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Como e porque humanos conceituam a beleza da face e qual o segredo destas faces? Ver Video.

sábado, março 11th, 2017

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Jill Helms faz uma palestra sobre as diferenças entre faces bonitas e com defeitos. Porem devido seu pouco conhecimento ela não desce `a profundidade requerida para se entender o fenômeno em sua totalidade. Apenas o conhecimento da cosmovisão da Matrix/DNA nos revela informações sobre o tema jamais imaginadas antes. Então leia meus dois comentários copiados abaixo que foram postados no vídeo do Youtube e no meu Facebook, depois veja abaixo uma interessante descoberta baseada na formula da Matrix/DNA e depois clique no link para assistir a palestra Procure as legendas e transcript do texto em português no TED)

https://www.youtube.com/watch?v=qIDuFyXjcA0&index=6&list=PLsRNoUx8w3rPvhx_lImJfT7aiQ5tEbxoj

Reconsidering beauty | Jill Helms | TEDxStanford

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Mar/3/11/2017

Why the genes has wired us to determine which are beautiful faces? Because it is their goal to rewards health ovules and spermatozoons. They wish the best environment for doing their job.

Beautiful faces has exactly symmetry and balance because its DNA has the same symmetry and balance. Symmetry is produced by the systemic function number 5 of Matrix/DNA universal formula for systems. Any natural system begins to be built from the bottom running to the left. Then the left face is reproduced as the right face by F5. At the RNA-world was the uracil base doing this function and it copied a strand of RNA as the right strand, creating the DNA. From here, the genes build animals faces once time entirely, but repeats the copied result of one’s DNA.
So, the golden ratio is anything else than the active act of the reproductive systemic function and measuring its point at the formula we get 1,618… the phi number.
So, the environmental/nutritional conditions inside the ovule at the moment of fecundation determines the symmetry and the balance of DNA which will be repeated at face’s formation.
A non-health ovule’s environment produces diseases and since the face is a kind of mirror of the DNA, the face will show the disease. And remember: perturbations at ovule’s environment mimics the perturbations of the external environment. That’s why rich and evolved people usually has more beautiful faces than poor people at poor regions. (If you are interested in this issue and want to see the systemic formula and understanding this issue, see the formula at my website and its explanations.)
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Facebook de Mar/03-12-2017
Louis Charles Morelli 

Em que estou a pensar agora? Na minha fantastica descoberta desta semana.

Os humanos criaram um preconceito baseado numa abstração da imaginação que diz: ” Existem faces bonitas e faces feias”. Este preconceito e’ muito influente na vida toda das pessoas, praticamente o principal determinador da sociedade humana para qual qualidade de vida o individuo terá. Um absurdo irracional?

Não sei se os outros animais, como cachorros e macacos, também possuem este preconceito entre eles e se criaram algum valor para determinar o que e’ face bonita ou feia. Mas assim como para nos humanos não existe diferença de faces entre macacos e todos nos parecem feios, assim também alguma inteligencia superior extraterrestre com outro tipo de corpo, com certeza nos vera’ a todos como tendo faces iguais e sendo feios.

Nesta semana assisti um vídeo do TED-Talk com uma palestra sobre este tema ( o link esta no meu artigo). A autora apresenta curiosos detalhes e informações inclusive históricos que nunca havíamos pensado. Mas como ela não conhece a base deste mundo e quem constrói faces – a formula da Matrix/DNA – ela trata o tema com seu conhecimento supérfluo e passando valores errados. No meu website nesta semana escrevi um artigo lidando com o assunto mais profundamente e descobrindo coisas que eu nunca havia pensado antes.

Porque a natureza produz faces ditas “bonitas”, onde as partes são bem balanceadas com tamanhos bem encaixados e as duas meias-faces apresentam perfeita simetria, enquanto produz outras faces – a maioria – sem estas perfeições?

A resposta esta nas diferenças do trabalho realizado pelo DNA com seus genes. Tudo e’ determinado a partir do momento que um espermatozoide alcança o centro de um ovulo e depois nos nove meses seguintes. A qualidade dos ambientes interiores do ovulo e da bolsa embrionaria mais o estado evolutivo dos genes herdados dos genitores determinam o modelo da face a ser construída.

Então, pessoas que vivem na pobreza, com um ambiente externo cheio de obstáculos, perturbações, e muita escassez de nutrimentos e acomodação do organismo, tem estas situações projetadas para dentro do ovulo e saco embrionário. Pessoas mais afortunadas que nascem em berços ricos e ambiente externo pacifico, controlado pelos humanos, com boa nutrição, projetam isto para o interior e processamento da gestação. Para ver isto basta comparar o físico de alemães com indígenas nativos, ou o povo desafortunado de Bangladesh.

O que me deixa atônito e’ como estes conhecimentos tao básicos não são a base de áreas como psicossociologia, economia,etc. A suprema missão do ser humano seria lutar para melhorar a qualidade de vida e manter a evolução mental da humanidade. Senão, para que fazer filhos e deixar novas gerações? E um dos mais urgentes assuntos a resolver e’ a pobreza que afeta a maioria dos humanos, a qual dentre outras mazelas, produz os organismos imperfeitos.

Existe detalhes mais profundos a conhecer neste assunto das faces, para entende-lo na sua totalidade. Como este que citei no artigo:

A simetria ou assimetria são a primeira causa do que aos nossos olhos parece bonito ou feio. Uma face ‘e dividida ao meio exato vertical, com a linha fronteiriça passando desde a testa, para o meio dos olhos, das duas narinas, da boca, do queixo, das mãos e pernas. Se ano existisse esta forca natural e seu mecanismo especifico denominado simetria, nada impediria que organismos tivessem um, três, ou cinco olhos, mãos, narizes, etc. Queríamos ter mais mãos, varias bocas – uma para comer ao mesmo tempo que outra para beber, outra para falar, etc. Mas a simetria impede que nossos esforços se realizam na forma física.

O fenômeno da simetria vem sendo observado e estudado desde a Grécia antiga, onde os filósofos descobriram a “golden ratio”, ou a razão dourada, ou ainda a geometria sagrada. E a representaram matematicamente com um numero, 1,618,… chamado numero “phi” porque mediram esta simetria nas espirais das plantas, flores e outros fenômenos naturais, como os lábios humanos, e sempre resulta no mesmo numero. Então se acredita num desenho supernatural inteligente.

Mas com a formula da Matrix/DNA eu descobri de onde vem este mecanismo e porque este numero. Esta explicado no artigo do meu website e na formula. Os DNA’s masculino e feminino são divididos ao meio vertical e repetem o que aconteceu nas origens da vida, no RNA-world – quando uma haste de RNA tem seu circuito energético continuado nas pontas para repetir a figura e propriedades da haste ou face esquerda na forma da haste ou face direita. Porem, este conhecimento imediatamente nos leva a perceber como é importante o estado ou qualidade do ambiente interno do organismo produzido pelo ambiente externo nos meses da gestação. E assim surgem as sugestões do que devemos fazer para na humanidade todos as pessoas nasçam com um organismo mais perfeito. E isso é de uma importância imensurável..

Veja na formula na formula da Matrix/DNA o que é o principio da simetria:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

A função dos sistemas responsável pelo fenômeno da simetria é a função numero 5 – a função da reprodução do sistema ( funções sistêmicas são diferentes forças naturais que surgiram das sete frequências/vibrações das ondas de luz, mas isto é uma outra historia mais complicada. Costumo pensar que funções são os obreiros construtores universais). Esta função se materializa nos sistemas criando um corpo físico para se expressar, de acordo com o tipo de sistema, os materiais disponíveis, o meio ambiente, etc. Então para atuar nos sistemas astronômicos ela produziu os cometas, nos sistemas vivos ela produziu o espermatozoide ou pólen, na genética ela produziu a base nitrogenada chamada uracila, no sistema celular ela produziu os tipos de RNA que se movem dentro da célula.

Todos os sistemas naturais são evoluções de sistemas anteriores. Os novos sistemas surgem com mais complexidade e novas formas. Existem dois métodos aplicados pela Natureza para produzir sistemas. O primeiro e’ feito criando inicialmente um tipo de corpo e em seguida aplicando nele a força do ciclo vital, a qual o transforma em varias formas com diferentes funções. Depois por simbiose a Natureza conecta estas diferentes formas sempre seguindo a sequencia do ciclo vital, e as formas se tornam as partes do sistema. Depois de assim gerado uma nova forma do sistema universal, a Natureza aplica o segundo método, que e’ simplesmente a auto-reprodução do original.

Então vejamos como foi montado o sistema DNA a partir da entropia do sistema astronomico que criou o DNA. Primeiro surge a forma de um corpo biológico que sera o núcleo do DNA. Esta foi a molécula atrelada na haste, que chamamos de açúcar desoxirribose. Em seguida o principio vital transformou ou produziu esta molécula em outras formas consecutivas, e assim surgiram as 5 bases nitrogenadas. Agora precisava conectar todas estas formas num só sistema. Então a conexão começa com um circuito de energia/informação a partir do corpo inicial, que na formula e’ F1. O circuito vai subindo no sentido horário `a esquerda, captando F2, F3 e F4. Aqui o circuito se bifurca em duas metades: uma vai continuar a forma esférica para gerar a maturidade e envelhecimento, a outra vai retornar a F! como energia crescente para realimentar F1 e produzir novo ciclo apos a morte da parte esférica. Isto é reprodução do sistema.

Então notamos que primeiro a Natureza produziu a meia-face esquerda do DNA, com uma so haste, três moléculas penduradas nela, o que se chamou RNA. Em seguida a F5 toma a meia-face esquerda como modelo e a repete como a meia-face direita. Assim a direita sera simétrica `a primeira.

