êle supõe que estes modêlos são resultados de puros calculos teóricos e portanto podem estarem equivocados. Por outro lado seus modêlos estão sugerindo o contrário: que primeiro se formaram as estrêlas, os sistemas estelares, e foi da evolução d6estes que surgiram as galáxias tal como se apresentam hoje. E agora? E o Sol que gira em torno da Terra, como as escolas da antiguidade ensinaram durante mais de mil anos, ou é a Terra que gira em torno do céu, como se atreveu a afirmar um obscuro astronomo amador chamado Nicolau Copérnico?
Louis Morelli adverte que esta parte distante da história cosmológica em seu modêlo não está bem esclarecida ainda por êle, a leitura dos mapas pode induzir a êrros, mas a seu favor está a lógica da macro-evolução universal. Sistemas estelares são mais simples, sistemas galácticos são mais complexos. A evolução tem caminhado sempre do mais simples para o mais complexo, e não o contrário. Sistemas estelares são mais simples porque são constituídos de poucos tipos de astros: estrêla, planeta, e talvez cometas, se estes forem gerados dentro do sistema. Mas existem vários outros tipos de astros, como os quasares, os pulsares, buracos negros, e as fotos recentes tem indicados muitos outros que ainda não se sabe como catalogar. Estes astros não foram encontrados até agora dentro de sistemas estelares, mas está comprovado que estão dentro de sistemas galácticos. Ora, um sistema que possua maior diversidade de elementos, de “peças”, forçosamente é o mais complexo.
Segundo, afirma o autor, astros, sejam quais forem os primeiros a aparecerem, foram inicialmente formados por átomos e átomos leves. Estes constituiram por exemplo estrêlas, as quais, e sómente então produziram novas espécies de átomos, mais pesados e complexos.E sómente então surgiram os demais tipos de astros, com os novos átomos. Ora, a evolução não dá saltos inexplicáveis e não vai para a frente retornando para tras para depois recomeçar. Sempre, na evolução, vale o velho ditado popular: filho de peixe, peixinho será. Certamente não será uma girafa ou uma águia. isto afirma que mesmo considerando extremas mutações, sempre que um novo sistema é gerado, êle mantem as configurações parecidas com o sistema que o gerou. E sistemas estelares são muito mais parecidos com sistemas atômicos que os sistemas galácticos. Foi uma nebulosa de átomos que gerou os primeiros astros, os primeiros sistemas. É de se supor que a fórmula de sistema que existia a nível micro-cósmico tenha sido a fórmula projetada a nivel macrocósmico para organizar a colônia de átomos em novo sistema. Ora, átomos são formados de um nucleo e elétrons à volta, muito mais parecido com sistemas estelares que os mais complexos galácticos. Novamente a lógica sugere esta ordem cronológica.
Terceiro, o autor brasileiro foi obrigado a calcular e desenhar um modêlo cosmológico a partir do que indicava uma fórmula obtida pelo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, após muitas novidades ter aprendido observando os sistemas da biosfera amazônica. Os modêlos teóricos cientificos de como teria sido o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás não tinham as fôrças e elementos necessários para produzir, dentro de uma galáxia, o primeiro sistema celular biológico. Mas a fórmula que se encaixava como produtora de tôda a abiogênese, desde a matéria orgânica, as primeiras moléculas como aminoácidos, as primeiras proteínas, o primeiro RNA e daí para o primeiro DNA, tinha a aparência de um sistema astronomico. Mas bem diferente da teoria acadêmica, praticamente tudo ao contrário: enquanto a teoria acadêmica diz, por exemplo, que buracos negros surgem da morte de estrêlas, a fórmula da vida na Terra indicava de que de onde ela veio, estrêlas são geradas por buracos negros! Que buracos negros não são os fantasmas e monstros canibais sugeridos pela teoria acadêmica, ao contrário, são simples vórtices magnéticos compostos de fragmentos de cadáveres estelares que desempenham um papel muito semelhante ao feminino na vida, como gerador de novos rebentos, e após turbilhonar e energizar bólidos dessa poeira na forma de germes de estrêlas, se dissolvem. A fórmula sugere algo totalmente inusitado: os sistemas galácticos foram formados pelo mesmo processo simbiôntico e evolutivo entre organelas que formou as primeiras células. Um unico e primeiro tipo de astro, que pode ter sido na forma de estrêlas, passou por sucessivas transformações exatamente como os corpos humanos passam por transformações produzidas pelo ciclo vital. Foi a fixação de sete diferentes formas de um unico tipo de astro numa rêde de interconexões que gerou o primeiro sistema galáctico. Assim como as diferentes organelas da célula podem ter sido resultado das transformações de um unico tipo inicial de micro-organismos, e depois, por simbiose, foram conectadas num sistema.
