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domingo, agosto | 12 | 2012
Imagine o casal João e Maria, que muito se amam. Não dê importancia à choradeira dêles e os separe: Deixe João numa sala no Rio de Janeiro e leve Maria para outra sala em outro continente, Europa, por exemplo. Em cada lugar uma equipe de cientistas entra na sala para observar. Os cientistas do Rio encontram João desesperado, pensativo, em pé, mas ao invés de estar andando de um lado para outro está rodando o corpo da direita para a esquerda, como fazem os médiuns nas seções espiritas. Comunicam o estado de João à equipe de Londres e podem até fazer uma gracinha: “Apostamos uma duzia de cervejas que Maria não está em pé e sim de ponta cabeças plantando bananeira. E não está parada, mas sim rodando o corpo da esquerda para a direita. Ganhamos?”
-” Exatamente! Foi nêsse estado que encontramos Maria na sala! Mas nós vamos mudar o estado de Maria e vamos adivinhar o estado de João aí e recuperar nossas cervejas!”
Mas não conseguem. Não tem como fazer Maria obedecer qualquer ordem. Só se entrasse na sala uns brutamontes e agarrando Maria movessem-na como quisessem. Mas ai não vale, pois para o estado ser real revelando a natureza de João e Maria, seus movimentos tem que serem autonomos, segundo a vontade dêles.
Bem… esta analogia serve mais ou menos para dar uma idéia do que fala o artigo ( se eu, leigo em Física Quantica sei interpretar alguma coisa correta dela) cujo tema é o espetacular mistério na dimensão quantica das particulas que constituem a matéria deste Universo… e nossos corpos! Os chineses são espertos e sabem que nessa escuridão ainda misteriosa tem um tesouro que pode dar muito lucro e poder. Estão tentando desenvolver uma tecnologia futurista baseada numa propriedade que foi descoberta existindo na dimensão quantica; a teleportation (teletransporte). O que é isso? Segundo a Wikipedia é : a transferência de matéria de um lugar para outro sem atravessar o espaço fisico entre os dois lugares, como é popularmente acreditado existir no espiritismo. Para mim isto cheira à mágica, a qual não deve existir. A não ser que a Natureza alicerçada sôbre um oceano de luz, como sugere a Teoria da Matrix/DNA esteja correta, ou que os buracos de minhoca no espaço, como intuiu Einstein, realmente existam.
Ao invés de um casal humano, os cientistas chineses estão lidando com um casal de fótons.
( Para recordar veja a definição de ” fotão “, na Wikipedia. O leitor pode ir na versão em Português, mas a falta de empatia da mentalidade lusitana-brasileira impede estes seres humanos a ultrapassarem as fronteiras do próprio umbigo e se imaginarem no lugar do leitor/pesquisador que na maioria é leiga nos jargões da Fisica e escrevem como se fosse para eles mesmo que estão na área. A versão em Ingles é muito mais empatica e inteligivel para nós, leigos. Vejamo-la: A photon is an elementary particle, the quantum of light and all other forms of electromagnetic radiation, and the force carrier for the electromagnetic force, even when static via virtual photons. The effects of this force are easily observable at both the microscopic and macroscopic level, because the photon has no rest mass; this allows for interactions at long distances. Like all elementary particles, photons are currently best explained by quantum mechanics and exhibit wave–particle duality, exhibiting properties of both waves and particles. For example, a single photon may be refracted by a lens or exhibit wave interference with itself, but also act as a particle giving a definite result when its position is measured. The modern photon concept was developed gradually by Albert Einstein to explain experimental observations that did not fit the classical wave model of light.
O tema é de extrema importancia para a Matrix/DNA Theory porque como sabem, nos ultimos meses a Matrix nos sugeriu uma espetacular novidade: a luz pura, natural, carrega em si o código que imprime Vida à matéria. E fótons são as unidades fundamentais da luz, seja como partícula ou onda.
Eu não sei como os cientistas conseguem detectar e isolar dois fótons que são exatamente pares, assim como nós conseguimos com facilidade detectar e isolar dois seres humanos que formam um casal ligado por relações sexuais, e gostaria de ser ilustrado sôbre isso. By the way, trata-se do fenomenal fenômeno (ai, que escorregada na gramatica!) do “entanglement” ou quantum entrelaçamento que revela existir um fragil, invisivel, link ou canal de comunicação entre os dois elementos do casal que os parece tornar um só, independendo da distancia que os separe! A minha vida humana foi um desastre (acho que os leitores tiveram mais sorte que eu), porque nascí como um cego ignorante das fôrças e causas que criaram este mundo e a mim, porque o mundo e suas coisas tem sido meu inimigo como se me tivesse feito para ser mero escravo, e por isso todas minhas energias estão investidas na batalha contra este mundo, principalmente, na busca do conhecimento deste mundo, para tentar “consertar” o que está errado em relação ao que seria o bem-estar da minha existência. E quando estamos tocando nesta oculta fenomenologia de fôrças e causas ainda desconhecidas, estamos dentro das minhas estratégias de combate, do meu projeto atual de existência.
Tempos atrás pessoas comuns como eu se admiraram com o telefone celular: “Como é que pode uma caixinha pequenina lá na Europa captar e transmitir a voz para outra caixinha pequenina aqui na América, sem nenhum fio ou nenhuma ponte entre elas?!!!” Explicado isso, agora aparece outra questão de arrepiar os cabelos: “Como é que pode o torcimento e amassamento de uma caixinha aqui na América fazer com que outra caixinha lá na Europa se torça e se amasse sózinha justamente para o lado contrário?!! Já não é mais uma troca de informações ou transporte de sinais entre duas caixinhas separadas; é uma troca de movimentos intimos entre dois corpos separados, quando um não pode “ver” nem “tocar” o outro! Que mundo é êste, que coisas existem que este meu estupido e fraco complexo sensorial não capta nada?! Parece até que os buracos de minhoca no espaço do Einstein são coisas reais! Para ganhar esta batalha vou ter que realizar façanhas fora do mundo perceptivel e conhecivel pelo meu complexo sensorial, a coisa está se tornando muito complicada. E daqui para a frente, acabou a moda de dizer que as pessoas que falam de feijão, futebol, e negócios lucrativos de dinheiro são as pessoas normais e aquelas que chegam na roda de amigos no bar falando de estranhezas como mais uma descoberta na quantica ou na busca de origens da vida extra-terrestre pela Curiosity são loucas ou anormais que só falam besteiras para nos atrapalhar: elas lidam com a dimensão dos materiais que precisamos para lutar nossa suprema luta.