Claro, existem outras coisas a considerar aqui, por exemplo, a diferença de que na meia-face esquerda a energia do sistema esta crescendo até atingir o pico em F4 e a partir dai começa a entropia do sistema e a meia-face direita terá a energia em queda, o que produz a degeneração e envelhecimento do sistema. O nosso cérebro é outro bom exemplo, e esta descoberta nos leva a entender porque estamos usando mais o hemisfério esquerdo e porque o hemisfério direito tem propriedades tao estranhas ao nosso raciocínio logico.

Mas a formação da face humana pelos genes já ocorre pelo segundo método, onde uma figura intermediaria entre os modelos de faces do pai e da mãe é gerada e reproduzida por inteiro. E não são os genes que determinam o modelo, mas sim a identidade de sistemas, no caso, o sistema DNA. E como fora do organismo, existe a biosfera, a qual contem o DNA vindo do sistema astronomico e dividido em fótons solares e terrestres, existe uma relacao de conflito no processo da gestação humana, entre o DNA humano que procura o estado harmônico da ordem e o DNA astronomico que aqui chega no estado de caos. Depende do estado evolutivo e saúde do DNA humano, se ele vai se impor ao DNA cósmico ao modelar a face ou se ele ainda esta’ fraco e o DNA cósmico vai dominar o processo. Assim surge a face bonita ou a face imperfeita.

Mas tudo o que eu digo aqui nada mais a forma como estou interpretando a formula. Outras mentes com diferentes experiencias podem descobrir detalhes mais importantes na formula. Por enquanto apenas escrevo minhas teorias… e não sou nada petante a Verdade, com este meu cérebro débil e super-limitado para conhecer a Verdade. Como eu ano acredito sem fazer os testes experimentais científicos, não acredite no que minha interpretação esta sugerindo. Você vale mais para minha missão se tiver sua mente aberta e independente para me ajudar a progredir mentalmente. Que a força física da Matrix perfeita e a sabedoria da consciência universal esteja contigo…

Teorias da Origem da Vida: Coletanea das Existentes

terça-feira, janeiro 3rd, 2017

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( Artigo ainda em construção. Falta organizar os assuntos, correção ortográfica, etc.)

Inspirado no artigo:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

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Todas estas teorias erraram e todas erraram pelo mesmo motivo. Trata-se de uma falha de processamento no cérebro humano, não vejo outra explicação. O motivo e’ a arbitrária separação dos sistemas naturais ditos vivos dos sistemas naturais ditos “nao-vivos”. O primeiro ser vivo realmente digno deste nome, completo, funcional, era um sistema, o sistema celular. Mas antes dele ja’ existiam outros sistemas, completos, funcionais. Se os humanos quiseram inventar a palavra “vida” e com ela denominar o sistema completo, funcional, denominado celular, teriam obrigatoriamente que aceitar que os outros sistemas naturais, completos, funcionais, que ja’ existiam, tambem sejam “vivos”. Ao contrario, decidiram definir o celular de “animado”, e os outros de “inanimados”. Mas como inanimados se apresentam uma parafernalia de movimentos internos e da mesma forma realizam trocas com o exterior, etc? A arbitraria e absurda separacao continuou. Assim separaram a História Natural Universal em dois blocos – o da Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ os 10 bilhões de anos do Universo, e o da Evolução Biológica, desde aquela data ate os dias atuais. Dividiram a História Universal da Evolução do Sistema Natural que surgiu logo apos o ato fecundador do Big Bang e hoje se encontra aqui nestes tempos e região universal na forma nascente de Sistema Natural Autoconsciente, em dois blocos, sem nenhum elo evolutivo entre eles, sem a forma-elo, criando um abismo negro e sem fundo entre os dois grandes blocos. Como resultado so’ poderiam concluir que a forma de sistema biologico nao teria seguido a lei natural da transformação, portanto, teria surgido de algum lugar e fonte fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang.

Nesse momento desviaram-se do pensamento racional puro, construido por esta Natureza, e sairam a vagar no mundo das fantasias imaginarias, onde surge a mistica, o pensamento magico. Mas a causa e’ compreensível, o deslize pode ser perdoado, nao foi culpa dos humanos. Como disse acima, existe uma nova forma emergindo daquele sistema natural universal, mais exatamente emergindo desde esta forma atual de sistema humano, o cerebro. Esta forma apareceu ainda nos ultimos segundos do tempo astronomico, e se ja passou do estagio fetal nao sabemos, mas com certeza ainda nao alcancou o estagio de baby nascido, pois nem seus olhos propios abriu ainda, nem sabe qual a substancia e a forma de seu proprio corpo. E todos sabemos que quando os humanos passam da fase de babies para a fase de criancas, sua consciencia ainda nada tem de racional, para ela todos os objetos a sua volta sao brinquedos, ela vive num mundo encantado, ate tem amigos fantasmas com quem conversa. Ora, a humanidade tambem surgiu muito recentemente em relacao a escala de tempo do sistema universal, para este, a humanidade e’ uma crianca. A psique individual se projeta na psigue coletiva, claro: a humanidade vai se organizando num tipo de sistema, num sistema individual, a imagem e semelhanca de seu building block, que ‘e o individuo. Entao nao poderia ter acontecido de forma diferente: a mentalidade do coletivo humano esta na fase do pensamento magico, do mundo encantado, que não existe de fato. E a historia do mundo sera uma fabula locupleta de magicas, monstros, mitos. Justamente mitos preenchendo o abismo negro imaginariamente criado entre os dois blocos, que na verdade e’ apenas um.

E surgiram dois mitos, diferentes na narrativa, na forma de imaginar o mundo encantado, eregidos por uma parte da humanidade-crianca num continente, e oitra parte de humanidade-crianca sob efeitos do ambiente diferente de outro continente. Surgiu o deismo e o materialismo, ou ateismo. Um acredita realmente no amigo fantasma e deram-lhe o nome de Deus. Outro acredita que os objetos respondem a ele magicamente, pois ele tem conseguido sobreviver com privilégios so’ observados em jogos da sorte, ;oterias, e assim deram o nome ao grande criador do mundo encantado de Acaso. O que existe de mais comum entre os dois mitos e’ que ambos sao magicos, ambos vem de fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang. Ambos seriam nao-naturais, ou seja, sobrenaturais.

O primeiro grupo aceita sorrindo a critica de que creem no sobrenatural. O segundo grupo resiste irracionalmente, pois nao querem entender que se a “vida”, ou melhor, a forma de sistemas biologicos, surgiu, e’ porque ela foi erigida pelas forcas e elementos que vinham rolando na longa cadeia de causas e efeitos. Ora entao ela era previsivel e nao produto do acaso. Basta identificar todas as forcas e elementos que vem rolando, mais o calculo da consistencia do espaco em que vem rolando, e nao tem como nao ver a certo momento a vida formada e rolando no meio. Entao existem uma geracao mais moderna ou envelhecida da humanidade ainda crianca que ja preseente este fato, e comecam a suspeitar que o Universo estava “tunelado” para produzir a vida, ou melhor, a forma de sistemas biologicos. E e’ desta geracao que sairam os autores das teorias arroladas neste artigo da BBC. Mas eles continuam ainda com o pensamento impregnado com resquicios do mito e por isto, eles mantem a malfadada separacoa, e por isto estao nos caminhos errados.

As criancas inevitavelmente se enveredam pelos primordios do pensamento magico porque nascem como ovos mantido dentro e protegidos, alimentados ate a maturidade. Uma caracteristica dos mamiferos, que foi um passo evolutivo adiante dos ancestrais repteis, que botavam os ovos fora abandonando a prole `a propria sorte. Mas o que aconteceria se uma crianca nascesse como ovo botado fora? Instantaneamente atacada pelas intemperies ao relento, pelos predadores e sem alimentos? Sera que ela tambem manteria pelo mesmo tempo o pensamento magico? Ela veria o mundo encantado? Certamente ela nao teria ninguem com quem falar ou aprender a falar, nao conversaria com amigos fantasmas. E como ela interpretaria o mundo se conseguisse ir sobrevivendo por extrema sorte os primeiros anos? E mais: imaginado-se que ela nascesse geneticamente com o dom ou tendencia a filosofar, a questionar a existencia das coisas que ve e ate mesmo a sua existencia, iria ela separar o mundo em dois blocos, iria ela criar im mito para preencher o vacuo entre os dois blocos? Quando na noite ao relento mantendo um olho vigilante na terra e outro levantado prescrutando o ceu e as estrelas, ela se sentiria separada ou conectada a extensao da natureza que se perde no firmamento?

Eu sei a resposta porque eu vivi esta terrivel e odiadamente experiencia. Pior, por duas vezes. Uma realmente logo ao nascer sem familia e teto, e outra quando ja adulto, escapei da escravidao na civilizacao e me embrenhei como fugitivo na selva amazonica. A qual me deu um banho de mundo real, da verdadeira natureza, a ponto de executar uma lavagem cerebral de toda a cultura hmana adquirida ate aquela idade e reduzir o espectro ao estagio de semi-macaco. Sem a s habilidades dos macacos na sobrecvivencia naquele unferno caotico, eu fui um macaco-crianca no meio deles, ja nem mais um humano-crianca como os que existiam la fora, na civilizacao. Digo que nao foi um regresso ao estagio fetal, pois sai no outro lado, antes da fecundacao. Porem com mais uma anomalia ironica: um macaco crianca filosofo. Como nao pderia deixar de acontecer, o filosofo no macaco construiu sua cosmovisao, sua maneira peculiar de interpretar o mundo real. E nao vi a separacao. Nao vi a divisao entre vida e nao-vida. E assim sai a procurar o bicho que me teria feito. A mim, aos meus vizinhos silenciosos que chamam de palntas e aos ruidosos e importunos que chama de animais. Com um olho abaixado procurando na terra e outro levantado procurando na extensao do meu mundo que se perdia no azul do firmamento.

