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Novidade na Teoria da Evolucao Academica: The time-dependent rate phenomenon

sábado, abril 1st, 2017

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Este assunto me fez elaborar a seguinte frase ( baseada na cosmovisão da Matrix/DNA):

” O Universo vai eliminar a Vida para todo o sempre pelo mesmo motivo que um corpo humano produz  – por necessidade temporária – a placenta, e depois a elimina apos dar a luz `a forma que ele buscava. E a forma que o Universo busca aqui não é a vida – apenas uma necessidade provisoria – mas sim a Consciência Cósmica.”

Vamos supor um exemplo:

Um cientista descobriu que cavalos tiveram uma mutação num gene num longo período de tempo – milhões de anos – que era Adenina e passou a ser Timina. Esta mutação se fixou até hoje. Mas acontece que do cavalo que tinha A, logo alguns milhares de anos depois um fóssil revelou que tinha Guanina. E mais alguns milhares de anos – curtos períodos de tempo – o A que se tornara Guanina agora era Citosina. Porem, no final dos milhões de anos, a Guanina e a Citosina foram breves mutações que desapareceram. Apenas a mutação de Adenina para Timina se fixou ate’ hoje.

Isto complica muito o calculo da evolução dentro de uma especie. primeiro porque não se sabe qual sera’ fixada, ou seja, qual foi realmente a mutação genotípica que mudou o fenótipo.

O fenômeno é comparado com o mercado de ações na Bolsa de Valores. quando, em curtos períodos de tempo, ocorre agitações mudando as posições das 500 mais. Porem passado um tempo maior, observa-se que o mercado parece ter sido calmo pois as empresas que estavam no topo continuam no topo, apenas mutando uma ou duas.

Surge então uma busca para elaborar uma formula matemática que ajude nestes cálculos. O fenômeno foi denominado de ” razão ou proporção dependente do tempo”, o “time dependent rate”.

O artigo esta’ na Wired, em:

https://www.wired.com/2017/03/evolution-slower-looks-faster-think/?mbid=social_fb

A evolução é mais lenta do que parece e mais rápida do que você pensa

Evolution Is Slower Than It Looks and Faster Than You Think

E como fica isso agora em relacao a Matrix/DNA?

`A primeira vista, numa breve olhadela na formula, penso que é um fenômeno simples previsível pela formula da Matrix/DNA, pois trata-se apenas do relativismo que resulta da hierarquia dos sistemas ou das interelacoes entre um sistema e suas partes internas. O cavalo é um sistema único, porem muito complexo, com bilhões de detalhes, sub-sistemas, órgãos, etc. Ocorrem mutações constantemente nos sub-sistemas, principalmente devido a mudanças ambientais, imigrações, variação dos recursos das necessidades, etc. Mas variações ambientais como nas mudanças físicas das placas tectônicas, produzem vários eventos transitórios – por exemplo, terremotos, tornados, mudanças drásticas de temperaturas, eras glaciais – até que as placas se ajeitam de maneira que apresentam pouca diferença com o jeito que estavam antes. E cada daqueles eventos transitórios afetou mais um órgão especifico ou sub-sistema, e nele produziu uma mutação buscando rapidamente se adaptar. Porem não era para o organismo se adaptar ao jeito que estavam as placas quando ocorriam os eventos transitórios, mas sim se adaptar a como ficou as placas no final.

Assim também deve ocorrer com as mutações genéticas em relacao a sub-sistemas, órgãos. Elas podem temporariamente mudar algo no fenótipo do sub-sistema, mas esta mudança não aparece no sistema inteiro, o qual é mais devagar em suas mudanças, e é quem finalmente dita as regras sobre suas mutações internas. O organismo inteiro deve acompanhar o tempo lento do meio externo, assim sua mutação finalmente selecionada sera’ a ultima, porque esta se encaixou no modelo final. Mas… como disse, não fiz ainda o estudo necessário para crer nessa hipótese.

E’ bom lembrar aqui que estou considerando uma teoria muito importante dentro da Matrix/DNA sobre sistemas: um sistema cria uma identidade abstrata como se fosse a mente do sistema ao conter todas as informações de todas as partes e mais as informações produzidas nas inter-conexões entre as partes. Esta entidade mantem o equilíbrio termodinâmico do sistema inteiro ( na verdade esta identidade do sistema vem do aspecto software se contrapondo ao aspecto hardware de todo sistema natural, mas isto é outra longa historia dentro da Matrix/DNA).

Deu para entender porque elaborei a frase acima agora? A própria historia universal devera’ apresentar uma mutação de longo tempo e final que para chegar a ela, teve que produzir varias mutações intermediarias descartáveis. Duas destas mutações provisorias foram: a mutação de uma nebulosa de átomos em galaxias e a mutação de sistema astronomico para sistema biológico ( ou seja, Vida)

Comentarios postados no artigo da Wired:

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It is not time-dependent rate. It is a relativistic issue dependent from the hierarchy of systems: if the observer stands at the minor sub-system he will see several provisional mutations only; if other observer stands at the bigger system he will see the final and selected mutation only (accordingly with the Matrix/DNA Theory of Evolution).

The phenomenon can happens also inside a system in relation to its internal parts. Suppose an environmental change, like new accommodation of continents or tectonic plates. Between the initial and final configurations of the plates, occurs several mutational provisional events, like glacial age, earthquakes, etc. Each one affects an organ or sub-system belonging to an organism, which will have a fast mutation trying its adaptation to the new external state. But, finally, the initial and final state of the whole event did not change too much. The whole organism in search of its thermodynamic equilibrium and adaptation to the final state will correct, deleting or selecting the mutation that fits well.

This article plus Matrix/DNA world view made the following thought:

The Universe will discard forever the mutations from atoms to galaxies to life, by the same motive a human body produces the provisional placenta and discards it after the birth of the shape that the body was looking for. because the final shape the Universe is looking for is Cosmological Consciousness. So, this is the long time mutation, while the other were short time mutations.

Or maybe microevolution is scientifically accurate but macroevolution is philosophical speculation.

 

Evolucao: Texto Atualizado e Bem Informado

sábado, fevereiro 11th, 2017

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Creio que ninguém racionalmente possa negar a existência do processo da evolução natural. Eu posso vê-la com meus olhos aqui e agora em 9 meses observando como uma pequena bolota de células se transforma – evoluindo do mais simples para o mais complexo – para a forma de feto, embrião, etc. Observar o acervo de milhões de fosseis alinhados numa sequencia evolucionaria e’ outra maneira de inclinar-se a aceitar a evolução como fato.

O problema humano se refere `as diferentes interpretações do que se vê, porque a evolução natural se estende a dimensões no tempo e espaço que não podemo ver, então temos que elaborar teorias e esta teorias indicam significados, um sentido ou falta de sentido neste fenômeno da evolução natural. Isto nos afeta sobremaneira porque o sentido ou falta de sentido da evolução implica diretamente no sentido da nossa existência como humanos. E outra forma muito importante de nos afetar e’ que cada interpretação, cada sentido encontrado, e’ a fonte dos valores morais, os quais vão modelar nossos sistemas sociais, nossas inter-relações entre humanos e nosso comportamento perante o mundo externo.

A mais influenciável teoria da evolução natural vem do meio acadêmico. Digamos que seja a Teoria Academica da Evolução (TAE). No tocante restritamente particular `a minha pessoa, tenho também em consideração outra teoria, minha própria, a teoria universal da Matrix/DNA, digamos aqui, Teoria da Matrix/DNA da Evolucao (TME).

O estado de espirito da Academia se projeta tanto nas suas teorias da origem do Universo, da origem da vida, como da evolução natural. A mesma visão de mundo vê o mesmo significado de existência nestes três eventos. Isto também ocorre com a TME. Com uma importante diferença:

A TAE baseia-se na existência produzida por Acaso. Com isto, o processo da origem do Universo não e’ o mesmo processo da origem da vida e não e’ o mesmo processo de nenhum destes dois eventos que  dirige a evolução. Claro, se os três eventos, ou mesmo apenas dois deles fossem executados pelo mesmo processo naos seria acaso, seria uma regra, uma lei natural. Por seu lado, a TME sugere e apresenta o processo que produz a embriogênese e evolução de um sistema biológico como sendo o mesmo processo que teria produzido a origem do universo e da vida e que dirige a evolução universal. Enfim, as duas visões do mundo sugerem um sentido da vida e valores morais totalmente diferentes.

