Posts Tagged ‘mãe’

Ciência produzindo filhos com três genitores: duas mães e um pai!

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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Mulheres transmitem a seus filhos doenças causadas pelo DNA mitocondrial (apenas os femininos são passados aos filhos). Para eliminar estas doenças nos filhos, a mãe gestadora tem este DNA removido de seu ovulo, substituído pelo DNA de um ovulo doado por mulher saudável. Este resultante ovulo-duplo é então fertilizado com o espermatozoide do parceiro. Depois de varias experiencias e observação a técnica foi aprovada pela lei. Por curiosidade me pergunto como fica o sobrenome da criança? Contendo os sobrenomes das duas mães? E na repartição de heranças? No dia das mães a criança terá que dar dois presentes? Se um baby for feito com dez pedaços do DNA de dez espermatozoides de dez himens, o baby ter dez heranças? Mas como ficara o sobrenome dele? Já sei: faz se uma unica palavra contendo as dez iniciais dos pais…?! Já não chegava essa historia de casamento gay nos ter feito criar um monte de leis novas? A continuar assim nosso livro das Leis vai daqui na Lua…

Ver noticia com vídeo:

https://www.newsweek.com/assisted-reproduction-ivf-maternal-spindle-transfer-three-parent-babies-1302044

ANOTHER IVF ‘THREE-PARENT’ BABY BORN IN EUROPE VIA SPINDLE TRANSFER TECHNIQUE

BY  

A Divina Frase de Obama e a Alma Interna que Emerge num Autentico Líder, um Exemplo para Dilma?

quinta-feira, janeiro 14th, 2016

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A Divina Frase de Obama e a Alma Interna que Emerge num Autentico Líder, um Exemplo para Dilma?

A UM ANO ATRAS, uma mãe dormindo de madrugada e acorda ouvindo a forte respiração de seu baby colado nela. Ela o aperte fortemente ao seu peito e sente a fragilidade daquele ser indefeso e pequenino, e então começa a pensar nas ameaças que existem neste mundo contra sua filha. Impulsivamente ela se levanta e começa a escrever uma carta para o presidente Obama!

” Estou certa que esta carta nunca vai chegar a suas mãos, mas neste momento, eu decidi gritar ao mundo o mais alto que posso e para um homem que pode fazer alguma coisa para me sentir mais segura. Ouvindo meu baby respirando perto de mim me deu um sentimento de urgência. Expresso aqui meus medos e preocupações com o futuro de minha criança no meio de mundo com tao sérios problemas como por exemplo, a mudança do clima do planeta provocada pela humanidade…”

O presidente leu a carta e foi ontem ate o interior de Nebraska passar 40 minutos na sala da casa de LIsa proferindo pensamentos otimistas para assegurar que esta tudo sob controle e ele tem a estrategia certa para solucionar estes problemas. Mas o que me tocou foi pouco depois quando ele foi fazer o discurso anual na televisão sobre o estado da nação, e disse a seguinte frase depois de mencionar Lisa, como exemplo do sentimento dos americanos hoje.

” Nosso coletivo futuro dependera’ do nosso desejo em praticar nossos deveres como cidadãos. Votar. Falar alto sua voz. Estar disposto a suportar os outros, especialmente os mais fracos, especialmente os mais vulneráveis, lembrando-se que cada um de nos somente podemos estar aqui porque alguém, em algum lugar, foi firme e suportou tudo por nos.”

Eu sou agnóstico, mas uma das frases mais poderosas que me marcaram desde a infância foi ouvida numa igreja: ” Quem são meus pais, meus irmãos, senão todos os pais e irmãos do mundo?” Dita por um filosofo carpinteiro ela revelava grande esperança na humanidade que despontava anseios para ultrapassar as egoístas lides da família nuclear e caminhar no sentido de uma grande família universal. Eu teria seguido a bandeia deste filosofo ate’ no inferno se necessário fosse. E agora, o fato de seu ser cidadão deste pais, e ouvir esta frase proferida pelo meu presidente, me recorda que também seguiria a bandeira deste homem ate a mais temerosa caverna do Afeganistão onde poderia estar alojado o inimigo, e funcionou como mais um arroubo de energia para sair e ver o que posso fazer pelos sem teto, os sem isso e aquilo, pois são meus irmãos. Mas também me lembro que a maioria destes mais vulneráveis eu os vi na infância no Brasil, o que me da’ a sensação a muito trabalho ainda a fazer depois de resolver os problemas aqui…sabendo que vou morrer antes no meio deste caminho.

