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Luz e o Código da Vida: Relampagos Covertem Frequencias de Fótons para Gamma-Ray Gerar Biológicos?

sexta-feira, setembro 7th, 2012

Há 3,5 bilhões de anos atrás, a nua superficie da Terra estava pronta para a semeadura da Vida. Enquanto isso o Sol emitia para o espaço as ondas de energia de sua primeira interna camada que contem a ultima frequencia do espectro eletro-magnético, a qual é a mai baixa frequencia da luz ( ondas de rádio), como se fôssem radiações de cadáveres de um espectro. Ao se aproximarem da Terra e suas primeiras camadas atmosféricas, êstes “cadáveres” eram decompostos em seus fragmentos, os fótons. Fótons quase mortos adentravam nuvens pesadas, carregadas de vapor dágua, e ao penetrarem átomos de hidrogênio transferiam sua pouca energia para elétrons, que escapavam do cativeiro dentro de átomos. No intenso campo magnético destas nuvens êstes elétrons brincavam celebrando sua liberdade e se aceleravam até quase à velocidade da luz. Ora, nêste estado limitrofe da manifestação dêste mundo material, estes elétrons se encontravam com as particulas que anunciam o novo inicio dessa manifestação, que são os pósitrons, constituintes da antimatéria análoga aos elétrons. Nêste encontro entre matéria e anti-matéria as duas se anulam e se transformam em …LUZ! A luz recem-nascida sempre emerge primeiro na sua frequencia de raios gama – o mais energizado e agitado estado da luz, como são energéticos e inquietos todos os bebês dêste mundo, dos humanos aos gatinhos – e então descia para atingir a sôpa primordial, onde seus fótons penetravam as colonias de átomos que estavam vivendo em regimes sociais massificantes e inertes, formando rochas e oceanos, numa praia qualquer. Como se fossem agentes subversivos de um regime estrangeiro, os fótons iniciavam sua missão de implantar um novo regime social atômico: “Ao invés de massas inertes, como as rochas, se conectem como os astros no céu, que são sistemas quase-vivos… E aqui na Terra, com a graça da água como solvente universal, tornem-se de fato…seres vivos!” Claro, esta embriogenese cosmológica se deu no tempo astronomico, se arrastando por milhões de anos, passo a passo, molécula a molécula, mas por fim a galaxia se levantava como a Phoenix das cinzas, na forma do primeiro sistema celular que adornou a Terra com uma frondosa cabeleireira verde e brincos de frutos amarelos. Hoje a Terra vaidosa sorri agradecida para o Cosmos, e nós, humanos, vamos salva-la da caspa que nós mesmos criamos e fazê-la ainda mais formosa.

Êste foi mais um exemplo do ciclo criador que permite o fluir da evolução. É preciso que uma velha e estanque estrutura ordenada como o sistema solar comece a se desintegrar, e o Sol, enrolado como uma cebola por camadas de diferentes densidades, começa a se desenrolar enviando as unformações de seu corpo para o espaço, como genes semi-vivos duspostos a reiniciar uma reprodução de algo mais evoluido. A morte do velho implica no nascimento do novo.

Veja agora nas duas figuras abaixo e na figura da Luz segundo a nossa versão, os fundamentos desta mais nova descoberta que estamos realizando hoje. E vamos pensar numa maneira de testar cientificamente esta teoria, vamos sonhar com que alguns cientistas nos escutem e se animem à porem seus recursos cientificos a trabalharem nestas experiencias. Os gráficos foram publicados em:

SCIENTIFIC AMERICAN – BLOGS

The Evolution of a Scientific American Information Graphic: Gamma-Ray Flashes

http://blogs.scientificamerican.com/at-scientific-american/2012/09/06/the-evolution-of-a-scientific-american-information-graphic-gamma-ray-flashes/?WT.mc_id=SA_Gplus_sciam

By Jen Christiansen | September 6, 2012 |

Cientistas tem suspeitado que descargas elétricas como os relampagos teriam iniciado a Vida em uma sôpa primordial. Enquanto isso a Teoria da Matrix/DNA me levou recentemente a suspeitar que ondas de Luz natural, através de sua divisão em sete diferentes frequencias, carrega o código da Vida e ao adentrar qualquer massa ou matéria inerte ela agita e imprime seu código de maneira que a matéria inicia a abiogenese. Hoje me deparo com mais uma informação e muito bem ilustrada em gráfico animado que imediatamente me levou a adicionar mais peças no quebra-cabeças da abiogeneses. Vejamos os gráficos:

Light: Relampagos com Fótons em Gamma Ray -  Brian Despain's final illustration

Light: Relampagos com Fótons em Gamma Ray - Brian Despain's final illustration

Light: Relampagos de Fótons em Gamma Ray Brian Despain's final illustration2

Light: Relampagos de Fótons em Gamma Ray Brian Despain's final illustration2 (clique na imagem)

Cientistas concordam que raios gama terrestres provavelmente envolvam cascatas de elétrons que, uma vez tirados de seus átomos, aceleram até próximo a velocidade da luz nos intensos campos magnéticos dentro das nuvens com trovoadas. Então, quando êstes elétrons atingem os nucleos dos átomos do ar na atmosfera, êles liberam fótons de raios gama. Mas para explicar a energia dos fótons – a qual é comparavel àquelas das esplosões estelares – algum adicional desconhecido mecanismo deve estar influenciando. Na hipótese chamada “retro-alimentação relativistica” (relativistic feedback) – `a esquerda – alguns dos raios gama geram nova matéria –  pares de particulas consistindo de um elétron e um pósitron, que é a antimatéria análoga ao elétron. Porque os pósitrons tem carga elétrica oposta aos elétrons, êles desceriam mais na atmosfera e disparariam novas cascatas de elétrons. Na outra hipótese, chamada “líder hipótese” – à direita – um poderoso relampago se manteria liberando novas cascatas de elétrons enquanto êle cresce desde a base de baixo da nuvem até seu tôpo.

Light - The Electric-Magnetic Spectrum by Matrix/DNA Theory

O Clarão no Céu Visto no Natal, 2010: Evidência para a Teoria Acadêmica ou para a Teoria da Matrix/DNA?

quarta-feira, novembro 30th, 2011

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Raios Gama no Natal de 2010

Artigo publicado sob título…

Two theories offered in Christmas burst

Duas Teorias Sugeridas para “a Explosão do Natal”

no website: UPI.COM

http://www.upi.com/Science_News/2011/11/30/Two-theories-offered-in-Christmas-burst/UPI-51611322701845/

Published: Nov. 30, 2011 at 8:10 PM

… é uma boa aportunidade para nós comparar-mos duas conflitantes modernas cosmovisões. De onde veio, qual foi a causa ou fonte do maior jato de luminosidade visto nos céus até hoje?! Seriam os deuses comemorando o nascimento de Cristo, como imaginaram alguns cristãos com um sorriso matreiro nos lábios? Vamos registrar aqui êste artigo e mais o artigo original no dia da ocorrência para analizar tudo detalhadamente:

The mystery of the humongous Christmas space explosion

O Mistério da Monstruosa Cósmica Explosão do Natal

The Christian Science Monitor

http://www.csmonitor.com/Science/2011/1130/The-mystery-of-the-humongous-Christmas-space-explosion

By Charles Q. Choi, SPACE.com / November 30, 2011

On Christmas Day 2010, NASA’s Swift satellite detected a massive, sustained gamma-ray burst that lasted at least half an hour, whose cause still leaves astronomers baffled. ( No dia do natal de 2010, o satélite Swift, da NASA, detectou uma massiva emissão de raios gama, por meia hora, cuja causa ainda deixam perplexos os astronomos.)

A primeira coisa que quero chamar a atenção é sôbre estas duas frases no artigo:

“It is important to understand gamma-ray bursts to get some global picture of the life and death of massive stars,” said astronomer Christina Thöne of the Institute of Astrophysics in Andalusia, Spain.

Traduzindo: “É importante entender emissões de raios gama para se conseguir alguma global visão da vida e morte de estrêlas massivas”.

“Now scientists have two competing explanations for the Christmas burst: a cosmic impact on a dead star in our galaxy, or a peculiar supernova in a distant galaxy.”

Traduzindo: Agora os cientistas tem duas competitivas explicações para a explosão do Natal: um impacto cósmico sôbre uma estrêla morta em nossa galaxia, ou a explosão de uma peculiar supernova em nossa galaxia.”

A hipótese do impacto é baseada no comprimento e luminosidade da emissão, explica o astrofísico Sérgio Campana do Astronomical Observatory of Brera, na Italia. Observando êstes dados, a comunidade astronomica deduziu que um corpo menor, tal como um cometa ou um asteróide se chocou com uma estrêla de neutrons.

Dadas as duas afirmações acima eu pergunto: Quando e onde foi realmente observado um corpo astronomico se chocando com outro e emitindo raios gama? Qual o fato real que comprova a teoria acadêmica sôbre o processo da formação e existência de estrêlas de neutrons? Se estes eventos ocorriam no espaço sideral antes das origens da Vida, como êles foram transferidos enquanto processos naturais, para os sistemas vivos?

