Posts Tagged ‘pensamento’

Explicando uma cabeça rodando

sexta-feira, junho 7th, 2019

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O segundo desenho pode representar o pensamento quando estamos sentindo o mundo girando a nossa volta, ou com a cabeça rodando. Basta trocar a palavra objectivity por hipocampo, e a palavra subjectivity por córtex. Então o fluxo do pensamento sai do hipocampo pela esquerda, sobe pela esquerda, chega a tocar na esquerda do córtex e imediatamente cai de volta na direção do hipocampo transversalmente de maneira que o toca na direita e então sobe pela direita, chega no córtex tocando-o na direita e imediatamente cai na direção do hipocampo transversalmente tocando-o pela esquerda, e volta a subir pela esquerda…

Refazer esta imagem no power point, como mero humor e curiosidade.

 

A forma do pensamento sistêmico da Matrix/DNA é a terceira onda no trato com os sistemas naturais

quarta-feira, abril 24th, 2019

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https://en.wikiquote.org/wiki/Ervin_L%C3%A1szl%C3%B3

Early scientific thinking was holistic, but speculative — the modern scientific temper reacted by being empirical, but atomistic. Neither is free from error, the former because it replaces factual inquiry with faith and insight, and the latter because it sacrifices coherence at the altar of facticity. We witness today another shift in ways of thinking: the shift toward rigorous but holistic theories. This means thinking in terms of facts and events in the context of wholes, forming integrated sets with their own properties and relationships,

  • p. 19; As cited in: Bela H. Banathy (1996) Designing social systems in a changing world. p. 156.

O pensamento sistêmico começou como holístico, porem era meramente especulativo. O moderno pensamento sistêmico reagiu sendo empírico, atomístico.  Nenhum dos dois foram livres de erros, o primeiro porque ele substitui a inquirição dos fatos  pela fé e insight; e o segundo porque ele sacrifica a coerência sob o altar do factualismo. Nos assistimos hoje – com o advento da Matrix/DNA Theory – outra mudança na forma de pensar: a mudança na direção de rigorosas holísticas teorias. isto significa pensar em termos de fatos e eventos no contexto dos conjuntos, das totalidades, formando integrados conjuntos com suas próprias propriedades e interações.

O Trabalho do pensar aumenta minha consciência distanciando-me do passado animal. E você?

terça-feira, janeiro 29th, 2019

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( Este longo texto com tanto palavreado é resultado da busca de uma técnica para desenvolver a mente dos que a mantem estagnada. E para manter o desenvolvimento da minha mente, justificando o investimento de tempo e energia na técnica que aplico)

A maioria dos humanos são os seres do pensamento curto. O cérebro tem uma capacidade instalada para produzir o pensamento longo, mas a maioria dos humanos querem se conservar mantendo-se como pensamentos curtos, por conveniência. E’ mais vantajoso na luta pela sobrevivência e no maior gozo dos prazeres da vida.

Mas pelo ponto de vista da natureza universal, ela sabe que essa atitude não é a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se esta escolha é vantajosa para o momento, a curto prazo, ela traz consigo a ameaça da extinção definitiva da espécie humana, a longo prazo. Segundo porque o pensamento curto mantem o ser limitado dentro de uma muralha que cerca uma região curta do espaço e do tempo, como o gado preso num pasto cercado por arame farpado, sem nunca saber o que existe alem do pasto. A natureza universal vê tudo, ela sabe se alem do pasto existe mais coisas boas e ruins para o ser humano, se existem frutas suculentas melhor que a grama, e se existem feras predadoras. Em todo caso, ela também sabe que o ser humano tem capacidade cerebral instalada para, se saltar a cerca, destruir as feras e ficar com as frutas. Ela sabe que aquele pasto não sera mantido eternamente, o planeta esta se transformando, que todo gado preso dentro do pasto vai ser extinto para nunca mais voltar ‘a vida.

Mais ainda que o ser humano, quem tem o pensamento mais curto são todos os outros tipos de animais. Para sobreviver aqui e agora, os outros animais são os mais práticos. Agem mais rápido e com mais eficiência na fuga de um predador e na detecção de um alimento. Então somos conduzidos a deduzir que praticidade e pensamento curto são sinônimos. Mas depois que surgiu a especie humana, constatou-se que esta prolongou o tempo dos pensamentos e isto trouxe uma vantagem em relação aos que ficaram no pensamento curto: os humanos conseguem mais facilidade no acesso e obtenção do alimento e tem mais poder para vencer as feras predadoras, inclusive as microscópicas, como vírus e bactérias que causam as doenças. Isto ocorre porque no homem emergiu uma capacidade cerebral maior que denominamos “inteligencia”. A inteligencia produz a tecnologia, esta a causa das vantagens atuais dos humanos. Então somos conduzidos a deduzir que pensamentos mais longos se tornam em mais inteligencia.

Mas o que fez a espécie humana se prestar ao sacrifício de por seu cérebro a trabalhar mais que os outros animais, ultrapassando o habito do pensamento curto?

Esta questão, depois de ter tentado pensar nela, percebi que não tem fácil resposta, talvez porque tenha ocorrido algum evento com os primatas que eu não conheça. Mas existe uma maneira de encontrar uma resposta, que pode não ser a que ocorreu de fato, porem é uma boa teoria. Encontrei esta resposta comparando hoje duas pessoas: uma que se acondiciona na base do pensamento curto e outra que se investe no sacrifício de prolongar os pensamentos. A primeira diferença no comportamento visível das duas pessoas é que a do pensamento curto se move mais, a do pensamento mais longo procura a imobilidade física e permanece mais tempo imóvel fisicamente. Em contrapartida, é evidente supor que a pessoa que move mais o corpo inteiro, move menos os ingredientes do cérebro, e a pessoa que move menos o corpo, esta’ movendo mais o cérebro. Mas mover mais ou não o corpo pode não ser uma decisão de livre escolha das pessoas. A pessoa pobre é obrigada a se mover fisicamente quando não queria, para sobreviver agora, enquanto uma pessoa rica pode escolher mover-se ou não. Sei que não são todos os casos assim, pois pelos resultados que observamos, existem também pessoas que procuram se manterem paradas, tanto com o corpo quanto com o cérebro. Mas vamos ficar apenas com nossos dois exemplares diferentes.

Também percebemos agora que a oportunidade, ou privilegio, de ter mais pausa física no seu tempo, deixando o corpo descansando, favorece o exercício de “musculação da imaginação no cérebro”, onde um pensamento sobre algo distante que não afeta a sobrevivência agora prolonga-se por prazer. Uma das evidencias disso é a constatação de que os autores de ficção que dão vida a personagens que não existem – como Sherlock Holmes, o Super-Homem, etc. – não vieram dos operários, e sim das classes media ou rica. Por outro lado, se imaginar-mos um avião caindo na selva, tendo uma pessoa rica e outra, pobre, de igual saúde e força física, e ambas sem nada nas mãos, é quase certo que a pobre vai se adaptar mais rápido, aguentar mais as necessidades e as intempéries, e sobreviver por mais tempo. Eu vivi na selva e apendi que a selva não é a academia com ar condicionado ou o bosque onde os ricos exercitam seus músculos. Voltamos ao caso da maior praticidade dos pensamentos curtos.

Mas existe este estranho fenômeno de humanos que sacrificam-se nas satisfações da vida, diminuindo seu consumo sacrificando suas necessidades, e desprezando prazeres, para esforçar o pensamento em algo distante, buscando recompensa futura. Estamos nos lembrando aqui de pessoas como Einstein, Darwin, os filósofos e pesquisadores em geral. São pessoas que se impõem uma especie de freio aos movimentos do corpo, procuram maiores pausas na correria pela vida, não para curtirem os prazeres da imaginação como os autores dos contos dos heróis fictícios, mas para trabalharem com os ingredientes, os recursos do cérebro, em busca de mais poder no futuro. Mas o pior é que estas pessoas sabem que este trabalho pode ser perdido, inutilizado, pois estão procurando no escuro, no desconhecido. Se encontrarem algo, pode ser um conhecimento útil ou inútil para o momento. Se for um conhecimento útil, ele se tornara em um instrumento tecnológico, uma ferramenta, uma arma, etc. Esta atitude e estranha porque vai contra tudo o que a especie humana herdou das suas ancestrais especies animais. Ela surgiu apenas agora, no humano, parece que vinda do nada. Não é logico, pratico, racional, a um animal se desviar da comida ou da fuga de um predador, ao se deparar na selva com um barco caído do céu trazido por um tornado, ou ao sentir apenas uma presença invisível de algo desconhecido, e deter-se procurando saber do que se trata. Mas existem humanos que tem atuado justamente dessa maneira estranha: eles param a sua vida, aguentam o crescer das necessidades até onde não suportam mais, trabalhando um pensamento sobre algo distante, ou invisível porque muito pequeno ou muito grande, sem terem certeza de que vão usufruir de um possível ou não produto resultante do trabalho. Não é irracional porque o irracional nunca faz isso, mas também não é racional, não é um efeito natural da sua linhagem evolutiva. Em outras palavras, isto não vem de dentro dele. E aqui o mistério fica mais estranho.

