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Certeza Absoluta: O Final do Universo Será a Mais Evoluída Máquina Universal…na Forma de um Bebê!

domingo, abril 10th, 2011

Eu sou 70 quilos de matéria ajuntada e organizada do jeito que está. E que vai ser fragmentada e dispersada no meio do resto da matéria mais próxima. Por isso me dá pena quando vejo qualquer pessoa. Ela se pensa importante, que é alguma coisa e sempre se esquece que não passa de um pequeno volume de matéria temporária, muito breve. Nada mais. Mas tem um detalhe importante aqui.

A 3.ooo anos atrás também havia uma pessoa que era matéria e circundada por matéria. Hoje, existem nós. Daqui a 3.000 anos provavelmente tambem haverá uma pessoa-matéria circundada por matéria. Qual a principal diferença entre as três, além do tempo?

A de 3.ooo anos atrás tinha um cérebro menos evoluído que a presente, e a presente o tem menos que a do futuro. A passada tinha à sua volta tochas de fogo, velas, cavalos, cabanas quase sem utilidades domésticas; a presente tem aviões, computadores, satélites; a do futuro terá à sua volta disco-voadores, robots. A essa diferença vamos chamar “evolução”. Mas para que, porque existe evolução?

O que é evolução? O seguinte: no inicio o Universo nasceu com 10 zitrilhões de diferentes particulas-informação, ou seja, haviam 10 zitrilhões de diferentes tipos de particulas, e cada qual tinha um quantidade de cópias. No total o Universo então nasceu com muitas vêzes os 10 zitrilhões. Estas cópias que é o mais comum formam a grande massa da matéria e no total da matéria existem aqui e ali uma daquelas particulas-informação, as quais não estão próximas entre si, porque entre uma e outra existe muita massa, ou como diremos, muito “DNA lixo”.

Mas está ocorrendo que em certos pontos do tempo e do espaço estão sendo reunidas particulas selecionadas, aquelas especiais, e numa certa sequência em que se encaixam uma nas outras. É essa convergência de apenas uma partícula de cada tipo para um ponto formando uma nova porção de matéria que indica estar havendo o que chamamos de “aumento da complexidade”.

O interessante é que estas porções de matéria mais “especializadas” que o resto, antes de serem dissolvidas, de alguma maneira estabelecem que de algo delas surgirá a nova futura forma ainda mais complexa. O planeta Terra se tornou o astro mais complexo do sistema solar quando surgiu continentes, água e atmosfera, e isso produziu as porções de matéria da biosfera, as quais produziram as porções denominadas sistemas biológicos, como êste que aqui está agora escrevendo estas besteiras. O homem do passado foi dissolvido mas antes lançou de si uma porção de matéria que evoluiu para o homem de hoje. E interessante notar que as novas formas se tornam mais evoluídas não porque aumenta o volume e quantidade de suas partículas ( muitas vêzes tem até diminuido), mas sim porque novas particulas informação que não estavam muito próximas foram buscadas de alguma forma e incorporadas na porção sob evolução.

Ora, se continuar êste processo, isto significa que esteja onde estiver a ultima partícula-informação, que seja na mais distante galaxia e lá estejam tôdas suas cópias, ela será engolfada e incorporada na porção que evolui. de maneira que um dia finalmente teremos uma arquitetura material que terá uma apenas particula de cada tipo, mas todos os tipos ali estarão reunidos, encaixados, conectados. O resto será mera massa.

Outra coisa interessante é que essa porção final poderá ser muito pequena. Pode ser talvez menor que um átomo ( e agora é impossível deixar de lembrar-se da teoria que diz o Universo ter nascido de um pequeno átomo). Mas será uma espécie de máquina, ou organismo, da mais extraordinária engenharia possível. Será a arquitetura mais complexa possível de existir, ao menos, nêste Universo.

Será talvez um Moto-contínuo? A máquina mais perfeita do mundo?

Bem… agora que definimos o que a realidade material foi, é, e será, vem a inevitável pergunta:

– “Para que?!!! Porque existem 10 zitrilhões de informações diferenciadas, porque elas se conectam, porque são movidas de onde estão e dirigidas a um ponto unico e comum?