Se o que estão revelando do mundo quantico estiver correto, e se o que a Matrix está revelando sôbre o cérebro humano estiver correto, penso ser possivel que um neuronio do hemisfério esquerdo do meu cérebro é o marido de uma neuronia que vive no lado direito. Como dominante, o esquerdo faz prevalecer a informação do mundo perceptivel aos meus sentidos aqui e agora quando tenho minhas idéias e busco as melhores decisões, mas a dominada neuronia do direito fica paralizada, quando ela tem as informações complementares que jazem na face oculta aos meus débeis sentidos, que se levadas em conta nas minhas operações mentais, me fariam ser muito mais bem suscedido nesta vida. Eu vou apostar na hipótese que ambas as sugestões estejam certas e tambem na possibilidade que pensei. Isto significa que tenho de arrumar um jeito de modificar a maneira como os neuronios no meu cérebro estão hard-wired, conectados, e para isso tenho que viver mais na conversa e no mundo dos anormais loucos, pois o mundo dos normais vencedores aqui só tem me f…
Bem… pelo que vemos no artigo cientifico e principalmente na longa lista de interessantes comentários, a Humanidade ainda está como um cego apalpando o escuro, no tocante a este especto real do nosso mundo natural. E a cosmovisão da Matrix me deixa incomodado porque ela está sugerindo coisas que ninguem mais tem falado nada igual. Por exemplo ela diz que os dois fotons formando um casal nada mais são que dois representantes-sinteses das duas faces da fórmula da Matrix. Observe a fórmula: um foton seria o pedaço do circuito sistemico que vai da função 1 até a função 4, e o outro seria o pedaço que vai da F 6 até a F 1. Então na verdade os dois fótons seriam o resultado de um corte que separou exatamente na metade um unico pré-existente foton. O corte da separação é o pedaço extra de F5. Então, o espaço e tempo existente entre foton A e foton B não é vazio, ele é preenchido pela fôrça da F 5, a qual pode ser esticada ao infinito, e como diz a fórmula é a função responsavel pela reprodução, tanto do sistema inteiro em outro novo sistema como a reprodução da face esquerda na sua bi-lateral simétrica e assimétrica face direita. Estaria por aí o motivo que Maria em Londres reproduz ao mesmo tempo e dce forma oposta qualquer movimento e João no Rio. Mas desde que a fórmula da Matrix representa uma volta completa do ciclo vital de um corpo, tambem significa que a vida do foton pré-existente foi separada em duas metades, em dois corpos, sem no entanto destruir o link que é o circuito do ciclo vital. Por isso, sendo duas faces bi-lateralmente opostas e sendo duas fases da vida onde uma é pautada pelo crescimento e a outra pautada pela entropia degenerativa, os dois fotons são opostos em tudo.
Agora vou tentar traduzir o paragrafo acima para ter um comentario aser postado no artigo e assim manter acesa a chama da existencia da teoria da Matrix/DNA, apesar que nesta pressa e pressão da vida nada posso fazer direito e o possivel leitor do comentario nada vai entender e pensar que é um spam.
Well .. we see in the scientific paper and especially the long list of interesting comments, humanity is still like a blind man groping the dark with regard to this real espect of our natural world. And the worldview of the Matrix/DNA makes me uncomfortable because she is suggesting things that nobody else has said anything like that. For example she says that the two photons forming a couple are no more than two representatives-syntheses of the two sides of the formula of the Matrix. Notice the formula: a photon would be the systemic circuit piece that starts at F 1 and goes till F4, and the other would be the piece that goes from F 6 to F 1. So in fact the two photons would be the result of a cut that separated exactly half a pre-existing single photon. The cut of separation is the extra piece of F5. So space and time between photon A and photon B is not empty, it is filled by force of F 5, which can be stretched to infinity, and as the the formula says, is the function responsible for reproduction, both, the entire system into another new system and as the reproduction of the left cheek in his bi-lateral symmetrical and asymmetrical right cheek. But since the formula of the Matrix represents a complete revolution in the life cycle of a body, also means that the life of the pre-existing photon was separated into two halves in two sets, without destroying the link circuit which is the life span. Therefore, two bi-laterally opposite sides and being two phases of life where one is driven by growth and other ruled by degenerative entropy, the two photons are opposite in everything.
Scientific American.com
http://blogs.scientificamerican.com/observations/2012/08/09/quantum-teleportation-achieved-over-record-distances/
By John Matson | August 9, 2012 |
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Adendos para pesquisar o tema:
Wikipedia: Teleportation is the transfer of matter from one point to another without traversing the physical space between them, similar to the concept apport, an earlier word used in the context of spiritualism.
Etymology
The word teleportation was coined in 1931[1][2] by American writer Charles Fort to describe the strange disappearances and appearances of anomalies, which he suggested may be connected. He joined the Greek prefix tele- (meaning “distant”) to theLatin verb portare (meaning “to carry”). Fort’s first formal use of the word was in the second chapter of his 1931 book, Lo!: “Mostly in this book I shall specialize upon indications that there exists a transportory force that I shall call Teleportation.” Fort added “I shall be accused of having assembled lies, yarns, hoaxes, and superstitions. To some degree I think so myself. To some degree, I do not. I offer the data.”[3] Fort suggested that teleportation might explain various allegedly paranormalphenomena, although it is difficult to say whether Fort took his own “theory” seriously or instead used it to point out what he saw as the inadequacy of mainstream science to account for strange phenomena.
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quarta-feira, setembro | 7 | 2011
Obs: O conceito da física quântica sempre trabalhou com duas premissas: Partícula e Onda. Atualmente sabe-se que na realidade nunca houve partícula, pois o que se postulava que era partícula, é na verdade uma rotação/giro da Onda que gera uma inércia, e essa rotação “junta” a Onda que então se apresenta como “Matéria”. Resumindo, tudo é ONDA e a realidade é uma ilusão!
Read more: http://libertesedosistema.blogspot.com/2011/05/realidade-e-uma-matrix.html#ixzz1XJA96OXY
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terça-feira, abril | 19 | 2011
O mundo quântico está criando o niilismo e ateísmo entre cientistas, professores e estudantes ao passar a idéia de que existimos sôbre um pantano de areia movediça e portanto não temos futuro nem sentido para a existência. Mas a fórmula da Matriz/DNA está sugerindo o contrário, que o mundo quântico é uma plataforma sólida sob nossos pés e no qual estão os códigos basilares inclusive já determinando nossa transcendência. Aqui vamos apontar alguns d6estes indícios.
Meu estado mental nêstes dias é o seguinte:”A fórmula da Matriz/DNA explica tudo o que existe no mundo perceptivel aos meus sentidos. Ela chegou ao ponto de arremeter-nos para alem das fronteiras deste Universo e apontar na direção de sua causa criadora: um sistema normal, natural, material, porem, inteligente, consciente. Agora tenho dois caminhos. Primeiro é aplicar essa fórmula tecnológicamente, para transformar o meio-ambiente num sistema perfeito para a manutenção do corpo humano; segundo…é procurar se não existe algo mais alem da matéria, porque a falta de um propósito nesta nova visão do mundo é decepcionante. Mas essa busca me causou um repentino mal-estar, quando dias atrás descobrí que na luz estgá o principio do ciclo vital, e ao que parece, o principio do código genético. O mal-estar vem da suposição que a luz é algo tão tênue e abstrato, intocável, que interrompe aí qualquer possibilidade de pesquisa. Seja qual for a fonte emissora ou criadora de universos materiais, ela usa uma substnacia, que é a luz. mas a luz é um abismo entre nós e essa causa primeira, então retornamos à estaca zero, sem uma resposta para a questão do que é a existência, para que existimos, porque estamos aqui, etc.
