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Doenças mentais: uma análise atualisada da Ciência e o parecer da Matriz/DNA

sexta-feira, julho | 15 | 2011

O cérebro, assim como tôda demais matéria, pela evolução tende a se constituir num sistema perfeito fechado em simesmo. Organizado e modelado na mesma fórmula da Matriz/DNA. Se o cérebro aInda não desenvolveu tôdas as ferramentas das funções universais (hipótalamo, pituitária,etc.), se ainda não fixou as conexões entre elas, ou se insiste em ser um sistema aberto, deve certamente apresentar disfunções. Às quais damos o nome de doenças mentais.

O cérebro é o hardware sendo que os pensamentos formam o software dos sistemas que vem evoluindo desde as origens do Universo. Êstes pensamentos se produzem como sinais ou circuítos de energia nas sinapses entre neuronios ou conexões com as glandulas. Agora que temos a fórmula do sistema perfeito podemos abordar estes circuítos de uma nova maneira, primeiro tentando situa-los na fórmula e depois tentar ver onde estão os desvios.

Mas antes de iniciar este método temos que tentar aprender tudo o que o método cientifico reducionista já compilou de dados e estudar as várias teorias relacionadas. Para tanto, acho que o artigo abaixo é um bom começo.

The Globe and Mail (Jornal de Toronto, Canadá)

http://www.theglobeandmail.com/life/health/new-health/conditions/addiction/mental-health/where-is-its-mind-what-the-battle-over-the-bible-says-about-psychiatry/article2091844/page1/

Where is its mind? What the battle over the ‘bible’ says about psychiatry

Ian Brown
From Saturday’s Globe and Mail
Published Saturday, Jul. 09, 2011 6:00AM EDT

Mente – Evolução da Consciência – Caso em Estudo

domingo, abril | 24 | 2011

Evolution of consciousness

Introdução no site:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC49701/

E “paper” no site:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC49701/pdf/pnas01090-0042.pdf

Proc. Natl. Acad. Sci. USA

Vol. 89, pp. 7320-7324, August 1992

Evolution

JOHN C. ECCLES

Max-Planck-Institute for Brain Research, D-6000 Frankfurt/Main 71, Federal Republic of Germany

Contributed by John C. Eccles, May 8, 1992

ABSTRACT

The hypothesis of the origin of consciousness is built upon the unique properties of the mammalian neocortex. The apical dendrites of the pyramidal cells bundle together as they ascend to lamina I to form neural receptor units of – 100 apical dendrites plus branches receiving hundreds of thousands of excitatory synapses, the collective assemblage being called a dendron. It is proposed that the whole world of consciousness, the mental world, is microgranular, with mental units called psychons, and that in mind-brain interaction one psychon is linked to one dendron through quantum physics. The hypothesis is that in mammalian evolution dendrons evolved for more effective integration of the increased complexity of sensory inputs. These evolved dendrons had the capacity for interacting with psychons that came to exist, so forming the mental world and giving the mammal conscious experiences. In Darwinian evolution, consciousness would have occurred initially some 200 million years ago in relation to the primitive cerebral cortices of evolving mammals. It would give global experiences of a surrounding world for guiding behavior beyond what is given by the unconscious operation of sensory cortical areasper se. So concious experiences would give mammals evolutionary advantage ever the reptiles, which lack a neocortex giving conscousness. The Wulst of the avian brain needs further investigation to discover how it could give birds the consciousness that they seem to have.

In the past decade or so there has been a general recognition of the centrality of consciousness in human experiences (1-9). The mental word consciousness is now an “in” word, being used shamelessly even -by strong materialists! An introductory statement for the evolution of consciousness is that one cannot expect that consciousness came to higher animals as a sudden illumination. Rather, as with life originating in a prebiotic world, it would be anticipated that consciousness came secretly and surreptitiously into a hitherto mindless world. Moreover, as we attempt to discover evidence for consciousness from the study of animal brains and behavior, we can only assess probability. We search for manifestations of consciousness in mammals because we recognize it as central to the ongoing human experiences, the qualia, that fill our waking life like a rich tapestry replete with feelings, thoughts, memories, imaginings, and sufferings.

Our experience is uniquely ours, but we are rescued from solipsism by communication with other human beings by language and other subtle creations, such as music and gesture, and by sharing our immersion in a rich inherited culture.

Mammalian Cerebral Cortex

Mammals have a cerebral cortex qualitatively similar to ours,though, with rare exceptions, much smaller. Some exhibit intelligence and a learned behavior and are moved by feelings and moods, even with emotional attachment and understanding. So we must give them some feelings and qualia such as we human beings experience even though it cannot be rationally established in the way that is possible by inter human communication (10). I am presenting a biological basis for an evolutionary origin of consciousness. It derives from a hypothesis of mind-brain interaction that has already been published (10, 11) and that is based on the special anatomical and functional properties of the mammalian cerebral cortex. The microproperties of neural communication in the cerebral cortex (Fig. 1A) are in classical physics and are not of immediate concern in mindbrain interaction. Rather, our concern is in the ultramicroproperties (Fig. 2B), where quantum physics may be expected to play a key role (10, 11, 16-17) (F. Beck and J.C.E.,

unpublished data).

As Causas e Origens da Crueldade Humana:Investigação

sexta-feira, abril | 1 | 2011

Desde que eu não consigo matar sequer uma barata, mas mataria de bom grado qualquer tipo de predador – como leões, cobras, etc. – um assunto que ocupa muito minha mente e me tem intrigado, e aguçado minha curiosidade, é o que se passa na cabeça de um ser humano capaz de cometer atos cruéis, principalmente contra outros seres humanos.

Tanto assim que vou abrir mais esta categoria de investigação, para ir registrando atos cruéis que tiver conhecimento e tentar analizar os fatos, buscar causas no passado. A cosmovisão da Matriz/DNA não indica nenhuma pista para a existência dêsse mal no mundo antes das origens da vida. Mas como nada foi inventado a partir do nada, das fôrças naturais que existiam nos sistemas pré-vida algumas certamente foram as causas dessa existência em nosso mundo vivo. Mas tenho vasculhado os sistemas naturais em seus aspectos termo-dinâmicos e não consegui ainda detectar quais eram estas fôrças.

Acabei de assistir um filme “Tropa de Elite 2″. A cena de uma jornalista e um fotógrafo que caem nas mãos de homens animalescos me faz o sangue subir à cabeça de tanta revolta, vontade de pega-los e tortura-los da mesma maneira que fizeram com os dois. Mas uma pergunta não me sai da cabeça: “Como pode existir gente assim? Como funciona o cérebro dêles? Que fôrça ou aspecto do mundo, seja natural ou espiritual ou demoníaco, êles representam?

E então me lembro que tem gente que acredita em deus no estilo judaico-cristão. Ora, um deus que tivesse criado um mundo em cujo projeto havia a possibilidade de acontecer apenas 1% das cenas de terror que já aconteceram a seres humanos, seria um deus, no minimo, porco! Capaz de um trabalho dêsses, do mais baixo nível! E total ausência do sentimental amor humano! Quem, tendo coração, sabendo ver o futuro, teria permitido acontecer qualquer cena de vitimas do horror? É por isso que tais crentes foram capazes de quieimar seres humanos em fogueiras e como recentemente, matarem 12 ocidentais no Afeganistão porque alguém queimou um pedaço de papel na Flórida! Como pode a razão humana ter se desviado tanto do racional humano?

Nós temos que recompor a História Total, da Matriz, do código cósmico humano, desde quando ela surgiu no Big Bang e procurar onde acontece êste desvio, qual aspecto ou característica do mundo físico, material, está por trás dessa fôrça da crueldade. Aceito que os seres humanos são descendentes do macaco assassino. De animais canibais. Mas tôdas as cenas de crueldade que vejo no mundo animal tem uma mesma causa: matar para comer… bem pode existir tambem o matar para se apoderar de território. Mas muitas ocorrências de crueldade humana parece não se enquadrarem nestas causas. Então… como isso acontece? Porque acontece? Porque existem seres humanos ruins para outros seres humanos?

A fórmula da Matriz tem que ter alguma dica. Talvez registrando os casos e indícios vamos montando um leque de pistas até encontrar a resposta final. E conhecendo o inimigo, podemos descobrir seu antídoto. Êste assunto é um dos mais importantes para a Humanidade. Vamos sim, prosseguir com êle e aqui voltar sempre que houver novidades.

Eneagrama:Uma Mística Funcional Derivada da Matriz

segunda-feira, março | 28 | 2011

Enneagram

 

Existe uma comunidade em tôrno da IEA – International Enneagram Association –

website: http://www.internationalenneagram.org/index.html

que cultua uma figura, o símbolo acima, com a sugestão de que ela oferece a chave para os humanos melhorarem suas personalidades no sentido de torna-las mais eficientes, principalmente no setor profissional. O que chama a atenção da Matriz é a semelhança com o diagrama fechado da Matriz e a primeira idéia é que realmente pode fazer sentido pois nossa personalidade pode ter sete propriedades principais que seriam determinadas pelas sete funções universais, sendo ainda que estas propriedades representariam os sete diferentes estágios do ciclo vital. Mas existem diferenças, por exemplo, no eneagrama a F4 está ligada a F1 como na Matriz, porem esta ligação não recebe um numero como a F5 da Matriz. Isto pode causar um êrro de situações nas definições da sequ6encia seguinte, ou seja, 6,7,8,9. Uma outra semelhança é que no eneagrama o circuito esférico chega até 4 onde é interrompido para ir a 1. Exatamente como na Matriz quando esta forma o ramo lateral. Mas no eneagrama não existe continuidade do circuito para 5, de onde ele começa novamente. Isto na Matriz representaria quando a energia crescente chega até F4 e daí começa a decrescente. Portanto, à primeira vista esta parece mais uma intuição da exist6encia da Matriz, daquelas quando ela foi vista nebulosamente, quase acertada, que se desviou um pouco para o rumo da mística e depois para o rumo capitalista. Falta-nos na Matriz pesquisar sua estruturação da personalidade humana e quando o formos fazer, será bom pesquisar o que esta associação já fêz. A seguir alguns trechos iniciais da IEA:
Diz a apresentação:

Enneagram
The name enneagram means “drawing of nine” and comes from two Greek words: ennea meaning “nine” and gram meaning “drawing” or “figure.” The Enneagram is a nine-pointed figure inscribed in a circle. The meaning of the symbol itself, together with the personality types organized around the nine points, convey a system of knowledge about nine distinct but interrelated personality types, or nine ways of seeing and experiencing the world.

