Posts Tagged ‘morte’

IPATI – Grava vozes e Imagens dos Mortos

sábado, outubro 21st, 2017

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IPATI – Instituto de Pesquisas Avancadas em Transcomunicacao Instrumental

http://ipati.org/index.html

Um primeiro fato notavel e’ uma confirmacao do que eu ja tinha suspeitado. Os mortos nao mais falam nossa linguagem, mesmo que falem nosso idioma. As respostas dos mortos sao sempre em forma de codigos, nunca repetem as palavras das perguntas ( o que significa que nao estao ouvindo as palavras e sim lendo pensamentos).

Falam muitas frases que eram chavoes usados em vida aqui, sem qualquer conotacao com pergunta ou sem explicar nada. E so falam em monossilabos, nunca falam mais que tres ou quarto palavras.

Um doente em estado terminal, inconsciente, diz que esta fora do corpo sendo assistido por espiritos. Mas ele tambem fala como os mortos, mudou totalmente o modo de falar.

Isto significa que em outras dimensoes as mentes sao hard-wired diferente, as leis de seu mundo sao tao diferentes daqui que as vezes o certo la’ e’ a negacao aqui.

Video ” A Investigacao da Vida apos a Morte “

sábado, outubro 21st, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=v_SYq-EFuhE

The Afterlife Investigations | Edicao Brasileira (Completo) (Espiritismo) [CM+P]

Mais um excelente trabalho da Pozati Filmes ( https://www.youtube.com/channel/UC_SRQEScGB2ZdO6hZlmBUlw

Meu comentario postado no YouTube em Out(10/21/2017) :

Porque um vídeo assim de tamanha importância não tem destaque prioritário na mídia? Para entender, primeiro e’ preciso separar corpo carnal da consciencia e depois explico porque. O cerebro foi herdado dos animais pela longa evolucao, porem os instintos animais ainda permanecem na memoria, na genetica, a qual modela a psyche dos que ainda nao tem a consciencia despertada. # instintos perduram e sao o maior problema hoje da humanidade. Estes instintos construiram todos os tipos de sistemas sociais humanos ate agora ( seja capitalism, monarquia, comunismo, etc) assim como influenciaram na modelagem das religioes e da cultura pela qual interpretamos os fenomenos naturais. Entao os 3 instintos sao notados como: 1) instinto para grande predador (leao, tubarao, aguia, etc) que domi9na a mente da classe alta ou aristocracia; o instinto para medio predador ( lobos, raposas) que domina a maioria da classe media; e o instinto de presa ( ovelha, gado, etc.) que domina a massa pobre. As mesmas regras na divisao do poder nas selvas continua sendo rigidamente imitada pelos humanos.

Entao porque a midia nao divulga os fenomenos deste filme? O leao cria seu paraiso quando se assenta num territorio dominando lobos capatazes e todas as presas. Ele nao admitira qualquer ameaca contra este status quo, perante as quais ele se torna violento ate sua morte, sem ceder seu poder e propriedade. Pois a aristocracia brasileira e mundial acredita que se a natureza e’ assim, foi feita assim por seu deus, eles escolhidos para estarem no comando, porque apenas eles sabem manter a ordem. Uma sugestao de fenomenos como deste filme nem os incomoda porque nao podem enxergar que a ordem natural seja de outra maneira, mas se perturbarem, seus protagonistas devem serem eliminados. Como sao donos da midia e donos da atividade cientifica, estas duas empresas humanas fecham seus olhos para os fenomenos e os negam se pestanejarem. Obviamente nunca iriam divulger isto entao e’ nosso dever levar o filme de mao em mao para as outras duas classes sociais.

 

Lucas Olles: Vida Apos a Morte? Experiencia da morte

terça-feira, outubro 10th, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=aJW0HGHwxAw

Louis Morelli – 10/10/2017

Parte 2/3

21:00 – Lucas: ” … seres nao-humanos, todos interligados num consciente coletivo…”

Incrivel como a nossa inteligencia humana aqui consegue prever isto quando busca pelos caminhos certos. Na “Matrix/DNA Theory”, o autor observa os fenomenos naturais daqui e calcula quais podem ser as causas e efeitos destes fenomenos, desenhando modelos, elaborando formulas e algoritmos e por fim chega a uma sugestao: ” Nos somos 8 bilhoes de genes-semi-conscientes aqui na Terra e pertencemos a trilhoes mais espalhados neste Universo, todos construindo uma mesma obra: um embriao cosmico de auto-consciencia total. Este aglomerado de galaxias que denominamos “universo” nao passa de fosseis de nossos ancestrais que serve de estrutura fisica para nossa missao, ou seja, este universo funciona como o amnion e a placenta dentro de um ovo, ou um utero, portanto, dentro deste universo esta ocorrendo um simlpes e natural processo de reproducao genetica. Reproducao de que, ou de quem?
Infelizmente o autor so pode observar e raciocinar os limites dentro deste Universo e seu plano fisico, portanto, fica sem resposta, apenas sugerindo algo: “reproducao daquilo que produziu aquele Big Bang `a imagem e semelhanca de seus pais carnais quando iniciaram o primeiro momento de sua existencia fisica atraves de um pequeno bigbang dentro de um ovulo recem-fecundado, que  foi o resultado do subito rompimento da membrana de um espermatozoide.” Estas entendendo que a Teoria do Big Bang pode ser correta porem sua atual interpretacao teorica fisico-matematica pode estar errada? Que ele foi um evento mais biologico que casuistico?
Quando se entende que somos genes, que os genes todos se tornam um so no corpo final construido, e que se algum gene for atrapalhado em sua missao especifica – construir a parte do corpo que apenas ele tem a informacao – nos nasceremos com algum defeito,… todas nossas relacoes humanas mudam de sentido. E ai, ninguem mais segura a humanidade… rumo ao nosso supremo destino cosmico… alem deste ovo-universo.(clique no meu avatar se tens interesse em ver o website da teoria). Se usarmos nossa inteligencia com boa intencao nao precisaremos de experiencias dolorosas como a do Lucas para saber das coisas certas…
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6:00 – Lucas: ” O planeta estara’ quase vazio e os que estiverem estarao muito mal…”
Mas porque uma retirada de nos ( que nao vivemos aqui), deste planeta sera’ inevitavel? A resposta pode ser uma analogia com computacao, onde o nosso consciente funciona como um software: um modelo atualizado do Windows 10 nao tem como funcionar bem num hardware de modelo velho, de 20 anos atras; mas aqui so tem esse modelo velho. Entao levemos o software para onde tem modelo atualizado. A nao ser – uma maneira disto ser evitado –  e’ que o proprio hardware tenha livre arbitrio e deseje mudar para alcancar o novo software. Se assim fizessemos, se evitaria toda essa necessaria cirurgia dolorosa que pode vir”.  Explicando isso na realidade:
Ja prestaram atencao que todos os tipos de sistemas sociais criados pelo homem ate’ agora ( seja a monarquia, o comunismo, o feudalismo, ou o capitalismo), e ate’ mesmo todas as religioes criadas ate’ agora, imitam exatamente as mesmas regras de divisao de forsas e poder das selvas, entre os animais? Eu vivi sete anos na selva bruta e pude observar como ali as coisas funcionam. Os nossos sistemas sociais imitam as regras de onde vem as origens do nosso cerebro e psique primaria, porque ainda mantemos os instintos dos animais nas selvas. Entao temos em todos os sistemas sociais a divisao entre:
1) A classe aristocratica que imita os instintos dos grandes predadores (leoes, tubaroes, aguias, etc); 2) A classe media que imita os instintos dos medios predadores (lobos, raposas, urubus, etc); e 3) A classe pobre que imita os instintos de inercia e egoismo individualista das presas (vacas, ovelhas, coelhos,etc). Sei que isso gera um desconforto as pessoas ( sendo comparadas a animais), porem, se nao se despertarem para essa realidade, sobre onde seu verdadeiro “Eu” consciente esta’ hospedado aqui, continuarao tendo a mente dominada pelas forsas deste cerebro e desta psique primaria modelada por esta genetica que veio de uma biosfera em estado de caos, e com isso, sera inevitavel a sua transferencia atraves uma cirurgia natural dolorosa. Como Lucas disse, o planeta nao vai manter estas condicoes ambientais que suportam a vida aqui, e devemos ainda agradecer que antes destas condicoes deteriorarem, podemos abandonar o barco.
A sabia attitude de todo humano consciente, aqui, agora e urgente, e’ procurar – primeiro – se auto-exorcizar destes instintos, e, segundo, gritar ao mundo a todo tempo que todos devem procurar este exorcismo. E’ ficar atento nos comportamentos seu e das pessoas para detectar todos estes efeitos destes instintos e imediatamente denuncia-los a si e ao mundo. Por exemplo, observe o comportamento e atitudes do dono de uma loja, de uma empresa, como ele se comporta exatamente igual a um leao que se agarra com unhas e dentes a seu territorio, tenta controlar os lobos ( da classe media), e ao mesmo tempo usa-los na manutencao do seu reinado, todos para colherem os produtos do trabalho das presas, que trabalham transformando grama em suculenta carne. Ou como se comportam as “celebridades” imitando exatamente o comportamento dos parasitas. A falta de vontade dos pobres em criarem e se unirem em cooperativs de consume e producao para boicotarem os que levam suas energias.  O humano nao se toca nisso ( em parte devido a mentirosa mistica criada pelos predadores na forma de religioes), a ponto de idolatrarem seus predadores, mas voce sabe que se continuarem a terem o intelecto subjugado aos instintos… a tragedia sera inevitavel. De uma chance ao nosso livre-arbitrio…

