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Vida após a morte é conto de fadas, diz Stephen Hawking! Exemplo de Como a Arrogância na Ilusão da Vitoria Torna-se Irracional

domingo, setembro 4th, 2016

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Vida após a morte é conto de fadas, diz Stephen Hawking
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2011/05/vida-apos-morte-e-conto-de-fadas-para.html#ixzz4JGx3GwOt

Bem,… eu só diria isso se um morto de confiança voltasse para dizer que continua morto, ou acreditaria no contrario se outro morto voltasse e dissesse que esta’ vivo. Simplesmente, não sei.

Em um artigo neste website explico como surgiu um processo de retroalimentação de informações entre o cérebro biológico de Hawkings com o cérebro eletro-mecânico do computador ao qual ele esta conectado e como este passou a dirigir aquele. No final, a versão da Historia Natural Universal de Hawking conta exatamente as origens  e evolução da maquina, e não da vida. Nessa armadilha ele caiu, infelizmente devido sua doença, mas os saudáveis aqui fora deveriam ter notado isso.

Eleito como sábio pela maioria do meio acadêmico moderno, neste artigo o físico inglês disse que fara uma palestra para falar “porque estamos aqui”.

Bem,… se ele vai apresentar sua teoria do “porque estamos aqui” e repetir sempre que e’ sua “teoria”, nada de mais e quero conhece-la. Mas se ele não repetir varias vezes que esta e’ sua teoria e tentar enfiar na goela dos estudantes deslumbrados que esta falando como porta-voz da Física, como faz com sua teoria sobre buracos negros, sera desonesto e irresponsável.

Eu elaborei uma teoria sugerindo porque estamos aqui: ” Somos 8 bilhões de genes semi-conscientes aqui na Terra, e mais trilhões espalhados neste Universo, construindo o corpo de um ser auto-consciente”. Na minha juventude intelectual eu jamais imaginei que um dia a minha busca de conhecimento iria me levar a elaborar uma teoria inédita sobre “porque estamos aqui”. Mas comecei colocando na mesa um imenso acervo de fatos conhecidos e comprovados pelas Ciências, e fiz o trabalho do filosofo naturalista,ou seja, procurei encaixa-los numa rede de conexões logicas para obter um grande quadro final, uma visão do mundo relativa ao meu estado evolutivo. Comparei a minha com todas as outras que foram criadas pela Humanidade ate aquela época e conclui que o meu quadro final era igual a visão de mundo transmitida pelas universidades ditas cientificas, não-religiosas. Mas a rede de conexões dos fatos não se encaixava na minha rede de conexões neuroniais, então, ou minha rede neuronial estava fora da realidade ou aquela dos fatos não dizia a verdade. Alguns anos buscando identificar qual estava certa e sem encontrar uma solução, resolvi apagar tudo e voltar ao ponto zero: arrumei a mochila e fui para o único lugar cheio de vida que ainda não havia sido pisado, alterado e contaminado por nenhum humano, no coração da selva amazônica. Vou ver se descubro mais fatos, e relacionados com a origem desta biosfera terrestre. de onde viemos. Mais tarde eu tinha alguns milhares de fatos que não havia visto nos livros científicos acadêmicos e então voltei a por na mesa os fatos conhecidos cientificamente mais os fatos que aprendi na selva. E obtive um novo, inédito, diferente de tudo que foi feito, quadro da totalidade. E este encaixou certinho com a forma como estava hard-wired meu cérebro.

Mas não me convenceu, pelo contrario: e’ claro que a logica do meu cérebro se projetou para se tornar a logica do mundo. Mas como era a melhor visão de mundo que mais me satisfazia, teimei em testa-la perante todos os novos fatos que fossem certos descobertos, e isto farei ate o ultimo suspiro se nenhum fato novo destruir por enquanto o grande quadro. Se esta sob testes, eu não tenho certeza dela, tenho uma teoria. Então, os humanos como genes semi-conscientes e’ uma parte de uma teoria.

Obedeci muitas regras da logica formal na elaboração da teoria, mas acrescentei algumas outras que penso estar faltando na lista acadêmica da logica formal. Uma delas e’ que ” de maneira alguma darei um passo a frente levando uma conclusão de um problema sem antes verificar na natureza se existe um parâmetro real que de embasamento `a conclusão”. Senão encontrar, volto a refazer tudo; se encontrar vou em frente de consciência firme e tranquila pensando: se a Natureza fez isto, então isto e’ possível, e’ uma conclusão teórica, porem com logica natural. A minha sugestão do ” porque estamos aqui” como sendo genes construindo um embrião esta firmemente embasado num parâmetro natural, todo mundo sabe que existem genes e genes constroem embriões. E’ isto que espero de Stephen Hawking na sua revelação do porque estamos aqui. Se ela não apresentar um parâmetro conhecido e cientificamente comprovado existindo em algum outro lugar deste Universo, ele não poderá estar certo que sua grande revelação seja possível, e portanto estará mais uma vez sendo desonesto, irresponsável com a juventude estudantil de hoje. Assim como ele fez com seu quadro dos buracos negros, apresentando um fantasma que nunca ninguém viu parâmetro em lugar algum.

E’ isto o que fazem os lideres religiosos, afirmando sempre coisas que não tem certeza ser possível porque não pode apresentar parâmetros, mas passando aos jovens não como sua teoria e sim como verdade que foi confirmada pelos adultos, e com isso matando no nascedouro a curiosidade que mantem a chama da evolução mental em atividade.

Irônico que os que estão sendo considerados gurus das Ciências na época moderna tem sido justamente os “Science-stopper”.

Para Hawking, o cérebro é como um computador que para de funcionar quando falta energia ou quando os seus componentes falham. “E não haverá mais nada da pessoa quando esse computador pifar”, disse.