The Enneagram of personality types is a psycho-spiritual system for mapping the nine possible personalities, like nine facets of a stone that develop through the natural growth of the human psyche.

The Enneagram symbol is said to be thousands of years old. It is composed of three parts, the circle, the inner triangle, and the “periodic figure.” According to esoteric spiritual tradition, the circle symbolizes unity, the inner triangle symbolizes the “law of three,” and the hexagonal periodic figure represents the “law of seven.” These three elements constitute the Enneagram.

Porque, de repente, surge esta onda de descobertas da matriz universal por diferentes pessoas?

quinta-feira, março | 24 | 2011

Não foram sómente os dois irmãos filósofos que foram a menos de uma década inspirados a imaginar o mundo humano controlado pela “Matrix”. Basta digitar essa palavra na busca do Google e surpreender-se com a avalancha de websites anunciando descobertas de uma matriz universal, tôdas com abordagens diferentes, quer dizer, os autores vieram ao mesmo ponto de chegada por caminhos diferentes e experiencias diferentes. É certo que houve na Antiguidade algumas seitas e filosofias já intuindo a existência de uma matriz universal como fórmula para a criação de tôdas as coisas, notadamente nas religiões orientais. Diferentes filósofos também a intuíram e lhes deram nome diferente, como Platão falou nos ‘arquétipos universais”, Leibniz imaginou as “Mônadas”, e até Plank, um dos fundadores da Toeria Quântica, mencionou sua crença na existência da matriz. Mas estas intuições foram isoladas e muito distantes entre si no tempo, por isso talvez a idéia não tinha ainda se tornada tão publica. Mas agora houve um surto da mesma intuição nos quatro cantos do planeta! Qual seria a explicação? Estaria isto relacionado com o outro grande surto nos dias atuais que tambem consiste na avalanche de websites de pessoas dizendo que estão recebendo mensagens, vozes, de seres espirituais de outros planetas, todos relacionados com a profecia Maia e 2012? Basta digitar no Google os nomes “Metraton”, ou “Povo de Pleiâdes”, ou “Archanjo Gabriel”e surpreenda-se. A maioria diz que estaria havendo uma mutação do DNA e da mente a nível coletivo. Estaria o tema “Matrix” relacionado com estas mutações?

Eu particularmente estou surprêso pois quando elaborei os modêlos da Teoria da Matriz/DNA não tinha conhecimento de ninguém falando em “matriz”. Quando assistí o filme quase caí de costas e de certa forma fiquei desapontado, não apenas porque alguem, 20 anos depois de eu ter registrado os direitos autorais, com maior poder financeiro correu na frente divulgando publicamente o que eu só tinha feito através de um obscuro website, porem mais preocupado fiquei porque usaram justamente aquêle nome e portanto iriam prejudicar minha divulgação, mas tambem porque a “Matrix” dêles não era a verdadeira matrix. A matriz universal ainda pode nos levar a um sistema onde seremos escravos virtuais, ela realmente é um código genético que pode ser transcrito como mostraram na tela do cinema, mas ela não está no nosso futuro e não será produzida pelo desvio em nossa evolução tecnológica: ela veio do nosso passado, desde nossos ancestrais astronômicos, e ela só será maligna no contexto sugerido pelo filme se ela reproduzir-se em nossa mente na sua forma de sistema fechado em si mesmo.

E muitos dos movimentos em tôrno da matriz sugerem sua forma benéfica, conectando-a com Deus, o sagrado, etc. Mas a onda atual seria indicação de que a matriz universal realmente exista? ( Embora nenhum dos atuais proponentes, nem eu, teria captado-a na sua inteira significância). E se sim, estaria se confirmando a teoria do consciente coletivo, tambem elaborada de várias maneiras, seja por Teilhard de Chardin, ou por Gustave Jung, ou ainda na forma das “nourées” de Pietro Ubaldi? Existe uma história que dizem ter sido um real experimento que bem elucidaria como funciona o pensamento coletivo quando uma nova face da natureza está-se revelando para o seu adequado e requerido nivel mental de evolução. Trata-se do relato denominado…

O centésimo macaco

Numa das inúmeras ilhas do Japão, na qual jogava-se batatas na praia para alimentar macacos, observou-se que um determinado indivíduo da comunidade de macacos, de uma das ilhas, começou a lavar as batatas antes de come-las. Sendo o macaco um animal sociável, pouco a pouco foi ensinando aos seus semelhantes como lavar as batatas para se livrar da areia e da sujeira.

Em várias das ilhas próximas havia outras comunidades de macacos, porém, sem a mínima possibilidade de contato ou troca de indivíduos entre as ilhas por causa da distância e da água. Curiosamente foi descoberto que, quando aproximadamente cem indivíduos da comunidade original do experimento já tinham aprendido a lavar batatas, membros de várias outras ilhas quase sincronicamente iniciaram o mesmo procedimento de lavagem das batatas. Havia algo, uma quantidade mínima ou crítica de indivíduos, responsável pelo processo de generalização desse aprendizado numa dimensão coletiva, partindo-se do aprendizado local de um grupo de indivíduos.

Isto é, como se houvesse uma memória pertencente a uma possível mente coletiva (inconsciente) dessa espécie de animais que passaria a servir de referência para os seus indivíduos. De forma semelhante isto parece ocorrer entre os seres humanos: o conhecimento dos símbolos e arquétipos (memórias coletivas inconscientes) pode nos conduzir para a construção de um modelo de compreensão da mente humana que não depende do tempo ou do local (o chamado inconsciente coletivo) – um depósito de conhecimentos e informações de nossa espécie, disponível para todos, especialmente evidente na linguagem dos sonhos, da arte ou da cultura (valores e comportamentos coletivos dos indivíduos).

Vamos acompanhar isso de perto e esperar para ver no que vai dar… Afinal, 2012 está perto…

Vida Após a Morte? Dois Neurocientistas tem Opiniões Diferentes.

domingo, fevereiro | 6 | 2011

Nêste artigo vamos iniciar a abordagem dos temas:  cérebro, mente, auto-consciência, alma(?), espirito(?) – sob o ponto de vista da Teoria da Matriz/DNA. Temos dois artigos de pesquisadores de laboratório já comentados aqui e a seguir algumas definições e imagens. Categorias:cérebro, mente e consciência, …)

 

Cérebro

O artigo abaixo nos passa a impressão de que os emocionantes e esperançosos mistérios a longo tempo relatados por pessoas que tiveram experiências próximas do estado de morte foram destruídos pelo método reducionista da Ciência.  O cientista é nobre pois apenas relata os fatos e não inculca suas opiniões no leitor: cada qual tira suas próprias conclusões. mas o segundo artigo nos deixa perceber que o primeiro cientista comete o equívoco cientifico não de inferir hipóteses sôbre dados ainda incipientes, mas de iniciar a abordagem com prévias tendências de personalidade, inclinando-se á crença “materialista-ateismo”. Eu, tentando ver o quadro todo a partir do ponto de vista da Matriz/DNA, inicialmente tenho a seguinte opinião ( a qual não deve influenciar ninguém pois eu não sei se a Matriz é verdade ou não): 

“A Matriz sugere que exista um sistema-matriz universal que organiza a matéria em formas de sistemas as quais são as formas de um ciclo vital normal e assim êste unico sistema vem evoluindo desde antes do Big Bang. E que êsse sistema universal, portanto todas as suas formas evolutivas, é constituído de hardware e software. Assim, a Teoria da Matriz/DNA está sugerindo que o software seja a mesma visão oriental quando diz que ”a alma dorme no átomo, sonha na galáxia, acorda no animal e desperta no homem” – sendo que é trocada a palavra “alma” pela palavra “software”.

 A Ciência ainda está lidando efetivamente apenas com hardwares,  enquanto a outra face da Natureza, o software, não está visivel, e não foi tocada, mas é perceptível. Se o software existe de fato, os atuais equipamentos científicos ainda não são capazes de detectá-lo. Enquanto é super-válido e necessário continuar-mos as pesquisas sôbre o hardware, a presença da formula-software da Matriz/DNA nos conduz à busca de evidências e de ferramentas cientificas, ou outras,  para alcança-la.” 

NEWSCIENTIST:

http://www.newscientist.com/blogs/culturelab/2011/01/near-death-neurologist-dreams-on-the-border-of-life.html 

Near-death neurologist: Dreams on the border of life

11:00 4 January 2011

Amanda Gefter, CultureLab editor

Neurologist Kevin Nelson explains how the brain slips into a strange state of hybrid consciousness during a near-death experience

Amanda: How common are near-death experiences (NDEs)?

Kelvin Nelson: A 1997 survey reported that 18 million Americans had had one. When my team surveyed people who have had them, we found that some occurred during cardiac arrest but the vast majority were during fainting. Thirty-seven per cent of all Americans will have fainted at one point in their life, so I suspect NDEs are common.

In your book The Spiritual Doorway in the Brain you talk about borderlands of consciousness. What are they and how do they relate to NDEs?
We have three states of consciousness: awake, non-REM sleep and REM sleep. (see definitions below) . But there aren’t absolute dividing lines between them – they can blend with one another, most commonly REM and waking. Twenty to 25 per cent of people at some point experience some kind of blending, a borderland of consciousness. What I have discovered is that the switch in the brainstem that regulates these three states functions differently in people who have had NDEs. These people are more likely to get stuck between the REM state and waking. So it looks like some people are prone to having these kinds of experiences. Interestingly, it tends to run in families.

Does that mean NDEs are a kind of lucid dream?
Lucid dreams are among the closest things we know of to an NDE. They are very similar. Brainwave measurements show that lucid dreaming is a conscious state between REM and waking. During REM consciousness, the dorsolateral prefrontal cortex is turned off. (see definitions below). As that’s the executive, rational part of the brain, this explains why dreams are so bizarre. But if the dorso-lateral cortex turns on inside a dream, you become aware that you are dreaming. It is like waking up in your dream. When the body is in crisis during an NDE and the brain is slipping from consciousness to unconsciousness, it can get momentarily stuck in a borderland between REM and waking, just like a lucid dream.

But unlike dreams, NDEs tend to feature some specific images, such as seeing a tunnel with a light at the end.
The tunnel actually has nothing to do with the NDE – it’s to do with what’s happening to your vision. During fainting, for instance, there’s a blackout because the eye isn’t getting enough blood, so the eye begins to shut down even though the brain is still going. As it shuts down first from the sides and then into the centre, it’s like looking through a tunnel.

