Posts Tagged ‘mitocondria’

Ciência produzindo filhos com três genitores: duas mães e um pai!

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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Mulheres transmitem a seus filhos doenças causadas pelo DNA mitocondrial (apenas os femininos são passados aos filhos). Para eliminar estas doenças nos filhos, a mãe gestadora tem este DNA removido de seu ovulo, substituído pelo DNA de um ovulo doado por mulher saudável. Este resultante ovulo-duplo é então fertilizado com o espermatozoide do parceiro. Depois de varias experiencias e observação a técnica foi aprovada pela lei. Por curiosidade me pergunto como fica o sobrenome da criança? Contendo os sobrenomes das duas mães? E na repartição de heranças? No dia das mães a criança terá que dar dois presentes? Se um baby for feito com dez pedaços do DNA de dez espermatozoides de dez himens, o baby ter dez heranças? Mas como ficara o sobrenome dele? Já sei: faz se uma unica palavra contendo as dez iniciais dos pais…?! Já não chegava essa historia de casamento gay nos ter feito criar um monte de leis novas? A continuar assim nosso livro das Leis vai daqui na Lua…

Ver noticia com vídeo:

https://www.newsweek.com/assisted-reproduction-ivf-maternal-spindle-transfer-three-parent-babies-1302044

ANOTHER IVF ‘THREE-PARENT’ BABY BORN IN EUROPE VIA SPINDLE TRANSFER TECHNIQUE

BY  

Mitocôndria em 3 videos e a descoberta da invaginação do oceano de magma nos pulsares

quinta-feira, julho 26th, 2018

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Este trabalho nos levou ‘a descoberta que:

” A invaginação da membrana interna da mitocôndria é um atributo da Função 4 da formula da Matrix/DNA, a qual, no ancestral da mitocôndria que foi o pulsar no sistema galáctico, produziu a invaginação de um oceano de magna logo abaixo da superfície externa (membrana externa) ligando o magma por canais com o núcleo de magma incandescente, o que no final consiste em gigantescos vulcões. Enquanto nos pulsares estes vulcões expelem magma energético que se tornam as esferas dos cometas, nas mitocôndrias túbulos imitando vulcões expelem as moléculas de energia ATP. No final, o significado e funções de tudo são os mesmos, tanto num astro celeste como numa organela celular.”

Três videos no Youtube sobre mitocôndria, de um mesmo autor, brasileiro, em português. A serie chama-se

“A Mitocôndria em 3 atos”

Cada ato, ou vídeo mostra a mitocôndria num tipo de linguagem de apresentação.

( Segundo a Teoria da Matrix/DNA, a mitocôndria foi produzida pela Função 4 da formula. A ancestral da mitocôndria seria, nos sistemas astronômicos, o astro formado pelo envelhecimento dos planetas, quando ele esta com uma camada superficial muito fina e daqui vai se tornar uma estrela, uma supernova. Cremos que ele corresponde ao que os astrônomos chamam de “pulsar”. Sua superfície é toda esburacada com crateras vulcânicas. Os gigantescos vulcões cujas entranhas partem do núcleo emitem cometas, os quais expelem a energia de magma dos vulcões ( enquanto que a mitocôndria expele energia na forma de ATP). A previsão desta teoria é surpreendente porque uma imagem visionaria de tal astro mostraria logo abaixo da camada superficial ( que na mitocôndria se tornaria a membrana externa) uma rede intrincada de canais de lavas, os quais ligam a superfície ao magma incandescente do núcleo. Em outras palavras poderíamos dizer que existe no pulsar uma “membrana interna” que é uma faixa de um oceano de magma, a qual é invaginada em formas de lapelas… tal como na mitocôndria.

Ato 1 : Um formato semelhante ao usado em cinema

https://www.youtube.com/watch?v=zkBPj_E1YFc

Ato 2: Uma linguagem didatica, como a usada em sala de aula

https://www.youtube.com/watch?v=RBzrjCPanO4

Ato 3: Uma visão artística

https://www.youtube.com/watch?v=JORhTOC1kos

Outro excelente vídeo sobre mitocôndria:

https://www.youtube.com/watch?v=wcbOjBzmi14

E tem muitos outros videos para ver e trazer para cá. Fazer a pesquisa sobre videos em Inglês

Mitocondrias: Video mostra sistema excretor

segunda-feira, janeiro 29th, 2018

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Video de pesquisa cientifica bem suscedida feita na USP sobre o sistema produtor de excrecao na mitochondria e o processo excretor. Abaixo copia do meu comentario postado no video do Facebook:

https://www.facebook.com/cienciausp/videos/674101269380752/

Louis Charles Morelli

Os intestinos de um antigo microorganismo que virou organela celular. Moleculas oxidantes sao as fezes no microorganismo, peroxirredoxina sao os prototipos evolucionarios das bacterias que hoje fazem este servico no intestino humano. Assim a evolucao sao como ondas em que as menores e mais simples se projetam `a frente tornando-se as maiores e mais complexas. Pena que os biologos ainda nao assimilaram isso e falham ao nao procurarem na evolucao cosmologica as ondas menores e mais simples que se projetaram a frente produzindo a origem da vida e da propria biologia. Pelo que sei apenas eu estou fazendo isso com a minha Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais. E isto significa extensao da tortura humana pelas doencas e o predominio da disciplina da Fisica no pensamento biologico quando a Natureza mostra que deveria ser o contrario.

Porque Mitocondrias Mantem seu DNA

quinta-feira, julho 7th, 2016

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Mitocôndrias são as únicas organelas das células que contem DNA. A explicação aceita atualmente e’ que as mitocôndrias eram micro-organismos que foram absorvidos pelas células e passaram a conviver em simbiose. Mas segundo também o conhecimento atual, no inicio desta simbiose as mitocôndrias tinham cerca de 2.000 genes. Com o tempo foram transferindo ou perdendo estes genes para o DNA nuclear. Porem em todas as especies de seres vivos, as mitocôndrias mantem ainda 37 genes. Ela se recusa a transferir  parece que nunca vai faze-lo. Porque? Este tem sido um mistério por muitas décadas e parece que agora conseguiram avanço na explicação. Veja artigo no link abaixo:

No entanto, aqui na casa da Matrix/DNA, a explicação deve estar relacionada com a formula da Matrix. Se o conjunto de informações especificas para mitocôndria (estes 37 genes) passar delas para fora, elas produzirão cloroplastos, haverá fotossíntese, a célula se torna sistema fechado e … adeus reino animal. E’ assunto para pensar, para tentar entender como a formula trabalha. Então porque ribossomos e outras organelas passaram todos seus genes? Porque eram micro-organismos apenas com RNA? Pode ser a resposta pois ribossomos operam apenas com RNA e não DNA. Como e porque as células animais não foram invadidas pelos fótons para cloroplastos? Mas uma coisa e’ certa: na formula, o fluxo de informações se divide em dois justo na função mitocôndria. Uma parte ( a maior parte) vai para o núcleo e outra parte segue para F6. Que se tenha comprovado que durante a evolução  a maior parte dos genes foram para o núcleo e uma parte permanece na mitocôndria, e’ mais ma evidencia do acerto da formula. Mas isto suscita uma intrigante possibilidade. Isto esta sugerindo que a evolução da célula animal não terminou ainda, que estes genes vão de fato passar e formar F6. Células animais com cloroplastos? Animais capazes de fazer fotossíntese? esta isto indicando que a evolução reserva para nos um corpo modificado para ser mais energia, luz, que carne e ossos?!

So Why Do Mitochondria Still Have DNA

So Why Do Mitochondria Still Have DNA

Meu comentario postado no artigo ( aguardando moderacao):

Louis Morelli – 7/7/2016

All these data are more evidence for our theory that all natural systems are produced by a unique natural formula, the Matrix/DNA. But, then, the formula s suggesting that cells did not reached the top of their evolution, so, the human body will be drastically transformed. The initial set of 2000 genes should be separated  into two flows, accordingly to the formula. One flow 0 the biggest – should return to the nucleus, and it did. The other flow should be launched ahead for creating the next systemic function, in the cell case, chloroplasts. If the evolution of cells will continue, will appear a new structure in the animal cell which will be developed into chloroplasts. It will bring the ability for performing photosynthesis, but, the human body will be hardly transformed. Something into more light/energy… like advanced aliens. We will wait the news about the discovery of a new structure arising  in the human cells.

Como a Eva Mitocondrial Veio das Estrelas – pela Matrix/DNA

terça-feira, junho 28th, 2016

( Falta corrigir ortografia, esquematizar, etc.)

DNA mitochondrial                                                                               DNA Mitocondrial

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Como disse uma leitora deste artigo, as mulheres são duras na queda. Elas precisam do material genético dos homens para terem filhos, mas elas mantem o poder que garante que a espécie humana se multiplique apenas se as mulheres participarem e dirigirem o processo de fazer humanos. Pois apenas as mães podem passar o DNA mitocondrial para os filhos, sejam estes machos ou fêmeas. Assim como todo zangão-abelha cai morto logo apos fecundar a rainha abelha, o DNA mitocondrial dos machos também caem mortos imediatamente apos a fecundação. O motivo do porque estes elementos machos se suicidam e’ desconhecido para a Ciência, porem a formula da Matrix/DNA que penso ter descoberto na Amazônia tem uma explicação surpreendente para este fenômeno.