Desde a infância eu aprendi a discernir nos politicos do brasil e mesmo nos daqui, usando um homem tem o mal no coração mas ‘e tal ator que consegue exalar esse mal disfarçado em retóricas de ilusão perfumada. Um dos maiores escravagistas e chefe de quadrilha rural no Maranhão, conseguia fazer poesias e foi guindado pelos seus semelhantes para a Academia Brasileira de Letras! Imagina! Este discernimento me da a certeza que estes homens, como o nazareno e o presidente americano, são autênticos, expressam o que lhes vai no coração.

O fato de Obama ter vencido a tudo e todos na vida e chegar ao poder que ten hoje, não desalojou da sua mente seu ideal que veio da infância, de trabalhar e servir sua família, seus vizinhos, seus colegas de escola, seus compatriotas de nação e quica, sua humanidade. Ele não resultou no comum dos humanos que chegam a cargos de poder e se tornam arrogantes descompromissados com a causa coletiva, apenas se concentrando em manter e aumentar sua riqueza. A prova e’ qe ela nunca se esquece dos que se sacrificaram pelo mesmo ideal, aos quais ele deve sua vida agora. El me lembrou outra celebre frase, do genial físico Isaac Newton: ” Se subi mais alto foi porque me apoiei sobre o ombro de gigantes!”, referindo-se aos trabalhos anteriores feitos por muitos anonimos cientistas.

Obama – quando disse aquela frase – estaria pensando em Jesus cristo, que teria, segundo a historia dos judeus, carregado a cruz pela humanidade? Não creio, mas como ele e’ esperto e precisa de votos dos cristãos, ele deixou isso no ar. Suspeito que ele pensava no recente Memorial Day, no que ele significa, a grande cerimonia americana para relembrar e celebrar os mortos nas guerras americanas, os assassinados em Pearl Harbour, os que foram para a Europa conter as pesadas botas nazistas antes que viessem a se instalarem na America também.

Oxalá, no meu também querido e saudoso Brasil, onde permanece minha família e pela qual temo como Lisa por sua criança, pelos amigos da infância, da escola, surgissem muitos babies destinados a serem lideres, com os valores humanitários inscritos na sua genética, de maneira que os prazeres tropicais e as vantagens oferecidas por uma população passiva não suplantassem jamais aquelas sementes da humildade e energia para fazer a diferença. Mas apenas isto não seria suficiente, pois sem o apoio da forca que emana do povo, lideres nada podem fazer. Então oxalá que no Brasil nascessem muitos babies nas classe mais pobres que tivessem inscrito em sua genética, a consciência de serem cidadãos,sócios de um território e seus recursos, reunidos numa palavra: ” nação”. E que como Lisa fossem capazes de exteriorizarem, ampliarem os valores em suas mentes para absorver a humanidade e seu frágil e moribundo planeta.

Brasileiros! Atuem com a determinação desta mãe americana. Despertem-se e sintam o respirar ofegante desta criança que depende de ti, esta baby nação! Grite alto para acordar seus vizinhos, seus compatriotas. Ignore os politicos, empresários, atletas, celeridades globais de seu pais que nada tem feito pela sua causa, pela causa de sua criança, e dos quais você sente emanar os ares da arrogância egoísta. Procure, como a mãe americana, homens e mulheres de ato que mostram querer fazer alguma coisa, e se não vê-los no amplo horizonte de sua pátria, torne-se você mesmo, você mesma, esta chama ativa e vigorosa! E que seus herdeiros – ao invés de chorarem o seu fracasso como hoje choramos os fracassos dos que nos antecederam – que cantem os seus sucessos! Faca algo para ser a diferença, deixe sua marca na Historia. E que a forca esteja contigo. Alem do oceano, eu estou te observando e confiando em ti. Assim como o seu Deus deve estar esperando de ti para que ampare e proteja e eleve Suas crianças neste mundo.

