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Calaus: Uma resposta do que é e para que a Natureza fez a beleza

sábado, agosto 19th, 2017

Calau ou hornbill

Calau ! Ensine-nos como e porque a Natureza inventou este fenômeno denominado “beleza”? Foi por proposito que desconhecemos ou existe por mero acaso? A sugestão da Matrix/DNA e’ surpreendente…

Esta imagem refere-se a um pássaro chamado “calau”, ou hornbill em inglês, é da família dos bucerotiformes, e caso te interessa mais informações e imagens veja em Wikipedia,

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bucerotiformes

Observe com atenção a imagem acima. Trata-se apenas de um pássaro. Pássaros são espécies que surgiram cêdo na evolução da vida, um ramo lateral aos répteis, quando ainda nem mamíferos existiam na Terra. Portanto, foram produtos muito próximos daquelas formas de moléculas orgânicas que começaram a surgir num planeta nu, apenas rochas e água.

E dizem os acadêmicos que tanto as causas que produziram aquelas moléculas e a evolução que se seguiu às moléculas para chegar no pássaro da figura foi uma mera sequencia materialista de reações químicas. Será mesmo?

Observe novamente a figura. Você concorda que trata-se de uma arquitetura de engenharia e beleza extraordinárias? Se sim, você aceita a teoria acadêmica, mesmo assim? Eu não consigo, por isso, e por viver sete anos na selva amazônica vendo tantas imagens semelhantes, que discordei do que se acredita na civilização e tratei de procurar um outro caminho para tentar entender a Natureza.

Reações químicas não têm intenções, muito menos `a distancia, como enfeitar as moléculas, átomos e partículas em seu reino. Não tem porque caprichar em formas, colorir seus resultados, muito menos esforçar-se para poder voar num espaço onde não existem sequer nutritivos íons a capturar. Certamente os químicos não possuem a explicação.

Então, com a mesma ideologia dos químicos acadêmicos, vem os biólogos evolucionários afirmarem que essa beleza no pássaro deve-se ao esfôrço do individuo pela sobrevivência e para melhor se reproduzir conseguindo atrair seus parceiros. Ou que direcionam as suas cores externas para se ocultarem dos predadores… e nesse caso o calau teria feito justo o contrario, com aquele amarelo brilhante. Ora, aves praticamente sem cérebro que nem as próprias costas e suas asas podem ver! Genes cujo supremo objetivo seria se perpetuarem ( outra crença largamente divulgada e na qual não vejo sentido, pois genes são moléculas feitas simplesmente de átomos e portanto moléculas não tem intenções, propósitos) se perpetuar estão dentro dos corpos e não podem sair para fora e ver as formas dos corpos que produzem.

Então dizem que essa coloração surgiu devido mutações genéticas ao acaso – que são erros de transcrição no DNA – mas como o resultado desta mutação foi favorável ao pássaro, ele se reproduziu mais e assim acabou sendo selecionado. Se eu fosse cientista, e mesmo que estivesse convencido que mutações ao acaso foram as causas da evolução, eu tentaria ficar quieto e nunca dizer isso, nem pensar nisso, pois se isto for verdade, ele significa o fim da Ciência, da nossa necessidade de descobrir que os eventos na Natureza podem ser entendidos e controlados pelas Ciências. Pois um acaso jamais poderá ser repetido laboratorialmente: se ele acontecer de novo, não é acaso, é um efeito inevitável, previsível. Não tem como comprovar um passo da evolução em experiencia laboratorial que tenha sido produzido pelo acaso. Não percebem isso?

O acaso veio substituir o Deus magico e presente, nas explicações pelos ignorantes das causas, sobre fenômenos que desconhecemos suas causas. Assim como aquele Deus era resposta para tudo, agora o acaso se tornou a resposta para tudo. Claro que o acaso acontece, acidentes acontecem, erros acontecem. Mas se a evolução tem um proposito que desconhecemos, uma mutação que tenha ocorrido por acaso apenas estará antecipando a mutação que a Natureza iria produzir de qualquer maneira, e por isso uma possível mutação ao acaso poderia ser selecionada.