Como?! Mas eu sempre pensei – e assim aprendi na escola – que são os DNAs do pai e da mãe que competem ou se fundem para determinar as características físicas dos filhos. Inclusive eu puxei mais para meu pai que para minha mãe… Calma, você não prestou atenção no texto, passou voando sobre uma palavra decisiva:  mitocondrial. Uma nova descoberta cientifica de muita importância publicada no New York Times com link abaixo ainda não foi bem explicada, e aqui entra a maravilhosa oportunidade que temos de conhecer a formula universal da Matrix/DNA, pois vamos ver sua surpreendente explicação.

Why Do We Inherit Mitochondrial DNA Only From Our Mothers?

( clique na figura para ver artigo do New York Times)

Por muito tempo, os biólogos acreditaram que nosso DNA reside apenas no centro de controle de nossas células, o núcleo.

Porem, em 1993, um casal da Universidade de Estocolmo ( este “estocolmo” significa que deves “estar calmo” para receber a bomba que vem ai pois eu já esto colmo), descobriu DNA fora do núcleo. Olhando através de um microscópio eletrônico, Margit e Sylvan Nass notaram fibras de DNA nas organelas denominadas “mitocôndrias”, o centro de energia das nossas células.

Será que a danada da mitocôndria se aproveita do escuro da noite quando você está dormindo, sai do citoplasma da sua célula, entra no núcleo e rouba um pedaço do seu DNA?! ( Deve ter perguntado a Margit para o Sylvan).

Mas existe uma diferença notável entre os DNAs no núcleo e o da mitocôndria. Ao contrario do DNA nuclear, o qual vem do casal, o nosso DNA mitocôndria vem apenas da nossa mãe. Raios, isto por um bom tempo tem deixado muito pensador filosofo-cientista sem dormir. A mãe passa seu DNA mitocôndria para um filho e uma filha, os netos vindo da filha vão ter seu DNA mitocôndria, porem os netos vindos do filho não. Estes terão DNA mitocondrial apenas vindo da nora.

Na Russia houve até uma passeata em protesto feita pelas sogras com cartazes dizendo: ” As noras estão sumindo com o DNA mitocondrial das sogras. Queremos nosso DNA em todos nossos netos!” Mas na Irlanda foi a vez dos homens, por sinal, evangélicos: ” Ou as mulheres deixem passar nosso DNA mitocondrial para nossos filhos ou serão condenadas de novo como foi a Eva! Palavras de Jeová!”

Tanto pensaram, rebuscaram uma solução, que terminaram elaborando uma das mais estranhas teorias biológicas de hoje, porem largamente aceita entre os biólogos: a Teoria da Eva Africana Como a Origem da Humanidade. Pois o DNA mitocondrial permite a técnica de traçar os rastros ancestrais das pessoas, seguindo mãe por mãe ( O nuclear torna essa técnica muito difícil porque ele sempre se desdobra entre famílias dos pais e das mães), e dizem que essa técnica os levou `as origens da espécie humana vinda de uma semi-primata da Africa. Ateus e gozadores estes pesquisadores ironizaram a crença religiosa no Eden, dizendo que o Paraíso na verdade foi a Africa, por isso correram a por o nome de EVA na semi-primata.

Por todo este tempo, ninguém realmente entendeu porque ou como o DNA mitocondrial dos pais desaparecem nas células. Toda mitocôndria nas células de uma mulher ou homem tem seu DNA, mas com certeza absoluta aquele DNA veio de uma mulher, apesar de que a pessoa foi feita também por um homem. Raios? Porque?! Como? Assim como alguns ancestrais nossos, ainda dos insetos, começaram a perder as antenas, de maneira que elas não chegaram aos mamíferos, assim alguns ancestrais perderam a capacidade de transmitir o DNA mitocondrial dos machos? Eu quero minhas antenas e meu DNA mitocondrial paterno de volta! Não importa que vou ter de jogar minha coleção de bonés fora, ou ter que fazer furinhos neles para passar as antenas… Até parece que isso foi trama dos fabricantes de GPS. Vou pedir para  o Moro investigar isso também.

Mas uma equipe internacional de cientistas foram mais fundo no mistério e estudaram a mitocôndria no esperma de uma minhoca chamada C. elegans ( elegante por que ela anda rebolando) e acharam umas respostas. Estas foram publicadas no conceituado Journal Science ( vai ai um link abaixo), e indicam que a mitocôndria paternal neste tipo de minhoca tem um mecanismo interno de auto-destruição que se torna ativado quando um esperma se funde com um ovulo. A natalidade entre estas minhocas é grande, porem artificialmente atrasando este mecanismo, os cientistas descobriram que ela se torna bem menor, levando a grande mortandade dos embriões. Esta informação agitou o meio cientifico porque muitos pressentiram que ela pode ajudar no melhor entendimento de certas doenças e possivelmente otimizar as técnicas de fertilização in vitro. (só espero que algum ditador não resolva usar esta técnica para baixar a natalidade em seu pais, pois isto seria matança, ou aborto prematuro, de embriões).

Antes desta descoberta, se acreditava que esta herança maternal era orquestrada por processos nas células ovulares das mães – disse o Dr. Ding Xue, um professor da Universidade de Colorado e um dos autores da pesquisa. Grandes estruturas denominadas “autophagosomes”, por exemplo, são conhecidas por engolirem mitocôndria paterna logo apos o esperma penetrar um ovulo. O Dr. Ding Xulé … quer dizer, o Dr. Ding Doing, quer dizer, o Dr. Ding Xue, e seus colegas, acharam, no entanto, que a mitocôndria paternal nas minhocas na verdade começam a serem destruídas antes de qualquer autophagosome alcança-las. ” Isto é como um mecanismo suicida”- disse Byung Ho Kang ( que traduzindo do chines para o inglês e depois do inglês para o português significa “Comprando um Kanguru”), um professor da Universidade da China e outro dos autores da pesquisa. Não tem quem bata os chineses no estudo de minhocas, pois eles tem longa experiencia tradicional em lidar com elas. Por isso a Gal Costa, quando viu um caminhão cheio de chineses pelados, cantou: “São tantas coisinhas miúdas…”

Os pesquisadores identificaram um gene, chamado de cps-6, que pareceu iniciar o processo da destruição da mitocôndria paternal dentro mesmo desta mitocôndria. Por isso parece um processo suicida. Então as mulheres não tem culpa, não existe devoração ou assassinato, o que existe é suicídio dos machos. Mas porque?! O que sera que todos os DNAs mitocondriais masculinos estão vendo de tão horripilante que preferem se suicidarem?!

Mas… raios, agora aumentou ainda mais o mistério. Esta descoberta foi “muuuito” importante porque se entendeu que o sumiço do DNA mitocondrial paternal não acontece dentro do ovulo, e sim antes do esperma seguir na direcao do ovulo. Eles descobriram que deletando o gene cps-6 fez com que a mitocondria paternal sobrevivesse e vivesse mais tempo nos embriões. E isto levou a altas taxas de mortalidade dos embriões. O assunto é sério. Na realidade, algumas vezes o suicidio do DNA mitocondrial paternal não funciona direito, ele vive por mais algum tempo dentro de um embrião e isto tem sido ligado a doenças severas, como atrofia muscular, cegueira e demência, e `a morte dos embriões.

Então, o suicídio beneficia as especies. Eu sempre disse que nos homens somos talhados ( entenda bem, “talhados”, e não aquilo que vocês pensaram) para sermos heróis, aponto de nos imolar-nos no altar dos sacrifícios se isto vai beneficiar a proliferação da nossa especie.

Mas esta historia não esta bem contada. O gene cps-6 funciona como uma bomba que um suicida engole e carrega dentro do próprio corpo! Não creio que o motivo seja alguma religião fanática das mitocôndrias paternais. Porque fazem isso?!

“DDDD”, que e’ a abreviatura para “Diz o Dr. Ding-Doing”, que o grande mistério que ainda permanece no meio cientifico é porque esta herança maternal ocorre tao consistentemente através dos organismos. Se isso acontece apenas com um organismo entenderíamos que foi uma mutação deletéria, porem, quando acontece com todos, parece que a causa esta alem deles, vem de fora deles! Uma das teorias existentes tem a ver com o fato que o esperma deve gerar muita energia quando competindo para fertilizar um ovulo. Durante este tempo, a mitocôndria espermática é sobressaturada, o que poderia levar a danos em seu DNA e assim levar a mutações. Mas esta teoria, e todas as outras, são ainda muito especulativas, disse o Dr Xue. E ele acrescentou: ” Esta tem sido uma quase eterna questão biológica. Deve haver uma fundamental, importante razão do porque a maioria das especies na realidade adotam o mesmo estilo da herança mitocondrial.”

