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A Lua é Um Feto Morto Abortado? Mais uma Evidencia para o Modelo Cosmológico da Matrix/DNA

sábado, dezembro 6th, 2014

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Study Reveals, Long-Ago Moon’s Magnetic Field Might Have Trumped Earths’

http://www.capitalwired.com/study-reveals-long-ago-moons-magnetic-field-might-have-trumped-earths/27097/

DECEMBER 6, 2014 – BY 

( veja o meu comentário postado no artigo da Capital Wired e copiado abaixo)

Tenho que evitar estes assuntos sobre Astronomia pois estou perdendo um precioso tempo enquanto a Matrix/DNA está me levando a descobertas a toda hora nos campos mais práticos e produtivos da Biologia, Medicina, Tecnologia, etc. Mas todos os dias quando abro o leque na Internet sobre as novidades cientificas do dia anterior, sou bombardeado de imediato por assuntos relacionados à astronomia. E como a desconstrução de uma cultura viciada começa pelo estremecimento das falsas verdades acreditadas por uma equivocada visão deste mundo astronomico, concluo que não posso deixar passar estas oportunidades. Então, paciência: se me chamam para a briga escolhendo o terreno astronomico, eu não fujo desta briga porque, apesar de não ser o campo que mais estou estudando, tambem sei jogar nêle.

A Lua como Feto Abortado por ter caído no Ventre de um Planeta ao invés de uma Estrela – http://www.reddit.com/r/NoStupidQuestions

Enquanto o corrente modelo teórico acadêmico astronomico sugere que a origem da Lua se deve a uma colisão entre a Terra e outro grande astro, o modelo téorico astronomico da Matrix/DNA sugere que a Lua teve a mesma origem de todos os outros astros, ou seja, pelo mesmo processo de reprodução biológica mas bastante reduzido e simplificado devido ser um processo ancestral muito antigo na escala evolucionaria. Segundo esta teoria, quando uma estrela e/ou seu sistema “morre”, ela resulta em poeira estelar que fica girando sobre si mesma devido o movimento de rotação da galaxia. Esse giro produz um rodamoinho no centro da névoa de poeira funcionando como um ralo tapado de uma pia, no qual a água entra e retorna à superfície formando bolhas. Estas bolhas são compostas de material pesado, com mais ferro, em estado altamente energizado, por isso são bolhas incandescentes ( no rodamoinho entram tambem esferas de magmas incandescentes vindos como cometas expelidos por pulsares). As bolhas são expelidas do rodamoinho para entrarem numa zona densa de poeira circundante, a qual se agrega à superfície da bolha. À medida que a bolha se afasta do centro turbilhonar a temperatura no espaço declina e a poeira torna-se cada vez mais congelada por isto sobre a bolha se formam camadas diferenciadas por densidades. Até este ponto, em tudo é igual ao que depois evoluiu para as sementes vegetais e depois ainda para a embriogênese de corpos vivos, onde a bolha representa o germe latente e as camadas externas representam o amnion e a placenta que vão alimentar o germe quando despertar e iniciar suas “reações nucleares” que é sua forma de alimentação pré-natal.

Caindo no espaço interestelar o novo astro vaga sob os efeitos das correntes de forças da galaxia até se aproximar de algum astro com força magnética ou gravitacional para capturar o “menor abandonado, sem família e sem teto”. Se penetra um sistema estelar como o nosso sistema solar, a tendencia do novo astro é ser capturado pela órbita da estrela central que possui força magnética maior que a dos planetas. Ao cair nessa órbita o menor abandonado ganhou uma nova mãe e um teto. Então acontece o mesmo quando pegamos um grão de milho que estava inerte dentro de um saco no celeiro e o introduzimos no solo: primeiro a água incha a semente toda, em seguida penetram os fótons que vieram da estrela e estavam dentro dos átomos da terra até alcançar o germe da semente ( aquela ponta branca que tem nos grãos de milho), o que desperta-o e ele começa a “comer” o envoltório amarelo do grão, que ali foi feito para servir de reserva de alimento ao embrião. Portanto o novo astro tem seu corpo alcançado pela energia da estrela a qual penetra-o alcançando seu núcleo, e assim o astro se torna um planeta, tendo internamente o germe que se desenvolverá e se tornará uma nova estrela.

