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Mudanca no paradigma da Psicologia: a consciencia foi criada com a linguagem, mas a linguagem genetica criou a linguagem do cerebro, nao a consciencia.

quinta-feira, setembro 27th, 2018

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Lembro-me da noite que eu estava numa mesa de bar com 12 pessoas, todos recém-formados em psicologia. Em dado momento fiz uma pergunta sobre qual seria a origem da consciencia e todos foram unanimes em responder que a consciencia, ou os pensamentos, são pura linguagem. O que quer dizer que quando os primatas começaram a inventar a linguagem comecou a se firmarem os pensamentos contínuos, e isso e’ a consciencia.

Pensei um pouco na proposta e não gostei dela – ela esta’ contra o que meus mapas e modelos teóricos do mundo estao sugerindo: os sistemas naturais, de atomos a corpos humanos, sempre foram constituídos de hardware e software. Consciencia e’ uma evolucao, ou melhor, o despertar, a expressao desse software.

Entao, claro, procurei erros no paradigma da Psicologia. E pensei nos genes, trabalhando, construindo um edifício, o embrião. Devem se comunicarem, ou entao obedecerem a um comando central, para cada qual entrar na obra no momento certo com a substancia certa. Os biólogos dizem que existem sinais movendo-se dentro do DNA como imput/output, entra/sai, fecha/abre, etc. Inclusive estao descobrindo que muitos destes sinais ativandos genes vem do outrora chamado DNA-lixo.

Mas o que são estes sinais, independentes de onde vem? E’ um tipo de comunicação, mesmo que com outra forma de energia, som, química. E’ um tipo de comunicação, e a linguagem humana e’ um tipo de comunicação.

Mas quem veio primeiro? A linguagem da genetica que fez o cerebro humano ou a linguagem humana feita depois pelo cerebro? Claro, a linguagem na forma genetica.

Mas se os genes ja tinham inventado a linguagem, nem por isso ficaram auto-conscientes. O que lança duvidas ‘a teoria de que a linguagem reproduzida ( e não inventada) pelo cerebro fez surgir a autoconsciência.

Bem, o fato e’ que os doze ficaram me olhando de forma esquisita quando indaguei, questionei e expliquei a teoria da linguagem genetica que me surgiu naquela hora. Não sei o que pensaram, mas claro, logo afugentaram minha fala, pois eu era analfabeto e estava contestando seus professores. Nao adiantou eu pedir maior explicacao de como impregnar um pedaço de materia com linguagem faz de repente a materia ter pensamentos contínuos… e autoconsciência! Não adiantou eu pedir para apontarem onde mais na Natureza detectaram um fato igual, um parâmetro natural real, conhecido, comprovado, que nos possa certificar de que a natureza e’ capaz de aplicar esse tipo de criacao. A cerveja foi buscada com rapidez e o tilintar dos copos desviou o assunto para as piadas do cotidiano.

So’ eu fiquei serio com um grilo na cuca. Não e’ possivel que um individuo apenas esteja certo e 12 aqui presentes, mais milhares la’ fora que constituem o corpo acadêmico, estejam errados. Mas, diabos, onde estou errando,…  que não percebo?

E’ certo que o que levou o individuo que raciocina de forma anormal, naquela mesa, a contestar a crença geral, foi que o individuo anormal tem como visao de mundo algo bem diferente da visao de mundo dos psicologos. Senão não teria surgido a duvida. E e’ fato que nenhuma das duas visões do mundo pode ser comprovada cientificamente, por enquanto. No entanto, uma das duas tem que estar mais proxima da verdade. Portanto, a teroia escolhida sera uma questao de preferencia, ou opiniao pessoal. Mas cabe ao pessoal da Psicologia provar que a linguagem humana foi a primeira linguagem surgida no mundo, pois não seria uma auto-projecao da linguagem genetica. E por todas cargas d’agua, eu não vou aceitar essa teoria sem provas, vao ter que me mostrar onde esta cortado o cordao umbilical entre a linguagem humana e a linguagem genetica.

Ou entao provarem que não existe linguagem genetica. mas e’ fato comum na Biologia se referirem a um “comando de instruções” no DNA. Se existem instruções, existe uma especie de linguagem. Ou não?!

Eu sou analfabeto em relacao a moderna Ciencia da Psicologia, mas… com’on… isto não significa que não seja capaz de refletir um pouco… os doutores da Psicologia caíram no meu conceito enquanto não derem uma explicacao mais racional para seu paradigma.

