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Origens da Vida: Nova pesquisa sugere que o RNA não precisou de membrana para se formar

quarta-feira, outubro 10th, 2018

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Origin of life in membraneless protocells

October 9, 2018, Max Planck Society

https://phys.org/news/2018-10-life-membraneless-protocells.html

Uma nova perspectiva se abriu no tema da busca para explicar as origens da vida. O surgimento da primeira membrana sempre foi motivo de debate, pois se calculava que era necessário aparecer primeiro uma membrana para possibilitar a formação e desenvolvimento das primeiras biomoléculas, como enzimas, proteínas e RNA. Um forte candidato para solucionar o mistério são as bolhas como se vê formando na água. Mas agora um grupo de cientistas descobriram que os coacervados – uma espécie de protocélula – que não possuem membranas, podem conter em si biomoléculas de RNA e a ausência de membranas facilita a transferência de pedaços curtos da biomolécula entre indivíduos, fornecendo assim um complexo maior de informações. Mas quando focalizamos toda esta situação, ou quando lemos um artigo como esse, tendo em mente a formula da Matrix/DNA, nos vem a mente todas as soluções para as questões e se vê novos aspectos do problema. Deixarei aqui registrado o link para o artigo para retornar e destrinchar cada item citado. Enquanto isso, abaixo vai cópias de meus comentários publicado pela PHYS.ORG:

Morelli – posted at 10/10/18
Great job, but, still a scientific wrong worldview is avoiding to see the obvious here. From where Nature got the mechanism of self-replication? What else was – in the state of the world at that time and before that time – doing self-replication ? What means, which is the natural force, that produces the function of self-replication? Who drove the terrestrial atoms composing rocks, water, air, suddenly to such never seen before new connections that produced biomolecules? And why complex biomolecules?
There is a new theory with a new world view that suggests explanations for all these questions following a unique logic line: linking cosmological evolution with biological evolution we can find the picture of an evolutionary link, like a kind of non-biological DNA. The picture is at my website and it solves all these questions. Of course, while I can not show the real link, it is merely a theory. But theories are the drivers for science to find out the next missing information.

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V4Vendicar – not rated yet5 hours ago
membranes came first’
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Morelli posted 10/10/18 – not rated yetjust added

membranes came first’

Well… you are right. Before life’s origins, there were membranes in the sky, composed as membranes and working as membranes: the horizon event surrounding galactic nuclei. So, why Nature should to do the hard work of creating from nothing (applying magics?) the natural phenomena called “membrane”, if it already exists? Life which real name is “biological system” was generated here by the forces and elements existing in a planet belonging to a surrounding natural system called “solar”, which is inside other called Milk Way. It is always systems down. It is the same and unique evolutionary lineage. Of course, galaxies are our ancestors like bacteria are.So, really, membranes came first. I can’t understand why humans arbitrarily decided to separate universal evolution into two blocks without any evolutionary link between them… can you explain me? Thanks…

Read more at: https://phys.org/news/2018-10-life-membraneless-protocells.html#jCp

Origens da vida: Joel de Rosnay, entrevista interessante e livro a comprar

terça-feira, setembro 25th, 2018

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https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

( Obs: Procurar este livro, versao em ingles: Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil )

Desde Aristóteles, há 2300 anos, aos bioquímicos dos laboratórios computadorizados dos dias atuais, filósofos e cientistas – para não falar dos pensadores religiosos de todos os credos e épocas – têm procurado a resposta para aquilo que seguramente é a maior interrogação sobre a face da terra: como , quando e por que surgiu o que se chama vida? Esta portentosa pergunta, comparável apenas a indagação sobre a origem do Universo, desdobra-se numa variedade tão grande de complexas questões que chega a lembrar as assombrosas diversidade das formas vivas que povoaram este planeta.

Terá sido, por exemplo, um acidente num percurso dos componentes primitivos a matéria inanimada – o acaso, em suma, a matriz primeira da matéria orgânica? Ou, desde a formação da terra, uma lógica implacável determinou o nascimento das moléculas vitais? E que peculiaríssimo arranjo químico foi esse que, até onde a ainda precária vista humana alcança, só parece ter impregnado um único corpo celeste? Excluída a idéia da intervenção divina, pelo simples motivo de que tal resposta está além de qualquer verificação cientifica, restam as hipóteses construídas pelos próprios cientistas.
Estas não apenas são verossímeis, dado o acumulo de conhecimentos que permitiu formulá-las e testá-las, como também descrevem o que talvez seja a suprema odisséia já ocorrida nestas paragens do Cosmo. Do casamento das chamadas ciências planetárias, como a Geologia, a Climatologia e o estudo da atmosfera, com a Biologia Molecular e a Microbiologia, emergiu enfim uma explicação coerente e articulada para o enigma da vida. Poucos cientistas têm tanta familiaridade com cada tijolo dessa construção admirável quanto o francês Joël de Rosnay.

Aos 52 anos, químico de formação, ex-pesquisador do Instituto Pasteur, de Paris, e do não menos renomado Massachusetts Institute of Technology, em Cambrigde, Estados Unidos, Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil, assim como o anterior. Atual diretor da Cidade das Ciências, de La Villette, define-se como “um misto de administrador, cientista e comunicador”. Nesta entrevista a Dominique Simonnet, da revista francesa L’Express, que SUPERINTERESSANTE publica com exclusividade para o Brasil, Rosnay sustenta que “ a vida é o resultado de uma longa evolução”.

Já se passaram mais de vinte anos desde a publicação de seu livro As origens da vida. Nesses vinte anos o mistério original se esclareceu?

Em parte. As recentes descobertas confirmaram sobretudo uma grande idéia: a vida não apareceu por acaso. Ao contrário, ela é o resultado de uma longa evolução da matéria, das moléculas simples às primeira células. É um processo continuo intimamente ligado à evolução da própria terra. A novidade é que foi possível reproduzir em laboratório as principais etapas desse processo.

A idéia de que a vida surgiu da matéria lembra o conceito de “geração espontânea” dos nossos bisavós. Quer dizer então que eles não estavam completamente errados?

