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A luz tocando e influenciando a matéria na iris do olho

domingo, dezembro 9th, 2018

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Temos sensores que captam e sentem a substancia quase abstrata da luz. Porem não temos a capacidade de ver um grupo de partículas de luz ( os fótons) compondo a formula da Matrix/DNA, a qual esta em todo lugar nos organismos.

Como superar esta deficiência? Treinando ou esforçando nossos sensores naturais, depois que conhecemos a formula e sabemos que ela existe? Ou apenas pela tecnologia?

Impressionante vídeo revelando os efeitos da luz na iris humana.

https://www.facebook.com/Soubiomais/videos/227347058165552/?t=53

O Olho Humano Interpretado pela Matrix/DNA

quinta-feira, novembro 2nd, 2017

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(Artigo em construcao: Copiar e traduzir o artigo para interpreta-lo pela Matrix/DNA)

Como os Olhos Humanos Funcionam ( How the human eyes works)

https://www.livescience.com/3919-human-eye-works.html

Fromer explained that the retina is the innermost of three tissue layers that make up the eye. The outermost layer, called the sclera, is what gives most of the eyeball its white color. The cornea is also a part of the outer layer.

The middle layer between the retina and sclera is called the choroid. The choroid contains blood vessels that supply the retina with nutrients and oxygen and remove its waste products.

Embedded in the retina are millions of light sensitive cells, which come in two main varieties: rods and cones.

Rods are used for monochrome vision in poor light, while cones are used for color and for the detection of fine detail. Cones are packed into a part of the retina directly behind the retina called the fovea, which is responsible for sharp central vision.

When light strikes either the rods or the cones of the retina, it’s converted into an electric signal that is relayed to the brain via the optic nerve. The brain then translates the electrical signals into the images a person sees, Fromer said.

Matrix/DNA: Observar como a anatomia da visao imita a formula Matrix/DNA. Na retina tem dois tipos de celulas que sao sensiveis `a luz: as rods (hastes) e a cones. Rods entram em atividade para a chamada visao monocromica em pouca ou rara luz, enquanto as cones sao ativadas em forte luz normal para ver os detalhes. Quando a luz externa chega nas rods e cones da retina, ela e’ convertida em sinais eletricos ( guardar isso para a categoria Luz) que e’ emitida para dentro do cerebro por dentro do nervo otico. O cerebro entao decodifica os sinais eletricos transformando-os nas imagens que vemos. Indo para a formula, nos temos nesta o cone central e as duas hastes ligadas a ele, uma que parte dele e outra que chega a ele. Entao as celulas cone sao o F1 da formula e isto significa que as cones, e apenas elas, transformam a luz que chega em sinais eletricos, pois o cone de F1 na formula sempre faz isso: transforma o material decadente que chega nele , reciclando-o e enviando-o para ser refeito na forma do Sistema de onde ele veio. Nao sei se os oftalmologistas e outros especialistas da visao sabem disso, o que e’ muito importante para se tratar os defeitos da visao. A haste que parte e que corresponde de F2 a F4 “viaja” no quase escuro, pois na formula, as formas do corpo que viaja dentro da haste esquerda nao emitem luz (lua, planeta, pulsar). No olho, este fluxo de F2 para F4 se torna sinais eletricos. Heeeeeeiiiii…!!! Acabei de descobrir mais um fator que faz com que o nosso cerebro esquerdo esteja dominando sobre o direito: as informacoes visuais que captamos atraves da visao entram no hemisferio esquerdo e se chegam ou nao ao espelho luminosos que e’ F6, nao importa, sao informacoes que passam a maior parte de seu tempo de vida dentro do cerebro sendo processadas apenas pelo lado esquerdo! Decididamente, o0 direito nao foi feito para ajudar o humano neste seu mundo, ele e’ um fluxo de saida, uma porta aberta, um elo, para uma dimensao mais luminosa a nos paralela.

Mas surge aqui esta questao: sera que a imagem refletida dentro do cerebro se de pelas propriedades estelares de F6?! Quando F6 deve produzir sua luz propria ( talvez devido a convergencia e acumulo de biofotons), e quando estamos falando de luz que entra na visao, torna-se pensavel que F6 atue como um espelho, pois e’ luz (interna) recebendo luz (externa). O problema e’ que ainda nao identifiquei no cerebro qual o elemento que representa F6. Mas devo lembrar que nao se deve sobrepor a formula na sua posicao vertical sobre o cerebro que esta na posicao vertical normal humana, e sim, deve-se sobrepo-la horizontalmente como um meridiano da circunferencia cerebral que permanence na posicao vertical. Assim, a abertura entre os dois lados do cerebro, na posicao normal vertical, para a formula nao tem topo e base vertical, mas sim serve para ver as duas faces da formula quando ela esta deitada ( ou seja, posicao horizontal).

