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Cubo Giratório da Matrix/DNA

quarta-feira, janeiro | 25 | 2012


Photo Cube

http://www.photocube3d.com/

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

segunda-feira, janeiro | 16 | 2012
Água-Viva

Semana passada cientistas anunciaram que conseguiram solucionar um dos maiores mistérios da vida marinha, porem, acertaram ao descrever o processo, mas erraram ao interpretá-lo. Trata-se da questão de como consegue se perpetuar a população de águas-vivas, pois pela lógica elas não deveriam existir mais.

As marés crescem e invadem as margens e praias durante uma metade de um dia e na outra metade diminuem e a água volta para alto-mar. Com isso, o que surgir de vivo na costa do continente que fica boiando próximo à superficie, como o plankton, é sempre arrastado pelas ondas para alto-mar, a cada 12 horas. Mas a água-viva surge nas costas dos continentes como o plankton, flutua  nas ondas como o plankton e se fôsse arrastada para alto-mar a cada 12 horas,  no primeiro arrastão já teria sua espécie desaparecido do planeta, pois ela não sobreviveria devido à falta de alimento, etc. Na verdade, contrário a tôda lógica racional, ela surgiu no planeta a 600 milhões de anos, muito antes de insetos e dinossauros, e continua sobrevivendo muito bem, mantendo uma população residente cuja longevidade de cada individuo é muito mais longa que as 12 horas. Como pode isso?!  Essa questão tem feito, por séculos, os estudiosos e cientistas coçarem a cabeça em desespêro: não é possível! Isto não tem lógica! Nós as vemos sendo levadas pelas ondas para alto-mar, sabemos que a partir de certa distância da costa elas tem que morrer. De onde caem as águas vivas que vemos a cada novo dia nas margens dos continentes ? Do céu?

Na excelente seção de Ciências que o New York Times publica às terças-feiras, veio na semana passada o artigo “So Much More to Jellyfish Than Plasma   and Poison”, em 07 de Junho de 2011. ( Quem quiser ver o artigo traduzido clique aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1604.)  O grupo de pesquisa liderado pelo Dr. David J. Albert do Roscoe Bay Marine Biological Laboratory in Vancouver, British Columbia, passou décadas observando e perseguindo individualmente cada água-viva até perto do alto-mar e anuncia ter descoberto a solução para o mistério.

Segundo êles, quando a maré diminui e as águas começam a retornar para alto-mar, de fato leva as águas-marinhas tambem. Porem antes que as ondas entrem em alto mar existeu ma região denominada “barra de cascalho”. Então de repente as águas-vivas saltam fora das ondas e mergulham fundo, alcançando a região mais profunda onde as águas não se movem. Ali ficam hibernando e aguardando. Quando após doze horas as ondas começam a retornar devido a maré crescente, elas sobem à tona, embarcam de carona nas ondas e retornam para as margens onde está seu alimento.

Acho que tem muito marmanjo humano campeão de surf que devia estudar as águas-vivas para aprender uns bons truques. Pois na verdade elas são as verdadeiras campeãs das ondas.

Mas como acontece tal fenômeno na Natureza?! Os mesmos cientistas estudam afundo as água-marinhas e já sabem que elas não possuem cérebro, nem sequer um sistema nervoso estruturado. Isto significa que ela não tem como perceber e captar as ondas de água da maré. Então como ela entra e sai da onda na hora certa e local exato?! Como ela sabe - estando no meio das ondas - que mais abaixo tem água parada?!  Como pode ela discernir que existe a barra de cascalhos?  E como pode ela saber que alem da barra de cascalho ela iria morrer, ou que depois da barra existe o alto-mar?!

Os cientistas estão fazendo um esforço titânico, esmiuçando as nervuras e receptores/emissores da água-viva, e com uma prévia intenção: provar  – ao contrário do que se tem acreditado no meio cientifico – que ela possue um estrutura nervosa primitiva porem muito mais evoluída do que se imagina, e essa estrutura seria a razão de tanta sabedoria.

Estão indo no caminho errado porque não conhecem êsse  mundo real em  que existe a Matriz/DNA. Nem sequer nunca imaginaram algo parecido. Pois os modêlos da Matriz/DNA apresenta a solução para o mistério sem apelar para um cérebro e uma sabedoria na água-viva que não existe.

E como explica a Matriz/DNA essa “mágica” da água viva? Resumindo: o DNA da água-viva, a qual é um ser semi-vivo tão primitivo que a conecta com os eventos na origem da vida produzida por este planeta e seu sistema astronomico, continua se comportando da mesma maneira que o DNA/ Matriz astronomico, o qual afinal, é seu pai e sua mãe, seus criadores.

Foi êste planeta Terra, junto com os demais astros que formam o sistema ao qual êle pertence, sistema que tem como nucleo esta fabulosa e dadivosa estrêla da vida que é o Sol, que geraram, criaram a vida na superficie da Terra. E criaram simplesmente obedecendo as leis e mecanismos da evolução universal, na qual sistemas simples mutam e se reproduzem em sistemas com algum grau a mais de complexidade. Pode ser que por trás do nosso sistema estelar, alem das galáxias, antes do Universo, exista alguma Inteligência Suprema, mas se ela existe, ela faz jus a ser chamada de Suprema, ela não precisaria vir aqui ou ficar andando de planeta em planeta para criar a Vida, pois até nossos engenheiros conseguem produzir softwares pré-programados. Para começo de conversa, observe uma água-viva e observe a forma da Via Láctea. O nucleo arredondado, os braços que se extendem para o exterior, a água-viva parece uma cópia da Via-Láctea.  A semelhança na forma não é mera coincidência; minha avó já sabia que ” filho de peixe, peixinho parecerá”.

Mas a explicação da Matriz/DNA é fantástica. Fêz os pêlos dos meus braços se arrepiarem de emoção, fêz meus olhos lacrimejarem de admiração, de como é extraordinária a engenharia oculta nessa Natureza!

Para entendê-la, temos que observar o modêlo do software DNA/Matriz, ou como estava a forma evolutiva da Matriz quando ela construiu as galáxias, ou seja, o hardware material, o corpo concreto,  em que ela iria se “encarnar”.

 

A Matriz/DNA na Forma-Software nas Origens das Galáxias

A Evolução dos Astros Idêntica à Evolução das Organelas Celulares: Assim como um Sistema Elétrico Acende Lãmpadas, Assim a Matriz Universal faz se Manifestarem as Estruturas Materiais.

( clique no desenho para ver melhor, e desculpe a péssima qualidade do desenho pois foi feito com lápis e papel de embrulho enquanto ajoelhado à beira de pantãnos remexendo a lama nesta pesquisa, com a pele tôda queimando devido a centenas de vampirozinhos, os piuns e carapanãs, a sugarem-me o sangue, e sob o sol escaldante da selva amazônica)

Sabemos que a matéria, ou a energia, pode se manifestar como partícula ou como onda. A água-viva representa a partícula da matéria no espaço, o corpo do astro que vai sendo transformado nas seis formas ou funções sistêmicas, apresentadas na figura.  As ondas da maré é a imitação terrestre dos ondas do tempo, que na figura são representadas pelas setas do circuito sistêmico.  Pois a água-viva e sua conexão com as ondas da maré repete o processo do ciclo vital universal onde a matéria ora se apresenta como partícula em relação ao espaço, ora se apresenta como onda em relação ao tempo.

A água-viva não sabe nada, não capta nada, e nem poderia. Ela funciona automaticamente como os ponteiros de um relógio, os quais saltam de numero em numero sem ter noção que estão se movendo e muito menos sabendo que existem numeros ou momentos repetititvos periódicos do tempo. O contexto “ondas + água-viva”  funcionam dentro de um sistema astronomico,  como um relógio, porque ambos são produtos de uma estrutura mecanica, o relógio newtoniano, a mecânica newtoniana. Assim como um relógio move os dois ponteiros, assim a galáxia move a maré e as partículas nela, como as águas-vivas. Parece inacreditável que algo tão gigantesco como a galáxia atue sõbre algo tão pequeno como a água-viva, mas torna-se perfeitamente compreensível quando entendemosque galáxias e águas-vivas são apenas diferentes formas de um unico sistema universal sob evolução, onde tamanho nada diz. Existe um modêlo fractal, que é a figura aqui exposta nêste website e denominada Matriz/DNA, que está na essência dêste sistema, portanto a água-viva é apenas um fractal microscópico de um fractal macroscópico. A estrutura, o esqueleto, o programa-software, é um só, apesar de que mudam suas protuberancias, acessórios, e vistas á distancia por um observador desavisado, as formas externas tornam-se tão diferenciadas que parece não terem afinidades entre si.

Observe na figura que as setas  do circuíto mais o corpo de astro que avança, quando chegam na Função 4  se bifurcam. Um fluxo das setas-ondas continua seu caminho circular para fechar a circunferência, enquanto outro fluxo “desce” na direção de F1. O ciclo diurno da dupla ondas da maré/água-viva repete este processo e chega a um ponto onde a água-viva se desloca e se separa da onda circular, parecendo “descer” verticalmente para as profundezas onde se encontram as águas estacionárias. Todos os movimentos exibidos pela água-viva, tais como o mergulhar, o emergir de volta à superficie, o estacionar nas águas profundas, nada mais é que mera repetição do fluxo representado pela seta que vai de F4 retornando a F1. E a água-viva, assim como a forma do cometa em F5, ressurge nas ondas circulares  e com elas se funde novamente em F1, quando estas atingem o  extremo inferior, da base.

Mas note bem. Estaria correto dizer, como dizem os cientistas, que a água-viva desce e depois sobe? Isto depende do ponto de referencia, o ponto fixo em relação ao qual dizemos que algo está subindo ou descendo. Tomemos como ponto de referencia o nucleo do Sistema planetario, nosso Sol.  Durante metade do dia, o planeta que gira sobre si mesmo tem uma face voltada para o Sol.  Observando desde o Sol diríamos que a superficie dessa face é o ponto mais alto do planeta.  Na outra metade do dia, essa face se desloca para a parte oculta do planeta, então o observador que continua fixo no Sol diria que a mesma face agora é o ponto mais baixo do planeta.  Em relação ao sol, ora, nós americanos estamos em cima e os japoneses lá do outro lado, estão embaixo, ou ora estamos embaixo e os japoneses lá em cima.

Então se pudessemos cavar um poço ininterrupto desde o solo da América e for-mos aparecer com a cabeça saindo num bueiro numa rua de Tóquio, estaria certo dizer que descemos e depois subimos? Ou que mergulhamos na terra e depois emergimos da terra?…

Então, em relação ao Sol, quando a água-viva sai das ondas e mergulha, realmente ela está “descendo” durante a metade do dia. Mas ainda em relação ao Sol, quando na outra metade do dia ela se dirige à superficie, na verdade ela continua descendo… Ela está simplesmente sendo conduzida pelas setas da função 5.

Agora durma com um barulho dêstes… É cada coisa que essa Matriz nos leva a descobrir que nossa pobre cabecinha não vai aguentar muito tempo…

A água viva não mergulha e depois emerge por si mesma, ela simplesmente é conduzida a descer sempre, repitindo o movimento do ancestral de seu DNA, a galáxia inteira! Porque êste processo está registrado em seu DNA, ele foi treinado para agir assim durante 10 bilhões de anos. Foi sómente depois, nos seres vivos mais evoluidos, que esse processo deixou de ser expressado e foi fazer parte do que chamam indevidamente de “lixo-DNA”.

Sinto que aqui e agora não tenhoo tempo e os recursos computacionais gráficos para inserir um desenho que fiz no papel hoje, refletindo esta questão. Devido ao movimento de rotação horizontal da Terra em relação ao Sol, na verdade a maré não vai e volta. Ela sempre só vai numa direção, justamente imitando o sentido do fluxo circularda Matriz/DNA. Acontece que, se nos posicionar-mos no Sol e ficar observando a Terra, um continente qualquer que durante uma metade do dia está se distanciando à esquerda, continua indo para a esquerda quando êle está do outro lado, na face oculta.

Realmente têm razão os pesquisadores em admirarem a complexidade e os comportamentos em uma água-viva. Diz o Dr. Albert:

“Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”. Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Aqui está o motivo de meu desêspero por não aparecer ninguém que me ajude a divulgar e se fazer conhecer a cosmovisão da Matriz/DNA. Um grande exército de estudantes e pesquisadores como o Dr. Albert precisam conhecer urgente as fórmulas da teoria. Se êle a conhecesse êle não diria isso e estaria dirigindo sua pesquisa por outro caminho mais correto. Nem sempre quando há comportamentos organizados existe um cérebro controlando. Todos os objetos do mundo são influenciados pela hierarquia dos sistemas naturais. Sistemas longínquos e invisíveis aos nossos olhos podem estarem influenciando uma pedra ou uma planta à nossa frente, sem nos dar-mos conta disso. Por exemplo, o árabe que se torna um homem bomba suicida está se comportando diferente do que seria normal a um ser humano, que procura sobreviver e não se suicidar. Ocorre que acima da sociedade e do homem existe um sistema invisivel chamado “religião” a qual influencia, altera, o comportamento normal do homem.  O sistema longinquo, invisivel que influencia o comportamento da água viva, existe desde a 10 bilhões de anos e é do tamanho de uma galáxia, mas êle está inscrito no DNA da água-viva e êle construiu a biosfera, o ambiente no qual ela existe. A Matriz está dentro de nós e ao nosso redor, em todo lugar. Por isso é de extrema importância que a conhecemos e saibamos de sua existência.

Mas ela faz tudo isso porque a fórmula software da Natureza para organizar a matéria em sistemas, quando dirige essa matéria, repete sempre este mesmo mecanismo. E é através da nossa aprendizagem destes mecanismos, apoiando-se no trabalho de gigantes de paciente e dedicada observação anos a fio de cientistas como o grupo do Dr. Albert, que nossa mente vai angariando informações dessa extraordinária engenharia natural e com esse conhecimento vamos tendo novas intuições para elaborar novas tecnologias que vão ajudando-nos a sobreviver e melhorando nossas condições de vida. Parabéns ao grupo do Dr. Albert e à Teoria da Matriz/DNA.

Observações:

1) Como todos os demais, cada tópico como êsse lançado aqui é uma nova área de pesquisa tendo por base a cosmovisão da Matriz/DNA. Portanto cada tópico fica sempre em aberto para serem acrescentados qualquer novidade, qualquer novo fato relacionado que porventura vai sendo descoberto.

2) ÁGUA-VIVA COM PROTEÍNA CAPAZ DE EMITIR LUZ LASER.

Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, afirma um artigo publicado na revista Nature Photonics. A luz laser se diferencia da normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.  A equipe usou uma proteína verde fluorescente, encontrada em uma espécie de água-viva, a Green Fluorescent protein, ou GFP, na sigla em Inglês.  Objeto de muitos estudos, a molécula GFP revolucionou a biologia ao agir como uma  “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos.

