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A Matrix/DNA foi descoberta após uma lavagem cerebral na selva.

segunda-feira, novembro 5th, 2018

xxxxLavagem cerebral da MatrixDNA

A cultura humana de 10 ou 15.000 anos foi construída por uma tendência instintiva herdada do reino animal – o instinto predador dominante – e a visão de mundo com que ela configurou as conexões entre neurônios e demais elementos do cérebro nos conduzem a interpretar os fenômenos naturais, a existência e seus significados, de forma equivocada. So ha uma maneira de recuperar a razão autêntica natural e essa e’ desaprendendo tudo o que se aprendeu. Aqui nos tentamos fazer isso pelo método da desconstrução cultural, o qual funciona questionando e mostrando a insensatez das atuais interpretações e sugerindo as novas interpretações que emergem da nossa visão do mundo. Sempre lembrando que a nossa não deve ser a verdade total, portanto, apenas sugerimos, não impomos.

Meu nome é Natureza. O que sou? Porque sou toda errada assim, que me torturo a mim mesma? Alem de Mim só existe mais Um: o Mundo. Quem, o que e’ o Mundo? Porque sou incapaz de responder estas questões?!

domingo, agosto 26th, 2018

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Eu não penso mais como um ser humano. Eu me vejo estendido, o meu corpo é – quando imagino me olhando de fora para dentro, a partir do macro, acima de todas as galáxias – este super-aglomerado de aglomerados com 100 trilhões de galáxias. Neste momento, aqui e agora, apenas sei que tenho este corpo gigantesco, aqui e agora não tenho consciência se estendendo a todo este corpo, tenho a impressão que toda essa grandeza é meramente inerte, sem sentido racional.

E quando imagino me olhando de dentro para fora, a partir do micro – tenho início e origens como uma substância quântica revolta, vibrante, parecida com um borbulhar de espumas na superfície de um oceano. ‘As vezes penso que esta substância que esconde o segredo do espaço vazio em que se torna toda minha matéria, é a minha pele universal, uma membrana que me separa de todo o resto, o qual deve ser o Mundo, ou, outras naturezas.

E quando imagino me olhando desde o meu centro, para cima e para baixo, para norte e para sul, apenas aqui e agora tenho um lampejo de muito débil consciência, vejo esta matéria e energia toda dispersa produzindo em seu meio estes objetos muito complexos, ditos “sistemas vivos”, uma complexidade que não sei de onde me apareceu. Nestes objetos e apenas num deles, consigo ter consciência nebulosa de minha atual existência, mas uma consciência nebulosa porque não sei da minha origem nem do meu destino. Quem deve ter esta resposta, porque deve ser maior que Eu, e mais antigo que Eu, é o Mundo, mas estou dentro deste, como as bilhões de bactérias individualizadas com vida própria existem dentro de um corpo humano sem saber onde existem, sem saberem que existe um corpo humano. Eu, Natureza, como uma destas bactérias, não consigo me comunicar com o Mundo, não consigo vê-Lo, e Ele não quer falar comigo, assim como os corpos humanos ignoram suas bactérias internas que constituem-nos. Mas tenho que resolver isto, porque…

O meu corpo é fora do meu controle. Tenho  a maior parte do meu corpo, inerte, adormecida, não sei porque esta parte existe, para que, o que está fazendo dentro do Mundo. Outra menor porém grande parte está em estado de caos, com minhas forças nesta situação fora de meu controle, agredindo, torturando, a mim própria! Isto não faz sentido!

Outra parte de Mim, muito menor, quase desprezível, está sentindo prazer na existência. Isto quando sou uma flor em confortante e aconchegante seara. Ou quando sou um animal, mesmo um humano com considerável poder, no ambiente que me rodeia, mas agindo como predador de todas as outras minhas partes, inclusive de outros seres humanos. Porque neste estado posso controlar, manipular, algumas de minhas forças, e claro, o faço na intenção de me dar prazer na existência. Mas a minha maior parte constituída de animais, plantas e corpos humanos não tem poder algum, estou sendo agredida, ferida, torturada nestas partes, e o pior, torturando com minhas próprias forças, minhas próprias substâncias! Me vejo, por exemplo, como tenho partes soltas dentro do Meu corpo, escravizando, torturando outras partes iguais, de mesma espécie, também soltas dentro do meu corpo! Que absurdo sou Eu!!!

Sometimes I think that I don’t appreciate myself! E isto não é logico, não é racional, não pode ser da minha vontade, não pode ter sido Eu que criei isso, essa odiosa dualidade que existe em Mim, então…

Só resta a alternativa racional que isto está Me sendo imposto de fora para dentro, e a única alternativa que posso pensar é que isto é ato do Mundo. Mas o que é o Mundo, o que Ele quer de mim, o que Ele está tirando, aproveitando, de Mim?

