Posts Tagged ‘Proteína’

Cientistas da Rutgers pesquisam proteínas da origem da vida

domingo, janeiro 27th, 2019

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http://socientifica.com.br/2018/11/cientistas-identificam-proteina-que-pode-ter-existido-quando-a-vida-comecou-peptideo-primordial-pode-ter-surgido-4-bilhoes-de-anos-atras/

Peptídeo primordial pode ter surgido 4 bilhões de anos atrás

Os pesquisadores projetaram uma pequena proteína sintética que envolve um núcleo de metal composto de ferro e enxofre. Essa proteína pode ser repetidamente carregada e descarregada, permitindo que ela transporte elétrons dentro de uma célula. Tais peptídeos podem ter existido no alvorecer da vida, movendo elétrons em ciclos metabólicos precoces. Crédito: Vikas Nanda, Rutgers University

DNA + RNA = Proteína / Luz Universal + Mente = Recurso para uma função sistêmica

segunda-feira, dezembro 31st, 2018

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Nova ideia de como deve funcionar nossa relação com o “Genoma de Deus”.

Sabemos que o DNA pode ser visualizado como uma fita com informações gravadas. O RNA pode ser visualizado como uma fita menor com partes ou trechos das informações no DNA.

Quando uma célula ou substancia do corpo necessita de algo, sua necessidade se materializa na forma de um RNA contendo o pedido na forma de código químico. E então ela emite o RNA  que se dirige ao DNA, o rei sentado no trono nuclear da célula. O RNA percorre ao longo da fita do DNA até achar o trecho que lhe corresponde. Então o pedido funde-se com a dadiva, e deste “acasalamento” nasce uma proteína. A proteína então vai para um local executar sua função.

Sabemos ainda que a molécula química do DNA obedece a um comando de instruções. Podemos supor que a molécula química é o hardware, e o comando é o software. Provavelmente – de acordo com meus modelos – o comando é constituído de fótons, partículas de luz, cada um com uma informação.

De onde veio tudo isto?! Esta extraordinária engenharia super complexa?!

De onde a Natureza tirou essa ideia ?! Onde estavam e quais eram as forças e os elementos naturais no estado do mundo antes das origens da Vida, que a Natureza usou para montar esse esquema fantástico?!

Qual elemento no Universo antes das origens da vida tinha os mecanismos e processos para fazer isso, ao menos em um estagio evolucionário inferior?

Tive agora uma ideia para responder estas questões pensando no mecanismo entre DNA, RNA, proteínas.

Existe a luz original universal, com suas sete ondas diferenciadas, cada onda tem propriedades e uma especie de personalidade própria diferente das outras seis. Deve existir uma grande onda universal, do mesmo tamanho ou maior que o Universo, que banha, penetra, se propaga, no meio da dark matter.

Essa onda de luz tem em sua anatomia as informações que inoculam o processo do ciclo vital na matéria. Então ela funciona como a longa fita do DNA.

Deve ter algo no mundo que funcione como o RNA.

E deve ter algo que tenha necessidades e a capacidade de solicitar recursos a luz universal emitindo uma especie de RNA.

Quando esse algo necessitado consegue fazer seu RNA – seu pedido – se fundir com o trecho certo da luz universal, recebe a proteína, ou seja, a ferramenta pra produzir o recurso necessário.

Como a luz universal original existe desde as origens do Universo, esta ai onde a Natureza encontrou e utilizou o mecanismo que depois aplicou ao criar os sistemas biológicos, no nível molecular do código genético, ou seja, criar a Vida.

Cheque-mate!

Esta ideia me surgiu agora, mas ela não veio por acaso, pela sorte, e nem estive pensando nesta forma de ver o DNA por acaso. Acontece que ha’ dias, semanas, tenho ocupado o cérebro, em minhas meditações, buscando melhor compreender a formula dos sistemas naturais – o Genoma de Deus – buscando desvendar como a luz original fazendo o papel de comando de instruções esta’ presente e opera a formula. Isto porque preciso urgente, antes de morrer, encontrar algum meio de aplicar na pratica toda a minha cosmovisão, aplicar a formula, para produzir algo em beneficio da melhoria da vida humana.

Então essa ideia seguiu um método, o mesmo método aplicado em todas as outras milhares de vezes em que encontrei as milhares de soluções para elaborar a grande teoria.

E posso supor, racionalmente o seguinte:

Eu sou o algo necessitado, que esta a fazer um pedido ‘a luz universal, ao Genoma de Deus. As semanas de perguntas mentais focalizando mentalmente esta luz podem ser os pensamentos que funcionam como o RNA. Talvez o pedido da minha mente, na forma de pensamento, seja o RNA no grande esquema cósmico.

Mas meu pensamento teria que ter um pedido codificado com o mesmo código existindo em certo trecho da luz universal, para que se funda e obtenha uma “proteína”.

A proteína seria uma intuição ou uma voz na forma de um sinal desconhecido, trazendo a orientação, o comando, as instruções de como construir uma objeto material para resolver a minha necessidade. Na verdade seria nada mais nada menos que uma comunicação entre a onda de luz cósmica e a onda de luz entranhada no meu DNA que executa a função de comando de instruções. Assim, a instrução passada pela luz cósmica para o meu DNA que esta alojado no centro dos meus neurônios, aflora ‘a mente, normalmente.

O fato verdadeiro, comprovado para mim, é que centenas ou milhares de vezes as soluções afloraram na minha mente, geralmente de manhã, depois de passar muitas noites meditando um problema relacionado a grande teoria, ou cosmovisão. E tenho ficado surpreso e sem entender como a solução surgiu de repente numa bela manhã, muitas vezes quando eu estava fazendo algum trabalho braçal, sem estar pensando no problema. A intuição surge de repente, vinda do nada, quando então procuro imediatamente uma maneira de anota-la para não esquece-la, e refletir nela mais tarde com tempo. Como fiz e estou fazendo hoje, com esta ideia e esta solução. Não encontrei ainda outra explicação racional para o como as minhas intuições são produzidas pelo ou no meu cérebro.

Bem… A minha questão, o meu pedido, foi a explicação de como funciona a emissão, execução e recepção de um pedido. Obtive uma explicação. Não posso acreditar nela porque não a vi, não a toquei, sou como São Tomás, tenho que ver e tocar para crer. Mas também não sou mente fechada, não vou jogar essa explicação no lixo. Vou trabalha-la, experimenta-la, testa-la, nem sei ainda como, mas tenho umas ideias.

Não podemos ser mentes fechadas, pois para a luz universal, mentes fechadas são como blocos de concreto, de rochas. A luz bate tentando penetra-la e trabalhar seu interior mas não consegue, a pedra é dura, a luz bate, reflete de volta. Ser mente fechada é ter a cabeça dura. Talvez até alguma inteligencia extraterrestre superior esteja querendo te ajudar te inserindo uma solução na sua mente, mas se você fechou sua crença para esta possibilidade,… perdeste uma grande oportunidade.

Esse tema me lembrar ainda dos religiosos com suas rezas. As orações seriam o RNA enviado a Deus, com um pedido. Porem sabemos que a maioria das orações não surtem efeito, e as vezes, até acontece o contrario. Desconfio que isso se deve ao fato de que o crente nada conhece dessa luz universal, do Genoma de Deus, e por isso faz uma equivocada ideia de Deus. Do DNA.

Então acontece que a mensagem codificada no RNA, ou seja – o conteúdo do pedido de uma oração – não bate com nenhum trecho codificado no DNA, na luz universal.

Temos muito trabalho ‘a frente, buscando como sera o código para se comunicar com a luz, o comando universal de instruções, o Deus a quem se dirigem as orações. E buscar como deve ser emitido o pedido. E saber como ser bom entendedor ao receber a resposta.