Menstruação/Ejaculação: Entendendo-as Por uma Nova Perspectiva

quarta-feira, agosto 27th, 2014

Este artigo e pesquisa é baseado no artigo publicado em:

Fôlha de São Paulo

http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2014/08/05/bodas-de-sangue/

Essa equivocada tendencia da filosofia cientifica moderna em projetar os valores humanos desta época, como a violência e a competição, em todos os fenômenos naturais, esta causando, entre muitos malefícios, o emperramento da nossa medicina. As disfunções do organismo e as grandes doenças tradicionais continuam matando e torturando sem que a medicina as elimine atacando o mal pela raiz porque a atual visão do mundo está equivocada e assim não percebem as causas fundamentais de tais distúrbios. As mulheres, por exemplo, vão continuar ainda por algum tempo sofrendo as disfunções da menstruação e inclusive uma TPM que não tem razão de ser, não aconteceria se elas soubessem a verdadeira realidade do mundo e significado das coisas. E agora chegam ao absurdo de quererem jogar as mães contra os fetos que gestam, como se fetos tivessem culpa, ou tivessem autonomia de ação, preferencias, etc. Por isso insisto em artigos como esse, que alias, me ajudam em mais temas para mais pesquisas. Veja abaixo minha primeira abordagem num comentário que ainda tentarei postar na Folha:

Bodas de sangue

POR RLOPES

05/08/14  16:44

Por que as mulheres menstruam, afinal de contas? As moças que sofrem com esse incômodo mensal, bem como as variações de humor que podem acompanhar o período imediatamente anterior a ele (a célebre TPM), sem falar nos membros do sexo masculino que convivem com elas, certamente já se fizeram essa pergunta angustiada inúmeras vezes. Acontece que, até onde sabemos, a menstruação é um dos detalhes mais interessantes da biologia humana quando se trata de explicar certos mecanismos-chave da evolução.

A começar, claro, pelo fato de que esse negócio de ter as “regras” mensais (como dizia a sua bisavó) é relativamente raro entre mamíferos. É basicamente coisa de primatas de grande porte como nós e alguns morcegos, entre outros bichos. E parece ter relação direta com o tipo especial de placenta que caracteriza a gravidez humana.

Ah, a placenta! Essa maravilhosa bolsa protetora que a mamãe produz para aconchegar seu bebezinho ao longo de nove meses! Né?

Mentira, excelso leitor. Quem produz a placenta é o organismo do próprio feto. E, em espécies  como a nossa, ela não se comporta de um jeito propriamente fofinho.

ESQUEMA MAFIOSO

Digo isso porque a placenta dos primatas de grande porte é um tecido altamente invasivo, comportando-se de maneiras que lembram o funcionamento de um tumor (inclusive do ponto de vista dos detalhes moleculares, como os genes que se ativam ao longo desse processo).

Para ser mais específico, a placenta dos fetos humanos é capaz de rasgar as paredes do endométrio (o revestimento interno do útero) e cravar seus dentes (metaforicamente, é claro) nas artérias que estão por baixo dele, fazendo com que os vasos sanguíneos passem a desviar seu conteúdo diretamente para o futuro bebê. É tipo um “gato” biológico. Além disso, o feto é capaz de usar estratégias mais insidiosas, como a manipulação hormonal direta do organismo da mãe graças à conexão sanguínea entre os dois. Não é impossível que mães de meninos, embora sejam (óbvio) mulheres, carreguem células com o cromossomo Y, a célebre marca genética da masculinidade, em seu organismo. Isso porque células derivadas de seus bebês ainda circulam pelo corpo delas mesmo vários anos após a gravidez.

É aqui que, do ponto de vista da biologia evolutiva, a coisa começa a ficar interessante. Sei que isso vai soar um pouco cínico, mas há excelentes razões para acharmos que existe um conflito de interesses fundamental entre mães, pais e bebês. Assim como crianças às vezes abusam da boa vontade dos genitores e fazem birra querendo mais brinquedos/chocolates/videogames do que os pais conseguem bancar sem ir à bancarrota, fetos também podem “querer” demais do organismo da mãe (entre muitas aspas, claro, porque fazem isso sem a menor consciência do que estão fazendo). Acabam manipulando de forma agressiva demais o organismo da grávida, desencadeando, por exemplo, problemas como pressão alta e diabetes, justamente por serem “gulosos”.

Do ponto de vista do feto, escangalhar a saúde da mãe, desde que ele receba muitos nutrientes para virar um bebezão grande e saudável, “vale a pena”. Curiosamente, em geral, essas situações parecem ter ligação com a ativação desenfreada de genes legados ao feto pelo pai (lembre-se de que todos nós temos duas cópias de cada gene, uma vinda do pai e a outra, da mãe). É claro que, de novo, pelo lado paterno, o “interesse” inconsciente, do ponto de vista genético, é produzir um bebê altamente saudável, enquanto a saúde da mãe, em si, não importa tanto.

Finalmente, é preciso considerar o ponto de vista da mãe, importantíssimo, claro: não vale a pena perder a saúde por conta de um único bebê se ela ainda tem chances de se reproduzir outras vezes no futuro. Fica armado o cenário, portanto, para o cabo-de-guerra — o que nos leva, finalmente, à menstruação.

