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quarta-feira, janeiro | 30 | 2013
O mundo novo e as ideias do século 18
Denis Russo Burgierman 26 de dezembro de 2012
http://super.abril.com.br/blogs/mundo-novo/2012/12/26/o-mundo-novo-e-as-ideias-do-seculo-18/#comment-841
E a seguir o comentário que deixei postado no artigo: ( aguardando aprovação)
Louis Charles Morelli disse:
O seu comentário está aguardando moderação.
30 de janeiro de 2013 às 13:04
O problema é nunca ninguem conheceu/entendeu o que é sistema natural. Para entender é preciso ver um sistema natural fechado perfeito e funcionando, isolado do mundo, e tal não existe na Natureza. A não ser que seja comprovado o modêlo que sugiro em minha teoria, a Matrix/DNA. Antigas tentativas de ver as coisas em sistemas foram a de margullis ( teorias simbiônticas), a de Ftitjof Capra ( o Tao da Fisica), Então apareceu Von Bertallanfy tentando fazer com a visão sist6emica o que Francis Bacon fêz com a visão reducionista, e lançou a “General System Theory: . Mas pela falta de um fenômeno visivel e palpavel, tudo se arrefeceu e o estudo dos sistemas naturais deu lugar a sistemas cibernéticos, computacionais, matematicos. Quando busquei uma forma de sistema natural extraí todos os circuitos de todos os sistemas conhecidos, de atomos a galaxias a células e notei que existe um padrão universal, o qual é a formula da Matrix/DNA. Na fórmula vemos que existe uma divisão bi-lateral simétrica entre face esquerda e direita. E percebemos que as duas tem uma tendencia, uma ideologia oposta à outra. Assim vai se entendendo no nivel de sistemas sociais humanos, a existencia inevitavel de duas ideologias, seus conflitos, e uma estrastégia para eliminar o conflito. Agora que temos a fórmula, que sabemos o que é um sistema natural completo, qual a função universal de cada parte, como as partes se conectam e como emerge a identidade do sistema, existe a possiblidade de um grande salto evolutivo em todos os aspectos da vida humana.
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terça-feira, janeiro | 1 | 2013
Os dois tipos de sistemas circulatórios
Nos animais, há dois tipos de sistema circulatório: sistema aberto e sistema fechado. No sistema circulatório aberto, o líquido bombeado pelo coração periodicamente abandona os vasos e cai em lacunas corporais. Nessas cavidades, as trocas de substâncias entre o líquido e as células são lentas. Vagarosamente, o líquido retorna para o coração, que novamente o bombeias para os tecidos. Esse sistema é encontrado entre os artrópodes e na maioria dos moluscos. A lentidão de transporte de materiais é fator limitante ao tamanho dos animais. Além disso, por se tratar de um sistema aberto, a pressão não é grande, suficiente apenas para o sangue alcançar pequenas distâncias.

O gafanhoto possui circulação aberta
No sistema fechado, o sangue nunca abandona os vasos. No lugar das lacunas corporais, existe uma grande rede de vasos de paredes finas, os capilares, pelos quais ocorrem troca de substâncias entre o sangue e os tecidos. Nesse tipo de sistemas, o líquido circulante fica constantemente em movimento, a circulação é rápida. A pressão desenvolvida pela bomba cardíaca é elevada e o sangue pode alcançar grandes distâncias. O tamanho dos animais pode ser maior. Esse tipo de sistema circulatório é encontrado nos anelídeos, em algunsmoluscos ágeis (lulas e polvos) e em todos os vertebrados.

Circulação fechada de um anelídeo.
A circulação humana
No ser humano, como em todos os mamíferos, a circulação é feita através de um sistema fechado de vasos sanguíneos, cujo núcleo funcional é o coração. A circulação é responsável pela disseminação de alimentos e de oxigênio e retirada dos restos formados pelas atividades celulares, esse trabalho é executo pelo sangue.
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domingo, janeiro | 1 | 2012
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A ultima idéia da Ciência sôbre sõbre como o mundo material começou é de que havia um espaço vacuoso no qual havia ondas vibratórias. Se o vácuo era absoluto então era o NADA e como, de onde, surgiriam as vibrações, ninguém faz idéia, nas como temos uma necessidade dolorosa de saber a explicação da existência, tem muita gente se torturando poor causa destas vibrações, confirmando o dizer do profeta (acho que foi Santo Agostinho, não?) de que “o inferno foi criado para quem faz estas perguntas”.
Mas nosso outro problema infernal não se situa antes das origens da matéria mas sim como é que a matéria se organizou ( ou foi organizada) em sistemas funcionais, denotando pela primeira vez a existencia do principio que mais tarde evoluiria para o que denominamos “inteligencia”. Existe de alguma forma alguma inteligencia aplicada a uma massa uniforme, mesmo que seja constituída apenas de vórtices, particulas, ou átomos, para que ela se mexa ou seja mexida e se torne um grupo destas unidades, e grupos diferenciados entre si, grupos que se interagem, que se associam de uma maneira mais intima do que as unidades que continuam a flutuar ao léu da grande massa em que estão inseridas, e dessa associação formam algo separado do todo, como se estas unidades não estivessem satisfeitas com a existência e se decidissem criar outras maneiras de existir. Costumo prestar atenção no que está acontecendo no Cinturão de Belt, aquêle gigantesco anel de poeira, detritos , pedaços de rochas, que forma as fronterias ultimas do sistema solar, pois é uma idéia de como estaria o Universo formado por particulas e depois por átomos leves gasosos para ver se captamos aquelas unidades se aglomerando e formando algum tipo de sistema.
Nos infernos da vida humana são forjadas pelas torturas as teorias que são as planilhas dos planos, das estratégias, que nos possibilitam escapar dêstes infernos. No meu caso particular existindo no inferno selvagem da Amazônia forjei uma teoria: no vácio havia ou apareceu os raios de luz que contem as frequencias em períodos que são as responsáveis pelas tais vibrações e tambem pelo processo do ciclo vital que faz as unidades adquiriem formas diferentes adequadas, modeladas, por cada tipo de vibração e estas unidades tentam se comporem na mesma sequencia das intendsidades das vibrações da luz. A Luz seria uma Matrix e seria a fórmula na matéria inerte que a faz mover e se organizar em sistemas naturais. Com essa teoria, êsse plano, começo a fuga em direção à minha liberdade… agora vamos ver se o plano, a teoria, está certa e não quebro a cara, não me agarram de novo reconduzindo-me ao inferno de onde vou buscar outra teoria.
