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Pesquisas da Matrix/DNA « The Universal Matrix/DNA – Artigos

Posts Tagged ‘Pesquisas da Matrix/DNA’

Proteinas: Mapa Geral, “Peptide Atlas”

quarta-feira, dezembro 3rd, 2014

O  que, na realidade,  são proteínas? Porque e como a Natureza teve a ideia de pegar alguns átomos da Terra e combina-los de maneira nunca feita antes, na forma de moléculas orgânicas que atuam com tanta importância nas origens da vida e nos corpos dos seres vivos?!

Dentro da Matrix/DNA temos uma explicação para estas perguntas jamais imaginadas antes, e estranhas ao seu modo de pensar, pois estas explicações sobem aos céus e pairam nos sistemas astronômicos. Para nós, proteínas é a reprodução na forma biológica do que é o circuito esférico por onde corre o fluxo de energia/informação na fórmula da Matrix/DNA. Aquele circuito pode ser quebrado em trechos, pedaços cada vez menores, talvez até o infinito. Cada tipo de  proteína representa um destes trechos, ou pedaços. Como todos os compostos do corpo são modelados pela mesma fórmula, as proteínas visam repor, manter, consertar, os fluxos sistêmicos das conexões entre partes.

Muitas doenças são causadas pelas falhas nas proteínas, ou falta delas, e muitos segredos da vida estão acobertados nas proteínas, por isso justifica-se todo o esforço possível na busca de cada vez maior conhecimento sobre este fenômeno natural. Existe já um banco de dados sobre a constituição de milhares de proteínas, e temos – dentro da Matrix/DNA – que pesquisar todos para ver se conseguimos identificar qual molécula corresponde a qual trecho do circuito. Por isso registramos aqui o endereço deste site:

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http://www.peptideatlas.org/#

PeptideAtlas is a multi-organism, publicly accessible compendium of peptides identified in a large set of tandem mass spectrometry proteomics experiments…. ( cont. a ler)

Começar este trabalho para especialistas em proteinas não seria nada facil, e para leigos, impossivel, a não ser em séculos. mas se toda a Humanidade sempre acreditasse ser impossivel evitar que um asteróide a caminho da Terra cause tragédias aqui, a NASA nunca estaria tentando desenvolver meios para bombardear meteóritos no espaço. E este esforço “impossivel” pode um dia salvar a Humanidade. Se eu tivesse ouvido uma diretora de uma universidade que disse ser impossivel a missão que eu estava indo tentar na selva, eu nunca teria descoberto a Matrix/DNA. E como a Matrix/DNA pode ser uma falsa descoberta, muitas vezes um esforço sobre-humano em busca de um objetivo realmente se revela impossivel. Proteinas continuam torturando e matando milhões de humanos, não me venham dizer que se especialistas não o querem fazer, que eu leigo estou sendo louco ao tentar. De fato sou louco quando algo ou alguem ataca a minha espécie.

Só para ter uma idéia da dificuldade que será apenas o iniciar deste trabalho, vamos pegar como exemplo apenas um dos dados neste database:


PAe000002
Jurkat T-cell lipid rafts stim & unstim ICAT labeled Replicate 1
Human
LCQ Classic
Von et al. (2003), Von et al. (2003)

Bem, para começar o que é Jurkat T-cell? para chegar aos bits de informações relacionados com a fórmula da Matrix/DNA temos que ver quais genes, quais moléculas, etc., tudo relacionado a um tipo de proteína. Então vamos ao Wikipedia, para começar:

Jurkat cells

From Wikipedia, the free encyclopedia

Jurkat cells (pronounced yūr′kat) are an immortalized line of human T lymphocyte cells that are used to study acute T cell leukemiaT cell signaling, and the expression of various chemokine receptors susceptible to viral entry, particularly HIV. Jurkat cells are also useful in science because of their ability to produceinterleukin 2. Their primary use, however, is to determine the mechanism of differential susceptibility of cancers to drugs and radiation.

The Jurkat cell line (originally called JM) was established in the late 1970s from the peripheral blood of a 14 year old boy with T cell leukemia.[1] Different derivatives of the Jurkat cell line can now be obtained from cell culture banks[2] that have been mutated to lack certain genes.

Examples of derivatives

  • The JCaM1.6 cell line is deficient in Lck kinase activity due to the deletion of part of the lck gene (exon 7) from the Lck transcript.
  • J.RT3-T3.5 cells have a mutation in the T cell receptor beta chain locus precluding expression of this chain. This affects the cells in several ways. They do not express surface CD3 or produce the T cell receptor alpha/beta heterodimer. Since they are deficient in the TCR complex, these cells are a useful tool for transfection studies using T cell receptor alpha and beta chain genes and are widely used in labs in which T cell receptor gene transfer technologies are studied.
  • The I 9.2 and I 2.1 cell lines. The I 2.1 cell line is functionally defective for FADD and the I 9.2 cell line is functionally defective for caspase-8, both defective molecules being essential to apoptosis or necroptosis of cells.
  • J-Lat contains integrated but transcriptionally latent HIV proviruses, in which GFP replaces nef coding sequence, and a frameshift mutation in env.

Cell line contamination

Jurkat J6 cells have been found to produce a xenotropic murine leukemia virus (X-MLV) that could potentially affect experimental outcomes and infect lab technicians. This infection may also change the virulence and tropism of the virus by way of phenotypic mixing and/or recombination.