No texto a seguir ( obtido no link abaixo) vamos ver uma ótima sintetização da historia, evolução e estado atual da TAE:

http://simbiotica.org/teorias.htm

Unidade na Diversidade

Aparentemente a diversidade é a regra no mundo biológico, sendo, até ao final do século XIX, considerada a sua característica principal. Os biólogos calculam que existam, atualmente, entre 30 a 50 milhões de espécies, das quais apenas  2 milhões foram descritas e denominadas.

No entanto, a partir do início do século XX os estudos bioquímicos fizeram ressaltar as semelhanças estruturais e fisiológicas dos indivíduos. Todos estes factos parecem apontar para uma origem comum para todos os seres vivos actuais, seguida de uma enorme diversificação.

As explicações para estes factos foram surgindo ao longo dos séculos, sempre baseadas em princípios religiosos, filosóficos e culturais, podendo ser atualmente classificadas  em dois grandes grupos:

  • Hipóteses fixistas – aceites sem discussão até ao século XVIII, consideram que as espécies, uma vez surgidas, se mantiveram inalteradas ao longo do tempo;
  • Hipóteses evolucionistas – também conhecidas por transformistas, surgiram no século XIX e consideram as espécies atuais o resultado de lentas e sucessivas transformações sofridas por espécies que já existiam no passado.

Fixismo

Existiram numerosas hipóteses fixistas ao longo da história da Biologia, umas mais duradouras que outras, umas mais fundamentadas que outras. Considerando-se que as espécies permaneceram imutáveis ao longo das eras, surge novamente a necessidade de identificar a causa do surgimento das espécies ancestrais.

Dessas hipóteses salientam-se as mais conhecidas:

  • Hipótese da geração espontânea – originalmente apresentada por Aristóteles, por sua vez influenciado por Platão (que referia que os seres vivos eram cópias imperfeitas de formas perfeitas de uma ideia – essencialismo) , considerava que os seres vivos seriam constantemente formados, a partir de matéria não-viva como o pó e a sujidade. Os seres vivos estariam organizados num plano, designado Scala Naturae, eterna e imutável, pelo que os organismos assim formados não teriam a possibilidade de alterar as suas características;
  • Hipótese Criacionista – baseada na reunião de escritos bíblicos e das teorias universalmente aceites de Aristóteles, considera que Deus terá criado todas as espécies, animais e vegetais, num único ato. Após esse momento, as espécies permaneceriam imutáveis, sendo qualquer imperfeição resultante das condições ambientais.

Evolucionismo

Durante a segunda metade do século XVIII começaram a surgir as primeiras ideias transformistas, contrariando o dogma criacionista-essencialista, que dominava firmemente o pensamento ocidental á muitos séculos. O centro da polêmica deixou de ser o facto de existir ou não evolução, passando a ser o mecanismo dessa evolução.

Duas novas áreas de conhecimento vieram revolucionar a visão da ciência relativamente ao mecanismo de formação das espécies:

  • Sistemática – esta ciência teve um desenvolvimento extraordinário durante o século XVIII, tendo como ponto alto o trabalho de Lineu, botânico sueco que estabeleceu o sistema hierárquico de classificação dos organismos, ainda hoje utilizado. Os estudos de Lineu, cujo objectivo era revelar o plano de Deus, permitiram a outros cientistas identificar semelhanças e diferenças entre seres vivos e uma possível origem comum a todos eles, originando terreno fértil para as ideias evolucionistas;
  • Paleontologia – no século XVIII, o estudo dos fósseis revelou a presença de espécies, distintas em cada estrato geológico, que não existiam na atualidade, contrariando a imutabilidade defendida pelo fixismo.

Novamente, numerosos cientistas conceituados propuseram teorias tentando esclarecer estes fenómenos, nomeadamente:

  • Erros – teoria proposta por Pierre Maupertuis no início do século XVIII, considerava que todos os organismos derivavam de uma mesma fonte original, apresentando ligeiras alterações em relação aos progenitores ao longo das gerações, devido a acasos e erros na reprodução. Estes erros eram devidos ao facto de o descendente resultar da união de uma “semente” masculina e de uma “semente” feminina, formadas por partes que se organizavam no embrião  graças a uma “memória” que podia ser errada. Deste modo, a partir de uma única espécie, poderiam obter-se numerosas outras aparentadas entre si, devido a diversos graus de “erro”;
  • Variações geográficas – teoria da autoria de Georges Leclerc, Conde de Buffon, intendente do Jardim do Rei em Paris em 1739, referia a existência de variações geográficas entre indivíduos da mesma espécie. O povoamento inicial teria sido feito por um certo número de espécies, as quais teriam sofrido uma sucessão de variações geográficas adaptativas, de acordo com as condições geográficas e alimentação do local para onde teriam migrado. Esta variação seria devida a sucessivas degenerações da espécie inicial, indicando já uma visão transformista do mundo natural. Buffon foi, também, o primeiro a questionar a idade da Terra, tendo proposto que a sua verdadeira idade seria de cerca de 70000 anos;
  • Hipótese catastrofista – teoria da autoria de Cuvier, naturalista muito conceituado na época (1799), que considerava que cataclismos locais (glaciações, dilúvios, terramotos, etc.) sucessivos teriam aniquilado as formas de vida preexistentes nessa zona, sobrevindo a cada um desses cataclismos um novo povoamento com novas espécies, vindas de outros locais. Deste modo explicava a descontinuidade entre estratos geológicos. Seguidores de Cuvier levaram esta teoria ao extremo de catástrofes globais destruírem a totalidade das espécies da Terra, sendo depois repostas por novos actos de criação divina (teoria das criações sucessivas). Esta teoria, portanto, tenta encontrar um meio termo entre o fixismo, que considera correto, e as evidências fósseis encontradas.

Apenas no século XIX as ciências em geral abandonam a visão estática do mundo, até então prevalecente:

  • Newton apresenta explicações matemáticas para o movimento dos planetas e objetos na Terra;
  • Descobrimentos revelam grande diversidade de organismos, até então desconhecidos;
  • Hutton, geólogo, indica uma idade da Terra muito superior ao até então aceite;
  • Lyell, em 1830, apresenta uma explicação para a descontinuidade biológica entre os diversos estratos geológicos. Este geólogo considerou a ação erosiva da chuva e dos ventos a responsável pela eliminação dos estratos em falta, provocando a ilusão de descontinuidade entre eles. Esta teoria ficou conhecida como  Lei do uniformismo, que inclui o Principio das causas atuais, segundo o qual os fenômenos que provocaram determinadas alterações geológicas no passado são iguais aos que provocam os mesmos acontecimentos no presente.

Um aspecto é de salientar na análise de todas estas teorias, é que nenhuma delas propõe um mecanismo de evolução.

As verdadeiras teorias explicativas do mecanismo da evolução só surgiram após da avaliação da idade da Terra em milhares de milhões de anos, por oposição á idade considerada desde o tempo de Aristóteles, que era de cerca de 6000 anos. Este facto permitiu a existência de uma evolução muito lenta, ao longo de incontáveis gerações de indivíduos.

Jean-Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck é considerado o verdadeiro fundador do evolucionismo, elaborando uma teoria que considera a ação evolutiva das circunstâncias ambientais a causa da variabilidade existente nos organismos vivos. No entanto, como não conseguiu apresentar provas concretas para a sua teoria e como não tinha amigos e relações importantes no meio científico, as suas ideias não foram levadas a sério, apesar de alguns dos seus discípulos terem continuado a defender as suas ideias, como Saint-Hilaire, que realizou importantes estudos de anatomia comparada. Lamarck é, também, o autor do termo Biologia, que baptiza em 1802.

Teoria de Lamarck

Lamarck era um botânico reconhecido e estreito colaborador de Buffon no Museu de História Natural de Paris. No entanto, tal não o impediu de ser severamente criticado pelas suas ideias transformistas, principalmente por Cuvier, tendo as suas teorias sucumbido ao fixismo da época.

A propósito dos seus trabalhos de sistemática, Lamarck enunciou a Lei da gradação, segundo a qual os seres vivos não foram produzidos simultaneamente, num curto período de tempo, mas sim começando pelo mais simples até ao mais complexo. Esta lei traduz a ideia de uma evolução geral e progressiva.

Lamarck defendia a evolução como causa da variabilidade mas admitia a geração espontânea das formas mais simples.