 

 

 

Quem veio primeiro? Ninguem… chegaram juntos

sexta-feira, novembro 10th, 2017

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DNA ou Proteina

Resposta obtida consultando a formula da Matrix/DNA

” Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? Esta pergunta não faz sentido. Galinha ‘e o produto da evolução de alguma ave que veio antes dos repteis. No processo de transformação da ave ancestral, as mudanças foram lentas, graduais, não existe uma linha divisória exata entre as duas formas. O ovo sempre acompanhou a ave ancestral e a galinha, portanto tambem nao existe uma linha divisória, exata, entre o ovo ancestral e o atual. No caso do DNA e proteína a resposta e’ similar. Ambos vieram de LUCA – the Last Universal Common Ancestor. Acontece que LUCA nunca viveu na Terra ( nem mesmo existiu de fato). LUCA seria o sistema funcional que se obteria conectando os sete diferentes tipos de astros que existem na mesma sequencia temporal em que foram formados. A formação destes sete diferentes tipos foi obtida a partir de um corpo ou astro inicial, provavelmente as estrelas de gaz leve que resultaram da evolução da anterior nebulosa de átomos. Este corpo leve e quase transparente foi penetrado por uma onda de luz universal (proveniente ainda do Big Bang). Acontece que as ondas de luz universal são o resultado da radiação eletromagnética, a qual, verificada no espectro eletromagnético apresenta sete faixas diferentes, cada faixa tendo cor, vibração, intensidade para energia, especificas. Quando a onda recém emitida penetra tal estrela ela esta no estado inicial, como gamma ray, ou raios gama. A seguir ela se transforma para a próxima faixa, quando então a primeira se separa e com ela separa-se uma porcão da matéria que a circunda. Depois a segunda onda se separa e novamente, fica envolvida com a outra porcão da matéria que a circundava. Ora, como cada onda tem vibração e consistência própria, cada porcão de matéria terá se modelado nesta mesma consistência, de onde surgem sete corpos diferenciados entre si.

Estes corpos/astros separados no espaço contendo internamente uma especie de alma de luz ( o que restou da sua faixa especifica), que o modelou, lhe deu a forma, e’ o mesmo conjunto que pela evolução denominamos de “organismo mais seu DNA”.

Nas origens dos sistemas biológicos ( erroneamente chamados de “vivos”, pois tendo as mesmas propriedades expressadas ou em estado latente, os ancestrais astros tambem seriam “vivos”) chegaram a superfície da Terra ( pela luz estelar e pela radiação cósmica, como ainda vindo da radiação dos núcleos planetários), bits-informação de cada parte, cada detalhe dos sete astros. Aqui estes bits ( na forma de fótons) tendem a se juntarem com seus antigos vizinhos, e com isso formam “pedaços” do sistema-astro. Um destes pedaços na forma orgânica biológica são as proteínas, outro pedaço representa o núcleo do sistema, o que deu no DNA. As proteínas se referem a pequenos trechos do circuito esférico total da formula que era a “Matrix/DNA” astronomica. Então proteína e DNA se formaram lado a lado, como partes vindas de um único sistema. Depois de formado os pedaços, estes repetem o processo e se ligam num pacote inteiro, reproduzindo assim, biologicamente, o sistema astronomico – LUCA. O sistema resultante foi a primeira célula biológica. Então não faz sentido perguntar qual veio primeiro.

Nova Descoberta Sobre os Building Blocks da Vida e sua Relacao Com os Processos da Matrix/Negra

sábado, setembro 17th, 2016

teoria-artistica-de-uma-proteina-ou-enzima-numa-flor-modelando-e-imitando-a-formula-da-matrix

Obs 1: Esta figura “parece” sugerir como uma proteina ou enzima acontece num organismo. O formato da proteina e’ similar ao formato da formula da Matrix, o que seria logico: apesar de que cada proteina representa uma informacao unica e diferente de todas as outras, este detalhe diferencial esta’ na periferia, na copia diferenciada, porem a infra-estrutura, o esqueleto basico de todas, seria uma reproducao da formula. Aqui nesta proteina vemos a formula com 5 partes/funcoes expressadas, sendo que a sexta nao se expressa, por isso e’ apenas um ramo amarelo. Isto ja e’ uma sua diferenca especifica. Mas esta diferenca cresce e esta’ inscrita tambem nos filamentos amarelos da periferia da proteina.

Obs 2 : Este artigo tambem se relaciona com a tese da Matrix no super-organism

de Gaia

 

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New knowledge about the building blocks of life

September 2, 2016

Read more at: http://phys.org/news/2016-09-knowledge-blocks-life.html#jCp

 

A study of an enzyme that helps build and repair DNA in living organisms increases our understanding of how these processes are controlled and how we can use this to combat infections.

Louis Morelli: Leio isto nao apenas com o interesse patente de aprender mais de genetica, mas tambem leio enquanto tento projetar as informacoes da dimensao genetica humana na “suposta” dimensao genetica do super-organismo de Gaia – o processo de reproducao do ancestral astronomico na forma biologica na superficie da Terra, ou seja, a Matrix para um sistema fechado em si mesmo. Nessa intencao e’ muito importante descobrir como  sao os processos controlados por essa Matrix Negra (porque existimos sob a outra face da Matrix tambem, a Matrix Branca, relacionada `a emergencia da auto-consciencia e tendente a sistema aberto), sobre os humanos e a biosfera terrestre em geral.

Chemists at the Faculty of Science at Lund University in Sweden, together with their colleagues in Umeå and Stockholm, have studied the enzyme ribonucleotide reductase, (RNR).

Matrix/DNA: Pesquisar o que e’ RNR – a enzima ribonucleotide reductase. The RNR enzyme that the researchers have studied derives from the bacterium pseudomonas aeruginosa, which is associated with nosocomial infections.

By using synchrotron radiation, including at MAX IV Laboratory in Lund, they are able to show the three-dimensional structure of the enzyme and the of DNA. They have thereby discovered how the building blocks bind to each other and how this is used to control the function of the enzyme.

Matrix/DNA: Bem,… existe uma diferenca entre o que a Ciencia Academica teoriza ser o building block do DNA e o que a Matrix/DNA teoriza. Para nos, o building block nao e’ apenas um nucleotideo mas sim os 4 juntos, vizinhos, tanto na posicao horizontal – dois nucleotideos de duas hastes formando um degrau – mais dois nucleotideos consecutivos nas hastes do DNA, na posicao vertical. Isto porque somente assim vejo a formula completa da Matrix repetida. Descobrir como os nucleotideos se conectam ja e’ um problema resolvido pela Matrix ( mesmo processo da formula, sendo que para isso tem que entrar em acao a base uracila), pois a conexao ja e’ determinada porque o nucleotide anterior e’ quem se reproduz no posterior, mantendo o elo ou cordao umbilical entre eles, que sao as pontes de fosfato nas hastes. Mas aqui fica uma duvida. O artigo vai dizendo que eles descobriram como os building blocks se conectam uns aos outros e ” como isto e’ usado para controlar a funcao da enzima”. Entao nao estao falando das conexoes que acontecem normalmente na formacao e no crescimento do DNA, e sim quando os building blocks comecam a fuzzy logic, ou seja, estabelecendo segundas interconexoes entre nucleotideos esparsos na haste visando montar um novo diferente pacote de informacoes, o qual se torna o codigo para produzir certa enzima. Mas isto seria um gene.

A challenge in the development of drugs against these pathogens is that their enzymes are often similar to ours. If you inhibit the foreign enzyme in order to kill the bacteria, there is always a risk that this will affect the person’s own enzymes, which leads to side-effects or even toxicity.

“However, we have discovered that the binding of molecules differs greatly between the human enzyme and the bacteria’s RNR , so the risk of side-effects is therefore considerably smaller”, says Derek Logan, senior lecturer at the Faculty of Science in Lund.

Matrix/DNA: Bem,… isto vem para membrar que o misterio que estou tentando elucidar e’ muito mais complicado. Uma coisa e’ investigar uma situacao fixa, estabelecida, e outra diferente e’ pesquisar uma situacao em movimento e se transformando. Isto e’ evolucao. A diferenca de como a Matrix controla o mundo das bacterias e o mundo dos humanos.