Bem,.. o homem não cria nada do nada, não “inventa”. Ele imita processos e mecanismos e formas existentes na natureza, no que denominamos de tecnologia. O computador existe porque existe o cérebro, este o inspirador da inteligencia humana que culminou com a existência do computador. Mas computadores só existem como conjunto de duas partes: o hardware e o software. Assim como apenas temos consciência que cérebros existem porque o nosso cérebro e’o conjunto de duas partes: a maquina biológica e o pensamento.

Como e’ o software do cérebro? Enquanto a Neurologia não encontrar e provar cientificamente como os neurônios estão relacionados com os pensamentos, ninguém que respeite os princípios honestos da racionalidade e/ou apresenta a ciência ao publico pode dizer afirmativamente o que e’ pensamentos, mente, consciência. Apenas a Neurologia esta autorizada a demonstrar isso e ate agora ela não se pronunciou.

Serão os pensamentos os rápidos e esvoaçantes softwares criados espontaneamente pelo cérebro e logo desaparecem no ar como fumaça? Não existe parâmetro natural para essa tese, em lugar nenhum do Universo. Se nenhum cérebro pode criar aqui e agora, inventar do nada, a mente, ( já vimos que o embrião não inventa mentes), então dizer que algum cérebro de primitivos humanoides criaram a consciência é falta de logica. E’ se desviar astutamente de uma questão que ele não sabe como solucionar. E’ aniquilar o empreendimento cientifico, pois a Ciência jamais poderia testar esta afirmação. Mesmo que vejamos outro planeta com raca de humanoides surgindo agora e começando a mostrar auto-consciência, alguém poderia recusar esta aparente evidencia alegando que durante todo o período de 3 bilhões de anos da abiogênese desde as primeiras moléculas orgânicas ate aquela forma de humanoide, a auto-consciência estaria presente ali como potencial latente não expressado, como acontece na nossa embriogênese. Existem cientistas neurologistas propagando que de uma vez por todas devemos esquecer todas as esperanças, que “essa coisa de mente não existe, que os pensamentos são meros produtos do cérebro na forma de eletricidade e química”. Mas nunca trouxeram para a mesa um pensamento, e feito com eletricidade e química, para provar suas “afirmações”. Isto não é ser cientista, não entenderam o que significa “ciências”.

Desde que o meu quadro final obtido na selva, contendo uma formula que a Natureza teria usado para montar todas as formas de sistemas naturais existentes – de átomos a cérebros – passei a procurar o processo pelo qual o ultimo  ancestral mais evoluído e não-vivo do primeiro ser vivo na Terra teria transmitido esta formula para aquele. Este ultimo sistema ancestral foi esta galaxia e o primeiro ser realmente vivo e completo foi a primeira célula procariótica. Como a formula ( que seria o DNA da galaxia) teria sido transmitido aquela primeira célula?! Ajoelhado a beira de pântanos escaldantes de vidas primitivas e sob o calor infernal da selva amazônica não pude deixar de ter uma intuição e afastar os olhos do antiquado microscópio que usava para ver o solo para levantar a cabeça, e apontar os olhos na direcao do Sol. A energia vinda do Sol me cozinhava os neurônios, era impossível ignora-la. E esta insistência desta energia nos faz lembrar que não existe processo orgânico e vida sem ela. Então porque não seria esta energia a transmissora ou portadora da formula desde a galaxia ate o primeiro ser vivo? Alguma coisa teve que desempenhar esta função e nada mais me ocorre que o teria feito. Enfim, depois de muito calcular como foi este processo, optei por uma solução `a base e semelhança do processo genético, onde fótons – que são as partículas de luz – atuam como genes ao se introduzirem nos elétrons dos átomos, assumirem suas maquinarias, e conduzir seus átomos a novas combinações nunca ocorridas antes na matéria não orgânica da Terra, e montar uma rede de sinapses fotônicas como template, como infra-estrutura de fundo, modelando estas combinações em moléculas orgânicas até obter o primeiro ser vivo. Se isto for verdade, ainda hoje nossos corpos são estruturados encima e modelados por uma sutil rede ou network de fótons, cuja rede é a formula universal presente em nos, a Matrix. O software. E se esse software vem das galaxias, quem pode dizer que ele é destruído ou desaparece quando o sistema em que ele esta vivo, for desligado da energia? Ora fótons é luz, luz e’ o que produz energia, eletricidade quando se propaga e gera friccao com a substancia que preenche este espaço, a dark matter, portanto, o sistema carnal pode pifar, a energia pode ser desligada, mas o que produz tudo isso, a network de fótons, de luz, pela logica, deve continuar a se propagar. E talvez não seja mera coincidência que cérebros humanos em estados não normais dizem verem e até desenharem o que denominam de aura, e que este desenho de aura é exatamente idêntico ao desenho do DNA. Da formula universal.

Portanto existem muitos indícios apontando, tanto na direcao que ao morrer, não sobre nada de uma pessoa, como existem ouros tantos indicando que sim, sobra algo, que existe no universo independente da pessoa. Mas Stephen Hawking nunca saiu do conforto de Londres e portanto nada sabe destes outros indícios. Não são científicos no sentido que teriam sido provados, mas não são científicos em relacao a Ciência praticada por humanos. A qual tem notado a presença da luz, de fótons, mas não vivido na pele da luz e dos fótons. Ninguem conhece como e’ a Ciência praticada pela luz e pelos fótons. Ainda não temos autoridade para afirmar, por exemplo, que os softwares hoje nos cérebros humanos não estejam formando uma network planetária como os softwares dos computadores geram a network da Internet. Estes softwares produzem copias que saem da nuvem da Internet, são instalados em maquinas de computadores, mas quando estas maquinas vão para o lixo, a Internet continua sobrevivendo. Então, Hawking devia buscar saber algo da ” camada de auto-consciência circundando a superfície da Terra como foi imaginada por Teilhard du Chardin, ou o super-organismo de Gaia, como intuíram outros. Não existe fato cientifico impedindo a possibilidade logica de que as bilhões de networks fotônicas nos corpos humanos não tenham gerado uma network global com uma unica rede de fótons, a Internet do software cerebral, ainda em estado embrionário.   Tudo deve ser material de pesquisas para a Ciência ( como continua sendo material de pesquisa para a a ciência da Matrix/DNA), e não discriminar, ignorar estes indícios, devido a uma posição ideológica firmada em cima de uma fé mistica, como é a fé de Hawking fazendo-o propagar tais aberrações irracionais.