Observando os seres vivos à sua volta, Lamarck considerava que, por exemplo, o desenvolvimento da membrana interdigital de alguns vertebrados aquáticos era devida ao “esforço” que estes faziam para se deslocar na água.

Assim, as alterações dos indivíduos de uma dada espécie eram explicadas por uma acção do meio, pois os organismos, passando a viver em condições diferentes iriam sofrer alterações das suas características.

Estas ideias levaram ao enunciado da Lei da transformação das espécies, que considera que o ambiente afecta a forma e a organização dos animais logo quando o ambiente se altera produz, no decorrer do tempo, as correspondentes modificações na forma do animal.

O corolário desta lei é o princípio do uso e desuso, que refere que o uso de um dado órgão leva ao seu desenvolvimento e o desuso de outro conduz á sua atrofia e, eventual, desaparecimento.

Todas estas modificações seriam depois transmitidas às gerações seguintes – Lei da transmissão dos caracteres adquiridos.

O mecanismo evolutivo proposto por Lamarck pode ser assim resumido:

  • variações do meio ambiente levam o indivíduo a sentir necessidade de se lhe adaptar (busca da perfeição);
  • o uso de um órgão desenvolve-o e o seu desuso atrofia-o (lei do uso e desuso);
  • modificações adquiridas pelo uso e desuso são transmitidas aos descendentes (lei da transmissão dos caracteres adquiridos).

Deste modo, a evolução, segundo Lamarck, ocorre por ação do ambiente sobre as espécies, que sofrem alterações na direção desejada num espaço de tempo relativamente curto.

Alguns aspectos desta teoria são válidos e comprováveis, como ocaso do uso e desuso de estruturas. É sabido que a atividade física desenvolve os músculos e que um organismo sujeito a infecções desenvolve imunidade. Do mesmo modo, uma pessoa que fique paralisada, sofre atrofia dos membros que não utiliza.

No entanto, também existem numerosas críticas ao Lamarquismo:

  • a necessidade de adaptação, a “busca de perfeição” pelos organismos, não pode ser provada;
  • modificações devidas ao uso e desuso são adaptações individuais somáticas (fenotípicas), não são transmissíveis, não devendo ser confundidas com adaptações evolutivas, as quais implicam sempre uma modificação genética. Este facto foi comprovado por uma famosa experiência realizada por Weissman em 1880, que cortou caudas a sucessivas gerações de ratos e estes sempre nasceram com cauda;
  • Lamarck afirmava que a função determinava a estrutura mas tal não é verdade pois os caracteres surgem independentemente da ação do meio (como os caracteres inconvenientes ou nefastos). Actualmente considera-se a relação função/estrutura como biunívoca.

Pode-se concluir daqui que a teoria de Lamarck foi um importante marco na história da Biologia mas não foi capaz de explicar convenientemente o mecanismo da evolução.

No entanto, deve ser referida a existência dos chamados neo-lamarckistas, uma minoria no panorama actual da Biologia, mas que defendem que o meio realmente modela o organismo. Consideram possível a presença de proteínas citoplasmáticas que alteram o DNA, tentando explicar à luz da genética molecular os fundamentos lamarckistas. Reconhecem, no entanto, que apenas alterações nos gâmetas podem ser transmitidas á descendência.

Os anos seguintes foram férteis na recolha de dados de anatomia comparada, geologia e paleontologia, de tal modo que a teoria evolutiva de Darwin (1859) teve um impacto muito maior.

Desde essa data que a teoria da seleção natural de Darwin e Wallace se tornou um dos grandes princípios unificadores da Biologia, juntamente com a teoria celular e a dupla hélice do DNA.

Teoria de Darwin

Darwin era um médico sem vocação, filho de uma família abastada e com enorme interesse na natureza, tendo por esse motivo feito uma viagem de 5 anos no navio cartográfico Beagle, aos 22 anos. No início da sua longa viagem, Darwin acreditava que todas as plantas e animais tinham sido criadas por Deus tal como se encontravam, mas os dados que recolheu permitiram-lhe questionar as suas crenças até à altura.

Darwin sofreu várias influências, as quais permitiram a criação da sua teoria sobre a evolução dos organismos:

  • Charles Lyell, devido à sua lei do uniformismo e à idade da Terra, terá mostrado a Darwin que o mundo vivo poderia ter tido tempo para sofrer alterações muito graduais. Igualmente, devido a essa mesma lei, a falta de fósseis não mais poderia ser argumento contra a evolução;
  • Diversidade dos organismos de zona para zona e dentro da mesma espécie, embora pudessem ser notadas semelhanças, talvez devido a uma origem comum. Esta diversidade parecia relacionada com variações ambientais. Tal facto tornou-se aparente na sua viagem às Galápagos;
  • Selecção artificial, um aspecto do qual Darwin tinha experiência pessoal, devido a ser um criador de pombos conceituado. A escolha de certos cruzamentos leva a que características dos descendentes sejam muito diferentes das dos seus ancestrais, o que considerou poder ser uma pista para o modo como a natureza actuava (selecção natural, por oposição á selecção artificial ,devida ao Homem);
  •  Thomas Malthus, no seu trabalho Essai sur la population, considerou que a população humana cresce muito mais rapidamente que os meios de subsistência pois a população cresce geometricamente (2n) e os alimentos crescem aritmeticamente (2n). Deste modo, a Terra estaria rapidamente superpovoada pois a sua população duplicaria a cada 25 anos e os homens sofreriam a acção da selecção natural (fome, doenças, miséria, desemprego, etc.), que eliminaria as famílias pobres e de poucos recursos, os indivíduos de classe baixa, de modo geral. Darwin, abstraindo-se dos conceitos racistas e de classes implícitos na teoria de Malthus, transpô-la para as populações naturais, onde existiria uma “luta pela vida”: um ambiente finito, com recursos finitos, não pode sustentar um número infinito de indivíduos.

O crescimento das populações naturais faz-se segundo uma curva sigmóide, em que após uma fase inicial de crescimento exponencial (a natalidade é superior á mortalidade pois há muito alimento disponível), a população entra numa fase de desaceleração do crescimento (quando a mortalidade é superior à natalidade devido á escassez de alimento), a população estabiliza (quando a mortalidade e a natalidade são iguais).

Este “patamar” é bastante estável, mantendo-se a população nesse ponto durante gerações, se não surgirem alterações importantes no meio ambiente ou outro tipo de intervenções externas.

Darwin não se satisfez com o facto de as populações naturais funcionarem desse modo, quis, também, descobrir o modo como esse equilíbrio é atingido e mantido.

Dado que o ambiente não fornece os meios de subsistência a todos os indivíduos que nascem, é necessário que ocorra uma luta pela sobrevivência, sendo eliminados os indivíduos excedentes, mantendo-se a população num estado estacionário á volta de um valor mais ou menos constante.

Deste modo, é necessário conhecer os fenómenos que regulam o número de indivíduos numa população, ou seja, os factores que afectam as taxas de mortalidade e natalidade.

Os principais factores desse tipo são:

  • Abastecimento de alimento – depende dos autotróficos existentes e do fornecimento de energia radiante;
  • Predação – afecta a grandeza das populações de presas e de predadores;
  • Parasitismo – afecta o crescimento da população de hospedeiros;
  • Competição – intra ou interspecífica, pelo alimento, nicho ecológico, fêmea, etc., afecta o crescimento populacional;
  • Cooperação – favorece o crescimento populacional das espécies envolvidas.

Nas populações naturais existe variabilidade, mas como avaliá-la numericamente ?

O estudo dos caracteres quantitativos é fácil pois estes podem ser traduzir-se em valores numéricos e gráficos. Verifica-se que todas as características das populações apresentam uma distribuição quantitativa que, em gráfico, segue uma curva em forma de sino, simétrica em relação a um ponto médio e máximo, ou seja, uma curva normal.

Esse ponto médio (ponto de ajuste ou de aferição) varia com as populações e deve corresponder, teoricamente, ao ideal para a característica considerada, nesse momento e nesse ambiente.

Com base nos dados que foi recolhendo, Darwin formou a sua teoria sobre o mecanismo da evolução mas decidiu não a publicar, instruindo a sua mulher para o fazer após a sua morte. No entanto,  por insistência de alguns amigos e da mulher, começou a preparar a sua publicação, em 4 volumes, em 1856.