A morte pode ser anunciada pelo quarto quadrante da formula espiral da Matrix/DNA?

sábado, outubro 7th, 2017

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Esta quarta fase de declínio espiral imediatamente lembra a formula, na qual o circuito espiral também termina com a morte do sistema ( entre funções 7 e 1). Esta descoberta parece estar indicando que a o período de vida de uma pessoa é determinado pela velocidade com que o fluxo de energia corre no circuito. Se a velocidade for muito elevada, a pessoa vai morrer mais cedo, e assim os entrópicos sintomas das funções 6 e 7 começam a aparecer mais cedo na vida da pessoa do que o normal. E esta variação de velocidade lembra as velocidades dos giros no ciclo de Krebs, o qual, segundo o vídeo que estou assistindo, tem vários efeitos nos organismos a nível molecular. Precisamos reler e pesquisar isto, ver se foram publicados outros artigos com seção para comentários e ver a fonte original, o paper..

Death Spiral: 4th Phase of Life May Signal the End Is Near

https://www.livescience.com/55557-death-spiral-is-fourth-phase-of-life.html?utm_source=notification

 

Existe evidencias de vida apos a morte? Melhor lista de evidencias

domingo, agosto 6th, 2017

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Is There Evidence of Life After Death?

https://disqus.com/home/discussion/channel-disqusunderground/is_there_evidence_of_life_after_death/

To listen to skeptics, only the gullible masses believe in an afterlife, desperate to be reunited with loved ones.

As we have shown, however, skeptics are so convinced of their intellectual superiority that they are incapable of examining evidence objectively that contradicts their strongly-held viewpoints.

Unlike the cases for ESP and UFOs, however, the evidence for survival after death is by its nature less measurable and more subtle and complicated.

Militant skeptics would have everyone believe that this is merely anecdotal and easily explained away by the biochemistry of the dying brain, pumped up by morphine and stress, with the particular hallucinations the result of a combination of wishful thinking and religious preconception. But as we shall see, this view ignores some inconvenient facts.

While looking at several types of relevant experiences, I will only focus on the issue of immediate survival after death, not theological assertions about what happens beyond that, such as whether there is a heaven or hell or reincarnation. Nor will we try to resolve here exactly what it is that may survive death.

One way to think about the larger picture of reality that the so-called supernatural presents is like the difference between the world of ordinary objects we interact with daily and the invisible quantum world that underlies everything. It is difficult for our minds to get around the fact that what seems like solid reality is mostly empty space. Skeptics are invited to imagine that the paranormal world is something like the theorized other dimensions of the “multiverse.”

Death-Bed Visions

Let us begin with something that should be a perfect test for the skeptical case about hallucinations of the dying: death-bed visions. It is not uncommon for people who are about to die to imagine that the heavens open up and relatives appear to welcome them to the other side.

In What They Saw at the House of Death: A New Look at Evidence for Life After Death by Karlis Osis, a noted physics professor, and Erlendur Haraldsson, a clinical psychologist. Between them, they had carefully examined 5,000 cases of death-bed visions for nearly two decades starting in 1959. These were culled from observations by 17,000 physicians and nurses. Most were medical personnel in the U.S., but some came in from a separate study about patients in India, to check to what extent cultural and religious beliefs influenced the experiences.

Investigative journalist Michael Schmicker, in Best Evidence, summarized the remarkable conclusions:

Biological-Pharmaceutical Factors

*Patients who were given painkilling drugs were not more likely to have such visions than those who were not.

*Brain malfunctions were more likely to reduce such visions.

*A history of using psychoactive drugs did not increase the likelihood of these visions.

*There was no evidence that a lack of oxygen induced the visions.

Psychological Factors

*Stress played no role in predicting which patients would see “the dead.”

*Whether the patient believed in an afterlife did not matter.

*In some cases, the death-bed visions came to people who did not know they were dying.

Cultural Factors

*The visions often did not fit with the religious preconceptions of the individuals. Christians saw no evidence of hell; Hindus had no visions that confirmed they would be reborn.

*There were 11 aspects to these visions that were shared by both American and Indian cases, so they are likely common to many cultures.

Schmicker cited a compelling example. In 1919, Horace Traubel, a friend and biographer of the poet Walt Whitman, was dying in Bon Echo, Ontario, Canada. With him was Lt. Col. L. Moore Cosgrave. Cosgrave reported that at 3 a.m., Traubel stared at a point in the room three feet above the bed.

“A light haze eventually resolved itself into the form of Whitman…wearing an old tweed jacket, an old felt hat, and had his right hand in his pocket,” which Cosgrave could see. The apparition nodded twice to Traubel, who said, “There is Walt.” As the ghost brushed by him, Cosgrave felt a slight electric shock.

Near-death Experiences

“Near-death experiences” (NDEs) was the term coined by Dr. Raymond Moody, a physician who wrote the first popular book on the phenomenon, Life After Life, in 1975. He studied cases of patients who were pronounced clinically dead, but claimed they could see and hear things that seemed impossible, according to the materialist understanding of reality.

A 1982 Gallup poll revealed that one out of seven Americans had at least once been close to dying and 35% of these reported having the NDE. These experiences would seem fairly common, but were not generally reported by physicians, which is explained by the fact that only 32% of doctors at the time believed in an afterlife vs. 67% of the public.

While the specific details of the experience would be interpreted by the person who was supposedly dead, based on his or her cultural and religious background, the most common stages occurred in this order:

*A sense of dying as a release from cares and pain.

*The patient feels he or she is rising from the body and able to look down on it and the attending medical personnel.

*This self or spirit is compelled to pass through a dark tunnel with light at the end.

*Beings of light greet the spirit at the end of the tunnel—often these are deceased family or friends and sometimes a person understood as a founder or leader of their religious tradition (atheists reported an abstract figure of light).

*As many as 29% recalled having their life’s events flash through their memories, as if reviewing them before judgment.

*Many wanted to stay in this disembodied state, but were told they needed to return.

*Consciousness returns to the body, startling medical personnel, who had pronounced the patient dead.

Moody’s initial report has been confirmed in thousands of cases investigated by others. The International Association for Near-Death Studies www.iands.org was founded in 1978 to encourage the serious study of the phenomenon.

Skeptics are quick to argue that all of these things can be explained by incorrect judgments about clinical death and by the combined effects of a sick brain and the drugs administered at the time.

Among the most notable books to take a more systematic scientific approach to anecdotal evidence were by medical doctors Kenneth Ring, in Life at Death, and Michael Sabom, in Recollections of Death: A Medical Investigation.

Sabom in particular was skeptical. He accepted the critics’ theory that NDEs were hallucinations due to heightened brain activity and was surprised to realize that they occurred most commonly in patients who had been unconscious for at least 30 minutes, when neuroactivity was reduced.