Mas então, o que explica a espetacular beleza nas costas do calau? O que existe de desconhecido ainda como forças e elementos naturais, atuando em meio a Natureza? Porque numa sopa primordial – aquele punhado de átomos formando terra, água e gazes – começou a se combinar diferente, de maneira que nunca tinha feito antes nestas regiões desta galaxia,  e se mexer na superfície da Terra para leva-lo mais tarde a resultados como o da imagem acima?

CalauCalau Azul

 

 

Ora, um corpo vivo é uma fôrça rompedora que tenta vencer todas as dificuldades, todos os obstáculos, caminhando sempre rumo à frente, com uma meta: obter melhores condições de existência, alcançar cada vez mais a perfeição da eficiência. É uma fôrça que emerge do caos na direção de um novo tipo de ordem. E esta força tem que ter estado no meio da matéria, daquele punhado de terra, água e gazes primordial. O que mais poderia ser senão a formula da Matrix/DNA, dispersada em bits-informação do sistema astronomico?

Então, quando vamos com esta questão ( porque existe e de onde veio a “beleza”) buscar uma resposta na formula universal da Matrix/DNA ( que até agora tem sugerido respostas para todas nossas questões), buscamos primeiro o estado da formula com sistema perfeito, fechado em si mesmo, o qual, por coincidência, foi quase alcançado quando a evolução cosmológica formou os building blocks das galaxias. Justamente, no seu aspecto astronomico, é que vamos buscar as causas que produziram os sistemas biológicos.

E ao abrir o mapa da formula em cima da mesa… logo percebemos que ali,  10 bilhões de anos atras, já existia o principio natural produzindo beleza, e com um proposito racional. Pois como núcleo da formula está o vórtice nuclear que perfaz a função do útero, órgão genital e gestação feminina na formula. Rodeando tudo isso esta o mais belo astro: o quasar. Ora, por algum motivo os quasares atraem os cometas, que são os espermatozoides do espaço. Senão encontramos ainda a causa da existência da beleza, ao menos encontramos que ela não foi inventada pelos seres vivos, ela existia muito tempos antes deles surgirem.

E a formula nesse seu aspecto não me fornece a maneira de encontrar essa causa. Mas então me lembro que a formula surgiu primeiro neste universo na forma de ondas de luz. E voltando os olhos para a imagem do calau, vejo que sua beleza deve-se a dois fatores…

Primeiro, a beleza é devida a bi-lateral simetria. E a causa da bi-lateral simetria já foi encontrada na formula: a Função 5 copia a face esquerda e a projeta como face direita. No ponto da formula onde isso acontece se mede 1,618… que foi encontrado pelos humanos como numero Phi, ao qual chamam de sagrada geometria.Mas sobre isso já escrevi aqui extenso artigo.

O segundo fator da beleza no calau são as cores distribuídas entre faixas, ou listas, com seus limites bem delineados. Ora… faixas com limites são visíveis no mapa do espectro eletromagnético da luz. As faixas que fornecem as diferentes cores devido a diferentes frequências, vibrações, comprimentos de onda, etc. A beleza já estava inserida no Universo no seu primeiro instante de origem, quando o Big Bang se tornou ondas de luz a se propagarem no meio da matéria escura! Se tivéssemos visão capaz de ver estas ondas por completo, seria o maior espetáculo de beleza. Os arco-iris dão uma pálida ideia do que veríamos. E desde que essas ondas de luz trouxeram em si o código para construir sistemas naturais, como a vida, a resposta final do porque e como existe a beleza apenas será respondida quando puder-mos sair deste Universo e ver  fora o que produziu este código… Enfim, estamos vendo que sobre o pássaro calau foi apenas aplicados alguns mecanismos disponíveis na Natureza. E vimos que existe na Natureza muito mais coisas do que imagina nosso ainda limitado ensino escolar…

 

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Passaros em Transe: Imigracao de Almas na Forma de Campos Magneticos Biologicos

sábado, agosto 15th, 2015

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https://www.facebook.com/evertongugacia/videos/415425171906214/