Isto significa que muitas espécies de vida extraterrestres, cada qual com uma quantidade das particulas especiais de suas regiões, irão se cruzarem de alguma forma de maneira que de tôdas elas haverá um descendente final comum.

Quem é ateu tem aqui muito material para pensar. E quem acredita em Deus vai se acostumando com estas particularidades da Obra, se queres entender como seu Deus pensa e qual Sua meta.

Eu, agnóstico, busco um sentido existencial ou ausência de sentido nisso. É impossível negar que a História tem vindo até aqui seguindo sempre uma mesma direção, quando a matéria teria “n” possibilidades de direções diferentes, inclusive, a de direção nenhuma. A direção é evidente n6este processo que denominamos  “evolução”. E como investigador que sempre procura um parametro real, factual, existente aqui e agora, como explicação ou solução mais viável para qualquer quebra-cabeça gerado por um fenômeno de magnitude universal – porque não acredito que o Universo seja mágico e tenha feito as coisas que existem aqui e agora a partir do nada por passes de mágica – só encontrei uma analogia até agora. Todos os pais humanos eram porções diferenciadas e separadas de matéria que continham suas partículas especiais, se dividiam em raças e tribos distantes, começaram a miscigenarem-se, produzindo bebês cada vez mais complexos e todos partilham um desejo em comum: que seu filho seja o mais perfeito possível. Tudo igual ao Universo. Então, ao invés da máquina mais perfeita, estará o Universo fadado a produzir o bebê mais perfeito?! Mas…filho de quem?!   