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Está certo… Entendí tudo aí. Ora, não entendí uma palavra. Terei que aplicar o mesmo método que usei na infância para aprender o português acadêmico, o inglês e como sempre, estudar ciências sozinho: pegar palavra por palavra, cada termo cientifico técnico, ir nos dicionários de biologia, física, petrologia, etc., até aprender o que cada uma significa.


Hologramas, Ondas, Haptic Technology

quarta-feira, dezembro 3rd, 2014

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Ver isto no Brasil:

Ultrasound Used To Create 3D Shapes In Mid Air That Can Be Seen And Felt

http://www.iflscience.com/technology/ultrasound-used-create-3d-shapes-mid-air-can-be-seen-and-felt

O que os Virus tem a verem com Pulsares e Cometas? Herança Genética?

quarta-feira, dezembro 3rd, 2014

A visão de mundo, ou a “cosmovisão”, denominada Matrix/DNA é o estado do ser pensante, como filósofo naturalista, em que todo fenômeno natural detectado, observado, leva imediatamente às perguntas: “De onde a Natureza obteve a “idéia” para fazer isto e justamente aqui, agora?! Onde estavam as forças, os elementos, os mecanismos e processos, que foram usados aqui para construir este fenômeno, em toda a História da Evolução Natural, Universal, nos nossos sistemas ancestrais atômicos e astronomicos? Porque?”

Este estado de ser pensante é baseado na “crença” de que não existe e nunca existiu mágicas ao menos neste universo material alcançavel pelos sensores dos nossos cérebros, nem mágicas de alguma divindade não-natural, nem mágicas de acidentes por acasos absolutos. Se existem tais coisas, elas atuaram antes e fora deste Universo. O Universo, ou melhor, a Natureza Universal, não pode criar novas informações vindas do Nada, portanto, tudo o que existe aqui foi feito com informações presentes nas origens deste Universo. Existe uma longa cadeia ou fluxo de causas, efeitos, que se tornam causas de novos efeitos, sem interferencias sobrenaturais, na qual vão entrando informações que estavam no ar disponiveis assim como existem os genes retrógrados que só entram em atividade depois que um corpo tem formada certa arquitetura, ou na qual as informações originais se fundem, se misturam, criando sub-informações, no que é conhecido como “fuzzy logics”.

Então, todo novo detalhe natural observado tem que ser esmiuçado no confronto com a História da Evolução Universal, tem-se que buscar suas antecessoras até chegar no Big Bang, nas ondas de luz codificadoras que resultam dos desmanches dos ex-machines vortices quanticos – os quais já possuem em si as sete forças brutas naturais e as propriedades vitais. Os quais foram os primeiros “genes” dentro deste Universo. Assim, neste universo-ovo está ocorrendo um mero processo de reprodução genética do sistema ex-machine que deflagrou o Big Bang, e nós, humanos, observando os passos desse desenvolvimento genético pensamos estar vendo “evolução”.

Esta crença intuitiva que vem inata desde a infancia em certo tipo de configuração das conexões neuroniais dentro de um cérebro humano, e que conduz um ser humano a ser inevitavelmente um filósofo naturalista, agnóstico, pode ser uma crença longe da Verdade Ultima e pode estar parcialmente ou toda errada. Se for assim, todo o castelo da matrix/DNA ruirá por Terra quando algum fato natural devidamente comprovado, derruba-la totalmente. Sabendo disso, e não sendo o supremo objetivo do filósofo provar que sua cosmovisão é melhor, mas sim não ser enganado nem por sua teoria predileta e sua obra, a meta suprema de buscar e encontrar a Verdade – ou provar que não existe uma Verdade Ultima – o próprio filósofo busca cuidadosamente o fato mortal que tiraria sua cosmovisão de seu caminho.

Voltando agora com os pés no chão e para o assunto inspirador deste artigo, vamos trazer para cá esta imagem:

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HIV

The human immunodeficiency virus (HIV) attacks the immune system (AIDS)

Isto aí são os virus da AIDS. De onde a Natureza obteve a idéia, os mecanismos, para fazer isto aqui?!Por que o faz, para que? Precisamos saber disto urgentemente, é uma questão de vida ou morte o maior conhecimento possivel destas criaturas, estas terroristas que ameaçam e torturam humanos até leva-los à morte. Penso que são nossos inimigos numero um, hoje. Meu sonho agora seria reunir recursos para ir à região do Rio Ébola com medidores “geiseres” porque a informação que tenho é que os virus vieram de morcegos. Então isto bate com a teoria da Matrix/DNA: deve ter caido algum fragmento de meteoro, de cometa, naquela região, que abriu uma cratera, que se tornou uma caverna que está sendo habitada por morcegos. Ali, no fundo daquela caverna, está o material que irradia emitindo sinais que penetram DNA’s de plantas ou animais fazendo expressar nestes DNA’s os genes que estão inertes na região do DNA-lixo, a qual é o registro de toda a história cosmológica antes das origens da vida, e cujos genes expressados e reunidos produzem os virus. Os morcegos seriam os originadores dos virus apenas de forma indireta. Mas se não for assim, senão tiver um meteórito por tras de cada virus na Terra, ainda assim a teoria continua de pé, pois ela diz que a Terra é bombardeada continuamente por bits-informações vindas da irradiações de astros, na forma de fótons ou outra particula elementar, os quais são informações que podem codificar moléculas viróticas.