Everton, o que vou fazer com isso talvez não te interessa, pois não sei ate onde sua fé interfere na sua mente. A sua reação foi tipica das mentes criadas dentro da cultura crista brasileira: bater os olhos num fenômeno ou evento natural, sentir se da’ para obter algum beneficio fato, balbuciar alguma exclamação, e de repente uma palavra magica chupa a mente e tudo par por ai: Deus! Existem pessoas muito diferentes, como os filósofos naturalistas que são agnósticos, como eu. Nossa reação teria sido muito diferente. A primeira seria igual, a de procurar tirar algum beneficio do evento, pois antes de religiosos ou filosofos todos somos filhos da necessidade. Todos teriamos buscado o video para mostrar a outros, conquistar adniracao e até se possivel, algum money. Tanbem tocar no passaro, todos fariamos. Mas a partir dai as reacoes seriam diferentes. Eu teria desejado rapido ter as maos um aparelho medidor de ressonancia magnetica. Teria passado a mao em volta e acima dos dois passaros tentando sentir alguma coisa diferente. Concentraria atencao nos pelos da mao e bracos, ver se movem, teria tentado sentir a glandula pituitaria no centro do cerebro. A fé religiosa nunca teria se apoderado da minha mente, por isso ia ribombar a pergunta ” Porque?!” ao inves da afirmacao de um nome, “Deus”, o qual proibe a palavra “porque?” Nos nao sabemos se existe ou nao um Deus, mas temos certeza que o Deus falado pelos brasileiros e a Biblia nao existe. Um dos nossos mestres foi Jesus Cristo, mas o filosofo, que sonhou com causas como “a sagrada familia universal”. E alins dos nossos lemas coinciedem como uma frase dita porr alguem de voces: ” Se queres Me conhecer, se queres saber como Eu penso, quais Meus propositos, estude a Minha Obra, que é a Natureza Universal, o Cosmos inteiro, que e’ o elo entre voce e Eu. Pois todo artista se revela na sua obra.” Voce teve nos passaros uma grande oportunidade de se aproximar um pouquinho mais de seu Deus, mas isso nem lhe passou pela cabeca. O “porque?” – suprema palavra no alfabeto filosofico – fria minhas conexoes neuroniais logo bater numa regiao onde esta memorizada uma area do conheimento, denominada ” radiacao eletromagnetica”. Outra avalancha de sinopses levaria a oitra regiao eonde esta memorizada o conhecimento da teoria e mecanica quantica. Porque?! Esse passaro esta com seu sistema nervoso secundario desconectado da realidade, do mundo, o que – se fosse com um humano – diriamos que esta inconsciente. Senao ele jamais ficaria inerte ao sentir-se tocado por um bicho qualquer. Entao alguma “forssa natural” esta atuando sobre o passaro que imobiliza seu sistema nervosos e portanto, as normais reacoes. Voce tambem chegou ate aqui logo na primeira reacao, automaticamente voce intuiu uma forssa invisivel ali, mas para voce todas as forssas invisiveis ja sao conhecidas e entendidas e tem um nome – Deus. Amor que vem de Deus… Nao estamos vendo nem sentindo a forssa, ela nao esta nos paralizando tambem, entao tem alguma coisa diferente entre corpos de passaros e humanos, e essa coisa esta relacionada ao “receber e/ou emitir esta misteriosa forssa”.  Voce nao pensaria assim e responderia que conhece a forssa, ( a forssa do amor que vem de Deus), que ela nao esta atuando no seu corpo porque nao é voce que era apaixonada pela defunta. Eu nao acredito que passaros assim se apaixonam a ponto de desmaiarem. Eu tentaria investigar qual a coisa diferente entre meu corpo e o do passaro relacionada a essa forssa. E assim meus neuronios expressariam uma outra memoria de conhecimento: insetos possuem antenas expostas, antenas captam sinais eletricos, etc.; nos animais inferiores estas antenas encurtaram e ficaram embutidas dentro do cerebro mas eles ainda percebem as forssas invisiveis magnéticas; nos humanos essa antena regrediu tanto que hoje e’ um mero carocinho no centro do cerebro, chamado ” glandula pituitaria”, e por isso nada captamos da dimensao onde reinam as forssas eletromagneticas. Imediatamente eu iria sentir o desejo de ativar a pituitaria, e a repeticao deste desejo em milhares de anos pode nos levar a recuperar a antena. Entao procuraria os medidores de ressonancia, que sao estas antenas de modo artificial. Mas assim como tenho visto e estudado as campos e linhas magneticas dos magnetos e do planeta, formaria uma teoria de como seria estas linhas de forssas entre os dois centros de campos magneticos dos dois corpos de passaros naquele momento. O macho esta sugando a ” alma” da femea. E  a ” alma” da femea esta se transferindo para o campo magnetico do macho para nao se prder no ar. Mas se entende melhor isso com um conhecimento chamado ” quantum entangliment”, ou ” entrelacamento quantico”. Vanos recoradr o fenomeno que explica o ” emaranhamento quantico”. xxxx PESQUISA:

entrelaçamento ou emaranhamento quântico, portanto, é um evento estudado pela Mecânica Quântica. Segundo esta teoria, dois ou mais objetos podem estar de tal forma conectados que uma face não pode ser analisada adequadamente sem que a contraface seja igualmente afetada, ainda que ambos estejam localizados em dimensões espaciais distintas.

Assim, mesmo que uma partícula esteja neste Planeta e sua contraface esteja situada em outra esfera, portanto distantes anos-luz uma da outra, se uma for movida para baixo a outra também será movimentada na mesma direção simultaneamente, independente do tempo que a luz levar para viajar de um lugar a outro. Este fenômeno é conhecido como teletransporte quântico.

É a essa forte ligação entre determinados objetos que os estudiosos se referem quando afirmam que se criam intensas interações entre as virtudes materiais dos vários sub-sistemas que se afinam. Desta forma, por mais longínquos que os sistemas estejam uns dos outros, se eles estão entrelaçados há sempre alguma ascendência a se estabelecer entre eles.

Os dados são transmitidos entre estes sistemas por meio das diversas condições de emaranhamento que se entrelaçam a um tradicional meio de informação, o teletransporte quântico. Este recurso possibilita o transporte de informações – spin ou polarização, nunca fluidos energéticos ou corpos materiais – por canais quânticos, à revelia da utilização de vias de comunicação.

teoria do entrelaçamento quântico sustenta diversas inovações tecnológicas recentes, tais como a computação quântica, a criptografia quântica e os experimentos com teletransporte quântico. Por outro lado, ela alimenta algumas das especulações teóricas e filosóficas mais desconcertantes, uma vez que as relações mútuas previstas por esta Ciência contradizem as leis do realismo local, segundo as quais cada partícula apresenta condições bem delineadas, independente de se recorrer a dimensões correlatas remotas.

http://www.nature.com/articles/ncomms7665.epdf?referrer_access_token=vPe8Od-kwIuptZaR3I-OudRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0PULml3E5RUbGxVYFl2B5XJnAwEzT_ZsTJ4bQxwPRUiFBF6VNI7BYVkFbYZok5X5PQxc58Ak99Rkq3F4_l0IAnqK4B5ZKvaC3HPnvkGRO5ahAhOW_sRakOVLA8NQgddce_LZG_3ywaoNrJJGJUWWtTnxJRsvJMXkueVezk3W1FYOOKpAiLe9TxBbSxhZFsNXZEHo6x7PG6hAlH7naHChLf5usuXF5Hu6CDerWZld1kHZwmmT4q-6dkprJvemNeBFiOImTycG1Pf1YWXlnAk8zjOAm07AwcSeYTWN9pzDa8DJA%3D%3D&tracking_referrer=revistagalileu.globo.com

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Teletransporte_qu%C3%A2ntico

http://www.themarketbusiness.com/2015-08-14-ants-could-use-their-crazy-sense-of-smell-to-find-enemies

O Princípio da Solidariedade e os Tetas Azuis

quarta-feira, setembro 29th, 2010

The blue tit and the milk bottle

Quem ama o Brasil e os países pobres desejando-lhes melhor situação deveria ajuntar-se a nós no esforço para incluir artigos como este nos curriculuns escolares, pois educar o povo na motivação do principio da solidariedade pode surtir melhores efeitos que a simples esmola ou ajuda em dinheiro que vem dos paises do primeiro mundo. 