Projetos de Máquinas e Arquiteturas pela Matriz/DNA

segunda-feira, abril 26th, 2010
Os modelos teóricos da Matriz/DNA fazem minha cabeça fervilhar de novas idéias a cada momento sôbre construir máquinas e estruturas funcionais. Acredito que quem venha a estudar êstes modêlos sentirá o mesmo. Mas, sózinho, tendo que trabalhar 60 horas por semana como taxi-driver em New York para pagar meus bills e passar alguns meses por ano na selva desenvolvendo meus estudos, não tenho sequer como montar uma oficina, um laboratório, muito menos fazer cursos de mecânica/eletrônica prática para executar êstes projetos. Isto só poderia ser feito em grupos, comunidades, cada qual entrando mesmo que seja apenas com a vontade e o compromisso de lealdade. Eu acredito na boa intenção das pessoas (minhas mãos estão estendidas e meu coração aberto para adicionar mais corpos humanos nesta grande causa), eu acho que devemos começar dando uma oportunidade de confiança a todo mundo independente de raça, cor, religião, sexo, status social, etc., portanto de inicio confio em qualquer pessoa da qual não conheça o passado, mas se faltar ao respeito ou agir com falsidade cortamos relações e que siga seu caminho com votos de boa sorte. A Matriz/DNA envia uma mensagem: somos todos descendentes de LUCA, um unico exemplar da Matriz/DNA que cometeu êrros de opções quando se tornou o building block dos sistemas astronomicos, que foi castigado pela entropia, se fragmentou em bits na forma de bilhões de pares de nucleotideos, cada qual contendo um bit do êrro, cada qual sendo uma tendência unica e especifica, para que se inter-relacionem, se conflitem, tornem caóticos o meio-ambiente, sofram as consequencias de suas mensagens, aprendam a serem menos radicais na sua tendência especifica, e assim passem a considerar e aceitar as personalidades dos outros bits, aprendendo finalmente que a união dos bits é fundamental para que recuperem a liberdade de existir e evoluir, que a união faz a fôrça e transforma o caos ambiental em ordem aconchegante, e assim vão todos se amalgamando construindo grupos de bits ccada vez maiores até que finalmente todos tornem um só, uma nova forma da Matriz Universal, corrigida da tendência que a fêz cair do céu e arrastar-se na lama da Terra. Esta é a Grande Causa da Humanidade, por isso inicío confiando, aceitando, tentando ajudar, jamais atrapalhando, jamais aliando-me a algo que vejo impedir ou atrasar o avanço do próximo, pois isso viria em meu próprio prejuízo final. Portanto, minha intenção pode parecer um sonho irrealizável e uma espécie de altruísmo, mas no fundo, esta meta será realizada pela Matriz Auto-Consciente que existe na Humanidade um dia, por bem ou por mal, com dores se não aprender isto ou sem dores se fôr inteligente, e na verdade é uma meta egoísta no sentido que busco através dela a realização da minha felicidade. Se um só ser humano for atrasado ou impedido em sua missão especifica, todos nós, quando formos uma só Matriz/DNA retornando às portas abertas da evolução, nasceremos com algum defeito, aleijados. Quem paga o pato por um baby que nasce aleijado são os genes que os construiram, pois todos os genes paternos e maternos sobem à cabeça, vão constituir os neuronios de um só cérebro, e assim tornam-se uma só consciência. Isto pôsto, pretendo neste tópico ir registrando as idéias que vão surgindo para a construção de máquinas, utensílios, estruturas, arquiteturas, seja lá o que for que contribua para melhorar nossas vidas. Uma das idéias mais antigas surgiu quando visitei numa exposição, a Sala Cósmica, de um artista plastico brasileiro, que consistia num salão oval todo aveludado de azul escuro e quando a gente entra já começa a ouvir as musicas de 2001, Uma Odisséia no Espaço, os acordes de Contactos do Terceiro Grau, e vemos esferas girando no espaço no meio da sala, conduzidas por braços mecânicos que ficam quase invisiveis na sala escura. Sensacional! Mas o artista não tem nenhuma nova cosmovisão  a defender, por isso as esferas giram, se movem, sem transmitir nenhum modêlo ordenado inteligente, apenas transmitem a sensação de que estamos flutuando num Cosmos distribuido caóticamente. Imagine o que poderíamos fazer reunindo a cosmovisão da Matriz/DNA com aquêles recursos técnicos! Ao mesmo tempo em que estarias no Cosmos estarias dentro de uma célula viva, funcionando, pois cada astro representa a mesma função de uma organela… mas tambérm poderia fazer as peças se transformarem em moléculas representando o  sistema nucleotídeo, e ainda representando órgãos do corpo humano, ou até mesmo as principais peças de um motor, já que a Matriz/DNA também é um moto-contínuo! Seis, sete, num só! Além dessa  Sala Cósmica viajando pelo mundo sendo exposta em shoppings, museus, escolas, podíamos fazer uma miniatura dela cabendo num aquário, e tôdas as escolas do mundo iriam precisar de uma unidade para apresentar aos alunos! Tenho os folhetos da Sala Cósmica com fotos e se puder vou expô-las aqui, são impressionantes. Portanto vou abrir a seguir os projetos que vão surgindo e deixa-los no ar para futuros possíveis desenvolvimentos e esperando sua adesão e comentários. Lembre-se que nossa sociedade nestes projetos pode até nos render lucros monetários, seja para reaplicar em novos projetos ou ser dado o destino que cada sócio quiser, mas acima de tudo é uma atividade para ajudar bilhões de nossos irmãos que estão neste momento na rua da amargura, e no final, ajudar a nós mesmos. (mas que raios não consigo acertar a estética dos textos neste blog! ‘Sai tudo junto, sem espaços, sendo necessario usar os “xxxx” para separar trechos. Alguem, por favor, pode me ensinar a resolver isto?)
 
 1)   A Sala Cósmica
 
Veja um vídeo no site da Vimeo, sôbre um modêlo do sistema solar funcionando feito com engrenagens, do qual podemos utilizar muitas idéias. Já postei um comentário abaixo do vídeo tentando contacto com o autor. Enderêço do video:
http://www.vimeo.com/11196472 
 
2)   O Áquário da História Natural Universal
3)   A Fábrica Automática e Auto-Reciclavel da Matriz/DNA
Sôbre isto já tem um artigo publicado nêste website, em algum lugar aí para trás, que trarei para cá quando tiver tempo.     