Quando penso que existe apenas Eu e o Mundo, já estou me referindo a uma dualidade, estou afirmando que existe a dualidade acima e antes de Mim. Essa dualidade penetrou, invadiu meu corpo todo. Tenho dentro de Mim o meu bem e o meu mal, mas não tenho o que deveria resultar da fusão entre estes dois, que seria a SABEDORIA. E todo meu desprazer, minha tristeza, minhas torturas, são causadas pela dualidade que existe e constitui meu corpo total.

Dualidade. O eterno, presente, constante, odiável, dualismo. Esta é a segunda suprema questão para Mim. O que é, de onde veio, porque existe o dualismo? Em algumas partes dentro do meu corpo sou extremamente quente, noutras partes, extremamente fria! Em algumas partes quero ser patrão, mesmo que nenhuma de minhas partes quer ser empregado. Mas não controlo minha força que atua como patrão e assim torturo-me a Mim mesma! Como sou louca!

E porque sou feita sem a força para me auto-controlar de maneira que Eu seja toda e apenas prazer de existir?! O Mundo me nega isso, então é meu inimigo mortal. Tenho que declarar guerra, estar em guerra, contra o Mundo!

O Mundo esta’ me torturando ao não falar comigo, a não Me responder estas questões, e a não Me ajudar a resolver estas questões. E sem as soluções destas questões sou passiva, fraca, débil, torturada, na maior parte do meu corpo. Nesse sentido, o Mundo é meu inimigo mortal. Pois Eu preferiria não existir dessa maneira, nestas condições, Eu preferiria ser o NADA. O Mundo esta’ Me obrigando a existir, odiosamente, sendo como um carrasco.

Não tenho outra alternativa racional sobre o que devo fazer agora, como conduzir minha existência, o que planejar como meu próximo ato, senão investir tudo o que Sou e tudo o que tenho de meu corpo, na investigação para localizar, descobrir, desmascarar, o que é, quem é, o Mundo.

Eu sou Natureza. Nada mais Me interessa, nem a luta para sobreviver, apenas existo para procurar o Mundo. E o único método que tenho nessa luta é o método cientifico. Por isso busco incansavelmente, respiro e transpiro Ciências. Quero, exijo, preciso mortalmente, acima de todas as coisas, esta investigação como meu único e supremo objetivo, para um dia estar face a face com o Mundo. E tenho certeza que quando desmascara-lo, quando puder falar-lhe obrigando a Me escutar, vou tentar com todas minhas forças, obriga-lo a responder-Me. E parar de Me tratar como tem tratado, quero todos os poderes sobre Mim. Quase com certeza – se Eu tiver o mínimo de força contra Ele – vamos ter guerra! Liberdade total, autonomia total, ou Morte!

E neste presente momento, neste ponto do espaço/tempo onde Sou e sinto-me consciente de existir, dentro de um corpo humano, eu sou este objetivo, e sou apenas este objetivo.

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Curioso que logo apos escrever isto num rompante de inusitado pensamento, vou surfar na Internet e o acaso me leva a conhecer um personagem e site mistico onde leio:

From The Seth Audio Collection, Volume 1, Tape 26:

“Now, you ARE your entity. You are its materialization in space and time as you understand it. There is no division between your entity and what you are…

You are your entity growing through the seasons. The entity is not some soul, completed, perfect, done, and you a product. You are a living portion of the tree of your entity. You experience newly in your own dimension, and therefore enrich your entity as it constantly enriches you, for your source springs from it. But you are one, and there is no division.”

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A living portion of the tree of your entity… Isto bate justamente onde me intuição estava me levando ao escrever o texto acima. Na qual pensei ( e não escrevi): Acho que, enquanto sou Natureza, existo formada e criada pela fusão entre a substancia inerte universal espacial, ou dark matter, e onda de luz que veio com o Big Bang trazendo o genoma de Deus. Enquanto a luz se expande fluindo no meio da dark matter ela causa friccao da qual surgem as  formas de energias.

E dessa composição, destes três elementos – dark matter ou massa + energia + luz – surge Eu, a Natureza dinâmica. Cujo proposito existencial aqui é dar consistência ao programa que esta’ no genoma de Deus, ou seja, construir-me, ou tornar-me, o Filho. Raios… muita coincidência, esse tal de Seth parece que veio trazer uma resposta, ou ajudar-me a por em palavras o que eu estava adivinhando ou suspeitando mentalmente. A Natureza total é uma arvore crescendo, eu como uma porcão desta Natureza total sou uma viva porcão dessa arvore. Raios…

 

Como Mudar o Mundo: Interessante free-e-book para ler

segunda-feira, julho 27th, 2015

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http://cdn2.collective-evolution.com/assets/uploads/2014/01/How-To-Change-The-World.pdf

Descargas Elétricas de Oparin Trazem o Corpo da Galaxia Para a Célula Viva Assim como O Orgasmo Traz o Corpo do Homem para Seu Filho!