( Parece-me que a muito tempo atrás lí num livro de Carl Sagan ( acho que era “Cosmos”) que ele explicava essa visão do tunel como uma regressào da pessoa na hora da morte ao seu estado perinatal intra-uterino,onde, quando o embrião está nascendo veria um tunel e a luz do mundop real… quem está certo? nenhum dos dois? A Matriz sugere que tôda passagem de estados ou dimensões começa pela Função 1 a qual é um vortex como um tunel envolvido por luz…)

The light that people tend to see has a few sources. To start with, the eye might only be capable of seeing smudges of light because of the tunnelling and lack of blood flow. Then, as the brain enters REM consciousness, the visual system becomes strongly activated – that’s the rapid eye movement that defines REM consciousness. When the visual system is activated, you get light.

People often report having out- of-body experiences during NDEs.
These come about because the temporoparietal region of the brain is turned off, so the brain is no longer able to map the body’s position in space. A Swiss researcher named Olaf Blanke was able to use electrodes to turn the temporoparietal region of a woman’s brain on and off, making her feel like she was floating up out of her body and then returning. It was like flipping a light switch. REM consciousness turns the temporoparietal region off, so if you are semi-conscious in a borderland between waking and REM, you can easily have an out- of-body experience. These are extremely common during lucid dreams, narcolepsy, fainting and sleep paralysis – all borderland states. I have never had one, though. I wish I could!

You often hear people claim that these experiences happened during minutes when they were declared clinically dead. How could that be?
This is an incredible misconception that has arisen because people use the term “clinical death” when they really mean cardiac arrest. When your heart stops and you lose blood flow, you don’t lose consciousness for another 10 seconds and brain damage doesn’t occur until 30 minutes after blood flow is reduced by 90 per cent or more. So when experiencing an NDE, you are not dead.

( Veja  no artigo abaixo – Espiríto, Consciência e Cérebro – o que diz um autor igualmente neurocientista, porem, criacionista: ”Quando há parada cardíaca, o cérebro deixa de funcionar depois de cerca de 10 a 20 segundos. Ora, muitos pacientes em estado de parada cardíaca parecem inteiramente capazes de experimentar processos mentais. Esse fenômeno demonstra que o espírito e a consciência não são gerados pelo cérebro.”

Vamos ver isso direito. Um diz que o coração pára, a consci6encia continua por mais 10 segundos e o cérebro ”disfunciona” devido a falta de sangue após 30 minutos. O outro diz que o coração pára, a consciência continua a fundionar… (até aqui os dois concordam)… e o cérebro deixa de fiuncionar depois de 10 a 20 segundos. Afinal o cérebro sente o impacto e começa a “disfuncionar” em 20 segundos ou 30 minutos? É muita distancia de tempo para haver esta discrepancia entre os dois cientistas. Como pode isso? Se os dois são neurocientistas?! Parece-me mais um caso em que a personalidade e crenças do cientista é colocado à frente da Ciência. E  o comentário abaixo do leitor Kimberly, lança mais confusão ao assunto.

Mas o criacionista parece estar cometendo um êrro grosseiro: “Ora, muitos pacientes em estado de parada cardíaca parecem inteiramente capazes de experimentar processos mentais. Esse fenômeno demonstra que o espírito e a consciência não são gerados pelo cérebro.” Sim, pois o processo mental está mais ligado ao funcionamento do cérebro do que á parada cardíaca. Êle trocou as bolas, devia dizer: depois da disfuncionalidade cerebral os pacientes continuam a experimentar processos mentais. Portanto, este êrro invalida a “demonstração” de que a consciência não seja gerada pelo cérebro. E mencionar a palavra “espirito” aqui… não é ética científica. Mas tambem não é uma hipótese invalidada pela Ciência. O problema agora para nós é buscar mais informações sôbre estas disparidades de tempo acima.) 

People like to say that these experiences are proof that consciousness can exist outside the brain, like a soul that lives after death. I hope that is true, but it is a matter of faith; there is no evidence for that. People who claim otherwise are using false science to engender false hope and I think that is misleading and ultimately cruel.

Do your findings undermine religious belief?
There’s no conflict. I’m interested in how the brain works during spiritual experience, I’ll leave the “why” to others. I’m a “big tent” guy. I think a dispassionate, non-judgemental view is important.

( Muito bom! Parabéns, doutor! assim deveria se comportar todos nós quando estamos no campo em real pesquisa. Penso que respeitei isso quando estava na selva de onde saíram os modêlos da Matriz/DNA. Ou não?… )

Kevin Nelson is a neurophysiologist at the University of Kentucky. His book The Spiritual Doorway in the Brain is published in December in the US by Dutton, and will be published in the UK as The God Impulse by Simon and Schuster in March

Mas veja que existem contestadores às conclusões do Dr. Kelvin como o comentário a seguir postado no artigo:

Kimberly on January 5, 2011 11:45 PM

I am puzzled by his statement,

This is an incredible misconception that has arisen because people use the term “clinical death” when they really mean cardiac arrest. When your heart stops and you lose blood flow, you don’t lose consciousness for another 10 seconds and brain damage doesn’t occur until 30 minutes after blood flow is reduced by 90 per cent or more. So when experiencing an NDE, you are not dead.

If he is writing on this topic, he must surely know that many NDE’s have taken place while the patient not only had no pulse, but had fixed dilated pupils, no breathing, and a flat EEG trace (emphasis on flat EEG trace). Efforts to monitor deep brain activity during an NDE have also shown that the patient had no trace of brain activity even at the deepest levels. In other words, there was nothing happening in there to produce the recording of auditory or visual observations. Of special interest to myself are those NDEs where the patient is able to make detailed observations from coordinates outside of where occupied by their eyes, while being clinically dead with a flat EEG trace and where the observations were corroborated by the attending medical personal. Kevin Nelson’s theory does not address these observational NDEs that took place during flat EEG traces. I’m also puzzled by his statement that brain damage does not occur until 30 minutes of zero(?) blood flow (is he implying that ‘zero’ is included in ’90 percent or more’ reduction in blood flow?). I have collected papers published over the past 20 years on this phenonemon, focuing on observational NDEs and I’m afraid that Nelson’s theory fails to adequately address it. Finally, fainting is an entirely different type of situation and should not be mixed in with NDEs (especially observational NDEs) that occur during death (flat EEG trace).

(E agora? Quem está certo?

E aqui segue comentários postados no artigo que dão idéia de como esta matéria pode ser usada ideológicamente:

Willi H Bleimeister on January 4, 2011 2:45 PM

Great! Years ago, when I foolishly believed in the reality of UFOs, I became rational by studying borderline states of consciousness as induced by pain, meditation, drugs & near death experiences. Had I known more about the function of blood flow to the eye, I would have been able to convince the Mysticists that physiology trumps pulling ideas out of one’s butt. However, despite the misapprehension of the NDE, many people will still consider this the major transformative experience of their lives, But this is sociology…

( Êste está com prévias tendências ateístas muito afoito em seus julgamentos. Aposto que êle não vai ler o livro do opositor abaixo)

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Artigo relacionado: (ler o livro abaixo, para ver se existe trabalho cientifico suportando a tese)

Espírito, consciência e cérebro

 Revista Cult – UOL

Publicado em 02 de dezembro de 2010

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/12/espirito-consciencia-e-cerebro/

Livro de neurocientista canadense apresenta um debate em favor da dissociação entre os fenômenos da consciência e as estruturas cerebrais

Publicado em 02 de dezembro de 2010
 Juvenal Savian Filho

 Tem sido muito comum encontrar na literatura científica defensores de uma identificação entre o funcionamento cerebral e os fenômenos da consciência humana, incluindo as experiências espirituais. Chegou-se mesmo a defender a existência de um gene de Deus, ou seja, um gene que predisporia o indivíduo à crença, à espiritualidade. É o caso do geneticista americano Dean Hamer, autor do livro O gene de Deus. Certamente Hamer não quer defender que o cérebro humano é quem “cria” Deus, mas muitos de seus seguidores chegaram à conclusão de que Deus é uma invenção, ligada à ação da serotonina, a molécula do bem-estar.  Na contracorrente dessa posição está o neurocientista canadense Mario Beauregard, que encontra também em pesquisas neurocientíficas bases para dissociar os fenômenos da consciência humana, sobretudo referentes à espiritualidade, dos meros mecanismos cerebrais. Suas pesquisas o levaram a falar na existência da alma como princípio imaterial e pensante de toda entidade dotada de vida. Mario Beauregard é membro do Centro de Pesquisa em Ciências Neurológicas e do Centro de Pesquisa em Neuropsicologia Experimental e Cognição da Universidade de Montreal. Ele respondeu às questões propostas pela CULT em passagem pelo Brasil, onde foi lançado seu livro O cérebro espiritual – Uma explicação neurocientífica para a existência da alma (Editora Best Seller). 

Baauregard: “Para mim, a alma é o princípio pensante de toda entidade dotada de vida”CULT – Seu livro faz menção aos limites do materialismo científico. O senhor poderia resumir a ideia central do materialismo?
Mario Beauregard
– A ideia central do materialismo consiste em que tudo o que existe tem uma causa material, isto é, uma causa governada pelas forças da natureza tais como compreendidas pela física clássica. Segundo o materialismo, a consciência e o espírito (quer dizer, os processos mentais) não podem existir independentemente do cérebro; e a crença numa vida após a morte seria absurda. Além disso, todas as crenças e experiências referentes a Deus e a mundos espirituais seriam fruto de superstições ou alucinações; o livre-arbítrio, ainda, seria uma ilusão.

( Êrros: A Teoria da Matriz/DNA foi elaborada por uma metodologia exclusivamente materialista. Mas não havia essa predisposição á busca da causa de tudo que existe, isto seria ingenuidade, e muito menos havia a crença em que a matéria seria a causa inicial de tudo. Simplesmente não se pensava em causa primeira e sim a ultima causa do fenômeno imediato que tinha em mãos. Localizada esta, aí sim, nos permitiamos fazer calculos inferindo a cuasa daquela causa, e depois a causa daquela causa da causa, e assim por diante.

