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As Causas e Origens da Crueldade Humana:Investigação

sexta-feira, abril | 1 | 2011

Desde que eu não consigo matar sequer uma barata, mas mataria de bom grado qualquer tipo de predador – como leões, cobras, etc. – um assunto que ocupa muito minha mente e me tem intrigado, e aguçado minha curiosidade, é o que se passa na cabeça de um ser humano capaz de cometer atos cruéis, principalmente contra outros seres humanos.

Tanto assim que vou abrir mais esta categoria de investigação, para ir registrando atos cruéis que tiver conhecimento e tentar analizar os fatos, buscar causas no passado. A cosmovisão da Matriz/DNA não indica nenhuma pista para a existência dêsse mal no mundo antes das origens da vida. Mas como nada foi inventado a partir do nada, das fôrças naturais que existiam nos sistemas pré-vida algumas certamente foram as causas dessa existência em nosso mundo vivo. Mas tenho vasculhado os sistemas naturais em seus aspectos termo-dinâmicos e não consegui ainda detectar quais eram estas fôrças.

Acabei de assistir um filme “Tropa de Elite 2″. A cena de uma jornalista e um fotógrafo que caem nas mãos de homens animalescos me faz o sangue subir à cabeça de tanta revolta, vontade de pega-los e tortura-los da mesma maneira que fizeram com os dois. Mas uma pergunta não me sai da cabeça: “Como pode existir gente assim? Como funciona o cérebro dêles? Que fôrça ou aspecto do mundo, seja natural ou espiritual ou demoníaco, êles representam?

E então me lembro que tem gente que acredita em deus no estilo judaico-cristão. Ora, um deus que tivesse criado um mundo em cujo projeto havia a possibilidade de acontecer apenas 1% das cenas de terror que já aconteceram a seres humanos, seria um deus, no minimo, porco! Capaz de um trabalho dêsses, do mais baixo nível! E total ausência do sentimental amor humano! Quem, tendo coração, sabendo ver o futuro, teria permitido acontecer qualquer cena de vitimas do horror? É por isso que tais crentes foram capazes de quieimar seres humanos em fogueiras e como recentemente, matarem 12 ocidentais no Afeganistão porque alguém queimou um pedaço de papel na Flórida! Como pode a razão humana ter se desviado tanto do racional humano?

Nós temos que recompor a História Total, da Matriz, do código cósmico humano, desde quando ela surgiu no Big Bang e procurar onde acontece êste desvio, qual aspecto ou característica do mundo físico, material, está por trás dessa fôrça da crueldade. Aceito que os seres humanos são descendentes do macaco assassino. De animais canibais. Mas tôdas as cenas de crueldade que vejo no mundo animal tem uma mesma causa: matar para comer… bem pode existir tambem o matar para se apoderar de território. Mas muitas ocorrências de crueldade humana parece não se enquadrarem nestas causas. Então… como isso acontece? Porque acontece? Porque existem seres humanos ruins para outros seres humanos?

A fórmula da Matriz tem que ter alguma dica. Talvez registrando os casos e indícios vamos montando um leque de pistas até encontrar a resposta final. E conhecendo o inimigo, podemos descobrir seu antídoto. Êste assunto é um dos mais importantes para a Humanidade. Vamos sim, prosseguir com êle e aqui voltar sempre que houver novidades.

Eneagrama:Uma Mística Funcional Derivada da Matriz

segunda-feira, março | 28 | 2011

Enneagram

 

Existe uma comunidade em tôrno da IEA – International Enneagram Association –

website: http://www.internationalenneagram.org/index.html

que cultua uma figura, o símbolo acima, com a sugestão de que ela oferece a chave para os humanos melhorarem suas personalidades no sentido de torna-las mais eficientes, principalmente no setor profissional. O que chama a atenção da Matriz é a semelhança com o diagrama fechado da Matriz e a primeira idéia é que realmente pode fazer sentido pois nossa personalidade pode ter sete propriedades principais que seriam determinadas pelas sete funções universais, sendo ainda que estas propriedades representariam os sete diferentes estágios do ciclo vital. Mas existem diferenças, por exemplo, no eneagrama a F4 está ligada a F1 como na Matriz, porem esta ligação não recebe um numero como a F5 da Matriz. Isto pode causar um êrro de situações nas definições da sequ6encia seguinte, ou seja, 6,7,8,9. Uma outra semelhança é que no eneagrama o circuito esférico chega até 4 onde é interrompido para ir a 1. Exatamente como na Matriz quando esta forma o ramo lateral. Mas no eneagrama não existe continuidade do circuito para 5, de onde ele começa novamente. Isto na Matriz representaria quando a energia crescente chega até F4 e daí começa a decrescente. Portanto, à primeira vista esta parece mais uma intuição da exist6encia da Matriz, daquelas quando ela foi vista nebulosamente, quase acertada, que se desviou um pouco para o rumo da mística e depois para o rumo capitalista. Falta-nos na Matriz pesquisar sua estruturação da personalidade humana e quando o formos fazer, será bom pesquisar o que esta associação já fêz. A seguir alguns trechos iniciais da IEA:
Diz a apresentação:

Enneagram
The name enneagram means “drawing of nine” and comes from two Greek words: ennea meaning “nine” and gram meaning “drawing” or “figure.” The Enneagram is a nine-pointed figure inscribed in a circle. The meaning of the symbol itself, together with the personality types organized around the nine points, convey a system of knowledge about nine distinct but interrelated personality types, or nine ways of seeing and experiencing the world.

The Enneagram of personality types is a psycho-spiritual system for mapping the nine possible personalities, like nine facets of a stone that develop through the natural growth of the human psyche.

The Enneagram symbol is said to be thousands of years old. It is composed of three parts, the circle, the inner triangle, and the “periodic figure.” According to esoteric spiritual tradition, the circle symbolizes unity, the inner triangle symbolizes the “law of three,” and the hexagonal periodic figure represents the “law of seven.” These three elements constitute the Enneagram.

Constelação Sistêmica: Será verdade?

segunda-feira, março | 28 | 2011

Existe aqui um importante assunto para pensar e pesquisar. Na técnica para produzir hologramas, quando se corta ao meio uma foto de uma maçã, cada metade do filme ainda contem a maçã inteira (ver final do segundo artigo abaixo). Acontece que o filme não mostra a olho nu a foto da maçã, mas sim um conjunto de ondas como as formadas na água de um lago após cair uma pedra. Isto se chama “Interferência”, ou seja, o quadro de ondas é produzido pelo encontro e colisão de dois feixes de luz. Os estudiosos até hoje nunca explicaram o fen6omeno, só se sabe descrever o que acontece, o que se vê. Talvez a Matriz tenha descoberto o mecanismo do fenômeno, quando explica como a metade esquerda da face da Matriz se reproduz como face direita porque tôdas as informações da face direita estão contidas na esquerda e vice-versa. Eu precisaria muito assistir essa esperiência pois acho que descobriria coisas importantes sôbre as ondas de luz. Assim apenas mentalmente não consigo figurar o processo. 