A Serpente do Éden Capturou o Método Cientifico Moderno?

terça-feira, abril 20th, 2010

(post publicado hoje no “Forum Ceticismo Aberto”, em

http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,194.15.html

     O cérebro biológico humano projetou-se através das hábeis mãos humanas tentando reproduzir-se com plasticos e circuitos integrados, erigindo esta fantástica máquina chamada “computador”. Assim como tínhamos imitado um cavalo puxando uma carroça na forma de automóvel. Então descobriu-se que o computador poderia tornar-se um robot, para tanto bastou dotar o cérebro eletro-mecânico de complexo sensorial próprio, sensores que captam o mundo exteriror, óbviamente feitos como máquinas. E êste nosso clone mecanizado pode fazer algo que não podemos: inserido em sondas espaciais pode invadir o macro-cosmos e obter informações, assim como ligando-o a micro-sondas pode penetrar no micro-cosmos. Além disso êle pode fazer algo impossível a nosso cérebro: processar êstes dados em simulações rápidas envolvendo milhões de calculos e fornecer um quadro geral destas dimensões a nós invisiveis. Mas… Da mesma forma que eu não confio em outros cérebros de pessoas que dizem ter falado com Deus ou escritos livros inspirados por deuses para virem me dizer o que é o mundo, também não confio em nenhuma outra espécie dotada de cérebro que venha interpretar o mundo para mim, e baseado nisso, planejar o meu comportamento e destino. É muita responsabilidade, é muito perigoso, se o alienígena estiver errado estarei perdido. Prefiro correr o risco de errar apenas confiando na minha mente criança que nasceu apenas ontem no tempo astronomico, no meu cérebrozinho tão pequenino nesta imensidão cósmica que quase nada pode entender, nos meus sentidos corpóreos bastante pobres e limitados, mas que tenho certeza, foram feitos pela Natureza… e confio nela, sou filho da Natureza, confio em minha mãe sagrada. Mesmo sabendo que Ela é tão passível de erros como qualquer ser humano, que seus sonhos maiores são pecados como tornar-se um paraíso de sistema fechado em si mesmo, porque vejo que ela contem em si, alem da besta fera, o anjo do amor que tende a ser sistema aberto num abraço a acalentar tôdas suas criaturas. E no meio da selva ela está me sussurrando que o mundo não é nem de perto o que o cérebro mecânico está pintando. Mas porque os mais sábios da cidade não estão tendo a mesma intuição? Procurei causas e explicações e retornei com esta hipótese.     Numa primeira operação o cérebro biologico inseriu suas informações adquiridas empíricamente no cérebro eletro-mecânico, dotou êste de complexo sensorial mecânico próprio ( sensores e captadores de todos os tipos como microscópios, telescópios em sondas espaciais, etc.) e programou-o para ir buscar as informações como um agente espião em território inimigo. Retornando, de fato o cérebro eletro-mecânico trouxe valiosas informações que deixaram o cérebro biológico deslumbrado ( o red shift de Orion significa, pelos calculos simuladores desta máquina, presença de metano; o íon de calcio, pelos calculos simuladores desta máquina, significa permeabilidade ionica da membrana celular, etc.) . Baseado nestas informações, o cérebro biológico refez alguns ajustes nos hardwares e softwares das màquinas e sensores, acrescentou as interpretações dos fatos recebidas da primeira pesquisa e dos calculos do computador e enviou-o de volta ao micro e macrocosmos. É a mesma história da evolução real do computador, onde o cérebro humano entrou atuando como software que criou um hardware o qual aumentou a capacidade de atuação do cérebro biologico, o qual desenvolve-se como o software que por sua vez desenvolve novo hardware, ad infinitum. Novamente a sonda retornou repleta de novos dados, e as operações similares continuam, conquistando todas as possibilidades de pesquisas financiadas, aniquilando praticamente a figura do velho cientista que empregava emoções, objetivos humanos e biológicos nas suas pesquisas, mais parecendo um alquimista. Como eu fiz na selva amazônica, com paixão, garra, energia, pois enfrentava uma batalha entre minha espécie humana e a matéria que nos torturava a existência porque explorava nossa ignorancia sobre seus poderes, mecanismos e processos, ora ás vêzes ajoelhando à