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Origens da Vida: Importante Descoberta na Busca da Solução Dêste Mistério

quinta-feira, fevereiro 2nd, 2012

Fontes:
1 – Ciência Diária

Cientistas recriam processo químico para a origem da vida

http://cienciadiaria.com.br/2012/01/25/cientistas-recriam-processo-quimico-importante-para-a-origem-da-vida/
2 – Mail Online

British scientists recreate the molecules that gave birth to life itself

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2092494/Life-sweet-New-clue-chemical-origins-sugar-molecules-DNA-recreated-scientists.html

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Origens do DNA na Sôpa Primordial

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– “Há uma porção de perguntas fundamentais sôbre as origens da Vida e muitas pessoas dirigem estas perguntas à Biologia. Mas para a Vida emergir da matéria inanimada, tem que ter um momento – o tempo que a matéria sem vida consumiu para se organizar numa arquitetura viva. E tudo até êste ponto é Quimica, não é Biologia.” – disse Paul Clarke, da Universidade de York e líder da equipe que realizou uma notável façanha: recriou um processo que poderia ser o que ocorreu no mundo antes da existência dos seres vivos.

Os cientistas descobriram que as moléculas mais simples nos corpos dos seres vivos, os aminoácidos, tem a capacidade de catalizar (acelerar) reações químicas formando outras moléculas tambem simples mas muito importantes: lembre-se da figura do DNA, aquelas moléculas grandes que ficam nas hastes e parecem trapézios, formando os nucleotideos, denominadas ribose e desoxiribose, ou ainda simplesmente açucares. Aqui nêste artigo dão-lhes o nome de “treose” e “eritrose” ( é absurda a falta de atividade e de respeito, de consideração, para com os estudantes e o publico em geral dos responsáveis pelo departamento de educação no Brasil, principlamente dos responsáveis pelos textos do curriculum escolar. Uma unica molécula tem mil nomes e cada escritor ou comunicador usa o que lhe apetece, tudo colaborando para tornar a aprendizagem e assimilação demasiado confusa. Porque uma molécula não pode ter um nome só e obrigatório fora da restrita área dos profissionais de Biologia?!)

Diz o Artigo: Todas as moléculas biológicas têm uma capacidade de existir em duas formas de estrutura, canhota ou destra – como um objeto (forma destra) e seu reflexo no espelho (canhota). Todos os açúcares em biologia são construídos como moléculas na forma destra e também todos os aminoácidos que compõem os peptídeos e as proteínas são compostos em forma canhota. Os pesquisadores descobriram que o uso de simples aminoácidos canhotos para catalisar (acelerar) a formação de açúcares, resultou, predominantemente, na produção da forma destra de açúcares. Isso pode explicar como os carbohidratos originaram-se e o porquê da forma destra ser dominante na natureza.

E Paul Clarke explica: “Estamos tentando compreender as origens químicas da vida. Uma das questões interessantes é de onde vêm os hidratos de carbono, porque eles são os blocos de construção de DNA e RNA. O que conseguimos é o primeiro passo nesse caminho para mostrar como açúcares simples –treose e eritrose – se originam. Geramos esses açúcares de um conjunto muito simples de materiais que a maioria dos cientistas acredita terem estado em todo lugar no momento em que a vida começou.”

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Análise pela Matrix/DNA:

Êste assunto interessa a nós filósofos naturalistas, pois a origem da vida é tema relacionado ao sentido da vida, o qual é um dos nossos objetos de investigação. Nós nos informamos sôbre o que o método cientifico reducionista obtem de dados e tentamos conectar os dados como quem monta quebra-cabeças para ver no final o quadro geral. Um dêsses quadros obtidos e que é o tema dêste website, denomina-se “Teoria da Matrix/DNA Universal”. Os modêlos teóricos sugerem visão e abordagem diferentes dos fenômenos naturais, desconhecidas pelos cientistas, e no tocante a esta descoberta, temos que recordar alguns postulados gerais da teoria. Mas é surpreendente a explicação que ela sugere para as origens dos carbohidratos.