Ou não foram os elementos e as fôrças, processos naturais, do espaço sideral que “criaram” a Vida?

Mas onde estão no fenômeno geral da Vida, os eventos explosivos? Seja nos niveis quimicos e biológicos, como mecanismos ou processos mais complexos que os astronomicos, devido o aumento da complexidade pelo processo evolucionário?

É possível que a nivel quimico e sob uma visão reduzida às grandezas de espaço e tempo dos elementos envolvidos nas reacões quimicas, elementos explodam, causados por choques, principalmente ao nível dos átomos. Eu não entendo quimica o suficiente para saber isto, mas agora vejo que terei de buscar informações nêsse particular tambem.

Mas a nível biológico? Ao nivel da organização dos corpos vivos como sistemas? Onde ocorrem? Talvez no aventado fenômeno da combustão espontanea de seres humanos? isto realmente ocorre? Outra matéria a ser pesquisada aqui.

Segundo a teoria da Matrix/DNA, emissão de raios gama ocorre sempre no nascimento de um novo material que irá possuir a propriedade de um ciclo vital, tal como sugere nossa figura abaixo (observe que os raios gama surgem no inicio direito da onda e está na mesma faixa de “gestação” e Função 1, a qual pode ser entendida se observares a fórmula/software da Matrix/DNA na Home dêste website):

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O principal foco do conflito entre a cosmovisão da comunidade astronomica e a cosmovisão da Matrix/DNA está no seguinte tópico:

A Matrix/DNA sugere que “estrêlas no céu são ancestrais de seres vivos na Terra. Ou melhor: são ancestrais da forma e função atual de partículas ou átomos que compõem os corpos vivos. As propriedades hoje verificadas nos corpos vivos de alguma maneira estavam existindo nas estrêlas ou no conjunto que elas formam como sistemas estelares, e estas propriedades podiam estar em estado de potencial latente ou já sendo expressadas. Fenômenos captados por instrumentos sensoriais eletro-mecânicos do longínquo espaço sideral, e enviados para computadores na Terra, como nêste caso, a emissão de um espectro de luz, com os detalhes sôbre comprimento e largura das vibrações no espectro, devem sim, serem investigados pois podem afetar nossa existência e podem ajudar a explicar as origens e significado da nossa existência. Hipótese e teorias devem ser elaboradas para sugerir novas modalidades de pesquisas e experiências cientificas, mas tomando-se o cuidado para que esta investigação e as teorias não sejam desviadas da realidade natural, o que acontece quando os humanos impregnam sua Razão com imaginações simbólicas da cultura milenar virtual. A Razão Humana diretora dos passos destas investigações tem que, sempre, nunca se esquecer, que as experiências reais da nossa existência tem apenas captado uma correnteza de causas e efeitos naturais onde nunca se detectou causas mortas e efeitos surgidos de outra maneira senão os produzidos por causas naturais. E êste fluxo natural de causação tem evidenciado que a História Natural tem se construído por um processo de evolução, no sentido de que o simples se torna mais complexo e a matéria composta de massa/energia tende a ser organizada em sistemas funcionais. Portanto, o resultado final aqui e agora dessa evolução universal são os sistemas biológicos, os quais são efeitos de uma linhagem evolucionaria que um dia têve como ápice evolucionario as estrêlas e/ou seus sistemas estelares. Isto lógica e racionalmente implica que os eventos que se observa em tais estrêlas são eventos de mecanismos e processos reduzidos de eventos gerados por mecanismos e processos nos corpos vivos. Qualquer hipótese ou teria elaborada sôbre êste evento em particular – a emissão incomum de um feixe de fortes e longos raios gama no dia do natal de 2010 – tem que procurar e considerar em seu escopo geral algum parametro eventual que ocorra de alguma maneira nos corpos vivos.”

Mas jamais a comunidade astronomica moderna se lembra de conectar os detalhes dos sistemas astronomicos aos detalhes dos sistemas biológicos. Para êles, os mecanismos da evolução biológica, que seriam apenas – para eles – a VSI: Variação, Seleção, Inheritance – foram criados ou inventados pela matéria da Terra, e a evolução que vinha antes transformando a matéria de sistemas atômicos a sistemas astronomicos nada teria a ahaver com a posterior evolução biológica.

Isto tem que estar errado, pelo mais simples raciocinio de uma Razão Pura!

( bem, o trabalho lá fora me chama, e tenho que interromper rapidamente isto aqui. Fica por enquanto publicado assim, esperando criticas e colaborações)