Uma primeira olhada na imagem acima, passou-me a impressão que estava vendo o céu, alguma estranha galaxia com aqueles tipos de astros flutuando no espaço. A ausencia da gravidade espacial no meio liquido, e talvez a ação de sutis campos magnéticos destas criaturas biológicas seriam a causa dos astros-virus estarem mais próximos, mais amontodaos que os astros no céu. E isto me leva imediatamente ao modelo teórico cosmológico construído pela fórmula da Matrix/DNA. Neste modelo, pulsar é o nome que dei a astros na idade de planetas velhos locupletados fe gigantescos vulcões dos quais são emitidos lavas, magmas, que caem como bolotas chamejantes no espaço sideral, ou seja, os cometas nasciturnos que ainda não morreram por não terem atingido o seu alvo, o astro a ser fecundado. Daqui, deste passado, a Natureza tirou e evoluiu o mecanismo aplicado pelos virus. Desvendando suas origens, temos mais dados para nossa grande meta que é a de destruí-los antes que eles nos destruam. Os virus possuem aqueles “esporos” que atraem e são atraidos a certos receptores na superficie das células porque no Cosmos os vulcões são confeccionados para se conectarem à distancia com receptores no nucleo dos sistemas. Os virus expelem o material genético que está em seu nucleo central porque os vulcões ejetam o magma que vem do nucleo central dos astros. Estamos assistindo a nivel microscópico uma cena “fractal” de uma cena a nivel macrocósmico. Estamos assistindo aqui uma cena que é o futuro da cena do passado no Cosmos.  Nada de magicas nem de demonios criadores de virus para nos atormentar.

Que aconteça este fenomeno natural na Terra, é inevitavel. Faz parte das projeções de um corpo reprodutor para formar outro corpo que é sua reprodução. Sendo aqui o reprodutor este sistema astronomico que nos envolve e o corpo reproduzido os primeiros sistemas moleculares organicos. Mas isto não deve nos desanimar, devemos continuar a busca até o fim, desvendando cada vez mais o fenomeno a nivel cada vez mais microscópico, chegando ao nivel das forças naturais quase abstratas como são as força do magnetismo, nucleares fortes e fracas, etc. Deve existir uma maneira de ao menos desviar este fenomeno para longe de nossos corpos, ou tornar nossos corpos não-hospedeiros deste fenômeno. Afinal, até os virus podem se tornarem resistentes a forças que aplicamos neles e os aniquilamos antes. Tenho umas idéias para fazer isto, a nivel de identidade de sistemas, pois o sistema imunológico de defesa humano é uma reprodução da identidade circuital dos sistemas naturais.

Para se entender isto vamos trazer para cá, esta figura:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

O primeiro ser realmente vivo, completo, foi a primeira célula, formada com um núcleo e todas as organelas. Mas de onde a Natureza tirou a “idéia” para fazer uma célula biológica pela primeira vez? Simples evolução universal: o building block sos sistemas astronômicos se “projetou” por inteiro, reproduzindo-se, assim como temos um filho, nosso corpo se projeta por inteiro, se reproduzindo. Vamos esquecer por ora os motivos que causaram a grande mutação em termos de tamanho, substancias, etc. , o que está explicado em outro capitulo. O período de mais ou menos 3 bilhões de anos que durou essa reprodução – desde as primeiras formações de moléculas até chegar à célula final – foi a embriogênese de um novo rebento astronomico, em dimensões microscópicas.

O building block dos sistemas astronômicos tinha sua “matriz genética”, a qual evoluiu para a forma do DNA biológico. Mas essa matriz não era como o DNA, um composto especifico que fica dentro da célula que contem as informações do inteiro sistema celular; ela era o sistema inteiro, assim ela continha todas as informações do sistema. Ela era mais externa que interna.

Aqui dentre os sistemas biológicos, os filhos são em tudo muito semelhantes aos pais, porque o DNA é transmitido de geração a geração encerrado dentro de um pacotinho cromossômico, o que evita bruscas mutações. Mas os building blocks astronômicos se fragmentam em seus bits-informação ( que é toda sua matéria e energia degradada) e não são ejetados cerrados dentro de algum envoltório fechado e sim são espalhados no espaço e em tempos na escala astronômica. Quando tais bits que eram vizinhos próximos no sistema astronomico se encontram na superfície de um astro em boas condições de cultura, eles se juntam na mesma sequencia que estavam e, às vezes, um pequeno pacote de bits já apresenta uma quase vida. Foi isso que fez um único ancestral se diversificar nas milhares ou milhões de espécies biológicas.  Até que finalmente todos os pacotinhos se juntaram num só corpo, e assim surgiu o primeiro sistema biológico completo, a tal da primeira célula.

Bem,… vemos na figura acima do building block astronomico que pulsares e cometas ocupam as posições F4 e F5. Mais tarde F4 foi a função que criou o sistema reprodutor masculino, e F5 a função que criou o espermatozoide. Portanto, os dois ligados ao sistema reprodutivo.

Quando comecei a estudar mais detalhadamente os vírus porque a formula da Matrix/DNA vinha sugerindo novas explicações para tudo que existe em Biologia, e virus – devido seu poder maligno mortal – é algo muito importante para se buscar conhece-los melhor, um primeiro fator me chamou atenção: eles não podem se reproduzirem sozinhos, precisando para isso da maquinaria reprodutora existente dentro de um sistema celular. Mas no momento que penetram uma célula, passam a reproduzirem desvairadamente, como se essa fosse a suprema função de sua existência. Ora… isso era justamente o que faria F4 e F5 na formula da Matrix/DNA. Então surgiu a forte suspeita que virus são pacotinhos genéticos incompletos semeados na superfície da Terra correspondentes aos trechos que vão de F4 a F5, os quais, no building block astronomico são pulsares e cometas.

