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Sinapses: Exemplo de prévios design?

quarta-feira, setembro 6th, 2017

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Quando a NASA publicou a foto mais profunda do Universo, muita gente confundiu-a com a imagem do interior do cérebro, pois são quase iguais. E alguns disseram: ” O Universo parece um cérebro!”. O que diriam agora estas pessoas se soubessem o que acabo de descobrir, que as sinapses entre neurônios são evoluções de interações entre astros celestes? Talvez diriam: ” Parece que o Universo também pensa!”

Como a Natureza inventou esta extraordinária engenharia que são as sinapses, devido `as quais nos podemos pensar? As sinapses neuroniais são a base da mente, da consciência. Então a consciência existe como mero produto do acaso, ou existe um Universo tunelado para produzir consciência, a qual já estaria programada a acontecer desde antes do Big Bang?

Agora – quando pesquisadores procuram conhecer as origens e evolução das sinapses – descobrimos que as esponjas, que ainda não tinham nem sequer um sistema nervoso, já tinham os genes ( ou seja, as informações), que mais tarde vieram ser os genes das sinapses (veja links e o texto abaixo). Como a acadêmica visão de mundo explicou isto? Que aqueles genes deveriam estar produzindo outra coisa ( a qual não sabem qual seria), e na evolução foram selecionados quando sua função ficou obsoleta e passaram a executar outra, ou sofreram alguma mutação por acaso. Sim, se os genes estavam la’ é porque estavam com alguma função, pois o DNA não contem genes sem função. E’ possível que a teoria acadêmica esteja correta, e se sim, o sistema nervoso teria surgido por puro acaso, tudo teria começado quando um gene sofreu uma mutação por erro de transcrição e ao invés de fazer sua função passou a fazer outra, a qual justamente iria criar a nossa capacidade de pensar… segundo a teoria acadêmica. Ou não, pois ainda tem gente que não evoluiu mais que o inexistente cérebro das esponjas, pois não param para pensar…

SpongeColorCorrect.jpg

Esponjas (poríferas)

Mas existe outra teoria que acho mais racional ( a qual, segundo a teoria acadêmica, surgiu no meu cérebro por mais uma mutação ao acaso). Para todas as questões sobre qualquer fenômeno e eventos naturais ela tem uma explicação extraída de seus modelos e formulas. Então vamos consultar estes modelos perguntando:

“Existia algum mecanismo/processo no ancestral sistema astronomico onde uma peça tinha a função de ejectar informação, como é o mecanismo dos neurônios ejetando informações pelas sinapses?”

E a resposta da Matrix/DNA é: ” Sim: a F1 e a F4, ejectavam corpos que eram informações para construir as peças e reproduzir o sistema. Portanto, o fenômeno que hoje denominamos de “sinapses” é mera continuidade evolutiva de um especifico mecanismo dos sistemas naturais, dentro da evolução universal. Como pode ser visto nestas representações da formula:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

A Matrix/DNA sugere que sistemas são produtos da evolução cosmológica e elabora modelos dos mais complexos sistemas astronômicos sugerindo similar. Então ela indica que idades com sistemas biológicos.  Então ela sugere nestes modelos que já existiam mecanismos, processos, fazendo estas funções de emitir objetos como sinais carregando informações de uma peça para outra. Ora, se isto for correto, os genes com estas informações tinham que ter sido inseridos nos primeiros sistemas biológicos que eram ainda protótipos, ensaios, do que viria a ser a reprodução final do sistema ancestral. “Afinal – conjectura a teoria – babys não tem bigodes porem os genes para produzi-los estão la’ desde a fecundação.”

Então, segundo a Matrix/DNA, para a qual este Universo ‘e como a placenta dentro da qual esta’ sendo gerado um embrião na forma de sistema universal auto-consciente, num mero caso de reprodução genética, a presença da consciência aqui já estava programada antes do Big Bang.

