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Fosfolipidio: O que é, porque existe êste fenômeno… segundo a teoria da Matrix/DNA

segunda-feira, setembro 12th, 2011

Deparei-me com um interessante escrito na Internet:

Forum Buology Online – Topic: Theories – Origin of Life
http://www.biology-online.org/biology-forum/about14351.html

by alextemplet » Mon Sep 22, 2008 1:55 am

Most biologists believe RNA was one of the first biochemical molecules to develop, and experiments have shown that under the right conditions it can perform the functions of itself as well as those of DNA and proteins. In fact there is an entire hypothesis called the “RNA world” that has been developed around these concepts; look it up on google or wikipedia and you’ll find plenty of info.

At my university, a group of students recently conducted experiments in which RNA was found to spontaneously isolate itself inside protective spheres of phospholipids. I’ll have to see if I can get a copy of the research paper; they think this could lead to explaining the formation of the first cells.

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Como então, um reduzido numero de átomos unidos na forma de uma molécula organica (e por nós denominado de RNA), quando está num meio líquido onde exista um outro grupo de átomos (o qual denominamos fosfolipídio, que tem a forma de esferas ôcas), se conduz a penetrar nestas esferas e ali se isolar do mundo como se estivesse confortavelmente instalado em seu equilibrio termodinâmico?!

É preciso ver que aqui não existem instintos, intuições, etc.: são meras fôrças brutas naturais em ação. E parece-me que estas fôrças não existem nos átomos, porque não tenho conhecimento de que algum átomo isolado penetre alguma outra coisa, por si só. Então deduzo que esta fôrça existe quando átomos se combinam da maneira que forma o RNA; é uma fôrça que se torna propriedade emergente de um sistema maior que os seus átomos. Que fôrça é esta/ De onde ela vem?

Como sempre, corro a me socorrer dos modelos da Matrix/DNA. E de pronto descubro uma explicação lógica e racional. ( Sempre clique nas imagens para amplia-las e ver melhor)

The Matrix como fórmula de galáxias, células e DNA

Já descobrimos antes, em outra pesquisa que as camadas de gordura que nossos corpos possuem logo abaixo da pele representam aquelas camadas de poeira estelar que circundam o vortex nuclear na formação de um building block astronomico LUCA). Veja melhor na figura acima. O interior do corpo, com seus órgãos, é como se fôssem um nucleo, e a gordura seria como uma membrana externa. O nucleo de LUCA começou a ser reproduzido aqui na Terra na forma do RNA, êste representa o vortex. Pois essa gordura é constituída pelos lipidios. Então, em nosso ancrestral “não-vivo”, e a 10 bilhões de anos atrás, o RNA estava isolado dentro de uma esfera ôca de lipidio, genéricamente falando.

E assim descobrimos a fôrça misteriosa, a variavel escondida naquela sôpa primordial onde o RNA se isolava em esferas de lipídios. Os genes-fotons de LUCA, vindos de três lugares: radiação estelar cósmica, Sol, e nucleo terrestre. Os criacionistas têm razão na sua teoria da irredutivel complexidade… se basearem-se na origem da vida na Terra como ponto de referência. Mas se ampliarem seus horizontes no tempo e no espaço e verem mais longe, vão descobrir que tôdas as partes que aqui surgiram separadas e depois convergiram para um unico sistema celular, já existiam e estavam unidas num sistema flutuando no céu. Tudo é redutível a LUCA.

Fosfolipídios é o que forma as gorduras, o tecido adiposo. Existe a gordura marrom (predominante na forma embrionaria e infantil dos seres humanos) e a gordura branca (predominante na forma adulta humana). Ela é que dá massa a um corpo em crescimento, ela é o que estoca energia funcionando como reserva de combustivel para o corpo. Ora, em LUCA, nosso ancestral building block astronomico, tambem existe um material fazendo as mesmíssimas funções. Trata-se da poeira/debrís estelares oriundos da ultima estrela morta, ou de uma estrela velha se enfraquecendo, e que vai formar a nebulosa de poeira e gás donde vai surgir novo sistema estelar. Enquanto ela circunda o corpo-baby nas funções 2 e 3, e que chamamos de horizonte de eventos em torno do vortex central, ela forma as camadas geológicas ou placas tectônicas, é marrom, e depois quando estas camadas são digeridas pelas reações nucleares do germe nuclear, elas se tornam brancas, devido à energia explicita.

Sugere ainda os processos do modêlo que LUCA se desfaz pela entropia em bits-informação os quais são irradiados internamente em seu corpo e podem-se alojarem nas superficies de planetas, donde tentam se reerguerem na forma do sistema de onde vieram, ou seja, tentam reproduzir LUCA. Ora, os bits-informação das regiões 2 e 3 tendem a formar esferas ôcas com reserva nutrucional… o que nos conduz a acreditar que assim se originam os fosfolipidos.

E aqui se abre mais um vasto campo de pesquisas, não apenas na busca de decifrar os enigmas das origens da vida, dos funcionamentos dos nossos corpos, como tambem na busca de soluções para as disfunções do corpo humano, como a obesidade produzida pela gordura branca.

Por isso êste capítulo, iniciando esta pesquisa.

Primeiro lugar, a busca da definição na sagrada e amada WIKIPEDIA, cujos criadores merecem um grande abraço e nossa total admiração/respeito, por essa grande ação altruística, por que foram heróis da “Grande Causa da Humanidade”:

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Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fosfolípido

Os fosfolípidos, fosfolipídios, são lípidos constituidos por uma molécula de glicerol, duas cadeias de ácidos graxos (uma saturada e uma insaturada), um grupo fosfato e uma molécula polar ligada a ele.

Ok, vamos começar a destrinchar isso. Definindo os nomes grifados acima:

Fosfolipídios - Phospholipids_aqueous_solution_structures

Fosfolipídios:

Fosfolipido - Phospholipid

Lipídios:

Lípidos ou lípidios são biomoléculas compostas por carbono (C), hidrogênio (H) e oxigênio (O), fisicamente caracterizadas por serem insolúveis em água, e solúveis em solventes orgânicos,[1] como o álcool, benzina, éter, clorofórmio e acetona. A família de compostos designados por lipídios é muito vasta. Cada grama de lipídio armazena 9 quilocalorias de energia, enquanto cada grama de glicídio ou proteína armazena somente 4 quilocalorias. É importante que se tenha um consumo moderado desta substância, pois além de conter maior valor energético, não é o primeiro nutriente utilizado pela célula quando ela gasta energia.