É verdade. Mas eles acreditavam que os vermes brotavam da imundície e as moscas, da carne estragada. No século XVII, um célebre médico chegou mesmo a dar uma receita para a criação de ratos em 21 dias a partir de um grão de trigo e de uma camisa suja. Pasteur acabou com esse mito: as gerações espontâneas eram na realidade devidas aos microorganismos que proliferam num ambiente. Na época concluiu-se daí que a vida só poderia nascer da vida. Como então explicar sua primeira aparição? Só havia duas soluções: uma origem divina, mas aí já não se tratava de ciência, ou uma origem extraterrestre – meteoritos teriam trazido os germes da vida, o que tampouco resolvia o problema. A ciência ficou assim bloqueada anos a fio.

Até que finalmente ela se resignou a estabelecer a ponto entre a matéria e a vida.
Sim. Graças em parte a Darwin, que introduziu a idéia fundamental da evolução do tempo. Isso seaplica as espécies vivas, desde o primeiro organismo até o homem. Mas também, como Darwin sugeriu, às moléculas antes mesmo das primeiras células. No começo do século, os bioquímicos Aleksander Oparin e John Burdon Halden afirmaram que os componentes da vida se formaram a partir das moléculas simples que se encontravam na Terra por ocasião de sua formação, há 4,5 bilhões de anos.

Por que isso aconteceu na Terra?

Porque se trata de um planeta realmente peculiar: possui uma massa suficiente para reter gases numa atmosfera; fica a uma boa distância de uma estrela, o Sol, que irradia infravermelhos e ultravioleta capazes de desencadear reações químicas. Sob o efeito dos raios ultravioleta do Sol e dos violentos relâmpagos terrestres, as moléculas de gás da atmosfera primitiva (principalmente metano, amônia e vapor de água) se partiram e se recombinaram em elementos mais complexos: as primeiras moléculas, a que chamamos orgânicas, porque elas entram hoje na composição dos seres vivos. Durante milhões de anos, essas moléculas caíram do céu, trazidas pelas chuvas resultantes da condensação do vapor de água nas camadas frias da atmosfera. Assim se fixaram duas características essenciais do mundo vivo: sua composição química – todos os organismos são feitos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio: e sua fonte de energia – o Sol.

Como se descobriu isso?

Mediante simulações em laboratório. A mais célebre foi realizada nos anos 50. Um jovem químico, Stanley Miller, fechou uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água (os quatro gases da atmosfera primitiva) num tubo de ensaio, que foi submetido a poderosas descargas elétricas para simular os relâmpagos e que ele havia equipado com um sistema de condenação da água para fazer as vezes das chuvas. Ao cabo de uma semana, ele obteve um liquido vermelho – alaranjado, onde encontrou notadamente aminoácidos, elementos essenciais dos seres vivos. Estava estabelecida a prova de que compostos orgânicos podiam se formar a partir de moléculas inertes.

Apesar disso, fica faltando a dimensão do tempo, è qual o senhor dá importância.

Sim, mas em laboratório sabe-se acelerar as reações e abreviar a duração. Além disso, de seu lado, os astrofísicos descobriram moléculas orgânicas no espaço, mais de setenta em quinze anos. Em 1986 a sonda Giotto encontrou tais moléculas no núcleo do Cometa de Halley. Isso mostra que antigamente a formação dessas moléculas não era um caso excepcional no Universo. Duas delas, o formaldeído e o ácido cianídrico, parecem haver desempenhado um papel importante: submetidas aos raios ultravioleta, deram origem a duas das quatro bases que compõem o DNA, o suporte de hereditariedade, ou seja, duas das quatro “letras” do código genético que caracteriza os seres vivos. Todas essas moléculas se acumularam inicialmente num gigantesco caldo de cultura, a sopa primitiva. As reações essenciais não se produziram apenas nos oceanos, como se acreditou durante muito tempo, mas também nas lagunas e nos pântanos, lugares secos e quentes de dia, frios e úmidos à noite, e sem dúvida no barro. Tais ambientes desempenharam o papel de desencadeadores das reações.

Ora, a vida nascida do barro. Reencontra-se um dos grandes mitos da criação.

Sim. Os pesquisadores israelenses e americanos que simularam em laboratório os ciclos de secamento dos mares confirmaram: em presença do barro, as famosas bases se juntam espontaneamente em pequenas cadeias de DNA e sobretudo de RNA, o outro suporte da informação genética ( que duplica o DNA da célula). Ora, segundo uma descoberta realizada em 1986 pelo americano Thomas Cech, esse RNA tem um poder extraordinário – o de auto-reproduzir. Outra experiência, esta do americano Sidney Fox, permite completar o argumento. Segundo ele, certas moléculas se aglutinaram na sopa primitiva em numerosíssimas bolinhas, as “microsferas”, de certa forma como gotas de óleo na água. Foi uma grande novidade: cada gota podia, com efeito, possuir um conteúdo químico próprio. Sabe-se que certas reações internas podem destruí-la; outras, ao contrário, podem estabelecer sua estabilidade. Resultado: aquelas que dispunham de um conteúdo favorável puderam subsistir notadamente as que colhiam as famosas cadeia de RNA, capazes de se auto-reproduzir. Essa seleção natural química durou um bom bilhão de ano. Houve portanto luta pela vida – antes da vida.

Mas a partir de que momento existe vida

É uma questão de definição. Admite-se geralmente que um organismo vivo é um sistema capaz de assegurar sua própria conservação, de se gerir a si próprio e de se reproduzir – três propriedades que se aplicam a célula. Um cristal, ao contrário, não vive: ele é capaz de se reproduzir, mas não de metabolizar energia. O caso do vírus é mais ambíguo. Pode-se, por exemplo, transformar um vírus, como o mosaico do tabaco (TMV), em cristais, como o do açúcar comum, e conservá-lo durante anos. Ele não se reproduz, ele não se manifesta, ele não “vive”. E depois, um dia, pode-se buscar o pó, acrescentar-lhe água e despejar um pouco da solução numa folha de tabaco. A planta apresentará rapidamente sinais de infecção: o vírus reencontrou seus poderes e se reproduz a uma velocidade assombrosa. Digamos então que o vírus se situa na fronteira da vida. Segundo uma teoria original, os vírus seriam estruturas aperfeiçoadas, células que teriam evoluído livrando-se do estorvo do material da reprodução para se reduzirem a sua expressão mais simples. Em todo caso, ao contrario do que se chegou a acreditar, os vírus certamente não foram as primeiras formas de vida, pois eles necessitam de estruturas vivas para se reproduzir.