Depois que passei a pensar ou suspeitar que descobri uma força natural a que denomino de “a formula da Matrix/DNA”, eu teria uma rápida solução para esta questão. A causa para essa emergência deste fenômeno que não existia veio de fora do individuo, mas veio de dentro também, porque ela esta’ fora, sendo o ambiente que o cerca, e esta’ dentro, na forma de seu código genético. Mas como isso é uma teoria, vamos manter essa possível solução em suspenso. Apenas para lembrar, tenho outro artigo que trata uma questão semelhante: porque, cargas d’água, um réptil que botava ovos fora resolveu se sacrificar todo tentando manter os ovos dentro que acabou levando-o a se transformar num mamífero? Esse caso vai contra todos os mecanismos da teoria evolucionaria Darwiniana, e apenas encontrei uma solução plausível quando vi na formula da Matrix/DNA um agente capaz de produzir esta ocorrência, atuando desde fora para dentro do réptil, como também de dentro para fora. Em vista disso vou escolher a solução em que humanos se prestam ao sacrifício no prolongamento de um pensamento distante movido desde fora mas também desde dentro.

Uma das particularidades que tem ocorrido comigo pode ser arrolada como evidencia teórica para a causa vir de fora, e/ou de dentro. Eu tenho sido a espécie do individuo que sacrificou muito da vida investindo o ganho em pausas do corpo físico na correria, para fazer funcionar mais o motor do cérebro. Depois da maturidade a manutenção da vida ficou mais fácil, exigindo menos movimentos, portanto a continuidade do investimento na prolongação dos pensamentos foi mais fácil. Mas me lembro de muitas ocasiões em que estava fazendo um trabalho físico, árduo, braçal, todo sujo e suado do trabalho, quando de repente me veio a mente a lembrança de uma questão em que estivera pensando ultimamente, e logo em seguida, como que por encanto, pintou uma solução. De maneira que minha primeira reação foi exclamar aos meus botoes: ” A solução estava tão obvia! Porque não pensei nisso antes?!” Não tenho duvidas, a solução veio de fora com certeza, mesmo que também tenha vindo de dentro: eu estava com o cérebro concentrado nas mãos, fazendo um trabalho, de maneira alguma desviei o cérebro para aquele tipo de reflexão filosófica naquele momento.

Não é fácil aguentar-se esforçando um pensamento sobre algo que não esta’ influenciando nossa sobrevivência agora, a viver mais tempo, para ver se se torna um conhecimento, ou ao menos uma ideia para avançar num conhecimento. E’ preciso uma força de vontade, mas como é um objetivo sem sentido pratico aqui e agora, esta força de vontade fica estranha. Vou descrever um exemplo que me ocorreu esta manha, quando fiquei na cama depois de acordado, para pensar na minha pesquisa existencial, nas formulas que elaborei, etc.

Comecei me perguntando como funciona o cérebro dos acadêmicos e cientistas modernos quando acreditam nas teorias da abiogêneses e do Big Bang. O que eles pensam sobre o que faz a Natureza que começa no caos e organiza a matéria em arquiteturas, sistemas que funcionam. Como, o que, pegou a matéria distribuída caoticamente no espaço e com ela produziu este sistema solar? Teria sido o mesmo que enfiou primordiais micro-organismos dentro de uma vesícula criando uma célula viva?

Eu sei que eles investiram no pensamento distante ( não na imaginação por ela mesma, mas no pensamento pragmático) quando elaboraram as teorias da abiogêneses e do Big Bang. Mas estas terias envolvem pensamentos muito curtos, pois as respostas são demasiado simples, curtas.  Em curto e grosso… ” foi uma soma estatística de acasos que ocorrem num longo tempo de bilhões de anos”. E’ uma frase composta mais de palavras abstratas que nomes concretos. Soma, estatística, acasos, tempo, estas palavras não são nomes de objetos tocáveis, visíveis, concretos. Então se evidencia a presença do imaginário nessa crença. Fé, esta coisa irracional que os materialistas tanto combatem… nos outros. Isto significa que deram a partida, iniciaram a prolongar um pensamento mais que o habitual popular o faz, porem, logo finalizaram o pensamento, deixando-o como um pensamento curto. E é compreensível porque agiram assim: este pensamento é um avanço numa escuridão e logo começa-se a tropeçar em obstáculos que fazem retornar ao ponto de partida, e isto cansa muito, e logo. A gente normalmente desiste.  A linhagem do pensamento acadêmico começou mesmo foi com os filósofos gregos, ao contrario da linhagem do pensamento religioso. E os primeiros filósofos desistiram depois da curta solução da “geração espontânea”. Espontânea, quer dizer, curta, tao curta como o pensamento que produziu esta solução, que obviamente, hoje o sabemos, era falsa. Mas de lá para cá, mesmo com a evolução das universidades, pouco progresso se somou ao que chegou aqueles filósofos. Apenas “o espontâneo foi ampliado de um período de tempo de algumas horas, ou dias, ou meses, para um espontâneo que se constitui num período de bilhões de anos”. O espontâneo continuou o mesmo, quer dizer, o acaso, não existe um elemento na natureza responsável pela organização ou transformação da matéria em sistemas funcionais”.

O pensamento acadêmico parou no pensamento curto e esperou pelas novidades das descobertas cientificas, durante dois mil anos. A experiencia de Muller/Urey demonstrando que o acaso pode produzir aminoácidos. A descoberta que cristais formados por gelo repetem-se em secções iguais, usada como prova de como ocorrem as longas cadeias moleculares e depois como a molécula de RNA começou o fenômeno da auto-reprodução. A descoberta do principio da evolução na matéria. Todas estas descobertas foram sendo encaixadas no Leito de Procusto construído pela teoria curta da espontaneidade, para retroalimenta-la. Assim como se concluiu não ser necessário a interferência de um Deus para criar as galaxias e a vida, também não é necessária a existência de alguma propriedade especial na Natureza que organizaria a matéria caótica em sistemas funcionais. Continua vitorioso o pensamento curto que produz a solução da geração espontânea.

Mas… e se um filosofo, ou qualquer especialista acadêmico, hoje, tentasse prolongar aquele pensamento dos filósofos gregos a partir do ponto em que pararam e retornaram?

Ele poderia começar fixando na mente aquelas imagens, desenhadas ou fotografadas, do Sistema Solar. Vários objetos de matéria, pesada ou leve, cerca de nove ou dez, suspensos no espaço vazio, mas movendo, por alguma força interna ou externa ou ambas, em trajetórias repetitivamente exatas, idênticas, sincronizados… Esta imagem resultou da imagem existente a alguns bilhões de anos atras, a qual era uma nuvem, uma nébula caótica de átomos leves e pesados, gases e poeira. Mas como? Porque? O que atuou neste espaço de tempo que transformou aquela nuvem nessa espécie de relógio, de maquina de exata engenharia que vemos hoje?!

Neste ponto é fácil compreender o porque dos pensamentos curtos, o porque da desistência. Primeiro porque o individuo pressente que não vai chegar a solução, esta’ trabalhando, se sacrificando atoa. Muito melhor ligar a televisão, jogar um vídeo game, ou sair na rua para encontrar os amigos, ver as meninas, tomar um trago. Claro, somos ainda animais práticos.

Hoje de manha eu poderia ter feito qualquer destas coisas, mas não, permaneci imóvel na cama com a imagem do Sistema Solar na mente. Então me lembrei que em outra ocasião notei que uma laranjeira imita exatamente a forma de uma galaxia. Cheguei a desenhar as duas lado a lado, para melhor visualizar o achado. A galaxia e uma espiral, mas não uma espiral com uma linha que se curva continuamente, ela emite do núcleo, braços, que se espiralizam devido ao seu movimento de rotação. Pois a arvore tem um núcleo, o tronco, o eixo, do qual saem os galhos, os seus “bracos”. Pendurados nos bracos, a galaxia apresenta os planetas, opacos, sem emitirem luz. penduradas nos galhos da arvore vemos as folhas verdes, opacas, que não emitem luz, nenhuma cor clara forte. A galaxia apresenta nas pontas dos seus bracos, as estrelas brilhantes, novas, ou sois também brilhantes, porem mais amarelados; a laranjeira exibe nas pontas de seus galhos, as laranjas amarelas, maduras. Parece que as laranjas estão conectadas diretamente ao Sol, fazendo fotossintetize, tal a semelhança.

Mas na arvore vemos todos os seus objetos ligados, conectados, uns aos outros. Na galaxia vemos todos os objetos estão separados, suspensos no espaço. Vamos tentar prolongar este pensamento com a hipótese de que estejamos sofrendo uma ilusão de ótica como sofriam os que acreditavam no sistema geocêntrico. Ou nos que acreditavam na Terra plana. Vamos imaginarar que também na galaxia existem objetos, como cabos, que estão conectando, segurando todos os demais objetos. Apenas não os podemos ver, mas vamos imaginar que eles existam. De que seriam feitos, qual seria essa matéria invisível, intocável pelos nossos sensores e instrumentos espaciais?!

Antes de Newton, alguém com certeza tentou fazer este sacrifico prolongando este pensamento. Não sei se nesta época já se sabia da existência dos campos magnéticos, com suas linhas curvas magnéticas, se conheciam as equações de Maxwell. Se sim, o individuo começou a suspeitar de uma cena contendo um campo magnético galáctico, onde todos os astros estariam conectados por estas linhas. Mas o fato é que o pensamento curto de antes foi estendido apenas um pouquinho, saltando do curto “espontâneo”, para uma imaginação do campo magnético. Pois esta hipótese começa a ativar a ideia de que algo invisível existindo na natureza montou o sistema galáctico, não teria sido apenas o acaso ou algum Deus poderoso. Mas por ser impossível ver e tocar campos magnéticos, o pensamento novamente ficou parado ai.