Constelação Sistêmica é o nome de uma crença que aplica um método que se diz terapêutico. Tendo o website abaixo, o qual não lí tudo, há um interessante vídeo sôbre a autora Vera Bassoi mostrando uma sessão terapêutica onde se sugere que a doente foi curada. Um dos principios da crença é que cada pessoa tem em si o registro de tôda sua familia e de todas as familias suas antepassadas, e muitos dos problemas patológicos dessa pessoa são causados por traumas ocorridos com outras pessoas destas familias. Tem dois artigos interessantes, copiados abaixo, com dicas que interessam à Matriz.

Assim numa breve análise e sem conhecer a causa dessa comunidade, eu não concordei com a sugestão de que uma ocorrência em passado muito distante, numa geração distante, onde uma pessoa foi traumatizada, faz com que as almas de todos os envolvidos estejam sofrendo as consequencias. E que uma simples sessão feita agora pela senhora Vera resolveria o problema em todaas estas almas, alem do paciente vivo. Isto seria chamar as almas de burras, inaptas e isoladas. Como então alguém está sofrendo por milhares de anos e não buscou a causa, nada fêz? E a solução seria tão fácil?! Isso não faz sentido. Mas esta narrativa pode conter alguma jóia. É possível que todos os antepassados estejam registrados no DNA do paciente, inclusice psiscologia. Então um antepassado registrado com um trauma faz com que aquela região genética não funcione bem, causando os sintomas como no caso da paciente do vídeo. Porem ainda fica a questão de como seriam registradas as experiencias de vida de cada antepassado. Pois a partir do momento que uma nova cópia do DNA familiar constituiu-se formando um novo membro, essa cópia deslocou-se do tronco principal e nada o que vai acontecer com ela seria registrado de volta no tronco. Mas pode ser que as experiencias de vida, principalmente aquelas com marcante trauma, vão sendo registradas na cópia, e quando a pessoa tem um filho, aí sim as experiencias de vida, os fortes traumas são incorporados no tronco. mas isto só valeria para traumas ocorridos antes da pessoa ter filhos, o que significa que traumas ocorridos na velhice nunca serão incorporados. By the way, teria-se que provar que os traumas são registrados no DNA, que fatos e operações mentais ( como por exemplo, a exclusão de um membro da familia) sejam registrados, etc. Mas a principal pergunta a ser respondida aqui é: a paciente realmente foi curada? Se sim, então essa idéia deve ser registrada e considerada. Por isso ela está aqui registrada no blog. vejamos os dois artigos (notas importantes grifadas por mim em vermelho):

 Comunidade Brasileira dos Consteladores Sistêmicos

http://www.consteladoressistemicos.com/index.php/artigos/54-os-principios-da-fisica-quantica-aplicados-nas-constelacoes

Os princípios da Física Quântica aplicados nas Constelações Sistêmicas – por Vera Bassoi

Quando explico o que é uma constelação familiar e como é o uso da técnica, percebo que existe uma grande dificuldade das pessoas entenderem como se dá esse processo.

Por ser muito recente a introdução das constelações no Brasil e por ser, também,   completamente diferente dos padrões convencionais de técnicas psicoterápicas, a dificuldade maior existe por falta do conhecimento de determinados princípios fundamentais da Física Quântica que embasam os fenômenos energéticos.

A constelação ocorre dentro de um campo de energia (campo quântico) que se forma com a participação de um grupo de pessoas que entram em sintonia com a energia do sistema familiar daquele que vem em busca de soluções para as suas dores pessoais. É preciso lembrar que dentro de um sistema familiar existem pessoas vivas e outras que já morreram.

Para entrar em sintonia não é preciso fazer nada, a não ser estar ali presente e perceber as sensações que ocorrem no seu corpo, como também as emoções que poderá sentir em determinado momento. É importante deixar a razão de lado e conectar-se tão somente às sensações e emoções.

• O primeiro ponto a ser compreendido e aceito é o fato de que a nossa mente não está localizada no cérebro, portanto, ela é “não local” (princípio quântico da não-localidade dos elétrons como ondas), portanto, a mente é energia e os pensamentos são ondas emitidas que circulam pela atmosfera.  Como uma onda de rádio, de televisão ou de celular pode ser captada a distância, assim também é possível captar os pensamentos, sentimentos e dores emocionais daqueles que fazem parte de um determinado sistema familiar.

Por sinal, a Parapsicologia já provou a telepatia há muito tempo. Só que nas constelações, vamos além da telepatia, dado que acessamos não só os pensamentos, mas também as dores físicas, emocionais e espirituais do sistema como um todo, incluindo os antepassados, não importando a quantas gerações haja se formado um nó energético que enredou aqueles que vieram depois e que foram atraídos por vibrarem na mesma freqüência das ondas eletromagnéticas transgeracionais.

• O segundo ponto a ser compreendido é que nós não somos apenas este corpo físico visível com o qual nos identificamos.  Como todas as coisas que existem na Natureza, somos constituídos de energia. A parte visível é a energia condensada que os nossos olhos vêem e que podemos sentir através do tato. Nosso corpo físico é tridimensional o que, naturalmente, nos leva à compreensão de que os olhos enxergam tudo que está na terceira dimensão. Entretanto, a maior parte do que somos é invisível aos olhos porque é energia sutil, não condensada, e está em todas as dimensões simultaneamente. Portanto, além do corpo físico temos um campo bio-eletromagnético que permeia e contorna o físico e que é invisível aos olhos comuns. Esse campo energético é conhecido pelo nome de “aura”.

Desde a antiguidade que os povos do oriente têm conhecimento da “aura” e encontramos esse conhecimento registrado em muitos livros por diversos autores. Pessoas que possuíam o dom de ver além do físico, as chamadas clarividentes, relataram suas observações que mais tarde foram comprovadas através de aparelhos de radiestesia, pela foto Kirlian ou bio-eletrografia e hoje, com aparelhagem mais sofisticada, pode ser vista e analisada em tempo real através da tela de computadores preparados para tal. Portanto, não há mais como duvidar da existência da energia que constitui a maior parte do ser humano. (Nota: Trabalhei durante 15 anos com a bio-eletrografia, analisando as chamadas fotos kirlian. No entanto, acompanhando o avanço tecnológico dentro desse campo, não pude deixar de mudar para o biosensor quântico que mostra, não só a aura, como também os sete chackras principais, ao vivo e a cores, na tela do computador – é fantástico! ).

• O terceiro princípio da Física Quântica, que é primordial  e deve ser considerado nas constelações, é a questão do tempo, ou seja, o presente, o passado e o futuro estão ocorrendo simultaneamente no aqui/agora.

Sei que essa questão é muito difícil de ser interpretada pelo fato de que sempre consideramos o tempo linearmente, ou melhor, sempre pensamos que o tempo pode ser representado por uma linha reta horizontal onde o passado fica a esquerda, o presente é um ponto central e o futuro fica a direita.