Os primeiros seres vivos foram portanto as esferas dotadas de RNA, as “gostas de vida”?

Provavelmente. Essa vida teria então invadido a terra muito depressa, ela teria contaminado como … um vírus. Talvez em menos de um ano, quem sabe. Quase nada., comparando aos bilhões de anos precedente. Não esqueça: quando uma célula se divide em duas, depois em quatro, oito dezesseis, 32 etc., chega-se muitos rapidamente a quantidades astronômicas. Além do que, naquela época não havia nada que destruísse os primeiros organismos. Hoje, qualquer tentativa de aparecimento de uma nova vida seria instantaneamente aniquilada pelos atuais seres vivos. A vida queimou as pontes atrás de si.

Quando ocorreu aquela contaminação?

Pelo menos a 3,5 bilhões de anos, visto que os mais antigos fósseis de bactérias, descobertos na Austrália, datam desse período. Em seguida, no interior das microgotas, o jogo das estruturas químicas conduziu progressivamente ao estabelecimento de um código genético rudimentar, depois à dupla hélice do DNA – este se impôs porque apresentava vantagens sobre o RNA, principalmente uma estabilidade maior. Mas como isso se deu? Os biólogos ainda não sabem. É um dos seus principais elos perdidos.

Será que algum designo, ou alguma lógica teria conduzido a natureza a inventar o DNA?

A natureza não “inventa” nada, não tem intenções; ela procede por eliminação. A vantagem do DNA é ter permitido,, mediante o jogo das mutações, uma variedade considerável de formas vivas. Com o tempo, o ambiente criou novas condições, novas necessidades. Os organismos que não foram capazes de se adaptar a elas acabaram eliminados. Os outros proliferaram. É o principio darwiniano da seleção natural.

Mas, se existem necessidades, não se pode dizer que o acaso participe dessa história?

Alguns pensam que a vida nasceu por acaso, por um arranjo acidental nos oceanos. O que faria da vida um acontecimento exclusivamente terrestre. Mas, para a maioria dos cientistas, a primazia é da necessidade. Nesse caso, todo planeta que contenha água e se encontre a uma distância ótima de uma estrela quente pode ter acumulado moléculas da mesma maneira que a terra. E estas, ao se tornarem mais complexas, desembocaram substancias químicas com seu meio etc. assim de necessidade em necessidade, a evolução química pode acabar resultando em seres vivos rudimentares.

Então a vida em outros planetas também se basearia no DNA?

Provavelmente. O DNA se insere numa evolução química lógica do Universo.

Depois que apareceu o DNA, o que aconteceu?

As microgotas continuaram a aperfeiçoar seu metabolismo. Depois da fermentação, a forma mais primitiva de obtenção de energia, que se produz na ausência de oxigênio, surgiram a fotossíntese e a respiração. A primeira se baseia na clorofila; a segunda, na hemoglobina. O universo de uma é verde. O da outra, vermelho. Mas essas duas moléculas são praticamente idênticas e provavelmente originarias de um mesmo “ancestral químico”. O surgimento da fotossíntese encheu o ambiente de oxigênio – o que sem duvida fez surgir na alta atmosfera a famosa camada protetora de ozônio. Produziu-se então uma separação entre aqueles que obtinham energia diretamente a partir do Sol e aqueles que absorviam as substâncias e o oxigênio rejeitados pelos outros. É a espoleta da separação entre mundo animal e mundo vegetal.

Já? Num estágio tão primitivo?

Assim se acredita. A árvore da vida ramificou muito cedo. Depois das bactérias e das algas aparecem as células ais complexas, dotadas de um núcleo e de órgãos… ? duvida Segundo uma teoria muito recente. Tais células teriam resultado de simbioses: a célula vegetal, por exemplo, seria uma célula na qual teria ido viver uma alga – e assim teria constituído nela o cloroplasto. A célula animal com núcleo teria da mesma forma, acolhido uma bactéria – que nela viria a se transformar na mitocôndria, uma espécie de minicentral de produção de energia.

Uma lógica de associação, desta vez?

Sim. Pois chegou um momento em que nenhuma dessas células pôde evoluir sozinha. Os dejetos que elas, por assim dizer, cuspiam no ambiente as envenenavam: elas também conheceram a poluição. Seu modo de sobrevivência foi se associar em sistemas, o que oferecia a vantagem de diversificar o trabalho. Então elas se diferenciaram. Vê-se ainda esse fenômeno no caso do volvox, pequena célula independente munida de flagelos: num meio pobre em substâncias nutritivas, esses organismos secretam uma espécie de gel e se colam uns aos outros formando um colônia que pode alcançar vários milhares de espécimes. Então eles se deslocam todos na mesma direção, de maneira muito coordenada, formando uma única entidade. Talvez tenha sido uma lógica parecida que tornou possível o aparecimento dos primeiros seres multicelulares. Também a sexualidade teve seu papel: é um modo de fundir o DNA, portanto, de criar variedade. Depois, a árvore da vida continuou a se ramificar: os cogumelos, as algas multicelulares, as esponjas, os corais, os peixes, os insetos, os pássaros, os mamíferos…

… e o homem, enfim. O senhor … ? duvida

Sim, se considera que a sociedade humana forma com a biosfera (ou seja, a parte viva do planeta) um gigantesco organismo que vive e continua a evoluir. As invenções do cérebro humano serão agora os equivalentes das mutações.

Mas se está muito longe das primeiras gotas de vida.