FAXINA

Diante da necessidade da mãe de não ser manipulada a esmo por fetos gulosos e egoístas, o mínimo que ela pode fazer é realizar uma “triagem” rigorosa (de novo, óbvio, totalmente inconsciente e de natureza bioquímica) da qualidade dos embriões que podem se implantar em seu útero. Ocorre que a primeira “linha de defesa” é o próprio endométrio — o qual, diferentemente do que a gente poderia imaginar, é um lugar RUIM para a implantação dos embriões. Para eles, conseguir se fixar no útero costuma ser justamente DIFÍCIL porque o endométrio lhes impõe uma série de circunstâncias inóspitas. Só os fortes aguentam o tranco.

A treta, porém, é pior ainda do que o parágrafo acima dá a entender. Nessa luta para barrar embriões meia-boca, o endométrio se tornou um lugar pobremente abastecido por vasos sanguíneos, dificultando a implantação embrionária. Por outro lado, esse mesmo fato faz com que a área seja relativamente pouco sujeita a “ordens” hormonais por parte do organismo da mãe, o que poderia deixá-la mais vulnerável a infecções e também à influência bioquímica de embriões malandrinhos. O pior cenário, do ponto de vista reprodutivo/evolutivo, seria um embrião sem potencial de desenvolvimento, que ficasse preso ao endométrio, semimorto, sugando nutrientes da mulher e impedindo a coitada de ter uma gravidez realmente viável.

A solução radical para esse dilema: raspar o tacho — literalmente. Raspa-se totalmente o endométrio toda vez que não existirem sinais inequívocos de que uma gestação viável está em curso. Daí o que nós chamamos de menstruação — uma forma “sangrenta” de controle de qualidade para um processo que, por mais fofo que seja em teoria, também tem seus momentos sanguinolentos por natureza.

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Comentario de um leitor a observar:

Leo Barci

4 semanas atrás

Parece me estranho as afirmações do ultimo paragrafo . Quando a mulher esta no período ovulatório , o endométrio , encontra se espessado e riquíssimo em vasos sanguíneos e ao contrario ele é altamente sensível ao ataque hormonal . quando ocorre a fecundação , a célula ovo que estimula o antes corpo luteo a se manter ativo ( agora corpo albicans ) , para a produção de Progesterona que vai manter ativo esse endométrio ate que se forme a placenta , essa sim , responsável pela produção de progesterona que ira manter todo esse esquema ate o final da gestação .

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Meu Comentario postado na Folha de São Paulo:

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Era para ser assim o comentario, porem o limite de palavras impediu:

Vejamos isto por uma diferente perspectiva:

Por que as mulheres menstruam ? Pelo mesmo motivo do porque os homens ejaculam: efeito do processo de degeneração entrópica de todos os sistemas naturais, e o corpo humano é um sistema natural. Se as mães e a medicina moderna entenderem isso, o tratamento das anormalidades será mais fácil e eficiente. Óbvio que os fenômenos menstruação/ejaculação são produtos da Evolução, porem a Evolução não foi inventada pela primeira vez pela matéria estupida deste planetinha perdido na imensidão cósmica; a Evolução é universal e para entende-la é preciso conectar evolução biológica à sua ancestral evolução cosmológica, e em se fazendo isso, descobrimos que existem mais mecanismos no processo do que os meros três descobertos por Darwin.  E vai mudar essa perspectiva de guerra/competição entre feto e organismo da mãe.  Menstruação/Ejaculação são sim, mecanismos de limpeza do corpo-sistema, mas isso vem da termodinâmica dos sistemas desde as origens do Universo e não foi criado pelos mamíferos. E nunca vamos entender as verdadeiras relações entre feto/corpo da mãe/influencia do pai se não observar-mos a fórmula universal para sistemas naturais e as formas dos sistemas nossos ancestrais que ela veio desenvolvendo. E à primeira vista, esta fórmula já sugere algumas novidades neste tema da menstruação/ejaculação ( mas nada será entendido senão tiveres a fórmula da Matrix/DNA à vista):

