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TIME’S UP. Dois movimentos para mulheres e para homens

quarta-feira, janeiro 24th, 2018

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Corre na Internet o movimento com link abaixo:

TIME’S UP.

https://www.timesupnow.com/

The clock has run out on sexual assault, harassment and inequality in the workplace. It’s time to do something about it.

O movimento social da Matrix/DNA se indigna com a abordagem machista a mulheres com nitida intencao sexual. Eu jamais sequer me insinuei ou me ofereci a mulheres com essa intencao nem nunca aproveitei situacoes de conversas que dao oportunidades a falar chamando atencao para coisas sexuais, sempre me policiei e coloquei um freio na lingua evitando o que poderia ter dito. Claro, se nao tivesse esse tipo de disciplina do carater jamais teria intuido uma visao de mundo com o nivel de codigo moral da Matrix/DNA.

Principalmente a cinica impulsividade em se insinuar sexualmente a uma pessoa que esta em necessidade de algo para manutencao de sua vida, como um emprego, e’ abominavel covardia, total falta de empatia e generosidade para com humanos. Portanto no que nos for possivel estaremos apoiando o movimento TIME’S UP. Porem,…

O fenomeno do gozo fisico por qualquer atividade sexual que envolve um parceiro foi herdado pelos humanos das suas ancestrais formas animais. Desde que a meta suprema da Matrix/DNA e’ a busca da passagem da forma atual humana para uma forma mais transcendental, todo tipo de instintos nocivos ou inibidores dessa passagem devem serem dominados pelo poder mental e buscado por este a sua forma nos sistemas transcendentais.

Na nossa cultuacao da liberdade humana e seu livre-arbitrio, somos contrarios a muitas imposicoes adultas das praticas sexuais ntre casais por mutuo consentimento e nos seus devidos lugares reservados para isso. Nao nos interessa a vida particular sexual de ninguem, seja bisexual, heterosexual ou qualquer outra forma, desde que tal atividade nao invada nossos espacos publicos, impondo-nos situacoes de desconforto e repugnancia.

Em vista disso, a experiencia real de vida no dia a dia e na rua tem nos entristecido ao observar o comportamento nao apenas dos machos mas tambem das femeas humanas. Para nos a agressao da insinuacao esta sendo praticada pelos dois sexos. Sao inumeros os detalhes em que se observa isto, basta sair `a rua. Entao devem haver movimentos contra os dois lados.

Soma-se a isso a sugestao dos modelos teoricos da Matrix/DNA quando se refere ao nosso passado evolucionario nos corpos dos nossos sistemas ancestrais, inclusive nao-biologicos, que a misera situacao caotica da emergencia da vida na Terra se deveu ao erro dos dois sexos, o qual comecou quando a parte feminina domino o sistema. E os modelos em geral sugerem que o instinto do carater feminino e’ a tendencia a ser sistema fechado em si mesmo ao extremo, enquanto o instinto do carater masculine e’ a tendencia a ser sistema aberto ao extreme, ambos inaceitaveis pelas leis naturais e portanto, levam a dolorosas cirurgias de autocura natural e ate a extincao da especie.  O fato de que nos mantemos em estado de alerta contra a crenca e a fe sem o controle da Razao e que tais sugestoes da Matrix/DNA nao foram comprovadas cintificamente, nos impede de qualquer movimento esforcado contra estas duas tendencias, porem, tambem nos mantem alerta para tentar inibir qualquer movimentos que incitam estas tendencias. Portanto, mais uma vez, entendemos que os defeitos que possam impeder e atrasar a transcendentalidade provem dos dois sexos. Em vista disso estamos sempre alerta quando um evento qualquer mostra a intencao de impor uma parte sobre a outra, pois devemos impeder que a dominacao leve `a oportunidade de stabelecerem uma das duas situacoes extremas – sistema aberto ou fechado radicalmente.

Na minha experiencia particular como Taxista – portanto numa situacao de necessidade financeira e de trabalho  – considero-me demasiado agredido pelo comportamento da maioria das passageiras exprimindo palavras sempre com conotacoes sexuais. Com isso nos apercebemos que esta sendo necessario criar outro movimento analogo tipo TIME’S UP para a parcela masculina.

Como a Cobra Inventou Seu Modo de Mover-se? A Onda de Luz Natural e a Fórmula da Matrix/DNA Explicam

quinta-feira, outubro 2nd, 2014

Na selva cada detalhe observado levantava a pergunta: Porque? De onde veio isso? Como a Natureza chegou a esse ponto aqui?