In the study, the researchers also discovered that RNR from the type of bacteria that causes the sexually transmitted disease chlamydia has the same type of binding to the DNA building blocks. Therefore, Derek Logan does not rule out the possibility that, in the future, these new findings could lead to a new treatment of chlamydia. However, he predicts that applications in the form of development programs for new drugs are at least ten years into the future

Matrix/DNA: Entao temos que pesquisar stas duas doencas: nosocomial infection, also known as hospital-acquired infection, e chlamydia. Comparando os dois casos, pois isso pode fornecer mais pistas de como estes processos de controle ou descontrole genetico acontecem.

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Inicio da Pesquisa:

RNR – a enzima ribonucleotide reductase. The RNR enzyme that the researchers have studied derives from the bacterium pseudomonas aeruginosa, which is associated with nosocomial infections.

 

 

Ribozima que Replica e Transcreve Um RNA Existente como Template, Para Entender o “RNA-World”

terça-feira, agosto 23rd, 2016

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Scientists take big step toward recreating primordial ‘RNA world’ of 4 billion years ago

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/08/160815185822.htm

Date: August 15, 2016 – Source: Scripps Research Institute

E’ preciso notar e nunca se esquecer que esta ribozima que sintetizaram no laboratorio nao produz RNA, como a noticia parece querer transmitir. Ela precisa de um RNA feito antes, ja pronto. Apenas entao ela pode se ligar a ele, usa-lo como template, para replica-lo e transcrever seu codigo na formacao de outras moleculas vitais, inclusive para fazer o RNA produzir copias de si mesma.

E’ um grande e respeitavel e louvavel passo para as Ciencias e nossa fundamental busca do conhecimento sobre as nossas origens. Porem, o grande problema permanece: Como surgiu, antes dessa ribozima, o primeiro RNA? Teria ele vindo de um outro template ainda invisivel e desconhecido por nos que teria existido a 4 bilhoes de anos atras? E’ o que a formula da Matrix/DNA sugere, e ela se mostra a si mesma como sendo este template.

O presente artigo suscita algumas pesquisas, o que sera’ feito aqui no prosseguimento: 

Pesquisa:

– ribozyme [a special RNA enzyme]

3D structure of a hammerhead ribozyme

                                                       Estrutura tridimensional de uma ribozima

Definicao:

Uma ribozima é uma molécula de RNA com capacidade auto-catalítica semelhante às enzimas. O termo ribozima, em si, deriva da combinação das palavras enzima de ácido ribonucleico. As ribozimas são moléculas de RNA que possuem a capacidade de atuar como catalisadores,ou seja, de diminuir a energia de ativação de uma reação de forma específica. Tal como as enzimas proteicas, possuem um centro activo que se une especificamente a um substrato e que facilita a sua conversão num produto. As ribozimas são menos versáteis que as enzimas protéicas

Questao: O que realmente e’ “catalizar”? Onde existem exemplos na nossa vida real deste tipo de evento? Porque na Natureza e’ necessario “diminuir a energia de ativacao de uma reacao, … de uma forma especifica?”

O que isto significa quando pensamos na formula da Matrix/DNA, apenas no estado de template abstrato, e sendo copiada, manifestada, no mundo material? Bem,… acho que basta pensar num humano-crianca, crescendo no ritmo do ciclo vital. Se ele crescer ( ou nao crescer) em outro ritmo errado, nao vai haver transformacao para adolescente, jovem, e adulto. Entao, a materia bruta do planeta nao tem relogio biologico… ( epa! Eureka?! Foi aqui que comecou este fenomeno de relogio biologico, ciclo circadiano., etc? Ribozimas seriam o ancestral primordial do relogio biologico?), e por nao ter relogio biologico e nenhum outro motivo para controlar reacoes em acordo com algum ritmo metodico, precisava existir as ribozimas que se impoe a essa materia bruta, exigindo, ou tocando, um ritmo e exigindo que os atomos se comportem movendo-se em sintonia com este ritmo. Esta bem… respondida a questao.

Centro Ativo … da riboenzima:

O sítio ativo (ou centro ativo) é a pequena região de uma enzima onde ocorrerá uma reação química. Provém de grupamentos de partes da sequência de aminoácidos. As enzimas são muito específicas para os seus substratos. Esta especificidade se deve à existência, na superfície da enzima de um local denominado sítio de ligação do substrato. O sítio de ligação do substrato de uma enzima é um arranjo tridimensional de aminoácidos de uma determinada região da molécula, geralmente complementar à molécula do substrato, e ideal espacial e eletricamente para a ligação do mesmo . O sítio de ligação do substrato é capaz de reconhecer inclusive isômeros óticos “D” e “L” de um mesmo composto. Este sítio pode conter um segundo sítio, chamado sítio catalítico ou sítio ativo, ou estar próximo dele; é neste sítio ativo que ocorre a reação enzimática.

Buscar outros termos no artigo para pesquisa e Googlar “riboenzyme” e continuar pesquisa.   

 

 

Estao no Caminho de Descobrir como a Natureza “inventou” as Proteinas e Enzimas

segunda-feira, agosto 15th, 2016

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Quando um gene que executa uma importante função esta faltando ou não funcionando, as chamadas “enzimas promiscuas – porque podem fazer mais funções que a especifica função dela), se juntam e aprendem a executar a missão do ausente gene. Esta descoberta levou os pesquisadores a sugerirem que talvez estas enzimas tenham executado estas funções no passado, em outras criaturas mais primitivas, Como diz o pesquisador: ” Tentar entender  como os novos trajetos surgem, que tipos de mecanismos subjazem as forças que modelam estas trajetórias, e’ essencial tanto para a medicina como para entender a evolução a nível molecular”.

Com isso, os biólogos estão – sem o saberem – tocando o Cosmos. Pois a formula da Matrix/DNA sugere claramente o que são e de onde vieram estas moléculas denominadas enzimas, proteínas, aminoacidos, e quais funções executavam no sistema dito “não-vivo” ancestral de todos os seres vivos e o grande administrador da historia da biogênese. A criatura mais primitive que eles estão procurando esta no céu que nos rodeia e nos estamos dentro dela, como as tais enzimas.  Por isso não pude deixar de dar meu piteco no artigo cientifico postando os dois seguintes comentários copiados abaixo:

‘Promiscuous’ enzymes can compensate for disabled genes

By Laurel Hamers – 12:03pm, August 12, 2016

https://www.sciencenews.org/article/%E2%80%98promiscuous%E2%80%99-enzymes-can-compensate-disabled-genes

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AvatarLouis Charles Morelli – 08/15/2016

This research can lead to the jump of knowledge from biological to cosmological evolution. When Betul Kacar says that “the new role played by promiscuous enzymes could have once been its main job”, she is touching the very deeper dimension of evolution. But, this role may have been played in another ancestor system (LUCA) and not by enzymes as we know them today, but by their ancestors. That’s what is suggesting Matrix/DNA Theory.

What is enzymes and proteins? Which are the deep means for their existence? How and why Nature – having only the stupid matter of this lost planet – created these fantastic phenomenon? Answer: Nature has not created them here. They are merely the biological shape of ancestors elements that were performing their functions at the system that created this planet: this galaxy. The system is a spherical circuit where the pieces (astronomical bodies) are aligned just in same sequence that the different shapes of a human body during its lifetime are aligned due the vital cycle. Each protein represents a small slice of the spherical circuit, performing at molecular biological level the function corresponding to that slice. Enzymes are biological representations of astronomical catalysts that avoid, for instance, explosion of bodies. We are finding that the microscopic molecular level is just am exactly copy ( mutated reproduction) of the macroscopic level and we didn’t it before because the modern astronomical model is wrong.

“Trying to understand how novel pathways arise, what kind of mechanistic underlying forces shape those trajectories, is quite essential,” she says. It would be very good for her if seeing the new astronomical models and the Matrix/DNA’s formula for natural systems, like the building blocks of DNA and the building blocks of galaxies, at my website, because they are just equal. Sorry, but, Biology will need to go to Astronomy for really understanding the meaning of each biological phenomena.

Raj Kamal

Promiscuous enzymes appear to be mighty tool of nature to help survival of the living organism as a whole unit thus a dynamic boost for evolution to march forward.

