Posts Tagged ‘Origem da Vida’

Entendendo a origem da Vida pela origem do seu corpo

segunda-feira, setembro 18th, 2017

xxxx

Para entender como e porque a Vida surgiu neste mundo, você precisa entender por uma nova perspectiva, como seu corpo surgiu neste mundo, pois os dois eventos foram produzidos pelo mesmo método.

O seu corpo foi criado por uma unica força dividida em suas duas forças opostas. Uma força começou como um ponto, no centro do ovulo, vamos chama-la de “genética”. A outra força começou como uma grande bolha, vinda do mundo exterior, amnion, placenta, vamos chama-la “epigenética”. A fonte, a força unica, chama-se “espécie humana”. Esta especie se coloca como causa primeira, na forma dos pais, e se coloca como efeito ultimo, quando sua forma renasce como uma criança. Na forma de causa primeira, ela é o ponto, o genoma dos pais, que tem a tendencia a reproduzir a forma e no seu aspecto epigenético ela é o ambiente exterior que ajuda esta reprodução porque ele é modelado como um berço para acomodar o feto e como um magneto, puxando, ajudando, o feto a ir na sua direção, na direção da forma.

Nas origens da Vida, o genoma veio da evolução anterior de 10 bilhões de anos, a chamada “evolução cosmológica”. A qual modelou planetas como a Terra para ser o ideal ovo contendo o ideal amnion, envolvido pela ideal placenta – esta atmosfera que nos circunda. Assim a epigenética se coloca como exterior ao palco onde a Vida germina e floresce, intervindo com mutações para a forma do feto se encaixar na sua forma. A estas mutações, que a humanidade ainda não conhece a causa, por isso acredita que são meros produtos causais, erigindo dai’ toda uma visão de mundo niilista que construirá mais uma civilização fadada ao fracasso, a ser derrubada pela realidade natural como foram as outras construídas em cima de visões de mundo misticas equivocadas.

A forma a ser reproduzida pela vida final ora espalhada em muitos planetas de muitas galaxias vai finalmente reproduzir o ser desconhecido que produziu a fecundação num estrondoso evento conhecido como o Big Bang. De  vem a força total, unica, e isto significa que  tem alguém esperando o nosso nascimento, como seus pais aguardaram ansiosamente e torcendo com fervor (pois pouco podem fazer para consertar os seus caminhos errados, já que os pais não podem estarem na genética dentro do ovo), para que você tivesse o melhor desenvolvimento e o maior sucesso. Mas para ser bem sucedido nesta obra de grandeza cósmica, é preciso saber o que fazer, como se conduzir, e isto só se faz se realmente entender-mos o que é este mundo e nossa Vida.

(Obs.: Isto e’ uma teoria, resultado da minha investigação e raciocínio particular. Como eu não sou dono da Verdade e de fato não a conheço, e como nao sou fanatico crente em teorias, apenas escolho a melhor sefgundo minhas preferencias. Voce deve conhecer esta teoria para acrescentar as outras existentes, pois isto enriquece as fundacoes da sua propria escolhida visao do mundo).

Origem da vida por energia nos raios na atmosfera ou energia nos ventos termais? A energia que levou a formulação da Matrix/DNA Theory/

sexta-feira, setembro 15th, 2017

xxxx

Sao duas as principais hipóteses sobre onde e como começou a vida: ou na reduzida atmosfera imitada pelo Miller/Urey experimento ou nas profundezas oceânicas devido aos ventos termais. Uma coisa que se nota e’ que nos dois casos, energia foi crucial para esse início. Os ventos termais sao matéria quente, portanto contendo energia, entrando em agua fria. Dentre os motivos que levaram a formulação da Matrix/DNA Theory esta observação foi importante. O que e’ esta energia, de onde ela veio? Etc.

O video abixo ajuda a ver as duas hipoteses nitidamente. E a seguir esta a explicacao como esta observacao levou a formulacao da teoria.

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ&lc=z23tzvixbn2jtvm1wacdp430f1q4cqv3rfkrcke5la1w03c010c.1505448284540514

Origin of Life – How Life Started on Earth

The two meaning hypothesis in this video ( life began as the Miller/Urey experiment in reduced atmosphere or life began at deep oceans thermal vents) has a common essential factor: both were dependable of energy. No energy, no life. Ok, but, as the energy in reduced atmosphere as the energy in thermal vents comes from a unique species of source: astronomical bodies. The atmosphere energy coming from Sun and thermal vent coming from the Earth’s nucleus. But,… how energy works transforming non-organic matter into organic matter? The hypothesis in the video is that energy breaks down inertial and quasi-eternal non-organic molecules permitting to them new combinations, and it happens that from these new combinations, organic matter arises. In shape of amino-acids. But – accordingly to my information – these amino-acids from Miller experiment are not one of the 20 amino acids used by life. Now we are getting those 20 amino acids from synthetic chemistry, which merely mimics the exactly atoms and its location in a molecule. The next step in life origins was linking amino acids into bigger chains, resulting in proteins. The Miller amino acids never could doing the second step. Synthetic amino acids are doing it, but, I guess, need a new burst of energy. Again, the energy, without it there is no first step, no second step… To me it is clear that energy is driving the whole process of life’s origins. If there is an agent at all steps of life’s sequences, life is not a product of chance, it is a natural normal result due the action of a unique natural force. The big question now is: What’s this energy? What energy contains that can drive non organic matter into an organized biological system? The answer must be in its source: astronomical body. The question persists: What’s an astronomical body? What an astronomical body contains and transfer to its emitted energy that can transform non-organic matter into complex biological systems?
Possible and rational answer: an astronomical body contains information about a system, non-biological, and when these information are emitted to outside and falls in a new environment with water and other elements, these information reproduces that non-biological system mutated to biological system. But,… what non-biological system is there, inside an astronomical body? Of course, the system to which belongs the astronomical body, which can be a stellar system as a galactic system.
From these speculations began the birth of Matrix/DNA Theory.

