Posts Tagged ‘magnetosfera’

Júpiter e seu Importante Campo Magnetico

sexta-feira, julho 1st, 2016

xxxx

Esta nova informação captada sobre Júpiter é mais uma evidencia reforçando o nosso modelo teórico astronomico, a Matrix/DNA. Em português e depois do texto abaixo resumo uma explicação da Matrix/DNA.

Júpiter e seu Campo Magnetico

Ler mais: Juno mission page, NASA article on Juno’s magnetometer.
The post Jupiter’s Magnetosphere Will Blow Your Mind While it Kills Your Spacecraft primeiro apareceu em  Universe Today.

Jupiter is a huge planet, but its magnetosphere is mind-blowingly massive. It extends out to nearly over 5 million kilometers (3 million miles) wide on average, 150 times wider than Jupiter itself and almost 15 times wider than the Sun, making it one of the largest structures in the Solar System.
“If you were to look up into the night sky and if we could see the outline of Jupiter’s magnetosphere, it would be about the size of the Moon in our sky,” said Jack Connerney, deputy principal investigator and head of the Juno mission magnetometer team. “It’s a very large feature in our Solar System, and it’s a pity we can’t see it.”
But the Juno spacecraft is about to change our understanding of Jupiter’s magnetosphere and allow scientists to “see” for the first time Jupiter’s magnetic field.
And today, NASA announced that Juno has entered Jupiter’s magnetic field. Listen to the video below as the spacecraft gathered data as it crossed the bow shock:

A magnetosphere is the area of space around a planet that is controlled by the planet’s magnetic field. The stronger the magnetic field, the larger the magnetosphere. It is estimated that Jupiter’s magnetic field is about 20,000 times stronger than Earth’s.
Magnetic fields are produced by what are known as dynamos – an electric current created from the convection motion of a planet’s interior. Earth’s magnetic field is generated by its circulating core of molten iron and nickel. But what creates Jupiter’s dynamo? Is it like Earth’s or could it be very different? Jupiter consists predominantly of hydrogen and helium, and it is currently unknown if there is a rocky core at the center of the planet.
“With Jupiter, we don’t know what material is producing the planet’s magnetic field,” said Jared Espley, Juno program scientist for NASA Headquarters, “What material is present and how deep down it lies is one of the questions Juno is designed to answer.”
Juno has a pair of magnetometers to basically look inside the planet. The magnetometers will allow scientists to map Jupiter’s magnetic field with high accuracy and observe variations in the field over time. The instruments will be able to show how the magnetic field is generated by dynamo action deep in the planet’s interior, providing the first look at what the magnetic field looks like from the surface of the dynamo where it is generated.
“The best way to think of a magnetometer is like a compass,” said Connerney. “Compasses record the direction of a magnetic field. But magnetometers expand on that capability and record both the direction and magnitude of the magnetic field.”
But Jupiter presents a lot of problems as far as being nice to instruments. Trapped within the magnetosphere are charged particles from the Sun that form intense radiation belts around the planet. These belts are similar to the Earth’s Van Allen belts, but are many millions of times stronger.
To help protect the spacecraft and instrument electronics, Juno has a radiation vault about the size of a car trunk made of titanium that limits the radiation exposure to Juno’s command and data handling box (the spacecraft’s brain), power and data distribution unit (its heart) and about 20 other electronic assemblies. But the instruments themselves need to be outside of the vault in order to make their observations.
The magnetometer sensors are on a boom attached to one of the solar arrays, placing them about 40 feet (12 meters) from the body of the spacecraft. This helps ensure that the rest of the spacecraft does not interfere with the magnetometer.
But there are other ways to help limit the amount of radiation exposure, at least in the first part of the mission.
Scientists designed a path that takes Juno around Jupiter’s poles so that the spacecraft spends the least amount of time possible in those blistering radiation belts around Jupiter’s equator. Engineers also used designs for electronics already approved for the Martian radiation environment, which is harsher than Earth’s, though not as harsh as Jupiter’s.
That elliptical orbit — between radiation belt and the planet — also puts the spacecraft very close to Jupiter, about 5,000 km above the cloud tops, enabling a close-up look at this amazing planet.
“This is our first opportunity to do very precise, high-accuracy mapping of the magnetic field of another planet,” Connerney said. “We are going to be able to explore the entire three-dimensional space around Jupiter, wrapping Jupiter in a dense net of magnetic field observations completely covering the sphere.”
By studying Jupiter’s magnetosphere, scientists will gain a better understanding about how Jupiter’s magnetic field is generated. They also hope to measure how fast Jupiter is spinning, determine whether the planet has a solid core, and learn more about Jupiter’s formation.
“It’s always incredible to be the first person in the world to see anything,” Connerney said, “and we stand to be the first to look down upon the dynamo and see it clearly for the first time.”