sábado, outubro 11th, 2014

Esta foi mais uma das surpreendentes descobertas da Matrix/DNA Theory. Oparin foi um russo filósofo naturalista muito curioso que queria saber como estava o estado mundo que criou a Vida, a 4 bilhões de anos atras. Tanto perseguiu este objetivo que acabou elaborando uma teoria completa de quais átomos estariam na superfície da Terra, como estavam combinados, e sugeriu que uma descarga elétrica, vinda talvez de relâmpagos, ou do sol, atingiu estes átomos de maneira que passaram a se combinarem de uma nova forma, nunca acontecida nos 10 bilhões de anos anteriores da História do Universo.

http://www.glogster.com/manujimenez3b/myglogster

Tanto era lógica sua teoria que mais tarde dois cientistas ( Miller e Urey) perceberam que puderiam testar a teoria em laboratorio. Puseram aqueles tipos de átomos dentro de um frasco e aplicaram descargas elétricas no frasco. Para sua surpresa, surgiram no fundo do frascos umas novas combinações dos átomos, justamente algo parecido com os aminoacidos, os building blocks de proteínas e acido nucleicos, RNA, DNA ! A teoria do Oparin foi “quase” certeira! Porem ainda restaram alguns problemas sérios para a teoria de Oparin. Primeiro é que,  se na história natural real, aqueles tijolinhos se uniram e formaram complexos edifícios chamados proteínas e RNA, no frasco dos cientistas os tijolinhos ficaram parados, não dando os passos evolutivos seguintes. Então faltava alguma coisa misteriosa naquela mistura de átomos sugerida por Oparin, e nunca se descobriu até hoje qual a coisa misteriosa, a não ser que… a Matrix/DNA Theory esteja correta e tenha descoberto. Tem-se procurado no mundo material dos átomos qual o elemento faltante, tem-se acrescentado todos os tipos de átomos, tem se modificado a experiencia de todas as maneiras possíveis, e nada do danado misterioso mostrar as caras. Segundo, hoje muitos críticos estão dizendo que os aminoacidos formados no frasco não são bem o tipo de aminoacidos selecionados pela Vida. Existem centenas ou mais tipos de aminoacidos, mas a Vida utiliza apenas 20 tipos deles.

Vale a pena ver no incrível vídeo com este link, como foi a experiencia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Miller%E2%80%93Urey_experiment

 

Aleksandr Oparin (right) and Andrei Kursanov in the enzymology laboratory, 1938

 

The MIller&Urey experiment

Na selva eu pensei um pouquinho diferente. Para que surja um RNA é preciso que tenha antes as proteínas que formam o RNA. Mas para que existam proteínas, é preciso antes que exista o RNA/DNA, que é quem une os aminoacidos em longas cadeias formando proteínas. Vemos aí repetido o mesmo dilema do ovo e da galinha. Quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha? A resposta deve ser a mesma para a pergunta: Quem surgiu primeiro, a proteína ou o RNA?

Ora, então a solução para o ovo e a galinha deve ser a solução para a proteína e o RNA. A solução para o ovo e a galinha é que antes da forma de galinha e talvez até mesmo a forma de ovo existiam especies que tinham outras formas e forem transformadas em galinhas. Então vamos para o problema da proteína e do RNA e aduzimos que a solução é que existiam especies que tinham outras formas e foram transformadas em RNA e proteínas.

Mas que espécies? Como ver estas espécies na figura do estado do mundo preconizado por Oparin?  Ora, o mundo reduzido de Oparin foi imitado numa redução da atmosfera terrestre num composto de átomos dentro de um frasco. E procurando esmiuçadamente dentro daquele fraco não se encontra espécie alguma de um sistema formado que poderia ser ancestral de proteína e RNA. Isto me lembrava que no frasco de Miller e Urey foi imitada apenas a atmosfera terrestre, e o resto do mundo ficou lá fora… onde se escondia o agente misterioso.

Mas o raciocínio de um filósofo naturalista é teimoso, e insiste que o tal sistema misterioso tem que estar ali. Se ainda não o encontramos, continuemos a procurar, porque ele tem que estar ali. Não pode ter sido inserido ali por algum fato sobrenatural vindo de fora do real estado do mundo naquela época. E não pode, na história natural real, ter acontecido um acidente do acaso absoluto, nas origens desta extraordinária engenharia que é RNA e o conjunto funcional formado pelas proteínas, como se um tornado revirasse uma montoeira de peças de um Boeing 747 e ao passar deixasse o Boeing montado e pronto para voar. Digo que o evento ocorrido nas origens da Vida aqui não foi por acaso porque nós podemos ver aqui e agora o mesmo evento ocorrendo no processo da embriogênese, e se ocorrem dois eventos de um mesmo processo, o tipo de evento é padrão, e não mera coincidência ou mero produto do acaso.