Oldest evidence of life on land found in 3.48-billion-year-old Australian rocks

sábado, agosto 5th, 2017

xxxxx

Ver artigo:

https://phys.org/news/2017-05-oldest-evidence-life-billion-year-old-australian.html?utm_source=nwletter&utm_medium=email&utm_campaign=daily-nwletter

Origens da Vida: Evidencias para Abiogeneses – 4 Novos Papers

terça-feira, julho 18th, 2017

xxxx

Evidence for abiogenesis: Scientists are now able to simulate early Earth conditions in the laboratory. They observed the formation of precursors to RNA and DNA, amino acids and nucleic acids (>50 types), via entirely naturalistic processes. NO divine “creation” is involved.

http://www.pnas.org/content/112/3/657.abstract https://phys.org/news/2015-03-chemists-riddle-life-began-earth.html

https://phys.org/news/2015-06-evidence-emerges-life.html https://www.nasa.gov/content/nasa-ames-reproduces-the-building-blocks-of-life-in-laboratory

Origem da Vida: Video e Debate com Matrix/DNA

sábado, junho 3rd, 2017

xxxx

Neste video ha um debate em que participo com muitos posts. Aqui farei o script dos posts e tentarei trazer os posts para ca…

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ&lc=z12rtxmiipbfz1ake22vcfh4lymvcpskj.1496220005938083

 Post by Matt C – 6/3/2017
Louis Charles Morelli  – but there is no way to tell if there was an original propagation of light carrying genetic information, so the chances of you having discovered it I’d say are pretty slim. there are no astronomical bodies with the same configuration as a nucleotide. carbon atoms have not got the same configuration as any astronomical bodies, apart from solar systems in the fact that they both have a central round thing being orbited by several smaller presumably round things. I’ve looked on your website and it simply shows that you came up with your theory first and then looked for evidence for it which resulted in you making random slight parallels into evidence to fit your theory. your theory holds no logic, no credibility and no evidence.
xxxx
1) there is no way to tell if there was an original propagation of light carrying genetic information
Matt C – I will answer with several posts, ok?
1) there are no astronomical bodies with the same configuration as a nucleotide
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 6/3/2017
Matt C – I will answer with several posts, ok?
1) there are no astronomical bodies with the same configuration as a nucleotide
Of course, not. I did not said that. Before explaining this in other words, Matt C, I need remember something. Sorry but our modern academic Sciences has a big hole in its method that is responsible for Science weakness today, as in the issue of diseases, etc. The big hole is about “natural systems”. For example, the Genoma Project was believing in ” one disease, one gene”. Venter discovered that it is not, each disease is due a network of spread genes in the DNA. But,… the DNA is a messy of millions systems, each one composed by a number of genes, so, the right is: “each disease, each genetic-system”. It happens that no Science field knows what is a real natural working system. If they knew it, they would be able to identificate and separating each genetic system, then, identifying the system producing each disease.
But, knowing what is a natural system is very easy, because Nature knows only one kind of system, which has been applied since the Big Bang for organizing matter/energy in a workable way, in architectures. This universal system is a formula, which we can translate it as a the must simplest diagram of software ( its appearance is simplest but its network hided all complexity we know in Nature. When you understand the whole thing, you learn to identifying what is hidden)).
It is like saying: ” All species of living things has in common, a biological formula, called DNA “. Then, you can say: ” All natural systems, be it electric-magnetic (atoms, etc.), mechanic (astronomic systems), biological ( living beings),… has in common, a universal DNA, a formula, called ( this is my chosen name, you can chose other), Matrix/DNA. What we know by a building block of DNA is merely the biological shape of a universal formula that is driving universal evolution since the Big Bang.) This formula makes the internal structure, the energetic circuit, the flow of informations, the systemic configuration, the parts and the nucleus of all known natural system.
Why the whole staff of academic and private Science did not get it ? Science began in the right way for humans, with the reductionist method, which is opposite, or complementary, to the systemic method. Our scientific instruments could grasp ( seeing the whole body) corpuscular structures, but not the network of connections among structures. There were some intuitions towards systems, like Margullis and its symbiotic theory, or Fritjof Capra, with “The Tao of Physics”. Then came Bertallanfy trying to do what Francis Bacon did with the reductionist method: a big initial theory of systems, a collection of everything that had some systemic appearance. But not knowing what is a system, how it is composed, how it works, where to grasp a synapse of connection between two parts, his big job stopped by century. Then, some Mathematicians and Physics, as Wiener, Rosemberg, etc, take the approach but thinking about systems as computational cybernetics. It is not this way that natural system works and is revealed. And nobody went back to Bertallanfy for resuscitating the systemic approach, the scientific knowledge is zero today. They are confusing systems with merely slices of processes inside a whole system.
I can’t say more in this post, but I have 30 years seeing the world, each natural phenomena, from this systemic perspective, always identifying the formula at each phenomena and getting a specific interpretation that fits very well in the big picture – from the Big Bang to consciousness. If you are interested in natural systems, you can tell here, we will continue in other posts.
So, you are right: there is no astronomical body with same configuration of nucleotide. I am saying that the system to which any astronomical body belongs has the configuration ( the same natural formula, or Matrix/DNA ) that has not a nucleotide, but a lateral base-pair of nucleotides with two sugars and four nitrogenous bases, which composition is a complete working system. But you need see over the table the model of an astronomical system, at the side of the Matrix/DNA formula, at the side of a nucleotide system, for understand it. Cheers…
( continuar respondendo os topicos abaixo)
3) carbon atoms have not got the same configuration as any astronomical bodies
4)you came up with your theory first and then looked for evidence for it which resulted in you making random slight parallels into evidence to fit your theory
5) your theory holds no logic, no credibility and no evidence.
xxxx

cq33xxcq33xx2 days ago

so how life started?