Segundo: não existia essa crença  das forças da natureza governada tais como compreendidas pela física clássica. E nen crença em governo algum, assim como crença ferrenha de que não existe algum govêrno. Por isso, por êsse agnosticismo, por essa incerteza, descobrí o inusitado: a possibilidade de que existe uma cobertura biológica sôbre os fen6omenos físicos da Natureza, inferida pela análize dos modêlos teóricos da Matriz/DNA. E êsse êrro cientifico em dizer: “a consciência e o espirito, processos mentais…” . Ora não existem registradas provas cientificas de “espirito”é um processo mental e muito menos de que existe ”espirito”. Mas o autor está certo na sua crítica ao materialismo ateu. De fato estão crendo religiosamente que as forças da natureza sejam governadas e exclusivamente pelas leis da fisica classica. Tambem é um 6erro do materialismo ateu afirmar que a cnsci6encia não exista independentemente do cérebro. Não existe experimentos cientificos comprovando isso, nem o contrário. Os teoremas dos matemáticos Tarsky, Godel, e mesmo Turin, indicam que um fenômeno material como o cérebro não possa dar o salto evolutivo para gerar a sua auto-consciência. Mas já que se trata de matemática apenas, tambem não são confiáveis tais teoremas.) 

Quais elementos o senhor encontra nas neurociências para afirmar que o materialismo não é suficiente para bem interpretar a vida cerebral?

Interesso-me particularmente pelos trabalhos em neurociência que visam compreender as relações entre o espírito, a consciência e o cérebro. Alguns desses trabalhos referem-se à experiência de morte clínica durante uma parada cardíaca. Quando há parada cardíaca, o cérebro deixa de funcionar depois de cerca de 10 a 20 segundos. Ora, muitos pacientes em estado de parada cardíaca parecem inteiramente capazes de experimentar processos mentais. Esse fenômeno demonstra que o espírito e a consciência não são gerados pelo cérebro. 

Poderíamos falar de alma?
Para mim, a alma é o princípio imaterial e pensante de toda entidade dotada de vida. A alma faz parte integrante da Fonte (Deus) de tudo o que existe no universo. 

Quando uma pessoa diz ter vivido uma experiência espiritual e captado aspectos não materiais da realidade, como podemos saber se isso que ela viveu não é uma criação de sua própria imaginação? O que nos leva a pensar que essa pessoa teve realmente a experiência de algo exterior, diferente dela mesma?

As experiências espirituais autênticas produzem frequentemente uma transformação psicológica marcada e positiva nos experienciadores. Uma tal transformação é acompanhada de uma maior capacidade de amar incondicionalmente, de não julgar o outro e de sentir a interconexão profunda com tudo o que existe. Efeitos benéficos como esses, e a longo prazo, não são associados ao imaginário ou a alucinações. É por isso que afirmo que as pessoas que vivem tais experiências entram em contato com uma realidade transcendente.

( Gostaria de ver o que o autor tem para mostrar como “experiências espirituais autênticas”. Por isso preciso ler seu livro. Porem, eu tenho observado várias ocorrências onde “parece” haver presença “espiritual”, as quais me deixam confuso, porem como não sei o que o cérebro é capaz de fazer ou não, seria imprudência acreditar que exista espirito, ou não.) 

As neurociências podem fornecer um apoio para a afirmação da existência de Deus?
As neurociências englobam todas as disciplinas que estudam a anatomia e o funcionamento do sistema nervoso. Essas disciplinas procuram estabelecer ligações (ou correlatos) entre o sistema nervoso e as funções mentais (por exemplo, consciência, memória, atenção, emoções). A questão da existência de Deus não pode ser resolvida pela identificação de correlatos entre a atividade cerebral e a atividade mental. 

O que o senhor pensa sobre a hipótese do “gene de Deus”?
Os resultados de numerosos estudos em genética indicam que os traços de personalidade e os comportamentos humanos implicam uma grande quantidade de genes. Assim, falar de um “gene de Deus” não tem sentido no plano científico e representa uma forma extrema de pensamento reducionista. É preciso precaver-se contra a tentativa de buscar uma explicação simples e única para todo fenômeno mental complexo; principalmente no que concerne à espiritualidade.

( Concordo, mas também - se trocar-mos “um gene” , por “vários genes” obtemos um nivel de complexidade bem maior na dimensão dos genes que pode aproxima-la da complexidade mental.)  

 

O cérebro espiritual – Uma explicação neurocientífica para a existência da alma
Mario Beauregard
Trad. : Alda Porto
Editora Best Seller
444 págs. – R$ 49,90                                                                            XXX

A seguir o inicio de nossa pesquisa:

Wikipedia: REM

Rapid eye movement sleep (REM sleep) is a normal stage of sleep characterized by the rapid movement of the eyes. 

REM sleep in adult humans typically occupies 20–25% of total sleep, about 90–120 minutes of a night’s sleep. During a normal night of sleep, humans usually experience about four or five periods of REM sleep; they are quite short at the beginning of the night and longer toward the end. Many animals and some people tend to wake, or experience a period of very light sleep, for a short time immediately after a bout of REM. The relative amount of REM sleep varies considerably with age. A newborn baby spends more than 80% of total sleep time in REM. During REM, the activity of the brain’s neurons  is quite similar to that during waking hours; for this reason, the REM-sleep stage may be called paradoxical sleep. This means there are no dominating brain waves during REM sleep. REM sleep is physiologically different from the other phases of sleep, which are collectively referred to as non-REM sleep (NREM sleep). Vividly recalled dreams mostly occur during REM sleep.

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Dorsolateral prefrontal cortex

Function

DL-PFC serves as the highest cortical area responsible for motor planning, organization, and regulation. It plays an important role in the integration of sensory and mnemonic information and the regulation of intellectual function and action. It is also involved in working memory. However, DL-PFC is not exclusively responsible for the executive functions. All complex mental activity requires the additional cortical and subcortical circuits that DL-PFC is connected with.

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Cerebral Cortex

The cerebral cortex is a sheet of neural tissue that is outermost to the cerebrum of the mammalian brain. It plays a key role in memory, attention, perceptual awareness, thought, language, and consciousness. It is constituted of up to six horizontal layers, each of which has a different composition in terms of neurons and connectivity.

Algo nesta definição eu não sabia e de repente deu um estalo: o cortex cerebral é constituido de seis camadas sendo que cada qual tem uma diferente composição em termos de neuronios e conexões! Isto imediatamente lembra os modelos de átomos e astros da Matriz: as camadas eletronicas dos atomos como primordiais e potenciais órgãos sistêmicos, as camadas geológicas dos astros contendo diferenciadas informações sôbre seus ciclos vitais e portanto tambem sôbre os órgãos do proto-sistema astronomico. Isto tudo sugere que o cortex é uma evolução racional de uma fórmula que vem desde o modêlo atômico passando pelo modêlo astronomico. Então devemos urgente rever o que os modêlos atomicos e astronomicos dizem sôbre cada função, cada novo mecanismo e processos que eles sugerem, e com eles ir para o cortex cerebral tentando entendê-lo como fruto dessa evolução.

 

 
 
 

Cérebro como a fórmula da Matriz

Estamos começando a estudar o cérebro tendo por base a teoria da Matriz. À primeira vista nota-se nesta imagem a fórmula da Matriz: a Função 1 seria a semi-esfera escurecida central (hipocampo), as demais funções começam da esquerda para a direita no sentido horário e percebe-se bem as divisões entre elas. Assim, onde está o “lingual gyrus” seria parte da função 7, o “cuneus” seria a função 2, o “paracuneus”a função 3, o “paracentral lobule”, a função 4, o “sup frontal gyrus” a função 6… É preciso notar que esta é a figura apenas do hemisfério esquerdo, o que deve insinuar que no direito exista a mesma figura e que cada parte de um se relaciona com a mesma parte do outro. Importante será achar quem executa a função 5, porque esta, além de ser a ponte entre os dois hemisférios deve também ser o canal por onde fluem os sinais entre o cortex e o hipocampo. Mas não se deve procurar o elemento dessa função na figura acima, pois ele deve aparecer numa imagem frontal, entre os dois hemisférios.

Estou precisando urgente de imagens que expliquem estas seis camadas do cortex. Procurando na Internet… 

 

 
 
 

 

Intuição: Assunto que influencia nossas vidas e nos interessa. Grande Artigo

terça-feira, fevereiro | 1 | 2011
Quando tento rever o processo que me levou à descoberta da fórmula da Matriz Universal encontro problemas: não consigo refazer os passos antecedentes e não sei em que estava pensando ou que fato estava acontecendo no momento que desenhei a fórmula. Como nada entendo desta operação mental, escolhí uma palavra-jargão para definir a causa da idéia: I N T U I Ç Ã O.
Mas o que é intuição? Podemos provocar intuições? São elas boas e/ou más para nós? Tôda vez que de repente nos “pinta” uma idéia e saímos atrás do objetivo que essa idéia indicou, foi uma intuição?
Eu vejo o cérebro como uma network de interactions entre informações registradas em neuronios da memória e demais neuronios. A memória é o nucleo, como a molécula de açucar num nucleotideo enquanto os demais neuronios se dividem primeiro em duas grandes regiões com personalidades diferentes, os hemisférios direito e esquerdo. Dentro de cada hemisfério existe ainda outra sub-divisão entre duas regiões. Então todo estimulo que entra no cérebro exigindo um pensamento vai diretamente á memória onde se compara o novo dado com o que se tem e faz expressar os dados relacionados ao novo dado. Da memória sai um fluxo de sinais levando estes dados no sentido horário, portanto vai atingir primeiro a região mais baixa do hemisfério esquerdo. Aqui ocorre a fase do deslumbramento, da surpresa, da curiosidade, ou indiferença, como reage uma criança a qualquer estímulo externo. Se o estimulo não exige ação êle retorna ã memória se foi considerado real para ser estocado como novo dado; se não, ele se evapora. Se o estimulo exige ação o fluxo de sinais vai para a região seguinte, a região superior ainda dentro do hemisfério esquerdo. Esta região é a do raciocinio crítico, um quase animalesco comportamento, onde o ser responde como criatura carnal lutando pela sobrevivência e se esta estiver resolvida, buscando os prazeres. Corresponde à idade do jovem, que é impetuoso, meio libertino ou anarquista, mais egoísta que altruísta. Desta região pode sair prontamente a ação, sem o fluxo passar ao hemisfério direito, principalmente se o estímulo representa uma situação de emergência. Se houver tempo o fluxo vai passar para o HD, o qual lida mais com as abstrações, como dizem, a construção espacial e temporal de uma idéia, onde o fluxo vai ser analizado em têrmos das leis e costumes sociais, vai ser comparado com a existência dos outros e inferir qual a interfer6encia nos outros, etc. Nêste ponto o fluxo se comporta como um adulto jovem. Chega então o fluxo ao quarto compartimento, onde entra as questões mais abstratas, como a moral, a religião, etc. Depois disso tudo o fluxo repete tudo outro vez porem de forma bastante rápida, no cortex cerebral. O qual é uma nova construção cerebral de nível superior onde se aloja a auto-consciência. Se o fluxo não foi despachado antes, aqui é o ultima parada.
Portanto, a configuação acima repete a fórmula da Matriz-software de sistema perfeito ou aberto: os dois hemisférios são as duas meias-faces da Matriz, a memória é a F1, as duas regiões do HE são F2 e F3, as duas do HD são F6 e F7 se o estímulo conduziu a apenas uma reflexão ou memorização. F4 é o cortex que ejacula a idéia (F5) para fora ou retorna-a à memória para ser repensada no nivel prático. 
Tendo esquematizado assim o problema devemos retornar agora com nossa questão: O que é intuição? Onde ela ocorre? Como ela surge?
Devemos esperar por mais dados reais da psicologia, da psiquiatria e principalmente das técnicas de MRI, para estudar êste assunto. Por isso registramos o excelente artigo abaixo e neste capitulo iremos acrescentando tudo o que novo for surgindo. Por enquanto eu opinaria que intuição é algo que nasce no HD, quando êste toca niveis profundos abstratos e talvez holograficos da Natureza e ela pode ser tornar a causa apaixonante de uma pessoa se, quando ela bater no cortex identifica-se com algum aspecto da nossa ainda misteriosa auto-consciência. 
Vamos ao artigo que será traduzido quando tiver-mos tempo ou se antes uma boa alma fazer isso para nós. Comecei a analizar o documento: o que está grifado em vermelho foi o que achei importante para a Matriz/DNA e o que está em azul são meus comentários)
 

