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Ondas Gravitacionais, Faixas da Onda de Luz: Vídeo em Astronomia

quinta-feira, agosto 9th, 2018

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Gravitational waves finally detected!

https://www.facebook.com/ScienceMagazine/videos/10153715335600589/?t=1

Onda magnetica emitida pelo Polo Sul: anatomia do planeta pela formula da Matrix/DNA?

quarta-feira, julho 4th, 2018

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What’s Really Going On? Another Huge Wave Anomaly Caught Coming from Antarctica

E’ preciso notar que o autor deste video fez brilhantes predicoes. Em 2017 ele disse que a concentracao e movimento das ondas sobre a America central poderia causar terremotos. E em 2018 houve terremotos nesta regiao e mais ainda, a erupcao de vulcoes.

Ok. Para quem tem a cosmovisao da Matrix/DNA em mente, uma onda emitida por um polo do planeta lembra as ” ondas ” emitidas pelas funcoes 1 e 4 da formula.

Entao a seguir vem uma hipotese: os polos norte e sul do planeta estao para a formula justamente como F1 e F4. Conclusao: os dois polos podem emitir “alguma coisa relacionada as partes do sistema que constituem o planeta”. Mais exaytamente F1 pode emitir o germe de uma nova parte ( ou se as partes estao fixadas, uma nova onda que avancara reafirmando a existencia de todas as partes); e F4 pode emitir o sinal para F1 emitir o germe.

Entao tem que haver uma atencao voltada para esta questao: os polos realmente representam F1 e F4? Se sim, qual e’ F1 e qual F4?

Numa seguinte analise, e perguntando-se o que ou quais seriam as partes do sistema-planeta, surgem duas alternativas: ou podem ser as camadas esfericas a partir do nucleo ( como sao as partes no atomo), ou podem ser os continentes (o numero de continentes bate com o numero de partes, e os continentes se situam em posicoes na superficie do circuito esferico que lembra as posicoes das partes na formula). Essa questao nao foi solucionada ainda.

Se, o Polo Sul for realmente uma funcao da formula e justamente F1, e se F1 planetario emite germes na forma de ondas do campo magnetico, e ainda se estas ondas afetam cada parte onde chegam, a primeira parte a ser atingida e apresentasr efeitos seria F2, em cuja posicao estao a America do Sul e America Central. Em seguida seria afetada F3, America do Norte e Groenlandia. A seguir seria F6, a Europa, ou Eurasia, abarcando os dois porque pertencem ao mesmo continente. E depois Africa, Oceania (F7).

A hipotese ja’ fornece assim algum elemento para ser testada. De fato houve turbulencias em F2, em 2018. Devemos ficar atentos se houver turbulencias em F3, e depois nos demais continentes e nesta mesma sequencia.

Digno de nota aqui e’ como a Historia Humana bate com a formula. A formula funciona formado pelo p;rocesso do ciclo vital, o qual transforma as formas das partes, instalando um circuito sistemico no sentido horario. Pois a Historia Humana e a lovcalizacao dos povos em seus continentes parece repetir exatamente esta sequencia em sentido horario do ciclo vital.

A F2 representa o mais novo, o embriao feito crianca. nesta posicao estao as Americas, que justamente em termos da Historia Humana sao os povos mais “novos”; a funcao 3 representa um grau mais avancado, em que a crianca se torna adolescente e ate jovem adulto iniciando a puberdade: o povo da America do Norte apresenta um nivel mais evoluido, mais Maduro, que as outras duas Americas; F6 reprenta o adulto da puberdade ao inicio da senilidade, a idade da maior atividade e assimilacao da aprendizagem, o que parece exatamente o papel do povo europeu e a mais velha ainda Asia, na Historia; a F7 representa a senilidade ou decadencia do sistema. De fato, o povo do continente africano deveria ser considerado o mais velho do planeta, pois foi la’ a a origem da humanidade e de onde sairam os povos para os outros continentes.

 

 

Previsão da Matrix/DNA Confirmada com a descoberta da onda G no núcleo solar

domingo, agosto 6th, 2017

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Quando um povo esta’ meio perdido porque esta’ sendo testado pelas crises em suas crenças existenciais, suas interpretações do mundo natural e/ou espiritual, é o momento de grande oportunidade para a evolução provocar as mutações psíquicas ou mentais, no sentido de corrigir os erros e encaminhar este povo para os acertos. `A primeira vista este método da natureza parece desumano, covarde, pois se um ser vivo esta lutando em desespero pela sobrevivência material deveria-se ajuda-lo nessa luta imediata e não levar-lhe filosofias para o cérebro, pois isto o enfraqueceria na luta física real e poderia aniquila-lo. Mas temos observado nas muitas vezes em que a natureza é cruel com suas criaturas que ela parece entender que a tortura da carne não tem importância, talvez porque isso não fere fisicamente a consciência, que é o que realmente lhe importaria. De qualquer maneira o mecanismo sempre funcionou, desde as mutações cosmológicas em átomos e galaxias: um sistema que esta no topo da evolução se acomoda e interrompe sua evolução, a natureza ataca com a entropia que o leva a degeneração e morte, fragmenta-o em seus bits-informação, conduz estes bits a um novo ambiente, ali se confrontam competitiva e caoticamente, mas de dentro do caos eles vão se levantando como o fluxo da ordem e da harmonia que gera o novo sistema a ocupar o topo. Foi nessa mistura alucinante e sofrida do caos que a natureza inseriu novas informações através do ambiente que produziu as novas mutações necessárias.

Muitas nações estão em maior ou menor grau de crises agora, algumas em crise econômica, outras em crise pela insatisfação com o estado da vida, do trabalho, etc. Particularmente o Brasil esta numa crise de identidade e econômica de grande perturbação. O caos se agita, momento oportuno para a evolução universal, que de alguma forma deve inserir na mentalidade brasileira novas informações que produzira nova interpretação da natureza, da existência, uma nova visão do mundo, da qual surgira um novo estado de ordem passada a tormenta, mais sincronizada com a realidade universal.

Como e de onde vira’ as novas informações, quais serão elas. lembre-se que estas informações nada tem a ver com soluções econômicas ou politicas num primeiro plano. Elas são de ordem cosmovisionária, visando alterar operações e conexões entre neurônios do cérebro. Sao as alterações que depois conduzem o povo, inconscientemente, a solucionar os problemas atuais e se estabilizar num n ovo estado de ordem.

Não seria generoso por parte da natureza, por exemplo, focalizar os jovens da classe media que tem como supremo objetivo agora conseguir se instalar em escolas superiores ao mesmo tempo que tenha garantido um certo conforto financeiro, e lhes enviar um novo Jesus Cristo trazendo novas informações e pregando mensagens para a vida depois da morte. Eles estão precisando de um Barrabás, um novo líder forte que derrube os atuais poderosos e traga progresso econômico para eles. Mas a natureza vai fazer assim como fez com os desesperados judeus naquela época.