Nem tanto. O DNA guarda na memória trações da evolução biológica. No curso de seu desenvolvimento, um feto revive rapidamente algumas etapas dessa evolução. Nosso cérebro, com suas três partes – , é igualmente o resultado de um espécie de sedimentação. E a composição química de nossos tecidos permanece muito semelhante à do meio orgânico há 4,5 bilhões de anos: cada uma de nossas células é um pedacinho do oceano primitivo do qual emergiu a vida. De fato, nosso corpo inteiro continua a contar a história de nossas origens.

Origens dos Animais: Ediacaranos a 571 milhões de anos?

sábado, agosto 18th, 2018

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https://hypescience.com/cientistas-repensam-teorias-sobre-a-evolucao-apos-estudar-alguns-dos-primeiros-animais-do-planeta/?utm_source=onesignal&utm_medium=push_onesignal&utm_campaign=newpost_onesignal

Cientistas repensam teorias sobre a evolução após estudar alguns dos primeiros animais do planeta

Como os membros da biota ediacarana foram agora classificados como animais, podemos datar a origem do reino animal pelo menos no momento em que esses fósseis apareceram. Os membros mais antigos desses grupos são conhecidos como “rangeomorfos” (da ordem Rangeomorpha) e aparecem no registro fóssil há aproximadamente 571 milhões de anos, no final do período Ediacarano.

na busca da origem da vida, o obvio observado na superficie oculta a essencia do obvio que jaz na profundidade.

domingo, novembro 19th, 2017

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Muitas vezes cientistas se encontram face a face com detalhes da vida que estao claramente apontando para a cosmologia, mas eles nao captam e ignoram estas pistas, porque nao estao habituados a ligar a evolucao cosmologica `a vida. Um exemplo que me ocorre agora e’ o fato de que no campo de estudos da dinamica molecular, sao aplicadas simulacoes computacionais para calcular as reacoes entre moleculas organicas, porque descobriu-se que o resultado destas simulacoes se dao muito bem com dados obtidos na experimentacao pratica. Porque essa coincidencia? Sera que os cientistas se fazem essa pergunta, ou nao a fazem porque a resposta lhes parece obvia, porem, na realidade a resposta deles esta’ errada? Penso que eles reduzem a questao rapidamente pela crenca de que a matematica explica o mundo e portanto a dinamica entre celulas organicas, e, ao mesmo tempo, a matematica esta na logica do computador e das simulacoes. Entao simplesmente uma coisa leva `a outra, segundo eles pensam.

As simulacoes sao feitas  atraves de um computador que e’ uma maquina, operacoes mecanicistas. Ambito da Fisica e da Matematica. Materia organica e principalmente moleculas organicas sao produto de outro tipo de operacoes – a organizacao biologica da materia. Entao, pela logica nao era para computador e moleculas biologicas apresentarem exateamente o mesmo comportamento. Fazerem suas coisas aplicando o mesmo metodo. Como explicar isto?

Ou a maquina do computador tem alguma oculta propriedade biologica, ou a molecula biologica tem alguma oculta propriedade mecanicista… ?

Vamos descartar a primeira hipotese: parece impossivel que a maquina computador tenha alguma propriedade biologica. Resta entao a hipotese dos compostos organicos terem propriedades mecanicistas.

E de fato, me parece obvio que tenham. Para um hipotetico observador que fosse inteligente e menor que um atomo e situado dentro de atomos ou ao lado deles, observando as reacoes entre atomos pareceriam puros processos mecanicos dentro de um contexto geral governado pelo acaso. Tal observador nao poderia ver as influencias naqueles atomos vindas de um sistema muito maior, biologico, nao saberia da existencia biologica e nao necessitaria dela para descrever as reacoes.

Estas moleculas estao no inicio, nas origens da vida. Sao os elementos mais simples em que pode se constatar um efemero principio vital. Como se comportam mecanicamente, devia ser indutivo concluir-se que a vida, ou a organizacao biologica da material, veio, e foi um produto evolucionario do mundo mecanico primordial. Mecanicas, porem com um toque biologico, o qual insere e centraliza o compost molecular sobre o atomo de carbon, estas moleculas seriam o elo evolucionario entre o mecanicista nao-organico e a vida.

Ok, este mecanicista meio nao-organico e’ o meio ambiente dos planetas, dos elementos e forssas na superficie terrestre, o qual teria por si so produzido a vida, Segundo a teoria da abiogenesis. Hoje se considera com certo realce a hipotese de elementos trazidos de fora do planeta a bordo de meteoritos teriam definido as origens da vida, mas isso nada muda o fato de que a materia de outro astro seja a criadora da vida. Porem,…

Ainda existem muitos problemas para se certificar de que a materia de planetas possa ter criado a vida. E existe uma teoria em que estes problemas todos sao resolvidos quando ela sugere que a vida nao veio apenas da materia planetaria, e sim, do sistema astronomico onde o planeta existe. Pois a vida propriamente dita so existiu quando se formou a primeira celula complete e functional, a qual era, em si, um Sistema. Os materiais da Terra nao sao sistemas, apenas partes dele. E o planeta inteiro e’ demasiado simples para ter dado esse quase infinito salto evolucionario para a intrigante complexidade ddo ser vivo. Mas a teoria da Matrix/DNA sugere um modelo dos building blocks das galaxias que contem todos os principios de todas as propriedades biologicas. ‘E um Sistema mecanico, suas reacoes, interacoes, sao mecanicistas, mas o significado final de seua operacoes sao identidcas aos resultados finais das operacoes biologicas.

As moleculas organicas foram os primeiros passos vindos do mundo mecanicista sendo dados na direcao do mundo biologico. Logico portanto que elas apresentem mais processos mecanicos que biologicos. Estes devem serem tao abstratos que imitam a situcao das galaxias, onde eles de fato nao existem, apenas se insinuam em termos de significado final. Por isso um computador mecanico se alinha com as operacoes destas moleculas.