Mas continuarei a pesquisa, aliás, por varias vêzes eu tinha me deparado antes com obstaculos que pareciam o fim mas sempre conseguí ultrapassa-los. Continuo devagar, aleatóriamente, captando algo aqui, pensando algo acolá, resignado e sem esperança mas que a qualquer momento pode estourar. E assim captei o trecho abaixo, em inglês, que lança mais uma luz sôbre o estudo da luz, da luz como onda, etc.:
“Schrödinger and Heisenberg independently uncovered dual descriptions of particles and atoms. Later, the theories proved equivalent. Then in 1926 Heisenberg’s previous advisor, Max Born, discovered why no one had found a physical interpretation for Schrödinger’s wave function. They are not physical waves at all; rather the wave function includes all the possible states of a system. Before a measurement those states exist in superposition, wherein every possible outcome is described at the same time. Superposition is one of the defining qualities of quantum mechanics and implies that individual events cannot be predicted; only the probability of an experimental outcome can be derived.”
http://seedmagazine.com/content/article/the_reality_tests/P2/
Ora, eu já tinha percebido que a incerteza de Heisenberg se explica porque não posso ver a Maria em todos os estados de seu corpo de 30 anos num só instante. Num instante em que olhei para Maria ela era um baby de um ano. Noutro instante ela era uma adulta de 40 anos. Afinal qual é a maria real? A do primeiro instante ou a do segundo? Se eu fôsse um gigante do tamanho do sistema solar, minha dimensão de tempo seria uma tão lenta de maneira que ao olhar para Maria veria seu mundo e movimentos em vertiginosa velocidade e em dois minutos meus observando-a a veria inicialmente como baby e no final dos meus dois minutos já a estaria vendo como adulta. De maneira que na confusão das imagens, eu não acreditaria que a Maria adulta era a mesma particula que ví no inicio na forma de baby. isto aconteceu com Heisenberg. Quando êle começou a medir alguns dados como velocidade, massa, de Maria baby tentando fixa-la num ponto, ela escorregava de suas mãos. Se ele media volume e partia para medir a massa, o volume já tinha mudado e de maneira que ele podia perceber, mas como êle não sabe que a particula está se transformando sob ciclo vital, quando obtinha a massa acreditava que era outra partícula. jamais obtinha todos os dados de um instante.
Mas a mudança de formas do corpo humano é justamente o que Bohr chama de “diferentes estados de um sistema”. Movimentos, reações, função familiar, de um baby, tudo em conjunto revela um estado de um corpo; o mesmo conjunto de um adulto mostra outro estado. Ele nunca têve a intuição de que os sistemas observados são “vivos”. Quando observamos uma particula podemos ver num instante todos as diferentes formas de seu ciclo vital num só instante porque para nós, o tempo de vida de uma particula é um instante. Por isso, em superposição, todos os possiveis estados passados e os a vir podem ser descritos num só mesmo tempo.
Max Bohr descobriu porque ninguém tinha achado uma interpretação física para a função de onda de Schrödinger: porque ela não têm uma consistência física… apesar de estar presente no mundo fisico. É o mesmo problema que estou tendo para provar a existência e entender realmente a Matriz na sua forma astronômica. Ela não têm uma consistência física. A Matriz astronomica é um sistema que resulta da conexão dos sete tipos de astros. Mas cada tipo é apenas uma forma temporária e quando um está existindo, os outros seis não existem. Assim como quando a Maria está existindo com 33 anos, não existe a Maria de um ano, de 10, nem de cinquenta. Como vou provar a existência de uma coisa que existe mas não existe?
Então de que vale uma coisa que não existe fisicamente? Para que saber sôbre a Matriz? Ora, se eu conseguisse tirar uma cópia de cada nova forma de Maria e as pusesse de lado, no final juntando estas formas na mesma ordem cronológica eu teria um sistema familiar perfeito (se Maria fôsse hermafrodita). Mas o que faria a conexão entre as formas, e de tal maneira que as conectasse tão rigidamente, tão forte, que à volta do conjunto se formasse uma casa, o lar nuclear? Ora, os laços do tempo: o tempo é a conexão invisivel entre o eu adolescente e o eu adulto. Quando se junta as sete cópias num unico ponto do espaço, os sete tempos tornam-se um só. Setenta anos num instante. Todos os canais funcionam ao mesmo tempo. Assim a Natureza colocou as sete organelas/estruturas dentro de uma redoma membranosa e inventou a célula viva! Cada organela era um microorganismo separado vivendo por sua própria conta. Acontece que a mitocondria estava para o ribossomo como o homem está para o macaco: um laço evolucionario, um canal invisivel de tempo. O corpo do robossomo é o mesmo da mitocondria. Os dois se complementam, um depende mortalmente do outro para existir. Se não tivesse havido um adolescente chamado Luis, eu adulto não estaria existindo agora e se eu adulto não existisse agora, o adolescente Luis teria desaparecido sem deixar nem mesmo um cadaver. Isso é a fórmula da Matriz, aqui está a importância de saber que ela existe sem se mostrar: sem ela não existiria nenhum sistema natural, nada de células, nada de humanos.
Diz-se também que a superposiçào no mundo qu6antico faz com que um evento não possa ser previsivel (Superposition implies that individual events cannot be predicted; only the probability of an experimental outcome can be derived.). Pois bem. imagine que um individuo humano está sentado dentro de casa perto de uma janela e v6e através da vidraça um outro individuo entrando furtivamente na casa. Temos tr6es alternativas:
1) É possível prever com total exatidão o que vai acontecer?
2) É possível prever com ao menos 50 % de acêrto?
3) Qulaquer opinião será totalmente ao léu, pois existem milhões de possíveis resultados.
A terceira alternativa será a correta se nada sabemos sôbre o individuo dentro da casa. Se for um baby, o desfêcho será totalmente diferente do que aconteceria se fôsse um homem, adulto e militar fortemente armado. Nosso problema com a superposição que confunde uma partícula e tudo ao redor é que vemos o baby, o adulto, um homem, uma mulher, tudo ao mesmo tempo, e no final só vemos um vulto. Então a alternativa correta dentre as três acima é apenas uma questão de tempo, depende do nosso nível de conhecimento do mundo quantico. Hoje a alternativa mais sensata será a terceira, mas amanhã será a segunda e no futuro será a primeira. Aí vamos ver que o pantano não existia, que o mundo quantico, êle mesmo, nunca foi niilista e nunca disse que a existência se assenta no acaso absoluto.
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segunda-feira, março | 28 | 2011
Existe aqui um importante assunto para pensar e pesquisar. Na técnica para produzir hologramas, quando se corta ao meio uma foto de uma maçã, cada metade do filme ainda contem a maçã inteira (ver final do segundo artigo abaixo). Acontece que o filme não mostra a olho nu a foto da maçã, mas sim um conjunto de ondas como as formadas na água de um lago após cair uma pedra. Isto se chama “Interferência”, ou seja, o quadro de ondas é produzido pelo encontro e colisão de dois feixes de luz. Os estudiosos até hoje nunca explicaram o fen6omeno, só se sabe descrever o que acontece, o que se vê. Talvez a Matriz tenha descoberto o mecanismo do fenômeno, quando explica como a metade esquerda da face da Matriz se reproduz como face direita porque tôdas as informações da face direita estão contidas na esquerda e vice-versa. Eu precisaria muito assistir essa esperiência pois acho que descobriria coisas importantes sôbre as ondas de luz. Assim apenas mentalmente não consigo figurar o processo.
Constelação Sistêmica é o nome de uma crença que aplica um método que se diz terapêutico. Tendo o website abaixo, o qual não lí tudo, há um interessante vídeo sôbre a autora Vera Bassoi mostrando uma sessão terapêutica onde se sugere que a doente foi curada. Um dos principios da crença é que cada pessoa tem em si o registro de tôda sua familia e de todas as familias suas antepassadas, e muitos dos problemas patológicos dessa pessoa são causados por traumas ocorridos com outras pessoas destas familias. Tem dois artigos interessantes, copiados abaixo, com dicas que interessam à Matriz.
