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Porque a diferente interpretação do mundo – Matrix/DNA – e’ necessariamente pratica

sábado, dezembro 16th, 2017

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( Artigo inacabado faltando ver o nome da molécula em portugues)

Um exemplo de como uma diferente interpretação dos fenômenos naturais – em relação `a interpretação acadêmica oficial, dita “científica”, pode atuar na pratica:

As várias áreas de estudos do cérebro e seus produtos, como os pensamentos, notadamente a neurologia e a psicologia academicas, estão cada vez mais se baseando na teoria de que o pensamento humano, que pode receber os nomes abrangentes de “mente” ou “consciência” sao produtos genuínos e diretos da evolução do cérebro. vai totalmente contra a ideia cartesiana de mente separada do cerebro. Por consequencia, todos recursos cientificos estao dirigidos a busca de mais dados restritos e limitados a este paradigma, seja na pesquisa sobre doenças mentais, na computação em busca da inteligência artificial, etc.

Por outro lado, a minha diferente teoria – ou diferente interpretação geral dos fenômenos naturais – faz as mesmas pesquisas mas baseada num diferente paradigma. Neste o cerebro e’ visto como hardware e a mente, ou conciencia, com o software. Esta dupla existiria em todos os sistemas naturais  como os anteriores `a existencia dos seres vivos, porem, nos nao vivos, o software e’ entendido como a simples entidade sistemica que regula internamente homeostase e demais fenômenos termodinâmicos. Ora, o hardware nao produz seu software, e apesar de possivel, tambem aparentemente o software nao produz seu hardware. O que existe e’ um processo paralelo evolutivo dos dois, em que um avança mais que o outro produzindo informações que serão absorvidas pelo outro que ao seu ver dara um passo a frente exigindo nova evolução do primeiro. Um longo processo de feed-back.

Não vou aqui citar as dezenas de analogias com fenômenos reais naturais e nem a s milhares de evidências ja reunidas para esta teoria e amplamente divulgadas no website. mas vou rapidamente mencionar um objeto de pesquisa agora que e’ intuído pela minha teoria mas nunca o será pela teoria acadêmica.

Trata-se da atuação na célula de uma molécula denominada ( …..). Esta evidente que esta molecula esta sendo formada e dirigida por alguma força a nível da totalidade do sistema, que nao pode estar resumida e ser emitida por apenas uma das partes do sistema. Esta molécula esta sendo o instrumento fisico adequado ao meio celular para executar funções intermediárias entre esta força sistêmica e as proteínas. Na minha teoria esta força sistêmica e’ definida como entidade abstrata dentro do sistema cujo outro nome e’ software. Se o conjunto cerebro-mente for realmente uma analogia ao conjunto computacional hardware-software, a mente será uma força que atua sobre a matéria física do corpo através de um instrumento intermediario, o qual corresponderia a esta molecula no caso celular. A partir desta possibilidade, passamos a procurar no cerebro quem seria este instrumento.

Enquanto isso, a teoria acadêmica baseada na visão diferente jamais terá qualquer razão para pensar num instrumento intermediário e portanto jamais o irá procurá-lo enquanto permanecer neste paradigma.

Tudo bem, ninguem tem provas definitivas de quem está certo ou errado. Mas se eu estiver certo, e se tiver as condições e recursos necessários experimentais, eu ou a quem herdar esta cosmovisão poderá um dia fornecer `as ciencias academicas o que ela necessita para seu grande salto evolucionário na solução de apenas algumas destas doenças mentais a milhares de anos vem torturando humanos sem que se tenha encontrado soluções em nenhum paradigma.

 

Relações “mente x cérebro” e “software x hardware”

sábado, maio 20th, 2017

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O texto abaixo é de um comentário postado na Internet. Alguns pontos estão relacionados com a sugestão da Matrix/DNA, como por exemplo, a sugestão de que existe um processo de feed-back evolucionário entre software e hardware. O autor relata que a mente ( o software), pode mudar a estrutura do cérebro ( o hardware), mesmo enquanto um cérebro existe… o que não foi sugerido pela Matrix/DNA. Vejamos o comentário e uma interessante resposta a ele:

” No computador, a programação está representada em estados elétricos, na mente, a memória é representada de forma simbólica, e está armazenada nas sinapses, as conexões entre os neurônios.

Só que, diferente de um computador, no cérebro a programação (que é em parte introduzida via interação social, parte já vem “pronta”, como os instintos de sobrevivência) altera a própria estrutura do cérebro. Experiências traumáticas deixam marcas indeléveis no cérebro, marcas que se traduzem em traumas e fobias.

No momento que a pessoa morre, a sua consciência se desfaz, à medida que as sinapses vão se desfazendo e os neurônios vão morrendo. Por isto um acidente que resulte em asfixia pode causar traumas tão sérios no cérebro. Também aneurismas costumam comprometer regiões do cérebro resultando em perda de memórias e perda de habilidades, que tem que ser reaprendidas (a pessoa passa a treinar outras regiões do cérebros para fazer aquela atividade que era responsabilidade da região perdida).

Não tem computador no mundo que funcione desta forma. Você pode, por exemplo, copiar a memória de um computador em outro computador, e os dois terem a partir daquele momento exatamente o mesmo conteúdo, mas como é que você vai copiar a matriz de sinapses de um cérebro em outro? Por isto também não tem como fazer a transferência de mente de um corpo para outro sem que se faça a transferência de todo o sistema neurológico (tronco cerebral completo).”

Resposta de outro comentador:

” O computador realmente não tem memória, mas assim como o cérebro, retém cargas elétricas armazenadas para indicar uma atividade. Essas cargas em forma de ponto dependem extremamente do sistema e sem este nada é.
Por favor, qualquer um que entenda informática sabe que o pc reproduz imagem e video mas não os vê, reproduz música, mas não a escuta. Da mesma forma armazena dados como se tivesse memória própria, mas não lembra de nada!”

E outro comentario:

Para melhor explicar o que penso, vou fazer uma analogia.
Vamos tomar como exemplo um PC e vamos considerar que o cérebro do PC é o processador. O processador é responsável por todas as atividades do computador e tem uma memória responsável para efetuar tarefas repetitivas. Porém não tem inteligência para escrever um texto, desenhar uma figura ou efetuar cálculos necessários para a construção de um prédio por exemplo. Todavia, o dono do computador, que está fora dele, e que consideraremos como a Consciência, resolve instalar um programa chamado Office para escrever textos e que pode ser considerado como um atributo inteligente. Assim, essa Consciência, mesmo estando fora do computador e do processador interfere nele integralmente. Depois de alguns textos escritos, o processador já saberá como se comportar e vai repetir automáticamente as tarefas de abrir o editor, escrever o texto e salvar o arquivo, mas não terá a menor noção da importância do conteúdo do texto. Quem vai ter essa noção é o dono do computador que está fora dele, ou seja, a Consciência do computador. O processador do computador poderá com o tempo apresentar defeitos o que impossibilitará a Consciência (o dono) de utilizar o computador. Da mesma forma, o nosso cérebro desempenha funções meramente automáticas e repetitivas, absorve atributos inteligentes e utiliza-os repetindo as mesmas funções automáticamente. Só a Consciência que está fora do corpo e do cérebro é capaz de fazer uso inteligente desses conteúdos. Se nosso cérebro apresentar defeitos quer por desgaste quer por uso de drogas, a Consciência não poderá mais interagir com ele.

A Cultura Predadora Esta’ Na Psique que Produz o Ego Pensador e Nao na Auto-Consciencia?

sexta-feira, abril 21st, 2017

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Esta seria uma novidade, uma perspectiva muito interessante e importante. Minha missão é desconstruir a cultura milenar e Eckhart Tolle diz que ela é a produtora do pensamento continuo, do ego coletivo, não do “Eu-Consciência”. O qual seria separado, e que pode assistir os pensamentos olhando de fora. Ele diz que colapsou este pensamento continuo e consegue se separar dele, vendo-o de fora. Mas creio que ninguém mais consegue por estar preso na maquina da sobrevivência ( ele se tornou alienado, mendigo). Então o método que ele prega não serve para ninguém. Porem ele levanta esta possibilidade.

Eu estou usando o método de re-interpretar todos os conceitos, todas interpretações erradas e falsos conhecimentos dos fenômenos naturais e da natureza/instintos humanos. O que eu estaria fazendo é trazendo ao jogo o outro extremo da dualidade, o oposto oculto, para faze-lo ser conhecido e afrontado com o oposto reinante. Para os dois se auto-anularem. E segundo esta perspectiva do Tolle, estou atacando o pensamento continuo, sem o saber. Atacando o ego. Eu não estaria apenas tentando corrigir a cultura, mas alem desta, já promover o salto transcendente para o espiritual, ou consciência cósmica.

Por ora isto é assunto novo, veio de repente, não sei ainda o que pensar. Registro aqui, traduzindo o principal texto onde Tolle diz isto, para pensar… opa… para conscientizar, e pesquisar.

http://www.eckharttolle.com/article/The-Power-Of-Now-Spirituality-And-The-End-Of-Suffering

Every morning we awaken from sleep and from our dreams and enter the state we call wakefulness.

Toda manhã nos acordamos do sono e de nossos sonhos e entramos no estado que nos denominamos de “despertado”.

A continuous stream of thoughts, most of them repetitive, characterizes the normal wakeful state. So what is it that we awaken from when spiritual awakening occurs?

Uma continua corrente de pensamentos, a maioria deles repetitivos, caracteriza o estado normal do acordado. Então o que é aquele despertar desde quando o espiritual despertamento ocorre?

We awaken from identification with our thoughts. Everybody who is not awake spiritually is totally identified with and run by their thinking mind – the incessant voice in the head.