Seja como for, o modêlo cosmológico do brasileiro é tão diferente de tudo que se tem imaginado que êle nunca iria acreditar que podia ser o correto, apenas a enorme avalancha de dados astronomicos que tem sido captados recentemente e todos indo se arranjarem exatamente como previu sua fórmula o está fazendo prestar mais atenção a seus modêlos. Quanto á fórmula, que parece ser o código cósmico que a Vida recebeu na forma de DNA, está igualmente sendo a cada dia comprovada pelos novos dados fornecidos pelas Ciências nas outras áreas. Mas tambem a idéia da evolução biológica era diferente de tudo que se tinha imaginado antes, e Darwin temia publica-la, correndo o risco de errar e ser ridicularizado. Vamos acompanhar com atenção os próximos avanços, os novos dados que forem coletados, tanto no nivel astronômico como no biológico, pois tambem estamos ficando cada vez mais atraídos por essa nova cosmovisão que o autor intitulou “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” cuja pequena parte ‘foi incluida no site theuniversalmatrix.com.
A seguir o artigo a que nos referimos agora:
Galáxias distantes podem implicar em revisão de teorias
09/03/2011
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/galaxias+distantes+podem+implicar+em+revisao+de+teorias/n1238144657957.html
Grupo de galáxias ‘maduras’ está com a mesma estrutura de quando o universo tinha apenas três bilhões de anos
Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).
“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.
“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.
Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.
Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.
No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.
“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.
Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).
“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.
“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.
Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.
Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.
No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.
“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.
Tags: Astronomia, Curriculum Escolar, escola, estudante, galaxia, Lista das Evidências, Macro Evolução, Noticias Cient. c/Comentarios, Sem Categoria Postedo na Astronomia, galaxia, Macro Evolução, Sem Categoria | Sem Comentários »
domingo, março | 14 | 2010
A Teoria da Evolução exibe uma exuberância de fósseis ósseos de animais intermediários entre os répteis e aquilo em que alguns se transformaram, os mamíferos. Ossos antigos são fáceis de achar, e assim fica mais fácil explicar como foi essa evolução, mas o problema está em explicar como aconteceu a evolução da parte mole orgânica já que a carne não se fossiliza e é comida pelos vermes. Os répteis botavam os ovos fora abandonando os filhotes à própria sorte – às vêzes mesmo um filhote botava a cabeça para fora de um ôvo e já encontrava a boca aberta de uma serpente.
Mas… foi então que uma fêmea de uma espécie réptil começou a segurar os ovos dentro o mais que podia e só os soltava quando não podia mais segura-lo (!). Passaram-se milhares de anos e milhares de gerações destas fêmeas, cada uma fazendo maior esforço para manter o máximo possivel seus ovos dentro da barriga até que este esforço obrigou o corpo delas a se transformar, desenvolvendo esta extraordinária engenharia que é o sistema reprodutor feminino. Quando a ultima fêmea réptil nasceu equipada para manter e nutrir o filhote até o momento do nascimento ela foi condecorada com a transcendência, promovida para mamifero.
Porem, espere aí… estamos falando de um réptil, e não daquêles grandes como os dinossauros, mas sim de algum pequeno como um lagarto, um crocodilo, ou uma lagartixa. Acordem! Concentrem-se no bicho que estamos falando dêle e tente se colocar no lugar dêle para tentar entendê-lo. Por que cargas d’água uma lagarta iria fazer algum esforço para manter ovos dentro?! Isso é um absurdo contra tôda a lógica da teoria darwiniana da evolução. E contra tôda nossa lógica racionalista. Répteis são feras que existem apenas comendo e lutando para sobreviver contra predadores e em ambientes inóspitos. Quanto mais rápidos, velozes, acrobatas, destros, maior suas chances de sobrevivência e de transferência de seus genes, e assim serem escolhidos pela seleção natural, certo? Portanto, para a fêmea quanto mais rápido puder se livrar do pêso do incômodo ovo, melhor. Se ela não o fizer rápido, se começar a criar barriga, diminui em muito sua capacidade para a caça e para a defesa, muitas vão morrer certamente.
Então, quando eu disse acima que uma fêmea ou varias fêmeas répteis e através de muitas gerações fizeram um esforço para manter os ovos… cometí uma heresia contra a teoria da evolução darwiniana e contra a lógica racional do leitor. Certo? Claro que sim!
Então, se o processo da evolução fôsse mesmo o que Darwin e seus discípulos modernos neo-darwinistas afirmam – baseado e resumido nas três variáveis VSI (Variação, Seleção e “Inheritance”), nós humanos jamais existiríamos pois a evolução teria parado no réptil, jamais teria dado o passo seguinte para mamífero. Certo? Ou errado? Onde estou errando? Podem contra-argumentar que o sistema reprodutor mamifero surgiu por gradativas mutações ao acaso, que cada mutação fazia os ovos ficarem mais tempo no corpo da fêmea… mas, não, não podem argumentar isto sabendo que se o corpo mantem um dia a mais o ôvo dentro e cresce a barriga, aumenta o pêso, a criatura se torna menos capaz que as outras e com isso jamais será selecionada. Ou alguém pode vir com a balela de que a fêmea réptil já tinha um certo instinto maternal… e mando este alguém com tal disparate ir pentear macaco no zoológico. Pô, réptil é um bicho que inclusive tem o sangue frio, não se esqueça disso, e vem agora o cara me dizer que de repente uma fêmea réptil têve uma mutação criando um calorzinho interno que começou a se transformar no caloroso amor maternal… E além disso, acredito que réptil nem sabe que seus ovos contem seus filhotes pois nem mesmo humanos primitivos sabiam porque as mulheres criavam barriga e engravidavam… Para não falar que muitos destes animais devoram os ovos da própria espécie quando os encontram. Sem duvidas posso garantir que a criação do sistema reprodutor intra-uterino não foi obra de alguma fôrça atuando desde dentro do organismo reptiliano, ela parece ter vindo de fora.