Mas o mecanicismo nas moleculas estao enviando um sinal ao observador sobre a sua procedencia. E o cientista nao presta atencao neste sinal porque ele acredita de antemao que o mecanicismo dos ingredients das moleculas – a materia terrestre – e’ sufiente para expressr o obvio.  Mas nao e’. Nas reacoes e interacoes com estes ingredients, em nenhum momento e’ detectado precursors do que estava ali sendo iniciado, as propriedades biologicas, como a auto-replicacao, o metabolismo, a homeostase, etc. Ento quando nos debates eu pergunto porque nao estao procurando nestes conjuntos destes ingredients, estes prinicpios, respondem que nao veem necessidade disto. Estas propriedades surgiram depois por acaso, no simples desenrolar dos acontecimentos.

Se algum dia for provado que os modelos astronomicos da Matrix/DNA Theory estao corretos, vao perceber que se tivessem suspeitado da teoria do acaso e tivessem procurado estes principios, teriam percebidos esta material nao foi a criadora, e teriam elevado ao Cosmos os olhos da inquiricao. E teriam economizado muito tempo e dinheiro.

Origem da Vida: Recente teoria: Vida na Terra pode ter iniciado por meteoritos (RNA World)

terça-feira, novembro 14th, 2017

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https://www.seeker.com/earth/life-on-earth-may-have-started-with-a-cosmic-splash

 EARTH

Life on Earth May Have Started With a Cosmic Splash

Could the building blocks for life on Earth have been delivered by meteorites crashing into ponds of water 4 billion years ago?

It was not the meteorites, it was just the ultraviolet light reaching precursors of biological systems emerging from the deep oceans thermal vents. Why not an experiment applying ultraviolet light upon deep ocean molecules? The seeds for biological systems ( aka, “life”) are splitted everywhere in this galaxy, produced by the galaxy as a system which already shows primitive biological organization of matter, so, the galaxy is LUCA – the last non-biological ancestor. But the complete collection of bits-informations from astronomical systems are 50% furnished by planetary nuclear reaction and stellar radiation ( even cosmic radiation), and the packet from the star could be furnished by ultraviolet light. Panspermia does not comes from a point inside the galaxy, but as projection of the entire galactic system. ( ok, it is theory against theory; I am based on Matrix/DNA Theory. This theory, like yours, could be wrong)

A bruta realidade do trabalho do cientista manual moderno perante a impossivel solucao da origem da vida

domingo, setembro 3rd, 2017

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James Tour ( produtivo cientista, inventor, centenas de papers publicados, e fora da Ciência, declarado criacionista), foi expulso da posição de capataz-professor dos grandes predadores porque não se conformou com as mentiras na cultura humana destinada ao manípulamento das mentes da massa de estudantes. Uma aula de extrema abordagem puramente técnica, a realidade nua e crua, mostrando que a mente humana não pode por enquanto processar a informação de como o mundo pre-biótico conseguiu sequer produzir as moléculas precursoras das moléculas mais complexas, muito menos como conseguiu montar milhões de peças prontas para finalizar com um avião pronto. Retornar a esta aula sempre que nos debates for confrontado pelos arrogantes “cientificistas defensores da teoria da abiogeneses tal como ela esta elaborada hoje. E fazer uma pesquisa sobre James Tour. Não tem como escrever meu livro sem mencionar dados desta palestra.

https://www.youtube.com/watch?v=_zQXgJ-dXM4

Teoria Fisica da Origem da Vida como resultado da Termodinamica,

terça-feira, agosto 1st, 2017

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O biofísico Jeremy England fez algum estardalhaço em 2013 com uma nova teoria que projeta a ideia de origem da vida como um resultado inevitável da termodinâmica….

Cientista apresenta pela primeira vez uma teoria física para o surgimento da vida

(registrado artigo para voltar a ler e pesquisar)

Lua: Teorias de sua Origem e Teoria da Matrix/DNA

domingo, novembro 27th, 2016

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https://www.youtube.com/watch?v=BSYgIbInz78

Misterios de la Luna

E meu comentario postado no Youtube:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – 11/27/2016

O modello cosmologico teorico da Matrix/DNA Theory está sugerindo uma diferente explicação para a origem da Lua. Ela seria um germe de planeta como foram os planetas inicialmente, porem, ao inves dela cair na órbita direta do Sol – como os planetas estão – ela foi capturada na órbita de um planeta e assim, o germe nuclear que ela contém nao se desenvolveu. A Teoria Astronomica Oficial esta cheia de explicacoes teoricas que apelan a violencia no Cosmos, como choques entre grandes corpos, buracos negros canibais, etc. Mas nunca ate agora foi de fato captado algum evento violento. Segundo a Matrix/DNA, a forca gravitacional e a inércia da dark matter nao permite eventos violentos entre grandes astros. apenas existe a violencia de meteoritos porque estes escapam a ação da gravitação. Esta tendência a projetar a violência que faz parte da nossa vida sobre o Cosmos e’ antropomorfismo, porém, o Universo nao foi construído tendo por base o mundo humano, e sim ao contrario. Violencia existe no nosso meio porque somos microscópicos e tambem escapamos as leis da gravitação. Levante seus olhos para o céu e se pergunte: O Cosmos ‘e regulado pelo estado de caos ou pelo estado de ordem? Mais vale sua intuição honesta do que mil teorias tendenciosas… A Teoria da Matrix/DNA, ( google The Universal Matrix of Natural Systems) foi construida com base no raciocínio puro humano e nao com base na invenção da matemática como se esta fosse a linguagem de um Universo mecânico, sem vida…

Ébola! A Fórmula da Matrix/DNA sugere: Procurem um Meteórito na Região do Ébola River

quinta-feira, outubro 9th, 2014

O Ebola é um dos principais assuntos do momento e eu tenho uma teoria a respeito que ninguém mais tem, por isso é bom me ouvirem, experimentarem o que estou sugerindo, antes que possa ser tarde demais. Três recentes artigos ( dois no New York Times e um no Huffington Post) me fizeram lembrar imediatamente da antiga sugestão desde a selva amazônica há 30 anos atras sobre o que é e como se originam os vírus.

