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Nova evidencia para Matrix/DNA Theory: material organico e agua encontrados em meteorito

terça-feira, janeiro 16th, 2018

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My comment below explains briefly how tis news is evidence:

https://astronomynow.com/2018/01/16/ingredients-for-life-revealed-in-meteorites-that-fell-to-earth/

Ingredients for life revealed in meteorites that fell to Earth

A blue crystal recovered from a meteorite that fell near Morocco in 1998. The scale bar represents 200 microns (millionths of a meter). Credit: Queenie Chan/The Open University, U.K.

E meu comentario publicado no artigo:

Louis Charles Morelli ·Fritador de batatas fritas at Self employed– posted at 01/16/18

There is a hidden detail in panspermy theory: “life didn’t arrived here coming from another planet, but as the product of the entire astronomic system projecting itself ahead, evolutionary and genetically”. The astronomical model and the life’s origins model from Matrix/DNA Theory are suggesting this solution. These news are very good as evidences for this theory. Thanks by the good job.

E meu post hoje no Facebook:

O ceu esta mandando informacoes que eleva minha teoria enquanto vai derrubando todas as outras! Me passa o catchup para meu pedaco de pizza e enche meu copo outra vez, ganhei mais essa…

O fato ‘e o seguinte (resumindo): milhares de cientistas e bilhoes de dolares estao na corrida procurando as origens da vida neste planeta, sob a ideia de que foi justo por acaso. Por outro lado, a unica teoria que um pouco diferente desta e’ a panspermia que imagina a vida surgindo em outro lugar e trazida para ca. A busca dos pesquisadores no ambiente terrestre esta frustrando-os, porque parecem cada vez mais distante do que aconteceu de fato, mas entao descobriram varios meteoritos caidos do espaco contend os building blocks basicos para a vida, e assim levantaram os olhos para o ceu, a antiga teoria da panspermia esta voltando a todo vapor. Mas esta teoria e’ irracional: ela apenas transfere o problema para outro lugar e fica do mesmo jeito sem solucao, pois como a vida teria surgido em outro lugar?

La no meio da selva a Natureza sussurrou alguns segredos no meu ouvido, e qu8ando os comparei com as interpretacoes dos academicos sobre os fatos reais, nao batiam com o que a Natureza me sugeriu. Tive que calcular tudo de novo, modelos de atomos, galaxias, processos de origens da vida. criando a Matrix/DNA Theory. Nela, a resposta nao esta na superficie da Terra e tambem esta mas nao esta na panspermia. A vida ‘e sistema biologico e foi produzido pela auto-projecao `a frente do sistema astronomico que a criou, evolucionaria e geneticamente. Claro, quem me ouviu fez uma careta de dar medo, entao calei-me. Mas ha 30 anos a Ciencia esta descobrindo novas informacoes na Terra e no espaco, todas indo contra os modelos teoricos dos academicos, e todas caindo como luvas como evidencias para a Matrix/DNA. No modelo academico nao havia agua nas origens do sistema solar e agora vem um meteorito de outro astro que apos datado revela-se remanescente das origens do sistema solar e com agua! Mas eu gritei la da selva que a maneira como astros se formam, ja contem agua, que pode ser mantida ou desaparecer… E os meus aminoacidos com a mesma configuracao de um sistema astronomico veio no meteorito…

Nao tem conversa, me passa o catchup, e hoje voces pagam a conta…

Origem da Vida em Meteóritos? Novas indicações (3)

terça-feira, agosto 9th, 2011

Xanthine em Meteóritos

Hypoxanthine em Meteóritos

Porque esta corrida na busca das origens da Vida é importante tambem para Você:

Pessoas deístas ou não-especializadas em Ciências tendem a negligenciar êste assunto que constantemente está vindo nas manchetes porque acham que isso é assunto de desocupados que deveriam estarem gastando nosso dinheiro e ocupando seu tempo na busca de soluções para os problemas práticos urgentes. Mas devem lembrarem-se que existem muitos hoje em dia gastando nosso dinheiro em luxúria e supérfluos que com certeza nada vão adicionar à Humanidade. Esta atividade tem sim, muitas utilidades práticas e atuais, a primeira sendo que nesta busca vai se penetrando mais fundo em dimensões da Natureza não alcançadas pelos nossos sentidos sensoriais e com isso entendendo melhor o que é o mundo, a existência, o que o mundo quer de nós para nos recompensar e não destruir-nos, e principalmente, descobrindo sempre novos mecanismos da Natureza, os quais são reaplicados na evolução da tecnologia e no combate às doenças. Veja, por exemplo, abaixo, como esta nova descoberta da NASA está sugerindo uma nova abordagem para entender e combater o mosquito causador da malária. Por isso êste assunto está aqui na Matrix/DNA.