Nos despertamos ou nos separamos da nossa identificação com nossos pensamentos. Todos aqueles que não são despertados espiritualmente estão totalmente identificados com sua mente pensante e são dirigidos por ela – aquela incessante voz em sua cabeça.

Thinking is compulsive: you can’t stop, or so it seems. It is also addictive: you don’t even want to stop, at least not until the suffering generated by the continuous mental noise becomes ‎insuportável‎.

Pensar é compulsivo: você não pode parar, ou ao menos parece que não. pensar também é viciante: você nem quer mesmo parar, ao menos não até que o sofrimento gerado pelo ruido mental continuo se torne insuportável.

In the unawakened state you don’t use thought, but thought uses you. You are, one could almost say, possessed by thought, which is the collective conditioning of the human mind that goes back many thousands of years.

No estado de “não-despertado” você não usa pensamentos, pois os pensamentos usam você. Você esta’, alguém poderia dizer, possuído pelo pensamento, o qual é o condicionamento coletivo da mente humana que retorna ao passado por milhares de anos.

You don’t see anything as it is, but distorted and reduced by mental labels, concepts, judgments, opinions and reactive patterns. Your sense of identity, of self, is reduced to a story you keep telling yourself in your head.

Você não vê nada como realmente é, mas torcido e reduzido por mentais conceitos, julgamentos, etiquetas, opiniões e padrões reativos. Seu senso de identidade, do seu eu, esta reduzido a uma historia que você mantem dizendo a você mesmo em sua cabeça.

“Me and my story”: this what your life is reduced to in the unawakened state. And when your life is thus reduced, you can never be happy for long, because you are not yourself.

“Eu e minha historia”: isto é ao que sua vida é reduzida no estado de despertado, acordado. E quando sua vida é assim reduzida, você nunca pode ser feliz por um tempo mais duradouro, porque você não é você mesmo.

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Analises da Matrix/DNA:

Isto faz um tremendo sentido, para mim, depois que descobri a teoria que liga a evolução biológica `a evolução cosmológica e com isso descobri uma outra visão do mundo. As minhas descobertas indicam que a humanidade esta’ pensando tudo errado, esta dessintonizada da logica natural, sem sintonia com o ritmo natural da evolução, porque construiu para si uma visão do mundo falsa.

Mas não faz sentido esta separação entre auto-consciência e mente, não consigo captar bem isto. O que faria sentido seria dizer que temos uma auto-consciência errada, falsa, que nao somos a consciência da natureza, do universo. Mas que por vir de uma raiz natural, ela seria sujeita a ser consertada. Isto significaria que nos não temos e nunca tivemos a consciência verdadeira, nem o embrião dela. O que pode ser respaldado num fenômeno real, conhecido por todos: a consciência/imaginação das crianças, que acredita nas causas erradas, fantasiadas, para os fenômenos que observa. Em termos coletivo, ou de unidade de consciência fragmentada em fracões nas cabeças humanas, o coletivo imitaria o individual, ou seja, a humanidade ainda esta’ na sua infância.

O Tolle diz que não, que ele teve uma experiencia de transformação dentro da cabeça, com colapsos mentais, clarões, afloramento espiritual, etc. Como não posso saber como foi essa experiencia, tenho que manter tanto a minha teoria quando a dele, em suspenso.

Nos precisamos urgente de um método, uma estrategia, não para impor a minha visão de mundo, mas para desconstruir as falsas interpretações que são os alicerces da visão do mundo reinante. Precisamos salvar 7,8 bilhões de humanos sob o instinto de presas e médios predadores que serão eliminados enquanto os 200 milhões de grandes e médios predadores os mantem em estado vegetativo e estarão preparados tecnologicamente para deixar o planeta quando a Terra não mais suportar a vida aqui… o que pode acontecer a qualquer momento daqui para a frente… ou demorar milhões de anos. Seria impossível transformar a cultura na cabeça do grande predador – ele tem os caninos psíquicos que exigem este tipo de sistema social para sobreviverem – e talvez também seja impossível faze-lo com os 7,8 bilhões dependendo do grau em que esta o condicionamento mental. Mas se a vaca soubesse o que a espera alem da cerca do seu pasto, no matadouro, talvez ela se motivasse a romper a cerca. Nisto deve consistir enfaticamente minha pregação.

O que é que – em relacao ao individual – conduz a mente imaginativa e fantasiosa da criança a ser corrigida `a medida que vai entrando na vida adulta e enfrentando o mundo real? Sera’ que este processo também vai ser aplicado naturalmente `a criança coletiva? Se sim, minha missão nada tem a fazer. Talvez apenas pudesse acelerar o processo. O que já é um motivo para continua-la, pois não sabemos se haverá tempo para o processo apenas natural.

Duas diferentes cosmovisões debatem: Quais as diferenças entre o computador hardware/software e o humano corpo/mente?

quinta-feira, abril 6th, 2017

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Minha questao postada no Quora e acompanhamento do debate:

https://www.quora.com/Whats-the-difference-between-computer-software-hardware-and-human-body-mind

What’s the difference between computer software/hardware and human body/mind?

Jonathan DayJonathan Day, 4/6/2017
Ultimately, none.

Alan Turing created an imaginary computer, the Turing Machine, that could perform a few basic functions, moving around a tape or set of tapes. He proved that all systems based on logic MUST be equivalent or inferior to a Turing Machine. No exceptions.

We now know that there are no quantum effects in the brain and that the sorts of quantum effects that you could get in regular cells can all be reduced to systems based on logic.

A human being, therefore, is a highly complex machine (the brain has 85 billion neurons and a neuron can have up to 3,000 synapses, so you’re dealing with 255 trillion connections that can amplify/suppress signals – we’re getting into serious numbers here). A machine so complex that attempting to reproduce it with modern technology would result in a computer around ten blocks square and two or three storeys high.

So, human brains are smaller for now. That’s kinda cheating because it’s not an intrinsic difference, merely a technological one.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 4/6/2017

Very helpful, Jonathan. Thanks. But… I think that with yours world view we will not make progress towards quantum computation and knowledge of human mind and consciousness. Yours perspective is totally mechanistic, based on Physics and Math, as the modern scholar mindset. Maybe you are right, but is is not what my personal research and world view is suggesting.

First of all, Turing did not know what a natural system is. So he did not know the logic running in these systems. If you are interested go to my website to see the formula for all natural systems.

Second there is no quantum effects in the human mind as software because quantum effects are related to an inferior level of organization of matter: it fills the boundary between Newtonian mechanics and biological organization, the frontier between the hard and bone skeleton _ studied by the fields of Physics and Math – and the beginning of the soft meat ( where begins biological organization. The human psyche organization is a superior level).

Third, we can not build a computer reproducing the human brain with this actual technology, neither hundred blocks square: complexity has a limit at any evolutionary lineage. When reaching that limit, occurs an evolutionary jump, a transformation. As happened to human brain, the jump to consciousness. It means that we need to proceed a transformation of our actual technology. Not based on binary digits and so, based on seven variables, like the DNA code. By the way, I think it is good talking between different world views. Thanks.

 

O Grande Segredo Oculto na Luz Original (Divina?)

domingo, abril 2nd, 2017

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Eu tenho que dar o braço a torcer. Sou anti-religioso e principalmente anti-bíblico, mas descobri algo fantástico na Luz que a Gênesis bíblica revelou a dois mil anos atras, na forma de metáfora e muito resumida. Em outras palavras, a Gênesis diz que no principio era apenas a escuridão. Então no terceiro – ou sei la’ que dia – Deus fez a Luz e a partir dai começou a Criação… a qual conduziu o nosso mundo ao jeito que estamos hoje.

Quando descobri que uma onda de Luz original é dividida em varias partes e tem uma sequencia de movimentos tal, descobri que tudo isso imita exatamente uma unidade fundamental de informação do nosso DNA. Mas também imita exatamente a estrutura fundamental das galaxias e dos átomos. Enfim descobri que a Luz Original é  a unica coisa que se precisa para criar o mundo que hoje ai’ esta’. A Luz contem o código da Vida! O código da Criação. A Onda de Luz Original que se propagou no espaço escuro continha a formula a  que denomino de “Matrix/DNA”.

Vou explicar os detalhes do que descobri, no final deste texto, quando puxar para cá a formula da Luz. Por enquanto vou apenas abordar alguns dos conceitos que aprendemos com essa nova visão da Luz. Por exemplo:

Pessoas dizem que quando acordam de manha a primeira coisa que lhes acontece é ver ou sentir uma luz nos olhos, mesmo ainda fechados. Eu não tenho estes talentos que levam as pessoas comuns ao mistico, se tivesse eu não teria sido tao materialista necessário para entender a matéria. Apenas ouço pessoas simples e que não teriam qualquer motivo para mentir isso, e procuro explicações. Nesse caso da luz matinal, a explicação é muito complexa, mas muito interessante, nela se aprende grande parte do que somos e do que é este mundo.

Nossos cérebros tem uma camada de sistema nervoso que cuida de tudo o que é automático no corpo. Não precisamos pensar em criar anti-corpos para atacar um invasor, não precisamos parar nossos pensamentos para pensar em mandar o corpo fazer a próxima respiração Acima desta acamada existe outra camada de neurônios que processam os pensamentos. Estes acontecem pelas sinapses, descargas químico-elétricas. Então imagine que você esta’ no seu jardim vendo uma nuvem escura e nesta nuvem contínuos raios e relâmpagos. Esta imagem é semelhante ao que se veria se estivéssemos dentro do cérebro. Com a diferença de que no cérebro os raios pipocam em todos os lugares em grande numero e sem pausas. Ora, se isso acontecesse na nuvem escura de chuva, veríamos um clarão continuo abrangendo todo o firmamento.

