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Genes Salteadores Liquidam Óvulos e Diminuem a Fertilidade

domingo, dezembro 25th, 2016

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Este artigo exprime um processo natural importante além de trazer novas importantes informações, tais como transposons, os genes salteadores. A cópia de um segmento do DNA pode ser comparada a uma pilha de folhas de um livro que inserimos numa maquina copiadora. A máquina tem que produzir as cópias na sequência certa para que se possa ler e entender o material. Se a maquina nao tiver este controle, folhas podem saltar de uma posição para outra, tornando quase impossível ler o material. isto e’ o que fazem os genes salteadores, pulando para diferentes posicoes e atrapalhando a reprodução do DNA, células e ate’ a reproducao de seres vivos que podem nascerem defeituosos.

Estes genes sao responsáveis pela liquidação de grande parte dos óvulos produzidos no nascer da fêmea. Se eles aumentarem muito e atuarem livremente, a femea pode ficar esteril. Porém, por outro lado, grande quantidade de óvulos aumenta a possibilidade de ovulos defeituosos serem escolhidos numa reproducao, rsultando em seres defeituosos. Os genes salteadores eliminam muitos destes ovulos defeituosos. Então, suspeita-se que eles na verdade seriam uma bênção dissimulada.

Observando o processo pela ótica da fórmula da Matrix/DNA, parece-me que tudo isso ocorre devido ao decaimento pela entropia na face esquerda da matrix.

Copio o artigo para traduzi-lo quando tempo tiver.

 

Fertility: Sacrificing eggs for the greater good

http://medicalxpress.com/news/2014-05-fertility-sacrificing-eggs-greater-good.html

Medical Press – May 29, 2014

A woman’s supply of eggs is a precious commodity because only a few hundred mature eggs can be produced throughout her lifetime and each must be as free as possible from genetic damage. Part of egg production involves a winnowing of the egg supply during fetal development, childhood and into adulthood down from a large starting pool. New research by Carnegie’s Alex Bortvin and postdoctoral fellow Safia Malki have gained new insights into the earliest stages of egg selection, which may have broad implications for women’s health and fertility. The work is reported in the early on-line edition of Developmental Cell.

Bortvin’s team discovered that the fetal egg die-off is connected to segments of the egg’s DNA known as transposable elements or “jumping genes.” As developing eggs gain the ability to guide embryo development, transposons gain the ability to start moving. These ancient virus-like genes begin to leapfrog around the egg’s DNA, thereby producing new mutations, just as transposon movement causes color mutations in ears of corn. A transposable element named LINE1 is the most likely to become activated in mammalian eggs.

Jumping genes can be particularly destructive in sperm and eggs, since much of their is an essential part of the recipe for developing a healthy baby. Think of the genome of an egg or sperm as a stack of papers being photocopied. In order to be read and understood, they have to come out of the copier in the same order they went into it. But jumping genes are like pages that insert themselves at random into the stack, making the reading process difficult or even impossible.

Prior studies by Bortvin and others showed that male germ cells quash the movement of transposons, minimizing mutations and ensuring high levels of sperm production. In contrast, Bortvin and Malki discovered that female mice allow transposon movement to take place, but then get rid off immature eggs harboring the highest number of mutations before the female mouse is even born. The team proposes that this purging process allows for the selective survival of immature eggs whose genetic material has acquired relatively few new mutations.

Bortvin’s group also discovered that the process of immature egg purging must be finely balanced. Overly stringent surveillance could result in excessive egg purging, too few surviving eggs, and premature loss of fertility. Surveillance that is not stringent enough, on the other hand, would allow eggs with a lot of jumping gene-related errors to survive, and lead to a high level of birth defects, such as those caused by an incorrect number of chromosomes in the offspring.

“Our findings suggest that the ovary of a newborn girl already contains both ‘good’ eggs and those destined to give rise to Down syndrome or miscarriages,” Bortvin said. “Further study may show that these ‘good’ cells are ovulated first and the abnormal ones usually come later.”

Importantly, Bortvin and Malki discovered that a drug AZT, which inhibits multiplication of AIDS-causing HIV virus in humans, also alters jumping gene activity in immature eggs. In particular, it is effective against LINE1 transposons. This discovery raises the possibility that the number and quality of immature eggs might be enhanced by drug treatment.