Louis Charles Morelli – in reply to Raj Kamal

Yes, Raj, but their existence was designed in the stars and by Nature. They are the systemic biological counterpart from what we call “fuzzy logics” performed by non-biological systems, like atoms, galaxies… The universal natural formula for organizing mass, energy and light into working systems has seven fundamental functions performed by its seven parts ( as you can see the formula at my website). But at new environment/conditions these fundamental functions are mixed resulting in new sub-functions, this is fuzzy logics and promiscuous enzymes…

E meu post no Facebook:

Louis Charles Morelli –  New York  – 8/16/2016
Descobri agora que na selva eu tinha percebido mais um importante fenômeno que ninguem pensou ainda. Muitas doenças, anemias, são causadas pelo não funcionamento de algum gene. Por exemplo, suponha que o gene para testosterona não funcione, Acho que o cara fica “desinteressado por aquilo, em contraste com a maioria dos homens que só pensam naquilo – estes homens não prestam mesmo…”

Mas sua saude muitas vezes e’ salva porque existem as “enzimas prostitutas” – que os cavalheiros ingleses para disfarçar enganando, as chamam de “promiscuous enzymes”

Cada enzima e’ produzida pelo organismo para desempenhar uma nica e especifica função. Porem tem algumas que alem da sua função, se metem a se unirem com suas iguais quando o organismo esta padecendo pela inatividade de um gene e o grupo executa a função do gene faltante! Sao verdadeiras heroínas, como acho que tem sido na Humanidade as reais prostitutas voluntarias ( não aquelas coitadas que são obrigadas a isso por miséria), pois não e’ fácil sair de sua zona de conforto para fazer o trabalho sujo de outros.

Mas para um filosofo, a todo novo fenômeno descoberto surge logo as incomodas perguntas: como? porque? de onde veio isso? Como a Natureza (ou seja la mais quem for) inventou isso, do nada? E enquanto o filosofo não encontra as respostas ele fica com a cabeça na Lua, por isso já me chamaram nestas ocasiões de “desinteressado”. Não tem nada a ver!

Os cientistas descobriram as enzimas promiscuas recentemente, como digo no meu artigo publicado ontem em meu website, mas eu comemorei a descoberta porque eu já tinha previsto a existência delas a 30 anos atras, como esta garantido pelos meus copyrights!

Não foi a matéria estupida deste perdido planetinha na imensidão cósmica que inventou a profissão de prostitutas e nem a de enzimas prost…. quer dizer, promiscuas. Naaão,.. a existência delas já estava projetada nos céus a 10 bilhões de anos atras, muito antes das origens da vida neste planeta.
Isto e’ facilmente percebido quando você conhece e entende a formula simples que a Natureza sempre usou para montar todos os sistemas naturais, de átomos a galaxias a células a corpos humanos.

Observando a formula – que esta no meu website – nota-se que um sistema natural perfeito e’ composto de sete partes e cada uma executa uma especifica universal função sistêmica. A função numero 4 por exemplo e’ a responsável por criar as peças e coordenar as funções do elemento macho no sistema, então se ela esta fazendo galaxias ela produz cometas representando espermatozoides, gigantes vulcões nos pulsares para ejetarem estes cometas ( então o moderno herdeiro no corpo humano dos vulcões são os…coisa feia!),

Mas então a formula suprema para sistema perfeito ( que na verdade não pode existir pois isto seria o eterno moto continuo e ai terminaria a Historia deste Universo, ela apenas quase chegou perto da perfeição, da sua aplicação total, nos sistemas galácticos), que seria um sistema completamente fechado em si mesmo, se abre como copias diferenciadas para permitir a enorme diversificação de sistemas, especies, indivíduos, que são sistemas abertos em si mesmos. Ela faz isto acasalando duas diferentes funções universais e obtendo uma terceira função como meio-termo. Então se temos F3 e F4, a mistura das duas pode resultar em inúmeras copias de sub-funções, que seriam 3/4,01,ou 3/4,02, e assim por diante.
Assim surgiram os aspectos promíscuos das funções sistêmicas universais. Os físicos e matemáticos ao lidarem com logica descobriram este aspecto da Natureza e chamaram de “fuzzy logics”, que quer dizer elementos de logica difusa, ou confusa.

Graças a este golpe astuto da Natureza ( ou seja la de quem for tenha sido nosso criador), existe a evolução e estamos vivos aqui hoje, senão, o primeiro sistema perfeito estaria se reproduzindo a si mesmo ate hoje, o Universo ficaria patinando sem sair do lugar, e a evolução não aconteceria.

E sabe de uma coisa? Sempre quando o filosofo descobre mais um golpe astuto como este ele fica com os pelos todos arrepiados e não resiste a comemorar o fato. Então me deem licença que vou mandar a disciplina para a tonga da mironga e vou abrir uma cerveja, porque ser prostit…. quer dizer, ser promiscuo, as vezes e’ um ato heroico…….kikiki..

 

Evolução: Novo Mecanismo – Homoplasy

sábado, maio 7th, 2016

Se a primeira teoria da evolução, Darwinista, encontrou apenas um método evolutivo – o que contem a seleção natural – e depois a teoria neutralista da evolução  apontou que a deriva genética sem a ação da seleção natural tambem produz evolução, agora aparece uma terceira teoria da evolução, a qual e’ mencionada no paper PDF a baixo, sugerindo que um fenômeno ” homoplasy” tambem pode causar evolução, porem, no nível molecular e em relação a evolução das proteínas. Não e’ o caso de três diferentes e auto-confrontantes teorias, mas sim o caso em que uma teoria inicialmente simples, se divide em varios ramos tornando-se mais complexa.

Frequent and Widespread Parallel Evolution of Protein Sequences

http://as.vanderbilt.edu/rokaslab/pdfs/2008_Rokas_Carroll_MBE.pdf

Homoplasies –  A homoplasy is a character shared by a set of species but not present in their common ancestor. A good example is the evolution of the eye which has originated independently in many different species. When this happens it is sometimes called a convergence. Homoplasies can be compared with homologies, which are characters shared by a set of species and are present in their common ancestor.

Note that the above definition of homoplasy is its technical definition used by biologists. A homoplasy has an older, pre-Darwinian meaning of similarity explained by a shared way of life. For example, the wings of insects, birds and bats are all needed for flying: they are homoplasious structures in the non-evolutionary, as well as the evolutionary, sense.

Figure: the wings of birds and bats are homoplasies. They are structurally different: the bird wing is supported by digit number 2, the bat wing by digits 2-5.

analogies.jpg

Estudando a Teoria Neutralista da Evolução, que envolve a deriva genética – genetic drift e as aleatórias mudanças de genes alelos.

A Deriva Genética seria um segundo método da evolução que não tem a presença da seleção natural.

Proteína Implicada na Formação de Células Cancerosas e Analise da Matrix/DNA

sexta-feira, agosto 7th, 2015

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Protein That Kills Cells in Neurodegenerative Diseases Implicated in Cancer Cell Metabolism

http://neurosciencenews.com/hsp90-cancer-cell-metabolism-2391/

Pesquisadores observaram uma proteína que corta o fornecimento de oxigênio as mitocôndrias que fornecem energia para as células neuroniais, com isso conduzindo estas células a um processo degenerativo e até canceroso. Mas ficou muito interessante este caso quando o analisei sob a luz da Matrix/DNA. Vejamos:

( Tradução e analise do artigo pela perspectiva da Matrix/DNA que abre mais este campo de pesquisa.)

Vamos iniciar com uma breve comparação entre o gráfico do ciclo desta proteína e o gráfico da formula da Matrix/DNA, especificamente o gráfico relacionado aos cromossomas:

This image shows the Hsp90 chaperone cycle.

Hsp90 is one of the most studied proteins in terms of potential cancer-fighting drugs, but progress has been slow. This image is for illustrative purpopses only and the diagram shows the Hsp90 chaperone cycle.

E o gráfico com a formula da Matrix/DNA:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Minha interpretação pode ser errada portanto é temporária. Proteínas são os ingredientes biológicos que correspondem ao circuito esférico da formula. Cada proteína representa um pequeno trecho numa determina locação do circuito, todas as milhares de especies de proteínas somadas representam o circuito inteiro.