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 6/3/2017

Ok, you are in a good track. You are not convinced by people that think inside the box. They think that knows how life started and you know that they doesn’t know. Maybe you find the answer thinking outside the box. i did it and I find an answer that makes sense. Let’s go trying it? Your own life started with a Big Bang, when the membrane’s spermatozoon exploded inside an ovule. if you put over the table the shapes of the Universe from the Big Bang till galaxies ( where cosmological evolution became biological evolution at Earth), and at the side, you put the shapes of your body from that big bang to morulae, blastulae, you will see the same shapes. So, if your own life started and evolved same way of the Universe, it means that life did not started at Earth, but at the first moment of the Universe. There was no origins of life here. Lol… never nobody said that, this is thinking outside the box, really
xxxxx
Texto-resposta para Jay C ( postou a uma semana atras), que nao foi publicado pelo site fora do ar:
Jay C – My two cents here. Hm Grraarrpffrzz explained Materialistic Evolution (ME) in a brilliant way and his counter-arguments about the Christian God showed that this belief does not make sense, but still you can save something of God. Pay attention that ME’s hypothesis only postergate the problem of DNA information to another question: where the RNA information came from? And that DNA replication explains DNA formation does not explain the formation of the first DNA or RNA, or any biological molecule. Where were at the physical world before life’s origins something that was replicating itself? Nobody answered this question. But your assertion that information from chemicals to life was a kind of message or code and message only comes from intelligence is not true. There is no genetic code, no message in the DNA. For explaining it let’s apply another question: There are 8 billion humans. Each human has something different from all others, so, we can say that each human is a unique and specific information. Something he/she will do different from all others. Could we say that Humanity ( the sum of 8 billion humans) is a code, or a message? No. DNA is a pile of millions of different individuals, the fundamental unit of information: a lateral base-pair of nucleotides. It happens that each lateral base-pair of nucleotideos is a system in itself. It is just the universal formula of natural systems, where the two sugars at the strands are F1 and F4, and the four bases are F2,F3,F6 and F7. A fifth base, uracil , is responsible for these systems reproductions into new systems. All these millions of systems are derivation from a universal template, like all humans are derivations of a human species shape. Since this formula is the template of the – not only Earth environment, but the whole inter-galactic environment – and biological organization of matter is merely a process of reproduction of the whole galactic system, the environment produces new copies of DNA’s units for to develop this process. So, there is no genetic code, there is no message, there is no origins of life and there is no abiogenesis. There is a universal reproduction of a unique system coming from the Big Bang, being transformed into new shapes (atoms>galaxies>RNA/DNA’s building blocks>cells>monkeys>…). Ok, at monkeys, materialistic evolution opens the door to a ex-machine being and here maybe a kind of God is possible. I will explain: Each human baby’s brain expresses consciousness at 6 or 8 month of embryognesis. But, you know, it is not the baby’s brain creating consciousness first time in the Universe, it already was existing at human species, outside the little universe of the embryo. It happens that we are seeing this ” consciousness” existing as potentiality and under evolution since the Big bang as the identity of any ancestor system. Consciousness was sleeping at atoms, dreaming at galaxies, beginning to wake up at cells and now it is a fetus or embryo inside humans heads, an embryo that still has no opened its own eyes for to see its own body. If human babies takes 6 or 8 months for expressing consciousness from its parents, and humans are the shape of the universal system here and now, it means that the ex-machine system takes astronomical 13,8 billion years. What is the problem? It is relativistic to size, time, etc. So, this universe is merely an agglomerate of galaxies like the placenta is an agglomerate of cells and inside this universal placenta is occurring a natural process of genetic reproduction of the unknown ex-machine conscious natural system existing beyond the universe. So, something from God is safe… yet. But, please, not the absurd Bible’s God, a pregnant mother and the father does not make interference at the work of the genes building their baby. Be happy that you ( as part of all conscious beings working just now at millions of galaxies ) will be one baby that will born at the end of this universal placenta, at the day of the Big Birth. ( but, ok, I only suggested to you a new theory based on Naturalistic Ex-Machine Evolution. Cheers…

Origem da Vida: Nova Descoberta discute: Fundo de Oceanos ou Lagos na Superficie?

quinta-feira, maio 11th, 2017

xxxx

Baseado no artigo ( ver meus comentarios postados no artigo e copiados abaixo):

Phys.ORG

Oldest evidence of life on land found in 3.48-billion-year-old Australian rocks

May 9, 2017

https://phys.org/news/2017-05-oldest-evidence-life-billion-year-old-australian.html?utm_source=nwletter&utm_medium=email&utm_campaign=daily-nwletter

Fossil evidence of early life has been discovered by UNSW scientists in 3.48 billion year old hot spring deposits in the Pilbara of Western Australia – pushing back by 3 billion years the earliest known existence of inhabited terrestrial hot springs on Earth.

Previously, the world’s oldest evidence for microbial on land came from 2.7- 2.9 billion year old deposits in South Africa containing organic matter-rich ancient soils.

“Our exciting findings don’t just extend back the record of life living in by 3 billion years, they indicate that life was inhabiting the land much earlier than previously thought, by up to about 580 million years,” says study first author, UNSW PhD candidate, Tara Djokic.

“This may have implications for an origin of life in freshwater hot springs on land, rather than the more widely discussed idea that life developed in the ocean and adapted to land later.”

Scientists are considering two hypotheses regarding the origin of life. Either that it began in deep sea hydrothermal vents, or alternatively that it began on land in a version of Charles Darwin’s “warm little pond”. ( read the article, link above)

xxxx

Morelli  – posted 5/9/2017
The land surface hypothesis is more plausible for life’s origins than the deep oceans, because abiogenesis needed sun’s energy. There are seeds for life everywhere inside galaxies because these seeds are galaxies’ genome. The destiny of any seed is the quality of the place it falls. But there is a big difference between biological systems and other systems non-carbon based. It is possible other kinds of “life” based on every element which the atomic number be multiple of seven in the periodic table, because these elements repeats all properties of carbon. (These are suggestions from Matrix/DNA Theory)
starfart – 5/9/2017
This looks like a marvelous find. I have no doubts that the materials examined exhibit good evidence for microbial life in the surface hot spring setting. However, I don’t see why this finding should dismiss seafloor hydrothermal vents as a potential setting for the origin of life. Its a bit puzzling that evaporate deposits on surface hot springs are stressed as a ‘concentrator’ of complex biogenic material as if undersea hydrothermal precipitate processes aren’t capable of doing that as well. In the end, though, it wouldn’t surprise me in the least if it turns out that either or both settings figured prominently in the origin of life. This isn’t an either-or dichotomy. Both hydrothermal vents and surface hot springs have the same important suite of properties for biogenesis…and they were no doubt equally ubiquitous on the early Earth
Morelli – 5/9/2017

“Both hydrothermal vents and surface hot springs have the same important suite of properties for biogenesis…and they were no doubt equally ubiquitous on the early Earth.”

Maybe you have found the exactly point. Matrix/DNA Theory has suggested that the first cell system ( aka, living thing) needed 50% of a planet’s nucleus energy and 50% of a star energy. The planet’s energy is able to build the primordial molecules and some organelles ( less mitochondria and chloroplasts) and no DNA, only RNA. The last elements are build with the concourse of a star energy. Than, it is possible that life began at thermal vents but was finished at land surface.
We are based on our theoretical model of a seed for life, which is a kind of astronomical genome at microscopic level.

 

 

Origem da Vida: Longo e Complexo Levantamento Contra a Visao Academica

sexta-feira, maio 5th, 2017

xxxx

http://creation.com/origin-of-life-critique

The origin of life: a critique of current scientific models

Reler o artigo pesquisando cada termo.