O pior é que se minha teoria estiver certa, isto significa que a comunidade cientifica jamais irá ganhar a luta contra vírus, porque ela desconhece a causa fundamental da origem e comportamentos dos vírus, a não ser que tomem conhecimento da sugestão da Matrix/DNA e resolvam investiga-la. O atual entendimento da comunidade cientifica do que é vida, sistemas biológicos como vírus e humanos, está muito distante da realidade e isto afasta-os de descobrir as soluções definitivas. Ficam assim combatendo vírus como quem fica podando os galhos doentes enquanto cada galho podado é substituído por novo galho doente, porque a doença está na raiz da arvore. Enquanto isso milhões de seres humanos continuam sendo torturados e mortos por estes minúsculos facínoras.

Veja abaixo o meu post escrito às pressas e postado no Huffington, tentando chamar atenção e iniciar um dialogo. Mas tal dialogo só pode avançar se ambas as partes se limitarem a apresentar fatos comprovados como base de seus argumentos, e não ficar discutindo teorias e conceitos abstratos que fazem parte importante da cultura e visão de mundo propagada através das universidades.Depois do post puxo para cá a fórmula da Matrix e explico na medida que o tempo agora me permitir, os fundamentos da teoria sobre os vírus como o Ebola.

Ebola: Still No Time to Lose

http://www.huffingtonpost.com/peter-piot/ebola-still-no-time-to-lo_b_5952062.html?utm_hp_ref=tw

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed
My suggestion: Search around the Ebola River any trace of recently failed meteors. Ask to natives if they saw, read, something about. My suggestion is due the models of Matrix/DNA Theory suggesting that the meanings of viruses existence, origins, and the functions of viruses at any natural system like this biological biosphere, is equal the function of comets/meteors in relation to astronomical systems and equal to RNA in relation to living cellular systems. Some data from this article is suggesting evidences for this theory: like the “shot of energy”applied at that hospital: the origins of virus at this biosphere is related to vibrational states of systems, which means a specific strong frequency at the electromagnetic spectrum. The invisible vibrational state of pregnant woman’s body is altered by the strong vibrational state of the embryo, which synchronizes with the vibrational state of those viruses. So, the strong attraction for those viruses towards pregnant woman or anyone with high dose of calcium gluconate.If this theory could be right, there is a slice of meteor spreading energy that creates spontaneously viruses at Ebola regions. And if these theoretical models are right, those people living at that Russia region recently invaded by a meteor need be investigated urgently.This issue is very complex and only one trained by the knowledge of Matrix/DNA formula have more detailed explanations. By the way, I think that any possible solution that can add for us to fight this global treat must be applied.

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http://www.nytimes.com/roomfordebate/2014/10/02/how-to-stop-the-spread-of-ebola/much-more-vigorous-government-response-to-ebola-is-needed

Louis Charles Morelli

New York, NY 

Is necessary understanding that the current world view academic model has not been victorious on the war against virus, so, we need a different view and approach. The different world view of Matrix/DNA Theory suggests that virus is the common expression of a systemic universal function at any natural system… like this biosphere and human’s bodies. Virus is the expression of Function 5 that you can see at the matrix formula of natural systems. This function, at the level of cell system, is performed by RNA ( mass level) and ATP ( energetic level). At the level of astronomical systems, this function is performed by comets. I have not detected yet which is the agent of F5 at biosphere systemic level. But, the fact that comets are the carriers for information for producing virus ( and we have found several kind of organic molecules at meteors) and knowing that comets can be fragmented into meteors, which commonly falls at Earth, meteors can be the first source for viruses. The cost for human kind is high, so, any suggestion must be tested. Here our suggestion is: ask to the natives of Ebola River region if they saw something falling from the sky in the last 30 or 50 years. If so, where it fells? maybe the source for Ebola is there, irradiating to any living molecule around it.

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Virus: Origens, causa criadora, funções nos sistemas naturais:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Quando comecei a ler assuntos sobre algumas doenças causadas por virus, uma informação era comum: vírus são hibernantes ( como não-vivos), fora de sistemas celulares e se despertam dentro de células, quando então passam a se reproduzirem aceleradamente e assim “explodem” a célula, disseminando-se às células vizinhas. E quando tinha encontrado a formula da Matrix, esta informação imediatamente me lembrou que na fórmula existe algo, uma de suas peças, que faz na formula exatamente o que vírus fazem na célula. Trata-se da F5.  A F5 é a função sistêmica que produz cometas no céu, RNA nas células, e quando trata da inter-conexão entre sistemas, é a responsável pela reprodução dos sistemas.

Desde que essa formula é repetida na unidade fundamental de informação do DNA ( um par lateral de nucleotídeos), e depois repetida num especifico grupo de genes, isto significa que o DNA – se expressar aquele grupo de genes – pode gerar vírus. Ou seja, nós podemos criar vírus dentro do nosso próprio corpo.

Mas para que o DNA expresse tal grupo de genes é preciso um estimulo externo, o qual pode ser um pedido do RNA, ou um especifico estado vibracional de uma onda de energia externa. Vamos então imediatamente trazer para cá tambem a nossa versão do que é na realidade uma onda de luz conforme sugerida por essa formula ( estou com dificuldades técnicas aqui para trazer uma melhor figura. Clique nela talvez melhore.) :

Light - The Electro-Magnetic Spectrum

 

Bem, vemos na figura que F5 corresponde ao trecho entre microwave e infrared. Isto significa, a grosso modo, que o estado vibracional dos vírus como sistemas deriva desta frequência da onda de luz/energia. Por isso estou supondo no post acima que os vírus  são atraídos por quaisquer outros sistemas no mesmo estado vibracional. Acontece que o corpo de uma mulher adulta vibra como F5, na mesma sintonia do vírus,  o corpo do embrião dentro de uma mulher gravida vibra como F1.  Ora F1 é o estado da onda recém  emitida por uma fonte, portanto, uma elevada frequência, alto estado vibracional, assim deve ser o estado da energia de um embrião, um baby. É o estado que abre brechas para origens, porque é relacionado à função feminina criadora da formula. Então não existiria ocasião mais propicia para vírus  ser atraídos e penetrar o sistema todo. O corpo do embrião derruba as defesas do auto-imune sistema do corpo da mulher.