Não sou eu, mas sim os cientistas autores das descobertas que estão conscientes e dizendo que o fenômeno não foi ainda solucionado. Mas quando se fala em fenômenos naturais, nos últimos 30 anos, eu corro imediatamente para um santuário, denominado ” Altar da Matrix/DNA”, puxo um mapa chamado ” Formula Universal Para Todos os Sistemas Naturais”, danço o ritual do quizumba-zumba e deixo-me ser incorporado pelo espirito da selva que me faz voltar a ser o semi-macaco que viveu na selva por sete anos, e o qual é o único que sabe ler e interpretar o mapa. Assim tenho encontrado explicações para muitos mistérios ainda não solucionados cientificamente…, porem, são tão diferentes das nossas conhecidas visões do mundo, que nem ousei publica-las alem de apenas registra-las neste website, esperando que algum dia alguma experiencia laboratorial comprove ou derrube meu santuário para sempre. Mas ainda assim vale a pena dar uma olhadinha nestas explicações, pois elas realmente nos fazem coçar  o cocuruto. Sera mesmo?!

Vamos ver o que tem a dizer a natureza bruta e virgem da Amazônia sobre a herança maternal mitocondrial. Vamos puxar a formula para cá, no seu aspecto em que ela sugere como foi a  origem dos sexos.

 

Os Ancestrais dos Cromossomas Sexuais no Sistema Galáctico

Os Ancestrais dos Cromossomas Sexuais no Sistema Galáctico

Vamos tentar dar uma rápida explicação muito resumida. Porque o DNA mitocondrial paternal desaparece antes do esperma alcançar o ovulo? Porque a Natureza criou um gene – o  cps-6 – e inseriu-o na mitocôndria paternal com a função de ” suicidar” este DNA mitocondrial?!

De átomos a galaxias a células a seres humanos, todos são corpos, funcionais, e todos são sistemas naturais. Mas não são sistemas aleatórios onde cada um teria surgido por sua própria conta e risco – como reza a teoria acadêmica moderna. Não. Todos estes sistemas são apenas as diferentes formas que um único sistema universal adquiriu ao longo de sua evolução, assim como um corpo humano adquire varias diferentes formas ao longo de sua vida, desde a morula, a blástula, o feto, a criança, o idoso de bengala, o cadáver… Assim, nos humanos, enquanto corpos físicos, somos uma forma de sistema natural, que veio da evolução cuja linhagem ancestral passou pelos animais, plantas, a primeira célula viva, o sistema solar, a galaxia, os sistemas atômicos, até este sistema nascer com o Big Bang. De maneira que quando alguém diz que tem 24 ou 37 anos, esta errado, pois temos 13,7 bilhões de anos.

Fazendo comparações anatômicas entre os sistemas biológicos ( que dizem erradamente como “seres vivos” e sistemas astronômicos e atômicos ( que dizem erradamente como não-vivos), cheguei a ver um padrão que se repetia em todos eles, o qual parecia a forma do DNA. Então forcei um pouco a atual teoria das galaxias e dos átomos, mudei algumas coisas que pareciam estarem erradas porque não batiam com seus efeitos que eu estava vendo aqui na Terra, ou seja, a produção dos sistemas biológicos, e acabei ajeitando as coisas de maneira que o building block de átomos e galaxias era o mesmo building block do nosso DNA – um par lateral de nucleotídeos! Se isto fosse verdade, nosso DNA veio das estrelas, ou antes delas, do Big Bang!

Então – se isto for verdade – átomos, galaxias, assim como nos também tem suas formas de DNA. Mas depois percebi que esta mesma forma esta encriptada numa simples onda de luz natural, como aquela que deve ter sido emitida pelo Big Bang e se espalhou por todo este espaço sideral! Na verdade, as varias figuras mostrando a evolução deste DNA nestes 13,7 bilhões de anos sugere que esqueçamos o nome “DNA”, pois em principio ele nada mais é que uma formula universal que organiza a matéria em sistemas naturais. Assim como o DNA dos meus pais estava infiltrado num oceano amniótico e organizou a matéria numa bolota disforme chamada morula e depois num belo e musculoso ( quem me dera fosse verdade), e bípede idiota ser humano como eu!

Se esta estapafúrdia visão do mundo ( mas se você não percebeu ainda, ela tem uma logica racional de fazer dar arrepios até nas pregas… da bainha da calça), for um dia considerada como mais avançada do que as outras visões de mundos criadas por humanos até hoje, todos os elementos naturais, todas as forças naturais, que convergiram para um ponto na superfície deste planeta e começaram a conectarem átomos de uma maneira nova, gerando os primeiros aminoacidos, depois as grandes moléculas, etc., elas tinham que estarem presente, ou apenas neste planeta Terra, ou na Terra e mais o Sol e até no sistema solar inteiro, ou ainda na galaxia em sua totalidade. Pois estes maravilhosos predicados que vemos aqui constituindo os seres vivos não podem terem originados de informações que não existiam dentro desta galaxia. So’ se tivessem vindo de fora dela, e de forma sobre-natural, mas então, estamos deixando de lado a logica racionalista da cabeça de um semi-macaco vindo da selva amazônica, o qual nunca viu nada sobrenatural para incluir em suas investigações sobre esta Natureza.

Uma destas maravilhosas propriedades dos sistemas biológicos é o aparato da reprodução sexual. Como a matéria burra, estupida, de rochas, água e gazes deste pequeno planeta perdido na imensidão cósmica, teve a ideia de criar tal fantastica engenharia?! ( me perguntava eu na selva enquanto descascava uma banana). A unica resposta mais racional a meu ver era a de que esta engenharia seria o produto da evolução de engenharias menores e mais simples que vinham da constituição da matéria antes das origens da vida. Afinal, foi assim que o Darwin me ensinou que a evolução funciona, quando eu era estudante vivendo na civilização.

Para resumir tudo e encurtar a conversa, a mais simples – quase estupidamente simples – engenharia que funcionava e apresentava o mesmo efeito final que a reprodução sexual biológica existente no estado do mundo antes das origens da vida estava visível na formula da Matrix/DNA. Eu a vi quando desenhava e calculava o verdadeiro papel da base nitrogenada chamada de uracila apenas constante no RNA e o mecanismo que a fazia aparecer e desaparecer em seguida, na formação de mais um building block do DNA. Mas como a figura do building block do DNA era a mesma figura do building block desta galaxia, então, antes das origens da vida, e nesta galaxia, estava o aparato precursor desta engenharia.

O primeiro ser vivo, realmente completo e finalizado, foi a primeira célula. E ela era hermafrodita. Isto porque a Via Láctea que a criou, é um sistema hermafrodita.

Então, observando a formula, vemos que o aparato executando a Função 1 ( seja o núcleo da galaxia, do átomo, ou da célula) emite ou gera o germe de mais um astro celeste.  A F1 funciona exatamente como precursora da genitália e do aparato reprodutivo das fêmeas. apesar de que num ancestral feito apenas com os estados solido e gasoso da matéria, este aparato era demasiado mecânico e simples. Como o sistema é hermafrodita, e é formado apenas por Astros, de alguma maneira estes Astros terão que executarem as duas funções sexuais. ( raios… esse cara ficou louco? Ele esta dizendo que luas, planetas, estrelas fazem sexo?! Não. A palavra sexo foi criada por humanos referindo-se a como um processo natural ocorre no meio deles. Este processo ocorre também desde a átomos a galaxias, claro, nas suas apropriadas versões. Ou você acredita que esta fantastica engenharia foi inventada pela primeira vez neste Universo pela matéria burra deste planetinha?! Se sim, sinto muito, mas o louco aqui serias tu…) Mas quando o germe se torna um planeta maduro, ou envelhecido e se transforma na F4, a qual em termos de sistema astronomico achei bom chamar de “pulsar”, ele executa apenas a função macho. Gigantes vulcões expelem magma efervescente com tanta força que se tornam esferas e vencem a gravidade do corpo caindo no espaço sideral, adquirindo a forma de cometas, e pelas linhas do campo magnético espiral da galaxia são conduzidos na direcao da função fêmea, F1.  Por enquanto, tudo igual ao que papai e mamãe sempre fizeram. Mas veja bem…

Isto aqui não é astrologia. E acho que pelos padrões acadêmicos, não é nem astronomia. Este mecanismo acontece também no DNA quando ele cresce devido a multiplicação de seus nucleotídeos. E acontece nas células quando elas se multiplicam. Se costumo puxar a formula quando ela estava na forma de building block das galaxias, levando um assunto de biologia para a astronomia, é porque na forma astronômica foi a unica vez que a formula se tornou quase que perfeita. E’ uma maquina funcional de extrema perfeição. Ja nas suas formas de DNA, célula, ou cérebro humano, a formula sempre apresenta alguma derivação que a impede de se expressar tao perfeita. Então. é claro, se quero conhecer a formula, devo focaliza-la na sua máxima expressão de perfeição e isto se deu como sistema astronomico. Minhas preferencias são biologia, química, neurologia e não astronomia, mas é na astronomia que a formula se torna mais inteligível.

