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A Ciencia nunca obteve material do nucleo da Terra – Teoria da Formação dos Planetas

segunda-feira, dezembro 12th, 2016

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Informacao importante para a Matrix/DNA Theory:

“People study these to figure out what’s going on at the center of the Earth,” Corrigan said. “We are never going to get samples from the core of the Earth,” — no human drilling operation has even gotten halfway through the crust to the mantle — but these are the next best thing. ( Cari Corrigan, Smithsonian geologist )

https://www.washingtonpost.com/news/speaking-of-science/wp/2016/12/07/this-hidden-smithsonian-vault-contains-the-oldest-things-in-the-solar-system/?utm_term=.7e04cca7eef9&wpisrc=nl_science&wpmm=1

 

Busca da Vida no Interior da Terra

segunda-feira, março 7th, 2011

Existe muita literatura de místicos sugerindo que existem extraterrestres virtuais vivendo no nucleo da Terra, e apesar de eu não acreditar nisso, até que faria sentido se dissessem que estão vindo aqui colher um tipo de energia especial que apenas o nucleo da Terra possue nesta galáxia. Pois que êsse nucleo seja especial, diferente ao menos dos outros planetas do sistema solar, não me resta muita dúvida, pois de alguma forma êle contribuiu para as origens e manutenção da vida aqui.

Mas vamos falar de coisa mais real que pode nos fornecer algo util aqui e agora: trata-se da busca da vida terrestre mesmo, óbviamente microbiológica no interior da Terra.

A vida já foi encontrada em camadas muito profundas da crostra terrestre, a c6erca de 1.600 metros desde a superfície! Mas cientistas do projeto Deep Carbon Observatory receberam mais financiamento da Alfred P. Sloan Foundation para a busca em regiões ainda mais profundas.  “Vinte anos atrás, a idéia de que poderia existir uma biosfera subterrânea era exótica e provocava risos. Mas agora sabemos que essa biosfera existe de fato, porque para qualquer lado que se perfura o solo encontra-se vida.” disse Robert Hazen, um cientista do Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, e que está trabalhando no projeto.

Os cientistas acreditam que os micróbios subterrâneos, alguns deles isolados da superfície da Terra desde antes do alvorecer da humanidade, exerce influência nos mecanismos fundamentais de funcionamento do interior do nosso planeta. Os micróbios processam o carvão de forma relativamente rápida, tornando-os importantes no ciclo do carbono. “Queremos ver se conseguimos ter microbiologistas em cada local de perfuração profunda para que possamos colectar amostras antes que eles possam estar contaminados“, disse Hazen. “Estamos a aprender coisas fascinantes sobre uma biosfera que vive em condições muito diferentes da nossa.”

Comentário da Matriz/DNA

Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o núcleo de planetas possue partículas que foram “treinadas e condicionadas” nas origens da galáxia quando o primeiro sistema se organizou com astros cujas formas foram modeladas pelo ciclo vital. Portanto tais particulas (que devem serem fotons) são uma espécie de memória ( precursora da memória biológica) e se juntas novamente na mesma orfdem que estavam nas origens elas recompõe a configuração daquêle sistema. Acontece que esta configuração é exatamente a fôrma primordial da configuração do nucleotideo – a unidade fundamental de informação do DNA. Portanto, se estiver for comprovado correto, no nucleo dos planetas está o código cósmico precursor do código genético biológico. Esta a idéia da Matriz; o Universo todo possui um código organizador da matéria em sistemas, uma Matriz, a qual tem como sua forma biológica e representante entre nós, o DNA.

Mas planetas ocupam a posição de F 3 no diagrama/software da Matriz/DNA e apesar de que em qualquer ponto do circuito sistêmico se encontram tôdas as informações do sistema, no ponto do planeta se expressa mais fortemente as funções iniciais, 1,2 e 3. Deve haver alguma expressão mais fraca de F4 e mesmo F5, mas para uma forma primordial de sistema biológico estas duas pouco influenciaria. Este trecho do circuito relativo à meia-face esquerda da Matriz pode produzir um protótipo de sistema biológico mas muito precário, dificilmente capaz de se reproduzir, como acontece com os virus. E deve apresentar apenas a metade ou menos dos 20 aminoacidos que são necessários para uma vida completa. Portanto, tendo em base a teoria da Matriz/DNA tem-se uma previsão do que deverá ser encontrado, mas o mais importante, os modêlos da teoria pode orientar  a pesquisa e evitar que se deixe de perceber compostos simples ou moléculas orgânicas.

A seguir o texto em Inglês registrado para futuras pesquisas e aguardando tradução.

 The Hunt For Earth’s Missing Carbon

An international team of scientists begins a ten year survey of the ‘most important element’

Feb 20, 2011

By Eric Betz, ISNS Contributor

Inside Science News Service

 (ISNS) — Deep beneath the surface of the Earth, a vast and unseen community of strange, microscopic lifeforms quietly subsists on the heat rising from our planet’s interior.