Por sua vez, cada proteína tem um ciclo vital o qual é tambem uma copia da formula inteira. Então essa proteína Hsp90 apresenta esse “chaperone cycle” – como não sei o que é chaperone, abaixo registrarei a pesquisa a respeito. Imediatamente a intuição me indica que o “early complex” `a esquerda representa F1, na formula da Matrix/DNA. A partir dai o fluxo de energia/massa/informação que corre dentro do circuito esférico do sistema como vemos na formula,  deveria andar para a esquerda, mas no gráfico se diz que se move para a direita, porem isso pode ser apenas questão de como colocar o desenho num papel bidimensional. Ainda não li o scientific paper e por isso não sei o que representa o X e Y, mas a posição destas letras no gráfico logo mostra uma semelhança com a formula no seu aspecto especifico como a funcionalidade dos cromossomas. Obviamente a proteína nada tem a ver com cromossoma, mas tambem do gráfico da formula aqui arrolado não estamos focando a questão dos cromossomas. O fato é  que nos dois gráficos, coincidem que X e Y estão em F1. Tambem os ingredientes em roxo e rosa do ” early complex” coincidem com os dois ingredientes em F1, que são massa e energia.

A seguir o fluxo de informação/energia se dirige ao ” Intermediate complex”, o que na formula seria F2 e F3. Mais uma vez os graficos coincidem: na formula, F2 representa quando o germe que nasce em F1 penetra na sopa de ingredientes do ambiente os quais se agregam no germe fazendo-o crescer. Então os varios elementos ali como o Hsp40, o HOP, etc., serão os nutrientes agregados ao germe. Se no grafico da proteina a segunda parte do intermediate complex desapareceu o Hso40, tambem quando observamos a formula no seu aspecto astronomico vemos que em F3 – que corresponde a planetas –  o gelo da poeira congelada desaparece dando lugar a água, a qual se mistura no meio dos outros ingredientes.

A partir de F2+F3 o circuito se abre numa relacao com o exterior permitindo a vazão de um elemento, o que significa que o ciclo chaperone é um sistema aberto. Quando o fluxo chega no que se diz ” final complex” na formula significaria que o fluxo chegou em F4 ( porem aqui retorna o problema da direção do fluxo, se para a esquerda ou direita. Se a direção for a inversa, ou seja, para a direita, então F1 sera o ” final complex” e F4 seria o ” early complex”. Então mudaria tudo: as duas fases do intermediate complex seriam F6 e F7, e ao invés de ser energia em crescente, seria um processo entropico, decrescente. Pode ser mas existem mais indícios para o contrario, como lemos o grafico inicialmente.

Porem aqui no ” final complex” temos outro problema: é possivel que a sequencia a seguir seja na formula da Matrix/DNA a sequencia normal esferica, onde o fluxo vai para F6 e F7. Mas tambem a liberacao dos dois X a seguir sugere que em F4 o fluxo tomou o caminho do ramo lateral interno, ou seja, F5. O que tambem seria possivel, indicando que o ciclo vital da proteina é apenas meia-lua, ou apenas metade da face da Matrix, E a intuição me sugere ser este o caso, mas posso estar errado.

Aceitando que o ciclo da proteina seja meio-ciclo, surgiriam alguns indícios: a) esta proteina expressa apenas e fortemente a função masculina da Matrix,  O fato de X acompanhar o fluxo de F1 a F4 é porque na formula isso acontece e Y ontem tambem X, apenas não o expressa nos sistemas biológicos. Não sei ainda qual a implicação de uma proteina ser “macho”, pois isto seria uma novidade para mim. Seriam as proteinas tambem divididas em machos e fêmeas?! E isto seria logico, racional. Todos os elementos que entraram no tronco da arvore da evolução tinham essa característica dicotômica e a proteina deveria ser inserida na arvore de Darwin se estendermos a arvore para alem dos sistemas vivos completos, entrando no passado da evolução no tempo das moléculas. b) estou aqui sentindo a presença da quiralidade. Pois se um elemento tem apenas meio ciclo vital, representa apenas uma metade da face da Matrix,  seria o que em Inglês se chama left-handed ou right-handed. E isto significa o spin ou seja a direção de giro do elemento.

A Natureza foi muito sabia ao determinar que o emergente fenômeno da vida selecionasse dentre todas as moléculas organicas, apenas aquelas com spin a esquerda, ou seja left-handed. Basta dar uma olhada rapida na formula da Matrix para entender isto. A face esquerda da Matrix é quando a energia esta em sua fase de crescente, que vai do baby ao jovem-adulto. A partir daqui a energia entra em estado entropico, decrescente, que vai do adulto ao cadaver. Então se um elemento possuir apenas a metade esquerda e dai o Fluxo cai de repente de F4 para F1, ele se livra do fenômeno ” morte”, pois em F1 ele se recicla retornando a forma de baby. Ora, se naquela árdua luta nas origens da vida, para tentar formar e manter as primeiras moléculas organicas em ambiente hostil com todos os fatores ameaçando sua existência, estas moléculas tivessem em si as duas meia-faces, o projeto da Vida teria ficado patinando no principio eternamente sem sair do lugar. Pois antes de crescer e se duplicar os aminoacidos morreriam, nunca conseguindo formar as primeiras cadeias de polipeptidos, e as proteínas. Nem RNA e DNA. O fato constatado cientificamente e que a Vida foi montada apenas com moléculas left-handed. As moleculas right-handed são venenosas, toxicas. Mas se esta proteina, Hsp90 tem realmente sua direção para a direita, se corresponde a meia-face direita, não da’  para entender como ela se inseriu no meio vital. Se isto for o fato, ela seria um veneno no organismo, seria toxica e surpreendentemente é justamente isto que a pesquisadora autora do artigo diz: ” “We have found a protein that is modified only in pathological conditions,” said Franco, an assistant scientist at the Burnett School who led the research team. “In the nervous system, it is toxic to the cells that are affected by neurodegenerative diseases, while in tumor cells it may actually be acting as a pro-survival agent. In both cases, targeting this oxidized protein may be a potential therapeutic alternative.”

traduzindo: Nos descobrimos uma proteina que e` modificada somente em condições patológicas. No sistema nervoso ela é toxica para células que foram afetadas por doenças neuro-degenerativas, enquanto em células de tumores ela pode realmente estar atuando como uma agente pro-sobreviventes. Em ambos os casos, objetivando sta proteina oxidante pode ser uma potencial alternativa terapêutica”

Bem, parece ser o tal caso comum: Um individuo pode ser bom para um sistema social capitalista, mas se o sistema mudar para comunista, ele se tornara mal para o sistema, porque ele continuara a ser capitalista. Mas se a a doutora estiver certa, ela diz que a proteina é quem é modificada. Isto significaria que um individuo era bom para o sistema que era capitalista, mas o individuo se modificou, tornou-se comunista, e assim passa a ser mal para o sistema. Mas parece-me que a doutora esta’ se contradizendo sem o perceber. Ela diz que a condição do sistema se tornou patológica, ou seja, o sistema foi mudado antes. Isto só tem uma maneira de resolver: sera’  ela mostrar a configuração dos compostos da proteina, antes e depois da patologia. Talvez ela faça isso no artigo cientifico, o qual ainda não li.

Então depois de F4 ( ou F1 se o sentido de giro for inverso), e depois de liberar ois X, vem aquelas duas formas de lagosta que não sei ainda o que é, sendo que a ultima fase apresenta um elemento acrescentado, o HOP. Elas podem serem apenas a representação de F5 no seu caminho a F1, se o ciclo for meia-lua, ou se a representação de F6 e F7, se o ciclo for completo. Mas o jeito que o grafico da proteina mostra a seta a seguir, indica uma reafirmação de que o ciclo seja realmente meia-lua. Pois a seta não vai de HOP direto para ” early complex”. Ela passa direto sem tocar nele e vai para F2. Das duas uma: ou o early complex só entra no circuito no primeiro ciclo e depois nunca mais retorna, ou o ” early complex”  é uma estrutura `a parte e sempre fixa, que torna a entrar no circuito toda vez que o fluxo passa perto dele.  O que seria muito esquisito. Se realmente o fluxo passa longe do “early complex” e entra novamente numa zona de ingredientes, isto sgnifica que o corpo esta continuamente alimentando aquela zona com ingredientes. Mas ai faltaria umas setas vindas de elementos de fora entrando no circuito.