Comentário da Matriz/DNA:

Não restam duvidas: a água-viva é muito importante para testar-mos a existência ou não da fórmula da Matriz/DNA e para melhor entendê-la. Isto porque a água-viva está – evolutivamente – muito próxima ao nosso ancestral astronomico,  à forma de sistema fechado. Veja como as coisas vão batendo.  Já disse aqui muitas vêzes que a existência de proteínas no nosso mundo é a explicação de que elas são a  forma material-biológica que representa as setas circulares do circuito sistêmico no software-Matriz. Em outras palavras, proteína é a ferramenta material biológica que exerce a função de materializar e fazeratuar o processo do ciclo vital, e o conjunto de tôdas as proteínas é a soma de todas as informações do fluxo de informações do sistema. Ora, no nosso ancestral é o circuíto que “acende” as estrêlas. Quando nossa inteligencia intuitivamente copiou o sistema Matriz na forma de circuito elétrico caseiro, é o circuito elétrico que  acende as lampadas. Portanto, desde que as proteínas representam o circuito total, tinha que ser uma proteína que seria a molécula biológica capaz de produzir luz, e tinha que ser num sistema biológico que fôsse uma das cópias ou reprodução mais fiel do sistema na forma astronomica, ou seja, a água-viva. Não admira que a intuição dos cientistas os induziram a pensar numa “lanterna” acesa dentro de um ser vivo.

Por outro lado,  temos aqui um outro tópico dedicado á luz. Isto porque estamos chegando à conclusão que o principio de tudo nêste Universo está alojado na luz natural, quando estamos descobrindo que as sete formas diferentes de frequências e períodos da onda de luz contem a forma do ciclo vital. Parece que a luz é o tentáculo,  a mão de Deus aqui  nêste mundo, a essência que contem a primeira forma do software da Matriz/DNA. E esta noticia da proteína GFP deve ser levada ao tópico de pesquisa da luz também.

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RELACIONADO:

O artigo abaixo anuncia que às vêzes as ondas arrancam as água-marinhas de seu esconderijo nos cascalhos e as leva para a costa dos continentes, causando enorme estragos. Como ficamos então? Temos que voltar à fórmula da Matrix e ver porque ou quando isso pode acontecer. Talvez encontremos uma nova característica da mudança do clima no planeta. A posição da agua-marinha no cascalho corresponde à posição de F5 se estivesse parada no centro do circuito. Para o circuito esférico (as ondas) arranca-lo de lá, ele teria que se invaginar, varrer o cascalho e retornar ao fluxo normal. Suponhamos que a fórmula se reproduz como template do planeta. O circuito esférico seria a atmosfera. Como a atmosfera desceria adentrando o oceano? Pesada devido poluição? Mas podemos supor tambem que o circuito esférico seja as ondas, o que parece mais certo neste caso. O que exerceria pressão sôbre as ondas para elas se expandirem e descerem mais varrendo áreas mais profundas do oceano?

Primeiro teríamos que correr ao local quando as águas-marinhas estão sendo atacadas. Medir tudo: densidade da água, densidade atmosférica acima da água, velocidade das ondas, e até mesmo medições das águas abaixo do local, pois ao invés de estar sendo empurradas, as ondas podem estarem sendo atraídas para baixo.

Bem… por ora fica o mistério.

Commentary: Rise of the jellyfish

http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html

Posted on Saturday, December 17, 2011
By Fred Grimm | The Miami Herald

It was the invasion of the surreal: thousands and thousands of gelatinous sea creatures, with their dangling venomous tentacles, overwhelming the cooling canal of the St. Lucie nuclear power plant, washing up against the turtle protection nets, clogging the intake screens.

So many jellyfish filled the canal that Florida Power & Light shut down the St. Lucie reactor for two days.

The translucent creatures had been sucked through giant ocean intake pipes, pumped under the dunes and into the canal, with enough trauma to break off tentacles and create another kind of horror show. A marine scientist told me that the canal water became “a tentacle soup,” and thousands of fish, including 400-pound goliath groupers, died, probably from stings around the gills.

“We have jellyfish blooms every year. But this was an explosion,” said Doug Andrews of FPL. “I’ve never seen anything like it.”

The plant was shut down as a precautionary measure on Aug. 22, Andrew said. And divers worked a 24-hour-a-day operation, pulling thousands of dead and dying moon jellyfish out of the water. The clean-up went on for weeks. Andrews described semiopaque creatures with small pink circles at their core. Tons of them. “It was an amazing freak of nature,” Andrews said.

Except that the once freakish blooms of jellyfish are no longer so unusual. A month before the St. Lucie incident, enormous invasions of jellyfish similarly caused shutdowns of nuclear reactors in Shimane, Japan, and Dunbar, Scotland, and to Israel’s biggest electric plant, a coal-fueled operation in Hadera.

A jellyfish bloom was blamed for a massive salmon kill in the Irish Sea in 2007, in waters once regarded as too cold for this kind of phenomenon. A bloom was also blamed for ruining commercial fishing off Angola, in southern Africa.

Last year, fishermen in Japan’s Wakasa Bay found 450-pound orange Nomura jellyfish the size of refrigerators fouling their nets.

Earlier this year, the Chinese Academy of Sciences assigned 30 marine scientists to look into the sudden increase in jellyfish blooms and their devastating effect on commercial fishing. The academy said blooms that once occurred in 40-year cycles now come every year.

Even stranger, freshwater jellyfish have been discovered lately in lakes of Canada, Minnesota and New Hampshire.

Jonathan Gorham, a marine biologist with Inwater Research Group, the non-profit group overseeing the sea turtle protection program at the St. Lucie plant, said he had seen jellyfish blooms in the Gulf of Mexico last summer large enough to disrupt the shrimp harvest.

The invasions of July and August, of course, are anecdotes — data points, Gorham called them — but they coincide, unhappily, with scientific theories that jellyfish, which seem to thrive in warmer waters, are harbingers of global climate change. Marine scientists also wonder whether the anecdotal rise of jellyfish might have to do with the decline of fisheries (less competition for smaller marine life), or from the agricultural nutrients that pollute the oceans. Jellyfish seem to do well in oxygen-depleted dead zones that kill most fish.

Pick your theory. Or all of above. Jellyfish seem to be one of those creatures, like rats, that can adapt to the environmental disasters fomented by man.

But there’s some good news along with the sting of the jellyfish tentacles. (Rub a little white vinegar on the wound). Gorham said that jellyfish are a staple of the sea turtle’s diet. The endangered turtles will eat well.

And after the salmon and grouper and sea bass and snapper have disappeared, we can emulate sea turtles and dine on jellyfish. Eddie Lin, author of Extreme Cuisine, called collagen-rich jellyfish the “food solution” to the coming global warming crisis.

Chinese restaurants, the authentic joints, already serve jellyfish. Usually with sesame oil and rice vinegar over noodles. The food solution to our overheated future is said to have a crunchy texture.

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Como e porque um reptil se transformou em mamifero!

sexta-feira, dezembro | 30 | 2011

  Artigo precisa ser revisto, corrigido, refeito. Ver no Word se tem artigo com titulo: O maior ato heróico… ( no website já foi checado e não tem). Acrescentar aqui o artigo que fala da possibilidade de o maimefero ter surgido na agua. Cadê a foto do cianodonte? 

  Pela lógica natural Neo-Darwinista, os mais fortes são selecionados, multiplicados e dominam o ecossistema, portanto, os dinossauros teriam evoluido e hoje ocupariam o lugar dos humanos, tendo a nossa inteligência e a nossa mania de dar ponta pé num pedaço de couro de vaca arredondado e cheio de ar que chamamos de bola! Os carros seriam gigantescos, nas escadas rolantes dos Metrôs teriamos que ver onde pisar pois haveriam muitos rabos, e… imagine o tamanho e a forma dos vasos sanitarios!

Mas um réptil gaiato que não era um dinossauro, e sim um dos menores, e ainda uma fêmea, desafiou todas as leis da lógica Neo-Darwinista com suas fábulas mitológicas de queda de meteóritos causando extinções em massa, e mudou tanto o curso da Historia que ao invés de dinossauros vendendo pipoca nas ruas, hoje existem humanos fazendo isso. Bem… talvez ela não tenha agido segundo a imediatista e sempre equivocada logica da biosfera em estado caótico terrestre, mas sim sob o comando irresistivel de uma lógica maior do Universo. É o que os modelos da Matriz estão sugerindo.

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Cianodonte Fêmea: A Maior Heroína da Evolução?

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Para que função ou utilidade pratica o Intelligent Designer dos criacionistas criou os crocodilos quando criou as espécies uma a uma? Pelo que vi no Pantanal do Mato Grosso, foi para comer nossas pernas! Mas me retrucaram que a função do crododilo é comer bichos menores que proliferam como ratos e assim manter o equilibrio ecológico. Nossas pernas entram no cardapio crocodiliano como sobremesa. Perguntei porque então foi criado um sistema de proliferação dêsses… ”Ora, para justificar a criação de crocodilos…”.  Os criacionistas sempre me deixaram boiando na maionese… Porem, o homem revelando-se melhor projetista, matou alguns crocodilos, tirou-lhes o coro, usou-o para fazer sapatos e botas para proteger suas pernas de serem comidas por… crocodilos! Acontece que quando o crocodilo põe os dentes na bota com seu proprio coro, desconfia que la’ dentro ao inves de uma perna possa ter um irmao de sua especie, e como ele nao e’ canibal, sai fora… ”Esse tar de homi e’ esperto e porreta… esse bicho tem futuro!”  

A base da transformacao do reino dos repteis em reino dos mamiferos foi simplesmente a maneira de tratar os ovos. Os repteis botam os ovos fora, abandonando a prole `a propria sorte; os mamiferos mantem os ovos dentro ate’ que os filhotes nascem mais preparados para sobreviverem. Isto quer dizer que ao menos numa especie de reptil, as femeas comecaram a terem seus corpos transformados, desenvolvendo toda a parafernalia da gestacao embrionaria. Mas porque um animal praticamente sem cerebro, de sangue frio, que existe quase apenas como uma maquina para devorar comida e sobreviver, que precisa da maior destreza, versatilidade fisica, velocidade, etc, para a caca e a defesa, se nao quiser morrer de fome, de repente morre de amores por seus ovos, nao quer larga-los de jeito nenhum, fica segurando o bico da coisa para nao deixar os ovos sairem, e assim de geracoes a geracoes, por milhoes de anos, ate que de repente nao era mais um reptil e sim estava fazendo “meeeee’” como uma vaca?!!! Voce teria uma explicacao para o caso do Joaquim, que acreditava que a urina daria um bom vinho, que quando tinha que urinar, ficava segurando a urina o maximo que podia, esperando assim que esse ato repetido por milhares de seus herdeiros futuros, resultaria num belo dia num deles urinando vinho?  Pois e’ isto que a logica neo-darwinista quer botar na minha cabeca… Quantas femeas sentiram aquelas dores terriveis que poderiam ter sido evitadas simplesmente botando os ovos fora, quantas femeas repteis morreram apenas porque a enorme barriga as impediram de cacar a presa… porque teimaram nisso?!!!

Quando eu ia comer na casa-restaurante de palafita feito nas margens do Amazonas da Dona Eustaquia eu sabia, pelo omelete servido, se quem estava na cozinha era ela ou sua fogosa e adoravel filha. Pois esta mexia os ovos na frigideira da mesma maneira que mexia os ovos dos clientes na cama. Portanto a moral da historia e’ que pelo omelete se conhece a omeleteira, pelo tratamento dado aos ovos sabemos quem foi a especie , no caso, se reptil ou mamifero. 

Esqueca Jesus Cristo, Joana D’arc, El Cid, Tiradentes, Luther King… esqueca todos os herois humanos, pois heroismo mesmo, o maior ato heroico de todos os tempos, em nome da Evolucao da Vida, foi acao de uma reptil! E agora estou falando serio! Ao inves de quando voce abriu os olhos pela primeira vez na sua vida, estar ja’ cansado de tanto chutar e esmurrar as paredes de um ovo, e ver uma paisagem selvagem, talvez a enorme bocarra de uma serpente esperando-o, sentir um frio e uma fome dos diabos,… voce hoje nasce baby ja formado, numa maternidade limpinha, leitinho nos peitos da mamae, fraldinha limpa… ao inves da boca da serpente ves a boca de um bicho grande mas amigavel fazendo bilu-bilu… e sabe gracas a quem? `Aquelas milhares de femeas repteis que sacrificaram suas vidas, cada uma acrescentando um detalhesinho a mais de complexidade nos seus quadris !… (nao so detalhes funcionais mas tambem esmeirando-se nos detalhes esteticos, tanto assim que o resultado final hoje saiu gostoso pra cara…, pra caramba!)

Tanto que quando eu estava na selva observando jacares e lagartos e senti essa historia de heroismo, minha primeira vontade foi a de construir um altar  e sobre ele colocar uma femea lagartixa embalsamada, acender a fogueira e prestar culto de adoracao… ou entao dar um longo e afetuoso beijo de gratidao na boca de um crocodilo…

Porem… reptil na realidade e’ uma  forca de destruicao, quase uma maquina, sangue frio, sem quaisquer tipo de sentimentos, nem mesmo deve saber ligar os filhotes que ve sairem de um ovo ao seu proprio corpo, tanto assim que eles mesmos devoram os proprios filhotes… Sentimento maternal numa lagatixa? Nao me faca rir porque me cai a dentadura. Claro que a femea reptil nao agiu heroicamente por ela mesma. Elas estiveram agindo automaticamente como zumbis sob a voz de um comando, que inseria instrucoes dentro do corpo delas, a nivel de DNA. Qual o misterioso personagem por traz deste comando de instrucoes?!!!

