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Memes: uma cadeia de causas e efeitos mentais, culturais, paralela `a cadeia de causas e efeitos geneticos.

segunda-feira, outubro 9th, 2017

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Inspirado no video: https://www.youtube.com/watch?v=DJhRONl7JEw

na altura do momento: 48:16

Memes sao as acoes dos genes-conscientes, ou seja, humanos, no nivel social e no seu nivel abstrato, cultural. Significa que o Sistema social e’ uma auto-projecao de um organismo/sistema, onde atos praticos na materia se tornam atos abstratos no social ou cultural.

Um importante fator a notar e’ que as pilulas anticoncepcionis e a camisinha, criadas pelos genes-conscientes, seguem uma direcao oposta aos genes biologicos, pois  interferem contra a tendencia genetica de se auto-reproduzir na maior quantidade possivel. Isto significa  que, enquanto a genetica foi produzida pelo caos e simplesmente segue as regras do caos sem planejar futuros, a mente humana criando os memes como a camisinha tenta mudar os atos do caos para atos de ordem, fazendo com que o fluxo da ordem se levante do caos.

Por outro lado foram projetados no nivel intermediario da psique ( intermediario entre genes biologicos e genes conscientes), os memes que vieram do caos, do animalismo, conhecidos como instintos primaries, selvagens, os quais  insistem em se manterem modelando todos sistemas sociais prioduzidos pela humanidade ate’ agora.  Como as tres tendencias instintivas: !) a grande ou 2) medio predadores,  e, 3) a presas. Para trazer a humanidade e o ambiente terrestre a um estado de ordem e’ preciso exorcizar estes memes vindo do animalismo caotico.

Evolução, Luz: Diagrama de Garstang, Mesma Intuição do Modelo Evolucionário da Matrix/DNA

quinta-feira, janeiro 9th, 2014

Na selva, na década de 1980, desenhei um diagrama para explicar um dos aspectos da evolução (infelizmente nunca trouxe o diagrama do papel para o computador).  Tratava-se de um desenho de um individuo subindo os degraus de uma escada. Ele começava no primeiro degrau, subia mais dois quando atingia o terceiro, escorregava até o segundo, e retornava a subir num novo ciclo onde o segundo degrau da subida anterior se tornava o primeiro degrau da segunda subida. Assim continuava repetindo estes ciclos, os quais, desenhados a parte, exibiam a mesma cena das hastes do DNA, contendo moléculas de fósforo e açúcar-desoxirribose. Em suas quedas o individuo nunca atingia o solo, sempre se agarrava no ultimo degrau, pois se atingisse o solo representaria que já na evolução de partículas para sistemas atômicos a evolução teria sido estancada, ficando o Universo a patinar no mesmo lugar. Este diagrama começou a me fazer suspeitar que a teoria evolucionária de Darwin não estava completa.

Agora, para minha grande surpresa, tomo conhecimento de que já existia antes, desde 1922, um pensador sob o nome de Walter Garstang,  que tinha intuído a mesma coisa, feito também seu diagrama, mas diferente, usando uma escada em espiral. Me parece que o motivo de nossas diferenças foi que ele focalizou a evolução de espécies e eu focalizei a evolução de sistemas naturais. Notável é que o aspecto de espiral também esteve no meu diagrama, mas não como fonte intuitiva inicial como foi no caso de Garstang, e sim como resultado final da intuição representada como diagrama, na forma das hastes do DNA, que são espirais. Talvez esta falha no visão de Garstang impediu-o de notar que a evolução modela o DNA, está registrada, inscrita no DNA, e por isso ele não chegou a teoria da existência de uma Matrix universal.