Os modêlos da Matriz nos conduziram a concluir que um dos mais importantes segredos da nossa existência é o que chamamos de “O Principio Universal da Solidariedade”,  inimigo inevitável do gene egoísta que sempre vence as eternas batalhas entre os dois. Tôda vez que um sistema natural ( seja na forma de uma espécie de partículas ou na forma de dinossauro) alcança seu limite ultimo de capacidade de absorver novas informações para evoluir aumentando em complexidade, o sistema se super-especializa num modo de vida, acomoda-se tentando eternizar uma forma evolucionária provisória, mas a clava implacável da Lei de Clausius (termodinamica) abate-se sobre o sistema com o processo da degeneração pela entropia, o sistema se desfaz colapsando-se, fragmentando-se em seus bits-informação, mas nesse colapsar não retorna ao ponto zero de sua origem, e sim é amparado em alguma plataforma sedimentada pelas espécies anteriores, onde tais bits se reencontram, se misturam ao ambiente, se degladiam, o individualismo é exacerbado, geram o caos ambiente o qual os torturam, desfalecem-se,e arrastando-se descobrem que devem reunir forças, se reorganizam recompondo o sistema anterior porem agora mutado devido à absorção de novas informações do novo ambiente. O novo sistema é transcendente em relação aos anteriores, mas para chegar a esta transcendência é preciso passar por todas aquelas etapas da qual ressalta-se o momento em que os conflitos internos são eliminados e os individuos se associam, momento este que denomino de “principio da solidariedade”.

Foi exatamente este processo todo que produziu LUCA, levou-o à Queda do Paraíso, trouxe-o à Terra e fê-lo levantar-se na forma da primeira célula viva.

Pois a história real lida no artigo abaixo é um excelente exemplo deste principio. Os “blue tits” e os “red robins” são espécies de passaros de jardim comuns na Inglaterra e tão presente nas tradições do povo que muitas histórias se contam envolvendo-os. Mas enquanto os blue tits são bastante sociaveis, os red robins são extremamente individualistas. Ocorrências como a descrita nesta história revelam que a espécie sociável pode estar ganhando terreno na sobrevivencia e evolução, o que pode terminar em mais uma forma superior de blue tilts, enquanto a outra pode ser extinta. Vejamos a história (aguardando tradução).

The blue tit and the milk bottle

http://www.brefigroup.co.uk/resources/view_product/product/details_9.do

Extract from: The Living Company by Arie de Geus, Nicholas Brealey, 1999

The United Kingdom has a long standing system of delivering milk in bottles to the door. At the beginning of the 20th century these milk bottles had no top. Birds had easy access to the cream which settled in the top of the bottle. Two different species of British garden birds, the blue tits and red robins, learned to siphon up cream from the bottles and tap this new, rich food source.

This innovation, in itself, was already quite an achievement. But it also had an evolutionary effect. The cream was much richer than the usual food sources of these birds, and the two species underwent some adaptation of their digestive systems to cope with the unusual nutrients. This internal adaptation almost certainly took place through Darwinian selection.

Then, between the two world wars, the UK dairy distributors closed access to the food source by placing aluminium seals on their bottles.

By the early 1950’s the entire blue tit population of the UK, about a million birds, had learned how to pierce the aluminium seals. Regaining access to this rich food source provided an important victory for the blue tit family as a whole; it gave them an advantage in the battle for survival. Conversely, the robins, as a family, never regained access to the cream. Occasionally, an individual robin learns how to pierce the seals of the milk bottle. But the knowledge never passes to the rest of the species.

In short, the blue tits went through an extraordinarily successful institutional learning process. The robins failed, even though individual robins had been as innovative as individual blue tits. Moreover, the difference could not be attributed to their ability to communicate. As songbirds, both the blue tits and the robins had the same wide range of means of communication: colour, behaviour, movements, and song. The explanation could be found only in the social propagation process: the way blue tits spread their skill from one individual to members of the species as a whole.

In spring, the blue tits live in couples until they have reared their young. By early summer, when the young blue tits are flying and feeding on their own, we see birds moving from garden to garden in flocks of eight to ten individuals. These flocks seem to remain intact, moving together around the countryside, and the period of mobility lasts for two to three months.

Robins, by contrast, are territorial birds. A male robin will not allow another male to enter its territory. When threatened, the robin sends a warning, as if to say “Keep the hell out of here.” In general, red robins tend to communicate with each other in an antagonistic manner, with fixed boundaries that they do not cross.

Birds that flock, seem to learn faster. They increase their chances to survive and evolve more quickly.