A retina aprenta-se como um ponto central que tem duas hastes para um lado e mais duas hastes para o outro lado. As duas hastes que descrevemos acima e que vao para dentro do cerebro estao opostas as duas hastes que do outro lado formam o olho, e estas hastes sao a cornea, sclera, e cloroid, a qual consiste no vaso sanguineo que corre no olho trazendo nutrients e levando o seu lixo, exatamente o que tambem fazem as hastes na formula. Pela primeira vez vejo a formula da Matrix assim, dupla ou duplicada, enquanto mantem apenas um nucleo. Nao sabia disso – que ela tem tambem esta propriedade – e isso abre novas pesquisas, faz rever o que foi pensado, terei que fazer um novo desenho da formula, etc.

E uma nova informacao captada aqui e’ muito importante: a formula faz a luz se transformar, ou se codificar, em sinais eletricos! Raios, o que significa isto? pensando bem isto ja estava previsto mas entao, nao seria uma transformacao ou decodificacao. Pois sinais eletricos deve significar eletrons em movimento, e eletrons sao veiculos dos fotons, e’ como se os sinais eletricos se parecam com carros passando numa avenida e tendo como motoristas, os fotons. os quais sao as particulas da luz. Devem ser as particulas da luz externa que entra no olho. Entao no olho a luz e’ decomposta em seus framentos, seus building blocks, carregados pelo nervo otico, ate chegarem ao element na parte posterior do cerebro onde os fotons se juntam novamente, reconstruindo a luz eszterna. E a luz externa, quando entrou no olho, trazia em si uma especie de holograma dos objetos refletidos, assim como conseguimos impregnar uma fita cinametografica com imagens/hologramas de objetos reais. Mas… raios, se eu estou num ambiente como um escritorio iluminado por ula lampada e olho para o espaco vazio sendo atravessado pela luz nao consigo imaginas como essa luz esta carregando imagens, ou hologramas dos objetos do escritorio. Entao a luz bate no computador, nao o atravessa e reorna para o espaco. Mas quando ela bateu no computador ela extraiu dele sua aparencia e quando eu boto na cara no meio disso tudo, meus olhos capturam ela luz retornando ao espaco, e tenho a capacidade de ver a aparencia do computador, ou um holograma do computador! A luz seria entao um oceano de uma substancia holografica, homogenea, que ao atravessar a dark matter cria bolhas dentro das quais ficam aprisionados porcoes da substancia holografica misturadas com dark matter, e dessa mistura surge massa e energia, ou seja, materia, e cada bolha, cada porcao dessa materia se tornam objetos, na forma de objetos, gasosos, liquidos ou solidos. Rompe-se a bolha, os objetos estao livres no espaco mas dentro do oceano holografico. E a substancia holografica em torno dos objetos e’ modelada pelos objetos, na forma de hologramas, os quais sao captados pela nossa visao. Sabendo-se que estes hologramas se tornam visiveis dentro do cerebro humano, suspeita-se que de alguma forma dentro do cerebro humano exista uma porcao desse oceano holografico que denominamos de luz. Sera isto a consciencia?!      

Terceiro Olho, Glandula Pineal,… Baseado no Terceiro Olho da Tuataras

quinta-feira, agosto 25th, 2016

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Para aqueles que ja conseguiram exorcizar de sua mente o espectro herdado geneticamente dos animais relacionados aos instintos de predador/presa, qual a alternativa que temos na tentativa de conduzir outros humanos a realizar tal facanha? Praticamente nenhuma desde que o estado natural desta biosfera favorece eles e nao a nos, portanto. eles tem a forssa, as sortes, os privilegios.