Nas suas origens, quando a Terra e a Lua ainda eram peraltas vagando livres no espaço interestelar, tinham a mesma face – https://twitter.com/moonemojii

Mas… nem tudo ocorre sempre assim, tal como nas gestações humanas saem fetos defeituosos, ocorrem abortos prematuros, etc. Se o novo astro passar muito perto de um planeta de maneira que a atração magnética deste sobreponha o alcance da atração da estrela, o novo astro cairá nessa órbita do planeta. Passará metade de sua vida sem a luz da estrela, pois terá neste meio-tempo, entre ele e a estrela, um planeta impedindo o curso da energia da estrela. Assim o germe fica entre desperta ou não desperta, como que morrendo varias vezes, até finalmente morrer de vez e tornar-se uma Lua do planeta. Pois a diferença entre estrelas e planetas é que estes são “escuros”, opacos, não irradiam energia como as estrelas.

Um importante fator na constituição de astros é o que se refere a seus campos magnéticos. Estes campos são os espaços ao redor de uma corrente elétrica qualquer. A Terra por exemplo tem um campo magnético gerado pela camada externa de seu núcleo que é composto de uma magma quase liquido altamente incandescente ( lembre-se de como ele surge na superfície em forma de lavas vulcânicas) e cujo “liquido” se move como uma corrente elétrica devido a rotação do planeta. E como então fica essa questão de campo magnético nas “luas”?

Pelo modelo cosmológico da Matrix/DNA publicado e registrado desde a selva amazônica à 30 anos atrás, deduz-se logicamente que as luas apresentaram nos seus primeiros tempos um próprio campo magnético, ora na sua origem quando saiu do vórtice criador e ora nas vezes que quase-despertou pelo recebimento de maior quantidade de energia estelar. Deduz-se ainda que, uma vez estabelecida a morte do “feto” interno destas “luas”, se extingue para sempre seu campo magnético. Isto sugere o modelo. E o que dizem os dados científicos realmente comprovados?

Leia-se o artigo com link acima e estaremos bem informados. Ou seja, o assunto de campos magnéticos de luas ainda não foi resolvido pelo modelo padrão acadêmico ( o Standard Model), mas foram obtidos fortes indícios que ao menos a Lua da Terra já tece em priscas eras um campo magnético, e agora sabe-se com certeza que não tem mais. Estes indícios vem principalmente de asteroides reminiscentes da Lua que apresentam ainda campos magnéticos.

Mas ainda tem um detalhe muito importante a considerar aqui. Dias atrás inserí neste website o artigo:

” A Lua Está Viva… Mais Uma Acertada Previsão da Minha Teoria a 30 Anos Atrás?!” – See more at: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?paged=2#sthash.fdZ4v3FC.dpuf

Imediatamente o leitor desavisado vai pensar: “Mas então agora tudo o que se descobre ora que a lua é um astro morto ou ora que a Lua está viva – estava previsto por uma unica teoria? Ou uma coisa ou outra…”