He believed that claims that these “dead” patients had accurately described what was happening around them were easily explained by hearing medical personnel discussing them or that they were educated guesses.

Sabom set up a control group of cardiac patients who had not reported having NDEs. He found the NDEers’ accounts very accurate, while the guesses of cardiac patients were way off, and he was able to rule out the possibility in many cases of the “dead” picking up the information by hearing it.

Doctors at Southampton General Hospital studied 3,500 patients and concluded that cases of NDEs being reported involved “well-structured, lucid thought processes with reasoning and memory formation at a time when their brains were shown not to function,” contradicting the materialistic view of how the brain works.

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Dr. Eben Alexander’s NDE

The most famous of modern NDEs was recounted in the 2012 bestseller by Dr. Eben Alexander, a neurosurgeon, in Heaven is Real: A Doctor’s Experience with the Afterlife (a good example if skeptics’ inability to state the facts in their rebuttals can be found in a response to an article in Esquire: http://iands.org/news/news/…. He went into a seven-day coma after suffering from microbial meningitis in 2008 and had an experience that ran counter to his expectations. He recalled:

I did not believe in the phenomenon of near-death experiences…I sympathized deeply with those who wanted to believe that there was a God and I envied such people the security that those beliefs no doubt provided. But as a scientist, I simply knew better.

When I entered the emergency room, my chances of survival in anything beyond a vegetative state were already low, but they soon sank to near nonexistent. For seven days I lay in a deep coma, my body was unresponsive, my higher-order brain functions totally offline.

All the chief arguments against near-death experiences suggest that these are the results of minimal, transient, or partial malfunctioning of the cortex. But mine took place not while my cortex was malfunctioning, but while it was simply off. This is clear from the global cortical involvement documented by CT scans and neurological examinations. According to current medical understanding of the brain and mind, there is absolutely no way that I could have experienced even a dim and limited consciousness during my time in the coma, much less the hyper-vivid and completely coherent odyssey I underwent.

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A 2001 study reported in the British medical journal The Lancet reported that the NDEs could not be explained by reactions to medications, a lack of oxygen to the brain, or fear of death.

Perhaps most convincing is that patients are able to report events outside the room where their bodies were. For example, some claimed that their spirits went into the waiting room and heard conversations between family members, which they recalled accurately. Given the skeptics’ position on ESP, this should be impossible.

In 1990, Seattle pediatrician Melvin Morse’s Closer to the Light examined the cases of 120 children who had NDEs. In most cases, they would have been too young to have absorbed a well-grounded religious expectation of what might happen. He made a point-by-point refutation of the skeptics’ arguments about the biochemistry of death and hallucination, compelling enough to have persuaded some skeptics to take a more open-minded position.

In Beyond: On Life After Death, Fred Frohock attempted to weigh the evidence objectively and concluded:

The problem with the materialist explanation that NDEs are a purely neurological reaction to the stress of death is that we would have to stretch the powers of the brain to new and unproven levels of achievement. The weight of the likelihood, of possibilities, seems to be in favor of transcendent experiences, although NDEs could be both transcendent and part of the physical world.

The brain may be the instrument that guides the self into a realm of existence as real and empirical as the dimension we currently occupy. All we have to do is move the perimeters of physical reality out to more comprehensive dimensions. Death is as ordinary as birth, and may be the same kind of portal to another empirical stage of life. Physicists tell us there must be more dimensions to reality to explain the reality we sense and know.

In Dr. Andrew Newberg’s Teaching Co. course The Spiritual Brain, he cites the impact these experiences have on those who go through them: “People come away from a near-death experience with a radically altered set of beliefs about themselves, the meaning of life, relationships—everything. They no longer fear death and are more spiritual and less religious. Many say things like, ‘I don’t think there is a God; I know there is a God.’ One said that the experience was ‘bigger’ than religion, which was not sufficient to help encapsulate the NDE.”

Vida apos a morte? Livro e Filme

quinta-feira, julho 13th, 2017

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http://hypescience.com/porque-o-voce-no-pos-vida-nao-seria-realmente-voce/

Porque o “você” no pós-vida não seria realmente você

Filme: Em um filme da Netflix produzido em 2017, chamado The Discovery, o ator Robert Redford interpreta um cientista que prova que a vida após a morte é real.

Livro: livro de Michael Shermer (em inglês, tem o nome Heavens on Earth: The Scientific Search for Afterlife, Immortality and Utopia, pela editora Henry Holt)

Extratos:

Art. – Em segundo lugar, existe a suposição de que a cópia de conexões do cérebro – o diagrama de seus contatos neurais – carregada em um computador (como alguns cientistas sugerem), ou a ressurreição do eu físico em uma vida após a morte (como muitas religiões imaginam), trazem como resultado uma pessoa acordando de algo como um longo sono, em um laboratório ou no céu. Mas uma cópia das memórias de um indivíduo, de sua mente ou mesmo de sua alma não é o indivíduo. É uma cópia dele, como um gêmeo, e ninguém olha para um irmão igual a si e pensa: “oh, olhe eu ali”. Nem a duplicação nem a ressurreição podem instanciá-lo em outro plano de existência.

Matrix/DNA: Supomos que a consciência seja um diagrama no modelo da formula feito de fótons banhados numa substancia plásmica extra-dimensional. Esta dimensão não seria revelada nem pelas seis faixas invisíveis da luz ou seis estados vibratórios desconhecidos, mas sim uma oitava configuração que conteria as sete faixas e mais um grau de transcendência. O diagrama das conexões neurais é o estado presente da reflexão da mente na matéria porem, onde a matéria é dominante e a consciência recessiva. Na morte não ocorre nem duplicação nem ressurreição e sim um retorno da bolha ao seu oceano. Apenas não sei como seria mantida a individualidade dentro do oceano.

Art: – Cada um de nós é único no mundo e na história, geograficamente e cronologicamente. Nossos genomas e conexões não podem ser duplicados, então somos indivíduos atentos a consciência de nossa mortalidade e autoconsciência sobre o que isso significa. O que isso significa? A vida não é uma disputa temporária antes do grande show que vem a seguir: é nosso proscênio pessoal no drama do cosmos, aqui e agora.

Matrix/DNA: Todos os seres cujos corpos alcançaram a complexidade suficiente para alcançar o nível da consciência, mas ainda estão nos primeiros estágios deste processo, são genes meio-conscientes funcionando na construção da consciência universal final. cada gene e’ único pois apenas ele tem uma informação especifica que e’ uma fração da totalidade de informações para formar a consciência universal. Assim, humanos possuem suas cabeças na forma de ovo dentro do qual esta sendo gerado, ainda na forma fetal ou embrionaria, esta consciência universal. O cérebro apenas faz o papel de placenta e amnion.

 

Existe Vida Depois da Morte? O melhor video com o melhor debate entre crentes e ceticos

quinta-feira, maio 18th, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=h0YtL5eiBYw

E meu comentario com a opiniao da Matrix/DNA postado no Video:

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/18/2017

My 2 cents:

1) The word “life” is the culprit of so much confusion. Change it for ” biological systems”, differing from atom systems, galactic systems and there is no such separation between “living systems” and “no-living systems”. At Matrix/DNA Theory we are discovering that all biological properties has its counterparts as mechanistic properties at astronomic systems and electromagnetic properties at atomic systems. There is a unique natural universal system that began with the Big Bang in shape of “wave light system”, which got the shape of atoms, galaxies, humans, consciousness, and still is alive for 13,8 years old. Consciousness and natural world is like software and hardware. Consciousness could not work at the ancient systems like Bill Gates could not making working the windows inside the ancient calculators machines.

2) A human brain gets consciousness at 6 or 8 months old. It is not each brain that creates consciousness, it already was existing before and surrounding the embryo’s little universe. The universal natural system gets consciousness at 13,8 billion years, wherever there is a system with the necessary complexity. Each is not that human species creates consciousness, neither that all other conscious aliens created consciousness: it was existing before and surrounding our universe;

3) At Matrix/DNA Theory we discovered that the entropy attacking an astronomic system produces its defragmentation into bits-information, carried on by photons. These photons works like genes, building the new shape of the universal system, which are biological shapes. Since photons were also composing the first universal shape of system – waves of light – emitted by something existing before and beyond our universe, we conclude that  this original light is linked directly to consciousness. So, if we want to see and touch the substance of consciousness we need go beyond electrochemical signals, synapses and we will see darkness. Cleaning this darkness we will see a astonishing network of photons located inside the electrons of the atoms that composes neurons and brains. But it is merely the matrix/dna of consciousness.