Assim numa breve análise e sem conhecer a causa dessa comunidade, eu não concordei com a sugestão de que uma ocorrência em passado muito distante, numa geração distante, onde uma pessoa foi traumatizada, faz com que as almas de todos os envolvidos estejam sofrendo as consequencias. E que uma simples sessão feita agora pela senhora Vera resolveria o problema em todaas estas almas, alem do paciente vivo. Isto seria chamar as almas de burras, inaptas e isoladas. Como então alguém está sofrendo por milhares de anos e não buscou a causa, nada fêz? E a solução seria tão fácil?! Isso não faz sentido. Mas esta narrativa pode conter alguma jóia. É possível que todos os antepassados estejam registrados no DNA do paciente, inclusice psiscologia. Então um antepassado registrado com um trauma faz com que aquela região genética não funcione bem, causando os sintomas como no caso da paciente do vídeo. Porem ainda fica a questão de como seriam registradas as experiencias de vida de cada antepassado. Pois a partir do momento que uma nova cópia do DNA familiar constituiu-se formando um novo membro, essa cópia deslocou-se do tronco principal e nada o que vai acontecer com ela seria registrado de volta no tronco. Mas pode ser que as experiencias de vida, principalmente aquelas com marcante trauma, vão sendo registradas na cópia, e quando a pessoa tem um filho, aí sim as experiencias de vida, os fortes traumas são incorporados no tronco. mas isto só valeria para traumas ocorridos antes da pessoa ter filhos, o que significa que traumas ocorridos na velhice nunca serão incorporados. By the way, teria-se que provar que os traumas são registrados no DNA, que fatos e operações mentais ( como por exemplo, a exclusão de um membro da familia) sejam registrados, etc. Mas a principal pergunta a ser respondida aqui é: a paciente realmente foi curada? Se sim, então essa idéia deve ser registrada e considerada. Por isso ela está aqui registrada no blog. vejamos os dois artigos (notas importantes grifadas por mim em vermelho):
Comunidade Brasileira dos Consteladores Sistêmicos
http://www.consteladoressistemicos.com/index.php/artigos/54-os-principios-da-fisica-quantica-aplicados-nas-constelacoes
Os princípios da Física Quântica aplicados nas Constelações Sistêmicas – por Vera Bassoi
Quando explico o que é uma constelação familiar e como é o uso da técnica, percebo que existe uma grande dificuldade das pessoas entenderem como se dá esse processo.
Por ser muito recente a introdução das constelações no Brasil e por ser, também, completamente diferente dos padrões convencionais de técnicas psicoterápicas, a dificuldade maior existe por falta do conhecimento de determinados princípios fundamentais da Física Quântica que embasam os fenômenos energéticos.
A constelação ocorre dentro de um campo de energia (campo quântico) que se forma com a participação de um grupo de pessoas que entram em sintonia com a energia do sistema familiar daquele que vem em busca de soluções para as suas dores pessoais. É preciso lembrar que dentro de um sistema familiar existem pessoas vivas e outras que já morreram.
Para entrar em sintonia não é preciso fazer nada, a não ser estar ali presente e perceber as sensações que ocorrem no seu corpo, como também as emoções que poderá sentir em determinado momento. É importante deixar a razão de lado e conectar-se tão somente às sensações e emoções.
• O primeiro ponto a ser compreendido e aceito é o fato de que a nossa mente não está localizada no cérebro, portanto, ela é “não local” (princípio quântico da não-localidade dos elétrons como ondas), portanto, a mente é energia e os pensamentos são ondas emitidas que circulam pela atmosfera. Como uma onda de rádio, de televisão ou de celular pode ser captada a distância, assim também é possível captar os pensamentos, sentimentos e dores emocionais daqueles que fazem parte de um determinado sistema familiar.
Por sinal, a Parapsicologia já provou a telepatia há muito tempo. Só que nas constelações, vamos além da telepatia, dado que acessamos não só os pensamentos, mas também as dores físicas, emocionais e espirituais do sistema como um todo, incluindo os antepassados, não importando a quantas gerações haja se formado um nó energético que enredou aqueles que vieram depois e que foram atraídos por vibrarem na mesma freqüência das ondas eletromagnéticas transgeracionais.
• O segundo ponto a ser compreendido é que nós não somos apenas este corpo físico visível com o qual nos identificamos. Como todas as coisas que existem na Natureza, somos constituídos de energia. A parte visível é a energia condensada que os nossos olhos vêem e que podemos sentir através do tato. Nosso corpo físico é tridimensional o que, naturalmente, nos leva à compreensão de que os olhos enxergam tudo que está na terceira dimensão. Entretanto, a maior parte do que somos é invisível aos olhos porque é energia sutil, não condensada, e está em todas as dimensões simultaneamente. Portanto, além do corpo físico temos um campo bio-eletromagnético que permeia e contorna o físico e que é invisível aos olhos comuns. Esse campo energético é conhecido pelo nome de “aura”.
Desde a antiguidade que os povos do oriente têm conhecimento da “aura” e encontramos esse conhecimento registrado em muitos livros por diversos autores. Pessoas que possuíam o dom de ver além do físico, as chamadas clarividentes, relataram suas observações que mais tarde foram comprovadas através de aparelhos de radiestesia, pela foto Kirlian ou bio-eletrografia e hoje, com aparelhagem mais sofisticada, pode ser vista e analisada em tempo real através da tela de computadores preparados para tal. Portanto, não há mais como duvidar da existência da energia que constitui a maior parte do ser humano. (Nota: Trabalhei durante 15 anos com a bio-eletrografia, analisando as chamadas fotos kirlian. No entanto, acompanhando o avanço tecnológico dentro desse campo, não pude deixar de mudar para o biosensor quântico que mostra, não só a aura, como também os sete chackras principais, ao vivo e a cores, na tela do computador – é fantástico! ).
• O terceiro princípio da Física Quântica, que é primordial e deve ser considerado nas constelações, é a questão do tempo, ou seja, o presente, o passado e o futuro estão ocorrendo simultaneamente no aqui/agora.
Sei que essa questão é muito difícil de ser interpretada pelo fato de que sempre consideramos o tempo linearmente, ou melhor, sempre pensamos que o tempo pode ser representado por uma linha reta horizontal onde o passado fica a esquerda, o presente é um ponto central e o futuro fica a direita.
Essa idéia está tão fortemente enraizada que dificulta a mudança de parâmetros quando lidamos com o passado, principalmente um passado distante, trazendo-o para o aqui e agora no presente, com o intuito de apaziguar a alma daqueles que foram injustiçados, daqueles que morreram com mágoas no coração, daqueles que levaram culpa em suas almas, daqueles que foram excluídos do seio familiar, que morreram nas guerras sangrentas, que foram abandonados, traídos, não amados, abortados, acidentados cuja vida foi ceifada prematuramente, etc…
A meu ver, o que a constelação familiar faz de mais espetacular, e que até agora não vi nem ouvi nenhum colega da área comentar, mesmo em todos os cursos que já freqüentei com especialistas consteladores, e que vejo constantemente acontecer, é a cura das almas dos antepassados, aliás, de muitas almas, além da cura das feridas emocionais daquele cliente que trás a questão a ser trabalhada e, ainda mais, com o efeito dominó que essa cura tem em todos os membros do sistema familiar atual. Esse efeito dominó também atinge aqueles que vêm depois, ou seja, as futuras gerações.
Portanto, as constelações, quando feitas com amorosidade, não só mostram para o cliente onde aquele determinado nó teve início, como mostra que não podemos absolutamente julgar ninguém, muito menos aqueles que tiveram destinos pesados. E isso cura a alma do cliente quando ele entende que por um amor cego, inconsciente, a alma dele resolveu assumir algumas dificuldades que eram de alguém que foi excluído do seu sistema familiar tendo causado um desequilíbrio e uma grande dor na alma da família; portanto, por uma causa maior, para que se restabeleça o equilíbrio rompido, a alma dele (cliente) se entregou em sacrifício.