Mas antes de me lançar à fuga, de executar o plano, manda o bom senso que o teste antes. Inclusive nos testes a teoria pode ser melhorada. Os testes são o confronto do idealizado com os fatos reais. Para fazer os testes compilarei todos os fatos que puder relacionados aos destalhes da teoria, vou jogando-os ao léu aqui nesta pasta para quando tiver momentos livres volte aqui para analiza-los, confronta-los com a teoria.
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WIKIPEDIA : Procariotes >Sociality
While prokaryotes are still commonly imagined to be strictly unicellular, most are capable of forming stable aggregate communities. When such communities are encased in a stabilizing polymer matrix (“slime”), they may be called “biofilms”. Cells in biofilms often show distinct patterns of gene expression (phenotypic differentiation) in time and space. Also, as with multicellular eukaryotes, these changes in expression appear to often result from cell-to-cell signaling, a phenomenon known as quorum sensing.
Biofilms may be highly heterogeneous and structurally complex and may attach to solid surfaces, or exist at liquid-air interfaces, or potentially even liquid-liquid interfaces. Bacterial biofilms are often made up of microcolonies (approximately dome-shaped masses of bacteria and matrix) separated by “voids” through which the medium (e.g., water) may flow relatively uninhibited. The microcolonies may join together above the substratum to form a continuous layer, closing the network of channels separating microcolonies. This structural complexity — combined with observations that oxygen limitation (an ubiquitous challenge for anything growing in size beyond the scale of diffusion) is at least partially eased by movement of medium throughout the biofilm — has led some to speculate that this may constitute a circulatory system [12] and many researchers have started calling prokaryotic communities multicellular (for example [13]). Differential cell expression, collective behavior, signaling, programmed cell death, and (in some cases) discrete biological dispersal events all seem to point in this direction. However, these colonies are seldom if ever founded by a single founder (in the way that animals and plants are founded by single cells), which presents a number of theoretical issues. Most explanations of co-operation and the evolution of multicellularity have focused on high relatedness between members of a group (or colony, or whole organism). If a copy of a gene is present in all members of a group, behaviors that promote cooperation between members may permit those members to have (on average) greater fitness than a similar group of selfish individuals[14] (see inclusive fitness and Hamilton’s rule).
Should these instances of prokaryotic sociality prove to be the rule rather than the exception, it would have serious implications for the way we view prokaryotes in general and the way we deal with them in medicine. Bacterial biofilms may be 100 times more resistant to antibiotics than free-living unicells and may be nearly impossible to remove from surfaces once they have colonized them.[15] Other aspects of bacterial cooperation — such as bacterial conjugation and quorum-sensing-mediated pathogenicity — present additional challenges to researchers and medical professionals seeking to treat the associated diseases.
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http://pslc.ws/
POLYMER
http://pslc.ws/macrog/kidsmac/basics.htm
Polymer Science Learning Center
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 Polymer Single a Very Large Molecule
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POLYMER
Poly- means “many” and -mer means “part” or “segment”.
Polymers are made up of many many molecules all strung together to form really long chains (and sometimes more complicated structures, too).
What makes polymers so fun is that how they act depends on what kinds of molecules they’re made up of and how they’re put together. The properties of anything made out of polymers really reflect what’s going on at the ultra-tiny (molecular) level. So, things that are made of polymers look, feel, and act depending on how their atoms and molecules are connected, as well as which ones we use to begin with! Some are rubbery, like a bouncy ball, some are sticky and gooey, and some are hard and tough, like a skateboard.
MONOMER
Mono means “one”. So, monomers are those itty bitty molecules that can join together to make a long polymer chain.
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 Monomer This is a simple diagram of a chain of monomers.
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( Ver o resto desta matéria nêste site)
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segunda-feira, junho | 13 | 2011
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011
Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…
Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.
“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.
Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?
Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.
“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.
Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.
Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.
“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.
Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?
Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.
“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.
O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.
Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.
“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.
Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.
Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.
Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.
Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.
“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.
As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.
Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.
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sexta-feira, maio | 6 | 2011
Vamos explorando tudo o que se relaciona à Matriz/DNA. O sentido do sistema é:
1) nasce (F.1);
2) cresce (F.2);
3) recebe luz (F.3);
4) se reproduz (F.4);
5) emite o ramo lateral (F.5);
6) torna-se luz (F.6);
6) amadurece, degenera (F.7);
7) morre, se decompõe (F.1).
Exemplos de como o sistema funciona.
A) O Sistema de um show, festa, num parque:
1) Nasce: você surge para o sistema, tendo saído de uma fonte, a qual foi a Função 1. Você surge na portaria dentro de um carro com amigos ou familia;
2) Cresce: recebe os tickets, passa nas barracas/trailers e compra bebidas, lanches (isto se mistura com F.3 onde o “receber luz” é receber as provisões para se alimentar);
3) Se reproduz (aqui troca com 4 – recebe luz): desce do carro entregando a chave para o manobrista que o leva para o estacionamento (corresponde à emissão do ramo lateral em F.5);
4) recebe luz – você assiste o show;
6) degenera: o show começa a terminar, todos cansados.
7) Morre: se encontra com o carro (o que acontece na Função 1) e sai do sistema. O mesmo sistema será reciclado com o próximo show.
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quinta-feira, abril | 28 | 2011
Dentro do cérebro acontecem cenas semelhantes às que vemos no céu: estalos de relâmpagos onde raios de energia se ramificam e se desfazem na substância gazoza das nuvens. Se aqui uma árvore com suas longas raízes submersas no solo atraem raios, no cérebro um neurônio com suas longas dendrites atraem os sinais elétricos das sinapses. A semelhança das cenas não é mera coincidência. Foi essa Natureza com raios e trovões que produziu o cérebro e logo, filho de peixe, peixinho parecerá.
Mas não temos os sentidos evoluídos para visualizar de fato o que são os nossos pensamentos, nossa mente foi fecundada ainda ontem nos tempos astronômicos e as ultimas notícias que nos vem das Ciências Neurológicas indicam que ela começou a apenas 200.000 anos atrás. A auto-consciência humana ainda não tem ou não ativou sua própria percepção visual para ver sua imagem refletida num espêlho, portanto se encontra na situação ainda, ou do feto que se forma, ou do recem-nascido que ainda não abriu os olhos e não tem idéia de como é seu corpo.