Mas logo apos o macho ejacular, quer dizer, logo apos o pulsar expulsar seu material interno, ele desaparece. Sim, desaparece porque o corpo que sempre foi opaco, sem luz, da’ lugar a uma estrela, uma supernova resplandecente. Ele desaparece quando se transforma. E aqui esta a chave que mata todo este mistério. Seria correto dizer que os machos pulsares são suicidas? Ora, para toda vez que surgir uma criança, tem que desaparecer um baby. Seria certo dizer que todos os babies são suicidas? Metamorfoses transcendentais de sistemas naturais, promovidas pelo processo conhecido como “ciclo vital”, o qual impõe a lei de que ao longo de uma vida todos os sistemas naturais mudem de formas.

Se o estado físico de uma criança não seguir o curso normal do ciclo vital, não mudando para a forma de adolescente, adulto, ela envelheceria dentro do corpo de uma criança, e seus órgãos internos se romperiam. E vimos acima que a morte do DNA mitocondrial paternal começa dentro quando sua membrana interna se rompe.  Se na formula que vês acima, o fluxo do cromossoma Y – representado pelas setas vermelhas – que em F4 se desvia do circuito esférico, insistir em seguir para F6, podemos prever dois problemas: tal como a criança acima, dentro do corpo de um adulto, mataria o adulto; e todos os humanos seriam hermafroditas.

Eu até abriria uma linha de pesquisa para ver se não é este problema que gera os homossexuais. Pode ser quando o “suicídio” não funciona de imediato, vai morrer lentamente, porem entrando na fase da divisão sexual do embrião.

E tem outro problema: se não houvesse o suicídio do DNA mitocondrial paternal nem um animal superior a um inseto existiria hoje. Primeiro, nas origens da “vida” aqui, foram formadas as células vegetais. Como filhas fiéis  mais próximas da mãe galáctica, elas imitaram o estado de sistema fechado em si mesmo, que é a característica pecaminosa da Eva galáctica de onde recebemos o gene egoísta. Nas células vegetais, o circuito esférico chegou em F4 e continuou normalmente para F6. Se na galaxia F4 faz as funções dos pulsares, F6 faz as funções de estrelas como o Sol. Então as células vegetais construíram uma organela para F6, os cloroplastos. Estes tem a nível celular as funções do Sol, por isso a célula vegetal se conectou diretamente a estrela celeste e foi agraciada com a fotossíntese nesta interação, o manah caindo de graça direto na sua boca. Mas esta foi uma grande armadilha, como já tinha sido para a galaxia. O circuito completo torna o sistema fechado, desconectado do mundo, auto-suficiente, porem fechando as portas `a sua própria evolução. E assim os vegetais ficaram plantados, sem futuro. Quiz Deus ( epa!!! O macaco esta imitando humanos agora?) que uma outra célula, surgindo ali por perto, ficou sem receber os fótons-genes que vieram da função estelar, e assim, aleijados, ficaram se arrastando e lutando para conseguir a energia que as vegetais conseguiam de graça. Mas aqui estava sua bem-aventurança. O fluxo do circuito não passou da F4, da mitocôndria, não tiveram cloroplastos, o circuito fechado foi interrompido, e assim surgiram os sistemas abertos biológicos, vulgos ” animais”. Tivemos as portas abertas a nossa evolução, ainda estão abertas e se Deus quiser… ( oh, não! De novo…), nos temos ainda a possibilidade dum futuro grandioso. Mais uma vez esse tal de “suicídio”, segundo o Dr Ding-Doing Xue, salvou a pátria!

Podem parar! Enquanto nossas sagradas e amadas Ciências continuarem separando a Terra do Céu, a Evolução Biológica da Evolução Cosmológica, nunca vão entender e realmente eliminar as graves e mortais doenças seculares que continuam torturando seres humanos. Tem que abrirem suas cabeças, minha gente, para poderem enxergar horizontes mais amplos, no tempo e no espaço. A Natureza não é apenas este pontinho planetário a nossa volta, ela é Universo. E ela não é um cavalo desembestado mudando de direcao a toda hora, ela faz aqui o que ela fez na galaxia e ate nos seus confins mais longínquos. Se não podemos ver e entender um problema microscópico aqui – como as mitocôndrias – levantemos nossas cabeças e procuremos ver o que a Natureza faz com seus correlatos a nível universal, pois a galaxia é maior, e ai podemos enxergar mais as coisas.

Ora, na célula humana, a função 4 é executada pela mitocôndria. Tanto que em tudo ela imita o que o pulsar faz no céu. As esferas incandecentes de energia que se tornam cometas – os espermatozoides do espaço – quando esse mecanismo acontece na célula chamamos as moléculas de energia de ATP.

Mas ora, o material emitido pelos pulsares levam a metade das informações do sistema ( porque ele se constitui do fluxo entre F1 e F4, que é apenas a meia-face esquerda da formula) direto para F1, no qual chega também as informações da outra meia-face do sistema. Então Y contem a metade que leva da mãe ao macho e X contem as informações do sistema inteiro, que passa pela mãe e produz machos e fêmeas. No X também contem Y, mas se Y não se expressar duas vezes como dominante, o X expressa duas vezes o XX e faz uma fêmea. Ou então, XY.

O sistema social das abelhas é um outro caso onde a formula se expressa limpidamente. Então o sistema social das abelhas é uma copia fiel do sistema galáctico e inclusive do sistema nucleotídeo. Isto porque sistemas sociais são feitos por sistemas biológicos que são sistemas naturais e estes são feitos pela Matrix. Pois no caso das abelhas, foi descoberto que quando a rainha esta na fase de ser fecundada ( e só ela é fecundada e por todos os zangões da colmeia, pois só ela bota ovos – tudo igual sua ancestral no céu, tudo determinado por F1), ela sai de seu trono dentro da colmeia, sobe no ar cerca de 3 metros, fica parada e enquanto isso os zangões sobem também e formam a fila. Apos a copula, cada zangão cai imediatamente morto no solo! Ate o fato dela subir no espaço e’ uma copia fiel do sistema celeste. Porque a rainha tem que ficar pairada no ar e não recebe os machos no calor de seu leito? Porque seus ancestrais faziam isso no espaço, é o ritual, e porque não é ela que decide nada, o sistema social é todo automatizado pela formula, pela Matrix/DNA.

E’ preciso dizer mais? Deu para entender porque a Natureza criou aqui o gene csp-6 para executar a função que possibilita o DNA mitocondrial paternal cair “morto” antes de alcançar o ovulo?

Fantástico, não? Não é para se arrepiar? Para comemorar isso, vamos descascar mais uma banana. Presente do macaco.

Os zangões jamais subiriam para o coito se tivessem o livre-arbítrio para decidirem, pois sabem que estão indo para a morte. Então poderíamos dizer que isto também é suicídio. Na verdade, desde que não possuem intelecto, a força da carga genética herdada desde esta galaxia é mais forte que a vontade individual deles. A sociedade funciona automaticamente, dirigida por dentro ( porque a formula esta na sua genética) e pelo mundo externo ( pois seu meio-ambiente foi modelado pela formula que esta nesta galaxia que nos circunda por todos os lados).

No entendimento da formula, não seria suicídio, não seria assassinato. Seria uma transformação para uma forma transcendental. Por isso também o DNA mitocondrial se transforma, mesmo que sem ele saber, em algo morto. Porem, no conjunto e no concerto final do ato reprodutivo. o corpo morto em que ele se transforma é o que possibilita o nascimento de um corpo vivo que ele, o próprio pai ajudou a fazer. E colabora com a maior fertilidade, a multiplicação da especie e menos casos de doenças fatais. Ora, ele tambem transcende, sua copia estará no corpo de todos os novos bebes.

Mas estes esforçados e bravos cientistas desta pesquisa, iriam sequer ouvir esta teoria? Nem pensar…

Faltou aqui eu apresentar muitas das outras evidencias que tenho colecionado em favor desta teoria. Por exemplo, o fato de que a mitocôndria é a unica organela que possui DNA, bate com a formula, a qual sugere que o núcleo e a mitocôndria são as duas partes sexuais da célula. Porem, para mencionar todas as evidencias, seria preciso um livro.

Permitam-me apenas mencionar mais uma teoria que tem surgido sobre o sumiço das mitocôndrias, porque esta surgiu no Brasil. A Teoria diz que o Cunha é expert em roubar e vender usinas de petróleo. E como sabemos que as mitocôndrias são nossas usinas hidrelétricas, tao achando que o Cunha ta metido nisso tambem… E’ bom ficar de olho nas suas mitocôndrias!

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Pesquisas da Matrix/DNA:

Paper publicado em:

http://science.sciencemag.org/content/early/2016/06/22/science.aaf4777

Mitochondrial endonuclease G mediates breakdown of paternal mitochondria upon fertilization

Abstract

Mitochondria are inherited maternally in most animals, but the mechanisms of selective paternal mitochondrial elimination (PME) are unknown. While examining fertilization inC. elegans, we observe that paternal mitochondria rapidly lose their inner membrane integrity. CPS-6, a mitochondrial endonuclease G, serves as a paternal mitochondrial factor that is critical for PME. The CPS-6 endonuclease relocates from the intermembrane space of paternal mitochondria to the matrix following fertilization to degrade mitochondrial DNA. It acts with maternal autophagy and proteasome machineries to promote PME. Loss of cps-6 delays breakdown of mitochondrial inner membranes, autophagosome enclosure of paternal mitochondria, and PME. Delayed removal of paternal mitochondria causes increased embryonic lethality, demonstrating that PME is important for normal animal development. Thus, CPS-6 functions as a paternal mitochondrial degradation factor during animal development.