Alem disso, a Natureza mostra outro parâmetro que embasa justamente o contrario do que Hawkings afirma. Desde o momento da fecundação, passando pelas formas de morula, blástula, feto, o novo hardware humano não tem auto-consciência expressada de maneira alguma. Aos seis ou oito meses, na forma de embrião, este hardware apresenta auto-consciência. Mas como? Tera’ ele sido o criador de auto-consciência? Tera’ ele inventado algo novo que nunca existiu no Universo antes?

Ou alguém inseriu no embrião a auto-consciência?

Nem uma coisa nem outra:  a auto-consciência não veio como novidade de dentro dele e nem do mundo externo fora dele. Ora, não pode existir uma terceira alternativa, ou veio de dentro ou de fora. Então como solucionar isto?

Tal como o software dos computadores de primeira, segunda, terceira geração, nunca deixou de existir na sua fonte – a mente humana – a consciência do embrião estava existindo dentro dele a partir do evento da fecundação, continuou existindo como potencial latente não expressado no DNA nas formas de morula, blástula, para ser expressado na forma de embrião. A consciência veio dos pais da morula, da blástula, do feto, que existem alem do pequeno universo embrionário destas formas. Então quando os pais falecem, não sobra nada deles? Do corpo não, porem a consciência continua nos filhos. Consciências se reproduzem e nunca morrem, a primeira expressada no primeiro ser humano contra viva ate hoje, como o primeiro DNA que surgiu a bilhões de anos atras continua vivo ate hoje. Este parâmetro natural esta sugerindo o contrario do que Hawking esta afirmando.

Alguém totalmente ignorante nas ciências de Hawking e seus fãs acadêmicos disse que: ” A auto-consciência dormia nos átomos, sonhava nas galaxias, começou a despertar nas plantas e animais, e se levantou nos homens”. Mas esse alguém não afirmou, avisou que esta e’ sua teoria, ou melhor, ‘e o que seus modelos teóricos de átomos, galaxias, cérebros, estão sugerindo. Eu vou guardar e continuar testando essa teoria porque vejo parâmetro natural embasando-a, portanto vejo mais logica nela. de qualquer maneira, a teoria do Hawkings ‘e cientificamente absurda, abstrata, pois não tem como testa-la. Mas pode ser que amanha surjam novos instrumentos científicos que possam testar e provar que no momento do descarte de um hardware humano existe também o descarte do software que esta na mente do Bill Gates…  quântica esta sugerindo fenômenos estranhos que poem em duvida a localidade de partículas, assim como ainda não se tem conhecimento provado da localidade da mente. Enfim, ninguém pode afirmar que de uma pessoa não sobra nada. So mesmo o faz que perdeu o controle de suas faculdades mentais devido a arrogância gerada por uma vitoria temporária das Ciências e tecnologia humanas. Ainda se diz temporária porque se a especie for totalmente extinta, sua ciência não foi uma vitoria e sim uma derrota.

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Comentario postado no artigo:

Louis Charles Morelli · em Setembro-5/2016
Apenas terá autoridade para afirmar isso o morto que retornar e disser que continua morto ou o que retornar e disser que continua vivo. Absurdo, sem nenhuma base cientifica, Hawking opinar neste assunto.

Ele vai falar sobre o porque estamos aqui? Sob a abordagem do Universo pela ótica da biologia nos chegamos a uma visão de mundo que sugere estarmos aqui porque somos 8 bilhões de genes semi-conscientes, mais os trilhões espalhados neste Universo e suas outras dimensões, construindo o embrião de um sistema auto-consciente. Mas isto e’ nossa teoria e não cansamos de avisar isso. Se Hawking não avisar e manter que vai falar de sua teoria, estará sendo desonesto e irresponsável com a juventude estudantil. Assim fazem os lideres religiosos, apresentando suas teorias como se já estivessem confirmadas pelos adultos, eliminando nos jovens a curiosidade que alimenta a sua evolução mental. Assim Hawking esta procedendo como um “science-stopper”.

Com certeza, a Natureza e/ou Seu Possível Criador, São Diabólicos. A Morte Prova Isso!

domingo, julho 10th, 2016

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A parte da Natureza que produziu os seres vivos neste planeta é repugnantemente mórbida. Se não foi a Natureza, então seja la’ quem tenha sido o criador dos seres vivos, com certeza é nosso inimigo.

Qualquer criador-planejador de seres vivos com um pouco de sensibilidade ( para não dizer amor ) para seres vivos jamais teria incluído nesta criação o processo da morte. Mesmo sendo inevitável produzir uma criatura sujeita a sua própria evolução ( e não produzindo-a já pronta na ultima forma melhor da vida), pode se utilizar o processo da transformação e transcendentalização gradual, normal. Por exemplo, humanos chegados ao atual ponto evolutivo em que já alcançaram um limiar de auto-consciência, começariam a terem seus corpos transformados, para uma substancia cada vez menos densa, menos solida materialmente, mais energia, mais luz.

‘A medida que este corpo fosse se sublimando na direcao de uma substancia plásmica/energética/luminosa, maiores distancias e maiores velocidades poderiam alcançar em viagens espaciais. Assim viajariam para planetas/mundos onde os habitantes estariam nestes tipos de corpos e ali começariam a viver mais até finalmente se mudarem da Terra para o mundo apropriado a sua nova condição.

Para que a morte? Porque torturar desta maneira seres que desde o nascer vão viver uma vida sabendo que vão decair, degenerar, e enfrentar o aterrorizante, negativo, momento da morte? Se isto é totalmente desnecessário e evitável? Todo ser humano, por mais rico que seja, nos seus momentos de solitária conscientização, é um ser triste, pois é impossível a ele esquecer que a morte esta’ rondando-o, e fatalmente em algum momento o pegara’. So’ mesmo um criador cujo tipo de mente ( ou total ausência de uma mente) nada tem a ver de semelhança com a mente e a sensação de existência dos seres vivos teria feito esta obra demoníaca.