Essa idéia está tão fortemente enraizada que dificulta a mudança de parâmetros quando lidamos com o passado, principalmente um passado distante, trazendo-o para o aqui e agora no presente, com o intuito de apaziguar a alma daqueles que foram injustiçados, daqueles que morreram com mágoas no coração, daqueles que levaram culpa em suas almas, daqueles que foram excluídos do seio familiar, que morreram nas guerras sangrentas, que foram abandonados, traídos, não amados, abortados, acidentados cuja vida foi ceifada prematuramente, etc…

A meu ver, o que a constelação familiar faz de mais espetacular, e que até agora não vi nem ouvi nenhum colega da área comentar, mesmo  em todos os cursos que já freqüentei com especialistas consteladores, e que vejo constantemente acontecer, é a cura das almas dos antepassados, aliás, de muitas almas, além da cura das feridas emocionais daquele cliente que trás a questão a ser trabalhada e, ainda mais, com o efeito dominó que essa cura tem em todos os membros do sistema familiar atual. Esse efeito dominó também atinge aqueles que vêm depois, ou seja, as futuras gerações.

Portanto, as constelações, quando feitas com amorosidade, não só mostram para o cliente onde aquele determinado nó teve início, como mostra que não podemos absolutamente julgar ninguém, muito menos aqueles que tiveram destinos pesados. E isso cura a alma do cliente quando ele entende que por um amor cego, inconsciente, a alma dele resolveu assumir algumas dificuldades que eram de alguém que foi excluído do seu sistema familiar tendo causado um desequilíbrio e uma grande dor na alma da família; portanto, por uma causa maior, para que se restabeleça o equilíbrio rompido, a alma dele (cliente) se entregou em sacrifício.

A partir daí eu o esclareço que seu sacrifício inconsciente não foi suficiente para estabilizar ou repor a ordem dentro do sistema, mas que é possível conscientemente fazer isso agora, desde que o passado, o presente e o futuro estão acontecendo neste instante. Então, no devido momento, os excluídos são novamente incluídos no seio familiar, as reconciliações são feitas, os antepassados são honrados, e todo o sistema vai se acertando, novamente, com a participação do representante do cliente que, na verdade, representa a alma dele.

Todas as dores vão desaparecendo, cada um vai encontrando o seu devido lugar, a consciência se modifica dando lugar a uma ordem do amor.

É nítida a transformação que ocorre em cada um, principalmente no cliente que, no final, entra no lugar onde estava o seu representante. E dali ele tem a visão de todo o sistema rearranjado. Sente-se leve e feliz.

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O Cérebro Como Holograma – Onde se Localiza a Memória? – (Vera Bassoi)       

Seg, 13 de Dezembro de 2010 11:01 

 (resumo feito por Vera Bassoi do capítulo 1 – sub-ítem 1 – do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot – edição esgotada)

 ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?

  Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.

Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.

Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.

Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.

 Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.

Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.

O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.

Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.

Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.

 Como isso seria possível?!

Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.

Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.

Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.

Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.

Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.

 O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.

Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.

Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.

 Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.

Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).

A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.

Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.

Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).

 Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.

Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.

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Carbono: Até que enfim a Ciência acordou para a importância dêsse elemento para a Vida.

terça-feira, março | 8 | 2011

Porque foi o átomo de carbono escolhido para constituir o corpo do Senhor da Terra, dentre os mais de duzentos tipos de átomos existentes?!

Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo, isto aconteceu porque dentre todos os tipos de átomos, o carbono é o mais fiel precursor do DNA, a cópia fiel e mensageira da Matriz. Vejamos como…

O carbono é um dos elementos químicos mais importantes para os seres humanos. Ele forma a base da vida como a conhecemos, é o ingrediente central em muitas fontes de energia e desempenha um papel fundamental no nosso clima. Em uma máquina de escala planetária chamado ciclo do carbono, o elemento circula entre os oceanos e a atmosfera, para dentro e para fora da crosta terrestre, e através de seres vivos que o digerem, processando-o quimicamente, e redepositando-o de volta no planeta. Mas, mesmo neste imenso ciclo, pensa-se que apenas possa conter uma pequena parte da quantidade total de carbono do nosso planeta, o restante estará nas profundidades por baixo da superfície. Mas não muito se tem estudado êste elemento em relação à Vida. Agora uma equipe de cientistas financiada pela Alfred P. Sloan Foundation criaram o projeto  Deep Carbon Observatory já prevendo dez anos de pesquisas.

 “Quando se faz uma retrospectiva e ao fazer perguntas fundamentais sobre o carbono na Terra“, disse Russell Hemley, também do Laboratório de Geofísica e co-líder do programa, ”percebemos que há muita coisa que não sabemos sobre esse importante elemento“. Agora, no primeiro ano de sua existência planeada para uma década, o DCO visa reformular a nossa compreensão do papel fundamental do carbono na biologia, química e física do interior da Terra. Alguns dos instrumentos previstos para o observatório nem sequer existem. A equipa de cientistas espera desenvolver um dispositivo que é um detector de pequeno porte. Este poderá ser colocado em um vulcão activo para medir a quantidade de carbono que liberta. Outros instrumentos vão extrair dados de recursos existentes, nos poços e minas mais profundas.

Comentário da Matriz/DNA:

O carbono tem sido dentre todos os átomos o que mais ocupa a pesquisa dentro da Teoria. Porque foi o carbono escolhido para compor o corpo do senhor da Terra? Conforme sugerem os modêlos, a fôrma de sistema matricial perfeito que veio dos astros para produzir a Vida na Terra apresenta seis funções em seu circuito externo total.  A sétima função, a de numero 5, não seria utilizável nas combinações atômicas das primeiras moléculas orgânicas, pois primeiro porque não se trata de reciclar átomo algum e segundo porque tinha que se evitar uma cópia de sistema fechado. Sabendo-se que essa fôrma veio antes dos átomos para a galáxia, supomos que o átomo com seis partículas deve ser o que melhor representa a Matriz dentre os átomos, seria êle a cópia fiel, o principal veiculo de sua propagação no mundo atômico.  Nêle o código cósmico se implantou em primeiro lugar para a partir dêle iniciar as combinações com outros átomos ( note que o carbono está no centro de todos os 20 aminoácidos que foram utilizados pela Vida). Observe-se que os outros átomos ditos de pêso médio que foram convocados para fazer parte da Vida, como o nitrogênio tem numero atômico oscilando perto dessa base 6. O oxigênio, com onze será justamente o elemento deflagrador da entropia do sistema biológico, por isso êle é oxidativo. De qualquer maneira o mundo atômico ainda não foi abordado devidamente pela pesquisa da teoria, por falta de tempo, mas já se produziu um novo modêlo de átomo enriquecido com algumas propriedades biológicas que difere do modêlo atual oficial, o qual está em outro artigo. Nesta categoria vamos iniciar a compilar toda informação importante e relacionada à Matriz que encontrar-mos.

A seguir o texto em Inglês registrado para futuras pesquisas e aguardando tradução.

 The Hunt For Earth’s Missing Carbon

An international team of scientists begins a ten year survey of the ‘most important element’

Feb 20, 2011

By Eric Betz, ISNS Contributor

Inside Science News Service

 (ISNS) — Deep beneath the surface of the Earth, a vast and unseen community of strange, microscopic lifeforms quietly subsists on the heat rising from our planet’s interior.

In its total mass, this life might rival all that walks, crawls, stands, swims and soars above it, but scientists don’t know for sure. Life has already been found in the deepest layer of Earth’s crust, nearly one mile down, but scientists expect to find life thriving even deeper. Studying mysteries like this one is a task for the Deep Carbon Observatory, a new project that will search out not just life but everything carbon-related that lies beneath our feet.