4) We are still almost blind. We see only one and half part of a light that has seven parts. We only touch a world made by two and half parts of vibrations which has seven kinds of vibrations, to say, seven dimensions. Our brain is still primitive, our sensors are evolving yet and we will get more complex sensors. Then, Mr. Physicist will perceive that Physics reveal merely the skeleton of the universe, any natural systems and human bodies. it can not grasp anything about the soft meat, the neurology… and they pretends that know something about consciousness… My Go… oh, I mean, My Almighty Lord Pink Unicorn…

A Morte: Cientista Revela Informacoes Ineditas

segunda-feira, março 13th, 2017

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https://www.nytimes.com/2017/03/13/opinion/what-our-cells-teach-us-about-a-natural-death.html?mwrsm=Facebook&_r=0

Copia do original

What Our Cells Teach Us About a ‘Natural’ Death

Every Thursday morning on the heart transplant service, our medical team would get a front-row seat to witness an epic battle raging under a microscope. Tiny pieces of heart tissue taken from patients with newly transplanted hearts would be broadcast onto a gigantic screen, showing static images of pink heart cells being attacked by varying amounts of blue immune cells. The more blue cells there were, the more voraciously they were chomping away the pink cells, the more evidence that the patient’s inherently xenophobic immune system was rejecting the foreign, transplanted heart.

MINHA TRADUCAO

Todas as manhas de quinta-feira no servivo de transplante de coracao, nossa equipe medica obtinha um assento na primeria fila para assistir uma batalha epica acontecendo sob um microscopio.

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Microsoft:

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

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Google

Toda quinta-feira de manhã no serviço de transplante de coração, nossa equipe médica teria um lugar na primeira fila para testemunhar uma batalha épica fúria sob um microscópio. pequenos pedaços de tecido cardíaco retiradas de pacientes com corações recém-transplantados seria transmitido em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas de células do coração-de-rosa que está sendo atacado por diferentes quantidades de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis havia, mais vorazmente eles estavam mastigando as células rosa, o mais evidências de que o sistema imunológico inerentemente xenófobo do paciente estava rejeitando o coração estrangeiro, transplantado.

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There was so much beauty to be found in the infinitesimal push and pull between life and death those slides depicted that I would fantasize about having them framed and put up in my house. Yet the more I studied those cells, the more I realized that they might have the answers to one of the most difficult subjects of our time.

Throughout our history, particularly recently, the human race has looked far and wide to answer a complex question — what is a good death? With so many life-sustaining technologies now able to keep us alive almost indefinitely, many believe that a “natural” death is a good one. With technology now invading almost every aspect of our lives, the desire for a natural death experience mirrors trends noted in how we wish to experience birth, travel and food these days.

When we picture a natural death, we conjure a man or woman lying in bed at home surrounded by loved ones. Taking one’s last breath in one’s own bed, a sight ubiquitous in literature, was the modus operandi for death in ancient times. In the book “Western Attitudes Toward Death,” Philippe Ariès wrote that the deathbed scene was “organized by the dying person himself, who presided over it and knew its protocol” and that it was a public ceremony at which “it was essential that parents, friends and neighbors be present.” While such resplendent representations of death continue to be pervasive in both modern literature and pop culture, they are mostly fiction at best.

Continue reading the main story

This vision of a natural death, however, is limited since it represents how we used to die before the development of modern resuscitative technologies and is merely a reflection of the social and scientific context of the time that death took place in. The desire for “natural” in almost every aspect of modern life represents a revolt against technology — when people say they want a natural death, they are alluding to the end’s being as technology-free as possible. Physicians too use this vocabulary, and frequently when they want to intimate to a family that more medical treatment may be futile, they encourage families to “let nature take its course.”

Yet, defining death by how medically involved it is might be shortsighted. The reason there are no life-sustaining devices in our romantic musings of death is that there just weren’t any available. Furthermore, our narratives of medical technology are derived largely from the outcomes they achieve. When death is unexpectedly averted through the use of drugs, devices or procedures, technology is considered miraculous; when death occurs regardless, its application is considered undignified. Therefore, defining a natural death is important because it forms the basis of what most people will thus consider a good death.

Perhaps we need to observe something even more elemental to understand what death is like when it is stripped bare of social context. Perhaps the answer to what can be considered a truly natural death can be found in the very cells that form the building blocks of all living things, humans included.

Though we have known for more than a century how cells are created, it is only recently that we have discovered how they die. Cells die via three main mechanisms. The ugliest and least elegant form of cell death is necrosis, in which because of either a lack of food or some other toxic injury, cells burst open, releasing their contents into the serums. Necrosis, which occurs in a transplanted heart undergoing rejection, causes a very powerful activation of the body’s immune system. Necrosis, then, is the cellular version of a “bad death.”

The second form of cell death is autophagy, in which the cell turns on itself, changing its defective or redundant components into nutrients, which can be used by other cells. This form of cell death occurs when food supply is limited but not entirely cut off, such as in heart failure.

The most sophisticated form of cell death, however, is unlike the other two types. Apoptosis, a Greek word used to describe falling leaves, is a programmed form of cell death. When a cell becomes old or disrepair sets in, it is nudged, usually by signaling molecules, to undergo a form of controlled self-demolition. Unlike in necrosis, the cell doesn’t burst, doesn’t tax the immune system, but quietly dissolves. Apoptosis is the reason our bone marrow doesn’t weigh two tons or our intestines don’t grow indefinitely.

As important as apoptosis is to death, it is essential for life. While as humans, we often consciously or unconsciously hope to achieve immortality, immortality has a very real existence in the cellular world — it’s called cancer. In fact, most cancers occur because of defects in apoptosis, and most novel cancer therapies are designed to allow cell death to occur as it normally would.

In many ways, therefore, life and death at a cellular level are much more socially conscious than how we interface with these phenomena at a human level. For cells, what is good for the organism is best for the cell. Even though cells are designed entirely to survive, an appropriate death is central to the survival of the organism, which itself has to die in a similar fashion for the sake of the society and ecosystem it inhabits.

We humans spend much of our lives denying death. Death, however, is not the enemy. If there is an enemy, it is the fear that death arouses. The fear of death often induces us to make choices that defy the biological constraints of our existence. Such choices often lead us to a fate that more closely resembles necrosis, involving the futile activation of innumerable resources eventually resulting in a cataclysmic outcome, rather than apoptosis. Furthermore, even as we hope to defy our mortality, our cells show the devastation that can occur for the organism if even one cell among billions achieves immortality.

When I asked Robert Horvitz, the Nobel Prize-winning biologist at the Massachusetts Institute of Technology who was part of the group that discovered apoptosis, what lessons we could learn from cell death, his answer demonstrated exactly why we have failed to understand death in the context of our lives: “Only once before has someone approached me to discuss the existential questions that might relate what is known about cell death to human existence.”

The question for us, then, is: What is the human equivalent of apoptosis in the context of our society? One way to approach that question is to look at what the human equivalent of necrosis is. To me, if a human being is in the hospital with intensive, life-sustaining therapies such as artificial respiration, nutrition or dialysis sustaining them with little hope of recovering reasonable brain function, such a state could be considered necrosis. Almost any other alternative, whether one dies in the hospital having rescinded resuscitation or intubation (DNR/DNI), at home with hospice services or with the aid of a physician’s prescription, has much more in common with apoptosis.

We have striven endlessly to answer some of our most crucial questions, yet somehow we haven’t tried to find them in the basic machinery of our biology. Apoptosis represents a pure vision of death as it occurs in nature, and that vision is something we might aspire to in our own deaths: A cell never dies in isolation, but in clear view of its peers; it rarely dies of its own volition; a greater force that is in touch with the larger organism understands when a cell is more likely to harm itself and those around it by carrying on. Apoptosis represents the ultimate paradox — for the organism to survive, the cells must die, and they must die well. “There are many disorders in which there is too little apoptotic death,” Dr. Horvitz said, “and in those cases it is activating apoptosis that could increase longevity.”