In its total mass, this life might rival all that walks, crawls, stands, swims and soars above it, but scientists don’t know for sure. Life has already been found in the deepest layer of Earth’s crust, nearly one mile down, but scientists expect to find life thriving even deeper. Studying mysteries like this one is a task for the Deep Carbon Observatory, a new project that will search out not just life but everything carbon-related that lies beneath our feet.

“Twenty years ago, the idea that there was a deep underground biosphere would have been laughed at,” said Robert Hazen, a research scientist at the Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, D.C., and leader of the Deep Carbon Observatory. “But we now know there is, because anywhere you drill you find life.” He spoke about the project on February 20 during the American Association for the Advancement of Science meeting in Washington, D.C.

Now in the first year of its planned decade-long existence, the Deep Carbon Observatory aims to reshape our fundamental understanding of carbon’s role in the biology, chemistry, and physics of Earth’s interior. Unlike typical astronomical observatories, which consist of a single instrument at a fixed location, the Deep Carbon Observatory will be a distributed operation, requiring a wide variety of instruments installed at locations around the world.

“We really don’t know to a factor of 20-30 how much carbon there is in our planet,” Hazen said. 

Carbon is among the most important chemical elements to humans. It forms the basis of life as we know it, is the central ingredient in many energy sources and plays a key part in our climate. In a planetary-scale machine called the carbon cycle, the element circulates among the oceans and atmosphere, into and out of the Earth’s crust, and through living creatures that take it up, chemically process it, and redeposit it back into the planet. But even this immense cycle is thought to contain only a small part of total amount of carbon in our planet, with the rest locked deep beneath the surface.

“When you step back and ask fundamental questions about carbon in the Earth,” said Russell Hemley, also of the Geophysical Laboratory and co-leader of the program, “you realize there is a great deal that we do not know about this important element.”

Scientists believe that the subterranean microbes, some of them isolated from Earth’s surface since before the dawn of humanity, crucially influence the engines that drive our planet’s interior. The microbes process carbon relatively quickly, making them an important step in the carbon cycle. But the team behind the Deep Carbon Observatory says the project could also answer questions about many other issues.

The observatory is being funded by the Alfred P. Sloan Foundation, which has previously supported similarly large and ambitious science projects. The Sloan Digital Sky Survey, for example, has investigated the mysterious, universe-filling dark matter and dark energy, which are thought to be responsible for invisible effects of gravity and the cause of the increasing rate of expansion of the universe, respectively. The Census of Marine Life recently completed a survey of the abundance, diversity, and distribution of ocean life. Together, these programs cost hundreds of millions of dollars.

Still in its infancy, the Deep Carbon Observatory has yet to make any big discoveries. Efforts so far have mostly focused on galvanizing interest and participation by governments, industry, and geoscientists across the globe.

Some of the instruments envisioned for the observatory don’t even exist yet. One device the scientific team hopes to develop is a small detector that can be placed on an active volcano to measure the amount of carbon it releases. Other instruments will extract data from existing resources, like the world’s deepest drillshafts and mines.

“We want to see if we can get microbiologists on site at every deep drilling site in the world so we can collect samples before they can be contaminated,” Hazen said. “We’re learning fascinating things about a biosphere that lives in very different conditions than we’re familiar with.”

The goal of the project is to answer basic science questions, but industry already has its eyes on the research. In the past year, two of the world’s largest natural gas reserves have been discovered off the coasts of Israel and Brazil. Hazen says his team has plans to study these methane reservoirs to see if the gas has its origins in biological processes underground, or high-pressure chemical reactions occurring at great depths. Last summer, scientists from the Shell Oil Company, which is a participant in the project, hosted a Deep Carbon Observatory workshop aimed at identify research directions.

“Science is not cataloging all the things we know, it’s exploring the things we don’t,” said Hazen. He suggested that discoveries by the Deep Carbon Observatory could lead to Nobel Prizes in chemistry and physics ten years from now. “We want to find the carbon equivalent of dark energy,” Hazen said

O Sistema Solar nao e’ um Sistema

quarta-feira, maio 20th, 2009

Uma galinha com os pintinhos embaixo de suas asas. Aquilo e’ um sistema familiar?

Um sistema e’ formado por um nucleo e as partes. Tem que existir uma interacao, uma troca de quaisquer coisas, entre o nucleo e todos os elementos das partes. Num sistema as partes, alem de todas interagirem com o nucleo, elas tem que se interagirem entre si. cada uma cede coisas iguais ou diferentes a cada uma das outras, e recebe coisas iguais ou diferentes de todas as outras. Cada componente de um sistema executa uma funcao, unica e especifica, intransferivel, imprescindivel para o sistema inteiro funcionar. Cada elemento e’ a encarnacao de uma funcao universal.

Vamos agora ao sistema solar. O Sol cede energia e acomodacao estavel gravitaci0nal  a todas as partes. Cede tudo isso `a Terra. E o que a Terra cede em retorno? Qual a funcao da Terra no sistema? Em que a Terra interage com os outros planetas?

A  mamae Canguru cede energia na forma de leite, e a acomodacao de sua bolsa que acalenta os filhotes. E o que os filhotes cedem `a mamae canguru? Aquilo se parece com a familia humana? Poderiamos dizer que aquilo e’ um sistema familiar?

