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sábado, dezembro | 18 | 2010
Quando a Teoria da Matriz/DNA chega nas origens do Universo, na formação das partculas e criação da matéria, seus modêlos me sugeriram considerar os vórtices fantasmas e mais tarde, por volta de 1980, comecei a aprender que existe uma área cientifica estudando o que se chama Teoria da Mecânica Quântica, que me chamou a atenção devido as muitas relações entre os resultados dos meus calculos e os fenômenos que estavam observando. Agora descubro ainda que a quântica está entrando na área de sistemas. Um capítulo será assim aberto para registrar o que for aparecendo e interessar-nos nêste assunto.
Wikipedia: Entrelaçamento Quântico
O entrelaçamento quântico ou emaranhamento quântico é um fenômeno da mecânica quântica que permite que dois ou mais objetos estejam de alguma forma tão ligados que um objeto não possa ser corretamente descrito sem que a sua contra-parte seja mencionada – mesmo que os objetos possam estar espacialmente separados. ( perda de identidade das partes?) Isso leva a correlações muito fortes entre as propriedades físicas observáveis dos diversos sub-sistemas.
Essas fortes correlações fazem com que as medidas realizadas num sistema pareçam estar a influenciar instantaneamente outros sistemas que estão emaranhados com ele, e sugerem que alguma influência estaria a propagar-se instantaneamente entre os sistemas, apesar da separação entre eles. ( hierarquia entre sistemas?). Mas o emaranhamento quântico não permite a transmissão de informação a uma velocidade superior à da velocidade da luz, porque nenhuma informação útil pode ser transmitida desse modo. Só é possível a transmissão de informação usando um conjunto de estados emaranhados em conjugação com um canal de informação clássico – aquilo a que se chama o teletransporte quântico (buraco de minhoca?)
O emaranhamento quântico é a base para tecnologias emergentes, tais como computação quântica, criptografia quântica e tem sido usado para experiências como o teletransporte quântico. Ao mesmo tempo, isto produz alguns dos aspectos teóricos e filosóficos mais perturbadores da teoria, já que as correlações preditas pela mecânica quântica são inconsistentes com o princípio intuitivo do realismo local, que diz que cada partícula deve ter um estado bem definido, (provando o “é impossível conhecer qualquer objeto natural pois não se sabe quais sistemas estão influenciando e como se dá essa influência”?) sem que seja necessário fazer referência a outros sistemas distantes. Os diferentes enfoques sobre o que está a acontecer no processo do entrelaçamento quântico dão origem a diferentes interpretações da mecânica quântica.
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sexta-feira, novembro | 12 | 2010
Pesquisamos o corpo humano nas suas mais íntimas minúcias pelo método laboratorial reducionista, conhecemos a combinação de cada átomo em cada molécula e no entanto as velhas e mortais doenças continuam a torturar nossa espécie. Pesquisamos o mundo externo desvendando um imenso numero de leis, mecanismos e processos naturais, os quais transformamos em tecnologias que mudaram drasticamente nosso modo de viver, no entanto estamos ameaçados pelo desarranjo climático do planeta e 80% da nossa população mundial ainda sofre sob o ciclo da escassez. Não há dúvida que devemos adicionar ao método reducionista um novo método na busca do conhecimento. Viemos da base conhecendo os tijolinhos dos edificios naturais agora temos que voar alto para conseguir uma visão geral, para ver o tôdo de cima. O método reducionista nos conduziu em medicina a reduzir tudo a genes, com o equivocado lema de “um gene = uma doença” mas depois do Projeto Genoma descobrimos que são das conexões de genes em sub-sistemas que as doenças emergem. E estamos descobrindo que o Universo é montado sobre uma hierarquia de sistemas onde o conhecimento de cada objeto e evento natural é influenciado por fôrças que descem de macro-sistemas supeiores e sobre eles influem mudando suas funções e comportamentos. Portanto não se conhece objeto algum, não se interpreta corretamente evento natural algum se não se conhece todos os sistemas do Universo. Nasce assim a Ciência Naturalista dos Sistemas. E oxalá este seja o ultimo método requerido para compreender-mos as causas destes problemas que nos afligem.