“Twenty years ago, the idea that there was a deep underground biosphere would have been laughed at,” said Robert Hazen, a research scientist at the Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, D.C., and leader of the Deep Carbon Observatory. “But we now know there is, because anywhere you drill you find life.” He spoke about the project on February 20 during the American Association for the Advancement of Science meeting in Washington, D.C.

Now in the first year of its planned decade-long existence, the Deep Carbon Observatory aims to reshape our fundamental understanding of carbon’s role in the biology, chemistry, and physics of Earth’s interior. Unlike typical astronomical observatories, which consist of a single instrument at a fixed location, the Deep Carbon Observatory will be a distributed operation, requiring a wide variety of instruments installed at locations around the world.

“We really don’t know to a factor of 20-30 how much carbon there is in our planet,” Hazen said. 

Carbon is among the most important chemical elements to humans. It forms the basis of life as we know it, is the central ingredient in many energy sources and plays a key part in our climate. In a planetary-scale machine called the carbon cycle, the element circulates among the oceans and atmosphere, into and out of the Earth’s crust, and through living creatures that take it up, chemically process it, and redeposit it back into the planet. But even this immense cycle is thought to contain only a small part of total amount of carbon in our planet, with the rest locked deep beneath the surface.

“When you step back and ask fundamental questions about carbon in the Earth,” said Russell Hemley, also of the Geophysical Laboratory and co-leader of the program, “you realize there is a great deal that we do not know about this important element.”

Scientists believe that the subterranean microbes, some of them isolated from Earth’s surface since before the dawn of humanity, crucially influence the engines that drive our planet’s interior. The microbes process carbon relatively quickly, making them an important step in the carbon cycle. But the team behind the Deep Carbon Observatory says the project could also answer questions about many other issues.

The observatory is being funded by the Alfred P. Sloan Foundation, which has previously supported similarly large and ambitious science projects. The Sloan Digital Sky Survey, for example, has investigated the mysterious, universe-filling dark matter and dark energy, which are thought to be responsible for invisible effects of gravity and the cause of the increasing rate of expansion of the universe, respectively. The Census of Marine Life recently completed a survey of the abundance, diversity, and distribution of ocean life. Together, these programs cost hundreds of millions of dollars.

Still in its infancy, the Deep Carbon Observatory has yet to make any big discoveries. Efforts so far have mostly focused on galvanizing interest and participation by governments, industry, and geoscientists across the globe.

Some of the instruments envisioned for the observatory don’t even exist yet. One device the scientific team hopes to develop is a small detector that can be placed on an active volcano to measure the amount of carbon it releases. Other instruments will extract data from existing resources, like the world’s deepest drillshafts and mines.

“We want to see if we can get microbiologists on site at every deep drilling site in the world so we can collect samples before they can be contaminated,” Hazen said. “We’re learning fascinating things about a biosphere that lives in very different conditions than we’re familiar with.”

The goal of the project is to answer basic science questions, but industry already has its eyes on the research. In the past year, two of the world’s largest natural gas reserves have been discovered off the coasts of Israel and Brazil. Hazen says his team has plans to study these methane reservoirs to see if the gas has its origins in biological processes underground, or high-pressure chemical reactions occurring at great depths. Last summer, scientists from the Shell Oil Company, which is a participant in the project, hosted a Deep Carbon Observatory workshop aimed at identify research directions.

“Science is not cataloging all the things we know, it’s exploring the things we don’t,” said Hazen. He suggested that discoveries by the Deep Carbon Observatory could lead to Nobel Prizes in chemistry and physics ten years from now. “We want to find the carbon equivalent of dark energy,” Hazen said

Animate And Inanimate Matter: checar êstes links

terça-feira, fevereiro | 15 | 2011

HenisDov – May 06, 2009

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Animate And Inanimate Matter Have Something In Common!
Read All About It! Unbelievable!
The Wheel Is Invented!
Living And Non-living Matter Follow Same Rules?

A. Can Living And Non-living Follow Same Rules? Unifying The Animate And Inanimate Designs Of Nature
http://www.scienc…3104.htm

B. “22nd Century Conception Of Unified Field Theory And Evolution”

1. EVOLUTION Beyond Darwin 200
http://www.physfo…ic=14988&st=405&#entry396201
http://www.the-sc…age#1407

2. The following brief essays present the 22nd century comprehension of evolution. They preserve Darwin’s name in reference to Life Evolution in respect and appreciation of Darwin’s promotion of the concept of evolution in life.

Life’s Manifest
http://www.the-sc…112.page#578]http://www.the-sc…page#578[/url]

Culture, A Ubiquitous Biological Entity
http://www.the-sc…/98.page

Life And Darwinian Evolution, 21st Century Comprehension
http://www.the-sc…112.page

Rethink Unified Field Theory And Evolution
http://www.the-sc…page#982

C. On Cosmic Energy And Mass Evolutions
http://www.physfo…ic=25398&st=15&#entry408520
http://www.physfo…ic=25437&st=0&#entry408242

As mass is just another face of energy it is commonsensible to regard not only life, but mass in general, as a format of temporarily constrained energy.

It therefore ensues that whereas the expanding cosmic constructs, the galaxies clusters, are – overall – continuously converting “their share” of original pre-inflation mass back to energy, the overall evolution WITHIN them, within the clusters, is in the opposite direction, temporarily constrained energy packages such as black holes, biospheres and other energy-storing-mass-formats are precariuosly forming and “doing best” to survive as long as “possible”…

Respectfully yours,

Dov Henis
(Comments From The 22nd Century)

Fotons da Energia Solar via Cyanobacteria

domingo, fevereiro | 6 | 2011

Captar a energia solar para seus experimentos é uma meta da Matriz/DNA. Mas não existe apenas o método artificial para essa captação. Ela pode ser tambem através de bactéria.

http://en.wikipedia.org/wiki/Cyanobacteria

Cyanobacteria utilize the energy of sunlight to drive photosynthesis, a process where the energy of light is used to split water molecules into oxygen, protons, and electrons. While most of the high-energy electrons derived from water are utilized by the cyanobacterial cells for their own needs, a fraction of these electrons are donated to the external environment via electrogenic activity. Cyanobacterial electrogenic activity is an important microbiological conduit of solar energy into the biosphere.

Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

terça-feira, fevereiro | 1 | 2011

Cientistas identificaram pela primeira vez, o ritmo circadiano de 24 horas, de todas as formas de vida.

Artigo publicado em: OUGET

http://www.tecnologiasdeultimogrito.com/identificaram-relgio-biolgico-seres-vivos/

( Nota dêste autor: o que é ciclo circadiano:

WIKIPEDIA 

(Redirecionado de Ciclo circadiano)

Ritmo circadiano, ou ciclo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar. O ritmo circadiano regula todos os ritmos materiais bem como muitos dos ritmos psicológicos do corpo humano, com influência sobre, por exemplo, a digestão ou o estado de vigília, passando pelo crescimento e pela renovação das células, assim como a subida ou descida da temperatura. O “relógio” que processa e monitora todos estes processos encontra-se localizado numa área cerebral denominada núcleo supraquiasmático, localizado no hipotálamo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias. Pesquisas recentes expandiram o sentido do termo, demonstrando que os ritmos circadianos estão também relacionados às marés, ao ciclo lunar e também à dinâmica climática da Terra através das correntes eólicas e marítimas, em especial se observado com relação aos animais migratórios. Dessa forma, a dinâmica circadiana não se reduz a uma questão fisiológica, mas também a uma conjuntura astronômica, geológica e ecológica.