Talvez eu esteja fazendo o carro atropelar os bois devido a pressa pois estou atrasado para ir ao trabalho. Isto merece reflexão mais pausada.

Mas a fórmula sugere que meteóritos, resultantes da fragmentação de cometas, tem todo o potencial para carregar as informações químicas para produzir vírus – se o meteórito cair em ambiente que contenha os complementos para a gestação dos vírus. O que deve haver de sobra na ainda primitiva região africana do Ebola River. Portanto é possível que, em algum lugar daquela região exista um ou mais fragmentos de meteoritos irradiando unidades de fotons que, se reunidos dentro de um sistema biológico, como o corpo de um animal, se reunem e recompõe a parte do sistema de onde vieram- este sistema solar e galáctico. Novamente lembro que devo estar sendo precipitado, pois preciso antes rever tudo o que aprendí sobre a fórmula, ondas de luz, fótons, etc. Inclusive procurar neste website o artigo onde escreví esta teoria dos virus.

Como eu disse no post ao Huffington Post, esse assunto do Ebola é demasiado preocupante e toda possibilidade que qualquer humano levantar, por mais esdruxula que pareça à nossa preferida visão de mundo – deve ser considerada e experimentada.

Devo voltar aqui para esmiuçar isto após o trabalho.

Depois da Diversificação da Vida, Agora Ocorre a Diversificação da Auto-Consciência. E a Matrix/DNA Procura na Terra a Fonte da Auto-Consciência

quinta-feira, setembro 11th, 2014

Pensamento do Dia: Porque os Humanos São Diferenciados Pelos Seus Interesses Se os Animais Possuem Um Unico e Mesmo Interesse?!

Um grande segredo do sucesso da espécie humana sobre os outros animais é a impressionante e enorme diversificação dos focos fundamentais de interesses. Todos os indivíduos de uma espécie animal – sejam cavalos, vacas, gatos, etc. – possuem os mesmos poucos e limitados interesses dirigindo seus atos e movimentos, e isto não tem mudado em amplos espaços de tempo. Os animais são bitolados, dirigidos, para uns poucos focos de interesses. Pode acontecer os fenômenos mais estranhos, aparecerem as imagens mais estranhas, que eles não se  interessam e esquecem o fato imediatamente. Pela primeira vez na vida de uma vaca criada numa fazenda, passa um veículo na estrada, e a vaca, indiferente, nem levanta os olhos para vê-lo, não se faz nenhuma pergunta a respeito, não existe a menor curiosidade, focada que está comendo a grama.

Macacos na selva já prestam alguma atenção a um avião passando acima, mas se pegam a espingarda de um caçador, tentam dar-lhe uma dentada para ver se é de comer, e não sendo, dispensam-na para o lado como se fosse um galho seco, sem interesse.

Queres ter uma prova? Veja a figura abaixo, e depois de gozar da nossa classe de filósofos distraídos, responda à pergunta abaixo:

O Cumulo do Distraído

O Cumulo do Distraído – “Desculpe-me senhor… arrrgh… Com licença…Mas o que diabos estás fazendo?!”

Pergunta: “Como o leão vai matar o filósofo distraído? Vai pegar o rifle e dar-lhe uns tiros ou vai morder seu pescoço?”

Claro, o leão, como todos animais nem viu o rifle, pois deste não emana cheiro de alimento, e comida é apenas o que lhes interessa.

Mas dentro da espécie humana houve uma novidade no meio dos seres vivos, que já havia ocorrido antes, nas origens da enorme diversificação das espécies. Uma incrível diversificação de interesses, gerando uma nova diferenciação interna de “personalidades mentais”, e interesses por quaisquer coisas que a Natureza produza, mesmo que este interesse não lhes propicie retorno imediato com algum tipo de recompensa. Ao contrario, em muitos tipos de interesses os indivíduos sacrificam seu bem-estar sem obter nenhuma vantagem imediata, e sem ter certeza de que venha a obter vantagens futuras. É o caso por exemplo do porque humanos consomem tempo e recursos se interessando por astronomia, matemática, geografia de outras terras, doenças que afetam a outros, etc. Eu mesmo tenho um interesse pela suprema busca de conhecimentos, emprego a vida e quase toda energia nesse objetivo, mas até hoje na verdade só colhi desvantagens na luta pela competição com isso, e não tenho a menor ideia se isso algum dia me trará alguma recompensa. No entanto, sem este vico, a vida não me teria sentido. Do ponto de vista biológico, animal, isto não é racional. Então… porque? Qual a causa por trás disso?

A meu ver isto vem a confirmar uma sugestão da Matrix/DNA: dentro de cada ser humano surgiu uma nova forma, uma nova espécie evolutiva do sistema natural universal que vem evoluindo desde o Big Bang, e esta nova forma de sistema, ao qual damos o nome de mente ou auto-consciência, está se diversificando em sub-espécies a ponto de já contar com milhares ou milhões delas. temos que fazer o enorme esforço de visualizar as mentes invisíveis dentro das cabeças humanas como elas são: tão diferentes entre si como existem tantas espécies de animais diferentes entre si. Então deve existir um individuo portando a mente-corvo, outro a mente-elefante, o alentejano de Portugal deve ser quase igual ao baiano do Brasil com uma forma de mente-tartaruga… e assim por diante. Deve ter o mente-hipopótamo, o mente-polvo, o mente-leão… ( Eu, particularmente, que sinto eternamente uma espécie de insustentável leveza do ser desconfio que sou um mente-borboleta. E você?…

Mas estou percebendo agora que esta nova intuição pode nos levar a desfechos fantásticos. Parece-me mesmo que estamos tocando numa nova dimensão do mundo que ainda não a tínhamos percebido, mas que tem enorme influencia na nossa vida no dia a dia.