Hoje de manha eu tentei avançar um pouquinho mais. E imaginei uma arvore em que seus objetos estivessem separados uns dos outros, boiando no espaço. Arranquei o tronco da arvore do solo e cortei-o separando uma tora. Cortei na base todos os galhos e separei-os no espaço, Arranquei todas as folhas e as laranjas e as arranjei na forma semelhante ‘a da arvore, no espaço. E imaginei um motor giratório embaixo de um tubo vertical fazendo o tubo girar. E dentro do tubo, coloquei a tora. Imaginei levantando com a mente todos os demais elementos – galhos, folhas, laranjas – acima da tora girante e imaginei aquela cena de tudo girando. Tudo separado no espaço, movendo. Ali estava minha galaxia vegetal. Muita loucura? Non-sense? Porque? Ate prova em contrario, quem criou arvores aqui foi esta galaxia, e a sua imagem e semelhança.

Mas o que faria as folhas moverem-se obedecendo a regra geral?! Raios,… decididamente o mundo real não faz sentido, eu tenho que parar por aqui e desistir. Imaginei saindo na rua, me enfurecendo com um estranho que olhava para mim, e dizendo:

– ” Sou um pensamento curto sim, e dai’? Sou assim. Goste de mim assim ou esqueça que existo. Não vou me morder até morrer por isso.”

Tenho que me aceitar assim, com essa inferioridade. Mas ao invés de desistir, novamente tentei fazer mais um esforço. E então me lembrei de Newton de novo. As imagens de Kepler, de Einstein, do Maxwell do electromagnetismo, pipocavam na minha mente, mas ainda não tinha chegado a vez de Einstein, eu estava em Newton ainda. Talvez quando o Newton estava deitado na sombra embaixo da arvore, em sua cabeça ocorreram pensamentos parecidos com os que me ocorria na cama de manha. Eu estava duzentos anos atrasado mas de proposito, pois retornara procurando onde os pensadores erraram para conduzir dessa maneira o homem moderno a acreditar nestas teorias abstratas absurdas. O tudo veio do nada, uma montanha de acasos construiu o código genético, e por ai vai… tudo absurdo! Quando a maçã caiu no espaço Newton a viu separada, notou o problema dos cabos invisíveis, e resolveu o problema transformando o campo magnético numa hipotética força gravitacional. Avançou, chegou ai e parou de novo. O campo gravitacional seria uma especie de nuvem maior que a galaxia que abracava todos os astros e os organizava de maneira a funcionar como um relógio. Hein?!!! Pois é, a humanidade ficou um século brindando em comemoração a tal avanço da inteligencia humana. Realmente um grande avanço, comparado aos pontos que tínhamos parado antes.

Mas então veio Einstein. Que tentou dar mais substancia a esta misteriosa força gravitacional, experimentando a hipótese de imagina-la como sendo uma substancia mais densa do espaço. De maneira que os astros como o Sol ao flutuarem neste oceano de substancia fazia como um objeto mais ou menos pesado faz na água, criando ondas a volta e afundando-se um pouco. Assim, toda a poeira, os detritos, em volta do objeto ficariam circulando mais ou menos em orbitas iguais. Foi outro avanço em cima de onde Newton tinha parado. Agora, algumas falhas não explicadas na teoria do Newton eram melhor explicadas.

Ficamos umas sete desadas parados no ponto de Einstein, ( eu disse ficamos em cima do “ponto” de Einstein” e não em cima do “pinto” do Einstein”, não me confunda…) até quando esta cena imaginaria de um espaço maleável, denso, se curvando, inserida matematicamente nas teorias, começou a nos coçar o cocuruto. O que seria esta substancia do espaço?! Ai pintou a dark matter! Foi por causa do avanço do pensamento por Einstein que chegamos a esta famigerada matéria escura secreta!

Nestes dois seculos e as sete décadas parados no que conecta os astros, com as crenças na força gravitacional e no espaço denso curvo, em paralelo outras cabeças de outras disciplinas pensavam também e surgiram a Teoria do Big Bang e na Biologia a da abiogêneses. Com a chegada da quântica descobrimos preenchendo o vácuo a tal espuma movente quântica, mas ai ficamos mais confusos, pois se parece que a dark matter vem dessa espuma, não esta’ explicado como isso poderia ocorrer. Mas o fato que quero chamar a atenção aqui desde o incio é sobre como a natureza organiza a matéria distribuída caoticamente, seja vinda da espuma ou da escura, em sistemas funcionais, como as galaxias, as células, os corpos humanos e como o nosso pensamento continua curto nesse caso. E o cérebro humano. Em outras palavras quem esta’ perguntando isso sumamente interessado é o cérebro humano que se sente órfão, querendo saber como surgiu neste mundo, quem é seu mentor criador, seu pai e/ou sua mãe?…

O meu cérebro tenta olhar para dentro de si mesmo para ver seus órgãos, suas glândulas, suas massas branca e cinzenta, seus neurônios, mas não consegue ver nada disso, porque meu cérebro é cego. Ou melhor, nunca teve visão própria. Tenta se tocar para sentir seus componentes mas não tem sensores para isso. Estou desconfiando que por isso ele criou o pensamento e me faz esforçar para desenvolve-lo, como se o pensamento seja a ferramenta, o sensor que vai solucionar o mistério de sua existência. Outra maneira – e a mais viável, a que realmente temos aplicado até agora – é usar os sensores de ver e tocar o mundo externo pesquisando como os sistemas ancestrais foram formados, pois assim o cérebro, sabendo ser produto dessa evolução, teria sua resposta. Mas os modernos se tornaram “des-pensadores” quando acreditaram que agora já possuem a resposta definitiva. Foi o acaso. E pronto, assunto encerrado!

Que maneira de novamente manter o pensamento curto. Uma sopa primordial rica em nutrientes é mais complexa que uma camisa suada largada num canto da casa. Nesse ponto o pensamento encompridou um pouquinho nos últimos dois mil anos. Três mecanismos – variação, seleção e hereditariedade – é um conhecimento mais complexo do que a ideia do espontâneo criador na camisa suada, que encompridou o tempo de alguns dias para alguns bilhões de anos. Mas… as partes dos sistemas vivos não estão suspensas no espaço. Nem a força gravitacional, nem a matéria escura do espaço curvo existem dentro de uma célula ou um corpo humano, para serem os responsareis por sua formação. Isto tortura qualquer pensamento buscador, a saída foi para-lo por ai, trocar a força gravitacional e a matéria escura pelo acaso, e pronto. Esta’ certo, vamos ficar esperando novas descobertas cientificas para reencetar o desenvolvimento do pensamento.

Mas eu não aceitei isso. Não acho responsável ficar ensinando as crianças na escola uma coisa que não pode ser a verdade. Acho que a questão devia ser mantida sem resposta, instruindo as mentes jovens a serem e continuarem abertas, buscando, e não apenas esperando. Buscando com outros métodos diferentes dos atuais empregados pelos pesquisadores crente nesta teoria, como eu empreguei um método diferente. Alem disso estamos carecas de saber o prejuízo e malefícios que causam sobre os humanos as crenças cabeludas, sem pé nem cabeça.

Por isso não me arrependo de ter gasto o maior tempo da minha vida no trabalho mental mesmo tendo quase a certeza que dai nada obteria. Afinal meu pensamento deu um passo bem maior e chegou num ponto bem mais avançado do que o em que esta’ parada a universidade. Não sei se deu um passo numa trilha errada, num beco sem saída, num caminho que leva a um abismo, mas o fato é que meu pensamento produziu uma hipótese da existência de um elemento na Natureza que seria capaz de organizar a matéria caótica em sistemas funcionais. Tenho o desenho, o retrato falado do agente criador misterioso – a formula da Matrix/DNA, constituída de ondas de luz – e assim eu trouxe para o cenário algo que todos tem esquecido ou desprezado. Pensaram no campo magnético, na gravitação universal, na matéria escura, mas se cegaram para um elemento que igualmente banha todo o Universo… a Luz! E se eu estiver certo, nunca conheceram a verdadeira luz, jamais imaginaram o que ela é de verdade, o que ela contem em si.

Porem, se meu pensamento foi exercitado ao extremo de minhas possibilidades, a minha imobilidade física me interrompeu, e encontrou-se  com atual imobilidade do pensamento nos outros humanos, com quem parece ter formado um par e se casado. Pois este desprezo da luz não permitiu o desenvolvimento de maior tecnologia na direção dos fótons, a qual estou necessitando para comprovar ou destruir minha teoria. O desenvolvimento desta tecnologia depende de que os outros humanos, que tem os recursos para tal, pense mais, pense agora mais sobre a luz, do qual vai surgir a tecnologia apropriada. A luta para incentivar o alongamento do pensamento curto de hoje foi a razão deste artigo.

 

 

A Síndrome do Pensamento Acelerado (vídeo): Produzida pela formula dos Sistemas Naturais

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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https://www.facebook.com/augustocury.autor/videos/725868777789437/

A doença que nenhum remédio cura!
E minha opinião:

Infelizmente, o vosso conhecimento, humanos, esta muito atrasado para entender e detectar a solução. Sendo um sistema natural em si mesmo, o cérebro e` governado pelas regras da formula dos sistemas naturais ( a qual pode ser vista no meu website). Existe uma fase em que o fluxo da energia no circuito sistêmico passa a dominar seu par, a massa, e tenta estabelecer sua meta suprema, que e` aceleração na velocidade da luz. Isto aconteceu com um nosso ancestral, as galaxias. Mas um sistema para se desenvolver saudavelmente ate se transcender tem que ter equilíbrio entre as partes. O que o Cury intuiu com perspicácia sem saber disto e` a tentar reagir o nosso aspecto massa, desacelerando os fluxos no cérebro. Porem ninguém vai aplicar essa instrução abstrata porque não conhece a amplitude e profundidade da causa, e nesta se vê a solução que depende antes de desacelerar o sistema social, principalmente no aspecto econômico/consumista. Mas a energia tem seus agentes entre nos que estão no poder e estes se impõem sobre a grande massa inerte. Não adianta entrar no “salve-se quem puder” apenas tentando disciplinar a si mesmo, tens antes que lutar no aspecto social.

