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Descargas Elétricas de Oparin Trazem o Corpo da Galaxia Para a Célula Viva Assim como O Orgasmo Traz o Corpo do Homem para Seu Filho!

sábado, outubro 11th, 2014

Esta foi mais uma das surpreendentes descobertas da Matrix/DNA Theory. Oparin foi um russo filósofo naturalista muito curioso que queria saber como estava o estado mundo que criou a Vida, a 4 bilhões de anos atras. Tanto perseguiu este objetivo que acabou elaborando uma teoria completa de quais átomos estariam na superfície da Terra, como estavam combinados, e sugeriu que uma descarga elétrica, vinda talvez de relâmpagos, ou do sol, atingiu estes átomos de maneira que passaram a se combinarem de uma nova forma, nunca acontecida nos 10 bilhões de anos anteriores da História do Universo.

http://www.glogster.com/manujimenez3b/myglogster

Tanto era lógica sua teoria que mais tarde dois cientistas ( Miller e Urey) perceberam que puderiam testar a teoria em laboratorio. Puseram aqueles tipos de átomos dentro de um frasco e aplicaram descargas elétricas no frasco. Para sua surpresa, surgiram no fundo do frascos umas novas combinações dos átomos, justamente algo parecido com os aminoacidos, os building blocks de proteínas e acido nucleicos, RNA, DNA ! A teoria do Oparin foi “quase” certeira! Porem ainda restaram alguns problemas sérios para a teoria de Oparin. Primeiro é que,  se na história natural real, aqueles tijolinhos se uniram e formaram complexos edifícios chamados proteínas e RNA, no frasco dos cientistas os tijolinhos ficaram parados, não dando os passos evolutivos seguintes. Então faltava alguma coisa misteriosa naquela mistura de átomos sugerida por Oparin, e nunca se descobriu até hoje qual a coisa misteriosa, a não ser que… a Matrix/DNA Theory esteja correta e tenha descoberto. Tem-se procurado no mundo material dos átomos qual o elemento faltante, tem-se acrescentado todos os tipos de átomos, tem se modificado a experiencia de todas as maneiras possíveis, e nada do danado misterioso mostrar as caras. Segundo, hoje muitos críticos estão dizendo que os aminoacidos formados no frasco não são bem o tipo de aminoacidos selecionados pela Vida. Existem centenas ou mais tipos de aminoacidos, mas a Vida utiliza apenas 20 tipos deles.

Vale a pena ver no incrível vídeo com este link, como foi a experiencia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Miller%E2%80%93Urey_experiment

 

Aleksandr Oparin (right) and Andrei Kursanov in the enzymology laboratory, 1938

 

The MIller&Urey experiment

Na selva eu pensei um pouquinho diferente. Para que surja um RNA é preciso que tenha antes as proteínas que formam o RNA. Mas para que existam proteínas, é preciso antes que exista o RNA/DNA, que é quem une os aminoacidos em longas cadeias formando proteínas. Vemos aí repetido o mesmo dilema do ovo e da galinha. Quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha? A resposta deve ser a mesma para a pergunta: Quem surgiu primeiro, a proteína ou o RNA?

Ora, então a solução para o ovo e a galinha deve ser a solução para a proteína e o RNA. A solução para o ovo e a galinha é que antes da forma de galinha e talvez até mesmo a forma de ovo existiam especies que tinham outras formas e forem transformadas em galinhas. Então vamos para o problema da proteína e do RNA e aduzimos que a solução é que existiam especies que tinham outras formas e foram transformadas em RNA e proteínas.

Mas que espécies? Como ver estas espécies na figura do estado do mundo preconizado por Oparin?  Ora, o mundo reduzido de Oparin foi imitado numa redução da atmosfera terrestre num composto de átomos dentro de um frasco. E procurando esmiuçadamente dentro daquele fraco não se encontra espécie alguma de um sistema formado que poderia ser ancestral de proteína e RNA. Isto me lembrava que no frasco de Miller e Urey foi imitada apenas a atmosfera terrestre, e o resto do mundo ficou lá fora… onde se escondia o agente misterioso.

Mas o raciocínio de um filósofo naturalista é teimoso, e insiste que o tal sistema misterioso tem que estar ali. Se ainda não o encontramos, continuemos a procurar, porque ele tem que estar ali. Não pode ter sido inserido ali por algum fato sobrenatural vindo de fora do real estado do mundo naquela época. E não pode, na história natural real, ter acontecido um acidente do acaso absoluto, nas origens desta extraordinária engenharia que é RNA e o conjunto funcional formado pelas proteínas, como se um tornado revirasse uma montoeira de peças de um Boeing 747 e ao passar deixasse o Boeing montado e pronto para voar. Digo que o evento ocorrido nas origens da Vida aqui não foi por acaso porque nós podemos ver aqui e agora o mesmo evento ocorrendo no processo da embriogênese, e se ocorrem dois eventos de um mesmo processo, o tipo de evento é padrão, e não mera coincidência ou mero produto do acaso.