Talvez houvesse uma alternativa, uma esperança. A mente – ou auto-consciencia – não e’ uma heranca desta galaxia (como sao os instintos animais), ela vem de algum lugar fora da galaxia, segundo o que esta sugerindo a formula da Matrix/DNA. Acho logico supor que esta dimensao inimaginavel da mente seja superior em complexidade, poder, `a galaxia e  suas coisas internas. E parece provavel que nesta dimensao superior haja entidades – ou coisas – conscientes. E estas “entidades” devem, de alguma forma, notar quando suas “crias” comecam a desabrochar em qualquer lugar. E talvez, ao verem estas crias em serias dificuldades, poderiam ate intervir e ajudar. Nesse caso, nos teriamos alguma ajuda para afrontar os humanos apoiados pela galaxia. Mas o que isto tem a ver com o “terceiro olho”, a glandula pineal, etc.?

Duas coisas. Primeiro que forssamos nossa mente a acelerar seu desenvolvimento e para tanto precisamos forssar o aprimoramento de nossos sensores. Existem sensores que regrediram na evolucao dos ancestrais, como esse terceiro olho das tuataras. Temos que buscar informacoes sobre tudo relacionado a eles. Segundo que se possivel for acelerar o desenvolvimento destes sensores ( pelo metodo esquematico de meditacao da Matrix/DNA), talvez consigamos gritar mais alto e ser-mos ouvidos pelas entidades do mundo auto-consciente. Claro isto e’ mera especulacao e uma possibilidade remota, mas a maioria do que conseguimos hoje era possibilidade remota antes de surgirem.

Entao no Reddit surgiu um debate sobre este assunto:

Tuataras have a “third eye” that is “no longer” used for vision. Was it earlier in evolution? Are there creatures with 3 functional eyes in the fossil record?

https://www.reddit.com/r/askscience/comments/4z2ie1/tuataras_have_a_third_eye_that_is_no_longerE sobre seu ^terceiro oljho_used/?sort=old&limit=500

E entao postei o seguinte comentario no debate:

TheMatrixDNA – 8/26/2016

This is speculation, but, based on a solid theory, Matrix/DNA. The third eye was the first sensor produced by the astronomic template of DNA for perceiving itself. This template was built by photons, which are the bits-information-like-genes trying to reproduce here at Earth surface the decayed astronomic system, that’s why the third eye, the pineal gland, the antennas, are related to light.

The problem was that the decay of this astronomic system was produced by entropy which creates chaos from which lift up order. Our biosphere began with the chaotic state of Nature, biological shapes surpassed the force of the ancestor template and the third eye, as everything related to light, became a recessive dominated trait, waiting that biological organisms reaches the state of order for coming back again. As I said, this is what I’m getting reading the formulas of Matrix/DNA and I could doing mistakes. But it is useful for us, in the sense that it wake up our wishes to resuscitate the third eye, the antennas through the recovery of pineal gland, because for understanding this world we will need sensors able to grasp electromagnetic fields… or the photons network behind the DNA, the solar system, the galaxy, etc., merely called “Matrix/DNA”. Cheers,…

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Vamos fazer uma breve pesquisa e retornar depois ao debate no Reddit.

O que e’ tuatara?

Tuatara are reptiles endemic to New Zealand and which, although resembling most lizards, …

Sphenodon punctatus in Waikanae, New Zealand.jpg

Tuatara, apenas em New Zeland

E sobre seu terceiro olho:

The eyes ( tuataras) can focus independently, and are specialized with a duplex retina that contains two types of visual cells for both day and night vision, and a tapetum lucidum which reflects onto the retina to enhance vision in the dark. There is also a third eyelid on each eye, the nictitating membrane.

The tuatara has a third eye on the top of its head called the parietal eye. It has its own lens, cornea, retina with rod-like structures, and degenerated nerve connection to the brain, suggesting it evolved from a real eye. The parietal eye is only visible in hatchlings, which have a translucent patch at the top centre of the skull. After four to six months, it becomes covered with opaque scales and pigment. Its purpose is unknown, but it may be useful in absorbing ultraviolet rays to produce vitamin D, as well as to determine light/dark cycles, and help with thermoregulation. Of all extant tetrapods, the parietal eye is most pronounced in the tuatara. It is part of the pineal complex, another part of which is the pineal gland, which in tuatara secretes melatonin at night.[17] Some salamanders have been shown to use their pineal bodies to perceive polarised light, and thus determine the position of the sun, even under cloud cover, aiding navigation. The tuataras third eye are pronounced photoreceptive eye, which is thought to be involved in setting circadian and seasonal cycles.

A parietal eye, also known as a third eye or pineal eye, is a part of the epithalamus present in some animal species. The eye is photoreceptive and is associated with the pineal gland, regulating circadian rhythmicity and hormone production for thermoregulation.