Mas que fiquem tranquilos os neo-darwinistas pois a obra do grande mestre Darwin continua de pé e nêste evento da passagem do réptil para o mamifero os três mecanismos apontados por Darwin realmente atuaram… porem, não contam nem a metade da verdadeira história. A evolução darwiniana de fato fêz o seu trabalho como ela sabe fazer: a seleção foi aumentando o tamanho e a fôrça da espécie até chegar aos dinossauros, os quais se tornaram os reis da Terra, e como sempre, atingiram o último limite evolutivo de suas possibilidades fenótipicas e nesse ponto começou a entropia, a degeneração da espécie, pois neste ponto que denominamos de “super-especialismo num modo de existência”, todos os seres se acomodam, fecham as portas à evolução e assim tornam-se becos sem saída, ramos ou galhos da árvore genealógica que sai fora do tronco e séca e se extingue ( se não fôsse o meteorito, outra ocorrência natural teria acabado com os dinossauros, mas eu não acredito no tal meteorito como causa da extinção deles… pois a Natureza não precisava recorrer a medida tão drástica para fazer o serviço. Ela própria já dispõe dos mecanismos necessarios para descartar espécies que desafiem a evolução). A evolução darwiniana a partir do réptil mediano, onde se lacalizava a nossa fêmea sacrificada e heróica, caminhou no sentido do dinossauro e não no sentido do mamifero.
Então acho que certo está entre nós que a passagem de réptil para mamífero não se explica dentro das Ciências Biológicas e dentro da teoria darwiniana, pois nunca teria existido antes um ancestral com sistema reprodutor tipo mamifero para passa-lo àquela fêmea. E como ninguém ainda veio me mostrar onde estou errando, vou continuar na mesma linha de raciocínio.
Quais as fôrças da Natureza, qual a Lei Natural da Física, ou da Quântica, ou da Quimica ou mesmo da Biologia, estiveram por trás e por cima das fêmeas répteis conduzindo-as para este final de transcendência feliz? Já revirei bibliotecas e não encontrei ninguém tocando nêste assunto, acho mesmo que ninguém sabe. Ou melhor… talvez tenhamos agora encontrado uma solução para o mistério.
A fêmea réptil, ao se alimentar de matéria orgânica e ter o corpo atravessado ou invadido pela energia solar estava absorvendo algo que os darwinistas desconhecem mas que existe acima e abaixo da biosfera na superficie terrestre. Dêste modo, se provar-mos que (apesar de que na biosfera terrestre nunca antes nada possuiu tal parafernália de sistema reprodutor uterino), no conjunto dos astros celestes que circundam a biosfera existia um ser que possuia tal sistema e que este ser, atacado pela entropia, tem estado se fragmentando em seus ultimos bits-informação na forma de partículas que se alojam nos alimentos e na energia solar, e que estes “bits-particulas” têm a tendência de reproduzirem o sistema ancestral de onde vieram, estejam onde estiverem, tal como dentro de corpos biológicos… teremos matado a charada! Mesmo que isto implique nas estranhas idéias da Biblia de que anjos celestes estiveram aqui fecundando mulheres humanas (que cacófito, meu Deus!… mulheres humanas! E tem mais informação útil aqui: estas mulheres humanas gostam de homens, mas só daquêles do sexo masculino, viu?) ou de idéias de indivíduos como Von Daniken de que astronautas extras-terrestres possam ter copulado com humanas. Pois, de certo modo, a fêmea réptil foi fecundada por um ser astronômico que possuía algo dêste sistema reprodutor e que produziu a mutação gerando a parafernália reprodutora intra-uterina. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal explicam como êsses bits-informação de um planeta semi-vivo e de um Sol radiante funcionam como ancestrais dos nossos genes e como são espalhados no tempo e no espaço livres sem estarem encerrados num saquinho cromossomico gerando a enorme diversidade de sistemas biológicos.