Rationally Speaking

http://rationallyspeaking.blogspot.com/

Monday, January 31, 2011

Are Intuitions Good Evidence?

by Julia Galef
 
In Episode 16 of the Rationally Speaking podcast, Massimo said that despite some disagreements over particular philosophical issues, there is at least a consensus within the field about the rules of how to argue. I agree to a large extent. Philosophers more or less all concur about the rules of deductive logic and what constitutes a formal logical fallacy, as Massimo rightly pointed out. That’s not to say that no one ever makes a mistake, of course, but they do share standards of argumentation towards which they all strive. That commitment to rigorous thought is why I tend to love talking to philosophers, and it’s why I’ve ended up with an amusingly philosopher-heavy friend group.
( Esta é uma falha da ideologia dos céticos ( o autor faz parte de um movimento de céticos): acreditar que existe o perfeito pensamento o qual seria o rigoroso pensamento e o qual seria uma virtude dos céticos e racionalistas. Ora, a Razão só poderia existir como perfeita se ela conhecesse o tôdo e fôsse um espelho (mental) do todo. Assim ela operaria em perfeita sincronicidade com as operações do todo. Mas é válido a busca do pensamento mais rigoroso possível baseado unicamente nos fatos reais conhecidos e comprovados por todos ou por experimentos cientificos. Assim procedí, extremamente materialista e lógico segundo a lógica baseada nos poucos dados que conhecemos, na investigação que me levou à fórmula da Matriz/DNA).
 
Most philosophical arguments, however, occur not in the neat and orderly garden of formal logic, but in the wilderness outside its walls. Which means that the consensus on “how to argue” can get a little fuzzy. In particular, there’s one interesting controversy about philosophical methodology that I mentioned during the show but didn’t have time to elaborate on1: Is it legitimate to cite one’s intuitions as evidence in a philosophical argument?
It’s an important question, because appeals to intuitions are ubiquitous in philosophy. What are intuitions? Well, that’s part of the controversy, but most philosophers view them as intellectual “seemings.” George Bealer, perhaps the most prominent defender of intuitions-as-evidence, writes, “For you to have an intuition that A is just for it to seem to you that A… Of course, this kind of seeming is intellectual, not sensory or introspective (or imaginative).”2
( Bate com o que eu disse acima. Podemos ter intuições a cada minuto mas só damos valor e seguramos algumas quando um fluxo de dados bate no cortex, na área da auto-consciência, a qual é uma emergência de nível evolutivo superior alcançando ou tocando dimensões ainda obscuras ao nosso conhecimento, e o fluxo de identifica com algum aspecto do nosso auto-consciente. É portanto uma produção intelectual, não haveria como ser sensórea.)
   
 Other philosophers have characterized them as “noninferential belief due neither to perception nor introspection”3 or alternatively as “applications of our ordinary capacities for judgment.”4
Philosophers may not agree on what, exactly, intuition is, but that doesn’t stop them from using it. “Intuitions often play the role that observation does in science – they are data that must be explained, confirmers or the falsifiers of theories,” Brian Talbot says.5 Typically, the way this works is that a philosopher challenges a theory by applying it to a real or hypothetical case and showing that it yields a result which offends his intuitions (and, he presumes, his readers’ as well).
For example, John Searle famously appealed to intuition to challenge the notion that a computer could ever understand language:
“Imagine a native English speaker who knows no Chinese locked in a room full of boxes of Chinese symbols (a data base) together with a book of instructions for manipulating the symbols (the program). Imagine that people outside the room send in other Chinese symbols which, unknown to the person in the room, are questions in Chinese (the input). And imagine that by following the instructions in the program the man in the room is able to pass out Chinese symbols which are correct answers to the questions (the output)… If the man in the room does not understand Chinese on the basis of implementing the appropriate program for understanding Chinese then neither does any other digital computer solely on that basis because no computer, qua computer, has anything the man does not have.”
Should we take Searle’s intuition that such a system would not constitute “understanding” as good evidence that it would not? Many critics of the Chinese Room argument argue that there is no reason to expect our intuitions about intelligence and understanding to be reliable.
Ethics leans especially heavily on appeals to intuition, with a whole school of ethicists (“intuitionists”) maintaining that a person can see the truth of general ethical principles not through reason, but because he “just sees without argument that they are and must be true.”6 Intuitions are also called upon to rebut ethical theories such as utilitarianism: maximizing overall utility would require you to kill one innocent person if, in so doing, you could harvest her organs and save five people in need of transplants. Such a conclusion is taken as a reductio ad absurdum, requiring utilitarianism to be either abandoned or radically revised – not because the conclusion is logically wrong, but because it strikes nearly everyone as intuitively wrong.
British philosopher G.E. Moore used intuition to argue that the existence of beauty is good irrespective of whether anyone ever gets to see and enjoy that beauty. Imagine two planets, he said, one full of stunning natural wonders – trees, sunsets, rivers, and so on – and the other full of filth. Now suppose that nobody will ever have the opportunity to glimpse either of those two worlds. Moore concluded, “Well, even so, supposing them quite apart from any possible contemplation by human beings; still, is it irrational to hold that it is better that the beautiful world should exist than the one which is ugly? Would it not be well, in any case, to do what we could to produce it rather than the other? Certainly I cannot help thinking that it would.”7
Although similar appeals to intuition can be found throughout all the philosophical subfields, their validity as evidence has come under increasing scrutiny over the last two decades, from philosophers such as Hilary Kornblith, Robert Cummins, Stephen Stich, Jonathan Weinberg, and Jaakko Hintikka (links go to representative papers from each philosopher on this issue). The severity of their criticisms vary from Weinberg’s warning that “We simply do not know enough about how intuitions work,” to Cummins’ wholesale rejection of philosophical intuition as “epistemologically useless.”
One central concern for the critics is that a single question can inspire totally different, and mutually contradictory, intuitions in different people. Personally, I’ve often been amazed at how completely I disagree with what a philosopher claims is “intuitively” the case. For example, I disagree with Moore’s intuition that it would be better for a beautiful planet to exist than an ugly one even if there were no one around to see it. I can’t understand what the words “better” and “worse,” let alone “beautiful” and “ugly,” could possibly mean outside the domain of the experiences of conscious beings. I know I’m not alone in my disagreement with Moore, yet I’ve also talked to other well-respected professional philosophers who claim to share his intuition.
It’s common, in fact, for philosophers’ intuitions to diverge. If we want to take philosophers’ intuitions as reason to believe a proposition, then the existence of opposing intuitions leaves us in the uncomfortable position of having reason to believe both a proposition and its opposite. “We all know from even casual philosophical discussion that philosophers don’t always share one another’s intuitions,” Rutgers’ Alvin Goldman writes. Just to pick one of myriad examples, here is the eminent Hilary Putnam reacting to David Lewis’ appeals to metaphysical intuitions: “[F]ar from sharing these intuitions, I feel that I don’t even understand what they mean,” he complained.8 And Cummins and Weinberg both propose that the degree of disagreement on intuition may be understated by selection bias. “I suspect there is overall less agreement than standard philosophical practice presupposes, because having the ‘right’ intuitions is the entry ticket to various subareas of philosophy,” Weinberg says.
But the problem that intuitions are often not universally shared is overshadowed by another problem: even if an intuition is universally shared, that doesn’t mean it’s accurate. For in fact there are many universal intuitions that are demonstrably false. Consider our intuitive notions about math. It seems intuitively obvious that there must be more rational numbers than positive integers – because, after all, there are an infinite number of rational numbers between any two positive integers. Yet we can prove that set of rational numbers is the same size as the set of positive integers.
Our naïve beliefs about physics are no better. People who have not been taught otherwise typically assume that an object dropped out of a moving plane will fall straight down to earth, at exactly the same latitude and longitude from which it was dropped. What will actually happen is that, because the object begins its fall with the same forward momentum it had while it was on the plane, it will continue to travel forward, tracing out a curve as it falls and not a straight line. “Considering the inadequacies of ordinary physical intuitions, it is natural to wonder whether ordinary moral intuitions might be similarly inadequate,” Princeton’s Gilbert Harman has argued,9 and the same could be said for our intuitions about consciousness, metaphysics, and so on.
We can’t usually “check” the truth of our philosophical intuitions externally, with an experiment or a proof, the way we can in physics or math. But it’s not clear why we should expect intuitions to be true. If we have an innate tendency towards certain intuitive beliefs, it’s likely because they were useful to our ancestors. But there’s no reason to expect that the intuitions which were true in the world of our ancestors would also be true in other, unfamiliar contexts, such as objects being dropped from airplanes. (Or the emergence of consciousness from a complex system of unconscious components.)
And for some useful intuitions, such as moral ones, “truth” may have been beside the point. It’s not hard to see how moral intuitions in favor of fairness and generosity would have been crucial to the survival of our ancestors’ tribes, as would the intuition to condemn tribe members who betrayed those reciprocal norms. If we can account for the presence of these moral intuitions by the fact that they were useful, is there any reason left to hypothesize that they are also “true”? The same question could be asked of the moral intuitions which Jonathan Haidt has classified as “purity-based” – an aversion to incest, for example, would clearly have been beneficial to our ancestors. Since that fact alone suffices to explain the (widespread) presence of the “incest is morally wrong” intuition, why should we take that intuition as evidence that “incest is morally wrong” is true?
The still-young debate over intuition will likely continue to rage, especially since it’s intertwined with a rapidly growing body of cognitive and social psychological research examining where our intuitions come from and how they vary across time and place. I’ll be following it with interest – as a metaphilosophical question, its resolution bears on the work of literally every field of analytic philosophy, except perhaps logic. Can analytic philosophy survive without intuition? (If so, what would it look like?) And can the debate over the legitimacy of appeals to intuition be resolved with an appeal to intuition?
                                                  xxx
[Note: Massimo will publish a response to this friendly attack in a couple of days, as soon as he has figured out what his intuitions about Julia's arguments are.]
[Julia's Note: This was certainly meant as friendly, but not as an attack! I'm just explaining an interesting controversy in the field.]
————
(1) My disagreement with Massimo in the show begins around 20:30 and seems, in retrospect, to be primarily due to my characterization of appeals to intuition as a “rule of inference” among philosophers. Massimo (I believe) took “rule of inference” to refer to a formal rule of deduction, and replied that philosophers do not disagree about formal logic, whereas I was using “rule of inference” to mean, basically, “philosophical methodology.”
(2) George Bealer (1996). A priori knowledge and the scope of philosophy.
(3) Sosa, E. (1998). ‘Minimal Intuition’, in M. De Paul and W. Ramsey (eds.), Rethinking Intuition, Lanham, MD: Rowman and Littlefield.
(4) Timothy Williamson (2004). Philosphical ‘Intuitions’ and Scepticism About Judgement.
(5) Talbot, Brian (2009). How to Use Intuitions in Philosophy.
(6) Harrison, J. (1967). “Ethical Objectivism,” In P. Edwards (Ed.), The Encyclopedia of Philosophy (Vols. 3-4, pp. 71-75).
(7) Moore, G. E. (1903). Principia Ethica.
(8) Putnam, Hilary (1995). Renewing Philosophy.
(9) Harman, G. (1999). “Moral Philosophy Meets Social Psychology: Virtue Ethics and the fundamental Attribution Error,” Proceedings of the Aristotelian Society (New Series), 119: 316–31.