A partir daí eu o esclareço que seu sacrifício inconsciente não foi suficiente para estabilizar ou repor a ordem dentro do sistema, mas que é possível conscientemente fazer isso agora, desde que o passado, o presente e o futuro estão acontecendo neste instante. Então, no devido momento, os excluídos são novamente incluídos no seio familiar, as reconciliações são feitas, os antepassados são honrados, e todo o sistema vai se acertando, novamente, com a participação do representante do cliente que, na verdade, representa a alma dele.
Todas as dores vão desaparecendo, cada um vai encontrando o seu devido lugar, a consciência se modifica dando lugar a uma ordem do amor.
É nítida a transformação que ocorre em cada um, principalmente no cliente que, no final, entra no lugar onde estava o seu representante. E dali ele tem a visão de todo o sistema rearranjado. Sente-se leve e feliz.
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O Cérebro Como Holograma – Onde se Localiza a Memória? – (Vera Bassoi)
Seg, 13 de Dezembro de 2010 11:01
(resumo feito por Vera Bassoi do capítulo 1 – sub-ítem 1 – do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot – edição esgotada)
ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?
Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.
Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.
Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.
Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.
Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.
Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.
O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.
Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.
Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.
Como isso seria possível?!
Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.
Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.
Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.
Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.
Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.
O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.
Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.
Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.
Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.
Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).
A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.
Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.
Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).
Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.
Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.
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terça-feira, janeiro | 18 | 2011
Este artigo foi inspirado em artigo publicado no link:
http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/26270/
New Type Of Entanglement Allows “Teleportation in Time”, Say Physicists
e o PDF do “scientific paper” está em:
http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1101/1101.2565v1.pdf
Extraction of timelike entanglement from the quantum vacuum
S. Jay Olson and Timothy C. Ralph
Department of Physics, University of Queensland, St Lucia, Queensland 4072, Australia
(Dated: January 14, 2011)
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Para quem quizer ler, os links para o artiglo e para o “paper” estão abaixos.
Entanglement (entrelaçamento, ou emaranhamento) é o estranho fenômeno quântico no qual duas ou mais partículas se tornam tão profundamente unidas que elas compartilham a mesma existência… ( eu hein?… isso só poderia acontecer se os dois corpos forem iguais, de mesma espécie e sexo. Então teria que unir corpo de homem com homem e mulher com mulher, porque se por um homem e uma mulher num mesmo espaço, a figura final vai ficar cheia de protuberâncias esquisitas…)
Isto leva a alguns contra-intuitivos efeitos, em particular, quando duas entangled particulas estejam separadas por grandes distancias. Quando isto acontece, a medição de uma imediatamente afeta a outra, não importa a distancia entre elas.Se isto já é quase impossível de entender e tem deixado muitas Físicos carecas, o que aconteceu hoje é de arrepiar. Dois Físicos ( identificados no artigo do link abaixo) apresentaram um científico “paper” dizendo que descobriram um novo tipo de entanglement que se extende, não através do espaço, mas através do tempo!
Resumindo, se entendo direito sem ter conferido os calculos matematicos do “paper”, poderíamos mandar uma partícula para certa data no futuro e captura-la lá quando chegar o tempo. Por isso dizem ser possível a teletransportação para o futuro, de um corpo, sem que ele fique no presente, ou no passado. Mas tem condições para se obter isso, existe um efeito simétrico na particula do futuro, por exemplo, se mandamos ela às quinze para o meio-dia ela só aparece lá ao meio-dia e quinze…
Comentário da Matriz:
Bem… nossa teoria traz três elementos novos para a dimensão quantica que são:
1) as partículas estão sujeitas ao ciclo de vida;
2) antes do aparecimento das particulas ou da matéria própriamente dita existiam os vórtices quanticos diferenciados entre si cada qual sendo um bit-informação de um sistema natural que existia ou ainda existe além do Universo;
3) as particulas podem se replicar pelo mesmo processo no diagrama da Matriz onde a meia-face esquerda constrói sua meia-face direita.
Ciclo vital é jogo de um objeto no tempo mudando suas formas e a replicação implica em simetria.
Portanto parece-me que a Teoria da Matriz está querendo elucidar alguma coisa destes fenômenos estranhos mas ainda não conseguí captar o que é. Tentando começar esta pesquisa fiz um primeiro gráfico, um esboço de como a Matriz vê a coisa em geral:

- Reprodução da Matriz/DNA Universal
Agora não tenho tempo, mas depois volto para adicionar um detalhe descritivo do gráfico.
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segunda-feira, dezembro | 20 | 2010
As descobertas estão se precipitando nessa direção: existem fenômenos de outro mundo! Primeiro foi a percepção científica de que nossa mente interage com partículas físicas, podendo até controlá-las à distância. Na dimensão quântica parece que todo objeto está conectado a pelo menos um outro objeto, o qual pode ser seu par ou uma anti cara-metade. Nova teoria baseada em experimentos recentes sugere que as duas hastes do DNA são coladas por ondas quânticas. E então me pergunto: será que não possuímos ao menos um gene em comum que conecta todos os seres humanos entre si?!
Essa pergunta me sugere uma hipótese fantástica: talvez tenhamos sim, algo que nos conecta a todos a nível invisível: a mente, ou anti-consciência. Mas não saberíamos ainda como usar essa capacidade em potencial latente, porque nossa auto-consciência nasceu ainda ontem em têrmos de tempo universal, ela é um novo sistema natural que estaria formando os contornos e órgãos da Matriz Universal sistêmica tal como desenhada em meu website, que está emergindo agora, com estas descobertas e nossa invasão dos subterrâneos da dimensão quantica.
Somos 7 bilhões de ovos, cada qual uma cabeça-ovo (observe como o cérebro tem a forma de um óvulo penetrado por um espermatozóide cujo cílio ainda não foi despregado e desce espinha abaixo como medula nervosa!). Cada individual auto-consciência humana é um fragmento, um gene, de uma auto-consciência que está emergindo a nível universal: a auto-consciência do próprio Universo, a consciência de sua existência!
Assim sofremos a terrível solidão mental porque cada um de nós é como um prisioneiro prêso numa cela solitária e apesar de saber-mos da existência de nossos semelhantes, que estão em celas solitárias vizinhas, e estar-mos desesperados para nos comunicarmos, não o podemos ainda. Temos que descobrir um jeito, seja inventando um código a ser batido nas paredes das celas de maneira que os outros escutem, entendam e respondam, ou outra técnica qualquer.
Acho que vale a pena tentar: todos os seres humanos darão um jeito de conseguir pelo menos 10 minutos por dia, na cama, aplicando uma técnica de meditação comum a todos, que se trata de um esforço de se conectar em rede com as outras mentes ( no meu website vou expor uma técnica que elaborei misturando as técnicas orientais baseadas nos chakras, yin e yang, mais a técnica de estados alterados da mente que os xamans e curandeiros conseguem na Amazônia tomando o Santo Daime). No universal oceano mental, este planeta e esta biosfera ainda caótica é como uma panela de água fervente e cada mente humana é como uma bolha que surge, vive 70 anos ( o que é apenas um piscar de olhos em termos universais) e estoura voltando a ser o oceano. Não se esquecendo que, como sugerem os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, estamos na primeira fase evolutiva dos ovos botado fora e abandonados à própria sorte, o que explica as tragédias que nos torturam e a aparente ausência de algum pai cósmico, cuja possibilidade é possível…
Hipótese fantástica, mas faz sentido e se descobrir-mos como usar êsse poder… adeus mero macaco melhorado… estaremos galgando o altar de nossa transcendência! Vamos juntos nessa?