Mas temos a intuição de que nossa mente não é uma substância comum, palpavel e visivel aos nossos olhos nus. Ela representa mais um grande salto evolutivo, daquêles explicados por Steven Jay Gold em sua teoria do “puntuactun equillibrium”.
Como a Natureza produz novas substâncias que nunca existiram antes ao menos nestas regiões do tempo e espaço? É fácil entender se relembrar-mos como a Matriz/DNA explicou a origem da vida, ou seja, dos sistemas biológicos. Antes o mundo aqui era apenas constituído de esferas astronomicas organizadas num sistema mecânico porque, nossos ultimos ancestrais não-vivos, os sistemas astronomicos, foram confeccionados apenas com os estados sólido e gasôso da matéria. As relações e interações entre êles se resumiam às reações nucleares, radiações, jôgo de fôrças eletro-magnéticas, as quais, em seu conjunto, resultavam num sistema extrema e exclusivamente mecanizado, como o mecanismo de relógio Newtoniano. Mas como explica a Matriz/DNA, êstes sistemas estelares em suas interações produziram novas espécies de astros, como os quasares, pulsares, buracos negros, e daí se montou os sistemas galácticos. Ora, nossos modêlos dêstes sistemas revelam tôdas as premissas ou principios das propriedades vitais que surgiriam mais tarde, desde os processos digestivos à engenharia da reprodução sexual. Portanto as máquinas Newtonianas receberam uma cobertura biológica e estas produziram nas superficies de alguns planetas um novo estado da matéria, nunca existido antes: o líquido. Do liquido se originaram as reações químicas que produziram a “soft matter”, a matéria flexível, maleável, modelável e no fim todos sabemos o resultado; sistemas galácticos geraram sistemas celulares, à sua imagem e semelhança. Filho de peixe, peixinho parecerá.
A caverna puxou os trogloditas e gorilas para um convivio nuclear de cujas reações houve um salto evolutivo mental, e apesar de ainda não entender-mos como foi êsse processo, surgiu daí um novo estado da matéria, e com ela, essa ainda menina-criança que é a auto-consciência humana. Mas quando descemos mais no passado, esclarecidos agora com essa cosmovisão da Matriz/DNA, e munidos do conhecimento do elo entre a vida e a não-vida, não apenas chegamos a um Big Bang biológico como tendo sido um evento semelhante à fecundação reprodutiva, como tambem continuamos além, saímos das fronteiras do Universo e vamos ver os ancestrais da matéria, vórtices fantasmagóricos quânticos, funcionando como bits-informação ou genes do sistema que gerou êste Universo material.
Parece-nos estar-mos dentro de um Ôvo Cósmico, onde a matéria perceptivel seria a placenta, a matéria escura seria o amnion, e nós, sêres pensantes, os genes de nosso futuro e unico corpo… mental! Aleluia!
O problema é que tôda essa História Universal semelhante ao que acontece dentro da barriga de uma mulher grávida indica com fôrça intrigante que aquêle sistema criador misterioso já era… inteligente! Porque pai de peixinho, também peixe parecerá, e se somos como peixinhos inteligentes…
Portanto, ou provavelmente, o sistema extra-universal, ex-machine, era, ou ainda é, auto-consciente, também deve ter uma substância mental, a qual talvez banhe todo o Cosmos como um oceano. Mas suas relações conosco devem ser naturais, sem milagres, e estamos sujeitos aos imprevistos assim como estávamos quando éramos embriões ainda no útero materno. Nosso mundo não parece ter sido inteligentemente desenhado, assim como os pais geradores de um embrião humano não precisaram de inteligência e não a aplicaram para fazê-lo, mas eram inteligentes.
No final disso tudo resta a dúvida: parece mesmo existir uma substância mental como as nuvens no céu, parece que ela é uma substância quase abstrata apesar de ter fôrça para atuar sôbre a matéria, movendo, dirigindo, nosso corpo material, mas teria ela sido criação ao acaso da matéria aqui ou teria ela uma existência extra-universal como uma dimensão à espera de que atingíssemos o grau evolutivo de sistemas biológicos para então se encarnar? Seria a subst6ancia mental uma espécie de característica herdada mas retrógrada, como daquêles genes que entram em ação mais tarde, produzindo bigode nos machos e ovulação nas fêmeas?
Enquanto essa questão me ocupa os pensamentos dia e noite, me fazendo às vêzes na pia do banheiro botar o creme dental no pente e lambuzando os cabelos, minhas mãos tentam trabalhar com os instrumentos disponíveis cada vez mais sofisticados na tentativa de alcançar essa substância. Mas precavido pela Razão de que posso retornar dessa busca deprimido com a possível prova de que ela não passou de mero sonho esperançoso de possuir uma alma que prolongue ao infinito nossa existência.
Certo que estamos abandonados nesta vida solitária mental e sujeitos a tragédias e predadores monstruosos, mas isso sempre aconteceu com todos nossos sistemas ancestrais. Até mesmo nas galáxias o ciclo de existência de um astro passa por duas fases: a primeira onde se vê como ôvo botado fora e abandonado à própria sorte flutuando nos frios espaços interestelares e a segunda onde se descobre que na verdade nunca fôra abandonado, que nunca saíra fora do sistema que o gerou, e que se vê confortavelmente instalado e protegido sob as asas gravitacionais de uma estrêla que o acalenta e o amamenta com sua energia radiosa. Nossa esperança é que a realidade daqui seja a mesma realidade do antes e alem das origens dêste Universo, que apesar de estarmos momentâneamente sujeitos aos desatinos das monstruosidades na matéria que talvez nossos próprios ancestrais ainda não biológicos criaram, na verdade nunca tenhamos sido abandonados por uma possível substância mental que exista naquela realidade além das dimensões quânticas. Oxalá! E graças meus pais extra-universais, pela nossa inteligência, que assim mantem esta vida como uma aventura interessante.