Em 1858, recebeu uma inesperada carta de um naturalista, Alfred Wallace, que descrevia resumidamente as mesmas ideias sobre a evolução. Mesmo assim, publicou a sua A origem das espécies em 1859, onde descrevia a teoria da seleção natural, a qual pode ser resumida da seguinte forma:

  • existe variação entre os indivíduos de uma dada população;
  • cada população tem tendência para crescer exponencialmente, se o meio o permitir, levando à superprodução de descendentes;
  • o meio não suporta tantos descendentes logo desencadeia-se uma luta pela sobrevivência entre os membros da população;
  • indivíduos com caracteres que lhes confiram uma vantagem competitiva num dado meio e tempo são mantidos por selecção e produzem mais descendentes – reprodução diferencial -, enquanto os restantes são eliminados, não se reproduzindo – sobrevivência do mais apto;
  • por reprodução diferencial, as características da população vão mudando num espaço de tempo mais ou menos alargado.

A teoria de Darwin considera que o ambiente faz uma escolha dos indivíduos, tal como o Homem faz na domesticação. Saliente-se, ainda, o facto que Darwin considerava possível a herança dos caracteres adquiridos, tal como Lamarck.

No entanto, para Darwin as forças responsáveis pela variação e pela selecção são diferentes: a variação ocorre ao acaso, sem qualquer orientação evolutiva, enquanto a selecção muda a população conferindo maior êxito reprodutivo às variantes vantajosas.

O vigor, a força, a duração da vida de um dado indivíduo apenas são significativos em termos da população na medida em que podem afectar o número de descendentes que lhe sobrevivem.

O ser mais apto é, deste modo, um conceito relativo (uma característica pode não ser favorável mas ter pouco significado no conjunto de muitas outras características favoráveis que constituem o genoma do indivíduo) e temporal (uma característica favorável num dado momento pode ser altamente desfavorável noutro, como o exemplo das borboletas Biston betularia bem o demonstra).

Existem dois tipos principais de selecção: a selecção artificial e a selecção natural.

A selecção artificial, como o nome indica, é devida á intervenção humana nos ecossistemas e na reprodução dos organismos, sejam eles animais ou vegetais. O papel do Homem corresponde ao da competição e da luta pela sobrevivência na natureza, “escolhendo” os indivíduos que sobrevivem e os que são eliminados. Deste modo, controlando os indivíduos que se reproduzem, condiciona-se o património genético das gerações futuras, bem como a sua evolução.

A seleção natural é definida como um conjunto de forças ambientais que atuam nas populações, tanto no sentido positivo (sobrevivência diferencial e capacidade reprodutora diferencial), como no sentido negativo (mortalidade diferencial).

Neodarwinismo

O principal problema, ou ponto fraco, da teoria de Darwin era a origem e a transmissão das variações que se verificam entre os indivíduos de uma mesma espécie.

Apenas em 1930 e 1940 os investigadores combinaram as ideias de Darwin com os dados, entretanto surgidos, de genética, etologia e outros.O resultado foi o surgimento de uma teoria denominada teoria sintética da evolução ou Neodarwinismo, que combina as causas da variabilidade com a selecção natural.

Estudos genéticos demonstraram que os fenótipos dos indivíduos resultam da acção do meio sobre os respectivos genótipos. Um genótipo é, potencialmente, capaz de originar uma multiplicidade de fenótipos, os quais se podem concretizar, se o ambiente necessário para as suas potencialidades se manifestarem existir.

Existem dois tipos de variação fenotípica: variações não hereditárias ou flutuações , devidas á influência do meio sobre o genótipo, e as variações hereditárias resultantes da expressão fenotípica de diferentes genótipos. Estas últimas são as únicas com interesse evolutivo.

Weissman considerou nos indivíduos a existência de duas linhas celulares independentes, que designou o soma e o gérmen. O gérmen, formado pelas células sexuais, era considerado imortal pois era transmissível. Deste modo, apenas as alterações que envolvam as células sexuais são hereditárias e têm influência evolutiva.

É certo que é pela reprodução que são transmitidos os caracteres das espécies de geração em geração. No entanto, se a reprodução assexuada tende a manter as características, a reprodução sexuada tende a aumentar a variabilidade dessas populações e das espécies.

De que modo isso acontece ?

  • Meiose, processo de produção de células haplóides – gâmetas -, apresenta alguns aspectos particulares que favorecem o aumento da variabilidade nos descendentes, nomeadamente:
  • separação ao acaso dos homólogos – cada ser diplóide apresenta pares de cromossomas homólogos, metade de origem paterna e metade de origem materna. Durante a meiose (processo fundamental para a formação das células sexuais, devido á redução cromossómica) dá-se a recombinação génica. As células haplóides resultantes do processo apresentam os cromossomas resultantes da separação ao acaso dos homólogos. Considerando uma célula com apenas 4 cromossomas (2 pares), as células-filhas podem ficar uma de quatro combinações possíveis de dois cromossomas. Este facto resulta de o número de combinações ser 2n, em que n é o número de pares de cromossomas (no caso humano será 223 =  8388608 possibilidades);
  • crossing-over – o sobrecruzamento dos cromossomas durante a meiose I pode fazer aumentar a variabilidade genética dos gâmetas. O cross-over permite a recombinação de genes localizados em cromossomas homólogos. Dado que cada cromossoma contém milhares de pares de bases e  que o cross-over pode ocorrer entre qualquer delas, as combinações são incalculáveis.

A fecundação, o fenómeno que permite transmitir ao novo indivíduo a constituição genética dos dois gâmetas. A união de dois dos gâmetas, entre milhares deles formados ou possíveis, faz com que a constituição genética de um novo indivíduo seja totalmente imprevisível.

Resumindo, a reprodução sexuada pode contribuir para a variabilidade das populações por  três vias: distribuição ao acaso dos cromossomas homólogos, sobrecruzamento e união ao acaso dos gâmetas formados. No entanto, a reprodução sexuada não cria nada de novo, apenas rearranja o que já existe nos progenitores.

O mesmo não se pode dizer das:

  • Mutações – as mutações, génicas e cromossómicas, alteram, respectivamente, a sequência nucleotídica (estrutura) e o arranjo dos genes ao longo do cromossoma. As mutações génicas podem ser delecções (perda de um ou mais nucleótidos), duplicações (acrescento de um ou mais nucleótidos) ou inversões (troca de posição entre nucleótidos). As alterações no número de cromossomas são geralmente devidas á não disjunção na meiose, por altura da separação os homólogos, levando á falta ou ao excesso de cromossomas de um dado par nos gâmetas produzidos. De um modo ou de outro, a mensagem é alterada, reflectindo-se na sequência de aminoácidos das proteínas sintetizadas, nas suas propriedades e, finalmente, nas características evidenciadas pelos organismos.

Por esta ordem de ideias, as mutações eliminam certos genes e originam outros. A maioria das mutações produz alterações tão profundas que os indivíduos delas portadores não são viáveis mas existem casos em que a mutação pode ser favorável, conduzindo á sua fixação. Deste modo, as mutações podem ser um importante factor de variabilidade e criação de novas espécies. É o caso das chamadas mutações tandem, duplicações de genes inteiros, que permitem a  libertação de um dos genes duplicados para a evolução para outra função, sem impedir o desenrolar da função.  Saliente-se, por último, que as mutações, tal como qualquer característica, também apresentam um valor relativo e temporal.

Um bom exemplo do efeito de uma pequena mutação nas características evidenciadas pelo indivíduo é o caso da hemoglobina S, a qual se forma por uma troca de um nucleótido na posição 6 da cadeia b da molécula:

DNA                 … C A T…                                             …C T T…

RNA                 … G U A…         em vez de                      …G A A…

aminoácido        … Val …                                               … Glu …

 

ou seja

 

hemoglobina S                   em vez de                  hemoglobina normal

Esta mutação provoca a doença anemia falciforme pois a hemoglobina mutante precipita nos glóbulos vermelhos, deformando-os. Este facto faz com que os glóbulos vermelhos, vistos ao M.O.C. apresentem um aspecto de foice.

A hemoglobina mutante não é eficiente no transporte de O2, logo os indivíduos portadores deste gene modificado apresentam uma menor capacidade respiratória, morrendo jovens em casos de homozigotia.