 

63 bases do DNA invariante em todas as formas de vida? Pesquisar.

sexta-feira, maio 5th, 2017

xxx

Este post foi obtido em

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ&lc=z12sxpuigvrfw5esg23mw3wh4r2qfdwhi04.1493900372211483

Mike Bellamy Mike Bellamy 1 week ago (abril,2017)

The title is “How Life Started”.! but there is no other observation than the creation of some random amino acids. Life is then just assumed to have formed from these. Assumptions like this only hide the real problems they are not solutions.
For example there is a chain of 63 specific DNA bases which is invariant in every known life form (Marcus Chown). Since no creature has only part of this sequence it shows it must be complete for cellular life to exist. But that means a chance event must arrange a chain of 63 R-handed nucleotide bases in that specific order complete. Since they are handed (2) with (4) possibilities for each that means the chance is 1/(8^63)… That’s 1 in 10^7.8e56 which just supports what Francis Crick (co discoverer of DNA) said at the time “not on this planet”..
xxxx
Pesquisa:
– Marcus Chown –
– 63 R-handed nucleotide bases

Otimo Video Sobre Pesquisas da Origem da Vida nas Rochas

sexta-feira, abril 28th, 2017

xxxx

Ao alcançar um nível intelectual o ser humano fica desesperado em saber o que ele é, e para isso ele precisa antes saber como a vida surgiu neste mundo de rochas, gases e água. Primeiro ele teorizou que a vida começou pelos gases sob relâmpagos elétricos e tentou reproduzir a atmosfera inicial da Terra num tubo de ensaio onde aplicou descargas elétricas. Conseguiu a formação de umas moléculas de aminoacidos parecidas com as usadas pela vida mas estas moléculas nunca deram o passo evolucionário seguinte, que seria elas formarem proteínas, RNA, etc. Desanimado nesta hipótese veio a teoria da sopa primordial, em algum pântano ou na lama no fundo de oceanos sob ventos vulcânicos… mas também não conseguiu o estalo inicial. Agora um novo grupo esta crendo na teoria de que as intrigantes reações químicas nas superfícies de minerais e rochas de todos os tipos podem ser a chave para o mistério. Dessa linha de pesquisa trata este vídeo, muito bem elaborado e informativo.

Porem… tem um zé ninguém por ai, um semi-macaco saído da selva amazônica, americano de origem brasileira, sem diploma cientifico, que me aparece com uma outra nova teoria, a principio totalmente estapafúrdia e diferente, mas o cara tem arrolado tantas evidencias e tem uma certa logica na coisa que… Bem, no Youtube, na seção de comentários deste vídeo, este cara se intromete com um comentário o qual copio abaixo:

Origin of Life – How Life Started on Earth

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ

xxxx

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli  – 4/27/2017

Lol! Now it is rock? No soup anymore?And no gases under electric strikes? I still prefer Matrix/DNA Theory: soup, rock, gases, were the ingredients for the hardware of life. But… where was the software? It is simple: bits-information in shape of photons resulted from the fragmentation due entropy that attacked our astronomic system. They fall at planets’ surfaces and if there are good conditions, they reproduces the system where they came from.
These photons invade electrons inside atoms and creates networks of atoms like neurons emitting synapses, be it inside rocks, soup, gases, or a mixed cake of everything.
The big fault for human intelligence is due our wrong astronomic theoretical models. Planets, stars origins, galactic formations, our theories about are wrong. There are seven kinds of astronomic bodies, there were seven organelles, elements, in the first cell system. These astronomic bodies are arranged as a working system, almost biological. It is the fundamental unit of information of a galaxy. But its configuration and shape is just the same of an unit of information of our RNA/DNA.
It means that biological DNA is a formula evolved from the formula that builds atoms and galaxies. This formula is called Universal Matrix/DNA. You can see this formula and the theoretical models of astronomic systems at my website. I got it applying comparative anatomy between all natural systems, from atoms to human beings.
It is losing time searching how life began at Earth, we need search how the first biological system began. Only changing this word “life” which is a wrong concept, and we see the need for linking cosmological and biological evolution in one unique lineage. Or we learn how to study the photons coming from the sun and the Earth’s nucleus or we will need wait that spatial exploration fix our knowledge of our truly creator.

Origens da Vida: Teoria Academica Atualizada e Bem Detalhada

quinta-feira, fevereiro 9th, 2017

xxxxx

fonte: http://simbiotica.org/origemvida.htm

xxxx

Matrix/DNA – Acompanhamos com atenção esta síntese de varias teorias e torcendo para que mais dados sejam obtidos. A principal diferença entre esta Teoria Oficial Academica (TOA), e a Teoria da Matrix/DNA (TMD), sobre as origens da Vida acontece no tocante `a interpretação do significado da origem da vida. No caso da TOA, cada passo evolutivo ocorreu ao acaso pela sorte de encontrar-se em exatos momentos certas forças naturais, certos elementos materiais, e tanto estas forças como estes elementos estariam no exato estado físico, produzindo uma novidade pela primeira vez na historia do planeta e talvez do universo, e esta novidade teria sido arrolada no processo geral evolucionário por algo denominado seleção natural. Portanto o agente catalizador, diretor, deste evento teria sido simples o acaso. Creio que isto seja possível, não tenho como refutar esta hipótese, porem, vejo outra alternativa como mais logica ( infelizmente apenas eu conheço e aposto nesta alternativa). Na Teoria da Matrix/DNA existe um modelo anatômico do que teria sido o elo entre a evolução cosmológica desde a origem do Universo ate momentos antes da origem da vida e a evolução biológica, que começou com os primeiros compostos orgânicos. Este elo pode ser transcrito como uma formula que esta justamente no estagio evolucionário entre as mesma formulas dos sistemas astronômicos e dos sistemas celulares. Portanto, para mim, o agente catalizador, diretor deste processo que culminou com o advento do primeiro sistema celular, dito “vivo”, não foi a seleção natural entendida como o meio-ambiente e sim esta seleção natural foi executada por uma formula que esta detectada em ondas de luz natural como emitidas no Big bang e que e’ a formula estrutural de todos os sistemas naturais conhecidos. Mas também nem eu nem qualquer conhecimento humano de qualquer fenômeno natural pode refutar esta teoria, nem comprova-la por enquanto.

Na TOA, o principio que deflagrou todas as transformações entre especies foram mutações genéticas ao acaso, e por erro de transcrição. Na TMD a maioria das mutações foram provocadas pela evolução e assentamento da formula, e uma menor quantidade delas foram mutações ao acaso que foram selecionadas e mantidas por que antecipavam as informações que viriam da formula.