A Luz Informacional de uma Estrêla Adentrando Cérebros Pode Alterar o Comportamento Coletivo da Humanidade?!

segunda-feira, setembro | 20 | 2010

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. Noventa por cento do DNA intriga e tira o sono de pensadores como eu a muito tempo. Considerado DNA-Lixo, essa quase totalidade do DNA parece não ter utilidade alguma, pois parece que nada produzem em têrmos de proteínas ou enzimas, é composto de longas repetições de mesmas bases (AAAAAAAAA… ou, GGGGGGGGGGG…) e isso aparentemente não contem nenhuma mensagem, não codificam para nada. Porque a Natureza teima em não descartar essa região por desuso, que vem passando de geração a geração, de espécie a espécie, por três ou mais bilhões de anos?!

. Mas esta visão de DNA-Lixo é própria da Teoria Biológica Acadêmica, pois na Teoria da Matriz/DNA os modêlos sugerem uma explicação do que é, para o que decodifica, qual a mensagem inscrita ali, e que portanto não pode ser descartada de maneira alguma. Para explicar isso: quando vamos construir uma segunda casa já tendo construído uma primeira, não podemos começar do solo para cima, e sim temos que fincar alicerces raízes na profundeza do solo para dar firmeza ao edificio, repetir as mesmas operações anteriores. Uma grande árvore jamais existiria sem suas raízes ocultas no solo. Seria justificável considerar as raízes como “lixo”? Lembro que no período de desenvolvimento desde um óvulo fecundado até o embrião pronto para nascer, o corpo humano passa por formas inacreditáveis. Por exemplo, a fase chamada ” mórula”, que se vista por um micróbio existindo dentro dela pareceria o Universo cheio de galaxias espalhadas no espaço. As origens de um corpo humano apresenta imagem semelhante às origens do Universo! Mera coincidência? A forma seguinte “blástula” as células se destacam e assim se parece com uma galaxia que começa a formar seus internos sistemas estelares. Novamente mera coincidência? Mas depois o feto, a grosso modo, recapitula as formas de todas as espécies ancestrais vivas, de répteis a peixes a mamíferos inferiores. Agora insistir em coincidência não é mais racional.

. Desde que nossos modêlos resiltantes da anatomia comparada entre os sistemas da Evolução Biológica e os da Evolução Cosmológica estão sugerindo que as origens do DNA se perdem nos tempos antes do Big Bang, quando aponta para vórtices semi-materiais que apresentariam sete forças brutas que se tornaram com a evolução nas sete propriedades vitais que alimentam nossos corpos humanos, o nosso DNA de repente se revelou como apenas uma mera forma temporária de uma Matriz Universal que existe a pelo menos 13,7 bilhões de anos e vem evoluindo sistemáticamente. Nós hoje somos o real universo que adquiriu pernas, caminha, e através de nós começa a ter os primeiros lampejos de auto-consciência de sua existência; o resto que está lá fora, esse imenso céu estrelado que vemos nas noites iluminadas,  são os corpos e fósseis de nossos ancestrais, dos quais emergimos como vírus internos ( nós terrestres e outros mais irmãos genes nossos que devem existir em muitos lugares).

. Então, pelos modêlos da Matriz, os 90% do DNA registrariam tôdos os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica, a qual se extende nas profundezas do tempo e espaço como raízes profundas sem as quais nossos corpos e nosso DNA não poderiam existir. As longas repetições de mesmas bases registrariam os espaços do tempo em que os acontecimentos da matéria astronômica na sua escala de tempo astronomico e na sua forma de hardware, estiveram quase paralizados, flutuando como nebulosas de átomos ou galáxias, esperando que suas recentes evoluções fossem assimiladas e incorporadas no seu aspecto de software o qual se constitui naquele invisivel comando de instruções dos códigos no DNA  e mais tarde se constituiu nessa nossa invisivel mente. É preciso aqui conhecer como a evolução se dá por ondas como as marés que vai e vem, e quando retornam quase ao centro do oceano vão buscar fôrças para uma nova onda, quando parece que o tempo retorna do futuro em direção ao passado, mas que se explica por exemplo como a evolução parou no dinossauro improdutivo para retornar ao menor réptil e daí retornar com a forma do mamifero. Êsse retorno que parece involutivo tem que ser registrado na História pois ele consumiu um tempo que é necessario ser registrado para imprimir uma sequencia gradual racional e lógica de causas e evfeitos da evolução.

 Bem, agora deparamos com a divulgação de um assunto que eu nunca tivera conhecimento antes, que parece fantasioso, mas que parece fazer sentido e de repente lançou uma nova luz na cosmovisão da Matriz. Desde que a luz ou energia que possa alcançar a Terra vinda de galaxias ou estrelas distantes demora o tempo necessario para sua viagem até aqui, entendemos que quando ela chega aqui ela partiu de lá numa época muito remota. Ou seja, essa luz ou energia vem do nosso passado, do corpo de um nosso antiquíssimo ancestral. E considerando-se que o nosso DNA deve conter registrado nêle a existencia dêsse ancestral, o que deveria na lógica acontecer, quando os fótons que registram a imagem do viajante se encontrarem com o próprio viajante?! Imagine que você estava andando um dia aqui na minha cidade atual, Newark, onde o Tom Cruise estêve filmando A Guerra dos Mundos. Eu passei a pé ou de carro tantas vêzes perto das filmagens que posso ter sido captado em algum momento pelas lentes da filmadora e quando vou ansioso assistir a estréia do filme fico o tempo todo prestando atenção não nos atores principais, mas nas imagens de fundo para ver se não estou numa delas. E se a encontro? Ora, compro a fita do filme (não me satisfaço apenas em aluga-la) pois quero guardar aquilo como lembrança e mostrar para todo mundo na minha cidade do interior. Vou sempre direto naquele trecho da fita, vou me associar com ele de maneira diferente ou nula que me associaria com os outros trechos da fita.
Então voltemos á luz da estrêla nossa ancestral, que vindo na forma de bits-informação do corpo da estrela (na forma de fótons, que são fantasmas de luz que adentram toda a matéria e podem passear em nossos corpos livremente), vêm visitar nosso DNA. Como se fôsse um telespectador assistindo uma história. E de repente encontra-se a si própria, e não apenas à sua imagem que foi incorporada à fita do DNA. O que poderia acontecer? Senão uma rápida fusão num só evento dentro de um ponto no espaço-tempo? Se você fosse um astronauta saindo agora da Terra viajando por 50 anos do tempo terrestre e retornasse com o mesmo corpo ã Terra no ano de 2060? Seu corpo se existisse estaria velhinho mas o DNA seria o mesmo, ou seja um sósia perfeito seu. Não vamos nem tentar imaginar o que aconteceria entre o velhinho e você mas supomos que em algo iria influir na vida do velhinho. É justamente isto de que trata o assunto que deparamos agora nas noticias: a luz de um astro celeste emitida quando ele se transformou numa supernova chegou agora á Terra, adentrou o nosso cérebro e parece estar fazendo, em algumas pessoas mais sensíveis a ela, a glandula pineal vibrar ou emitir manifestações incomuns, parecendo que está alterando algo no DNA. Será que fotons iguais se fundem? Será que se colam como sósias? Será que se auto-anulam como acontece quando uma particula material se encontra com sua antimatéria? Infelizmente o reino ou dimensão dos fotons ainda está muito distante do alcance de nossos instrumentos cientificos e não conseguimos captar o que acontece nessa dimensão. Tudo é por enquanto conjecturas, mas dada a possibilidade de que nossa vida, nossa saúde e comportamento, estejam sendo influenciados pelas intimas dimensões das particulas que são os tijolinhos basilares do nosso corpo, seria burrice ignorar-mos essa possibilidade e eliminar-mos o estudo dela. Bem, o resumo se tornou maior do que a tese abaixo, portanto vamos passar a ela agora:        
 
Conexões entre ondas cerebrais de todos humanos constituindo uma Internet Coletiva

DNA Conectado numa Internet do Inconsciente Coletivo

Matéria curiósa lida no artigo intitulado: 

DNA é a mente global

No Site da Terapêutica Holística Neusa Rocha Teles, 

http://neusarochateles9.blogspot.com 

Abre nova linha de pesquisa para a Teoria da Matriz. Vejamos trechos do artigo: 

Supernovas são estrelas gigantes que tendo extinto seu combustível nuclear explodem espetacularmente. A media de produção de supernovas na galáxia é de uma a cada cinquenta anos, porém, já faziam 300 anos desde a última ocorrência. Anos mais tarde a Nasa colocou no espaço o satélite observatório Hublle. 