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segunda-feira, fevereiro | 28 | 2011
Seja quando se quer entender um objeto natural, sua causa, seus mecanismos, porque o fenômeno está causando algum problema, ou porque se deseja uma melhoria tecnológica, existe uma única e simples fórmula natural. não tem como evitar isto; existe um molde, uma fôrma geral em que tudo o que a Natureza produziu, se encaixa. A Natureza tem aplicado esta fórmula para conduzir a matéria informe e caótica a ser ordenada e organizada em corpos, objetos, sistemas, desde as partículas elementares aos sistemas atômicos, astronômicos, celulares, até os corpos-sistemas dos seres vivos e, inclusive, a está aplicando agora para sedimentar a estrutura física da “network” de sinapses que se constitue a mente humana. Conhecer esta fórmula é dar um salto gigantesco na evolução da inteligência para o domínio e manipulação da totalidade da Natureza no seu aspecto físico material.
Como surgiu cada uma das organelas e as exatas para constituir um sistema celular? Como elas se interconectaram num sistema que funciona? Como os átomos da primordial nebulosa de átomos de hidrogênio a 13 bilhões de anos atrás foram conduzidos a formarem os diferentes tipos de astros e conecta-los num sistema que viria a produzir átomos mais complexos que foram conduzidos a formarem moléculas, sistemas biológicos e daí a chegarem à extraordinária engenharia do código genético? Como alguns destes sistemas se tornam problemas disfuncionais?… Prejudicando nossa qualidade de vida? E porque alguns de seus objetos ou peças apresentam disfunções tais como as doenças, catástrofes climáticas, criminosos na sociedade, ou mesmo um jovem psicopata dentro de um sistema familiar normal?
. A porção da matéria mais evoluída hoje chegou ao incrivel estado de criar o código genético porque este é um comando de instruções na forma de um simples diagrama do tipo software embutido no meio da matéria, a qual no seu aspecto de energia move-a levando-a a formar um circuito operacional que fixa-se estruturalmente modelando a massa como seus pontos de apoio e retro-alimentação. Evidências? Já reuní centenas delas e a que melhor explica êste fenômeno: a partir do momento que nasce um novo bebê temos certeza que aquêle corpo material se conduzirá com a tendência inexorável de se transformar na forma de uma criança, a qual será o porto estrutural de onde surgirá a forma de um jovem, e nada no mundo poderá impedir a tendência daquele corpo a seguir um caminho pré-determinado, um processo universal, que resulta no destino de ser a forma e funcionalide denominada de “adulto”, e ainda, nada poderá impedir que aqui entre em cena a forma energética da entropia para desfazer tal corpo. Porque é que a porção de matéria limitada nos contornos dêste corpo físico apresenta esta tendência? A qual quando completada e traduzida em nosso entendimento denominamos de “ciclo”ou mais exatamente nêste caso, de “ciclo vital”? Porque a matéria se apresenta nos seus dois aspectos de massa e energia sendo a forma de energia constituída quando a matéria se move como uma onda e a forma de massa quando a matéria se estabiliza como uma partícula. Ora, lidamos mais com a matéria em movimento porque enquanto seres humanos somos agentes dinamicos em movimento e precisamos estabelecer uma sincronidade com os movimentos do mundo externo aos nossos corpos. Mas todos os movimentos do mundo tem como origem as sete formas que esta energia apresenta num ciclo de sua existência, passando pelas formas de raio gama, raio X, etc, onde adquire as diferentes cores como o infra-vermelho, o ultra-violeta, etc. Ao mudar sua forma de onda, desde as maiores frequências e períodos do seu nascimento, em novas formas de cada vez menores frequências e períodos, a energia lança as bases do ciclo vital que produz desde as diferentes formas de astros no espaço sideral, as diferentes formas das bases nitrogenadas nos nucleotídeos, as bases que mais tarde produziriam as diferentes formas de um mesmo e unico corpo humano, e com isso movimenta o Universo. Mas existe uma maneira de representar graficamente numa fórmula sintetizada êsse completo circuito sistêmico de um ciclo, e nisto consite a fórmula fundamental, e ela mesmo é a essência a qual demos o nome de “Natureza” e todos os conceitos que dessa essência são derivados.
Assim aconteceu com qualquer nova formação de um fluxo de energia que nasceu de uma situação inicial altamente caótica e vibrante na forma da alta frequência dos raios gama, como as origens da vida na superficie terrestre acionada pela radiação solar, e como as origens do Universo acionada pelas radiações do Big Bang. Mas que já se pode determinar de ante-mão que essa radiação, esse fluxo de energia irá se tornar infra-vermelho, ultravioleta, até se desfazer no vácuo, apresentando o mesmo ciclo de vida de um bebê humano. As diferentes formas de frequência e período de onda que vemos num gráfico de um fluxo de energia são as bases estruturais que retro-alimentam as formas das frequencias seguintes e se houver massa no caminho dêste fluxo ela será modelada nas mesmas funções que correspondem às funções que um corpo humano apresenta enquanto bebê, criança, adulto, e continuará a partir daqui a construir sistemas mais complexos, como quando reunimos as diferentes formas de um unico corpo humano para produzir os sistemas familiar e social. Compreender que as manifestações das diferentes intensidades, côres, temperaturas, formas, de qualquer objeto não-morto são diferentes fases de um ciclo vital é fundamental para se entender a matéria, a Natureza e a totalidade de tudo que existe no Universo físico. E esta compreensão é automática, inevitável quando se tem na memória um simples desenho retratando o circuito do movimento da matéria num simples sistema. A esta simples fórmula, pela sua importância e supremo significado, vamos aqui denominar de “Matriz/DNA Universal”. E a seguir apontamos a figura da fórmula
 Forma da Matriz/DNA como Sistema fechado Perfeito
Com esta simples fórmula podemos chegar a um planeta onde a evolução seja igual ou mais complexa que na Terra e em pouco tempo teremos identificado todos os objetos, mecanismos e processos da matéria de maneira que teremos na mente o quadro geral de suas origens, história, efeitos finais, e conhecendo tudo isso, teremos pleno contrôle de tôda situação. Então está em tempo de conhecê-la e aplica-la para sanar as disfunções nos diversos sub-sistemas da biosfera terrestre, inclusive nas disfunções do sistema-corpo humano, melhorando a qualidade da vida humana.