xxxx

Explicação da Teoria da Matrix/DNA

 O campo magnético – ou magnetosfera – de Júpiter é surpreendente, pois é massivamente fora do normal. Ela se estende por cerca de 5 milhões de quilômetros em volta do planeta, uma área 150 vezes maior que Júpiter como planeta e quase 15 vezes mais larga do que a magnetosfera do Sol, tornando-a uma das maiores estruturas do Sistema Solar.

Isto vai contra o senso comum baseado no conhecimento oficial e teórico acadêmico. Primeiro porque contradiz nossas ideias sobre o que são campos magnéticos.

Segundo a corrente teoria, campos magnéticos astronômicos são produzidos pelo que se conhece como dínamos – uma corrente elétrica criada de um movimento de convecção no interior do planeta. O campo magnético da Terra é gerado pela circulação de seu núcleo composto de ferro incandescente e níquel. Mas o que gera o dínamo de Júpiter, se pela atual teoria Júpiter consiste predominantemente de gazes apenas, hidrogênio e hélio, e não se sabe se ele tem um núcleo denso…

Com este novo dado, o logico sera rever este modelo teorico de Jupiter, pois seu campo magnetico esta indicando que seu nucleo e’ ainda mais denso e talvez mais incandescente que o da Terra.

Mas com essa informacao, o nosso modelo teorico astronomico se sentiu mais uma vez confortavelmente instalado em bases solidas. para explicar permita-me trazer para ca duas figuras desse modelo

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

Segundo a teoria oficial acadêmica, todos os tipos de astros se formam espontaneamente por sua própria conta e risco pelo circular de uma nuvem de gaz e poeira inicial. Segundo a nossa teoria, os sete tipos de astros conhecidos são formados por um comando de instruções pre-existente nestas nebulosas ( tal como o comando de instruções dos genes no DNA), e são formas variadas de um único astro ao longo de sua existência. Em outras palavras estou sugerindo que os efeito da força do ciclo vital – aquele que faz um único corpo humano apresentar sete principais diferentes formas ao longo de sua vida, desde a forma de morula, blástula, feto, embrião, criança…, ate a de cadáver, não foi inventado ou criado pela vida neste planeta, pois os próprios astros como este planeta já estariam sob essa força. Por isso, a figura acima mostrando a sequencia de metamorfoses de fomas de um único astro vem comparada na primeira figura com a sequencia das metamorfoses do corpo humano.

Quem esta certo, quem esta errado:… Eu sou torcendo para que eu esteja errado, pois seria muito fácil consertar a cabeça de uma unica pessoa que a cabeça de todos os professores e estudantes que aprenderam o modelo acadêmico. Porem, ate agora ninguém me trouxe um fato sequer, real e comprovado cientificamente, que nossa teoria estaria errada.