O que escrevi aqui até agora são conclusões baseadas em fatos reais observados, porem, este conjunto de fatos nos leva irresistivelmente a elaborar novas conclusões, ao que chamamos de teorias, portanto, o que vou expor agora são produtos da minha teoria. Na verdade ( sugere a minha teoria), a natureza bruta se constitui de uma longa avalancha, uma cadeia de causa e efeitos que avança misturando tudo, fazendo e destruindo e refazendo, sem qualquer rumo previsto por ela. Mas infiltrada no meio desta cadeia existe um principio que vem do alem da natureza universal, do antes do Big Bang e de algo alem deste universo percebido por nos. Este principio já produziu em outros planetas algumas formas de vida com consciência bem mais evoluídas que a humana, as quais descobrem o principio e seu objetivo, e então passam a ajuda-lo a progredir, assumindo-o e dirigindo-o a fazer suas transformações em seres de consciência menos evoluídas, como nos humanos. Mas eles não podem modificar o conjunto das forcas e elementos naturais, englobados no que chamamos de leis naturais, pois o proposito deste principio e’ que as consciências se construam por si próprias para serem depois totalmente livres, e isso implica que sejam mantidos certos livre-arbítrios destas criaturas. Eles devem pegar o principio e leva-lo as redondezas das criaturas, disponibilizando-lhes a ingestão ou não destas novas informações. Eles não podem enviarem Barrabás para modificar as estruturas sociais, e sim Cristos, Budas, para atuar a nível mental.

A função de Jesus foi tao sutil que talvez ninguém mais a tenha percebido ate’ hoje. E para inserir este Jesus em nosso meio, basta a consciências extraterrestres mais evoluídas, procurarem um embrião em formação que esteja morrendo antes de se formar, inserirem um software programado no seu DNA, e faze-lo reviver sob o domínio deste software.

A maior causa dos sofrimentos e conflitos entre humanos naquela época eram as lendas religiosas deturpando totalmente os objetivos do principio cósmico, então a mensagem teria que estremecer os velhos testamentos e apresentar um novo. Se ainda perduram resquícios na mentalidade humana atual, a dominância dos velhos testamentos foi substituída por outra dominância relativa a visões do mundo, a dita visão materialista cientifica. E qual a origem desta nova visão?

A maior causa de conflitos hoje deve-se `a formação do cérebro no meio do caos selvagem passando pelos animais que transferiram para o homem sapiens suas configurações neuroniais, nas quais a divisão dos indivíduos e do poder se deve aos três instintos básicos: o de grande predador ( que nos sistemas sociais humanos tem produzido as aristocracias dominantes); o de médio predador ( produzindo as classes medias) e a das presas ( produzindo a grande massa dos dominados). O objetivo supremo do principio vital e consciente é exorcizar do cérebro humano estes 3 instintos. Como o mais difícil é purificar o crebro com tendencia a grande predador pois eles se acomodam pela força e privilégios que desfrutam objetando as mudanças, Jesus trouxe informações em mensagens e atuou como exemplo a ser imitado visando amenizar as três tendencias, mas principalmente mensagens que tocassem mais fundo a tendencia a grande predador. Dois mil anos depois – o que e’ quase nada para o tempo cósmico do principio – pouco influenciou, mas pelo menos a barbárie dos chefes inquisidores brutais das religiões foi em algum grau menor, amenizada.

Não existem seres mais práticos, pragmáticos, utilitaristas, na luta pela sobrevivência e busca de conforto, do que os animais irracionais. Herdamos o cérebro deles e com isso nossa moderna e dominante visão do mundo é a cientifica, extremamente utilitarista, pragmática, exclusivamente pratica, sem qualquer poesia, emoções, etc., atributos trazidos pela consciência. Hoje os tais extraterrestres enviariam softwares que fariam seus portadores estremecerem as bases dessa mentalidade, que são as erradias interpretações dos fenômenos naturais com os quais o método cientifico trabalha. reinterpretando, corrigindo a visão de mundo, conduz-se os cérebro a se re-configurarem no caminho certo.

Pois este autor aqui não recebeu nenhum software nem nunca teve nenhuma experiencia alienígena, mas foi la’ passar sete anos nas noites solitárias a conversar com a natureza virgem para tentar consertar sua herdade visão do mundo que ele intuía estar errada. Esta dentro das possibilidades humanas se corrigir sem precisar da interferência externa, pois a natureza também contem em si o principio da autocura. O resultado do coloquio noturno e secreto com a natureza foi uma nova visão do mundo que me obriga a reinterpretar todas as interpretações que os cientistas tem feito sobre cada nova descoberta de fato real que fazem. Não que eu acredite como religioso na minha visão do mundo e nas interpretações que ela sugere, pois sei que meu primitivo cérebro não seria capaz de processar as informações complexas da Verdade. Mas como também não acredito nas interpretações dos cientistas, e as minhas tem ganhado nos últimos 30 anos, continuo insistindo com elas, afinal, elas me conduziram a exorcizar de mim os três instintos, então, deve ser experimentada, pois se elas não são a Verdade, parecem terem avançado mais na sua direcao que a materialista.

Reinterpretar as interpretações da academia que opera o método cientifico. Isto implica coisas complexas como acrescentar e diminuir detalhes nos atuais modelos teóricos de átomos, galaxias, células, cérebros, código genético, etc. Então vou, para finalizar este longo artigo, apenas citar um exemplo do ocorrido hoje que ilustra como estou fazendo este trabalho. Logo de manha ao buscar as noticias cientificas na Internet me deparei com uma que tem um efeito espetacular no meio acadêmico intelectual e cientifico. O titulo é:

Descoberta dá início a uma nova física solar

no link:

http://hypescience.com/segredo-nucleo-sol/

3948293487 core 1

Resumindo muito e num linguajar popular para leigos como eu, a noticia diz que, apesar de sempre terem acreditado que as esferas concêntricas de diferentes matéria solar tenham suas rotatividades iguais, na mesma velocidade, descobriram que o núcleo do Sol gira 4 vezes mais rápido que a ultima camada da superfície. Com isto descobriu-se que o núcleo solar é conduzido por uma especifica forma de frequência de onda, a denominada onda G, a qual é diferente do tipo de onda que opera na sua superfície, a onda P. Ora, esta descoberta tem muitas implicações, e uma delas significa que vão ter que repensar e refazer muitos conceitos teóricos do seu modelo teórico solar. Inclusive falam na noticia que esta descoberta traz novas informações sobre como foi as origens, a formação do Sol e do sistemas solar.

Pois por inacreditável que possa ser, eu fiz um modelo teórico astronomico na selva a 30 anos atras, muito diferente da teoria acadêmica, que previu exatamente a descoberta deste exato resultado. Não apenas parecera inacreditável para o publico, mas é definitivamente inacreditável para os acadêmicos, pois eles se recusam sequer a dar uma olhada nos meus modelos. Não adiantaria eu gritar que o que vale na Ciência é a teoria com maior capacidade de previsão, a que tem apresentado mais previsões que foram confirmadas, eles não aceitam que alguém fora de seu meio pudesse fazer tal coisa, assim como os acadêmicos e reitores religiosos da Idade Media não aceitaram sequer olhar para a teoria de Copérnico, ela não fazia qualquer sentido face sua visão do mundo.

Os meus modelos interpreta uma galaxia como tendo sido formada numa primeira geração pelo processo da simbiose e depois as outras gerações aprenderam a se replicarem. Sugere que os sete tipos principais de astros conhecidos – desde planetas, estrelas, quasares, pulsares, etc. – são apenas diferentes formas de um único astro inicial – uma estrela gasosa – na qual estava aplicada o mesmo processo vital que faz hoje um corpo humano se modificar em diferentes formas ao longo de sua vida – formas tao diferentes como a morula e’ de um adolescente, ou um embrião é diferente de um adulto. Sugere que o sistema formado pela simbiose destas formulas e’ exatamente igual a uma unidade fundamental de informação do DNA biológico, sugerindo então que existe uma especie de DNA universal para todos os sistemas naturais, animados ou não. E sugere ainda que esta formula é o principio vital universal que se manifestou pela primeira vez na forma da onda de luz completa pelos sete tipos de radiações conhecidas.