Adult Carolina anole (Anolis carolinensis) clearly showing the parietal eye (small grey/clear oval) at the top of its head.

The parietal eye (very small grey oval between the regular eyes) of a juvenile bullfrog

 

 

 

 

 

 

 

 

The third eye ( https://en.wikipedia.org/wiki/Third_eye)

(also known as the inner eye) is a mystical and esoteric concept referring to a speculative invisible eye which provides perception beyond ordinary sight.[1] In certain dharmic spiritual traditions such as Hinduism, the third eye refers to the ajna, or brow, chakra.[2] In Theosophy it is related to the pineal gland.[3] The third eye refers to the gate that leads to inner realms and spaces of higher consciousness. In New Age spirituality, the third eye often symbolizes a state of enlightenment or the evocation of mental images having deeply personal spiritual or psychological significance. The third eye is often associated with religious visions, clairvoyance, the ability to observe chakras and auras,[4] precognition, and out-of-body experiences. People who are claimed to have the capacity to utilize their third eyes are sometimes known as seers.

According to this theory, humans had in far ancient times an actual third eye in the back of the head with a physical and spiritual function. Over time, as humans evolved, this eye atrophied and sunk into what today is known as the pineal gland…

The pineal gland, also known as the pineal body, conarium or epiphysis cerebri, is a small endocrine gland in the vertebrate brain. The shape of the gland resembles a pine cone, hence its name. The pineal gland is located in the epithalamus, near the center of the brain, between the two hemispheres, tucked in a groove where the two halves of the thalamus join. The pineal gland produces melatonin, a serotonin derived hormone which modulates sleep patterns in both circadian and seasonal cycles.

Debate no Reddit:

 

Sensacional a explicação do porque temos um ôlho menor que outro!

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

( artigo em construção)

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A formula universal da Matrix/DNA continua nos surpreendendo a cada hora, agora por exemplo nos explicando como a face humana já tinha seus princípios desenhado nas estrelas antes das origens da vida e como foi sua evolução. 

É dito geral, desde os tempos de minha avó, que todo mundo tem um ôlho menor que o outro, e inclusive um tem menas eficiência visual(ainda não tive tempo de pesquisar o que a Ciência diz a respeito). Mas se o povo notou isto, também surgiu uma questão que intriga os pensadores: porquê? Desde que nossa face apresenta a universal simetria bi-lateral, isto não faz sentido. As orelhas são iguais, as duas cavidades no nariz são simétricas, as bochechas estão na mesma altura e proporções, os olhos parecem iguais…, mas apenas por fora. Na sua anatomia interna e funcionalidade tem algo diferente.

A bi-lateral simetria é outro fenômeno que intriga os pensadores. Nesta Natureza evidentemente incerta, caótica, onde coisas novas surgem apenas porque coincidiu de se encontrarem no mesmo tempo e local certas forças e elementos naturais, construir o lado direito da face exatamente igual o lado esquerdo parece ser obra inteligente, coisa de projeto de engenharia. Porem, a existência da formula da Matrix/DNA fluindo através de toda a Natureza tem si a força para produzir coisas engenhosas. Já foi notado que muitos fenômenos naturais que apresentam bi-lateral simetria como flores, conchas de moluscos, etc., ao serem medidas pelo homem este descobre que todas as distancias apresentam sempre um mesmo numero, chamado “Phi = 1,618… “, e uma razão crescente, a sequencia de Fibonacci (1,2,3,5,8…). Mas sem nunca terem descoberto como e porque a natureza aplica estes princípios matemáticos de engenharia, acreditaram em poder mistico, dando-lhe o nome de sagrada geometria, ou a razão divina, etc.  Ora, a formula da Matrix/DNA rapidamente matou a charada: trata-se de uma de suas funções sistêmicas que é responsável pela reprodução dos sistemas e ela faz isso iniciando a construir o lado esquerdo e depois copia-o como esquerdo, assim como se duplica o DNA. E o ponto geométrico desta função na formula é exatamente 1,618, A Razão de Fibonacci ocorre porque a formula é uma espiral e esta razão já é definida na razão de distancias dos ameis circulares da espiral (isto vai explicado aqui no artigo: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=235 )

Mas então, se esta’ determinado na Natureza, que em todo sistema natural existam duas meias-faces laterais e na aparência sejam iguais, porque esta diferença de poder de visão entre os dois olhos? Ora, a formula da Matrix/DNA explica: a igualdade ocorre apenas na aparência externa, porque sempre na face esquerda flui a energia crescente e na face direita flui a entropia, energia decrescente. Esta questão me surgiu hoje quando lia as perguntas no Yahoo Respostas e deparei-me com uma questão do usuário denomionado “Super Intrigante”, que é a seguinte:

POR QUE TODO MUNDO TEM UM OLHO BAIXO E O OUTRO NORMAL?”