Seja como for, segundo a nossa teoria, e em termos de galaxias, novos astros são formados a partir do núcleo galáctico com massiva e solida incandescente massa em tamanhos menores que planetas, pois estas ejeções do núcleo serão as sementes de um novo astro. Com o passar do tempo esta semente vai se afastando do núcleo, entrando em áreas mais frias, quando são formados as coberturas de poeira estelar congelada. Afastando-se mais do núcleo o astro de cobertura congelada e núcleo efervescente quase se congelando também pode cair na orbita de uma estrela. E como acontece com as sementes vegetais biológicas, a energia da estrela penetra o astro ativando seu núcleo enquanto degela a superfície formando os oceanos. Neste estado, o de planeta, o astro deve ter uma mais fraca magnetosfera. Porem ao continuar de afastando agora da estrela também ( porque o núcleo comendo de dentro para fora a crosta rochosa vai tornando o astro mais leve, enfraquecendo a atracão gravitacional da estrela), o núcleo vai crescendo, o planeta se tornando mais gasoso pelo cozimento da rocha e água, e seu campo magnético deve se tornar bem mais forte, alem de expandir-se.

Justo o estado de Júpiter descoberto agora. Mas ainda esta semelhança com nossos modelos não é motivo para que eu acredite em meus modelos, os dados totais colhidos até agora ainda não me satisfazem. E tem outro problema que esta me fazendo ficar sempre com um pé atras quando preciso defender ou divulgar os meus modelos e tenho que falar do sistema solar.

Acontece que esta teoria também sugere outra novidade: assim como a primeira as primeiras células vivas tiveram dois processos diferentes de formação, assim também foram a galaxias. Primeiro a forma de simbiose, unindo organelas esparsas num único sistema… depois e a partir dai a células aprenderam a se formarem por si próprias, reproduzindo-se. Quanto as galaxias, também o foram pela simbiose e depois pela auto-reciclagem da poeira estelar de sistemas mortos, deixando porem nestes restos mortais o tal comando de instruções – partículas, elementos, repetindo comportamentos do velho sistema o que as tornam como memorias que ativam a formação de novos sistemas. E ainda não identifiquei de qual geração é esta nossa Via Láctea. Se da primeira, ou da segunda.`Porque assim como o processo da auto-reprodução das células mudou inclusive  os arranjos atômicos e conexões dentro das células, assim também os sistemas estelares de segunda geração devem ter mudado algumas coisas tais que fazem diferenciar as origens de seus astros. A origem de um ribossomo numa célula moderna é diferente da origem do primeiro micro-organismo tornando ribossomo na célula original. E sem saber qual a geração desta galaxia, não posso festejar mais esta aparente vitoria da nossa teoria. Mas… pela logica me parece que as mudanças de origens não foram tao significantes, pois Júpiter esta perfeitamente se encaixando no modelo.

Ocorrências Astronômicas Ameaçando o Planeta Terra, Campo Magnético Desaparecendo e a sugestão da Matrix/DNA

quarta-feira, março 7th, 2012

Nossos modêlos sugerem que nas origens das galáxias, planetas se transformaram em pulsares e depois em estrêlas. As preocupantes informações nos artigos citados abaixo sôbre a Terra e Vênus nos faz lembrar êstes modêlos: explosão na atmosfera de Vênus, enfraquecimento da camada protetora da magnetosfera terrestre, aumento das tempestades solares. A grande questão para nós é saber qual foi a evolução do processo de formação de galáxias para a formação de sistemas solares. Terá a evolução atuado nêste processo como atuou nas origens da Vida, quando a primeira célula surgiu por simbiose de moléculas e micro-organismos separados ( como surgiu a primeira galáxia, segundo nossos modêlos) e depois aprendeu a se reproduzir mais fácil e rápido por auto-divisão (como depois o building block de galaxias pode ter aprendido a se replicar por reciclagem, como sugerem nossos modêlos)? Enquanto não resolver-mos esta questão, não teremos uma previsão do que vai acontecer com o nosso planeta. Êle vai se extinguir devido a velhice do Sol (antes do Sol morrer ou depois?) ou vai antes se transformar num pulsar? A explosão em Vênus segundo o artigo abaixo, a violação do nosso campo magnético como no outro artigo, e a constatação que o magnetismo da Terra está diminuindo são indicios que servem para as duas hipóteses, portanto êles não resolvem nossa questão. Mas deve ficarem aqui registrados, para nosso prosseguimento desta investigação.