A analogia entre o sistema solar e a galinha com seus pintinhos, e a mamae canguru com seus filhotes, nao e’ fortuita, ao acaso. Esse fenomeno existe na Terra porque ‘e uma copia do ceu, e’ uma heranca genetica de LUCA. Tanto que aqui, na Teoria da Matriz, aquela definicao da Teoria Standard Nebular, de que “estrelas sao horrendas fornalhas nucleares” muda da agua para o vinho: “Estrelas sao maes atarefadas em amamentar os seus rebentos e mante-los acomodados e aquecidos debaixo de suas longas asas gravitacionais”. E isso e’ mentira?

Um sistema familiar real, completo, que funciona, tem que ter o nucleo e pelo menos mais cinco partes executando funcoes especificas universais. Portanto este sistema teria que ter: 

a) Um casal nuclear, encarnando a funcao recriadora, recicladora, e mantenedora;

b) Um “baby”, representando a funcao de garantia da perpetuacao da especie;

c) Uma crianca, garantindo a funcao de crescimento do individuo da especie;

d) Um adolescente, garantindo a afirmacao e assimilacao dos acrescimos de complexidade emergentes desde as atividades laborais e criadoras dos adultos e velhos, alem de servir da fase transicional para a funcao reprodutora;

e) O adulto de meia idade, encarnando a funcao mantenedora;

f) O idoso senil encarnando a funcao entropica para limpeza do sistema das partes exauridas em seu uso e atingidas em seu limite evolutivo;

A maioria das familias nao formam este sistema aberto perfeito, mas mesmo assim o sistema familiar deu seu salto evolutivo para o emergente sistema social porque, na soma de todas as familias-sistemas incompletos, todas as funcoes encontram formas que as representam.

Mas uma curiosa licao poderiamos tirar imaginando se o sistema familiar tivesse imitado fielmente o sistema fechado ancestral LUCA. Nesse caso o sistema seria fechado em si mesmo e se auto-reciclaria. Como fica? Desde a crianca ate’ o idoso senil nada mudaria, mas a setima funcao universal teria que se fazer presente constantemente, o que significaria que permanentemente o sistema teria que estar produzindo um cadaver… e tanto o casal nuclear como o “baby” estariam “comendo” esse cadaver. Assim o circuito do ciclo vital fluiria eternamente. Mas voces acham macabra e sem graca essa ideia de comer cadaveres?

Na verdade, todos os seres humanos sao canibais: eu, voce, a sua avo… Pois deixa-me supr que seu nome e’ Pedro, ou Maria, e estas com 40 anos de idade. Onde esta’ agora aquele garoto chamado Pedrinho que brincava nas ruas daquela cidade do interior? Onde esta’ a Mariazinha e cade suas bonecas? Vamos la’ naquela cidade agora, perguntar `a populacao o que foi feito do garoto, da garota. Vao dizer que nao existem mais. Mas entao cade seus corpos, ou ao menos, seus cadaveres? Enterrados em qual cemiterio? O garoto esta dentro de voce, foi consumido por voce. Para que a Maria de 40 anos existisse, teve que desaparecer a mariazinha de 10 anos. So’ existe um adulto se sumir uma crianca. Somos canibais, mas isto e’ inevitavel, a maldicao veio dos ceus. La’, todo individuo maior “come” o menor, ou o mais idoso come o menos idoso. Planetas desaparecem dentro de pulsares, pulsares desaparecem dentro de estrelas, etc. E os cadaveres desaparecem dentro do casal nuclear e o que sobra dele, vai para o baby.

Este mundo, quando analizado assim, a frio e nu, muda de cara. Muita coisa jamais imaginada existem debaixos de nossos olhos cegos que nao as ve. So’ mesmo LUCA vindo e esfregando estas verdades na nossa cara. Tal como essa de que o “sistema” solar nao e’ sistema coisa nenhuma. O primeiro sistema de verdade, real, que surgiu no mundo, foi o sistema biologico. Antes dele, atomos, estrelas, galaxias, nunca chegaram a constituir sistema, todos foram passos e formas significativas na grande obra da natureza que tinha por fim construir finalmente um sistema.  Tanto o sistema biologico e’ tao grande novidade na historia da macro evolucao universal, tao notavel foi a mutacao com ele ocorrida, que nos o denominamos “Vida” e o separamos do resto da evolucao do mundo. Mas fizemos isso porque nao conheciamos LUCA. Mutacoes notaveis sempre ocorreram, como a do sistema celular para os individuos multi-celulares, ou a dos repteis em mamiferos. Que mutacao notavel! E porque nao separamos os mamiferos do resto da evolucao dos animais?! 

Temos cometido muitos erros, a maioria devido a ilusao enganosa das aparencias. Vamos comecar a corrigi-los? Nao existe sistema solar. Quando muito poder-se-ia dizer que existem protos ou pre-sistemas estelares. Estes erros prejudicam e viciam a educacao dos estudantes.

Um verdadeiro