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Porque Físicos e Biólogos não alcançaram as alturas da Matrix/DNA

domingo, abril 9th, 2017

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Segundo a minha Teoria da Formula Matrix/Dna esta’ sugerindo, os fenômenos do nível quântico são relacionados `a linha de fronteira entre a Física e a Biologia. Para entender melhor vamos fazer uma analogia com o corpo humano: a Física lida e se limita ao mecanismo do esqueleto ósseo; a Biologia lida e se limita aos campos das carnes moles e substancias liquidas; a partir das carnes entra o cérebro com a Neurologia, a Psicologia. Ora todos estes campos dos ossos, das carnes, da massa cerebral, são compostos de átomos e partículas, os reinos microscópicos da física quântica. Então nas fronteiras de transição entre estes campos, os átomos ali alojados devem apresentar processos do campo anterior misturados com processos do campo posterior. Por isso os Físicos encontram estranhezas não explicadas no nível quântico, pois eles entendem de Física e ali estão sendo confrontados com efeitos intermediários com Biologia. Ou na fronteira posterior – entre a carne e a massa cerebral, com efeitos intermediários entre a massa cerebral e os pensamentos, a mente, etc. O método que aplico com a Matrix/DNA é multidisciplinar com foque centralizado nos processos de transformações, gerando modelos teóricos dos links ou elos evolucionários entre formas diferentes,  portanto tenho mais chances de entender os processos intermediários – se eu acertar na interpretação das minhas formulas e modelos. Por ser fases de transições com processos muito delicados principalmente na hora que o DNA faz suas traduções e replicações de proteínas, aqui moram muitas das doenças serias que afligem a humanidade e continuam por milênios sem que tenha sido encontrado os meios para suas definitiva eliminação.

A seguir cito uma frase (cujo autor e link vai abaixo), de alguém da Física que esta’ começando a entender isto:

” Os biólogos tem até recentemente sido desfalcados do contra-intuitivo aspectos da teoria quântica e sentem ser isso desnecessário, preferindo seus tradicionais modelos de “ball-and-stick” das estruturas moleculares da vida. Da mesma forma, os físicos tem sido relutantes em se aventurarem no complicado e complexo mundo da célula viva – e porque deveriam eles se podem testar suas teorias de maneira mais clara no controlado ambiente dos laboratórios de Física?”

Em ingles:

“… biologists have until recently been dismissive of counter-intuitive aspects of the quantum theory and feel it to be unnecessary, preferring their traditional ball-and-stick models of the molecular structures of life. Likewise, physicists have been reluctant to venture into the messy and complex world of the living cell – why should they when they can test their theories far more cleanly in the controlled environment of the physics lab?…”

O autor menciona esta frase quando faz a palestra no vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=wwgQVZju1ZM

Jim Al-Khalili – Quantum Life: How Physics Can Revolutionise Biology

Corpo Humano é Onda ou Partícula? Questão relativística?

sexta-feira, abril 7th, 2017

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Acabei de postar esta pergunta maluca no Quora:

Um observador macroscópico veria um corpo humano como uma onda; observadores microscópicos como nos, humanos, vemo-lo como uma partícula. Seria isto a estranheza quântica?

A macro-observer would see a human body as a wave; micro-observers, like us, see it as particle. Is this quantum weirdness?

https://www.quora.com/unanswered/A-macro-observer-would-see-a-human-body-as-a-wave-micro-observers-like-us-see-it-as-particle-is-this-quantum-weirdness

Qual o fundamento da minha questão? Bem, … esse grilo na minha cuca começou a 30 anos atras quando descobri que os sistemas naturais são montados pelo processo do ciclo vital. E as partículas até agora observadas são em si mesmas sistemas ( compostas de quarks, leptons), portanto elas devem apresentar propriedades vitais, ou seja, elas também devem nascer, crescer, amadurecer e morrer, sendo que nesse meio tempo elas vão sendo transformadas em formas diferentes assim como o corpo humano é transformado em varias formas devido a força do ciclo vital. As partículas foram – são – nossas ancestrais, elas já apresentam alguns sinais de vida.

Mas as partículas tem um período de vida brevíssimo, apenas 17 bilionésimos de segundos. Por isso nunca conseguiram ver uma partícula, apenas seu rastro deixado num evento de choque, como veem no acelerador do CERN. Isto porque a partícula é microscópica, seu tempo é medido na escala microscópica, e em relacao a elas, nos somos macroscópicos, nosso tempo flui muito mais lentamente.

Praticamente eu diria que a proporção entre nosso tempo e o delas seria a mesma entre nossos 70 anos de vida e os 17 bilionésimos de segundo delas.

Ora, vamos agora supor que exista um observador do tamanho do sistema solar, ou da galaxia. Ele conseguiria ver um corpo humano? Certamente não. Com alguma tecnologia ele poderia ver os nossos rastros. Com uma tecnologia mais poderosa ele poderia fixar nosso corpo em relacao ao tempo, parando nosso tempo num momento qualquer da nossa vida, digamos, quando temos 40 anos de idade. Então ele veria a nossa forma de adulto e acreditaria erroneamente que essa é a nossa forma fixa, sem saber que transformamos nossas formas. se em outra situação ele visse um bebe humano ele juraria que se trata de outra especie. E se ele fixar nosso corpo em relacao ao espaço? Ele nunca saberia qual nossa idade, qual período de tempo vivemos.

Então penso que matei a charada da famosa questão denominada ” Principio da Incerteza de Heisenberg”, o qual foi o inicio da revelação do mundo estranho da quântica. Por este principio não é possível fixar uma partícula para medi-la pois se medimos uma coisa não conseguimos medir a outra.