Origem, Função, e Transmissão da Mitocôndria : Paper da Ciência Oficial

quarta-feira, abril 20th, 2016

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Origin, Function, and Transmission of Mitochondria

(Copiado para traduzir e fixar na memoria)

 

http://jfallen.org/publications/pdf/Allen_2007_OFTM_proof.pdf

–  ver tambem indicações de livros a respeito aquihttps://books.google.com/books?id=ypMMy4hkyvwC&pg=PA52&lpg=PA52&dq=Female+germ+line+Zygote+ATP+ATP+ATP+ATP+Female+somatic+line+Male+somatic+line+ATP&source=bl&ots=-HH8-phugN&sig=V2kxJpIUwlgzuVI5CemAeWz1uf0&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwizv6_kyZzMAhUHFz4KHf5ADlAQ6AEIHTAA#v=onepage&q=Female%20germ%20line%20Zygote%20ATP%20ATP%20ATP%20ATP%20Female%20somatic%20line%20Male%20somatic%20line%20ATP&f=false

CAROL A. ALLEN, MARK VAN DER GIEZEN, JOHN F. ALLEN

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Pag. 39

3.1 Introduction

Mitochondria have existed for more than a billion years, but it was not until the middle of the nineteenth century that they were actually recognised in cells, at first as a grainy appearance in the cell cytoplasm when observed by light microscopy.

Mitocondria tem existido por mais de um bilhão de anos, mas não foi antes dos meados do decimo nono seculo que a mitocondria foi realmente reconhecida nas células, primeiro coma aparência de um grão no citoplasma da célula quando observado por leve microscópio.

The anatomist Kölliker (1856) observed mitochondria in muscle cells in the 1850s, while Altman (1890) suggested that his “bioblasts” (granules microscopically observable throughout the cell) were symbionts, something Schimper (1883) had suggested for chloroplasts 7 years earlier, and this idea was taken further by Mereschkowsky (1905).

O anatomista Kolliker (1856) observou a mitocondria nas celulas musculosas, enquanto Altman (1890) sugeriu que seus “bioblasts” ( granulos microscopicamente observaveis atraves da celula) eram simbiontes, a mesma coisa que Schimper (1883) tinha sugerido para os cloroplastos 7 anos antes, e e esta ideia foi levada avante por Mereschkowsky (1905).

In the following years, many people speculated on the role of mitochondria in the cell, with Warburg (1913) recognising the particulate nature of cell respiration and Keilin (1925) associating the cytochrome system with cellular structures. The first direct evidence for this functional association depended on isolation of the mitochondria from the rest of the cell, which became possible in the 1930s. The first isolations of mitochondria by cell fractionation were made by Bensley and Hoerr (1934), and, following this breakthrough, the path opened for study of the biochemical reactions occurring in mitochondria. As the sites of energy conversion and cellular respiration, mitochondria became regarded as the “powerhouses” of the cell. However the possible origin of mitochondria was not looked at for some time, not really until the 1950s. It was in the early 1950s that Ephrussi (1950) and Mitchell and Mitchell (1952) observed that mitochondrial replication in yeast cells was controlled by non-Mendelian genetic factors, and slightly later that McLean et al. (1958) observed that mitochondria synthesise proteins. The discovery of mitochondrial DNA followed in the early 1960s, when a number of different groups (Luck and Reich 1964; Nass and Nass 1963a,b; Schatz et al. 1964) published their findings of both mitochondrial and chloroplast DNA. While the endosymbiotic origin of mitochondria had been considered since the time of Mereschkowsky (Martin and Kowallik 1999), the advances in biochemical techniques in the 1960s led to a revival of the idea, and a new and enthusiastic following for it. The driving force behind this renewed

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interest was, of course, the discovery of organelle DNA, and the nonMendelian inheritance of organelles. Margulis (1970) published a reformulation of the endosymbiotic theory in 1970, and endosymbiosis has subsequently become the accepted view of the origin of mitochondria. There is still disagreement about how this endosymbiosis arose, and which organisms it involved, but there is a general agreement now that the mitochondrion has descended ultimately from a free-living bacterium. In the course of a little over 100 years, scientists have gone from the first observations of mitochondria to an understanding of their structure, function, inheritance, and origin. The mitochondrial genomes of over 250 different species are now known (Tsang and Lemire 2003), as are the effects of mutations in many mitochondrial genes. There are, however, basic questions still left to be answered. Which organisms contributed to the first eukaryotic cell? Why do mitochondria retain a genome? Can mitochondria still function without their own genomes? Why are only certain mitochondria passed on to the next generation?

3.2 Origins of Mitochondria

All developments seem to be from simple to more complex forms. Whether this is true or just an imaginary chain of events that fits more comfortably with our way of thinking remains to be seen. The anthropocentric view comes naturally to us. Cars, for example, “evolved” from simple horseless carriages to high-performance automotive vehicles. This “evolution”, according to some proponents, is similar to the evolution of living organisms, including parameters such as natural selection. Nonetheless, the evolution of life is often thought to have occurred in a smooth and gradual manner. The first group of organisms on our planet, the prokaryotes, are generally the simplest. In principle, prokaryotes are “nothing more” than membrane-enclosed bags of enzymes capable of some biochemical trickery. In contrast, take eukaryotes, with ourselves as the glorifying example of how complex life can be. Clearly, “higher life” evolved from lowly creatures such as bacteria by gradually improving their simple architecture into more elaborate cells which include organelles such as nuclei and mitochondria. The gradual transformation of a prokaryote into a primitive anucleate eukaryote is still considered the logical chain of events in many textbooks. Accordingly, this primitive eukaryote at one stage took up a free-living bacterium which converted into our modern-day mitochondrion. Such endosymbiosis theories for the evolution of eukaryotes at one stage involved amitochondriate (i.e. without mitochondria) eukaryotes. This hypothetical group received recognition in the now defunct kingdom of the Archezoa (Cavalier-Smith 1987). All studied members of this group have been shown to contain mitochondria of some sort (van der Giezen et al. 2005). This raises

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the question as to why true amitochondriate eukaryotes, which would have been direct descendants of this anucleate eukaryote, do not seem to exist nowadays. Normally, one would expect intermediary stages of evolutionary development to be capable of producing a lineage of descendants even if the ancestors themselves become extinct. So, why do we not see truly amitochondriate eukaryotes nowadays? This could be for two reasons: either they never existed or they lost the battle of the “survival of the fittest”. The latter scenario suggests that, although these organisms did evolve in a particular environmental niche, they no longer occupy this niche, either because it does not exist anymore or, again, because its former occupants lost out to more competitive eukaryotes. An easier way to explain the absence of intermediate forms is to suggest they never existed in the first place. Although this might run in the face of our convenient way of ordering things in a gradual progression from simple to more complex, it actually explains our observations without invoking subsequent events (selective culling of the amitochondriates). So, perhaps the origin of the eukaryotes evolved in a “big bang”-like fashion; with a momentous event. Let us consider a counterintuitive but satisfying proposal for this event, and one that explains several key aspects in the evolution of eukaryotes. Firstly, the origin of eukaryotes and mitochondria was the same event. In addition, in contrast to general belief, the eubacterial organism that gave rise to the mitochondrion was not an obligate aerobe, far from it. Finally, again in contrast to general belief, the reason for the establishment of the mitochondrion was not energy production. The name of this heretical hypothesis? The hydrogen hypothesis (Martin and Muller 1998), which suggests that hydrogen, and not oxygen or energy, was the currency for the establishment of the mitochondrial endosymbiont. This suggests that the host was able to metabolise hydrogen. Eukaryotic genome analyses have indicated that almost all informational genes (i.e. involved in genetics) are archaebacterial in origin (Rivera et al. 1998). In contrast, all operational genes, i.e. those involved in metabolism, are eubacterial in origin (Rivera and Lake 2004). Various analyses, for example cytochrome phylogenies, had already indicated that the origin of the mitochondrion might be sought amongst the α-proteobacteria (Schwartz and Dayhoff 1978). So, the players involved are an archaebacterial methanogenic host and an α-proteobacterial endosymbiont (Fig. 3.1). Rickettsia has been put forward as the α-proteobacterium which would be most closely related to the original endosymbiont. One reason is the similarity of its aerobic respiration to mitochondrial respiration. But here is a problem: methanogens are one of the most oxygen-intolerant prokaryotes, and cannot produce any energy in the presence of oxygen. So, in a last-ditch attempt, the mitochondrial endosymbiont is put forward as a saviour of the oxygen-sensitive host (Kurland and Andersson 2000). But why put an oxygen scavenger inside the host it is supposedly protecting from harm? One would not put the knights on the courtyard but put them up on the walls to fend off any enemy.