A Matrix seria o DNA, o código universal, de todos os sistemas naturais, de átomos a galáxias, a seres vivos. O DNA biológico seria apenas uma das formas da Matrix, derivado da forma astronomica, a qual foi o ancestral direto. Segundo esta teoria, o carbono foi o átomo escolhido como base dos sistemas biológicos porque é o unico átomo dos existentes na Terra que contem a forma da Matrix quando ela era o DNA dos sistemas astronomicos, das galáxias.

Como o átomo de carbono é o representante do “DNA” astronomico? Êle é o unico átomo com numero atômico seis. Ou seja, possue seis protons e considerando-se que cada particula num átomo executa uma função especifica sistêmica universal, as seis funções que haviam e eram expressadas no circuito sistêmico da Matrix astronomica são expressadas no carbono. Se um átomo tem numero atômico cinco, por exemplo, êle peca por deficiência, e se tem mais de seis, peca por exagêro. A Matrix astronomica na verdade apresenta sete funções, mas a função numero 5 é intermitente, ela só aparece e entra em atividade na reciclagem/reprodução do sistema. Ora, a Matrix na forma de building blocks dos sistemas astronomicos é a unica situação no Universo onde aparece um sistema fechado em si mesmo. Portanto o átomo de carbono veio representar o tipo de sistema fechado. Mas no Cosmos, no espaço sideral, o sistema fechado se recicla e não se relaciona com nada do mundo exterior. No ambiente terrestre as condições ambientais e os diferentes materiais impedem essa reciclagem, por isso a Função n.5 não existe no carbono e nem no átomo com numero atômico sete, em nenhum átomo. Cada partícula a mais que as seis necessárias e suficientes é uma duplicata das seis originais e reforça a expressão da função que ela executa. Se o carbono se replicasse tambem aqui, e suas cópias ficassem ligadas entre si, teríamos combinações atômicas apenas de carbonos numa longa fileira como um rosário onde as contas fôssem tôdas iguais.

Mas ao invés de se manter como sistema fechado e se replicar o carbono se torna na Terra o átomo mais social, mais amigável, mais versátil e maleável, pois êle se torna o centro de grupos de átomos combinados, os mais diversos. Porque? Quando o building block das galaxias foi formado, só haviam os estados gasoso e sólido da matéria. Mas a constituição de astros passando por regiões congeladas e depois aquecidas criou o estado liquido e principalmente a água. A teoria sugere que o aparecimento do estado líquido, principalmente da água, fêz com que a Matrix fechada no céu se abrisse na Terra. Mas como a água faz isso? A teoria explica, mas para tanto é preciso observar o software da Matrix enquanto sistema fechado astronomico.

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Matrix no estado evolutivo de software de sistema fechado

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A água é formada por dois átomos de hidrogênio (H) e um átomo de Oxigênio (O). O H é numero atomico 1 porque tem duas particulas, um proton e um eletron, enquanto o “O” tem numero atômico 8, com oito partículas de cada. Isto significa que o H é um átomo incompleto como Matrix, tem apenas duas funções da Matrix, e como seu circuito termina na F 2, êste átomo exerce no mundo ao redor, esta função. Oberve na figura a F.2.

Agora saiba que um detalhe muito importante da Matrix é sua divisão em duas metades, pelo meridiano formado pela F. 5. Mas o fator mais importante que a divide conceitualmente em duas metades é a transformação dos estados da energia/massa que flue como fluxo de informação no circuito esférico sistêmico: a partir de F.1 e até F. 4 a massa/energia estão em estado crescente, e a partir de F. 4 até F. 7 a massa/energia decresce, degenera. A entropia ataca o sistema entrando pela F. 4 a qual é o divisor superior e como a massa/energia de F.7 é que “morre” e vai constituir F.1, significa que F.1 é o divisor inferior. Assim a Matrix é como a face humana, com duas partes simétricas na forma (porque a face humana é modelada sôbre a fórmula da Matrix). Diremos que a Matrix tambem tem sua face esquerda e face direita.