A zona dos ingredientes ( o que em astronomia e denominado de “horizonte de eventos em volta do nucleo galáctico, ou buraco negro”, e em embriologia é denominado simplesmente de placenta nutritiva), quando um sistema é fechado, é produzida pelo decaimento do circuito, ou seja, pelos fragmentos degenerados do ultimo ciclo ( no caso astronomico os ingredientes são a poeira interestelar). Novamente retorna nosso problema: se o ciclo for meia lua e esquerda, não poderia ele mesmo formar essa zona, mas como o sistema é aberto, significaria que ele passa por uma zona sempre retroalimentada pelo organismo; se o circuito for meia lua e left-handed e ainda, sistema fechado… não existe essa possibilidade, nunca poderia existir essa zona. Se o circuito for meia-lua, right handed e sistema fechado, esta zona seria produzida por ele próprio, num processo de auto-reciclagem, o que não é normal em sistemas biológicos. Se o sistema for right-handed, meia-lua e aberto,  a zona seria fornada pelo proprio circuito e mais ingredientes fornecidos pelo organismo.

So teria uma maneira de resolver este problema. Saber se cada vez que o ciclo chega a ” intermediate complex” trata-se da mesma velha proteina ou se é sempre uma nova proteina. O unico jeito seria marcar os atomos de uma proteina e ver se eles continua na proteina depos do intermediate complex. Se sim, cada ciclo seria uma nova proteina, formada inteiramente com nutrientes fornecidos pelo organismo.

Enfim, estamos constatando aqui como são árduos os caminhos numa nova ciência quando ela esta’ engatinhando. Tudo depende de mais dados. Mas vale a pena este esforço, pois o câncer  é um poderoso e antigo terrorista inimigo da Humanidade numero 1, e nunca foi vencido, eliminado de uma vez por todas em suas causas, e esta nova abordagem da Matrix/DNA pode ser o grande golpe que estamos precisando.

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Ensaio de um comentário a ser postado no artigo:

Would be very useful for researchers if they look to the analyses of this issue from Matrix/DNA Theory perspective. All natural cycles and systemic circuits are based on a unique natural formula, perfect and complete. Bring on the table the two graphics: one, the cycle of the element being studied, and other, the graphic of Matrix’s formula. Comparative anatomy will reveal the errors or imperfections of the element’s cycle, if it is a pathogen. And with some lucky, will suggest the cause and the treatment for the disease.

I tried doing it, but for a conclusion I would need lots of more data, like the atomic compositions of these molecules.  In a first observation, it seems that Hsp90 is a normal left-handed molecule for an organism in healthy conditions, but, if it becomes a pathological condition, the protein becomes right-handed, and so, a toxic agent. The Hsp90 cycle is suggesting lots of novelties, like suggesting that it is a half-cycle, which means a strong expression of the Y counterpart of natural systems. It could be true when we see at the graphic that it expels two X from the circuit. Other problem is the “early complex” : the arrows that arrives to it, does not penetrate it again? Is is merely an initial condition for formation of the cycle and after that, it disappears?

Other question: the ingredients entering the circuit at the “intermediate complex” were produced by the prior cycle or are they furnished by the organism at every new cycle?

The answers for these question are dependable of more data, like the atomic composition of each molecule. But, since that cancer is our millennial and mortal enemy, and since that all applied approaches have not eliminated it, I think that new approaches never experimented before, like this one suggested by Matrix/DNA’s formula, deserves all effort.  So, if someone is interested i have written an detailed analyses ( sorry, it is in Portuguese, but, I could translate it), at http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/

Proteinas: Mapa Geral, “Peptide Atlas”

quarta-feira, dezembro 3rd, 2014

O  que, na realidade,  são proteínas? Porque e como a Natureza teve a ideia de pegar alguns átomos da Terra e combina-los de maneira nunca feita antes, na forma de moléculas orgânicas que atuam com tanta importância nas origens da vida e nos corpos dos seres vivos?!

Dentro da Matrix/DNA temos uma explicação para estas perguntas jamais imaginadas antes, e estranhas ao seu modo de pensar, pois estas explicações sobem aos céus e pairam nos sistemas astronômicos. Para nós, proteínas é a reprodução na forma biológica do que é o circuito esférico por onde corre o fluxo de energia/informação na fórmula da Matrix/DNA. Aquele circuito pode ser quebrado em trechos, pedaços cada vez menores, talvez até o infinito. Cada tipo de  proteína representa um destes trechos, ou pedaços. Como todos os compostos do corpo são modelados pela mesma fórmula, as proteínas visam repor, manter, consertar, os fluxos sistêmicos das conexões entre partes.

Muitas doenças são causadas pelas falhas nas proteínas, ou falta delas, e muitos segredos da vida estão acobertados nas proteínas, por isso justifica-se todo o esforço possível na busca de cada vez maior conhecimento sobre este fenômeno natural. Existe já um banco de dados sobre a constituição de milhares de proteínas, e temos – dentro da Matrix/DNA – que pesquisar todos para ver se conseguimos identificar qual molécula corresponde a qual trecho do circuito. Por isso registramos aqui o endereço deste site:

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http://www.peptideatlas.org/#

PeptideAtlas is a multi-organism, publicly accessible compendium of peptides identified in a large set of tandem mass spectrometry proteomics experiments…. ( cont. a ler)

Começar este trabalho para especialistas em proteinas não seria nada facil, e para leigos, impossivel, a não ser em séculos. mas se toda a Humanidade sempre acreditasse ser impossivel evitar que um asteróide a caminho da Terra cause tragédias aqui, a NASA nunca estaria tentando desenvolver meios para bombardear meteóritos no espaço. E este esforço “impossivel” pode um dia salvar a Humanidade. Se eu tivesse ouvido uma diretora de uma universidade que disse ser impossivel a missão que eu estava indo tentar na selva, eu nunca teria descoberto a Matrix/DNA. E como a Matrix/DNA pode ser uma falsa descoberta, muitas vezes um esforço sobre-humano em busca de um objetivo realmente se revela impossivel. Proteinas continuam torturando e matando milhões de humanos, não me venham dizer que se especialistas não o querem fazer, que eu leigo estou sendo louco ao tentar. De fato sou louco quando algo ou alguem ataca a minha espécie.

Só para ter uma idéia da dificuldade que será apenas o iniciar deste trabalho, vamos pegar como exemplo apenas um dos dados neste database:


PAe000002
Jurkat T-cell lipid rafts stim & unstim ICAT labeled Replicate 1
Human
LCQ Classic
Von et al. (2003), Von et al. (2003)

Bem, para começar o que é Jurkat T-cell? para chegar aos bits de informações relacionados com a fórmula da Matrix/DNA temos que ver quais genes, quais moléculas, etc., tudo relacionado a um tipo de proteína. Então vamos ao Wikipedia, para começar:

Jurkat cells

From Wikipedia, the free encyclopedia

Jurkat cells (pronounced yūr′kat) are an immortalized line of human T lymphocyte cells that are used to study acute T cell leukemiaT cell signaling, and the expression of various chemokine receptors susceptible to viral entry, particularly HIV. Jurkat cells are also useful in science because of their ability to produceinterleukin 2. Their primary use, however, is to determine the mechanism of differential susceptibility of cancers to drugs and radiation.

The Jurkat cell line (originally called JM) was established in the late 1970s from the peripheral blood of a 14 year old boy with T cell leukemia.[1] Different derivatives of the Jurkat cell line can now be obtained from cell culture banks[2] that have been mutated to lack certain genes.