Claro que seria impossivel a tal misero e semi-selvagem individuo, mesmo conseguindo sobreviver e crescendo, encontrar o que a civilizacao milhares de anos mais avancada intelectualmente e com poderosos instrumentos invadindo as profundezas dos invisiveis micro e macrocosmos, encontrar o que nao encontraram. Mas seu sobrevivi e ate me curei do primeiro ataque da malaria, do segundo jamais teria passado. Quis a sorte mais uma vez que humanos nativos da selva que ja pressentiam minha existencia nos arredores de seu territorio,  me encontrassem moribundo e decidissem me salvar como fizeram com os quackers moribundos do Mayflower. E quis o azar que esees nativos selvagens decidram me catequisar nos seus mitos, pegando um cerebro recentemente lavado com esfregao de espinhos das palmeiras e que poderia ter se reerguido e se levantado como uma pagna em branco a ser escrita pela razao pura natural, e desviando-o para o reino dos mitos de sua tambem consciencia crianca. Porem, do azar se levantou a tremenda sorte que o reino dos mitos a que fui apresentado nao era o mito criado pelos predadores de humanos bem nutridos a 10.000 anos atras  a falar com a voz mais alta e possante em volta da fogueira `as ovelhas mansas e temerosas, como eles eram filhos de deuses poderosos, os quais lhes teriam passado a forca. Nao foi o reino originario dos dois mitos se levantando da mentalidade ocidental. Me levaram a um novo retrocesso, muito mais profundo no tempo e no cerebro, ao estado da psique antes do humano-crianca, a forma mesma do embriao. de onde comeca e se forma a imaginacao. Me levaram ao outro continente onde surgiram os mitos orientais. A ouvir a descricao das imagens visionarias de dragoes aflorando das aguas do lago e soltando fogo pela boca como viu o filosofo chines. Mas ao inves de reiventar o simbolo do I-Ching pela mesma visão, e a partir daí desenhar a aura e seus chacras, as aulas de biologia em que eu havia visto o DNA me afloraram na mente na memória que resistira a lavagem e ao invés de dragão e aura eu vi o DNA, dançando no azul do firmamento com um eixo central na forma de um buraco cônico negro e os astros em volta na forma de moléculas, mais tarde identificadas como a timina, a citozina,…

Nao, na aurora da pre-humanidade nao houve uma imediata incursao na mitologia. Aqueles semi-humanos tiveram visoes do micro e do macrocosmo reais. Ou melhor, nao foram visoes vistas por olhos de ver, mas sim recordacoes vindas da memoria primitiva, que ainda nao havia sido poluida pela cultura dos predadores em volta da fogueira. Memorias construidas geneticamente, herdadas dos ancestrais… nao-vivos. Das nossas formas ancestrais quando estavamos na forma de atomos e galaxias. Ou quando estavamos se formando na forma de biologicos, quando fomos os primeiros nucleotideos, que aos pares, formam um sistema completo e funcional e sao um dos elos evolucionarios que foram ocultados do humano-crianca quando ele criou a separacao.

Os nativos tomam uma beberagem feita de raizes e ervas selvagens parecido com o que se chama de Santo Daime. Caem no chao ou em cima de esteiras e ficam balbuciando incoerencias com um largo sorriso que as vezes tornam-se gargalhadas, felizes da vida. Neste momento nasce osseus mitos dos deuses e demonios espiritos da selva. Mas para um filosofo abusado de perguntador ao lado observando-os, descrevem as visoes que suas imaginacoes alteradas pela beberagem produzem. Mas o filosofo que saber como funciona o cerebro, o que a droga produz, e isto nao se aprende fazendo a exoeriencia, ingerindo a droga, e sim mantendo seu cerebro vigilante e racional e arrancando do cerebro alterado o que ele esta produzindo. Assim se descobre que o naticvo reconta fielmente a fabula de Adao e Eva e desceve fielmente o Paraiso do Eden. Que?!

Eu disse que me levaram nao ao tempo das origens dos mitos, nao a fase etaria da crianca humana portadora do pensamento magico, mas antes desta fase, no estagio da consciencia fetal. O paraiso com Adao e Eva se ve antes e somente depois de muito pensar, de muito interpretar, e’ que se forma um quadro e pode-se pegar a pena e escreve-lo. Ele foi visto muito antes de se escrever a Biblia. Por um tal de Schimeon Ben Jochai, se a russa Helena Blavastic conseguiu a informacao correta no seu prologo da doutrina secreta. Porque o paraiso, Adao e Eva, realmente existiram. Nao o paraiso, nao o Adao e Eva que foram escritos, mas sim o que se levantou da memoria da humanidade fetal vindo das profundezas de neuronios em cujos nucleos numa fita biologica denominada DNA o nosso passado muito remoto foi registrado. Naquela epoca, uma galaxia era um verdadeiro paraiso para os dois principios ativos que formavam seu corpo, um com tendencias que hoje identicamos como masculinas e outro com tendencias que hoje identificamos como femininas. Ai estao o Adao e a Eva que foram malversados, contorcidos, mascarados, numa interpretacao eivada de auto-projecao do humano, antropomorfica. Os nativos selvagens da Amazonia nao estao no estagio intelectual que estavam as nacoes ja oorganizadas e ja com a psique da humanidade crianca que escreveram a Biblia. Eles estao no nivel intelectual das tribos de barbaros. Mas foi a estes que a Natureza revelou o paraiso e Adao e Eva. Foun a psique do humano crianca, que inventa amigos fantasmas com quem conversam e que tratam todos os objetos como brinquedos magicos, que tambem deu um banho de sua imaginacao numa imagem real que ela havia visto na forma embrionaria e dela se recordava na fase de humano crianca. Desua experiencia aprendi que num cerebro lavado da cultura humana, ainda limpido e puramente natural, a memoria ve-se a su mesma e assim comeca a consciencia de sua existencia. E quand a memoria ve-se a sui mesma, ve o que ela realmente e’. Ela nao ve uma grande parte sua como memoria-lixo como se tem visto a memoria moderna. No lugar de lixo ela ve o passado do que ela realmente foi, o passado do sistema natural universal que se formou nos idos do Big Bang. Ela recorda suas formas e suas experiencias quando foi um sistema atômico, quando foi um sistema galactico, porque todas estas experiencias estao nela registradas. Ela jamais iria sequer pensar que sua forma atual foi trazida pela cegonha por acaso ou por mágica divina, porque ela enxerga a forma de seus pais, de seus avos e bisavos, ate os ultimos ancestrais emergindo do Big bang… na forma de simples onda de luz. Simples na aparência porque sao mais complexas que nos desde que elas ja contem a formula para fazer-se a si mesma, como entidade viva.

Então como todos sabemos, seria impossível ao semi-macaco na selva encontrar o que este exército super bem aparelhado e milhares de anos mais avançado ainda não encontrou. A tal criatura acredita que encontrou, certamente ele caiu na mesma armadilha, ele enveredou-se no reino infantil dos mitos. Porém o que ele encontrou – o nosso DNA em suas formas evolucionárias mais primitivas existindo nos corpos de átomos e galáxias – e’ totalmente natural, está previsto na longa cadeia, não existe qualquer menção ao supernatural. Nao existem deuses nem acasos magicos. Entao onde esta o mito? Possivelmente nos seus modelos teóricos de átomos e galáxias, na sua interpretação diferente do DNA, de seus building blocks, no propósito do universo tunelado por um processo de simples reprodução genética de universos. Mas este ” provavelmente” e’ imediatamente balbuciado sem pensar, por quem tem o cérebro configurado por conexões neuronais modeladas pela visão dos mundos separados. realmente este cerebro nao conseguiria processar esta informacao. Entao o que me resta e’ testar cientificamente os modelos. Ou que alguma nova descoberta comprove-os. A teoria da Relatividade teve que esperar por um eclipse para comecar a ser vista com alguma seriedade. A Teoria do Big bang esperou por um defeito nos cabos telefônicos para a descoberta da radiação de fundo cósmica e guinda-la ao patamar de teoria plausivel. Nos aqui tambem estamos esperando. Algo que a levante ou a derrube para sempre. Ninguem mandou um filósofo se vestir de macaco, viver sete anos na selva no meio de macacos e retornar para contar esta historia macaquica. Que se f… o filosofo!

Ainda hoje esse  Se esquecem de que antes da vida surgir na Terra a matéria deste Universo já vinha em evolução, desde átomos para sistemas estelares para siste demas galácticos – e o primeiro ser vivo surgiu formado pelos mesmos átomos e dentro destes sistemas astronomicos. Entao como separa-los evolucionariamente?

Pela evolução, sistemas naturais mais simples se transformam em sistemas naturais mais complexos, não existe outra origem conhecida e muito menos comprovada cientificamente para sistemas naturais. Supor que tenha surgido um sistema natural fora dessa linhagem evolucionária por transformações e’ supor que este novo sistema tenha vindo de algum lugar fora da longa cadeia de causas e efeitos que começou no Big Bang. Teria que ter vindo de um lugar nao-natural, em relacao a esta natureza total a que damos o nome de Universo. de algum lugar sobrenatural, mas nenhum fato conhecido e comprovado prova que exista o sobrenatural, de onde tiraram essa ideia então? Falha de processamento nos circuitos neuronais.

Então vem com essa ideia absurda outra ideia que e’ uma aberração, uma heresia cientifica e contra a razao pura naturalista: a palavra “origens” e o conceito que a define. Quando e como alguém viu a origem de algum sistema natural que nunca tenha existido antes? Quando e como alguém viu um sistema natural qualquer que nao tenha vindo de outro sistema pré-existente?! Quando alguém viu assistiu os primeiros passos e o desenvolvimento de um sistema natural que nao tenha sido elaborada por um ambiente natural cuja complexidade nao se assemelhe `a complexidade do sistema? Isto de fato seria uma origem, a emergencia de algo totalmente novo, inédito, para o qual a Natureza nao tinha em si nenhuma informação. A palavra origem imediatamente nos leva a pensar num evento espontâneo ocorrendo no meio da longa cadeia de causas e efeitos mas que nao tenha sido produzido pelo fluxo normal das forças e elementos que vinham rolando nessa cadeia. Nao existem origens de universos nem de vida como eventos espontâneos, únicos, seja ao acaso ou por um entidade sobrenatural, nunca ninguém viu tal evento ocorrer. Isto seria mágica e nunca ninguém viu mágicas, apenas truques ilusorios. No entanto a literatura cientifica e por consequencia a escolar está repleta de teorias de origem espontanea do universo, d planeta, da galaxia, da vida… Raios, o que esta acontecendo com o racional humano?!