Algumas primeiras idéias:

– Resumindo a noticia: Às vêzes o sol emite ventos solares ( energia radiada) para o espaço, que viajam a um milhão de milhas por hora e as que vem em nossa direção são barradas na nossa magnetosfera a 44.000 milhas de distancia da nossa superficie. Magnetosfera é a coroa circular formada pelo campo magnético da Terra. Às vêzes alguma dessa energia penetra na nossa atmosfera causando preocupantes efeitos climaticos. Em relação a Vênus, o planeta não tem campo magnético, portanto não tem barreira contra a tempestade de energia que vem do Sol. Mas para compensar isto, Vênus tem uma atmosfera muito mais densa que a nossa e é 100 vêzes mais quente, quer dizer, as coisas de sua superficie já resistem mais ao calor. Então, quando o vento solar se encontra com essa atmosfera densa, ocorrem reações que podem resultar numa explosão, na atmosfera, quer dizer, acima do solo do planeta. Algo quase como acontece nas nossas nuvens com os relampagos seguidos de estalos e trovões.

– Antes que os arautos do apocalipse saiam correndo para alarmar opovo que a explosão em Vênus é um sinal que o mundo está acabando em 2012, já vamos lembrando que a explosão aconteceu em 8 de Março de 2008. Só está sendo noticiada agora porque foi o tempo dos pesquisadores trabalharem.

– A Terra tem um campo magnético e Vênus não tem. Pelos nossos modêlos, campos magnéticos são resultantes principalmente dos efeitos do nucleo planetário, e se o nucleo é um magma de ferro incandescente o campo será mais forte. Mas quando o nucleo que é um germe estelar vai se ampliando, vai se tornando menos denso e portanto menos forte seu campo magnético. Isto pode sugerir que Vênus é planeta mais velho e pode estar se transformando em pulsar.

– Se o campo magnético de Vênus é mais fraco do que o da Terra, e o da Terra está enfraquecendo, isto sugere que Vênus é mais velho que a Terra. E seugere que o tipo de campo magnético de um astro pode ser usado para calcular sua idade.

– O campo magnético é uma barreira que contem a energia solar. Mas ao enfraquecer ou ser violado, aberto em brechas, essa barreira vai enfraquecendo e com isso a energia do Sol poderia atingir o nucleo terrestre. Isto viria a favor dos nossos modêlos que sugerem que no nucleo dos planetas hiberna o germe de estrêla e tal como ocorre com a maioria das sementes vegetais, se a luz solar alcançar o nucleo a estrêla desperta e começa a germinar. Já sabemos que a energia solar tem alcançado o nucleo do nosso planeta pelo fluxo de descidas e subidas de substancias através das fendas terrestres, mas isto seria um processo muito lento. Talvez o verdadeiro estopim venha de ocorrências anormais como as citadas acima.

– Segundo nossos modêlos, planetas de sistemas estelares modernos tambem contem em seus nucleos o germe de uma estrêla. Êste fato é derivado dos mesmos processos que fazem com que dentro da célula, as organelas chamadas mitocondrias tambem contem DNA. Mas nas células modernas as mitocondrias não se reproduzem apesar de terem o DNA para tal. Por isso, nos sistemas estelares como o nosso é provavel que os planetas tambem não ativem seus germes e se tornem estrêlas.

– Meu Post postado no artigo da DailyGalaxy.com em:

Posted by: Louis Morelli | March 07, 2012 at 01:26 PM

“Understanding what the HFAs do in the non-magnetized Venusian environment, of course, would require direct observations that the current data sets from Venus Express do not provide.”

So, we are in the reign of theories. We need studying these phenomena because it is very important for understanding the climate change at our own planet and making better previsions about its future. It is possible that the event at Venus is more complex than Collinson has figured out. I am testing the previsions of a different cosmological model from The Universal Matrix/DNA and several questions arising here.