Alguns cientistas estão começando a falar a linguagem da Matrix/DNA. Sem terem conhecimento dos modêlos e da cosmovisão desta teoria estão praticamente repetindo coisas que dissemos aqui e a 20 anos atrás quando interpretei os modêlos. Por exemplo, vejamos esta frase do Dr. David Rothery, diretor do Planetary Science and the Search for Life at the Centre for Earth, Planetary, Space and Astronomical Research, na Inglaterra.

“Êstes resultados adicionam pêso à idéia de que os building blocks da vida estão espalhados em nosso sistema solar, e presumivelmente também em outros sistemas planetários. O que é importante é se os ingredientes ocorrem frequentemente para se fazer inevitável que a vida iniciará em qualquer lugar que reuna as condições necessárias, e isto está parecendo o mais provável”

Os modêlos da Matrix/DNA sugerem que as partículas-informação para erigir sistemas biológicos provêm da entropia dos astros, os quais apresentam um ciclo vital que constitui um circuito sistêmico exatamente igual a um par de bases de nucleotídeos. Portanto a vida pode começar em qualquer lugar de qualquer galáxia. Mas nas Ciências ainda predomina a idéia de que êstes ingredientes básicos se organizaram em um unico ponto num unico lugar e num unico momento. Está errado, segundo a Matrix/DNA, e o equívoco acontece porque desconhecem o aspecto “vital” dos astros.

Vejamos a noticia, tal como foi publicada em VEJA:

Meteoritos podem conter elementos de DNA

Uma nova pesquisa sobre dez meteoritos ricos em carbono mostra que contêm alguns elementos básicos de DNA, confirmando a hipótese segundo a qual a vida na Terra poderia ter vindo do espaço.

Cientistas haviam detectado elementos de DNA em meteoritos desde os anos 60, mas não tinham certeza sobre se sua criação ocorrera no espaço ou resultava de uma contaminação, ao contato com a vida na Terra.

Este último estudo, presente na mais recente edição dos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS) de 8 a 12 de agosto, comprova que nucleobases, os elementos constitutivos do DNA, chegaram realmente à Terra em meteoritos, em grande quantidade e diversidade.

Esta última descoberta aumenta o número crescente de indicações, segundo as quais as reações químicas no interior dos meteoritos e nos cometas podem produzir elementos essenciais de moléculas biológicas, destacam os autores.
Pesquisadores haviam, anteriormente, encontrado aminoácidos em amostras de elementos provenientes do cometa Wild 2, como parte da missão Stardust, da Nasa.
Os aminoácidos são indispensáveis à produção de proteínas, a molécula da vida.
Para esta última pesquisa, os cientistas analisaram amostras de 12 meteoritos ricos em carbono, nove deles encontrados na Antártica.
Também encontraram adenina e guanina, nucleobases do DNA.
Os cientistas descobriram pela primeira vez em dois desses meteoritos restos de três moléculas ligadas a “nucleobases análogas”.
Essas últimas aportam a primeira prova de que esses elementos constatados em dois meteoritos provêm mesmo do espaço e não de uma contaminação terrestre.
Com efeito, nenhuma dessas nucleobases análogas foi detectada em amostras de gelo e de solo coletadas perto da zona de impacto dos meteoritos portadores.

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E aqui um trecho da noticia no Cosmos Magazine:
http://www.cosmosmagazine.com/news/4621/dna-has-alien-origin?

Alien DNA

The findings suggest that life was partly created in space, essentially meaning that strands of DNA are in fact alien in origin.

“These results add weight to the idea that the building blocks for life are widespread in our Solar System, and presumably also in and around other planetary systems, commented David Rothery, chair of Planetary Science and the Search for Life at the Centre for Earth, Planetary, Space and Astronomical Research in the UK.

“What’s important is whether the ingredients occur often enough to make it well-nigh inevitable that life will get started wherever there is a suitable habitat, and this is looking increasingly likely.”