É por isso tambem que me desgosta o fato de que a Matrix/DNA, construída dentro da Biologia,  entra inevitavelmente no campo da Astronomia ( pois para mim a Biologia é mera sequencia evolutiva de uma linhagem que passou pela Astronomia), pois a Cosmologia Astronômica ainda é um assunto que beira a metafisica. Ou seja, o Cosmos é tão desconhecido que suas possíveis explicações podem mudar da água para o vinho de um dia para o outro. Tudo ainda é possível em termos de Cosmologia, e isto não apenas em relação ao acadêmico “Standard Model”. Então se num dia sou informado que foi detectado vulcão ativo na Lua e imediatamente corro à fórmula da Matrix/DNA para tentar captar o que ela indica sobre isto, localizo o evento como sendo a Função 3, o que indica que a Lua está em processo vital, portanto, ela ainda está viva. mas no dia seguinte sou informado que a Lua não tem mais o campo magnético que tinha no passado, então corro novamente à fórmula e localizo o evento na Função 2, mas com o corpo saindo fora do circuito vital… e isto indica que a Lua é um feto morto e abortado prematuramente. Nos dois casos o modelo previu uma consequência que foi corroborada pelo pessoal da área cientifica. Como pode ser isto?! Ora a explicação é simples: “Lembre-se que digo aqui que ” o novo astro cairá nessa órbita do planeta. Passará metade de sua vida sem a luz da estrela, pois terá neste meio-tempo, entre ele e a estrela, um planeta impedindo a passagem da energia da estrela. Assim o germe fica entre desperta ou não desperta, como que morrendo varias vezes, até finalmente morrer de vez e tornar-se uma Lua do planeta.” Então, o germe dentro da Lua pode ou estar morto ou ainda com potencial de vida latente, não tenho dados confirmados para decidir isto. Pode estar ainda na fase do “morre durante suas noites e ressuscita durante seus dias”, sendo estes intervalos determinados pela distancia que a Terra esteja do Sol em sua órbita elíptica.

Enfim, meu objetivo não é provar que o modelo que desenvolvi está certo e o concorrente esteja errado. Nosso supremo objetivo é a busca da Verdade. Eu até prefiro ser o perdedor nesta disputa, pois se o modelo em que se estrutura hoje todo nosso empreendimento cientifico e fundamenta a visão de mundo do homem moderno, estiver errado, a Humanidade será prejudicada e mais uma vez atrasada em sua evolução pois teremos que retornar a um ponto no passado, limpar tudo o que fizemos depois pois estará tudo errado, e recomeçar de novo a partir daquele ponto. Como aconteceu quando Copérnico surgiu com o modelo heliocêntrico e tivemos que desmanchar tudo o que fizemos em dois ou três mil anos de crença no modelo geocêntrico. Até hoje ainda não conseguimos limpar os cérebros de muitos humanos de toda aquela falsa mitologia religiosa principalmente para retornar estes cérebros à sua saúde e desenvolvimento sadio de acordo com o que é a realidade natural, do mundo em que existimos e temos de lutar para sobreviver e melhorar a nossa qualidade de vida.

Mas… na ultima possibilidade que o modelo universal acadêmico esteja errado, e portanto as escolas estejam encaminhando os cérebros de nossas crianças para uma equivocada visão do mundo, para que engrossem esta louca corrida que já hoje está sugerindo que podemos estar indo rumo à nossa total extinção, então é melhor que tenhamos agora um pequeno prejuízo, como uma espécie de cirurgia de autocura, para nossa salvação.  E por incrível que pareça, são pequeninos e quase não notados detalhes como esta aparente alienada questão de campos magnéticos de luas, que juntos podem serem nossa salvação, pois o simples fato de estremecer-mos as certezas da visão de mundo estabelecida é uma forma de começar a corrigi-la em seus equívocos. Pois quer queiramos ou não, e depois que vencemos a necessidade de empregar a totalidade da vida apenas na busca de alimentos, todos os comportamentos e atitudes humanas são como ondas disparadas por uma fonte central: a nossa interpretação do mundo total, a imagem pessoal que temos do mundo que domina nossos cérebros e principalmente os cérebros dos humanos que estão no poder e escolhendo os caminhos para nossa grande caravana humana.

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Textos importantes do artigo: 

– “According to the researchers, the moon once had a magnetic heart, which helped the moon produce a magnetic field stronger than Earth’s now have.”

Matrix/DNA: Sim, todos os astros quando nascem e ainda não tem seu germe nuclear coberto por camadas de fria poeira estelar, emitem forte campo magnético. Ao flutuarem vagando no espaço interestelar têm seu germe nuclear coberto por matéria cada vez mais congelada, o que diminui a intensidade externa deste campo magnético pois o abafa internamente. Este é o estado de planetas como a Terra agora. Porem, à medida que o germe cresce dentro do planeta se aproximando da cobertura superficial, o campo magnético retorna a ser emitido com maior intensidade, alcançando seu climax quando se torna pulsar e depois uma estrela.