Ora, estas sete radiações diferenciadas entre si, apresentam especificas faixas de frequências com suas especificas vibrações. Como seu espectro geral chamamos de onda de luz, notamos que as intensidades e comprimentos destas faixas estão numa sequencia que corresponde exatamente a mesma sequencia de diferenças de intensidades de energia ao longo da vida de um corpo humano. A primeira faixa da onda, a dos raios gama, é a da maior intensidade pois ela acabou de nascer, de ser emitida pela sua fonte. Da mesma forma, as primeiras formas de um novo corpo humano, estão numa faixa em que a energia é a mais inquieta, mais intensa, que suas formas posteriores, como jovens, adultos, etc.

Se o processo de formação dos sistemas astronômicos e seus astros individuais imitam o processo da formação dos corpos humanos e da onda de luz, isto significa que o Sol existe condizido por um espectro invisível destas mesmas ondas, nesta mesma sequencia. Estas ondas concêntricas tem inicio certamente no núcleo solar. E no inicio a energia é mais inquieta, mais intensa. Então qual seria das esferas solares aquela que rodopiaria mais rápido? Certamente não as ultimas da estratosfera solar, nem a da superfície, mas justamente a do núcleo. E não foi justamente isto que confirmaram agora?

Mas qual a importância de um zé ninguém mudo e isolado no mundo estar mostrando para ninguém ver ou ouvir, provas de que ele esta interpretando a natureza com mais acertos que as interpretações da academia que domina a sociedade humana?

Como eu disse no inicio, quer queiram ou não, a natureza aproveita as fases de crises para estremecer nossas estruturas físicas o que pode nos levar a mutações mentais. Assim, através de cirurgias dolorosas, ela vai, inconscientemente, tentando ajustar todos seus elementos, suas criaturas, na avalancha de causas e efeitos. Quando isso acontece a tragedia abate a muitos, que caem para não se levantarem mais ou como moribundos. Mas ao mesmo tempo existem nossas consciências irmãs mais evoluídas que tentam atuar antes que estas tragedias aconteçam, enviando-nos softwares que tentam nos levar a mudança por nos mesmos, o que seria muito menos sofrível. Porem, ainda existe em nos a capacidade de produzir-mos estes softwares nos mesmos, no caso do nossos irmãos não aturarem a tempo, ou não funcionarem tao rápido. Quando estou informando estas acertadas previsões, se alguém estivesse lendo-as, automaticamente sua visão de mundo estaria sendo mutada, sem precisar passar por cirurgias dolorosas. Nisto veja importância no que faco e por isso vou continuar insistindo… a toda vez que sair mais uma descoberta cientifica. Raios, eu já sabia da frequência G no núcleo solar a 30 anos…

 

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(Artigo da ScienceAlert ja’ traduzido pelo Hypescience)

A região mais interna do Sol está obviamente escondida de nós, e parece que isso permitiu que o núcleo de nossa estrela escondesse um enorme segredo. Pela primeira vez, os cientistas conseguiram medir com precisão a rotação do núcleo solar, revelando que ele não gira à mesma velocidade que a superfície – mas quase quatro vezes mais rápido.

Os pesquisadores consideravam a possibilidade de que a rotação do núcleo do Sol não pudesse acompanhar a sua parte externa, mas até agora não havia como saber com certeza – e muitos assumiram que todo o Sol se movia da mesma forma, em um movimento integrado.

Mas os dados mais recentes, obtidos pela Agência Espacial Europeia (ESA) e o Observatório Solar e Heliosférico da NASA (SOHO), fornecem a primeira evidência de um tipo de onda de gravidade de baixa frequência (onda g, não o mesmo que ondas gravitacionais) que reverberam através do Sol, o que acabou se tornando a chave para capturar a rotação do núcleo da estrela.

“Estivemos procurando essas ondas há mais de 40 anos e, embora as tentativas anteriores tenham insinuado as detecções, nenhuma foi definitiva”, diz o astrônomo Eric Fossat, do Observatório da Côte d’Azur, na França. “Finalmente, descobrimos como extrair inequivocamente sua assinatura”.

Até agora, os cientistas haviam conseguido medir ondas de alta frequência, chamadas ondas de pressão ou primárias (ondas p), que passam pelas camadas superiores da estrela e são facilmente detectadas na superfície solar.

Em contrapartida, as ondas g oscilam profundamente no interior solar e, embora possam nos falar sobre o comportamento do núcleo, elas não possuem assinatura clara na superfície.

“As oscilações solares estudadas até agora são todas ondas sonoras, mas também deve haver ondas de gravidade no Sol”, explica Fossat, “com movimentos ascendentes e descendentes, bem como horizontais, como ondas no mar”.

Usando alguns dados de observação de 16 anos do SOHO, os pesquisadores conseguiram isolar uma espécie de onda g chamada modo g, analisando quanto tempo leva para uma onda sonora viajar através do Sol e chegar de volta à superfície novamente: uma viagem de 4 horas e 7 minutos.

Combinando as leituras, eles descobriram uma série de modulações – como um movimento de ondas subaquáticas – que mostrava como as ondas g estavam chacoalhando o núcleo do Sol.

Os resultados sugerem que o núcleo do Sol gira em torno de uma vez por semana, que é quase quatro vezes mais rápido que a superfície solar e as camadas intermediárias, que variam, girando em 25 dias no equador e 35 dias nos pólos.

“Este é certamente o maior resultado da SOHO na última década, e uma das melhores descobertas de todos os tempos da SOHO”, diz Bernhard Fleck, cientista do projeto SOHO e do Goddard Space Flight Center da NASA.

Volta ao início

Quanto à forma como essa discrepância rotacional surgiu, o melhor palpite dos pesquisadores é que é uma espécie de volta aos primórdios do Sol. Eles acreditam que, de alguma forma, a radiação e o vento solar projetados a partir do Sol são, de fato, capazes de diminuir a velocidade de rotação das regiões externas, (NÃO) , mas é um fenômeno apenas superficial, que deixa a rotação do núcleo intacta.

“A explicação mais provável é que essa rotação do núcleo é um resquício do período em que o Sol se formou, há cerca de 4,6 bilhões de anos”, diz o astrônomo Roger Ulrich, da UCLA. “É uma surpresa, e emocionante pensar, que podemos ter descoberto uma relíquia do que o Sol era quando se formou pela primeira vez”.

Em suma, é uma descoberta maciça para os astrônomos, e agora que finalmente confirmamos a presença de ondas g no Sol depois de persegui-las por tanto tempo, os pesquisadores dizem que estão apenas começando. “É muito especial ver o núcleo do nosso próprio Sol para obter uma primeira medida indireta de sua velocidade de rotação”, diz Fossat. “Mas, mesmo que essa busca de décadas tenha terminado, uma nova janela da física solar começa agora”. 

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Noticia no Science Alert ( no comments)

Scientists Just Revealed a Hidden Secret About The Sun’s Inner Core

http://www.sciencealert.com/scientists-just-revealed-a-surprising-secret-about-the-sun-s-hidden-core

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O paper publicado no Journal “Astronomy&Astrophysics”

O PDF  de 17 paginas e’ free para leitura

Asymptotic g modes: Evidence for a rapid rotation of the solar core

https://www.aanda.org/articles/aa/abs/2017/08/aa30460-17/aa30460-17.html

Abstract ( e minha pesquisa)

Context. Over the past 40 years, helioseismology

(ver helioseismology)

has been enormously successful in the study of the solar interior. A shortcoming has been the lack of a convincing detection of the solar g modes,

( ver solar g modes )

which are oscillations driven by gravity

(ver oscillations driven by gravity)

and are hidden in the deepest part of the solar body – its hydrogen-burning core. The detection of g modes is expected to dramatically improve our ability to model this core, the rotational characteristics of which have, until now, remained unknown.