Um detalhe interessante da Matrix/DNA é que uma função sistêmica universal parece-se com um artista ou trabalhador que seu estilo especifico, unico, de fazer seu trabalho, seja em qualquer ambiente e quais materiais estiverem disponíveis. Cada função sempre modela o seu “corpo”, a sua ferramenta material, da mesma forma, variando apenas em detalhes que não são possíveis manter o modelo original devido muitas diferenças no novo ambiente. Sendo assim, os virus teriam que ter uma forma semelhante ao do pulsar, pois a mesma função, a mesma artista modelou os dois. E quando bato o olho agora numa figura do virus da Aids imediatamente me lembro da forma do pulsar feita na minha figura. Aquelas extensões que mais parecem crateras no corpo do virus imitam exatamente os vulcões dos pulsares. É mais um indicio ( claro, nada mais que mais um indicio apenas) de que a fórmula da Matrix/DNA pode de fato existir e que está – do jeito que a calculei – bem próxima da fórmula real. Por isso vamos manter este registro para engrossar esta longa busca de mais dados sobre virus e pulsares…

Me surge agora a idéia de que uma coisa urgente a fazer aqui é tentar desvendar porque o virus desativa o sistema imunológico de defesa. Este sistema é imitação do circuito inteiro da fórmula, o qual produz a identidade do sistema, o qual deve controlar e manter o sistema existente, como no caso da Matrix fechada, nada de fora pode entrar, o que significaria a morte do sistema. Parece até o caso quando um casal se morre por amores e atração mutua que se fecham num quarto e deixam o mundo acabar lá fora. De dentro do quarto só vai saindo filhos. A casa, o sistema familiar se desorganiza todo. Parece que isto acontece quando a parte masculina representada pelo virus se encontra com a parte feminina que é o nucleo celular. A função masculina reprodutiva é na célula, feita pela mitocôndria, mas de alguma maneira o virus tira a mitocôndria para escanteio. Mas isso será mais uma pesquisa para quando tiver tempo…

 

Diferenças entre astronautas homens e mulheres no espaço: Mais uma acertada previsão da Matrix/DNA

domingo, novembro 23rd, 2014

Baseado em:

Study Investigates How Men and Women Adapt Differently to Spaceflight

http://www.nasa.gov/content/men-women-spaceflight-adaptation/index.html#.VHIYhovF_84

Meu post no artigo da NASA em Google+:

Louis Charles Morelli – Nov,23,2014

If I had time now I would make a careful study of these informations, from the perspective of Matrix/DNA Theory. This theory has predicted it 30 years ago. Astronauts are in space conditions that mimics the astronomic systems conditions which are based on Matrix formula. And there, in free space, the female function of the system is dominant, the male is recessive. So, there is logic here. And using this new formula we could discovering lots of new things for improvement of astronauts’ lives.

The formula had explained why humans have less vision at left eye and the female astronomical dominance was mimicked by the first biological social systems, like ants and bees,with theirs queens…

Veja a formula e capte o que estou dizendo:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

 

Sistema Imunológico: Vídeo Mostra Glóbulos Brancos nos Defendendo de Vermes – E a Explicação da Matrix/DNA

quinta-feira, novembro 20th, 2014

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https://www.facebook.com/video.php?v=735315876561829&set=vb.111604802266276&type=2&theater

Os globulos brancos são de vários tipos. Um tipo específico deles possui um receptor químico compatível com um receptor químico presente na superfície do verme, uma célula apresentadora de antigeno “ativa” os anticorpos e eles se ligam ao verme. Esses receptores são diferentes para bactérias, vírus, vermes… ( esta é uma síntese da explicação da Ciência Oficial)

Mas como a Natureza fêz isto?! Tendo apenas para começar… átomos! E aqui usa apenas poucos tipos de átomos. Como a Natureza consegue mover um pacotinho de átomos – é o que, literalmente, são estes glóbulos brancos – e dirigi-los para realizarem um objetivo préviamente desejado?! Ok, você pode ver um pacotinho de átomos tal como um cisco qualquer, leve, sendo movido pelo vento e outros movimentos ao redor dele, mas nunca este cisco vai realizar um movimento para realizar um objetivo. Ele não é auto-dirigido e nem dirigido por nada mais que meras forças ao acaso. Estes “ciscos” aqui são dirigidos. Como? Porque?! O que eles tem de especial que os pacotes inanimados de átomos – como uma pedra – não tem?

Vamos buscar uma explicação na fórmula da Matrix/DNA…

À primeira vista a resposta está na hierarquia de sistemas. O corpo humano é um sistema maior, dentro do qual aparece um intruso, um sistema menor – o verme. Mas tanto o corpo humano como o verme possuem as mesmas raizes biológicas, talvez um ponto em comum, que seria um ancestral comum. A partir deste ancestral comum, a evolução desenvolveu aceleradamente uma linha que chegou ao corpo humano, e outra linha lenta, quase parando, que ainda está na fase de verme. O verme não deve estar na mesma linha evolucionaria do corpo humano, porque, como o video mostra, são dois sistemas incompativeis, não podem coexistir no mesmo espaço/tempo. Em outras palavras, este verme não é ancestral do corpo humano. Se não é um ancestral menor ou maior que um corpo humano, nem um ancestral mais simples ou mais complexo, o verme não é um sistema-fractal do fractal-sistema corpo humano. Então, forças do sistema maior são perturbadas por forças do sistema menor, pois as forças não estão em sintonia entre si, os dois corpos não dançam o mesmo ritmo da musica. Como o sistema maior reage se for perturbado por ter a propriedade da busca do equilibrio termodinamico por um tipo seu exclusivo de ‘” desejo”, e o verme que tambem tem esta propriedade porem esta em outro caminho de busca deste equilibrio, um entra em conflito com o outro.