Não existem argumentos contra a eficacia do processo transformação/transcendentalização. Seria a mesma metamorfose de uma larva rastejante se tornando uma borboleta alada, apenas seria uma transformação mais lenta e exigindo certos comportamentos da criatura. Poder-se ia alegar que algumas criaturas iriam se acomodar tanto numa forma de vida que não iria se sujeitar aos comportamentos necessários e assim seriam eternos problemas, estropícios, e poderiam ser tantas que ocupariam todo o Universo, impedindo a evolução das outras criaturas. Vai dizer a uma vaca que vive cercada num campo onde tem relva abundante, água fresca, sombra, seus touros e seus bezerros, e nunca tem que enfrentar invasores predadores, que a vida dela deve ser mudada, pois alem da cerca tem coisas melhores, como automóveis, internet, televisão… e ela vai espernear sem querer mudar dali. Ela esta’ no paraíso, seu paraíso, e deseja isto para toda sua eternidade. Mas para m planejador isto não seria difícil de resolver. E nesse ponto concordamos com a existência “dos sete anos de crise e vacas magras”, ou seja, um meio-ambiente que varia e motiva as criaturas a se moverem na direcao de sua transformação.

Na visão de mundo que extrai da minha vivencia isolado na selva, esta sugeriu uma nova versão de Historia Universal e nesta, uma razão, uma causa para a existência dos seres vivos neste planeta em condições desfavoráveis. E a causa sugere ate uma logica racional aceitável. Ela sugere que o nosso ancestral, que não era biológico, e que portanto os seres vivos representam o próximo passo evolutivo de transformação daquele ancestral, cometeu um erro gravíssimo contra sua evolução, justo o erro da vaca atracada no seu paraíso. Fornecendo uma imagem da anatomia do corpo desse ancestral, podemos ver claramente que seu próprio corpo é um paraíso perfeito para o ser com o tipo de meta final de existência que teria aquele ser. Como a figura esta’ publicada no meu website e tanto já falei dela, não vou aqui me alongar.

Mas esta versão da Historia Universal continua sua narração depois da era do ancestral ( ao qual denominei LUCA ( Last Universal Common Ancestor), encaixando os fatos conhecidos e sugerindo eventos e fatos que não conhecemos, e pela narração deduzimos que existe realmente a nível universal o ciclo da variação entre os sete anos de vacas gordas e magras,  todos os sistemas naturais, não só sistemas biológicos, estão sujeitas a esta lei. Então a narração prossegue descrevendo como o ancestral decaiu de sistema perfeito auto-suficiente para um sistema filho da necessidade, do qual viemos nos, os humanos.

Então a Natureza nua e crua da selva bruta sussurra esta historia e esta justificativa aos ouvidos da criatura que desce a seu nível logico. Com isso ela tenta exibir a eficacia de seus atos. Inclusive ela introduz o fenômeno ou mecanismo da morte como um de seus grandes feitos. Mas eu não fui convencido. Se antes da selva eu jamais pensaria em aceitar como logico o ciclo da escassez e miséria que se abate sobre os seres vivos, apos a selva eu fiquei indeciso. Talvez realmente não exista no Universo material nenhuma outra alternativa para se manter a evolução. Aduz-se a isto a sugestão da Natureza de que o destino de filho da necessidade foi uma opção escolhida livremente pelo atabalhoado ancestral, mesmo que na época ele não possuía nenhum nível mental ou intelectual para tomar tal decisão, cheguei a aceitar os ciclos da miséria, os anos de vacas magras que na verdade se tornam 70 ou 80 anos, a vida toda de muitos seres humanos, como um mal necessário na sublime senda da evolução.

Mas o mecanismo da morte jamais aceitei. Quando a Natureza me sugeriu que este era outro de seus grandes feitos, imediatamente deixei de ser o bom aluno, esbravejei com toda minha energia, desafiei, enfiei uma lança no solo da Terra chamando a Natureza para a guerra, pois ela é sem sombra de duvidas uma insensível psicopata. Eu jamais puniria um filho meu, minhas criaturas, e nem mesmo o pior inimigo, com os mecanismos das doenças cancerosas ou leprosas de torturas sem fim, com os eventos das bocarras de monstros predadores comendo seres ainda vivos, lentamente. Isto só pode ser obra de uma entidade diabólica, ou então uma força cega infinita. Existem milhões de outras maneiras de se corrigir estudantes indisciplinados, com a eficacia de reconduzi-los ao caminho da sua evolução.

Naquela época a natureza ainda apresentou uma justificativa que achou definitiva. Ela apontou para o céu, mandou-me olhar em sua direcao e descrever o estado do mundo que via. Como fiquei calado, ela disse: ” Ali, onde jaz o Grande Cosmos, reina o Estado da Ordem, e não existe morte. Ai, na superfície da Terra, desceu a minha outra face, a do caos, e tu, assim como toda esta biosfera, são produtos do caos. Mas foi seu ancestral em ti, ou seja, você mesmo, quem escolheu esta face.” E eu respondi: ” Então não devias criar o estado infantil das criaturas que sem consciência não podem ser responsabilizadas pelas suas escolhas. Isto não justifica!”

Em vista disto, apesar de ter saído da selva ainda jovem, tomei a decisão de jamais permitir-me ser reproduzido em outro ser vivo. E de fato, nunca gerei e nunca gerarei outro ser humano, a não ser que ainda em tempo, a Natureza me venha com uma justificativa convincente, me garanta que não serão vitimas de doenças malignas, etc. Por mim – e se somente eu existisse ou se todos os outros da especie pensassem como eu penso – não haveria a próxima geração, e este absurdo teria um fim. Eu não concordo, não aceito, não quero isto para seres que seriam sangue do meu sangue, e ponto final.