( Veja excelente/crítico comentário sôbre esta noticia em:
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Fragmentos de DNA no meteorito e a busca pela origem da vida. 10/08/2011. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fragmentos-dna-meteorito-origem-vida. )

COMENTÁRIO DA MATRIX/DNA, postado na VEJA:

Esta informação não confirma a hipótese que a vida veio do espaço. Existem ao menos mais duas alternativas igualmente possíveis:

1) se elementos do DNA podem aparecer em meteóritos e cometas, porque não tambem em planetas?;

2) A vida não veio do espaço (esta é a teoria da panspermia), não houve “origem” da Vida, os seres vivos são sistemas biológicos e apenas produto da evolução dos sistemas astronomicos, ao qual a Terra pertence (esta é a teoria da Matrix/DNA).
Na sua responsabilidade a imprensa tem que evitar ser o porta-voz de ideologias que amanhã podem estarem no curriculum escolar formando a mentalidade dos jovens, os quais, ao serem doutrinados em visões do mundo equivocadas perdem a livre iniciativa de pensar e buscar a verdade por si mesmos.

Esta é uma oportunidade para pesquisadores brasileiros. A crença de que a Vida veio do espaço está crescendo porque não conseguem fazerem os aminoácidos de Urey darem o próximo passo que seria formarem proteínas e RNA. Desistem dêsse caminho e buscam outras soluções para as origens da Vida e conhecimento de importantes mecanismos naturais. Mas no Amazonas nós descobrimos a possibilidade da existência da Matrix/DNA e seria esta fórmula que estaria faltando ser aplicada aos aminoácidos elaborados na Terra. Vale a pena tentar êste caminho, pois se acertar-mos, recuperamos o atraso cientifico do Brasil e colocamos o país na vanguarda de uma nova Ciência. ( veja a fórmula no site da “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”).

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Tradução do comentário em Inglês:

This information does not confirm the hypothesis that life came from space. There are at least two equally possible alternatives:

A) If DNA’s elements can appear in meteorites and comets, why not also on planets?;

2) Life did not come from space (this is the theory of panspermia), but from the evolution of the whole space as a system. There was no “origin” of life, living beings are biological systems and only product of the evolution of astronomical systems, to which the Earth belongs (this is the Matrix / DNA Theory).

The press has a responsibility to avoid being the spokesman of ideologies that tomorrow may be in the school curriculum forming the minds of young people who, when they are indoctrinated with wrong views of the world lose their own initiative to think and seek the truth themselves.

This is an opportunity for “thinkers outside the box” researchers. The belief that life came from space is growing because they can not make the Urey’s amino acids making the next step that should be to form proteins and RNA. So, they did give up this way and are seeking another solutions to the origins of life and knowledge of important natural mechanisms. But in the Amazon we have discovered the possibility of the existence of the Matrix / DNA and would be this formula that is missing for the amino acids produced in the Earth. (See the formula on the website of “The Matrix Universal Vital Natural Systems and Cycles”).

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A seguir, a noticia original da NASA, analizada segundo uma breve olhada nos mod6elos da Matrix/DNA;

NASA Researchers: DNA Building Blocks Can Be Made in Space – 08.08.11

NASA-funded researchers have evidence that some building blocks of DNA, the molecule that carries the genetic instructions for life, found in meteorites were likely created in space. The research gives support to the theory that a “kit” of ready-made parts created in space and delivered to Earth by meteorite and comet impacts assisted the origin of life.

Matrix/DNA: Realmente a pesquisa reforça a teoria de que teria sido necessário à Terra receber alguns ingredientes elaborados em algum outro lugar porque aqui não haveria condições para os building blocks aqui elaborados dessem os passos seguintes formadores de proteínas e RNA. Mas a teoria citada não considera a hipótese da Matrix/DNA, a qual sugere algumas diferenças no atual modêlo teórico sôbre sistemas estelares e galácticos que capacitariam à dupla Sol+Terra darem êstes passos. Êste impasse apenas poderá ser resolvido se experimentalmente aplicar-se os modêlos da Matrix/DNA sôbre a matéria inorganica/organica terrestre e obter-se as tais proteínnas, ou então acompanhar a chegada das fotos do espaço que vêm quase que diáriamente mostrando novos tipos de astros, cujo conjunto um dia poderá provar ou desaprovar os modêlos da Matrix/DNA ou da corrente teoria acadêmica.

“People have been discovering components of DNA in meteorites since the 1960’s, but researchers were unsure whether they were really created in space or if instead they came from contamination by terrestrial life,” said Dr. Michael Callahan of NASA’s Goddard Space Flight Center, Greenbelt, Md. “For the first time, we have three lines of evidence that together give us confidence these DNA building blocks actually were created in space.” Callahan is lead author of a paper on the discovery appearing in Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America.