Esta situação potencialmente incapacitante é, no entanto, mantida em certas populações africanas particularmente sujeitas á malária, pois os glóbulos vermelhos falciformes não permitem a infecção pelo parasita causador da malária. Deste modo os indivíduos heterozigóticos para a anemia falciforme são seleccionados, pois a sua incapacidade respiratória não é dramática e são menos sujeitos á morte por malária.

Este exemplo apenas reforça a ideia de que é a população e não o indivíduo a unidade de evolução pois estes não são heterozigóticos por opção, atendendo ás vantagens fisiológicas que tal facto lhes permite em termos de adaptação ao meio, tal como não podem escolher se os seus descendentes o podem ser.

No que se refere á sua  constituição genética, cada população é como um sistema aberto, em que existe um contínuo fluxo de genes: negativo pela morte e positivo pela reprodução.

Outros importantes factores de variabilidade são:

  • Selecção natural – a recombinação genética e a mutação, referidas anteriormente, originam a variabilidade e a selecção natural “escolhe” entre os indivíduos portadores dessa variabilidade os que irão sobreviver, exercendo a sua acção continuamente, favorecendo os melhor adaptados. Conclui-se daí que a selecção natural diminui a variabilidade;
  • Isolamento – também diminui a variabilidade pois preserva e diferencia a população isolada em relação ás suas parentes mais diretas.

Considerando todas estas contribuições, bem como a intervenção directa de cientistas como Huxley, Dobzhansky e Simpson, a teoria sintética da evolução, ou Neodarwinismo, pode ser resumida da seguinte forma:

  • nas células, são os cromossomas que transportam os genes responsáveis pelo desenvolvimento dos caracteres de um indivíduo;
  • os gâmetas, formados por meiose, transportam metade da constituição cromossómica da espécie, devido á separação dos homólogos;
  • durante a meiose pode ocorrer cross-over, formando novas combinações genéticas;
  • mutações aumentam a variabilidade;
  • após a fecundação refaz-se o número diplóide da espécie, resultando uma descendência com diferentes possibilidades de combinações;
  • o potencial reprodutor das espécies é enorme, logo é sobre a variedade de descendentes que a selecção vai actuar, pois o meio não os pode manter a todos;
  • indivíduos melhor adaptados a um dado meio têm maior probabilidade de atingir a idade adulta – ser mais apto;
  • seres melhor adaptados reproduzem-se mais e transmitem os seus genes à geração seguinte – reprodução diferencial;
  • a população, formada agora por um novo conjunto genético (alguns genes surgiram e outros foram eliminados), pode, por isolamento, preservá-lo e evoluir.

Críticas às teorias darwinistas da evolução

As maiores críticas às teorias darwinistas estão relacionadas com a dificuldade em explicar o surgimento de estruturas complexas, que dificilmente teriam origem em apenas um acontecimento, por ação da seleção natural, como o olho, o cérebro, etc.

Um exemplo dessa dificuldade está na explicação da origem das asas dos insectos. As asas dos insectos são expansões do tegumento dorsal, não resultando de membros modificados.

Dada a complexidade da estrutura actual, é razoável considerar que inicialmente teriam surgido pequenas saliências dorsais no corpo dos indivíduos.

Porque teriam sido seleccionadas ?

Experiências demonstraram que as proto-asas trariam mais dificuldades que vantagens, pois não permitiam que o indivíduo planasse de modo controlado. Considerar que a selecção natural sabia antecipadamente a vantagem que o indivíduo teria com as asas plenamente desenvolvidas é tão absurdo como considerar que estas teriam surgido por uma única mutação, prontas a usar.

Novas experiências permitiram esclarecer, de algum modo, essa dificuldade pois revelaram que as proto-asas são excelentes termorreguladores, o que pode justificar a sua selecção. Actualmente as asas dos insectos desempenham essas duas funções.

Os principais críticos às teorias darwinistas consideram que estas não permitem explicar a macroevolução (diversificação dos grandes grupos), apenas explicando a microevolução (diversificação das espécies).

Deste modo, foram surgindo teorias alternativas, ainda não comprovadas, baseadas na teoria de Darwin mas com algumas alterações:

  • Neolamarckismo – o motor para a evolução seria a intervenção do meio sobre o genótipo, fazendo aparecer novos genes ou alelos. Este facto seria possível por acção de mutagénios, que aumentariam a taxa de mutação. No entanto, a principal dificuldade desta teoria é o facto de um aumento do número de mutações não conduzir a uma evolução direccionada pois as mutações continuam a ser aleatórias;
  • Teoria neutralista – esta teoria considera que o papel da selecção natural se reduz ao de eliminar as mutações negativas. Segundo esta teoria a maioria das mutações seria neutra do ponto de vista adaptativo, podendo fixar-se na população sem qualquer vantagem para os indivíduos delas portadores;
  • Teoria do equilíbrio pontuado – segundo esta teoria, a evolução decorreria em curtos períodos de alterações bruscas e radicais, em que se formariam numerosas espécies (a maioria das quais acabaria por se extinguir), intervalados por longos períodos de calma e de evolução muito lenta das espécies sobreviventes. As espécies novas seriam formadas por pequenas populações marginais da espécie-mãe, onde as mutações se espalhariam rapidamente. Neste caso, a sobrevivência da espécie não se deve exclusivamente à “sobrevivência do mais apto” mas também um pouco ao acaso.

Existem Mutacoes Geneticas? Seriam Elas as Causas da Evolucao e dos Defeitos, como as Doencas? Veja Sugestao da Matrix/DNA

domingo, outubro 16th, 2016

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(extraido de um post no debate em:

https://www.youtube.com/watch?v=gHbYJfwFgOU

Are there mutations? Yes, same mutations occurring in embryogenesis, when a fetus becomes embryo. There are mutations on your own body just now, when the teenager becomes adult, the baby turn on to be a kid…You need to understand that biological systems (aka “life”) were produced by the forces and elements of this galaxy – the Milk Way. We have seen that neither the planet, neither the solar system had all necessary elements for this production. Galactic natural forces and elements produced here the genetic process because the genetic process – in a mechanistic and electromagnetic shape – was occurring at cosmological evolution, when the nebulae of atoms evolved to a star system, for example.So, the galactic motive for producing biological systems here is reproduction of a galactic system, by genetic process. But the embryogenesis of galaxies occurred in a very different environment and that time there was only the solid and gaseous state of matter. No chemistry, organic. That’s the cause of difference between a galaxy and a cell system, but most of apparent differences is due our standard academic model of galaxies are far away of being true. So there are mutations, or by chance, or previous naturally designed. When a mutation comes by chance, it can be selected and kept if fits in the model that are being reproduced; if not, it is discarded.The Matrix/DNA model of galaxies ( which shows a light cover of biological phenomena) suggests that the galactic reproduction as biological system finished at the monkey. Then, upon the monkey arrive information for a bigger kind of reproduction, a universal one, which brought the phenomena of the mind, or consciousness.So there is no magical creation, neither accidental creation. There is the normal natural flow of this universal Nature.

 

“Mutação Genética” Está Para Cientistas Modernos como “Deus” Está Para Religiosos: Retardando o Avanço do Conhecimento

domingo, setembro 7th, 2014

Cada vez mais encontramos explicações vindas do meio acadêmico para os eventos da evolução na simples e taxativa resposta: mutação genética. Em relação ao meio-ambiente, as mutações não acontecem todas por acaso, são meros resultados de convergências de forças e elementos naturais ao mesmo ponto no tempo/espaço. Em relação ao ser vivo em que ocorreu a mutação, ela foi produzida pelo acaso, ou seja, não foi produzida por um desejo, uma vontade, e uma direção do ser vivo.

Pergunte por exemplo a uma mente formada e treinada nas universidades, como e porque fêmeas répteis se transformaram em mamíferas.  Porque passaram do estado do “botar os ovos foras abandonando a prole à própria sorte”, para “o estado do manter os ovos dentro, aguentando a gravidez, nutrindo -os até o  nascimento da prole”.  Certamente esta mente vai trazer para mesa as evidencias que a Ciência tem. Temos aqui o fóssil e até uma analise da parte mole do organismo de um réptil botando os ovos fora. Temos aqui outro fóssil de um réptil com uma pequena mudança no formato dos “quadris”, indicando retardamento na abertura do canal por onde saem os ovos. E assim por diante, está racionalmente, incontestavelmente descrito como o evento todo, da transformação de réptil em mamífero ( na verdade a descrição se desdobra trazendo para a mesa fósseis de outros tipos, como animais aquáticos, pássaros, etc., mas isso não importa agora). Com essa descrição, e mais a evidencia trazida à mesa de que ocorrem mutações genéticas, encerra-se a questão. Como aconteceu tudo isso? Ora, os fósseis responderam. Porque aconteceu tudo isso? Ora, mutações genéticas responderam. Porque aconteceram estas mutações genéticas? Ora, existem as mudanças ou mutações no meio-ambiente. E porque existem mutações no meio ambiente? Devido ao livre fluir de simples fôrças físicas.