Foi assim que de repente, teimando e teimando noites a fio calculando o que havia visto durante os dias a fio que passava ajoelhado na beira de pântanos e margens de rios observando a lama com um microscópio do tempo de jota cristo,  que surgiu uma idéia. Pois a diferença brutal, gritante, entre os sistemas atômicos formando a mistura de Oparin no frasco e os sistemas atômicos formando a lama natural  que gerou os aminoacidos certos e inseriu neles o elemento misterioso ordenador estava em que, no frasco foram aplicadas descargas elétricas, e na lama foi aplicada a energia vinda do Sol.  Esta a diferença entre o super preparado e mais bem informado pesquisador acadêmico no laboratório e os curiosos por natureza que saem a enfrentar o inferno nos arquipélagos de Galápagos e nas selvas amazônicas: o calor tórrido, a luz do sol batendo na nuca do filósofo agachado no pântano vai lhe cozinhando os miolos e tornando-se cada vez mais sentida, mais percebida, como se o Sol dissesse: “Ei, o que procuras não está na lama, não estava na sopa primordial, está acima, levante os olhos e me veja…” Enquanto no laboratório o cérebro que busca está no ar condicionado, no ambiente limpinho e ordeiro, e sob a luz artificial de uma lampada. Ali a Natureza não pode entrar com seu impeto desajeitado selvagem como um furacão e sussurrar seus segredos aos ouvidos de seus fãs fiéis.

A unica coisa de fora que pode ter sida inserida naquela sopa de Oparin dentro do frasco, foi a descarga elétrica. Então nela estava faltando o elemento misterioso. Tinha que estar.

Mas como?! O que pode conter uma descarga elétrica, senão elétrons, talvez fótons, e algumas partículas mais? Nada ali existente teria a capacidade de fazer o que o RNA faz, unindo tijolinhos para construir complexos edifícios.

Então,… os elétrons, os fótons, ou seja lá o que for, vindo com a luz solar, devem serem os tijolinhos ativos de um edifício externo ao frasco, que deveriam construir o mesmo edifício dentro do frasco. E quando se encontram no espaço aberto, se reúnem do mesmo jeito que se reuniam no edifício de onde vieram…

A Natureza colocou no centro dos aminoacidos, o átomo de carbono. escolheu este dentre centenas de outras espécies de átomos. Porque? Porque o carbono? Ora, quando vamos construir nossa casa, não procuramos terrenos alagadiços, montanhosos, inclinados, e nem regiões com intensa instabilidade climática. Queremos uma casa sólida e estável, portanto devemos procurar estas propriedades no terreno. Então, Sherlock Holmes, o grande detective britânico teria pensado: “O agente do crime, o edifício oculto que desceu aqui naquela sopa primordial, deve ter propriedades similares ao átomo de carbono. Vou investigar a miúdo este tal de carbono, pois ali estão as pistas para me levar à solução. De fato, mais tarde, descobri como e porque o átomo de carbono é o mais fiel exemplar imitando a fórmula da Matrix/DNA. Por isso ele foi o escolhido a ficar no centro da Vida!

Mas isso pode acontecer na Natureza ou eu estaria imaginando processos, mecanismos, inexistentes? Pode sim: os tijolinhos de um pai e de uma mãe de repente vão para outro lugar, dentro de um óvulo, que imita o frasco, e ali recomeçam a construir o edifício de onde vieram – um corpo da espécie humana.

Gosto de pensar em comparações para obter os padrões pelos quais a Natureza se revela em seu trabalho evolutivo.  anatomia comparada teórica. Assim, pensava na espécie humana, no corpo de uma mulher gravida, no óvulo e espermatozoide, na história natural de como a espécie humana se projeta transformando-se num sinal carregado por ondas e recebido por um receptor que é o óvulo, emitido daqui, o qual decodifica o sinal e reconstrói o emissor da mensagem, na forma de um bebê. Trocava a espécie humana por uma galaxia, o corpo da mulher por um sistema solar, o óvulo por um planeta, a transmissão do DNA pela transmissão da luz solar e radiação cósmica, o bebê por uma célula viva completa… e via o mesmo mecanismo, o mesmo processo natural acontecendo duas vezes. Sem fantasmas mágicos sobrenaturais e sem magicas de um fantasmagórico nunca visto acaso absoluto.