E depois aconteceu o “split experiment” onde os cientistas atônitos viram que uma partícula se comporta como onda e vice-versa.

Vai dai que isso também deve acontecer com uma observador macrocósmico vendo um corpo humano. Imagine você rodando um filme sobre a vida de um humano que dura 70 anos de forma tao rápida que dure apenas 17 bilionésimos de segundo. O que vai aparecer na tela? Primeiro e com certeza, nenhuma forma. Segundo ver-se ia um rastro, se a tecnologia for igual a do CERN, mas pode parecer ser uma onda se aplicar o split experiment (talvez). Porque o anteparo com varias fendas só pode ser observado em um piscar de olho do macrocósmico e isso duraria para nos, uns 10 anos. Ora, em dez anos nos nos movemos muito, passamos por muitos lugares, muitas fendas, e no experimento estas passagens teriam que juntarem-se todas numa só, e isto seria uma superposição quântica, ou superposição de rastos, ou talvez ainda, de ondas.

Mas o desfecho final nesse grilo na minha cuca venho quando observei melhor a formula da Matrix/DNA e percebi que ali, o corpo rola como partícula em relacao ao espaço, mas também rola como onda em relacao ao tempo.

Agora vou correndo procurar um guarda-chuva para me proteger porque com certeza as pedradas e ovos chocos vão vir aos borbotoes… se os físicos e matemáticos lerem a minha questão e depois deixar eu explicar a razão dela com o texto acima. Com certeza não vão entender bulhufas e muito menos concordar com alguma coisa e vão me chamar de idiota para baixo. A minha justificativa é que eu venho da selva, outro mundo, e não dos laboratórios com ar condicionado como o CERN.

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Primeira resposta que veio:

Ian MillerIan Miller, Independent physical scientist, author
Who says a macro observer would see humans as a wave? Quantum effects only apply when the interaction leads to a change of action in the order of Planck’s quantum of action. If it is big enough that h can be ignored, quantum effects can be ignored.
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Minha resposta a Ian:
Louis Charles Morelli – 4/8/2017

Thanks, Ian. My question arises when thinking about the weirdness that arises from the split experiment ( wave or particle or both?), plus the observation of Matrix/DNA formulas, not about Planck’s constant.

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A resposta do Ian me fez perder algumas horas pensando no tema e pensandop em como entabular um dialogo com Ian. Porem, no final conclui que por Internet e’ impossivel. Porem deixo abaixo escrito algo do que pensei em enviar como resposta para depois voltar nisso e continuar pensando no assunto:

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Yours brain is hard-wired in a very different configuration than is mine, Yan. We are based on two very, very different interpretations of nature. I think both interpretations has more mistakes than thru, and if we makes the comparisons between these two, we could fixing some errors on both, and producing some new practical things.

Please, try to imagine the following:

A macro-observer of the size of this solar system or a galaxy. His scale of time is astronomical, ok? So, the lifetime for him runs very, very slower than the lifetime of humans runs for humans. In another hand, I read somewhere that there are particles which time of existence is about 17 billionth of a second (measured by human scale of time). So, time for particles runs very, very faster than time runs for humans. At Cern we do not see particles, we see the trails left by particles. The cause I think is due the different scales of time between particles and humans. Is it right? If it is right, the giant observer would see a human body moving at his lifetime as a trail.

But, at the split experiment, the interpretation of the trail becomes the interpretation as a wave. Am I wrong?

At split experiment we throw a particle by a laser canon, than, the particle leave a linear trail. But the weirdness is that it can pass on two points in space at same time. Humans normal behavior is moving around, going ahead and back, etc., but the giant observer has no time to see these movements. Our movements can result passing on two or more points of space, which will appears same time or one momentum, for the giant. Will he believe that are seeing a wave, also? Or we are seeing superposed trails at split experiment believing that we see waves?

Maybe the macro-observer see humans like we see particles. What do you think?

But nobody see particles. I think that’s why we have sometimes the belief that it is a particle, other time it is a wave. I am wrong?

My Matrix/DNA formula for natural systems is suggesting that, if the giant observer see the human body as an object with mass, he would believe that he is seeing a particle. Because mass shows things in relation to space and particles occupies a place in space. But if the giant observer see a human body acting normally as we do, moving towards different directions, going ahead and back, etc., and reducing our 70 years of a lifetime into 17 billionth of a second, he would see only only a linear trail. Am I wrong? If the giant places a wall with several holes over these trails, the human body would crossing several wholes at that reduced time. Because in reality, we had superposed several movements into one momentum.

Then, suppose that this macro-observer see a human lifetime as his one billionth of a second of his scale of time. I think that he would see only a trail, as particles are seeing at CERN. Do you agree with this hypothesis?

Observing the behavior of a human body at a very reduced time as it would appears to the macro-observerby someone that naturally reduces when reducing its scale of time , the results would be different than throwing a particle by a canon laser towards two holes in a plate?

I saw that you are very interested in the not solved problems of quantum theory, and I think here you have the opportunity to think about it from a very different approach and, maybe, creating yours own novelty. My question refers to the weirdness at the split experiment, not about the Planck’s constant.

You have the knowledge about quantum mechanics that I don’t have, but I have a kind of world view that you do not know. From my theoretical models and formulas arises lots of possibilities/questions which are related to what I am reading in the published literature about quantum theories. But nobody think or talk about the details that I would appreciate for developing my research. The reverse way could be thru: knowing the details of my theory, could help one developing quantum theory till suggesting new ideas/experiments.