Examples of derivatives

  • The JCaM1.6 cell line is deficient in Lck kinase activity due to the deletion of part of the lck gene (exon 7) from the Lck transcript.
  • J.RT3-T3.5 cells have a mutation in the T cell receptor beta chain locus precluding expression of this chain. This affects the cells in several ways. They do not express surface CD3 or produce the T cell receptor alpha/beta heterodimer. Since they are deficient in the TCR complex, these cells are a useful tool for transfection studies using T cell receptor alpha and beta chain genes and are widely used in labs in which T cell receptor gene transfer technologies are studied.
  • The I 9.2 and I 2.1 cell lines. The I 2.1 cell line is functionally defective for FADD and the I 9.2 cell line is functionally defective for caspase-8, both defective molecules being essential to apoptosis or necroptosis of cells.
  • J-Lat contains integrated but transcriptionally latent HIV proviruses, in which GFP replaces nef coding sequence, and a frameshift mutation in env.

Cell line contamination

Jurkat J6 cells have been found to produce a xenotropic murine leukemia virus (X-MLV) that could potentially affect experimental outcomes and infect lab technicians. This infection may also change the virulence and tropism of the virus by way of phenotypic mixing and/or recombination.

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Está certo… Entendí tudo aí. Ora, não entendí uma palavra. Terei que aplicar o mesmo método que usei na infância para aprender o português acadêmico, o inglês e como sempre, estudar ciências sozinho: pegar palavra por palavra, cada termo cientifico técnico, ir nos dicionários de biologia, física, petrologia, etc., até aprender o que cada uma significa.


Mais Uma Descoberta da Matrix/DNA: O que é e como acontece a Expressão dos Genes

quinta-feira, março 20th, 2014

A expressão de genes ( a ativação funcional dos genes dentro de uma célula) é um processo fundamental para a vida. Um importante passo neste processo é a síntese de proteínas, onde os amino-ácidos, os building blocks que compõem o filamento da proteína, são conectados juntos como as pérolas num colar. Mesmo pensando que este mecanismo tem previamente sido descrito detalhadamente, alguns “estocásticos” aspectos tem sido negligenciados: na cadeia de eventos que caracterizam a síntese de proteínas há um certo componente de acaso, que influencia o tempo que é utilizado para a proteína ser montada. No link a seguir, foi publicado uma oportuna novidade sobre este assunto:

Science Codex

Protein synthesis and chance

http://www.sciencecodex.com/protein_synthesis_and_chance-126951

posted by news on january 29, 2014 – 4:01pm

Recentemente foi publicado no jornal Physical Review E um estudo de uma equipe do SISSA que tem investigado este aspecto e que descreveu o processo de translação de proteínas com um modelo matemático. No meu entender, estes cientistas desconfiaram que o processo seja apenas casuístico, que talvez existiria uma maneira de controla-lo, e o método escolhido foi a Matemática. Mas antes de lê-lo, permita-me informar que a leitura do artigo me induziu a observar a fórmula que denominei “Matrix/DNA” e que penso ser a fórmula que a Natureza tem usado para criar todos os sistemas naturais, desde átomos a galáxias a corpos humanos… e agora para desenvolver este novo sistema que denominamos de mente ou auto-consciência.  E dessa observação concluí que existe uma causa inteligível para o processo, que ele pode ser entendido e controlável, mas não aplicando-se a Matemática, e sim, a própria biologia da vida, com seus mecanismos e processos.

Eu já sabia qual o significado das proteínas para os sistemas biológicos (ditos “sistemas vivos”): proteínas representam – na organização biológica da matéria – o circuito sistêmico esférico da Matrix, nos trechos em que o corpo que rola no circuito porque animado pelo ciclo vital, salta de uma forma para a outra, sem estacionar ou apresentar completas as formas intermediarias. Portanto, proteínas representam o aspecto das ondas do tempo no circuito, enquanto os corpos ou partículas representam objetos no espaço do circuito. Para clarear esta definição, pense no álbum de fotografias da sua vida onde tem apenas seis ou sete fotos, cada uma representando seu corpo nas varias formas etárias, desde uma foto na sua forma de baby, depois de criança, adolescente, etc. Seu corpo muda de forma a cada minuto pois células morrem e são substituídas por outras sempre diferentes em algum minimo detalhe, mas no seu álbum não estão todas as milhares destas diferentes formas. Estes espaços de tempo entre uma forma e outra é representada na formula da Matrix por setas curvas, as quais representam a onda do tempo transcorrido entre duas formas. Quando a Matrix se tornou biológica, muitos das suas arquiteturas foram feitas com algumas formas fixas, como no seu álbum de fotografias. Assim são os diferentes genes: cada gene representa uma forma do corpo que rola no circuito, seria impossível ou desnecessário representar as milhões de formas diferentes do corpo do sistema no DNA.

Mas para isso ficar melhor entendido vamos trazer para cá a fórmula da Matrix:

 

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Observando a fórmula acima, vemos que o circuito sistêmico externo é formado de setas e corpos denominados “funções”. Quando esta fórmula está operando no nível genético das células, as setas são substituídas pelas proteínas, e as figuras das funções, que representam formas do corpo em determinadas faixas etárias, por genes. O sistema inteiro, pelo DNA. Isto nos conduz a notar algo muito interessante, a fazer uma pergunta, por exemplo: “Quem foi o senhor Joaquim que morreu ontem? Acho que o conheci a 20 anos atras quando morei nesta cidade, Como era a aparência dele?” Ora o Joaquim morreu velho e já corcunda e se quisermos responder ao forasteiro teremos que calcular como era sua aparência a 20 anos atrás. Na verdade nós não somos apenas uma pessoa, se levar-mos em conta as transformações efetuadas pelo ciclo vital, nós somos milhares em um. Tanto que se fossemos apresenta o que fomos em vida numa foto seria impossível, teríamos que apresentar um filme com duração de 80 anos. Mas por incrível que pareça, o DNA é isto: uma foto apenas contendo todas as milhares de formas diferentes de um organismo, na forma de genes.  Por isso que quando chega a hora certa ele leva-o a envelhecer: ele esta apenas expressando uma forma sua futura que ele já continha desde seu nascimento! De fato, a Matrix é sempre uma traquinas nos aprontando estas peças, nos fazendo notar coisas que nunca havíamos pensado antes, apesar de existirem sob nossos narizes.

Em cada etapa de sua vida você tem mudado não apenas a forma de seu corpo, mas também a sua função como individuo, principalmente dentro das duas novas formas de sistemas que criamos: o familiar e o social. Enquanto baby a sua função é garantir a perpetuação da espécie apesar de não realizares nenhum trabalho útil, e enquanto adulto sua função de pai, mãe, traz consigo a sua função produtiva no sistema social. Por isso, na fórmula da Matrix, apesar de estar representando um corpo sendo transformado pelo ciclo vital, eu achei melhor colocar nas sete formas fixadas, não os nomes de baby, criança, adulto, etc., e sim o nome de função seguido de um numero. Pois a Matrix vale para todos os sistemas, e muitos sistemas, como átomos e galaxias, teria que ser explicado que adolescente é o elétron na terceira camada eletrônica, ou o planeta na galaxia, ou ainda o ribossomo na célula, etc. Vamos trazer para cá mais uma figura representando a fórmula, agora com as funções trocadas por formas reais produzidas pelo ciclo vital, num corpo humano e num corpo astronomico:

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Mas se o jovem tem uma função e o adulto tem outra, esta mudança de função não ocorre de um momento para outro, ela vai mudando lentamente, tomando talvez uma década. E o DNA não precisa esperar essa década, ele faz um novo gene representando a forma adulta dando um certo salto no tempo depois que fez os genes representando as formas do jovem. Porem aí ele tem um problema: quando chega o RNA trazendo uma mensagem de que a célula ou o organismo necessita urgente realizar uma operação, e o responsável por essa operação é um dos genes da forma adulta, como ele pode acionar apenas aquele gene sem ter que fazer um gene inicial na forma de mórula e leva-lo por todas as fases até atingir a forma requerida? Eu ainda não refleti o suficiente sobre essa questão, mas sei que aí entram as proteínas. Uma determinada proteína representa o trecho do circuito, digamos, da seta entre a F2 e F3. Se ela continuar alem da F3 ela se tornaria uma partícula, a ferramenta fixa executando a F3. Mas para isso existe o Gene F3, ela apenas representa todas as formas anteriores e por isso ela vai direto executar a função daquele gene e não de qualquer outro. Entendeu? Nem eu que já estou escolado em pensar na Matrix  ainda não entendi muito bem, mas sei que é por aí.