And finally, a cell also understands better than we humans do the consequences of outlasting one’s welcome. For though humanity aspires to achieve immortality, our cells teach us that a life without death is the most unnatural fate of all.

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Traducao pelo Microsoft

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

Havia tanta beleza para ser encontrado no impulso infinitesimal e puxe entre vida e morte os slides retratados que fantasio sobre tê-los enquadrado e acondicionados em minha casa. Ainda mais eu estudei essas células, mais percebia que tenham as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, particularmente recentemente, a raça humana tem olhado longe para responder a uma pergunta complexa — o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias sustentam a vida agora é capazes de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma experiência de morte natural espelha tendências observadas em como desejamos experimentar nascimento, viagens e comida nos dias de hoje.

Quando nós Imagine uma morte natural, podemos invocar um homem ou uma mulher deitada na cama em casa rodeado de entes queridos. Tomar o último suspiro na própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para morte em tempos antigos. No livro “atitudes ocidentais para morte,” Philippe Ariès escreveu que a cena do leito de morte foi “organizada pela pessoa morrendo, que presidiu e sabia que seu protocolo” e que era uma cerimônia pública na qual “era essencial que os pais, amigos e vizinhos estar presente.” Enquanto tais representações resplandecentes da morte continuam a ser difundida na literatura moderna e cultura pop, eles são principalmente de ficção na melhor das hipóteses.

Esta visão de uma morte natural, no entanto, é limitada, desde que ele representa como costumávamos morrer antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de cristaloides e é apenas um reflexo do social e contexto científico da época que morte teve lugar em. O desejo de “natural” em quase todos os aspectos da vida moderna representa uma revolta contra a tecnologia — quando as pessoas dizem que querem uma morte natural, eles estão aludindo a extremidade ser como tecnologia-livre quanto possível. Os médicos também usam este vocabulário, e frequentemente quando querem íntima para uma família que mais tratamento pode ser inútil, eles incentivam as famílias para “deixar a natureza seguir seu curso.”

Ainda, a definição de morte como medicamente envolvido é poder ser míope. A razão lá são nenhum dispositivo de manutenção da vida em nossas reflexões romântico da morte é que simplesmente não havia nada disponível. Além disso, nossas narrativas da tecnologia médica são derivados em grande parte os resultados conseguidos. Quando a morte inesperadamente é evitada com o uso de drogas, dispositivos ou procedimentos, tecnologia é considerada milagrosa; Quando a morte ocorre de qualquer maneira, sua aplicação é considerada indigno. Portanto, definir uma morte natural é importante porque forma a base do que a maioria das pessoas, portanto, irá considerar uma boa morte.

Talvez precisamos observar algo ainda mais elementar para entender o que a morte é quando ele é despojado próprias de contexto social. Talvez a resposta para o que pode ser considerado que uma morte verdadeiramente natural pode ser encontrada em muito células que formam os blocos de construção de todos os seres vivos, os seres humanos incluídos.

Embora já há mais de um século como células são criadas, só muito recentemente é que descobrimos como eles morreram. Células morrem através de três principais mecanismos. A mais feia e menos elegante forma de morte celular é uma necrose, em que por causa de uma falta de comida ou alguma outra lesão tóxica, as células se abrem, liberando o seu conteúdo para os soros. Necrose, que ocorre em um coração transplantado, passando por rejeição, provoca uma ativação muito poderosa do sistema imunológico do corpo. Necrose, então, é a versão de celular de uma “morte ruim.”

A segunda forma de morte celular é autofagia, em que a célula ativa em si, transformando seus componentes defeituosos ou redundantes em nutrientes, que podem ser usados por outras células. Esta forma de morte celular ocorre quando o suprimento de alimentos é limitado, mas não inteiramente cortado, tais como na insuficiência cardíaca.

A forma mais sofisticada de morte celular, no entanto, é ao contrário dos outros dois tipos. Apoptose, uma palavra grega usada para descrever as folhas caindo, é uma forma programada de morte celular. Quando uma célula torna-se velho ou ruína define em, isso é cutucou, geralmente por sinalização moléculas, submeter-se a uma forma de auto de demolição controlada. Ao contrário em necrose, a célula não estourou, não imposto o sistema imunológico, mas dissolve-se em silêncio. Apoptose é a razão pela qual nossa medula óssea não pesa duas toneladas ou nossos intestinos não crescem indefinidamente.

Tão importante como apoptose é a morte, é essencial para a vida. Enquanto como seres humanos, muitas vezes consciente ou inconscientemente esperamos alcançar a imortalidade, imortalidade tem uma existência muito real no mundo celular — é chamado câncer. Na verdade, a maioria dos cânceres ocorrem por causa de defeitos na apoptose, e mais novas terapias de câncer são projetadas para permitir que a morte celular ocorrem como normalmente faria.

Em muitos aspectos, portanto, vida e morte em um nível celular são muito mais socialmente consciente do que como nós interface com estes fenómenos à escala humana. Para as células, o que é bom para o organismo é melhor para a célula. Embora as células são projetadas inteiramente para sobreviver, uma morte apropriada é fundamental para a sobrevivência do organismo, que em si tem que morrer de forma semelhante para o bem da sociedade e o ecossistema habita.

Nós, seres humanos passar grande parte de nossas vidas, negando a morte. Morte, no entanto, não é o inimigo. Se há um inimigo, é o medo que morte desperta. O medo da morte muitas vezes induz-na fazer escolhas que desafiam as limitações biológicas da nossa existência. Tais escolhas, muitas vezes, levam-nos para um destino que se assemelha mais a necrose, envolvendo a ativação fútil de inúmeros recursos eventualmente resultando em um resultado cataclísmico, ao invés de apoptose. Além disso, enquanto esperamos a desafiar nossa mortalidade, nossas células mostram a devastação que pode ocorrer para o organismo se sequer uma célula entre bilhões atinge a imortalidade.

Quando perguntei a Robert Horvitz, o Prêmio Nobel-ganhando biólogo no Instituto de tecnologia de Massachusetts, que fazia parte do grupo que descobriu apoptose, que lições podemos aprender com a morte celular, a resposta dele demonstrou exatamente porque falhamos em entender a morte no contexto de nossas vidas: “Somente uma vez antes alguém se aproximou de mim para discutir questões existenciais que me relaciono o que é conhecido sobre a morte de célula a existência humana.”

A questão para nós, então, é: o que é o equivalente humano da apoptose no contexto da nossa sociedade? Uma maneira de abordar essa questão é olhar para o que é o equivalente humano de necrose. Para mim, se um ser humano está no hospital com terapias intensivas, manutenção da vida como respiração artificial, nutrição ou diálise, sustentando-os com poucas chances de recuperar a função cerebral razoável, tal estado pode ser considerado necrose. Quase qualquer outra alternativa, se um morre no hospital tendo rescindido ressuscitação ou intubação (DNR/DNI), em casa com serviços de cuidados paliativos ou com o auxílio de prescrição de um médico, tem muito mais em comum com a apoptose.

Lutamos incessantemente responder a algumas das nossas perguntas mais cruciais, no entanto, de alguma forma nós não tentamos encontrá-los da maquinaria básica da nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte, como ocorre na natureza, e essa visão é algo que pode aspirar em nossa própria morte: uma célula morre nunca isoladamente, mas em uma visão clara dos seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contacto com o organismo maior entende que quando uma célula é mais susceptível de prejudicar a si e aqueles ao seu redor por continuar. Apoptose representa o paradoxo final — para o organismo sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Há muitas doenças em que há pouca morte apoptotic”, disse Dr. Horvitz, “e nesses casos ele está ativando a apoptose que pode aumentar a longevidade”.

E, finalmente, uma célula também entende melhor do que nós, seres humanos as consequências de um superando é bem-vindo. Pois embora a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, nossas células ensinam-nos que uma vida sem morte é o destino mais natural de todos.

Haider Javed Mara é fellow em medicina cardiovascular na Duke University Medical Center e autor de “morte moderna: como a medicina mudou o final da vida.”