Mas a Humanidade não é constituída de seres que pensam como eu penso, então ela vai continuar esta Historia. Em vista disso, e para não praticar tranquilamente o meu suicídio, escolhi mais uma estrategia neste nível existencial, a qual tem sido minha principal ocupação. Fazer todo o possível para invadir a Natureza o mais distante e profundamente que puder, para conhecer a maior quantidade de detalhes desta Natureza Universal e deixar isto para as próximas gerações com a sugestão de que continuem essa busca, que a usem para cada vez se lançarem mais distante nas profundidades deste Universo, na esperança de que um dia uma geração do futuro se encontre face a face com a Verdade Ultima, a causa fundamental destas existências, da nossa e da própria Natureza. E nesse momento, se nossos herdeiros não forem convencidos pelas justificativas, possam escolher entre o seu suicídio absoluto e infinito ou sua declaração de guerra, destronação do que ou quem estiver no trono, e a posse de um governo que conserte os erros da existência que ai estão. Como este estupido fenômeno da morte.

Mas… e isto me vem a mente apenas agora, ainda existe uma porta aberta para a Natureza me convencer. Analisando com mais atenção a Historia Universal, se deduz que a Historia que vem ocorrendo dentro deste Universo, que já conta 13,7 bilhões de anos, tem sido a historia de um único sistema natural e sua evolução. Um sistema que surgiu no Big Bang na forma de uma onda de luz, depois se tornou um sistema atômico, depois astronomico, depois celular biológico, e agora, um sistema consciente. Portanto, se esta versão estiver correta, o Universo inteiro se desenvolve pelo mesmo processo do ciclo vital que um corpo humano se desenvolve, o qual faz com que o nosso corpo mude de formas ao longo de sua existência. E quando vemos esta Historia por este angulo, deparamo-nos com o inquestionável fato que nenhuma das formas anteriores deste sistema universal ^morreu^. Todos eles continuam ai, o átomo esta’ ai, as galaxias estão ai… Inclusive, se nota que a transformação de galaxia em sistema biológico parece ser uma transformação/transcendentalização, sem morte. Raios!

Mas é fato que estes macro-ciclos de transformações do sistema natural universal são processos feitos de micro-ciclos, e aqui o problema aparece: nos micro-ciclos a morte existe. Como não estou mais no estado mental da selva, em que eu inquiria e forçava esmurrando arvores e montanhas, tudo que significasse a presença da Natureza, exigindo respostas, então sei que não vou ouvir o sussurro da Natureza com sua justificativa. Vai permanecer uma questão em aberto. Mas isto em nada vai mudar minhas decisões e estrategias, pois o fato nu e inegável que se apresenta a meus olhos é a ação da morte torturando seres vivos aqui e agora. Ao diabo se micro-ciclos são apenas ilusórios, criações sonambulas de mentes em processo de correção disciplinar, etc. Pois eu teria feito a coisa funcionar nos micro-ciclos sem criar este estapafúrdio, não aceito e ponto final.

Fantastico Argumento Indicando que Existe Vida Apos a Morte

sexta-feira, janeiro 8th, 2016

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 Existe vida apos a morte? Como e’ que posso saber, ninguem voltou de la’. Mas,… eu por acaso aprendi um método que tem me levado muito mais longe do que poderia imaginar. Quando você tem uma questão sobre a existência de alguma coisa, pergunte a Natureza e ninguem mais. A natureza de um jeito ou outro lhe propicia um sinal onde a resposta esta. Geralmente ela aponta uma cena, um evento ou um fenômeno acontecendo aqui e agora que explica dentro de uma logica impecável a pergunta feita. mas tinha que ser assim, pois a Natureza ‘e uma so, ela ‘e do tamanho do universo, o universo e’ natureza, então se e’ uma so, ela faz suas coisas diferentes aplicando um método so. Tal como o artista se revela em seus quadros. Se eu pergunto porque se no mundo todos os bichos botavam os ovos fora e de repente alguns acharam de manter os ovos dentro, gerando a parafernália da embriogênese, ela me mostra um modelo astronomico onde um sistema astronomico nosso ancestral ja fazia as duas coisas: botava os ovos fora e em seguida, mantinha os ovos dentro. se eu pergunto como e porque o Universo começou com um Big Bang, ela indica o momento da fecundação de um ovulo, me faz ficar pequenino e dentro do ovulo observando tudo, ai vejo chegando um espermatozoide que parece uma nave alienígena, a nave para no centro do ovulo, fico esperando abrir as portas para descer os genes-passageiros, mas ao invés disso, a nave explode num espalhafatoso big bang dentro do ovulo!. Acontece que o espermatozoide veio enrolado dentro de uma membrana e a membrana rompeu-se subitamente. Ai a Natureza me tira de dentro do ovulo, me faz ficar grande outra vez e me manda para casa dormir. No sonho duas cenas ficam se intercalando no meu cérebro: o big bang do universo e o big bang do ovulo… e as imagens se fundem numa so. Esta’ respondido! Claro, eu tinha começado a dormir bem antes, e a historia de que ela me levou para o ovulo já fazia parte do sonho.

Mas parece que tem um outro caboclo perdido por ai no mundo que esta me passando a perna. Ele aplicou o mesmo método perguntando a Natureza se tem vida apos a morte. A Natureza fez ele ficar pequenino, levou ele dentro de um saco embrionário onde estavam os embriões de dois gêmeos. E ai ele ouviu a seguinte conversa entre os gêmeos: ( esta em inglês, mas voltarei aqui para traduzir tudo)

Existe uma historia, escrita por um desconhecido autor, que fornece uma boa analogia do porque eu penso que deveríamos levar a serio a possibilidade de que exista vida apos a morte.