Lípidios - Lípids


Structures of some common lipids. At the top are oleic acid and cholesterol. The middle structure is a triglyceride composed of oleoyl, stearoyl, and palmitoyl chains attached to a glycerol backbone. At the bottom is the common phospholipid, phosphatidylcholine.

Molécula:

Uma molécula é uma entidade eletricamente neutra que possui pelo menos dois átomos, todos ligados entre si mediante ligação covalente. Isto exclui todos os metais, e também todas as substâncias como o sal de cozinha. Rigorosamente, uma molécula corresponde a uma união entre dois ou mais átomos que, em termos de diagramas energéticos (energia potencial U em função da separação espacial de seus átomos), é representada por uma depressão suficiente para confinar pelo menos um estado vibracional (um estado ligante).

Moléculas - Molecules

Comentários da Matrix/DNA: O que é molécula e orgânica? Por que elas se formaram? Observe no diagrama quimico que moléculas são cadeias de um building block, na forma de trapézio. Na molécula da figura, há três building blocks. Cada building block é à imagem da fórmula da Matrix que veio de LUCA. Isto significa que moléculas foram as primeiras tentativas de LUCA em se reproduzir aqui. Depende do tipo de átomos arrolados, das posições dêles, etc, qual será a função final da molécula.

Glicerol:

Glicerol ou propano-1,2,3-triol (IUPAC, 1993) é um composto orgânico pertencente à função álcool. É líquido à temperatura ambiente (25 °C), higroscópico, inodoro, viscoso e de sabor adocicado. O glicerol está presente em todos os óleos e gorduras de origem animal e vegetal (veja óleo vegetal e gordura) em sua forma combinada, ou seja, ligado a ácidos graxos tais como o ácido esteárico, oleico, palmítico e láurico para formar a molécula de triacilglicerol.

Glicerol - Glycerine chemical structure

Glycerine chemical structure

Glicerol - Glycerol-3D-balls

Ácidos graxos:

Ácidos graxos são ácidos monocarboxílicos de cadeia normal que apresentam o grupo carboxila (–COOH) ligado a uma longa cadeia alquílica, saturada ou insaturada. Como nas células vivas dos animais e vegetais os ácidos graxos são produzidos a partir da combinação de acetilcoenzima A, a estrutura destas moléculas contém números pares de átomos de carbono. Mas existem também ácidos graxos ímpares, apesar de mais raros.

Ácido Graxo - Fatty acid - Butanoic_acid

Fostato:

No campo bioquímico, um íon de fosfato livre em solução é chamado de fosfato inorgânico, para distinguí-lo dos fosfatos existentes nas moléculas de ATP, DNA ou mesmo RNA. Fosfato inorgânico é denotado geralmente como Pi. Fosfato inorgânico pode ser formado pelas reações de ATP ou ADP, com a formação do ADP ou AMP correspondente e a liberação de um íon de fosfato. Reações similares existem para outros nucleosídeos difosfatos e trifosfatos.

Em sistemas vivos, íons de fosfato podem ser criados pela hidrólise de um íon maior chamado pirofosfato, o qual tem a estrutura P2O74 -, sendo denotado PPi.

Fosfato - Phosphat - Ion

E voltando à definição de fosfolípidios:

São moléculas anfipáticas, isto é, possuem uma cabeça constituida pelo grupo fosfato que é polar ou hidrofílica(tem afinidade por água) e uma cauda constituída pelas cadeias de ácidos gordos apolar ou hidrofóbica, isto é que repele a água.

Fosfolipídio Polar e Apolar

Muito curioso isto. A cabeça deve ser cópia do nucleo de astros e a cauda cópia da poeira estelar e camadas geológicas. Como pode ser vista como cópia de um cometa. Claro, na cabeça – no nucleo – está a energia. Mas porque a cauda de um fosfolipódio repele a água? A Matrix/DNA responde em cima da bucha: LUCA, as galáxias enfim, foi feito com os estados sólido e gasoso da matéria apenas. Naquela época não havia ainda o estado líquido. E quando LUCA tenta se reproduzir aqui na Terra o mais fiel possível à sua forma original, claro, êle repele o estado liquido principalmente expressando sua Função 2 porque êste provocaria indesejáveis mutações. A mutação de sistema astronomico semi-mecânico/semi-biológico, em sistema biológico… VIVO!

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Recente artigo que reforça a Teoria da Matrix/DNA

O corpo humano é uma cópia projetada mateiral do software Matrix/DNA. Portanto cada órgão corresponde a uma das funções no diagrama/software. O fígado, por ser o agente da limpeza interna do circuíto sanguineo, indica ser o órgão da função 7, numa evolução que veio desde seu ancestral celular na função 7, o lisossomo. Ora, como agente de limpeza, o fígado deve receber tôda a gordura fluindo no sangue e dar um jeito de excreta-la do corpo. Mas se a quantidade superar sua capacidade operativa, essa gordura fica no corpo se acululando em qualquer lugar. Um dêstes lugares candidatos é o cérebro, onde existe grande quantidade de sangue fluindo concentrada em pouco espaço, e isso nos leva à hipótese de que problemas no fígado pode produzir as placas que se formam em torno de neurônios impedindo suas sinapses, produzindo a perda de memória. E o recente artigo abaixo vem reforçar esta hipótese:

http://www.cnn.com/2011/HEALTH/06/16/liver.disease.ep/index.html?iref=allsearch

The growing culprit behind liver disease

By Elizabeth Cohen, CNN Senior Medical Producer

June 17, 2011 6:22 a.m. EDT

(CNN) — The first time Wilson Alvarado got lost on the way to a neighborhood park, he told his wife, Patricia, not to worry about it — he was 62, he told her, and just getting a little forgetful.

Patricia thought it was strange, considering the park was only a half-mile away, and he’d driven there every week for more than 30 years. Then Wilson got lost again on the way to the park. A few months later, he called Patricia from the supermarket, asking why he was there.

“I thought, well, maybe he really is just getting old,” Patricia recalls. “My mother has Alzheimer’s, and I thought maybe that was it.”

It was easy to overlook the little memory lapses until several years later when the situation reached a head. While her husband was visiting relatives in Puerto Rico, Patricia received a phone call from his cousin saying they’d taken Wilson to the hospital because he “wasn’t making any sense” and was acting so aggressive the hospital put him in restraints.

“It was really horrifying,” she says.

Patricia had him put back on a plane to Buffalo, near their home in Cheektowaga, New York. His doctors explained that liver disease was behind Wilson’s memory lapses and erratic behavior.