Bem… para encurtar por aqui… foi assim que levantei os olhos para o céu do meio da selva tentando ver este sistema solar e esta galaxia. Como era impossível ver com a simples luneta ainda do tempo de Galileo que trazia a bojo, tentei calcular como é na verdade esta galaxia. Nós tínhamos uma base para fazer estes cálculos. Foi um ensinamento da minha pobre e quase analfabeta avó que sempre dizia: “Filho de peixe, peixinho será!”. Eu aqui não tinha como ver e conhecer o que de fato é o peixe ( a galaxia e depois o sistema solar),  mas tinha os peixinhos: na forma de larva como proteínas e RNA, e depois da metamorfose, na forma da primeira célula viva. Ora a forma do filho sempre revela como é a forma do seu pai e sua mãe. Bastava calcular a evolução caminhando na mesma avenida por onde caminhou Darwin, porem, vindo da direção contraria… do futuro na direção do passado, do peixinho na direção do peixão…

E assim descobrimos a fórmula universal da Matrix/DNA que nos sugere com muita lógica o modelo teórico de como deve ser o building block de galaxias e sistemas solares e qual o processo pelo qual este building block astronomico, vindo da evolução dos sistemas atômicos, se projeta na forma de sinais dentro de ondas de luz e se refaz na outra ponta onde há o correto receptor. Assim, descobrimos o elemento misterioso na experiencia de Miller e Urey.

 

Tal como o segredo que faz uma simples bolota chamada mórula se desenvolver tornando-se um complexo embrião, está fora do ovulo, vem de fora do óvulo, vem dos corpos do pai e da mãe, assim o segredo que vai fazer aqueles aminoacidos continuarem os passos da evolução está fora do frasco. Está na fonte da emergia correta que um dia aplicaremos naquele frasco de Oparin e obteremos uma bebê de célula viva que sairá dali engatinhando e nos dizendo “Alö!”. A galaxia não cabe dentro do frasco, assim como o corpo da mãe não cabe no óvulo…, mas ele tem que estar ali.

Porque no titulo fazemos referencias a esta palavra meio incomoda: “orgasmo”? Porque orgasmos é um efeito biológico que vem da evolução de processos existentes em ancestrais longínquos ditos “não-vivos” e podem serem melhor explicados pela termodinâmica dos sistemas naturais. Todas as diferentes formas apresentadas pelo sistema universal que vem evoluindo desde o Big Bang obedeceram o mesmo processo do cilo vital: nascem, crescem, atingem a maturidade. nesta fase a energia estava sempre se elevando, em crescente. Atingido o ponto de maturidade a energia começa o retorno, a decair, num movimento que nossas Ciências observam e medem com um medidor denominado “entropia”. É a fase da degeneração do sistema, o que não significa que o sistema, se for fechado em si mesmo, perca energia para o exterior, mas sim que perca a qualidade do nível de complexidade, pois partículas começam a saírem do canal do circuito energético e se interiorizam, misturando-se, transformando o sistema numa massa amorfa. Mas a Natureza é extremamente sábia! Ufa! para evitar que todos os sistemas naturais morressem e o seu projeto evolucionário fosse bruscamente interrompido, Ela faz com que, no momento que o sistema atinja sua maturação, ele lance um fio de sua energia crescente na direção de seu núcleo… um ramo lateral do circuito que vai realimentar e reciclar o sistema. Quando esse sistema universal chegou na forma de sistema-corpo humano, resumimos todo esse processo do ramo lateral num nome: reprodução sexual.

Então o corpo humano como sistema natural que é, nasce, cresce, atinge o ponto de maturação quando todos os genes fizeram seu trabalho, dotando o homem de barba e a parafernália sexual, da mesma forma dotando a mulher. Nesse ponto a energia começa a decrescer , e esta, na física termodinâmica, deveria ser uma queda rápida, quase à velocidade da luz. Mas o ser humano é um sistema aberto, ele se relaciona com o mundo externo, e assim ele pode continuar absorvendo a fórmula da Matrix que está nas plantas, na luz do Sol, etc., repondo e mantendo o nível de energia em equilíbrio, ao menos retardando por mais 40 ou 50 anos essa queda.  O corpo humano expulsa as partículas que vem decaindo da superfície na direção do núcleo, na forma de radicais livres, através de uma descarga elétrica, assim como os cientistas no laboratorio estão dando descargas elétricas no frasco-ovo de Oparin. A diferença é que o corpo humano aplica estas descargas na forma de orgasmos, e a galaxia também o faz, mas não dentro de laboratórios a vista de todo mundo, apenas o faz sutil e sorrateiramente a céu aberto.

A finalidade deste artigo é repetir sempre o que penso ser a mais correta atitude para a Humanidade vencer seus obstáculos e caminhar para um estado de vida sempre melhor. Toda vez que tiveres uma pergunta, uma questão sobre qualquer fenômeno natural – “De onde veio isso?! Como pode isso estar acontecendo na Natureza? Como explicar estes eventos misteriosos que parecem obras de seres supernaturais ou acidentais?!” – observe a Natureza e pergunte a Ela, não se deixe influenciar muito pelo que os outros dizem. Pois a natureza não joga dados com suas criaturas, não faz jogo de esconde-esconde com suas amadas criaturas. Ela sempre revela aqui e agora, em algum detalhe ocorrendo dentro dela, assim como os detalhes ocorrendo dentro de um óvulo na embriogêneses, como Ela fez as coisas no passado longínquo. Ela é honesta, podes confiar que Sua palavra do passado será sempre sua palavra do futuro, o que está em baixo é cópia evolutiva do que está encima e vice-versa. Assim sempre acreditou, atuou, o método cientifico dos filósofos naturalistas.