There is a story, written by an unknown author, gives a good analogy of why I think we should take seriously the prospect of an afterlife. It is based around two babies who’s whole life is dependent on the umbilical cord, analogous to our body, and they ponder if they can survive after it is cut. The mother is a reference to God, please ignore that, because I have no “evidence” for God at all:

— In a mother’s womb were two babies. One asked the other: “Do you believe in life after delivery?” The other replied, “Why, of course. There has to be something after delivery. Maybe we are here to prepare ourselves for what we will be later.”
“Nonsense” said the first. “There is no life after delivery. What kind of life would that be?”
The second said, “I don’t know, but there will be more light than here. Maybe we will walk with our legs and eat from our mouths. Maybe we will have other senses that we can’t understand now.”
The first replied, “That is absurd. Walking is impossible. And eating with our mouths? Ridiculous! The umbilical cord supplies nutrition and everything we need. But the umbilical cord is so short. Life after delivery is to be logically excluded.”
The second insisted, “Well I think there is something and maybe it’s different than it is here. Maybe we won’t need this physical cord anymore.”
The first replied, “Nonsense. And moreover if there is life, then why has no one has ever come back from there? Delivery is the end of life, and in the after-delivery there is nothing but darkness and silence and oblivion. It takes us nowhere.”
“Well, I don’t know,” said the second, “but certainly we will meet Mother and she will take care of us.”
The first replied “Mother? You actually believe in Mother? That’s laughable. If Mother exists then where is She now?”
The second said, “She is all around us. We are surrounded by her. We are of Her. It is in Her that we live. Without Her this world would not and could not exist.”
Said the first: “Well I don’t see Her, so it is only logical that She doesn’t exist.

Vida ou Não-Vida Após a Morte: Incrivel Nova Tese Nasce Dentro da Matrix/DNA: Seríamos A Dualidade Onda/Particula Em Evolutivo Feed-Back: Guidance Wave Theory

quinta-feira, março 19th, 2015

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Capitulo Contendo Coleções de Dados Sobre a Categoria “Vida ou Não-Vida Após a Morte?”

Esta nova teoria denominada Guidance Wave Theory de Ian Miller bate surpreendentemente com os resultados sendo sugeridos pela Matrix/DNA Theory sobre o que acontece na morte de um corpo humano. Veja meu comentário explicando como, a seguir:

Life after death

https://ianmillerblog.wordpress.com/2015/02/04/life-after-death/

ian miller blog

Meu Comentario ( a ser traduzido para português) ( Não Publicado, aguardando moderação):

A Vida Após a Morte Pode ser Explicada pela Dualidade Onda/Partícula. Cada corpo humano individual representa os aspectos “onda” e  “partícula”.  Partícula é seu aspecto corpo material visível, é sua posição em relação ao espaço, e onda em relação ao tempo é um aspecto invisível a nós, pois não vemos e não podemos tocar o tempo. Como partícula ela não se limita a um corpo individual ( o qual é apenas uma micro-cópia, um fractal da partícula) , ela se completa como o coletivo dos indivíduos, ou seja, a espécie. E espécies podem desaparecerem para sempre ou serem transformadas em novas formas, outras espécies. A espécie humana vem de uma linhagem evolutiva de um único sistema natural que se originou no Big Bang na sua mais simples forma e até o presente momento sempre foi transformado, ou seja, como partícula e no coletivo, ela nunca morreu.

No seu aspecto de onda do tempo, cada corpo humano no  seu tempo de existência é apenas um infinitesimal tempo do tempo total deste sistema sob evolução, ou seja, do tempo universal de 13,7 bilhões de anos. Isto quer dizer que na morte de um corpo a onda universal jamais morre ali. Em outras palavras, não existe vida após a morte porque simplesmente, na verdade, não existe “morte”.

We are arriving to same theoretical results coming from two different methods ( mine is comparative anatomy between living and nonliving natural systems). My theory called “Matrix/DNA, the universal formula for all natural systems and life’s cycles”, suggests that a unique body under the process of life’s cycle is at same time a wave and a particle. The particle is any momentum of that body and the wave is the lifelong time of that body. It happens that our DNA, which is the essence of every life’s species is merely the terrestrial biological shape of a universal essence, which I am calling “Matrix”. This result from my method is due when extracting the circuit flow connecting all parts of a system we get a formula in shape of computational diagram and it is equal from atoms to galaxies to plants cells to human brain’s configuration. Again, this universal formula coming within a system that emerged at the Big Bang and today is acquiring the shape of human brain and possibly also the shape of a new system called consciousness, is the universal Matrix/DNA.

So, it means that each momentum state of this unique universal system is a particle and this particle had appeared as several individuals which dies, but the particle’s shape continues to existing as the collective, called “species”. It is the particle as collective that is evolutionary transformed into new more complex systems. As sample we have an analogy with the individual human body, which could be called “particle” and we know that this particle under the process of life’s cycle is transformed into several shapes, from blastula to fetus to teenager, etc.  So, an individual body-particle dies, but the collective of this body particles does not: it is transformed. It means that this universal system-particle called human body is 13, 7 billion years old, like the Matrix/DNA.

But… the formula is showing that the body which is a system is seen by us as particle at a given moment of its lifelong, while we can not see its time running at that moment because the time or life’s cycle force is a wave. Since that there is a unique natural system evolving under the process of life’s cycle since the Big Bang to today consciousness, it means that there is a unique wave of time and it is 13,7 billion years old. It means that when a body-system-particle disappears as individual, the wave does not disappear because it is the collective of all individuals and it will continuing the evolution, certainly to the next transcendental or more complex shape of this universal system.

My method lead me to a new interpretation of the electromagnetic spectrum of light waves. From gamma ray to radio, all different states of frequencies/vibrations/colors are equal the sequence of transformations of the state of energy/vibration of a unique human body, from fetus to adult. It means that also a light wave is under the process of life’s cycle… in another words, a light wave is the most simplest “living thing”. So simplest that it goes back to the extreme singularity at the initial moments of the Universe… or, beyond it. It means that the Universal Matrix, which today and here is encrypted into the biological DNA, and is the formula organizing the brain and consciousness, was existing before this Universe in shape of light. If consciousness is the final end of this evolution, it must be returning to be the initial light. Again, as light, it is a wave.