beira do pantano como faziam os velhos quimicos positivistas com um microscópio rudimentar revirando a lama e procurando o ancesral primitivo comum sonhado por Darwin, deitando no solo e ouvindo o murmurio sismico que vinha das entranhas do planeta inquirindo sobre sua misteriosa nuclear composição, ou colocando-me entre dois elementos proximos quaisquer, fossem plantas e animais, com equipamentos rudimentares tentando sentir o fluir do canal de comunicações entre eles para captar o fluxo de informações que animam os sistemas, sempre tendo em mente que o meu cérebro biológico é um sistema e como tal uma projeção elevada e derivada do sistema-biosfera. A criatura teria que ter condições de entender seu criador. Esta paixão não propicia lucro financeiro, ao contrário, nos agride com as febres das malarias, enquanto a natureza se debate e experimentando o invasor sob os mais duros testes,  antes de entregar-se e a seus segredos.           As mesmas operações entre cérebro humano dotado de complexo sensorial biologico e cérebro eletro-mecânico dotado de complexo sensorial mecânico continuaram, porem sutilmente estava ocorrendo um fenômeno que nós não percebíamos: a inversão de papéis. Se os primeiros dados que iniciaram a empreitada foram captados empiricamente pelo cérebro humano, a partir da segunda ou terceira operação passaram a serem baseados nos dados mais volumosos coletados pelo frio complexo sensorial mecânico, e calculados matematicamente. Ora, em outra instância concluo com a ajuda do grafico cartesiano como a matematica linear não pode traduzir mais que 30% da realidade natural cuja evolução perfaz curvas no tempo e espaço, as quais não são captadas pelo raciocinio matematico que sempre avança em linha reta. Onde há vida e biologia e sentimentos e emoções, a matematica que é filha da Fisica insensível despreza estas propriedades e seleciona discriminatóriamente os dados que entende ser relevantes, expondo a conclusão final de um mundo mecanizado. Mas estas propriedades vitais que emergiram e se expressaram nos sistemas mais evoluidos possuem suas raizes e principios em forcas brutas na matéria desde particulas, átomos e astros celestes. Por isso um Hawkings da vida levando a matematica ao extremo porque assentado no gabinete e numa cadeira de rodas, enxerga fantasmas canibais do espaço num ecossistema sideral em que nossos olhos nus vêem apenas ordem e harmonia.           Portanto o cérebro eletro-mecanico invade com seus tentaculos equipados com frios sensores mecanicos as entranhas do cosmos e dos nossos corpos, apenas captando o que lhe é próprio captar, uma face limitada e mecanicista dos fenomenos. E ao informar o cérebro biologico cujo complexo sensorial foi manietado e algemado como o fizeram deliberadamente os filosofos gregos que após terem descobertos as bases geniais de quase todas as Ciências, se recusaram a sujarem as mãos na atividade experimental enveredando-se pelo caminho das elocubrações intelectuais, com idéias absurdas como a geração espontanea da vida. Assim a teoria cosmologica atual totalmente elaborada pelo cérebro eletro-mecânico e elocubrações matematicas surge com a ideia absurda da geração espontanea dos astros celestes, numa dimensão astronomica onde qualquer evento, qualquer deslocar de corpo, se desenvolve sob o longo arrastar-se do tempo astronomico.     Todas nossas emoções, comportamentos humanos, mesmo as disfunções sistêmicas do organismo, tornaram-se derivadas da ação mecanica de genes, cujo fundamental significado de existencia é se reproduzir para firmar seu egoísmo, a ponto de Dawkins declarar guerra a estes genes. As origens e significado existencial do Universo foi interpretado como sendo as mesmas origens e significado existencial das máquinas calculadoras e motores primevos que antecederam a existência do cérebro eletro-mecânico. Nossa cosmologia e biologia molecular contam a história da máquina e não do corpo humano. Assim como o ancestral primeiro dos atuais engenhos mecânicos foi o motor ã explosão, o próprio Universo teria surgido de uma explosão. Mas quando algum cérebro biológico ainda não contaminado pelo mecanicismo analisa os mesmos dados de Lamaitre mais os dados recentes como a radiação cósmica, projeta sua essência vital no resultado e vê o Big Bang no romper do invólucro de um espermatozóide no centro de uma dark matter amniótica dando inicio a uma nova existência vital.     