Mas o garanhão que estêve aqui se apaixonando por aquela fêmea réptil não pode ser chamado literalmente de extra-terrestre, talvez sim, possa ser apelidado de meio-terrestre-meio-extra-terrestre. Pois êle se constitui num par de dois: é o próprio planeta Terra mais a sua estrêla Sol. Ei… antes de me atirar ovos espere que vou demonstrar como isso aconteceu…
Observe as duas figuras abaixo:
Figura 1 Figura 2
A Figura 1 e 2 representam o estado evolutivo em que se encontrava o mundo momentos antes da origem da Vida na Terra. Desculpe se as figuras estão ilegíveis, mas podes vê-las melhor em outras partes do website. Trata-se do sistema natural mais evoluído que existia, e dentro dêle e produzido por êle apareceu a primeira matéria organica, e desta veio o primeiro ser vivo. A Figura 2 é a imagem material visível, ou seja, o hardware, enquanto a Figura 1 é o diagrama do código de instruções que se extrai de tal sistema, ou seja, o software. Apesar da imagem mostrar sete tipos de astros celestes, na realidade trata-se de um astro apenas, sujeito a um ciclo vital. Ora, um corpo humano sujeito a um ciclo vital muda de forma a todo instante, mas podemos fixar algumas formas principais: mórula, blástula, feto, embrião, bebê, criança, adolescente, adulto, cadáver. Então, êste fenômeno de um corpo material ter suas formas transformadas não foi inventado pela matéria burra da Terra e nem pelos sistemas biológicos, ele já vem desde as origens do Universo, e aplicado a um astro fá-lo apresentar-se nas seguintes formas: germe estelar, lua, planeta, pulsar, quasar, estrêla, buracos branco e negro. Esqueça o que aprendestes na escola, a tal da geração espontânea de cada astro em separado, aquilo é apenas metade da verdadeira história.
Então o que vemos na figura é o desenvolver-se de um astro qualquer, como a própria Terra que nos gerou. Sem me alongar em mais detalhes vamos direto ao que interessa nêste assunto. Onde está na imagem acima do nosso ultimo ancestral “não-vivo” e “extra-terrestre”, a parafernália do sistema reprodutor intra-uterino? Fácil: o germe de um novo astro é elaborado no “buraco branco” no lugar da Função 1, apresentando os mesmos processos e fases da mórula, blastula, embrião e por fim o parto no horizonte de eventos. Precisamos entender que o processo da evolução também não foi inventado na Terra. Darwin estudou apenas a Evolução Biológica, a qual é em si mesma uma evolução da Evolução Cosmológica, a qual apresenta sete variáveis (as variaveis das dimensões eletro-magnéticas e dos sistemas termo-dinâmicos que precederam os sistemas biológicos), portanto, para preencher os “gaps” na Teoria da Evolução de Darwin basta visualizar-mos as ações das outras quatro variáveis que modelam nossa biosfera e nem Darwin, nem Gold, nem Dawkins, etc., conheceram. Apenas os vários modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal revelam a verdadeira história da Evolução através dos tempos desde o Big Bang.
Mas e esta história de diferença entre ovos botados fora e mantidos dentro, como se vê na imagem?
Note que numa primeira fase o germe de estrêla se constitui no nucleo do astro quando ainda está nas funções 2, 3 e 4, ou seja, lua, planeta, pulsar. Isto significa que o corpo está sendo gestado dentro de um ôvo. Mas ele já foi expelido pelo órgão uterino celeste que é o vórtice na Função 1. Portanto, numa primeira fase, o nosso ancestral tambem botava os ovos fora, abandonando a prole à própria sorte. Mas então o germe floresce na função 4, brotando como uma supernova e note: não apenas o ôvo, mas inclusive o “bebê” supernova continua dentro do sistema, nutrida pelo sistema. Isto significa que nosso ultimo ancestral não-vivo tinha os dois processos ao mesmo tempo, mas o processo de manter os ovos dentro é a segunda fase na evolução do sistema. Por isso aqui na Terra numa primeira fase foram gerados sistemas vivos que botavam ovos fora, desde as amebas aos insetos aos répteis, mas já estava determinado, já estava antes escrito nas estrêlas, que aqui na Terra haveria a evolução da primeira fase para a segunda, mais complexa. As inúmeras gerações da fêmea réptil, de mãe para filha, que foram sacrificadas, muitas coverdemente assassinadas pela fome ou pelos predadores, por carregarem uma barriga cada vez maior, por sofrerem as dores do parto, não o fizeram pelos mecanismos da evolução darwiniana nem foram tocadas pelo instinto maternal. Foram as maiores heroínas de todos os tempos de todos os seres vivos, graças a elas estamos existindo, devemos a vida a elas, mas elas não o fizeram por vontade própria e sim conduzidas por uma fôrça natural que estava até ontem além da compreensão da inteligência humana.
… … perdão, eu não consigo continuar escrevendo quando penso nisto, não consigo evitar que lágrimas me inundam os olhos. Não apenas por causa do sacrificio heróico de uma ancestral ( lágrimas por causa de uma ancestral réptil… isto é que é a verdadeira “lágrima de crocodilo”!), mais por causa da incrivel inteligência que sinto existir no Cosmos: um projeto feito no espaço sideral apenas com esferas e vórtices, já continha em si as instruções para se tornar expressa na forma dêste extraordinário engenho biológico! Qualquer dúvida podem perguntar que depois, refeito das emoções, consultarei os modêlos da Teoria da Matriz/DNA e explicarei com calma.