O núcleo supraquiasmatico(NSQ)encontra-se em cima, ou seja “supra” do quiasma óptico, recebendo a luz pela via retino-hipotalamica.

Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria nos mamíferos nos núcleos supraquiasmáticos do hipotálamo e estes, por sua vez, estão sob controle temporal por agentes sincronizadores, como a luz)

File:Biological clock human.svg

 

 The first modern observation of endogenous circadian oscillation was by the French scientist Jean-Jacques d’Ortous de Mairan in the 18th century; he noted that 24-hour patterns in the movement of the leaves of the plant Mimosa pudica continued even when the plants were kept in constant darkness.

( Importante anotar isto. Parece que o relógio biológico não depende de conexão direta entre um corpo e as fôrças da luz solar, pois êle funciona tambem quando o corpo é mantido na escuridão.)

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(continuação do artigo da OUGET)

Esta descoberta, vem revelar o mecanismo que controla o relógio biológico interno dos seres vivos (desde os humanos às algas), desde os primórdios da sua existência na Terra.

A pesquisa vem fornecer importantes informações, acerca de problemas de saúde relacionados com a desregulação dos relógios biológicos das pessoas, como por exemplo: os pilotos, os trabalhadores por turnos, entre outros.

O ritmo circadiano de 24 horas foi identificado nas células vermelhas do sangue. Esta informação é particularmente importante, porque até agora pensava-se que o relógio biológico estaria relacionado com a atividade do ADN e genética, mas ao contrário das outras células do corpo, os glóbulos vermelhos não têm ADN.

( Nota dêste autor: O que são “células vermelhas do sangue”:

WIKIPEDIA:

Hemácia

(Redirecionado de Células vermelhas do sangue)
 

Hemácias.

Da esq. para a dir. Hemácia, um trombócito e um leucócito.

Glóbulos vermelhos são unidades morfológicas da série vermelha do sangue, também designadas por eritrócitos ou hemácias, que estão presentes no sangue . São constituídas basicamente por globulina e hemoglobina (composta de 4 moléculas protéicas de estrutura terciária e 4 grupamentos heme que contém o ferro (cada íon ferro é capaz de se ligar frouxamente a dois átomos de oxigênio), um para cada molécula de hemoglobina), e a sua função é transportar o oxigênio (principalmente) e o gás carbônico (em menor quantidade) aos tecidos. Os eritrócitos vivem por aproximadamente 120 dias.

Red blood cells  take up oxygen in the lungs or gills and release it while squeezing through the body’s capillaries. These cells’ cytoplasm is rich in hemoglobin, an iron-containing biomolecule that can bind oxygen and is responsible for the blood’s red color. In humans, mature red blood cells are flexible biconcave disks that lack a cell nucleus and most organelles.  The cells develop in the bone marrow (medula óssea) and circulate for about 100–120 days in the body before their components are recycled by macrophages.  Approximately a quarter of the cells in the human body are red blood cells. Human red blood cells take on average 20 seconds to complete one cycle of circulation.)

(Nota: As células vermelhas vão aos pulmões e branquias onde recolhem o oxigênio e começam a circulação. Isto está indicando que a respiração está ligada ao relógio biológico, ao ritmo do sistema astronomico? Estas células são produzidas na medula óssea: sendo o esqueleto a estrutura do corpo, estaria êle conectado ( ou representando) com a estrutura da galáxia?)

 

File:Erytrocyte deoxy to oxy v0.7.gifAn animation of a typical human red blood cell cycle in the circulatory system. This animation occurs at real time (20 seconds of cycle) and shows the red blood cell deform as it enters capillaries, as well as changing color as it alternates in states of oxygenation along the circulatory system. (Mas só vai na perna esquerda? E a direita, como fica, coitada!? Obs.: Não é que eu sou chato, eu sou um cientista que exige exatidão nas coisas. Se eu disse perna esquerda e todos os outros humanos corrigem dizendo que aquela é a direita eu pergunto: “Quem disse que é direita? É direita em relação a quê? Ao Polo Norte? E quem disse que aquêle Polo é o norte? Porque não pode ser o sul?  A Terra é redonda e gira, não tem lados esquerdo e direito! Então… o lado direito do corpo é direito segundo qual ponto de referencia? O poste da esquina? Se eu quero dizer que aquela é a perna esquerda, ninguëm tem nada com isso! Ora bolas!)

Vejamos onde estas células são produzidas:

File:Caput femoris cortex medulla.jpg

A femur with a cortex of cortical bone and medulla of trabecular bone showing its red bone marrow and a focus of yellow bone marrow.

The stroma (the connective, functionally supportive framework of a biological cell, tissue, or organ)  is indirectly involved in hematopoiesis, since it provides the hematopoietic microenvironment that facilitates hematopoiesis by the parenchymal cells. For instance, they generate colony stimulating factors, affecting hematopoiesis.

( Êpa! Colony stimulating factors? Isto parece relaciona a ciclos. Vejamos o que é:

Colony-stimulating factor

Colony-stimulating factors (CSFs) are secreted glycoproteins which bind to receptor proteins on the surfaces of hemopoietic stem cells and thereby activate intracellular signaling pathways which can cause the cells to proliferate and differentiate into a specific kind of blood cell (usually white blood cells; for red blood cell formation see erythropoietin).

( Este é o nosso problema estudando a natureza sob o ponto de vista sistêmico: para se investigar um determinado ítem temos que dar uma volta ao Universo e na sua idade total, pois tudo está conectado. Agora vemos que as células vermelhas contem colesterol em sua membrana, então o colesterol pode estar relacionado com o relógio biológico e estas doenças derivadas do mal colesterol pode ser uma desritmia devido a stress que é incorporada pelo colesterol e levada a todo o corpo, pois ele está dentro das células vermelhas do sangue. Vejamos algo da membrana destas células:

Membrane lipids

  
The most common erythrocyte cell membrane lipids, schematically disposed as they are distributed on the bilayer. Relative abundances are not at scale.

( Repare como a Matriz-software de Sistema Perfeito é desfigurada, torcida e retorcida, fragmentada e reajuntada, ao nível molecular. A cruz no centro das moléculas é a reprodução da Matriz em forma de pentágono espiralado, mas aqui – devido as moléculas serem trechos da Matriz e portanto são “pedaços de circuitos”, abertos, um átomo representando uma Função Universal se liga a átomos externos elaborando longas cadeias, como é o caso do phosphatid Inositol)

The erythrocyte cell membrane comprises a typical lipid bilayer, similar to what can be found in virtually all human cells. Simply put, this lipid bilayer is composed of cholesterol and phospholipids in equal proportions by weight. The lipid composition is important as it defines many physical properties such as membrane permeability and fluidity. Additionally, the activity of many membrane proteins is regulated by interactions with lipids in the bilayer.