Sei que se algum Darwinista tivesse a pachorra a ler algo que este misero Ze’ Ninguem escreve, talvez risse `a vontade e com um ar condescendente de quem sabe das coisas e as explica para uma crianca curiosa cheia de imaginacao errada, explicaria que essa transformacao foi uma lenta serie de mutacoes ao acaso selecionadas e passadas de geracao a geracao, etc.. Certo dia -diria ele - uma reptil nasceu com o canal excretor mais apertado que o comum, tinha enorme dificuldade e muitas dores na excrecao, mas o tempo maior que os ovos permaneciam dentro dela fazia com que, quando os filhotes botassem a cabeca para fora dos ovos no meio das rochas, ja estavam um pouquinho mais maduros e aptos a sobreviverem, sendo assim selecionados e seus filhotes herdaram essa anomalia, e nova mutacao inventou um tipo de placenta dentro do reptil ja prevendo que no futuro o ovo se transformaria em filhote e precisava alimenta-lo antes de solta-lo ao mundo…

Bem… na verdade o Darwinista teria exposto os eventos e resultados de forma correta. A cru e grosso modo, para um observador alienado que apenas ve as coisas acontecerem sem refletir sobre causas e efeitos e sem localizar o fenomeno nos inconmensuraveis tempos e espacos cosmicos, as coisas acontecem e pronto, o Deus Magico dos outros explicadores antigos e’ substituido pelo Acaso Absoluto Magico, capaz de prever o futuro e saber inclusive que corpos materiais em estados etarios  e formas que nunca existiram iriam surgir e precisar de reserva previa de alimentos… E ponha nisso mihoes de fortuitas e felizes ocorrencias mutacionais ao acaso que seriam necessarias para transformar o simples aparato excretor de repteis na extraordinaria engenharia da embriogenese que surgiu na especie humana! Ele escolheria o caminho facil da ironia e desprezo ao inves de ir na selva infernal, esconder-se no matagal horas a fio observando a colonia de jacares-acanga do Territorio dos Jamanxins, estudando-os pelo metodo da empatia, ou seja, “auto-exorcismo do ego”, ou seja, anular-se o seu “Eu” e o seu corpo, e viver o momento do “Eu e corpo do jacare”, buscando compreender sua historia e comportamento. Como fez o Mestre Darwin com os pasaros ornitorrincos a ponto se sentir-se com bico ao inves de boca e ter a fantastica ideia da Evolucao, e como fez aqui esta “crianca” para ter a estranha ideia da Macro-Evolucao Universal, a Matriz, softwares naturais, etc. Enfim, nem eu, nem ele, e nem os partidarios da teoria do deus magico que teria descido dos incomensuraveis reinos dos megaversos para vir aqui atuar no palco deste planetinha perdido no Cosmos, tem provas para suas teorias, apenas o tempo tera’ a ultima palavra…    

Observe o modelo do software da Matriz no estado de Sistema Fechado. Observe o modelo do hardware desse software, o building block dos sistemas astronomicos, o qual foi o ultimo nao-vivo ancestral comum de todas as especies de seres vivos… procure ver estes mecanismos de botar os ovos fora e/ou mante-los dentro. A solucao para este misterio que nunca homem algum resolveu antes… vai surgir para voce. Se nao matar a charada, volte a este artigo mais tarde, que, quando eu tiver tempo, a exporei aqui. Ate’ la’ boa sorte na sua aventura com os ovos de repteis e mamiferos, e veja la’ que tipo de tratamento produzira’ seu omelete…     

Fábrica Ecológica na Fórmula da Matrix/DNA

quarta-feira, novembro | 9 | 2011

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A FÁBRICA ECOLÓGICA

                                       A FÁBRICA ECOLÓGICA

Modêlo de uma fábrica cujos produtos nunca se tornam lixo e economiza recursos não-renováveis da Natureza. Esta fórmula é a mesma que a Natureza aplica no céu produzindo os sistemas astronômicos fechados em si mesmos, perpétuamente auto-recicláveis e que não produzem lixo de espécie alguma. Buracos negros geram sistemas estelares que vivem e morrem tornando-se poeira estelar que se tornam buracos negros que geram novos sistemas estelares. Enquanto isto os astros produzem produtos derivados como os seres vivos na Terra, cometas, etc., mas a energia inicial nunca diminui porque o ciclo se bifurca em F4 emitindo energia ainda nova de volta para a caldeira rotatória – no caso, o dinheiro que mantem a fábrica.

É muito fácil salvar o planeta, a Humanidade que amamos, e as nossas próximas gerações. Basta humildemente ajoelhar-mos perante o altar da Mestra Natureza e orar-mos pedindo conselhos. Sua voz murmura em nossa consciência: “Queridos filhos humanos. Vejam como mantenho o céu limpo e com crescimento auto-sustentável. Vou-lhes ensinar a fórmula que uso desde o inicio dos tempos e que manterá sua morada saudável, limpa e ajardinada.” 

EXPLICANDO A FÓRMULA

Digamos que vamos instalar fábricas de utensílos e eletro-domésticos, carros, etc. Na primeira produção vamos ter que inserir a matéria-prima extraída da Natureza, mas também vamos parar a extração mesmo que a fábrica produza por mil anos. Na Função 1 ( transformação da matéria-prima) o minério se torna ferro, o petróleo e bauxita  se tornam plasticos, aluminio, etc.. Êsse material segue para a Função 2 ( Industrialização) onde se torna nos produtos finais. Daqui os produtos seguem para a Função 3 de onde serão distribuidos para os postos de venda na Função 4. Neste estágio o circuito se bifurca criando um ramo lateral que retorna à fábrica: trata-se do dinheiro pago pelos compradores que irá manter a fábrica e recompensa-la com seu lucro. Enquanto isso o fluxo circular continua para a Função 6 que representa a casa onde o consumidor está usando o produto. Óbviamente o produto vai se desgastar ( no céu e com as estrêlas que começam a envelhecer a Mestra Natureza explica que está aplicando a entropia termodinâmica, aquela que possibilita a perpetuação da existência dos sistemas), e quando cessa sua utilidade é transportado do consumidor para o estágio ou Função 7, que é o cemitério do produto e inicio de sua reciclagem. Nêste estágio o produto se divide nas partes que permanecem em bom estado e no mesmo modêlo do ano do produto novo e nas partes não recuperáveis que são trituradas e decompostas em matéria-prima. A primeira parte vai direto para a Função 2 e a segunda parte vai para a Função 1. Alguém viu algum lixo produzido nêste processo? Alguém ouvirá na calada da noite a Terra gemendo, ou sentirá a Terra tremer pela dor se tôdas as fábricas nêste modêlo não vão esburacar sua pele para extrair matéria-prima ou para sugar de suas veias o petróleo? 

Óbviamente que agora começam os senões mas com boa vontade e mais consultas no altar da grande mestra, tudo pode ser resolvido. Por exemplo, como motivar um consumidor que tem um produto da marca “Tal” inutilizado, encaminhar este produto para a Fábrica Tal? Êle receberá uma pequena quantia ou um ticket que servirá como pagamento para a entrada de novo produto, um ticket maior se êle mesmo levar o produto à fábrica, ou um ticket menor se um terceiro fizer as coletas, e êste receberá pelo seu trabalho a diferença entre os tickets maior e menor. 

Se você está consciente da tragédia que representa a alteração do equilíbrio termodinâmico do planeta e o preço cada vez mais elevado que vamos pagar devido ao atual modêlo das fábricas, da poluição, do fim das matérias-primas, você veste agora a camisa da Humanidade, sai de cima do muro e vem juntar-se a nós. Para iniciar com muita disposição e energia temos duas sugestões e estaremos aguardando as suas valiosas sugestões.

1) Particípe de um abaixo-assinado que será encaminhado a todos os govêrnos  exigindo que tomem as iniciativas, seja pelo setor publico ou privado, para que seja imediatamente construída uma  fábrica como experiência/protótipo. Inclusive deixe claro que o politico que não inserir esta prioridade no seu plano de govêrno não ganhará seu voto;

2) Como é temerário esperar por terceiros nesta emergência, ponha seu nome e e-mail na lista dos que se disporão a serem sócios acionistas desta fábrica-modêlo que nós mesmos vamos iniciar, dispondo-se a (se após consultar-mos a legislação e ver como funciona essa coisa de sociedade anômina e ver-mos que a lista de abaixo-assinados completar um numero que julguemos ser suficiente para iniciar a emprêsa), a adquirir pelo menos uma cota/ação num valor próximo entre R$ 5,00 (cinco reais) que será decidido pela primeira assembléia que lançará a fundação da sociedade anônima.  A maneira para comunicar sua disposição é acessar o website http://theuniversalmatrix.com , procurar êste artigo e deixar nome e e-mail no campo para comentários ( ou então escrever sugerindo outra maneira de se saber quem deseja participar). Desde já esclareço que não serei líder, nem tesoureiro, mas  como você apenas mais um sócio que participará das assembléias. Façamos como que nossos herdeiros aplaudam nossas decisões  e cantem nosso sucesso ao invés de chorarem amargamente o nosso fracasso. 

                                                                    Louis Morelli

          

A FACE DE LUCA – O Verdadeiro Adão/Eva Que Caiu do Céu

quinta-feira, agosto | 18 | 2011

The ” Last Universal Common Ancestral”

>> O Deus caido do Paraiso e Criador da Vida na Terra <<

Há 200 anos, desde a fantástica idéia de Charles Darwin, um exército de neo-darwinistas atacando em tôdas as frentes ( da biologia molecular à geologia ), tem revirado a lama de pantânos e o lôdo do fundo de oceanos à procura da criatura microscópica que teria sido o elo entre o mundo inanimado e o mundo dos seres vivos. Denominado “LUCA”, sigla inglesa para “Last Universal Common Ancestral”, êste se tornaria o personagem provocador da maior revolução no pensamento de um filósofo naturalista, quando, em uma solitária incursão nas regiões mais longinquas e selvagens ainda intocadas da Selva Amazonica (ultima testemunha ainda virgem dos eventos nas origens da Vida ), observava os sistemas naturais e aplicando o método da anatomia comparada entre sistemas vivos e inanimados, foi obrigado pelas pistas e evidências acumuladas a levantar os olhos para o céu e, deslumbrado, ver a… face de LUCA. 

Agora observando a figura desta face entendemos que LUCA foi e continua a ser a obra da Natureza mais espetacular de todos os tempos! Êle é uma máquina perfeita, um verdadeiro moto-continuo, porem êle morre como qualquer outro ser mortal. Êle existe mas não existe ao mesmo tempo. Ele contem uma estrutura como a do DNA, como qualquer outro ser vivo, mas não se trata do DNA.

Na figura a seguir mostramos um retrato falado desse ser que ainda nos dias de hoje é um dos mais influentes sobre nossas vidas:        

LUCA - The Last Common Ancestral

LUCA é um PROTO-SISTEMA formado por um unico corpo (astro) que se transforma pela ação do CICLO VITAL .  LUCA é a unidade fundamental (building block) das GALÄXIAS, e reproduz-se microscópicamente como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informação do RNA e DNA.

Para entender quem é LUCA e como ele “desenhou” nossa existencia, precisamos antes recordar o que é ciclo vital, e vamos tomar como exemplo, o humano.

Ciclo Vital Humano pela…

“Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”

Nesta figura o Ciclo Vital usa apenas um corpo (hermafrodita) para formar um protótipo de sistema natural completo. A Natureza nunca cria do nada diretamente alguma coisa, antes ela faz experiências com formas mais simples, ensaios, protótipos, só então finalmente os fixam como existentes. Por exemplo, antes ela fêz corpos simples, como átomos e astros, e os pôs a rolar sob o processo de um ciclo vital, e só então ela fixou o circuíto sistêmico daí resultante como o primeiro sistema vivo, o sistema celular. Para entender o que é o LUCA que existe mas não existe, é preciso lembrar um retrato falado de todo corpo humano  tal como o meu e o seu, quando nós tambem existimos em relação a um ponto no tempo e espaço, mas não em relação às totalidades do tempo e espaço. Não é possível a você entender quem foi meu avô se eu apenas lhe mostrar uma foto dêle e numa casa. Se a foto era dêle quando bebê, você não consegue fazer idéia de como êle era quando adulto, e vice-versa. Tambem se a cidade era de quando êle tinha 10 anos você não consegue ver seus movimentos e lugares quando estava com 50. A explicação está num fenômeno descoberto por um cientista genial, da Fisíca, o grande Heisenberg: se você fixa uma partícula num ponto do espaço para medir volume, definir sua forma, etc., não consegues medir sua velocidade, idade, etc., e vice-versa. Isto porque as partículas foram nossas ancestrais, portanto as propriedades do ciclo vital já estavam existindo nelas em seus principios mais simples. Como consequencia desta Lei, o mundo, num dado momento qualquer, só pode ver seu corpo como criança ou então como adulto, nunca as duas formas ao mesmo tempo. LUCA é assim: enquanto visto numa forma e idade apenas podemos estar vendo um planeta ou um pulsar que não explica como êle pode ter sido nosso ancestral, mas se visto em tôdas as suas formas e lugares fixos numa só figura ou filme, aí sim, entendemos tudo. Por isso nunca ser humano algum tinha visto LUCA, quando na realidade é impossivel deixar de vê-lo a cada momento que abrimos os olhos!

Isto acontece porque nêste mundo material que existimos, desde as origens do Universo a Natureza tem se esforçado em organizar a matéria em sistemas cada vez mais evoluídos. Para tanto ela usa uma fórmula invisivel, como é o software que opera o hardware de seu computador, ou a mente que dirige seu corpo à ação. Vejamos essa fórmula, á qual denomino de “A Matriz Universal”:

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” - The Last Universal Common Ancestral

Mas a vida é assim. Milhões viram maçãs caindo mas apenas Newton se perguntou: “Why?!” (Porque?!). Da mesma forma, milhões já viram gravuras de uma célula vital, que foi o primeiro ser vivo realmente completo, todos vêm que a célula é um sistema e não uma parte, mas apenas um filósofo isolado na selva estudando sistemas teria a pachôrra de passar as noites solitárias se perguntando: “Why?!” – ” Por que um sistema? Se o planeta que a gerou é uma parte e não um sistema, como podem partes gerarem sistemas? Ou não terá sido apenas a Terra, e sim o sistema a que ela pertence? Mas então como será êste sistema?!”

Existir como parte e não existir como sistema ao mesmo é uma consequencia do que se denomina “Ciclo Vital”: os corpos mudam, tem suas formas transformadas a cada milionésimo de segundo, ou seja, em cada menor fração de tempo possivel ele perdeu ou recebeu pelo menos alguma nova particula. Observe novamente a figura do ciclo vital humano: 

… Um dêsses microbios que vivem apenas algumas horas dentro de um corpo humano, jamais acreditaria que o corpo-universo onde êle existe muda tanto de forma, a ponto de um baby tornar-se um ancião de bengala na mão. Qualquer deles juraria que o corpo humano surge da forma que êle e milhares de suas gerações o conhecem. Nós somos como micróbios em relação ao tamanho e tempo do Cosmos. Vai daí que acreditar na teoria da geração espontanea dos astros foi um passo racionalmente lógico, como foi a crença na geração espontânea da Vida pelos pensadores gregos. Pois nós estamos a milhares de anos vendo as formas de astros no céu, e agora podemos vê-los com potentes instrumentos, e ainda estamos cometendo o mesmo tipo de êrro lógico grego. E na escola nossas crianças são ainda ensinadas que cada forma de astro celeste surge por geração espontânea, ao acaso – como efeito direto de uma nebulosa de poeira estelar!

Mas… segure-se na cadeira: êles são tão vivos quanto nós somos, nêste aspecto. As cinco ou seis formas diferentes de astros que conhecemos… são as formas de morula, embrião, baby, criança , adulto, e até a forma do cadaver, de um unico astro! Os astros  – apesar da aparente forma esferica sem maior significado, tambem nascem, crescem, tornam-se sexualmente ativos, se reproduzem, tornam-se anciãos e morrem como cadaveres!