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Traducao do Google

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Havia tanta beleza a ser encontrada no impulso infinitesimal e puxe entre a vida ea morte dessas lâminas ilustradas que eu iria fantasiar sobre tê-los moldado e colocar-se em minha casa. No entanto, o mais eu estudava essas células, mais eu percebia que eles possam ter as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, em especial recentemente, a raça humana tem olhou longe para responder a uma questão complexa – o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias que sustentam a vida agora capaz de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com a tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma morte natural experiência espelhos tendências observadas na forma como desejam experimentar o nascimento, viagens e alimentos nos dias de hoje.

Quando nós imaginar uma morte natural, que evocam um homem ou uma mulher deitada na cama em casa, cercado pelos seus entes queridos. Tomando sua última respiração em sua própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para a morte nos tempos antigos. No livro “Atitudes ocidentais em direção à morte “, escreveu Philippe Ariès que a cena leito de morte foi “organizada pela própria pessoa morrendo, que presidiu e sabia seu protocolo” e que era uma cerimônia pública em que “era essencial que os pais , amigos e vizinhos estar presente. “Embora tais representações resplandecentes de morte continuam a ser difundido tanto na cultura literatura e pop moderna, eles são na sua maioria ficção na melhor das hipóteses.

Temos lutado incessantemente para responder a algumas das perguntas mais cruciais, mas de alguma forma nós não tentou encontrá-los na máquina de base de nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte como ocorre na natureza, e que a visão é algo que pode aspirar na nossa própria morte: Uma célula não morre nunca isoladamente, mas na visão clara de seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contato com o organismo maior entende quando uma célula é mais susceptíveis de prejudicar a si mesmo e aqueles em torno dele, levando por diante. Apoptose representa um paradoxo – para o organismo para sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Existem muitas doenças em que há muito pouco a morte por apoptose”, disse Horvitz, “e nesses casos é ativar a apoptose que poderia aumentar a longevidade.”

E, finalmente, uma célula também compreende melhor do que nós, seres humanos fazem as consequências de superando sua bem-vindo. Para que a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, as nossas células nos ensinam que uma vida sem a morte é o destino mais antinatural de todos.

Nosso cerebro morre e ressuscita a cada vez que dormimos.

sábado, fevereiro 11th, 2017

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Como e porque a Natureza inventou este negocio de um objeto material dormir e acordar?! De onde ela tirou esta ideia?

Foi começando com este método de questionar cada detalhe visto no mundo natural que construí a cosmovisão da Matrix/DNA. E as respostas sempre me surpreenderam porque elas jamais foram imaginadas. Fica difícil em poucas palavras aqui explicar a resposta para quem não conhece esta cosmovisão, mas vou tentar.

O corpo humano é um sistema natural. Sistema é todo aquele objeto material que tem partes diferentes inter-conectadas por um único circuito de substancia ou energia. Um dos principais aspectos de um sistema é que ele tem uma entidade invisível produzida por ele mesmo que o controla. Cada parte tem uma quantidade de informações, e quando as partes se interagem geram mais informações, mas o sistema na sua totalidade pode ser definido o conjunto de todas estas informações voltando-se e atuando sobre cada parte. Como não existe um centro material onde esteja localizado este conjunto, digamos que é a entidade invisível do sistema, a mente, o software, a alma, do sistema. E até um átomo, que é um sistema, tem sua identidade.

Existem poucos grupos de sistemas naturais conhecidos, podemos conta-los nos dedos: o sistema atômico, o astronomico ( dividido em estelar e galático), o celular, o ser vivo multicelular, e agora parece que nos humanos existem mais dois sistemas: o cerebral e o mental. Acontece que todos estes sistemas são apenas diferentes formas de um único sistema universal sob evolução. E assim como todos os seres vivos tem uma formula em comum – o DNA – todos os sistemas naturais tem um formula em comum – a Matrix/DNA. Então vendo esta formula, (que também esta sob evolução, que acompanhou a evolução dos sistemas se evoluindo junto), no ancestral gerador do sistema biológico vivo, nos imediatamente descobrimos porque a Natureza nos faz dormir. de onde ela tirou essa ideia, e porque. Vamos trazer a formula para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Assim estava o estagio evolucionário desta formula quando ela era ( e ainda é) o “DNA” do sistema astronomico que nos criou, na sua tentativa de se auto-reproduzir. Observemos o trecho entre F7 e F1. Apos uma volta inteira do circuito de informações – que é um ciclo de vida do sistema – ele chega em F7 quando se desfaz, “morrendo”. Esta ” morte” começa desde F6 porem o processo torna-se formado em F7 e prolonga-se até F1. Em F7 o corpo tornado cadáver se fragmenta e seus fragmentos vão produzir F1. Em F1 ocorre a reciclagem do sistema, o que, nos seres vivos, corresponde a fase da embriogênese. F2 é quando o embrião nasceu. Então podemos dizer que no meio deste trecho entre F6 até F1 o sistema morre e torna-se cadáver, para ressuscitar realmente em F2.

O sistema celular foi feito por eta formula neste estagio evolucionário, porem, como esta transição demorou milhões ou bilhões de anos ( pois foi um evento na escala de tempo astronômica, período este que a ciência acadêmica oficial intitulou de abiogênese mas que na verdade nada mais foi que uma embriogênese), e esta transição ocorreu num meio-ambiente muito diferente daquele em que havia ocorrido a formação do nosso ancestral astronomico, ambiente que teve o acréscimo do novo estado da matéria chamado de liquido o qual produziu a química orgânica, tudo isso contribuiu para que houvesse uma enorme mutação. Ao invés de uma galaxia em miniatura, a filha se saiu como uma célula biológica.

Mas nossa ancestral era um sistema termo-dinâmico semi-mecânico/semi-biológico, que se reproduzia auto-reciclando-se, automaticamente. Porque era um sistema fechado em si mesmo. Quando sua cria se saiu como um sistema aberto e biológico, como iria este sistema se auto-reciclar? Impossível para sistemas abertos. Da célula se formaram os organismos multicelulares, os quais são estruturados pela mesma formula. Para o corpo destes organismos, esta morte temporária da formula foi transformada na respiração. Cada vez que exalamos, nosso corpo morre e cada vez que inspiramos, nosso corpo renasce. O cérebro veio como novo sistema emergindo mais complexo deste corpo e em certa fase da evolução, ele passou também a influenciar na evolução do corpo. Mas o cérebro por si só não tem os apetrechos para a respiração, então, este lapso de tempo da morte da formula se torna o lapso de tempo que que dormimos. O cérebro cai, se desliga. Tanto é assim que na formula este período entre morte e renascimento se constitui de um terço do circuito total da formula. Pois nos dormimos por 8 horas que e’ um terço de cada dia. Mas como o cérebro se regula seu tempo de morte pelo mesmo tempo do movimento do astro perfazendo um dia se o cérebro esta isolado dentro de uma caixa de osso e não pode ver, nem tem noção de que um dia, um movimento de rotação do planeta, tem tal tempo que dividido por três da’ o tempo que ele dorme?!

Ora, não é ele que decide isso. E’ a formula, que esta dentro so sistema astronomico e dentro do cérebro. E tem mais. Se na formula o trecho entre morte e renascimento do sistema abrange 3 funções, tem uma função, a do meio, em que o processo da morte é mais real, mais profundo. Este detalhe da formula também funciona quando dormimos. Se dormimos por 8 horas, tem uma fase no meio deste dormir em que acontece o sonho. Neste período a morte do sistema é total, ele esta totalmente desligado, seus fragmentos estão na forma de nebulosa, espalhados e entrechocando-se caoticamente. Por isso nossos sonhos são esquisitos, nos estamos mortos para o mundo racional, nossa imaginação esta totalmente livre vivendo em outras dimensões talvez criadas por ela mesma. Por isso tenho medo. Se eu tiver sonhando que estou em outro planeta e correndo de monstros, e na minha casa o teto cair matando meu meu cérebro, minha imaginação não tem mais para onde voltar, e vou ter que ver eternamente correndo dos monstros no outro planeta…. Mas seja como for,.. a explicação da Matrix/DNA respondendo de onde a natureza tirou essa ideia de inventar esta coisa estranha, me botando para dormir por um terço de cada dia, valeu a pena. Segundo a teoria da Matrix/DNA e sua formula, podemos deduzir que a auto reciclagem de um sistema termodinâmico consiste num processo de retração e impulsão. Pois para que foi isso que os cientistas descobriram no artigo com link abaixo, onde dizem que durante o sono, as sinapses do cérebro retraem.