A História da Evolução de qualquer sistema natural é regida por sete fôrças naturais que atuam como se fôssem obreiros universais, como artistas compondo um quadro vivo, onde cada qual constrói uma ferramenta, um corpo material no qual se aloja, se encarna, por assim dizer, para desempenhar sua função. Por isso se pode identificar qualquer objeto, pois cada artista tem seu estilo próprio e inconfundível, o qual se revela na forma do objeto. Por exemplo, a Função 5 é a responsável por replicar ou reciclar um novo sistema por várias gerações e ela faz isso aplicando um mecanismo unico específico dela. A matéria do ambiente será modelada por ela na melhor forma que êsse mecanismo funcione, portanto existe uma forma padrão. Assim ela construiu os cometas no sistema astronomico, o RNAm nos sistemas celulares, a base uracila no sistema nucleotideo, a partícula píon no nucleo atômico, o espermatozóide no sistema reprodutor sexual, e todos estes objetos são identificados pelo seu tipo de locomoção e pela forma sempre mais ou menos parecida. Os 13,7 bilhões de anos dêste Universo é a História de um unico sistema natural que começou a ser formado no Big Bang, êste sistema têve as formas de átomo, estrelar, galactico, celular e agora de corpo humano mas são formas derivadas das transformações de um unico corpo sob um ciclo vital, e hoje nosso corpo repete estas formas como célula inicial, mórula, blastula, feto, etc. No meio da matéria funcionou a Matriz assim como no meio da placenta e liquido amniótico funciona o DNA, aliás, o DNA é apenas a forma evolutiva biológica desse código universal denominado Matriz. Observe na figura que o circuito forma objetos que ocupam os quadrados e êstes estão conectados por setas: as setas representam o tempo que é invisivel na forma de onda e os diagramas representam estas ondas quando se condensam em partículas, objetos e assim dão consist6encia ao que denominaos de espaço. A fórmula dêsse mótuo perpétuo não existe na realidade assim como a fórmula do mercado perfeito não existe na realidade e pelo mesmo motivo que não tem como materializar todas as formas e tôda a história de 70 anos de um corpo humano num unico momento. Enfim, à medida que vamos observando e nos aprofundando nos segrêdos da fórmula percebemos que a coisa vai se tornando cada vez mais complexa e principalmente seu entendimento exigirá que façamos um trabalho que há muito a comunidade cientifica deveria ter feito: uma teoria geral sôbre sistemas naturais. É preciso reiniciar de onde a atitude pioneira de Bertallanfy criando a Teoria Geral dos Sistemas se desviou do estudo da Natureza devido a cibernética e a Matemática ter se apoderado desta disciplina. A fórmula acima é a primeira e unica existente representando um sistema real fechado de onde se pode extrair tôdas as leis naturais, mecanismos e processos relacionados à matéria constituindo um sistema e isto vai trazer algumas mudanças em tôdos os modêlos teóricos atuais, sejam os modêlos de atômicos, cosmológicos, assim como os axiomas da teoria termo-dinâmica, até à teoria da evolução na forma que está de “a grande síntese”.
É inacreditavel como uma fórmula de aparência tão simples é o instrumento de maior poder no Universo, mas é preciso entender que tinha de ser assim pois ela vem desde o passado simples, ela têve que descer e atuar a partir da extrema simplicidade nas origens do Universo e depois da vida. Uma forma tão complexa como seria a nossa exigência no nosso atual estágio evoluído da Física e da Matemáticanada teria conseguido numa simples sôpa primordial com tão poucos e simples elementos. A simplicidade da fórmula é apenas aparente e nos conduz a não ver e mesmo não acreditar no seu significado e complexidade nela embutida, mas tudo se explica pelo fato de que a simplicidade que desponta à primeira vista foi o estado evolucionario da forma necessário para atuar na extrema simplicidade e singularidade das fases primordiais do Universo. Acontece que a aparência de simplicidade vai se desfazendo à medida que se observa os elementos que estão ocultos à primeira vista, quando então a observação mais detalhada vai revelando complexidades tão excepcionais que excedem nossas mais modernas engenharias tecnológicas, a qual foi capaz de produzir seres vivos, mensagens em códigos, e agora, algo tão complexo como a auto-consciência. Está tudo embutido nas entrelinhas do circuito descrito nêste simples quadro!
Esta fórmula foi obtida após longa e meticulosa observação da biosfera, atmosfera e extratosfera da Natureza ainda bruta e intocada da selva amazônica, onde cada elemento foi isolado e identificado em suas exteriores conexões com o mundo externo para assim se identificar o sistema a que pertencem e que o produzem, investigação esta que acabou por apresentar um padrão constante, geral, repititivo e obrigatório, o qual pôde ser resumido no simples diagrama acima. Estás vendo no quadro como funcionam e porque existem objetos materiais formados de um estado inicial caótico na Função 1? Porque a matéria é movida apresentando processos? Mecanismos? Como um unico corpo conduzido pela mesma força que se conduz um raio energético em suas variações de ondas, se transforma em diferentes formas, funcões, compondo um ciclo vital e por fim, ao ter conectado as duas pontas desse circuíto surge um sistema natural? Estás vendo aí a base e constituição material de qualquer unidade de informação ativa que se torna uma fôrça atuante na Natureza? Como um molde produz um sistema reprodutor sexualizado, um metabolismo digestivo, uma corrente sanguinea, um ciclo de oxigênio na atmosfera, um buraco negro no espaço sideral, um limite à atração gravitacional, um principio de entropia, uma fatalidade como a morte de um sistema ou a sua reciclagem replicativa de um sistema fechado em si mesmo? Como o RNA primordial do “RNA-World” é a cópia exata da meia-face à esquerda e como o aavanço inexorável do circuíto iria conduzir o RNA a construir sua meia-face à direita e assim constituir o DNA? Ou qual o segr6edo que está embutido nos cromossomas sexuais de maneira que terminaram por produzir dois corpos auto-complementares? Basta uma simples descrição do circuito e todo entendimento será obtido em questões de minutos. Mais tempo levará o nosso torpor, o nosso assombramento, o nosso maravilhamento pela revelação dêste novo aspecto da natureza nunca percebido antes, como aconteceu comigo quando na selva a transposição de seus fenômenos e movimentos para uma simples fôlha de papel começou a revelar esta coisa fantástica.