Qual seria a verdadeira foto sua, se um pretendente extraterrestre na Internet espacial lhe pedisse? Se mandasse uma atual, não iria lhe dar muita informação sobre como e quem és. Se mandasse uma na forma de baby…ia piorar as coisas para o deslumbrado extraterrestre. Enfim, a verdadeira e correta foto para uma inteligência de outro mundo entender e conhecer a espécie humana teria que conter ao menos suas sete formas principais e dar alguma pista mostrando que uma se transforma na outra. Mas nós somos inteligencias de outro mundo em relação às especies astronomicas… Entendeu? Nós nunca olhamos antes para nossos tata-tataravós que estão no céu com o olhar do entendimento. Nunca nos apercebemos dêle, o qual gerou nossos ancestrais biológicos mais primitivos, o qual está à nossa volta por todos os lados que nos viramos, do qual existimos dentro de seu corpo, enquanto êle está dentro de nós, inscrito e registrado no nosso código genético… e nem sabíamos que ele existe!  

De fato, que algum dia pudesse passar por uma cabeça humana a idéia de que planetas se transformam em pulsares e êstes em estrêlas, que um pulsar é “marido” de uma “quasar”, que astros despejam no espaço óvulos e espermatozóides como algumas criaturas primitivas despejam nas águas dos oceanos… parece mesmo coisa de louco! Mas tambem pareceria louco aos olhos de todos os micróbios que vivem dentro de um corpo humano adulto hoje e tivessem vendo por um poro da pele um baby distante num berço, o micróbio que dissesse que aquêle corpo em que estão foi um baby no passado… Não se precipite rindo de mim, pois muitas são as armadilhas no nosso caminho preparadas pelo relativismo do tempo e espaço.

(Bem, continuaremos a falar de LUCA nêste artigo voltando aqui sempre que nesta vida quase sem tempo sobre algum tempo e haja mais alguma novidade…)    

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Pesquisa Sôbre LUCA – Obs: Notar que na categoria LUCA existem vários diferentes artigos que precisam ser reunidos numa só pagina.

 - Artigos relacionados:

Bom site para se atualizar sobre LUCA: http://www-archbac.u-psud.fr/Meetings/LesTreilles/LesTreilles_e.html

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ActionBioscience.org 

http://www.actionbioscience.org/newfrontiers/poolearticle.html#getinvolved       

What is the Last Universal Common Ancestor (LUCA)?

Anthony M. Poole

LUCA, the last universal common ancestor, is still an enigma but scientists have been able to:

  • find more answers in the genetic code
  • revise and reconstruct evolutionary trees
  • understand more about the role of gene swapping in evolution 

Cells are so small that even a cluster of these cells from a mouse only measures 50 microns. Image from wikibook Cell Biology textbook, John Schmidt.

In the study of early life on Earth, one name towers above the rest: LUCA. LUCA is not the name of a famous scientist in the field; it is shorthand for Last Universal Common Ancestor, a single cell that lived perhaps 3 or 4 billion years ago, and from which all life has since evolved. Amazingly, every living thing we see around us (and many more that we can only see with the aid of a microscope) is related. As far as we can tell, life on Earth arose only once.

Answers in the genetic code

Life comes in all shapes and sizes, from us humans to bacteria. So how do we know that all life has evolved from a single cell? The answer is written in the language of the genetic code 

The genetic code spells out DNA.

  • The genetic code is the language in which most genes are written into DNA.
  • Such genes are recipes for making proteins.
  • Proteins are what make the cell tick, doing everything from making DNA to digesting the food we eat and extracting the nutrients.
  • Incredibly, the exact same code is used in humans and bacteria, so a gene from a human being can be put into a bacterium, and the bacterium will make the human protein — this is how insulin is made.

The genetic code is universal for all life.

That the genetic code is universal to all life tells us that everything is related. All life regenerates itself by producing offspring, and over time small changes in the offspring result in small changes to the protein recipes. But because the recipes are written in the same language (the genetic code), it is possible to compare these recipes (and other genes) to build the equivalent of a family tree.

Family trees

The tree of life explains relationships among all living things.

In this way, biologists have succeeded in making the mother of all family trees — the tree of life. The tree aims to establish the relationships between all living things, and has already revealed some surprises. Most striking is the discovery of the archaea (image B).1 These are simple organisms that, to look at them, are indistinguishable from bacteria (image C). 2 Before the prototype tree of life was built in 1977, it was thought that life had two major branches, the eukaryotes (e.g., plants, animals & fungi) and the prokaryotes (bacteria, and what are now known as archaea). The decision to split life into two branches was largely based on the visual difference between cells. Eukaryotes all possess a cell nucleus while prokaryotes  don’t. But despite appearances, archaea and bacteria are as different from one another as either is from eukaryotes. So, the tree of life is now known to consist of:

  • Archaea
  • Bacteria
  • Eukaryota

It is astounding that as recently as 25 years ago we were blissfully unaware that we and bacteria shared the planet with a third form of life!

Reconstructing LUCA

Which features of the archaea, bacteria, and eukaryotes can be traced to LUCA?

The tree of life is without doubt one of the great achievements in biology (image F). But for some researchers it is merely a means to an end. These researchers are trying to reconstruct LUCA, the cell from which all life has evolved.3 The question they are asking is, “which features of the archaea, bacteria and eukaryotes can be traced back to their common ancestor, LUCA?” This should be a very simple task — simply compare all three groups and choose the features that are common to all. By rights, LUCA’s reconstruction should be a done deal what with 70 or so complete genomes across the whole tree having been deciphered. (A genome houses all the genes in an organism, and a ‘catalogue’ of these genes is obtained by sequencing the organism’s DNA.) Unfortunately, it’s not that simple, for two reasons:

  • genes get lost
  • genes get swapped

How can we tell if a gene is ancient?

DNA provides clues to the age of a gene.

  • The implication of genes being lost is that when we compare genomes to see which genes are common across all life (that is, which are ‘universal’), we underestimate how many genes were originally in LUCA. Some of the genes that are not universal can be added to LUCA because clues to their origin can be found by looking at what they do. While we can make an educated guess as to whether a non-universal gene was in LUCA, most genes that are not universal are probably ‘new inventions’, specific to one of the three major branches of the tree. In fact, many may only be specific to one small group of, say, the archaea.
  • Another way to check if a gene is ancient is to look at whether it is a recipe for protein or RNA. This is an important clue because some RNAs date back to an even earlier period than the time when LUCA lived. The logic goes thus: if an RNA is older than LUCA, then LUCA had it too, even if that RNA is no longer universal.While dealing with gene loss is tricky, it is not an insurmountable hurdle — it just means reconstructing LUCA will be peppered with a lot of educated guesswork, and probably a few gaps. But gene swapping is another matter altogether — it threatens to fell the tree of life, and consign LUCA to the dustbin.

Horizontal gene transfer is another term for gene swapping.

Gene swapping (or horizontal gene transfer as it’s often called by biologists) has been known about for decades. What biologists are only now beginning to look at is the extent to which genes are transferred between organisms. Comparing two bacteria from the same species reveals major differences.9 For example, Escherichia coli is a common gut bacterium that is part of our natural gut flora. But the O157:H7 strain causes severe gastrointestinal ailments. The genomes of both a harmless variant (K-12) and the O157:H7 strains have been deciphered and compared, and the result is striking.

  • 1387 of the 5416 (26%) genes in O157:H7 are not in K-12.
  • 528 of K-12’s 4405 (12%) genes are not in O157:H7.

Many of the O157:H7 genes are arguably foreign genes that have been borrowed from elsewhere. If we compare two people, or even a person with a chimpanzee, there’s nowhere near this kind of variation — humans all share the same genes, and humans and chimps may well have only a handful of genes that are different between our two species.

On a broader level, a now famous comparison of Escherichia coli K-12 to Salmonella enterica (another species of bacterium often responsible for food poisoning) concluded that:

  • At minimum, 17% of the K-12 genome has been borrowed since these two bacteria split from a common ancestor around 100 million years ago.10
  • LUCA would have roamed the Earth 3-4 billion years ago, so if all genes are so easily swapped, any evidence for LUCA would have effectively been scrambled because genomes are so severely shuffled.6

Not all genes are equally swappable.

So where does this leave LUCA? A pessimist would say that LUCA is out of reach. However, it is far from obvious that all genes are equally swappable. Some, like genes for antibiotic resistance, are the gene equivalent of gypsies:

  • when there is antibiotic present, they provide a bacterium with resistance11
  • once the antibiotic disappears, they too are often lost

Other genes produce proteins that lock together with other proteins into large protein complexes, much like a 3D jigsaw. The ability for one jigsaw piece to be swapped with the equivalent jigsaw piece from another organism will depend on how similar the jigsaws are. Escherichia coli K-12 and O157:H7 could probably exchange such genes with relative ease, but a bacterium and an archaeon probably wouldn’t have a hope of doing so, even though such jigsaws perform the same biological role.12 Is gene swapping as common across other branches of the tree? We animals don’t tend to swap protein recipes like bacteria do, but we have done this in the past. There is now overwhelming evidence that we are part bacterium.13,14

Evidence indicates gene swapping in human DNA.

  • Our bacterial ancestry comes in the form of mitochondria  tiny power plants housed in our cells.
  • The DNA of your mitochondria is miniscule, with only a handful of genes. But mitochondria were once full-blown bacteria that took up residence in and struck up a partnership with one of our distant single-celled ancestors.
  • Since then, much of the DNA from the original bacterium has been thrown away, but a lot of it has ended up in the DNA of our nucleus.

The good news for LUCA biologists is that we seem to be pretty successful at identifying which bits of our nuclear DNA came from the mitochondrion, and which bits were already there. So to some extent, it might be possible to disentangle parts of the tree of life. But is it enough to save LUCA?

One or many LUCAs?

Carl Woese suggests there may be more than one LUCA.

Carl Woese, one of the key players in the bid to reconstruct the tree of life, has added another twist to the LUCA puzzle. He has got researchers fired up by suggesting that:

  • LUCA was also into gene swapping, and on a much larger scale than what we observe in modern bacteria
  • gene swapping was once more important than inheritance from parent to offspring, and that early archaea, bacteria and eukaryotes each emerged independently from a ‘sea’ of gene transfer8

It’s not clear how his claims could be tested, but they are certainly food for thought — if he’s right there never was a single LUCA, but more of a community of genes loosely associated with cells.

Conclusion: LUCA is still a puzzle but science continues to find pieces of the puzzle.

The jury is still out as to how to reconstruct LUCA, and whether horizontal gene transfer will turn this task into a futile one. However, if not all genes are equal in the game of horizontal gene transfer, biologists stand an outside chance. Either way, there are plenty of exciting challenges, and many unknowns for those trying to build the tree of life and reconstruct our origins. For instance, just this year a member of a new group of microscopic archaea has been identified from a deep-sea trench.15 To give you some sense of perspective as to the significance of this discovery, it is roughly equivalent to discovering the first plant! Whether there was one or many LUCAs, these are definitely exciting times.

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My Name is LUCA – The Last Universal Common Ancestor

Anthony Poole

Looking down a microscope at a human cell, there is not a lot that it seems to share in common with a bacterial cell. But just as linguists have been able to establish that all human languages have a common origin, so it turns out that all cellular life has a common origin. The ancestor of all life on Earth today has been dubbed LUCA, short for Last Universal Common Ancestor. The fact that there must have been a LUCA was first made clear in the 1960s when the genetic code was deciphered and found to be universal. Almost forty years since the code was cracked, the emphasis is now on trying to reconstruct LUCA, but the emerging picture is substantially complicated by new insights into the evolutionary history of life.

1. Introducing LUCA

LUCA is short for Last Universal Common Ancestor, and it is from this organism that every living cell on the planet has descended. LUCA does not represent the earliest stage in the evolution of life — it is widely accepted that before the evolution of proteins and DNA (which are common to all cellular life) there was a period where RNA carried out the roles now performed by proteins and DNA [Jeffares & Poole 2000]. There are a lot of uncertainties when we go this far back in evolutionary time and perhaps all we can be certain of is that, at a point in Earth’s history (probably over 3 billion years ago), cells emerged which stored recipes for making both proteins and RNA on a third molecule, DNA.

Nevertheless, studying LUCA is not science fiction. In the same way as humans and chimpanzees shared a common history until less than 10 million years ago, all modern lifeforms shared a common history back as far as the split that gave rise to the three ‘domains’ of life we now know of as archaea, bacteria and eukaryotes; that is, back as far as LUCA. That there are three domains was first established by Carl Woese and colleagues, who found that the group called prokaryotes was actually two groups, the archaea and bacteria [Woese & Fox 1977; Woese et al. 1990]. Amazingly, this work has largely stood the test of time, and though it is argued that there has been extensive gene swapping between these two groups [Pennisi 1998, 1999; Doolittle 1999; Eisen 2000], recent analyses using complete genomes supports Woese and colleagues’ decision to split prokaryotes into archaea and bacteria [Snel et al. 1999; Sicheritz-Pontén & Andersson 2001; Brown et al. 2001].

Woese and colleagues’ discovery rested on an even more astounding one — all life stores its genetic information on DNA, using a common code which we call the genetic code. The information is stored as packets, called genes — recipes for making RNA, and proteins. The languages of DNA and RNA are so similar they may as well be called dialects, but both are markedly different from the language of protein.

Mais um ponto para Matrix/DNA: As informações estocadas no RNA e DNA tem que serem semelhantes porque ambas traduzem o circuito do sistema na exata posição em que se encontra cada ponto do circuito. Já as proteínas são amalgamas de pontos do circuito sem reproduzir a sequência do circuito

 For RNA and DNA, the information-carrying part of both molecules is made up of four bases (analogous to letters in an alphabet) read in a linear fashion, as with written human languages. In RNA, the four bases are A, G, C and U. In DNA, A, G and C are also used, while T is used instead of U. Establishing the evolutionary basis for this change from U to T is not a trivial exercise, and is an interesting problem in itself [Poole et al. 2001]; but in terms of the actual language, the difference is as minor as the variant spelling of English words, e.g., civilisation and civilization.

Segundo a Matriz/DNA esta diferença é muito importante. U representa a F5 que é a função do ramo lateral responsável pela metade da reciclagem do sistema. Se quando a face esquerda de LUCA, representada biológicamente como RNA, replicou-se construindo seu lado direito, tivesse mantido U, o DNA seria um sistema fechado em si mesmo, e se o primeiro par de nucleotídeos pudesse se replicar, todos os outros milhões de nucleotideos seriam exatamente iguais, ou seja, não haveria um código maior do que um unico bit de informação. Então, para F4 não produzir F5 no momento da origem do DNA, mas sendo necessário que a intensidade do circuito entre F4 e F6 permaneça como no original, uma outra forma intermediária entre F4  e F6 foi expressada. E esta outra forma é representada pela base Timina. Ao menos é esta a primeira conclusão que extraio dos modêlos.   

The unearthing of the genetic code, and the subsequent demonstration that it is common to all life (a gene from a human can be read by the translation machinery of a bacterium) is without a doubt a key piece of evidence in establishing that there was a LUCA. But what else can we find out about LUCA? Knowing that the genetic code had arisen tells us there was probably a LUCA, but gives us very little information on the nature of LUCA.