But, my advice is that it would be a very hard intellectual work. First due our different native languages, second due our very different method of research and approaches, third due it is a very, very complex issue. So, if you have interest in continuing this dialogue, I would appreciate, if not, sorry by this time that you spent here.

if you will continue reading, I will advance that my formulas are suggesting that measuring a human body lifetime from astronomical scale of time, we see the body as particle – if we fix the body at a momentum in relation to space – and as a wave or superposed trails – if we fix the body in relation to time. The split experiment could solve this problem for the giant macro-observer, I think, if in the eyes of the giant observer the human body acting normally as we do, would show the behavior like the particle throw by a laser canon. Trail or wave? So I need details why the scientists believes that at split experiment the particle behaves as a wave and not as multiple superposed trails?

try to imagine the following:

A macro-observer of the size of this solar system or a galaxy. His scale of time is astronomical, ok? In another hand, I read somewhere that there are particles which time of existence is about one billionth of a second (measured by human scale of time). Then, suppose that this macro-observer see a human lifetime as his one billionth of a second. I think that he would see only a trail, as particles are seeing at CERN. Do you agree with this hypothesis?

When we try to understanding the Matrix/DNA formula for natural systems, we see lots of phenomena that the literature about quantum mechanics are publishing. And is unavoidable arising questions like this one. The formula suggests that any new shape of natural system is built when nature applies the force or process of life’s cycle upon a unique initial body. The body is transformed into new shapes ( like the human body is transformed from the shape of fetus to embryo to adult, etc), and these shapes are connected as part of a functional working system, like atoms, galaxies,cells, etc. If we try to see this body reducing drastically its lifetime, but fixing alternates momentum, at these momentum we see it as particle and the time between two particles makes the body invisible. I am not sure if these slices of time occurs as a trail or a wave in the eyes of the observer.

Now, he throws this human towards the two wholes at a metal plate, like the split experiment. He see the scene as his one second, which is too much slow for humans. In this astronomical one second, a human moves to several different pathways, included passing into the wholes. The giant macro-observer would believe that the human did it at the same momentum. I am wrong?

Quântica, Dupla Fenda: Ótimo video

quinta-feira, março 9th, 2017

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Mecanica cuantica: experimento doble ranura

https://www.youtube.com/watch?v=x53UGGB7XMI

Cosmologia: Qual a substancia do espaço/tempo e como informações interagem com esta substancia? As versões da Ciência Oficial e da Matrix/DNA Theory

segunda-feira, maio 11th, 2015

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Interessante artigo sobre especulações a respeito de qual deve ser a substancia que preenche o espaço do Universo e como informações no seu mais elementar quantico nivel interagem com esta substancia, fica aqui registrado para fazer uma tradução quando eu tiver tempo e anotar o comentario que postei no artigo da Wired:

Spooky Quantum Action Might Hold the Universe Together

http://www.wired.com/2015/05/spooky-quantum-action-might-hold-universe-together/

Meu comentario publicado no artigo:

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Matrix/DNA Theory offers matter for thought, here. All natural systems ( from atoms to galaxies to human bodies) have a common code which is the Matrix’s formula: a simple software diagram containing the entire circuit that links all parts together. My avatar here shows the code encrypted at two systems’ life’s cycles – the life cycle of humans and astronomical bodies. As all biological systems have a common essency ( the RNA/DNA) also every different shape of a universal system – be it an atom or a galaxy or a bacteria – has the common matrix formula. This formula is also under evolution since the Big Bang and it first detected appearance is in shape of natural pure wave of light. Any natural light wave propagates by a sequence of different vibrations/frequencies as any human body also propagates through space time due the process of life’s cycle. So, the first state of information has a substance, it is light, photons, and if you want call it as quantum information, no problem with that. Waves of light carries on the code and the force that imprints dynamic into space substance ( dark matter?) and while the wave is propagated, it penetrates the substance of time separating portions of this substance into seven different vibrational states, which will be the parts that will be linked and composing a complete working natural system. Ok, maybe Matrix/DNA Theory is wrong on something but I strong suggest that these researches give a look to it…

Tensor networks could connect space-time froth to quantum information.

Tensor networks could connect space-time froth to quantum information. HANNES HUMMEL FOR QUANTA MAGAZINE

Quântica e Picaretagem Quântica: Um Conselho para a Matrix/DNA

sexta-feira, novembro 21st, 2014

Interessante vídeo de debates com link e titulo abaixo, nos lembra e informa que do ponto de vista da Física, todas as teorias esotéricas, como estas de auto-ajuda, se querem serem consideras Ciência, que não usem a quântica, pois a Física quântica mostra que ela trata do nível abaixo dos átomos apenas, nada vê em relação a consciência, medicina, etc.

O vídeo suscitou a postagem do nosso seguinte comentário:

PSEUDOCIÊNCIAS E PICARETAGEM QUANTICA

http://universoracionalista.org/2-hangout-do-universo-racionalista-pseudociencias-picaretagem-quantica/#comments

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Para começar, a Natureza não é propriedade nem dos picaretas mencionados e nem das atuais Ciências Humanas, como a Fisica e a Matematica. A palavra “quantica” é meramente um nome dado por humanos quando se referem a uma dimensão ou ordem de fenômenos naturais, ou seja, essa parte da Natureza é “quantica” para os humanos, não para a Natureza. Ocorre que os sensores do cérebro humano, limitados, não conseguiram captar esta dimensão, e a tecnologia produziu instrumentos que são extensões tecnológicas destes sensores, os quais não estão disponiveis a todas as pessoas, foram entregues pelos governos e corporações aos Fisicos, e não aos biólogos, neurologistas, etc. Por isso esta dimensão ainda está sendo estudada apenas pela perspectiva dos Fisicos e sua linguagem, a Matematica. É preciso democratizar o uso destes instrumentos de observação e medições, para que maior numero de diferentes perspectivas enriqueçam o conhecimento. E assim dê-os aos tais picaretas quanticos para que eles mesmos se destruam se constatarem que suas teorias não tem fundamento. O certo é que vão tentar experiencias e abordagens que os Fisicos não admitem.