“When you think about this kind of thing, you think about dementia or Alzheimer’s,” she says. “You don’t think about the liver.”

Wilson had cirrhosis, just like alcoholics get, but in his case, fat, not alcohol, was the culprit. At 5 feet 8 inches and 185 pounds, Wilson is overweight, and too much fat in his liver eventually caused it to malfunction.

According to the Centers for Disease Control and Prevention, two-thirds of Americans are either overweight or obese, and doctors say they’re seeing more and more patients like Wilson Alvarado.

“It’s overwhelming how many patients we’re seeing with this problem,” says Dr. Naim Alkhouri, a hepatologist at the Cleveland Clinic.

Dr. William Carey, also a hepatologist at the Cleveland Clinic, adds, “This is huge. We didn’t even know this disease existed 30 years ago. Now it’s the most common liver disease in America.”

‘We won’t have the ability to treat all these patients’

About a third of the U.S. population has nonalcoholic fatty liver disease, according to Dr. Michael Curry, a hepatologist at the Beth Israel Deaconess Medical Center in Boston.

Curry said most of those people — about 80% — will not develop significant liver disease. The other 20% will develop a disease called nonalcoholic steatohepatitis, or NASH. Of those, about 20-30% will go on to develop cirrhosis and end-stage liver disease, where the only real treatment is a liver transplant.

“That’s about 6 million people. We won’t have the ability to treat all those patients,” Curry says. “If we even have a fraction of that number of patients, it will overwhelm liver transplant programs.”

Laundry in the refrigerator

NASH is often silent, according to the National Institutes of Health. While some people have pain in the right side of their abdomen, most do not. Liver enzyme tests are sometimes normal, and even ultrasounds and CT scans don’t always pick up on the disease.

“Symptoms are few and far between,” the Cleveland Clinic’s Carey says.

“It can sneak up on you,” says Dr. Kevin Mullen, a hepatologist at the Case Western Reserve University School of Medicine. “Even your doctor might miss it.”

Often symptoms don’t show up until the disease has progressed. Sometimes, the first sign is a swollen stomach or ankles, or vomiting blood.

Some patients, such as Wilson Alvarado, develop brain changes called hepatic encephalopathy. As the disease progresses, the liver has a hard time filtering out toxins, which can go to the brain and cause problems such as memory lapses, trouble sleeping at night and lack of coordination.

“It might start out with minimal changes, like a few more dents in the car,” Curry says.

Later, the changes can become more disturbing.

“I had a patient who put his laundry in the refrigerator,” Carey says. “Another one couldn’t remember the family party that had just happened that very day.”

Curry adds, “One of my patients got into the shower and turned on boiling hot water and couldn’t figure out how to switch it off.”

Mullen says, “It really can be bizarre. They might try to sell their house for $100 or walking around the neighborhood unclothed.”

Preventing nonalcoholic fatty liver disease

If a patient loses weight, eats better and exercises, he or she can often reverse the disease in its earlier stages.

“That’s why we like to find these people early,” says Alkhouri of the Cleveland Clinic.

However, by the time the disease has advanced to the point of cirrhosis, it’s usually irreversible, he adds.

Alvarado had to have a liver transplant last month at the Cleveland Clinic, and his wife says his thinking has become more clear.

Definições:
Nonalcoholic fatty liver disease
http://www.mayoclinic.com/health/nonalcoholic-fatty-liver-disease/DS00577

Nonalcoholic fatty liver disease is a term used to describe the accumulation of fat in the liver of people who drink little or no alcohol.Nonalcoholic fatty liver disease is common and, for most people, causes no signs and symptoms and no complications. But in some people with nonalcoholic fatty liver disease, the fat that accumulates can cause inflammation and scarring in the liver. This more serious form of nonalcoholic fatty liver disease is sometimes called nonalcoholic steatohepatitis. At its most severe, nonalcoholic fatty liver disease can progress to liver failure.

Hepatic Encephalopathy
http://www.liverfoundation.org/abouttheliver/info/hepaticencephalopathy/

Why is the liver important?
The liver is the second largest organ in your body and is located under your rib cage on the right side. It weighs about three pounds and is shaped like a football that is flat on one side.

The liver performs many jobs in your body. It processes what you eat and drink into energy and nutrients your body can use. The liver also removes harmful substances from your blood.

Facts-At-A-Glance
Hepatic encephalopathy (HE) is a brain disorder caused by liver damage
HE can be an acute (short-term) or chronic (long-term) condition and can be mild, moderate, or severe
HE occurs when the liver cannot remove toxic chemicals in the blood and these chemicals enter the brain
Symptoms of HE may progress slowly, or may occur suddenly
Common symptoms of HE include confusion, forgetfulness, personality or mood changes, poor concentration and judgment, stale or sweet odored breath, change in sleep patterns, and worsening of handwriting or small hand movements
People with HE can enter a coma or have brain damage
HE can be a medical emergency and hospitalization is usually required
Treatments aim to manage the disease and keep people out of the hospital
The best way to reduce the risk of HE is to prevent, treat, or manage liver disease

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Bem, infelizmente tenho que interromper esta pesquisa agora, para ir trabalhar…

O que estava acontecendo ocultamente nas sôpas primordiais da superficie terrestre e no fundo dos oceanos enquanto a Matrix/DNA trabalhava no esforço de criar a Vida na Terra.

quarta-feira, agosto 24th, 2011

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Fonte/Artigo:

Anomeric argument

http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2011/08/15/anomeric-argument/

 

The Anomeric Effect

Existe um fenômeno na quimica molecular denominado “efeito anomérico” ou “anômero” que parece ser muito importante para a Vida mas que ainda é desconhecido seus mecanismos e causas pela comunidade cientifica tendo fomentado muita controvérsia e debates. Ao ler o artigo abaixo e pesquisar brevemente alguns detalhes em outras fontes como Wikipedia tambem suspeitei que o fenômeno é muito importante para desenvolver a Matrix/DNA. Postei um comentário no artigo do CHEMISTRYWORLDBLOG ( o qual está copiado abaixo) e aqui registro o fato para tê-lo na memória e voltar a esta pesquisa sempre que alguma novidade relacionada aparecer.

Moléculas: Rotações Espirais e Circulares

Normalmente estas “sugar-moléculas” apresentam-se com rotação equatorial (o que penso ser meramente rotação esférica horizontal ou circular) como é mostrado na figura da direita pelo OH que está à direita do eixo horizontal. Mas tem um caso especial onde o mesmo composto molecular inverte o OH do eixo passando-o para o tôpo da base, o que deve “concavear” a mólécula tornando-a uma espiral, mais como uma cópia mais fiel e inicial da quimica do software/Matrix da fase astronomica. Existem ao menos seis tipos de açucares com esse efeito que é denominado “efeito anômero” e importante é observar que os seis tipos surgem de uma cadeia de transformções sucessivas que muito lembra o circuito do software/Matrix e indica como funciona a actividade óptica a nível de simbologia quimica (ver figura a seguir).