Porque existe e porque a fórmula hoje se encontra nesta configuração? Para tentar construir uma sociedade humana melhor através de um sistema economico funcional os economistas projetam a fórmula de um mercado utópico funcionando sob o que se entende por concorrência perfeita. Observando todos os indevidos efeitos da caoticidade ambiental e da competição impulsiva dos agentes econômicos, os economistas tentam encontrar mecanismos que aproximem a imperfeição atual à sua fórmula perfeita. Assim também tem agido a Natureza desde antes do Big Bang. Existe o projeto do Universo como paraíso perfeito para os dois estados da matéria, a amassa e a energia, e por isso êstes aspectos de massa e energia têm uma tendência, a qual é a responsavel pelos movimentos da matéria, e essa tendencia tem por meta final a modelação da matéria segundo esta fórmula de perfeito sistema fechado em si mesmo. A fórmula acima é o esquema utópico do que seria um perfeito moto perpétuo. A cada novo salto da Evolução o estado do mundo tem mais se aproximado desta fórmula, de maneira que a ultima forma obtida é o sistema astronômico mec6anico-Nwetoniano que serve de infra-estrutura, de plataforma, para lançar as bases dos sistemas vivos biológicos. O sistema solar foi a forma mais próxima da matéria de um perfeito moto perpétuo, assim como talvez o sistema economico dos países escandinavos sejam hoje a forma mais perto da fórmula de mercado perfeito dos economistas. Tendo esta fórmula natural podemos imediatamente identificar e separar do seu mundo externo um objeto ou um evento que se apresenta perante nós e que seja percebido por nosso complexo sensorial, pelas sua manifestações e efeitos ao seu derredor podemos identificar sua função como parte do sistema que o produziu e assim sua influência no contexto geral, apenas localizando o seu ponto no circuito processual desta fórmula. Se quisermos elimina-lo, ou mudar seu estado e efeitos, seja porque está causando alguma indevida disfuncionalidade, ou seja porque queremos um util produto tecnológico, basta remodelá-lo e reintroduzi-lo no circuito de seu sistema, e daqui, no contexto geral. Por exemplo, a substancia denominada colesterol, é útil e inevitavelmente necessária à funcionalidade do sistema-organismo humano. Mas por algum motivo desconhecido a mesma substância benéfica pode se tornar disfuncional e perturbar todo o sistema. Esta substancia apresenta um circuito que é um ciclo de existência, no qual ela vai se transformando em moléculas mais complexas e se misturando com outras substâncias. Quando representamos no papel (agora, na tela do computador), o ciclo que ela está perfazendo e tem sua traçada sua história, desde o local onde se origina seus primeiros elementos, acompanhando passo a passo seus proximos caminhos e vendo suas transformações em moléculas cada vez mais complexas e registrando, desenhando esse caminho na forma de um diagrama, obtemos um desenho final “quase” idêntico á fórmula da Matriz/DNA Universal na sua forma de sistema fechado perfeito. Ora, basta comparar o desenho de sistema perfeito com o desenho do sistema perturbado e disfuncional para se deduzir a causa, o efeito, e a solução para remodelar a substancia no estágio que ela se desvia do circuito perfeito. E assim é com tudo o mais, desde o aparecimento do buraco na camada de ozônio a uma interferencia na emissão de sinais de um satélite.
A fórmula foi detectada numa situação de extrema precariedade de recursos e no contexto desumano da caoticidade selvagem. Ali naquelas precárias e pressionantes condições ela foi representada graficamente com os unicos recursos primitivos disponiveis. A primeira tentativa de transcrição do quadro geral natural numa simples fôlha de papel resultou no seguinte quadro:
 Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais
Esta diferente maneira de se representar a mesma fórmula da Matriz/DNA indica como ela está embutida na produção e evolução de dois sistemas naturais – um astronomico e um celular biológico – e por extensão como está enbutida na forma do movimento da energia, mas não como ela se apresenta se desenvolvendo num grafico de ondas e sim no modêlo simples de alimentação elétrica doméstica. Mas poderíamos tambem ter identificado cada uma das sete peças acima constituindo as partes de uma unidade fundamental de informação do DNA, um par de bases de nucleotideos. Assim desta forma precária e precipitada sem os recursos existentes na longínqua moderna civilização, o quadro todo parece ininteligivel, mas o leitor deve entender que rapidamente no nosso primeiro retorno estaremos elaborando quadros mais eficientes.
As precariedades de condições atuais me limitam inclusive na capacidade de eficiencia da informação transmitida neste artigo pois o texto já se faz longo demasiado no contexto em que será publicado, e tenho de interrompê-lo aqui. Portanto esta introdução terá continuidade sendo dirigida pela comunidade de leitores e suas primeiras questões. Quais as primeiras questões que este texto e figuras despertam em sua mente? Alguma informação adiantada e temporária pode ser encontrada no website em atual construção relativo à “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, onde existe espaço para se registrar suas questões e o qual tem o carater de não-comercializável, não-lucrativo, apenas no interêsse da evolução do nosso conhecimento. Atenciosamente… Louis Morelli.
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terça-feira, janeiro | 11 | 2011
Pegasus Communications
http://www.pegasuscom.com/systems-thinking.html
What is systems thinking?
Systems thinking offers you a powerful new perspective, a specialized language, and a set of tools that you can use to address the most stubborn problems in your everyday life and work. Systems thinking is a way of understanding reality that emphasizes the relationships among a system’s parts, rather than the parts themselves. Based on a field of study known as system dynamics, systems thinking has a practical value that rests on a solid theoretical foundation.
Why Is Systems Thinking Important?
Why is systems thinking valuable? Because it can help you design smart, enduring solutions to problems. In its simplest sense, systems thinking gives you a more accurate picture of reality, so that you can work with a system’s natural forces in order to achieve the results you desire. It also encourages you to think about problems and solutions with an eye toward the long view—for example, how might a particular solution you’re considering play out over the long run? And what unintended consequences might it have? Finally, systems thinking is founded on some basic, universal principles that you will begin to detect in all arenas of life once you learn to recognize them.
What Are Systems?
What exactly is a system? A system is a group of interacting, interrelated, and interdependent components that form a complex and unified whole. Systems are everywhere—for example, the R&D department in your organization, the circulatory system in your body, the predator/prey relationships in nature, the ignition system in your car, and so on. Ecological systems and human social systems are living systems; human-made systems such as cars and washing machines are nonliving systems. Most systems thinkers focus their attention on living systems, especially human social systems. However, many systems thinkers are also interested in how human social systems affect the larger ecological systems in our planet.