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Fig. 3.1. The hydrogen hypothesis of Martin and Müller. The events leading to the establishment of the mitochondrial endosymbiont. Top left: A facultative anaerobic α-proteobacterium (dark grey) produces hydrogen which is taken up by an autotrophic methanogen (light grey). Middle: A more intimate relationship results into a larger surface area that can be used for interspecies hydrogen transfer. Top right: After eventually becoming fully incorporated, the proteobacterium initially kept producing hydrogen and in return received reduced organic compounds. (Martin and Muller 1998)

So, an α-proteobacterial host with a methogenic endosymbiont would make more sense if oxygen protection was the reason that forged the symbiosis. The hydrogen hypothesis does present the symbiosis as an interspecies hydrogen transfer gone too far. The endosymbiont remains an α-proteobacterium, but this time something more similar to Rhodobacter, capable of aerobic and anaerobic metabolism. It offered the methanogen molecular hydrogen and carbon dioxide, and the autotrophic host returned reduced organic compounds, which geared the endosymbiont’s metabolism to new heights. Subsequent gene transfers forged the symbiosis for eternity. It has been argued that anaerobic metabolism could not have been the driving force in times when atmospheric oxygen concentrations were rising (Kurland and Andersson 2000). The concentration of atmospheric oxygen around the time of the endosymbiosis (about 2,000 million years ago; Martin et al. 2003) was about 3%, or about 7 times less then the present-day concentration (Nisbet and Sleep 2001). Perhaps more importantly, large parts of ocean waters around these times were anoxic (Canfield 1998), and it is thought that these important evolutionary events would have taken place in the sea and not on the land as perhaps commonly thought. So, oxygen seems to have been an extremely unlikely factor to have influenced the establishment of the mitochondrial endosymbiont and hydrogen seems more important then ever imagined.

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One problem discussing mitochondrial function is that there does not seem to be a typical mitochondrion. Mitochondria evolved over a period of 2,000 million years in an huge variety of organisms living under an enormous range of environmental conditions (van der Giezen and Tovar 2005). Mitochondria range from archetypal aerobic mitochondria, via various anaerobic versions and hydrogenosomes, to the most derived forms, mitosomes (Tielens et al. 2002). Nonetheless, currently we know of at least one function found in all mitochondrial varieties; iron–sulphur cluster assembly (Lill and Muhlenhoff 2005). This essential pathway produces iron–sulphur co-factors for both mitochondrial and cytosolic enzymes involved in electron transport, enzyme catalysis, and regulation of gene expression. The most aerobic of mitochondria are involved in oxidative phosphorylation using oxygen as terminal electron acceptor, while more anaerobic versions use alternative electron acceptors such as nitrate (Tielens et al. 2002). Hydrogenosomes, similarly to aerobic mitochondria, convert pyruvate to acetylcoenzyme A, however not using pyruvate dehydrogenase but by means of the oxygensensitive pyruvate:ferredoxin oxidoreductase (Embley et al. 2003). All these mitochondrial variants produce energy, be it by means of harvesting the electrochemical gradient generated via the respiratory chain or by substrate-level phosphorylation. Mitosomes on the other hand are not known to be directly involved in energy generation; currently, their function seems exclusively tied to iron–sulfur cluster assembly (van der Giezen et al. 2005)

3.3 Mitochondrial Genomes

As discussed by van der Giezen and Tovar (2005), mitochondria are an enormously diverse set of various organelles. Even if one is not willing to include the anaerobic varieties as being mitochondrial, the vast biochemical repertoire present in aerobic mitochondria alone is staggering. In addition to this biochemical heterogeneity, there exists a genetic heterogeneity as well. There does not exist such a thing as a mitochondrial genome. This genome can be as small as 5,967 bases in the case of Plasmodium falciparum (Feagin et al. 1991) and only code for three proteins (cytochrome B, cytochrome oxidase I and III) or as large as 490,000 bases for rice (Notsu et al. 2002). Strangely enough, although the rice mitochondrial genome is 80 times larger than the Plasmodium one, it does not code for 80 times as many genes. Although plant mitochondrial genomes tend to be the largest, the mitochondrial genome which actually contains the most genes is the one from the freshwater protozoon Reclinomonas americana, which contains 97 genes (Lang et al. 1997). The median is therefore something around 45 genes. If one takes a present-day α-proteobacterium (Rhodobacter sphaeroides, for example) which contains almost 4,000 genes, it becomes obvious that many genes of the original endosymbiont have been lost as a consequence of the symbiotic

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interaction. These genes have either been lost owing to redundancy (the host already contained homologous genes) or been transferred to the host genome (Timmis et al. 2004). It has been estimated that up to 75% of a eukaryotic genome could actually originate from the endosymbiont (Esser et al. 2004). The remaining mitochondrial genes are involved in a limited set of functions; always respiration and translation (as evident in the case of P. falciparum), and occasionally also in transcription, RNA maturation, and protein import (Burger et al. 2003). The partially sequenced hydrogenosomal genome from the ciliate Nyctotherus ovalis does indeed code for parts of a mitochondrial electron transport chain (Boxma et al. 2005). Other hydrogenosomes and

Obs: Não e’ a mesma imagem do livro

 

Fig. 3.2. Elements of energy transduction in respiration and oxidative phosphorylation in mitochondria. The mitochondrial inner membrane is shown in yellow. The principal complexes involved in energy transduction are complex I (NADH dehydrogenase), complex II (succinate dehydrogenase), complex III (the cytochrome b–cytochrome c1 complex), complex IV (cytochrome c oxidase), and the coupling ATPase. Vectorial electron transfer is depicted as thin, dark-blue arrows. Proton (hydrogen ion; H+) translocation is depicted as thin, red arrows. Other chemical conversions are given black arrows. The major, variable environmental input is oxygen (O2 ), shown in blue. Subunits of protein complexes are coloured according to the location of the genes encoding them. Mitochondria are usually pink or reddish-brown, the colour of cytochromes and iron–sulphur proteins, so reddish-brown subunits have genes in the mitochondrion and are synthesised in the mitochondrial matrix; light-brown subunits have genes in the nucleus, and are imported from the cytosol as precursors. The depiction of sites of synthesis is schematic only and corresponds roughly to the arrangement in vertebrates. (Adapted from Allen 1993a)

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mitosomes as well do not seem to have kept their mitochondrial genome (van der Giezen et al. 2005), indicating that the mitochondrial genome’s core function is respiration and oxidative phosphorylation (Fig. 3.2).

3.4 The Mitochondrial Theory of Ageing

Reactive oxygen species, generated largely by the mitochondrial electron transport chain, damage the mitochondrial proteins and DNA, and the mitochondrial theory of ageing, simply put, states that this damage leads to ageing and its associated degenerative diseases (Fig. 3.3). This theory was first put forward by Harman (1956), although earlier observations had linked life span to metabolic rate: the higher the metabolic rate, the shorter the life span (Pearl 1928). Although Harman’s theory has been around for 50 years, and there is a lot of circumstantial evidence to support it, there remain many

Obs: nao e’ a mesma imagem do livro

 

Fig. 3.3. Why we grow old and die: the mitochondrial theory of ageing. Free radicals (whose reactions are symbolised by a star), including the superoxide anion radical, O2 .−, are produced at a low frequency as by-products of respiratory electron flow in oxidative phosphorylation. Free-radical mutagenesis of mitochondrial DNA (mtDNA) then impairs the structure and function of respiratory chain proteins, in turn increasing the frequency of free-radical production. Univalent reduction of oxygen by semiquinone anion radicals may be an important initial step, since ubisemiquinone is an intermediate in protonmotive Q-cycles in oxidative phosphorylation, and readily reduces oxygen to the superoxide anion radical, O2 .−. Other oxygen free radicals and sites in the respiratory chain may also be involved. Direct damage to proteins and membranes may accelerate the cycle and initiate somatic degeneration. Mitochondria may minimise, but never eliminate, mutagenic electron transfers. For animal cells, this positive feedback loop, or “vicious circle”, has been proposed as the primary cause of ageing. (Adapted from Allen 1996)

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uncertainties. When Harman first put forward his hypothesis, it had not actually been shown that cells generated free radicals, and it was only in 1969, with the discovery of superoxide dismutase (McCord and Fridovich 1969), that this question was satisfactorily answered. It is now known that cells generate reactive oxygen species at many sites, the majority of these being within the mitochondria. The two major sites are believed to be sites I and III of the respiratory chain. Experiments increasing the redox potential of either site I or site III increase the rate of generation of free radicals (Chen et al. 2003; Kushnareva et al. 2002). Both of these complexes reduce ubiquinone (ubiquinol is also oxidised by complex III), and univalent reduction of oxygen probably occurs by electron transfer from the ubisemiquinone free radical, an intermediate in ubiquinone–ubiquinol oxidation and reduction

_ UQ.− + O2 → UQ + O2 .−

. It is not known how much of the oxygen consumption of the cell is turned over to generating reactive oxygen species, but the figure is thought to be between 2 (Chance et al. 1979) and 0.2% (St-Pierre et al. 2002; Staniek and Nohl 2000). The cell has very efficient scavenging mechanisms, and so these figures may be underestimates. How much damage mitochondrial DNA suffers as a result of reactive oxygen species generation is still an open question. Studies have shown (Shigenaga et al. 1994) that mitochondria from older animals are morphologically different, and produce more oxidants and less ATP than those from younger ones, but we do not actually know if damage to mitochondria causes ageing, or merely correlates with it. The field of ageing research – what causes ageing and how do we stop, slow, or even reverse it – is an active one. Almost everyone would like to be able to extend their life span. Long-lived mutants of the nematode worm Caenorhabditis elegans, the fruit fly Drosophila melanogaster, and even mice have been established in the laboratory, as reviewed by Balaban et al. (2005), but all of these have defective mitochondria, slowing down energy production as well as ageing. These animals also seem to have a reduced reproductive capacity. It seems that reducing generation of reactive oxygen species does indeed slow ageing, but at what cost? These animals can survive under laboratory conditions, but it is unlikely that they could survive in nature. Perhaps our mortality is the price we have to pay for survival in the short term, and our immortality has been secured by reproduction. Mitochondrial DNA is kept in the most hostile environment in the cell. While the vast majority of genes from the original endosymbiont have been transferred to the nucleus or lost, a small core of genes persist in the mitochondrial matrix. There is strong evidence that damage to mitochondrial DNA by reactive oxygen species generated during oxidative phosphorylation contributes to ageing and death of an organism, and so it is reasonable to assume that there must be a very compelling reason for the organism to continue to keep DNA there

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3.5 Why Are There Genes in Mitochondria?