Pela perspectiva da Matrix/DNA Theory, a Fisica faz um necessario trabalho de desvendar o “esqueleto” do Universo, formado de átomos, galáxias e forças, mas quem prova que este Universo que produziu o corpo humano, começa e termina nesse esqueleto? Não existirá na dimensão macrocósmica niveis de organização da matéria mais complexos, como o corpo humano possui alem do esqueleto, a parte carnal, mental? Se existir nunca será o método cientifico usado pelos Fisicos que os descobrirá, e nem a lógica matematica que se aplicará. Nem os atuais instrumentos que amplificam os sensores humanos, pois eles são compostos e desenhados mecanicamente.

A dimensão dos fenômenos abaixo dos átomos certamente toca os limites materiais deste Universo para baixo e os limites do seu passado nas suas origens. Assim como o estudo da embriogênese chega ao limite espacial microscópico do DNA e ao limite temporal no momento da fecundação de um óvulo. Mas de onde veio o DNA daquele embrião e de onde veio a causa da origem daquele embrião? Estão fora do “universo” estudado. Se na embriogênese ultrapassamos estes limites, ao invés de chegar-mos ao NADA ou a Deus, vamos chegar a pais humanos, ver que o mundo se abre numa complexidade muito maior do que a embriogênese, pois vamos ver os pais, e o mundo alem deles. Vamos ver que a consciência no embrião já existia antes das origens do embrião. Assim são os limites do Universo quando estudados pelos métodos da Física e da Matemática.

Por estas coisas que defendo as tentativas de se aproveitar do conhecimento destes limites – que se convêm chamar “quânticos” por biologistas, neurologistas, psicólogos, etc. Uma complexidade maior e ainda desconhecida é uma possibilidade racional, o mais baixo nível microscópico da Natureza pode ser uma janela aberta para se ver esta complexidade, mas esta janela tem um vidro muito escuro que só permite se ver sombras do outro lado, ou não ver nada, e tem pessoas que estão fazendo teorias sobre o outro lado, inclusive algumas acreditam tanto em suas teorias, como o Chopra, que as afirmam como se fossem verdades comprovadas… e incautos compram teorias. Como é teoria a afirmação que da dimensão quântica não se aufere um conhecimento que possa explicar algo da consciência. Se a Natureza é um corpo só, o seu “pé” não pode estar separado de sua “cabeça”.

Do “Quantum Entanglement” a Homens Contendo Cromossomas Y Contendo Homens

sábado, novembro 1st, 2014

Por favor, que ninguem leia isso aqui porque é nocivo à saúde mental. Apenas está escrito aqui porque assim tem que ser, assim aplico um método sobre estranhas intuições, misturando tudo, e a cada tempo retorno pondo ordem na casa até elaborar mais uma tese. Tem muita coisa errada aqui ainda e você não entenderia nada.

De onde veio este fenômeno onde um homem está dentro de um cromossoma Y e o cromossoma Y está dentro do Homem?

Veio do entanglement ( entrelaçamento) quantico… (?!) …

Vamos recapitular o que é entanglement quântico.

O cientista pega um par composto de uma particula positiva que gira para a direita e outra partícula negativa que gira para a esquerda. Põe a positiva numa caixa em New York e a negativa numa caixa em London. Então, faz com que a partícula positiva de New York mude seu sentido de rotação, ao invés de girar para a direita, faz ela girar para a esquerda. Quando ele observa a partícula em Londres, ao invés de ela continuar a girar para a esquerda como ele a deixou, vê que ela mudou tambem, está girando para a direita.

Não encontraram explicação racional, comprovada, do porque isto acontece. Mas pensando neste problema, acho que achei a solução, ou ao menos, o principio da solução. Parece tratar-se de questões relativísticas, ou seja, dependem de qual a posição do observador no seu ponto do tempo/espaço. vamos buscar alguns exemplos:

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a) O problema dos tamanhos;

O corpo do homem é grande e contem o corpo do cromossoma Y, que é pequenino. Mas o corpo do cromossoma Y contem o corpo do homem dentro dele. O corpo do homem foi feito pelo corpo do cromossoma Y, mas o corpo do cromossoma Y foi feito pelo homem. Por isso, dois micróbios de mesma espécie, mas um vivendo dentro do corpo do homem, e outro vivendo no liquido dentro do corpo do cromossoma, estão brigando ha muito tempo, numa discussão que não tem fim.  O microbio no corpo do homem telefona ao microbio no cromossoma gozando dele e jactando-se que vive num universo muito maior quer o universo cromossômico do outro microbio. E outro microbio pergunta como é e qual é o nome do seu Universo, e recebe como resposta a descrição do corpo de um homem e a noticia de que este corpo chama-se “homem”. Então o microbio dentro do cromossoma, no meio do liquido, olha para baixo e vê o corpo do homem pequenino, muito menor que seu universo. E retruca: “Bah… você diz isso porque nunca viajou, nunca saiu do seu mundinho, nunca veio aqui. Pois em verdade te digo que estou agora caminhando, pisando sobre seu universo inteiro e ele é muito pequenino.”