The discovery adds to a growing body of evidence that the chemistry inside asteroids and comets is capable of making building blocks of essential biological molecules. For example, previously, these scientists at the Goddard Astrobiology Analytical Laboratory have found amino acids in samples of comet Wild 2 from NASA’s Stardust mission, and in various carbon-rich meteorites. Amino acids are used to make proteins, the workhorse molecules of life, used in everything from structures like hair to enzymes, the catalysts that speed up or regulate chemical reactions.

Matrix/DNA: Segundo nossos modêlos, não existe a propagada explosão de astros como geralmente sugerem noticias baseadas no atual modêlo cosmológico. Segundo nossos modêlos, meteóritos provêm de duas fontes: a) cometas desfeitos que não adentraram buracos negros, e, b) cadáveres estelares em decomposição. Nos dois casos devem existir enorme potencial latente para produzir os building blocks biológicos, principalmente nos meteóritos provenientes de cometas, os quais possuíriam energia em estado mais intenso de prosseguimento do circuito sistêmico. Mas nos dois casos, “provávelmente”, tais meteóritos trariam apenas os buildings blocks relacionados à sua meia-face da Matrix, ou seja, dos cometas para a meia-face esquerda e dos detritos estelares para a meia-face direita. De qualquer forma, esta pista pode nos ajudar a solucionar os segrêdos, se constatar-mos que os ingredientes são apenas de uma meia-face ou outra.

In the new work, the Goddard team ground up samples of twelve carbon-rich meteorites, nine of which were recovered from Antarctica. They extracted each sample with a solution of formic acid and ran them through a liquid chromatograph, an instrument that separates a mixture of compounds. They further analyzed the samples with a mass spectrometer, which helps determine the chemical structure of compounds.
The team found adenine and guanine, which are components of DNA called nucleobases, as well as hypoxanthine and xanthine. DNA resembles a spiral ladder; adenine and guanine connect with two other nucleobases to form the rungs of the ladder. They are part of the code that tells the cellular machinery which proteins to make. Hypoxanthine and xanthine are not found in DNA, but are used in other biological processes.

Matrix/DNA: Ok… isto significa que temos mais trabalho a fazer. É mencionado aqui o nome de dois elementos que precisaremos pesquisar o que se sabe a respeito dêles: hypoxanthine e xanthine.
Vejamos Wikipedia:

Hypoxanthine is a naturally occurring purine derivative. It is occasionally found as a constituent of nucleic acids where it is present in the anticodon of tRNA in the form of its nucleoside inosine. It has a tautomer known as 6-Hydroxypurine. Hypoxanthine is a necessary additive in certain cell, bacteria, and parasite cultures as a substrate and nitrogen source. For example, it is commonly a required reagent in malaria parasite cultures, since Plasmodium falciparum requires a source of hypoxanthine for nucleic acid synthesis and energy metabolism. In August 2011, a report, based on NASA studies with meteorites found on Earth, was published suggesting hypoxanthine and related organic molecules, including the DNA and RNA components adenine and guanine, may have been formed extraterrestrially in outer space.

Hypoxanthine em Meteóritos

Ora, esta fórmula imediatamente nos mostra que a Matrix é repetida duas vêzes e nas duas predomina o nitrogênio, um elemento com numero atômico 7, portanto pertencente à meia-face direita da Matrix ( uma face entrópica, relacionada á morte dos sistemas, prova disso como vamos ver a seguir é que a hypoxanthine é necessária para constituir o veneno da malária). (Não se esquecendo que vale apena dar uma olhada em Wikipedia para recordar o que é purine e seus derivados)

Então temos que recapitular algo do Nitrogênio:

Wikipedia:

Nitrogen is the largest single constituent of the Earth’s atmosphere (78.082% by volume of dry air, 75.3% by weight in dry air). It is created by fusion processes in stars, and is estimated to be the seventh most abundant chemical element by mass in the universe.

Molecular nitrogen and nitrogen compounds have been detected in interstellar space by astronomers using the Far Ultraviolet Spectroscopic Explorer. Molecular nitrogen is a major constituent of the Saturnian moon Titan’s thick atmosphere, and occurs in slightly appreciable to trace amounts in other planetary atmospheres.

Nitrogen is present in all living organisms, in proteins, nucleic acids, and other molecules. It typically makes up around 4% of the dry weight of plant matter, and around 3% of the weight of the human body. It is a large component of animal waste (for example, guano), usually in the form of urea, uric acid, ammonium compounds, and derivatives of these nitrogenous products, which are essential nutrients for all plants that cannot fix atmospheric nitrogen.