A TOA apresenta brechas inegáveis e claras. Por exemplo, podemos ver nos quadros da TOA e segundo seus métodos, que a forma de pre’-vida, ou pre-célula, chamada procarionte, permaneceu por 2 bilhões de anos inalterada como a forma ápice dessa evolução. E’ tempo demasiado, pensar que uma forma de pre-vida dominou a evolução por 2 bilhões de anos, inalterada, principalmente considerando que durante este período a Geologia enforma que o ambiente terrestre teve dezenas de mudanças drásticas. Mas tido dependera’ de mais dados, que vença aquela interpretação ou visão do mundo que nos leve `a verdade.

xxxx

Abiogênese

A Vida na Terra terá surgido há cerca de 3400 M.a., como o parecem demonstrar os fósseis de procariontes encontrados na África do Sul. As células eucarióticas terăo surgido há cerca de 2000 a 1400 M.a., seguidas dos organismos multicelulares há cerca de 700 M.a. Neste espaço de tempo os fósseis săo abundantes, indicando um processo evolutivo rápido.

Todas as evidęncias parecem apontar para que os seres eucariontes terăo tido origem em seres procariontes. A principal teoria actual considera  que alguns dos  organitos característicos das células eucarióticas tiveram origem em procariontes que se adaptaram ŕ vida intracelular por endossimbiose.

Até ao século XIX considerava-se que todos os seres vivos existentes se apresentavam como sempre tinham sido. Toda a Vida era obra de uma entidade toda poderosa, facto que apenas revelava năo existirem conhecimentos suficientes para se criar uma explicaçăo racional.

Esta explicaçăo, o Criacionismo, no entanto, já no tempo da Grécia antiga năo era satisfatória. De modo a contornar a necessidade de intervençăo divina na criaçăo das espécies, surgem várias teorias alternativas, baseadas na observaçăo de fenómenos naturais, tanto quanto os conhecimentos da época o permitiam.

Aristóteles elaborou uma dessas teorias, cuja aceitaçăo se manteve durante séculos, com a ajuda da Igreja Católica, que a adoptou. Esta teoria considerava que a Vida era o resultado da acçăo de um princípio activo sobre a matéria inanimada, a qual se tornava, entăo, animada. Deste modo, năo haveria intervençăo sobrenatural no surgimento dos organismos vivos, apenas um fenómeno natural, a geraçăo espontânea.

Estas ideias perduraram até ŕ era moderna, pois Van Helmont (1577 – 1644) ainda considerava que os “cheiros dos pântanos geravam răs e que a roupa suja gerava ratos, adultos e completamente formados”. Também era considerado acertado pelos naturalistas que os intestinos produzissem espontaneamente vermes e que a carne putrefacta gerasse moscas.

Todas estas teorias consideravam possível o surgimento de Vida a partir de matéria inanimada, fosse qual fosse o agente catalisador dessa transformaçăo, daí o estarem englobadas na designaçăo geral de Abiogénese.

Biogênese

No século XVII Francisco Redi, naturalista e poeta, pôs em causa as ideias de Aristóteles, negando a existęncia do princípio activo e defendendo que todos os organismos vivos surgiam a partir de inseminaçăo por ovos e nunca por geraçăo espontânea.

Para demonstrar a veracidade da sua teoria, Redi realizou uma experięncia que se tornou célebre pelo facto de ser a primeira, registada, a utilizar um controlo. Colocou carne em 8 frascos. Selou 4 deles e deixou os restantes 4 abertos, em contacto com o ar.

Em poucos dias verificou que os frascos abertos estavam cheios de moscas e de outros vermes, enquanto que os frascos selados se encontravam livres de contaminaçăo.

Esta experięncia parecia negar, inequivocamente a abiogénese de organismos macroscópicos, tendo sido aceite pelos naturalistas da época.

No entanto, a descoberta do microscópio veio levantar a questăo novamente. A teoria da abiogénese foi parcialmente reabilitada pois parecia a única capaz de explicar o desenvolvimento de microrganismos visíveis apenas ao microscópio.

Esta situaçăo manteve-se até ao final do século XVIII, quando o assunto foi novamente debatido por dois famosos cientistas da época, Needham e Spallanzani.

Needham utilizou várias infusőes, que colocou em frascos. Esses frascos foram aquecidos e deixados ao ar durante alguns dias. Observou que as infusőes rapidamente eram invadidas por uma multitude de microrganismos. Interpretou estes resultados pela geraçăo espontânea de microrganismos, por acçăo do princípio activo de Aristóteles.

Spallanzani usou nas suas experięncias 16 frascos. Ferveu durante uma hora diversas infusőes e colocou-as em frascos. Dos 16 frascos, 4 foram selados, 4 fortemente rolhados, 4 tapados com algodăo e 4 deixados abertos ao ar. Verificou que a proliferaçăo de microrganismos era proporcional ao contacto com o ar. Interpretou estes resultados com o facto de o ar conter ovos desses organismos, logo toda a Vida proviria de outra, preexistente.

No entanto, Needham năo aceitou estes resultados, alegando que a excessiva fervura teria destruído o principio activo presente nas infusőes.

A polémica manteve-se até 1862, quando o francęs Louis Pasteur, pôs definitivamente termo ŕ ideia de geraçăo espontânea com uma série de experięncias conservadas para a posteridade pelos museus franceses.

Pasteur colocou diversas infusőes em balőes de vidro, em contacto com o ar. Alongou os pescoços dos balőes á chama, de modo a que fizessem várias curvas. Ferveu os líquidos até que o vapor saísse livremente das extremidades estreitas dos balőes. Verificou que, após o arrefecimento dos líquidos, estes permaneciam inalterados , tanto em odor como em sabor. No entanto, năo se apresentavam contaminados por microrganismos.

Para eliminar o argumento de Needham, quebrou alguns pescoços de balőes, verificando que imediatamente os líquidos ficavam infestados de organismos. Concluiu, assim, que todos os microrganismos se formavam a partir de um qualquer tipo de partícula sólida, transportada pelo ar. Nos balőes intactos, a entrada lenta do ar pelos pescoços estreitos e encurvados provocava a deposiçăo dessas partículas, impedindo a contaminaçăo das infusőes.

Ficou definitivamente provado que, nas condiçőes actuais, a Vida surge sempre de outra Vida, preexistente.

Mas, como surgiu a Vida pela primeira vez ?

Panspermia ou Teoria Cosmozóica

No final do século XIX vários cientistas alemăes, nomeadamente Liebig, Richter e Helmholtz, tentaram explicar o aparecimento da Vida na Terra com a hipótese de que esta tivesse sido trazida doutro ponto do Universo sob a forma de esporos resistentes, nos meteoritos – teoria Cosmozóica.

A presença de matéria orgânica em meteoritos encontrados na Terra tem sido usada como argumento a favor desta teoria, o que năo invalida a possibilidade de contaminaçăo terrestre, após a queda do meteorito.

Actualmente já foi comprovada a existęncia de moléculas orgânicas no espaço, como o formaldeído, álcool etílico e alguns aminoácidos. No entanto, estas moléculas parecem formar-se espontaneamente, sem intervençăo biológica.