Esse clarão continuo como reflexo das sinapses no cérebro criou uma substancia plásmica muito sutil que fica clara, iluminada o tempo todo. para quem a visse de fora diria que esta vendo uma luz normal. Não vemos essa nuvem de luz no cérebro ou ate ao seu redor nem com os poderosos instrumentos científicos porque não captamos esse plasma que é a substancia da Luz. Em outras palavras, mente é Luz, mas vou mostrar como a Luz é uma coisa muito complexa, um sistema em si mesma e funcionando. Essa Luz que surgiu aqui na Terra na forma de mente humana é a mesma Luz original nas origens do Universo.

Então durante o dia, você pensa constantemente, os relâmpagos são muitos e contínuos, essa nuvem iluminada esta’ a todo vapor. Quando adormece o cérebro se aquieta, a luz fica mais fraca apenas como uma chama la’ no fundo do cérebro. Esta chama e suas propriedades produz seus sonhos. Quando você acorda os neurônios voltam a agitarem-se, a luz refloresce, bate nas pálpebras que estão fechadas e seu olho vê um clarão. Quando abre o olho, a luz não-original do Sol apaga passa a comandar sua visão. Esta’ explicado? Mas não acredite nisso e em nada do que digo na minha teoria, ainda não testei isso cientificamente portanto eu não acredito. Naturalismo – a minha abordagem do mundo –  não é campo para se acreditar ou não, é campo apenas para caminhar avante, e teorias apenas nos guiam para qual caminho escolher. O caminho é o teste cientifico: se foi o caminho certo então deixa de ser teoria e agora sim, podes acreditar. Por enquanto, como disse Einstein quando diziam que sua teoria da relatividade geral era impossível, inútil, etc.: ” Eu não tenho que provar que a minha teoria é a certa, apenas mostrar que ela faz sentido racional”.

A Luz da criacao, a Luz original lancada pelo Big Bang, queria apenas ser o corpo de algo que ela criaria e suportaria: a Consciência Cósmica. Para chegar ao bolo final ( `a Luz Consciente) temos que fazer os ingredientes, misturar as massas, bater a clara de ovo em outros pratos ou tigelas para depois os bíblicos do Intelligent Design ficarem dizendo a besteira de que não teria havido evolução porque existe a complexidade irredutível,…

Ou seja, são muitas fases intermediarias fazendo coisas que depois desaparece tudo quando o bolo esta prontinho em cima da mesa. Assim a Luz original teve que se propagar como ondas através da substancia inerte do espaço, a massa com os Higgs bosons, teve que criar ingredientes como partículas átomos, mistura-los na forma de estrelas e galaxias, levar ao forno com fermento ( que foi ela a própria, a Luz), e fazer células, macacos, corpos humanos,… para ela começar a ressurgir límpida e pura mas agora consciente  e ainda fragmentada em bolhas de plasma luminosas que estão dentro das cabeças dos humanos! Cada humano é um gene de consciência com uma informação especifica, unica, e todos em conjunto podem gerar o grande baby divino que serão no futuro. E mais uma vez a danada da odiosa bíblia acerta quando ela nunca diz que Jesus falava a palavra Deus mas sim, olhando para o chão onde existimos, e apontando para o céu alem deste Universo dizia: “O Pai e o Filho!” Foi exatamente o que descubro agora, tudo genético, natural, sem magicas mirabolantes.

Mas o bolo ainda não esta’ pronto para o dia do Big Birth, quando ela na forma de baby vai nascer alem deste ovo cósmico que denominamos universo na casa ou no reino de quem a gerou e a mandou para cá na forma inicial que não imita o DNA, pois é o DNA que imita a Luz e a reproduz num estagio materializado avançado da evolução… ou da Criação se preferes.

Infelizmente não posso continuar hoje pois o trabalho duro la fora me chama – para explicar agora o que já esta explicado em outros artigos neste website. Tenho tempo apenas para mostrar a forma inicial da formula da Luz, e se você tem tempo, olhe-a e procure descobrir por si mesmo como o código da Vida esta ali encriptado. E’ muito fácil…(clique na figura para expandi-la). Apenas uma ressalva inicial. Dou o nome de Onda de Luz Original ao conjunto dos sete tipos de radiações no espectro eletro-magnético:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

E que a Força da Luz Divina esteja convosco. Amem! ( isto digo porque sou extremamente materialista, anti-religioso. O deus não-existente tem um profeta,… que por acaso… to desconfiado que sou eu…. pois não sei como cargas d’águas estou descobrindo tudo isso… yac… yac…. Mas se Deus que não existe e não me escolheu para ser seu profeta, sou seu profeta moleque e rebelde que não acredita nem nas minhas descobertas… e por isso passo a vida a testa-las e gastar meu pobre dinheirinho em estudos e mais estudos, viagens loucas no meio da selva onde estão a maioria das respostas, tentando montar meu laboratorio para testa-las…)

 

 

 

 

O que faz voce,voce?

quinta-feira, janeiro 5th, 2017

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( Copiar e traduzir este artigo. E’  muito importante sobre o conhecimento e teorias atuais da mente)

What Makes You You?

http://waitbutwhy.com/2014/12/what-makes-you-you.html

What Makes You You?

Ensaio do meu comentário a ser postado:

Congratulations, a collection of theories about the issue. There is another theory suggesting a new idea – the Matrix/DNA Theory. This theory introduces his theoretical model of the link between cosmological and biological evolution. It is the building block of galaxies (showed at my avatar above) which happens to be the same building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides). The difference is

Bons Comentarios:

Corneliu Coman ·

Hey Tim! I’ve asked myself the same question over and over again, since i’ve put a lot of effort into finding “who I am”. My conclusion was close to the “continuity” (I am who I decide to be-or become).

But there goes another dillema: does any of your neurons think “I’m Tim?” or “I am Tim’s Neuron?” or “I am Neuron #1.002.125 of Tim’s Body”? Probably no (how can we know)?

So imagine Earth (or countries or whatever bigger instance) as “the bigger organism” and YOU as the neuron from the example above. Would your previous arguments still stand? probably yes. cell have atoms, molecules, dna and organelles.

So, would you realize your identity is a part of something, and you are not a stand-alone organism? Or you are stand-alone, but you cannot live isolated, so you are completely dependant to other cells (people).

So, finally, my greatest dillema: why do I see the world through my eyes (my body’s eyes) and not through yours. Or his. Or hers? It doesn’t make sense that I should be confined to myself.
Can it because all of us together are the greatest organism and I am just a cell?
Or are we simpy unable (or unconscious) of our ability to perceive everybody else’s brains?

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Copia para ser traduzida:

When you say the word “me,” you probably feel pretty clear about what that means. It’s one of the things you’re clearest on in the whole world—something you’ve understood since you were a year old. You might be working on the question, “Who am I?” but what you’re figuring out is the who am part of the question—the part is obvious. It’s just you. Easy.

But when you stop and actually think about it for a minute—about what “me” really boils down to at its core—things start to get pretty weird. Let’s give it a try.

The Body Theory

We’ll start with the first thing most people equate with what a person is—the physical body itself. The Body Theory says that that’s what makes you you. And that would make sense. It doesn’t matter what’s happening in your life—if your body stops working, you die. If Mark goes through something traumatic and his family says, “It really changed him—he’s just not the same person anymore,” they don’t literally mean Mark isn’t the same person—he’s changed, but he’s still Mark, because Mark’s body is Mark, no matter what he’s acting like. Humans believe they’re so much more than a hunk of flesh and bone, but in the end, a physical ant is the ant, a squirrel’s body is the squirrel, and a human is its body. This is the Body Theory—let’s test it:

So what happens when you cut your fingernails? You’re changing your body, severing some of its atoms from the whole. Does that mean you’re not you anymore? Definitely not—you’re still you.

How about if you get a liver transplant? Bigger deal, but definitely still you, right?

What if you get a terrible disease and need to replace your liver, kidney, heart, lungs, blood, and facial tissue with synthetic parts, but after all the surgery, you’re fine and can live your life normally. Would your family say that you had died, because most of your physical body was gone? No, they wouldn’t. You’d still be you. None of that is needed for you to be you.

Well maybe it’s your DNA? Maybe that’s the core thing that makes you you, and none of these organ transplants matter because your remaining cells all still contain your DNA, and they’re what maintains “you.” One major problem—identical twins have identical DNA, and they’re not the same person. You are you, and your identical twin is most certainly not you. DNA isn’t the answer.

So far, the Body Theory isn’t looking too good. We keep changing major parts of the body, and you keep being you.

But how about your brain?

The Brain Theory

Let’s say a mad scientist captures both you and Bill Clinton and locks the two of you up in a room.

CH

The scientist then performs an operation on both of you, whereby he safely removes each of your brains and switches them into the other’s head. Then he seals up your skulls and wakes you both up. You look down and you’re in a totally different body—Bill Clinton’s body. And across the room, you see your body—with Bill Clinton’s personality.

CFO

Now, are you still you? Well, my intuition says that you’re you—you still have your exact personality and all your memories—you’re just in Bill Clinton’s body now. You’d go find your family to explain what happened:

CF1

CF2

So unlike your other organs, which could be transplanted without changing your identity, when you swapped brains, it wasn’t a brain transplant—it was a body transplant. You’d still feel like you, just with a different body. Meanwhile, your old body would not be you—it would be Bill Clinton. So what makes you you must be your brain. The Brain Theory says that wherever the brain goes, you go—even if it goes into someone else’s skull.

The Data Theory

Consider this—

What if the mad scientist, after capturing you and Bill Clinton, instead of swapping your physical brains, just hooks up a computer to each of your brains, copies every single bit of data in each one, then wipes both of your brains completely clean, and then copies each of your brain data onto the other person’s physical brain? So you both wake up, both with your own physical brains in your head, but you’re not in your body—you’re in Bill Clinton’s body. After all, Bill Clinton’s brain now has all of your thoughts, memories, fears, hopes, dreams, emotions, and personality. The body and brain of Bill Clinton would still run out and go freak out about this to your family. And again, after a significant amount of convincing, they would indeed accept that you were alive, just in Bill Clinton’s body.