Teoria da Evolução Molecular pelo Paradigma Acadêmico versus Teoria pelo Paradigma da Matrix/DNA

sábado, novembro 4th, 2017

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Topico baseado no artigo:

Cientistas desenvolvem nova teoria da evolução molecular

Louis C. Morelli – 11/4/2017

Caro amigo Douglas, obrigado pela importante informação, porem…

Por isso cada vez mais me interesso pela Matrix/DNA Theory. Como poderíamos entender a evolução e mudanças dos organismos se não soubéssemos da existência do DNA, que é uma espécie de formula natural dirigindo esta evolução? Creio que o mesmo fenômeno e’ responsável pela evolução e mudanças nas proteínas. Não podemos esquecer que proteínas são uma forma primitiva precursora dos organismos, então, o que vale para organismos deve valer para proteínas. Ou seja, deve existir uma fórmula natural desconhecida ainda atuando na sua evolução. A Matrix/DNA elaborou modelos teóricos sugerindo que no DNA biológico cada building block do DNA é uma copia variada de um único sistema, o qual coincide com o template de sistemas atômicos e astronômicos. Se isto for correto, significa que as origens da vida, e portanto das proteínas, não foi um evento separado da evolução cosmológica que vinha desde o Big Bang, e sim apenas uma continuidade daquela evolução. Se as proteínas são a continuidade de uma evolução universal então tem que existir uma formula escondida e que corresponda a formula que construiu átomos e galaxias. E a teoria vai além sugerindo um processo de como aqueles sistemas não-biológicos, sob entropia, são fragmentados em bits-informação, registrados em fótons, partículas de luz decorrentes da radiação entropica daqueles sistemas. Estes fótons atuariam como precursores dos genes biológicos e ao adentrarem elétrons dos átomos que compõem as moléculas, formariam networks fotônicas `a semelhança do sistema de onde vieram. Eis a formula escondida ainda porque o paradigma cientifico atual que escolheu separar evolução cosmológica da evolução biológica impede a Ciência de desenvolver os métodos para captar estes fótons e suas networks. A teoria vai alem quando sugere o modelo da formula e que as proteínas representam trechos do circuito energético esférico da formula. O DNA não foi descoberto pelo método da mecânica estatística – acho que praticamente quem iniciou sua descoberta foi Mendell com as mãos na lama estudando a vida como ela e’. Esta é a diferença entre o método do paradigma atual e o método aplicado pela Matrix/DNA. Obviamente todo o escrito acima parecera mera salada de palavras como seria uma palestra do Mendell aos estudiosos de sua época.

Video/Palestra sobre Mudancas de Paradigmas

quinta-feira, outubro 19th, 2017

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Como a Matrix/DNA Theory e’ um novo paradigma, a palestra neste video nos interessa, e abaixo vai meu comentario postado no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=RxOTi_ZKftg

Palestra | Os Paradigmas e o Novo Tempo [CM+P]

Ok… mas… senhor Juliano, como o senhor reage a uma nova ideia que vai contra o seu paradigma da espiritualidade kardexista ou mesmo de Chico Xavier? Ou o senhor utiliza o dogma de que “paradigmas devem mudar” apenas contra a ciencia e a religiao porque estas sao reacionarias para com o espiritismo? O senhor concorda que os paradigmas do espiritismo terao que serem mudados tambem? Mas como o senhor aceitara estas mudancas, que tipos de mudancas serao estas? ( muitos erros de ortografia devido usar teclado ingles). Pois bem, para testar sua honestidade e disponibilidade para com sua evolucao, existe uma nova ideia exatamente capaz de fazer isso. Me refiro a Matrix/DNA Theory, em http://theuniversalmatrix.com . Aplicando metodos ineditos como anatomia comparada entre os sistemas naturais vivos e “nao-vivos”, o autor descobriu que existe um sistema-elo evolucionario entre evolucao cosmologica e biologica: o building block dos sistemas astronomicos e’ a mesma formula natural do building block do DNA. Isto significa que o ultimo ancestral nao-biologico nunca viveu na Terra e sim, e’ a propria Via Lactea. E significa que o DNA nao foi iniciado na Terra, e sim e’ apenas uma forma biologica de um “dna” existente nos sistemas astronomicos, atomicos, e as origens dessa matriz/dna retrocedem ao Big Bang. E significa que a consciencia humana sempre esteve encriptada nesta matriz/dna universal desde os atomos, apenas se levantando expressada no homem. Entao, entidades espirituais nada mais sao que expressoes mais evoluidas desta consciencia em outros planetas. Porem o mais importante desta nova ideia e’ o codigo moral e o comportamento mais agressivo e energetico que ela sugere do que o comportamento sugerido pelo espiritismo. E aqui ela mexe contigo de maneira tao incomoda que certamente iras buscar todos os argumentos para rejeita-la, como estao reagindo materialistas e religiosos. Inclusive os argumentos rebuscados, ocultos, no seu paradigma. Aceitas o desafio? De uma olhada no website e retorne aqui dizendo como te comportaras de hoje em diante em relacao aos homens, a sociedade, o trabalho, etc. ( e talvez o senhor sera’ obrigado a conhecer esta nova ideia, pois o autor me disse que a qualidade de seus videos e’ a melhor indicada para fazer o filme de sua sua teoria e podera contratar a Pozati…)

Bitcoin: Novo Paradigma Afetando o Sistema Social – Deve ser Pesquisado

quarta-feira, janeiro 13th, 2016

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Bitcoin : parece que e’ um novo tipo de moeda simbólica, digital que flue através da Internet. O artigo diz que ela esta revolucionando a economia, a maneira como se faz comercio, e ela esta trazendo uma mudança de paradigma. Em vista disso interessa a Matrix/DNA estar informada sobre bitcoin e tentar uma visão sistêmica abrangente em como sera o novo paradigma.