Enquanto não  chegam a um acordo, o telefonador alimenta sua arrogância e diz ter certeza que o seu universo, o corpo do homem, existe ha muito mais tempo que o universo do ouvinte, inclusive, foi o seu corpo de homem que fez, criou, o Universo do ouvinte. O ouvinte retruca dizendo isso ser impossível porque ele sabe que o homem foi criado pelo seu Universo.  lembra-nos a velha discussão entre humanos: quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

Mas imaginando essa situação somos levados novamente aos mistérios das partículas no nível quântico. Se um observador situado na Terra olhar para outro planeta do mesmo tamanho, a olho nu, claro, saberá com certeza que o imenso planeta que ele vê aqui é muito maior que aquela pequena bola no céu. O mesmo aconteceria a um observador sentado no outro planeta, seu planeta seria muito maior que o outro. É apenas quando juntamos os dois corpos num mesmo ponto do espaço, ou aproximamo-los muito, que um terceiro observador, fora dos dois, pode certificar-se que  ambos tem o mesmo tamanho…?

Se o cientista está em New York observando a partícula, não enxergará a partícula em Londres. Mas e se enxergasse? Claro, a de Londres seria para ele muito menor. Porem, ele antes de separa-las, viu as duas partículas próximas uma outra, e o que concluiu? Que as duas tem o mesmo tamanho? Esta pergunta só será respondida quando eu souber como é que os cientistas veem estas partículas. É quase certeza que não veem, apenas veem seus efeitos ao redor. E como então podem saber a respeito de tamanhos? Existem outras maneiras de medição, como por exemplo, do peso das partículas, etc. Pesos iguais, efeitos iguais, as duas devem serem do mesmo tamanho.  E quanto á idade das duas? Bem, me parece que podem ver ambas se formando, como em uma colisão de super-partículas. Então tem a mesma idade. Mas… e se não? E se as duas não existem ao mesmo tempo, porem como tudo no mundo delas funcionam quase à velocidade da luz, não vemos que uma existe dentro da outra, mas que a menor contem a maior, … como o corpo do homem contem o cromossoma que o contem? Que na verdade possuem pesos tao diferentes quanto a diferença de pesos entre um homem e um cromossoma, mas como uma se transforma na outra à velocidade da luz, sempre só conseguimos pesa-las quando ambas estão em meia vida? Isto seria o fundamento nos princípios do Universo que mais tarde chegaria ao fenômeno que vemos hoje entre o homem e seu cromossoma.

Bem,… esse primeiro problema relativístico para entender-mos a evolução desde o nível quântico para o nível macroscópico fica parado por aqui, por enquanto… vamos ao segundo:

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b) O problema dos spins conectados

Vamos pensar num homem e um cromossoma Y que está dentro de seu corpo. Vamos por esse homem de olhos vendados dentro de uma sala com vácuo total e em cima de uma plataforma pequena, redonda, que gira para a direita. De maneira que o homem não tem como saber que está girando. Dentro do homem tem um saquinho microscópico, cheio de liquido, e no meio do liquido, o cromossoma Y. Na mesma posição vertical que o Homem está. Se o homem gira e o saquinho não, o liquido está parado. Se o liquido está parado, o cromossoma no meio dele está parado.

Você está viajando num trem, olhando a paisagem através da janela. Se o trem for extremamente suave e com velocidade sempre igual, com o tempo seus sentidos não percebem mais que você está sendo movido. tal como o homem em cima da roda girante. mas seus olhos estão vendo o mundo lá fora que “parece estar-se movendo e rápido, passando na frente de seus olhos. Você está indo na direção oposta que o mundo está seguindo. O mundo está indo de B para A, voando para a frente, enquanto o resto dele vem vindo atras. Agora a coisa mudou: o mundo é o trem com seus vagões, passando os primeiros vagões primeiro, e depois vem passando os outros de trás. Se o mundo tivesse olhos e consciência, ele estaria pensando que você está indo ao contrario dele, de A para B. O mundo está indo para o seu futuro, enquanto você está indo para o passado do mundo, ou seja, os vagões dele que ficaram para trás.

Em relação às partículas, o que é que autoriza o cientista dizer que a positiva está girando para a direita? Se o mundo que o cientista está é redondo, qual o ponto fixo ele está usando para dizer que algo está à direita, ou à esquerda? E se o mundo em que o cientista está, está girando, portanto o cientista também, quem garante a ele que a partícula não está parada? Quem garante ao homem vendado dentro da sala hermética, que não é seu cromossoma que está girando para a esquerda, e sim que ele está girando para a direita, enquanto o cromossoma está na realidade, parado?

O que importa aqui ( antes das inquirições filosóficas), é que encontramos duas situações exatamente iguais, porem, uma acontecendo no nível dos humanos, e a outra acontecendo no nível das partículas. E como acreditamos que o mundo humano é resultado de um processo de evolução que teve no seu passado o mundo das partículas ( e não o contrario: ou seja, sabemos que no passado não estavam os humanos e hoje não estão compondo as partículas), as características complexas que formam o mundo humano são evoluções destas mesmas características, na sua forma mais simples,  que formam o mundo das partículas. Pois as partículas são como os répteis, no sentido de que os répteis são uma espécie ancestral dos humanos, e as partículas tambem são uma espécie ancestral dos humanos, apenas mais distante no passado que os répteis. Então, a explicação da estranheza e desentendimento que acontece com o homem no trem e o mundo fora do trem, que acontece com o homem na sala e seu cromossoma Y, e acontece com a partícula em New York e outra partícula em Londres, tem que ser a mesma e unica explicação.