Declarations like the famous neuroscientist that had a left hemisphere stroke and saw everything as light without separation between her body and the external world are good evidences that this theory about the consciousness being a kind of light waves the survives after death is in the right track. Congratulations Mr.Ian: you had an astonishing insight. (sorry by the English language errors and you can see the Matrix/DNA formula at its website).

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( Artigo copiado aqui para ser traduzido)

The issue of whether there is life, or consciousness, after death is one of those questions that can only be answered by dying. If there is, you find out. My wife was convinced there is, and she was equally convinced that I, as a scientist, would quietly argue the concept was ridiculous. However, as she was dying of metastatic cancer we had a discussion of this issue, and I believe the following theory gave her considerable comfort. Accordingly, I announced this at her recent funeral, in case it helped anyone else, and I have received a number of requests to post the argument. I am doing two posts: one with the mathematics, and one where I merely assert the argument for those who want a simpler account. The more mathematical post is at (http://my.rsc.org/blogs/84/1561 ).

First, is there any evidence at all? There are numerous accounts of people who nearly die but do not, and they claim to see a tunnel of light, and relations at the other end. There are two possible explanations:
(1) What they see is true,
(2) When the brain shuts down, it produces these illusions.
The problem with (2) is, why does it do it the same way for all? There was also an account recently of someone who died on an operating table, but was resuscitated, and he then gave an account of what the surgeons were doing as viewed from above. The following study may be of interest (http://rt.com/news/195056-life-after-death-study/ ) One can take this however one likes, but it is certainly weird.

What I told Claire arises from my interpretation of quantum mechanics, which is significantly different from most others’. First, some background. (If you have no interest in physics, you can skip this and go to the last three paragraphs.) If you fire particles such as electrons one at a time through a screen with two slits, each electron will give a point reading on a detector screen, but if you do this for long enough, the points give the pattern of wave diffraction. This is known as wave-particle duality, and at the quantum level, an experiment either gives properties of a particle or those consistent with a wave, depending on how you do it. So, how is that explained? Either there is a wave guiding the particles or there is not. Most physicists argue there is not and the electrons just happen to give that distribution. You ask, why? They tend to say, “Shut up and compute!” Einstein did not agree, and said, “God does not play dice.” What we know is that computations based on a wave equation give remarkably good agreement with observation, but nobody can find evidence for the wave. All we detect are the particles, but of course that is what the detectors are set up to detect. It is generally agreed that the formalism that enables calculations is sufficient. For me, that is not sufficient, and I think there must be something causing this behaviour. Suppose you cannot see ducks but you here a lot of quacking, why do you assume the quacks are just the consequence of your listening, and there are no ducks? There is a minority who believe there is a wave, and the pilot wave concept was formed by de Broglie.

Modern physics states the wave function is complex. In general, this is true, but from Euler’s theory of complex numbers, once (or twice) a period (which is defined as the time from one crest, say, to the next) the wave becomes momentarily real. My first premise is
The physics of the system are determined only when the wave becomes real.
From this, the stability of atoms, the Uncertainty Principle and the Exclusion Principle follow. Not that that is of importance here, other than to note that this interpretation does manage to do what standard theory effectively has as premises. My next premise is
The wave causes the wave behaviour.
At first sight, this seems obvious, but recall that modern quantum theory does not assert this. Now, if so, it follows that the wave front must travel at the same velocity as the particle; if it did not, how could it affect the particle? But if it travels at the same velocity, the energy of the system must be twice the kinetic energy of the particle. This simply asserts that the wave transmits energy. Actually, every other wave in physics transmits energy, except for the textbook quantal matter wave, which transmits nothing, it does not exist, but it defines probabilities. (As an aside, since energy is proportional to mass, in general this interpretation does not conflict with standard quantum mechanics.) For this discussion, the most important consequence is that both particle and wave must maintain the same energy. The wave sets the particle energy because the wave is deterministic, which means that once the wave is defined, it is defined for every future with known conditions. The particle, however, suffers random motion and has to be guided by the wave in my theory.

Now, what is consciousness? Strictly speaking, we do not know exactly, but examination of brains that are conscious appear to show considerable ordered electrical activity. But if electrical activity is occurring, that is the expenditure of energy. (The brain uses a remarkably high fraction of the body’s energy.) But since the movement of electrons is quantum controlled, then the corresponding energy must be found in an associated set of waves. Moreover, it is the associated wave that is causal, and it alone can overcome the randomness that may arise through the uncertainty of position of any particle. The wave guides the particle! Another important feature of these Guidance Waves is they are linear, which means they are completely separable. This is a general property of waves, and is not an ad hoc addition. It therefore follows that when we are conscious and living “here”, there is a matrix of waves with corresponding energy “there”.

Accordingly, if this Guidance Wave interpretation of quantum mechanics is correct, then the condition for life after death is very simple: death occurs because the body cannot supply the energy required to match the Guidance Waves that are organizing consciousness, and the random motion of particles in the brain, due to heat, overpower the order that bodily consciousness requires. The body now is no longer conscious, and hence is dead, and useful brain activity ceases. But if at the point where the brain can no longer provide its energy contribution for consciousness, the energy within the Guidance Wave can dissociate itself from the body and maintain itself “there”, and recall that the principle of linearity is that other waves do not affect it, then that wave package can continue, and since it represents the consciousness of a person, that consciousness continues. What happens next depends on the conditions applicable “there”, and for that we have no observations.

Is the Guidance Wave interpretation correct? As far as I am aware, there is no observation that would falsify my alternative interpretation of quantum mechanics, while my Guidance Wave theory does make two experimental predictions that contradict standard quantum mechanics. It also greatly simplifies the calculation of some chemical bond properties. However, even if it is correct, that does not mean there is life after death, but at least in my interpretation of quantum mechanics it is permitted. That thought comforted Claire in her last days, and if it comforts anyone else, this post is worth it.