O físico sueco Arrhenius propôs uma teoria semelhante, segundo a qual a Vida se teria originado em esporos impelidos por energia luminosa, vindos numa “onda” do espaço exterior. Chamou a esta teoria Panspermia (sementes por todo o lado).

Actualmente estas ideias caíram em descrédito pois é difícil aceitar que qualquer esporo resista á radiaçăo do espaço, ao aquecimento da entrada na atmosfera, etc.

Apesar disso, na década de 80 deste século, Crick (um dos descobridores da estrutura do DNA) e Orgel sugeriram uma teoria de Panspermia dirigida, em que o agente inicial da Vida na Terra passaria a ser colónias de microrganismos, transportadas numa nave espacial năo tripulada, lançada por uma qualquer civilizaçăo muito avançada. A Vida na Terra teria surgido a partir da multiplicaçăo desses organismos no oceano primitivo.

Apesar de toda a boa vontade envolvida, nenhuma destas teorias avança verdadeiramente no esclarecimento do problema pois apenas desloca a questăo para outro local, năo respondendo ŕ questăo fundamental:

Como surgiu a Vida ?

Teoria de Oparin

No entanto, um ponto de viragem fundamental ocorreu com o as teorias de Pasteur e de Darwin, permitindo abordar o problema sob uma perspectiva diferente.

Dados obtidos a partir de diversos campos da cięncia permitiram ao russo Alexander Oparin formular uma teoria revolucionária, que tentava explicar a origem da Vida na Terra, sem recorrer a fenómenos sobrenaturais ou extraterrestres:

  • o Sol e os planetas do Sistema Solar formaram-se simultaneamente, a partir da mesma nuvem de gás e poeiras cósmicas, há cerca de 4700 M.a.;
  • a análise espectral de estrelas permitiu a conclusăo de que as leis químicas săo universais. As estrelas tęm vários estádios de desenvolvimento, encontrando-se o Sol numa fase intermédia da sua “vida”. Estes factos permitem deduzir que os constituintes dos outros planetas e do Sol, dada a sua origem comum, devem ser os mesmos que a Terra primitiva conteve. A atmosfera primitiva da Terra deve ter contido H2 , CH4 e NH3, como Júpiter ou Saturno, cuja gravidade impediu a dissipaçăo desses gases para o espaço;
  • a Terra apresenta diversas superfícies de descontinuidade, separando zonas bem definidas provavelmente devidas a, na formaçăo do planeta, os elementos mais pesados (Fe, Ni) se terem acumulado no centro, os intermédios (Al, Si) na crusta e os mais leves (H, N, C) na camada gasosa externa;
  • os vulcőes lançam gases para a atmosfera;
  • as rochas sedimentares com mais de 2300 M.a. em África e na América do Norte săo menos oxidadas que as mais recentes, revelando uma atmosfera pobre em oxigénio molecular. Este facto observa-se pela presença de grande quantidade pechblenda, um mineral de urânio facilmente oxidável. Por outro lado, o óxido de ferro apenas surge em depósitos com menos de 2000 M.a., altura em que se considera que a quantidade de oxigénio na atmosfera rondaria 1% da actual;
  • o mundo biológico reflecte uma unidade de origem e constituiçăo;
  • os elementos fundamentais dos seres vivos săo C, H, O, N, P e S, vulgarmente abreviado para CHNOPS;
  • os compostos orgânicos básicos săo os aminoácidos, bases púricas e pirimídicas, oses e ácidos gordos;
  • as provas da evoluçăo săo irrefutáveis, demonstrando que as condiçőes e os organismos nem sempre foram o que săo actualmente;
  • muitos compostos orgânicos já foram sintetizados em laboratório, como a insulina e a ureia;
  • pode-se criar em laboratório agregados de moléculas sob a forma de coacervados;
    • existem fósseis de organismos com 3000 M.A., os estromatólitos, estruturas resultantes da deposiçăo de CaCO3 , retido e segregado por comunidades de cianobactérias, presentes em água doce e salgada;
    • os raios U.V. podem promover reacçőes entre compostos e degradar moléculas orgânicas;
    • a Vida na Terra, como a conhecemos, só é possível devido ŕ filtragem dos U.V. pela camada de ozono (O3) da atmosfera superior.

Quando a comunidade científica aceitou, finalmente, a ideia da lenta evoluçăo das espécies, estava o terreno propício para o surgimento da primeira explicaçăo racional para a origem da Vida e esta surgiu em 1924.

Oparin considerou que as condiçőes para a origem da Vida surgiram como uma etapa natural, incluída no constante movimento da matéria.

Tendo por base dados fornecidos por várias cięncias, como anteriormente referido, Oparin desenvolveu a sua teoria baseada no princípio: as condiçőes existentes na Terra primitiva eram diferentes das de hoje.

Particularmente, a atmosfera seria redutora, ou seja, sem oxigénio mas rica em hidrogénio. Este facto teria como consequęncia directa a falta de ozono nas camadas superiores da atmosfera e o bombardeamento constante da superfície da Terra com raios U.V. Nessa atmosfera, o H2, seu principal constituinte, tenderia a reduzir as outras moléculas. Seria, também, uma atmosfera sem azoto e sem dióxido de carbono.

A sua constituiçăo segundo Oparin, resultante da reacçăo dos gases provenientes da actividade vulcânica, seria: hidrogénio (H2), metano (CH4), amoníaco (NH3) e vapor de água. Estudos posteriores indicam que a atmosfera primitiva conteria ainda dióxido de carbono (CO2), azoto (N2), monóxido de carbono (CO) e sulfureto de hidrogénio (H2S).

A temperatura ŕ superfície seria superior ao ponto de fusăo do gelo mas inferior ao seu ponto de ebuliçăo (0 – 100şC). Parte da água terá sido decomposta, a quente, em hidrogénio, que se escapou para o espaço, e oxigénio, que se incorporou nas rochas. O restante vapor de água ter-se-á condensado, originando os oceanos, enquanto as chuvas intensas, correndo sobre os continentes, lhes extraíam o cálcio. Este ter-se-á acumulado em espessas camadas de sedimentos, que foram reincorporadas pelo manto. Este facto libertou a atmosfera de dióxido de carbono, evitando o desenvolvimento do efeito de estufa que existe em Vénus.

Esta mistura de gases, sujeita ŕ acçăo de U.V., do calor da crusta em fase de arrefecimento, da radioactividade natural dos compostos recém-formados e da actividade vulcânica, teria dado origem a compostos  orgânicos simples em soluçăo – sopa primitiva.