Informações em:

https://www.hindawi.com/journals/aai/2010/845723/

Constraints of Biological Neural Networks and Their Consideration in AI Applications

” …  While the functional evolutionary origins of synapses are unclear, recent studies have demonstrated that the genes required to produce proteins necessary for synaptic transmission are found in the genomes of sponges, which lack nervous systems [7]. Therefore, it is probable that synaptic transmission has its origins in exploiting proteins produced for another purpose. While synaptic processing is responsible for the successful functioning of animal nervous systems, it is developed from evolutionary modification of a “best available” solution, and in some cases may be constrained by the slow transmission rates of the process.”

A Post-Synaptic Scaffold at the Origin of the Animal Kingdom

http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0000506

“Highly conserved protein interaction motifs and co-expression in sponges of multiple proteins whose homologs interact in eumetazoan synapses indicate that a complex protein scaffold was present at the origin of animals, perhaps predating nervous systems. A relatively small number of crucial innovations to this pre-existing structure may represent the founding changes that led to a post-synaptic element”. …. The core potential for evolving synapses in sponges may extend to other types of junctions. As metazoan cell types emerged, both orthologs and paralogs of the genes found here became components of junctions other than synapses as well. Therefore, the set of protosynaptic genes (as well as other genes) might be viewed not as prototypical with regard to synaptic junction evolution, but as a set of genes capable of giving rise to a diversity of junctions.

Wikipedia: Sponges

” Sponges contain genes very similar to those that contain the “recipe” for the post-synaptic density, an important signal-receiving structure in the neurons of all other animals. However, in sponges these genes are only activated in “flask cells” that appear only in larvae and may provide some sensory capability while the larvae are swimming. This raises questions about whether flask cells represent the predecessors of true neurons or are evidence that sponges’ ancestors had true neurons but lost them as they adapted to a sessile lifestyle.”

(neurônios,sinapses,cérebro)

Surpreendentes Propredades Descobertas na Água Comum, e Apenas Agora!

domingo, abril 3rd, 2016

Sistemas: A Plasticidade nas Expansões `a Complexidade e nas Introspecções `a Simplicidade

sábado, março 19th, 2016

Para entender as fantásticas habilidades que vem da incrível complexidade do cérebro humano, e para entender porque um microscópico virus tem a força para derrubar um elefante, e` preciso antes entender este assunto.

O estado ideal de máxima perfeição da formula MatrixLight/DNA para sistemas naturais ( sistemas como o cérebro e o virtual) é sua forma de sistema fechado em si mesmo, como na figura abaixo:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

Mas esta forma da formula pode mudar dependendo da situação do sistema em dado tempo e ambiente. Assim, uma função pode se desdobrar em duas ou mais partes, como pode ser omitida e ficar potencialmente latente dentro das outras funções/partes. Por exemplo, a função 1 nesta forma da formula executa uma função cujo processo pode ser dividido em processos menores. Ela recicla, ela mistura, ela bombeia, ela gera um estado da matéria no inicio do processo, este estado e’ alterado no prosseguimento do processo, etc, o processo inteiro e’ uma soma de vários processos menores. Então, para fazer o corpo humano, esta função 1 foi dividia em varias partes: o coração, apenas para bombear; o estomago, apenas para processar a matéria.

Este desdobamento de uma função torna o sistema mais “complexo”. Pois varias novas intervenções tem que surgirem, como os canais de ligação entre estas duas partes, diferentes substancias para interação entre as duas partes, etc. Por isso, por exemplo, o cérebro humano parece tao complexo.