Finally, Bortvin and Malki’s work raises the question of whether this immature egg purge is actually a blessing in disguise. Despite their destructive power, are also the source of serendipitous genetic novelty that can make species stronger and better suited for survival over time. By allowing just the right amount of beneficial -generated genetic variation, female mammals are giving their offspring and species the best chance of thriving in an uncertain, dangerous world

Sensacional! Imagens do Momento da Ovulação Idênticas às Imagens do Modêlo Cosmológico da Matrix/DNA

quinta-feira, dezembro 6th, 2012

Momento da ovulação é fotografado pela primeira vez

http://hypescience.com/momento-da-ovulacao-e-fotografado-pela-primeira-vez/comment-page-1/#comment-240015

HypeScience

Óvulos e Imagens Iguais à Cosmologia da MatrixDNA

Óvulos e Imagens Iguais à Cosmologia da MatrixDNA (click na imagem)

Incrível como isso possa acontecer! Desenhos feitos precáriamente nas árduas condições da selva amazônica, há 30 anos atrás, agora são fotografados como fatos reais! E maior a surprêsa quando sabemos que a observação da natureza biológica aqui na Terra nos conduziu a suspeitar que estes fenômenos seriam evoluções de fenomenos que ocorrem no espaço sideral, e que poderiamos calcula-los, desenha-los. Mais uma vez mais uma previsão correta, quando esta nova visão do mundo previu que a formação de óvulos e tôda a sequencia que leva ao nascimento de humanos é exatamente igual a toda a sequencia que leva ao nascimento de astros, planetas e estr6elas!

Observe o desenho calculado na selva para origens dos astros:

Matrix/DNA Universal - Modêlo Cosmológico Original

Matrix/DNA Universal - Modêlo Cosmológico Original

Estás vendo como se trata exatamente do mesmo processo, até as formas são imitadas biológicamente aqui?!

Texto do artigo e a seguir, comentário explicativo:

“Observar a ovulação em humanos é extremamente raro e as imagens anteriores foram confusas. Jacques capturou o evento por acidente enquanto preparava uma histerectomia parcial em uma mulher de 45 anos. A liberação do óvulo foi considerada um evento repentino e veloz, mas as imagens, que serão publicadas na revista científica Fertility and Sterility, mostram que o evento leva, ao menos, 15 minutos. Pouco antes da liberação do óvulo, enzimas decompõem o tecido do folículo maduro, uma bolsa cheia de fluído na superfície do ovário que contém o óvulo. Isso leva à formação de uma protuberância avermelhada e, depois de algum tempo, surge um buraco, do qual o óvulo emerge envolto por células de apoio. Em seguida ele entra na trompa de Falópio, que o leva até o útero.”

Comentário postado pela Matrix/DNA:

Louis Morelli6.12.2012

Muito grato por estas imagens que são mais uma evidência para os modêlos evolucionarios da Teoria da Matrix/DNA. Estas imagens foram desenhadas e registradas há 30 anos atrás como resultado dos modêlos teóricos, porque são exatamente iguais às imagens do nascimento de uma nova estrêla, como se pode ver no site da Matrix/DNA Theory. Mera coincidência? Não, isso é evidencia de Evolução Universal. Compare os dois textos descritivos:

Matrix/DNA: “Antes da formação e uma nova estrêla, a entropia (enzima)decompõe uma velha gigante vermelha em fragmentos os quais formam uma nebulosa (ovário) a qual gira em rotação formando um vortex central (folículo maduro)contendo a massa degradada com todas as informações do sistema (genes). O turbilhão produz esferas incandecentes e se fundem com cometas capturados (óvulos mais espermatozóides) e com certo pêso são emitidos ao espaço sideral onde passarão pelas fases de baby-stars, planetas, pulsares, supernova, gigante vermelha e o ciclo recomeça…

Como vemos, o que está em baixo é cópia do que está encima e nós somos filhos das estrêlas.

Mas na Natureza, para realizar um processo, muitas vêzes um mecanismo é várias vêezes repetido. Podemos ver tambem os óvulos como sendo as partículas e fragmentos que resultam da fragmentação da estrêla na Função 7. Assim o cadaver estelar que é formado e aparece na imagem como metade da estrêla se decompondo pode ser visto como folículo maduro, e o canal que conduz os fragmentos a se contituir no vortex pode ser visto como a trompa de Falópio. Na verdade o óvulo é o fragmento estelar. pois apenas ele serás misturado aos cometas para formasr a esfera incandescente, que representa o óvulo depois da fecundação.