Sleep research high-resolution images show how the brain resets during sleep

Sleep research high-resolution images show how the brain resets during sleep

Vida após a morte é conto de fadas, diz Stephen Hawking! Exemplo de Como a Arrogância na Ilusão da Vitoria Torna-se Irracional

domingo, setembro 4th, 2016

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Vida após a morte é conto de fadas, diz Stephen Hawking
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2011/05/vida-apos-morte-e-conto-de-fadas-para.html#ixzz4JGx3GwOt

Bem,… eu só diria isso se um morto de confiança voltasse para dizer que continua morto, ou acreditaria no contrario se outro morto voltasse e dissesse que esta’ vivo. Simplesmente, não sei.

Em um artigo neste website explico como surgiu um processo de retroalimentação de informações entre o cérebro biológico de Hawkings com o cérebro eletro-mecânico do computador ao qual ele esta conectado e como este passou a dirigir aquele. No final, a versão da Historia Natural Universal de Hawking conta exatamente as origens  e evolução da maquina, e não da vida. Nessa armadilha ele caiu, infelizmente devido sua doença, mas os saudáveis aqui fora deveriam ter notado isso.

Eleito como sábio pela maioria do meio acadêmico moderno, neste artigo o físico inglês disse que fara uma palestra para falar “porque estamos aqui”.

Bem,… se ele vai apresentar sua teoria do “porque estamos aqui” e repetir sempre que e’ sua “teoria”, nada de mais e quero conhece-la. Mas se ele não repetir varias vezes que esta e’ sua teoria e tentar enfiar na goela dos estudantes deslumbrados que esta falando como porta-voz da Física, como faz com sua teoria sobre buracos negros, sera desonesto e irresponsável.

Eu elaborei uma teoria sugerindo porque estamos aqui: ” Somos 8 bilhões de genes semi-conscientes aqui na Terra, e mais trilhões espalhados neste Universo, construindo o corpo de um ser auto-consciente”. Na minha juventude intelectual eu jamais imaginei que um dia a minha busca de conhecimento iria me levar a elaborar uma teoria inédita sobre “porque estamos aqui”. Mas comecei colocando na mesa um imenso acervo de fatos conhecidos e comprovados pelas Ciências, e fiz o trabalho do filosofo naturalista,ou seja, procurei encaixa-los numa rede de conexões logicas para obter um grande quadro final, uma visão do mundo relativa ao meu estado evolutivo. Comparei a minha com todas as outras que foram criadas pela Humanidade ate aquela época e conclui que o meu quadro final era igual a visão de mundo transmitida pelas universidades ditas cientificas, não-religiosas. Mas a rede de conexões dos fatos não se encaixava na minha rede de conexões neuroniais, então, ou minha rede neuronial estava fora da realidade ou aquela dos fatos não dizia a verdade. Alguns anos buscando identificar qual estava certa e sem encontrar uma solução, resolvi apagar tudo e voltar ao ponto zero: arrumei a mochila e fui para o único lugar cheio de vida que ainda não havia sido pisado, alterado e contaminado por nenhum humano, no coração da selva amazônica. Vou ver se descubro mais fatos, e relacionados com a origem desta biosfera terrestre. de onde viemos. Mais tarde eu tinha alguns milhares de fatos que não havia visto nos livros científicos acadêmicos e então voltei a por na mesa os fatos conhecidos cientificamente mais os fatos que aprendi na selva. E obtive um novo, inédito, diferente de tudo que foi feito, quadro da totalidade. E este encaixou certinho com a forma como estava hard-wired meu cérebro.

Mas não me convenceu, pelo contrario: e’ claro que a logica do meu cérebro se projetou para se tornar a logica do mundo. Mas como era a melhor visão de mundo que mais me satisfazia, teimei em testa-la perante todos os novos fatos que fossem certos descobertos, e isto farei ate o ultimo suspiro se nenhum fato novo destruir por enquanto o grande quadro. Se esta sob testes, eu não tenho certeza dela, tenho uma teoria. Então, os humanos como genes semi-conscientes e’ uma parte de uma teoria.

Obedeci muitas regras da logica formal na elaboração da teoria, mas acrescentei algumas outras que penso estar faltando na lista acadêmica da logica formal. Uma delas e’ que ” de maneira alguma darei um passo a frente levando uma conclusão de um problema sem antes verificar na natureza se existe um parâmetro real que de embasamento `a conclusão”. Senão encontrar, volto a refazer tudo; se encontrar vou em frente de consciência firme e tranquila pensando: se a Natureza fez isto, então isto e’ possível, e’ uma conclusão teórica, porem com logica natural. A minha sugestão do ” porque estamos aqui” como sendo genes construindo um embrião esta firmemente embasado num parâmetro natural, todo mundo sabe que existem genes e genes constroem embriões. E’ isto que espero de Stephen Hawking na sua revelação do porque estamos aqui. Se ela não apresentar um parâmetro conhecido e cientificamente comprovado existindo em algum outro lugar deste Universo, ele não poderá estar certo que sua grande revelação seja possível, e portanto estará mais uma vez sendo desonesto, irresponsável com a juventude estudantil de hoje. Assim como ele fez com seu quadro dos buracos negros, apresentando um fantasma que nunca ninguém viu parâmetro em lugar algum.

E’ isto o que fazem os lideres religiosos, afirmando sempre coisas que não tem certeza ser possível porque não pode apresentar parâmetros, mas passando aos jovens não como sua teoria e sim como verdade que foi confirmada pelos adultos, e com isso matando no nascedouro a curiosidade que mantem a chama da evolução mental em atividade.

Irônico que os que estão sendo considerados gurus das Ciências na época moderna tem sido justamente os “Science-stopper”.

Para Hawking, o cérebro é como um computador que para de funcionar quando falta energia ou quando os seus componentes falham. “E não haverá mais nada da pessoa quando esse computador pifar”, disse.

Bem,.. o homem não cria nada do nada, não “inventa”. Ele imita processos e mecanismos e formas existentes na natureza, no que denominamos de tecnologia. O computador existe porque existe o cérebro, este o inspirador da inteligencia humana que culminou com a existência do computador. Mas computadores só existem como conjunto de duas partes: o hardware e o software. Assim como apenas temos consciência que cérebros existem porque o nosso cérebro e’o conjunto de duas partes: a maquina biológica e o pensamento.

Como e’ o software do cérebro? Enquanto a Neurologia não encontrar e provar cientificamente como os neurônios estão relacionados com os pensamentos, ninguém que respeite os princípios honestos da racionalidade e/ou apresenta a ciência ao publico pode dizer afirmativamente o que e’ pensamentos, mente, consciência. Apenas a Neurologia esta autorizada a demonstrar isso e ate agora ela não se pronunciou.

Serão os pensamentos os rápidos e esvoaçantes softwares criados espontaneamente pelo cérebro e logo desaparecem no ar como fumaça? Não existe parâmetro natural para essa tese, em lugar nenhum do Universo. Se nenhum cérebro pode criar aqui e agora, inventar do nada, a mente, ( já vimos que o embrião não inventa mentes), então dizer que algum cérebro de primitivos humanoides criaram a consciência é falta de logica. E’ se desviar astutamente de uma questão que ele não sabe como solucionar. E’ aniquilar o empreendimento cientifico, pois a Ciência jamais poderia testar esta afirmação. Mesmo que vejamos outro planeta com raca de humanoides surgindo agora e começando a mostrar auto-consciência, alguém poderia recusar esta aparente evidencia alegando que durante todo o período de 3 bilhões de anos da abiogênese desde as primeiras moléculas orgânicas ate aquela forma de humanoide, a auto-consciência estaria presente ali como potencial latente não expressado, como acontece na nossa embriogênese. Existem cientistas neurologistas propagando que de uma vez por todas devemos esquecer todas as esperanças, que “essa coisa de mente não existe, que os pensamentos são meros produtos do cérebro na forma de eletricidade e química”. Mas nunca trouxeram para a mesa um pensamento, e feito com eletricidade e química, para provar suas “afirmações”. Isto não é ser cientista, não entenderam o que significa “ciências”.