1) O que produz a placenta não é apenas o organismo do feto, mas sim a placenta se forma como resultado de um novo estado do corpo materno produzido pela fecundação de um óvulo, que altera o sistema inteiro, portanto é o sistema neste estado e mais o feto que produz a placenta. Vemos melhor como isto ocorre se observar-mos o que acontecia num nosso ancestral que conseguiu ser um sistema perfeito, que foram as galaxias originais. A placenta em tal sistema era/é o horizonte de eventos que se forma em torno do núcleo-ovo do sistema, e se forma  devido ã chegada ali da massa degradada de estrelas mortas, chamada “poeira estelar”. Nesta zona emergem os novos germes de novas estrelas, os quais são cobertos por essa massa, a qual vai constituir a reserva de nutrientes quando começar as reações nucleares da estrela, e no novo germe essa massa/placenta se torna as camadas geológicas.  Mas para que o sistema produza um novo germe estelar é preciso que um pulsar ( o macho do sistema) emita cometas ( os cromossomas Y do Cosmos), na direção do núcleo-ovo, ou seja, que o sistema adquira o estado de “gravidez”. Então a placenta se forma quando surge um germe, o que dá a ilusão de que é o germe que produz a placenta. Mas se não houvesse o germe com seus receptores de massa, nào se produziria a placenta, o que, de certa forma, valida a tese de que o germe produz a placenta… “tambem”. resumindo, a placenta surge pelo feed-back entre os organismos da mãe e do feto. Se existir conflitos gerando anomalias será devido ao desequilíbrio nesse feed-back.

2) As regras mensais apareceram apenas nos mamíferos ( e não nas espécies anteriores aos répteis) porque no mamífero começa na evolução biológica a segunda fase do processo de evolução dos sistemas naturais. A primeira fase é a “dos ovos botados fora e a prole abandonada à própria sorte”, a segunda fase é a “dos ovos mantidos e protegidos dentro do sistema”. Novamente, no nossos ancestral sistema galáctico isto pode ser melhor entendido. Todo novo germe estelar é ejectado do núcleo-ovo central para o espaço sideral, porem, como o espaço sideral está dentro do sistema, o germe cai na órbita de uma sua estrela onde é gestado, nutrido, até tornar-se nova estrela. No sistema humano, o óvulo fecundado cai no útero, que representa o espaço sideral, e sofre das intempéries do ambiente inóspito, mas se lograr exito, se a massa à volta agregar-se a ele, ele passa a orbitar de maneira segura até seu “segundo” nascimento. Entender isso nos levará a corrigir antes as condições intra-uterinas.

3) A placenta não é um tecido invasivo pois ela é composta do produto interno da entropia do sistema (organismo da mãe) e se forma porque o germe absorve esse produto porque ele contem os nutrientes para se tornar um embrião. O destino normal da matéria degradada pela entropia é ser expelido pelo corpo. No sistema celular, o lisossoma faz isto, no sistema corpo-humano é principalmente o fígado que faz isso, no sistema galáctico é o cadáver estelar que faz isso. Se não for expelida, ela pode se tornar um tumor, ou no caso do cérebro, em plaquetas em volta de neurônios causando o Alzheimer.

3)… 4)… Infelizmente não tenho espaço aqui para continuar isso. A fórmula da Matrix/DNA pode ser vista googlando “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas naturais e Ciclos Vitais”.

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E trazendo a fórmula para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

A “placenta” se forma na função F2, e seus componentes vem desde F7. Enquanto o feto é F2 e vem desde F1. No desenho rustico abaixo isto pode ser melhor visualizado:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Estás vendo o germe – aquelas bolinhas amarelas saindo do vórtice – no meio da poeira estelar? Aí está se formando o ancestral astronômico do que mais tarde se tornaria a “placenta”. Em seguida o germe cresce pela agregação da poeira ao seu corpo, e quando a energia de uma estrela despertar este germe ( o qual então estará no estado de núcleo de um planeta), o germe começa as reações nucleares como esta que produz a luz do Sol, porque o núcleo vai comendo a placenta, ou seja, suas camadas geológicas, de dentro para fora. Come porque esta massa degradada contem átomos que contem elétrons que contem energia que é o que o novo ser precisa.

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Pesquisa da Matrix/DNA:

1) Telométrio:

Obs: Verificar este comentario do telométrio: – Leo Barci: Parece me estranho as afirmações do ultimo paragrafo . Quando a mulher esta no período ovulatório , o endométrio , encontra se espessado e riquíssimo em vasos sanguíneos e ao contrario ele é altamente sensível ao ataque hormonal . quando ocorre a fecundação , a célula ovo que estimula o antes corpo luteo a se manter ativo ( agora corpo albicans ) , para a produção de Progesterona que vai manter ativo esse endométrio ate que se forme a placenta , essa sim , responsável pela produção de progesterona que ira manter todo esse esquema ate o final da gestação .