Aims. We present the identification of very low frequency g modes in the asymptotic regime

(ver isso)

and two important parameters that have long been waited for: the core rotation rate, and the asymptotic equidistant period

(ver)

spacing of these g modes.

Methods. The GOLF instrument on board the SOHO space observatory has provided two decades of full-disk helioseismic data. The search for g modes in GOLF measurements has been extremely difficult because of solar and instrumental noise. In the present study, the pmodes of the GOLF signal are analyzed differently: we search for possible collective frequency modulations that are produced by periodic changes in the deep solar structure. Such modulations provide access to only very low frequency g modes, thus allowing statistical methods to take advantage of their asymptotic properties.

Results. For oscillatory periods in the range between 9 and nearly 48 h, almost 100 g modes of spherical harmonic degree 1 and more than 100 g modes of degree 2 are predicted. They are not observed individually, but when combined, they unambiguously provide their asymptotic period equidistance and rotational splittings, in excellent agreement with the requirements of the asymptotic approximations. When the period equidistance has been measured, all of the individual frequencies of each mode can be determined. Previously, p-mode helioseismology allowed the g-mode period equidistance parameter P0 to be bracketed inside a narrow range, between approximately 34 and 35 min. Here, P0 is measured to be 34 min 01 s, with a 1 s uncertainty. The previously unknown g-mode splittings have now been measured from a non-synodic reference with very high accuracy, and they imply a mean weighted rotation of 1277 ± 10 nHz (9-day period) of their kernels, resulting in a rapid rotation frequency of 1644 ± 23 nHz (period of one week) of the solar core itself, which is a factor 3.8 ± 0.1 faster than the rotation of the radiative envelope.

Conclusions. The g modes are known to be the keys to a better understanding of the structure and dynamics of the solar core. Their detection with these precise parameters will certainly stimulate a new era of research in this field.

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Preciso agora ( depois de uma pesquisa sobre frequência G, etc.) ver quais as novas implicações para esta nova interpretação de uma estrela como o Sol. Por exemplo,

  1. esta sugerido que o núcleo imita F1, o estado embrionário no circuito sistêmico. Quais serão os outros seis estados do Sol? Seria as faixas das orbitas dos planetas outros estados, inclusive vibratórios, da mesma onda?
  2. os astrônomos sugerem que esta descoberta lança nova luz sobre a formação do sol. Para a Matrix/DNA, devo pensar se ela pode ajudar a calcular a segunda fase das formações dos sistemas astronômicos, ou como eles evoluíram da formação por simbiose para a formação por auto-replicação.

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Questao postada no sub-reddit, topic Science > Asttrophysics

 

The spetacular discovey is that the sun’s nucleous rotates 4 times fast than its surface and has a “frequency G”. It happens that the Matrix/DNA Theory has an astronomic model which 30 years ago predict these discoveries. The model suggests that the sun’s nucleous performs the function F1 of a universal formula for systems. But, the F1 at galaxies suggests the existence of a rotative vortex replacing the theoretical existence of black holes. Now we have the problem: is the sun’s nucleous the origins of a “dust’s star formation” or the origins of a black hole? You can see the news at ScienceAlert:https://www.sciencealert.com/scientists-just-revealed-a-surprising-secret-about-the-sun-s-hidden-core

Corpo Humano é Onda ou Partícula? Questão relativística?

sexta-feira, abril 7th, 2017

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Acabei de postar esta pergunta maluca no Quora:

Um observador macroscópico veria um corpo humano como uma onda; observadores microscópicos como nos, humanos, vemo-lo como uma partícula. Seria isto a estranheza quântica?

A macro-observer would see a human body as a wave; micro-observers, like us, see it as particle. Is this quantum weirdness?

https://www.quora.com/unanswered/A-macro-observer-would-see-a-human-body-as-a-wave-micro-observers-like-us-see-it-as-particle-is-this-quantum-weirdness

Qual o fundamento da minha questão? Bem, … esse grilo na minha cuca começou a 30 anos atras quando descobri que os sistemas naturais são montados pelo processo do ciclo vital. E as partículas até agora observadas são em si mesmas sistemas ( compostas de quarks, leptons), portanto elas devem apresentar propriedades vitais, ou seja, elas também devem nascer, crescer, amadurecer e morrer, sendo que nesse meio tempo elas vão sendo transformadas em formas diferentes assim como o corpo humano é transformado em varias formas devido a força do ciclo vital. As partículas foram – são – nossas ancestrais, elas já apresentam alguns sinais de vida.

Mas as partículas tem um período de vida brevíssimo, apenas 17 bilionésimos de segundos. Por isso nunca conseguiram ver uma partícula, apenas seu rastro deixado num evento de choque, como veem no acelerador do CERN. Isto porque a partícula é microscópica, seu tempo é medido na escala microscópica, e em relacao a elas, nos somos macroscópicos, nosso tempo flui muito mais lentamente.

Praticamente eu diria que a proporção entre nosso tempo e o delas seria a mesma entre nossos 70 anos de vida e os 17 bilionésimos de segundo delas.

Ora, vamos agora supor que exista um observador do tamanho do sistema solar, ou da galaxia. Ele conseguiria ver um corpo humano? Certamente não. Com alguma tecnologia ele poderia ver os nossos rastros. Com uma tecnologia mais poderosa ele poderia fixar nosso corpo em relacao ao tempo, parando nosso tempo num momento qualquer da nossa vida, digamos, quando temos 40 anos de idade. Então ele veria a nossa forma de adulto e acreditaria erroneamente que essa é a nossa forma fixa, sem saber que transformamos nossas formas. se em outra situação ele visse um bebe humano ele juraria que se trata de outra especie. E se ele fixar nosso corpo em relacao ao espaço? Ele nunca saberia qual nossa idade, qual período de tempo vivemos.

Então penso que matei a charada da famosa questão denominada ” Principio da Incerteza de Heisenberg”, o qual foi o inicio da revelação do mundo estranho da quântica. Por este principio não é possível fixar uma partícula para medi-la pois se medimos uma coisa não conseguimos medir a outra.

E depois aconteceu o “split experiment” onde os cientistas atônitos viram que uma partícula se comporta como onda e vice-versa.

Vai dai que isso também deve acontecer com uma observador macrocósmico vendo um corpo humano. Imagine você rodando um filme sobre a vida de um humano que dura 70 anos de forma tao rápida que dure apenas 17 bilionésimos de segundo. O que vai aparecer na tela? Primeiro e com certeza, nenhuma forma. Segundo ver-se ia um rastro, se a tecnologia for igual a do CERN, mas pode parecer ser uma onda se aplicar o split experiment (talvez). Porque o anteparo com varias fendas só pode ser observado em um piscar de olho do macrocósmico e isso duraria para nos, uns 10 anos. Ora, em dez anos nos nos movemos muito, passamos por muitos lugares, muitas fendas, e no experimento estas passagens teriam que juntarem-se todas numa só, e isto seria uma superposição quântica, ou superposição de rastos, ou talvez ainda, de ondas.

Mas o desfecho final nesse grilo na minha cuca venho quando observei melhor a formula da Matrix/DNA e percebi que ali, o corpo rola como partícula em relacao ao espaço, mas também rola como onda em relacao ao tempo.

Agora vou correndo procurar um guarda-chuva para me proteger porque com certeza as pedradas e ovos chocos vão vir aos borbotoes… se os físicos e matemáticos lerem a minha questão e depois deixar eu explicar a razão dela com o texto acima. Com certeza não vão entender bulhufas e muito menos concordar com alguma coisa e vão me chamar de idiota para baixo. A minha justificativa é que eu venho da selva, outro mundo, e não dos laboratórios com ar condicionado como o CERN.