Maybe the explosion is result from de repulsion of same energy (energy coming from Sun and energy coming from Venus nucleus). If my models are right, the fact that Venus does not have magnetic field indicates that it is older than Earth. If it is older, my models suggest that it could became a pulsar. But there is a question not solved by my models: the formation of modern stellar systems like our solar system happens by the same process of primordial stellar systems or this process had evolved like evolved the process of cell system formation? My models suggests that the primordial galaxies were formed by the process of life cycle that is encoded into natural light and passed to matter given dynamics to inertial matter. This process makes that an initial body is transformed acquiring different shapes. After that, the shapes are arranged in the same sequence into a working system. Then, each kind of astronomical bodies are derivations of a unique primordial body.

This process is the same applied over the formation of first original cell system, when molecules and micro-organisms became organelles and were organized into a system by symbiosis. But, the cells learned how to replicates fast and easier. Has It happened the same at astronomical systems? If our solar system was produced by the first phase of this process, each planet has as nucleus a germ of a new star. The germ of these stars should working like vegetable seeds where the germ flourishes when it is reached by solar energy. If this process is continuing at astronomical level, Venus is being transformed in a pulsar. If our solar system obeys the second phase of this process, the germs as stars seeds will not flourish, like in the cell system the mitochondria also has DNA but mitochondria does not replicates themselves. A better understanding in Venus will be a better understanding here. Great job, Mr. Collision!

xxx

Giant Breach in Earth’s Magnetic Field Discovered

Dec. 16, 2008: NASA’s five THEMIS spacecraft have discovered a breach in Earth’s magnetic field ten times larger than anything previously thought to exist. Solar wind can flow in through the opening to “load up” the magnetosphere for powerful geomagnetic storms. But the breach itself is not the biggest surprise. Researchers are even more amazed at the strange and unexpected way it forms, overturning long-held ideas of space physics.

“At first I didn’t believe it,” says THEMIS project scientist David Sibeck of the Goddard Space Flight Center. “This finding fundamentally alters our understanding of the solar wind-magnetosphere interaction.”

The magnetosphere is a bubble of magnetism that surrounds Earth and protects us from solar wind. Exploring the bubble is a key goal of the THEMIS mission, launched in February 2007. The big discovery came on June 3, 2007, when the five probes serendipitously flew through the breach just as it was opening. Onboard sensors recorded a torrent of solar wind particles streaming into the magnetosphere, signaling an event of unexpected size and importance.

“The opening was huge—four times wider than Earth itself,” says Wenhui Li, a space physicist at the University of New Hampshire who has been analyzing the data. Li’s colleague Jimmy Raeder, also of New Hampshire, says “1027 particles per second were flowing into the magnetosphere—that’s a 1 followed by 27 zeros. This kind of influx is an order of magnitude greater than what we thought was possible.”

The event began with little warning when a gentle gust of solar wind delivered a bundle of magnetic fields from the Sun to Earth. Like an octopus wrapping its tentacles around a big clam, solar magnetic fields draped themselves around the magnetosphere and cracked it open. The cracking was accomplished by means of a process called “magnetic reconnection.” High above Earth’s poles, solar and terrestrial magnetic fields linked up (reconnected) to form conduits for solar wind. Conduits over the Arctic and Antarctic quickly expanded; within minutes they overlapped over Earth’s equator to create the biggest magnetic breach ever recorded by Earth-orbiting spacecraft….”

http://science.nasa.gov/science-news/sci…antbreach/

xxx

Strange, Colossal Explosions Observed on Venus

http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2012/03/odd-colossal-explosions-known-as-hot-flow-anomalies-hfas-fueled-by-solar-energy-detonate-just-above-the-surface-of-venus.html

March 06, 2012

O artigo foi postado como tópico num forum e os comentários a seguir são proveitosos:

http://lunaticoutpost.com/Topic-Strange-Colossal-Explosions-Observed-on-Venus?page=1

Strange, Colossal Explosions Observed on Venus
xxxxxxx

Relacionado tem o artigo da:

NationalGeographic

Earth’s Magnetic Field Is Fading

http://news.nationalgeographic.com/news/2004/09/0909_040909_earthmagfield.html