É difícil de entender e necessita mais estudo porque realmente a coisa é complexa. Por exemplo, suponha que me viesse alguém agora que estou velho, me pedindo para resolver um problema que precisa aplicar raiz quadrada e função trinomial. Eu iria desejar estar na minha forma adolescente quando estudava no ginásio e tinha estas formulas frescas na memória, agora já não consigo me lembrar delas. É ilusão pensar que quanto mais madura uma pessoa se torna mais capaz de realizar qualquer tarefa, pois tem tarefas que podíamos fazer quando mais novos e quando velhos, já não somo mais capazes. Então imagine este problema no nível do DNA, quando tem que rapidamente expressar os genes certos para produzirem as proteínas certas para uma determinada operação. Talvez a operação exija uma tarefa inicial que é executada pelo gene da F3, uma tarefa seguinte que só pode ser feita pelo F1 e a seguinte tarefa novamente pelo F3… Isto nos tomará muitos anos de estudo.

Mas os diversos e quase infinito números de funções que existem intermediarias às sete fixadas na fórmula também têm seu ponto fixo no circuito, cada uma delas. Digamos que o organismo requer uma operação que seria executada no ponto F3 – 0,1674965… E em seguida outra função no ponto F3 – 0,85328543… Ora, a proteína emitida pelo gene em F3 para executar a primeira operação seria mais curta que a outra, e sua tradução demoraria menos que a outra. Uma tomaria menos tempo para ser montada que a outra. Claro! Mas para um observador que nada sabe da Matrix, e portanto não interpreta a existência de proteínas pelo mesmo significado que penso ver nelas, não existe razão lógica para essa variação de tempo, por isso o texto acadêmico diz que “a diferença de tempo contem uma certa dose de acaso”, e isso “afeta a tradução podendo produzir mutações ao acaso”. Eu concordo que numa tarefa mais demorada, existe muito mais chances de ocorrer erros que numa tarefa mais curta. Principalmente porque à medida que aumenta o numero do ponto no circuito, aumenta a complexidade da função, e complexidade envolve mais erros que tarefas simples. Então, à primeira vista, fico com o pressentimento de que o conhecimento fornecido pela Matrix seria inútil, algo como uma cultura inútil. Os acadêmicos simplesmente observaram uma parte de um evento e concluíram pelo óbvio, passando a navalha de Occam no problema. E seguindo sempre a orientação do método reducionista cientifico, perdidamente baseado na Física e Matemática, vão aplicar a Matemática para tentar abordar o problema das doenças humanas. Eu tive que dar uma volta por todos os sistemas do Universo, pensar em átomos, galaxias, ondas do tempo e partículas do espaço, etc, perdidamente baseado no método sistêmico, para chegar à mesma conclusão. Mas será isso mesmo? Já disse alguém que o acaso é desconhecimento de causas. Qual a diferença entre um pesquisador que acredita na mutação pelo acaso buscando a cura para uma doença e outro pesquisador que sabe qual a causa da mutação? Esta resposta só a teremos quando alguém de dentro da Academia descobrir a fórmula da Matrix e os pesquisadores imbuídos do conhecimento da Matrix atacarem estas doenças tradicionais que continuam torturando e matando humanos por milênios, sem que até agora se tenha encontrado suas curas. A resposta virá se estes pesquisadores encontrarem ou não as curas.

A seguir copio o artigo aqui ( os grifos são meus), pois necessito ler e reler e fazer a pesquisa de cada detalhe, alem de tentar entender este trabalho e técnica destes autores, os quais, para mim, são os verdadeiros e maior heróis da Humanidade, pois dedicam suas vidas buscando o beneficio para todo ser humano, alem de serem os fornecedores de dados nos quais tenho me apoiado para a elaboração das minhas teorias.  A Matrix/DNA se apóia sobre os ombros de gigantes, a verdade tem que ser sempre lembrada.

In mathematics, a stochastic system refers to a process that is subject to random changes, which fluctuate, however, around an average value. For the sake of simplicity, the system can be described considering only the average value, i.e., in a “deterministic” manner, where, given the conditions, the variable can assume only a single definite value. In actual fact, however – and this is true for many biological processes – the “cloud of values” that a variable can assume when the process is repeated over time can affect the efficiency of the process.

A group of scientists at SISSA has analyzed the stochastic nature of the protein translation process, testing it with computer simulations. “We considered a specific aspect of translation: the distribution of binding times (BT) that is the time needed for tRNA (a molecule capable of transporting amino acids) to carry the proper amino acid to the ‘matrix’ (mRNA) which ‘prints’ the proteins according to a specific code”, explains Pierangelo Lombardo, who carried out the research together with Luca Caniparoli – both from SISSA. “This time interval is not always the same, but it varies in a more or less random manner”.

“Imagine you know there is an average BT value, for example 1, which can be used conventionally when describing the system. In actual fact, however, each time we observe the process the value may be 1.1, 0.9, 0.7, 1.3 and so on. The value assumed each time by the BT changes in a stochastic, though not completely random, manner because it distributes into a cloud with a specific shape around the mean”, continues Lombardo. “The shape of this cloud is not indifferent, as it has an effect on the time needed for process of protein synthesis. What we found in our study is that the BT fluctuates more (i.e., the cloud is more spread out) than previously thought and consequently so does the time needed for protein translation”.

“Observations like this extend our knowledge on protein synthesis processes”, he concludes. “Knowing how translation times decrease and increase may also be useful to understand under which conditions these mechanism can fail”.

More in detail…

Gene expression consists in building proteins (or other macromolecules) starting from the genetic information contained in the DNA. The process occurs inside the cells. The original matrix of proteins are genes, small parts of DNA contained in the cell nucleus. The sequence of elements (nucleotides) making up the DNA contains the information needed for building proteins.

Simplifying the process greatly, we can say that first a sort of carbon copy is made of the sequences encoded in the gene. This first step is called “transcription”: a portion of DNA is copied into a small RNA molecule, termed mRNA or messenger RNA. This portion travels to the parts of the cell where the second step, translation (or protein synthesis), takes place with the help of structures called ribosomes which “read” the mRNA sequence and collect the material needed to build the protein.

Proteins, in fact, are made up of long chains of amino acids, the tiny building blocks normally found dissolved in the cytoplasmic fluid. Some small RNA molecules, called tRNA and different from mRNA, bind specifically to amino acids giving rise to tRNA-amino acid complexes. These complexes then go and interlock, like the teeth of a zipper, with the chain of mRNA, one after the other into the proper sequence of amino acids, which bind to each other to form the strand of protein.

Source: International School of Advanced Studies (SISSA)

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Pesquisa da Matrix/DNA:

Stochastic – ( From Wikipedia )

In probability theory, a purely stochastic system is one whose state is non-deterministic  (i.e., “random”) so that the subsequent state of the system is determined probabilistically. Any system or process that must be analyzed using probability theory is stochastic at least in part. Stochastic systems and processes play a fundamental role in mathematical models of phenomena in many fields of science, engineering, and economics.

Stochastic comes from the Greek word στόχος, which means “aim”. It also denotes a target stick; the pattern of arrows around a target stick stuck in a hillside is representative of what is stochastic.

Biology

In biological systems, introducing stochastic “noise” has been found[by whom?] to help improve the signal strength of the internal feedback loops for balance and other vestibular communication. It has been found to help diabetic and stroke patients with balance control.[6] Many biochemical events also lend themselves to stochastic analysis. Gene expression, for example, has a stochastic component through the molecular collisions — as during binding and unbinding of RNA polymerase to agene promoter — via the solution’s Brownian motion. ( continuar a ler)