Molecular Circuito da MatrixDNA D Galactose

Vamos ao artigo e aos meus comentários?

CHEMISTRYWORLDBLOG
http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2011/08/15/anomeric-argument/#more-8685
Anomeric argument

Posted by Josh on Mon 15 Aug 2011
Categories: News

Fierce debate has erupted in the Journal of the American Chemical Society (JACS) over a phenomenon known as the anomeric effect. The controversy reminds us once again that while observations are usually verifiable, interpreting results is something all scientists need to play a part in.

The anomeric effect, familiar to many chemists, is important because it influences the shape of sugar molecules, which are, of course, biologically and medicinally relevant. In essence it means that sugars prefer their C1 hydroxyl groups to be in an axial orientation, whereas other cyclohexane based systems usually have their large substituents in an equatorial orientation. The reason for the anomeric effect is normally assumed to be hyperconjugation of a lone pair of electrons on the ring oxygen to the antibonding orbital of the carbon next door. The truth is though that academic dispute over the cause of the effect still exists.

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(Matrix’s notes:
1 – ( From Wikipedia) : DNA and RNA are built up of the sugars ribose and deoxyribose. The sugar in DNA is deoxyribose, and has the formula C5H10O4.
2 – Cyclohexane is a molecular formula C6H12.
Cyclohexane conformation
The 6-vertexed ring does not conform to the shape of a perfect hexagon. The conformation of a flat 2D planar hexagon has considerable angle strain because its bonds are not 109.5 degrees; the torsional strain would also be considerable because all of the bonds would be eclipsed bonds. Therefore, to reduce torsional strain, cyclohexane adopts a three-dimensional structure known as the chair conformation. This was first proposed as early as 1890 by Hermann Sachse, but only gained widespread acceptance much later. The new conformation puts the carbons at an angle of 109.5°. Half of the hydrogens are in the plane of the ring (equatorial) while the other half are perpendicular to the plane (axial). This conformation allows for the most stable structure of cyclohexane. Another conformation of cyclohexane exists, known as boat conformation, but it interconverts to the slightly more stable chair formation. If cyclohexane is mono-substituted with a large substituent, then the substituent will most likely be found attached in an equatorial position, as this is the slightly more stable conformation.
Cyclohexane has the lowest angle and torsional strain of all the cycloalkanes, as a result cyclohexane has been deemed a 0 in total ring strain, a combination of angle and torsional strain. This also makes cyclohexane the most stable of the cycloalkanes and therefore will produce the least amount of heat (per CH2 unit) when burned compared to the other cycloalkanes.)
3 – Comparisons between cyclohexanes and axial sugars suggests that Nature was trying to change the Matrix’s formula at its closed systemshape stablished asastronomicsystems towards the shape of opened systems, as required by biologicalsystems. Being the torsional strain of cyclohexanes more stable than the other cycloalkanes, it means that cyclohexanes were the first terrestrialmolecularcompoinds and cycloalkanes were the intermediate fases of the transformation, which the finalfase should bethe sugars of RNA andDNA. These sugars should be rotational and espiraling for tobean opened system, instead achiral and equatorial circular.

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It’s difficult to study the anomeric effect, firstly because in solution it’s difficult to isolate solvent molecules’ contributions to it and secondly because there is a relative scarcity of methods which can probe the underlying parameters which give rise to the effect.

It was interesting then, when Oxford University’s Ben Davis managed to create a gas phase complex of separate anomers and resolve their electronic spectra. He did this by shining a laser on a dry carbohydrate (D-glucose) mixed with an oligopeptide receptor. This created a gas phase mixture of the two anomers complexed separately by the receptor. The complicating solvent issue was removed and the α- and β-anomers could be studied independently. The infra-red spectra of the two complexes differed in some key points – notably the frequency of the peptidic N-H bond signals. This indicates the hydrogen bonding interactions between the receptor and the sugar is different for each anomer.

The electron density on the ring oxygen should be different for each anomer due to the different degrees of hyperconjugation. In theory this would contribute to different hydrogen bonding strengths between the ring oxygen and the peptidic NHs.

Interesting stuff. Except that a shadow was about to fall over Davis’ work in the shape of US-based computational chemist Yirong Mo. Almost immediately after Davis’ work came out Mo and his colleagues published what you might call a stern rebuttal of their conclusions. What’s a little disappointing is that Mo is just one of several scientists to comment on Davis’ work but since his rebuttal is put in the strongest possible terms, it seems likely that it is this paper which will garner the most attention. Mo’s work consists of computational modelling of a very similar system to the one Davis used where the anomeric effect is disabled. Mo showed that in this case, his modelling still predicts the same spectral differences that Davis observed and, therefore, says that the changes are not caused by the anomeric effect. The abstract of Mo’s paper states that Davis’ ‘”sensor” cannot probe the anomeric effect as claimed’, essentially proposing that Davis’ experiment is flawed.

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Matrix’s notes:
1 – I don’t know the model used for computational simulations here. I am sure it is not based in the Matrix’s formula. Then, it should be a good method elaborating a computational simulation based in Matrix’s formula. Maybe the final result could be different and more likely Davis results.

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I spoke to Davis and Mo as well as computational chemistry experts Jeremy Harvey from the University of Bristol and Jonathan Goodman from Cambridge University. A very subtle argument emerged. ‘The bottom line here is that intermolecular interactions – as between the sugar and the peptide model – are complicated,’ Harvey says, ‘assigning their strength based on relatively simple concepts such as the anomeric effect is hard. Spectroscopy, and energy decomposition analysis […] provide lots of insight, but leave lots of room for ambiguity.’

Davis emphasised that his work is very much a reporting of experimental results and that he doesn’t insist upon any specific conclusions about the causes of the anomeric effect. But he says ‘it’s great to see our experimental results stimulating such a lively debate in the theoretical community’.

To the uninitiated (which, given the complexity of the arguments involved, is many people) it looks like Mo’s paper shows Davis’ to be completely wrong. That is, after all, what he says in his abstract. This could be an instance when a little post-publication peer review could make a big difference to people’s perceptions. Picking apart the arguments is complex and time consuming, so when people take the time to look at complex debates like this it would be great to see their ideas and conclusions posted alongside the articles. That would make it clear that, actually, there is a debate to be had here, and as scientists, we want to stimulate it.