– “Though, numerous riddles linger about the magnetic field of the moon, for example, what fueled it and when it’s finished, the researchers added.”

Tradução: ” Apesar da informação na frase anterior, pensa-se nos numerosos enigmas que ainda adiam o conhecimento se, por exemplo, o que alimentou o campo magnético e quando ele se extinguiu…”

– “The moon today does not have an inclusive magnetic field. Nonetheless, asteroids that space explorers gathered amid the Apollo missions proposed the moon once had a magnetic field billions of years back.”

Matrix/DNA: Isto foi dito e registrado à 30 anos atrás pelo que os acadêmicos e estudantes universitários chamaram de semi-macaco troglodita vindo das selvas, quando leram um artigo escrito pelo macaco no jornal “Fôlha de Londrina”.  O macaco não tinha nenhum asteroide para dele tirar sua conclusão, mas esta despontou de seus simples cálculos macáquicos desenvolvidos na sua observação da biosfera amazônica e calculando quem ou o que teria criado sua tataravó biosfera.

– “However, researchers were unsure whether the moon created a magnetic field the same way Earth does, or if the magnetic fields seen on the moon were rather generated by external powers. For example, celestial effects on the moon could have flickered super-heated plasma that produced solid, concise magnetic fields, clarifying the charged rocks the space travelers found.”

Matrix/DNA: Todos os astros são formados com um inicial latente campo magnético, mas são os poderes externos de outras estrelas ou planetas que podem deflagrar ou extinguir tais campos magnéticos.

–  “The crucial inquiry of lunar science for more than four decades, even before the Apollo missions, is to what degree is the moon an unmelted primordial body like numerous space rocks, instead of a dissolved developed body with a multilayered structure, which can have a metallic center with a magnetic field.”

Matrix/DNA: A segunda alternativa está quase correta, salvo pelo indicio de que a Lua não deve ter mais seu campo magnético, ou ainda pode estar em vias de sua extinção.

– “… a few models say the moon began off frosty and unmelted, while others propose it was made from a monster affect and foresee it ought to have been scorched.”

Matrix/DNA: A Lua começou congelada na sua superficie e incandescente no seu nucleo.

– “confirmation that the moon had a magnetic field 4.25 billion to 3.56 billion years back, no less than 1 billion years after the moon created.”

Matrix/DNA: Então o Standard Model sugere que a Lua tem a mesma idade dos planetas do sistema solar. Claro isto é devido a sua teoria da formação destes sistemas, quando todos teriam nascido de uma mesma nebulosa de poeira estelar. Este tópico é ainda um problema para o modelo da Matrix/DNA, que ainda não resolveu se este sistema estelar foi formado pelo processo da primeira geração ou pelo processo das gerações subsequentes.

– ”  Weiss said, “Earth’s magnetic field is presently 50 microteslas in potency. The early moon may have had a magnetic field that was greater, perhaps up to more than 70 microteslas.”

Matrix/DNA: Justamente isto é o que indica o modelo da Matrix/DNA, mas acrescentando que tambem a Terra teve outrora um campo magnético mais potente.

– “It stays questionable what may have fueled this shockingly exceptional lunar magnetic field. “It’s difficult to see how the moon’s magnetic field could be as tough as it appeared given how the moon has a little center,” Weiss said. “The moon’s center is perhaps 1/5 to 1/7 the radius of the moon, while the Earth’s center is possibly one-half the planetary range. This implies the surface of the moon is much far from its center than you see with Earth. Since magnetic fields fall quickly in force with distance, it’s tricky to see how the moon could have had a magnetic field that was that that tough throughout its surface.”