 

File:RBC membrane major proteins.png

Red Blood Cell membrane major proteins

(Vamos acompanhar estas proteínas com a maior atenção… se é que a membrana destas células tem a ver com o relógio biológico)

Both PS and phosphatidylinositol-4,5-bisphosphate (PIP2) can regulate membrane mechanical function, due to their interactions with skeletal proteins such as spectrin and protein 4.1R. Recent studies have shown that binding of spectrin to PS promotes membrane mechanical stability.

( Êpa! Membrane Mechanical Function and Stability ! Relógio biológico é isto: Regulação  Mecânica do Organismo. Por isso nosso Ciclo Cardiano interage e/ou é produzido pelo sistema astronômico: êste é puramente mecânico e esta propriedade foi trasferida à sua cria, os sistemas biológicos, atuando diretamente sôbre a estrutura mecânica do organismo.) 

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Segundo Akhilesh Reddy, estudante da Universidade de Cambridge e principal autor do estudo, “As implicações disto para a saúde, são múltiplas. Nós sabemos que os relógios desregulados (causados por trabalhos por turnos e jet-lag por exemplo) são associados a doenças metabólicas como diabetes, problemas de saúde mental e até mesmo cancro.

Reddy disse ainda que, “Com o conhecimento de como funcionam as células do relógio biológico a nosso favor, esperamos começar a ver claramente as ligações com estes distúrbios. Isto (a longo prazo) levará a novas terapias que há um par de anos atrás, não teria sido sequer possível imaginar.

Método de estudo

Os investigadores descobriram o ritmo de 24 horas nas amostras de peroxirredoxinas, tanto para as células vermelhas do sangue, como nas algas. As amostras foram mantidas no escuro e tiradas em intervalos regulares durante vários dias.

( Hummm… Então as Peroxirredoxinas são importantes no inteiro processo do relógio biológico. Vejamos o que é isso:

Wikipedia:

Peroxiredoxin

Structure of AhpC, a bacterial 2-cysteine peroxiredoxin from Salmonella typhimurium.
 
( Está aí! A forma do circuito da Matriz astronômica! Esta é uma enzima que está dentro das células vermelhas do sangue que desempenham função decisiva no relógio biológico ou ciclo arcadiano que se constitui num ritmo sincronizado que afeta tôdas as coisas dentro so sistema solar. Ora, se vemos que o mesmo circuito no nivel astronomico se repete no nivel microscópico então estamos presenciando um fenômeno de “fractais”. Se realmente existe essa hipótese, se for provado que existe “fractologia”aqui, estarão provadas a existência do software natural Matriz/DNA e o nosso modêlo cosmológico! Raios, temos que nos aprofundar nessa pesquisa.) 

Peroxiredoxins  are a ubiquitous family of antioxidant enzymes that also control cytokine-induced peroxide levels and thereby mediate signal transduction in mammalian cells.

 Recent research has found that they are the oldest common mechanism responsible for the 24-hour internal clock of almost all life on earth.

Plant 2-Cys peroxiredoxins are post-translationally targeted to chloroplasts [10], where they protect the photosynthetic membrane against photooxidative damage [11].

Nuclear gene expression depends on chloroplast-to-nucleus signalling and responds to photosynthetic signals, such as the acceptor availability at photosystem II and ABA

( Cloroplastos estão ligados a luz solar e emitem sinais ao nucleo o que produz expressão de genes… muito interessante! )

Conclusão

Tanto nas amostras com os glóbulos vermelhos como nas amostras com algas, foi encontrado o ritmo biológico de 24 horas, mesmo quando o ADN já não estava ativo.

Andrew Millar, liderando o estudo na Universidade de Edimburgo Escola de Ciências Biológicas, disse que, Esta pesquisa pioneira mostra que os relógios do corpo são mecanismos antigos, que têm permanecido connosco ao longo de um bilião de anos de evolução. Estes devem ser muito mais importantes e sofisticados, do que previamente se pensava. Serão necessários mais estudos, para determinar como e por quê, de estes relógios se desenvolveram nas pessoas (e em todos os outros seres vivos na Terra) e qual o papel que eles desempenham no controlo dos nossos corpos.

Outros estudos relacionados têm sido publicados, e revelam por exemplo: indícios de que o relógio circadiano controla os padrões de atividades diárias e sazonais, desde os ciclos de sono às migrações de borboletas.

Fonte: University of Cambridge

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Artigos nêste Website Relacionados ao Relógio Biológico (clicar no titulo do artigo leva direto ao artigo)

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz - terça-feira, novembro | 30 | 2010 – Categoria: pesquisas da Matriz

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos - novembro | 14 | 2010 – categoria: Fóton

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal - julho | 2 | 2009 – categoria: Teoria do Relógio Astronomico

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E aqui mais uma versão (original) do artigo, a ser estudado na próxima ocasião:

University of Cambridge

http://www.admin.cam.ac.uk/news/dp/2011012601

Ancient body clock discovered that helps to keep all living things on time

26 January 2011

 

The mechanism that controls the internal 24-hour clock of all forms of life from human cells to algae has been identified by scientists. Not only does the research provide important insight into health-related problems linked to individuals with disrupted clocks – such as pilots and shift workers – it also indicates that the 24-hour circadian clock found in human cells is the same as that found in algae and dates back millions of years to early life on Earth.

Two new studies out tomorrow, 27 January, in the journal Nature from the Universities of Cambridge and Edinburgh give insight into the circadian clock which controls patterns of daily and seasonal activity, from sleep cycles to butterfly migrations. 

One study, from the Institute of Metabolic Science at the University of Cambridge, has for the first time identified 24-hour rhythms in red blood cells. This is significant because circadian rhythms have always been assumed to be linked to DNA and gene activity, but – unlike most of the other cells in the body – red blood cells do not have DNA. 

Akhilesh Reddy, from the University of Cambridge and lead author of the study, said: “We know that clocks exist in all our cells; they’re hard-wired into the cell. Imagine what we’d be like without a clock to guide us through our days. The cell would be in the same position if it didn’t have a clock to coordinate its daily activities. 

“The implications of this for health are manifold. We already know that disrupted clocks – for example, caused by shift-work and jet-lag – are associated with metabolic disorders such as diabetes, mental health problems and even cancer. By furthering our knowledge of how the 24-hour clock in cells works, we hope that the links to these disorders – and others – will be made clearer. This will, in the longer term, lead to new therapies that we couldn’t even have thought about a couple of years ago.”

For the study, the scientists, funded by the Wellcome Trust, incubated purified red blood cells from healthy volunteers in the dark and at body temperature, and sampled them at regular intervals for several days. They then examined the levels of biochemical markers – proteins called peroxiredoxins – that are produced in high levels in blood and found that they underwent a 24-hour cycle. Peroxiredoxins are found in virtually all known organisms. 

A further study, by scientists working together at the Universities of Edinburgh and Cambridge, and the Observatoire Oceanologique in Banyuls, France, found a similar 24-hour cycle in marine algae, indicating that internal body clocks have always been important, even for ancient forms of life. 

The researchers in this study found the rhythms by sampling the peroxiredoxins in algae at regular intervals over several days. When the algae were kept in darkness, their DNA was no longer active, but the algae kept their circadian clocks ticking without active genes. Scientists had thought that the circadian clock was driven by gene activity, but both the algae and the red blood cells kept time without it. 