O fluxo de energia/informações do sistema maior é diferente do mesmo fluxo no sistema do verme em algum ou alguns pontos. As particulas que estão na frente desta caravana-fluxo tem um destino, que é construir o próximo “F” da fórmula, e para isso usam os materiais ao redor, e nisso encontram o material verme… elas simplesmente o vão moldar para servir de material para sua próxima construção. Então, em relação a corpo humano estas particulas se tornam ” anticorpos,  glóbulos brancos”. Acontece que o verme tambem tem seu fluxo, quase inteiramente coincidente com o fluxo destas particulas, então existem os pontos iguais. Estes pontos é o que entendemos por “receptores quimicos”. Vence a força maior, o sistema menor é desmanchado e usado para construir realimentar a reconstrução continua do maior.

Mas vamos tentar destrinchar melhor isso, pois daqui podemos descobrir novas coisas.

Depois de uma pesquisa fazendo uma paciente busca sobre cada elemento para relembrar nossa memória do que aprendemos na escola:

1) Globulos brancos ? Anticorpos?

2) receptores quimicos ?

3) vermes ?

4) célula apresentadora de antigeno ? 

Astronomia: Matrix/DNA Contra o Standard Model – MSH 11-62

quarta-feira, novembro 19th, 2014

Aqui temos o Chandra obtendo mais uma imagem espetacular e a seguir a interpretação sobre o que significa esta imagem. Note que a interpretação já começa dizendo: ” a imagem mostra os restos da explosão de uma supernova…” como se isto fosse já verdade cientifica comprovada, quando nós sabemos que se realmente é isso esta explosão deveria ter ocorrido a tanto tempo atras impossivel de ter sido registrada cientificamente. O certo seria começar assim: esta imagem – segundo a nossa teoria preferida – ….

Image credit: NASA/CXC/SAO/P. Slane et al.

Então, enviei o seguinte post ao artigo da NASA:

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    Congratulations, marvellous images. Matrix/DNA cosmological model have a question and a suggestion: Which is the proved fact that this image reveals a supernova? Which is the proved fact that this image reveals a supernova formed by the death of a massive star? Please, some answer or links, I will appreciate. By another hand, the presence of X-ray and the nebula of dust surrounding the center was predicted by Matrix/DNA and by its model for electromagnetic spectrum in relation to astronomical systems. But… then, these theory is suggesting that the image reveals a central vortex ( and not a supernova) formed by the death of a prior system ( and not death of a massive star), beginning to produce the germs of baby-stars – phase that must have as template the vibrational state of X-ray). This image must be a point in between F1 and F2, at Matrix/DNA model…

    Vejamos o artigo:

    Supernova Shock Waves, Neutron Stars, and Lobsters

 
Supernova Remnant: A long observation with Chandra of the supernova remnant MSH 11-62 reveals an irregular shell of hot gas, shown in red, surrounding an extended nebula of high energy X-rays, shown in blue. Even though scientists have yet to detect any pulsations from the central object within MSH 11-62, the structure around it has many of the same characteristics as other pulsar wind nebulas. The reverse shock and other, secondary shocks within MSH 11-62 appear to have begun to crush the pulsar wind nebula, possibly contributing to its elongated shape. (Note: the orientation of this image has been rotated by 24 degrees so that north is pointed to the upper left.)
Vejamos algo mais aqui:
Diz o artigo da NASA:
1) A supernova that signals the death of a massive star sends titanic shock waves rumbling through interstellar space.
Matrix/DNA: não é assim que vemos a Natureza funcionar aqui. Nunca vimos algum organismo, ao morrer, emitir ondas chocantes de energia ao seu redor. Porque a Natureza usa um tipo de morte no espaço sideral desde os tempos passados, e mudou aqui na Terra para outro tipo de “morte”? O que vemos aqui na morte natural é corpos lentamente perdendo sua energia, seu principio vital, e depois lentamente se desintegrando… como sugere o modelo cosmológico da Matrix/DNA que funciona a morte de estrelas. É possivel que tenha havido esta mudança brusca da Natureza no seu longo trajeto de evolução universal quando passou da evolução cosmológica para a evolução biológica, como foi a brusca mudança de sistemas fechados em sistemas abertos, mas ainda não conheço os fatos que provam esta mudança no estilo das “mortes”. Ou então os interpretadores estão usando a plavra morte aqui, indevidamente.
Matrix/DNA: É preciso consultar o modelo Matrix/DNA, a respeito desta “an extended nebula of high energy X-rays”. Pelo modelo, se o vórtice central ainda é novo, não deveria ter essa energia aí, mas se já está em estado adiantado, é o previsto. O que é X-ray?  Exato! No modelo de espectro eletro-magnético da Matrix-DNA, o vórtice central está no estado vibratório de raios-X, que corresponde a algum ponto entre F1 e F2, ou seja, entre vótice e baby-star. Mas a matrix/DNA não sugere que ele emitiria ou conteria essa energia, apenas ou a sua “luz” ou ainda seu “corpo magnético”. Na verdade a image capta luz de uma ernergia, apenas a luz, ou apenas a energia?
Light - The Electro-Magnetic Spectrum
Pesquisa:
(Wikipedia) A shock wave is a type of propagating disturbance. Like an ordinary wave, it carries energy and can propagate through a medium (solidliquidgas or plasma) or in some cases in the absence of a material medium, through a field such as anelectromagnetic field. Shock waves are characterized by an abrupt, nearly discontinuous change in the characteristics of the medium.[1] Across a shock there is always an extremely rapid rise in pressuretemperature and density of the flow. In supersonic flows, expansion is achieved through an expansion fan. A shock wave travels through most media at a higher speed than an ordinary wave.