Assim foi quando uma cobra passou à  minha frente. Como ela descobriu que fazendo aquele tipo de movimentos ela podia se deslocar, mover-se de um ponto a outro?! É preciso notar que a maneira descoberta pela cobra para “caminhar” requer inteligencia, muita engenharia e conhecimento dos princípios da Física. Justo na semana passada o New York Times publicou um robot que foi desenvolvido baseado numa intrigante descoberta (ver link e video em : Secrets of the Sidewinder – http://www.nytimes.com/2014/10/09/science/secrets-of-the-sidewinder.html?ref=science

. Pesquisadores queriam saber como uma cobra consegue mover-se sobre areia, principalmente subir uma colina arenosa. Levaram areai para um laboratório e observaram filmando os movimentos para descobrirem atonitos que a cobra imita dois tipos de ondas. Uma onda é horizontal, o corpo sempre firme na superficie, mas a outra onda é vertical quando partes do corpo da cobra se levanta da superficie. E assim concatenando ondas verticais com ondas horizontais a cobra consegue subir uma colina sem solo firme, como é arenosa.

A grosso modo, a cobra é uma linha, e assim ela surgiu no mundo. Se a Natureza não tivesse inventado aqui a Vida, todo objeto na forma de linha seria estático, imóvel. Mas vemos ali uma linha se movendo.

É preciso profundos conhecimentos de Física, que uma criança humana não descobriria por si mesma. É preciso primeiro encurvar a linha na forma de “S”. Que uma linha reta se mova tornando-se um “S” já é um fenômeno, uma descoberta intrigante, para uma coisa que não tem cérebro de pensar. É preciso se colocar no lugar da cobra mas mão se esquecendo que ela praticamente não tem cérebro, tal como o entendemos: é simplesmente um difuso sistema nervoso com um núcleo. Mas de nada adiantaria adquirir a forma de S se não houver o passo seguinte. É preciso fixar uma ponta em solo firme e fazer a outra ponta mover-se. Mas qual ponta vai fazer o que? Tentei cutucar a cobra na ponta da frente, na cabeça, para ver se ela dava marcha-a-ré pelo mesmo movimento que ela avança para a frente. Ela não fez isso, apenas continuou movendo a ponta da frente, para o lado, e retornando para trás sempre avançando para a sua frente. Falta repetir a experiencia muitas vezes e com outras cobras, talvez ela também saiba dar marcha-a-ré.

É preciso fixar a ponta de trás, e a partir dessa ponta, imprimir um impulso para desfazer o S. Assim, quando a linha se esticar, a cabeça estará alguns pontos mais a frente. Feito isso, é preciso novamente repetir a forma de S. E nova esticada, mais alguns pontos são alcançados. Se de repente algo indica que a direção melhor é para um lado, o S terá que ser inclinado, e a cobra se inclina. Toda uma inteligente engenharia está aplicada aí. Senão houvesse essa inteligencia, ou sentir-se queimada por um fogo, a cobra se enrolaria, pularia, desesperada, faria todos os movimentos possíveis, a linha adquiriria muitas formas diferentes, mas ela não sairia do mesmo lugar. isto seria o que eu deveria estar vendo ali à minha frente. Mas o que estou vendo mão é normal, não é o curso lógico do longo fluxo irracional de causas e efeitos a se esperar dos movimentos físicos brutos da matéria. Tem algo sutil e invisível ali inserido na cobra fazendo aquele movimento de causa não-material. Tem que ter. Mas o que?!

A coisa se complica quando olhamos para alem da cobra. Existem muitas outras formas de vida movendo-se com o mesmo movimento. Os peixes nadando no mar, é praticamente o mesmo movimento serpenteante. Antes ainda, na evolução, existem os minúsculos e quase invisíveis “candirus”, que são linhas biológicas a moverem-se na água dos rios e tragédia dos animais, os quais me fizeram passar por verdadeiros momentos de terror, mêdo, quando tinha que descer da “voadeira” e entrar na água para retirar pedaços de galhos e cipós que se enroscavam nas hélices do motor. O candiru é uma linha quase invisível que sente atração pelo cheiro ou presença de urina e vai atrás, penetrando no orifício do pênis ou vagina e uma vez lá dentro, começa a comer tudo ao seu redor. Ví uma vez uma mulher gritando de dor e sendo carregada pelos nativos devido um bicho que penetrara por alguma ferida no calcanhar de um pé, e os nativos dizendo que era o candiru. Outra vez conheci um garimpeiro na fila de um centro de saúde na selva, dizendo que já tinha perdido as bolas do saco, o pênis, e feito varias cirurgias para tirar o candiru, mas sentia que continuava sendo comido por dentro. Terrível! Quanto desejei ter na selva um destes saquinhos plásticos com zíper para guardar salsicha na geladeira… Aqui não damos valor aquilo e jogamos no lixo sem pestanejar, mas somente estando sem acesso a ele é que percebemos que o “saquinho”pode salvar outro saco muito importante para nós  e também salvar uma vida…

Mas essa coisa sem cérebro algum, se move devido uma complicada e inteligente engenharia aplicando princípios fundamentais da Física. E isso não é natural, a não ser que não conhecemos a verdadeira Natureza.