Matrix/DNA: “Minha Santa Erotilde dos torresmos fritos!”. Isto é tão fácil de resolver! Claro, é facil quando temos o modelo da Matrix/DNA como base. Todos os astros no céu, quando nascem, são ancestrais dos bebes humanos que nascem na Terra. E todo mundo sabe que bebes nascem pequeninos e se tornam adultos grandões. Nos bebes a distancia entre seus coraçõezinhos e sua pele superficial é menor que nos adultos a distancia entre seus “coraçãozões” (Arre! Este português me obriga a fazer cada ginastica de língua que um dia ela se dá um nó e morro sufocado!)…, e sua pele superficial. Claro! Então tanto a Lua como a Terra, nos seus tempos de infância, que eram como uma semente, tinham seu nucleo-germe altamente concentrado e rotativo, gerando intenso campo magnético, que era externalizado com potencia porque tinham ainda poucas ou menos camadas geológicas abafando essa força que têm agora. À medida que o germe se expandia, diminuia a sua densidade e com isso a força de seu campo magnético.

– “Given the extent of the moon — just around a quarter of Earth’s distance — the moon ought to have cooled hastily…” 

Matrix/DNA: Temos um problema aqui, entre nossas teorias. Pelos meus cálculos, a Lua deve ter recebido menas camadas geológicas que a Terra e estas eram ainda mais quentes que as ultimas camadas da Terra. A Lua teve estas camadas esfriadas ou mantido a temperatura mais fria inicial devido ao mesmo motivo pelo qual a superfície do nosso planeta não pega fogo pelo bombardeio solar: quando ela se esconde do Sol por estar nas costas da Terra, o que o faz na metade de seu tempo de existência, funciona como as noites terrestres que esfriam o calor aumentado durante o dia.  Então não teria havido esfriamento rápido da Lua. Mas isto é um assunto onde não vejo muita importância para se discutir.

 “Though, novel models propose that the moon’s innards may have been less gooey than suspected, and that radioactive material inside the moon could have kept it hotter. These elements may have empowered a convection-fueled lunar dynamo to last until maybe 3.5 billion or 3.4 billion years ago.”

Matrix/DNA: Justamente o que sugere nosso modelo. Enquanto o germe se torna feto o campo magnético continua, mas quando o feto morre, o campo se extingue. Isto sugere que o feto “morreu” entre 3,5 bilhões ou 3,4 bilhões de anos atras. Eu vou calcular isso direitinho porque preciso saber a data, o dia exato que o feto morreu, para estabelecer a o dia da missa em sua sagrada memória…

Comentario publicado pela Matrix/DNA no artigo:

“… the moon once had a magnetic heart, which helped the moon produce a magnetic field stronger than Earth’s now have.”

It is just what was predicted by Matrix/DNA astronomic model, 30 years ago. All astronomical bodies have stronger magnetic fields at its formation and it decreases till these bodies becoming old planets or, like moons, are aborted as died fetuses. But, accordingly to this model, the body’s nucleus is seen as a germ, not as a heart.

Though, numerous riddles linger about the magnetic field of the moon, for example, what fueled it and when it’s finished, the researchers added.”

It is the same cause that fueled the magnetic field of Earth at its infant times. These nuclei are formed with degraded mass as stellar dust from a died system plus highly energetic concentrated ironess magma coming from neighbours system or pulsars. The nucleus emits stronger magnetic field forces while the astro-baby is crossing the dust, which are aggregated upon the nucleus building the geologic layers. Which makes the decrease of that superficial force and if the astro does not fall directly into a star’s orbit and does not receive its energy, the germ dies, finishing the magnetic field.

“… if the magnetic fields seen on the moon were rather generated by external powers.”

Astronomic bodies, while at their formation, are the ancestors of vegetable seeds. Or does you think that vegetable seeds were created by magics from a divine superpower or by magics of an ex-machine-maker randomness? It is all about a unique line of evolution, from cosmological to biological. So, when we have a question about these emerging astros we can search the answer observing a vegetable seed or human embryogenesis. There is a potential magnetic field freezed at the germ, which is triggered by the energy of a star. But if instead a star, the “baby-astro” falls into a planetary orbit, the germ is waked up during the day and almost dues during the night, or when it is at the other side of the planet.