Schlieren photograph of an attached shock on a sharp-nosed supersonic body.

2) An ultra-dense neutron star is usually left behind, which is far from dead, as it spews out a blizzard of high-energy particles.

Continuar pesquisa…

neutron star ?

massive star ?

Outra image parecida:

A Chandra image of G327.1-1.1, a supernova remnant about 29,000 light years from Earth.

A Chandra image of G327.1-1.1, a supernova remnant about 29,000 light years from Earth. Image Credit: NASA/CXC/GSFC/T. Temim et al.

Método da Matrix/DNA: Identificar Tecnologia Natural, Imita-la Como Tecnología Humana

quarta-feira, novembro 19th, 2014

Um passaro voando é uma estupenda tecnologia feita pela Natureza. Um avião gigante suspenso no ar é uma estupenda tecnologia humana. Mas se não existissem passaros voando e humanos para verem-nos, jamais os humanos teriam a idéia para desenvolver e chegar aos aeroplanos.

A fórmula da Matrix/DNA nos chama a atenção para muitos detalhes da Natureza e nos faz raciocinar sobre eles de uma maneira nunca feita antes. Quem iria descobrir que colocando nossas duas mãos com os dedos face a face obtemos exatamente a forma e até a funcionalidade de um par lateral de nucleotideos, a unidade fundamental de informação do DNA?! Só mesmo a Matrix/DNA nos levou a essa percepção depois de milhares de gerações e até os macacos terem vistos suas mãos a milhões de anos.

Então temos uma nova ferramenta que pode alavancar nosso progresso no sentido de resolver-mos muitos dos obstaculos atuais a uma qualidade de vida digna de seres inteligentes. Mãos à obra. Neste website estou sempre registrando novos artigos com novas descobertas destes detalhes da Natureza, mas não tenho tido o tempo e nem os recursos – as ferramentas já existentes – para pensar em instrumentos práticos tecnológicos. Se voce tem algum tempo sobrando e aplicar nisso… está aí uma grande oportunidade.

Prova da Teoria da Matrix/DNA: Um Paralelo com a Teoria da Evolução

quarta-feira, novembro 12th, 2014

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Logo depois que Einstein publicou sua teoria da relatividade geral, a reação dos intelectuais em seu meio foi entre admiração e incredulidade. Antes daquele famoso experimento de dois cientistas provando que a luz de estrelas distantes são curvadas no espaço, Einstein foi criticado e ironizado pelas incrédulos, para os quais sua resposta foi: ” Uma pessoa não tem que provar que sua teoria está certa, apenas que ela faz sentido”.

Longe da pretensão de me comparar ao conhecimento e gênio de Einstein, constato porem que estou na mesma situação. Eu elaborei uma teoria geral, na minha cabeça ela faz mais sentido que todas as outras teoria gerais existentes, e toda vez que mal tentei iniciar a falar desta teoria com qualquer pessoa formada pela cultura acadêmica, ela me corta olhando-me com ironia e profere a sentença fatal: “Você tem provas? Comece provando sua teoria…”

Os evolucionistas não conseguiram provar que o ser humano é produto da evolução natural, ainda. Não adianta trazer milhares de fósseis, evidencias no DNA, evolução artificial produzida em laboratório,… a unica maneira de provar que houve o processo da evolução biológica nos calculados últimos 3,5 bilhões de anos, seria ao autor da teoria inventar uma maquina do tempo e levar humanos a assistir esta História de 3,5 bilhões de anos. Aliás, a minha teoria está sugerindo que, se pudéssemos assistir a História Universal de 13,7 bilhões de anos, acompanhando regressivamente a evolução cosmológica, ainda seríamos enganados e só descobriríamos o engano depois que dessemos um passo no tempo antes do Big Bang: iriamos descobrir que tudo isso que vemos e que mostra o desenrolar de um processo evolutivo, na verdade, nada mais são que meros passos dentro de um grande processo maior: “Reprodução”. A mera reprodução daquilo ou daquele que gerou o Universo. Afinal, uma hipotética espécie de microbios inteligentes vivendo dentro de um óvulo, através de milhares de gerações estaria assistindo continuas transformações e acreditaria existir evolução do mais simples para o mais complexo, mas nós que vemos tudo de fora, sempre saberíamos que estariam vendo reprodução.  Eu estou com o mesmo problema.