Ora, na água, o H é um pedaço da face esquerda enquanto o “O” ao possuir duas particulas a mais que as seis da Matrix, deve representar um pedaço maior da face direita devido que as funções 6 e 7 são duplicadas. O átomo de carbono é o representante fiel na Terra do aspecto de sistema fechado, o que significa que deveria estar em equilibrio termodinamico. Êle tenderia a não se relacionar, a não fazer combinações com nenhum átomo, porem sua defesa se limita aos átomos formando sólidos e gasosos. Êle não veio da Matrix conhecendo o estado liquido e êste pode invadi-lo para compartilhar seus eletrons de ultima camada. Mas ao se ligar uma molécula de água a um átomo de carbono acontece o que acontece nos nucleos dos átomos: sabemos que prótons não se ligam, repelem-se entre si, mas assim mesmo se ligam nos nucleos atômicos porque entre cada dois protons entra uma particula denominada neutron que funciona como cola entre os dois. Então a molécula de água forma o carbohidrato, ou seja algo como “carbono molhado”, e ela faz o papel de neutron, forçando o carbono a ser ligado com outros átomos.

Mas, fisicamente, como isso acontece? A molécula de água contem dois H, dois representantes da face esquerda, e um O, um representante da face direita. O que significa adesões de mais faces ao carbono?

Vamos recorrer a uma analogia e imaginar o carbono como sendo uma tábua de uma gangorra. Por ser sistema fechado deve estar em equilibrio termodinamico, e isto significaria que na gangorra a tábua está parada em equilibrio. Então se aproxima a água. Dois átomos de H se sentam na ponta esquerda da tábua, somando, diremos, 2 quilos. No centro da tábua – e não na ponta direita, se senta um Oxigênio ( no centro porque o Oxigênio tem os seis protons formando a Matrix completa que se sobrepõe à sua imagem dentro do carbono). Mas O é maior que C e tem a face direita dominante, então sobram-lhe duas partes que por ser da face direita, se deitam na tabua à direita. Assim a tábua fica com dois quilos à direita e dois quilos à esquerda.

Ora, novamente se estabeleceu um segundo equilibrio. Êste conjunto chamado carbohidrato vai continuar com a tendencia de sistema fechado do carbono central, assim a Natureza não pode avançar na evolução no sentido de construir a primeira arquitetura viva que tem de ser um sistema aberto. Ficará a evolução patinando aqui sem sair do lugar?

Existe um detalhe importantítssimo que estamos esquecendo. É o sentido do fluxo da energia/massa no circuito da Matrix. Na face esquerda a energia nasce no divisor inferior e corre para cima na direção do divisor superior. Em qualquer ponto que o circuito for separado do total, na ponta do pedaço separado a energia tende a crescer e para cima. Na face direita é o contrario, e qualquer ponta de um pedaço, ou mesmo da meia-face inteira, a energia tende a degenerar e para baixo.

Voltemos agora à gangorra. Na parte esquerda da tábua o que ali se assenta tem força para mover a gangorra para cima e na parte direita o ali assentado tem força para a mover para baixo. Talvez até mesmo os dois juntos constituam uma segunda face completa se os dois meios circuitos de encontram nas duas duas pontas. Isto significa que as duas forças não são exercidas ao mesmo tempo, pois na Matrix o fluxo ora está avançando pela esquerda, ora pela direita, nunca ao mesmo tempo. Se fôssem exercidas ao mesmo tempo, a intensidade de dois quilos de uma anularia a de dois quilos da outra e o sistema ficaria parado em equilibrio. Mas assim, intermitentes, significa que a gangorra está balançando.

E para que “balançar”um átomo de carbono? Para que tanto trabalho a Natureza dispendeu em criar a água, apenas para vir balançar o carbono?!

Se tudo na Natureza fôsse estático, se não houvesse movimento na matéria, não existiria evolução, ou seja, agregação de novas informações á ultima arquitetura mais evoluida. Em outras palavras diriamos que não haveria aumento da complexidade. Se colocar-mos bananas, maçãs, morangos, no copo do liquidificador e ficar-mos esperando, as frutas nunca vão se misturar e se tornar o delicioso suco cremoso. É preciso imprimir energia ao liquidificador, o qual mexe as frutas e as mistura. Da mistura emerge um novo produto, mais complexo que todos os seus três ingredientes. A Natureza faz isso quando constrói os rodamoinhos no centro das nebulosas de poeira de estrêlas mortas. O rodamoinho é o copo do liquidificador ligado, misturando massa com energia e produzindo como novo produto, sementes de estrêlas.