In a nutshell, the study of LUCA broadly revolves around two questions:

  • What features are common to all cellular life?
  • What sets the three domains — archaea, bacteria and eukaryotes — apart from one another?

At first sight, building a list of LUCA features might seem a fairly straightforward process, especially now that advances in technology allow all the genes possessed by an organism to be identified by sequencing its genome. A sensible approach would perhaps be to compare all the genes from representative genomes of archaea, bacteria and eukaryotes. Those genes that are common to all three domains were in the LUCA and those that aren’t must have been added later. Unfortunately, it’s not that straightforward, for two main reasons:

  • Some genes appear to have moved from organism to organism like genetic gypsies, confounding our ability to distinguish between features that are universal and date back to LUCA, and features that are universal because of genes moving about.
  • Some genes which were found in LUCA may no longer be universal. That means it may be impossible to distinguish some LUCA features from genes that arose later, say in the evolution of eukaryotes.

Ask any two researchers to give an overview of what they think the LUCA was like, and you will no doubt get different answers. With such a tricky scientific endeavour as this — working out what an organism that lived billions of years ago was like — this is hardly surprising. Some of my own views on one aspect of the LUCA question are to be found in an earlier piece posted on Actionbioscience.org which I co-wrote with Dan Jeffares [Jeffares & Poole 2000], but what follows is a broader overview of the fast-growing field of ‘LUCA biology.’

2. The minimal genome project

One hands-on approach to trying to uncover the biology of the LUCA has been to look for genes that are universal — that is, genes that all life forms possess. Once a list of these genes has been made, they also lead to another possibility: perhaps this list encapsulates the essence of cellular life — the minimum number of genes required to make a cell. In 1996, with the sequences of the first two bacterial genomes (Mycoplasma genitalium & Haemophilus influenzae) in hand, Arcady Mushegian & Eugene Koonin [Mushegian & Koonin 1996] tried exactly this. The most striking features of their minimal genome were:

  • A mere 256 genes
  • No biosynthetic machinery for making the building blocks of DNA

From this they tentatively concluded that LUCA stored its genetic information in RNA, not DNA, and made suggestions on how to further reduce the number of genes in their minimal genome. The work heralded the arrival of comparative genome studies, and there is no doubt that a good number of the genes in their 256-strong list do date back to the LUCA. However, the work was squarely criticised because of the omission of DNA [Becerra et al. 1997]. Both these bacteria are human parasites and it seems most likely that they did away with parts of the machinery for making their own DNA because they can steal from the host (i.e., the organism infected with these pathogens). Indeed, why put in the effort to make your own when it’s there for the taking?

Regardless of whether or not DNA was a part of the LUCA (I think it was [Poole et al. 2000], but there are plenty of researchers that beg to differ [e.g., Leipe et al. 1999]), this omission highlighted a wider problem with the minimal genome. Namely, the genomes you begin with probably affect the final set of genes. This is a problem for the following reasons:

  • How many genomes must be compared before we are confident we aren’t leaving anything out?
  • ‘Lifestyle’ can affect the final list (in Mushegian & Koonin’s work, the minimal gene set may in fact be a generic set required for parasitism in humans, and has little in common with what was required for a free-living cell to go about its business billions of years ago)
  • Gene losses: if a gene was in the LUCA, but now remains in only one of the three domains, this method would consistently leave it off the list of LUCA genes.
  • Finally, if genes can move from organism to organism (so-called horizontal or lateral gene transfer), certain genes may have done such a good job of spreading that they sometimes appear to date back to the time of LUCA, whereas in actual fact, they arose more recently.

Despite its limitations, the minimal genome concept is probably the best attempt to put money where mouth is and come up with a hard list of genes that may have been a feature of the LUCA. It is also the only sensible framework we currently have. That said, if gene transfer is extreme, genes will have moved about so often that this and related methods are rendered futile [Doolittle 1999].

Koonin has recently published an updated minimal gene set, using 21 complete genomes [Koonin 2000]. Surprisingly, of the 256 genes in the original set, only 81 remain, and this list is clearly insufficient to describe either the minimum number of genes required for a cell to function, or the genetic makeup of LUCA.

While working out which genes were part of LUCA is no easy task, the various attempts [Mushegian & Koonin 1996; Kyrpides et al. 1999; Hutchison et al. 1999] are a good starting point, and have served to highlight important problems that must be dealt with in the field of ‘LUCA biology.”

3. LUCA genomics

As the minimal genome work demonstrates, the major issues are:

  • How much does reliance on universal features underestimate the genetic makeup of LUCA?
  • How much gene swapping has gone on during the evolution of life from LUCA to the present?

The magic number of universal features is likely to shift about, and there have been plenty of criticisms of all the attempts to reconstruct the LUCA. Nevertheless, universal features are important because they describe a lower limit from which to build upon, and importantly, all these attempts converge on agreement insofar as concluding that LUCA was quite complex. Some of the gaps will be relatively simple to fill, but others may be close to impossible.

LUCA biologists are aware that universal features may underestimate the complexity of LUCA to some extent, but another concern is emerging that could cause even more headaches — the spectre of ‘horizontal gene transfer’ (also called lateral gene transfer):

  • If there is lots of gene swapping between organisms, the tree of life becomes more like a web, and it may not be possible to disentangle the branches.
  • If genes are extremely nomadic, truly universal features cannot be distinguished from genes that have successfully spread themselves by gene transfer.

The problem of gene transfer was made apparent in a landmark study of two bacterial genomes, Escherichia coli and Salmonella. Jeffery Lawrence & Howard Ochman [Lawrence & Ochman 1998] concluded that, since diverging from a shared ancestor 100 million years ago, at least 10% of the E. coli genome has been acquired in somewhere in excess of 200 horizontal gene transfer events.

In an equally insightful commentary, William Martin [Martin 1999] has discussed the implications of this work for our ability to reconstruct phylogenetic trees:

  • The further back in time an evolutionary divergence, the greater the likelihood that any given gene in a genome has been transferred.
  • Indeed, it may be the case that all bacterial genes have been subject to horizontal gene transfer at some point in their evolutionary history.
  • This could undermine the utility of phylogenetic tree reconstruction for deep divergences.

Currently, there is a lot of debate over whether gene transfer is so rampant that evolutionary trees cannot be built, or whether the levels of gene transfer are negligible. Both extremes are currently championed in the literature, and ironically, when it comes to the LUCA, Carl Woese’s work is central to both — many of those that view Woese’s three domains as correct have been arguing for little or insignificant levels of transfer, whereas Woese has recently suggested that very early in evolution, gene transfer between organisms was more important than inheritance from generation to generation [Woese 1998].

While it sounds like Woese is being inconsistent, his more recent claim is limited to the earliest periods in the evolution of life, and arose from concerns that LUCA was beginning to appear totipotent, a crazy notion that would have LUCA as the ultimate source for all life’s diversity:

  • A fertilised egg is totipotent — from a single cell it will develop into all the different cells and tissues that make up an adult human being.
  • If genes move between organisms, LUCA might mistakenly appear totipotent because many features would be incorrectly counted as universal.

Extrapolating Lawrence & Ochman’s result back billions of years may not be realistic. But what if horizontal transfer was the default state? This is the idea Woese has developed. His argument is that genes were so free to exchange that there were no distinct lineages — genes moved more through horizontal transfer than by vertical inheritance. As the genetic system becomes more accurate and as the complexity increases, more genes become interdependent, and transfer gives way to vertical inheritance. Woese argues that translation (and therefore the genetic code) was the first thing to be fixed or crystallised, with other cellular functions following later. From this horizontal transfer dominated system, the three domains (archaea, bacteria and eukaryotes) each emerged independently as lineages.

This is certainly food for thought, but there are several issues:

  • Gathering evidence to support it is not exactly easy since there’s no real way to establish that horizontal transfer was the initial state.
  • Koonin’s shrinking minimal gene set (Koonin 2000), shows that the minimal genome approach is not creating a totipotent LUCA. Instead, the number of genes ascribable to LUCA is becoming smaller as more genomes are added.
  • Another problem has to do with the switch from horizontal transfer to vertical inheritance. How many genes would have been able to partake in global transfers before becoming crystallised and therefore unable to transfer? Would it really have been complex enough for the ancestors of the three domains of life to have emerged independently as distinct lineages?

Gene transfer is going to be a hotly debated topic for a while, and will continue to confound the reconstruction of the LUCA. The problem is a complex one:

  • Horizontal gene transfer has been demonstrated — e.g., the spread of antibiotic resistance.
  • Limitations of the methods for building evolutionary trees can give false evidence for gene transfer.
  • Methods that don’t make use of evolutionary information are being used to examine genetic relationships and, in many cases, the data that have been used to argue for horizontal gene transfer are weak.
  • There is little consensus on the reliability of methods for detecting horizontal gene transfer.
  • What data are required to demonstrate ancient horizontal gene transfer events?
  • If natural selection is considered, most horizontal gene transfers will probably result in the gene being lost — by analogy, the organism needs a new gene like a fish needs a bicycle! For instance, antibiotic resistance genes won’t spread and be maintained by selection unless the organisms with the genes are being assaulted with the antibiotic.

This last point has been too often ignored, and there has been little attempt to establish patterns (e.g., are all genes equally nomadic?). So how should LUCA biologists deal with horizontal gene transfer?

  • If we accept that there is or has been massive unbridled horizontal gene transfer between the three domains [e.g., Doolittle 1999], we must conclude that all our tools for looking into the evolutionary past are invalidated, which means we might as well give up on the question of the LUCA. We know that there are demonstrated cases of horizontal gene transfer, but this extreme position is like throwing the baby out with the bathwater.
  • If we take as our starting point the opposite extreme, that the effect of horizontal gene transfer has been negligible, we are in a much better position — we still have our tools in place, and any suggestions of horizontal gene transfer will need to be backed up with good evidence.

There is no doubt a middle ground can be found, but amidst the furore over horizontal gene transfer, a number of researchers, making use of whole genome sequences, have reported results suggesting gene transfers have minimal effect on the ability to recover evolutionary trees [e.g., Snel et al. 1999; Sicheritz-Pontén & Andersson 2001]. These results suggest that it is possible to reconstruct the tree of life, and moreover, conclude that the 3 domain structure of the tree, as first reported by Woese and his colleagues, is supported by whole genomes.

In a timely article, Chuck Kurland has firmly criticised the eagerness of many to attribute horizontal gene transfer [Kurland 2000]. One particularly interesting aspect of his exposition is that he suggests a number of non-scientific factors that have contributed to the hype around horizontal gene transfer, and is as much a comment on how science currently operates as it is about gene transfer.

The root of the tree of life is hard to pin down [Pennisi 1999], and unbridled horizontal transfers early in the evolution of life can’t easily be distinguished from the limits of the sensitivity of our phylogenetic tools — that researchers have failed to reach a consensus on the shape of the tree does not mean that there must therefore have been horizontal transfer.

Indeed, there is another issue here — the reliability of the methods used for building evolutionary trees. Many researchers are very confident of the reliability of these methods, yet it is well known that these are based on mathematical algorithms which are convenient, but which do not necessarily accurately model real biological sequence evolution. These methods are likely to be robust for recent evolutionary events, and are definitely the most robust of the methods for detecting gene transfers. The problem is that near the root of the tree of life, they may be just too inaccurate to be useful for scrutinizing the very earliest events in evolution. In a worst-case scenario, the situation might in fact be a bit like timing the 100M sprint at the Olympics with a sundial!

David Penny, Bennet McComish and their coworkers have recently tried to address this question by investigating how far back in time the standard models used in evolutionary tree building can go before they start to go wrong. Their overall conclusion is that the models used do seem to do a little better than might be expected from theory, but that the models still do poorly for very early evolutionary events. Penny and colleagues also criticise the recent trend in reporting conflicting trees as evidence for horizontal gene transfer — given how hard it seems to accurately reconstruct the tree of life, it is hard to say whether conflicting answers are evidence for gene transfer, or just reflect the limitations of the methods for building the trees. Their testing of the models suggests that it is just not reasonable to say that there is horizontal gene transfer just because two trees made with two different genes don’t come back with the same relationships between organisms. They make the following comment, which sums up the problem very succinctly:

“… there are major difficulties between data sets for ancient divergences. It is difficult to see why researchers are so confident in their results when the relatively recent divergences within mammals, birds, or flowering plants are only now being resolved.”

This work of Penny et al. [2001] and the picture coming from evolutionary trees of whole genomes [Snel et al. 1999; Sicheritz-Pontén & Andersson 2001] seems to bolster Kurland’s provocative assertion that horizontal transfer is ‘an ideology that is begging for deconstruction.’

Nevertheless, horizontal gene transfer does occur to some extent — Lawrence & Ochman’s 1998 paper is but one of many demonstrating this. Moreover, many of the technologies biologists use for inserting genes are simply human exploitation of what has been described as natural genetic engineering. The following naturally occurring mechanisms of ‘genetic engineering’ are routinely used in molecular biology laboratories:

  • Plasmids: small, usually circular, pieces of DNA that often carry genes that enable them to move from one bacterium to another.
  • Viruses: many will naturally insert themselves into the DNA of the organism they are infecting, and can be engineered to carry extra pieces of DNA.
  • Natural or assisted DNA uptake by bacterial cells.
  • Restriction endonucleases: molecular scissors that allow precise ‘cutting’ of DNA.

We also know it is possible to identify ancient gene transfers that may have occurred as far back as 2 billion years ago. Biologists can readily identify genes in the eukaryote repertoire that have come in via the mitochondrion, a compartment in the eukaryote cell which is bacterial in origin. Indeed, the handful of genes remaining in this compartment have been shown to be bacterial in origin, as have some that have since taken up residence in the eukaryote nucleus [Lang et al. 1999].

Returning for a moment to the biology of nomadic genes, the consensus emerging from studies of bacteria is that we should indeed start thinking of bacterial (and perhaps archaeal) genomes as being an ever changing collection of genes, but only to a degree [Hacker & Carniel 2001]:

  • Genes which are central to the running of any cell — these are often referred to as housekeeping genes — make up the ‘core’ genome.
  • Genes which come and go make up the flexible genome.

The flexible genome might be a window into the nomadic gene pool of bacteria — Lan & Reeves [2000] point out that closely related strains of bacteria differ in the genes they carry by as much as 20%, and this requires we reevaluate how we categorise species of bacteria. The hope is that the flexible genome can tell us how a particular bug is currently making its living. Losing genes isn’t in itself particularly surprising for organisms that are in competition to reproduce as fast as they can [Jeffares & Poole 2000] — genes that aren’t being used aren’t kept. ‘Use it or lose it’ is the maxim of natural selection, and there are plenty of examples wherever you look in biology (our appendix and tail bone both appear to have headed in that direction for instance).

If this picture of core and flexible genomes is correct, it is good news for LUCA research because many universal features can in theory be recovered. This goes too for the ancient horizontal transfers seen with the mitochondrion. We should be optimistic that some patterns of horizontal gene transfer can be analyzed, though we still need to exercise care when looking so far back in time.