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Primeira resposta que veio:

Ian MillerIan Miller, Independent physical scientist, author
Who says a macro observer would see humans as a wave? Quantum effects only apply when the interaction leads to a change of action in the order of Planck’s quantum of action. If it is big enough that h can be ignored, quantum effects can be ignored.
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Minha resposta a Ian:
Louis Charles Morelli – 4/8/2017

Thanks, Ian. My question arises when thinking about the weirdness that arises from the split experiment ( wave or particle or both?), plus the observation of Matrix/DNA formulas, not about Planck’s constant.

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A resposta do Ian me fez perder algumas horas pensando no tema e pensandop em como entabular um dialogo com Ian. Porem, no final conclui que por Internet e’ impossivel. Porem deixo abaixo escrito algo do que pensei em enviar como resposta para depois voltar nisso e continuar pensando no assunto:

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Yours brain is hard-wired in a very different configuration than is mine, Yan. We are based on two very, very different interpretations of nature. I think both interpretations has more mistakes than thru, and if we makes the comparisons between these two, we could fixing some errors on both, and producing some new practical things.

Please, try to imagine the following:

A macro-observer of the size of this solar system or a galaxy. His scale of time is astronomical, ok? So, the lifetime for him runs very, very slower than the lifetime of humans runs for humans. In another hand, I read somewhere that there are particles which time of existence is about 17 billionth of a second (measured by human scale of time). So, time for particles runs very, very faster than time runs for humans. At Cern we do not see particles, we see the trails left by particles. The cause I think is due the different scales of time between particles and humans. Is it right? If it is right, the giant observer would see a human body moving at his lifetime as a trail.

But, at the split experiment, the interpretation of the trail becomes the interpretation as a wave. Am I wrong?

At split experiment we throw a particle by a laser canon, than, the particle leave a linear trail. But the weirdness is that it can pass on two points in space at same time. Humans normal behavior is moving around, going ahead and back, etc., but the giant observer has no time to see these movements. Our movements can result passing on two or more points of space, which will appears same time or one momentum, for the giant. Will he believe that are seeing a wave, also? Or we are seeing superposed trails at split experiment believing that we see waves?

Maybe the macro-observer see humans like we see particles. What do you think?

But nobody see particles. I think that’s why we have sometimes the belief that it is a particle, other time it is a wave. I am wrong?

My Matrix/DNA formula for natural systems is suggesting that, if the giant observer see the human body as an object with mass, he would believe that he is seeing a particle. Because mass shows things in relation to space and particles occupies a place in space. But if the giant observer see a human body acting normally as we do, moving towards different directions, going ahead and back, etc., and reducing our 70 years of a lifetime into 17 billionth of a second, he would see only only a linear trail. Am I wrong? If the giant places a wall with several holes over these trails, the human body would crossing several wholes at that reduced time. Because in reality, we had superposed several movements into one momentum.

Then, suppose that this macro-observer see a human lifetime as his one billionth of a second of his scale of time. I think that he would see only a trail, as particles are seeing at CERN. Do you agree with this hypothesis?

Observing the behavior of a human body at a very reduced time as it would appears to the macro-observerby someone that naturally reduces when reducing its scale of time , the results would be different than throwing a particle by a canon laser towards two holes in a plate?

I saw that you are very interested in the not solved problems of quantum theory, and I think here you have the opportunity to think about it from a very different approach and, maybe, creating yours own novelty. My question refers to the weirdness at the split experiment, not about the Planck’s constant.

You have the knowledge about quantum mechanics that I don’t have, but I have a kind of world view that you do not know. From my theoretical models and formulas arises lots of possibilities/questions which are related to what I am reading in the published literature about quantum theories. But nobody think or talk about the details that I would appreciate for developing my research. The reverse way could be thru: knowing the details of my theory, could help one developing quantum theory till suggesting new ideas/experiments.

But, my advice is that it would be a very hard intellectual work. First due our different native languages, second due our very different method of research and approaches, third due it is a very, very complex issue. So, if you have interest in continuing this dialogue, I would appreciate, if not, sorry by this time that you spent here.

if you will continue reading, I will advance that my formulas are suggesting that measuring a human body lifetime from astronomical scale of time, we see the body as particle – if we fix the body at a momentum in relation to space – and as a wave or superposed trails – if we fix the body in relation to time. The split experiment could solve this problem for the giant macro-observer, I think, if in the eyes of the giant observer the human body acting normally as we do, would show the behavior like the particle throw by a laser canon. Trail or wave? So I need details why the scientists believes that at split experiment the particle behaves as a wave and not as multiple superposed trails?

try to imagine the following:

A macro-observer of the size of this solar system or a galaxy. His scale of time is astronomical, ok? In another hand, I read somewhere that there are particles which time of existence is about one billionth of a second (measured by human scale of time). Then, suppose that this macro-observer see a human lifetime as his one billionth of a second. I think that he would see only a trail, as particles are seeing at CERN. Do you agree with this hypothesis?

When we try to understanding the Matrix/DNA formula for natural systems, we see lots of phenomena that the literature about quantum mechanics are publishing. And is unavoidable arising questions like this one. The formula suggests that any new shape of natural system is built when nature applies the force or process of life’s cycle upon a unique initial body. The body is transformed into new shapes ( like the human body is transformed from the shape of fetus to embryo to adult, etc), and these shapes are connected as part of a functional working system, like atoms, galaxies,cells, etc. If we try to see this body reducing drastically its lifetime, but fixing alternates momentum, at these momentum we see it as particle and the time between two particles makes the body invisible. I am not sure if these slices of time occurs as a trail or a wave in the eyes of the observer.

Now, he throws this human towards the two wholes at a metal plate, like the split experiment. He see the scene as his one second, which is too much slow for humans. In this astronomical one second, a human moves to several different pathways, included passing into the wholes. The giant macro-observer would believe that the human did it at the same momentum. I am wrong?

A Dualidade da Luz Como Onda e Particula e a Teoria Quântica – Excelente Video

segunda-feira, fevereiro 6th, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=e5_V78SWGF0#t=1838.990453

Mas antes de assistir os dois videos, veja meus comentários abaixo postados no Youtube. Você tera’ uma visão diferente e mais completa sobre os fenomenos apresentados…

Quantum Theory Made Easy [1]

Louis Charles Morelli  Louis Charles Morelli – 02/05/2017

The whole magnetic spectrum propagates into spacetime at the exactly way that a living body propagates into spacetime. I had discovered this after discovering the universal matrix/dna formula for all natural systems. If our body expands and grows changing shapes and energy intensity after fecundation – from blastula to fetus to embryo to baby to kid to teenager to adult, to senior to cadaver and then, dissipates as fragments – the electromagnetic spectrum ( a light wave?) expands and grows after the source changing the same sequence of energy and creating shapes – as gamma rays to infrared to ultraviolet to X-ray, till being fragmented into photons.
If we say that the force responsible for our body growing and changing shapes is called “life’s cycle”, this force was manifested in this Universe first time by waves of light ( probably resulting from the Big Bang). If it is correctly, it means that those cosmic light waves contains the code for building natural systems from the scratch that must be the inertial dark matter. Un another words, cosmic wave of light are the carriers of life’s code. Photons are the first ancestrals of genes. They behavior as primitive living things like the light waves they comes from. They have a lifelong drive by the life’s cycle force.
That’s why happens the Heisenberg uncertainty: if we fix our body at any given moment, we have its aspect as particle, but we don’t have its whole history of 70 years, we can not fix its aspect time. The Matrix/DNA formula is a light wave transformed Into a natural working system, where each different radiation becomes each piece of that system. The formula is encrypted into the individual unit of information of DNA ( a lateral base pair of nucleotides), it is encrypted into the building blocks of galaxies, it is encrypted into any atom system, that’s why I called it Matrix/DNA. ( If you are interested Google ” The Universal MatrixDNA for all natural systems and life’s cycles”. But, remember, it is merely a theory developed by a layman studying natural systems at Amazon jungle.
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Segundo video:

Quantum Theory Made Easy [2]

Louis Charles Morelli  Louis Charles Morelli – 02/05/2017
Thanks a lot and be sure I will try to donate what I can. My Matrix/DNA Theory suggests lots of new interpretations about these issues because it is a different and never tried approach. The quantum dimension is the link between the Physical aspect of matter/energy and its biological aspect. So, the questions not answered by Physics will be answered by Biology, or the living aspect embracing the microscopic and macroscopic worlds.
The Matrix/DNA formula for all natural systems suggests an explanation why it is wave and particle. The formula shows a systemic circuit running its lifelong existence and it is alternated into particles and waves. At any given moment the circuit is a wave ( when seeing the thing in its time aspect, seeing the movement that gives its age) nut it contains the particle and it reaches a peak when shows the properties of particle ( when seeing its space aspect its matter’s shape) although the particle contains the wave. Then the circuit continues running from the particle as wave, but the wave contains the particle and can express it accordingly the state of the external world ( the formula is at my website)
This whole messy becomes clear when we discover that particles/waves composes a systemic circuit that works like a systemic living body. Studying a human body, Physics and Math applies to its mechanic skeleton aspect. For studying the body beyond the skeleton ( the soft meat and substances, genetics and hard-wired neurons,etc), we need change the Physics method for the Biological method, where Math does not have too much to do. Since in the Matrix/DNA Theory we discovered that atoms and galaxies are systems that contains a tiny cover of biological properties, we grasp the whole thing. The stranger things at quantum dimensions are not unnatural, they are aspects of biological organization of matter, so they are stranger only while we are applying only Physics for investigating them. Remember that the skeleton is the solid mechanistic framework of a human body ( as atoms and galaxies are the framework of biological systems) but the human skeleton was built by a system containing biological properties ( our parents). Understanding the biological properties of an atom or an astronomic system as a human body system is necessary to know the universal formula that build them.
The formula is a system with seven principal pieces, which are different in vibrational/frequency/shapes states due the systemic circuit being the force of life’s cycle. So, the seven different electronic layers of an atom are primitive potential expression of seven different connected parts. At a human body system, these electronic layers evolves as the seven principal organs. At cell systems, they are the seven principal organelles. So, an atom does not expresses all its “organs” at same time, only those layers occupied by electrons. Evolving to astronomic systems, as the building blocks of galaxies, these parts becomes the seven known types of astronomi bodies: stars, planets, black holes, quasars, etc. ( ok, this is merely a theory, under testings. If you are interested, Google “The Universal Matrix/DNA formula for all natural systems”).

A Nova Onda da Força Misteriosa que Impulsiona o Trump, o Putin, o Temer, etc.

domingo, janeiro 1st, 2017

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Em que estou a pensar?

Em um dos mistérios existenciais da vida e deste mundo que tem muita influência em nossas vidas. E’ sobre forças, elementos, desconhecidos, invisíveis, que atuam na matéria ao nosso redor, nos nossos corpos, assim como a mente e’ algo ainda desconhecido, invisível, mas tem força real que consegue mover nosso corpo nas direções que ela decide. Estou crendo que varios indicios apontam para a existencia de algo muito misterioso, apesar de eu ter sido o mais extremado materialista, naturalista, pois ninguém mais produziu uma cosmovisão tão alicerçada na natureza como e’ a cosmovisão da Matrix/DNA.

Estes indícios envolvem uma intuição humana que vem da antiguidade: a de que aos sete anos de vacas gordas sobrevêm os sete anos de vacas magras. Simplesmente ela sugere que nossas vidas estão sendo influenciadas por um ciclo natural de sete anos que nao temos a menor ideia de onde vem, o que seja.

Envolve também a evidência que tenho notado ultimamente: está ocorrendo uma onda de vitórias, de ganhos, dos humanos predadores em cima dos humanos-presas, depois de ter ocorrido uma fase do oposto. A sorte, a fortuna esta vindo para os grandes predadores e eles estão rindo a vontade. Eleição do Trump, golpe vitorioso do Temer, ganhos exorbitantes dos capitalistas nos bancos e corporações, o Putin subindo as alturas, os conservadores e republicanos voltando a se afirmaram no poder em todos os paises. Isto depois de uma fase em que vimos um preto na presidência, um operário e uma guerrilheira na presidência, vitórias dos partidos minoritários socialistas na Europa, ganhos de salários como no Brasil pulando de 80 dolares para 300 dolares… Claro, o que e’ vacas gordas para os grandes predadores significa vacas magras para a massa dos dominados…

Dentre os indícios também tem a intuição do humano intelectual e cientista moderno, de todos os paises, de que existam universos, realidades paralelas, coexistindo aqui conosco sem que tenhamos a menor percepção disso. Mas acho  fácil entender o porque esta estranha e desconfortável intuição pode ser possível. A matéria em nossos corpos e como tijolinhos de tudo neste universo material perceptível aos nossos limitados e pobres cinco sentidos cerebrais, sao os atomos. Atomos sao como o sistema solar, se voce conseguir ter em mente a verdadeira dimensão deste sistema solar. Ele e’ tao grande que se juntar-mos o Sol e todos os seus planetas num so ponto ponto dentro deste sistema, sairemos com a impressão que o sistema e’ praticamente apenas espaço vazio. Pois se juntar-mos protons, neutrons, electrons num so ponto dentro do átomo, veriamos como um buraco branco luminoso na imensidao do espaco intra-atomico. Mas o problema vai mais além. Quando vamos ver melhor estas partículas, vemos que eas sao igualmente quase vazias. Chegamos ao as compõem, os quarks, mas se formos ver melhor os quarks, eles também sao quase vazios… Resumindo: o nosso mundo material não existe de fato, acontece que nossos cérebros existem formados de átomos que não existem na realidade mas nossos cérebros acreditam que existem e se auto-projetam externamente criando a sua realidade imaginada. Quer dizer,.. estes mundos existem em relacao a um mundo finito, e não existem em relacao a um mundo infinito. Mas qual o certo: o finito ou o infinito, ou uma terceira alternativa que nossos cérebros nao conseguem processar? Ninguém pode saber, apenas ter opiniões. Mas se nosso mundo e’ vazio, quem nos pode garantir que nao existam outros seres formados de outras coisas vazias que acreditam que existam seus universos destas coisas vazias e estão bem aqui junto de nos? Ocupando o mesmo espaco? Pois na verdade somos nos que nao estamos ocupando espaco algum… e talvez eles tambem nao. O multiverso de Hawkins, os universos paralelos destes malucos cientistas que estão ficando ainda mais malucos com esse estranho mundo na dimensão quântica, pode existir… na nossa imaginação e na imaginação de talvez muitos outros seres capazes de imaginações.