E segundo a teoria da Matrix a Natureza fêz isso tambem quando colocou a Lua no céu da Terra, para imprimir movimento às águas dos oceanos, com a maré indo e voltando, batendo nas costas dos continentes, misturando elementos do continente com elementos do oceano para produzir um novo produto, a célula viva. Ela tem que chacoalhar os estáticos, os acomodados e que se recusam a se moverem. Por isso a Natureza mais uma vez repetiu seu método ao chacoalhar, balançar o carbono: para obter novas misturas. O carbono é a tábua, os dois H sentados à esquerda, o grande O sentado no centro mas estendido com a cabeça à direita, e assim temos a gangorra da Vida.

Paul Clarke diz que “… estamos tentando compreender as origens químicas da vida. Uma das questões interessantes é de onde vêm os hidratos de carbono, porque eles são os blocos de construção de DNA e RNA.” Assim como êle descobriu que a Natureza é capaz de executar um processo que até então era desconhecido, e que tal processo, se foi realmente aplicado pela Natureza a 4 bilhões de anos atrás na superficie da Terra, vem trazer uma grande explicação a um dos mistérios nas origens da Vida, os modêlos da Matrix/DNA descobriu um processso que se foi aplicado pela Natureza seria o gatilho disparador da evolução em todos os tempos e lugares. Tal processo, lógico e possivel porque explica todas as origens, de galaxias a células vivas, forneceria a Paul Clarke a resposta que êle está buscando: de onde veio, e como veio, e para que veio, o carbohidrato.

Porque os aminoácidos – sempre canhotos, esquerdistas – produzem sempre uma molécula direitista?!

Para entender-mos primeiro o que são moléculas canhotas e destras é preciso relembrar uma matéria do colegial: quiralidade. Para começar apresentamos uma figura:

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Mãos e Aminoácidos em Pares Quirais com Imagens Não Sobreponíveis

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Definição da Wikipedia:

Quiral, que conduz ao termo quiralidade, é um termo usado em Química, para definir objetos não sobreponíveis à sua própria imagem no espelho. ( Mas se queres te informar sôbre quiralidade é melhor ver no idioma inglês, mesmo que tenha de usar um tradutor, pois é mil vêzes mais completo e elucidativo). Alí se lê: “Human hands are perhaps the most universally recognized example of chirality: The left hand is a non-superposable mirror image of the right hand; no matter how the two hands are oriented, it is impossible for all the major features of both hands to coincide. This difference in symmetry becomes obvious if someone attempts to shake the right hand of a person using his left hand, or if a left-handed glove is placed on a right hand. The term chirality is derived from the Greek word for hand, χειρ (cheir).”

Eu sei que o assunto da quiralidade é para os profissionais em Quimica e não para leigos como nós. Só para se ter uma idéia dessa complexidade veja o mapa abaixo ( e o nosso espanto é maior se clicar-mos duas vêzes na imagem para ler os detalhes).

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Quralidade em sua Complexidade

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Mas a Matrix/DNA é uma visão de conjuntos resultantes das associações dos detalhes onde os detalhes não precisam serem mencionados para descrever os conjuntos. Porque moléculas canhotas de aminoacidos produzem a molécula central no tijolo fundamental do código genético e sempre como molécula destra, normal?

Observe o software da Matrix como sistema fechado. Aminoacidos, assim como as proteinas que eles formam, são compostos de átomos que surgiram quando a Matrix tentava se recompor na Terra. Cada aminoacido é um pedaço, um trecho, do circuito total da Matrix. Ora, na Matrix o sentido do fluxo de informação, ou seja, da massa/energia, e ainda do aspecto onda/particula, é sempre o sentido horário. Se o fluxo estiver em F.3 com certeza êle vai para F.4 e não para F.2. E assim por diante. Isto significa que em qualquer lugar que se cortar o circuito, a energia que escapa pela ponta cortada tende a ir da esquerda para a direita. E isto significa que o pedaço é esquerdista, ou seja, em suas veias corre o sangue de carater esquerdista.