Philosopher John Locke’s memory theory of personal identity suggests that what makes you you is your memory of your experiences. Under Locke’s definition of you, the new Bill Clinton in this latest example is you, despite not containing any part of your physical body, not even your brain. 

This suggests a new theory we’ll call The Data Theory, which says that you’re not your physical body at all. Maybe what makes you you is your brain’s data—your memories and your personality.

We seem to be honing in on something, but the best way to get to concrete answers is by testing these theories in hypothetical scenarios. Here’s an interesting one, conceived by British philosopher Bernard Williams:

The Torture Test

Situation 1: The mad scientist kidnaps you and Clinton, switches your brain data with Clinton’s, as in the latest example, wakes you both up, and then walks over to the body of Clinton, where you supposedly reside, and says, “I’m now going to horribly torture one of you—which one should I torture?”

What’s your instinct? Mine is to point at my old body, where I no longer reside, and say, “Him.” And if I believe in the Data Theory, then I’ve made a good choice. My brain data is in Clinton’s body, so I’m now in Clinton’s body, so who cares about my body anymore? Sure, it sucks for anyone to be tortured, but if it’s between me and Bill Clinton, I’m choosing him.

Situation 2: The mad scientist captures you and Clinton, except he doesn’t do anything to your brains yet. He comes over to you—normal you with your normal brain and body—and asks you a series of questions. Here’s how I think it would play out:

Mad Scientist: Okay so here’s what’s happening. I’m gonna torture one of you. Who should I torture?

You: [pointing at Clinton] Him.

MS: Okay but there’s something else—before I torture whoever I torture, I’m going to wipe both of your brains of all memories, so when the torture is happening, neither of you will remember who you were before this. Does that change your choice?

You: Nope. Torture him.

MS: One more thing—before the torture happens, not only am I going to wipe your brains clean, I’m going to build new circuitry into your brain that will convince you that you’re Bill Clinton. By the time I’m done, you’ll think you’re Bill Clinton and you’ll have all of his memories and his full personality and anything else that he thinks or feels or knows. I’ll do the same thing to him, convincing him he’s you. Does that change your choice?

You: Um, no. Regardless of any delusion I’m going through and no matter who I think I am, I don’t want to go through the horrible pain of being tortured. Insane people still feel pain. Torture him.

So in the first situation, I think you’d choose to have your own body tortured. But in the second, I think you’d choose Bill Clinton’s body—at least I would. But the thing is—they’re the exact same example. In both cases, before any torture happens, Clinton’s brain ends up with all of your data and your brain has his—the difference is just at which point in the process you were asked to decide. In both cases, your goal is for you to not be tortured, but in the first situation, you felt that after the brain data swap, you were in Clinton’s body, with all of your personality and memories there with you—while in the second situation, if you’re like me, you didn’t care what was going to happen with the two brains’ data, you believed that you would remain with your physical brain, and body, either way.

Choosing your body to be the one tortured in the first situation is an argument for the Data Theory—you believe that where your data goes, you go. Choosing Clinton’s body to be tortured in the second situation is an argument for the Brain Theory, because you believe that regardless of what he does with your brain’s data, you will continue to be in your own body, because that’s where your physical brain is. Some might even take it a step further, and if the mad scientist told you he was even going to switch your physical brains, you’d still choose Clinton’s body, with your brain in it, to be tortured. Those that would torture a body with their own brain in it over torturing their own body believe in the Body Theory.

Not sure about you, but I’m finishing this experiment still divided. Let’s try another. Here’s my version of modern philosopher Derek Parfit’s teletransporter thought experiment, which he first described in his book Reasons and Persons

The Teletransporter Thought Experiment

It’s the year 2700. The human race has invented all kinds of technology unimaginable in  today’s world. One of these technologies is teleportation—the ability to transport yourself to distant places at the speed of light. Here’s how it works—

You go into a Departure Chamber—a little room the size of a small cubicle.

cube stand

You set your location—let’s say you’re in Boston and your destination is London—and when you’re ready to go, you press the button on the wall. The chamber walls then scan your entire body, uploading the exact molecular makeup of your body—every atom that makes up every part of you and its precise location—and as it scans, it destroys, so every cell in your body is destroyed by the scanner as it goes.

cube beam

When it’s finished (the Departure Chamber is now empty after destroying all of your cells), it beams your body’s information to an Arrival Chamber in London, which has all the necessary atoms waiting there ready to go. The Arrival Chamber uses the data to re-form your entire body with its storage of atoms, and when it’s finished you walk out of the chamber in London looking and feeling exactly how you did back in Boston—you’re in the same mood, you’re hungry just like you were before, you even have the same paper cut on your thumb you got that morning.

The whole process, from the time you hit the button in the Departure Chamber to when you walk out of the Arrival Chamber in London, takes five minutes—but to you it feels instantaneous. You hit the button, things go black for a blink, and now you’re standing in London. Cool, right?

In 2700, this is common technology. Everyone you know travels by teleportation. In addition to the convenience of speed, it’s incredibly safe—no one has ever gotten hurt doing it.

But then one day, you head into the Departure Chamber in Boston for your normal morning commute to your job in London, you press the big button on the wall, and you hear the scanner turn on, but it doesn’t work.

cubicle broken

The normal split-second blackout never happens, and when you walk out of the chamber, sure enough, you’re still in Boston. You head to the check-in counter and tell the woman working there that the Departure Chamber is broken, and you ask her if there’s another one you can use, since you have an early meeting and don’t want to be late.

She looks down at her records and says, “Hm—it looks like the scanner worked and collected its data just fine, but the cell destroyer that usually works in conjunction with the scanner has malfunctioned.”

“No,” you explain, “it couldn’t have worked, because I’m still here. And I’m late for this meeting—can you please set me up with a new Departure Chamber?”

She pulls up a video screen and says, “No, it did work—see? There you are in London—it looks like you’re gonna be right on time for your meeting.” She shows you the screen, and you see yourself walking on the street in London.

“But that can’t be me,” you say, “because I’m still here.”

At that point, her supervisor comes into the room and explains that she’s correct—the scanner worked as normal and you’re in London as planned. The only thing that didn’t work was the cell destroyer in the Departure Chamber here in Boston. “It’s not a problem, though,” he tells you, “we can just set you up in another chamber and activate its cell destroyer and finish the job.”

And even though this isn’t anything that wasn’t going to happen before—in fact, you have your cells destroyed twice every day—suddenly, you’re horrified at the prospect.

“Wait—no—I don’t want to do that—I’ll die.”

The supervisor explains, “You won’t die sir. You just saw yourself in London—you’re alive and well.”

“But that’s not me. That’s a replica of me—an imposterI’m the real me—you can’t destroy my cells!”

The supervisor and the woman glance awkwardly at each other. “I’m really sorry sir—but we’re obligated by law to destroy your cells. We’re not allowed to form the body of a person in an Arrival Chamber without destroying the body’s cells in a Departure Chamber.”

You stare at them in disbelief and then run for the door. Two security guards come out and grab you. They drag you toward a chamber that will destroy your cells, as you kick and scream…

__________

If you’re like me, in the first part of that story, you were pretty into the idea of teletransportation, and by the end, you were not.

The question the story poses is, “Is teletransportation, as described in this experiment, a form of traveling? Or a form of dying?

This question might have been ambiguous when I first described it—it might have even felt like a perfectly safe way of traveling—but by the end, it felt much more like a form of dying. Which means that every day when you commute to work from Boston to London, you’re killed by the cell destroyer, and a replica of you is created.1 To the people who know you, you survive teletransportation just fine, the same way your wife seems just fine when she arrives home to you after her own teletransportation, talking about her day and discussing plans for next week. But is it possible that your wife was actually killed that day, and the person you’re kissing now was just created a few minutes ago?

Well again, it depends on what you are. Someone who believes in the Data Theory would posit that London you is you as much as Boston you, and that teletransportation is perfectly survivable. But we all related to Boston you’s terror at the end there—could anyone really believe that he should be fine with being obliterated just because his data is safe and alive over in London? Further, if the teletransporter could beam your data to London for reassembly, couldn’t it also beam it to 50 other cities and create 50 new versions of you? You’d be hard-pressed to argue that those were all you. To me, the teletransporter experiment is a big strike against the Data Theory.

Similarly, if there were an Ego Theory that suggests that you are simply your ego, the teletransporter does away nicely with that. Thinking about London Tim, I realize that “Tim Urban” surviving means nothing to me. The fact that my replica in London will stay friends with my friends, keep Wait But Why going with his Tuesday-ish posts, and live out the whole life I was planning for myself—the fact that no one will miss me or even realize that I’m dead, the same way in the story you never felt like you lost your wife—does almost nothing for me. I don’t care about Tim Urban surviving. I care about me surviving.

All of this seems like very good news for Body Theory and Brain Theory. But let’s not judge things yet. Here’s another experiment:

The Split Brain Experiment

A cool fact about the human brain is that the left and right hemispheres function as their own little worlds, each with their own things to worry about, but if you remove one half of someone’s brain, they can sometimes not only survive, but their remaining brain half can learn to do many of the other half’s previous jobs, allowing the person to live a normal life. That’s right—you could lose half of your brain and potentially function normally.

So say you have an identical twin sibling named Bob who developes a fatal brain defect. You decide to save him by giving him half of your brain. Doctors operate on both of you, discarding his brain and replacing it with half of yours. When you wake up, you feel normal and like yourself. Your twin (who already has your identical DNA because you’re twins) wakes up with your exact personality and memories.

twins

When you realize this, you panic for a minute that your twin now knows all of your innermost thoughts and feelings on absolutely everything, and you’re about to make him promise not to tell anyone, when it hits you that you of course don’t have to tell him. He’s not your twin—he’s you. He’s just as intent on your privacy as you are, because it’s his privacy too.