Analogia Entre o Processo do Pensamento Com o Processo Geográfico dos Rios e Oceanos

sábado, setembro 10th, 2016

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Uma imagem interessante sobre o mistério dos pensamentos e da mente me surgiu na “mente” agora:

Como, porque, e para que? – este planeta produziu este fenômeno de neurônios emitindo sinapses que funcionam como pensamentos? Qual o estado anterior deste planeta – ou do sistema astronomico ao qual ele pertence – forneceu a forma e os mecanismos para o fenômeno tal como ele se apresenta dentro de nossas cabeças, aqui e agora?

A imagem que pintou no meu cérebro apos me fazer estas perguntas foi a seguinte:

Imagine um pequeno rio cujas águas correm serpenteando no meio de vales. Em certo local existe uma queda abrupta do terreno , o que faz as águas caírem abruptamente, formando uma cascata. Ao bater nas pedras la’ embaixo as águas encontram um mais amplo espaço nos vales portanto se abre num largo, com até 800 metros de largura, como os grandes rios do Amazonas.

Como o continente continua a declinar e diminuir sua altura `a medida que se aproxima do nível do mar, esse grande rio termina por desembocar no imenso oceano, o qual circunda o continente.

Pois bem, voltemos aos pensamentos, `a mente.

Pensamentos – ate’ que a neurologia elabore uma teoria melhor – são produzidos quando neurônios disparam substancias químicas eletricamente carregadas na direcao de outros neurônios `a sua volta. Observando com o MRI uma certa região do cérebro em atividade, veríamos estas sinapses semelhante a imagem de uma região do Amazonas cheia de pequenos fios de rios correndo nos vales. Em dada região do cérebro – como possivelmente o hipocampo – estas sinapses caem abruptamente formando como uma nuvem clara devido a luminosidade cargas elétricas na substancia química. Essa imagem se assemelha a imagem dos grandes rios vistos na Terra.

Não podendo ser destruído nos limites do cérebro onde o imenso rio das pequenas sinapses ocorre – pois energia não se destrói – estas especies de nuvens abstratas e invisíveis ( que foi amplamente mencionadas por Pietro Ubaldi com o nome de “neuras”, em seus grossos volumes descrevendo o que ele dizia ver por clarividência), emergem dos cérebros de 8 bilhões de humanos e desembocam num imenso anel circular localizado a dois metros da altura do solo circundando o planeta, no que Teilhard du Chardin denominou em sua teoria de ” camada mental do inconsciente coletivo do super-organismo Gaia”. Ai esta’ o oceano visto na imagem da Terra. E então – como sabemos que essas imagens de rios, cachoeiras e oceanos existiam neste planeta antes das origens da vida – encontramos o estado do mundo e os mecanismos que mais tarde a Natureza foi aprimorando até obter hoje tudo isso que ocorre dentro de nossas cabeças…

Quando eu era adolescente e sem teto – sem família, e dormia escondido no porão da biblioteca municipal e como rato noturno devorava todos aqueles livros com muito prazer, eu roubei um grande livro ilustrado – o Atlas – e durante o dia ficava no banco da praça com um lápis vendo os mapas e redesenhando-os em folhas de papel de embrulhar pão que eu roubava da padaria. Eram meus cadernos. E me lembro que um dia um dois adultos me observando, enquanto passavam um comentou: ” Esse moleque quer botar o mundo dentro da cabeça…” Mas ao mesmo tempo no porão da biblioteca tinha livros de biologia/anatomia com as figuras dos órgãos do corpo humano e também os desenhava, pensando neles. Tal era minha concentração naquelas figuras que acabei notando uma interessante semelhança: a figura de uma placenta cheia de pequenas veias, e estas se juntando na extremidade da placenta formando uma grande veia que la’ ia pelo cordão umbilical e se esparramava no corpo da mãe…( esta coisa adorada que me fazia falta todas as noites pois perdera a minha quando tinha 3 anos), era exatamente igual ao mapa da America do Sul, vendo-se os pequenos afluentes da Amazônia se juntando, formando o grande Rio Amazonas, que depois saia do continente-placenta e se esparramava no oceano.

Curioso corri a ver novamente os mapas dos outros continentes e todos tinha mais ou menos a mesma imagem, todos tinha um grande rio (o Nilo na Africa, o Vouga, Reno, na Europa, o Mississípi-Missouri na America do Norte). Todos os continentes formavam o que se denomina “bacias”, a imagem e semelhança de como a placenta forma a grande veia com seus pequenos vasos serpenteantes!  Inclusive a bacia da placenta esta’ dentro da bacia dos quadris…! Nesta idade comecei a perceber que o berço embrionário de cada individuo humano imita exatamente o berço geográfico da Humanidade, ou seja, do conjunto de todos estes indivíduos. Era o estado do mundo antes da origem da vida se repetindo em imagem e semelhança num estagio avançado da evolução da vida, quando esta mesma espetacular artista, a Natureza, aplicava o mesmo método, os mesmos mecanismos, para criar suas obras de arte. Mas na época não tinha muito tempo para ficar embevecido admirando as figuras e pensando nisso, pois tinha que arrumar algumas moedas para comprar bananas e pão e aproveitar roubando mais umas folhas na padaria para meu caderno.

Naquela infância eu me perguntava se existiria um Deus como os adultos diziam e se ele seria a mente inteligente por trás desa natureza artista.mas imediatamente me lembrava que a metade da obra desta natureza ‘e uma obra porca, cheia de dor, gemidos, e ranger de dentes, de ovelhas sendo devoradas vivas por leões, bebes humanos sendo comidos vivos por anacondas na Africa, e afastava esta ideia de deus como mente dessa natureza. Mais parecia que o dabo estava ou trás dela. Ou então Deus criou essa natureza artista e foi embora, deixando-a a seu livre sabor por aqui. Porem, todo artista tem que fazer um borrão no quadro onde vai assentar o desenho final, sua obra terminada. Então este estagio da natureza mostra que tudo esta sob o reino do caos, como nos encontramos na Terra, seria o borrão do artista. Uma artista desastrada, diga-se de passagem, pois ela não esta’ notando que no seu borrão aqui tem seres vivos que sentem dor e sofrem e estão pagando o pato em seus borrões.

Claro, hoje, e depois da selva amazônica, minha visão de mundo tem outra interpretação desta realidade. Aprendi por exemplo que toda vez que esta Natureza criou uma nova forma do sistema natural universal, ela aplicou o mesmo processo: primeiro tem uma fase dos ovos botado fora e abandoados a própria sorte; e depois vem a segunda fase mostrando que minha interpretação da primeira fase foi uma ilusão de ótica, pois na verdade os ovos sempre ficaram protegidos dentro do sistema maior e então começa a fase dos ovos mantidos dentro, nutridos e protegidos ate sua maturidade. A fase dos ovos botados fora explica porque este nova forma de sistema natural denominada auto-consciência esta passando e sujeita a predadores e tantas tragedias ao sabor do acaso. E também na selva aprendi que este Universo e’ como uma placenta formada de galaxias dentro da qual esta sendo reproduzido a ” coisa desconhecida” que gerou este Universo através de um Big Bang assim como o pequeno big bang que acontece dentro do ovulo quando rompe bruscamente a membrana do espermatozoide e tem inicio a construção de uma nova vida. Então neste Universo esta ocorrendo um mero processo natural de reprodução genética onde nos e mais os trilhões de outros seres semi-conscientes como nos espalhados por este Universo afora estamos construindo um embrião auto-consciente que sera nosso próprio corpo unico futuro, e como este embrião agora, aos 13,8 bilhões de anos desta placenta-universo esta’ apresentando o fenômeno da autoconsciência assim como todo embrião humano aos sete meses começa a apresentar sinais de auto-consciência, e isto porque fora do nosso saco embrionário existem pais autoconscientes que passaram geneticamente esta autoconsciência para o embrião, assim tambem a coisa desconhecida alem deste Universo deve sr um sistema natural autoconsciente. mas assim como a menina quando descobre no primeiro mês que esta gravida e a unica coisa que ela sabe e’ que dentro dela tem genes trabalhando e formando um caroco, assim deve ser este ser ex-machine fora do Universo, a forma como ele deve saber que estamos existindo,porem, ainda como genes quase invisíveis para ele. A natureza traquinas aproveita esta invisibilidade e taca tinta nos seus borrões, e nos pagamos o pato aqui.

Espetacular? Fantástico? Porem, seria fantastica a habilidade artística quase inteligente da Natureza quando cria suas coisas complexas e funcionais, ou esta minha imagem mental seria apenas produto da imaginação de uma humanidade ainda infantil que ainda ontem acreditava em fantasmas e amigos invisíveis supernaturais e inclusive falava para eles, no que denominamos de “orações”? Esqueça a filosofia agora e retorne no texto acima e aprecie a analogia das duas imagens… Se a minha imagem for semelhante a realidade, você estará dando um valioso passo na sua evolução mental, pois sua mente que ainda nao abriu seu “terceiro olho” para ver seu próprio corpo e o ambiente que a rodeia, ou seja, a cela escura dentro do cranio – estará’ tendo uma pista de como sera sua substancia corpórea e o ambiente em que ela esta, a nivel astronomico.