Tambem o meu desenho me fêz perceber que o ciclo evolucionario imitava a perpetuação de uma espécie pelo fenomeno da reprodução sexual. O se segurar no segundo degrau e dai retornar a subir representa o ciclo vital de um individuo humano que nasce (no primeiro degrau), cresce (sobe ao segundo degrau), se reproduz à meia idade e só então se dirige à sua degeneração. O momento da sua reprodução   representa o ramo lateral do circuito sistemico na F4, que mais tarde me ajudou a elaborar a fórmula para sistemas naturais. Tambem então, o meu diagrama me conduziu a perceber que a evolução do conjunto das espécies representa o processo do ciclo vital, fundamental para a obra que desenvolví em seguida até chegar na fórmula para sistemas. Garstang com seu modelo deixou escapar estas relações com reprodução sexual e ciclo vital. Talvez porque sua intuição partia do fim do processo do fenomeno do ciclo evolucionario, já focalizando a escada a forma final de espiral ( a espiral vem de vortices, e o vortice já é em si mesmo um sistema vivo consumado, com caracteristicas biológicas), enquanto a minha intuição partia do começo do processo do ciclo evolucionario, focalizando a escada reta com degraus, que comporta a infra-estrutura fisico-mecanica de todo sistema sob evolução.

Mas existe a contra-partida. O diagrama de Garstang me fêz notar algo que o meu diagrama não permitiria notar: que vista de um certo angulo, situando “z” como um ponto central, as retas transversais internas na espiral representam ondas se propagando a partir de um fonte central. E esta visão me remete direto para a Luz. Para lembrar que apenas muito mais tarde eu percebí que tambem uma onda de luz natural se move regulada pelo processo do ciclo vital.

-“Garstang! Esteja onde estiveres agora, digo-lhe: acho que somos irmãos-gêmeos espirituais numa outra dimensão, pois nos completamos 100%! Um depende mortalmente do outro!” 

Vejamos onde encontrei este material, que deverá me remeter a uma pesquisa sobre a obra de Garstang:

 

http://storyality.wordpress.com/2013/12/12/storyality-100-the-holonic-structure-of-the-meme-the-unit-of-culture/

How Does Cultural Evolution Work?

The systems model of creativity (Csikszentmihalyi 1988-2006) explains the mechanism of cultural evolution. Notably this evolution is biocultural, or: meme-gene co-evolution, as both occur at once: it is a confluence model.

For the evolutionary spiral of memes in domains over time, see Koestler on the evolution of ideas, a la Garstang 1922 (Koestler 1989, pp. 168-9).

In a 1922 journal article, evolutionary biologist Walter Garstang expressed how the biological evolution of a species proceeds, until it reaches a (literal) `dead end’, and then an earlier incarnation (that still exists) may split off – and may succeed in adapting and thriving for some time. In The Ghost In The Machine (1967), Arthur Koestler also applied this model to the evolution of ideas (i.e.: memes):

Garstang’s evolutionary spiral

Garstang’s evolutionary spiral

To clarify, in Garstang’s model, the evolution of a species begins at Z (bottom of the diagram). As evolution progresses (`upwards’ in the diagram) it eventually meets `dead ends’ at the left side (the A’s) – and then, earlier, less `evolved / specialized’ species may branch off, towards the right side (the Z’s) and progress leftwards until they too reach `dead ends’ (meaning: they are not well adapted for survival in their environment, and can risk going extinct). Koestler explains how this mechanism also applies to ideas and culture, including scientific revolutions, but also literature and art:

`Garstang’s diagram could also represent a fundamental aspect of the evolution of ideas. The emergence of biological novelties and the creation of mental novelties are processes which show certain analogies.

It is of course a truism that in mental evolution social inheritance through tradition and written records replaces genetic inheritance.

But the analogy goes deeper: neither biological evolution nor mental progress follows a continuous line from A6 to A7. Neither of them is strictly cumulative in the sense of continuing to build where the last generation has left off. Both proceed in the zigzag fashion indicated in the diagram.

The revolutions in the history of science are successful escapes from blind alleys. The evolution of knowledge is continuous only during those periods of consolidation and elaboration which follow a major breakthrough.

Sooner or later, however, consolidation leads to increasing rigidity, orthodoxy, and so into the dead-end of overspecialisation – to the koala bear.