Andrew Millar of the University of Edinburgh’s School of Biological Sciences, who led the study, said: “This groundbreaking research shows that body clocks are ancient mechanisms that have stayed with us through a billion years of evolution. They must be far more important and sophisticated than we previously realised. More work is needed to determine how and why these clocks developed in people – and most likely all other living things on earth – and what role they play in controlling our bodies.” 

Additional funding for the studies was provided by the Biotechnology and Biological Sciences Research Council, the Engineering and Physical Sciences Research Council, the Medical Research Council, the French Agence Nationale de la Recherche, and the National Institute of Health Research.

Evolução: Teoria Convergente

terça-feira, novembro | 30 | 2010

Registrado para pesquisar:

Percebendo padrões comuns entre diversas espécies esta teoria está se aproximando da Matriz: “Convergence suggests, at least to some persons, that evolution is not a completely random, patternless process…”

ver a partir de:

Templeton Report
News from the John Templeton Foundation
September 23, 2010

John Templeton Foundation

 http://jtfadminagency.bm23.com/public/?

Converging on the Web

Simon Conway Morris is one of the world’s top biologists and a leading scholar of evolutionary convergence, the idea that all life evolves toward similar adaptations, using very different routes. With grant support from the Foundation, the Cambridge University paleobiologist recently launched Map of Life, a comprehensive Web resource for students, academics, and other readers curious to learn more about convergence. Not only is this website intended to be as informative as possible about convergence, it also aims to remind both scientists and the public that while the fact of evolution is beyond dispute, the apparently surprising fact that many features in the biological world evolved again and again suggests that the pathways of evolution are more constrained than is generally thought to be the case. As the Map of Life site explains, “Through the surprisingly ubiquitous process of convergent evolution, organisms as distantly related as moths and birds, ciliates, and worms, when inhabiting similar environments, have developed similar features as adaptive solutions to life there. This suggests that evolutionary outcomes can be much more predictable than generally thought, and raises interesting questions about how patterns of convergence arise.” Through this engagingly interactive and scientifically rich Internet site, Conway Morris and his Cambridge-based team are eager to raise the profile of convergence in public discussions about evolution.

“Convergence suggests, at least to some persons, that evolution is not a completely random, patternless process and that if you could rerun the history of life it would not be unrecognizably different each time,” says Andrew Rick-Miller, a senior program officer at the Foundation. “For Sir John’s interest in big questions about purpose and meaning, including the possibility you could discern them in biological systems, the prevalence of convergence is potentially very fruitful.”

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz

terça-feira, novembro | 30 | 2010

OSCILADOR CIRCADIANO

 

Temos aí uma reprodução notável do diagrama da Matriz, quando a Função 4 (correspondendo ao ponto das duas esferas vermelha e amarela onde se lê CLK) , a qual é a função que pode abrir um sistema fechado se atirar seu sinal para fora do sistema. Êste sistema se encontra no cérebro e é responsável pelo relógio biológico que regula as oprações do organismo em função das variações da luz do sol em cada período diário de 24 horas.

Desde que existe a relação entre o diagrama da Matriz e a configuração dos astros, e desde que este relógio biológico opera diretamente com a luz cuja fonte é um astro, poderia se deduzir que sua fidelidade em copiar o diagrama da Matriz deve-se à sua proximidade com o lUCA astronomico.

Fica aqui registrado para posterior pesquisa, sendo necessário fazer os desenhos mostrando as correlações.

Proteínas: As ferramentas do tempo para os sistemas biológicos

quarta-feira, novembro | 24 | 2010

Segundo a minha pessoal interpretação dos modêlos da teoria da Matriz/DNA, as proteínas representam para a Vida biológica o que o circuíto na forma de circunferência representa para o proto-sistema astronômico. Assim, no diagrama da Matriz como sistema fechado, o qual é o “DNA” do proto-sistema astronômico, as proteínas são a materialização dos canais de conexão entre as sete Funções Universais, as quais,  no proto-sistema astronomico produzem os sete astros. Mas note-se que o circuito sistêmico é uma alternancia entre setas indicando o canal de conexão e os corpos. Em outras palavras, as setas representam a onda do “tempo”, e os corpos representam as sete partículas que perfazem o “espaço”. É preciso lembrar que as sete formas de astros estão conectadas porque perfazem um ciclo vital de um só astro, que o ciclo vital faz com que um corpo tenha diversas formas diferentes durante sua existência, e que ciclo vital é o tempo de uma vida.

Se proteína é na biologia a materialização dos dados físicos e dos eventos que ocorrem entre uma Função e outra, deveríamos esperar que existissem apenas um tipo de proteína, representando  o circuito inteiro, ou ao menos, sete tipos diferentes de proteínas, representando os setes espaços entre as sete Funções. Mas sabemos que na verdade existem milhares de tipos diferentes. Penso que isto deve-se a que o circuito sistêmico foi fragmentado em milhares de trechos pequenos, e isto é compreensível, pois facilita muito executar as milhares de tarefas que acontecem dentro de um sistema celular e de um organismo. Pode ser também que existam proteínas que, ao invés de traduzir um trecho continuo do circuito, ela seja montada com pequenos trechos de locais variados do circuito, permitindo assim uma maior diversidade de funções e produtos finais.

Segundo a teoria, o ribossomo é a organela celular que representa a idade do adolescente. a mitocondria representa a idade do jovem-adulto, etc. Mas entre um adolescente e sua forma de adulto o corpo muda de forma uma enormidade de vêzes, pois a cada dia ou a cada segundo uma célula está morrendo e outra nova ( que trará algum minimo detalhe entrópico envelhecedor e portanto será diferente da que está substituindo) estará ocupando seu lugar. E a cada mudança, digamos, a cada pequeno período de tempo, o corpo está mudando sua função, seja em relação ao sistema social ou ao ecossistema. Considerando-se que o ribossomo é o adolescente, o que a Matriz teria que fazer na célula para representar cada uma das quase infinitas mudanças dêle, e para representar cada função de cada forma intermediária, até chegar a ser mitocondria? Infinitas quantidades de organelas? A Matriz resolve isso criando as proteínas.

Cada proteína é formada de uma longa cadeia de aminoácidos. Vimos em outro capitulo que os 20 aminoacidos usados pela Vida possuem uma estrutura esquelética central na mesma forma do sistema matricial, ou seja, do diagrama como sistema fechado. Mas um pequenino detalhe – o tipo de ligação quimica ou de átomo que está pendurado no esqueleto central -  faz com que os 20 aminoacidos sejam diferentes entre si. Isto significa que são cópias derivadas e mutadas do padrão original, e quando a Matriz faz isso é porque ela está querendo ampliar o leque de possibilidades para o novo sistema, para aumentar a diversidade. Mas mesmo que houvessem vinte cópias diferentes do sistema original que veio do céu, aqui chamado LUCA, e fôssem conectadas de uma só maneira, só haveria uma espécie de circuito sistêmico, uma só proteína, e o ser vivo daí resiltante seria tão estéril e monótono como o é o sistema solar. A vida precisava de ampla gama de diversas atuações. Então a Matriz resolve isso combinando as cópias diferenciadas de tôdas as maneiras diferentes possíveis no que denominamos proteínas, por isso, com apenas 20 varíáveis temos milhares de cópias diferentes do sistema original. 