Então uma falha leva a outra: separando erradamente a evolução universal em evolucao cosmologica e evolução biológica em dois blocos de evolução sem nenhum elo, nenhuma conexão racional, natural, entre os dois blocos, nao resta outra alternativa senão apelar ao imaginário e acreditar em origens de coisas complexas, seja espontaneamente ou a longo prazo. Sem nenhuma razão inteligível, sem nenhum processo natural conhecido, a certa altura da longa cadeia de causas e efeitos, átomos terrestres comecaram a se comportarem de maneira nunca existido antes e a fazerem inéditas combinações que nunca fizeram antes. Ora, então o que de nao-natural atuou sobre estes atomos? Ninguém sabe responder porque esta pergunta nao faz sentido racional porque baseada numa premissa nao-existente de fato.

O primeiro ser vivo, que se pode chamar como tal, completo e funcionando, foi o primeiro sistema celular. Nao foi um novo sistema vindo de fora da natureza, ou feito por um processo nunca aplicado antes pela natureza. Nunca ninguem viu e comprovou que existam tais coisas. Era um sistema mais complexo ( e muito) que todos os outros sistemas naturais que existiam naquela época, ou entao, nao muito mais complexo que um sistema ja existente mas ainda desconhecido pela humanidade. O fato de ter sido elaborado muito mais complexo se explica pela complexidade maior existente na superficie da Terra que as complexidades existentes antes nos ambientes onde foram elaborados os sistemas ancestrais, atomicos e astronomicos. Aqui existia o estado liquido da materia, uma novidade que na sua embriogenese os atomicos e astronomicos nao tiveram. O estado liquido “transformou” a quimica inorganica na mais complexa quimica organica, mas o estado liquido tambem nao teve uma origem espontanea, ele veio das transformacoes dos estados gasosos e solidos ( talvez incluindo-se o estado eletromagnetico, etc.). Aagua produziu uma mutacao espetacular na embriogenese da primeira celula. Houve um espetacular salto evolutivo, mas apenas em relacao a sistema celular/sistema pré-existente, pois este salto teve uma duracao de milhoes ou bilhoes de anos enquanto ocorriam transformacoes no meio ambiente.

Nao houve abiogenese. Nao houve materia inanimada dando ” origem” a sistemas animados, vivos. Atomos e galaxias nao sao sistemas inanimados, eles funcionam internamente. Mas entao surge o terceiro erro ainda como consequencia do erro da imaginaria separacao: comparam um sistema completo, funcional, com pedacos, partes, ou mesmo dejetos, de outros sistemas. Ora, sistema tem que ser comparado a sistema! Ficam comparando moléculas que nao sao sistemas em si com processos vitais e mesmo sistemas vivos procurando encontrar o fio evolucionario entre eles! As moleculas (aminoacidos,proteinas,RNA e DNA) nao sao sistemas em si, sao partes de sistemas que reconstroem sistemas assim como os tecidos diferenciados na embriogenese humana reconstrou o sistema “corpo humano”. Se Oparin e …. queriam reconstruir o estado do mundo momentos antes da vida e ver dele surgir um elemento vivo, teriam que antes conectar a amonia, o hifgdrogenio, o metano, com as faiscas eletricas formando um sistema funcional. Jogaram partes ao leu dentro do tubo, conseguiram partes do sistema celular, mas nunca conseguriam um sistema celular, nem mesmo conectar os aminoacidos obtidos compondo uma proteina.

O sistema celular veio do sistema nucleotideo, ou seja que outro nome deem ao building block, o fundamental bits-informacao, que compoem as pilhas de nucleotideos que sao o RNA e o DNA. Mas a falha no processamento cerebral nem mesmo os permitem descobrir que um par lateral horizontal e vertical de nucleotideos funciona como um sistema completo. E este sistema nucleotideo serve exatamente para explicar como foram os building blocks que formaram as galaxias. Entao ai esta o elo evolutivo que manda ao inferno a imaginaria e impossivel separacao. O sistema celular teve uma embriogenese ( e nao abiogenese) de milhoes ou bilhoes de anos porque seu criador, o sistema menos complexo que foi transformado, era astronomico e na astronomia os tempos sao muito mais longos que na escala praticada por humanos.

Este erro abismatico conduz os pesquisadores auma busca atabalhoada, fora de foco. E entao surgem as teorias, fora de foco. vamos ver neste artigo da BBC uma bela coletanea destas teorias e vamos ver a analise de cada uma delas por essa teoria que nao cometeu esso erro imaginario, denominada Matrix/DNA. Para tanto tive que copiar o artigo aqui, aproveitando a exelente ajuda do website Bio+, que ou ele ou a propria BBC traduziu para o portugues:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

RNAs Auto-replicadores e a Controversia entre a Teoria Academica e Teoria da Matrix/DNA

domingo, novembro 6th, 2016

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RNAs copiadores reforçam ideia de como a vida na Terra começou

http://www.universoracionalista.org/rnas-copiadores-reforcam-ideia-de-como-a-vida-na-terra-comecou/

Meu comentário postado no artigo ( aguardando moderação)

Louis Morelli – (NOV)11/06/2016

O método de investigação da Matrix/DNA Theory esta sugerindo uma diferente versão para este tópico. E nunca foi encontrado nada no mundo capaz de auto-copiar com 100% de exatidão, então esta ideia é metafisica e porque forçar em sua busca e não revisar sua teoria?
Seja como for, o mecanismo da replicação tem que ter vindo de um mecanismo mais simples do estado do mundo físico momentos antes da origem da da matéria orgânica. Isto é racionalismo, pois do contrario teria que se acreditar que a matéria orgânica e aqui na Terra inventou do nada pela primeira vez no Universo este mecanismo. Então de onde veio, quais eram as forças naturais e elementos que executavam esse mecanismo mais simples? Assim trabalha a Matrix/DNA Theory, levantando questões racionais e buscando suas respostas racionais, dentro da logica natural conhecida. E nos encontramos uma resposta racional.

O RNA é a contraparte na forma biológica de uma função dos sistemas naturais que já haviam se apresentado nas formas eletromagnéticas, mecânicas, etc. como átomos, galaxias,etc. Na formula geral para sistemas naturais, o RNA foi identificado como executor da Função 5, ou seja, a função da reprodução destes sistemas. Na forma mecânica de sistemas como é a forma astronômica, a auto-replicação era mais simples, um simples processo de auto-reciclagem, onde o sistema tem que “morrer”, se desfazer, e de sua matéria ele se reconstrói. Isto é replicação ou reprodução menos evoluída, mais simples. Então sua contraparte biológica – o RNA – jamais poderia se auto-replicar, pois para isso depende da presença de outras funções sistêmicas, e neste caso, proteínas e talvez enzimas fossem suficientes. mas isto implica que RNA e proteínas surgiram separadamente, na mesma época e lugar.

Esta implicação vai contra o que se acredita na ciência acadêmica com tendencia ateísta, pois implicaria também na conclusão de que houve não-reducionismo da complexidade a um cepo único primitivo comum. Erra também o pessoal que defende o deísmo acenando com a ideia de irredutível complexidade. Porem, o problema é que a teoria acadêmica ainda acredita que o cepo primitivo comum (LUCA) existiu na Terra, quando na verdade, a Terra era uma parte deste cepo, pois ele compreende o sistema astronomico dentro do qual a vida surgiu (veja seu modelo teórico em meu website). E tanto RNA como proteínas são redutivos a um cepo localizado no espaço sideral. Nunca vão conseguir Um RNA que se auto-replique sozinho e por si só, a não ser que alguma elaboração sintética artificial o faça. Para entender isto sera bom ver a formula para sistemas no meu website ( proteínas são pedaços do circuito esférico do sistema).

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SPLICING – ÍNTRONS E ÉXONS: Pesquisar isto

segunda-feira, outubro 24th, 2016

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Basta uma rápida olhadela no assunto para se entender porque os cientistas dizem que este e’ um processo de incrível complexidade. E a explicação geral que encontrei baseado na formula da Matrix/DNA e’ bem diferente da vaga explicação fornecida pela ciência acadêmica. Resumindo o que entendi, numa sequencia de DNA que forma um gene, tem trechos de aminoacidos que nada expressam: são os introns. E quando este gene forma um RNAm para manda-lo ao ribossomo para este confeccionar uma proteína, os introns são copiados tambem neste RNA. Mas os introns não poderiam ser mandados para transcrição pois produziriam proteínas defeituosas ou inuteis. Então o RNAm contendo os introns e’ chamado de pre-RNA pois ele vai ser modificado ainda dentro do nucleo celular. Esta modificação e’ o splicing, processo pelo qual os introns são retirados do RNA, ficando so os trechos de exons, os quais são necessarios e suficientes para produzir a proteina desejada.

Então porque existem estes introns, se nada produzem e aoarentemente so’ atrapalham? Porque não foram descartados pela evolução? Devido a estas questoes, durante um bom tempo as ciencias academicas denominaram estes trechos de introns como “DNA-lixo”. Mas depois do Projeto Proteosome e outras descobertas, este conceito de lixo foi abalado e agora surge uma nova teoria: a de que os introns são necessários para sinalizar longínquos processos dentro dos genes em outras operações.

Mas agora vamos traduzir isto para a linguagem da Matrix/DNA.