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Pesquisa: Preciso retornar `a biblioteca de Londrina, ou da Universidade de Londrina, onde estavam, a 30 anos atras, os livros de Pietro Ubaldi e reler aquilo. Agora me despertei e me interessei pelas suas “correntes de neuras fluindo na atmosfera terrestre”… pois naquela época quando li, e cético como era, apenas fiquei me perguntando como o cérebro humano poderia produzir tanta imaginação de fantasias inexistentes. E talvez – se toda essa hipótese acima estiver errada – eu esteja no mesmo caminho do Ubaldi… ou talvez ele realmente estava “vendo” fatos reais!

Os Físicos da Quântica Estão Crendo Que a Mente Não é Natural?!

domingo, junho 24th, 2012

Inspirado na palestra/vídeo em:

http://bigthink.com/ideas/18098

The Physics of Thought ( A Física do Pensamento)

Big Think

Alguma descoberta da Ciência Moderna sugere a possibilidade do livre-arbitrio? Existe uma separação entre mental e fisíca entidades?  Tem isto alguma importancia? O filósofo David Albert menciona os acirrados debates sôbre o tema.

David Albert

DAVID ALBERT

Professor of Philosophy, Columbia University

(Obs.: para brasileiros melhorarem a pronuncia, a audição do Inglês, é bom ouvir o vídeo lendo o texto que está resenhado.)

Veja opinião da Matrix/DNA e o comentário postado por nós no artigo da Big Think, o qual está copiado abaixo:

Opinião da Matrix/DNA:

A longa cadeia de causas e efeitos naturais entremeada de acasos denominada evolução universal, que começou com o Big Bang, está produzindo por ultimo aqui e agora o tôpo mais complexo denominado “auto-consciência”. Portanto a auto-consciência é um produto natural. Já estamos nos capacitando a desenhar um modêlo de como é o corpo natural da auto-consciência, porque ela é uma nova emergência de sistema para o qual conhecemos a fórmula. Isto até prova em contrário e segundo minha débil limitada posição como observador.

No entanto, a “auto-consciência” é supernatural em relação à natureza material universal, é o que sugere a mesma fórmula. Como pode ser natural e super-natural ao mesmo tempo?

Recorremos a uma analogia racional.  Num processo de gestação genética humana, a mente que emerge no embrião é produto do desenvolvimento e evolução do embrião, mas é tambem algo imposto ao embrião em dado momento através de registros na sua carga genética, pela espécie humana que já possuía esta propriedade. Os pais do embrião que transmitiram a propriedade da auto-consciência não estão em momento algum dentro do universo intra-uterino em que existe o embrião, são elementos ex-machine. São naturais em si mesmos, porem não existem no meio-ambiente limitado do embrião. Esta analogia parece “forçada”, artificial, à pessoa que tem dificuldade de pensar como o embrião. Mas essa dificuldade pode começar a desaparecer se essa pessoa conhecer a lógica racional em que todos os fatos e eventos realmente conhecidos e comprovados são arrolados numa só sequencia lógica de causas e efeitos sugerindo que êsse universo natural é apenas um recipiente onde está ocorrendo um processo de reprodução genética do sistema natural que existia antes do Universo, e que o gerou, criou. Certamente não se aceitará de pronto essa possibilidade, todos irão rebuscar fatos e eventos que pensam servir como evidências ao contrário, mas eu aviso de antemão que durante os ultimos 30 anos que tenho testado, todos os fatos e eventos apresentados têm-se encaixado nesta lógica. Enquanto não aparecer um fato ou evento realmente e cientificamente comprovado que derrube o edificio dessa lógica, não existe justificativa racional para se rejeitá-la.

Isto é diferente da posição de muitos que sugerem a existência de deuses super-naturais como explicação para todos os fatos e eventos. Porque Deus não tem como ser cientificamente testado e num sistema ex-machine se reproduzindo através do Universo todos os fatos e eventos são explicados por causas e efeitos que podem ser cientificamente testáveis.

Supomos por um momento que o leitor se dispõe a prestar atenção nessa nova cosmovisão. O aparecimento da auto-consciência aqui e agora significaria que ela teria que estar registrada na carga genética humana, mas tambem antes, dos primatas, registrada de alguma forma no planeta, na galáxia, até no que de material existia no momento do Big Bang. E mais: ela teria que existir antes das origens do Universo. Sim porque no embrião humano a auto-consciência existia antes do ôvo dentro do qual êle surgiu. Podemos assegurar que ela existia no DNA que estava num espermatozóide e num óvulo. A fórmula para produzir a auto-consciência no embrião estêve como potencial latente desde o momento da fecundação, desde as formas de mórula, blástula, feto. Então, se o Universo é um mero processo de reprodução genética, a fórmula para produzir auto-consciência tem que ter estado como potencial latente em todas as formas ancestrais do sistema universal que ora denominamos “corpo humano”. Teria que estar no sistema atômico, no estelar, no galáctico, no primeiro sistema celular, passado através de vegetais e animais inferiores, até chegar no primata. Mas é nessa direção que estão apontando os modêlos e gráficos dessa nova cosmovisão. Basta trocar nomes, e nomes são produtos arbitrários da nossa cultura, nada influem nos fatos e eventos reais. Ao invés de DNA temos a Matrix. Ao invés da escada em caracol como representação da fórmula que é o DNA, temos o diagrama circular sistêmico como representação da fórmula que é a Matrix. Ao invés de genes masculinos e femininos temos vórtices com spin à direita ou esquerda. E assim, por diante, tudo bate.

O próprio evento do Big Bang pode ser descrito pela ótica da Física Teórica e pela ótica da Biologia Genética sem se alterar um unico detalhe. Pode-se ver o Big Bang da Física dentro de um óvulo dando inicio a um corpo humano e pode-se ver a fecundação sexual num contexto universal dando inicio a um sistema natural como um átomo ( em outro artigo explico isso em detalhe).

Enfim, é perfeitamente lógico e racional ter em conta a possibilidade que a auto-consciência existia e/ou ainda existe, num sistema extra-universal. Super-natural em relação à natureza contida dentro do Universo, mas natural em relação ao processo que produziu a auto-consciência humana.

Pensemos numa hipótese. Um embrião está sendo gerado com DNA humano dentro de um frasco de laboratório. Subitamente um evento qualquer faz desaparecer da superficie da Terra tôda a matéria orgânica que compoem a biosfera, desaparecem todoas as formas de vida e seus restos, a Terra volta ao seu estado árido e nu de 4 bilhões de anos atrás. Mas o frasco é mantido, o embrião nasce, e claro, auto-consciente. Teria razão êsse individuo acreditar que sua auto-consciência é natural ou super-natural? É natural, desde que não surgiu por mágica. Mas tôda a matéria terrestre e quiçá do Universo não pode produzir outra auto-consciência. E aqui podemos pegar os céticos numa armadilha. Êle afirmará que em outros 4 bilhões de anos de movimentos da matéria terrestre e quiçá do Universo acontecerá novamente o acaso  que deu origens à vida. E que isto poderá acontecer milhões de vêzes em outros milhões de planetas no Universo. E tambem por acaso acontecerá que uma destas formas de vida produzam o que conhecemos por auto-consciência. Mas, ora, se um mesmo fenômeno ocorrer exatamente igual por duas vêzes já não é mais produto do acaso, e sim evidência que o Universo estava tunelado para produzir isso. Se estava tunelado, é um processo de programação computacional genético.

A Natureza por si só não teria como produzi-la, o elemento que a transmitiu não existe mais dentro do Universo, portanto em relação à natureza dentro do Universo a auto-consciência daquêle individuo é super-natural. O individuo só estaria correto se acreditasse que sua auto-consciência é um produto natural e super-natural ao mesmo tempo.

xxx

O pensamento foi produto da evolução natural do cérebro, e o conjunto dos pensamentos recebe o nome de “mente”. A propriedade dos pensamentos serem contínuos produz êste fenômeno que se denomina “auto-consciência”. Tenho conhecimento desde minha adolescência, de respeitáveis teoremas e equações elaborados por matemáticos ( se bem me lembro por Godel e Wiener) sugerindo que não seria possível à matéria cerebral ter dado por si só êste gigantesco passo mutante que criou a mente, mas meus modêlos e gráficos sugerem que a matemática não é o principal tradutor da Natureza porque enquanto a lógica matematica é linear, a evolução natural é curva e até retrocede revertendo o sentido do tempo e contraindo o espaço.

Então a cosmovisão geral da Matrix/DNA está sugerindo que a emergência da auto-consciência é um fenômeno impôsto ao cérebro humano naturalmente por um sistema ex-machine, super-natural em relação à natureza universal. E nêste ponto do meu método peculiar de investigação se encontra com o método da Física Quântica na encruzilhada da estupefação e interrogações. Vamos ter capacidade para abordar e tocar o fenômeno mental considerando-se que somos produtos de uma natureza limitada perante êle que vem de uma natureza que transcende a nossa?

xxx

Comentário da Matrix/DNA postado no artigo:

TheMatrixDNA

I think the electron problem measurement is a relativistic issue due the electron having a normal life cycle, which changes its shapes and positions in accelerated micro-time not perceived by our brain, which life cycle is about a medium level of time. Until some proof, consciousness is produced naturally by brains, but, the models and graphics in Matrix/DNA are suggesting that consciousness has a super-natural substance. How could it to be natural and super-natural at same time?

The models suggests this Universe is merely the carrier of a process of genetic production, reproduction of the system that created it. As it happens with human embryology, the embryo arrives naturally to consciousness, but it is imposed by a system outside the womb through genetic make up. So, consciousness is super-natural in the sense that the parents are ex-machine in relation to the nature inside the womb.Human consciousness is at its birth times, even did not opened its own eyes, has no clues about its body, shape, substance. But it is being modeled with the configuration of a normal natural system by the natural formula of systems described in the “Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycles Theory”.Since that our models suggests that the electro-magnetic spectrum of light is the carrier of a code for life, through its seven kinds of different frequencies, and photons are inside atoms, it is presumable that electrons are under a process of life cycle like we are. If you was the size of the Universe and living a macro-time, you never could see any shape of a human being, be it embryo, child or adult. Neither could you to fix its position in the space. Same thing for an electron under life cycle.