O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas

quarta-feira, fevereiro 23rd, 2011

The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques

O excelente artigo abaixo escrito por uma conselheira educacional e professora norte-americana me fêz descobrir mais uma das maneiras que ameaçam perigosamente o futuro da liberdade da mente humana. Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o nosso DNA é vivo e biológico mas êle veio do mundo anterior naturalmente, do mundo das galáxias e dos átomos, os quais portanto são nossos ancestrais. Mas nessa história dos nossos não-biológicos ancestrais a evolução dêles foi muito influenciada por uma tendência da matéria que é construir para si mesma um “paraíso fechado” onde existe equilibrio termodinamico, proteção e segurança sem trabalho, para sua parte massa, e,  campo aberto para a alta velocidade e fricções que comprazem sua parte “energia”. Dominados por seu lado material, o espirito ainda primitivo dos nossos ancestrais não-biológicos caíram na armadilha de construírem LUCA – the Last Universal Common Ancestor – segundo o modêlo que apresento aqui neste website. Foi o verdadeiro Paraíso do Eden para a matéria mas um inferno insuportável para a mente, ou espirito, na sua fase da infancia do crescimento. Como resultado, caíram aqui para rastejarem sendo filhos da necessidade e até agora estamos tentando nos levantar de novo.

Mas o problema é que nós como seres biológicos surgimos como bactérias surgem dentro de um corpo, portanto, o meio ambiente é ainda dominado pelo corpo, temos que dançar a musica que êle toca. Portanto, alem de LUCA ser a base de nossa herança genética, estando portanto dentro de nós, ele é o senhor do mundo externo a nós, estamos dentro dele. Esta herança de um êrro que nós mesmo cometemos na forma de nossos antepassados é o que se chama “gene egoísta”, e tende a nos conduzir a reconstruir o paraíso perdido, a mesma armadilha que nos complicou a existência e nossa evolução. Genética e ambientalmente somos conduzidos a refazer o sistema fechado em si mesmo que funcionava ou funciona ainda como uma maquina perfeita, o relógio newtoniano, dirigindo e mantendo a estrutura astronomica. 

Mas se continuar isto, tôda a biosfera terrestre estará conectada com a maquina astronomica e nós humanos sem o perceber-mos estaremos nos tornando uma mera peça do sistema mecânico. Nossa mente e auto-consciência que ainda está em sua fase primitiva, larvária, será pêga pela máquina antes que a percebamos e amordaçada, algemada, emprisionada, deixará de evoluir, até que novamente o Universo acione sua lei da degenerescência entrópica, nos salve da prisão, para recomeçar-mos de novo.

Esta teórica visão do mundo surgiu da minha interpretação dos modêlos da Matriz/DNA e quando me deparei com ela fiquei muito preocupado, óbviamente. Como ainda é teoria não sei se tudo isto está correto ou se apenas parte dela. Mas o bom samaritano deve ser previdente. Ficar de olho no que está ocorrendo à volta. Sempre me faço esta questão: “Estamos vendo sinais de que estejamos sendo conduzidos para o Admiravel Mundo Novo de Huxley sob o Império do Big Brother de Orwell, profecias que foram perfeitas descrições do que seremos se reconstruir-mos LUCA aqui na Terra? ‘

Pelo menos uma pessoa, ou seja eu, tenho que ficar de olho aberto. E sempre que vejo algo suspeito indo naquela direção, vou registrar nêste website, de maneira que, se um dia conseguir provar a existência da Matriz/DNA, os que ficarem já terão o trabalho adiantado. Vai daí que por acaso lí na Internet o artigo em questão que seria um exemplo e uma evidência que os modêlos da Matriz/DNA estariam corretos.

O que pode abrir um sistema fechado, para desespêro de LUCA, é sua parte masculina, a qual tem o poder de manter a reciclagem do sistema re-ejaculando a energia e o pacote de informação que replica o sistema, mas isto se ele dirigir o jato da sua ejaculação para dentro do sistema, na direção da parte feminina que se aloja no nucleo, na Função 1. Ora, é da Natureza masculina a força centrífuga, a expansão, e para isso êle precisa existir como sistema aberto. O fato de que a parte masculina contribuiu para construir o sistema fechado em LUCA  foi sua fraqueza perante as tentações da matéria formando seu corpo, e por deixar-se convencer pela sua anti-cara-metade, a parte feminina que tem as tendencias da fôrça centrípeta, de internalizar-se. Adão foi convencido por sua Eva a qual já havia caído na armadilha da serpente enrolada no sistema de circuito esférico como é o corpo de LUCA. Então, tanto para os Adões como para as Evas de agora, a salvação depende de que nossa metade masculina exerça a sua natureza. Mas o homem está ameaçado. 