Pelo que conclui na primeira vez que tive contacto com este fenomeno, `a primeira vista, introns representam formas temporarias de um corpo evoluindo sob o ciclo vital. Mas porque certas formas não podem ser expressadas numa proteína, se as proteínas representam as sequencias de formas de um trecho do circuito sistêmico, ou seja, do ciclo vital? Segundo a Matrix/DNA, a funcao existencial das proteinas e’ reproduzir o circuito esferico da formula, com todos seus elementos. Pense no rolo de fita de um filme contando uma historia completa da sua vida. Agora corte esta fita em pedacos. Pois cada proteina representa um pedaco da historia vital de um corpo. E neste caso dos introns, e’ como se a proteina que representa o trecho entre a idade de 10 anos,3 meses, 2 dias,18 horas, 24 segundos ate’ a idade de 14 anos, 6 meses… não quer ou não pode conter a forma do corpo na idade de 12 anos, 5 meses, 18 dias. E isto não fazia sentido.

Mas existem muitos introns, na verdade, eles existem alternados com exons ao longo do DNA. E’ como se um individuo quisesse apagar, esconder, certos momentos de sua vida quando fez coisas erradas. Mas isto so e’ possivel imaginariamente, não fisicamente de fato.

A não ser que o DNA humano seja composto por uma superposição de genes. Genes de outras especies, ou ao menos da especie ancestral, continuariam registrados no DNA, tentando agir ou se expressar no mesmo instante que os genes da especie humana.

Ora, mas o DNA humano ‘e 99% igual do ancestral chimpanzé. Então ele seria 99% de introns? Não e’.

Pode ser que todos os genes humanos herdados dos chimpanzés sejam necessários na embriogênese, para formar o corpo, mas depois de formado, o corpo humano se diferencia, e apenas expressa os genes que causam essa diferença. Então nesta fase seria necessário eliminar os aminoacidos de genes herdados, que não mais contribuem para as novas proteínas humanas.

Ainda assim fica esquisito. Parece que no DNA humano existem dois ciclos vitais ao menos, superpostos: o do humano e o da especie anterior. A coisa seria similar a superposição quântica. Se assim for, o processo do splicing também deve estar ocorrendo nos processos quanticos, mas ainda não foi observado. Indagar a um cientista quântico se isto sera’ possível…

Na época dessa investigação, fui anotando tudo o que era relacionado ao fenômeno. Como…

– Preciso lembrar tambem, que a forma dos “laços” ou introns se assemelham aos laços no gráfico do ” Universo de Mil Faces”, o que veio do gráfico da subida da escada onde os laços seriam os “escorregões”. Estes acontecem quando a evolução descarta a forma mais evoluída e acomodada que esta no topo para retornar ao passado buscando uma especie mais simples que seja acessível `a evolução. Seriam os introns, os escorregões do tempo?

– Notar o que diz a cientista no video abaixo: Splicing e’ a razão do porque nos podemos ter o mesmo numero de genes em nosso genoma que a mosca Drosophila, e ainda assim ser-mos mais complexos. E isto é porque nos fazemos o splicing em modos ou maneiras alternativas, e portanto, obtendo o máximo de nossos genes, fazendo múltiplos produtos de cada gene.”

E isto de novo cheira a superposição.

Porem, então lembrei-me de outro artigo antigo onde lidei com o fenômeno do DNA lixo. Alem disso uma frase lida não sei onde ficou batendo na minha cabeça: o spliceosome – a maquina molecular que executa o splicing – nada mais e’ que um catalítico. Ou seja, ele acelera ou desacelera uma reação química, dependendo da situação, assim como você acelera oi freia seu carro. E esta propriedade esta relacionada a velocidade a qual esta relacionada a dimensão tempo, e não espaço. Então,.. como as formas temporárias de um corpo se referem a dimensão espaço, caia a ideia de que os genes estariam escondendo fases formais, concretas da vida. Mas pareceu-me agora que eles estavam escondendo tempos da vida. E a explicação baseada na formula da Matrix/DNA que mais me convenceu foi esta:

O ser humano tem uma vida de 80 anos. Mas o seu DNA registra a historia de todos seus ancestrais, e entre estes estão os átomos e galaxias. Uma galaxia pode atingir 10 bilhoes de anos. Como o DNA lida com essa diferença de tempo de vida das criaturas? Ele nao pode demorar bilhoes de anos para formar um corpo humano como ele demorou para formar uma galaxia. Simples: inventa-se os introns!

Introns sao trechos com aminoacidos repetidos `a exaustao. AGAGAGAH… por isso nada codificam biologicamente. Mas codificaram astronomicamente.

E’ preciso entender o que significa “tempo” sob a perspectiva da formula da Matrix/DNA. Tempo mao e’ uma essencia de per se, ele nao tem uma substancia propria como tem o espaco. Tempo ‘e mais um conceito criado pela imaginacao humana porque precisava-se uma ordem cronologica para se registrar os eventos. Enquanto os aborigenes da America ficaram 500 anos sem mudarem quase nada, na Europa se inventava o canhao, descobria-se a penicilina, construia-se cidades. Na Europa o tempo avancava, na selva americana o tempo havia parado. Mas ao se contar a historia geral da Humanidade, e’ preciso que a historia dos aborigenes se entenda que quase nada avancou em 500, mas na Europa aconteceram coisas que se nao contadas nao se entende o final. Entao, quando se separam as duas historias, na historia dos aborigenes, os humanos colocam numeros ( 1340,1341,1342,etc.) para informar que estao se passando 500 anos, ou melhor, que enquanto isso o mundo estava evoluindo em outro lugar. A Natureza tem apenas um rolo de filme para contar a historia universal geral. O processo da embriogenese de uma galaxia e’ o mesmo da embriogenese de um ser humano. Como manter a historia das galaxias registradas no DNA humano? Para informar que durante 9 meses humanos se passam bilhões de anos galácticos, entre um evento e outro do processo ela insere, aos invés de números, os aminoacidos e repete-os quanto for necessário: agagagagag…. Por isso parece aos cientistas que os introns controlam os momentos de outros genes entrarem em operação.

Mas depois que a embriogênese humana aconteceu, a formula sera repetida milhões de vezes acada segundo para realizar as inúmeras tarefas microscópicas a nível celular onde as velocidades – em relacao a velocidade da formação e processos da galaxia – seriam supersônicas. E quem faz a formula ser repetida são as proteínas. Então tem que cortar fora delas o  tempo na perspectiva astronômica. Tem-se que acelerar os processos, as reações químicas. E isto chama-se catalise. Por isso a frase ” o spliceosome e’ um catalítico” me caiu como um raio na cabeça. ( E alias, este foi mais um exemplo de “seremdipity” assunto do qual trata a cientista no video abaixo)

 

SPLICING – ÍNTRONS E ÉXONS

Gene.png

O Splicing é um processo que remove os íntrons e junta os éxons depois da transcrição do RNA. O splicing só ocorre em células eucarióticas, já que o DNA das células procarióticas não possui íntrons. A estrutura fundamental para clivar essas ligações entre os nucleotídeos é o spliceossomo. Ele consiste na retirada dos íntrons de um mRNA precursor, sendo um dos processos necessários para formar um mRNA maduro funcional.

O spliceossomo é uma estrutura com atividade catalítica responsável pela execução do splicing. É um complexo formado por 5 espécies de RNA e mais 50 proteínas. ribonucleoproteínas (de maneira similar ao ribossomo) que são proteínas ligadas a moléculas de RNA do tipo snRNA (pequeno RNA nuclear). É a máquina de excisão. Essa monstruosa parafernália reconhece início e fim dos íntrons, depois os unem, formando uma alça que então é cortada.

Assistindo o video da descobridora do splicing, no Youtube:

Joan Steitz (Yale/HHMI): SNURPs and Serendipity

(snRNPs (pronounced “snurps”), or small nuclear ribonucleo proteins, are RNA-protein complexes that combine with unmodified pre-mRNA and various other proteins to form a spliceosome, a large RNA-protein molecular complex upon which splicing of pre-mRNA occurs. The action of snRNPs is essential to the removal of introns from pre-mRNA,…)

Meu post no Youtube:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli   Out/25/2016

Unbelievable the extreme complexity of this process, the extraordinary natural engineer. Hundreds of natural forces and elements, in shape of different molecules, coming from all directions, meet at the same point in time and space for to build a spliceosome and operation of its machinery.
But, at Matrix/DNA Theory, its formulas and models are suggesting a different existential meaning of this process. Accordingly to Matrix/DNA what are introns? They are the larger time of an event occurred at our ancestrals in relation to the short time of the same event occurred at humans bodies. This galaxy is our ancestor also. The embryogenesis of a galaxy is equal the embryogenesis of a human being. One big difference is the time in astronomical dimension and in biological dimension. But, both times are registered at the universal Matrix/DNA.
Then, how Nature solves the problem of a DNA that register both histories? Creating the introns where the larger and now unused time is registered as a repetition of aminoacids: AGAGAGAGA… That’s explains what is the spliceosome: merely a catalytic. It works the times of chemical reactions. (see my long thesis at my website, if you are interested)

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Pesquisa:

Rever o texto ( – Notar o que diz a cientista no video abaixo: Splicing e’ a razão do porque nos podemos ter o mesmo numero de genes em nosso genoma que a mosca Drosophila, e ainda assim ser-mos mais complexos. E isto é porque nos fazemos o splicing em modos ou maneiras alternativas, e portanto, obtendo o máximo de nossos genes, fazendo múltiplos produtos de cada gene.”)… pois isto não esta batendo com a sugestão da Matrix. Ver de novo como ocorre o splicing de maneiras alternativas…

Ribozima que Replica e Transcreve Um RNA Existente como Template, Para Entender o “RNA-World”

terça-feira, agosto 23rd, 2016

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Scientists take big step toward recreating primordial ‘RNA world’ of 4 billion years ago

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/08/160815185822.htm

Date: August 15, 2016 – Source: Scripps Research Institute

E’ preciso notar e nunca se esquecer que esta ribozima que sintetizaram no laboratorio nao produz RNA, como a noticia parece querer transmitir. Ela precisa de um RNA feito antes, ja pronto. Apenas entao ela pode se ligar a ele, usa-lo como template, para replica-lo e transcrever seu codigo na formacao de outras moleculas vitais, inclusive para fazer o RNA produzir copias de si mesma.

