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Livro (resenha): The Territories of Human Reason

quinta-feira, janeiro 31st, 2019

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Eu tenho escrito muito sobre “razão pura, natural”. Tenho sido pretensioso sugerindo que eu tenho a razão pura e que principalmente o materialismo cientifico esta com a razão corrompida, contaminada. Porque eu fui depurar a minha razão na selva virgem, reconstruindo-a pela Natureza pura. Este autor relembra que não existe a razão correta, e é impossível existir tal coisa. De fato, sabendo-se que a nossa realidade é bottomless e topless, sem alicerce e sem teto, não teria como a natureza enfiar em nossa cabeça a razão pura natural total. E nestes abismos que permanecem embaixo e encima, eu preencho com algo, inevitavelmente, o qual sera’ mistico e sera’ minha inevitável ideologia. Tambem não se esquecendo que a faixa de razão pura em diferentes pessoas pode ser diferente, uns tendo mais, outros menos. Talvez, devido a selva, eu tenha uma faixa um pouquinho mais ampliada, o que justifica defender minhas teorias perante as outras, porem, não com superioridade ou arrogância, porque permanece sendo apenas uma faixa. Portanto preciso ler este livro para corrigir o que escrevo, voltar a realidade.

(filosofia, comprado em 1/31/19)

Este livro foi encontrado no excelente artigo do mesmo autor em:

https://iai.tv/articles/between-knowing-and-believing-auid-1207

 

The Territories of Human Reason: Science and Theology in an Age of Multiple Rationalities (Ian Ramsey Centre Studies in Science and Religion) Kindle Edition

Origem e Evolução da Razão e Moral Social

segunda-feira, junho 19th, 2017

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Inspirado no artigo:

Why Facts Don’t Change Our Minds

Porque os Fatos não mudam nossas Crenças

http://www.newyorker.com/magazine/2017/02/27/why-facts-dont-change-our-minds

( A principio e sem ler o artigo, parece-me que defendem aqui a teoria de que a razão teria sido originada quando os humanos passaram a formar as sociedades tribais, para que os indivíduos conseguissem auto-cooperação. pela teoria da Matrix/DNA, “razão” e’ o atual estagio evolucionário do que na formula da Matrix significa a identidade do sistema buscando equilíbrio interno e depois, nos sistemas biológicos, expandindo do equilíbrio interno para a busca do equilíbrio externo. Falta a disciplina acadêmica de Psicologia buscar as raízes da psicologia na evolução dos nossos ancestrais desde a evolução cosmológica. Mas vamos estudar o artigo, o paper que gerou o artigo, e depois concluímos…

Copiado para traduzir:

The vaunted human capacity for reason may have more to do with winning arguments than with thinking straight.

A alardeada capacidade humana de possuir a Razão pode ter mais a ver com ganhar nos argumentos que pensar o certo.

In 1975, researchers at Stanford invited a group of undergraduates to take part in a study about suicide. They were presented with pairs of suicide notes. In each pair, one note had been composed by a random individual, the other by a person who had subsequently taken his own life. The students were then asked to distinguish between the genuine notes and the fake ones.

‎Em 1975, os pesquisadores de Stanford convidaram um grupo de estudantes para participar de um estudo sobre o suicídio. A eles foram apresentadas pares de notas de suicídio. Em cada par, uma nota tinha sido composta por um indivíduo aleatório, o outro por uma pessoa que posteriormente tinha tirado sua própria vida. Aos alunos foi pedido então que distinguissem entre as notas genuínas e as falsas.

Some students discovered that they had a genius for the task. Out of twenty-five pairs of notes, they correctly identified the real one twenty-four times. Others discovered that they were hopeless. They identified the real note in only ten instances.

‎Alguns estudantes descobriram que tinham um gênio para a tarefa. De vinte e cinco pares de notas, identificaram corretamente a real 24 vezes. Outros descobriram que não tinham esta capacidade. Eles identificaram a nota real em apenas dez instâncias.

As is often the case with psychological studies, the whole setup was a put-on. Though half the notes were indeed genuine—they’d been obtained from the Los Angeles County coroner’s office—the scores were fictitious. The students who’d been told they were almost always right were, on average, no more discerning than those who had been told they were mostly wrong.