Eventually there is a crisis and a new `break-through’ out of the blind alley – followed by another period of consolidation, a new orthodoxy, and so the cycle starts again. But the new theoretical structure which emerges from the break-through is not built on top of the previous edifice; it branches out from the point where progress has gone wrong…

In the history of literature and art, the zigzag course is even more in evidence: Garstang’s diagram could have been designed to show how periods of cumulative progress within a given `school’ and technique end inevitably in stagnation, mannerism or decadence, until the crisis is resolved by a revolutionary shift in sensibility, emphasis, and style.

(Koestler 1989, pp. 168-9 – emphasis mine)

What Koestler explains here can be seen to apply to:

(1) The evolution of scientific knowledge, and all technology – with regard to the systems model of creativity (see: (Kuhn & Hacking 2012), (Simonton 2004))

(2) The evolution of styles, ideas, `movements’, fads, and `crazes’ in art, fashion and music (in fact, in all domains of Culture).

(3) The way in which the concepts/memes of consilience (Wilson 1998) and literary Darwinism (Carroll 1995) have reinvigorated the Arts and Humanities – in order to rescue it from a crisis of stagnation and irrelevance / blind alleys. (See: (Carroll 1995), (Boyd, Carroll & Gottschall 2010),  (Carroll et al. 2012) (Gottschall 2008)).

Notably – literary Darwinism is also the combination of two successful memes/holarchies: literature and Darwinism. This is also, an example of Koestler’s explanation of `bisociation’/creativity/problem-solving.

(4) The evolution of genres, styles and techniques in the domain of Filmmaking (which includes screenwriting/screen storytelling) – and also – in novels, and songs, and poetry, painting, dance, cooking, etc. (i.e. in any creative domain).

As a side note – we are now arriving at the theory (or: synthesis of theories) used in this StoryAlity Theory empirical analysis of the creative person, process and product in the top and bottom 20 RoI (return-on- investment) films. These films are the top 20 most viral feature films ever, when comparing: audience-reach to product budget. Since these films are viral memes (as are many of the ideas in the films), the question is: What exactly is a meme…? And – how do they work…?(This paper, and post is: the answer to those questions.)

Also just to clarify the notion of meme Transmission-with-heredity: When an idea is selected, it is a memeplex/holarchy: it contains other ideas/concepts within it (e.g. the idea/concept of `a car’ contains `within it’ the idea of wheels, and doors, engine/s, fuel, the idea of transport, etc.) When the idea moves from one human mind to another, many or all the smaller/component ideas, are also inherited. The `component ideas’ within an idea are inherited. Each mind has different associations in their own memeplex of `car’. Yet many – or possibly even all – the `component ideas’ are also inherited.

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Pesquisa: ( a continuar)

 

Origens da Auto-Consciência: Memes Comparados a Genes

quarta-feira, janeiro 8th, 2014

Os modelos da Matrix/DNA estão sugerindo que as sinapses entre neurônios estão formando a “mente”, ou “auto-consciência”, a qual seria uma nova evolucionaria forma do software do sistema natural universal. Se isto for correto, o processo desta formação deve ser o mesmo para todas as formas anteriores, ou seja, o genético. Existe a teoria dos “memes” que interessa a esta nossa pesquisa nesse assunto particular, e vem bem a calhar o artigo com link abaixo, justamente reforçando a nossa hipótese, ao comparar memes com genes e evolução biológica. Apenas para lembrar, a definição de “meme” é: ” Um meme, termo criado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller O Gene Egoísta, é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros).” – Devemos procurar no estudo dos memes, formular alguns que facilitem a divulgação da cultura da Matrix/DNA. 

Facebook Data Scientists Prove Memes Mutate And Adapt Like DNA

http://techcrunch.com/2014/01/08/facebook-memes/

Richard Dawkins likened memes to genes, but a new study by Facebook shows just how accurate that analogy is. Memes adapt to their surroundings in order to survive, just like organisms. 

Facebook’s findings and my own have signficant implications for marketers or anyone looking to make a message go viral. Once you know memes are naturally inclined to mutate, and that these mutations increase sharing, you can try to purposefully structure your message in a remixable way. By creating and seeding a few variants of your own, you can crystallize how the template works and encourage your audience to make their own remixes.