E então ali tem a brilhante resposta de uma menina, cognominada “Desejo Dôce”, que transcrevo a seguir:

“Achei que era só eu que tinha… Você descobre isso quando você une as mãos à sua frente bem no meio do seu rosto, com o braço esticado, deixa um espaço entre as mãos, e olha para um ponto, dai você fecha um olho, tem um dos olhos que vai continuar com o foco igualzinho de quando estava olhando com os dois olhos. O outro quando você fecha vai mudar o ponto que você estava olhando com os dois olhos.”

Menina esperta essa, hein?

Porque os olhos foram feitos diferentes? Acho que se os evolucionistas buscarem a resposta nos primitivos animais, procurar em qual deles houve uma mutação para pior e a partir dêle esta mutação teria sido permanente em tôdas suas descendências, inclusive no homem, não vão descobrir nada, porém, devem tentar. Por nosso lado, estamos em paz com êsse fenômeno. A fórmula da Matriz não tem falhado nunca e também aqui fornece uma explicação, fantástica é certo, mas de uma beleza lógica e racional que nos causa alegria admirando a engenharia oculta na Natrureza.

A construção da cabeça dos seres do reino animal é uma longa e lenta obra que começa lá com a célula, passa pelos pequenos organismos e desabrocha na sua plenitude na forma do Tom Cruise masculino e da Marylin Monroe feminina. Mas quando os primeiros seres multicelulares começaram a alongar sua membrana externa e projetar um protótipo da cabeça, estava na verdade sendo desenvolvido uma nova forma derivada de sistema natural, portanto, mais uma vez a Natureza sacou de seus bolsos a fôrma do diagrama de software do sistema matriz, com a qual ela produz tôda a matéria deste Universo e organiza esta matéria em peças, partes, corpos, e finalmente, sistemas. Portanto, temos que entender que a cabeça humana deve ser o ápice, o produto final possível de mais uma operação da formula da matriz, que a cabeça é um sistema “de per se”.

Ora, se é assim, vamos correndo examinar a fórmula-software buscando entender as origens, o desenvolvimento e os significados de cada detalhe do nosso rosto. Não vamos agora desvendar o nariz (o que já foi entendido, pois basta ver o cone da Função Número 1 para ver de onde veio a forma do nariz e basta observar como o cone na formula funciona para ver que existem dois buracos que fazem algo como a respiração), assim como não vamos estudar orelhas (pois já o fiz, e basta ver a forma espiralada da orelha para já ir entendendo a cópia exata da matriz em sua forma de espiral galáctica). Baixemos a fórmula software da Matriz no seu estado de sistema fechado perfeito, portanto:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

The Universal Matrix/DNA Formula

Nesta formula acima primeiro de tudo lembremo-nos o que significa aqueles F1, F2, etc.: são as Funções sistêmicas universais, cujas origens coincidem com as origens das partículas no Universo. Das duas, uma: ou o Universo foi criado por algum ser que apenas espalhou um pequeno software num espaço que continha uma substancia inerte, ou o Universo nada mais e’ que um útero cósmico, as galaxias formando uma especie de placenta, e o Big Bang ocorreu quando um sistema desconhecido natural, vivo e consciente, ejetou seu genoma cuja membrana explodiu no centro deste espaço na forma do Big Bang. Tudo o que existe de conhecido hoje e aqui foi explicado pela Matrix/DNA como resultado de evolução que vem desde o Big Bang, mas a formula não diz o que existia antes, apesar de apontar com firmeza na direcao destas duas possibilidades. 