Bitcoin’s Bold Experiment: A Goldmine for Economic Researchers

https://medium.com/mit-media-lab-digital-currency-initiative/bitcoin-s-bold-experiment-a-goldmine-for-economic-researchers-d3b5e6af8007#.erv1b14jd 

Paradigma do Pensamento Sistemico: Artigo Favoravel

domingo, novembro 22nd, 2015

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http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1–1935-20151122&tit=espaco+aberto+conexoes+invisiveis

Luís Miguel Luzio dos Santos

Conexões invisíveis

Só conseguiremos reverter a atual crise civilizatória se mudarmos o paradigma de conhecimento

 Desde o início da vida humana, há aproximadamente quatro milhões de anos, a nossa evolução como espécie sempre esteve condicionada à capacidade e qualidade dos relacionamentos que conseguimos estabelecer com nossos semelhantes e com o meio que nos rodeia. Nossa espécie nunca teve na força física ou mesmo no número de indivíduos o seu ponto forte, mas, antes, notabilizou-se pela capacidade de se organizar em grupos e de forma cooperativa desenvolver soluções para superar as adversidades e garantir a sobrevivência ao longo do tempo. Contudo, nos últimos tempos, parece termos nos afastado desse modelo ao privilegiar o autointeresse e o isolamento de cada um em relação ao bem coletivo.
Como alerta Fritjof Capra, ao se procurar compreender as multicrises que afligem o nosso tempo – ética, ambiental, social, econômica – constata-se que estamos, antes de tudo, diante de uma crise de percepção, em que o paradigma clássico – cartesiano-newtoniano – que continua a nortear a racionalidade ocidental, baseado na divisão, no isolamento das partes e na hiper-segmentação como forma de reduzir a complexidade, deixou de ser a solução para se tornar um problema. 

Se por um lado, a divisão da realidade em partes cada vez menores nos fez avançar no aprofundamento dos conhecimentos, o seu dogmatismo criou uma cegueira em relação ao todo e aos desdobramentos de cada ação ao longo do tempo e do espaço, resultando numa grave crise de responsabilidades em que a culpa tende a ser sempre transferida para os outros.

Um exemplo sintomático da incoerência de nossa perspectiva de conhecimento tem sido dramaticamente sentido no Brasil nos últimos anos. Ao se ampliarem indiscriminadamente as zonas de pastagem, nas últimas décadas, grande parte das vezes às custas do desmatamento intensivo de florestas através de grilagem e outros métodos ilegais, provocou-se um agravamento da questão climática, nomeadamente com a redução na quantidade de chuvas em boa parte do país, o que compromete o abastecimento de muitas cidades, reduz a produção de energia que, por consequência, leva ao encarecimento de toda a cadeia produtiva, alimentando a inflação que, por sua vez, tenta ser combatida com o aumento progressivo das taxas de juros, comprometendo o crescimento econômico e ameaçando as conquistas sociais. Além do mais, a expansão ilimitada de áreas de pastagem para a produção de gado vem na contramão das pesquisas que atestam os malefícios para a saúde humana de uma dieta alimentar com excesso de carne vermelha. Estas são apenas algumas das infinitas relações que se estabelecem, impossíveis de serem entendidas na sua totalidade, mas que qualquer esforço no sentido de ampliar a percepção da realidade enriquece as possibilidades de intervenção.

O nosso pensamento mutilado conduz a ações mutilantes, ninguém se sente responsável pelo que não é imediato e não o impacta diretamente, o que demonstra uma profunda miopia diante do contexto que nos cerca. Só conseguiremos reverter a atual crise civilizatória se mudarmos o paradigma de conhecimento, da centralidade atribuída aos elementos separados e assumirmos as relações como referência, em vez de elementos independentes, privilegiar a ideia de teia, considerando que cada fio está imbricado numa cadeia interminável de conexões interdependentes, em que o que afeta qualquer uma das partes inevitavelmente gera impactos sobre as demais. Tudo o que existe, galáxias, estrelas, planetas, seres orgânicos e inorgânicos, até as partículas mais elementares que compõem a matéria participam de um conjunto de inter-retro-relações sem fim e só assim pode-se assegurar as condições propícias ao desenvolvimento da vida nas suas diferentes formas, é bom lembrar: não existimos, mas coexistimos.