Os biólogos evolucionistas estão procurando e cada vez mais trazendo exemplares de fósseis intermediários no processo da evolução e encontrando evidencias inclusive nas geológicas transformações do planeta. Para qualquer humano que mantem controle de suas faculdades mentais definidas como a razão pura produzida pelos processos naturais, sem tê-la corrompida por qualquer fantasia mística, a existência do processo natural da evolução é inquestionável. A principal prova ainda é a enorme coleção de fósseis, mas agora, os dados registrados no DNA ao longo das espécies se tornaram evidencias tambem indubitáveis. Os milhares de exemplares de fósseis diferentes, porem mostrando claramente como uma peça foi modelada e transformada em outra, e assim todos conectados pelo processo evolutivo, foi o que “provou” que uma construída ideia humana formada de conexões naturalmente lógicas, ou seja, uma teoria humana, pode ser aplicada na Natureza e produzir exatamente tudo o que a Natureza nos apresenta de real hoje. Não provaram que de fato, cientificamente, ocorreu a “evolução”, mas isso não nos importa mais: se ela não ocorreu, nós somos capazes de obrigar a natureza a produzi-la… desde que nos dê mais outros 3,5 bilhões de anos, e um sistema solar no estado que estava este.

Quanto ao DNA humano, a principal prova de que ele é um produto de uma longa evolução que passou por muitas espécies ancestrais, é mostrar que o DNA humano contem as mesmas informações, os mesmos genes, de uma longa fila de espécies existentes. E praticamente isso foi feito, coroado de êxito quando provamos que 99% do DNA humano contem o DNA do chimpanzé.

O meu problema é justamente o mesmo: para provar que a Teoria da Matrix/DNA, no que diz respeito à evolução universal, que contem a cosmológica e a biológica, é mais certeira e está mais completa que as outras teorias elaboradas por humanos, é preciso apresentar milhares de diferentes corpos ainda ativos ou fósseis, astronômicos. E ao mesmo tempo mostrar que cada um daqueles corpos pode ser transformado, modelado, em outro exemplar, pelos teorizados mecanismos, mostrando que estes mecanismos podem existir e realmente podem funcionar.  Por exemplo, mostrar que abrindo o envelope cromossômico no espaço sideral, pode-se obter uma enorme diversidade de espécies. E mostrar no DNA onde e como está registrada a história passada da evolução cosmológica.

Isso vem sendo feito com sucesso nos últimos 30 anos, com dados reais, que servem como evidencias, obtidas pelo método cientifico, na área dos fósseis e elos ainda ativos que flutuam no espaço sideral, enquanto cada vez mais poderosos instrumentos de observação e medição são apontados para o Cosmos e trazem a cada dia imagens e informações novas, de astros, nebulosas e galaxias, diferentes entre si; e na área do DNA a cada dia mais descobrindo regiões ativas no que se pensava ser “lixo”, pois a teoria há 30 anos atras previa que a evolução cosmológica está ali registrada. Cada dia mais descobrindo detalhes da maquinaria dos processos e estruturas no DNA que estão sendo coletadas como evidencias do modelo teórico sobre o que era e como estava o estado do precursor do DNA – a Matriz Universal – antes das origens da vida,… quer dizer, antes das transformações de sistemas ancestrais em sistemas biológicos.

Como eu  poderia provar que a teoria traduz a realidade? Indo eu mesmo ao espaço sideral buscar as provas? Exigiram isso tambem do Einstein, um dia:

 

Em primeiro lugar, jamais almejaria obter esta prova porque sei que a teoria não pode traduzir a totalidade da realidade. nenhuma teoria humana pode fazê-lo, pois o cérebro humano ainda tem que desenvolver mais seus atuais 5 ou 6 sensores, ressuscitar sensores ancestrais que encolheram como a antena dos insetos, e produzir ou expressar outros novos, visto que parece razoável a sugestão teórica moderna de que esta realidade contenha no minimo 11 diferentes dimensões, entrelaçadas entre si. Esta teoria não contem a realidade, a Verdade Ultima – se é que esta exista – mas na minha racionalização ela contem uma percentagem maior da realidade que as outras teorias elaboradas por humanos. E como provar isso? Não vou provar isso, apenas me resta gritar aos quatro cantos que ela faz sentido, racional. Assim como os evolucionistas desde Darwin insistiram em fazer suas vozes serem ouvidas tanto que cientistas desafiados se dispuseram a procurar mais fósseis e verificar se os mecanismos sugeridos pela teoria poderiam ter produzido as transformações entre um fóssil e outro.

Um terceiro aspecto inédito trazido e sugerido pela teoria da Matrix/DNA foi a primeira fórmula completa sobre um sistema natural real. O conhecimento humano sobre sistema natural praticamente não existe, confundem-se processos que ocorrem dentro de sistemas como se fossem sistemas, e assim fica realmente difícil provar que a fórmula pode estar correta. Novamente, o que me resta é esperar o trabalho das Ciências de campo, a cada dia descobrindo mais conexões entre objetos, fenômenos e eventos naturais e explicando os mecanismos destas conexões.