Hoje eu suspeito que sei o que criou aquela maneira de “caminhar” neste Universo material. Se meus modelos de astronomia estiverem corretos, ã 10 bilhões de anos atras, cometas no céu já aplicavam aquele principio.  Esferas de magmas chamejantes emitidas pelos gigantescos vulcões dos pulsares caiam no espaço sideral mas eram capturadas no circuito magnético do sistema, que tem a forma espiral, e assim impulsionados em queda na direção do núcleo do sistema. nesta queda as esferas sofrem o atrito com a substancia espacial, o que provoca uma erosão na sua superfície,  e os fragmentos desta erosão continuam o movimento da queda, e continuam próximos da esfera pela atração gravitacional, e assim surge a cauda do cometa. Ora, correndo numa estrada encurvada como é a linha de uma espiral, a cauda se contorce, se distorce, adquire a forma de S. talvez aqui pela primeira vez a natureza expressou esta novidade, ou talvez e mais provavelmente, este tipo de deslocamento venha de antes, de algum aspecto dentro dos sistemas atômicos. Assim cheguei na imagem do espectro eletromagnético de uma onda de luz natural. para encaixar a luz na teoria de maneira que explicasse os efeitos que observo aqui e agora, para explicar a evolução cosmológica, a origem e desenvolvimento das primeiras partículas, etc., tive que mudar a atual teoria da luz elaborada pela comunidade acadêmica, seja o resultado certo ou errado. E neste modelo a luz é resultado do desfazimento de uma fonte em espiral, algo fantasmagórico como um vórtice quântico, que teria sido a origem e primeira manifestação da matéria quando a luz penetrou o oceano espacial cheio com uma substancia, com o nome qualquer de éter, ou dark matter, etc. Veja onde a cobra está nos levando!

Quando a fonte natural espiralada de luz natural se desfaz na forma de linha, ela continua se expandindo inicialmente conservando o movimento espiral, o qual é todo constituído por trechos em forma de S. A um observador desavisado meio-cego a onda é concêntrica, mas um observador apoiado numa inteligencia sabe que na verdade a onda continua sendo espiral. Pode até se tornar depois numa linha reta, uma seta,  como quando capturada dentro de cabos ou transformada por fontes de laser, artificialmente pelos humanos. E desde que a luz natural original aconteceu pela primeira vez neste Universo emitida por big bangs, e assim espiralada ela se expandiu penetrando a matéria, a causa inicial do movimento da cobra vem de alem do Universo, do antes do Big Bang. Ela veio na Matrix, na sua fórmula, pois se F5 não se contorcer na forma espiral cheia de Ss, a fórmula não funcionaria. A onda de luz capturada na tela do computador se torna uma senoide expandindo-se num grafico cartesiano, e assim percebemos que ela foi a primeira coisa neste Universo a expressar a força do ciclo vital, ela continha já em si o código da Vida. Uma onda de luz natural é em si mesma uma forma de Vida. Isso nos faz pensar no que vamos encontrar neste Universo a fora sem perceber que estamos perante formas de Vida.

O movimento intencionado de deslocamento no espaço da  cobra não foi por ela inventado, nem por seus ancestrais vivos, biológicos. É algo que já estava entranhado, inscrito, na sua matéria, a nível dos átomos que constituem seu corpo, da energia dentro destes átomos.

Observar a Natureza nos seus detalhes mais insignificantes sobre os quais passamos os olhos sem vê-los, é o me’todo pelo qual se desenvolve o cérebro e se captura a Natureza universal transformando-a toda dentro de uma pequeno cérebro numa substancia plasmática iluminada com luz natural invisível cujo total denominamos “mente”, Ou auto-consciência. Metafisicas à parte, que podem ser a verdade ou mero produto da nossa imaginação, da nossa interpretação errada de fenômenos naturais, o fato é que estas observações nos leva a descobrir, conhecer, os mecanismos e processos naturais, e tentando imita-los a nosso favor, assim criamos e desenvolvemos a nossa tecnologia. Alem de ser um estado emocional de contemplação e satisfação indescritível, daqueles que nos produzem lagrimas verdadeiras nos olhos. A Natureza Universal é realmente “estonteante”.

Para ajudar a entender os argumentos acima, copiamos aqui alguns dos modelos da Matrix/DNA Theory, uma visão de mundo iniciada a partir da simples observação de detalhes como o arrastar-se de uma cobra na selva.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

É preciso lembrar que a fórmula acima tem na verdade a forma de espiral e não esfera, porem ainda não tive tempo de mudar esse desenho. O movimento serpenteante acontece em F5, quando em queda pela linha de força dentro co campo eletro- magnético espiralado.