Tags: , A Matriz, Evolução, Macro Evolução, mamifero, Origens, reptil, sistema reprodutor Postedo na Evolução, Macro Evolução, Origens | Sem Comentários »
terça-feira, junho | 30 | 2009
LUCA – the Last Universal Common Ancestral – semeia a Vida em todos os astros e aquelas sementes que caem em boa seara, desabrocham e proliferam. Mas ele aduba o terreno tambem, tal como nossos agricultores. Sempre repetindo a mesma tecnica da embriogenese, a biogenese da Vida tambem necessita de algo como um ovo. Para isso, atraves da adubacao, LUCA chega a transformar a superficie de planetas. Para adubar o terreno para formas superiores da Vida, LUCA usa fungos, bacterias, etc. A atmosfera imita a clara do ovo, o nucleo imita a gema e da gema brota o germe que transforma a clara na placenta nutritiva ou meio ambiente para seu desenvolvimento. A clara, digo, atmosfera, e’ transformada inicialmente pelas formas de germes anaerobicas que produzem novos gazes como o oxigenio.
Mas agora surge uma questao neste meu cocuruto inquieto e curioso, sempre querendo dar um passo maior que a perna e conjecturar sobre o futuro. Alem e antes do LUCA astronomico existiu ou existe o LUCA universal; claro, alguma coisa, existia antes do Big Bang e desde que nunca vimos nenhum milagre nem vimos nada surgindo do nada, deduz-se que este ovo universal nao pode criar coisas para as quais nao tenha informacoes, as quais tem que terem sido herdadas daquilo que existia antes dele e o gerou. Certo? Ou minha logica esta’ errando em algum lugar? Esta ideia moderna da comunidade da Fisica de que o Universo deve ter partido de um ponto minusculo como um atomo esta’ contando apenas a metade da Historia. alguem ja’ viu em algum lugar uma coisa minuscula, existindo por si mesma e vindo do nada, se transformar num Universo?! Eu ja’… vejo todo dia algo assim: uma semente da’ origem a uma sequoia, um microscopico e invisivel genoma pode gerar um elefante. Tambem em nanotecnologia podemos botar 30.000 volumes de uma biblioteca dentro de um chip que cabe na cabeca de um alfinete e depois o chip minusculo pode gerar uma biblioteca com 30.000 volumes. Mas antes do genoma, antes do chip e portanto antes do atomo minusculo que pode ter sido uma semente de universos. existiu sempre algo maior que a gerou. Pois entao agora que o bicho pega: esta enorme quantidade de seres vivos que devem existir em muitos, mas muitos mesmo, astros, significam que aqui neste ovo universal esta’ sendo gestada uma ninhada?!… ou todas elas sao como as milhoes de celulas que proliferam formando a morula, a blastula, e depois se constituem num so feto?!
Hein? Hein? O que voce disse? Nao ouvi bem… ( espero nao ter me excomungado por estar criando grilos na sua cuca…). Material para pensar nos dias de chuva aqui na selva, amigo.
Tags: Biogenese, Curiosidades da Matriz, Evolução, Filosofia, Geral, Macro Evolução, Sem Categoria, Universo Postedo na Evolução, Geral, Macro Evolução, Sem Categoria, Universo | Sem Comentários »
segunda-feira, junho | 29 | 2009
Luca sempre tem que resolver um quebra-cabecas quando quer se reproduzir e semear a Vida em algum planeta. O quebra-cabecas e’ igual aqueles que brincamos quando crianca ou aqueles que tem muito marmanjo como eu “jogando” na Internet: tem-se uma gravura qualquer num papel, corta-se o papel em muitos pedacos de formas e tamanhos desiguais, mistura-se todos os pedacos ( tambem chamados pecas) e tenta-se remontar a gravura encaixando cada pedaco no seu devido lugar. Os jogos na Internet, em Ingles, chamam-se “jigsaw”.
. Pois foi isso o que aconteceu aqui nas origens da Vida: Luca teve seu corpo/DNA separado em pedacinhos, os pedacos cairam em diferentes lugares do planeta e em diferentes tempos, adentraram os atomos da Terra, e demorou-se provavelmente alguns milhoes ou bilhoes de anos chacoalhando estes atomos seja atraves das mares, dos ventos oceanicos e de superficie, das chuvas, etc., ate que as pecas se reencontrassem (por acaso e estatiscamente), que funcionasse a lei da atracao entre elas, que fossem sendo montados primeiro as diferentes regioes da gravura ou diferentes orgaos do corpo original, ate’ que finalmente se alguns destes arranjos ja’ possuissem todas as propriedads basicas de organizacao e funcionalidade de um sistema.
. Para os neo-darwinistas deve ser dificil pensar como e porque a Vida saiu-se com tanta diversidade e com formas tao diferentes entre si, se a Vida realmente tenha surgido com uma unica criatura e numa unica regiao. Basta lembrar-se de quao diferentes sao um mosquito e uma minhoca, duas criaturas que apareceram mais ou menos pela mesma epoca. E para os criacionistas deve ser dificil entender porque Deus fez tantas especies que nao tem sentido, nao tem objetivo algum. Basta lembrar-se de crocodilos e peixes-espadas.