Josh Howgego

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Post from

Louis Morelli says: Your comment is awaiting moderation.
Wed 24 Aug 2011 at 9:49 pm

Hay, Josh

I am researching this issue also but I have a “away off the beam” approach. It can be fuel for novelty thought.

As author of “The Matrix/DNA of Natural Systems” I am advocating and testing the idea that organic molecules were direct product from the action of the astronomical state of the world 3,7 millions years ago, and this state can be pictured as a diagram of software –the matrix formula, as showed in my website. If the hypothesis is right, the terrestrial atoms were configured like the astronomic system shape, then, we can understand a lot of new mechanisms and the whole means of the process. For instance:

1 – Why sugars prefer the axial rotation?

Matrix’s formula suggestion: “The astronomic state of the world about 4 billion years ago was based on the closed shape of natural systems, a closed door to evolution. Then, happened the entropy, the closed shape was fragmented, miniaturized and lift up as opened system = biological systems. The astronomic formula was resumed in a base par of nucleotides, the fundamental unit of information of RNA and DNA. The sugars at the DNA strains are a copy made with atoms of matrix’s formula, which is a rotating spiral, like galaxies. While equatorial rotation suggests a bias towards closed systems at biological scale, the rotating spiral suggests a bias towards opened systems. Then, the anomeric effect is a transition from closed system towards opened system. We can see this transition when “the anomers of glucopyranose are diastereomers, with the beta anomer on the right having an OH group pointing up equatorially in the lower right-hand corner of the figure, and the alpha anomer on the left having that OH group pointing down axially”. And we can see the systemic circuit of Matrix/DNA formula in the chain reaction called “Open-chain form of D-galactose” where each fase is a representation of each systemic function.”

By the way there are a lot of informations coming from the formula, which is unknown by scientific community. Since the formula is only theoretical yet and the method for getting it does not permit published peer review papers, there are no way for introducing it to scientific community beyond my website. I should be very grateful for continuing my work if my comment here will be questioned/criticized. Thanks…

Circuito da Matrix/DNA a nível molecular?

quarta-feira, agosto 24th, 2011

Molecular Circuito da Matrix/DNA? D-Galactose

Esta reação em cadeia tem tôda a aparência de se basear no software da Matrix/DNA. Se for, cada fase da reação deve corresponder a uma das funções universais. O primeiro passo seria identificar qual fase corresponde a qual função. A dificuldade maior está em que estas cadeias podem começar a partir de funções intermediárias e não a partir do inicio do software, a F1. Aqui, por exemplo, a presença de dois oxigênios (um elemento oxidativo e portanto entrópico e portanto preponderante da face direita) no composto inicial sugere que a cadeia está começando a partir de F6, ou F4. Só o aprofundamento na pesquisa sôbre o que a Quimica já sabe disso tudo poderá ajudar.

Importante dica aqui é como a actividade óptica, ou rotação óptica, está evidenciada a nível de simbologia quimica. O composto em C2 está numa direção (OH no lado esquerdo), muda em C3 (OH vai para a direita), permanece em C4, e volta para a primeira posição em C5 (OH volta para a esquerda).

(Fórmula em Wikipedia sob titulo “anomer” (anômero) sugerido pelo artigo:

Anomeric Argument

em: Chemistryworldblog

http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2011/08/15/anomeric-argument/#more-8685

Carbono: Até que enfim a Ciência acordou para a importância dêsse elemento para a Vida.

terça-feira, março 8th, 2011

Porque foi o átomo de carbono escolhido para constituir o corpo do Senhor da Terra, dentre os mais de duzentos tipos de átomos existentes?!

Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo, isto aconteceu porque dentre todos os tipos de átomos, o carbono é o mais fiel precursor do DNA, a cópia fiel e mensageira da Matriz. Vejamos como…

O carbono é um dos elementos químicos mais importantes para os seres humanos. Ele forma a base da vida como a conhecemos, é o ingrediente central em muitas fontes de energia e desempenha um papel fundamental no nosso clima. Em uma máquina de escala planetária chamado ciclo do carbono, o elemento circula entre os oceanos e a atmosfera, para dentro e para fora da crosta terrestre, e através de seres vivos que o digerem, processando-o quimicamente, e redepositando-o de volta no planeta. Mas, mesmo neste imenso ciclo, pensa-se que apenas possa conter uma pequena parte da quantidade total de carbono do nosso planeta, o restante estará nas profundidades por baixo da superfície. Mas não muito se tem estudado êste elemento em relação à Vida. Agora uma equipe de cientistas financiada pela Alfred P. Sloan Foundation criaram o projeto  Deep Carbon Observatory já prevendo dez anos de pesquisas.

 “Quando se faz uma retrospectiva e ao fazer perguntas fundamentais sobre o carbono na Terra“, disse Russell Hemley, também do Laboratório de Geofísica e co-líder do programa, ”percebemos que há muita coisa que não sabemos sobre esse importante elemento“. Agora, no primeiro ano de sua existência planeada para uma década, o DCO visa reformular a nossa compreensão do papel fundamental do carbono na biologia, química e física do interior da Terra. Alguns dos instrumentos previstos para o observatório nem sequer existem. A equipa de cientistas espera desenvolver um dispositivo que é um detector de pequeno porte. Este poderá ser colocado em um vulcão activo para medir a quantidade de carbono que liberta. Outros instrumentos vão extrair dados de recursos existentes, nos poços e minas mais profundas.

Comentário da Matriz/DNA:

O carbono tem sido dentre todos os átomos o que mais ocupa a pesquisa dentro da Teoria. Porque foi o carbono escolhido para compor o corpo do senhor da Terra? Conforme sugerem os modêlos, a fôrma de sistema matricial perfeito que veio dos astros para produzir a Vida na Terra apresenta seis funções em seu circuito externo total.  A sétima função, a de numero 5, não seria utilizável nas combinações atômicas das primeiras moléculas orgânicas, pois primeiro porque não se trata de reciclar átomo algum e segundo porque tinha que se evitar uma cópia de sistema fechado. Sabendo-se que essa fôrma veio antes dos átomos para a galáxia, supomos que o átomo com seis partículas deve ser o que melhor representa a Matriz dentre os átomos, seria êle a cópia fiel, o principal veiculo de sua propagação no mundo atômico.  Nêle o código cósmico se implantou em primeiro lugar para a partir dêle iniciar as combinações com outros átomos ( note que o carbono está no centro de todos os 20 aminoácidos que foram utilizados pela Vida). Observe-se que os outros átomos ditos de pêso médio que foram convocados para fazer parte da Vida, como o nitrogênio tem numero atômico oscilando perto dessa base 6. O oxigênio, com onze será justamente o elemento deflagrador da entropia do sistema biológico, por isso êle é oxidativo. De qualquer maneira o mundo atômico ainda não foi abordado devidamente pela pesquisa da teoria, por falta de tempo, mas já se produziu um novo modêlo de átomo enriquecido com algumas propriedades biológicas que difere do modêlo atual oficial, o qual está em outro artigo. Nesta categoria vamos iniciar a compilar toda informação importante e relacionada à Matriz que encontrar-mos.