Foi assim que de repente, teimando e teimando noites a fio calculando o que havia visto durante os dias a fio que passava ajoelhado na beira de pântanos e margens de rios observando a lama com um microscópio do tempo de jota cristo,  que surgiu uma idéia. Pois a diferença brutal, gritante, entre os sistemas atômicos formando a mistura de Oparin no frasco e os sistemas atômicos formando a lama natural  que gerou os aminoacidos certos e inseriu neles o elemento misterioso ordenador estava em que, no frasco foram aplicadas descargas elétricas, e na lama foi aplicada a energia vinda do Sol.  Esta a diferença entre o super preparado e mais bem informado pesquisador acadêmico no laboratório e os curiosos por natureza que saem a enfrentar o inferno nos arquipélagos de Galápagos e nas selvas amazônicas: o calor tórrido, a luz do sol batendo na nuca do filósofo agachado no pântano vai lhe cozinhando os miolos e tornando-se cada vez mais sentida, mais percebida, como se o Sol dissesse: “Ei, o que procuras não está na lama, não estava na sopa primordial, está acima, levante os olhos e me veja…” Enquanto no laboratório o cérebro que busca está no ar condicionado, no ambiente limpinho e ordeiro, e sob a luz artificial de uma lampada. Ali a Natureza não pode entrar com seu impeto desajeitado selvagem como um furacão e sussurrar seus segredos aos ouvidos de seus fãs fiéis.

A unica coisa de fora que pode ter sida inserida naquela sopa de Oparin dentro do frasco, foi a descarga elétrica. Então nela estava faltando o elemento misterioso. Tinha que estar.

Mas como?! O que pode conter uma descarga elétrica, senão elétrons, talvez fótons, e algumas partículas mais? Nada ali existente teria a capacidade de fazer o que o RNA faz, unindo tijolinhos para construir complexos edifícios.

Então,… os elétrons, os fótons, ou seja lá o que for, vindo com a luz solar, devem serem os tijolinhos ativos de um edifício externo ao frasco, que deveriam construir o mesmo edifício dentro do frasco. E quando se encontram no espaço aberto, se reúnem do mesmo jeito que se reuniam no edifício de onde vieram…

A Natureza colocou no centro dos aminoacidos, o átomo de carbono. escolheu este dentre centenas de outras espécies de átomos. Porque? Porque o carbono? Ora, quando vamos construir nossa casa, não procuramos terrenos alagadiços, montanhosos, inclinados, e nem regiões com intensa instabilidade climática. Queremos uma casa sólida e estável, portanto devemos procurar estas propriedades no terreno. Então, Sherlock Holmes, o grande detective britânico teria pensado: “O agente do crime, o edifício oculto que desceu aqui naquela sopa primordial, deve ter propriedades similares ao átomo de carbono. Vou investigar a miúdo este tal de carbono, pois ali estão as pistas para me levar à solução. De fato, mais tarde, descobri como e porque o átomo de carbono é o mais fiel exemplar imitando a fórmula da Matrix/DNA. Por isso ele foi o escolhido a ficar no centro da Vida!

Mas isso pode acontecer na Natureza ou eu estaria imaginando processos, mecanismos, inexistentes? Pode sim: os tijolinhos de um pai e de uma mãe de repente vão para outro lugar, dentro de um óvulo, que imita o frasco, e ali recomeçam a construir o edifício de onde vieram – um corpo da espécie humana.

Gosto de pensar em comparações para obter os padrões pelos quais a Natureza se revela em seu trabalho evolutivo.  anatomia comparada teórica. Assim, pensava na espécie humana, no corpo de uma mulher gravida, no óvulo e espermatozoide, na história natural de como a espécie humana se projeta transformando-se num sinal carregado por ondas e recebido por um receptor que é o óvulo, emitido daqui, o qual decodifica o sinal e reconstrói o emissor da mensagem, na forma de um bebê. Trocava a espécie humana por uma galaxia, o corpo da mulher por um sistema solar, o óvulo por um planeta, a transmissão do DNA pela transmissão da luz solar e radiação cósmica, o bebê por uma célula viva completa… e via o mesmo mecanismo, o mesmo processo natural acontecendo duas vezes. Sem fantasmas mágicos sobrenaturais e sem magicas de um fantasmagórico nunca visto acaso absoluto.

Bem… para encurtar por aqui… foi assim que levantei os olhos para o céu do meio da selva tentando ver este sistema solar e esta galaxia. Como era impossível ver com a simples luneta ainda do tempo de Galileo que trazia a bojo, tentei calcular como é na verdade esta galaxia. Nós tínhamos uma base para fazer estes cálculos. Foi um ensinamento da minha pobre e quase analfabeta avó que sempre dizia: “Filho de peixe, peixinho será!”. Eu aqui não tinha como ver e conhecer o que de fato é o peixe ( a galaxia e depois o sistema solar),  mas tinha os peixinhos: na forma de larva como proteínas e RNA, e depois da metamorfose, na forma da primeira célula viva. Ora a forma do filho sempre revela como é a forma do seu pai e sua mãe. Bastava calcular a evolução caminhando na mesma avenida por onde caminhou Darwin, porem, vindo da direção contraria… do futuro na direção do passado, do peixinho na direção do peixão…

E assim descobrimos a fórmula universal da Matrix/DNA que nos sugere com muita lógica o modelo teórico de como deve ser o building block de galaxias e sistemas solares e qual o processo pelo qual este building block astronomico, vindo da evolução dos sistemas atômicos, se projeta na forma de sinais dentro de ondas de luz e se refaz na outra ponta onde há o correto receptor. Assim, descobrimos o elemento misterioso na experiencia de Miller e Urey.