 

, que vinham numa forma estranha como uma bolha vista por fora contendo um rodamoinho interno.   sete tipos de forças físicas naturais em doses duplas, ou seja, uma sendo tendencia de girar para a direita e seu par para a esquerda, uma com tendencia a crescer de tamanho e a outra com a tendencia a encurtar, e assim por diante dando inicio `a dualidade, a constante diferença entre os opostos. Estas forças poderiam serem definidas como os obreiros da matéria desde o Big Bang, que ali apareceram como sete conceitos ideais, sete forcas brutas constantes de um vórtice quântico – spin right ou left, tendência ao movimento retilineo uniforme ou ao movimento curvelíneo circular, etc. (vide a tese sôbre Funções Universais). Sabendo-se que a F1 produziu a bôca e o nariz, somos imediatamente levados a procurer a função que produziu os olhos considerando as posições dos olhos na face. Ora, salta aos olhos imediatyamente que estas funções foram a F2 e a F6 (e/ou F7). A F2 é a função de elevação do circuito e a F6, a função da estabilização do circuito e mais tarde o inicio da entropia, enquanto a F7 tem estabelece definitivamente a entropia. Agora vamos à contraparte material dêste estado evolucionario da Matriz como sistema fechado, o qual é a forma de proto-sistema astronomico, ou mais exatamente, nosso ultimo ancestral não-terrestre, denominado LUCA.

LUCA - The Last Common Ancestral

Observamos que neste estado do sistema universal, a F2 construiu como ferramente para poder operar sua obra, o astro-baby, ou, como podemos chamar também, a semente de uma nova estrêla. O astro-baby recém-saído fda fornalha nuclear é uma esfera de energia incandescente, portanto deve ser muito luminoso. Agora procuremos a F6, e vamos ver que aqui a função universal construiu como seu corpo material para operar na matéria, a forma da estrêla, mais exatamente a de supernova recém-transformada desde um pulsar. O primeiro detalhe óbvio é que este corpo também é luminoso. Ora, então a diferença fundamental que une F2 a F6, em confront com as outras formas de Astros, é que seus corpos brilham, enquanto ops demais são opacos. Começa a delinear-se o segrêdo do mistério: visão é um fenômeno facial relacionado à luz, e Astros-babies e estrêlas são fenômenos astronomicos ancestrais relacionados à luz. Mas observe em LUCA que o astro-baby é a forma do corpo astral mais pequena que existe, parece estar num nivel mais baixo que F6 se consideramos a formula num plano horizontal, enquanto a supernova é a forma do corpo astral mais grande que existe, e parece estar num nivel mais alto que o astro-baby se considerado o mesmo plano horizontal…Está matada a charade? Sim. Sabemos que a história da evolução biológica na Terra nestes 3.5 bilões de anos tem sido a história do processo embrionãrio da reprodução de LUCA, o que implica dizer… reprodução da face da LUCA.Temos um olho menor e mais fraco que outro. Qual o problema? A vida é assim, todos os babies são menores e mais fracos que os adultos. Nosso olho esquerdo foi produzido pelo mesmo artista que faz os babies astronomicos no céu, e nosso olho direito foi feito pelo mesmo obreiro universal que faz estrêlas gigantes no céu. ë assim que dada função sistêmica universal precisa fazer seus corpos e neles encarnar para operar com maior plenitude e eficiência. A questão da menor eficiencia de um olho não é causada por um péssimo design da Natureza, pois se nossa fasce fosse simplesmente uma obra obediente e fiel á formula de sistema perfeito, o conjunto dos dois olhos resultariam na maxima eficiência da visão. Mas acontece que LUCA se meteu a Bêsta dominado pelo selfish gene, quis ser eterno e egoisticamente isolado em seu paraizinho privado, forçou uma mutação da perfeição, a qual se revelou como uma mutação para pior, e nós, como seus herdeiros genéticos, pagamos o pato. Mas com o conhecimento agotra dessa histótria tôda, e como somos homens e não sacos de batata, vamos sim desenvolver uma tecnologia e consertar isso: nossas futuras gerações terão os dois olhos na sua maxima capacidade operative, sem diferenças entre si, numa perfeita bilateral simetria, ou se descobrir-mos que o sistema facial trabalha melhor nos moldes do software, onde estas duas diferenças existem porque se complementam num circuito por onde fluem os sinais luminosos ( o que está a requerer uma nova abordagem tecnológica), manteremos assim o que foi feito de melhor.

Pois bem, hoje você aprendeu que seu olho esquerdo é como um bebê engatinhando e seu olho direito é como um adulto a todo vapor. Mas não vá fazer como eu:  lavo o baby-olho esquerdo com leite e o adulto-olho direito com uísque, para ver se assim ambos ficam mais satisfeitos.