4. Fusion

When it comes to horizontal gene transfer, the hype about archaea and bacteria is arguably a case of squabbling over crumbs when compared to what seems to have happened in the early evolution of the eukaryotic cell. The now popular idea that eukaryotes emerged from a massive fusion (the ultimate gene transfer) event between a bacterium and an archaeon is also raising problems for LUCA biology.

While fusion is all about the origin of the eukaryotes, it is also about LUCA:

  • Fusion scenarios challenge Woese’s division of the living world into three domains.
  • Rather than a tree with three branches all tracing back to the LUCA, fusion has two lineages, with the eukaryotes emerging by fusion.
  • Fusion is in conflict with the emerging picture of the direct link between eukaryote biology and the RNA world.

A number of researchers have argued that the genes in the average eukaryote look to be a mixture of bacterial-like and archaeal-like. That is to say, at the genetic level, eukaryotes look to be some sort of genetic fusion between archaea and bacteria [Ribeiro & Golding 1998; Rivera et al. 1998; Horiike et al. 2001].

In understanding this, it has been helpful to divide genes into two categories: informational or operational [Rivera et al. 1998]. Informational genes are those which are involved with the copying, storing and regulation of genetic information, while operational genes are the recipes for making proteins for synthesis and breakdown of molecules in the cell, and are largely involved in energy metabolism.

Consistent with earlier research [see Gupta & Golding 1996] Rivera and colleagues found that there was rhyme and reason to the mixture of bacterial and archaeal genes in eukaryotes:

  • For informational genes — archaea and eukaryotes share more in common
  • For operational genes — bacteria and eukaryotes share more in common

Mark Ridley [2000] has suggested a good analogy for what many think has happened — a business merger. Instead of doubling up and having two departments for every aspect of the new company (Eukaryote Inc.), only one of each was kept, with the result being that the informational department came from Archaea Inc. and the ‘operational department’ from Bacteria Inc.

With the ongoing debate on how much horizontal gene transfer there is between organisms, the most exciting contribution to this picture looks not at the genes, but at gene networks. Taking a page from the study of complex networks such as the Internet, Eörs Szathmáry and colleagues [Podani et al. 2001] have recently shown that, while eukaryotic operational genes appear bacterial in origin, the structure of the metabolic network that these genes make up is in fact much much more like what is observed in archaea. In keeping with the business merger analogy, this is perhaps equivalent to keeping the management structures of Archaea Inc. in place.

This is an exciting picture, and there is no question that modern-day eukaryotes are the product of some sort of fusion [Ribeiro & Golding 1998; Horiike et al. 2001]. However, the tricky thing is working out what it all means for the origin of the eukaryotic cell. These are some of the outstanding issues:

  • Why has such a merger apparently only happened once?
  • No one has ever observed modern bacteria and archaea fusing.
  • Why is it we don’t see ‘anti-eukaryotes’ (that is, organisms which have the operational genes of archaea and the informational genes of bacteria)?
  • A number of features found exclusively in eukaryotes are tricky to explain by a fusion event.

Indeed, there are a number of ways of explaining the fusion data, and consequently, there are quite a few different opinions on how the eukaryotes came to be [Minkel 2001].

If eukaryotes are the result of a fusion between a bacterium and an archaeon, then the 3 domain picture that Carl Woese’s work supports would be wrong. Fusion would imply that everything in eukaryote biology is either a recent innovation specific to this domain, or an offshoot of the biology of archaea and bacteria. In other words, if you want to know about LUCA, archaea and bacteria are the only two domains worth looking at. This is an assumption that is often made, regardless of fusion, and a point against which some researchers, myself included, have argued [see Jeffares & Poole 2000; also Forterre & Philippe 1999; Poole et al. 1999].

To make sense of the motivation behind the many emerging fusion scenarios for the origin of the eukaryote cell and how these might impact on LUCA biology, it helps to concentrate on the big picture, rather than wading through the details of the various scenarios. Laura Katz [1998] has written a good overview of the various fusion scenarios, though several new scenarios have been published since then [e.g., Margulis, et al., 2000; Horiike et al. 2001; Bell 2001; Hartman & Fedorov 2002]. Fusion theories have developed out of the endosymbiotic theory for the origin of the mitochondrion:

  • The endosymbiotic theory was first formulated by Mereschkowsky at the beginning of the 20th century, but reintroduced and updated by Lynn Margulis in the 1970s [Martin et al. 2001].
  • This theory argues that the mitochondrion, sometimes called the powerhouse of the cell, was originally a bacterial cell that took up residence in the ancestor of modern eukaryotes.
  • Both structural and genetic similarities have shown without a shadow of a doubt that the endosymbiotic theory is correct — the DNA in the mitochondrion is more closely related to bacteria than to the DNA stored in the eukaryotic cell nucleus.
  • It is now widely accepted that this event happened once only.

Despite much agreement, there is ongoing debate surrounding the endosymbiotic theory:

1. How was this partnership founded (e.g., oxygen-based or hydrogen-based metabolism)?

2. Was the host that ultimately engulfed the bacterium a eukaryote or an archaeon?

The first question opens up a whole can of worms (which we’ll avoid here), and is a current source of intense debate [Andersson & Kurland 1999; Rotte et al. 2000]. The second question is what has the major impact on LUCA biology, but these two questions have been unnecessarily muddled. The bottom line is that the genomic & gene network data supporting fusion between an archaeon and a bacterium can as easily be made to fit a fusion between a eukaryote and a bacterium.

The state of the field is as follows:

  • Everyone agrees that the mitochondrion evolved from a bacterial ancestor (though there is current debate as to what the bacterial ancestor was like, and how it interacted with its host).
  • There is disagreement as to whether the host was a eukaryote, or an archaeon.
  • Archaea-Bacteria fusion hypotheses require all genes found only in eukaryotes to have arisen post-LUCA, post-fusion — that is, they are indirectly descended from LUCA.
  • This comes into conflict with the picture of LUCA from RNA [Jeffares & Poole 2000], and Woese’s tree of life [Woese et al. 1990] — both require that eukaryotes were directly descended from LUCA.

So how do we distinguish between an archaeal and a eukaryotic host? The key is in two parts — one is historical and the other requires careful thought about how archaea and eukaryotes might be related:

1. The historical aspect centres around understanding the shift in thinking from the original picture of an ancient eukaryote playing host to the now largely agreed-upon picture of an archaeon playing host. This shift largely revolves around the changing branches in the eukaryote evolutionary tree [Dacks 2002].

2. The relationship between archaea and eukaryotes cuts to the heart of how researchers view the evolution of cells.

Archaezoa – missing links lost 

So why is it that fusion hypotheses have become so popular? Indeed, this goes against the classical interpretation, most thoroughly espoused by Tom Cavalier-Smith [1987], who identified a disparate group of eukaryotes that appeared to him to be missing links — the so-called Archaezoa, which look like eukaryotes but lack mitochondria. His hypothesis, that the Archaezoa evolved before the introduction of mitochondria into the eukaryote lineage, held sway for many years, though has recently been dropped in favour of fusion:

  • There is growing evidence that all eukaryotes once harboured mitochondria
  • Thus, the Archaezoa have probably all lost their mitochondria, rather than never having had them [Embley & Hirt 1998].
  • For instance, one group of the Archaezoa called the microsporidia are now widely accepted to have been incorrectly placed very deep on the eukaryotic tree. Indeed, probably most of the Archaezoa, if not all, are incorrecly placed on the tree. Rather than being missing links leading back to the origin of eukaryotes, they probably arose more recently [see Dacks & Doolittle 2001; Keeling 1998; Dacks 2002].
  • If the Archaezoa aren’t a series of missing links, the origin of eukaryotes may have been concurrent with the endosymbiosis that gave rise to mitochondria.

The conclusion from the above is that all eukaryotes probably had a mitochondrion, and without the Archaezoa, the only ancestor of eukaryotes is archaea. Voilà! We have fusion.

A case of throwing the baby out with the bathwater? 

The important point to keep in mind about the picture for fusion is that it is a partial one, based largely on gene data. There are a large number of differences in the general structure of eukaryotic and prokaryotic (archaeal & bacterial) cells that aren’t explained by fusion [Poole & Penny 2001]. However, the major inconsistency is that the picture provided from trees is not the same for the relationship between archaea and eukaryotes, and that of bacteria and eukaryotes [Poole & Penny 2002, submitted]:

  • Margulis’ hypothesis is evidenced from trees. There is now overwhelming agreement that the mitochondria branch is within the bacterial tree, specifically within a subgroup called the alpha-proteobacteria [Lang et al. 1999], and a bacterial origin is also observed for chloroplasts (where photosynthesis takes place in plants and other photosynthetic eukaryotes).
  • Comparisons of relevant genes from eukaryotes and archaea should give this picture also, yet the evidence points to archaea and eukaryotes being very distinct domains.
  • This has strong parallels to the way the Archaezoa case is being treated — if there are no modern groups of archaea that appear to have split from the trunk of the tree of life before the appearance of eukaryotes, should we accept fusion? Stronger evidence was certainly required in testing the origin of the mitochondrion!
  • Another issue has to do with missing links. If the disappearance of the missing links (the Archaezoa) is used to suggest fusion, it is surely just as reasonable to argue against fusion on exactly the same grounds — there are no intermediates between eukaryotes with mitochondria and the archaea. For example, we don’t see examples of archaea with mitochondria in them, or archaea with nucleus-like structures.

With perhaps a couple of billion years separating the divergence of archaea and eukaryotes, it would be incorrect to require that the archaeon in the fusion must have been just like modern archaea. This cuts right to the heart of the problem — there is no inherent requirement that evolution leaves behind a series of intermediates for us to use to piece together the different evolutionary trajectories of archaea and eukaryotes. As with Chinese whispers, the end point may be very different from the starting phrase, but with evolution, all we have to look at is a number of different endpoints, from which we can only guess at the starting phrase!

While the specifics of the Archaezoan hypothesis are most probably wrong, it should not be thrown out completely. Explanations of eukaryote origins by fusion or via Margulis’ original scenario each suffers from the disappearance of intermediate forms, but this is expected. As Stephen Jay Gould had often said, evolution results in bushes, not ladders.

A number of researchers [Forterre & Philippe 1999; Andersson & Kurland 1999; Penny & Poole 1999] maintain that the data for fusion can be reconciled with Lynn Margulis’ endosymbiotic theory and Carl Woese’s three-domain tree. Indeed, David Penny and I have argued that fusion does the worst job of explaining the available data [Penny & Poole 1999; Poole & Penny 2001]. For instance, fusion doesn’t fit with the hypothesis that some eukaryote features, which have since been lost in archaea and bacteria, actually date back to the LUCA (see Jeffares & Poole 2000).

What it very tentatively implies is that archaea and eukaryotes may have shared a more recent ancestor than either shares with bacteria, as is often shown in textbooks, but this too is not certain, since the relationships between these three groups is also a point of controversy [see Forterre & Philippe 1999; Pennisi 1999]!

5. Conclusions

We are now entering a very exciting period in uncovering the history of the LUCA — the field has been given a major boost from a broader range of ideas being applied to the problem:

  • Acknowledging the technical challenges with building the tree of life is an important step in the right direction. So is the idea of using the RNA world period in the origin of life for establishing aspects of the nature of the LUCA (see Jeffares & Poole 2000).
  • Despite the deluge of genome data available, it is hard to say whether we will ever actually manage to get a complete list of genes which LUCA possessed. We may pick out certain characteristics, but each needs to be evaluated with extreme care. The minimal genome study of Mushegian & Koonin [1996] demonstrates this and, in its failure, it stands as a strong caveat. Most researchers have toyed with this idea, and many were probably disappointed (then later relieved) that Mushegian & Koonin beat them to it!
  • Horizontal gene transfer is likely to be a factor in confounding such efforts, but it is better to err on the side of caution with respect to how pervasive this is in the history of life. The emerging picture from genome research suggests that not all genes transfer equally easily, and that there may be an ecological underpinning to the nature of gene transfer.
  • The fusion hypothesis has important consequences for the LUCA — if correct, the LUCA must have been like bacteria and/or archaea, because those unique features of the biology of eukaryotes had not yet evolved.
  • The three domain tree that emerged from Woese’s original work permits features of all three domains to trace back to the LUCA while the fusion hypothesis, in its strictest form, does not. Unless an argument for loss of a feature in all modern archaea can be made, it is diametrically opposed to the nature of the LUCA as suggested from RNA world fossils [Jeffares & Poole 2000].

Currently, many major assumptions are being questioned:

  • Were there three domains or two, with the third arising by fusion?
  • Was LUCA prokaryote-like or eukaryote-like or even a mixture?
  • Is the genetic code the only one possible?
  • Was early evolution more reliant on horizontal gene transfer than inheritance?
  • Was there one or more LUCAs?

Each of these questions could easily fill a book, and it has become impossible to cover every aspect of LUCA biology in one article. To the casual observer, the field of LUCA biology looks to be in disarray, with everyone having their own pet theory. This can be exciting, frustrating, and, at times, bordering on the absurd, but above all it is a sign of healthy debate! Many views and varied approaches to the problem means some exciting answers to some fundamental questions about life’s origins are just around the corner…

 

 

  

Saiba como a “Matrix/DNA” Domina os Corpos dos Cães Para Darem uma Mijadinha no Poste

terça-feira, julho | 19 | 2011

Cachorros passeando e prêsos a cordas chegam a arrastarem o dono quando vêm um poste ou tronco de árvore. Levantam a perna e forçam a urina mesmo que nada saia porque já aguaram todos os postes anteriores. Ninguém até hoje decifrou o mistério da atração que qualquer estaca vertical fincada no chão exerce sôbre os cães. Mas com a descoberta da existência da Matriz/DNA e sua fórmula dominando tôda a Natureza à nossa volta, estas cenas e fenômenos que pareciam não terem uma explicação racional estão sendo explicadas racionalmente.

Alguém diria que… saber porque cães são viciados a mijarem nos postes seria cultura inutil. Mas são os detalhes e sinais do mundo no nossso dia a dia como estes que nos fazem entender o mais importante segrêdo responsável pela existência do mundo e a nossa própria existência. O importante aqui não é saber porque cães tem êsse comportamento engraçado, nós podemos viver muito bem sem saber isso, mas vamos sempre ser como cegos sem saber dirigir nosso destino se não conhecer-mos a fonte criadora e mantenedora destas cenas e fenômenos à nossa volta. E para ajuntar informações e ir entendendo essa fôrça modeladora da matéria, a qual é uma fórmula genética vital, precisamos decifrar na fórmula estes detalhes e sinais.