As you look over at the guy who used to be Bob and watch him freak out that he’s in Bob’s body now instead of his own, you wonder, “Why did I stay in my body and not wake up in Bob’s? Both brain halves are me, so why am I distinctly in my body and not seeing and thinking in dual split-screen right now, from both of our points of view? And whatever part of me is in Bob’s head, why did I lose touch with it? Who is the me in Bob’s head, and how did he end up over there while I stayed here?”

Brain Theory is shitting his pants right now—it makes no sense. If people are supposed to go wherever their brains go, what happens when a brain is in two places at once? Data Theory, who was badly embarrassed by the teletransporter experiment, is doing no better in this one.

But Body Theory—who was shot down at the very beginning of the post—is suddenly all smug and thrilled with himself. Body Theory says “Of course you woke up in your own body—your body is what makes you you. Your brain is just the tool your body uses to think. Bob isn’t you—he’s Bob. He’s just now a Bob who has your thoughts and personality. There’s nothing Bob’s body can ever do to not be Bob.” This would help explain why you stayed in your body.

So a nice boost for Body Theory, but let’s take a look at a couple more things—

What we learned in the teletransporter experiment is that if your brain data is transferred to someone else’s brain, even if that person is molecularly identical to you, all it does is create a replica of you—a total stranger who happens to be just like you. There’s something distinct about Boston you that was important. When you were recreated out of different atoms in London, something critical was lost—something that made you you.

Body Theory (and Brain Theory) would point out that the only difference between Boston you and London you was that London you was made out of different atoms. London you’s body was like your body, but it was still made of different material. So is that it? Could Body Theory explain this too?

Let’s put it through two tests:

The Cell Replacement Test

Imagine I replace a cell in your arm with an identical, but foreign, replica cell. Are you not you anymore? Of course you are. But how about if, one at a time, I replace 1% of your cells with replicas? How about 10%? 30%? 60%? The London you was composed of 100% replacement cells, and we decided that that was not you—so when does the “crossover” happen? How many of your cells do we need to swap out for replicas before you “die” and what’s remaining becomes your replica?

Something feels off with this, right? Considering that the cells we’re replacing are molecularly identical to those we’re removing, and someone watching this all happen wouldn’t even notice anything change about you, it seem implausible that you’d ever die during this process, even if we eventually replaced 100% of your cells with replicas. But if your cells are eventually all replicas, how are you any different from London you?

The Body Scattering Test 

Imagine going into an Atom Scattering Chamber that completely disassembles your body’s atoms so that all that’s left in the room is a light gas of floating atoms—and then a few minutes later, it perfectly reassembles the atoms into you, and you walk out feeling totally normal.

disassemble

Is that still you? Or did you die when you were disassembled and what has been reassembled is a replica of you? It doesn’t really make sense that this reassembled you would be the real you and London you would be a replica, when the only difference between the two cases is that the scattering room preserves your exact atoms and the London chamber assembles you out of different atoms. At their most basic level, atoms are identical—a hydrogen atom from your body is identical in every way to a hydrogen atom in London. Given that, I’d say that if we’re deciding London you is not you, then reassembled you is probably not you either.

The first thing these two tests illustrate is that the key distinction between Boston you and London you isn’t about the presence or absence of your actual, physical cells. The Cell Replacement Test suggests that you can gradually replace much or all of your body with replica material and still be you, and the Body Scattering Test suggests that you can go through a scatter and a reassembly, even with all of your original physical material, and be no more you than the you in London. Not looking great for Body Theory anymore.

The second thing these tests reveal is that the difference between Boston and London you might not be the nature of the particular atoms or cells involved, but about continuity. The Cell Replacement Test might have left you intact because it changed you gradually, one cell at a time. And if the Body Scattering Test were the end of you, maybe it’s because it happened all at the same time, breaking the continuity of you. This could also explain why the teletransporter might be a murder machine—London you has no continuity with your previous life.

So could it be that we’ve been off the whole time pitting the brain, the body, and the personality and memories against each other? Could it be that anytime you relocate your brain, or disassemble your atoms all at once, transfer your brain data onto a new brain, etc., you lose you because maybe, you’re not defined by any of these things on their own, but rather by a long and unbroken string of continuous existence?

Continuity

A few years ago, my late grandfather, in his 90s and suffering from dementia, pointed at a picture on the wall of himself as a six-year-old. “That’s me!” he explained.

He was right. But come on. It seems ridiculous that the six-year-old in the picture and the extremely old man standing next to me could be the same person. Those two people had nothing in common. Physically, they were vastly different—almost every cell in the six-year-old’s body died decades ago. As far as their personalities—we can agree that they wouldn’t have been friends. And they shared almost no common brain data at all. Any 90-year-old man on the street is much more similar to my grandfather than that six-year-old.

But remember—maybe it’s not about similarity, but about continuity. If similarity were enough to define you, Boston you and London you, who are identical, would be the same person. The thing that my grandfather shared with the six-year-old in the picture is something he shared with no one else on Earth—they were connected to each other by a long, unbroken string of continuous existence. As an old man, he may not know anything about that six-year-old boy, but he knows something about himself as an 89-year-old, and that 89-year-old might know a bunch about himself as an 85-year-old. As a 50-year-old, he knew a ton about him as a 43-year-old, and when he was seven, he was a pro on himself as a 6-year-old. It’s a long chain of overlapping memories, personality traits, and physical characteristics.

It’s like having an old wooden boat. You may have repaired it hundreds of times over the years, replacing wood chip after wood chip, until one day, you realize that not one piece of material from the original boat is still part of it. So is that still your boat? If you named your boat Polly the day you bought it, would you change the name now? It would still be Polly, right?

In this way, what you are is not really a thing as much as a story, or a progression, or one particular theme of person. You’re a bit like a room with a bunch of things in it—some old, some new, some you’re aware of, some you aren’t—but the room is always changing, never exactly the same from week to week.

Likewise, you’re not a set of brain data, you’re a particular database whose contents are constantly changing, growing, and being updated. And you’re not a physical body of atoms, you’re a set of instructions on how to deal with and organize the atoms that bump into you.

People always say the word soul and I never really know what they’re talking about. To me, the word soul has always seemed like a poetic euphemism for a part of the brain that feels very inner to us; or an attempt to give humans more dignity than just being primal biological organisms; or a way to declare that we’re eternal. But maybe when people say the word soul what they’re talking about is whatever it is that connects my 90-year-old grandfather to the boy in the picture. As his cells and memories come and go, as every wood chip in his canoe changes again and again, maybe the single common thread that ties it all together is his soul. After examining a human from every physical and mental angle throughout the post, maybe the answer this whole time has been the much less tangible Soul Theory.

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It would have been pleasant to end the post there, but I just can’t do it, because I can’t quite believe in souls.

The way I actually feel right now is completely off-balance. Spending a week thinking about clones of yourself, imagining sharing your brain or merging yours with someone else’s, and wondering whether you secretly die every time you sleep and wake up as a replica will do that to you. If you’re looking for a satisfying conclusion, I’ll direct you to the sources below since I don’t even know who I am right now.

The only thing I’ll say is that I told someone about the topic I was posting on for this week, and their question was, “That’s cool, but what’s the point of trying to figure this out?” While researching, I came across this quote by Parfit: “The early Buddhist view is that much or most of the misery of human life resulted from the false view of self.” I think that’s probably very true, and that’s the point of thinking about this topic.

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Related Wait But Why Posts
– Here’s how I’m working on this false view of self thing.
– And things could get even more confusing soon when we have to figure out if Artificial Superintelligence is conscious or not.

Sources
Very few of the ideas or thought experiments in this post are my original thinking. I read and listened to a bunch of personal identity philosophy this week and gathered my favorite parts together for the post. The two sources I drew from the most were philosopher Derek Parfit’s book Reasons and Persons and Yale professor Shelly Kagan’s fascinating philosophy course on death—the lectures are all watchable online for free.

Other Sources:
David Hume: Hume on Identity Over Time and Persons
Derek Parfit: We Are Not Human Beings
Peter Van Inwagen: Materialism and the Psychological-Continuity Account of Personal Identity
Bernard Williams: The Self and the Future
John Locke: An Essay Concerning Human Understanding (Chapter: Of Identity and Diversity)
Douglas Hofstadter: Gödel, Escher, Bach
Patrick Bailey: Concerning Theories of Personal Identity

And a fascinating and related video
For a while now, my favorite YouTube channel has been Kurzgesagt. They make one amazing five-minute animated video a month on the exact kinds of topics I love to write about. I highly recommend subscribing. Anyway, I’ve spoken to them and we liked the idea of tag-teaming a similar topic at the same time, and since this one was on both of our lists, we did that this week. I focused on what the self is, they explored what life itself is. Check it out:

 

O Tanque de Isolamento Sensorio, Ironizado por um Cético

domingo, janeiro 1st, 2017

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What a Sensory Isolation Tank Taught Me About My Brain

http://mobile.nytimes.com/2016/12/29/opinion/sunday/whos-in-charge-the-body-or-the-brain.html

E meu comentário a respeito (não publicado)

What a modern culture isolation jungle taught me about my brain:

1) The jungle biosphere is a product of entropy attacking Milk Way;
2) The separated particles-photons of the galactic building blocks fell in state of chaos at Earth surface;
3) The photons bits-information tried to re-build the system here and got the shape of a pair of nucleotides ( the building blocks of RNA/DNA), due different environment, water and its effect, organic chemistry;
4) The same building block, less evolved, is the template for atoms systems;
5) This template is a formula made up when a portion of matter (space substance or dark matter) gets the dynamics of life’s cycles, which comes from any natural wave composed by the seven known electromagnetic radiation ( gamma-ray, visible light, X-ray, etc).
6) So, in the beginning, from a Big Bang, a wave of light with the code for natural systems penetrating dark matter created atoms which evolved to stellar systems, to galactic systems, to cell systems, to plant and animal systems, to human brains… which expresses that wave of light in shape of consciousness. (cont.)