Eu respeito estas respostas. Elas fazem sentido racional e não tenho evidencias para refuta-las. Tenho argumentos racionais contra elas, mas não respaldados em provas. Poer exemplo, refuto que uma súbita mutação estreitando o canal da saída dos ovos iria manter ovos no meio de uma massa celular dentro do organismo que seria um incomodo e depois quando destes ovos brotassem os filhotes, eles iriam comer essa massa celular, e quiça o organismo, por dentro. jamais a seleção natural teria selecionado o ser alvo dessa mutação. Ao contrario, o organismo todo responderia com um esforço para expulsar os ovos, recuperando a antiga capacidade de abrir o canal. O animal seria totalmente contrario a essa mutação, todo seu esforço seria contra ela, e ela teria sido imposta de fora para dentro rompendo todos os bloqueios do organismo. Nunca vi outra situação semelhante.

Respeito as evidencias, porem, não gosto desta “visão do mundo”, que começa e termina no livre fluir das forças físicas. Não existem evidencias de que as forças universais são livres, ou estariam canalizadas para produzir um resultado ultimo, como em todo evento de reprodução, forças externas aos ovos já determinaram um caminho para as forças internas.  Bem… quando inseri aqui a palavra “gosto”, saímos do reino da Ciência e do mundo acadêmico moderno. O Universo não dá a minima para os gostos de um humano, não se deixa dirigir por eles. Mas tambem o Universo não deixaria livre suas forças só porque o pessoal do meio acadêmico “gosta” disso. E não gosto dessa visão de mundo tambem porque eu conheço uma outra visão de mundo que elas não conhecem, a qual penso que é mais racional. Na qual, as forças internas do Universo são canalizadas para um objetivo determinado pelas fôrças externas do Universo. Ou seja, eu apresento como evidencia um fato real, natural, provado e conhecido por todos – o que acontece com os ovos aqui e agora, para defender a minha interpretação do que acontece com o Universo, que nesse caso, funcionaria tambem como um ovo.

Não gosto tambem porque vejo nesse nome, nessa dupla de palavras criadas por humanos – mutações genéticas – o mesmo que sinto quando os misticos proferem a palavra criada tambem por eles – milagres supernaturais – e nesta outra dupla – fôrças físicas – o mesmo que sinto quando os misticos proferem a palavra “Deus”. A crença em Deus e milagres como resposta absoluta interrompeu, retardou o avanço do conhecimento sobre a Natureza por quase dois mil anos, e a crença no absolutismo das forças físicas e mutações genéticas deflagradas por elas está desviando a atenção do humano do real caminho a ser trilhado na busca de mais conhecimento da Natureza.

A minha interpretação do mundo se apóia nas mesmas evidencias trazidas à mesa pelo pensamento acadêmico moderno. Se apoia em mesmas leis e processos comprovados pela Física e pela Biologia. Apresento um modelo astronomico – certamente “teórico”, ainda – mostrando que antes de aparecerem répteis e mesmo a vida na Terra, o criador da vida na Terra, que foi o sistema a que ela pertence,  já tinha em si estas duas fases da evolução de todas as formas de sistemas naturais, estes dois processos – o dos ovos botados fora e o dos ovos mantido dentro. E já anda adiantado o modelo teórico sugerindo que isso acontecia já antes do aparecimento das galaxias, dentro dos sistemas atômicos que compunham a primordial nebulosa de átomos. E que as informações para os dois processos estão registradas no DNA desde seu aparecimento na Terra, localizadas na região chamada de “DNA-Lixo”.

Se a Natureza já fazia isto antes, para que iria precisar de mutações ao acaso para repeti-lo? Se algo ocorre mais que uma vez, não é mais acaso, existe um padrão por trás disso. Se as forças físicas repetem uma tarefa, coloca-se em duvida de que elas sejam realmente livres.

Mas… tenho que reconhecer que ei caí na mesma armadilha dos meus adversários de interpretações do mundo.  Se para uns a palavra Deus resolve tudo, para outros a crença de que “do Nada veio Tudo” resolve tudo, para mim a cada dia mais está crescendo uma odiada crença: a de que a Matrix resolve tudo. Certamente eu estou errado, em algum ponto na minha investigação cometi um erro de calculo, e tenho que procurar este erro antes que seja tarde demais, antes que a crença se apodere do meu raciocínio e minha racionalidade seja interrompida na sua evolução, como acontece com meus dois adversários. penas que eles não estão abrindo sua alma e trazendo-a para a mesa para tentarem se consertarem também ( para quem quiser uma explicação detalhada sobre como e porque o réptil se transformou em mamifero, sugiro dar uma olhada num artigo aqui neste website ” Como e porque um reptil se transformou em mamifero! – See more at:  http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=10

Uma Maneira Fácil de Saber Uma Mutação Genética Causadora de uma Doença

quinta-feira, setembro 4th, 2014

Produções naturais como o corpo humano, o código genético, a sincronizada órbita dos astros, etc., parecem-nos tão perfeitos que desconfiamos ser obra de alguma inteligencia superior. Mas doenças mortais  no corpo humano são causadas por um momento instantâneo de imperfeição que nos deixa inconformados. É o caso de uma mutação genética: como pode algo tão minusculo, tão insignificante, um evento que ocorre em milionésimos de segundos, torturar um ser humano até a morte? Claro que nossa imediata reação é pensar: se a causa é tão simples, tão minuscula, nós podemos vencê-la, elimina-la. Mas séculos de insistente esforço, trilhões de toneladas de energia humana investida, e ainda não conseguimos vencer esse evento tão absurdo (Veja como esse evento ocorre no video com link abaixo).

Agora com a nova Teoria da Matrix/DNA surge uma descoberta que pode ser explicada de maneira fácil de entender. Imagine se você visse um individuo que tivesse a metade da face de uma pessoa e a outra metade da face de outra pessoa. A metade esquerda da face é Marilyn Monroe e a outra direita é Madonna… Uma proposta de louco, não é? Mas é exatamente isso o que acontece numa mutação genética causadora de uma doença mortal.

Para entender facilmente, vamos trazer para cá a fórmula que a Natureza tem usado desde o inicio dos tempos para montar suas arquiteturas, tais como as faces humanas.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Fórmula da Matrix/DNA no seu estado como sistema perfeito fechado, versão “diagrama de software”

Como está explicado em centenas de artigos neste website, esta fórmula originada de uma simples onda de luz natural, é o “template”, a fôrma, que modela a matéria, criando arquiteturas. A face humana, sendo uma arquitetura natural, tem que se encaixar nesta fórmula. Então vemos que a fórmula é dividida em duas partes, as quais são simétricas entre si, como são as duas meias-faces humanas. A boca e o nariz são F1, dois olhos são F3 e F5, duas orelhas são F2 e F7, e F4 será a testa alojando o cérebro, ou ainda uma divisão entre boca e nariz. ( lembre-se que a fórmula é plastica e tambem está sob evolução, ou seja, ela pode apresentar variações na aparencia  em novo ambiente e materiais inóspitos, mas as funções universais é o que interessa, e são sempre mantidas). A figura representa a Matrix no seu unico momento na História Natural Universal quando ela alcançou o estado de perfeição maxima, que foi quando ela construiu as primeiras galaxias originais: isto significa que a face humana já estava desenhada nas estrêlas desde as origens do Universo.