Porque é que a abelha rainha quando vai se acasalar e reproduzir a colméia sobe seis metros acima do solo, paira no ar, emite sons e cheiros chamando os machos, os quais vem acorrendo formando a fila mesmo sabendo que depois do ato sexual vão tombar mortos? Porque como expliquei em outro artigo aqui, assim determina a fórmula da Matriz/DNA, desde quando formou as galaxias, quando fazia com que o astro feminino chamado quasar contendo um buraco negro pairasse no espaço, ao seu lado posicionava o astro masculino chamado pulsar, cujos potentes vulcões ejaculam magma na forma de cometas – os espermatozóides do espaço – os quais são dirigidos ao buraco negro para produzirem novos astros. E feito isso os pulsares tambem “morrem”, pois se transformam florescendo na forma de uma supernova.

Porque uma fêmea réptil dos cyanodontes resolveu pagar o tremendo sacrificio de manter os ovos dentros até criar tôda a parafernália reprodutora que a transformou no primeiro mamifero sôbre a Terra? Porque na sua fórmula a Matriz/DNA apresenta a primeira fase quando os ovos são botados fora e tambem a segunda fase da evolução quando os ovos são mantidos dentro criando uma parafernalia reprodutora. Assim acontece nas galaxias e assim se explica a evolução na Terra que seguiu o mesmo roteiro processual. É importante saber dessas coisas inclusive para ser-mos mais sábios e escolher-mos os caminhos mais vantajosos para nossas vidas.

Por exemplo, agora estou entendendo porque os seres humanos estão sujeitos a tantas tragédias naturais, porque é frágil perante predadores inclusive dentro da nossa própria espécie. Porque, se existe um Deus criador e benevolente conosco, êle deixaria estas coisas que nos torturam acontecer conosco? Eu não sei se existe um Deus como descrevem os cristãos por trás dessa inteligência tôda que vejo no Cosmos, mas a resposta é a mesma que explica o enorme sacrificio heróico da fêmea réptil. A auto-consciência humana é uma nova forma evolucionária da Matriz/DNA que está emergindo agora, ela nasceu ainda ontem na noite astronômica dos tempos, ainda não se estruturou solidificando suas partes e conectando-as na forma de sistema perfeito. E as tragédias se explicam porque tambem a mente humana segue o mesmo roteiro processual da evolução, sendo numa primeira fase como um ovo botado fora e abandonado à própria sorte num ambiente inóspito, mas já tendo garantido pela forma criadora que existirá a segunda fase evolucionaria, que, na verdade, a mente como ôvo nunca foi abandonada e sim se mantem dentro do sistema e quando crescer será mantida e protegida. Como o Sol mantem e protege a Terra que um dia foi um ovo de uma nova estrela abandonado no espaço e hoje é o ovo protegido pelas imensas asas gravitacionais da estrêla que inclusive o alimenta com seu néctar energético. Mas aprendendo que como individuos e mesmo como o conjunto da Humanidade somos um ovo botado fora sujeito a todos perigos é que cada um de nós vai aprender a respeitar, considerar e amar seu irmão de espécie, pois cada um vai entender que apenas unidos numa mesma causa poderemos nós mesmos proteger e alimentar êsse ovo maior que representa nossa Humanidade.

De explicação a explicação de todos êstes detalhes que muitos nunca prestaram atenção é que vamos ajuntando os pedaços do entendimento e aprendendo como funciona a razão do (a) nosso (a) criador (a).

Então… porque os cães não resistem a qualquer estaca fincada no chão deitando raízes nas profundezas da terra? Porque na fórmula da Matriz/DNA existe um eixo rotativo central cujo vórtice basilar é um tronco fincado e deitando raízes na massa, a qual precisa ser reabastecida. Inconscientemente o cachorro está trabalhando como agricultor, cuidando da semente que mantem a existência do mundo que o mantem vivo. Quando a Matriz/DNA construiu as primeiras galáxias, o eixo rotativo central tinha a forma de um cone espiralado cuja ponta inferior se prende à enorme massa de poeira estelar e nessa massa êle se firma. Por exemplo, a melhor reprodução dessa imagem bilhões de anos evolutivos depois foi a imagem do tronco da árvore firmado no solo e estendendo sua raízes nas profundezas. Quando a Matriz/DNA fêz a primeira molécula sistêmica complexa da vida, que foi o par horizontal de nucleotideos como unidade fundamental de informação no DNA, ela fêz como tronco o àcúcar que fica prêso na haste do DNA e a poeira estelar ela fêz com as moléculas de fósforo que ligam estes açucares.

Mas em tôdas estas representações da mesma fórmula universal se detecta uma Lei Natural, à qual vou assim tentar definir:

“Massa e energia degradada deve ser conduzida ao eixo do sistema para ser reciclada.”

E a urina, assim como as fezes são massas degradadas. Nas galaxias essa massa degradada é a poeira estelar. Estás começando a entender os cachorros?

Essa “lei”’ é uma fôrça invisivel que paira no ar modelando o nosso meio-ambiente, mas ela tambem existe dentro de todos os seres vivos, pois ela está inscrita no DNA, inclusive, dos cachorros.
Os cães não sabem porque fazem isso, nem se recordam que andaram fazendo isso nos troncos anteriores. Na ausência de um intelecto forte, ou de uma mente como a humana, a Matriz/DNA, na sua forma de sistema fechado domina e controla todos os objetos e corpos dentro da galáxia. Exatamente como o famoso filme “The Matrix”, os corpos inclusive vivos, vivem uma realidade virtual comandada por uma Matriz Universal.

Mas para entender bem isso é bom ver a figura da “mente” e a figura da face da Matriz, no seu aspecto de sistema fechado:

A mente-software da Matriz/DNA na forma de sistema fechado

O corpo-hardware da Matriz/DNA como galáxia,célula e nucleotideo

O eixo da Matriz/DNA é a Função 1 no esquema de sua parte “mental” e é o “Quasar” contendo um “Buraco Negro” no esquema de sua face física. A matéria degradada é melhor vista na figura azul, quando na Função 7 o correspondente cadaver estelar está se decompondo. Observe como a matéria degradada é conduzida para o vórtice.

Observe agora a figura da Matriz/DNA e procure aprender a raciocinar sôbre ela com a seguinte questão:

- “Porque os ossos enterram os cachorros?!”

Hã?… glup… não repare não que tôdo filósofo maluco vive aprontando estas trapalhadas. Ainda ontem ( eu tenho dois telefones celulares) quando estava estudando precisei ligar rápido para a companhia mas apertei o numero do meu outro celular que tocou no meu bolso. Peguei o celular do bolso e atendí perguntando: “Quem é?” Aí percebí que no celular da mão esquerda haviam atendido o chamado e então perguntei: “É da Golden Lincoln?”…). Aqui eu queria perguntar o seguinte:

- “Porque os cachorros enterram os ossos? E muitos animais enterram fezes e alimentos?!”

A resposta é a mesma lei natural acima. Êles estão sendo dirigidos, obedecendo a fôrça da Matriz/DNA Universal. A qual necessita que seu sistema-fórmula seja sempre reabastecido com qualquer coisa degradada de seu próprio corpo que sirva como combustivel para o sistema se reciclar e sobreviver eternamente.

Aprendendo O Inglês Real e Usado Aqui: Jerk e Geek

quarta-feira, julho | 13 | 2011

Jerk:

“A jerk…is a man (or woman) who is utterly unable to see himself as he appears to others. He has no grace, he is tactless without meaning to be, he is a bore even to his best friends, he is an egotist without charm. All of us are egotists to some extent, but most of us–unlike the jerk–are perfectly and horribly aware of it when we make asses of ourselves. The jerk never knows.”

Tradução: “Um jerk… é uma pessoa incapaz de se ver a si mesma como ela parece às outras. Ela não tem graça (como se nêste mundo estúpido e todo errado eu andasse procurando graça inutil nas pessoas…) , ela é ou não tem tato para coisas significativas, ela é aborrecida mesmo para seus melhores amigos, é uma pessoa egoísta sem charme (êste “sem charme” é inutil aqui. Basta ser egoísta e não quero saber mais nada).Todos nós somos egoístas em alguma extensão, mas a maioria de nós – diferente do jerk – estamos perfeitamentente conscientes de quando fazemos nosso egoísmo. O jerk nunca sabe.

O que é “geek”?

(Êste espaço é seu)

Uma Cientista que Gosta de Uma Minhoca Aprende a Pensar Como Minhoca e a Falar Com…

domingo, junho | 26 | 2011

… leigos como eu, que só entende a Ciência quando explicada assim, com humor e de maneira fácil. A Dra Bargmann passou 24 anos de sua vida estudando os neuronios de uma espécie minuscula de minhoca, menor que um milimetro, a C. Elegans. Publicada no New York Times a notícia fomentou interessante debate entre os prós e os contras. Vale a pena patrocinar tais pesquisas? Mas como vamos um dia entender o cérebro humano se não começarmos pelo estudo dos neuronios de minhocas? O debate continua na seção comentários do artigo online, e eu, representando a cosmovisão da Matriz/DNA que sugere explicações surpreendentes estou participando sob o pseudônimo de Austriak727. (Veja o artigo em

http://www.nytimes.com/2011/06/21/science/21brain.html?pagewanted=1&_r=2

In Tiny Worm, Unlocking Secrets of the Brain

Mas a doutora parece que exagerou na sua heróica missão pois ela mesmo diz: “ O Dr. Horvitz me disse que a minha melhor qualidade como cientista é que eu consigo pensar como uma minhoca.”
Isto é o que eu chamo de método cientifico reducionista na sua extrema expressão. Mas o Dr. Horvitz, chefe do laboratório, explica: “Cori Bargmann é talentosa além de conseguir pensar como uma minhoca. Ela pode pensar como poucas pessoas de uma maneira rigorosamente criativa, e assim ela tem repetidamente desenvolvido novas maneiras de abordagens aos problemas.”

A C. Elegans tem sido cada vez mais apreciada nos estudos de laboratório devido ela conter os principios do que os animais superiores e o homem contem nas suas formas mais simples. Por exemplo, enquanto o cérebro humano tem bilhões de neuronios e trilhões de conexões entre eles, a minhoca tem apenas 302 neuronios e cerca de 8 mil conexões. Ela se alimenta de bactérias que consomem principalmente plantas e corpos putrefatos. A doutora descobriu uma série de novidades que interessam a cientistas de muitas outras áreas. Por exemplo, a C. Elegans é cega e seu mundo é guiado pelos cheiros. Se ela é cega como ela detecta onde está uma bactéria, sua comida? Ora ela se especializou em identificar o cheiro da comida das bactérias, os aromas da putrefação. Claro, se você quizer encontrar macacos vá onde estão as bananas.

Foi quando o artigo mencionou esta novidade que a Matriz/DNA se remexeu nas galáxias e cutucou meu cocuruto mandando mais uma inspiração e não resistí à tentação de entrar no debate… graças à complacência do pessoal do New York Times que a tempos tolera a minha luta pela Matriz.

A Matriz/DNA se despertou devido ao seguinte texto do artigo (não meta o pau na minha tradução, eu fiz o possível… e aproveite para exercitar seu Inglês corrigindo meus êrros) :

“She found that worms with a mutation in a gene called odr-10 could not smell diacetyl,
“Ela descobriu que minhocas que têm uma mutação num gene chamado odr-10 perdem a capacidade de sentir o cheiro de diacetyl,

a chemical that gives butter its odor and is produced by a bacterium that is a favorite worm food.
uma molécula química que dá à manteiga o seu odor e é tambem produzida por uma bactéria que é a comida preferida da mandioca… digo… da minhoca.

The odr-10 gene, which makes the odor receptor protein that detects diacetyl, is active in neurons that guide the worm toward a scent.
O gene odr-10, o qual produz a proteina receptora do odor que detecta diacetyl, é ativo em neuronios que guiam a mandioca… raios,… a minhoca, na direção do cheiro.

Dr. Bargmann switched things around so that odr-10 was expressed only in a neuron that detected scents repulsive to the worm.
A Dra. Batman… quer dizer, Bargmann, misturou as coisas de maneira que sómente o odr-10 era expressado num neuronio que detecta aromas repulsivos à minhoca.

These worms backed away from the buttery odor, showing that it is not the odor receptors but the wiring of the nervous system itself that determines whether the worm deems an odor delicious or detestable.
Estas minhocas fugiram longe do cheiro do Ministro Manteiga,… glup… da manteiga, mostrando que não são os receptores de odor mas sim a rêde de fiação de conexões do sistema nervoso que determina que a minhoca julgue se um aroma é delicioso ou detestável (é assim que vai se aprendendo a pensar como minhoca. Conheço um cara que não pensa nada mais do que em sexo, não sei porque. A unica informação que tenho é que o unico neuronio bom que lhe restava desceu para a cabeça de sua minhoca de estimação…).

This was a surprising result because most people thought that sensory information was perceived as neutral, with the brain deciding
Êste foi umresultadosurprfeendente porque a maioria dos cientistas pensavam que a informação sensórea fôsse percebida como neutra, como cérebro decidindo

later from the context whether it was good or bad.
mais tarde desde o contexto se ela é boa ou ruim.

Some scientists said that only worms behave this way,
Alguns cientistas disseram que sómente minhocas se comportam dessa maneira (e daí?! Temos que respeitar as culturas dos outros, não é? Se esse comportamento é aceito pelo consenso geral e tornado legal pela constituição suprema na civilização das minhocas, nada temos que meter o bedelho no meio…),

but the same result was later obtained in mice.
mas o mesmo comportamento foi mais tarde descoberto nos ratos.

Mas é aqui que reside uma beleza incomensurável na Natureza que só os loucos pela Natureza sabem ver e apreciar. Esta palavra, diacetyl, iluminou de repente uns neuronios na minha cabeça. Acontece que tempos atrás na pesquisa quando desenvolvia os modelos da Teoria da Matriz/DNA trombei com esta molécula e tive que estuda-la mais a fundo. Procurava resolver o mistério de como a Natureza inventou, onde ela foi achar a idéia, de fazer com que o primitivo RNA construísse uma cópia de si mesmo mas com rotação oposta e pondo-a em paralelo saindo-se com o genial DNA. Foi quando descobrí que o RNA é o representante biológico apenas da meia-face esquerda da Matriz, mas como no circuito o fluxo de informação vai de baixo para cima no lado esquerdo, basta continua-lo no espaço de átomos ao caos que ele os organiza e constrói uma cópia e a coloca ao lado direito, quando o fluxo vem de cima para baixo. Isto resolvia um dos maiores mistérios da Ciência: o problema que os quimicos conhecem bem e é chamado quiralidade. Você põe sua mão aberta e com a palma virada para um espelho e verás a imagem refletida no espelho. Assim, as mãos humanas são talvez o mais universalmente reconhecido exemplo da quiralidade. A mão esquerda nunca se produz no espelho como a imagem superposta da mão direita; não interessa como as duas mãos são orientadas, é impossível fazer com que as maiores caracteristicas das duas mãos coincidam. Eu girei de todo jeito na frente do espelho, fiquei de cabeça para baixo plantando bananeira, fiquei de quatro e passei a mão pelo meio das pernas para ver se enganava o espelho, perdí o equilibrio e quebrei quatro espelhos – tudo em nome da Ciência – mas nunca o conseguí. Assimetria é o nome disso.