E’ um grande e respeitavel e louvavel passo para as Ciencias e nossa fundamental busca do conhecimento sobre as nossas origens. Porem, o grande problema permanece: Como surgiu, antes dessa ribozima, o primeiro RNA? Teria ele vindo de um outro template ainda invisivel e desconhecido por nos que teria existido a 4 bilhoes de anos atras? E’ o que a formula da Matrix/DNA sugere, e ela se mostra a si mesma como sendo este template.

O presente artigo suscita algumas pesquisas, o que sera’ feito aqui no prosseguimento: 

Pesquisa:

– ribozyme [a special RNA enzyme]

3D structure of a hammerhead ribozyme

                                                       Estrutura tridimensional de uma ribozima

Definicao:

Uma ribozima é uma molécula de RNA com capacidade auto-catalítica semelhante às enzimas. O termo ribozima, em si, deriva da combinação das palavras enzima de ácido ribonucleico. As ribozimas são moléculas de RNA que possuem a capacidade de atuar como catalisadores,ou seja, de diminuir a energia de ativação de uma reação de forma específica. Tal como as enzimas proteicas, possuem um centro activo que se une especificamente a um substrato e que facilita a sua conversão num produto. As ribozimas são menos versáteis que as enzimas protéicas

Questao: O que realmente e’ “catalizar”? Onde existem exemplos na nossa vida real deste tipo de evento? Porque na Natureza e’ necessario “diminuir a energia de ativacao de uma reacao, … de uma forma especifica?”

O que isto significa quando pensamos na formula da Matrix/DNA, apenas no estado de template abstrato, e sendo copiada, manifestada, no mundo material? Bem,… acho que basta pensar num humano-crianca, crescendo no ritmo do ciclo vital. Se ele crescer ( ou nao crescer) em outro ritmo errado, nao vai haver transformacao para adolescente, jovem, e adulto. Entao, a materia bruta do planeta nao tem relogio biologico… ( epa! Eureka?! Foi aqui que comecou este fenomeno de relogio biologico, ciclo circadiano., etc? Ribozimas seriam o ancestral primordial do relogio biologico?), e por nao ter relogio biologico e nenhum outro motivo para controlar reacoes em acordo com algum ritmo metodico, precisava existir as ribozimas que se impoe a essa materia bruta, exigindo, ou tocando, um ritmo e exigindo que os atomos se comportem movendo-se em sintonia com este ritmo. Esta bem… respondida a questao.

Centro Ativo … da riboenzima:

O sítio ativo (ou centro ativo) é a pequena região de uma enzima onde ocorrerá uma reação química. Provém de grupamentos de partes da sequência de aminoácidos. As enzimas são muito específicas para os seus substratos. Esta especificidade se deve à existência, na superfície da enzima de um local denominado sítio de ligação do substrato. O sítio de ligação do substrato de uma enzima é um arranjo tridimensional de aminoácidos de uma determinada região da molécula, geralmente complementar à molécula do substrato, e ideal espacial e eletricamente para a ligação do mesmo . O sítio de ligação do substrato é capaz de reconhecer inclusive isômeros óticos “D” e “L” de um mesmo composto. Este sítio pode conter um segundo sítio, chamado sítio catalítico ou sítio ativo, ou estar próximo dele; é neste sítio ativo que ocorre a reação enzimática.

Buscar outros termos no artigo para pesquisa e Googlar “riboenzyme” e continuar pesquisa.   

 

 

Ribossomos: Fabricas das Células que Rodam Softwares vindos do DNA produzindo proteinas; Planetas: Fabricas dos Sistemas Astronomicos que recebem softwares vindos da Matrix/DNA para produzirem as varias formas de Vida.

sábado, abril 4th, 2015

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Pois na formula da Matrix planetas estão posicionados no mesmo local que ribossomos ( F3). E as proteínas já foram identificadas como representantes biológicas de cada trecho do circuito esférico da formula. Em outras palavras, as 20 ou 30.000 espécies de proteínas produzidas nos ribossomos correspondem às milhares de espécies de vida primitiva na face da Terra. O resto – ou seja, como estas vidas primitivas ( fungos, líquens, algas,bactérias, etc), evoluíram – para chegar aos animais superiores, é pura evolução Darwiniana mais as variáveis da formula.

Este novo insight da Matrix/DNAfoi percebido ao ler esta frase:

“…During the process known as transcription, a RNA copy of a segment of DNA, or messenger RNA (mRNA), is made.  This strand of RNA can then be read by a ribosome to form a protein.

http://exploringorigins.org/rna.html

Para você ter uma idéia melhor de como um ribossomo num sistema celular executa a mesma função que um planeta num sistema estelar, observe a figura abaixo. Temos aí a forma de um ribossomo, o qual nada mais é que uma molécula complexa de ribozima, ou seja, apenas RNA e proteína.  Na figura, o strand ou cadeia de RNA vem nas cores azul ( a haste do RNA) e branca ( as bases nitrogenadas do RNA). A proteína vem na cor verde. A teoria cientifica do RNA-world está sugerindo ( e a teoria da Matrix/DNA tambem sugere a mesma coisa), que primeiro existia o RNA apenas ( o DNA veio depois), o qual já conseguia formar alguns micro-organismos muito primitivos porque ele já fazia não as proteinas , mas as mais simples moléculas de ribozimas. Quando a partir do RNA se desenvolveu o DNA este passou a capacitar o RNA a produzir proteinas, vindo então o pós- RNA-world.

Pois bem. Agora lembre-se que a Terra primitiva antes de ter sua superfície coberta pela vida ( verde, pois no principio foi a vegetação) ela era composta de continentes e água ( claro, tambem a invisível primitiva atmosfera de gazes). Nesse estágio a Terra se parecia com o primitivo ribossomo sem a proteina. Então pense nos continentes como sendo o branco, e na água como sendo o azul. A vegetação verde cobriu a Terra primitiva assim como uma proteína surge cobrindo o ribossomo. Isto aconteceu porque qualquer estrutura que ocupe uma das funções sistêmicas universais na formula da Matrix/DNA vai executar a mesma função,o mesmo método, processo e mecanismo em qualquer sistema natural, de átomos a galaxias a corpos humanos.  ( Se você for no link acima, veja esta figura e passe o mouse em cima dela para ver a imagem se animar e parecer como era antes e depois da proteína)

The ribosome, a large molecular machine that drives protein synthesis, is a ribozyme. Roll over to compare the ribosome structure with and without proteins. Proteins are shown in green, and RNA is shown in blue and white. (PDB #2HGR for the 30S subunit and #2HGU for the 50S subunit).

 

 

 

Origem da Vida, RNA Primordial usando Ferro ao invés de Oxigênio, evidencias da Matrix/DNA

quarta-feira, junho 26th, 2013

Oxygen-Free: RNA Was Capable of Catalyzing Electron Transfer on Early Earth with Iron’s Help, Study Suggests

http://www.gtresearchnews.gatech.edu/rna-was-capable-of-catalyzing-electron-transfer/

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Pesquisa pela Matrix/DNA: ( Artigo em construção)

Oxigenio:

oxigénio  é um elemento químico de símbolo Onúmero atômico 8 (8 prótons e 8elétrons) com massa atômica 16 u.

Na sua forma molecular, O2, é um gás a temperatura ambiente, incolor (azul em estado líquido e sólido), insípido, inodoro, comburente, nãocombustível e pouco solúvel em água.

Representa aproximadamente 20% da composição da atmosfera terrestre. É um dos elementos mais importantes da química orgânica, participando de maneira relevante no ciclo energético dos seres vivos, sendo essencial na respiração celular dos organismos aeróbicos.

Uma outra molécula também formada por átomos de oxigênio é o ozônio (O3), cuja presença na atmosfera protege a Terra da incidência deradiação ultravioleta procedente do Sol.

Matrix/DNA: O Oxigenio representa a formula da Matrix/DNA que tem a Funcao 7 duplicada. Como esta Funcao ev a do final do circuito, ela fragmenta o cadaver , quer dizer, ev a funcao da morte,por isso ela ev oxidante.

Ferro:

ferro é um elemento químicosímbolo Fe, de número atômico 26 (26 prótons e 26 elétrons) e massa atómica 56 u. À temperatura ambiente, o ferro encontra-se no estado sólido. É extraído da natureza sob a forma de minério de ferro que, depois de passado para o estágio de ferro-gusa, através de processos de transformação, é usado na forma de lingotes. Controlando-se o teor de carbono (ocarbono ocorre de forma natural no minério de ferro) dá-se origem a várias formas de aço.

Este metal de transição é encontrado no grupo 8 (VIIIB) da Classificação Periódica dos Elementos. É o quarto elemento mais abundante da crosta terrestre (aproximadamente 5%) e, entre os metais, somente o alumínio é mais abundante.

É um dos elementos mais abundantes do Universo; o núcleo da Terra é formado principalmente por ferro e níquel (NiFe). Este ferro está em uma temperatura muito acima da temperatura de Curie do ferro, dessa forma, o núcleo da Terra não é ferromagnético.

Matrix/DNA: Existe uma relação antes da origem da vida entre ferro e o elemento ancestral do RNA. Pois RNA representa apenas a meia-face esquerda da Matrix, com seu circuito e  4 elementos. Seu numero atomico, 26, esta localizado na Matrix patricamente no centro da esfera, expressando fortemente a F5. Porque 26, significa 3 vezes o sistema inteiro de 7 funcoes – que resulta em 21, e mais uma volta que tem inicio na F1 e termina na F5, ou seja, 21 + 5 = 26.