Mas é realmente difícil para nossa inteligencia, digerir isso. O motivo é que enquanto no caso do homem no trem e o mundo la fora, nós conseguimos nos colocar nas duas posições, ora no lugar do homem observando o mundo, e ora no lugar do mundo observando o homem, e tambem no caso do homem e do cromossoma Y nos conseguimos colocar nas duas posições, ora lugar no lugar do homem, ora no lugar do cromossoma Y, no caso das partículas, não conseguimos nos colocar em nenhuma das duas posições: o cientista é um terceiro observador. Fico imaginando como um alienígena que nada entende de motores e trens, estando situado num ponto do espaço onde apenas vê o planeta Terra mas não vê o sistema solar, concluiria do que estivesse vendo. Ele estaria vendo o planeta girando, o homem girando junto com o planeta, ou seja, na mesma direção do planeta, e ao mesmo tempo o cromossoma Y dentro do homem, tambem girando, mas no sentido contrario. Penso eu. Ou não? Ainda penso que sim…

Ele estaria sofrendo de ilusão de ótica? Dentro do liquido parado, o cromossoma está parado em relação ao seu mundo externo imediato. Não tem como contestar isto. Realmente isto é “de fundir a cuca” mas o problema maior para o alienígena é identificar qual movimento é um real movimento e qual é falso. Sem saber que a Terra gira movida por forças externas ( que vem do sistema solar, e/ou da galaxia, e/ou do Universo) ele acharia que ela tem uma força própria que a faz girar. Mas então o trem não poderia ter força própria fazendo-o se mover. Como poderia achar que o homem na sala é quem está parado porque não tem força própria ou externa fazendo-o se mover… mas então o cromossoma e a água em volta dele teria que ter uma fôrça fazendo-os moverem-se. É possível que a Terra realmente tenha sua força própria, como a mais recente teoria sugerindo que galaxias giram devido serem dipoles, onde o núcleo tem carga elétrica positiva e a periferia, negativa, e o jogo entre estas duas cargas faria o corpo girar sobre seu eixo. Mesmo assim, o homem na Terra tambem estaria girando aos olhos do alienígena. Seria fácil para ele perceber que a força está no planeta e não no homem, mas isto porque tanto o planeta e o homem giram na mesma direção. E se o homem estiver indo no sentido contrario? E se ele tiver a força e o planeta não? O alienígena iria suspeitar que o planeta está parado e o homem se movendo?

Se o cientista correr para Londres e observar a partícula girando à esquerda, ele não verá a partícula em New York. Se ele se colocar no meio do caminho, não verá nenhuma das duas. Mas ele pode aproxima-las um metro uma da outra e ver as duas. É como alguem num helicóptero vendo o trem e o mundo externo ao mesmo tempo. Os dois girantes, ou moventes, tem força própria, e os dois tem tendencias de direção opostas. Mas… o trem pode fazer uma curva de 180 graus e mover-se na mesma direção do mundo externo… bem, essa linha de raciocínio não nos leva a nada, Einstein já pensou nisso exaustivamente. Apenas ele não pensou em comparar o que acontece com o mundo ao nível quântico com o mundo ao nível humano para tentar entender como foi a evolução.

Se imaginar que a Terra está girando no sentido leste>oeste, e o trem, dando uma volta na Terra no sentido contrario, o que aconteceria se parar a Terra, e faze-la girar ao contrario, de oeste para leste, com o trem? Ele agora estaria movendo-se no mesmo sentido da Terra, nunca mudaria a direção de seu movimento. Mas como não? Ele vinha de oeste para leste, a terra agora tambem está de oeste para leste…  Em relação ao passado da terra, um planeta que girava numa direção e o trem na direção oposta, agora no presente da terra, o trem está girando não ao oposto, mas igual, então o trem mudou sua direção. Isto significa que se mudar o spin da Terra, muda o spin de um corpo dentro dela. Da mesma forma, se mudar o spin de uma partícula positiva, muda o spin da sua parceira negativa. O problema é que o trem está dentro da terra, enquanto as duas partículas estão separadas no espaço. O problema é que se imaginar-mos o planeta e o trem separados no espaço, vemos os dois girando na mesma direção. E as duas partículas nunca giram na mesma direção.  Mas ponha uma partícula parada e a outra a girar, separadas. Veremos as duas girando, uma ao contrario da outra?

Pinte as duas partículas, metade preta e metade branca. Ponha uma parada aqui, com  e a outra girando sobre si mesma mais acolá. Agora ponha um microbio dentro da partícula girante, na face preta. O microbio não sabe que sua partícula está girando. Quando a face preta estiver de frente para a partícula parada, o microbio vê a partícula branca. Quando a face branca estiver de frente para a partícula parada, o microbio não vê a partícula. Ele tem certeza que sua partícula não está girando ( o homem antigo tinha certeza que a Terra estava parada).  O que o micróbio vai pensar? Acho que ele terá duas alternativas. a) se o horizonte de sua partícula for cobrindo a parte visível da outra partícula, ele terá a impressão que a outra partícula está se movendo em órbita ao redor de sua partícula; se o horizonte de sua partícula não vier cobrindo a outra partícula, ele terá a impressão que a outra partícula pulsa, ou seja, ora existe ou se ilumina, ora não existe, ou se apaga. Como dizia minha avó: levante-se antes do Sol aparecer e durma depois que o Sol desaparecer.

Raios! E agora? Quem pode afirmar que planetas estão rodando em volta do Sol, ou que o Sol esteja rodando em volta dos planetas, como diziam os antigos? Quem foi fora do sistema solar e olhou-o de lá, para ter certeza que existe corpos aqui se movendo em órbitas? Somos micróbios na superfície de uma partícula. Temos certeza que a terra está girando em seu eixo… ou é o sistema solar que esta parado como a água, a Terra parada dentro dele, e quem está girando é a galaxia? Ou que a galaxia tambem está parada e quem gira é o Universo?