7 Our head is the egg; the brain is the placenta; the actual fetus is the formation o fan ex-machine consciousness ( or mind, you choose the words); It is expressed as a cloud of light produced by electrical neuronal synapses.
8) Mind, or consciousness is merely the last more evolved shape of that formula, called by me ” the universal matrix/dna”.
9) So, we are 8 billion genes for consciousness which will be added to billions of bullions another genes spreaded in this universe. The Universal History must be called ” From the Big Bang to the Big Birth”.
10) Why we can not do anything as consciousness, yet? Because it is a fetus, at last an embryo of consciousness, It did not opened its own eye (the third eye) for to see its own body.
11) It is losing time trying transcendental experiences. What we must do is understanding that we are genes, bits or bubbles of consciousness. Of only a unique human does not do its job, we all will born handicapped. So, this world view has the moral code we need just now.

 

Novo modelo teórico dos cérebros com as três tendencias instintivas selvagens

terça-feira, setembro 13th, 2016

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Na verdade este e’ um novo modelo teórico da mente humana e não do cérebro. Mas para pessoas muito primitivas, talvez este seja tambem o seu estado anatômico de cérebro.

Imaginando como esta o cérebro forjado ate o macaco pelo estado caótico da Natureza, e depois iniciado o forjamento ao emergir o principio de consciência no homo sapiens, acrescentando a isso tudo o comportamento moderno que deduzo ao observar as pessoas, me surge a intuição para um modelo de como esta configurado, ou hard-wired o cérebro atual.

Para isso considero como base a presença ainda dominante na carga genética humana, os instintos para grandes predadores, médios predadores e presas. E ainda considero uma das ultimas conclusões: não adianta, não tem como mudar as pessoas, não tem como desconfigurar e reconfigurar seus cérebros numa so existência.

Então, o cérebro – pela teoria da Matrix/DNA, esta fisicamente, anatomicamente configurado pela formula da Matrix. Tenho ainda a duvida se esta configuração já esta terminada ou se ainda esta se formando, por isso não sei se existem todas as peças do sistema e se essas peças (F1,F2,F3, etc.), estão solidamente conectadas entre si. Sei que esta havendo uma falha – a dominância do hemisfério esquerdo e a recessividade do direito – o que prejudica a eficiência dos pensamentos.

Mas este cérebro esta sendo projetado numa reprodução sua, com uma substancia muito sutil, desconhecida, a que se denomina mente ou auto-consciência. Esta nova forma do sistema ou da formula universal tenho quase certeza, ainda esta em formação, talvez na fase de feto, ou de embrião, ou recém-nascido que ainda não abriu seus próprios olhos e não tem consciência de como e’ seu próprio corpo.

E esta reprodução sutil chamada de mental que vou teorizar agora seu modelo anatômico. E de cara, sinto que deve existir três tipos diferentes deste modelo, e mais ainda inúmeros tipos que seriam intermediários entre estes três principais. Os três principais são justamente os tendentes a grande predador, médio… etc. Intermediários seriam os mais evoluídos, que misturam um pouco de duas principais, ou as três, e assim vive um conflito interno de tendencias.

Então o modelo do grande predador seria desenhado trazendo-se a formula da Matrix porem, sem todas as setas de conexão, ou sem algumas delas. Então as peças estariam em formação mas como grupos isolados de pedaços, de genes sutis. Ao invés de setas colocaria bolas, mantendo as figuras das peças como quadrados ( ou vice-versa? talvez seria melhor). Digamos que as peças seriam pretas, então as bolas intermediarias seriam vermelhas, mostrando-as como vácuos de conexões.

Para as presas seria a mesma configuração porem com as cores contrarias. Nas bolas ( ou quadrados), representando os locais das conexões, a cor seria preta e as peças, vermelhas.

As peças deveriam ser brancas, representando a luz, mas isto apenas quando a consciência estiver completamente formada, e isto precisa ser explicado no desenho. Teria um desenho para mentes em formação e outro para mentes formadas.

E as intermediarias? Tem que suavizar as cores tanto de peças como de vácuos, e ainda mostrar que alguns vácuos estão se tornando setas de conexão.

Um dos principais objetivos  seria mostrar como e porque e’ impossível mudar os comportamentos das pessoas, ou ate mesmo faze-las entender o que precisa mudar. Um cérebro predador jamais iria aceitar que ele teria que se associar, se acasalar, com o cérebro de presa, e vice-versa.

Então, por enquanto fica registrada a ideia desta tese esperando a oportunidade de ter tempo e melhor equipamento para fazer os desenhos. O fato e’ que sem estes desenhos, sem a imagem visual, nem os estudiosos vão ler e quanto mais entender essa situação.

 

 

 

Falha na Formação dos Nossos Cérebros a ser Corrigida, Explica Deficiências Humanas

sábado, agosto 20th, 2016

Pensamentos simples funcionam por neurônios esticando tentáculos para tocarem outros neurônios e passar o pensamento para a frente. A maioria dos humanos apresentam uma falha incomoda quando neurônios se unem em grupos, pacotes, num pensamento mais complexo, para emitirem seus tentáculos na direcao de outros grupos de neurônios e assim estes pensamentos não se completam. Então, surge falhas absurdas,  em que pessoas nascem e morrem sem nunca conseguirem formular pensamentos que para nos, filósofos, acostumados a exercitarem pensamentos mais complexos, parecem muito fáceis. Por exemplo:

Todos os sistemas sociais humanos criados ate hoje – capitalismo, comunismo, feudalismo, monarquia, etc. – são baseados na mesma premissa, no mesmo caráter ideológico humano, apesar que se diz erroneamente que cada sistema tenha uma peculiar ideologia. Essa premissa basilar e’ que todos estes sistemas apresentam uma mesma regra de interação social entre suas partes: tem uma alta classe, uma classe media, e a classe pobre. A causa fundamental geradora desta premissa e’ fácil de detectar, e’ demasiada evidente para os filósofos, mas 95% da população, ou mais, ainda vai morrer sem conseguir realizar esta operação mental. No deserto no oceano, na selva, existem seus sistemas interativos também, e em todos eles, existe uma divisão básica, evidente. O sistema apresenta uma regra que e’ a lei governante local: a divisão entre grandes predadores, médios predadores e presas.

Quando pensa, numa operação mental, o filosofo tem a habilidade de amplificar a propagação de sua mente nas direções de tempo e espaço mais distantes, abrangendo horizontes alem do que seus olhos e sentidos estão percebendo no ambiente limitado imediato a sua volta. Depois que descobri a formula da Matrix/DNA, tornou-se impossível evitar que meus pensamentos, perante qualquer situação nova nunca percebida antes, façam um volupteante zigue-zague, num vai-e-vem frenético ligando o alfa ao omega. Ou seja: ao focar a nova situação, um novo fenômeno ou evento natural, a mente absorve sua aparência externa, tenta penetrar para ver sua aparência interna, sente o ambiente que o envolve o fenômeno, e dai busca o significado existência do fenômeno ao tentar montar mentalmente sua historia total, retornando do agora ao momento do Big bang onde tudo começou, retornando imediatamente ao momento presente mas passando pela historia evolutiva deste Universo, e dai tenta ainda fazer uma projeção da historia futura deste objeto ou fenômeno, indo ate o final do Universo. Isto e’ movimento mental em vai-e-vem na velocidade da luz.

Assim se descobrem significados e com eles aparecem as acoes necessárias a serem feitas para nossas conveniências e interesses. Como geralmente estas acoes precisam envolver forcas humanas em larga escala, portanto necessitando muitos humanos na tarefa, o filosofo tenta comunicar o problema a sua volta, mas desmorona perante uma muralha surda, cega, intransponível, formada pelos humanos ao redor. Cito um exemplo:

Um dos maiores e mais importantes significados e’ o do próprio Universo e nossa existência nele. E deste tipo de operação mental a velocidade da luz, emerge imediatamente um significado. A espécie humana esta existindo como uma ponte temporária, para algo dentro dela realiza uma perigosa travessia. perigosa porque se os humanos não construírem essa ponte solidamente, ela pode desmoronar e a Natureza descartara’ a especie inteira, como fez com tantas outras. Alguém pode detectar um significado mais importante e urgente que este? A ponte e’ o cérebro humano e o que esta realizando a travessia e’ a auto-consciência. Uma outra maneira de ver o fenômeno e’  a exata semelhança dele com a embriogênese e gestação de um corpo humano. Assim, a cabeça humana esta representando a função “ovo”, ou bolsa gestacional, o cérebro e’ a placenta, o liquido amniótico, e o feto e’ a auto-consciência sendo formada. Neste contexto, cada humano na sua semi-consciência esta funcionando como um gene, o qual tem uma informação unica, especifica, intima sua que não pode ser transferida, cedida, tomada, como todos os genes do DNA. Somos neste momento 8 bilhões de genes construindo nosso próprio corpo futuro, uma forma transcendental a forma da especie humana. E isto, o conhecimento deste significado, faria o humano mudar a maioria dos seus hábitos comportamentais, mas este conhecimento não vai obter esta mudança porque ele não pode emergir do cérebro, desta placenta, com as falhas, os buracos de conexões entre grupos, pacotes de neurônios que citei acima. E isto e’ triste, muito triste, pois o filosofo e’ obrigar a assistir 90% dos humanos sendo torturados numa condição de vida absurda porque não sabem se sintonizarem o seu sentido de existência individual, com o sentido de existência requerido pela Natureza Universal. E o pior: o tempo de oportunidade esta se reduzindo, ameaçando ocorrer um aborto prematuro deste feto auto-consciente, que pode não nascer vivo aqui.