Systems have several defining characteristics:
• Every system has a purpose within a larger system. Example: The purpose of the R&D department in your organization is to generate new product ideas and features for the organization.
• All of a system’s parts must be present for the system to carry out its purpose optimally. Example: The R&D system in your organization consists of people, equipment, and processes. If you removed any one of these components, this system could no longer function.
• A system’s parts must be arranged in a specific way for the system to carry out its purpose. Example: If you rearranged the reporting relationships in your R&D department so that the head of new-product development reported to the entry-level lab technician, the department would likely have trouble carrying out its purpose.
• Systems change in response to feedback. The word feedback plays a central role in systems thinking. Feedback is information that returns to its original transmitter such that it influences that transmitter’s subsequent actions. Example: Suppose you turn too sharply while driving your car around a curve. Visual cues (you see a mailbox rushing toward you) would tell you that you were turning too sharply. These cues constitute feedback that prompts you to change what you’re doing (jerk the steering wheel in the other direction somewhat) so you can put your car back on course.
• Systems maintain their stability by making adjustments based on feedback. Example: Your body temperature generally hovers around 98.6 degrees Fahrenheit. If you get too hot, your body produces sweat, which cools you back down.
Systems Thinking as a Perspective:
Events, Patterns, or System?
Systems thinking is a perspective because it helps us see the events and patterns in our lives in a new light—and respond to them in higher leverage ways. For example, suppose a fire breaks out in your town. This is an event. If you respond to it simply by putting the fire out, you’re reacting. (That is, you have done nothing to prevent new fires.) If you respond by putting out the fire and studying where fires tend to break out in your town, you’d be paying attention to patterns. For example, you might notice that certain neighborhoods seem to suffer more fires than others. If you locate more fire stations in those areas, you’re adapting. (You still haven’t done anything to prevent new fires.) Now suppose you look for the systems—such as smoke-detector distribution and building materials used—that influence the patterns of neighborhood-fire outbreaks. If you build new fire-alarm systems and establish fire and safety codes, you’re creating change. Finally, you’re doing something to prevent new fires!
This is why looking at the world through a systems thinking “lens” is so powerful: It lets you actually make the world a better place.
Systems Thinking as a Special Language
As a language, systems thinking has unique qualities that help you communicate with others about the many systems around and within us:
• It emphasizes wholes rather than parts, and stresses the role of interconnections—including the role we each play in the systems at work in our lives.
• It emphasizes circular feedback (for example, A leads to B, which leads to C, which leads back to A) rather than linear cause and effect (A leads to B, which leads to C, which leads to D, . . . and so on).
• It contains special terminology that describes system behavior, such as reinforcing process (a feedback flow that generates exponential growth or collapse) and balancing process (a feedback flow that controls change and helps a system maintain stability).
Systems Thinking as a Set of Tools
The field of systems thinking has generated a broad array of tools that let you (1) graphically depict your understanding of a particular system’s structure and behavior, (2) communicate with others about your understandings, and (3) design high-leverage interventions for problematic system behavior.
These tools include causal loops, behavior over time graphs, stock and flow diagrams, and systems archetypes—all of which let you depict your understanding of a system—to computer simulation models and management “flight simulators,” which help you to test the potential impact of your interventions.
• • •
Whether you consider systems thinking mostly a new perspective, a special language, or a set of tools, it has a power and a potential that, once you’ve been introduced, are hard to resist. The more you learn about this intriguing field, the more you’ll want to know!
Tags: pensamento sistêmico, sistema, Sistemas, system, system thinking Postedo na Sistemas | Sem Comentários »
segunda-feira, janeiro | 10 | 2011
1) Livro Fundamental: Teoria Geral dos Sistemas – Ludwig Von Bertalanffy
2) Wikipedia:
System, Systems science, systems theory, cybernetics, dynamical systems, thermodynamics and complex systems, Systems biology,
Systems science · Systems scientists (Conceptual · Physical · Social)
3) Definitions of Systems and Models by Michael Pidwirny, 1999-2007.
Definitionen von “System” (1572-2002) by Roland Müller, 2001-2007 (most in German).
4) Institute for Systems Biology: SBI
http://www.systemsbiology.org/
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Pegasus Communications
http://www.pegasuscom.com/systems-thinking.html
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Answers.com
Systems
http://www.answers.com/topic/system
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Thinking about Systems
http://www.lindaboothsweeney.net/
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Links to Sites Related to
Systems Thinking
http://www.thinking.net/Systems_Thinking/systems_thinking.html
The System Dynamics Society
http://www.systemdynamics.org
The homepage of the System Dynamics Society, including a history of system dynamics, a brief description of its tools and applications, information about the annual system dynamics conference, and information on the System Dynamics Review, a refereed journal.
Systems Thinking Practice
http://sgzz.ch/?Systems_Thinking_Practice
A map of systems thinking, cybernetics, cognition, and other resources on the Web
The Learning Org Discussion Pages
http://www.learning-org.com
The home of the Learning-Org list, which has over 2000 members on several continents.
Older messages are archived by thread, date, and subject.
Mental Model Musings
http://www.systems-thinking.org/index.htm
This has a large amount of information on the history, development, and principles of systems thinking. There are also additional links to other systems thinking-related issues, such as the different systemic situations that appear frequently across disciplines, called “Archetypes.”
Systems Thinking: Archetypes
http://www.systems-thinking.org/arch/arch.htm
This link takes you directly to the article referenced under the link above this oen, on “archetypes.”
The System Dynamics Mailing List and Discussion Pages
http://www.vensim.com/sdmail/sdmail.html
Contains a mailing list and discussion group about system dynamics.
The MIT System Dynamics Group
http://web.mit.edu/sdg/www/
In addition to information about the MIT System Dynamics Group and its publications, this page has links to the System Dynamics in Education Project, and other resources about system dynamics-based computer models.
The Principia Cybernetica Web
http://pespmc1.vub.ac.be/cybsysth.html
The Principia Cybernetica Web site includes a section on cybernetics &;systems theory. As the Principia Cybernetica Project uses it, “systems theory” is the result of the investigation into general principles of systems. As such, systems science is closely related to, but not identical with, systems thinking and system dynamics.