. Mas para a Matriz nao existe nenhuma dificuldade em explicar as causas de todas estas diferencas e a razao da existencia de cada especie. Pelo contrario, seria dificil explicar o mecanismo da macro-evolucao, da reproducao de LUCA, se estivesse faltando especies que representam cada uma das partes do corpo de LUCA.
. Entao, o motivo de registrar este artigo hoje foi para nao esquecer uma intuicao que me ocorreu quando navegando na Internet um bloguista postou um Jig saw e nao resisti `a tentacao de brincar. Enquanto estava “apanhando” do jogo, e tentando ser esperto e resolve-lo antes que os outros, procurei olhar o amontoado de pecas de longe e se haveria alguma estrategia para resolve-lo. Quando a minha mente estava estudando o jogo, surgiu repentinamente a ideia de que aquela mesma situacao havia ocorrido na Terra a 4 bilhoes de anos atras, momentos antes das origens da Vida. Mas eu tenho maos e o mouse para carregar e mover as pecas, porem o planeta nao tinha, por isso teve que esperar a Lua chegar do espaco e mover as aguas, etc.. Mas LUCA tinha uma vantagem que eu nao tenho: suas pecas tem uma especie de iman, originado pela polaridade, e basta uma peca chegar proxima de uma sua antiga vizinha e… pimba!.. estao reunidas de novo! ( Ei, espere: nos jogos do computador as pecas tambem tem esta atracao, pois basta voce passear uma peca por cima das outras, quen de repente aparece uma outra grudada nela, justamente seu par!). Mas registrar esta nova descoberta e’ importante nao so porque entiquece nosso conhecimento mas tambem porque vai assim se juntando as pecas da estrategia que usaremos para um dia manipular-mos os fotons que vem do Sol e nos mesmos produzir aquelas prineiras formas de Vida que aqui surgiram.
Mario e’ um grande engenheiro mecanico mas ele tem um problema: o vicio de jogos e passatempos, que as vezes o ocupam ate’ altas horas da madrugada. Ele esta’ viciado nestes tais jigsaw e um outro tipo, chamado algo como mahjong. Mas o vicio nao e’ um pecado de Mario, ao contrario, ele e’ mais uma vitima. O jigsaw esta’ registrado na sua carga genetica herdada de LUCA, e os genes tem muita forca sobre nossos habitos. E o Mahjong ( um passatempo que consiste em localizar o par de cada peca ate que se elimine todas), vem como carga genetica nao so de LUCA ( porque LUCA tambem tem que inicialmente unir cada peca a seu par), mas tambem vem desde as origens da Matriz/DNA no Big Bang, quando ainda nao se manifestara a materia e os vortices quanticos de spin right tinham que localizar e se unir aos seus pares com spin left. Como tambem este mesmo evento ocorreu na origem de seu proprio corpo, quando cada gene de seu pai teve que localizar o seu gene correspondente feminino e juntos determinarem uma unica caracteristica.
Mas esta ideia de ver o mesmo evento ocorrendo em todas as origens (do Universo, da Vida, do corpo humano), vem nos enriquecer com mais uma inquietante intuicao. Como Mario esta’ repetindo o mesmo evento, agora a nivel mental, e o evento sempre se aplica a origens, reforca-se a nossa tese de que a auto-consciencia ainda esta’ em suas origens… A debilidade da auto-consciencia, essa confusao de pensamentos que nos tornam ainda tao errantes, deve-se a que os bits da auto-consciencia estao espalhados caoticamente em cada cerebro humano como as pecas no jigsaw. E depois que alcancar-mos o estagio evolutivo em que cada cerebro humano resolveu seu quebra-cabecas, que montou sua gravura, talvez seja ainda apenas o principio da historia… pois talvez entao vai-se descobrir que cada gravura nao era a gravura total da grande mente universal que esta’ se reproduzindo aqui, mas sim apenas “regioes” dela. Se for assim, o proximo passo sera’ encaixar cada consciencia humana no seu rspectivo lugar, e entao disso tudo surgira uma unica ( e dar-se-a razao a Teilhard di Chardin, ou Jung, com suas ideias de inconsciente coletivo no planeta!).
Esquizofrenia devido a fluxos casuisticos do codigo genetico:
Vindo bem a calhar e parecendo reforcar a tese acima, leio hoje no “Star Ledge”, de 07-02-2009, um artigo intitulado: “Schizophrenia risk linked to random genetic codes flaws”. Diz:
“O que os estudos mostram e’ que esquizofrenia nao tem uma causa genetica simples. Ela se parece mais com um massivo jigsaw puzzle (quebra-cabecas) e os pesquisadores apenas acharam umas poucas e terminais pecas, disse Thomas Insel, diretor do National Institute of Mental Health.”
Voce ve como trabalha uma boa teoria?! Apenas observando os modelos que nos leva a construir, somos conduzidos a intuicoes e previsoes, antecipando `as vezes a noticia que ira’ sair nos jornais dois dias depois!