Matrix/DNA: Bingo! Nitrogênio é criado na fusão de estrêlas, justamente a Função 6 da Matrix, onde começa a meia-face direita e o principio entrópico. E é encontrado nos excrementos de animais, ou seja, produtos entrópicos. Tudo está indicando que êstes meteóritos vieram de alguma estrêla morta. E sugere que a hypoxanthine é uma molécula right-handed… será mesmo? Onde podemos ver isso? A palavra “”inosine” nos leva às riboses das quais se diz que: “Ribose is an organic compound. The term may refer to any of two enantiomers: almost always to D-ribose, which occurs widely in nature and is discussed here; or to its synthetic mirror image L-ribose, which is not found in nature and is of limited interest”. Ok… mas hypoxanthine é produzida apenas no espaço onde L é muito encontrado).
O fato de que nitrogenio seja o maior constituinte de uma lua sugere que luas seriam formadas a partir de detritos estelares dispersos que não foram aborvidos no vórtice reciclador?! É possível.

Voltemos à hypoxanthine:

“Plasmodium falciparum requires a source of hypoxanthine for nucleic acid synthesis and energy metabolism”. Humm… tenho um interêsse extra nisso, pois como vitima da malária no Amazonas onde peguei o virus vivax mas tambem o falciparum ( que é a forma menos mortal da doença) me interessa agarrar os calcanhares desta pesquisa para tentar aniquilar estas pestes). A coisa continua a fazer sentido sob a luz da Matrix/DNA, pois êstes virus tem ação entrópica).

Vamos agora à “Xanthine”:

Xanthine em Meteóritos

Wikipedia:
Xanthine is a purine base found in most human body tissues and fluids and in other organisms. A number of stimulants are derived from xanthine, including caffeine and theobromine.[1]

Xanthine is a product on the pathway of purine degradation.

Xanthine is subsequently converted to uric acid by the action of the xanthine oxidase enzyme.

Studies reported in 2008, based on 12C/13C isotopic ratios of organic compounds found in the Murchison meteorite, suggested that xanthine and related chemicals, including the RNA component uracil, were formed extraterrestrially.

Matrix/DNA: Ótimo! Xanthine é produto da degradação. Face direita e entropia na cabeça! E vemos novamente a predominancia de nitrogênio. Tudo isto merece um estudo mais detalhado, a ser feito quando tiver-mos tempo, se Deus quiser. (…Êpa!… Deus? … Um agnóstico deu uma escorregada aqui, mas por favor, não conte para ninguém…).

Voltando ao artigo da NASA:

Also, in two of the meteorites, the team discovered for the first time trace amounts of three molecules related to nucleobases: purine, 2,6-diaminopurine, and 6,8-diaminopurine; the latter two almost never used in biology. These compounds have the same core molecule as nucleobases but with a structure added or removed.

It’s these nucleobase-related molecules, called nucleobase analogs, which provide the first piece of evidence that the compounds in the meteorites came from space and not terrestrial contamination. “You would not expect to see these nucleobase analogs if contamination from terrestrial life was the source, because they’re not used in biology, aside from one report of 2,6-diaminopurine occurring in a virus (cyanophage S-2L),” said Callahan. “However, if asteroids are behaving like chemical ‘factories’ cranking out prebiotic material, you would expect them to produce many variants of nucleobases, not just the biological ones, due to the wide variety of ingredients and conditions in each asteroid.”

The second piece of evidence involved research to further rule out the possibility of terrestrial contamination as a source of these molecules. The team also analyzed an eight-kilogram (17.64-pound) sample of ice from Antarctica, where most of the meteorites in the study were found, with the same methods used on the meteorites. The amounts of the two nucleobases, plus hypoxanthine and xanthine, found in the ice were much lower — parts per trillion — than in the meteorites, where they were generally present at several parts per billion. More significantly, none of the nucleobase analogs were detected in the ice sample. One of the meteorites with nucleobase analog molecules fell in Australia, and the team also analyzed a soil sample collected near the fall site. As with the ice sample, the soil sample had none of the nucleobase analog molecules present in the meteorite.

Thirdly, the team found these nucleobases — both the biological and non-biological ones — were produced in a completely non-biological reaction. “In the lab, an identical suite of nucleobases and nucleobase analogs were generated in non-biological chemical reactions containing hydrogen cyanide, ammonia, and water. This provides a plausible mechanism for their synthesis in the asteroid parent bodies, and supports the notion that they are extraterrestrial,” says Callahan.