Esta explicaçăo permitia ultrapassar a dificuldade da formaçăo das primeiras biomoléculas (aminoácidos, oses, bases azotadas e ácidos gordos) pois estas teriam tido uma origem em moléculas inorgânicas.

A existęncia de certas rochas contendo minerais assimétricos, como as argilas, teriam facilitado a estruturaçăo desses monómeros em polímeros, funcionando como catalisadores inorgânicos.

Segundo Oparin, os conjuntos moleculares ter-se-iam agregado numa estrutura rodeada por uma espécie de “membrana” de cadeias simples hidrocarbonadas, que a isolava do meio – coacervado.

Os coacervados derivam de um processo natural nas soluçőes de polímeros fortemente hidratados. Há uma separaçăo espontânea de uma soluçăo aquosa, inicialmente homogénea, em duas fases, uma rica em polímeros e outra quase exclusivamente água. Esta situaçăo deve-se ŕ atracçăo entre moléculas polares e repulsăo entre moléculas polares e apolares.

O coacervado é uma gotícula coloidal (formada por partículas muito pequenas mas maiores que as moléculas com polaridade) rica em polímeros em suspensăo num meio aquoso. A membrana do coacervado é formada por moléculas de água dispostas em redor dos polímeros. O coacervado pode interagir com o meio, incorporando moléculas na sua estrutura, crescer e dividir-se. Ŕ medida que novas moléculas se iam agregando, se a nova combinaçăo molecular năo fosse estável, o coacervado destruía-se. Se fosse estável o coacervado aumentava de tamanho, até que se dividia em dois.

No interior do coacervado, algumas moléculas catalisavam novas combinaçőes, enquanto outras, autoreplicáveis, começavam a controlar as reacçőes metabólicas. Deste modo, este conjunto de moléculas funcionaria como uma pré-célula, constituindo uma primeira manifestaçăo de Vida.

Estudos recentes apontam para a importância dos ácidos nucleicos no processo inicial do desenvolvimento da Vida.

O RNA terá sido a primeira molécula a surgir, já que este ácido nucleico forma curtas cadeias espontaneamente em ambientes semelhantes aos propostos nesta teoria. Além disso, o RNA liga-se temporariamente a locais específicos de outras moléculas, catalisando reacçőes na célula viva na ausęncia de enzimas, funcionando simultaneamente como DNA e proteína durante a evoluçăo celular.

Obter-se-iam assim, os pilares moleculares da Vida, os ácidos nucleicos e as proteínas: sem ácidos nucleicos năo há proteínas, ou seja, năo há estrutura e controlo das reacçőes (enzimas) e sem proteínas (estruturais como as histonas e enzimáticas) năo há replicaçăo de DNA. Esta pré-célula, provavelmente semelhante a uma bactéria, seria heterotrófica, alimentando-se do “caldo orgânico” abiótico do meio.

Nos milhőes de anos seguintes, a selecçăo natural terá conduzido esta evoluçăo química, favorecendo conjuntos moleculares bem adaptados e eliminando outros, devido ŕ rarefacçăo dos nutrientes nos oceanos.

Assim, para sobreviverem, estas células poderăo ter evoluído para uma situaçăo de autotrofia, necessitando de grande quantidade de electrőes, como por exemplo o hidrogénio, dióxido de carbono ou moléculas sulfurosas. Năo parece coincidęncia que a grande maioria de bactérias autotróficas actuais pertencerem ao grupo das bactérias sulfurosas.

Com o surgimento das cianobactérias fotossintéticas a acumulaçăo de oxigénio molecular criou a necessidade do surgimento de estruturas protectoras contra esse gás altamente agressivo.

O oxigénio molecular é um verdadeiro veneno para os organismos que năo disponham de mecanismos enzimáticos protectores (catalase ou peroxidase, por exemplo) capazes de reduzir os subprodutos altamente nocivos do metabolismo oxidativo (peróxido e superóxido de hidrogénio).

Os dados geofísicos indicam que o oxigénio molecular surgiu gradualmente na atmosfera há cerca de 2000 M.a.

O oxigénio teve um papel fundamental no desenvolvimento e complexificaçăo das estruturas biológicas, como se pode constatar pelos exemplos seguintes:

  • capacidade de divisăo celular depende da formaçăo do complexo actina-miosina, impossível sem oxigénio;
  • síntese de esteróis, ácidos gordos e colagénio é impossível sem oxigénio;
  • metabolismo aeróbio fornece mais de 15 vezes mais energia que o anaeróbio;
  • camada de ozono permitiu a vida em terra.

Experięncias de outros investigadores

Esta teoria explicativa do aparecimento do primeiro ser vivo necessitava, no entanto, de provas factuais que a apoiasse.

Para isso, diversos cientistas simularam em laboratório as condiçőes que o seu autor considerava terem existido na Terra primitiva, entre eles Stanley Miller, cuja experięncia se tornou célebre.

Esta experięncia foi concebida para testar a possibilidade da formaçăo de monómeros abioticamente, nas condiçőes da teoria de Oparin.

Em 1953, Miller introduziu num balăo uma mistura de metano, amoníaco, hidrogénio e água.

Essa mistura era constantemente bombardeada por descargas eléctricas de 60000 V e mantida a circular no aparelho pelo vapor de água criado pela ebuliçăo da água.

Este procedimento foi mantido durante uma semana, após a qual se recolhem amostras que săo analisadas por cromatografia.

As análises mostraram que o líquido amarelado que se tinha formado continha vários tipos de aminoácidos (alanina, ácido aspártico e glutamato) e ácidos orgânicos simples (fórmico, acético, propiónico, láctico e succínico) usuais nos seres vivos.

Juan Oro, outro investigador, demonstrou que era possível obter abioticamente as bases púricas e pirimídicas que compőem os ácidos nucleicos, aquecendo ácido cianídrico e amoníaco, por sua vez obtidos abioticamente de hidrogénio, monóxido de carbono e azoto molecular.

Saliente-se que uma das bases, a adenina, năo só faz parte dos ácidos nucleicos mas também é fundamental para a formaçăo de coenzimas como o NAD+ e o NADP+ e do ATP.

Sidney Fox testou a etapa seguinte, a formaçăo abiótica de polímeros a partir dos monómeros.

Dado que a concentraçăo de monómeros nos oceanos primitivos deveria ser baixa e que as reacçőes de polimerizaçăo săo reacçőes de desidrataçăo, estas năo seriam fáceis de obter em condiçőes naturais.

Assim, foi proposto que as polimerizaçőes teriam ocorrido apenas em condiçőes especiais, que aumentavam artificialmente a concentraçăo de monómeros e catalisavam as reacçőes.