Ok, by while it is theory against theory, only time and more data will be judge about which model is less wrong.

 

A Lua Está Viva… Mais Uma Acertada Previsão da Minha Teoria a 30 Anos Atrás?!

terça-feira, novembro 25th, 2014

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A Lua tem sido considerado pelas ciências acadêmicas como um objeto morto, mas recentes descobertas vão obrigar os educadores a mudar os textos do curriculum escolar. A Lua tem vulcões em atividade! Em que isto pode nos afetar na Terra? Vai cair lavas chamejantes aqui? O astro que foi indispensável para formar a Vida aqui, pode tambem matar o que ajudou a criar?!

Dentro da Matrix/DNA Theory esta noticia causou uma certa satisfação e ao mesmo tempo, muito mais assuntos a pesquisar. os meus modelos cosmológicos nunca concordaram  com a teoria acadêmica sobre a formação da Lua, mas como tenho o problema de não saber se este sistema solar pertence ás primeiras ou posteriores gerações – o que muda o tipo de formação – tenho ficado quieto e acompanhado as noticias à distancia. Seja pelo primeiro ou segundo processo, a Lua – segundo o modelo da Matrix/DNA – deve ser um astro-baby com as mesmas características das demais formas de astros, como planetas e estrelas. Se for realmente assim, a Lua deve ter um núcleo que funciona como o germe de uma semente, por exemplo, um grão de milho. meste grão vemos uma ponta branca e o resto amarelo, sendo a ponta branca o germe e o resto a placenta que vai nutrir o germe quando o grão for plantado debaixo da terra. Assim a água no solo incha a semente para que partículas da energia do Sol que penetram a terra possa alcançar o geme e desperta-lo, dando-lhe vida. Ora a Lua está em órbita no Sol, recebendo sua energia, que deve estar alcançando seu núcleo e portanto, provocando as primeiras reações nucleares que correspondem ao germe comendo a placenta, reações que produzem gases e pressão interna, a qual precisa cavar válvulas de escapes, os quais são os vulcões. Na selva amazônica onde a visão do céu é magnifica, as noites solitárias olhando aquela lua maravilhosa, e mais a influencia da visão do mundo proporcionada pela teoria da Matrix/DNA, eu reverenciava a lua e as estrelas de uma maneira diferente. As estrelas eu defini como “atarefadas mães celestes em amamentar seus rebentos planetas e luas com seu néctar energético e preocupada em mantê-los aquecidos e protegidos dentro debaixo de suas longas asas gravitacionais… como quando vejo a galinha com seus pintinhos debaixo de suas asas… E como minha teoria sobre as origens da vida é diferente, essa teoria apontou que apenas quando a Lua surgiu no céu da Terra vinda de outros rincões celestes, foi possível imitar o turbilhão da formula da Matrix  que mistura ingredientes para formar novos compostos, e a Lua fez isso ao agitar os oceanos com as marés, misturando a água com a poeira das rochas na praia… o que possibilitou a emergência das primeiras moléculas orgânicas. Portanto, a Lua, para mim, sempre foi merecedora de todo respeito. Mas… tudo é teoria e temos muito que pesquisar ainda.

Veja este interessante vídeo ( e meu comentario abaixo postado no video):

https://plus.google.com/u/0/102371865054310418159/posts/TsEyg3r5BHm?pid=6085738205104423826&oid=102371865054310418159

The Matrix/DNA cosmological model suggested 30 years ago that this must happen. The moon is another astronomical body like any others, only it is at the evolutionary shape of astro-baby. So, astros have their nucleus as the evolutionary ancestral of the plants seeds germs, which are wake up when the Sun’s energy reached them, and begins the nuclear reactions like when the germ begins to eat the nutrients of the surrounding amnion/placenta. These nuclear reactions produces gases and internal pressure that builds valves for escaping, which are the volcanoes. Yes, the Moon is alive, as I am saying in the last 30 years…