Mitochondria have descended, in evolution, from free-living bacteria (Gray and Doolittle 1982; Gray 1992; Martin et al. 2001). Before the bacterial origin of mitochondria was generally appreciated, there were attempts to account for mitochondrial biogenesis in terms of sequestration of nuclear DNA in the cytoplasm. These need not detain us. However, there is a more recent dogma: that mitochondria retain genes and genetic systems because they are descended from bacteria. This statement, while correct, is not a complete explanation. For one thing, there are clearly subcellular organelles, hydrogenosomes and mitosomes, which are also derived from bacteria, and which no longer possess their own, internal genetic systems (van der Giezen et al. 2005). Another objection to this otherwise reasonable first guess – mitochondria happen to be stuck with bacterial genes – is as follows: many mitochondrial proteins with homology to bacterial proteins are now encoded in the cell nucleus, and are successfully imported, post-translationally, as precursors, prior to processing and assembly into functional complexes (Schatz 1998). Indeed, the major respiratory chain complexes are hybrids as regards the location of the genes for their subunits (Fig. 3.2), and there is no indication that their nuclearly encoded subunits are any less bacterial in origin than the mitochondrially encoded ones. Thus, even granted the endosymbiotic origin of mitochondria, the persistence of mitochondrial genes and genomes requires explanation: if most ancestral, bacterial genes have been successfully relocated to the cell nucleus, then why not all? What is it about mitochondrial genes, or their gene products, that has prevented their successful removal to the nucleus? The textbook The Molecular Biology of the Cell (Alberts et al. 1994) states the problem very clearly, and the following quotation has been retained, unchanged, from the first edition (1983). Why do mitochondria and chloroplasts require their own separate genetic systems when other organelles that share the same cytoplasm, such as peroxisomes and lysosomes, do not? … The reason for such a costly arrangement is not clear, and the hope that the nucleotide sequences of mitochondrial and chloroplast genomes would provide the answer has proved unfounded. We cannot think of compelling reasons why the proteins made in mitochondria and chloroplasts should be made there rather than in the cytosol. There seems to be no explicit proposal for the most widely held hypothesis for the persistence of mitochondria genomes, but the hypothesis is implicit in many discussions of mitochondrial structure and function. For example, and in contrast to the open question posed by Alberts et al., Cell and Molecular Biology Concepts and Experiments (Karp 2002) provides what is probably still the current consensus view. Mitochondrial DNA is a relic of ancient history. It is a legacy from a single aerobic bacterium that took up residence in the cytoplasm of a primitive cell

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that ultimately became an ancestor of all eukaryotic cells. Most of the genes of this ancient symbiont were either lost or transferred over the course of evolution to the nucleus of the host cell, leaving only a handful of genes to encode some of the most hydrophobic proteins of the inner mitochondrial membrane. Thus, according to this “hydrophobicity hypothesis”, proteins that are encoded and synthesised within organelles are characterised by shared, and extreme, hydrophobicity – all are intrinsic membrane proteins (Claros et al. 1995; Popot and de Vitry 1990; Von Heijne 1986). This view amounts to mitochondrial genes being stuck where they are because of an insuperable difficulty if translocating hydrophobic proteins between subcelluar compartments. Yet there seems to be no evidence that hydrophobicity presents a particular barrier to protein import. For example, mitochondrial ADP–ATP carriers (AACs) are intrinsic to the mitochondrial inner membrane, have six transmembrane helices, and yet are encoded in the nucleus (Saraste and Walker 1982; van der Giezen et al. 2002). 3.6

Co-location of Gene and Gene Product Permits Redox Regulation of Gene Expression

This hypothesis states that mitochondria and chloroplasts contain genes whose expression must be under the direct, regulatory control of the redox state of their gene products, or of electron carriers with which their gene products interact (Fig. 3.4). These genes comprise a primary subset of organellar genes. The requirement for redox control of these genes then confers a selective advantage upon location of that gene within the organelle instead of in the cell nucleus. Mitochondrial and chloroplast genomes also contain genes for components of the their own, distinct, genetic systems. These genes comprise a secondary subset of organellar genes: genetic system genes. Retention of genetic system genes is necessary for the operation of redox control of expression of genes in the primary subset: bioenergetic genes. Without genes in the primary subset, the function of genetic system genes is eventually lost, and organelles lose their genomes. This hypothesis of co-location for redox regulation of gene expression, CORR, was first outlined, in general terms, in a review on protein phosphorylation in regulation of photosynthesis (Allen 1992). The hypothesis was put forward in two articles (Allen 1993a, b), where the function of the location of organellar genes was proposed as redox regulation of gene expression. The term CORR was introduced more recently (Allen 2003a, b). CORR applies equally to mitochondria and chloroplasts, and accounts for the fact that both of these organelles possess membrane-intrinsic electron transport systems along with discrete, extranuclear genetic systems. CORR rests on ten assumptions, or principles, as follows:

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Fig. 3.4. Gene expression and principal pathways of biosynthesis of subunits of protein complexes involved in respiration and oxidative phosphorylation in animal mitochondria. Reddishbrown DNA, RNA, and protein subunits are located and synthesised in the mitochondrial matrix; light-brown protein subunits have genes (also light brown) in the nucleus, and are imported from the cytosol as precursors. White genes and ribosomal and protein subunits are nuclear-cytoplasmic and of archaebacterial origin. Reddish-brown and light-brown genes and ribosomal and protein subunits are of bacterial origin. The major, variable environmental input is oxygen (blue). It is proposed that it is beyond the ability of the nuclear-cytoplasmic system to respond rapidly and directly to changes in oxygen concentration or partial pressure, and so redox regulation of gene expression (red arrows) has been retained from the ancestral, bacterial endosymbiont. This redox regulation requires co-location of certain genes, with their gene products, within the mitochondrion. (Adapted from Allen 2003)

1. Endosymbiotic origin. As now generally agreed, mitochondria and chloroplasts evolved from free-living bacteria.

2. Unselective gene transfer. Gene transfer between the symbiont or organelle may occur in either direction and is not selective for particular genes.

3. Unselective protein import. There is no barrier to the successful import of any precursor protein, nor to its processing and assembly into a functional, mature form.

4. Evolutionary continuity of redox control. Direct redox control of expression of certain genes was present in the bacterial progenitors of mitochondria and chloroplasts, and was vital for selectively advantageous cell function before, during, and after the transition from bacterium to organelle. The mechanisms of this control have been conserved.

5. Selective value of redox control. For each gene under redox control (principle 4), it is selectively advantageous for that gene to be retained and expressed only within the organelle.

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6. Selective value of nuclear location for genes not under redox control. For each bacterial gene that survives and is not under redox control, it is selectively advantageous for that gene to be located in the nucleus and expressed only in the nucleus and cytosol. If the mature gene product functions in chloroplasts or mitochondria, the gene is first expressed in the form of a precursor for import.

7. Continued and contemporary operation of natural selection for gene location. For any species, the distribution of genes between organelle (by principle 5) and nucleus (by principle 6) is the result of selective forces which continue to operate.

8. Primary involvement in energy transduction is necessary for organelle gene location. Those genes for which redox control is always vital to cell function have gene products involved in, or closely connected with, primary electron transfer. These genes are always contained within the organelle. Where primary energy transduction is lost completely, then organelles lose their genomes.

9. Secondary involvement in energy transduction may be sufficient for organelle gene location. Genes whose products contribute to the organelle genetic system itself, or whose products are associated with secondary events in energy transduction, may be contained in the organelle in one group of organisms, but not in another, depending on the physiology and biochemistry of photosynthesis and respiration in the species concerned.

10. Nuclear encoding of redox-signalling components. Components of the redox-signalling pathways upon which co-location for redox regulation depends are themselves not involved in primary electron transfer, and so their genes have been relocated to the nucleus, in accordance with principle 6.