A seguir o texto em Inglês registrado para futuras pesquisas e aguardando tradução.

 The Hunt For Earth’s Missing Carbon

An international team of scientists begins a ten year survey of the ‘most important element’

Feb 20, 2011

By Eric Betz, ISNS Contributor

Inside Science News Service

 (ISNS) — Deep beneath the surface of the Earth, a vast and unseen community of strange, microscopic lifeforms quietly subsists on the heat rising from our planet’s interior.

In its total mass, this life might rival all that walks, crawls, stands, swims and soars above it, but scientists don’t know for sure. Life has already been found in the deepest layer of Earth’s crust, nearly one mile down, but scientists expect to find life thriving even deeper. Studying mysteries like this one is a task for the Deep Carbon Observatory, a new project that will search out not just life but everything carbon-related that lies beneath our feet.

“Twenty years ago, the idea that there was a deep underground biosphere would have been laughed at,” said Robert Hazen, a research scientist at the Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, D.C., and leader of the Deep Carbon Observatory. “But we now know there is, because anywhere you drill you find life.” He spoke about the project on February 20 during the American Association for the Advancement of Science meeting in Washington, D.C.

Now in the first year of its planned decade-long existence, the Deep Carbon Observatory aims to reshape our fundamental understanding of carbon’s role in the biology, chemistry, and physics of Earth’s interior. Unlike typical astronomical observatories, which consist of a single instrument at a fixed location, the Deep Carbon Observatory will be a distributed operation, requiring a wide variety of instruments installed at locations around the world.

“We really don’t know to a factor of 20-30 how much carbon there is in our planet,” Hazen said. 

Carbon is among the most important chemical elements to humans. It forms the basis of life as we know it, is the central ingredient in many energy sources and plays a key part in our climate. In a planetary-scale machine called the carbon cycle, the element circulates among the oceans and atmosphere, into and out of the Earth’s crust, and through living creatures that take it up, chemically process it, and redeposit it back into the planet. But even this immense cycle is thought to contain only a small part of total amount of carbon in our planet, with the rest locked deep beneath the surface.

“When you step back and ask fundamental questions about carbon in the Earth,” said Russell Hemley, also of the Geophysical Laboratory and co-leader of the program, “you realize there is a great deal that we do not know about this important element.”

Scientists believe that the subterranean microbes, some of them isolated from Earth’s surface since before the dawn of humanity, crucially influence the engines that drive our planet’s interior. The microbes process carbon relatively quickly, making them an important step in the carbon cycle. But the team behind the Deep Carbon Observatory says the project could also answer questions about many other issues.

The observatory is being funded by the Alfred P. Sloan Foundation, which has previously supported similarly large and ambitious science projects. The Sloan Digital Sky Survey, for example, has investigated the mysterious, universe-filling dark matter and dark energy, which are thought to be responsible for invisible effects of gravity and the cause of the increasing rate of expansion of the universe, respectively. The Census of Marine Life recently completed a survey of the abundance, diversity, and distribution of ocean life. Together, these programs cost hundreds of millions of dollars.

Still in its infancy, the Deep Carbon Observatory has yet to make any big discoveries. Efforts so far have mostly focused on galvanizing interest and participation by governments, industry, and geoscientists across the globe.

Some of the instruments envisioned for the observatory don’t even exist yet. One device the scientific team hopes to develop is a small detector that can be placed on an active volcano to measure the amount of carbon it releases. Other instruments will extract data from existing resources, like the world’s deepest drillshafts and mines.

“We want to see if we can get microbiologists on site at every deep drilling site in the world so we can collect samples before they can be contaminated,” Hazen said. “We’re learning fascinating things about a biosphere that lives in very different conditions than we’re familiar with.”

The goal of the project is to answer basic science questions, but industry already has its eyes on the research. In the past year, two of the world’s largest natural gas reserves have been discovered off the coasts of Israel and Brazil. Hazen says his team has plans to study these methane reservoirs to see if the gas has its origins in biological processes underground, or high-pressure chemical reactions occurring at great depths. Last summer, scientists from the Shell Oil Company, which is a participant in the project, hosted a Deep Carbon Observatory workshop aimed at identify research directions.

“Science is not cataloging all the things we know, it’s exploring the things we don’t,” said Hazen. He suggested that discoveries by the Deep Carbon Observatory could lead to Nobel Prizes in chemistry and physics ten years from now. “We want to find the carbon equivalent of dark energy,” Hazen said

Átomos e Moléculas que compõem o corpo humano: tipos e quantidades

quinta-feira, novembro 25th, 2010

Quando a Matriz tinha construído as galáxias como a mais evoluída arquitetura natural e começou a construir na Terra a matéria orgânica, ela tinha como mais fiel e competente átomo o carbono, pois com seu número atômico igual a 6, êle expressa as seis funções universais do circuito na formula da Matrix, omitindo a Função 5, a qual reproduz o sistema mantendo-o fechado em si mesmo, e sem essa função o sistema torna-se aberto à diversidade. Portanto era de se esperar que o carbono fosse o átomo principal e de maior número no corpo humano. Quando explicamos isso para o leigo na Matriz êle contesta dizendo que o átomo em muito maior quantidade no corpo é o hidrogênio.  Ora, estamos falando de um processo da evolução, a qual significa o desenvolvimento a partir do extremo simples para cada vez maior complexidade, e complexidade é relacionada à qualidade, não quantidade. A essência evolutiva do corpo humano é sua parte orgânica, a qual compõem apenas cerca de 33,5% do corpo. Os outros 65% é composto de massa de sustentação espacial, no caso a água. Esta nada tem a ver com qualidade, complexidade, etc. Para estudar a Matriz construindo a Vida os átomos que constituem a água não contam, isso é apenas massa para preencher espaços vazios. O átomo que se apresenta com maior quantidade no corpo humano é o hidrogênio – porque cada molécula de água tem dois hidrogênios – e em segundo lugar o oxigênio – porque cada molécula de água contem um oxigênio.