É sabido que as argilas săo rochas formadas por camadas aluminossilicatos hidratados com grande quantidade de cargas positivas e negativas. Por este motivo estas rochas captam moléculas carregadas com grande facilidade pelo processo de adsorçăo. Este poderia ser um meio de facilitar a polimerizaçăo, tal como a congelaçăo, evaporaçăo, calor, etc.

Fox testou esta possibilidade aquecendo a 200şC misturas de aminoácidos obtidos abioticamente sobre pedaços de rocha. Obteve cadeias polipeptídicas, que designou proteinóides, e que podiam ser usadas como alimento por bactérias e podiam apresentar capacidade catalítica (uma pré-enzima).

Com estes proteinóides, Fox obteve ainda o passo seguinte da teoria de Oparin, a formaçăo de coacervados, estruturas que Fox designou microsferas, por aquecimento ŕ ebuliçăo seguido de arrefecimento.

As microsferas aparentavam ter propriedades osmóticas através da sua membrana de moléculas de água, comportando-se como uma pré-célula.

Condiçőes da Terra primitiva (ver quadro no link acima)

Críticas `a  Teoria de Oparin

  • o hidrogénio é muito leve e escapa-se ŕ gravidade da Terra com muita facilidade (quanto mais elevada a temperatura da atmosfera superior, mais facilmente se escapa) logo talvez năo tenha predominado na atmosfera primitiva;
  • o oxigénio poderia existir em maior quantidade pois as enormes quantidades de vapor de água produzidas podiam ser decompostas em hidrogénio e oxigénio pelos U.V., tendo-se o hidrogénio escapado e o oxigénio acumulado na atmosfera. Se este processo fosse em grande escala, a atmosfera ter-se-ia tornado rica em oxigénio;
  •  a atmosfera interage permanentemente com as rochas logo a análise destas poderia dar uma ideia aproximada da constituiçăo daquela. Algumas rochas sedimentares foram formadas em condiçőes redutoras, factor tido como argumento a favor da teoria de Oparin. No entanto, actualmente ainda é possível a formaçăo dessas rochas, apesar da atmosfera rica em oxigénio, nomeadamente em pântanos. Essas rochas formam-se em condiçőes de decomposiçăo anaeróbia de matéria orgânica no lodo.

Por este motivo considera-se que, se tomadas no seu conjunto, as rochas de um dado período evidenciam que a atmosfera primitiva seria muito semelhante ŕ de hoje. A dificuldade deste argumento é o facto de apenas existirem rochas com 3200 M.a., logo a atmosfera dessa época năo ser redutora năo invalida os pressupostos de Oparin pois considera-se que os primeiros organismos fotossintéticos teriam surgido há cerca de 3600 M.a. Outro aspecto a considerar é que, mesmo com atmosfera oxidante, tal como na actualidade, era possível a presença de locais com condiçőes redutoras (sob rochas ou no fundo de lagos ou oceanos) com elevadas concentraçőes moleculares, permitindo a evoluçăo química proposta por Oparin;

  •  como terăo surgido as moléculas reguladoras e autoreplicáveis ?

Năo foi possível esclarecer devidamente se foi a proteína ou o ácido nucleico a primeira molécula a surgir na evoluçăo química, ou se ambos surgiram simultaneamente. As proteínas e os ácidos nucleicos săo as moléculas básicas de todos os organismos vivos. As proteínas tęm uma funçăo estrutural e enzimática e os ácidos nucleicos contęm a informaçăo hereditária e os “programas” que controlam, pelas enzimas, todas as reacçőes dos seres vivos. Sem ácidos nucleicos năo existe um plano de formaçăo das proteínas, e sem enzimas năo se realiza a cópia dos ácidos nucleicos.

Actualmente considera-se que o RNA terá sido a primeira molécula a surgir, seguido de uma forma simplificada de síntese proteica. Os fosfatos e a ribose seriam moléculas comuns e a adenina pode ter sido formada espontaneamente, tal como demonstrado por diversas experięncias. Obter-se-ia, assim, uma molécula capaz de replicaçăo devido ŕ facilidade de emparelhamento de bases. No entanto, apesar de o RNA ser uma molécula mais reactiva que o DNA, tal năo seria suficiente para catalisar reacçőes mais complexas, daí a necessidade do surgimento de uma outra molécula para realizar essas funçőes, as proteínas enzimáticas. As enzimas primitivas devem ter sido pequenos péptidos năo específicos. Fox demonstrou nas suas experięncias que alguns proteinóides tinham actividade catalítica mas verdadeiras enzimas apenas podem surgir após haver maneira de se conseguir reproduzir a sua sequęncia polipeptídica. Sabe-se que em condiçőes pré-bióticas alguns polinucleótidos podem servir de matriz para a síntese de năo enzimática de polinucleótidos complementares.

Apesar destes factos, facilmente se deduz que a grande maioria destas sequęncias năo teria qualquer significado.

Estará a árvore da Vida de cabeça para baixo?

Ora aqui está uma pergunta com intrigantes respostas, segundo as mais recentes investigaçőes (1998).

Temos sempre referido que a chamada árvore da Vida tem na sua base os seres procariontes (bactérias e arqueobactérias), organismos simples com uma única cópia de cromossomas circulares, tendo os restantes grupos (eucariontes) surgido quando conjuntos dessas bactérias se agruparam para formar células complexas, ditas eucarióticas.

Actualmente considera-se que o inverso tenha sido muito mais provável!! Os primeiros organismos năo teriam sido do tipo bactéria, năo vivendo em fontes termais ou aberturas vulcânicas no fundo do mar. Deverăo, pelo contrário, ter sido muito mais semelhantes a protozoários, com genomas fragmentados (em vários pequenos cromossomas lineares) e poliplóides (com várias cópias do mesmo gene para impedir que “erros” na transcriçăo impedissem a sua sobrevivęncia). Teriam, também, preferido os locais mais frios.

Tal como Patrick Forterre, entre outros cientistas, tem referido, as bactérias terăo aparecido mais tarde, năo sendo primitivas mas altamente especializadas. Esta alteraçăo tăo radical no tipo celular teria sido o resultado da adaptaçăo a locais quentes, onde as temperaturas até 170şC tendem a causar mutaçőes nos processos hereditários.

Assim “simplificadas”, as bactérias tornaram-se altamente competitivas em nichos onde a rapidez de reproduçăo é uma vantagem (parasitismo e necrofagia, por exemplo).

Os restantes organismos, pelos habitats ocupados, nunca sofreram uma tamanha pressăo selectiva para se tornarem simples e rápidos, pelo que retiveram o maior número de genes possível, em vez da simplicidade de utilizaçăo.