Mas existem dois pontos no circuito que fogem a essa regra. São F.1 e F. 4. Alem de esquerdistas são tambem centristas. Porque dirigem seus petardos um na direção do outro e os dois ocupam posições de centro, tanto na base como no topo. F.4 envia seu espermatozóide para F.1, o qual envia para F.4, um bebê (é sempre bom lembrar que a Matrix é a fórmula universal em que se modelam todos os fenômenos naturais, por isso ela pode ser interpretada de tôdas as maneiras).

Mas são justamente F.1 e F.4 que se assentam como os acúcares nos nucleotideos. Ora, eles não são esquerdistas nem direitistas, possuem todas as tendencias de maneira que no final da soma se tornam neutros. Pois neutros são todos os objetos reais, em termos de quiralidade. Tanto que na Wikipedia diz: “The term chiral in general is used to describe an object that is not superposable on its mirror image.” A imagem no espelho não é o objeto, êste sim, em si, e por si, sem espelhos e sua imagens, não é chiral, não é nada, é neutro.

As moléculas canhotas são trechos do circuito da Matrix em busca dos outros trechos faltantes para recompor a Matrix. Quando elas se juntam, juntam-se os bits informação que cada uma conseguiu sôbre o que lhes falta. E o que falta a elas são as duas funções centrais. Por isso aminoacidos produzem carbohidratos, como descobriu na pratica, Paul Clarke.

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Nota: Êste tema continuará sob pesquisa e desenvolvimento, falta ler os outros artigos publicados como o MailOnline e tentar conseguir o paper no jornal de bioquimica. Tambem estamos estudando assuntos da treose, eritrose, carbohidratos, etc.

O que estava acontecendo ocultamente nas sôpas primordiais da superficie terrestre e no fundo dos oceanos enquanto a Matrix/DNA trabalhava no esforço de criar a Vida na Terra.

quarta-feira, agosto 24th, 2011

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Fonte/Artigo:

Anomeric argument

http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2011/08/15/anomeric-argument/

 

The Anomeric Effect

Existe um fenômeno na quimica molecular denominado “efeito anomérico” ou “anômero” que parece ser muito importante para a Vida mas que ainda é desconhecido seus mecanismos e causas pela comunidade cientifica tendo fomentado muita controvérsia e debates. Ao ler o artigo abaixo e pesquisar brevemente alguns detalhes em outras fontes como Wikipedia tambem suspeitei que o fenômeno é muito importante para desenvolver a Matrix/DNA. Postei um comentário no artigo do CHEMISTRYWORLDBLOG ( o qual está copiado abaixo) e aqui registro o fato para tê-lo na memória e voltar a esta pesquisa sempre que alguma novidade relacionada aparecer.

Moléculas: Rotações Espirais e Circulares

Normalmente estas “sugar-moléculas” apresentam-se com rotação equatorial (o que penso ser meramente rotação esférica horizontal ou circular) como é mostrado na figura da direita pelo OH que está à direita do eixo horizontal. Mas tem um caso especial onde o mesmo composto molecular inverte o OH do eixo passando-o para o tôpo da base, o que deve “concavear” a mólécula tornando-a uma espiral, mais como uma cópia mais fiel e inicial da quimica do software/Matrix da fase astronomica. Existem ao menos seis tipos de açucares com esse efeito que é denominado “efeito anômero” e importante é observar que os seis tipos surgem de uma cadeia de transformções sucessivas que muito lembra o circuito do software/Matrix e indica como funciona a actividade óptica a nível de simbologia quimica (ver figura a seguir).

Molecular Circuito da MatrixDNA D Galactose

Vamos ao artigo e aos meus comentários?