A Teoria da Matriz/DNA surgiu exatamente da busca de entender a biosfera amazônica como um macro-sistema natural composto de uma complexa rêde de conexões entre sub-sistemas. Isto nos levou a construir a primeira fórmula completa e funcional de um teórico perfeito sistema fechado em si mesmo, a qual serve de parâmetro e unidade de medida para se entender todos os sistemas reais. Basta observar uma parte de um sistema, um objeto ou evento qualquer, identificar através de sua influência ao redor qual a sua função sistêmica, que assim se identifica cada outro objeto com o qual ele se conecta, quais as funções dos outros objetos, montando-se o quadro final, e da comparação deste quadro real com a fórmula de sistema perfeito, conhecer o ponto e a causa da imperfeição do sistema real. E consertá-lo. Assim vamos transformar a Natureza tornando-a como um mecanismo de relógio funcionando perfeitamente para acomodar nosso corpo físico, deixando livre nossa mente ter sua vida própria e autônoma e empreender sua grande aventura existencial.
A fórmula do supremo natural sistema perfeito tinha mesmo que ser algo – ao menos na aparência – muito simples, pois ela se refere `a suprema meta da matéria com seu espirito primitivo muito aquém da nossa evoluida auto-consciência. Meta esta que poderia ser resumida à eterna busca da acomodação na estabilidade do equilibrio térmo-dinâmico para a massa e na vibração das sensações para a energia que compõem a matéria. Porem, na aparente simplicidade da primeira vista teria que estar encoberta a surpreendente complexidade composta pelas fôrças brutas e principios de leis que foram necessárias e sugicientes para produzir finalmente esta extraordinária engenharia que é o cérebro e o novo sistema que dêle emergiu: a mente humana.
O DIAGRAMA/SOFTWARE DA MATRIZ PERFEITA COMO SISTEMA FECHADO EM SI MESMO
 O DIAGRAMA/SOFTWARE DA MATRIZ PERFEITA COMO SISTEMA FECHADO EM SI MESMO
Com esta fórmula fluindo na matéria a Natureza pode elaborar o DNA e produzir a imensa diversidade de espécies de s6eres vivos, como pode produzir todos os aminoácidos, as milhares de proteínas, contendo todos os mecanismos que o homem imita para produzir sua tecnologia. Até o momento, tudo o que conheço de natural nêste Universo é redutível a esta fórmula. Á medida que a vamos estudando ela vai se abrindo e revelando todos os principios causais da complexidade de todas as arquiteturas naturais, sejam como partes de sistemas ou sistemas completos.
Descrição e propriedades da Fórmula-Matriz
(artigo a continuar)
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domingo, agosto | 29 | 2010
Veja artigo completo e meu comentário postado a seguir no site:
Adaptações
http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html#comment-form
“Ecossistemas de Menger”
O conceito sobre complexidade biológica tal qual exposto nos artigos “embriologia fractal do mesozoico” e “interface fractal”, e reconstruído aqui, introduz o “ressignificado” de ecossistema e dimensão fractal. Interessa-nos neste e nos próximos artigos reforçar a idéia de seres vivos ou ecossistemas como sistemas complexos biológicos com dinâmica fractal.
Os sistemas naturais são formados por componentes que estabelecem entre si relações intra e interespecíficas. Essas relações não são lineares e por isso mesmo desprovidas de sentido vetorial ou direção claramente previsível. Isto é mais evidente em micro escalas (tema para outro texto). Assim, os sistemas naturais são imprevisíveis e mutáveis mas não obrigatoriamente instáveis. A melhor imagem para representar a complexidade dos ecossistemas é a de uma rede cujos os nós representam os componentes do sistema e, as linhas que comunicam os nós, representam os sentidos ou as direções das informações que circulam pela rede. Entretanto, trata-se de uma rede quadridimensional (ou n-dimensional) que configura uma intrincada malha de conexões com design biológico próprio, mutável e, mais do que provavelmente, fractal. Ou seja, cada componente ou nó do sistema representaria uma rede em menor escala e assim sucessivamente, de forma auto-similar, tendendo ao infinito. Assim, cada nó da rede, de forma aparentemente sólida, seria semelhante a uma esponja com área de superfície infinita e volume nulo (vide Esponja de Menger acima).
Este conceito sugere uma estrutura organizada no qual os sistemas observados em macro escala suportam subsistemas em escalas progressivamente menores. A observação detalhada dos subsistemas revela instâncias ainda menores e de complexidade semelhante. Alterações em qualquer nível refletem alterações a nível global.