Mas essa é a face de todos os sistemas naturais, portanto é tambem a “face” dos nucleotideos, a unidade fundamental de informação no DNA, que em si é um sistema funcional completo.  Na dimensão dos nucleotideos acontecem os eventos das mutações que deflagram as doenças. Vamos trazer a figura para cá:

 

 

A unidade de informação do DNA é composta de 4 nucleotideos, conectados horizontal e verticalmente. Olhe para a figura acima, conte duas bolinhas alaranjadas, e separe-as mentalmente do resto: aí está um dos maiores mistérios deste mundo, uma unidade de informação, que é a Matrix encarnada. Veja o esforço de adaptação na evolução de uma arquitetura astronômica que foi feita no espaço sideral,onde tem a ausência gravitacional e apenas com os estados sólido e gasoso da matéria, sendo remodelada para as condições terrestres, com um estado a mais da matéria – o liquido – sujeito ao peso da força gravitacional, e note como a fórmula é flexível, plástica. Como um cone no céu, com uma abertura em baixo e outra em cima, para a passagem da matéria estelar, se remodelou na forma dos narizes para executar a mesma função sistêmica, tornando-se meio cone com os dois buracos lado a lado, mas também com o ar entrando e saindo, pois a função é a fôrça invisivel que nos interessa. Como mudou o método de triturar blocos de rochas estelares jogando uns contra os outros por fôrças magnéticas no espaço sideral, pelo método de triturar  matéria através de maxilares móveis e dentes. Afinal, foram 10 bilhões de anos de evolução entre a forma que estava a face cósmica no céu, e a forma da face humana que vemos hoje na Terra. Então, as duas moléculas de açúcar da haste esquerda são F1, as duas da face direita são F4, as 4 bases são as outras 4 F’s. O que pode ser mantido de forma da arquitetura ancestral é mantido nos descendentes, assim a forma espiral da galaxia se manteve na forma espiral das orelhas, o trabalho com a lus no céu feito pelas estrêlas se manteve nos receptores da luz na face humana, a íris dos olhos. E assim por diante.

Entenda que assim como existe a espécie humana composta hoje de 8 bilhões de indivíduos diferentes entre si, nucleotideos são tambem uma ‘” espécie”, nossa ancestral, a forma como estavam os seres vivos s 3 bilhões de anos atrás. O DNA seria a “Humanidade” dos nucleotideos, pois ele contem milhões ou bilhões de individuos da espécie dos nucleotideos, tambem cada qual diferenciado entre si. As diferenças entre indivíduos humanos é notável principalmente nos traços da face, assim devem ser os nucleotideos. Esta área é denominada em Ciências como SNP – Single Nucleotide Polymorphisms, ou seja, as muitas formas de nucleotídeos, onde está tambem a raiz de muitas doenças mortais, por isso estou tentando estudar esta área com muito carinho. Como define a Wikipedia, “The importance of SNPs comes from their ability to influence disease risk, drug efficacy and side-effects, tell you about your ancestry, and predict aspects of how you look and even act.”

Quando a Natureza produz um novo tipo de sistema natural, Ela começa por F1, com a energia em crescimento, produz primeiro a face esquerda, e daí a energia cai pela entropia, mas o fluxo de informação continua à frente, se encurvando para baixo, e produz a face direita, como cópia da esquerda ( observe isto na fórmula). Primeiro, na Terra, surgiu o RNA, que é apenas a metade esquerda da face, depois essa metade se duplicou e surgiu o DNA, a face completa. Porem…

Na fórmula a divisão e duplicação é feita por F5, cujo ponto na circunferência da meia-lua esquerda cai em cima do numero 1,618, o numero PHI, por isso encontram esse numero toda vez que descobrem uma destas incríveis simetrias que dota as coisas com a beleza. PHI é responsavel pela bi-lateral simetria, mas ele faz isso de forma muito simples, apenas reproduzindo o que já foi feito. Por não saberem disso levaram a coisa para o lado místico e cunharam adjetivos como “A Sagrada Simetria”, etc. No céu, quem executa a função de PHI  são os pulsares ao emitirem cometas, na célula é o elemento proteico ou enzimático ( me escapou o nome cientifico da coisa agora. Qual seu nome mesmo?), que passa ao longo da fita do DNA dividida e vai adicionando nucleotídeos simétricos aos já existentes ( veja bem isso no vídeo com link abaixo).

Por algum raio de causa desconhecida, na duplicação do DNA, o elemento duplicador erra ao pegar um nucleotideo simétrico e pega outro, e vai continuando seu trabalho sem notar o erro feito. Está aí a absurda ação, um evento ocorrido em milionésimos de segundos, que vai mais tarde levar um humano ao leito da morte! O resultado é uma meia face esquerda com uma aparência colada a outra meia face direita com outra aparência . Claro que isso não pode funcionar direito. No começo da nova vida a face deformada tenta sobreviver, mas  vão sendo tantos os desgastes de encaixe que num certo momento tudo emperra.

Preciso ainda investigar melhor este vento, sob a luz do conhecimento que nos tras a fórmula da Matrix/DNA. Pois existe no núcleo celular uma diferença de método de montagem da face em relação ao método que foi aplicado na galáxia e na origem do DNA. Naqueles, vemos claramente que a face direita é resultado mera continuada do fluir do fluxo de informação ao chegar em F4 e se dirigir a F6, e no nucleo celular as duas metades de face são montadas separadamente. Isto é facilmente notável em outras situações já observadas, pois sabemos que as unidades essenciais de informação da Matrix, que são os fótons de luz, ao emigrarem para um novo ambiente, juntam-se primeiro em pedaços, pacotes, e apenas depois se juntam os pedaços formando o todo. O que acontece com a desastrada enzima montadora é que parece às vezes que ela se embriaga e liga a metade de uma face com outra metade de outra face. sem observar a face grotesca resultante.

Claro que isso não pode ser obra de um “Inteligente Designer”. Mas tambem a Matrix/DNA tem derrubado todas as teorias de fenômenos naturais sendo produzidos exclusivamente pelo acaso dentro de sistemas naturais, então este erro tambem não deve ocorrer por acaso. Ele tem que ter uma causa racional. É esta que precisamos descobrir e salvar os seres humanos de uma vez por todas destas terríveis doenças mortais tradicionais, como o câncer, as diabetes, etc. Talvez o elemento duplicador esteja com defeito, mas aí vamos apenas transferir o problema: qual a causa do seu defeito? Na maioria das vezes, quando se pensava que um evento fora obra do acaso absoluto, a Matrix/DNA mostrou um elemento invisível que a Humanidade geralmente ignora, como agente da causa: um sistema natural superior na escala hierárquica, ou então, a identidade do sistema onde ocorre o defeito, que por algum motivo, está desregulada. A identidade do sistema “corpo humano” é a psique com seu cérebro. Sabemos que existe um complexo mecanismo de correções de erros na duplicação genética, e algo nos leva a supor que essa correção de erros foi desenvolvida pelo sistema e não pelos elementos genéticos. Algo pode estar desviando a atenção automática da entidade do sistema mantenedora deste mecanismo. Mas como disse, pode também a causa ser uma força externa vinda através do meio ambiente, o qual é criado e modelado e mantido por outro sistema, maior. Ou ainda. a causa ser uma força externa vinda de um sistema minusculo, menor… como os virus, as bactérias… Podem atacar o centro de confecção destes elementos de maneira que o mecanismo corretor perca o controle da qualidade.

Descobrimos agora uma nova maneira de ver o problema. Que nunca ninguem tinha visto por esta perspectiva. O resultado de uma mutação errada é um individuo da espécie dos nucleotídeos com a face deformada, e a tendencia desse individuo é ser um criminoso dentro da espécie, um terrorista, com enorme poder de fogo, pois muitas vezes ele vence a espécie inteira. Uma espécie de Frankenstein. Será que este também é criado por nós mesmos?

Link para o video:

DNA Mutation

https://www.youtube.com/watch?v=kp0esidDr-c 

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Meu comentario postado no Youtube: 

Louis Charles Morelli – 9:33 AM – September 04, 2014

Thanks, Mr Cong, great job for a better Humanity. There is a new way of interpretation about the point of mutation that can improve our knowledge about it.

Can you imagine a person with half face of Marilyn Monroe and half face of Saddam Hussein? This is the final “face” of a nucleotide with a error mutation. The fundamental unit of information of DNA has a “face” with the same configuration of human face ( of course, DNA is the designer of all faces). The method for building this face is making first, the left half. If evolution stops here, we have only RNA. But the goal of Nature was to reproduce the universal Matrix formula, which have a complete face. Then, starting with RNA, the left face was reproduced as the right side, and it calls DNA. But, these units of informations are complete working systems, then, the cause of this error must be about the system and not a local event by chance. ( A complete explanation can be read at Matrix/DNA website).