At present, direct evidence for the redox control of organellar gene expression that is predicted CORR is stronger for chloroplasts than for mitochondria (Pfannschmidt et al. 1999). Redox effects on mitochondrial gene expression in vitro are largely confined, at present, to protein synthesis (Allen et al. 1995; Galvis et al. 1998). The search for a direct signalling pathway from the respiratory chain to mitochondrial DNA is likely to be an active area of future research (Allen et al. 2005; Lane 2005).

3.7 Maternal Inheritance of Mitochondria

As discussed previously, the mitochondrial theory of ageing rests on the observation that mitochondrial DNA is exposed to high levels of reactive oxygen species when the mitochondrion is performing its redox chemistry. These reactive oxygen species cause mutation. These mutations accumulate, gradually damaging the mitochondrion’s ability to function. This happens in

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all the cells of an organism, leading to the symptoms we know as ageing, and eventually to death. One of the problems facing any eukaryotic organism is how to ensure the next generation does not inherit the damage that it had suffered to its mitochondria. We can see that each generation starts off with new, healthy mitochondria, but how does this happen? The theory that two sexes are derived from a division of labour between male and female germ line mitochondria was first proposed in 1996 (Allen 1996). Here, it was proposed that the mitochondria of the female germ line have a repressed bioenergetic function, and so they escape the damage to their DNA caused by mutagens generated by respiratory electron transport. The mitochondria are therefore able to replicate and pass to the next generation with minimal change. The male gametes need to have functional mitochondria, in order to generate the energy needed to reach the egg cell. The hypothesis proposes that these bioenergetically active, and therefore damaged, mitochondria will be prevented from entering the germ line. As far as the mitochondria go, the most significant difference between the male and female is that the male mitochondria have to produce a lot of ATP to propel the sperm as quickly as possible towards the egg, and the female mitochondria do not really have to do much at all. If free radicals generated by an active electron transport chain are responsible for damage to mitochondrial DNA, then it is reasonable to assume that sperm mitochondria are likely to be more damaged than those in the egg. To take this idea one step further, perhaps the mitochondria in the egg cells are prevented from carrying out oxidative phosphorylation at all, in order to preserve as accurate a copy as possible of the DNA to pass to the offspring. In the systems that have been studied, it can be seen that cells destined to become the female germ line are identified and set aside very early in development. In the female, these cells will go on to form the eggs, and will contain the mitochondria that will pass to the next generation. When one of these eggs is fertilised, the cells that will form the gametes for the next generation are set aside, and so on. In the majority of organisms, and all mammals, the mitochondria are inherited from only one parent, and that is the mother (Law and Hutson 1992).It is thought that there are different mechanisms for excluding the male mitochondria, some organisms prevent entry to the egg cell, but in mammals it is an active destruction process. Sutovsky et al. (2000) have shown that the sperm cell mitochondria in cattle do get into the egg cell, and are subsequently targeted and destroyed, mostly between the four-cell and the eightcell stage of the embryo. The male sperm are ubiquitinated within the oocyte cytoplasm, which provides a target for proteolysis. The germ line is determined at a very early stage of embryology. In the nematode worm C. elegans (Seydoux et al. 2001), the fate of every cell from the zygote onwards has been studied, and even from the four-cell stage, the germ line can be distinguished. In mammals, the germ line is segregated very early, before implantation in

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fact. By the blastocyst stage, the germ line has already been segregated, and this is before the embryo becomes aerobic. From these observations, it is possible to see how mitochondria could be passed from one generation to the next without ever having to fulfil their role as generators of cellular energy, but only having to act as templates. The energy for replication could come from the egg’s helper cells, and once any mitochondria have an active respiratory chain they become unsuitable to act as a template for future generations

(Fig. 3.5). If such mitochondria did get

 

 

P. 52   Figura 3.5 –  Titulo: Female germ line Zygote ATP ATP ATP ATP Female somatic line Male somatic line ATP  — Why our genes do not die with us: differentiation of male and female gametes for motility and for fidelity of mitochondrial genome replication. The probability of encounters of two gametes is ideally the same whether one or both are motile; therefore, one sex (male) may produce gametes that sacrifice the mitochondrial genome in favour of oxidative phosphorylation. The other sex (female) is then free to produce immobile gametes in which oxidative phosphorylation is repressed in promitochondria, and through which the mitochondrial genome is thus transmitted with increased fidelity. Promitochondria are sequestered early in development in the female germ line. Female oocytes obtain ATP from oxidative phosphorylation in the differentiated mitochondria of ancillary somatic cells (follicle cells in animals). Promitochondria persist in plants in meristematic cells, prior to differentiation of somatic and germ cells. In contrast, any ancillary germ cells (nurse cells in invertebrates) will also require imported ATP, since they share the oocyte’s cytoplasm. Gamete differentiation may likewise rescue the chloroplast genomes of plants. Mitochondria and chloroplasts are thus maternally inherited. (Adapted from Allen 1996)

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into the egg cell, and so form the basis of the inherited mitochondria, one would expect that the offspring would be born at a more advanced cellular age than normal. Although the data are sparse, it is thought that early reproductive cloning of mammals was achieved by fusing a somatic cell with an egg cell whose DNA had been destroyed. “Dolly” the sheep was the first cloned mammal, and her nuclear DNA was derived from a 6-year-old ewe. She showed signs of ageing very early on, and died at the age of 5 (usual life span would be 11 years), of a disease more usually associated with old age (Allen and Allen 1999).

3.8 Conclusions From the time that mitochondria were first seen in cells, they have been an interesting enigma. The more we learn about them, the more questions are raised. There would seem to be enough unanswered questions in the field of mitochondrial function, genetics, and origins to engage researchers for a long time to come.

Mitocondrias e a Síntese de ATP: Pesquisa pela Matrix/DNA

sábado, fevereiro 28th, 2015

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http://www2.mrc-lmb.cam.ac.uk/achievements/lmb-nobel-prizes/1997-john-walker/

Mitocondria e a produção de ATP

 

The synthase produces ATP in our mitochondria.

( Tradução em andamento)

Energy Conversion in Cells

Conversão de Energia nas Células  ( Quando a energia dos alimentos vegetais vem primeiro da energia solar e minerais e é convertida em energia para os corpos animais… é isso mesmo?)

1997 Chemistry Prize – John Walker

“for their elucidation of the enzymatic mechanism underlying the synthesis of adenosine triphosphate (ATP)”

“pela sua elucidação do mecanismo enzimático que subjaz a síntese de trifosfato adenosina, o ATP”

John Walker

ATP – adenosine triphosphate – provides the fuel for life in all organisms from bacteria and fungi to plants and man. It captures the energy in foodstuffs and uses it in building cellular components such as DNA and proteins, in muscle contraction, in transmission of nerve messages and in many other processes.

ATP – trifosfato de adenosina – fornece o combustível para a vida em todos os organismos, de bactérias a fungos a plantas e animais. Ela captura a energia dos alimentos e a usa para construir os componentes celulares tais como DNA e proteínas, para as contrações musculares, para a transmissão de mensagens pelos nervos e para muitos outros processos.

In the late 1970s, John Walker began his studies of ATP synthase, a molecular machine that is the key enzyme in cellular energy conversion.

Nos ultimos anos dos 1970s, John Walker começou seus estudos sobre a síntese do ATP, uma maquinaria molecular que é uma enzima importante na conversão de energia celular.

He realised that a detailed knowledge was required in order to understand how it works.

Ele percebeu que um conhecimento detalhado era requerido para entender como ela funciona.

Therefore, he isolated the molecular machine involved in the production of ATP from the mitochondria, the power-houses in our cells.

Sendo assim, êle isolou a máquina molecular involvida na produção do ATP pelas mitocondrias, as casas-de-fôrça em nossas células. ( Que devem corresponder às usinas hidrelétricas tirando energia da água e tornando-a na eletricidade que alimenta nossas casas.  Se for assim, eu tenho 2,3 trilhões de micro-usinas elétricas no meu corpo. Quando eu começar a ficar duro de novo, vou começar a vender algumas… a uns 2 doláres cada uma. Queres comprar?)

He characterised its many component parts and showed how it is constructed from them. This work led to the realisation that the machine is driven by a mechanical rotary mechanism, a new principle in enzyme function. This discovery opened up new areas of chemical research as well as providing the basis for biomedical applications for the benefit of mankind.

The study of the process of energy conversion in biology continued at the MRC Mitochondrial Biology Unit. Here, John Walker and other researchers focused on understanding the biochemical and biological processes which occur in mitochondria, studying energy conversion in man and its involvement in human conditions such as aging, obesity and neuromuscular and neurodegenerative diseases, with the aim of eventually producing new therapies.

John shared the Nobel Prize with Paul Boyer from the University of California, Los Angeles, and Jens Skou from Aarhus University.

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Pesquisa tendo como base a fórmula da Matrix/DNA:

1) Comparar com o outro  artigo sobre ATP

Célula: Mitocondria DNA, Replicação de Mitocondrias, etc.

quinta-feira, janeiro 8th, 2015

Este interessante assunto é tratado no forum com link abaixo, com varios links para papers:

http://www.biology-online.org/biology-forum/about28278.html