E o que tem a ver o tal diacetil, a substância que dá aquêle gôsto na manteiga, com a quiralidade e a minhoca? Tudo. Acontece que a Natureza antes da origem da Vida produzia todos seus sistemas contendo moléculas com sentidos de rotação direito e esquerdo. A matéria inanimada é formada pelos dois opostos sem problema. Mas quando chegou na hora de começar a fazer os seres vivos… ela só pegou as moléculas esquerdistas. Todas as moléculas em nosso corpo são “left-handed”, como dizem os inglêses. Enquanto isso, tôdas as moléculas direitistas são tóxicas, venenosas para nós. E o grande mistério que tira o sono dos cientistas ainda hoje é: “Porque? Não faz sentido!”

A Teoria da Matriz/DNA matou a charada: representando o lado esquerdo da fórmula da Matriz, as moléculas à esquerda representam o fluxo de energia/informação no seu estado de crescimento, construção. No lado esquerdo da Matriz está a metade do período da vida em que o corpo cresce e se desenvolve. Vai do Buraco Negro na Função 1 ao Pulsar na Função 4. A partir daí a energia começa a decair em qualidade, tem inicio a entropia, que é a degeneração do corpo. Ora, a Vida foi iniciada para evoluir e não parar no primeiro ser vivo, na primeira célula completa. Se os sistemas vivos possuissem as duas metades, a primeira célula teria ficado patinando sem sair do lugar, jamais evoluiria para coisa alguma. Estaria repetindo o circuito de sistema fechado do nosso ancestral LUCA, que é um fim em si mesmo, como a Matriz foi no estado das galáxias. Por isso as moléculas direitistas representam a morte para nós. Tu tá pensando que a Natureza é burra?

Mas agora vamos ver como matei a charada da minhoca no New York Times. O diacetil é uma molécula “aquiral”. Apresento em algum lugar aqui sua figura, dê uma olhada.

Do lado esquerdo temos o H3 vindo primeiro como na mão esquerda está o dedo mindinho. O C vem depois como o dedo polegar. Mas no lado direito, apesar dos mesmos elementos se repetirem, o C vem primeiro e o H3 vem depois. É a alma de ums sistema fechado que contem sua morte préviamente estabelecida em si mesmo. Mas para piorar as coisas, ao invés da costumeira ponte de hidrogênio ligando moléculas, aqui vemos uma ponte com dois oxigênios. Ora, o oxigênio, com sua configuração de 12 átomos, já foi identificado pela Matriz como o agente na nossa biosféra que representa o circuíto total e duplicado de sistema fechado. Por isso êle oxida tudo. Então, o fator entrópico, ou seja, a meia-parte do circuito que leva os corpos à degeneração é expressado duas vêzes no diacetil, e assim a parte esquerda é dominada, recessiva. Sendo um agente da morte, o diacetil não admira ser um veneno potente para nós. Sei de casos nos USA onde trabalhadores na industria de manteiga adoeceram por inalar demasiado diacetil e demandaram as empresas na justiça. E tambem, se a Matriz estiver correta, o diacetil deve ter como habitat natural todo lugar onde exista predominancia do processo degenerativo. A Dra. Bargmann confirmou as previsões da Matriz ao revelar que uma bactéria que se alimenta de matéria putrefata produz o diacetil. Pronto!

Porque a minhoca corre na direção de onde ela sente o cheiro de diacetil se êle faz mal aos seres vivos? Se é um aroma da putrefação? Ora, o cheiro da bôrra de vinho nos engenhos é quase insuportável. Mas o bom viciado em tomar vinho sempre corre na direção de onde êle sente o cheiro da bôrra… porque ali deve ter vinho. Nem bebado êle come a bôrra, assim como a minhoca, mesmo que a Dra. Bargman surrupie alguns de seus neuronios, não ingere o diacetil.

A minha segunda mensagem no debate foi devido a necessidade de ampliar o horizonte dos debatedores além do foco na minhoca e cérebro humano. Muitos oposicionistas acham que estamos desperdiçando dinheiro ao sustentar tais tipos de pesquisa. Ou seja, não vamos aprender sôbre o cérebro humano, que é o que nos interessa, estudando minhocas. Ledo engano.

A minhoca não possui um cérebro estruturado como o nosso, que reune todos os neuronios num só lugar. Ela possui os 302 neuronios espalhados pelo corpo todo formando apenas um sistema nervoso. Acontece que êstes micro-organismos foram nossos ancestrais. A evolução do nosso cérebro passou por êles.

A evolução no sentido sistema nervoso/cérebro pode ser comparada à evolução da blastula no sentido do embrião. Primeiro, nos iniciais estágios da gestação as células se multiplicam praticamente iguais formando uma bolota, onde elas parecem estarem distribuidas caóticamente. Mas alguns meses depois verificamos que daquela bolota começou a diferenciação celular e a formação de órgãos até chegar ao feto, ao embrião. Pois o sistema nervoso dêstes animaizinhos estão para o cérebro humano como a blastula está para o embrião.

Sabemos que a força misteriosa que estava nas células e produziu tôda sua evolução foi um comando de instruções em código denominado DNA. Então é racional que procuremos no sistema nervoso da minhoca um comando de instruções em código orientando-o na direção da formação de um cérebro. Ora, é o mesmo DNA. Mas como?!

Na blastula tem o DNA com instruções para fazer o embrião porque o DNA veio de alguem que foi uma blastula um dia e evoluiu para embrião. Portanto êsse DNA tinha o processo registrado como numa memória. Como poderia o DNA da minhoca ter registrado em sua memória um tipo de cérebro que só apareceria nos animais superiores, milhões ou bilhões de anos depois?

O cérebro humano tem cêrca de seis ou sete regiões, seis ou sete tipos de órgãos ou glandulas: pituitária, o hipocampo, etc. Cada uma é uma ferramenta biológica representando uma das seis ou sete funções universais tal como está na fórmula da Matriz. O cérebro foi desenvolvido a partir de um sistema celular, cujas seis ou sete organelas já representam estas funções sistêmicas. Então o cérebro nada mais é que uma construção da Matriz, ou seja, o ápice aqui nestas regiões do Universo da Evolução Universal. Êle já estava programado na Matriz desde as origens desta. Ora, e a Matriz está na memória do DNA. Entendeu?

Mas a Matriz vem de algo ou alguem que existia antes e gerou êste Universo. Talvez o cérebro humano já estivesse programado no precário sistema nervoso da minhoca porque o sistema nervoso da minhoca imita a forma de blastula que existiu no passado do cérebro dêsse algo ou alguem. Queres chamá-lo “Deus”? E porque não?

Humans can sense the Earth’s magnetic field-

quinta-feira, junho | 23 | 2011
Humans might be able to innately detect Earth’s magnetic field without even realizing it, thanks to a compound found in our eyes. Or we may have been able to do so some time in the past.
Plenty of animals are known to be able to perceive geomagnetism, using it to navigate and even to hunt their prey. Proteins called cryptochromes, which exist throughout the plant and animal kingdoms, lend several species this ability. The proteins are related to the circadian rhythms of animals and plants, and recent studies have shown it apparently enables light to serve as a geomagnetic locator.
Electrons in cryptochrome molecules come in entangled pairs, and the Earth’s magnetic field may cause one of the electrons to wobble. A chemical reaction in response to the wayward electron’s altered spin lets birds see magnetic fields in color, according to a theory published last summer.
But as far as researchers thought, cryptochrome doesn’t do much to help us orient ourselves, hence why people have to rely on celestial objects, known landmarks and GPS to figure out which way is north.
But a new study suggests the protein could actually express itself in the retina to help detect geomagnetism. Neuroscientists at the University of Massachusetts took a human version of cryptochrome 2, and inserted it into fruit flies that lacked their own version. The fruit flies’ magnetic perception was restored, as Wired Science reports.
It may not work this way anymore — there are not exactly voluminous reports of humans navigating simply by peering at magnetic field lines — but it could have proved valuable in helping our earliest ancestors navigate, according to researchers who spoke to Wired. Maybe someday researchers will figure out how to exploit this ability once again, and you won’t need that GPS function in your smartphone after all.
The study is reported in today’s issue of Nature Communications.

Novo Ataque da Seleção Natural Darwiniana: 30.000 pessoas expulsas de um site de namoro por serem “feias”!

domingo, junho | 19 | 2011

 

 O  jornal Guardian, da Inglaterra (veja link abaixo para a notícia) diz que o site BeautifulPeople.com está pagando U$ 112,000 para 30.000 pessoas saírem fora, porque no sistema de voto dêles, foram consideradas “não-bonitas”. Eu não aguentei a deixa e postei um comentário na discussão do jornal que segue o artigo (veja o comentário sob o pseudonomo  TheMatrixDNA,  logo aqui abaixo)  

http://www.guardian.co.uk/lifeandstyle/2011/jun/20/dating-website-beautiful-people-members?commentpage=last#end-of-comments

Tudo bem, não tenho nada contra, cada qual é livre para fazer o que quiser e escolher com quem quer ter relacionamentos. Mas acho que o resto do povo deveria obter a lista total dêstes participantes e tratá-los da mesma maneira: “ Ok,você não me quer por perto. Tambem não vou querê-lo(a) por perto. Não vou fazer negócio nenhum, nada contigo. Somos nós que fazemos as casas onde você precisa morar. Em qualquer restaurante justo agora os ”bonitos” estão nas mesas rindo e sendo servidos pelos não-bonitos que estão a 10 ou 12 horas escravizados no calor insuportável da cozinha e sob a tirania dos regulamentos da casa. De agora em diante não trabalho em nada que teinclua como beneficiário(a),  vá arregaçar as mangas, fazer buraco e bater cimento para fazer sua casa e vá para a cozinha fazer sua comida.”

O problema do povão se submeter a ser escravo voluntário de quem não gosta dêle não é porque o povão seja dependente do cérebro dos ricos. Nêste caso, por exemplo, o povão, principalmente as empregadas domésticas, as balconitas, os mecânicos, construtores, enriquecem e sustentam uma grande corja de parasitas, celebridades das futilidades,  etc.,  que exploram os atuais valores psicológicos relacionados à aparência física. Porque isto ocorre? Porque a razão humana e sua inteligência é ludibriada produzindo êste final resultado onde ela prejudica o seu próprio corpo físico, condenando-o à submissão social, à pobreza, ao trabalho torturador que canaliza sua produção aos parasitas?!  

A explicação vem dos sistemas termo-dinâmicos, nossos ancestrais. O povão não evoluiu mentalmente ainda. E a  mente na sua infância  é fácilmente subjugada pelo corpo físico e suas propriedades. A maioria dos comportamentos do povão é dirigido, produzido, pelas leis e fôrças naturais primitivas que regem os átomos que constituem seus corpos e estes comportamentos emergem na forma dos instintos irracionais. E no mundo dos nossos ancestrais que erraram se constituindo em sistemas fechados, dos átomos e galáxias, a partícula opaca – elétrons e planetas – giram em torno da partícula altamente energética situado no nucleo: o proton, uma estrêla. Êste evento no passado está registrado na memória dos DNAs de todos os sêres vivos, e quando os genes que o registram são expressados, a repetição dêste evento torna-se um imperativo sob o comando do inconsciente DNA. 

Espécies mais primitivas ainda demostram esse fenômeno com muita clareza: observe as mariposas virem da liberdade de vôo no espaço escuro fora de uma casa para caírem em órbita em volta de uma luz, uma lampada acesa, até morrerem. É uma luz artificial, falsa, mas ficam hipnotizadas, não conseguem fôrças mentais para se libertarem e salvarem suas próprias vidas. O intelecto não bem-formado é subjugado pelas leis físicas dos átomos que constituem um corpo. A Maria, uma coitada que nasceu de uma familia pobre na zona rural, que ficou com o corpo desajeitado por ter puxado enxada na infância, que se tornou empregada doméstica, cede tudo o que pode de si para viver em volta de um Elvis Presley ou de uma Xuxa Meneghel, e apesar de ser uma pessoa com tanta potencia quanto êstes dois,  ela se resigna a viver como as sardinhas que vivem à beira da bôca do tubarão predador para se contentar pegando as migalhas de sua comida. No s eus poucos momentos de folga ela fica sentada no sofá e hipnotizada pelos galãs da novela ou do show de cantores e ainda tira parte de seu minguado salario para destinar aos bolsos de tôda a quadrilha de parasitas que produz essa   televisão. Como vamos salvar estas marias e josés da vida? Como vamos ajudar a evolução universal resgatando êstes cérebros em corpos escravizados e impedidos de evoluírem?

A órbita em tôrno da luz que foi uma propriedade marcante na existência dos nossos ancestrais átomos e estrêlas era um imperativo da organização dos sistemas naturais egoísticamente fechados em si mesmos,  mas protons e estrêlas são autênticas fontes de luz natural. Essa propriedade ficou registrada no DNA quando surgiu na Terra, foi fazer parte do DNA-lixo, mas em algumas espécies estes genes ainda se expressam com tanta fôrça a ponto de confundirem luz falsa como sendo natural. A espécie humana é uma destas e a Globo, assim como os magazines e produtores de moda sabem disso e como vampiros, não perdem a oportunidade de chupar o sangue dos erráticos.

A flagrante órbita do povão em volta de “celebridades televisivas”, o fato de que nos setores de vendas e serviços relacionados a produtos supérfluos ou que vendem falsa ilusão só serem selecionados pessoas de “boa aparência no sentido sexual do têrmo”  e com  muito mais privilégios do que seus enfeitiçados adoradores obtem pelo seu trabalho árduo sem privilégios, tudo isso é derivado do estado ainda infantil da mente do povão subjugada às leis físicas primitivas. No movimento “a Grande Causa da Humanidade” que busca a sociedade perfeita para todos que estamos lançando baseados na cosmovisão daMatriz/DNA vamos analizar êsse mecanismo da hipnose pela falsa luz e buscar o meio de acabar com isso. Enquanto isso não podemos deixar passar nenhuma oportunidade de dizer ao povão o quanto são burros e aos “bonitos em relação aos valores sexuais” o tipo de karma que estão arrumando para suas cabeças ao se aproveitarem das fraquezas dos filhos de Deus.

O comentário que postei no jornal:

20 June 2011 1:10AM

Ok. This site is a tool for Natural Selection, sexual selection.

Einstein, Darwin, Margareth Thatcher, Joanna D’Arc, etc., cannot participate. They were “ugly”.

What kind of human beings’ race and social system will be in the future, if this site goes ahead? I think it will be The Brave New World, under The Big Brother.

“ I am a Beta, I am beautiful and happy…”.

 Yes and purely stupid also…

Never a beautiful person made something proper to genius. Do you know even one? Please, tell me. Because beautiful people are devoted to futile things. Their life is atracted to fashion, sexism, etc. And for to produce something big like a genius a person need to apply the totality of his/her energy and mind.

So, if we want to save Humanity from the mental slavery in the Admirable New World, we need immediately to launch a website where only a high Q.I. could enter for dating.


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