CHEMISTRYWORLDBLOG
http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2011/08/15/anomeric-argument/#more-8685
Anomeric argument

Posted by Josh on Mon 15 Aug 2011
Categories: News

Fierce debate has erupted in the Journal of the American Chemical Society (JACS) over a phenomenon known as the anomeric effect. The controversy reminds us once again that while observations are usually verifiable, interpreting results is something all scientists need to play a part in.

The anomeric effect, familiar to many chemists, is important because it influences the shape of sugar molecules, which are, of course, biologically and medicinally relevant. In essence it means that sugars prefer their C1 hydroxyl groups to be in an axial orientation, whereas other cyclohexane based systems usually have their large substituents in an equatorial orientation. The reason for the anomeric effect is normally assumed to be hyperconjugation of a lone pair of electrons on the ring oxygen to the antibonding orbital of the carbon next door. The truth is though that academic dispute over the cause of the effect still exists.

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(Matrix’s notes:
1 – ( From Wikipedia) : DNA and RNA are built up of the sugars ribose and deoxyribose. The sugar in DNA is deoxyribose, and has the formula C5H10O4.
2 – Cyclohexane is a molecular formula C6H12.
Cyclohexane conformation
The 6-vertexed ring does not conform to the shape of a perfect hexagon. The conformation of a flat 2D planar hexagon has considerable angle strain because its bonds are not 109.5 degrees; the torsional strain would also be considerable because all of the bonds would be eclipsed bonds. Therefore, to reduce torsional strain, cyclohexane adopts a three-dimensional structure known as the chair conformation. This was first proposed as early as 1890 by Hermann Sachse, but only gained widespread acceptance much later. The new conformation puts the carbons at an angle of 109.5°. Half of the hydrogens are in the plane of the ring (equatorial) while the other half are perpendicular to the plane (axial). This conformation allows for the most stable structure of cyclohexane. Another conformation of cyclohexane exists, known as boat conformation, but it interconverts to the slightly more stable chair formation. If cyclohexane is mono-substituted with a large substituent, then the substituent will most likely be found attached in an equatorial position, as this is the slightly more stable conformation.
Cyclohexane has the lowest angle and torsional strain of all the cycloalkanes, as a result cyclohexane has been deemed a 0 in total ring strain, a combination of angle and torsional strain. This also makes cyclohexane the most stable of the cycloalkanes and therefore will produce the least amount of heat (per CH2 unit) when burned compared to the other cycloalkanes.)
3 – Comparisons between cyclohexanes and axial sugars suggests that Nature was trying to change the Matrix’s formula at its closed systemshape stablished asastronomicsystems towards the shape of opened systems, as required by biologicalsystems. Being the torsional strain of cyclohexanes more stable than the other cycloalkanes, it means that cyclohexanes were the first terrestrialmolecularcompoinds and cycloalkanes were the intermediate fases of the transformation, which the finalfase should bethe sugars of RNA andDNA. These sugars should be rotational and espiraling for tobean opened system, instead achiral and equatorial circular.

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It’s difficult to study the anomeric effect, firstly because in solution it’s difficult to isolate solvent molecules’ contributions to it and secondly because there is a relative scarcity of methods which can probe the underlying parameters which give rise to the effect.

It was interesting then, when Oxford University’s Ben Davis managed to create a gas phase complex of separate anomers and resolve their electronic spectra. He did this by shining a laser on a dry carbohydrate (D-glucose) mixed with an oligopeptide receptor. This created a gas phase mixture of the two anomers complexed separately by the receptor. The complicating solvent issue was removed and the α- and β-anomers could be studied independently. The infra-red spectra of the two complexes differed in some key points – notably the frequency of the peptidic N-H bond signals. This indicates the hydrogen bonding interactions between the receptor and the sugar is different for each anomer.

The electron density on the ring oxygen should be different for each anomer due to the different degrees of hyperconjugation. In theory this would contribute to different hydrogen bonding strengths between the ring oxygen and the peptidic NHs.