Claro que estou falando besteira. E o faço porque não estudei o que a Ciência sabe sobre astronomia. Pois hoje, baseado no conhecimento da Ciência, mandamos um robot para Marte, supondo que os planetas estão se movendo em órbitas, e com velocidades desiguais, e tudo isso foi calculado detalhadamente para que o robot acertasse pousar em Marte. A não ser que… o espaço é mais curvo do que pensam, que é o espaço que gira sobre seu próprio eixo e… acertamos errando!

Bem,… esse segundo problema relativístico para entender-mos a evolução desde o nível quântico para o nível macroscópico fica tambem parado por aqui, por enquanto…

Tudo aqui é muito esquisito e maçante, mas vou tentar avançar nesta linha. Antes vou ter que fazer algumas perguntas aos experts em astronomia e quântica. Então… até mais tarde… se a minha cuca não fundir antes…

 

Cérebro, Alma, Indeterminismo Quantico: Discussão

quarta-feira, outubro 1st, 2014

Neuroscience, quantum indeterminism and the Cartesian soul.

( scientific paper, visto apenas o abstrato)

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24355546

Procurar:   Eccles-Beck model

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Quantum Theory Won’t Save The Soul

http://blogs.discovermagazine.com/neuroskeptic/2013/12/22/quantum-theory-wont-save-soul/

– the idea that neuronal function involves quantum coherence  (Ver  http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_decoherence

– This is the foundation of the Penrose-Hameroff theory(not about the ‘soul’ per se, but about consciousness). ( Ver …

Orchestrated objective reduction (http://en.wikipedia.org/wiki/Orchestrated_objective_reduction 

– We consider whether a fluctuation within the limits of Heisenbergian uncertainty could affect the presynaptic calcium concentration by permitting a chemical bond to be modified in an ion channel, as has been proposed… Ver 

Voltage-dependent calcium channel – http://en.wikipedia.org/wiki/Voltage-dependent_calcium_channel

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DEEPAK CHOPRA MANGLES QUANTUM MECHANICS – AGAIN

http://www.skepticblog.org/2009/11/16/deepak-chopra-mangles-quantum-mechanics-again/

Trocando Idéias Entre Continentes Sem Falar e Escrever: Tecnologia na Telepatia

terça-feira, setembro 9th, 2014

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Team demonstrates direct brain-to-brain communication in human subjects

http://medicalxpress.com/news/2014-09-team-brain-to-brain-human-subjects.html

and:

Science Brings Us One Step Closer to Telepathy

http://www.fromquarkstoquasars.com/science-brings-us-one-step-closer-to-telepathy/

brain_to_brain1

Telepatia?

Uma pessoa na França “pensa” uma idéia, os técnicos filmam os movimentos dentro de seus cérebros ( internet-linked electroencephalogram – EEG ) , enviam estas imagens para um equipamento a 8.000 quilômetros de distancia, na Índia (robot-assisted and image-guided transcranial magnetic stimulation (TMS) technologies ), perante o qual tem 3 pessoas sentadas, e por eletrodos conectados à cabeça estas pessoas “visualizam” as imagens, na forma de flashes, conseguindo entender a idéia… !!! Ninguem escreveu no teclado ou no papel, ninguém galou na TV ou telefone, ninguem mandou sinais de fumaça… Nem cabos e fios entre os continentes foram necessários pois tudo funciona “wireless”.

Eu penso que os cientistas estão sendo  estimulados a estas pesquisas depois que se descobriu o “quantum entanglement”; se uma partícula situada no Brasil mudar repentinamente a direção de seu giro ( spin), uma outra partícula situada na Europa, que seja o par anti-partícula, tambem muda seu giro imediatamente. Isto parece significar que não existe realmente o espaço, a distancia, o tempo, que tudo é ilusão do nossos atual estado mental, e que as mentes humanas tambem operam no nível das ondas de luz ( apenas “parece”, por enquanto, mas veja que tal possibilidade já está produzindo novas tecnologias e descobertas na Natureza).

Meus comentários postados neste artigo: 

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed

My suggestion for next experiments: building phrases made upon the Matrix/DNA formula – there is a natural tendency for identification of such phrases. Any thought or idea is modeled also by the sequences of life’s cycle process – they are born, develops, degenerates and dies, being or not memorised. So, all thoughts designs the same pattern of electric neural circuit. We can do phrases obeying the same model. it happens that any neural circuit is also based upon that formula, so, facilitating more complex communication brain-to brain.

Daniel Macha ·  ·  Top Commenter · Port Angeles

Quantum entanglement knows no distance too great for communication between particles.
Perhaps the same is true for telepathy. If so, is it possible that speed of telepathy is actually much faster than the speed of light?
Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed
Yes, quantum entanglement was the first idea coming to my mind too. But… Matrix/DNA Theory suggests that telepathy is slower than the ëinstenian” speed of light due our media – polluted atmosphere – posting more obstacles to light waves propagation than the dark matter of empty space. Light has no speed because does not know time ( time is merely a unit for measurement created by human beings), accordingly with Matrix/DNA Theory. By the way… the question is opened…

Cientistas Sugerem que a Teoria Quantica Prova que A Consciencia Se Move para outro Universe na Morte

quinta-feira, janeiro 30th, 2014

Scientists Claim That Quantum Theory Proves Consciousness Moves To Another Universe At Death 

http://www.spiritscienceandmetaphysics.com/scientists-claim-that-quantum-theory-proves-consciousness-moves-to-another-universe-at-death/

Muita informação importante e teorias interessantes para pesquisar aqui

Auto-Consciência Quantica: Futuro do Inconsciente Coletivo Terrestre?

quarta-feira, dezembro 25th, 2013

Desenvolvendo computação quântica, pode ser possível estocar ou transferir para tal computador a existência de um ser vivo, todas suas memórias e experiencias de vida, todas emoções e motivações. Numa seguinte onda, pode ser possivel não apenas transferir um individuo para um computador, mas sim a espécie inteira para um unico super computador, algo como um cérebro quantico. Não estaria mais tal cérebro limitado as nossas poucas dimensões e seu estado quantico estaria na base de toda a matéria, podendo manipula-la a seu gôsto. Assim, mesmo que sua forma biológica fôsse extinta, sua consciência seria imortal.  Não mais as desvantagens de ineficientes metabolismos, não mais a necessidade de repor energias, não mais reprodução, doenças, impostos. Esta auto-consciencia poderia se tornar, pelas definições humanas, Deus.