Outro indício me veio a mente agora. Nos meus seis ou sete anos isolado na selva bruta, penso ter passado por isso sem ter percebido naquela época. Existe uma época em que os animais estão mais gordos, os pássaros cantam mais, macacos pulam mais nas árvores, e ouve-se o aterrorizante rugir das grandes feras com mais frequência. Os sapos coaxam mais a noite na beira dos lamaçais. Eu tive muitas noites assim, mas também tive noites que pareciam mais escuras, nao ouvi tantos animais emitindo ruídos fora da barraca, a selva parecia mais triste. Porém aumentava o rugido das grandes feras. Cheguei a pensar que seriam feras fêmeas que reagem a menstruação, ficam alvoroçadas, sei la’. E a selva responde a essa onda de rugidos de forma petrificada, em total silencio, todos correm para suas tocas. Mas e facil de entender. Quando o clima está bom, a vegetação floresce com mais abundância, as ovelhas-presas tem mais alimento e suas populações crescem. O efeito e’ o correspondente aumento na população dos predadores. A seguir o clima decai, as presas sofrem uma redução violenta na população devido a escassez de alimento e a grande quantidade de predadores. Com isso cai o alimento para os predadores, que passam a se depredarem entre si mesmos e vão morrendo de fome. Talvez isto seja um ciclo, e continuo, e talvez dai, desta memória animalesca registrada em nosso DNA, que vem o instinto imaginado humano dos sete anos de vacas gordas e magras. Mas o que causa esta alternancia do clima que dispara todos estes acontecimentos que determinam o estado de vida dos seres vivos? Nao pode ser apenas a natureza bruta geográfica pois os humanos aprenderam a contornar isso com o depósito e conservação dos alimentos, porém a economia continua se alternando, e as ondas de favorecimento a humanos predadores e humanos-presas continua ocorrendo. Nao ‘e problema apenas de temperatura do Sol, da Terra, e’ algo, uma força real, atuante, muito mais complexa, que atua no todo, vem de todas as partes do mundo.

E atrás de desmascarar esta força estou eu agora. Como filósofo empedernido, junto todos os pedaços do mundo em cima de uma mesa, e fico olhando-os, tentando conectá-los, ver se vejo o quadro geral, final, animado pelo sucesso ao obter o quadro geral da Matrix/DNA. E sao tantos detalhes! Sao detalhes unindo a ferocidade animal das feras na selva `as estranhas causas e efeitos observados na dimensão quântica dos corpos das feras e da biosfera, sao os comportamentos do Trump entrelaçados com emanações da relatividade geral, e dai por diante. Nos precisamos acabar com estas ondas, existem bilhões de humanos  que estão vindo de um progresso ilusório e entrando em noites escuras tenebrosas, torturantes. As noites da máxima escravização, das vitórias e poderes dos grandes sadistas predadores, os dias de penurias e escassez. Tenos inteligencia, temos que nos impor ao mundo ao redor, temos que conhecer suas forças para dominá-las de maneira que nos permitam sobreviver da melhor maneira possível para podermos evoluir, chegar a nossa transcendência antes que este planeta entre nos mesmos estados dos outros planetas do sistema solar e nao mais suporte a vida aqui. Nesta fase que favorece os Trumps da vida eles chegam ao máximo da arrogância crendo que eles sabem a verdade, eles tem a vida correta, e por isso alguma entidade inteligente que esteja por tras desse mundo os esta favorecendo. Mas eles nada sabem como eu e creio ser burrice estarem construindo algo nos sete anos de gordas que com certeza vai se encolher nos sete anos das magras para eles.

Como essa onda entra em nossos cérebros, fazendo expressar com mais dominância certas regiões e suprimindo outras que vinham a todo vapor? Claro, alterando alguma coisa no nosso meio-ambiente, mas o que tem forca assim para alterar o mundo ao nosso redor?! Comecam a despontar pistas, vou construindo hipoteses, tenho que sair la fora no mundo real para procurar evidencias que reforcem algumas destas hipoteses e descartem outras. Um bom método e’ registrar sistematicamente todos os detalhes do fenômeno por escrito, isso ajuda a ordenar as ideias… por isso estou escrevendo este artigo para deixá-lo aberto e ser continuado a qualquer momento que novidades surgirem. Mas continuo como carrapato agarrado nas pegadas e nos calcanhares desta misteriosa, não importa se nos sete anos de bonança ou nos meus sete anos de vacas magras que significam sete anos de vacas gordas para as gangs dos TRUMPistas, PUTINicas, TEMERonofobicas, BANCOfogas, etc.  Se os universos paralelos que existem mas não existem trocam relações entre si e esta força negativa para mim está vindo de um deles, vou atravessar a fronteira com a mesma coragem que entrei na selva e vou la’ pegar os culpados nao-existentes que pensam que existem e traze-los ao peso da justica!

Vida ou Não-Vida Após a Morte: Incrivel Nova Tese Nasce Dentro da Matrix/DNA: Seríamos A Dualidade Onda/Particula Em Evolutivo Feed-Back: Guidance Wave Theory

quinta-feira, março 19th, 2015

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Capitulo Contendo Coleções de Dados Sobre a Categoria “Vida ou Não-Vida Após a Morte?”

Esta nova teoria denominada Guidance Wave Theory de Ian Miller bate surpreendentemente com os resultados sendo sugeridos pela Matrix/DNA Theory sobre o que acontece na morte de um corpo humano. Veja meu comentário explicando como, a seguir:

Life after death

https://ianmillerblog.wordpress.com/2015/02/04/life-after-death/

ian miller blog

Meu Comentario ( a ser traduzido para português) ( Não Publicado, aguardando moderação):

A Vida Após a Morte Pode ser Explicada pela Dualidade Onda/Partícula. Cada corpo humano individual representa os aspectos “onda” e  “partícula”.  Partícula é seu aspecto corpo material visível, é sua posição em relação ao espaço, e onda em relação ao tempo é um aspecto invisível a nós, pois não vemos e não podemos tocar o tempo. Como partícula ela não se limita a um corpo individual ( o qual é apenas uma micro-cópia, um fractal da partícula) , ela se completa como o coletivo dos indivíduos, ou seja, a espécie. E espécies podem desaparecerem para sempre ou serem transformadas em novas formas, outras espécies. A espécie humana vem de uma linhagem evolutiva de um único sistema natural que se originou no Big Bang na sua mais simples forma e até o presente momento sempre foi transformado, ou seja, como partícula e no coletivo, ela nunca morreu.

No seu aspecto de onda do tempo, cada corpo humano no  seu tempo de existência é apenas um infinitesimal tempo do tempo total deste sistema sob evolução, ou seja, do tempo universal de 13,7 bilhões de anos. Isto quer dizer que na morte de um corpo a onda universal jamais morre ali. Em outras palavras, não existe vida após a morte porque simplesmente, na verdade, não existe “morte”.

We are arriving to same theoretical results coming from two different methods ( mine is comparative anatomy between living and nonliving natural systems). My theory called “Matrix/DNA, the universal formula for all natural systems and life’s cycles”, suggests that a unique body under the process of life’s cycle is at same time a wave and a particle. The particle is any momentum of that body and the wave is the lifelong time of that body. It happens that our DNA, which is the essence of every life’s species is merely the terrestrial biological shape of a universal essence, which I am calling “Matrix”. This result from my method is due when extracting the circuit flow connecting all parts of a system we get a formula in shape of computational diagram and it is equal from atoms to galaxies to plants cells to human brain’s configuration. Again, this universal formula coming within a system that emerged at the Big Bang and today is acquiring the shape of human brain and possibly also the shape of a new system called consciousness, is the universal Matrix/DNA.

So, it means that each momentum state of this unique universal system is a particle and this particle had appeared as several individuals which dies, but the particle’s shape continues to existing as the collective, called “species”. It is the particle as collective that is evolutionary transformed into new more complex systems. As sample we have an analogy with the individual human body, which could be called “particle” and we know that this particle under the process of life’s cycle is transformed into several shapes, from blastula to fetus to teenager, etc.  So, an individual body-particle dies, but the collective of this body particles does not: it is transformed. It means that this universal system-particle called human body is 13, 7 billion years old, like the Matrix/DNA.