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quinta-feira, fevereiro | 19 | 2009
( este artigo e’ apenas uma anotacao pois a introducao esta sendo elaborada)
A Matriz considera sim, que a complexidade irredutivel em relacao aos sistemas biologicos pode acontecer. Porem a irredutibilidade termina em LUCA.
E como pode ocorrer esse negocio da Natureza desenvolver duas ou mais linhas separadas de evolucao e depois junta-las numa so’? Vamos recorrer a uma analogia:
Primeiro surgiu o abaco numa linha evolucionaria, enquanto noutra surgia o tear. Juntaram-se as duas coisas e deu na maquina de calcular mecanica, a manivela. Em outra area desenvolvia-se a eletronica. Juntaram as duas e deu na maquina de calcular eletronica. Depois acrescentaram na eletronica a linha da informatica resultando no computador. Enquanto isso desenvolviam-se os foguetes dotados de sensores. Os sensores foram juntados com o computador e numa nave temos um cerebro eletro-mecanico dotado de tentaculos, ou complexo sensorial proprio. E’ impossivel reduzir evolutivamente essa historia seguindo-se uma unica linha evolucionaria.
Com os seres vivos, nao apenas isto seria possivel acontecer, como “teria que acontecer”. Hoje ja’ temos noticia de especies que de uma se desdobra em duas (caso da larva que continua a existir depois da metamorfose produzir a forma final) assim como juntando duas especies numa (caso da hibridizacao e diversificacao horizontal (?)). Mas o que desconheciamos e’ a possibilidade de ocorrer irredutivel complexidade devido aos mecanismos da macro-evolucao, coisa que apesar de teorica ainda, e’ aceitavelmente logica.
Tratando-se de um evento macro-evolucionario (porque foi uma reproducao com mutacao do sistema natural universal) a passagem do building block astronomico para celula vital ocorre por um mecanismo fundamental: entropia ataca o sistema apice da evolucao, fragmenta-o em bits/informacao, os quais sao os genes, as informacoes na forma de massa e’ expelida primeiro e vai na frente de um fluxo colapsante interno, rumo ao centro do sistema, onde a paisagem antiga e’ modificada pelas novas informacoes. Ate’ aqui falamos do sistema no seu aspecto fisico de hardware. Em seguida vem o fluxo na forma de energia – o sistema no seu aspecto fisico de software – o qual contem as informacoes geneticas que construira oi sistema descendente. Porem, diferentemente do que ocorre nos ciclos micro-evolucionarios biologicos, a carga genetica nao vem encerrada dentro de envelopes fechados, como os saquinhos cromossomicos. Se viessem, apenas uma especie teria se levantado na Terra, e apenas uma unica vez no tempo. Poderia depois se diversificar com o espalhamento pelo planeta, mas nao explicaria a quantidade e diversidade ocorrida.
Portanto, genes semivivos (particulas, fotons, diferenciadas entre si por conter cada uma um especifico bit-informacao) caem na Terra em diferentes lugares e diferentes epocas. Como se recomporiam estes genes num unico pacote novamente para gerar o filho de LUCA? Impossivel.
Mas sabendo-se que cada parte do sistema natural possui em si a soma total das informacoes das partes (basta lembrar que o fluxo no circuito sistemico carrega todas as informacoes para fazer todas as partes, assim como um bebe humano carrega em si uma carga genetica com informacao para fazer todas as formas futuras), quando num certo local e dado momento caem e se reunem genes de apenas uma das partes astronomicas, pode-se levantar um sistema biologico. Se reunirem-se em outro local, genes de duas partes consecutivas de LUCA, levantar-se-a outra especie mais complexa. Agora considere-se que a aproximacao entre pacotes geneticos da Funcao 2, por exemplo, com pacote genetico da Funcao 4, ou 5, 6, 7, etc. pode resultar em arranjos e combinacoes meio-termistas. Todos sabem que da logica binaria pode resultar a chamada “fuzzy logic”. Portanto, as possibilidades de especies diferentes surgidas por sua propria conta e risco pode ser de um numero incalculavel. Em outras palavras, surgem diferentes muitas linhas evolucionarias.