Abaixo ficam registrados importantes dados que sempre precisaremos consultar em nossas pesquisas:

FORESIGHT ORG.

http://www.foresight.org/Nanomedicine/Ch03_1.html

3.1 Human Body Chemical Composition

 

The human body consists of ~7 x 1027 atoms arranged in a highly aperiodic physical structure. Although 41 chemical elements are commonly found in the body’s construction (Table 3-1), CHON comprises 99% of its atoms. Fully 87% of human body atoms are either hydrogen or oxygen.

Table 3-1. Estimated Atomic Composition
of the Lean 70-kg Male Human Body
(compiled & adapted from [749, 751-752, 817])

Element Sym # of Atoms Element Sym # of Atoms Element Sym # of Atoms
Hydrogen H 4.22 x 1027 Rubidium Rb 2.2 x 1021 Zirconium Zr 2 x 1019
Oxygen O 1.61 x 1027 Strontium Sr 2.2 x 1021 Cobalt Co 2 x 1019
Carbon C 8.03 x 1026 Bromine Br 2 x 1021 Cesium Cs 7 x 1018
Nitrogen N 3.9 x 1025 Aluminum Al 1 x 1021 Mercury Hg 6 x 1018
Calcium Ca 1.6 x 1025 Copper Cu 7 x 1020 Arsenic As 6 x 1018
Phosphorus P 9.6 x 1024 Lead Pb 3 x 1020 Chromium Cr 6 x 1018
Sulfur S 2.6 x 1024 Cadmium Cd 3 x 1020 Molybdenum Mo 3 x 1018
Sodium Na 2.5 x 1024 Boron B 2 x 1020 Selenium Se 3 x 1018
Potassium K 2.2 x 1024 Manganese Mn 1 x 1020 Beryllium Be 3 x 1018
Chlorine Cl 1.6 x 1024 Nickel Ni 1 x 1020 Vanadium V 8 x 1017
Magnesium Mg 4.7 x 1023 Lithium Li 1 x 1020 Uranium U 2 x 1017
Silicon Mg 3.9 x 1023 Barium Ba 8 x 1019 Radium Ra 8 x 1010
Fluorine F 8.3 x 1022 Iodine I 5 x 1019
Iron Fe 4.5 x 1022 Tin Sn 4 x 1019
Zinc Zn 2.1 x 1022 Gold Au 2 x 1019 TOTAL 6.71 x 1027

 

Somatic atoms are generally present in combined form as molecules or ions, not individual atoms. The molecules of greatest nanomedical interest are incorporated into cells or circulate freely in blood plasma or the interstitial fluid. Table 3-2 summarizes the gross molecular contents of the typical human cell, which is 99.5% water and salts, by molecule count, and contains ~5000 different types of molecules. Appendix B lists 261 of the most common molecular and cellular constituents of human blood, and their normal concentrations in whole blood and plasma. This listing is far from complete. The human body is comprised of ~105 different molecular species, mostly proteinsemdasha large but nonetheless finite molecular parts list. By 1997, at least ~104 of these proteins had been sequenced, ~103 had been spatially mapped, and ~7,000 structures (including proteins, peptides, viruses, protein/nucleic acid complexes, nucleic acids, and carbohydrates) had been registered in the Protein Data Bank maintained at Brookhaven National Laboratory [1144]. It is likely that the sequences and 3-D or tertiary structures of all human proteins will have been determined by the second decade of the 21st century, given the current accelerating pace of improving technology [1145].

Transporting and sorting such a broad range of essential molecular species will be an important basic capability of many nanomedical systems. The three principal methods for distinguishing and conveying molecules that are most useful in nanomedicine are diffusion transport (Section 3.2), membrane filtration (Section 3.3), and receptor-based transport (Section 3.4). The chapter ends with a brief discussion of binding site engineering (Section 3.5).

Table 3-2. Estimated Gross Molecular Contents
of a Typical 20-micron Human Cell
(compiled and revised from [398, 531, 758-760, 938])

Molecule Mass % MW (daltons) # Molecules Molecule % Number of
Molecular Types
Water 65% 18 1.74 x 1014 98.73 % 1
Other Inorganic 1.5% 55 1.31 x 1012 0.74 % 20
Lipid 12% 700 8.4 x 1011 0.475 % 50
Other Organic 0.4% 250 7.7 x 1010 0.044 % ~200
Protein 20% 50,000 1.9 x 1010 0.011 % ~5,000
RNA 1.0% 1 x 106 5 x 107 3 x 10-5 % —-
DNA 0.1% 1 x 1011 46 3 x 10-11 % —-
TOTALS 100% —- 1.76 x 1014 100% —-

Vórtices, Remoinhos,Tornados:Informação Geral e Pesquisa

quinta-feira, novembro 11th, 2010

Vórtices são muito importantes para Matrix/DNA Theory.

     .Quando resolví pensar e calcular o que acontece num vórtice (porque os modêlos estavam sugerindo que antes de surgir a matéria, antes do Big Bang, este espaço onde hoje está este Universo era vazio mas então começou a pipocar pontos de energia/vibrações não-materiais que vistos de cima pareceriam bolhas mas vistos de lado pareceriam vórtices), percebí que naquela aparente simplicidade de um remoinho existe uma complexidade extraordinária. Então vórtice seria a primeira forma com que se manifestava os bits-informação vindos do sistema anterior – os genes de Deus… ou de Lúcifer. Precisei então calcular como os vórtices spin left e right começaram a se juntarem para formar a semi-matéria e nestes calculos cheguei à importante conclusão que qualquer vórtice possui sete forças brutas, as quais iriam se tornarem as sete funções sistêmicas que mais tarde iriam construir por exemplo as sete propriedades vitais.  Parece-me que podemos dizer que remoinhos e tornados foram os primeiros seres vivos a aparecerem nêste planeta, pois eles apresentam todas as propriedades vitais: nascem, vivem,morrem, comem, mastigam, digerem, defecam, se reproduzem. E um vórtice está no centro principal de LUCA. Isto acena com a possibilidade de que os principios naturais dos vórtices contem mecanismos e processos que devem serem empregados em qualquer produto, evento, tecnologia de uma super-ciência, e por isso abri êste capitulo e categoria, para aqui ir registrando tudo o que encontrar de informação a respeito e desenvolver melhor uma pesquisa.               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

The Vortex Principle

http://www.monolithic.com/stories/water-clusters-and-structure : The Monolithic Vortex Turbulator

What makes tornadoes and hurricanes so powerful? Have you ever wondered about that? The answer is what physicists call the vortex principle, and it has a lot of power. That power comes from the swirling, whirling action of the vortex – a very strong whirlpool.