But… the formula is showing that the body which is a system is seen by us as particle at a given moment of its lifelong, while we can not see its time running at that moment because the time or life’s cycle force is a wave. Since that there is a unique natural system evolving under the process of life’s cycle since the Big Bang to today consciousness, it means that there is a unique wave of time and it is 13,7 billion years old. It means that when a body-system-particle disappears as individual, the wave does not disappear because it is the collective of all individuals and it will continuing the evolution, certainly to the next transcendental or more complex shape of this universal system.

My method lead me to a new interpretation of the electromagnetic spectrum of light waves. From gamma ray to radio, all different states of frequencies/vibrations/colors are equal the sequence of transformations of the state of energy/vibration of a unique human body, from fetus to adult. It means that also a light wave is under the process of life’s cycle… in another words, a light wave is the most simplest “living thing”. So simplest that it goes back to the extreme singularity at the initial moments of the Universe… or, beyond it. It means that the Universal Matrix, which today and here is encrypted into the biological DNA, and is the formula organizing the brain and consciousness, was existing before this Universe in shape of light. If consciousness is the final end of this evolution, it must be returning to be the initial light. Again, as light, it is a wave.

Declarations like the famous neuroscientist that had a left hemisphere stroke and saw everything as light without separation between her body and the external world are good evidences that this theory about the consciousness being a kind of light waves the survives after death is in the right track. Congratulations Mr.Ian: you had an astonishing insight. (sorry by the English language errors and you can see the Matrix/DNA formula at its website).

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( Artigo copiado aqui para ser traduzido)

The issue of whether there is life, or consciousness, after death is one of those questions that can only be answered by dying. If there is, you find out. My wife was convinced there is, and she was equally convinced that I, as a scientist, would quietly argue the concept was ridiculous. However, as she was dying of metastatic cancer we had a discussion of this issue, and I believe the following theory gave her considerable comfort. Accordingly, I announced this at her recent funeral, in case it helped anyone else, and I have received a number of requests to post the argument. I am doing two posts: one with the mathematics, and one where I merely assert the argument for those who want a simpler account. The more mathematical post is at (http://my.rsc.org/blogs/84/1561 ).

First, is there any evidence at all? There are numerous accounts of people who nearly die but do not, and they claim to see a tunnel of light, and relations at the other end. There are two possible explanations:
(1) What they see is true,
(2) When the brain shuts down, it produces these illusions.
The problem with (2) is, why does it do it the same way for all? There was also an account recently of someone who died on an operating table, but was resuscitated, and he then gave an account of what the surgeons were doing as viewed from above. The following study may be of interest (http://rt.com/news/195056-life-after-death-study/ ) One can take this however one likes, but it is certainly weird.

What I told Claire arises from my interpretation of quantum mechanics, which is significantly different from most others’. First, some background. (If you have no interest in physics, you can skip this and go to the last three paragraphs.) If you fire particles such as electrons one at a time through a screen with two slits, each electron will give a point reading on a detector screen, but if you do this for long enough, the points give the pattern of wave diffraction. This is known as wave-particle duality, and at the quantum level, an experiment either gives properties of a particle or those consistent with a wave, depending on how you do it. So, how is that explained? Either there is a wave guiding the particles or there is not. Most physicists argue there is not and the electrons just happen to give that distribution. You ask, why? They tend to say, “Shut up and compute!” Einstein did not agree, and said, “God does not play dice.” What we know is that computations based on a wave equation give remarkably good agreement with observation, but nobody can find evidence for the wave. All we detect are the particles, but of course that is what the detectors are set up to detect. It is generally agreed that the formalism that enables calculations is sufficient. For me, that is not sufficient, and I think there must be something causing this behaviour. Suppose you cannot see ducks but you here a lot of quacking, why do you assume the quacks are just the consequence of your listening, and there are no ducks? There is a minority who believe there is a wave, and the pilot wave concept was formed by de Broglie.

Modern physics states the wave function is complex. In general, this is true, but from Euler’s theory of complex numbers, once (or twice) a period (which is defined as the time from one crest, say, to the next) the wave becomes momentarily real. My first premise is
The physics of the system are determined only when the wave becomes real.
From this, the stability of atoms, the Uncertainty Principle and the Exclusion Principle follow. Not that that is of importance here, other than to note that this interpretation does manage to do what standard theory effectively has as premises. My next premise is
The wave causes the wave behaviour.
At first sight, this seems obvious, but recall that modern quantum theory does not assert this. Now, if so, it follows that the wave front must travel at the same velocity as the particle; if it did not, how could it affect the particle? But if it travels at the same velocity, the energy of the system must be twice the kinetic energy of the particle. This simply asserts that the wave transmits energy. Actually, every other wave in physics transmits energy, except for the textbook quantal matter wave, which transmits nothing, it does not exist, but it defines probabilities. (As an aside, since energy is proportional to mass, in general this interpretation does not conflict with standard quantum mechanics.) For this discussion, the most important consequence is that both particle and wave must maintain the same energy. The wave sets the particle energy because the wave is deterministic, which means that once the wave is defined, it is defined for every future with known conditions. The particle, however, suffers random motion and has to be guided by the wave in my theory.

Now, what is consciousness? Strictly speaking, we do not know exactly, but examination of brains that are conscious appear to show considerable ordered electrical activity. But if electrical activity is occurring, that is the expenditure of energy. (The brain uses a remarkably high fraction of the body’s energy.) But since the movement of electrons is quantum controlled, then the corresponding energy must be found in an associated set of waves. Moreover, it is the associated wave that is causal, and it alone can overcome the randomness that may arise through the uncertainty of position of any particle. The wave guides the particle! Another important feature of these Guidance Waves is they are linear, which means they are completely separable. This is a general property of waves, and is not an ad hoc addition. It therefore follows that when we are conscious and living “here”, there is a matrix of waves with corresponding energy “there”.

Accordingly, if this Guidance Wave interpretation of quantum mechanics is correct, then the condition for life after death is very simple: death occurs because the body cannot supply the energy required to match the Guidance Waves that are organizing consciousness, and the random motion of particles in the brain, due to heat, overpower the order that bodily consciousness requires. The body now is no longer conscious, and hence is dead, and useful brain activity ceases. But if at the point where the brain can no longer provide its energy contribution for consciousness, the energy within the Guidance Wave can dissociate itself from the body and maintain itself “there”, and recall that the principle of linearity is that other waves do not affect it, then that wave package can continue, and since it represents the consciousness of a person, that consciousness continues. What happens next depends on the conditions applicable “there”, and for that we have no observations.

Is the Guidance Wave interpretation correct? As far as I am aware, there is no observation that would falsify my alternative interpretation of quantum mechanics, while my Guidance Wave theory does make two experimental predictions that contradict standard quantum mechanics. It also greatly simplifies the calculation of some chemical bond properties. However, even if it is correct, that does not mean there is life after death, but at least in my interpretation of quantum mechanics it is permitted. That thought comforted Claire in her last days, and if it comforts anyone else, this post is worth it.

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Outro excelente artigo e posterior comentários com muitos links sobre o tópico:

Near death, explained

New science is shedding light on what really happens during out-of-body experiences — with shocking results.

http://www.salon.com/2012/04/21/near_death_explained/

( E como resposta ateísta de PZ Myers, ver:

Near-death, distorted

Taking aim at a recent Salon story about the science of out-of-body experiences

http://www.salon.com/2012/04/26/near_death_distorted/