Evolucao: Simples Selecao de Mutacao Cega ou Simples Macro-Metamorfose do Sistema Natural Universal?

terça-feira, junho 9th, 2009

(Voltar aqui e desenvolver esta tese que me ocorreu quando ia entrando na banheira, sai’ correndo pelado ainda e vim registra-la no computador para nao esquece-la para sempre. Parece muito importante.)

Topicos:

1) A larva se metamorfoseia em borboleta, rapidamente, num periodo curto para nos, tanto que podemos assistir todo o processo. Mas e se fossemos particulas vivendo apenas 17 bilionesimos de segundos? Todo aquele processo em que entram dezenas ou milhares de mecanismos produzindo sucessoes de centenas de eventos, para uma particula como observadora, cada pequenino detalhe ou evento teria ocorrido por acaso ou simples causacao por forcas fisicas e teria demorado milhoes de nossos anos para SE FIXAR COMO MUTACAO NUMA ESPECIE.

Agora, mudando de angulo de observacao, nos como humanos, cremos que as especies se transformam por mutacoes ao acaso ou causacao das forcas fisicas e registramos que uma mutacao pode ser selecionada e transferida para proximas geracoes, mas isto toma as vezes milhoes de anos para a mutacao se fixar definitivamente no DNA da especie. Porem, o ciclo vital de qualquer especie pode se contar nao apenas em milhoes, mas em bilhoes de anos (bacterias surgidas a 3 bilhoes de anos atras ainda existem, nao e’?), enquanto nosso metodo cientifico de observacao nao tem mais que mil anos, o que nao significa mais que um segundo num evento mutacional da especie.

2) desde que o Universo surgiu, tem existido um processo de macro-evolucao de apenas uma especie de organizacao da materia, uma especie que denomino “o sistema natural universal”. Este sistema pode muito bem ser uma especie que apresenta metamorfoses, como a larva se transformando em borboletas, e’ razoavelmente pensavel que uma “larva astronomica”, denominada LUCA, se transforme numa forma evoluida, denominada “sistema biologico”, cujo primeiro exemplar completo foi uma celula viva.

2) A transformacao de reptil em mamifero, o processo de forcar os ovos dentro ao inves de atira-los fora, se tornaria muito mais aceitavel e inteligivel se o vissemos como um evento de macro-metaforse da macro-evolucao.  

O Sistema Solar nao e’ um Sistema

quarta-feira, maio 20th, 2009

Uma galinha com os pintinhos embaixo de suas asas. Aquilo e’ um sistema familiar?

Um sistema e’ formado por um nucleo e as partes. Tem que existir uma interacao, uma troca de quaisquer coisas, entre o nucleo e todos os elementos das partes. Num sistema as partes, alem de todas interagirem com o nucleo, elas tem que se interagirem entre si. cada uma cede coisas iguais ou diferentes a cada uma das outras, e recebe coisas iguais ou diferentes de todas as outras. Cada componente de um sistema executa uma funcao, unica e especifica, intransferivel, imprescindivel para o sistema inteiro funcionar. Cada elemento e’ a encarnacao de uma funcao universal.

Vamos agora ao sistema solar. O Sol cede energia e acomodacao estavel gravitaci0nal  a todas as partes. Cede tudo isso `a Terra. E o que a Terra cede em retorno? Qual a funcao da Terra no sistema? Em que a Terra interage com os outros planetas?

A  mamae Canguru cede energia na forma de leite, e a acomodacao de sua bolsa que acalenta os filhotes. E o que os filhotes cedem `a mamae canguru? Aquilo se parece com a familia humana? Poderiamos dizer que aquilo e’ um sistema familiar?

A analogia entre o sistema solar e a galinha com seus pintinhos, e a mamae canguru com seus filhotes, nao e’ fortuita, ao acaso. Esse fenomeno existe na Terra porque ‘e uma copia do ceu, e’ uma heranca genetica de LUCA. Tanto que aqui, na Teoria da Matriz, aquela definicao da Teoria Standard Nebular, de que “estrelas sao horrendas fornalhas nucleares” muda da agua para o vinho: “Estrelas sao maes atarefadas em amamentar os seus rebentos e mante-los acomodados e aquecidos debaixo de suas longas asas gravitacionais”. E isso e’ mentira?

Um sistema familiar real, completo, que funciona, tem que ter o nucleo e pelo menos mais cinco partes executando funcoes especificas universais. Portanto este sistema teria que ter: 

a) Um casal nuclear, encarnando a funcao recriadora, recicladora, e mantenedora;

b) Um “baby”, representando a funcao de garantia da perpetuacao da especie;

c) Uma crianca, garantindo a funcao de crescimento do individuo da especie;

d) Um adolescente, garantindo a afirmacao e assimilacao dos acrescimos de complexidade emergentes desde as atividades laborais e criadoras dos adultos e velhos, alem de servir da fase transicional para a funcao reprodutora;

e) O adulto de meia idade, encarnando a funcao mantenedora;

f) O idoso senil encarnando a funcao entropica para limpeza do sistema das partes exauridas em seu uso e atingidas em seu limite evolutivo;

A maioria das familias nao formam este sistema aberto perfeito, mas mesmo assim o sistema familiar deu seu salto evolutivo para o emergente sistema social porque, na soma de todas as familias-sistemas incompletos, todas as funcoes encontram formas que as representam.

Mas uma curiosa licao poderiamos tirar imaginando se o sistema familiar tivesse imitado fielmente o sistema fechado ancestral LUCA. Nesse caso o sistema seria fechado em si mesmo e se auto-reciclaria. Como fica? Desde a crianca ate’ o idoso senil nada mudaria, mas a setima funcao universal teria que se fazer presente constantemente, o que significaria que permanentemente o sistema teria que estar produzindo um cadaver… e tanto o casal nuclear como o “baby” estariam “comendo” esse cadaver. Assim o circuito do ciclo vital fluiria eternamente. Mas voces acham macabra e sem graca essa ideia de comer cadaveres?

Na verdade, todos os seres humanos sao canibais: eu, voce, a sua avo… Pois deixa-me supr que seu nome e’ Pedro, ou Maria, e estas com 40 anos de idade. Onde esta’ agora aquele garoto chamado Pedrinho que brincava nas ruas daquela cidade do interior? Onde esta’ a Mariazinha e cade suas bonecas? Vamos la’ naquela cidade agora, perguntar `a populacao o que foi feito do garoto, da garota. Vao dizer que nao existem mais. Mas entao cade seus corpos, ou ao menos, seus cadaveres? Enterrados em qual cemiterio? O garoto esta dentro de voce, foi consumido por voce. Para que a Maria de 40 anos existisse, teve que desaparecer a mariazinha de 10 anos. So’ existe um adulto se sumir uma crianca. Somos canibais, mas isto e’ inevitavel, a maldicao veio dos ceus. La’, todo individuo maior “come” o menor, ou o mais idoso come o menos idoso. Planetas desaparecem dentro de pulsares, pulsares desaparecem dentro de estrelas, etc. E os cadaveres desaparecem dentro do casal nuclear e o que sobra dele, vai para o baby.

Este mundo, quando analizado assim, a frio e nu, muda de cara. Muita coisa jamais imaginada existem debaixos de nossos olhos cegos que nao as ve. So’ mesmo LUCA vindo e esfregando estas verdades na nossa cara. Tal como essa de que o “sistema” solar nao e’ sistema coisa nenhuma. O primeiro sistema de verdade, real, que surgiu no mundo, foi o sistema biologico. Antes dele, atomos, estrelas, galaxias, nunca chegaram a constituir sistema, todos foram passos e formas significativas na grande obra da natureza que tinha por fim construir finalmente um sistema.  Tanto o sistema biologico e’ tao grande novidade na historia da macro evolucao universal, tao notavel foi a mutacao com ele ocorrida, que nos o denominamos “Vida” e o separamos do resto da evolucao do mundo. Mas fizemos isso porque nao conheciamos LUCA. Mutacoes notaveis sempre ocorreram, como a do sistema celular para os individuos multi-celulares, ou a dos repteis em mamiferos. Que mutacao notavel! E porque nao separamos os mamiferos do resto da evolucao dos animais?! 

Temos cometido muitos erros, a maioria devido a ilusao enganosa das aparencias. Vamos comecar a corrigi-los? Nao existe sistema solar. Quando muito poder-se-ia dizer que existem protos ou pre-sistemas estelares. Estes erros prejudicam e viciam a educacao dos estudantes.

Um verdadeiro