A quarta estratégia para se tentar convencer pessoas que uma teoria seja mais correta que outras, é o que as Ciências em geral tem feito com os mitos e religiões. Mão provando que tal coisa não foi produzida por magica ou acaso absoluto, mas mostrando que podemos produzir tal coisa sem mágicas e sem esperar bilhões de anos até que ocorram os imprevistos acidentais. Einstein teve sorte em duas ocasiões onde eu posso ter azares. Primeiro que cientistas fizeram o experimento enquanto ele ainda estava vivo, e segundo que a teoria geral dele estava mais correta e completa que todas as outras teorias existentes. Já Copérnico, Mendell, etc., morreram sem nunca saberem se tiveram sorte ou azares. Por isso não me irrito com as criticas e estarei conformado com a ironia do destino até o ultimo suspiro. E sómente agora entendo porque Einstein, naquela famosa foto com a lingua de fora, quando estava rodeado de jornalistas fazendo perguntas que seus criticos queriam fazer, não se contêve e mostrou numa foto como ele reagia aos opositores. Para o caso de algum dia venham fazer o mesmo, já vou me adiantando e tirando minha “self”:

Louis Charles Morelli

O Universo é Uma Hiper-Esfera? Que Não Está em Expansão? Nova Teoria

terça-feira, novembro 11th, 2014

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http://www.specularium.org/

by Peter J. Carrol

Nebula Ôlho de Gato: Ou o Elo da Matrix Entre Simbiose e Auto-Reciclagem?

segunda-feira, novembro 10th, 2014

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See Explanation.  Clicking on the picture will download the highest resolution version available.

The Cat’s Eye Nebula from Hubble… Or, the Matrix Building Block? Image Credit: NASA, ESA, HEIC, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA)

http://apod.nasa.gov/apod/ap141109.html

Parece-me inacreditavel que o céu que vemos à noite – sempre a mesma simples cena, negro e ponteado de luzes, por todos os lados – contem arquiteturas como esta imagem! E à la americana, me pergunto: What’s going on, here?!”

Eu fui o primeiro homem na Humanidade a errar a respeito de um detalhe de uma maneira que nenhum outro homem errou: desenhei um modelo de sistema astronomico cuja estrutura interna são as simples 7 diferentes formas de astros conhecidos, mas conectados e funcionando de uma maneira que na sua cobertura externa é um semi-organismo vivo. Mas por mais um destes aprontos inexplicaveis do destino, meu equivocado desenho de sonhos de outrora, parece que foi descoberto, copiado e retocado com pinceladas computacionais, pela NASA, e o resultado é a imagem acima. O pior é que, minha loucura foi tanta naquela época ( 30 anos atrás), porque a coisa fazia demasiado sentido lógico e racional em termos de explicar as origens de nossa existencia aqui, que eu corrí a registrar os direitos autorais de uma nova teoria, na qual foram desenhos como estes. E agora? Levo os artistas desocupados da NASA para a Justiça?

Longe disso. Estou sedento por mais informações do espaço celeste e cada nova informação a cada novo dia enviada pela NASA tem sido minha festa diaria, meu pão mental de cada dia que me tem alimentado para suportar esta vida nesta ignorancia quase absoluta.

Tento imaginar esta imagem vendo-a por completo, pelo outro lado, por cima, por baixo, e de dentro dela. E quando me imagino dentro dela, observando-a, imediatamente me sinto dentro da formula da Matrix/DNA e observando-a, a qual foi o resultado maximo da minha imaginada visão do mundo naquela época.

Esta imagem é semelhante ao que teorizei que deve ser um feto, ou embrião, de um “building block de todos os sistemas astronomicos”, ou seja, estelares e galácticos. Basta ver meu desenho e observar que, por exemplo, as imagens que calculei como deveriam ser as formas do nucleo e do pulsar, as posições destes elementos na fórmula, sugeriam que o sistema é bipolar, ou seja, teria que ter dois polos magnéticos, opostos entre si. E os dois polos foi o que primeiro se revelou aos meus olhos quando os pousei sobre esta imagem.

A partir daí, cada estrutura esférica desta imagem pode corresponder a cada “Fs” da minha fórmula,… quer dizer, da fórmula da Matrix/DNA, pois “se” ela realmente existe, ela não é minha, e pela sua grandiosidade, por ser uma obra de extraordinaria engenharia, só poderia pertencer a algum Deus, se existir…

Não se esqueça que eu disse “feto”. Esta imagem sugere como deve ser o estado gasoso misturado com poeira produzida por um sistema “morto” na fase de renascimento, de auto-reciclagem do sistema, ou seja, cada esfera destas é o estado primordial do que virá a ser cada tipo de astro.

Outro detalhe importantissimo, é que esta imagem parece-me que vai ajudar a resolver o que ainda é uma pedrinha incomoda dentro do meu sapato: como calcular a transformação do primeiro processo na formação dos primeiros sistemas astronomicos no segundo processo de formação destes sistemas, ou seja, como os sistemas galácticos e estelares estão se formando.

Vou manter esta imagem com carinho registrada aqui para sempre retornar a cada nova intuição no continuo desenvolvimento desta teoria… e abaixo vai meu comentario postado em ( tambem copiada a interpretação da imagem pela visão de mundo do pessoal acadêmico da NASA…

NASA’s Explanation: To some, it may look like a cat’s eye. The alluring Cat’s Eye nebula, however, lies three thousand light-years from Earth across interstellar space. A classic planetary nebula, the Cat’s Eye (NGC 6543) represents a final, brief yet glorious phase in the life of a sun-like star. This nebula‘s dying central star may have produced the simple, outer pattern of dusty concentric shells by shrugging off outer layersin a series of regular convulsions. But the formation of the beautiful, more complex inner structures is not well understood. Seen so clearly in this digitally sharpened Hubble Space Telescope image, the truly cosmic eye is over half a light-year across. Of course, gazing into this Cat’s Eye, astronomers may well be seeing the fate of our sun, destined to enter its own planetary nebula phase of evolution … in about 5 billion years.