Mas justamente ai nesta posicao esta tambem o numero PHI, 1, 618. O que o numero pHI teria com catalize da transferenci de eletron entre atomos para formar moleculas organicas?

A transferencia de um eletron de um elemento quimico para outro seria parte do mecanismo da bi-lateral simetria?

O RNA neste caso da origem da vida deveria estar fazendo reproducao. Justamente isso acontece porque  em primeira instancia o RNA   ev a meia-face esquerda e sua reproducao numa copia que inverte o sentido do circuito tornando-o decrescente, e dessa reproducao surge o DNA.

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Artigo:

The study shows that RNA is capable of catalyzing electron transfer under conditions similar to those of the early Earth.

Because electron transfer, the moving of an electron from one chemical species to another, is involved in many biological processes – including photosynthesis, respiration and the reduction of RNA to DNA – the study’s findings suggest that complex biochemical transformations may have been possible when life began.

Mais duas sensacionais descobertas da Matrix/DNA: As origens do fosfato e pontes de hidrogenio do RNA e DNA !

sábado, março 16th, 2013

Origem da Vida: Não teria sido o Sol, mas estrelas velhas e distantes que enviaram os genes de LUCA, dentro destas moléculas em meteoritos e gás interestelar? A experiência cientifica relatada neste artigo levou-nos a formular esta questão, plausível segundo as formulas da Matrix/DNA, mas ao mesmo tempo nos levou a mais duas importantíssimas descobertas: De onde a matéria burra da Terra tirou a ideia, onde buscou o mecanismo no mundo não-vivo dos primórdios e como fez aparecer aqui as pontes de fosfato e de hidrogênio que conectam moléculas do RNA e DNA!!! 

Life’s First Spark Re-Created in the Laboratory

Mais uma vitoria para Matrix/DNA !

Wired Science

http://www.wired.com/wiredscience/2009/05/ribonucleotides/

Meu comentario postado no Youtube, video com mesmo titulo:

http://www.youtube.com/watch?v=m7cUr8mx2Qs

TheMatrixDNA   1 second ago

Great! Now human beings will pay attention to models of Matrix/DNA Theory, which designed a model of astronomic system for our galaxy that predicted this result 30 years ago: the basic elements came from clouds of stars and meteorites. If you see the pictures (as The Human Cosmic Code) at Matrix website you will understand what happened in the lab. Phosphate is like the tentacles that any piece of LUCA develops for getting food, so it really came later. The secret is at photons inside atoms.

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Copia do artigo para analise:

A fundamental but elusive step in the early evolution of life on Earth has been replicated in a laboratory.

Researchers synthesized the basic ingredients of RNA, a molecule from which the simplest self-replicating structures are made. Until now, they couldn’t explain how these ingredients might have formed.

“It’s like molecular choreography, where the molecules choreograph their own behavior,” said organic chemist John Sutherland of the University of Manchester, co-author of a study in Nature Wednesday.

(Matrix/DNA: Exatamente como previu nossos modelos. Átomos ou moléculas terrestres, se invadidas pelos genes de LUCA, encontrarem-se juntas aqui, tendem automaticamente a se configurarem na mesma forma que estavam conectadas em LUCA. Assim como se tivéssemos sete fotografias de um único individuo,  misturadas e amontoadas ao caos, porem em diferentes idades, portanto diferente formas, cada fotografia se moveria para uma posição entre outras duas de maneira que no final o ciclo de vida do individuo estaria na ordem certa. Foi este o segredo da simbiose entre micro-organismos que juntaram as organelas dentro da célula e da formação da galáxia original. Moléculas possuídas pelos genes de LUCA coreografam sua dança)

RNA is now found in living cells, where it carries information between genes and protein-manufacturing cellular components. Scientists think RNA existed early in Earth’s history, providing a necessary intermediate platform between pre-biotic chemicals and DNA, its double-stranded, more-stable descendant.

(Matrix/DNA: O RNA foi uma plataforma intermediaria entre pre-bioticos químicos e o DNA, como indica nossos modelos, porque os genes de LUCA primeiro constroem a face esquerda (da função 1 ate função 4 e como o circuito continua no sentido horário, o fluxo salta para o lado direito continuando de 6 para 1. Ou pode ser 1>3 e depois 6>1, sendo que os elementos sexuais, 1,4 e 5 são intermitentes, so atuam na fase sexual ativa)

However, though researchers have been able to show how RNA’s component molecules, called ribonucleotides, could assemble into RNA, their many attempts to synthesize these ribonucleotides have failed. No matter how they combined the ingredients — a sugar, a phosphate, and one of four different nitrogenous molecules, or nucleobases  — ribonucleotides just wouldn’t form.

(Matrix/DNA: O açúcar, que esta pregado na haste dos RNA e DNA, já sabemos que representa a função 1. As quatro comuns bases nitrogenadas representam funções 2,3,6 e 7. O fosfato tem a função de ponte conectadora entre duas formas do mesmo corpo, essas pontes são representadas na formula da Matrix pelas setas do circuito esferico, são os espaços entre as partículas, que são apenas o aspecto onda da luz, que imprime o tempo do ciclo vital. Na fase evolucionaria biologica, devido os corpos-partículas representando as sete principais diferentes formas de um único corpo, existirem simultaneamente mesmo que separados, são atraídos e atraem suas formas seguintes da sequencia vital e para se conectarem biologicamente, quimicamente, estes corpos emitem tentáculos, que se tornam essas pontes. Porem, biologicamente surgiram dois tipos de pontes: as de fosfato e as de hidrogênio.

As Pontes de Fosfato: Como e porque surgiram

No céu, LUCA morria (ou ainda morre, se ainda existe) quando o circuito chegava na função 7 e se fragmentava. Essa poeira formava uma nuvem no espaço que girava rotacionalmente sobre seu próprio centro devido o movimento rotacional do todo em que se encontrava, talvez uma galáxia, ou talvez o próprio Universo. Isto criava um vórtice central e os fragmentos de LUCA, funcionando como genes, reconstruíam LUCA. Isto era auto-reciclagem dos sistemas perfeitos fechados em si mesmos. Assim LUCA, mesmo condenado a morrer pela forca degeneradora da entropia, se tornava quase-eterno. Mas o colapso interno destes genes, que começava pela periferia do sistema já na função 6, com a radiação estelar, fazia com que os primeiros genes decaidos ainda encontrassem em seu caminho na direção do centro, outros corpos existentes, na forma de planetas, e agregados a superfície destes, reiniciavam sua reprodução. Como agora a paisagem e condições ambientais eram diferentes do espaço vazio onde LUCA fora formado, houveram as mutações e ao invés dos genes reconstruírem o LUCA astronômico construíram o LUCA biológico, ou seja o sistema celular. Com essa evasão de genes a auto-reciclagem não mais funcionou e por fim LUCA pode ter morrido de fato. Os outros genes que vinham depois, ao inves de LUCA so tinham informações para construírem sistemas solares, faltando quasares, buracos negros, pulsares, cometas. O qual deve ser o caso dos sistemas solares modernos, como o nosso. Mas o elemento, a força que invisivelmente unia o LUCA morto com o novo LUCA vivo na auto-reciclagem, que era executada principalmente por cometas na função 5 , se tornou em biologia a base uracila, a única base intermitente no RNA que aparece e desaparece, como o cometa so aparece na fase de reprodução sexual do LUCA astronômico. Quando presente ela faz os ribonucleotideos, que são as unidades fundamentais de informação do RNA, e os pares horizontais de nucleotideos, que são as unidades fundamentais de informação do DNA, se multiplicarem, ou seja, ev o processo da auto-reciclagem mutado para multiplicação de nucleotídeos, o que faz a pilha deles, chamada RNA ou DNA, crescer. Mas como ligar um sistema fixo a outro sistema também fixo, quimicamente… A ponte de fosfato, que esta nas hastes. Esta ponte surge aplicando-se o mecanismo dos sistemas para criarem extensões em seus corpos, na forma de tentáculos, bracos e mãos, para agarrarem alimento ou transporte. Aqui o mecanismo foi usado no esforço do LUCA biológico de continuar sua auto-reciclagem, mutado para multiplicação linear, mas que de certa forma representa o mesmo processo de LUCA no ceur.  aos grupos em diferentes lugares e épocas por isso reconstroem pedaços de LUCA, o que formam os aminoácidos e proteínas, e os componentes separados de ribonucleotideos e nucleotídeos. Estes elementos são o açúcar, as bases guanina, timina, citosina, adenina e a intermitente uracila. Cada elemento representa uma das formas do corpo de LUCA, cada qual executando uma função sistêmica. Mas em seguida grupos de genes podem se encontrarem numa mesma sopa química e ocorre uma atracao automática entre eles no sentido de reconstruírem LUCA. Entao o grupo que consiste na base nitrogenada que representa a função 3, tendera a se conectar a direita com a base da função 2 e a esquerda com a base da função 4. Para fazer essa conexão criam de si uma extensão, um tentáculo, que quando alcanca sua base procurada, torna-se uma ponte fixa entre as duas. Já não e mais o caso de unir dois sistemas, como foi no caso da ponte de fosfato, mas sim de unir duas etapas do ciclo vital dentro de um único sistema.

A Origem das Pontes de Hidrogênio no DNA

Os genes de LUCA, caídos na superfície de um planeta, de forma dispersa no tempo e no espaço, não conseguem se reunirem todos num so ponto. Encontram-se aos grupos em diferentes lugares e épocas por isso reconstroem pedaços de LUCA, o que formam os aminoácidos e proteínas, e os componentes separados de ribonucleotideos e nucleotídeos. Estes elementos são o açúcar, as bases guanina, timina, citosina, adenina e a intermitente uracila. Cada elemento representa uma das formas do corpo de LUCA, cada qual executando uma função sistêmica. Mas em seguida grupos de genes podem se encontrarem numa mesma sopa química e ocorre uma atracao automática entre eles no sentido de reconstruírem LUCA. Entao o grupo que consiste na base nitrogenada que representa a função 3, tendera a se conectar a direita com a base da função 2 e a esquerda com a base da função 4. Para fazer essa conexão criam de si uma extensão, um tentáculo, que quando alcanca sua base procurada, torna-se uma ponte fixa entre as duas. Já não e mais o caso de unir dois sistemas, como foi no caso da ponte de fosfato, mas sim de unir duas etapas do ciclo vital dentro de um único sistema. A ponte de fosfato ev vertical, a ponte de hidrogênio ev horizontal, ela parte do açúcar na haste na posição horizontal e cria a estrutura intermediaria com o açúcar da haste lateral. As pontes de hidrogênio representam as setas entre funções na formula da Matrix.