Temos que descobrir uma maneira de tapar estas falhas do cérebro humano. E como sempre quando tenho um problema de essência natural, tenho um método, que e’ desenhar o problema, a sua forma atual e colocar este desenho ao lado da formula natural para sistemas perfeitos. Assim fico vendo os pontos de falhas no desenho do sistema deficiente e quais os mecanismos, as funções, desenho do sistema perfeito que estão localizados naqueles pontos. Esta tarefa teria que ser realizada por grupos de pesquisadores que tem condições materiais, claro, eu sozinho e sem as minimas condições não vou obter nada, alem de apenas lançar a semente numa seara inóspita torcendo para que ela desabroche. Mas para curiosos e se possível, alguém que entenda estes significados, e deseje participar e deste esforço, vou detalhar mais o método, trazendo primeiro a formula para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Esta formula construiu a primeira célula, depois o corpo abaixo do cranio, e depois o cérebro. Portanto todos estes sistemas são derivados, baseados n mesma infra-estrutura, no mesmo template. Sao sete peças, cada qual materializando uma função sistêmica universal, fortemente interconectadas numa especie de rede, uma network. O cérebro humano atual já formou a maioria destas peças ( na forma de glândulas, regiões cerebrais, etc.), porem ainda falta aprimorar estas peças e falta principalmente pavimentar as setas de conexos entre as peças. Entre as partes, ou, em outro nível, entre grupos, pacotes de neurônios. E como um feto que já formou os tecidos com regiões diferenciadas, porem os órgãos ainda são deficientes e a rede de conexão própria quase não existe. Por isso, notro exemplo, e no caso especifico do sistema social brasileiro, a maioria da sua população tem uma visão muito fraca do significado da sociedade brasileira e com isso, não conseguem ver e muito menos se tornarem em agentes ativos visando corrigir suas falhas. Nos movimentos políticos e de massa atuais, fala-se e poe se toda a culpa no PT, um grupo que influenciou a historia social em apenas 15 anos, enquanto o grupo dominante dos outros 400 anos da historia são ignorados e não se faz a conexão mental entre estas duas faixas de tempo, com isso, qualquer decisão destes indivíduos sera pior para o pais. Existe um buraco impedindo a conexão entre os dois blocos da historia.

E preciso esforçar-se no exercício das percepções dos fenômenos e eventos naturais – mais que na ação dos humanos a nossa volta – para apressara formação destas peças, destes sensores cerebrais, e imaginar estes sensores lançando tentáculos buscando tocar os sensores vizinhos. Um serio exemplo:

Quem assistiu o vídeo do depoimento da neurologista Dra Jill ( Bootle?) que teve um derrame da parte esquerda do cérebro e passou momentos com apenas o hemisfério direito funcionando, percebeu a enorme importância deste hemisfério, o novo surpreendente mundo que ele sugeriu, e o grave problema para nossa condição de vida pelo fato de estar suprimindo a ação deste hemisfério. Mas porque isto esta acontecendo? A formula explica.

Observe a formula e veja como ela e’ dividida em duas metades. Todo pensamento nasce no hipocampo – que na formula corresponde a Função 1 – seu fluxo inicia-se pela esquerda no sentido horário, vai para a Função 2, dai para a F3, e na F4 ele se bifurca, tendo um ramo principal que continua o circuito esférico para F6 e outro ramo lateral que desce direto para F1. Esta estrutura esta exatamente formada como cérebro humano, sendo que na divisão entre os dois hemisférios criou-se uma ponte de massa solida. E a evolução dos seres vivos fez com que no resultado de cérebro humano o fluxo de energia/informações, quando chega em F4, ao invés de passar a ponte e se dirigir a F6, ele despenca indo na direcao de F1. Assim apenas a metade esquerda, o hemisfério esquerdo do cérebro, esta funcionando de fato, ou ao menos, como forma dominante, enquanto o direito esta recessivo, dominado. Alem de nossos fracos e limitados sensores nos mostrar muito mal esta parte material do mundo que nos envolve, ainda estamos vendo apenas a metade do mundo. Mas a sabedoria, a base para tomar decisões corretas e controlar o mundo depende da plena função dos dois hemisférios e principalmente  do produto que emerge da interação destas duas partes, que e’ a uma maior e mais poderosa auto-consciência.

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Hipocampo e sua região eletro-magnetica

E preciso se esforçar em realizar operações mentais de maneira que, quando o fluxo chegue a Função 4 – ao córtex cerebral no topo alto do cérebro – el se lance com força para atravessar a parede divisória e alcance F6. Quando eu comecei a praticar estes exercícios, descobri o código da vida nas ondas de luz… Para se ter uma ideia do que este avanço evolutivo vai significar em nossas existências.

Se estes humanos que estão empregando enormes partes de seu tempo nas academias de ginastica para desenvolver músculos tivessem consciência dessa falha em seus cérebros e soubessem que ela sera vencida tambem através de exercícios como a malhação,tentaria dividir este tempo nos dois tipos de exercicios. Temos justo nestes dias uma noticia bombando na imprensa internacional que explica bem esse problema:

O caso dos atletas americanos que praticaram vandalismo num posto de gasolina no Brasil e geraram uma historia confusa de assalto. Apenas um dos atletas gerou a historia do assalto, mas pelo que li nos comentários entre americanos, este atleta já seria conhecido por ter apresentado comportamentos anormais antes, talvez revelando alguma forte disfunção cerebral. Ele passou a vida malhando os músculos na natação, e praticamente nada investiu na estruturação, formação e saúde do cérebro. O resultado esta ai em mais este evento.

O método da meditação sistematizada, baseada na formula da Matrix/DNA ainda e’ uma iniciativa débil tentando mudar ou aprimorar as conexões entre neurônios, grupos de neurônios e partes sistêmicas do cérebro. Se for levado a casos extremos de esforços – como talvez tenha sido meu caso enquanto vivia na selva, pois quando estou na civilização não consigo o estado físico, a quietude mental para repetir tal façanha – pode produzir resultados surpreendentes. Estes exercícios fracos não vão desenvolver tentáculos de conexões fortes como o corpo físico pode desenvolver músculos que afloram a flor da pele. Pois o nível mental e’ algo muito mais complexo e difícil de alcançar que o nível do corpo físico. Mas, tem-se que fazer o esforço, tem-se que empregar uma parte do nosso tempo nesta atividade, antes que a Natureza nos descarte, devido 95% da população mundial ainda estar no ciclo da miséria e com o tempo todo voltado nas lides da sobrevivência imediata. Sao genes que não estão desempenhando suas missões, que estão desviados do sentido da existência para o qual o mundo os fez.

Eu vou tentar arrumar algum tempinho para ficar observando os desenhos do cérebro humano ao lado do desenho da formula perfeita para ver se descubro algo que se possa fazer no sentido de levar o cérebro `a perfeição da formula.

 

 

 

 

Cérebro e Mente: Duas Entidades Separadas? Um Conflito de Interesses, Necessidades? Ou é dois em um?

terça-feira, abril 5th, 2016

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Acordei hoje com um pensamento esquisito, uma atividade nunca realizada antes. Minha mente e meu cérebro estavam conversando, até mesmo discutindo alto.

Raios! Esqueci a maioria da discussão mas sei que na hora desejei anotar tudo pois muita coisa interessante, novidades nunca sequer pensadas, estavam saindo ali. Mas não anotei, porem vou manter este registro aqui porque sei que vai vir mais coisas…

Primeiro deixa-me identificar cada um dos dois.

O cérebro, deve ser resumido ao que ele é, uma masa de matéria, complexa porque tem milhões de anos e veio da evolução desde os aminoacidos primordiais. Sua atividade se resume ao comando do sistema nervoso primário, aquele que recebe sinais do corpo todo, recebe imagens do mundo externo, a tua automaticamente, por instintos, tentando ser um elo entre as duas realidades, a interna e a externa, no sentindo de obter do externo o que seja melhor para ele, e seu corpo, o qual nada mais e’ que sua extensão, seu acessório.

( Mas vamos abrir um parêntesis neste artigo, saindo da realidade provada e conhecida, para dar espaço a imaginação com sua teoria e mencionar uma teoria muito interessante aqui. Vamos passar a palavra `a (Teoria da MatrixLight/DNA:

MatrixLight/DNA: ” Não, o cérebro não pode ser resumido apenas a matéria, como se pode resumir uma pedra. A matéria por si so tem origem na inercia total, e seu supremo objetivo, esteja onde estiver, e’ se acomodar no equilíbrio termodinâmico, fechando-se em si mesma e como sistema fechado, nada deixa escapar de suas posses e nada aceita de invasor de fora. Torna-se algo isolado, separado do mundo externo, tendendo a permanecer assim por toda eternidade. Ao se resumir o cerebro nos seus componentes básicos, vamos ter de um lado, a matéria, de outro, a formula para sistemas naturais, modelando essa matéria. Em outras palavras, resumindo o cérebro ao estado inicial do Universo, você tem 3 componentes. Primeiro os dois componentes fundamentais: dark matter ( a substancia do espaço) e onda de luz ( a qual ‘e a formula para sistemas). Da mistura destes dois elementos no mesmo ponto espacial, surge um terceiro elemento, as partículas manifestadas, que são energia. Elas são produzidas pela friccao do passar das ondas de luz no meio da dark matter. Aconteceu a evolução ( a qual e’ o resultado do avançar da onda de luz) e hoje aquele estado primordial, em certos pontos do espaço, se tornou um cérebro humano. Então o cérebro e’ massa, matéria, contendo uma energia interna em movimento eterno, e desta forma e` um sistema. Um sistema montado em cima e pela formula daquela onda de luz, a MatrixLight/DNA.