Interesting stuff. Except that a shadow was about to fall over Davis’ work in the shape of US-based computational chemist Yirong Mo. Almost immediately after Davis’ work came out Mo and his colleagues published what you might call a stern rebuttal of their conclusions. What’s a little disappointing is that Mo is just one of several scientists to comment on Davis’ work but since his rebuttal is put in the strongest possible terms, it seems likely that it is this paper which will garner the most attention. Mo’s work consists of computational modelling of a very similar system to the one Davis used where the anomeric effect is disabled. Mo showed that in this case, his modelling still predicts the same spectral differences that Davis observed and, therefore, says that the changes are not caused by the anomeric effect. The abstract of Mo’s paper states that Davis’ ‘”sensor” cannot probe the anomeric effect as claimed’, essentially proposing that Davis’ experiment is flawed.

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Matrix’s notes:
1 – I don’t know the model used for computational simulations here. I am sure it is not based in the Matrix’s formula. Then, it should be a good method elaborating a computational simulation based in Matrix’s formula. Maybe the final result could be different and more likely Davis results.

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I spoke to Davis and Mo as well as computational chemistry experts Jeremy Harvey from the University of Bristol and Jonathan Goodman from Cambridge University. A very subtle argument emerged. ‘The bottom line here is that intermolecular interactions – as between the sugar and the peptide model – are complicated,’ Harvey says, ‘assigning their strength based on relatively simple concepts such as the anomeric effect is hard. Spectroscopy, and energy decomposition analysis […] provide lots of insight, but leave lots of room for ambiguity.’

Davis emphasised that his work is very much a reporting of experimental results and that he doesn’t insist upon any specific conclusions about the causes of the anomeric effect. But he says ‘it’s great to see our experimental results stimulating such a lively debate in the theoretical community’.

To the uninitiated (which, given the complexity of the arguments involved, is many people) it looks like Mo’s paper shows Davis’ to be completely wrong. That is, after all, what he says in his abstract. This could be an instance when a little post-publication peer review could make a big difference to people’s perceptions. Picking apart the arguments is complex and time consuming, so when people take the time to look at complex debates like this it would be great to see their ideas and conclusions posted alongside the articles. That would make it clear that, actually, there is a debate to be had here, and as scientists, we want to stimulate it.

Josh Howgego

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Post from

Louis Morelli says: Your comment is awaiting moderation.
Wed 24 Aug 2011 at 9:49 pm

Hay, Josh

I am researching this issue also but I have a “away off the beam” approach. It can be fuel for novelty thought.

As author of “The Matrix/DNA of Natural Systems” I am advocating and testing the idea that organic molecules were direct product from the action of the astronomical state of the world 3,7 millions years ago, and this state can be pictured as a diagram of software –the matrix formula, as showed in my website. If the hypothesis is right, the terrestrial atoms were configured like the astronomic system shape, then, we can understand a lot of new mechanisms and the whole means of the process. For instance:

1 – Why sugars prefer the axial rotation?

Matrix’s formula suggestion: “The astronomic state of the world about 4 billion years ago was based on the closed shape of natural systems, a closed door to evolution. Then, happened the entropy, the closed shape was fragmented, miniaturized and lift up as opened system = biological systems. The astronomic formula was resumed in a base par of nucleotides, the fundamental unit of information of RNA and DNA. The sugars at the DNA strains are a copy made with atoms of matrix’s formula, which is a rotating spiral, like galaxies. While equatorial rotation suggests a bias towards closed systems at biological scale, the rotating spiral suggests a bias towards opened systems. Then, the anomeric effect is a transition from closed system towards opened system. We can see this transition when “the anomers of glucopyranose are diastereomers, with the beta anomer on the right having an OH group pointing up equatorially in the lower right-hand corner of the figure, and the alpha anomer on the left having that OH group pointing down axially”. And we can see the systemic circuit of Matrix/DNA formula in the chain reaction called “Open-chain form of D-galactose” where each fase is a representation of each systemic function.”

By the way there are a lot of informations coming from the formula, which is unknown by scientific community. Since the formula is only theoretical yet and the method for getting it does not permit published peer review papers, there are no way for introducing it to scientific community beyond my website. I should be very grateful for continuing my work if my comment here will be questioned/criticized. Thanks…