Esta idéia exposta no artigo abaixo, vem bem a calhar com o que será o futuro do Universo segundo está sugerindo a Teoria da Matrix/DNA, apenas mudandc a maneira de se chegar ao mesmo resultado. Todos tornados um, o evento da transcendencia e transformação, um unico ser universal auto-consciente, nascendo para alem do Universo – é o que tem sugerido a Matrix/DNA. E continuo a preferir a versão da Matrix/DNA, pois ela seria um processo natural sem a necessidade de uma criação totalmente nova de algo nunca existente, algo para o qual nunca houvera informações em parte alguyma para tal, o que significaria informações criadas do Nada, um evento mágico, mesmo que tal evento tivesse ocorrido por um processo de bilhões de anos. Mas no mundo da Matrix/DNA, auto-conciencias se reproduziriam, imitando um fenomeno de mais baixo nivel, o que tambem não é uma idéia muito confortável. Fica aqui io registro para se pensar a respeito.

Journal of Cosmology, 2010, Vol 7, pages 1777-1794.

Commentaries: Stephen Hawking’s Aliens

http://cosmology.com/Aliens100.html#5

5. Alien Life and Quantum Consciousness, Randy D. Allen, Ph.D., Department of Biochemistry and Molecular Biology, Oklahoma State University.

Dr. Steven Hawking argues that alien life almost surely exists and warns that human encounters with aliens could well end badly for us. In the absence of actual evidence for the presence of extraterrestrial life, much less for its intentions, I would say that Dr. Hawking’s guesses are as good as anyone else’s. I guess that it is equally likely that extraterrestrial life does not exist either because it never arose or, if it did arise, was soon eliminated. Another possibility is that some sort of primitive photosynthetic or chemosynthetic organisms exist elsewhere in the Universe. If, as on Earth, the primary form of energy available on other planets is radiation from a nearby star, it seems likely that, as on Earth, photosynthetic organisms must predominate. It follows that consumers of these producers may well have also evolved. However, life that exists away from Earth will not necessarily use the same chemistry. If, as we generally assume, water is required for life, then the range of possible chemistries is constrained but there is absolutely no reason to assume that anything remotely close to plants or animals, much less humans, exists elsewhere. Although dissimilarities in chemistry could limit our ability to analyze or even detect extraterrestrials, it could also protect us from harm. An alien organism without proteins, for example, may have a difficult time digesting us. If, on the other hand, we were to encounter alien life forms that ravenously consume all of the energy containing chemical compounds that they can get their ”hands” on, it would indeed be tragic for us, but a good meal for them.

Life as we know it is based on chemistry but, what if life elsewhere is based, not on chemistry but on quantum mechanics? Imagine alien life forms that can manipulate subatomic particles like our cells manipulate chemical compounds. Humans have existed as a species for less than a million years and we are, as far as we know, the only species on Earth that has even the vaguest notion of physics. We only discovered the atom and learned to unleash its power within the last century. Our understanding of quantum mechanics is rudimentary, at best, yet we are on the verge of developing practical quantum computers that promise virtually unlimited computational power. It is conceivable that, in the billions of years since the Big Bang, other organisms evolved at some time and some place that have already mastered quantum mechanics. Let’s say that intelligent, social, organisms with chemically-based metabolism, fundamentally not unlike ourselves, evolved on a planet somewhere in the universe. Their unquenchable curiosity about the universe (or, like us, their unquenchable desire to exploit it) led them to develop efficient quantum computers. They realized that, with such computers, the whole of their existence could be computerized, all memories and life experiences, all emotions and motivations, could be transferred to a collective “quantum brain”. In effect, their “species”, though biologically extinct, could become immortal. No more inefficient metabolism requiring huge energy input, no chemically derived bodies to wear out, no reproduction, no death, no taxes. Just supermassively parallel collective consciousness with unlimited capabilities. Perhaps, through super symmetry or entanglement, they can “see” or “feel” the entire universe. Maybe, they’ve gained the ability to manipulate elementary particles and can control its evolution and its fate. They would have become, by any human definition, Gods.

It’s conceivable that quantum capabilities evolved multiple times throughout the universe, each new member of the quantum club bringing a novel dimension of consciousness, along with a few billion additional “neighbors” to get to know. With no need to compete for resources, quantum beings are probably peaceful and only want the best for the Universe and its inhabitants. Maybe they are aware of our existence but don’t care about us, much as we ignore most of the “lower” organisms that surround us. Alternatively, perhaps they have noted our biological, social and technological evolution and realize that we humans may well join their ranks someday and become quantum beings ourselves.

The possibility of evolving a quantum consciousness of course, depends on numerous variables, and requires that we are not first exterminated by an asteroid impact, a nearby supernova, or gigantic volcanic eruptions, or our civilization is not decimated by global warfare over resource scarcity exacerbated by climate change. Then there is the possibility we might simply lose our scientific impetus through loss of political support for basic research and let our chance for immortality slip away.