Porque não estava se formando  os ribonucleotideos: porque em LUCA o corpo da função 1 (um quasar contendo o vórtice nuclear) liga-se num circuito esférico com a função 7 a direita e função 2 a esquerda. Quando LUCA astronômico se reproduz com a mutação para biológico, o circuito esférico continua, porem, ovalando-se e horizontalizando-se. E as ondas do tempo, que são as setas na formula, quando se horizontaliza, torna-se pontes de hidrogênio. São duas bases nitrogenadas a fase biologica

(continuar a partir daqui- não esquecer que as pontes foram os precursores quimicos das proteinas) 

 

Sutherland’s team took a different approach in what Harvard molecular biologist Jack Szostak called a “synthetic tour de force” in an accompanying commentary in Nature.

“By changing the way we mix the ingredients together, we managed to make ribonucleotides,” said Sutherland. “The chemistry works very effectively from simple precursors, and the conditions required are not distinct from what one might imagine took place on the early Earth.”

 

Like other would-be nucleotide synthesizers, Sutherland’s team included phosphate in their mix, but rather than adding it to sugars and nucleobases, they started with an array of even simpler molecules that were probably also in Earth’s primordial ooze.

They mixed the molecules in water, heated the solution, then allowed it to evaporate, leaving behind a residue of hybrid, half-sugar, half-nucleobase molecules. To this residue they again added water, heated it, allowed it evaporate, and then irradiated it.

At each stage of the cycle, the resulting molecules were more complex. At the final stage, Sutherland’s team added phosphate. “Remarkably, it transformed into the ribonucleotide!” said Sutherland.

According to Sutherland, these laboratory conditions resembled those of the life-originating “warm little pond” hypothesized by Charles Darwin if the pond “evaporated, got heated, and then it rained and the sun shone.”

Such conditions are plausible, and Szostak imagined the ongoing cycle of evaporation, heating and condensation providing “a kind of organic snow which could accumulate as a reservoir of material ready for the next step in RNA synthesis.”

Intriguingly, the precursor molecules used by Sutherland’s team have been identified in interstellar dust clouds and on meteorites.

“Ribonucleotides are simply an expression of the fundamental principles of organic chemistry,” said Sutherland. “They’re doing it unwittingly. The instructions for them to do it are inherent in the structure of the precursor materials. And if they can self-assemble so easily, perhaps they shouldn’t be viewed as complicated.”

Porque Todos os Seres Vivos São Baseados no RNA/DNA

sábado, outubro 29th, 2011

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DNA

Uma pergunta postada num forum me fêz pensar e resultou numa resposta que é uma boa síntese para o leitor entender rápidamente o que é, e como está hoje, a cosmovisão da Matrix/DNA.

A pergunta está no enderêço:

SUPER ABRIL. COM

http://super.abril.com.br/forum/Geral/Ciencia/Duvida-sobre-o-ADN-e-o-ARN

Feita por:

Théo de Freitas Neto
Duvida sobre o ADN e o ARN

Postado em 16/9/2011 13:42:48.

Porque o ADN e o ARN são os unicos tipos de código genético usados “em larga escala” pelos seres vivos (e os virus no caso do ARN)?

E a nossa resposta:

Louis C. Morelli

Postado em 29/10/2011 10:10:13.

Théo, eu penso que as Ciências Naturais se limitam a apresentarem fenômenos naturais e explicarem como funcionam, mas não respondem aos “porquês”, principalmente quando extrapolam o escopo dos fenômenos em si. Basta ver em Wikipedia a longa página sôbre DNA, ou “The RNA World”. “Porque?” é uma pergunta que pertence à Filosofia. Esta tenta responder os porquês procurando conectar num quadro inteligivel todos os dados empiricos mais os obtidos pelo método cientifico.

Existe alem da abiogenêsis a Teoria da Matrix/DNA a qual, em sua cosmovisão, apresenta uma explicação à sua pergunta. Vejamos:

Tanto o DNA como o RNA não são códigos, no sentido literal. São pilhas de cópias de um unico sistema natural, o qual é formado por um par lateral de nucleotideos. Tôdas as cópias possuem um item diferente de tôdas as demais. Se puséssemos os 7 bilhões de seres humanos de mãos dadas numa só fila, teriamos um código? Não, apenas teríamos um conjunto de 7 bilhões de cópias de um unico sistema – o corpo humano – nenhum exatamente igual a qualquer outro. Assim é o DNA.

Mas porque o RNA/DNA se tornou a unidade operativa fundamental de todos os seres vivos na Terra? A resposta está na unidade fundamental do DNA, aquêle par de nucleotideos inicial. O sistema-nucleotídeo é idêntico ao sistema fundamental da nossa galáxia. A galáxia é formada por sete tipos de astros, cada qual executando uma função sistêmica, e isto foi reproduzido na Terra com moléculas orgânicas através das sete moléculas do sistema-nucleotídeo. Mas procurando como esse sistema se tornou astronomico, galáctico, descobrimos que êle já existia antes, na forma de átomos. E agora estamos descobrindo que antes de ser átomo esse sistema era um mero vórtice, quase abstrato, provavelmente quantico. Qualquer vórtice natural, como o simples rodamoinho de vento, possui tôdas as propriedades da vida!

Portanto, a evolução nêste Universo tem sido a evolução de um unico sistema natural que apareceu com as origens do Universo, provavelmente vindo de algo existente antes dêle. Sabemos porque os seres vivos sào baseados no DNA/RNA. Seres vivos, ou Vida, é apenas mais uma forma evoluida do sistema universal, é a forma biológica dêste sistema. O DNA é a face biológica dêste sistema, ao qual denominamos “Matrix”. Não faz sentido dizer que sistemas biológicos são vivos e os seus ancestrais, como o sistemas atômicos, galácticos não o são: todos possuem as propriedades da vida.

Se respondemos porque os sistemas biológicos (seres vivos?) são baseados no RNA/DNA, não podemos responder porque o sistema universal é na forma da Matrix/DNA. Pois ela veio de fora do Universo e nossa inteligência não pode chegar a tanto, ainda.

Ultimamente descobrimos a fórmula fundamental que imprime o Ciclo Vital a corpos materiais: é a Luz Natural, qualquer onda de Luz Natural. Fantástico! A Matrix é feita de Luz! O tijolinho fundamental do DNA veio da luz pura! Porem o problema agora é: o que é, ou quem é, a fonte dessa Luz Natural Universal?! Quando o descobrir-mos, saberemos responder à sua pergunta.

Ahh… se quiser ver tudo isso desenhado em modêlos vá em http://theuniversalmatrix.com . Abraços…

RNA Catalizador:Quem foi seu Ancestral

quinta-feira, maio 14th, 2009

(tema descoberto hoje que deve ser desenvolvido)

Nas discussoes sobre origens da Vida entre intelectuais esta’ sendo muito mencionada a hipotese do “RNA World”: O RNA teria sido a primeira molecula organica e teria dado inicio `a  Vida.  Mas um problema tipo “quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha”, truncava esta ideia: qual teria vindo primeiro, as enzimas que fazem o trabalho das celulas ou os acidos nucleicos que possuem as informacoes requeridas para produzir as enzimas? A descoberta de que acidos nucleicos sao catalizadores (ribozima) resolve este problema e com isso a hipotese do “RNA World” foi fortalecida.

Mas porque o RNA tem a propriedade ou funcao catalizadora?

No modelo referente ao ancestral da Vida na Terra, da Teoria da Matriz, identificamos tres tipos de precursores do RNA. Um seria a metade do circuito `a direita, outro seria a metade `a esquerda e outro ainda seria o componente do sistema celular correspondente `a Funcao n.5,  que em LUCA e’ executada pelo COMETA. Alias este foi o primeiro identificado, pois e’ o agente que se move na celula, enquanto em LUCA o unico agente que se move e’ o cometa. Alem do fator movimento – tanto em LUCA como no sistema celular – sao eles os unicos que transferem informacoes entre as demais funcoes.

Ora, acontece que basta olhar para LUCA e notar que quem realmente aguenta e mantem o movimento rotatorio do seu corpo e’ o cometa: ele e’ movido pelas forcas magneticas espiraladas e `a medida que ele desce a espital mais aumenta sua velocidade ( e talvez ate’ tenha parte de sua massa, a qual e’ magma altamente energizado, transformado em energia), portanto, quando ele atinge o “bico do funil”, ele transfere sua trajetoria rotatoria ao proprio funil… ou buraco negro ( cujo giro e’ imprimido ao corpo inteiro). Ora, entao o tempo de um ciclo vital dependera’ da maior ou menor quantidade de cometas que chegam ao buraco negro. A velocidade de todas as informacoes que correm pelo circuito e, portanto de todas as reacoes do circuito, depende da quantidade de cometas produzidos pelo pulsar. Portanto, cometas sao os catalizadores do building block dos sistemas astronomicos e como sao os ancestrais do RNA, este nao poderia ser outra coisa senao tambem um catalista. E assim tambem – vendo a coisa tao mais clara no corpo de LUCA – torna-se mais mais facil para nos entender o que ‘e esse fenomeno denominado “catalise”, o qual tem sido um dos maiores alvos do investimento cientifico nas ultimas decadas devido principalmente ao seu interesse industrial.