Mas acontece que, por exemplo, que o pacote genetico da Funcao 4 caiu perto daquele vindo da Funcao 5. Ora, em LUCA eles estao ligados sucessivamente, sem nenhuma lacuna entre eles, por isso a atracao aqui seria fatal, e duas linhas evolucionarias se juntariam numa so. No caso deste exemplo, teriamos um micro-organismos derivado do pulsar como e’ a mitocondria, juntado a um micro-organismo derivado do cometa, que e’ a maquinaria ciliar: um bicho parecido com uma mitocondria dotado de cauda. Seria possivel reduzir esse bicho a um unico cepo primitivo comum aqui na Terra? Claro que nao. Irredutivel Complexidade explicando o Darwinismo…
(Mas temos estudado bastante o material divulgado pelo pessoal do Intelligent Designer, e apesar de nao ser criacionista no sentido religioso, fiquem sabendo que estou muito feliz por existirem, estou torcendo para que continuem nessa linha, testando a teoria, buscando as provas, e que tenham sucesso, pois tambem assim estarao colaborando para a evolucao da teoria da Matriz. Esperemos em breve ampliar este arquivo juntando tudo o que ja temos anotado em papelitos…)
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domingo, dezembro | 21 | 2008
Dezembro, 20, 2008 – Categoria: Filosofia
A briga entre a Teoria da Matriz Universal e as teorias do Acaso Absoluto e do Deus Interventor Magico sobre quem criou a Vida na Terra so’ pode ser resolvida de uma maneira: os tres tem que correr atras de provas;
1) O time do Acaso Absoluto que diz : “ No início, diferentes moléculas, derivadas de elementos expelidos de vulcões e trazidos de asteróides, devem ter se combinado aleatoriamente até formar um sistema bem simples, como um pequeno sistema de coacervados, e estes meros punhados de atomos denominados micro-organismos criaram os mecanismos de auto-divisao, auto-reproducao sexual, o metodo computacional de registrar informacoes na forma de codigo, toda a parafernalia do sistema nervoso, da digestao, respiracao, movimento voluntario, etc. Criaram tudo isso num mundo que nunca houvera nada disso antes, e depois criaram o processo da auto-evolucao, e desde entao foram evoluindo até formar a primeira bactéria. Não vejo como os astros celestes podem influenciar nesse processo básico”.
2) O time dos religiosos dizem que existe Deus, que Ele e’ magico, que Ele e’ um ser nao-humano mas que intervem na especie humana, etc., e que veio aqui neste planetinha obscuro e perdido dentre bilhoes de outros astros na imensidao cosmica e criou os seres vivos, um a um;
3) O time da Matriz, que por enquanto so’ tem um jogador, que fala sobre uma historia de macro-evolucao universal desde o Big Bang nos moldes da fecundacao sexual, para chegar a um modelo de proto-sistema astronomico semi-vivo o qual seria o estado do mundo a 4 bilhoes de anos atras, o qual ja continha as propriedades vitais em forma bruta e primitiva e no qual existiriam as forcas necessarias e suficientes para gerar ou nao por acaso os sistemas biologicos, e ainda que existiria uma especie de software matricial na materia, o qual deve ter vindo pelo processo genetico, apostando na existencia de algum ancestral ex-machine que possuiria auto-consciencia e que pode ou nao ser Deus ou outros universos.
Esta’ dada a partida, iniciou a maratona, agora cada qual deve correr para chegar nas provas factuais inquestionaveis antes que os outros:
1) O time religioso tem que trazer aqui na Terra o tipo de Deus que sugerem existir, e Ele deve fazer uma exibicao de como consegue tirar as aguas e as estrelas e os macacos e os elefantes do nada dentro da sua cartola;
2) O time do Acaso Absoluto ( este tambem tem que ser magico pois criou tantas coisas extraordinarias que nunca existiram antes, alem deste tipo de acaso ser um genio mais poderoso que o Bill Gates na criacao de programas de instrucoes em codigo) tera’ que colher os elementos expelidos de vulcoes e os trazidos por asteroides, por tudo numa panela e ficar chacoalhando-a ate que dentre as trilhoes de combinacoes possiveis acerte aquela que cria tudo aquilo que eles dizem. Terao que provar que existe “origens”, ou seja, eventos que subitamente quebram a cadeia de causa e efeito, e que os sistemas atomicos e astronomicos nada possuem do que denominam “vida”;
3) E esse abandonado solitario sem time ainda, que briga pela existencia de uma Matriz Universal sob evolucao tera’ que ficar dia e noite atento a todas as formas de comunicacao cientificas, a todas as revistas especializadas e “papers” publicados em cada disciplina, e principalmente nos dados fornecidos pela pesquisa espacial para montar no laboratotio o bicho tipo proto-sistema mostrado nos seus modelos, e esse bicho tera que ser decomposto nos seus elementos fundamentais de vortices quanticos para mostrar que vieram de algum lugar fora do Universo e antes do Big Bang… alem de ter que inventar uma maquina que fotografe a auto-consciencia para provar que ela tem a face do modelo que ele sugere…
Pensando bem… isso tudo e’ coisa de malucos, nao sei por que entrei nessa, certo esta’ a minha vizinha balconista e namoradeira que vive rindo `a toa devido ser alienada em economia, politica, aquecimento global, super-populacao, esgotamento da agua-potavel, ou seja, estas coisas que tornam os musculos da face dos homens rigidos e por isso estao permanentemente serios, e mais alienada ainda dos mundos invisiveis micro e macrocosmicos, sem sequer saber o que e’ DNA ou sistemas…
Mas nao… isso tudo tem valor pratico, pois quase toda a ciencia e instrumentos tecnologicos que temos foram criados pelas teorias que sugerem novos mecanismos naturais, ideias que um dia existiram apenas na cabeca de uma pessoa, e certamente, se todos fossemos como minha vizinha, hoje nao existiriam micro-ondas, televisao, geladeira, filme pornografico da mulher melancia, etc. Estou na briga com unhas e dentes e nao largo! Vejamos quem vai ganhar esta! O tempo tem a ultima palavra…
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