“In fact, there seems to be a ‘goldilocks’ class of meteorite, the so-called CM2 meteorites, where conditions are just right to make more of these molecules,” adds Callahan.

The team includes Callahan and Drs. Jennifer C. Stern, Daniel P. Glavin, and Jason P. Dworkin of NASA Goddard’s Astrobiology Analytical Laboratory; Ms. Karen E. Smith and Dr. Christopher H. House of Pennsylvania State University, University Park, Pa.; Dr. H. James Cleaves II of the Carnegie Institution of Washington, Washington, DC; and Dr. Josef Ruzicka of Thermo Fisher Scientific, Somerset, N.J. The research was funded by the NASA Astrobiology Institute, the Goddard Center for Astrobiology, the NASA Astrobiology: Exobiology and Evolutionary Biology Program, and the NASA Postdoctoral Program.

( Anexo existe um interessante vídeo)
End

Moléculas fundamentais à vida podem ter origem extraterrestre, diz pesquisa

domingo, janeiro 30th, 2011

Esta novidade de que aminoácidos estariam pregados em meteórito, que este meteórito teria pertencido a um planeta nos primórdios do sistema solar, o qual seria muito quente e por isso não poderia ter gerado os aminoácidos, e que estes aminoácidos teriam sido formados em lugar que não tem água!… Tem algo errado nestas hipóteses.

Folha.com

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/863217-moleculas-fundamentais-a-vida-podem-ter-origem-extraterrestre-diz-pesquisa.shtml

 GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

19/01/2011

Cientistas da Nasa (agência espacial americana) descobriram que alguns aminoácidos –elementos essenciais à vida na Terra– podem ter vindo do espaço, pegando carona em asteroides que se chocaram com a nossa atmosfera.

Os aminoácidos são importantíssimos porque ajudam a compor as proteínas, indispensáveis para a existência de todas as formas de vida no nosso planeta.

Ao estudar os fragmentos de um meteorito (pedaço de asteroide) que caiu no deserto africano em 2008, cientistas da Nasa comandados por Daniel Glavin do Centro Goddard de Voo Espacial, descobriram que os pedaços de rocha vindo do espaço continham aminoácidos do tipo canhoto.

Os aminoácidos podem ser de duas variedades: destros ou canhotos. Elas funcionam como imagens espelhadas. Algo como nossas mãos, uma com o polegar voltado para direita e outra, para a esquerda.

Na Terra, todos os seres vivos têm aminoácidos canhotos, como os do meteorito. Mas isso não quer dizer que a versão destra seja impossível por aqui. Cientistas já conseguiram sintetizá-la em laboratório.

O que eles não sabem ainda é por que os canhotos prevaleceram. ( A Teoria da Matriz/DNA tem boa explicação aqui, em outro artigo) Os fragmentos do meteorito podem, então, dar uma importante contribuição para matar essa charada.

Ao analisar essas moléculas, os pesquisadores se surpreenderam: alguns dos aminoácidos simplesmente não existiam na Terra, enquanto outros eram realmente bem difíceis de se encontrar na natureza.

Isso, de acordo com os autores do trabalho, publicado esta semana na revista “Meteoritics and Planetary Science”, comprovaria que o meteorito já teria chegado ao planeta com os aminoácidos, tornando impossível a hipótese de “contaminação” no ambiente.

Eles acreditam que o asteroide, batizado de 2008 TC3, é provavelmente uma parte de algum planeta que existiu nos primórdios do Sistema Solar. Mas, como a temperatura nesse planeta devia ser realmente muito alta, os cientistas acham que os aminoácidos não se formaram enquanto o astro ainda estava inteiro.

E o enigmas vão além: ao contrário dos aminoácidos da Terra, que precisam de água para se formar, as “moléculas ET” não tinham o líquido disponível no ambiente do meteorito.

Isso, de acordo com o chefe do trabalho, aumenta as possibilidades da existência de vida usando “ingredientes” até agora considerados impossíveis.

Glavin disse em entrevista ao “Science News” que, na opinião dele, se realmente existir uma forma de produzir aminoácidos sem água, isso então “aumentaria muito a probabilidade da existência de vida em outros lugares do Universo”.

Embora esta seja uma grande novidade, vale lembrar que os aminoácidos são apenas uma parte da vida. Para chegar até ela, ainda são necessários muitos outros fatores.