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sábado, dezembro | 18 | 2010
O dna é como um zíper, fechado. Mas um problema que sempre atormentou a mente dos cientistas, pois parece que não tem solução , é o seguinte:
“Pelos nossos padrões de análizes, não existe no DNA a energia necessária para manter as duas hastes conectadas. No entanto, o zíper se mantem fechado… Como?!
Uma equipe de cientistas vieram agora com uma solução, uma teoria bombástica. Parece coisa de outro mundo. E é: do mundo quântico, onde o impossível acontece e o que é proibido, não só pode ser permitido, mas de fato, acontece!
Porem, quem vê o zípper fechado e conhece a fórmula da Matriz/DNA, não tem o menor problema para explicar a fôrça de conexão entre as duas hastes, e não precisa recorrer a nenhum mundo fantasmagórico: tudo é explicado com exemplos que todos conhecem e são muito comuns no mundo real. Aqui a Matriz/DNA comenta cada trecho do texto e dá a sua versão. Uma boa oportunidade para aprender muito e exercitar a mente com a extraordinária engenharia da Natureza.
A noticia publicada no:
The Daily Galaxy
http://www.stumbleupon.com/su/2N81vz/www.dailygalaxy.com/my_weblog/2010/12/todays-most-popular-recent-findings-suggests-quantum-physics-binds-dna-.html
(Nota: Palavras em negrito são do artigo, palavras em vermelho foram grifadas por mim, e palavras em azul são palavras da minha interpretação dos modêlos da Teoria da Matriz/DNA)
In what would be a potentially explosive finding, a team of scientists at the National University of Singapore suggested that it is quantum entanglement that holds our DNA together. In quantum entanglement, two objects are connected by an invisible wave that allows them to essentially share the same existence.
(Ôpa! A Matriz ficou excitada! Mais uma vez, estão chegando perto dela, quase tocando-a! Um dos principais insights da Teoria da Matriz/DNA é a ampliação e importância dada ao fenômeno do “Ciclo Vital”. E uma de suas predições é: o fluxo das informações que se move dentro do circuito de qualquer sistema natural é constituído de ondas e particulas, alternadamente e/ou sobrepostas. Isto porque o circuíto registra um sistema natural enquanto individuo, ou objeto, e ao mesmo tempo registra a história da vida dêsse indivíduo ou objeto. Portanto é o mesmo que o registro de um ciclo vital específico, ou seja, um filme de um corpo nidando suas formas e vivendo tôdas suas experiências. Mas como representar um individuo e sua história numa só arquitetura? E como inserir todos os individuos de uma espécie num só quadro coletivo? Pois tôdas as experiências de todos os sistemas naturais são registradas na Matriz. Não sei porque isto acontece, e se realmente acontece: só sei que os modêlos sugerem que acontece, portanto, tenho que manter essa hipótese como real… dentro do mundo invisivel da Matriz. Bem, isto é feito pelo método de codificar o sistema e sua existência, pois códigos podem simbolizar tudo no tempo e espaço, e quando necessário, decodificando-se-o, reapresenta-se ou revê-se, a realidade. Muito inteligente!
Bem… o espaço aqui define-se como àrea que é ocupada por alguma coisa, para diferenciar do Nada, que seria uma não-área não ocupada. E tôda coisa que existe pertence a uma intrinseca dimensão, uma ordem de grandeza com propriedades como tamanho, densidade, volume, etc. Daí que para um rinoceronte, por exemplo, sua dimensão é o quadro geral de tudo que com ele se relaciona diretamente, desde a relva, o mosquito que o atormenta, à arvore, a montanha, o sol. Essa dimensão é como um quadro representando uma paisagem e nessa paisagem todos os objetos são considerados como partículas. Assim, o código é composto de partículas, as quais representam o espaço.
Mas… e a dimensão tempo? Ou seja: como representar a dinamica de eventos sucedendo a eventos durante a existência dessa partícula? Como representar o processo, o qual é a existência total de uma partícula? Num só quadro, de uma só paisagem, como é o DNA de qualquer ser vivo? O diagrama da Matriz consegue fazer isso, ou seja, ela consegue conter o tempo e o espaço relacionado a um individuo ( na forma de DNA) e ainda consegue conter o tempo e o espaço de todos os objetos/individuos do Universo (na forma de Matriz Universal). O tempo, ou seja, a sucessão de eventos, é registrada na forma de onda. No diagrama temos que resumir a história de um individuo a sete momentos principais, fixados em suas sete formas diferentes. Seria impossivel fazer-mos um diagrama representando cada variação na vida de um individuo, pois, por exemplo, a cada segundo seu corpo muda de fórmula, já que a cada segundo tem ao menos uma célula morrendo e outra nova, portanto diferente da que morre, vem substituí-la. Então o diagrama é resumido a sete partes e entre elas, seta setas, as quais representam o tempo transcorrido entre as sete formas. Mas a seta é o nosso simbolo para onda, de maneira que, se necessário quizer sabermos como é a forma do corpo e o que o corpo está fazendo num momento especifico, basta decodificar o sinal da onda e reproduzir a realidade. Eu não posso fazer isso, mas os modêlos sugerem que a Matriz pode. Ela é o código.
Bem, esclarecidos estes principios, vamos agora retornar e fechar o caso da frase: In quantum entanglement, two objects are connected by an invisible wave that allows them to essentially share the same existence.
De que outra forma seria explicável êste fenômeno senão considerar que os dois objectos na verdade são duas formas diferentes de um unico objeto, o que acontece quando o objecto possui um ciclo vital? Se fôsse possível fixar no tempo uma cópia exata da sua forma quando era criança, e depois outra quando era jovem, e depois colocasse uma ao lado da outra… teríamos dois corpos, dois objetos. Separados entre si. Qual seria o denominador comum entre estes dois corpos, de maneira que pudessemos ver uma relação, uma conexão entre eles? No sentido geral destacaríamos denominadores comuns como “ambos pertencem à espécie humana”, “ambos possuem torax e membros”, etc. Mas sempre continuariam separados perante seus olhos. E na realidade não existem separados. A criança desaparece se fixar-mos o jovem ao mesmo tempo nas dimensões do tempo e do espaço. E vice-versa: se fixar-mos o jovem, não existe naquele momento e neste mundo material a criança.
Eu acho que está aqui o segrêdo ou a resposta para o principio da incerteza de Heisenberg. Ele encontrou esse problema lidando com particulas. Mas não percebeu que o mesmo problema existe se ele lidar com macro-objetos. E porque o problema só se torna visivel a nós quando lidamos com coisas microscópicas? Porque o tempo de existência destas coisas microscópicas tambem é microscópico em relação ao tempo referente à nossa dimensão.
Ouví dizer ou lí em algum livro de Física que tem particulas cujo tempo de existência é de 17 milionésimos de um segundo! Eu não consigo mentalizar isso, ou imaginar como será isso. Basta pensar que enquanto dou uma piscada nasceram e morreram muitas gerações de partículas. Então como saberíamos que essas particulas são como nós, ou seja, possuem um ciclo vital onde trocam de forma uma infinidade de vêzes? Como saberíamos que a particula X é apenas a forma adulta da partícula V?
Com que autoridade podemos afirmar que em quantum entrelaçamento dois diferentes objetos são conectados por uma onda de maneira que pertencem a uma mesma existência? Como podemos dizer que são dois objetos diferentes? Se, fazendo uma analogia, o observador é tão grande que quando vê lá de outra galaxia um ser humano aqui ele vê os setenta anos de vida desse ser humano num simples piscar de olhos? Quantos objetos diferentes ele veria conectados entre si por um rastro veloz do tempo dividindo a mesma existência? Mas nós aqui na Terra, que somos considerados do tamanho de particulas para tal observador, só veríamos um objeto e num período de tempo que o gigante não consegue imaginar.