O Universo foi reduzido a uma maquina ciclica baseada no eterno vai-e vem de suas engranagens, explodindo e renascendo em Big Bangs. Os novos fenomenos que não são inteiramente perceptivieis se tornam galaxias canibais do espaço, ou monstruosos buracos negros devoradores de galaxias, porque a atividade da máquina é apenas esta: a trituração de matéria-prima combustivel e canalização para fim nenhum em si mesma, a qual lhe mantem a existencia, e ela projeta-se em seu instinto como se fôsse o instinto da Natureza. Se na primeira operação o cerebro biológico era o dominante e o eletro-mecanico era o recessivo, e esta continuidade iria levar o cérebro biologico a cada vez mais “biologizar” o cerebro mecanico, os papéis se inverteram; agora o cerebro eletro-mecanico tem o poder de selecionar e fornecer os dados que lhe aprazem, tornou-se o senhor guia do conhecimento, está a “mecanizar” o cérebro biologico.     Cruzando papoulas seguimos à moda de Mendel, dissecando sistemas seguimos com a velha anatomia comparada de Hipócrates, ajoelhado à beira dos pantanos seguimos à moda de Darwin, mas não sem perceber que o calor que nos fustiga o sombrero vem da luz de uma estrêla. Então olhamos para a estrêla tentando entendê-la com o nosso cérebro e visão naturais e sentimos que ela não é a horrível fornalha nuclear como a definiu o computador, mas ela se parece como uma nossa ancestral que nos mira do céu esperançosa de que levemos a sua alma, a qual ela depositou em nossas mãos, para futuros mais sublimes dos que ela alcançou, e vemo-la como uma mãe atarefada em amamentar seus rebentos planetas com o nectar de sua luz e mantê-los protegidos sob suas imensas asas gravitacionais. Enviamos a ela um sentimento de ternura e em resposta ela nos manda mais luz dos trópicos como se sussurando, relembrando-nos que a vida da qual tentamos desvendar suas origens e mistérios dela depende para cada movimento, cada reação. Vendo-nos procurando o cêpo oginal no barro ela parece perguntar: “Porque me procuram embaixo sob seus pés se eu estou aqui em cima? Eu sou aquilo que procuram”      O ancestral comum  no espaço sideral?! E porque não? Ela tanto insistiu, tanto “cozinhou” nosso cérebro que sua voz tornou-se irresístivel e resolvemos investigar sua sugestão. O computador não houve nem capta estes sinais entre as criaturas da Natureza. Assim encontramos aquêle que por ora nos fornece todas as explicações racionais: LUCA, the Last Universal Common Ancestor, o gerador de todos os seres vivos, uma maquina astronomica quase perfeita, regida pela mecânica newtoniana porque na sua infancia a Natureza deixou-se atrair pela forma da serpente auto-reciclavel quando se alimenta de sua própria matéria degradada sugando o que sai de sua prória cauda, mas já possuindo os principios do fenômeno vital.  E sentimos que LUCA está encriptado em nossos genes, agora se manifesta em nossa mente tentando dirigi-la para reproduzi-lo, e assim entendemos porque o cérebro biológico se deixou dominar voluntariamente pelo mecanicismo. É LUCA, um ancestral que pecou o maior dos pecados por ter optado pela forma de sistema fechado em si mesmo, a maxima expressão do egoísmo no Universo, tentando se reproduzir através de nós… um quasi-moto-contínuo, totalmente mecanizado. Parece-me que a fábula da serpente no Éden se realiza como professia mas Eva agora tornou-se a Ciência Humana.

      Não, meu amigo, aqui na selva nós continuamos à moda antiga. O cérebro biológico aqui continua no comando, apesar de estar cada vez mais acuado pelas queimadas e a poluição que vem da civilização moderna, mas resiste a todo custo esperando que um dia uma nova geração da cidade desperte por algum milagre do encantamento da serpente e o cérebro autêntico feito pela mãe Natureza seja ressuscitado para empregar o velho mas legitimo método cientifico tal como sonhado pelos seus fundadores iluministas. É óbvio que aplaudimos a genialidade humana na construção de cérebro eletro-mecânico e as imensas possibilidades tecnológicas que êle pode nos oferecer, mas no tocante à busca do sinificado do mundo e da nossa existência, não admitimos intermediários.