Depois de exaustiva pesquisa pelo espaço sideral, terminou por fotografar os restos da supernova 1987 e espantados os cientistas puderam ver a presença de dois misteriosos anéis, não concêntricos, formados pelos escombros e gases da gigantesca estrela. Mas, o mais impressionante é que na intersecção dos anéis a estrela havia se transformado num olho ardente, de espectro verde. 

  

Os Anéis Enigmáticos da Supernova 1987a

Essa supernova está a uma distância de 160.000 anos luz da Terra. Isto quer dizer que esta imagem, agora captada pela Hublle, iniciou sua viagem ao nosso planeta muito antes do que qualquer civilização humana conhecida tenha existido. 

Na mesma época a Nasa estava preocupada com o DNA humano, inúmeras pesquisas estavam se desenvolvendo em seus laboratórios. Na internet, em seu site, podiamos ler uma longa série deles, com informações inacreditáveis vindas de mentes supostamente cépticas dos cientistas ocidentais. 

Muitos estudiosos achavam que esta luz que agora nos vizitava, proveniente da estrela implodida, estavam, de alguma forma, interferindo nos padrões de comportamento do DNA humano. 

As pesquisas apontavam para o fato de que esta luz, portadora de todos os códigos e memórias daquela estrela, faziam vibrar a glândula pineal de muitas pessoas que, por um processo ainda desconhecido na época, acabavam interferindo de forma contundente o DNA delas. 

  

Fotons de Supernova Alterando Comportamento Humano

Matriz: Não gosto dessa idéia pois se não tenho contrôle sôbre o DNA que está no centro dos neuronios do meu cérebro, se uma mera estrêla distante pode me fazer de repente tirar a gravata e começar a plantar bananeira no escritório na frente de todo mundo…  eu estou lascado! Ou então de repente ficar mais bobo do que costumeiramente sou e assinar um cheque transferindo todo meu patrimonio para quem quiser aceita-lo?  Não, isso vai contra tôdas nossas expectativas da vida. Imagine se um assassino consegue provar que quando matou –  sua pineal estava sob o controle de uma supernova? Isto faria desmoronar todo nosso sistema social. Mas pensando bem, a coisa parece ter fundamento (não – claro – da forma tão contundente como o artigo deixa transparecer). O artigo diz algo que pela primeira vez na vida ouvi saindo da boca de outra pessoa o que tem saído da minha a tempos: a luz que uma estrela emite carrega todos os dados da existência da estrêla desde seu nascimento, como uma memória, que se fragmenta em seus bits-informação, na forma de fótons. 

Acontece que o DNA contem registrado em si, principalmente nas regiões denominadas DNA-Lixo, todas as experiências e existências de nossos ancestrais, desde átomos a estrêlas a macacos. Ora, se esta luz alcança nosso DNA, e contem fotons com dados exatamente iguais aos dados dentro de alguns genes, o reforço a estes deve fazê-los expressarem-se e alguma coisa diferente acontecer. Parece que estamos tocando de leve no fenômeno quantico do “entanglement”, aquele em que, mudando-se algo numa particula em São Paulo e estando sua anti-cara metade em Londres, a londrina muda tambem. Mas temos que manter o tema dentro dos controles da Ciência, sob nosso poder de atuação efetiva. 

Quais seriam as consequencias fisicas e psicológicas para nós, se isso realmente acontece? Questão incomoda e dificil, primeiro porque não temos certeza se a questão é real ou não. Se não for estaremos perdendo tempo. Mas eu começaria por pegar os mapas da Matriz e procurar as funções relacionadas a supernovas e pulsares. Pois estas funções do nosso comportamento é que deveriam serem mais expressadas do que normalmente. Porem isto seria uma mudança no comportamento coletivo, e não conheço alguma evidencia de que tenhamos captado isso alguma vez. O que não invalida a possibilidade: ninguem pegou todos os jornais e magazines produzidos até hoje e procurou identificar momentos em que noticias de comportamentos anormais a nivel de Humanidade tenha se produzido. Talvez a coisa exista mas seja tão sutil e impensável que possa estar debaixo de nossos narizes mas não o percebemos, não distinguimos seu cheiro. Seja como for não tenho tempo agora e não vou me arriscar a estudar algo que não tenho certeza se existe. Mas vale ficar aqui registrado à espera de que alguma nova noticia nos faça lembrar dêle e aqui retornar para prosseguir a partir deste ponto. 

O artigo continua com mais esta curiosidade: 

 Entretanto, de um dia para o outro, estas páginas desapareceram da Internet e o silêncio habitual das pesquisas que podem alterar o sistema dominante estabelecido se abateu implacável.  

Matriz: Verdade mesmo? Algum sistema dominante consegue fazer paginas sumirem da Internet e evitar que sejam repostadas mesmo sem ter respaldo do aspecto legal? Então devo me preocupar com as paginas do meu website, se isto influir de alguma maneira inconveniente para um “sistema dominante”? Eu abriria guerra total à ponta de baioneta, pois o caminho da Ciência que não prejudica seres humanos física ou psicológicamente não pode ser interrompido por ninguem. Minha vida perderia totalmente seu fundamento tal como se soubesse que minha mente pode mudar e ser controlada pela luz de uma estrela distante, portanto não me importaria de cair lutando por essa causa. Mas eu prefiro acreditar que os estudos foram temporariamente abandonados porque de fato não temos como mexer com esse fenômeno por enquanto. E penso que a NASA, que depende muito de investidores filantrópicos e de politicos avêssos à investigação cosmológica, é obrigada a cortar certas áreas de pesquisa que passariam a idéia de estar desperdiçando recursos. No pensamento de alguns essa fatalidade não é aceita e apelam para as teorias das conspirações. Pode ser. O que nos interessa é o seguinte: na Teoria da Matriz o assunto permanece registrado e pronto a ser reaberto assim que qualquer novo fenômeno natural descoberto venha a relembra-lo. É possivel que a auto-consciência do Universo que se encontra em estágio embrionário dentro de nossos cérebros humanos e quiçá em outros seres viventes extraterrestres vai se desenvolver formando uma espécie de Internet Cósmica, uma network não apenas abrangendo tôdas as unidades espalhadas no espaço, mas tambem abrangendo todas as unidades que existiram nos tempos passados.

Categoria:Mente e/ou Auto-Consciência

terça-feira, novembro | 17 | 2009

As fórmulas da Matriz nos fêz desvendar tudo o que existe de físico neste Universo, perceptível aos nossos sentidos. Pode ser que esteja tudo 100% errado, mas desde que a lógica dos circuitos que conectam meus neurônios bate 100% com a unica linha lógica que explica todos os fatos físicos, este desvendamento me satisfaz plenamente.

Porém existe uma excessão – a qual pode não ser uma excessão porque talvez se trate de um fenômeno que não seja físico, ou não seja puramente físico, ou ainda, mesmo que seja físico, não seja um efeito da física deste Universo: trata-se da auto-consciência existente no corpo humano.

Não trato aqui a mente e a auto-consciência como sendo a mesma coisa. A mente, entendo ser aquela parte física da matéria organizada em sistemas que faz o papel de software, ou seja, ela é o fluxo de informações na forma de energia ou outra coisa não visivel mas perceptivel . Ela surgiu com o Big Bang, com os primeiros vórtices quanticos, simplicíssima e veio evoluindo juntos com os sistemas naturais. Mas quando chega no homem, vejo uma separação entre essa mente física e a capacidade de um corpo ter a consciência que existe espaços (mundos, lugares) e existem tempos (a história do passado em outros lugares onde ela não existiu, assim como dos futuros onde ela não vai existir). Essa consciência da existência de coisas não-visiveis não poderia ser auto-consci6encia de um individuo humano sobre sua existência mas sópode ser a auto-consciência da existência do Universo, em sua totalidade. Acho que um animal não-humano tem mente mas não tem essa capacidade. Assim, o corpo humano é o Universo hoje ( aqui e agora nestas regiões), é apenas mais uma das formas que um ser vivente – no caso o Universo – apresenta em um ciclo vital. O homem é o sistema atual evoluido do sistema-universo que nasceu com o Big Bang, é o Universo que adquiriu pernas e caminha, e que começa a tomar consci6encia de sua existência. Por isso, através da consciência, o corpo humano é capaz de absorver e decidir sobre locais e tempos além de seus horizontes imediatos.

Mas como o Universo – ou um corpo material como o humano – adquiriu esta propriedade jamais existente por aqui antes?! Ele inventou-a, tirou-a do nada? Já que não existiam informações aqui para tal? Neste ponto a Matriz mais uma vez continua me surpreendendo: ela tem uma explicação para algo que não tem fisico auto-sustentabilidade como a auto-consciencia, e uma explicação que cabe na lógica do meu cérebro. A chave está quando ela diz que o Universo é uma produção genética. Ou seja, o Universo é um elemento que está reproduzindo algo existente antes e fora dele. Assim como um embrião humano qualquer neste momento e dentro da barriga de alguma mulher está reproduzindo algo que existia antes e existe fora dêle. Ora, se isto é correto, basta deduzir que o gerador do Universo foi e é possuidor de auto-consciência. Então a auto-consciência estaria surgindo apenas agora nêste Universo porque apenas agora ele, como embrião, chegou à forma que a faz emergir. Assim como os olhos ou a genitalia sexual apenas surge no embrião humano quando o feto atingiu certa evolução.

Se a auto-consciência é um fenômeno existente ex-machine, e desde que não conhecemos ainda a forma deste elemento ex-machine, ela pode ser de uma física existente aqui ou ainda não. Como a iris do ôlho humano é de uma substancia que ainda não existia na Terra quando seres vivos ainda não tinham olhos. Mas desde que ela apareceu, foi feita do material fisico aqui existente e obedecendo as mesmas leis de organização da matéria aqui existente.

Eu acho que a auto-consciência é as duas coisas: não é composta por material físíco como os aqui existentes, é feita com matéria física aqui existente e obedece às mesmas leis formadoras de sistemas aqui existentes. Apenas acontece que uma nova e inédita forma dentro deste Universo, produzida por uma elevada organização da matéria, faz emergir uma nova propriedade física. Nova porém não-inédita em termos de mundo, pois ela já existe além deste Universo.