Mas o contrario tambem pode acontece, quando uma função não é necessário no inicio ou na vida toda de um sistema e ela fica encubada dentro do fluxo de informações que desponta nas outras parts que foram expressadas. E a cada função universal – que são sete na forma da formula ideal – que for sendo suprimida da necessidade de se manifestar materialmente, o sistema caminha mais na direcao da redução para a simplicidade. Isto até chegar ao estado da formula apresentar apenas uma parte – a F1 – que seria a singularidade total, e que suspeito ter sido a primeira forma manifestada, dois bits quânticos com spins opostos, na forma de um torvelinho em espiral. Naquele turbilhão quântico, se observar-mos bem, já estão ali funcionando as sete forças naturais e nos seus estados opostos entre si, que mais tarde evoluíram para as propriedades vitais. E essa simplicidade quase absoluta ainda se reduz mais, chegando ao ponto do estado de uma onda de luz – a qual resume estas sete forças nas suas sete diferentes frequências/vibrações.

 

Então, por exemplo, se você se deparar com um artigo cientifico que diga o seguinte:

The interaction between a neurotransmitter and its receptor is “much more complex than previously thought,  Uncounted billions of nerve impulses fly around through our brains all the time, but the way they travel seems like a kludge. Each nerve ending hits a gap called a synapse. To cross the gap, chemicals have to be wrapped in a membrane-lined vesicle, sent out into the gap, picked up by the next nerve cell, unwrapped, and converted into an electrical pulse. It happens really fast, but why the complexity? Why can’t the electrical signal reach out and continue on the next neuron? Synapse transmission seems overly complex, but one can’t criticize a system that works at lightning speed.  (See more at: http://crev.info/2016/02/lightning-fast-brain-explored/#sthash.kRqRx5kE.dpuf )

Tradução: A interação entre um neurotransmissor e seu receptor é “muito mais complexa do que previamente suposto”. Incontáveis bilhões de impulsos voam em círculos e através de nossos cérebros todo o tempo, mas o modo que eles viajam parece como um caos. Cada final de nervo atinge um abismo chamado sinapse. Para atravessar o abismo, elementos químicos tem que serem embrulhados numa membrana alinhada como uma vesícula, enviado fora do abismo, pego pela próxima célula nervosa, desembrulhado, e convertido num pulso elétrico. Isto acontece realmente muito rápido, mas porque esta complexidade? Porque não pode o sinal elétrico atravessar e sair fora e continuar para o próximo neurônio? Transmissão por sinapses parecem muito simples, mas ninguém deve criticar um sistema que trabalha `a velocidade da luz.

Os cientistas perguntam porque a complexidade, se isto poderia ser feito de maneira muito mais simples, no entender deles. Mas eles não conhecem a formula, e como você a tem aqui, infelizmente para você e para mim, nos podemos ir `a frente dos cientistas no entendimento desta questão. ( infelizmente porque são eles e não nos que podem transformar o conhecimento teórico em objetos práticos e uteis `a humanidade).

Basta olhar a formula e entender que na verdade, onde estão aquelas setas entre as partes manifestadas, na verdade não existem setas naquele trecho, e sim as partes rolando naquele trecho como a Terra rola em volta do Sol, mas enquanto as partes rolam, elas estão se transformando, crescendo pelo processo do ciclo vital. E quando um impulso elétrico esta se movendo no meio do abismo, é o corpo que esta sendo carregado com todas suas informações, e informações que estão sendo alteradas. Alteradas para chegar na próxima célula que não é igual a célula anterior que emitiu o sinal: esta já representa uma nova parte/função que é mais crescida, mais madura. Ora, se o pulso elétrico tivesse atravessado o trecho do abismo como querem os cientistas, da mameira mais simples, sem se modificar, o cérebro todo colapsaria instantaneamente. Pois a próxima célula depois do abismo não tem receptor para aceitar um sinal atrasado na evolução que representa uma forma muito precária como e a célula que ficou do outro lado. Todas as bilhões de células neuroniais que hoje são todas diferentes entre si, se tornariam copias de uma so célula. E suponha que esta célula neuronial seja aquela que tem apenas uma informação registrada nela, que é  palavra ” cebola”. Teríamos um humano funcionando como um zumbi que ficaria apenas repetindo a palavra cebola. Um dia estes cientistas vão descobrir isto e vão sorrir quando se lembrarem que um dia fizeram e publicaram tal pergunta.