Heisenberg foi esse gigante c’ósmico quando observava as particulas.
E os teóricos modernos que lidam com a teoria quântica tambem são gigantes cósmicos na sua área de trabalho. Pena que não se apercebem disso: está tudo tão fácil entendível e compreensível na fórmula da Matriz.
Por fim, todo esse grande texto aí encima tinha por finalidade isso: a estranheza, a imprevisibildade, a irracionalidade, que estamos pensando existir na dimensão quantica, que seria a base unfra-estrutural do nosso universo material, e que nos tem perturbado e nos feito criar visões dde min do niilistas, desde que a realidade parece não fazer sentido e escapar de nosso contrôle, são apenas criações interpretativas de nossa mente. As aparências iniciais enganam. E estamos nos esquecendo do fato incontestável que as partículas são nossas reais ancestrais, elas estão juntas conosco no tronco da mesma árvore da evolução. Porque se não estivessem se esquecendo disso teriam se lembrado que todos os nossos ancestrais existiram sob a lei do ciclo vital.)
Voltemos ao artigo da revista:
If something happens to one object, it immediately happens to the other, regardless of their apart.
Elisabeth Rieper and colleagues at the National University of Singapore say this entanglement might hold the DNA double helix together.
( Continuam tocando nas vestes da Matriz! O que é um par horizontal de nucleotideos, ou seja, um nucleotideo da haste esquerda e seu companheiro da haste direita – segundo a Matriz? É a unidade fundamental de informação do DNA, o seu tijolinho básico. Porque? Porque essa unidade registra um sistema natural e sua história, o qual viveu em algum momento do passado. Sendo assim existe uma linha conectando as bases mas situando-as de maneira que representam quatro momentos diferentes de um unico individuo. Ou seja: se a base guanina é o baby, a citozina é esse baby na forma de criança, a timina é a forma de jovem, a adenina é o adulto. Ora, se a guanina e a citozina, quer dizer, o baby e a criança, estão do lado esquerdo, ligadas à haste esquerda, é claro que o mesmo elemento que as conecta e fixam-nas no lado esquerdo vai ser o elemento que conecta o lado esquerdo ao lado direito, O elemento é a onda do tempo do ciclo vital. Claro que num individuo a sua forma jovem está conectada á sua forma adulta. Tanto assim que a forma adulta contem em si a forma jovem. Portanto a nossa querida e dedicada cientista, Ms. Elizabeth Rieper, e seus colegas de trabalho na Universidade Nacional de Singapura, estão corretíssimos quando dizem que este entrelaçamento quântico pode ser o que mantem as duas hastes do DNA juntas. Estão chegando perto demais da Matriz, sem conhecerem sua fórmula. Por isso quando falam em “quantum entanglement” sentem no ar a presença de um fantasma e suas imaginações fervilham de misticas. Se conhecessem a fórmula, infelizmente, esse clima de magía se evaporaria, pois o entrelaçamento seria visto o que é na realidade: a fôrça do ciclo vital.)
According to MIT’s Technology Review, Rieper and colleagues used a theoretical model of DNA in which each nucleotide consists of electrons orbiting a positively charged nucleus. The movement of the negative cloud is a harmonic oscillator. ( bem… lembremo-nos aqui do modêlo teórico da Matriz sôbre o átomo: as sete camadas eletronicas são as sombras magnéticas das sete partes de um sistema, e quando um eletron ocupa uma camada, a parte se completa e se manifesta materialmente, cujo mecanismo no mundo atomico é o ancestral mecanismo que faz genes se expressarem no DNA. Se vissemos um átomo hopotético com apemnas um eletron, e na camada x, seria como se vissemos passando na rua apenas um fígado humano. O resto do homem seria visto apenas como sombra. Mas foi assim que a Natureza, na sua incrivel paciência, trabalhando 13 bilhões de anos para conseguir finalmente um sistema real e completo, tal como um homem, têve que ensaiar modêlos, protótipos, obedecendo as regras da evolução tecnológica.
Mas podemos ver no diagrama da Matriz, que ali não apenas está representado o corpo inteiro de um indivíduo, um sistema natural qualquer, com todos seus sete principais órgãos, ou suas partes; tambem estão representadas as sete formas principais da existência total do individuo, indicando as flechas que as partes estão em movimento vital. Ora, o ciclo vital de seres vivos, a sua dinamica, está diretamente relacionada à dinamica do sistema astronomico em que existimos, por algo que chamamos de relógio biológico. Em inglês – não me recordo agora porque – esse conjunto de metabolismo e relógio biológico recebe o nome de “oscillator”. Agora os cientistas acima estão percebendo que na nuvem eletronica o movimento é como um harmonico oscillator. Mas, segundo a Teoria da Matriz/DNA e seus modêlos, está muito claro que é realmente isso: os eletrons se movem na nuvem conduzidos pela força do ciclo vital, a qual se manifesta como onda do tempo, e como tal, quando se aplica a sistemas vivos, o tempo transcorre e produz os efeitos do relógio biológico. Engraçado isto: a teoria quantica inventou nomes, frases, palavreado técnico próprio, de uma maneira que, quando o estudante, ou um mero mortal leigo, lê um texto sôbre quântica, sente-se desconfortável e como se estivesse sob encantamento, pois o assunto parece referir-se a um outro mundo, fantasmagórico, muito distante da nossa realidade, do nosso dia a dia. Mas quando a mesma realidade é descrita pela Teoria da Matriz/DNA, a coisa tôda torna-se tão simples e real e próxima de nós como é simples e real a existência de nossos irmãos dentro de casa…Porque? Porque todos estamos falando do mesmo mundo, do nosso mundo.)
When the nucleotides bond to form a base pair, the clouds must oscillate in opposite directions or the structure won’t be stable. Rieper and colleagues asked what would happen to those oscillations when the base pairs are stacked in a double helix.
( Bem… aqui temos um problema. Olhando a fórmula da Matriz fica fácil perceber com a nosssa inteligência o que acontece. A haste esqierda representa a primeira metade da vida de um individuo. Mas tambem pode ser vista como o lado esquerdo de uma face humana. Acontece que na primeira metade da vidam a energia do corpo é ascendente, e na segunda metade, é decrescente. Nossa energia trabalha no sentido construtivo desde o momento da fecundação até o momento que o ultimo gene retrogtado terminou seu trabalho. No caso do masculino, acho que esse momento é quando se definiu a formação de barba, bigode, etc. Num grafico representariamos o movimento dessa energia partindo dop ponto central, subindo até um limite; alcançado este, a linha começaria a cair. É o momento que entra a entropia e a partir dali começa a degeneração. Então, sabendo-se que as bases do lado esquerdo possuem essa energia em ascenção, e as do lado direito, a mesma energia em queda… é claro que elas caminham ao contrário. Mas eu tenho um problema para decodificar o que minha inteligencia capta facilmente. Como explicar isso? Que um unico individuo possua sua energia nos dois estados ao mesmo tempo? A resposta está na história. A Natureza não tinha ainda feito nenhum sistema. Então ela modelou um bolota de massa e expôs essa massa ao sabor das variações do tempo, de maneira que essa bolota se transformou em várias formas sucessivas. Entao Ela fêz nuitas bolotas transformadoras. E misturou-as. De maneira que num mesmo momento e local se encontravam seis ou sete bolotas em formas diferentes. O adulto gostou e se relacionou com sua forma jovem, a forma jovem com sua forma adolescente, esta com a criança, a adulta-mãe com o baby, etc. Quando estavasm neste animado bate-papo, a Natureza sutil e sorrateiramente construiu uma muralha em volta delas, de maneira que quando se deram conta estavam dentro de uma bôlha. A bolha era uma membrana, as formas eram organelas e o todo era um sistema celular. O fluxo do ciclo vital se tornou como os sistemas circulatórios que ligam órgãos dentro de corpos. O fluxo que era ascendente numa fase e decrescente na outra tornou-se existente com as duas fases ao mesmo tempo. Aliás, esse aspecto de fases desapareceu. Certo está que numa face humana não existe energia circulando como esfera. ‘
Agora, os cientistas estão descobrindo que duas moléculas, que devem oscilar em sentidos opostos, se juntam tornando-se uma só molécula… é isso mesmo? Na rápida leitura que fiz me deixa inseguro aqui se entendí direito, mas fica o assunto registrado para pesquisar quando tiver tempo. Em todo o caso, sabemos que a Natureza fêz isso, se acreditar-mos na Teoria da Matriz/DNA. Agora estamos vendo que ela de novo está fazendo o mesmo com o DNA. É dificil entender a lógica nisso, mas… se Ela faz… quem sou eu para reclamar?)