Mas como dissemos acima, o mundo material já não mais contem segredos para nós, a Matriz resolveu tudo. É demasiado temeroso dizer isso e sinto-me mal, como se tivesse cometendo algum pecado ao dizê-lo, mas… tudo o que aí está, foi explicado. Então agora o próximo mistério a resolver é este: a auto-consciência. Nisto, tenho certeza, consumirei meus restantes anos de vida.

Como a mente está ligada aos neurônios?! Como o circuito neural de energia dentro da minha cabeça pode agora emitir uma força e influir num lugar tão distante como o Japão, o qual meus olhos jamais viram, enviando um boné dos Devils para minha sobrinha nissei que lá está? Vai aumentar no Japão o volume de um boné… e esta alteração foi produzida pela misteriosa substancia ou elemento produzida pelo meu cérebro! Como a existência do Japão está projetada nesta substância? Portanto, a auto-consciência possui uma força que influi na matéria física, que atua no meio da matéria da matéria física… e isto sugere que ela seja física. Mas a existência do Japão só existe num lugar: onde o Japão está. No entanto ela está existindo na minha mente tambem. A unica maneira fisica do Japão existir em outro lugar sem ser no solo do Japão seria pondo-se um colossal espelho acima do Japão, de maneira que este se refletisse naquele. Então, isto sugere que a auto-consciência seja de alguma substância física semelhante a espelhos, mesmo que no estado líquido, ou plásmico, ou fluídico.

Esta não é apenas a minha ocupação na vida agora mas a da maioria dos neurologistas e intelectuais que se prezam: como se dá a conexão mente-neuronios?

A outra frente de investigação será a questão de como conectar a auto-consciência humana com a auto-consciência existente além do Universo, ou seja, conectar filho (e/ou filha) com pai e mãe. Mais exatamente, como fazer um embrião se comunicar mentalmente com a mente da mulher que o carrega na barriga?

Outro fator muito importante que já vou adiantado em sua reflexão enquanto nenhum outro ser humano pensa nisso é: a auto-consciência humana é ovo botado fora, portanto, prole abandonada à própria sorte. Resumindo: em todo ciclo macro-evolucionário ( quando o sistema universo salta de uma forma para outra próxima mais evoluida), as primeiras espécies iniciam botando os ovos fora, mas as próximas espécies desenvolvem capacidades para manterem os ovos dentro até o nascimento dos rebentos. Aconteceu com a forma do sistema bio;ogico, onde até os répteis aconteceu a primeira fase, e a partir deles, veio a segunda. No mapa da Matriz a coisa está explicita: o ovo é botado fora pelo buraco negro, cai a vagar no frio espaço interestelar, mas em seguida é mantido dentro, quando cai na órbita de uma esterla e ali é mantido até florescer como estrela.  A absurda condição da existência humana, repleta de tragédias nesta biosfera caótica, indica que a cabeça humana, como ovo portador desta nova nascente criatura conhecida como auto-consciência, se assemelha ao ovo botado fora.  

Pior para nós: torna-se mais dificil, senão impossivel, levar o embrião a comunicar-se mentalmente com seus genitores, se estamos dentro de ovos vagando ao léu, nem sabemos da existência e muito menos do local da existência de genitores. Mas como na Matriz, o ovo botado fora continua sob a supervisão e infalivel cuidados da genitora, esperamos que assim seja conosco.

Enfim, aqui criamos esta categoria, para ir registrando todo material util que porventura surgir – já que, na medida do possivel manteremo-nos atento a tudo que venha a ser noticiado pelos pesquisadores nos laboratórios, e assim continuar esta investigação. 

A EMBRIOGÊNESE DA AUTO-CONSCIÊNCIA E O INTERNAUTA INTELECTUAL

quinta-feira, setembro | 3 | 2009

A cabeça humana exerce – macro-evolucionariamente – a função de um ”ovo” onde está sendo gestada esta grande novidade conhecida como a “auto-consciência”, o cérebro faz a placenta neuronial que manifesta o embrião mental através dos flashes dos circuitos de energia das sinapses, que são projeções das atividades neuroniais,  estes flashes que se parecem com os raios cortando as nuvens, e esta imagem toda revela como a mente está adquirindo forma fisica nos mesmos moldes da Matriz. No meio dessa nuvem e entre raios surgem flashes de figuras parecendo estrelas, quasares, significando os futuros órgãos deste novo e revolucionário sistema.  Ainda sem abrir seu próprio olho – a terceira visão? – este embrião mental já tem que lutar para manejar o timão do corpo dirigindo-o para satisfação de suas necessidades que não são as mesmas do corpo. Embaraçoso conflito interno em nossas cabeças, justificando Nieztche quando dizia: “O Homem é uma ponte: perigosa travessia.” 

Além da cabeça existem os acessórios usados para nutri-la e carrega-la, acessórios reunidos num conjunto que denominamos “corpo”. Portanto o corpo faz o papel da mãe gestante, e enquanto o cérebro e a gestante carnal se alimentam de matéria organica, a mente ainda abstrata se alimenta de informação, igualmente abstrata, na sua própria dimensão.

A maioria dos seres humanos expressam mais sua parte material organica, em detrimento do desenvolvimento desse embrião mental, que permanece assim raquitico e aprisionado dentro de uma cela óssea. Porém, alguns seres humanos (como eu), por motivos de infortunio na vida ou, no outro extremo,  por ter nascido com demasiados privilégios, habituaram este embrião a exercitar-se e “comer muita informação” , e assim fortalecido, de dentro de sua cela ele quase tem controle total sobre o cérebro do ser carnal. Resultado?

A mente adora o conforto intra-uterino tal como qualquer embrião carnal. Dali ela não quer sair, a não ser quando obedece aos instintos quanticos, aqueles que na origem do Universo fazia com que os vórtices spin right, isolados, procurassem se fundir com os spin left, para vencer a solidão mental de uma cela escura.  Mas ela quer devorar informação. Isto explica porque muitas pessoas - e cada vez aumenta o numero delas - estão passando 8, 12 horas por dia sentados na frente do computador.

Se eu puder, não saio de casa. Só em pensar no mundo louco, agitado, agressivo, que existe lá fora na rua, e a massificação da estupidez gerada pela luta pela sobrevivencia, que impede a calma na troca de informação sobre o progresso do conhecimento a respeito das macro e micro dimensões invisiveis, sobre a existencia filosofal… me faz resistir o maximo possivel saboreando um minuto a mais o meu conforto intra-uterino.  

A grande massa está errada, perpetuando esse ciclo carnal, animalizado, do nascer, se reproduzir, trabalhar, morrer, nascer, se reproduzir, trabalhar, morrer… O grande salto transcendente para a forma de energia pura mental vai sendo adiado, mas como neles a mente ainda embrionaria e raquitica nada pode comunicar de si, não se dão conta do absurdo de suas existências.

Porém, o outro menor grupo, não está muito certo também. Como disse o Don Juan de Carlos Castãneda, “você está neste mundo como homem, portanto, lute e viva como homem.” Infantil ainda a mente não tem muita responsabiliudade e resiste a aceitar esta realidade: a de que a Màe que a carrega não pode existir parada apenas brincando com ela e amamentando-a. A mãe tem que sair para o trabalho, senão o corpo morre e com ele vai a mente tambem.

Devemos expressar mais a nossa existência mental em detrimento da nossa existência animal, ou vice-versa?

Qual será a forma mais inteligente de resolver este impasse? Eu preciso ver se alguém tem melhor idéia que eu, por ora jogo a minha no ar.

Em macro-evolução universal, a todo salto transcendente mutacional para um novo e inédito tipo de sistema mais complexo ( seja no salto do sistema atomico para sistema estelar, seja do sistema reptiliano para o sistema mamifero, etc.), aplica-se a lei inexorável: numa primeira fase o novo sistema, ainda na sua fase embrionaria, é um ovo botado fora e abandonado á própria sorte, mas passado certo estágio ele obrigatóriamente entra na segunda fase que é a do ovo mantido dentro, cuidado e nutrido até completar a maturação ou “maioridade” ( as galáxias fazem isso, basta ver LUCA, e os sistemas biológicos ficaram botando ovo fora até os répteis e depois passaram a manter o ovo dentro com os mamiferos). Como uma novidade no Universo, este novo sistema denominado “auto-consciencia” que recem surgiu num cérebro primata, está na fase do ovo botado fora e abandonado á própria sorte. Não se surpreenda portanto com tantas tragédias acontecendo com seres humanos, tanta imprevisibilidade que nos leva a desconfiar da existência de um reino de Deus e acabar acreditando que estamos no reino do acaso absoluto.    

 Ora, se um corpo humano não se concentrar na matéria à sua volta, vigiando sempre, será devorado por algum predador, e se não se concentrar na caça ao alimento organico, não sobrevive. O pássaro na selva fica atento a qualquer ruido enquanto caça e para dormir sobe no mais alto da arvore onde nem as serpentes alcançam. Esta concentração do cérebro carnal significa entorpecimento do raciocinio abstrato, a mente está algemada e encarcerada. Mas se um corpo humano não arregaçar as mangas, inspirar energia, inflar o peito e sair para a luta que consiste em remexer a matéria, a mente não consegue o conforto intra-uterino de um lar. 

Raios. Não quero ir à rua. Quero ficar nos livros e nos computadores, como por exemplo, assistindo o debate entre religiosos e ateus, onde às vezes “pinta”  interessantes assuntos com suculentas informações, como a que vejo agora: a segunda lei da termodinamica, entropia,  não é uma barreira para acontecer a abiogenese. O computador na minha casa está num ambiente confortavel e aconchegante. Não quero sair na rua. Mas, raios, o corpo da mãe fica me pressionando com as forças e contorções do parto me empurrando, querendo obrigar-me a nascer para a luz natural lá fora… onde faz frio, muito frio.

- ”Força Luiz, levante-se dessa cadeira, saia para a caça, seu corpo vai se atrofiar, os “bills”chegam inexoravelmente no fim do mes, e você não quer matar sua mãe de fome nem assisti-la sendo expulsa de casa pelo senhorio, quer?” – fica sussurrando no meu ouvido uma voz vindo do eu carnal. Eu dou um “tapa” do lado como afugentando essa voz intrometida e continuo escrevendo no computador…

Bem… continuando esse papo, vou atirar no ar minha opinião…

- “Ooopsss… o que você disse, ó meu eu carnal?”

- “ Levante-se senão…”

Sabem de uma coisa? Deixarei minha opinião para mais tarde… agora preciso sair à rua… 


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