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Dito isto, noto que a palestra do David Albert fornece importantes informações e material para desenvolver nossas reflexões. Por isso vou tentar traduzi-la e resumi-la aqui para melhor afixar a matéria na minha memória.

Questão: A mecânica quântica fala de alguma maneira sôbre a auto-consciência?

David: Bem, tem sido pensado que sim, e presumivelmente ela faz de um modo ou outro. Tem havido episódios na história de conflitos com o problema das medições nos ultimos 50 anos, quando distintos físicos – por exemplo, Eugene Wigner, Prêmio Nobel – se tornou convencido que o estado consciente estava se tornando absolutamente essencial e inevitável ingrediente de qualquer possível solução para o problema da medição que estivemos falando antes. Você deve se lembrar que o problema era que quando nós abrimos esta caixa nós vemos um elétron tanto aqui como ali, mas as equações fundamentais do movimento na mecânica quantica, se você aplicá-las tambem para nossos cérebros, deveria parecer predizer o contrário, okay, que nós distintamente vemos um elétron ao mesmo tempo em dois lugares diferentes; mais exatamente, nossos cérebros terminam com uma super-posição de estado associado com o ver aqui e o estado associado com o ver ali. Isto é, nossos cérebros chegam a uma condição onde êle falha mesmo na tentativa de fazer sentido onde nós acreditamos que o eletron possa estar.

( Continuarei esta tradução quando tiver mais tempo, sorry…)

…  That is, our brains end up in some condition where it fails even to make sense where we believe the electron to be. Okay.

Wigner took a look at this situation and said, well, so apparently what’s going on here is that our brain, or at the very least our mind, seems to be evolving in a way that directly violates these fundamental equations of motion. And Wigner’s approach to this was, instead of seeing this as bad news, okay, to see it as the news we’ve been waiting for, you know, since the beginning of science. Here is finally a proof that the mind of the observer is not a physical object and is not tied to physical objects in the way that rocks are or tables are or chairs are, so on and so forth. That is, the reason that the fundamental equations applied to our brains end up making the wrong predictions — so said Wigner — was because our brains have this special additional feature of being associated with consciousness, okay?

And this had the sort of cute effect of turning the traditional mind/body problem on its head. Traditionally the worry has been that the picture of the world that’s emerging from physics is hostile to mind, that there’s no place for mind in it, that we can analyze everything in terms of the physics of our brains — why I’m saying this, why I do everything I do, so on and so forth — it’s hostile to mind, it’s hostile to all of these things that we associate with mind, like freedom of will, so on and so forth. Wigner thought he had an argument that as a matter of fact in quantum mechanics, precisely the opposite turns out to be true: not only is physics not hostile to the idea that there is a distinct nonphysical, mental thing intervening in the physical world; not only is it not hostile to that; it absolutely needs that in order to make the right predictions. It absolutely needs this mind to come in and violate the equations of motion in order to make this electron end up in one determine place or another, which is what we observe it doing. So Wigner thought first of all he had for the first time a clean mathematical definition of the difference between a physical entity and a mental entity. A physical entity is by definition an entity that obeys these equations of motion. A mental entity is the kind of entity that is capable of causing violations of those equations of motion. Good.

This sounds cute for about 10 minutes, but it quickly became embarrassing. I remember myself as a young graduate student being at conferences where Wigner would stand up and speculate that although dogs could likely cause violations of the equations of motion, mice probably couldn’t. And it just became silly and embarrassing, and one didn’t know where he was coming up with this, and one was going to be forced, in order to write down the fundamental physical laws in a clean way, to make these distinctions between conscious and not conscious; whereas what seems much more plausible to everybody is that there’s some continuum going from conscious to not conscious, rather than some clean cutoff point. And it was just a mess. So this was a view that was entertained seriously for about a 15-year period from the early ’50s, maybe, to the late ’60s and hasn’t been taken particularly seriously by physicists since then. On the other hand, the existence of this view in this earlier historical period has been a goldmine for New Age enthusiasms about quantum mechanics ever since then.

Para Me Educar de Vez em Quando: Pensando em Pensar Demasiado

domingo, novembro 13th, 2011

Thinking About Thinking Too Much

O teorista aprende depois de velho que, no restaurante, por exemplo, quando vem o cardápio, o melhor a fazer é passar o cardapio à esposa e perguntar: “Meu bem, o que eu quero?”

The problem of thinking too much has a prominent
place in the age-old debate between theory
and practice. Galen’s second-century attempts to
balance between rationalist and empiricist physicians
ring true today. In his Three Treatises on the
Nature of Science (trans. R. Walzer and M. Frode),
Galen noted that an opponent of the new theories
claimed “there was a simple way in which mankind
actually had made enormous progress in medicine.
Over the ages men had learned from dire experi-
ence, by trial and error, what was conducive and
what was detrimental to health. Not only did he
claim that one should not abandon this simple
method in favor of fanciful philosophical theories,
which do not lead anywhere; he also argued that
good doctors in practice relied on this experience
anyway, since their theories were too vague and too
general to guide their practice.” In my own field of
statistics, the rationalists are called decision theorists
and the empiricists are called exploratory data
analysts. The modern debaters make many of the
same rhetorical moves that Galen chronicled.
Economists use Herbert Simon’s ideas of “satisficing”
and “bounded rationality,” along with more
theoretical tools associated with John Harsanyi’s
“value of information.” Psychologists such as
Daniel Kahneman and Amos Tversky accept the
value of the heuristics that we use when we abandon
calculation and go with our gut. They have
created theories of framing and support that allow
adjustment for the inevitable biases. These give a
framework for balancing the decision to keep thinking
versus getting on with deciding.
Computer science explicitly recognizes the limits
of thinking through ideas like complexity theory.
For some tasks, computationally feasible algorithms
can be proved to do reasonably well. Here is
a simple example. Suppose you want to pack two
suitcases with objects of weight a, b, . . . , z. You

want to pack them as close to evenly as you can. It
can be shown that this is a virtually impossible
problem. Despite fifty years of effort, we don’t
know how to find the best method of packing, save
for trying all of the exponentially many possibilities.
Any progress would give solution to thousands
of other intractable problems. Most of us conclude
that the optimal solution is impossible to find.
Undeterred, my friend Ron Graham proposed the
following: sort the objects from heaviest to lightest
(this is quick to do). Then fill the two suitcases by
beginning with the heaviest item, and each time
placing the next thing into the lighter suitcase.
Here is an example with five things of weight 3, 3,
2, 2, 2. The algorithm builds up two groups as follows:
This misses the perfect solution, which puts 3, 3 in
one pile and 2, 2, 2 in the other. One measure of
the goodness of a proposed solution is the ratio of
the size of the larger pile to the size of the larger
pile in the optimal solution. This is 7/6 in the
example. Graham proved that in any problem, no
matter what the size of the numbers, this “greedy”
heuristic always does at worst 7/6 compared to the
optimal. We would be lucky to do as well in more
realistic problems.
An agglomeration of economics, psychology, decision
theory, and a bit of complexity theory is the
current dominant paradigm. It advises roughly
quantifying our uncertainty, costs, and benefits
(utility) and then choosing the course that maximizes
expected utility per unit of time. A lively
account can be found in I. J. Good’s book Good
Thinking (don’t miss his essay on “How Rational
Should a Manager Be?”).
To be honest, the academic discussion doesn’t shed
much light on the practical problem. Here’s an
illustration: Some years ago I was trying to decide

whether or not to move to Harvard from Stanford.
I had bored my friends silly with endless discussion.
Finally, one of them said, “You’re one of our
leading decision theorists. Maybe you should make
a list of the costs and benefits and try to roughly
calculate your expected utility.” Without thinking,
I blurted out, “Come on, Sandy, this is serious.”

Some Rules of Thumb

One of the most useful things to come out of my
study is a collection of the rules of thumb my
friends use in their decision making. For example,
one of my Ph.D. advisers, Fred Mosteller, told me,
“Other things being equal, finish the job that is
nearest done.” A famous physicist offered this
advice: “Don’t waste time on obscure fine points
that rarely occur.” I’ve been told that Albert
Einstein displayed the following aphorism in his
office: “Things that are difficult to do are being
done from the wrong centers and are not worth
doing.” Decision theorist I. J. Good writes, “The
older we become, the more important it is to use
what we know rather than learn more.” Galen
offered this: “If a lot of smart people have thought
about a problem [e.g., God’s existence, life on other
planets] and disagree, then it can’t be decided.”
There are many ways we avoid thinking. I’ve often
been offered the algorithm “Ask your wife to
decide” (but never “Ask your husband”). One of
my most endearing memories of the great psychologist
of decision making under uncertainty, Amos

Tversky, recalls his way of ordering in restaurants:
“Barbara? What do I want?”
Clearly, we have a wealth of experience, gathered
over millennia, coded into our gut responses. Surely,
we all hope to call on this. A rule of thumb in this
direction is “Trust your gut reaction when dealing
with natural tasks such as raising children.”
It’s a fascinating insight into the problem of thinking
too much that these rules of thumb seem more
useful than the conclusions drawn from more theoretical
attacks.
In retrospect, I think I should have followed my
friend’s advice and made a list of costs and benefits—
if only so that I could tap into what I was
really after, along the lines of the following “grook”

by Piet Hein:
A Psychological Tip
Whenever you’re called on to make up your mind,
and you’re hampered by not having any,
the best way to solve the dilemma, you’ll find,
is simply by spinning a penny.
No—not so that chance shall decide the affair
while you’re passively standing there moping;
but the moment the penny is up in the air,
you suddenly know what you’re hoping.