Desde que o meu quadro final obtido na selva, contendo uma formula que a Natureza teria usado para montar todas as formas de sistemas naturais existentes – de átomos a cérebros – passei a procurar o processo pelo qual o ultimo  ancestral mais evoluído e não-vivo do primeiro ser vivo na Terra teria transmitido esta formula para aquele. Este ultimo sistema ancestral foi esta galaxia e o primeiro ser realmente vivo e completo foi a primeira célula procariótica. Como a formula ( que seria o DNA da galaxia) teria sido transmitido aquela primeira célula?! Ajoelhado a beira de pântanos escaldantes de vidas primitivas e sob o calor infernal da selva amazônica não pude deixar de ter uma intuição e afastar os olhos do antiquado microscópio que usava para ver o solo para levantar a cabeça, e apontar os olhos na direcao do Sol. A energia vinda do Sol me cozinhava os neurônios, era impossível ignora-la. E esta insistência desta energia nos faz lembrar que não existe processo orgânico e vida sem ela. Então porque não seria esta energia a transmissora ou portadora da formula desde a galaxia ate o primeiro ser vivo? Alguma coisa teve que desempenhar esta função e nada mais me ocorre que o teria feito. Enfim, depois de muito calcular como foi este processo, optei por uma solução `a base e semelhança do processo genético, onde fótons – que são as partículas de luz – atuam como genes ao se introduzirem nos elétrons dos átomos, assumirem suas maquinarias, e conduzir seus átomos a novas combinações nunca ocorridas antes na matéria não orgânica da Terra, e montar uma rede de sinapses fotônicas como template, como infra-estrutura de fundo, modelando estas combinações em moléculas orgânicas até obter o primeiro ser vivo. Se isto for verdade, ainda hoje nossos corpos são estruturados encima e modelados por uma sutil rede ou network de fótons, cuja rede é a formula universal presente em nos, a Matrix. O software. E se esse software vem das galaxias, quem pode dizer que ele é destruído ou desaparece quando o sistema em que ele esta vivo, for desligado da energia? Ora fótons é luz, luz e’ o que produz energia, eletricidade quando se propaga e gera friccao com a substancia que preenche este espaço, a dark matter, portanto, o sistema carnal pode pifar, a energia pode ser desligada, mas o que produz tudo isso, a network de fótons, de luz, pela logica, deve continuar a se propagar. E talvez não seja mera coincidência que cérebros humanos em estados não normais dizem verem e até desenharem o que denominam de aura, e que este desenho de aura é exatamente idêntico ao desenho do DNA. Da formula universal.

Portanto existem muitos indícios apontando, tanto na direcao que ao morrer, não sobre nada de uma pessoa, como existem ouros tantos indicando que sim, sobra algo, que existe no universo independente da pessoa. Mas Stephen Hawking nunca saiu do conforto de Londres e portanto nada sabe destes outros indícios. Não são científicos no sentido que teriam sido provados, mas não são científicos em relacao a Ciência praticada por humanos. A qual tem notado a presença da luz, de fótons, mas não vivido na pele da luz e dos fótons. Ninguem conhece como e’ a Ciência praticada pela luz e pelos fótons. Ainda não temos autoridade para afirmar, por exemplo, que os softwares hoje nos cérebros humanos não estejam formando uma network planetária como os softwares dos computadores geram a network da Internet. Estes softwares produzem copias que saem da nuvem da Internet, são instalados em maquinas de computadores, mas quando estas maquinas vão para o lixo, a Internet continua sobrevivendo. Então, Hawking devia buscar saber algo da ” camada de auto-consciência circundando a superfície da Terra como foi imaginada por Teilhard du Chardin, ou o super-organismo de Gaia, como intuíram outros. Não existe fato cientifico impedindo a possibilidade logica de que as bilhões de networks fotônicas nos corpos humanos não tenham gerado uma network global com uma unica rede de fótons, a Internet do software cerebral, ainda em estado embrionário.   Tudo deve ser material de pesquisas para a Ciência ( como continua sendo material de pesquisa para a a ciência da Matrix/DNA), e não discriminar, ignorar estes indícios, devido a uma posição ideológica firmada em cima de uma fé mistica, como é a fé de Hawking fazendo-o propagar tais aberrações irracionais.

Alem disso, a Natureza mostra outro parâmetro que embasa justamente o contrario do que Hawkings afirma. Desde o momento da fecundação, passando pelas formas de morula, blástula, feto, o novo hardware humano não tem auto-consciência expressada de maneira alguma. Aos seis ou oito meses, na forma de embrião, este hardware apresenta auto-consciência. Mas como? Tera’ ele sido o criador de auto-consciência? Tera’ ele inventado algo novo que nunca existiu no Universo antes?

Ou alguém inseriu no embrião a auto-consciência?

Nem uma coisa nem outra:  a auto-consciência não veio como novidade de dentro dele e nem do mundo externo fora dele. Ora, não pode existir uma terceira alternativa, ou veio de dentro ou de fora. Então como solucionar isto?

Tal como o software dos computadores de primeira, segunda, terceira geração, nunca deixou de existir na sua fonte – a mente humana – a consciência do embrião estava existindo dentro dele a partir do evento da fecundação, continuou existindo como potencial latente não expressado no DNA nas formas de morula, blástula, para ser expressado na forma de embrião. A consciência veio dos pais da morula, da blástula, do feto, que existem alem do pequeno universo embrionário destas formas. Então quando os pais falecem, não sobra nada deles? Do corpo não, porem a consciência continua nos filhos. Consciências se reproduzem e nunca morrem, a primeira expressada no primeiro ser humano contra viva ate hoje, como o primeiro DNA que surgiu a bilhões de anos atras continua vivo ate hoje. Este parâmetro natural esta sugerindo o contrario do que Hawking esta afirmando.

Alguém totalmente ignorante nas ciências de Hawking e seus fãs acadêmicos disse que: ” A auto-consciência dormia nos átomos, sonhava nas galaxias, começou a despertar nas plantas e animais, e se levantou nos homens”. Mas esse alguém não afirmou, avisou que esta e’ sua teoria, ou melhor, ‘e o que seus modelos teóricos de átomos, galaxias, cérebros, estão sugerindo. Eu vou guardar e continuar testando essa teoria porque vejo parâmetro natural embasando-a, portanto vejo mais logica nela. de qualquer maneira, a teoria do Hawkings ‘e cientificamente absurda, abstrata, pois não tem como testa-la. Mas pode ser que amanha surjam novos instrumentos científicos que possam testar e provar que no momento do descarte de um hardware humano existe também o descarte do software que esta na mente do Bill Gates…  quântica esta sugerindo fenômenos estranhos que poem em duvida a localidade de partículas, assim como ainda não se tem conhecimento provado da localidade da mente. Enfim, ninguém pode afirmar que de uma pessoa não sobra nada. So mesmo o faz que perdeu o controle de suas faculdades mentais devido a arrogância gerada por uma vitoria temporária das Ciências e tecnologia humanas. Ainda se diz temporária porque se a especie for totalmente extinta, sua ciência não foi uma vitoria e sim uma derrota.

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Comentario postado no artigo:

Louis Charles Morelli · em Setembro-5/2016
Apenas terá autoridade para afirmar isso o morto que retornar e disser que continua morto ou o que retornar e disser que continua vivo. Absurdo, sem nenhuma base cientifica, Hawking opinar neste assunto.

Ele vai falar sobre o porque estamos aqui? Sob a abordagem do Universo pela ótica da biologia nos chegamos a uma visão de mundo que sugere estarmos aqui porque somos 8 bilhões de genes semi-conscientes, mais os trilhões espalhados neste Universo e suas outras dimensões, construindo o embrião de um sistema auto-consciente. Mas isto e’ nossa teoria e não cansamos de avisar isso. Se Hawking não avisar e manter que vai falar de sua teoria, estará sendo desonesto e irresponsável com a juventude estudantil. Assim fazem os lideres religiosos, apresentando suas teorias como se já estivessem confirmadas pelos adultos, eliminando nos jovens a curiosidade que alimenta a sua evolução mental. Assim Hawking esta procedendo como um “science-stopper”.