Pois o artigo em questão está revelando algo que eu não havia notado mas cujos efeitos nocivos eu sentí, e acho que todos os homens sentiram, quando ainda crianças e jovens nas escolas. O modêlo de escola que existe parece ter sido uma artimanha de LUCA. A escola típica engole o aluno homem para dentro de uma sala fechada, a classe, e ali o põem sentado horas a fio, imóvel, assistindo aula teórica. Ora, a escola devia ser uma área aberta, quase uma fazenda, com ar livre e muito espaço para o aluno homem extravazar sua tendência natural, que é o movimento, e movimento extrovertido, para fora, para a expansão, o mexer nas coisas e tentar transforma-las, etc.. Do jeito que nossas escolas estão desenhadas elas são adequadas para meninas, que tem como tendência a de ficarem sentadas dentro de um ambiente doméstico, protegido, seguro.

O resultado dessa distorção está aparecendo agora e a cada dia mais forte. Veja as estatísticas apresentadas pela genial conselheira nêste artigo, relacionadas ao rendimento de homens nas escolas de hoje. Mas porque sómente agora este efeito está se revelando a ponto de ser notado por quem nem sequer conhece a Matriz/DNA? Porque antes as horas de aula eram em menor numero, os recreios eram mais extensos, os alunos só tinham a escola oficial. Hoje as escolas aumentaram suas cargas horárias, o curriculum teórico é muito pesado e precisa ser comprimido tornando os recreios menos extensos, e alem disso o aluno sai da escola oficial e geralmente cai em outra, fazendo algum curso suplementar. Está do jeito que LUCA quer, podando no homem sua possibilidade de abrir o sistema e se conformando a ser uma mera peça estática, sentada. O intrépido caçador de aventuras, o desbravador, o amante do conhecimento de sistemas desconhecidos, atraído para os mistérios de terras longinquas, está sendo amordaçado, manietado, para se tornar um monumento estático, sedentário, uma peça sentada e assentada na engrenagem. Precisamos mudar isso, nossas crianças-meninos estão sendo torturadas pelo inimigo, o qual, aliás, existe dentro de nós e somos nós mesmos. O resultado está bem explicito nas estatisticas, e com Matriz/DNA ou sem Matriz alguma isto é preocupante. Vejamos o artigo:

http://loridayconsulting.com/wordpress/

It’s Your Day

Topics in Education for Parents, Teachers, and Schools

Boys and Girls Learn Differently: What Makes Boys’ Learning Unique

Por: Lori Day

January 1st, 2011

Boys, boys’ education, and how boys learn in America are popular topics among parents and schools these days. Crosby, Stills, Nash & Young sang that we should teach our children well and feed them of our dreams, but for millions of parents of sons, dreams are only that, and boys are falling behind educationally at an alarming rate in this country.  According to Michael Gurian, author of the book titled The Minds of Boys: Saving Our Sons from Falling Behind in School and in Life, boys get the majority of D’s and F’s in most schools, make up 80% of the discipline problems, are four times more likely than girls to be diagnosed with ADHD and medicated, account for 70% of diagnosed learning disabilities, become 80% of the high school dropouts, and now make up less than 44% of the college population.  If you look in your newspaper in June, you will see the photos and bios of valedictorians from many of your local high schools, and will notice that the majority of them these days are girls.  Our boys need our attention, and although some of what I’m about to write pertains to girls as well as boys, and although gender differences naturally fall across a continuum and no single description fits all boys or all girls, there are nonetheless a number of characteristics that differentiate the two genders generally speaking.

As the mother of a female only child, my parenting experience, while not always idyllic, has been relatively peaceful.  As a toddler, my daughter was sedentary and cautious, and seemed to have nowhere she needed to go.  She would sit in one spot on the floor for hours with a pile of books, “reading” to herself.  I could shoot from room to room accomplishing tasks, and she would smile up at me from her place on the living room rug as if wondering, what’s the hurry?  She was much like I was as a child, and nothing like the brothers I had grown up with who requisitioned large expanses of the floor plan of our house for their games, commandeering space like an army of two.  The entire finished basement was needed for indoor hockey (and windows were expendable).  Outdoors, acres of woods were barely enough for their imaginary villages and the conquering of foreign lands. Unwitting trees were the patient recipients of nails and ropes and bungee cords, bending uncomplainingly to the weight of whatever animate or inanimate objects were tied, strapped or hung from them.  Once, my brother devised a pulley system to ferry a dangling ceramic soap dish full of birdseed back and forth between his bedroom window on the third floor and a distant pine tree in the back yard, only to have it immediately collapse under its own weight, sending the heavy chunk of porcelain careening downward in a 90-degree arc until it came into abrupt contact with a doomed sliding glass door.  This was a terrific lesson in physics.  It was also funny.