Remarks  2002 by Barry C. Mazur and Persi Diaconis,
respectively.
Photos  2002 by Martha Stewart.
“A Psychological Tip” is from an English-language edition
of Grooks by Piet Hein, published in Copenhagen
by Borgens Forlag (1982, p. 38);  Piet Hein.

Atue para Diminuir os Defeitos de Gestação das Mentes na Terra (Atualização 1)

segunda-feira, agosto 22nd, 2011

Vamos tentar, pela primeira vez na nossa vida, um bate-papo sério a nível apenas mental? Vamos supor que na sua existência como uma “mente”, você é um prisioneiro algemado e acorrentado dentro de uma cela escura, e eu sou o prêso de sua mesma espécie ocupando a cela vizinha? A cela é essa caixa craniana que nos parece estar-mos dentro. Você concorda em continuar êsse bate-papo através destas grossas paredes, nêsse silêncio eterno e nesta escuridão?

Nos raros momentos que posso escapar desta louca e insana correria, faço uma pausa me isolando do mundo, me sento e fecho os olhos. Tento sentir a existência. Tudo escuro, não tenho nenhum sentido de percepção próprio funcionando, uma sensação incomoda de impotência total. O que sou, o que é esta existência? Sou um pensamento, porem, como tal, não sinto ter um corpo, e, pior, não tenho nem olhos para ver nada nessa escuridão. Por que existo? Tem algum sentido criar uma mente e expô-la a esta absurda situação? Você tambem faz estas pausas escapando inclusive do seu corpo carnal? Experimente agora. Você sente a mesma coisa?

Somos 7 bilhões de porções, bôlhas mentais, e aqui a divisão dos povos pela Tôrre de Babel funciona perfeitamente: não só divide uma espécie em grupos pela linguagem, mais ainda, divide-os individualmente, cada um se torna mudo e sem idioma. Aliás nem grunhidos mentais tentando comunicar algo, nem sinais, a não ser os precários, ensaiados através do corpo carnal. Somos, mentalmente, 7 bilhões de seres vivendo na mais absoluta solidão e isolamento.

Vamos tentar nos comunicar nesse nosso nivel mental através das grossas e pesadas paredes que existem entre nós? Para tanto temos que esquecer o nivel de comunicação carnal comum entre nós humanos. E graças ao não sei o quê ou quem, existe a nuvem da Internet, que permite uma iniciativa de comunicação a nivel mental. Eu estou começando a falar primeiro, portanto vou tentar me apresentar. A seguir vou ficar esperando que a sua voz mental fale e tente se apresentar. Então vamos saber se realmente somos iguais, se temos algo em comum, principalmente se podemos nos ajudar em algo para amenizar a terrível situação em que eu acho nos encontramos. E você? Também está insatisfeito com essa existência mental nestas condições?

Você assistiu o filme “The Matrix”? Pois eu penso que como mente estamos existindo quase igual aquêles corpos humanos dentro das capsulas. A pouca diferença, na minha opinião, está na interpretação do que é a “Matrix”: para mim ela tem uma face e esta face é tal como a fórmula/software que apresento no meu website, é apenas a alma real de um nosso ancestral longínquo mas que ainda domina nosso meio-ambiente e nosso código genético através do grupo dos genes egoístas. Na minha cosmovisão, a Matrix é o lado negro do nosso próprio ser. Mas ainda temos uma chance, pois a mente é uma nova forma transcendente dessa alma da Matrix, com novas informações naturais que vieram de fora dessa Matrix, é um fenômeno emergente do cérebro humano, e apesar de muito débil, tem ainda um pouco de livre-arbitrio, de fôrça contra o grupo de genes, e um enorme potencial para vencer o lado escuro da fôrça negativa da Matrix/DNA. Assim, eu sou agora como o hacker, Nero, entrando no seu computador e te chamando para nos unir-mos para a luta pela nossa liberdade. Mas não acredite em mim, sou tambem um cego mental ainda e não quero ser o responsável por mais desgraças para ninguem da minha espécie. Esteja atento e só tome providências depois de muito pensar.

Deixe-me descrever. Deram um nome ao que sou, enquanto sou êsse algo que sente a existência: mente. Pareço uma nuvem abstrata e sem forma, sem consistência concreta. Parece que tenho fios de algo, holográficos ou energéticos, ou como um feixe dêstes fios dentro de um cabo parecendo um cordão umbilical, que é a corrente que me prende aos grilhões da cela, quer dizer, aos neurônios do cérebro, o qual tem ramificações, nervos, se extendendo por um corpo carnal, e tem sentidos de percepção para perceber o mundo externo. Porque? Para que existo assim, porque iria querer um corpo animal e um mundo material que nada tem a ver comigo? Você tambem se faz estas perguntas?

Para resumir:

Quando busco nas Ciências o que se sabe ou se vê do pensamento no meio da massa de neurônios, como é a conexão entre neuronios e pensamentos, me saio com uma imagem: a de uma nuvem onde não para de pipocar raios que se ampliam ramificados, às vêzes curtos em regiões periféricas, outras vêzes se extendendo por várias regiões, e quanto maiores ou mais intensos maiores são os relâmpagos. Sempre tem raios acontecendo, não pára nem mesmo quando estamos dormindo, por isso me parece que a “mente” é isso, um conjunto e uma continuidade de raios e seus relampagos. Existem muitas teorias e outras imagens, bem o sei, inclusive as que sugerem algo holográfico, outras avançam na imaginação para sugerirem almas, espiritos, mas para mim, fico no que se tem de concreto, registrado nas telas dos sensores: sinapses produzindo correntes de energia e clarões. Mas sou um filósofo naturalista e por isso não consigo deixar de procurar conexões evolucionárias entre fenômenos naturais. Então penso que a mente é algo novo no Universo, ao menos aqui nestas regiões da Via Láctea, ela surgiu apenas ontem em relação ao tempo astronomico. Nessa linha de meu modo de raciocinar, o surgimento damente tem que ser algo natural, tem que seguir o mesmo padrão comum a todos os surgimentos que penso ter detectado em, desde átomos a galáxias a células vivas. E esta imagem de nebulosa pipocando raios e relampagos não bate com o meu modêlo preferido de emergencias de novos sistemas naturais. Por exemplo, na origem do Universo havia alguma substancia etérea em um lugar do mundo na qual pipocavam vórtices e daí se manifestou a matéria. Tento visualizar um modêlo onde a imagem que temos da mente se acomode com esse padrão das origens, não conseguí ainda, então fico na expectativa, suspeitando que existe algo mais ocorrendo dentro do cérebro que nossos instrumentos cientificos não estão captando. Por outro lado, influenciado pela fórmula teórica da Matrix/DNA, suspeito que a mente seja uma nova emergencia natural de um nova forma do sistema natural universal que vem evoluindo desde antes das origens do Universo. Se assim for, estes raios e relampagos são as primeiras manifestações, pulsações latentes, que tentam se fixarem como estruturas, partes, de um sistema no mesmo modêlo da fórmula. Por isso tenho ainda que obter mapas do cérebro, tentar identificar os componentes do cérebro nas funções da fórmula e acreditando que cada parte, cada glandula, cada região docérebro produz seus raios específicos, diferenciados, como protótipos do que um dia virá a ser um dos órgãos do “corpo” manifestado e completo da mente. A coisa tôda se complica ainda mais quando me lembro que essa propriedade da mente como algo abstrato mas com uma fôrça para atuar e influenciar a matéria sugere que ela seja a ultima forma evolucionaria da face de software da fórmula da Matrix. Em teoria tenho o modêlo padrão de formação de hardwares, como é o Universo material, as galáxias, os seres vivos, mas quanto ao modêlo de formação de softwares naturais quase nada tenho, apenas a idéia de que êles se reproduzem com o genoma sem estar cerrado num saquinho cromossomico, com suas informações dispersas no tempo e espaço (modêlo do salto do software astronomico para software do sistema celular vivo). E isso explicaria como a mente é algo que vem de fora da Matrix, parece que de uma mente cósmica totalizante, pois suas informações, seus bits-genes, estariam espalhados no espaço acessíveis a quem esteja hardwareamente preparado para capta-las e assim se sobrepor às fôrças indesejáveis do egoísmo da Matrix. Esta hipótese reforça a idéia de que talvez hajam mentes adultas nos assistindo no nosso berço, à distância. Mas posso estar tôdo errado, nunca me esqueço que sou ainda um débil e precário bebê mental, e por isso preciso saber o que todos pensam a respeito, duas mentes amigas se aproximam mais da verdade que uma mente isolada, muitas mentes associadas se aproximam ainda mais, e preciso avançar nessa busca. E você, qual sua imagem dos pensamentos, estás interessado(a) nesta busca?

Concluo que como mente sou igual a um embrião dentro do escuro utero, ou quando muito, talvez um bebê recém-nascido que ainda nem sequer abriu os seus olhos próprios para ver por si mesmo. E é baseado nessa minha “verdade provisória”, nessa unica explicação, a qual satisfaz minha necessidade de lógica e razão por enquanto, que vou me mover, atuar, mesmo para evitar o pior enquanto estou assim, com meu corpo carnal sendo levado ao acaso pelo vento da vida ao léu. Você tambem têve esta conclusão? Como é a sua “imagem” da mente?