Como é frequentemente o caso com estudos psicológicos, toda a configuração foi uma colocação. Embora a metade das notas fosse realmente genuína – eles foram obtidos no escritório do forense do condado de Los Angeles – as pontuações eram fictícias. Os estudantes que tinham sido informados de que quase sempre estavam certos eram, em média, mais discernentes do que aqueles que tinham sido informados de que eles estavam na maior parte errados.

In the second phase of the study, the deception was revealed. The students were told that the real point of the experiment was to gauge their responses to thinking they were right or wrong. (This, it turned out, was also a deception.) Finally, the students were asked to estimate how many suicide notes they had actually categorized correctly, and how many they thought an average student would get right.

Na segunda fase do estudo, o engano foi revelado. Os alunos foram informados de que o ponto real do experimento era avaliar suas respostas ao pensar que estavam certos ou errados. (Isso, se descobriu depois, foi um engano). Por fim, os alunos foram convidados a estimar quantos números de suicídio categorizaram corretamente, e quantos pensavam que um aluno comum conseguiria o correto.

 

Método Cientifico? Teria surgido pela fé na existência de um Deus racional?

segunda-feira, agosto 13th, 2012
Tema inspirado no post abaixo:
https://news.ycombinator.com/item?id=4375646
jorangreef 6 hours ago | link

Regarding: “As Galileo was prosecuted for supporting Copernicus’ heliocentric theory (more specifically for championing reason over faith)”

Nothing could be further from the truth. The first proponents of the scientific method saw the process of describing the known universe as possible only because of their faith in a rational Creator, their definition of the word “faith” meaning “conviction backed by reason” (Hebrews 11). Their hypothesis was that the creation of such a rational Creator would necessarily be ordered, not chaotic as the pagans of the day believed, and that it would be possible to seek to describe the creation in terms of scientific laws and principles. By faith they understood that what is seen was not made out of what was visible. This was the basis for the birth of the scientific method.

In the days of Galileo, the Church as you refer to, was nothing more than a political militant state, opposed to the theology of the early Christians of the 1st century, and opposed to the Scriptures which exposed its hegemony. Indeed the Church would have mothers and fathers burnt at the stake for teaching children the ten commandments and the Lord’s prayer. People like William Tyndale, and many other brilliant Oxford and Cambridge scholars were hounded and martyred by the Church for translating the Bible into English and circulating and discussing it in the 1500s.

While the Church may have opposed heliocentrism, Galileo defended heliocentrism, and understood correctly that it was not contrary to the Scriptures.

For people like Galileo and Kepler, faith and reason were the same thing. By definition, it’s impossible to have faith that is not based on reason, nor is it possible to hold reason without faith. To do so is historical revisionism. If you have a bone to pick with faith, then the best place to start is with the life and death and resurrection of Christ in history. Did it happen? How soon after the events were the eye witness accounts recorded? At what cost? Independent? Do we read them as they were written? This is a matter of historicity: did it happen? Not of philosophical possibility (naturalism), or statistical possibility (frequentism).

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Meu comentário:

Isto serve de alerta para nós que nos acreditamos “racionais”. Talvez nossa crença de que nossa inteligencia é um puro e legitimo produto evolucionario da longa cadeia de causas e efeitos da História natural Universal, portanto a mais genuina base para nos agarrar e ter vida melhor sintonizada com a natureza – esteja errada, porque não existiria uma longa cadeia de causas e efeitos sem interferencia do acaso mudando o destino do que vem rolando nessa cadeia. É um tema dificeil de esquematizar e tirar alguma conclusão inteligivel, mas acho que na matrix theorua existe uma boa solução. A história seria dividida entre fases de caos ( influencia dos acasos)  e fases de ordem ( controle de um elemento racional), porem todo caos é produzido pela entropia e fragmentação de um anteiror estado de ordem. Mas os bits-informação do estado de ordem existem no meio do caos e são eles que levantam a ordem, porem reproduzindo a forma ordenada anterior, o que imploca que houve design, e não acaso. Mas enquanto se desenvolve o design, o caos pode muta-lo. E então? talvez a mutação seja selecionada ou descartada por um sistema invisivel hierarquicamente superior, dcentro do qual o caos esteja ocorrendo.   Acho que nosso cérebro ainda não tem a estrutura necessaria para resolver esta questão, portanto, devemos manter nossa racionalidade sob suspeita. E o que tem isso a ver com o método cientifico? Deve ficar tambem sob suspeita: Não será ele igualmente um selecionador de dados? Nos condizindo a uma cosmovisão errada com uma ilusória temporaria onda de sucessos?