Tem algumas diferenças entre a diversificação da vida e a da mente, que precisam serem estudadas. A diversificação das espécies biológicas se deu por  grupos distanciando-se entre si no tempo e espaço, e daí cada qual adquirindo uma nova forma, estas foram passadas hereditariamente, mantendo os hábitos dentro dos grupos fechados. No caso da diversificação mental, ela não tem surgido dentro de linhagens e assim canalizadas a se reproduzirem dentro destas linhagens. Uma nova espécie mental surge dentro de famílias, e não é passada hereditariamente, mas esta espécie brota em muitas famílias diferentes, e tendem a se separarem dos focos de suas famílias para se juntarem em seus grupos. É como se a origem da ddiversificaçãodas especies mentais viessem do mesmo processo que produziu a diversificação biológica: seus genes não vem encerrados dentro de uma membrana formando o cromossoma, mas sim vem espalhados no tempo e no espaço. Interessante desenvolver mais isto.

Para desenvolver isto vamos precisar recapitular aqui a teoria da Matrix/DNA sobre como esta galaxia Milk Way gerou dentro dela esta vida biológica. Vamos a um desfecho intrigante. Na geração da vida neste planeta havia uma fonte emissora das partículas bits-informação – que foram os genes semi-vivos na transição entre a matéria inorgânica e o primeiro sistema celular vivo. Sabemos como e porque, ao invés nesta mera reprodução de uma forma existente, ao invés dos “filhotes” nascerem todos na mesma forma e espécie, nasceram em formas muito diferentes entre si. Basta pensar nas sete diferentes organelas da célula, nas mais de 30.000 espécies de proteínas, de enzimas,  ácidos, etc..

Sobre as  origens da vida na Terra já sabemos qual foi a “fonte criadora”. A fonte emissora de todos os bits-informação, foi o “building block dos sistemas astronomicos”, por trás do qual está a fórmula da Matrix, feita com pura luz.

Sabemos que os pensamentos humanos são produzidos nas sinapses entre neurônios, compostas por fluxos sanguíneos e descargas elétricas. O conjunto dos pensamentos de um cérebro é o que denominamos, abstratamente, de “mente”, ou “auto-consciência”. No estado atual da nossa pesquisa estamos suspeitando que essa mente é uma forma fetal, embrionaria, e está sendo modelada na mesma configuração do cérebro, o qual é apenas mais um derivado do sistema natural cuja fórmula modeladora é a Matrix/DNA.Temos a suspeita de que quanto mais pensamentos maiores são as descargas elétricas que produzem relâmpagos numa nuvem plasmática e com o final assentamento destas descargas contínuas se gera um todo luminoso, numa frequência da luz imperceptível aos nossos sentidos. Se a Matrix emerge neste Universo na forma de ondas de luz e vem de uma consciência extra-universal, e se a mente humana está se tornando a mesma forma de luz, vemos então aqui mais um óbvio simples processo de reprodução genética. Então a substancia e os bits e inclusive as estações retransmissoras devem ser compostas de luz num estado imperceptível ainda aos nossos sensores cerebrais. Ou melhor: eles podem ser perceptíveis por alguns sensores – como a glândula pineal – mas não são ainda perceptíveis para o embrião mental.  Me pergunto: não há nada que possamos fazer para acelerar o desenvolvimento deste embrião e nos salvar com sabedoria antes que a espécie humana seja extinta? Eu, ao menos, vou empreender esforços no máximo que a vida e o tempo me permitir, nesta busca de aceleração. ( Óbviamente não vou tentar técnicas arcaicas, como a de enfiar o dedo nos ouvidos tentando tocar a glândula pineal para desperta-la, ou puxar a ponta dela para estica-la e recompô-la como ela era no passado, na forma da antena dos insetos…Tenho ideias mais inteligencias e cientificas para desperta-la, como bater a cabeça com força e insistentemente numa parede, para acorda-la…Mas, brincadeiras sem graça à parte, penso que na meditação dirigida pela fórmula da Matrix, está o segredo)

Sabemos tambem que os “bits” não precisam vir direto da fonte inicial, pois  os “bits-fótons”  que alcançam a superfície da Terra vem de estações retransmissoras daquela fonte, que são as estrelas, e a radiação cósmica trazendo bits de quasares, pulsares, buracos negros, etc. E sabemos tambem que estes bits povoam a atmosfera e camada atômica da superfície terrestre, acessíveis às espécies que os aceitam e às que os buscam.

Se agora estamos assistindo um repetir daquele evento, ao assistir a diversificação dos tipos mentais, vem imediatamente as intrigantes perguntas:

“QUAL A FONTE EMISSORA DA AUTO-CONSCIÊNCIA,  NO MUNDO ?!

“QUAL A ESTAÇÃO RETRANSMISSORA DE BITS DE AUTO-CONSCIÊNCIA ALCANÇANDO OS SERES HUMANOS?!

” O QUE SÃO OS BITS-INFORMAÇÃO DE AUTO-CONSCIÊNCIAS? COMO SÃO? DE QUE SUBSTANCIA?

” COMO ESTES BITS ESTÃO AFETANDO NOSSAS VIDAS, NOSSOS SISTEMAS SOCIAIS, ECONOMIA, POLITICA, ETC.? INFLUENCIAM NA SAUDE OU NA AUSÊNCIA DELA?” 

” COMO DEVEMOS ATUAR PARA NOS TORNAR-MOS MAIS RECEPTIVOS A CADA VEZ MAIORES QUANTIDADES DESTES BITS DE AUTO-CONSCIÊNCIA? COMO BUSCA-LOS?

“SE A MAIOR QUANTIDADE E DIVERSIDADE DESTES  BITS SIGNIFICA MAIOR INTELIGENCIA E SABEDORIA, EXISTE UMA TÉCNICA A DESENVOLVER ( TALVEZ NO NÍVEL MENTAL), HÁBITOS A OBSERVAR, ETC., PARA ADQUIRIR MAIS BITS?

Bem… com isso estamos abrindo mais um enorme campo de pesquisas dentro os já centenas, ou milhares abertos pela Matrix/DNA. E como sempre temos dado alguns passos nestas pesquisas, neste tambem deveremos em breve descobrir mais algumas novidades…

( Repetir aqui a teoria das origens da vida pela Matrix/DNA, com enfase na maneira como os fótons estelares se juntaram em pacotes-informação, para ter um quadro mais claro deste assunto)