Em têrmos de seres vivos poderíamos dizer que proteínas e DNA é tudo. Elas são as obreiras que fazem quase tudo dentro de um organismo. Portanto, são demasiado importantes  nas doenças, na saúde, na evolução física do organismo. Portanto é da maior importância aprender o máximo que puder-mos sôbre as proteínas. A Teoria da Matriz/DNA, esteja certa ou errada, como vocês viram nas palavras aí encima, é uma nova abordagem das proteínas diferente de tudo o que foi pensado até agora. E assim ela explica diferente cada minima característica e resultados funcionais das ações das proteinas, sugerindo uma enormidade de mecanismos e processos que a abordagem tradicional não reconhece. O que posso fazer por enquanto, se tiver tempo para tal, é ir registrando aqui a versão da Matriz para cada detalhe conhecido e para cada novidade que dia a dia vai sendo descoberta, na esperança de que algum pesquisador laboratorial tome conhecimento disso apenas como curiosidade. Porque se a teoria estiver correta, tal pesquisador um dia estará perante um problema sem recursos para solução na abordagem tradicional, e por simples tentativa poderá experimentar o que sugere a Matriz. Ou então que nós mesmos consigamos apresentar uma solução baseada em experimentos, para  um problema, como algum tipo de doença, o que chamaria a atenção para nossos modêlos.

A seguir, iremos registrando se possível cada detalhe sôbre proteínas que encontrar-mos sendo abordado pela Ciência.  Já temos dezenas ou centenas de manuscritos sôbre diferentes detalhes levantados nestes 30 anos, mas por hora não tenho condições de passa-los para o computador.

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1)Heat shock protein drives yeast evolution

Physorg.com

http://www.physorg.com/news/2010-12-protein-yeast-evolution.html

December 23, 2010

Whitehead Institute researchers have determined that heat shock protein 90 (Hsp90) can create heritable traits in brewer’s yeast (Saccharomyces cerevisiae) by affecting a large portion of the yeast genome. The finding has led to the conclusion that Hsp90 has played a key role in genome evolution.

“This has been viewed as a very exciting, even revolutionary way of looking at how it is organisms could rapidly evolve new traits,” says Whitehead Member Susan Lindquist. “We’ve come about as close to proving such a broad evolutionary process as it’s likely that we can at this present date.”

The results are reported in the December 24, 2010 issue of the journal Science.

Proteins perform numerous functions in cells, including promoting chemical reactions, translating DNA, and maintaining the cell’s structure. To perform its job, a protein must fold from a long chain of into a precise form. Moreover, many vital proteins adopt unstable conformations. If the protein loses its normal shape due to, for example, excessive heat, toxins or other stressors, it can no longer perform its job and may even become toxic to the cell. To provide tolerance against such stresses , cells employ a repertoire of heat-shock proteins (Hsps) that guide other proteins into their proper shape. This ancient class of proteins is present in virtually all organisms, ranging from bacteria to humans.

One of these proteins, , is particularly abundant, comprising 1-2% of all proteins in a cell. Yet, under normal conditions, a cell uses only about 10% of its Hsp90, leaving a large reservoir of its function available should conditions suddenly turn more stressful.

Over the past several years, Lindquist has built the case that this Hsp reservoir is responsible for substantial in relatively short periods of time. Her lab has shown that the pathogenic and Aspergillus fungi rely on Hsp90 to evolve drug-resistance. often exploit the Hsps’ function to support carcinogenic proteins. Earlier research has also shown that selective breeding can enrich variation responsible for these phenotypes, allowing an Hsp90-reliant trait to be inherited even in the absence of stress.

The Hsp90 buffer appears to function in two ways with mutant proteins: either to mask or reveal the phenotypic consequences of mutations. In the first case, Hsp90 braces mutant proteins into “normal” shapes, thereby hiding the mutant proteins’ traits. As conditions become increasingly stressful, the Hsp90 buffer must act on more and more proteins. At a certain point, the Hsp90 buffer becomes overwhelmed, and the mutant proteins’ traits are exhibited.

In the second scenario, proteins that are not functional on their own are shaped into working forms. These mutant proteins cannot perform their jobs without the aid of Hsp90, so when the Hsp90 buffer is overwhelmed, the cells lose the mutant proteins’ traits.

In both of these scenarios, consumption of the Hsp90 reservoir by environmental stress allows numerous traits to be exhibited or lost immediately and simultaneously. If the new phenotype is beneficial for this stressful environment, the organism will survive. Because the new phenotypes are based on genetic variation they can be passed on to the next generation and evolution progresses. If the traits are detrimental, the organism will not survive and its traits will die with it.

This method of suddenly unveiling a new phenotype consisting of multiple traits could also explain the evolution of interdependent traits that are detrimental on their own. Such a seeming leap forward in evolution has puzzled biologists since Darwin.

Although earlier evidence indicated that Hsp90 activity could affect evolution, a Lindquist postdoctoral researcher, Daniel Jarosz, wanted to understand mechanistically Hsp90′s effects on one species and provide solid evidence for Hsp90′s impact on evolution.

In the Science paper, first author Jarosz analyzed the effects of Hsp90 on 102 genetically diverse strains of brewer’s yeast by placing them under various stressful conditions and inhibiting Hsp90. All of the strains had substantial growth changes in specific conditions.

Jarosz then learned more about the Hsp90-affected traits by crossing two strains and looking at the progeny. He determined that about half of the traits affected by Hsp90 were positive and half were negative. Also, reducing Hsp90 in several of the crossed strains’ progeny revealed multiple interdependent traits.

To see how much Hsp90 affects the phenotypes of strains, Jarosz looked at the genetic sequences of 48 strains and compared the genotypes to the phenotypes that he saw in those strains. When Hsp90 functioned normally, the genotype and phenotype weakly resembled each other. But when the Hsp90 reservoir was depleted, the correlation between genotype and phenotype became much stronger.

“We’ve only looked at a few cases, but in all of them, there was a clear link between Hsp90 activity and phenotype,” says Jarosz. “What we show here is that Hsp90′s effects are very broad, and it operates on about 20% of all genetic variation in this organism.”

For Lindquist, the way Hsp90 is able to affect phenotypes may explain a longstanding mystery of evolution: how an organism could change multiple, interdependent traits in response to environmental changes.

“Taking what had been theory and very isolated incidents that had tremendous potential, we can help explain how organisms can rapidly acquire new traits,” says Lindquist, who is also a Howard Hughes Medical Institute investigator and professor of biology at MIT. “We can show that the stress of environmental change and selective pressures can actually influence how evolutionary processes occur. And now we have a much more solid framework to hang that on.”

Lindquist says she would like to learn more about the fixation process, which makes an Hsp90-reliant trait heritable, even in the absence of stress. By looking at genome sequences, her lab will try to determine whether Hsp90 affects the mechanisms of stability or if it perhaps influences the way that organisms accumulate new genetic variation.

More information: “Hsp90 and environmental stress transform the adaptive value of natural genetic variation” Science, December 24, 2010.

Provided by Whitehead Institute for Biomedical Research


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