 

Tal como o segredo que faz uma simples bolota chamada mórula se desenvolver tornando-se um complexo embrião, está fora do ovulo, vem de fora do óvulo, vem dos corpos do pai e da mãe, assim o segredo que vai fazer aqueles aminoacidos continuarem os passos da evolução está fora do frasco. Está na fonte da emergia correta que um dia aplicaremos naquele frasco de Oparin e obteremos uma bebê de célula viva que sairá dali engatinhando e nos dizendo “Alö!”. A galaxia não cabe dentro do frasco, assim como o corpo da mãe não cabe no óvulo…, mas ele tem que estar ali.

Porque no titulo fazemos referencias a esta palavra meio incomoda: “orgasmo”? Porque orgasmos é um efeito biológico que vem da evolução de processos existentes em ancestrais longínquos ditos “não-vivos” e podem serem melhor explicados pela termodinâmica dos sistemas naturais. Todas as diferentes formas apresentadas pelo sistema universal que vem evoluindo desde o Big Bang obedeceram o mesmo processo do cilo vital: nascem, crescem, atingem a maturidade. nesta fase a energia estava sempre se elevando, em crescente. Atingido o ponto de maturidade a energia começa o retorno, a decair, num movimento que nossas Ciências observam e medem com um medidor denominado “entropia”. É a fase da degeneração do sistema, o que não significa que o sistema, se for fechado em si mesmo, perca energia para o exterior, mas sim que perca a qualidade do nível de complexidade, pois partículas começam a saírem do canal do circuito energético e se interiorizam, misturando-se, transformando o sistema numa massa amorfa. Mas a Natureza é extremamente sábia! Ufa! para evitar que todos os sistemas naturais morressem e o seu projeto evolucionário fosse bruscamente interrompido, Ela faz com que, no momento que o sistema atinja sua maturação, ele lance um fio de sua energia crescente na direção de seu núcleo… um ramo lateral do circuito que vai realimentar e reciclar o sistema. Quando esse sistema universal chegou na forma de sistema-corpo humano, resumimos todo esse processo do ramo lateral num nome: reprodução sexual.

Então o corpo humano como sistema natural que é, nasce, cresce, atinge o ponto de maturação quando todos os genes fizeram seu trabalho, dotando o homem de barba e a parafernália sexual, da mesma forma dotando a mulher. Nesse ponto a energia começa a decrescer , e esta, na física termodinâmica, deveria ser uma queda rápida, quase à velocidade da luz. Mas o ser humano é um sistema aberto, ele se relaciona com o mundo externo, e assim ele pode continuar absorvendo a fórmula da Matrix que está nas plantas, na luz do Sol, etc., repondo e mantendo o nível de energia em equilíbrio, ao menos retardando por mais 40 ou 50 anos essa queda.  O corpo humano expulsa as partículas que vem decaindo da superfície na direção do núcleo, na forma de radicais livres, através de uma descarga elétrica, assim como os cientistas no laboratorio estão dando descargas elétricas no frasco-ovo de Oparin. A diferença é que o corpo humano aplica estas descargas na forma de orgasmos, e a galaxia também o faz, mas não dentro de laboratórios a vista de todo mundo, apenas o faz sutil e sorrateiramente a céu aberto.

A finalidade deste artigo é repetir sempre o que penso ser a mais correta atitude para a Humanidade vencer seus obstáculos e caminhar para um estado de vida sempre melhor. Toda vez que tiveres uma pergunta, uma questão sobre qualquer fenômeno natural – “De onde veio isso?! Como pode isso estar acontecendo na Natureza? Como explicar estes eventos misteriosos que parecem obras de seres supernaturais ou acidentais?!” – observe a Natureza e pergunte a Ela, não se deixe influenciar muito pelo que os outros dizem. Pois a natureza não joga dados com suas criaturas, não faz jogo de esconde-esconde com suas amadas criaturas. Ela sempre revela aqui e agora, em algum detalhe ocorrendo dentro dela, assim como os detalhes ocorrendo dentro de um óvulo na embriogêneses, como Ela fez as coisas no passado longínquo. Ela é honesta, podes confiar que Sua palavra do passado será sempre sua palavra do futuro, o que está em baixo é cópia evolutiva do que está encima e vice-versa. Assim sempre acreditou, atuou, o método cientifico dos filósofos naturalistas.