Sou ainda um embrião mental ou já nascí e sou um baby de berço? Essa pergunta estou sempre me fazendo. O fato de eu não sentir corpo mental algum sugere que sou um feto em formação ainda, que sou de uma substancia etérea que está se organizando no mesmo modêlo da formula da Matrix/DNA, mas o fato de ter consciência de existência e ver o mundo através de uma janela carnal parece que já saí do ambiente uterino e estou num berço como uma cela – a caixa craniana. Ou um ovo, um cocoom.

Percebo o espaço e o tempo e as coisas que êles contem, mas com sentidos muito precários, pois só vejo aparências dos corpos, e num horizonte muito limitado, apenas as coisas que estão ao meu redor. Você tambem é assim?

Para ter algo em que acreditar e ter motivos para desejar continuar existindo assim e não me suicidar agora – preciso de um ideal mental, e não simplesmente o animalesco ideal de conduzir o corpo ao seu supremo estado de bem-estar. Você tambem está nêste estado? Ou consegues se anular existencialmente como mente e viver apenas o momento presente do corpo carnal? Bem, se sim, você já está se retirando dêste texto, não tens nenhum interêsse neste papo. Eu não consigo e invejo os que conseguem. E você?

Eu elegí como alternativa mais lógica e racional o método de responder às minhas perguntas mentais com respostas extraídas das minhas experiências no mundo material. Quer dizer, tôdas explicações que vou dando como prováveis são baseadas em parâmetros que encontro ao fazer comparações entre o eu mental e o eu carnal mais o mundo externo. Por isso estou falando dêsse negócio de embrião, baby, cela escura, prisão: são tudo coisas que capto através dos neurônios como existentes na realidade. Acho que essa é a alternativa correta, pois que outro recurso eu teria para formular explicações? Me apegar às produções da minha mente trabalhando sózinha e por si mesma dentro da cela escura? A êsse método chamo de “imaginação” e não o aprecio, acho que nos apronta muitas armadilhas e é um método ineficaz. O que você acha do meu método? Você tem outro? Qual?

Um importante parâmetro para mim é o que acho que aprendí com as nossas deduções de certos processos do mundo real. É importante porque esse parametro me dá uma certa paz e mais fôrça para aceitar o absurdo dessa existência mental. É o seguinte:… Tôda vez que a Natureza desenvolve um novo nivel de sistema natural ela aplica uma sequencia em duas fases. A primeira é a dos ovos botados fora e a prole abandonada á própria sorte; a segunda, o feto e o embrião, às vêzes até mesmo o nascido e com alta idade, é mantido dentro e alimentado e protegido. Nos sistemas biológicos aconteceu isso: das bactérias aos répteis os ovos foram botados fora, mas aí evoluiram para mamiferos onde os ovos ficam dentro e as crias são até cuidadas enquanto bebês. Na espécie humana os novos sistemas são cuidados até a maioridade. Êste processo adquiriu muita importancia no meu pensamento quando achei a fórmula da Matrix/DNA, a qual revela que os astros no nosso ancestral sistema astronomico já apresentava as duas fazes: um astro é gerado dentro de um buraco negro, é ejaculado como ovo botado fora e perambula pelo espaço de poeira estelar congelada, mas a seguir é absorvido na órbita de uma estrêla e alimentado e protegido até sua maioridade sexual. Sempre considerando que a Matrix/DNA ainda é apenas uma teoria – mas com muita força explicativa – encontro aqui uma explição para minha absurda existência mental atual: como mente estou na fase de ovos botados fora, portanto sujeito aos acasos e tôdos os predadores e tragédias que ele pode trazer.

Mas nosso ancestral astronomico, na verdade nunca botou os ovos fora, pois enquanto o baby está vagando no espaço, o espaço está dentro do corpo do seu sistema gerador. Será que como sistemas biológicos tambem vai ser assim, no final? Será que na verdade, desde as bactérias, passando pelos répteis, chegando a nós, esta nova forma de sistema nunca foi de fato abandonada?

Seja como for, vou seguindo meus parametros e então me lembro que, mesmo ainda na forma de feto ou embrião humano, existem seus semelhantes adultos lá fora conscientes de sua existência e movidos a cuidar de sua existência. Na forma de recem-nascido, os adultos o mantem confortavelmente instalados numa casa e num berço, tentando protege-lo o maximo que podem. E aqui a grande pergunta:

Será que você, mental, não terá, na sua dimensão, seja energética, holográfica, ou outra coisa inimaginavel, outras mentes adultas te observando, conscientes de sua existência, e tentando melhora-la na medida de suas capacidades ?! Se tiver, lembre-se que existe, entre você mental/carnal e as mentes superiores alienígenas, o seu “eu” cósmico, que é a Matrix/DNA. Como será as relações entre as mentes superiores à nossa se de fato existem), e a Matrix? Lembre-se que a Matrix/DNA, no seu aspecto egoísta de sistema fechado, é você mesmo(a), pois foi uma opção de sua alma a bilhões de anos atrás, num corpo de um ancestral muito primitivo. Estariam estas mentes alienígenas se contendo em fazer mais por você porque isso iria contra você mesmo, contra seu livre-arbitrio? É uma situação dificil de resolver, não?

Mas se tiver estas inteligências mais adultas e superiores, onde estão elas? Em Orion, na constelação de Nébula? Porque não sentimos seus afagos, seu colo, seus sons, suas vozes, como os bebês de berço devem sentir os adultos? Porque ainda estaríamos dentro do utero,ou de um ovo? A cabeça humana é um ovo? O que você acha?

Bem, agora vamos aos finalmente, ao motivo que me induziu a postar esse chamado para um bate-papo apenas a nivel mental. Você já é capaz de perceber que um dos motivos que torturam nossa existência mental é o fato de estar-mos conectados a um corpo que depende tambem das ações dos outros corpos nossos semelhantes. E tem visto barbaridades, humanos se comportando como monstros, agindo contra nossa própria espécie humana. Num nivel menos escabroso tem os corpos humanos demasiados egoistas que se corrompem ainda pela conpetição animalesca, são vencidos pela fobia de possuir tudo o que é material, etc. Isto está atazanando nossa vida, a nivel carnal e mental.

Eu vejo isto como gestações mentais doentias, turbulentas, erráticas, uma tentativa da Matrix teimosa em se reproduzir dentro de nós como sistema absoluto fechado em si mesmo, exacerbando o supremo egoísmo, tentando impedir qualquer inovação da evolução porque acredita que seu mundo é perfeito e qualquer alteração iria estraga-lo, vivendo seu paraíso selvagem particular, como foi muito bem ilustrado pela intuição de outros seres humanos no quadro do Paraíso do Éden com Adão e Eva. Adão e Eva foi e é nossa forma de bebê cósmico que não quer crescer para a forma de criança, de feto que não quer deixar o conforto ilusório do útero, como se os macacos tudo fizessem para dominar a Terra e não se transformarem em humanos, tentando eternizar uma forma provisória e precária da nossa evolução, tentando impedir que cresçamos e nasçamos finalmente para o mundo das mentes adultas que nos aguardam. Mas se a fórmula da Matrix que temos for real, nós a desmascaramos finalmente, conseguimos identificar o demonio dentro de nós, portanto podemos exorcizá-lo, somos capazes de visualizar providências que poderiamos executar para amenizar os efeitos ou diminuir estas aberrações humanas que se voltam contram a própria Humanidade. Alguns acham que pregar o evangelho é o melhor método. Pode ser, mais não estou satisfeito com os resultados dêsse método, os crimes continuam acontecendo, o gene egoísta continua imperando, parece que é no minimo um método demasiado lento. É aqui que chego às ultimas perguntas de hoje, se você estiver me ouvindo desde sua cela:

Você concorda com minha opinião de que mentes humanas estão aqui em gestação, ou quando muito, são bebês de berços, olhos fechados ainda?

Se concorda…, você concorda que os desvios de comportamentos humanos se devem a mal-funcionamento nestes processos de gestação devido a fôrças negativas dentro do nosso próprio herdado genoma? E que êsse herdado genoma (a Matrix/DNA, talvez) é o mesmo autor do nosso mundo externo e suas imperfeições?

Se concorda ainda, você não acha que sua mente pode se somar a outras mentes e dirigirem seus corpos, suas mãos e suas vozes carnais, no sentido de amenizar os efeitos e talvez até erradicar de uma vez por tôdas, estas mal-funções de gestações?

Se sim, qual o seu método preferido? Vou adiantar que tenho um método preferido, mas que está sujeito a ser corrigido pelas suas criticas e sugestões: atuar com as mãos e comportamentos sociais ao mesmo tempo que transmitindo uma visão de mundo que entendo ser a ideal como base de uma nova ordem moral indutora de mentes para corrigir os defeitos atuais e instalar um novo sistema social para os que concordam, sem forçar ou impor êste sistema aos que não se simpatizam com êle. Você conhece quase nada ou muito pouco dessa cosmovisão, e tem todo o dever de desconfiar dela, foi elaborada por outra mente criança que nada tem de superior à sua mente, mas o que você acha, assim, em linhas gerais?

Precisamos descobrir quais as semelhanças e diferenças entre nossos ideais, nossos sonhos de suprema realização. Estabelecer um dialogo construtivo. Tentar desenhar um mundo ideal e possível de ser feito aqui com o qual todos concordam. Se o conseguir-mos vamos nos carregando uns aos outros, vencendo obstáculos, corrigindo os defeitos das placentas que nos envolvem para otimizar a gestação de cada um, avançando,tendo esperanças. A união, e apenas ela, faz a fôrça, e talvez a fôrça suficiente para derrubar-mos as paredes de nossas celas. Mas ela começa pelo diálogo entre espiritos desarmados.

Um abraço mental desde a cela do lado de cá…
Louis Morelli