Once utilized, a vortex can empower just about anything – your car’s turbo charger, the spin of our universe, even the double helix DNA molecule.

Wherever or whenever a vortex is employed, a huge amount of power is unleashed that, in turn, creates a huge amount of change.

Water

But what does any of that have to do with water? Everything! Enter the Vortex Turbulator. It’s a simple device that looks like a 2-foot-long, plastic pipe, with a 2″ diameter and a hook-up at either end, for installation into your home’s water system. Ceramic balls inside the Vortex Turbulator are set up to spin down a specific path and form a vortex pattern. That process starts the moment water enters the Vortex Turbulator.

The water emerges changed for the better. The Vortex Turbulator automatically makes water far more ideal and beneficial for drinking, cooking, cleaning, laundering or just passing through your home’s plumbing.

Litmus paper tests have shown that the Vortex Turbulator changes the physical properties of water and makes its pH balance closer to that of a healthy human body: 7.3 to 7.4. Most of our water, tap or bottled, tests lower than that. But when that same water is put through a Vortex Turbulator, it shows a 5% to 10% increase toward the ideal. Such water is more readily absorbed by the cells of your body and better for you than any bottled water on the market.

Água como moléculas rotatórias de água agregadas na imagem da Matriz

Water Clusters and Structure

by David South November 17, 3:32 p.m. The Vortex Turbulator

Viktor Schauberger, father of the Vortex Turbulator, probably would be amazed at the innovations of more than sixty years, and how the technology of his original, bulky VT, that made structured water in the 1940s, has been transformed into a more efficient, compact device. He knew that structured water resulted from the implosion action of the VT. It tears large water clusters apart, creating water with six oxygen atoms, each with two hydrogen bonds, reforming the molecules into an ideal, structured form. Today’s VT makes structured water as easily as Viktor’s original unit did. But can we scientifically prove it? Viktor could not then and we cannot today. Water is still a mystery. What is it all about?

We are hearing a lot of talk about structured water and the clustering of water molecules. In a nutshell, clustered water is any numbering of water molecules (H20) bonded together in five, six or more molecular groups.

We believe that the smaller clustered form is better for life and makes the water more useful in industrial applications. However this is difficult to prove scientifically. We at Monolithic prefer to drink structured water, but our choice, by itself, does not scientifically determine that structured water is better than tap water.

There is considerable debate, both academic and on the Internet, about structured and clustered water. Many say that clustered is water formed into a larger group of H20 molecules; consequently, it cannot as easily penetrate animal cells and plant roots as structured water can. Structured water, made up of just five or six molecules, is water in its simplest, more absorbable, more ideal state.

In chemistry, a water cluster is a discrete hydrogen bonded assembly or cluster of water molecules. These clusters have been found experimentally or predicted in silico in various forms of water: ice, crystal lattices and bulk liquid water, the simplest one being the water dimer (H2O). Ongoing academic research is important because the realization that water manifests itself as clusters, rather than an isotropic collection, may help explain many anomalous water characteristics, such as its highly unusual density temperature dependence. Water clusters are also implicated in the stabilization of certain supramolecular structures.

So little is understood about water clusters in bulk water that it is considered one of the unsolved problems in chemistry. We find that interesting. It further emphasizes water’s unique ability to be so different in comparison to nearly all compounds, elements and molecules, in terms of basic physics. Yet it is water that provides the basis and origins of life, covers three-quarters of our planet and is about 70% of a human body’s weight. The more you look at the chemistry of water, the more questions you will have. If it is an unsolved problem, what are scientists and chemists doing to understand it?

Dr. Ken Jordan, University of Pittsburgh, in his article, The Enigmatic Substance writes, “If the heat capacity of water were half of its actual value, the temperature fluctuations in our environment would be more extreme, and this would have important implications for life itself.”

Another unanswered question involves water’s structure on the molecular level – specifically in the top one or two layers of liquid water where it meets water vapor in the air. “No calculation carried out to date,” Jordan says, “is able to account quantitatively for the surface tension of liquid water”.

Surface tension is one of the signs of water clustering. A low surface tension has been associated with smaller molecular water clusters (wetter water); more surface tension has been associated with larger water clusters. The only way we can begin to understand and get an insight about structuring and clustering is with computer modeling.

Dr. Jordan is one of a few researchers working specifically on the clustering question at Pittsburgh Supercomputing Center. He is applying quantum mechanical calculations to the study of water clusters, work which can test the usefulness of water-interaction models used in simulating proteins and DNA. His calculations aim at accurately mapping the potential-energy surfaces for different-sized water clusters. His calculations have also explored how the phase transition from solid to liquid water differs in water clusters from the behavior of bulk water.

The findings in Jordan’s research, like many others in the field, are extremely thorough, deep and complicated. The best results for our understanding can show models of the water molecule clusters with the bonding angles of the atoms of hydrogen and oxygen. Modeling can be valuable in that it gives a representation of what water atomically looks like. If the representation test of the water shows a smaller cluster, it may be that it is absorbed easier by the cells of our body. (No matter how tightly sealed your house is, those little ants still find a way in.)

Just from a logical standpoint, it seems that smaller clusters can be more easily absorbed by animal and plant cells. We at Monolithic believe that water in smaller clusters is better for our health and life in general and is more useful in industrial applications.

Monolithic’s Vortex Turbulator structures water into its ideal state. That we know. Can we prove it scientifically? No. Scientifically, water is still a mystery. But given a choice, pets often choose structured water over non-structured tap water. Does Vortex Turbulator water taste better? Yes. Will crops need less fertilizer but grow better with turbulated water? Yes. This has been proven time and time again. No science needed – just talk to the farmers who get higher yields. At Monolithic we love water from the Vortex Turbulator for our family, pets and crops, but we know water is still a great mystery. As we get more proof, we will put it on the website. For more information on scientific and exotic research on water’s properties, please see the documentary: Water, The Great Mystery.

A FALSA IDÉIA SÔBRE MOLÉCULAS AUTO-REPLICADORAS

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Molécula de RNA

                 Molécula de RNA

 O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar  ao processo biológico da auto-duplicação.

Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto  em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World. 

Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto;  2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.

 Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm

que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!

Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:

 Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a     bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….

Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se.  Porque?  Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………

Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………

Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..

Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu  Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula…………………………………….  Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.