Meus Comentários publicado no artigo:

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Queens

Natural evolution drove biological systems from molecules to hominids. Humans learned something about how evolution works at the level of biological systems. Now, personal monetary or ideological interests are trying to kill natural evolution for humans, trying to drove the evolution of humans under their purpose. The problem is: Dawkins, Darwin, and human sciences in general have touching the universal process of evolution only at its biological shape, which is a merely micro-cycle inside the universal process. At Matrix/DNA Theory the models are suggesting that human brains are producing a new shape of a universal natural system, called “consciousness” by the same genetic process, so Dawkins is almost right. But Matrix/DNA models are suggesting that the universal process has a purpose: reproduction of a natural system ex-machine. If Matrix/DNA is right, we will see human kind suffering the effects of a conflict between Nature and these memes fabricated by tech/financial artificialisms. The successful meme, without resistance, will be those in syntony with the purpose of natural evolution, Nature will strongly resists against the Admirable New World under the Big Brother, which are the unconscious purpose of these people now studying viral memes with economics interests.

Richard Boase · Follow ·  Top Commenter

Seems to miss one of the fundamental points about memes though. A conservative meme ought to be diametrically opposed to a liberal meme, and hence if the content or spin is different, and the meaning different, though the structure may be the same, it’s a different meme, because it furthers a differing evolutionary agenda…

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Queens

Good point! But…accordingly to a new evolutionary theory, called Universal Matrix/DNA, there are two naturals evolutionary agendas acting over evolution of human beings. One is from our real immediate creator, this astronomical system called Milk Way. Its agenda is driving this whole biosphere as its reproduction, which is a perfect machine as closed system. Talking about the social system produced by this agenda we have the ants, the bee social models, and for humans, The Admirable New World under the Big Brother, or the Big Queen. Everybody as happy zombies, stupids as pieces of a machine described by Newtonian mechanics. The other agenda is more complex, deepest in time and space and comes from beyond the Milk Way. Its is trying to drive humans to create an opened social system, while trying to insert here the informations that develops consciousness. Generally, conservative memes are about closed systems and liberal memes about opened systems. You choose what you want: the galaxy or the Universe ( and something behind it). But, as asked by Einstein, is the Universe friendly to us? I think the Universe is too much busy with billions of life’s forms at billions of galaxies and it does not worry: if we will not follow his way, we will be discarded, like dinosaurs, lions, eagles, etc., and Nature will continuing evolution by other humble species… Besides lots of evolutionary agendas trying to get us, we still have the free will and the power of decision. We selects the memes that composes ours communications.

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Pesquisa:

1aa) Ver isto na Wired:

Sobre memes

 

Richard Dawkins on the internet’s hijacking of the word ‘meme’

http://www.wired.co.uk/news/archive/2013-06/20/richard-dawkins-memes

1a) Interessante teoria sobre memes:

Holonic structure of the meme: A structure for the unit of culture

http://storyality.wordpress.com/2013/12/12/storyality-100-the-holonic-structure-of-the-meme-the-unit-of-culture/

Holonic structure of the meme - the unit of culture

 

A meme can be an idea, process or product (or combinations thereof.) But all are still: ideas when abstracted

A meme can be an idea, process or product (or combinations thereof.) But all are still ideas when abstracted

Obs. da Matrix/DNA: O estilo usado pelo autor, gerando derivações dos termos como meme>memeplexes, ou holon>holonrchy, lembra o estilo da teoria dos gyros, que provocou enorme celeuma na comunidade acadêmica pouco tempo atrás. Nota-se então que a própria idéia de meme torna-se memerizada, produzindo variações.

The Systems Model  of Creativity – Meme (idea/process/product) selection, variation and transmission.

The Systems Model of Creativity – Meme (idea/process/product) selection, variation and transmission.