Bibliography of the works of Chris Argyris
http://www.actionscience.com/argbib.htm
One of the best-known writers on learning in organizations and the organizational defensive routines that prevent it. He wrote several of the classic works on impediments to learning, including Overcoming Organizational Defensive Routines, Knowledge for Action, and several articles he wrote for the Harvard Business Review (for example, “Teaching Smart People How to Learn”).
Paper on “Organizational Learning and Information Systems”
http://www.e-papyrus.com/personal/orglrn.html
Some notes from the keynotes at the 1995 Systems Thinking in Action conference
http://world.std.com/~lo/95.10/0082.html
The Systems Thinking in Action conference, presented by Pegasus Communications, is the largest systems thinking conference. This link includes notes on the keynote addresses at the 1995 conference.
Whole Systems Design Association
http://www.earthcorps.com/wsda
Deming Institute
http://www.deming.org/
The Institute founded by W. Edwards Deming in 1993. Contains information and a list of resources for learning more about his work.
Recent Projects Using Systems Thinking Innovatively
The Boston Indicators Project, a joint effort of The Boston Foundation and the City of Boston, Massachusetts, used systems thinking in their 2002 report, Creativity & Innovation: A Bridge to the Future. The Foundation worked with systems thinking consultants (Daniel Aronson, Four Profit Inc; Phil Clawson, Community Matters Group; and Brendan Miller and Osamu Uehara of the Massachusetts Institute of Technology) to help find a core theme in the changes in the 200 indicators related to the greater Boston area’s economic strength, civic life, community fabric, health status, diversity, and other areas. As a result, the report highlights the connections between economic innovation, transportation, the cost of living, diversity, demographics, and many other areas.
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terça-feira, janeiro | 4 | 2011
O diagrama da Matriz referente ao estado de perfeito sistema fechado, um moto contínuo utópico mas que serve de unidade de medida para avaliar todos os outros sistemas naturais, e o qual quase foi alcançado na formação das galaxias, tentou ser reproduzido aqui levando insetos a construírem sistemas sociais nos seus moldes. Portanto estes sistemas são de interesse de estudos pela teoria da Matriz/DNA e por isso, nesta categoria “sistemas: vamos registrando noticias relacionadas como a abaixo (nossa primeira conclusão está no comentário que adicionamos no fim do artigo):
Rhythmic vibrations guide caste development in social wasps
http://www.physorg.com/news/2011-01-scientists-chemicals-evolved.html
January 24, 2011 by Jill Sakai
A queen paper wasp (Polistes fuscatus) perches atop her nest in the University of Wisconsin-Madison Arboretum in 2006. Eggs and water droplets are visible in the nest cells. Photo: courtesy Sainath Suryanarayanan
(PhysOrg.com) — Future queen or tireless toiler? A paper wasp’s destiny may lie in the antennal drumbeats of its caretaker.
Future queen or tireless toiler? A paper wasp’s destiny may lie in the antennal drumbeats of its caretaker.
While feeding their colony’s larvae, a paper wasp queen and other dominant females periodically beat their antennae in a rhythmic pattern against the nest chambers, a behavior known as antennal drumming.
The drumming behavior is clearly audible even to human listeners and has been observed for decades, prompting numerous hypotheses about its purpose, says Robert Jeanne, a professor emeritus of entomology at the University of Wisconsin-Madison. Many have surmised that the drumming serves as a communication signal.
“It’s a very conspicuous behavior. More than once I’ve discovered nests by hearing this behavior first,” he says.
Jeanne and his colleagues have now linked antennal drumming to development of social caste in a native paper wasp, Polistes fuscatus. The new work is described in a study published in the Feb. 8 issue of Current Biology by Jeanne, UW-Madison postdoctoral researcher Sainath Suryanarayanan and John Hermanson, an engineer at the USDA Forest Products Laboratory in Madison, Wis.
Paper wasp colonies, like many other social insects, have distinct castes — workers, which build and maintain the nest and care for young, and gynes, which can become queens, lay eggs and establish new nests.
Both workers and gynes hatch from eggs laid by the colony’s queen, but gynes develop large stores of body fat and other nutrients to help them survive winter or other harsh conditions, start a new nest, and produce eggs. Workers have very little fat, generally cannot lay eggs and die off as the weather turns cold.
“The puzzle has been how the same egg, the same genome can give rise to two such divergent phenotypes,” says Suryanarayanan, who led the work as part of his doctoral studies.
Among honeybees, the key has been traced to the nutritional quality of the food fed to developing larvae: future queens receive the nutrient-rich “royal jelly,” while future workers receive stored pollen and nectar. However, there is no evidence that paper wasps feed their young workers and gynes differently, he says.
Rather, the new work shows that exposure to simulated antennal drumming biases developing larvae toward the physiological characteristics of workers rather than gynes. The finding indicates that the wasps may use antennal drumming to drive developing larvae toward one caste or the other.
The researchers brought colonies into the lab and hooked up piezoelectric devices, designed by Hermanson, to the nests to produce vibrations that simulate antennal drumming. When they introduced the signal to late-season nests that would normally be producing gynes, the hatched wasps resembled workers instead, with much lower fat stores.
Suryanarayanan and Jeanne previously reported field studies that show antennal drumming is very frequent early in the season, when colonies are pumping out workers to expand and maintain the nest and take care of young. The behavior drops during the course of the season to nearly zero by late summer, the time when the reproductive wasps — males and future queens — are being reared.
“We think it initiates a biochemical signaling cascade of events,” Suryanarayanan says. “Larvae who receive this drumming may express a set of genes that is different from larvae who don’t, genes for proteins that relate to caste.” Some possibilities might include hormones, neurotransmitters or other small biologically active molecules, he adds.
Much is known about the effects of stressors, including mechanical stress or vibrations, on animal development and physiology. Intriguingly, one study found that young mice exposed to low-frequency vibrations developed less fat and more bone mass than other mice. But the wasp’s use of vibration to communicate with its own young sets it apart.
”This is the first case we know of a mechanical vibratory signal that an animal has evolved to modulate the development of members of its own species,” says Jeanne.
Morelli – 1 seconds ago
These primitives social system are reproductions of systemic circuit of non-living ancestrals like astronomic and atoms systems. We can understand why and how the vibration is a inherited instinct that keeps the systemic circuity as a cascade of events, if we see the formula at the “The Universal Matrix of Natural Systems”. The queen performs the Function 1, which starts the flow of the circuity.
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