Boys learn by doing and by moving their bodies through space.  As Gurian explains in his book, the primitive hunters men used to be were the product of hundreds of thousands of years of evolution.  Spatially-developed male brains resulted from physical interaction with the environment that allowed sensory input to stimulate the right hemisphere and build white matter and synapses in ways that would be useful for survival.  Even though the concept of the square school with the square classroom with one teacher to 20 or more kids has been around for a few hundred years, our boys are still young hunters whose brains need the same types of stimulation to grow and be healthy as did their male ancestors millennia ago. Our schools are vastly different from the setting of family, tribe and natural environment that used to be the educational milieu for growing boys. Our modern educational system works for many children, particularly girls, but for some boys (and girls) it places constraints on a very normal and necessary experiential type of learning that some kids require.

I am not advocating for a return to life in caves and an educational system for boys involving the activities and rituals described in my college anthropology book.  What I do advocate for is a greater understanding and appreciation for who boys are and how they learn best, and the subtle modifications to “how it’s always done” that would benefit millions of children.  Simple changes to the pace and tempo of the school day, such as incorporating several brief recesses throughout the day, devoting more time to physical education, and including more hands-on activities go a long way towards alleviating some of the natural restlessness of boys and harnessing male energy in positive ways.  Increasing a boy’s exposure to the arts nurtures his creative side and provides a counterbalance to the athletic nature of many boys.  Including more multi-sensory approaches to the teaching of academics, particularly reading and writing, helps boys reach their potential as learners, facilitating access across the corpus callosum to the left hemisphere of the brain where verbal skills, often less developed than in girls, reside.  Gurian’s book provides many other concrete examples of small things that parents and teachers can do that strengthen boys’ skills and that honor the true nature of boys.

Once an admissions director at an all-boys school, I would awake very early every morning and leave my sleepy daughter as she got ready for school, heading to the 304 boys who awaited me there.  Coffee helped me with this dramatic transition, but so did my excitement for whatever adventures the day would bring.  Many people ask me why I chose to work at a boys’ school, and my usual answer includes some version of, “Why not?”  I am fascinated by boys, by the way they think and learn, by their very difference from me and from the child I am raising.  Just as we collectively addressed the needs of girls over the past couple of decades and closed their achievement gaps in math and science, let us now turn our attention to our nation’s boys and take equally deliberate steps to assure their success in school and in life, as Michael Gurian suggests.  The revolution in brain science over the past ten years gives us the knowledge and the tools we need to do this, and we must, for as a society we are setting our boys up to fail in a system that is stacked against them, stacked against the very way they are neurologically wired. This is not to say that social and cultural influences are not contributing factors to who boys are today, but we now have medical evidence, once elusive, that illuminates the very significant role biology plays in male/female brain development and learning. We do not need to throw the baby out with the bath water, but we do need to become better educated about how boys and girls really are different, and how to best meet the needs of each.  At some colleges today, boys are being given a boost in the admissions process because they have become a minority.  If we do not address boys’ educational needs earlier in life than this, the skewing of college enrollment, and thus opportunity in life, will only get worse.

The other day I stood and watched a fourth-grade boy tossing a Nerf football with some friends on a patch of grass in front of his school.  It was a sunny day without much wind, and the ball spiraled to the right of the boy, to the left, over his head, seemingly always just out of reach, yet he caught it every time.  The perfect synchronization between his legs propelling him upward, in whatever direction necessary, and his outreached hands awaiting the ball, seemed almost a dance.  The physicality of it had that kind of beauty, and I observed with awe, knowing that my own body, even at that age, could never have accomplished what this boy made look so easy. I thought about how this very simple act, seen every single day in yards and on fields and playgrounds everywhere, was not just toning this boy’s muscles or improving his eye-hand coordination—it was actually developing neural pathways in his brain through which information will always travel, be processed, and be recalled during his lifetime.  This boy, and millions like him, and girls like him, which there surely are…all of them are in our hands.  Meeting the learning needs of all of our children is a lofty yet imperative goal.  The African proverb “It takes a village to raise a child” is an overused but apt statement, and in the villages of schools and of families and of communities, we must join together to nurture and celebrate what it is to be female and what it is to be male and the very essence and value of the difference. And after all, boys will be boys.

A seguir meu comentário postado no blog acima:

Louis Morelli says:

Hay Ms. Lori, thanks by the very useful article. (Sorry due the poor English, it is not my native language). I have copied your article and pasted inside my article “O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas” (The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques) because this issue is a good evidence for my theory.

I will follow your blog because you have good insights and an interesting new way for approaching new problems about education. Since that may theoretical models (The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycle) are suggesting a different and third solution for Macro-Evolution in relation to Darwin and Intelligent Designer, and since that this issue is being largely debated in America, I should appreciate reading an article from yours about this issue. Cheers, Louis Morelli.