Obs da Matrix/DNA:

Tem algo inquietante neste esquema, se temos a fórmula da Matrix/DNA em mente. Está faltando elementos no esquema, e criatividade não pode emergir de um sistema fechado como esse, tem que ser um sistema aberto. Recapitulemos a fórmula da Matrix/DNA:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Aí esta a fórmula como sistema fechado. No seu aspecto de sistema aberto todas as partes se relacionam com o exterior, mas principalmente, a F 3 em maior grau, e a F4 em menor grau, se relacionam com um elemento externo que adiciona informações à peça. O principal exemplo vem do nivel astronomico da formula, quando F3, que é planeta, e F4, que é pulsar, entram na órbita de uma F6 (estrela) externa ao circuito. No caso dos átomos esta F6 externa é o elétron de outro átomo que entra na ultima camada permitindo as ligações covalentes entre átomos. No caso do sistema familiar ou dos ciclos vitais, F3 e F4 são os filhos ou jovens, enquanto F6 são os pais ou adultos. Está faltando no modelo de sistema da criatividade acima, o elemento de F6. Ou seja: indivíduos são receptores do conhecimento transmitido pela cultura social existente. Num sistema fechado, este conhecimento modela, condiciona o individuo e o conhecimento se estagna nele. Não existe evolução do conhecimento, variação, criatividade. mas a psique do individuo é um sistema aberto e de alguma maneira ela se conecta com um F6 externo, que ainda não sei o que é, nesta área psíquica. É uma luz, um elemento luminoso, que não deve fazer parte da longa cadeia de causas e efeitos da cultura tradicional. O que será?!

De qualquer maneira – seja o que for que estiver desempenhando a função 6 –  o desenho criativo, o projeto abstrato, surge na mente, após a transformação propiciada por F6. E como por enquanto estamos falando de psique, portanto do software do sistema humano, de alguma maneira, a imagem abstrata do projeto se insere no hardware, conduzindo as mãos do individuo a traduzir a imagem abstrata em produto materializado. O grande mistério é o que será F6, mas vimos aqui que seja o que for, estará relacionado ao aspecto software, e cultural, e não hardware. Se descobrir-mos o que é este elemento misteriosos, todo humano será um Tomas Alva Edison, um Tesla. ( Por curiosidade, a pergunta sobre o que seria F6 e sua conotação com estrelas me faz lembrar das orbs, mas provavelmente não tem nada a ver).

The Feature Film Domain as a System

The Feature Film Domain as a System

Matrix/DNA: Observar que neste esquema o filmmaker não está criando nada, apenas transformando conhecimento registrado num livro para uma fita magnética. Acomprovação da minha teoria acima de que este esquema não produz criatividade esta nas próprias palavras do autor: “Given his formulation of the mechanics of creativity (the Domain, Individual, Field interaction systems model), Csikszentmihalyi can be viewed as “the Charles Darwin of creativity”: his model explains its mechanism via the systems model of creativity.” . Exatamente é um sistema mecânico operado por mecanismos e não um sistema vital operado por processos do ciclo vital, como exige a produção da criatividade.

Importante frase do autor: ” All cultural artefacts, and all domains in culture – as ideas – are also memeplexes in human minds (e.g.: languages, scientific theories, religions, novels, films, songs, etc.). Please note – Ideas (memes/holons) are discrete packets of information. Just as genes – in DNA – are `packets of information’ (i.e.: DNA is a product, and also contains within it: ideas, and processes, i.e. Instructions on how to build amino acids, and instructions for building an organism/phenotype). Genes are self-copying, via DNA in biology, and memes are also self-copying – via minds – in culture. So too, any meme is also `packets of information’ – ideas – and a `whole packet of ideas’ is a holon. Ideas are holons, and are arranged in holarchies, or memeplexes (holarchies of memes/ideas).”

Outra importante frase: ” The question of ontology: Are memes real? Yes. Memes – whether ideas, processes, products – when they become ideas in a mind – are abstractions in the human mind, but nonetheless are indeed real. An idea in a brain is: the real firing of real neurones, which can be filmed.”

Importante frase:  There is no culture without biology. (Matrix/DNA: Certo. Porem seria mais correto dizer que não existe cultura sem auto-consciência, desperta. Isto lembra o modelo da Matrix/DNA que sugere: a auto-consciência (ou universal software dos sistemas naturais) dormia no átomo, sonhava nas galaxias, começou a acordar nos animais e se levantou no homem. Podemos também dizer que existe biologia sem cultura ( das moléculas orgânicas aos macacos), por isso, acho que cultura está mais relacionada com auto-consciência, Foi ela, apesar de ainda sonambula, que criou a biologia.) 