The helix should vibrate and fall apart, but it doesn’t because the oscillations occur as a superposition of states — meaning they oscillate in all possible states at once. A quantum entanglement that effectively holds it all together.
Rieper and colleages say that in a standard analysis, there’s not enough energy to hold DNA together, but their quantum theory makes it work.
( Quanta energia teria que existir no nosso corpo, e qual seria essa energia, que manteria conectadas num mesmo momento e local, as duas metades da nossa vida?! Essa questão não faz sentido, certo? Sabe o que estou pensando? Qual deve ser a solução? A mesma que a Matriz aponta com seu modêlo de átomo. Cada lado do DNA é como uma nuvem, ou uma máquina parada. Quando um gene se expressa, e uma das suas unidades de informação é ativada, e desde que a unidade de informação é composta por dois nucleotideos, um de cada lado, tem inicio um circuito de energia que começa numa base do lado esquerdo, caminha no sentido horario atingindo a segunda base do lado esquerdo, aí passa para uma das bases do lado direito, e daqui vai para a segunda base do mesmo lado. Se for assim a coisa está explicada: os dois lados não oscilam ao mesmo tempo, e sim, alternadamente. Mas a coisa é tão rápida naquele mundo microscópico que o observador humano não percebe a alternancia. Por enquanto é uma possível explicação?)
Proof will have to follow to confirm their theory.
Casey Kazan via technologyreview.com
FIM
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sábado, dezembro | 18 | 2010
Quando a Teoria da Matriz/DNA chega nas origens do Universo, na formação das partculas e criação da matéria, seus modêlos me sugeriram considerar os vórtices fantasmas e mais tarde, por volta de 1980, comecei a aprender que existe uma área cientifica estudando o que se chama Teoria da Mecânica Quântica, que me chamou a atenção devido as muitas relações entre os resultados dos meus calculos e os fenômenos que estavam observando. Agora descubro ainda que a quântica está entrando na área de sistemas. Um capítulo será assim aberto para registrar o que for aparecendo e interessar-nos nêste assunto.
Wikipedia: Entrelaçamento Quântico
O entrelaçamento quântico ou emaranhamento quântico é um fenômeno da mecânica quântica que permite que dois ou mais objetos estejam de alguma forma tão ligados que um objeto não possa ser corretamente descrito sem que a sua contra-parte seja mencionada – mesmo que os objetos possam estar espacialmente separados. ( perda de identidade das partes?) Isso leva a correlações muito fortes entre as propriedades físicas observáveis dos diversos sub-sistemas.
Essas fortes correlações fazem com que as medidas realizadas num sistema pareçam estar a influenciar instantaneamente outros sistemas que estão emaranhados com ele, e sugerem que alguma influência estaria a propagar-se instantaneamente entre os sistemas, apesar da separação entre eles. ( hierarquia entre sistemas?). Mas o emaranhamento quântico não permite a transmissão de informação a uma velocidade superior à da velocidade da luz, porque nenhuma informação útil pode ser transmitida desse modo. Só é possível a transmissão de informação usando um conjunto de estados emaranhados em conjugação com um canal de informação clássico – aquilo a que se chama o teletransporte quântico (buraco de minhoca?)
O emaranhamento quântico é a base para tecnologias emergentes, tais como computação quântica, criptografia quântica e tem sido usado para experiências como o teletransporte quântico. Ao mesmo tempo, isto produz alguns dos aspectos teóricos e filosóficos mais perturbadores da teoria, já que as correlações preditas pela mecânica quântica são inconsistentes com o princípio intuitivo do realismo local, que diz que cada partícula deve ter um estado bem definido, (provando o “é impossível conhecer qualquer objeto natural pois não se sabe quais sistemas estão influenciando e como se dá essa influência”?) sem que seja necessário fazer referência a outros sistemas distantes. Os diferentes enfoques sobre o que está a acontecer no processo do entrelaçamento quântico dão origem a diferentes interpretações da mecânica quântica.
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sábado, novembro | 20 | 2010
Beam Me Up: ‘Teleportation’ Is Year’s Biggest Breakthrough
http://www.foxnews.com/scitech/2010/12/17/beam-teleportation-years-biggest-breakthrough/
Thanks to physics, and the truly bizarre quirks of quarks, those Star Trek style teleporters may be more than fiction.
A strange discovery by quantum physicists at the University of California Santa Barbara means that an object you can see in front of you may exist simultaneously in a parallel universe — a multi-state condition that has scientists theorizing that teleportation or even time travel may be much more than just the plaything of science fiction writers.
Until this year, all human-made objects have moved according to the laws of classical mechanics, the rules governing ordinary objects. Toss a ball in the air and it falls back to Earth. Drop a coin from your roof and it falls into your yard. But back in March, a group of researchers designed a gadget that moves in ways that can only be described by quantum mechanics — the set of rules that governs the behavior of tiny things like molecules, atoms, and subatomic particles.
And the implication — that teleportation and even time travel may someday, somehow be a reality — is so groundbreaking that Science magazine has labelled it the most significant scientific advance of 2010.
Physicists Andrew Cleland and John Martinis from the University of California at Santa Barbara and their colleagues designed the machine — a tiny metal paddle just barely visible to the naked eye — and coaxed it into dancing with a quantum groove: First, they cooled the paddle until it reached its “ground state,” or the lowest energy state permitted by the laws of quantum mechanics (a goal long-sought by physicists). Then they raised the widget’s energy by a single quantum to produce a purely quantum-mechanical state of motion.
They even managed to put the gadget in both states at once, so that it literally vibrated a little and a lot at the same time — a bizarre phenomenon allowed by the weird rules of quantum mechanics.
“When you observe something in one state, one theory is it split the universe into two parts,” Cleland told FoxNews.com at the time, trying to explain how there can be multiple universes and we can see only one of them.
Crazy? Maybe. Insanely great science? Absolutely.
Science magazine has just recognized this first quantum machine as the 2010 Breakthrough of the Year. The magazine’s editors have also compiled nine other important scientific accomplishments from this past year into a top ten list, appearing in a special feature in the journal’s current issue.
“On a conceptual level that’s cool because it extends quantum mechanics into a whole new realm,” said Adrian Cho, a news writer for Science. “On a practical level, it opens up a variety of possibilities ranging from new experiments that meld quantum control over light, electrical currents and motion to, perhaps someday, tests of the bounds of quantum mechanics and our sense of reality.”
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