Ao se observar a formula no seu aspecto de sistema fechado, vemos um fluxo de energia movendo-se, perfazendo uma esfera. Porem, este fluxo obedece o ritmo da formula, no qual se inclui os estágios, os passos, de nascimento, crescimento, maturação, degradação, morte, reciclagem, nascimento, cresc… e retorna o ciclo. Observa-se que o fluxo move-se como vivo, durante dois terços do tempo de cada ciclo, enquanto o outro um terço ele esta morto,desfeito, no processo automatico de ressurreição, reciclamento. Esta entre as funções F7 e F2 da formula, portanto, tendo como climax nest trecho, a F1. Isto ‘e o que o cerebro faz. Ele permanece ” acordado”, “vivo”, por 16 horas (um terço) de cada dia (24 horas) e adormecido, “morto”, pelas outras 8 horas. Se o cerebro fosse apenas materia como a pedra, com plena dominancia da dark matter, ele nunca acordaria, se tivesse na condição de sistema fechado. Mas não, ele surgiu obrigado a ser sistema aberto, necessitado de massa e energia vinda do mundo externo. Se o cerebro, mesmo sendo sistema aberto, conseguisse situar num ponto que recebe massa e energia gratuitamente, ao mesmo tempo que ese encontra numa zona de segurança, ele tende a dormir 24 horas. Mas não pode, pois o fluxo de energia interna não o permite, ela existe para se mover uma fez que saiu de F1, e o fara enquanto não chegar ao estado de F7, exaurida, desintegrada. Então qual a melhor alternativa encontrada por este cerebro, sistema aberto, necessidades de auto-manutenção plenamente fornecidas pelo mundo externo, numa zona de conforto e segurança, mas obrigado a ficar acordado 16 horas? Ora, a resposta e’ observada nos humanos ” ricos”. Ele vai se modelar internamente na medida do possivel, ou seja, dentro dos limites determinados pela formula sistêmica, de maneira a conduzir essa energia interna para lhe oferecer lazer, prazer, orgasmos. E nada mais. Os ricos que continuam a trabalhar, sacrificando seu tempo de lazer, são os cerebros que ainda nao estão satisfeitos na sua gula de necessidades e nao se sente em completa segurança, tendo que estar cuidando dela, alimentando e fiscalizando os aparatos de auto-segurança que ele instalou a seu redor. Por isso existimos capatazes, a policia, os exércitos. A não ser, em casos raros na especie humana, em que a evolução buscada pela formula sistêmica, predomine neste cerebro, e então ela vai conduzir este cerebro a tentar conseguir o mesmo estado seu para outros cerebros ao redor que estejam em péssimas condições evolutivas. Então temos os casos de altruismo, filantropia, etc.

E omo se explica os humanos que se acomodam ” na vida de gado” ou seja, trabalhando todos os dias automaticamente, numa fabrica ou outro emprego, fazendo rotineiramente a mesma coisa por 30 anos? Ora, o cerebro, durante o periodo dentro da fabrica, ele esta entro da babeca, alimentado e em zona de segurança. Quem esta se movendo, fazendo um trabalho são seus acessórios, os membros de seu corpo, o que ele deixa funcionando automaticamente, sabendo que a energia que ele esta perdendo, gastando para manter isto, vai ser reposta na hora certa. Quem pode não gostar disso e’ a mente, pois o imperativo da evolução na sua formula exige que ela saia dali, mas nestes casos, a dominancia esta’ com o cerebro, a mente esta’ em testado de recessividade, subjugada.

Este balanço integrado de interesses entre os cerebros ricos e os cerebros ” pobres” continuaria eternamente senão existisse a onda da formula no mundo externo transformando, movendo este, e que atropela, ate mesmo descarta eliminando, qualquer obstáculo que se lhe interponha. Assim todas as civilizações humanas baseadas nesse regime foram destruídas e quantas mais se erguerem serão igualmente destruídas por algum arranjo das forcas naturais. Ate no extremo caso de cerebros serem eliminados por meteorito vindos do espaço, como parece ter acontecido quando o sistema se constituía de dinossauros e suas presas. Ao desintegrar estes pontos de resistência, a forca evolutiva da Matrix vem com tudo e semeia no ponto uma diversidade de formas de seu aspecto, por isso a grande profusão de novas especies apos a queda do meteorito, ou outra ocorrência qualquer que tenha acontecido.

 Sabendo disso, quando o humano acorda de manha, ele precisa se conscientizar que seu cerebro como sistema, esta com sua energia concentrada nas fases de F1 a F2. De manha seu cerebro se comporta como um baby, inquieto, com a energia toda flor da pele. pelas 10 horas da manha, seu cerebro esta no estado e criança. Entre meio-dia e duas horas da tarde ele esta na adolescencia caminhando para a maturação na puberdade. Pelas 3, ou 4 horas da tarde ele e’ o jovem adulto em sua capacidade sexual formada, pelas 8 horas da noite e’ o velho sábio e cansado, pelas dez seu corpo começa a definhar, se desintegrar, momento em que energias degradas resistem a saírem e com isso ele sente necessidade de descarrega-las através do ato sexual, senão elas se tornam radicais livres e se espalham pelo corpo alterando os sistemas celulares, produzindo as doenças gaves, e pela meia noite, cai morto. Se você tiver isso sempre em mente, não vai desgastar seu cérebro, não vai intoxica-lo com energia/massa inapropriada para cada momento, não vai deixa-lo sem energia/massa apropriada para cada momento… e não vai ter doença que o pegue na vida.”

Retiremos a palavra da imaginativa Matrix e retornemos `a realidade conhecida de fato  comprovada.

E a mente? Tal como o conjunto dos pensamentos?

A primeira ideia que surgiu agora e’ que a mente esta para os pensamentos assim como a Humanidade esta para os humanos. Ou seja. Todos os dias morrem humanos, mas a especie humana continua viva. A todo momento morrem pensamentos, a mente continua viva, então ela é cimo uma especie. Dizer que a mente é um pensamento continuo esta tao errado como dizer que a humanidade é um humano continuo. Não existe pensamento continuo: ele é como um ser vivo, tem um ciclo de vida: nasce, cresce, amadurece, degrada e morre.

Fica difícil separar a palavra, o nome “mente” da palavra, do nome “consciência”. Separar?! Não seriam apenas uma mesma coisa?

Mas qual as origens do cérebro e da mente? Do cérebro, já vimos, pura biologia. A mente, segundo os neurologistas materialistas, não existe, e mero relampejar de sinapses, ela é um produto do cérebro, e existe apenas enquanto o cérebro existir. Segundo os misticos não, a mente teria vindo de outra história que não a biológica. E tem aquele teorema matemático de Tarski e Turing praticamente provando que de maneira alguma a matéria tem recursos para dar o pulo de coisa inconsciente para matéria consciente. Segundo a Matrix/DNA, a mente, e a consciência, é meramente a forma evolutiva atual de um aspecto do sistema natural universal que nasceu no Big Bang, o aspecto software, enquanto o cérebro é também resultado atual da mesma história, porem, o aspecto hardware. Eu…não acredito nem desacredito das três teorias. Continuo buscando…

Mas, pensar no cérebro nu, na realidade do que ele é, e na mente, nua, na desconhecida realidade do que ela é, separadas entre si, como duas entidades autônomas e independentes, porem, que se misturam formando uma coisa – os meus pensamentos, ou alguns deles – me traz uma nova sensação, de novidade, nunca experimentada antes.

. Os dois surgem dentro de um mesmo saco embrionário. `A primeira vista somos tentados a dizer que o cérebro surge primeiro, pois so’ quando ele se forma, se completa, aos 6 ou 8 meses, começa a surgir a consciência. Não tenho evidencia para isso, ninguém tem, nunca tive o prazer de conversar e trocar ideias com um feto, cara a cara, mas isto e’ mais que racional: não pode existir consciência num feto que ainda não tem cérebro formado. Mas temos que tomar cuidado com estas conclusões precipitadas `a primeira vista. A mente já existia antes do cérebro fetal, na cabeça dos pais, ela estava ali encriptada na genética da morula, da blástula, do feto… mas também estava o cérebro. Raios.

O cérebro não precisa da mente para sobreviver, existir. Prova disso é o cérebro da lagartixa, da galinha, do burro. E a mente precisa do cérebro, senão ela não pode existir…. a não ser que a teoria da Matrix/DNA esteja certa: ela já estaria existindo na nossa ancestral chamada ” Via Lactea”, até mesmo nos átomos primordiais, apenas não estava acordada, formada, mas estava encriptada na genética, na Matrix/DNA. Raios pela terceira vez…

E a ideia do super-organismo ou inconsciente coletivo de Gaia,…?  E o caso da Dra. Jill Bolte? E a consciência cósmica, da Matrix/DNA…? Ou a outra, quântica, de Deepak Chopra e sua turma?… E a alma, dos cristãos, o espirito dos espiritas, a aura dos orientais budistas? Tudo teoria… Assim como é teoria a teoria de que a mente humana não existe, que e’ mero produto do cérebro. O que não quer dizer que uma destas teorias já não seja, em si, a Verdade. Ou ainda, que cada teoria seja um pedaço correto de um grande conjunto.

Em que ficamos? So com as teorias, cabendo a cada um escolher a que melhor lhe apetece. Mas não… eu não fiquei e não fico. Preciso da verdade.

Bem, vou interromper agora para dormir, meditando antes naquela conversa esquisita que acordei ontem, para ver se lembro… teve insights incríveis nela, preciso lembrar. Então volto para continuar isto.

( Ver definições academicas para cérebro, mente. Buscar todos os artigos sobre isto neste website, etc…)