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Outro excelente artigo e posterior comentários com muitos links sobre o tópico:

Near death, explained

New science is shedding light on what really happens during out-of-body experiences — with shocking results.

http://www.salon.com/2012/04/21/near_death_explained/

( E como resposta ateísta de PZ Myers, ver:

Near-death, distorted

Taking aim at a recent Salon story about the science of out-of-body experiences

http://www.salon.com/2012/04/26/near_death_distorted/

A Morte Explicando Como a Origem da Vida não foi a versão da Ciência Acadêmica

sexta-feira, setembro 23rd, 2011

Artigo baseado em:
http://www.biology-online.org/biology-forum/post-134634.html#p134634 (Vide abaixo o texto)

A Morte Tem a Resposta para como foi a Origem da Vida

Se não podemos voltar atrás, a 3,5 bilhões de anos, para ver como a Vida começou, podemos ver aqui e agora quando ela termina, ou seja, assistindo a morte de um ser vivo, e saber como ela não começou apenas pelas fôrças físicas do mundo pré-biótico e nem com a contribuição das propriedades químicas na abiogênese.

Nos ultimos momentos antes da morte todas as moléculas bioquimicas do corpo ainda estão intactas e funcionando. No justo momento da morte elas ainda estão lá, mas no momento que os mecanismos regulatórios do organismo cessam, as moléculas começam a se desintegrarem.

Em outras palavras, as leis naturais da Física, da Quimica e da Termo-Dinâmica continuam operando mas sem a diretriz reguladora que foi agora removida, e o resultado é degeneração, desintegração, rumo às suas menores partes constituintes.

Portanto, o curso natural que as leis naturais seguem, é o de destruir as moléculas bioquimicas. Mais exatamente, é o de eliminar os vínculos entre os átomos que os organizam bioquimicamente. Desde que êste é o caso comprovado, como podem aquelas mesmas leis naturais guiarem a construção de vida celular, e quanto mais, o organismo inteiro ?!

Elas tem que serem dirigidas e forçadas a seguirem um diferente caminho para serem bem suscedidas na geração da vida. E o agente desta nova direção tem que ser o mesmo que mantem o organismo regulado e vivo. Ou seja: as leis naturais da organização vital já existiam antes da origem da vida. Claro!

Conclusão: seja lá o que for a vida, ela certamente não é parte constituinte da Física ou da Quimica.
Esta é a razão porque a visão naturalista da origem da vida sem algo como a fórmula da Matrix/DNA, sem a visão sistêmica e diferentes modêlos atômicos e astronômicos, é cientificamente ininteligivel. E portanto, a Teoria do RNA-World, tal como está elaborada, é equivocada e/ou incompleta.

Os cientistas da NASA compreenderam isto muito bem, quando emitiram um reporte estabelecendo que ” não existe plausível hipótese de rotas para formação de moléculas bioquímicas complexas, nem quimicamente nem termodinamicamente.”

A NASA emitiu êste reporte a contra-gôsto, foi forçada a isso pela quantidade de evidências. Se existe uma organização necessitada de dar uma explicação natural para a origem da vida esta é justamente a NASA. Lutando contra a escassez de fundos, se êles provassem que as leis naturais conhecidas, apenas por si só, podem dar inicio ao processo e desenvolvimento da vida, que resolveram o mistério da abiogênesis, e como êles estão envolvidos nesta pesquisa principalmente em astrobiologia, receberiam todos os fundos que necessitam. Mas seus administradores e cientistas foram obrigados a se curvarem perante o óbvio.

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Comentário postado por Matrix/DNA sob o artigo:

Jack, thanks by the existence of this blog, very helpful,

The RNA-World Theory became a scientific joke also. No? For instance, comments about this, please:

See the discussion between Craig Venter, Church and Shapiro, in this video

http://www.edge.org/documents/life/life_index.html

And haw do you refute this argument, for instance?

Theories – Origin of Life
http://www.biology-online.org/biology-forum/about14351-204.html

At the moment just prior to death all the biochemical molecules in the dog are still functioning and intact.
At the very moment of death they are still there, however as you rightly point out the regulatory mechanisms cease and the molecules begin to disintegrate.

In other words, the natural laws of physics, chemistry and thermodynamics continue operating but without the guiding regulation that has now been removed, and the result is degeneration, down to their constituent parts.

Therefore the natural course that natural laws take, breakdown biochemical molecules.
Since that is the case how can those same laws naturally guide the building of cellular life let alone the whole organisms
They have to be guided down the different regulated pathways if they are to succeed.
So whatever life is, it is certainly not a constituent part of physics or chemistry.

That is why a naturalist view of the origin of life is scientifically untenable.

That is also why NASA has been forced to draw the conclusion it has.

If any organisation needed a natural explanation to life’s origin it is they. Just think of all the funding they would receive if they could. There is every incentive for them to prove that they have conquered the problem of Abiogenesis, and if they were able to then I will let you speculate on the news headlines!!

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And you said: “… if you truly believe you’re onto something, make the most of it and stick to the proper method of conducting science.”

There is no climate for the proper method of conducting science as the supreme goals of the founding fathers, in the Illuminist Movement: science for the search of knowledge about the meaning of existence (against the meaning sold by the church). There is no funding for such enterprise.

First of all, we should go back to Oparin and Stanley/Urey experiment. Why those amino acids do not realize the next step in the lab, becoming proteins and RNA? What is missing in the Urey ingredients? What are determining, in this primordial soup, that life is only left-handed?

Second: We need to fall under the logic that the first complete biological system appeared in a given state of the world. If we bet that there are no supernatural causes, and we are not seeing links between the state of the world and biological systems, we need to understand that our theoretical models of the world are not right (mainly our cosmological models).

I am trying to return to the goals of the founding fathers. The result today is the Matrix/DNA Theory models. It is a suggestion of what is missing in the Urey ingredients. I am making the most of it and sticking to the proper method of conducting naturalism. I am sure nobody has proved facts for debunking the models. But, the deviation of scientific method is too big that the brains today are hard-wired for to escape from a different viewpoint and a return to the thru naturalism.