Physico chemico bio psycho socio culturo politico directed evolution

In the diagram above, Directed Evolution refers to memetic enginering: meme-gene directed co-evolution.

Obs. da Matrix/DNA: Aqui o autor se alinha com a Matrix/DNA quando esta diz que quando o homem aprendeu alguns mecanismos da evolução natural, começou a tentar suprimir a ação da evolução natural sobre o homem e substitui-la pela imposição de uma evolução artificial baseada no interesse privado. Ele chama essa pratica de “genetic engineering” ( eu a chamaria de psyche engineering), e evolução artificial de “directed evolution”.  

How Does Cultural Evolution Work?

Garstangs evolutionary spiral

Garstangs evolutionary spiral

(continuar lendo daqui)

1) Verificar este artigo que parece relacionado: 

Native advertising is the new paywall in media economics – but is it here to stay?

http://www.theguardian.com/media/media-blog/2014/jan/05/native-advertising-paywall-transparency?CMP=twt_gu

Frase no artigo: Native advertising is not a new trend for 2014. It is already hotter than a delicious burrito from Chipotle, or a summer cruise on a luxurious Royal Caribbean liner.

2) Wikipedia

( Portugues) = Um meme, termo criado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller O Gene Egoísta, é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros). No que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida como unidade autônoma. O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética.

Quando usado num contexto coloquial e não especializado, o termo meme pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso aproxima o termo da analogia da “linguagem como vírus”, afastando-o do propósito original de Dawkins, que procurava definir os memes como replicadores de comportamentos.

A chave de todo ser humano é seu pensamento. Resistente e desafiante aos olhares, tem oculto um estandarte que obedece, que é a ideia ante a qual todos seus fatos são interpretados. O ser humano pode somente ser reformado mostrando-lhe uma ideia nova que supere a antiga e traga comandos próprios.
Ralph Waldo Emerson

(continuar a ler)

(Ingles) = A meme (/ˈmm/meem)[1] is “an idea, behavior, or style that spreads from person to person within a culture.”[2] A meme acts as a unit for carrying cultural ideas, symbols, or practices that can be transmitted from one mind to another through writing, speech, gestures, rituals, or other imitable phenomena. Supporters of the concept regard memes as cultural analogues to genes in that they self-replicate, mutate, and respond to selective pressures.[3]

The word meme is a shortening (modeled on gene) of mimeme (from Ancient Greek μίμημα Greek pronunciation: [míːmɛːma] mīmēma, “imitated thing”, from μιμεῖσθαι mimeisthai, “to imitate”, from μῖμος mimos “mime”)[4] and it was coined by the British evolutionary biologist Richard Dawkins in The Selfish Gene (1976)[1][5] as a concept for discussion of evolutionary principles in explaining the spread of ideas and cultural phenomena. Examples of memes given in the book included melodies, catch-phrases, fashion, and the technology of building arches.[6]

Proponents theorize that memes may evolve by natural selection in a manner analogous to that of biological evolution. Memes do this through the processes of variationmutationcompetition, and inheritance, each of which influence a meme’s reproductive success. Memes spread through the behavior that they generate in their hosts. Memes that propagate less prolifically may become extinct, while others may survive, spread, and (for better or for worse) mutate. Memes that replicate most effectively enjoy more success, and some may replicate effectively even when they prove to be detrimental to the welfare of their hosts.[7]

A field of study called memetics[8] arose in the 1990s to explore the concepts and transmission of memes in terms of an evolutionary model. Criticism from a variety of fronts has challenged the notion that academic study can examine memesempirically. However, developments in neuroimaging may make empirical study possible.[9] Some commentators in the social sciences question the idea that one can meaningfully categorize culture in terms of discrete units, and are especially critical of the biological nature of the theory’s underpinnings[10] Others, including Dawkins himself, have argued that this usage of the term is the result of a misunderstanding of the original proposal (continuar a ler)