Vamos imaginar o bioma Mata Atlântica presente na maior parte no território brasileiro. Este grande sistema é composto por vários ecossistemas diferentes, entre eles as florestas atlânticas. Na Mata Atlântica distinguem-se no mínimo quatro tipos de florestas além de mangues, restingas, campos e brejos de altitude. Esta configuração corresonde a ecossistemas dentro de ecossistemas em escalas progressivamente menores. Nestas florestas ou ecossistemas, comuns no Rio de Janeiro, predominam Jequitibás (ao lado), Ipês, Jacarandás, Palmeiras, Leguminosas, Astroniuns, Sapucaias entre centenas de outras espécies lenhosas, arbustivas, trepadeiras e epífitas como as orquídeas e bromélias. Além de toda a diversidade vegetal, circulam nestes ecossistemas uma grande diversidade de animais que realizam os seus ciclos de vida por entre territórios delimitados e/ ou superpostos dentro do grande ecossistema complexo chamado Mata Atlântica. Entre eles podemos destacar primatas, felinos, aves, tamanduás, insetos, cobras, jacarés, sapos entre outros.
Dentro de um conceito ampliado do que seja ecossistema, podemos distinguir microecossistemas presentes nas copas das árvores, nas cascas das árvores ou nos cálices das bromélias, entre outros. Os cálices das bromélias são importantes na natureza e são vistos pela maioria dos ecólogos como ecossistemas completos. Então, vamos aprofundar o entendimento sobre estes microecossistemas de bromélias como exemplos de componentes vitais para o funcionamento e entendimento dos nossos ecossistemas interligados em rede complexa com dinâmica fractal.
Existem mais de duas mil espécies de bromélias no mundo. Para alguns autores este número pode chegar a três mil conforme relatado no ótimo livro “Bromélias da Mata Atlântica” de Elton M. C. Leme. Segundo Leme, pelo menos 40% desse universo podem ser encontrados no Brasil, o que faz do país o mais importante em termos de diversidade.
Cada bromélia tem uma capacidade especial de armazenar água em suas folhas e é aí que está o segredo. Esta água é, geralmente, límpida e transparente, e fica armazenada entre as folhas bem no centro da planta chamada de cálice. A água das bromélias é rica em sais minerais, ácidos orgânicos e outros nutrientes que fazem das bromélias microecossistemas fundamentais dos quais dependem centenas de organismos. Além das famosas larvas de mosquitos, dentro ou em torno das bromélias vivem libélulas, aranhas (como a caranguejeira Pachistopelma rufonigrun endêmica de bromélia retratada na imagem abaixo), sapos, pererecas, aves, morcegos, cobras e crustáceos. São 400 a 500 espécies de animais, de alguma forma relacionadas às bromélias. Muitas fazem das plantas sua moradia. Outras as freqüentam para caçar, beber ou apenas molhar a pele. Outras ainda as polinizam ou buscam seu néctar e frutos. No calor das restingas ou no auge da seca do sertão nordestino, dos cerrados e das matas do Centro-Sul brasileiro, as bromélias também são fonte de água para anfíbios e répteis, aves e até mesmo mamíferos, como sagüis, micos, macacos, cachorros-do-mato e quatis.
A melhor imagem que tenho das bromélias interagindo em ecossistemas foi impressa na minha mente a partir de um trabalho que realizei, durante a faculdade de Biologia, na restinga de Massambaba. Era um marimbondo caçador buscando atividade em torno de uma Edmundoa lindenii em flor (a baixo sem o marimbondo). Recentemente tive um grande problema com larvas de Aedes aegypti (mosquito vetor do virus da dengue) nas bromélias do jardim da Universidade Veiga de Almeida em Cabo Frio. O problema foi resolvido com treinamento dos funcionários na eliminação das larvas e dos ovos dos mosquitos bem como de outros criadouros realmente importantes.
Imagine uma floresta ou restinga sem bromélias. Em ambientes de restinga, às vezes as bromélias são os únicos suprimentos de água doce disponível para pequenos animais, capazes de armazenar o equivalente a um copo ou um balde cheio de água a depender do tamanho da bromélia. Certamente toda a diversidade taxonômica ficaria comprometida, gerando um colapso em todo o grande ecossistema, pois até o microclima seria alterado, uma vez que as bromélias contribuem para a manutenção do microclima local. Então podemos enxergar as bromélias como importantes bioindicadores da saúde de ecossistemas tropicais.
Como pudemos ver, as bromélias são bons exemplos de componentes pertencentes a grandes redes de ecossistemas que ajudam na manutenção de todo o sistema. Redes fractais como modelos de sistemas naturais são idéias matemáticas úteis que ajudam a explicar fenômenos biológicos observáveis. Mas como desenhar esta rede? Que geometria fractal poderia representar tamanha interação de modo que na sua arquitetura tivéssemos um tipo de Esponja de Menger diferenciada para cada subsistema interligado em rede? Nesse ponto a interação entre biólogos, físicos e matemáticos poderia ser útil na construção desta representação gráfica para este hipotético “Ecossistema de Menger”. O ecossistema artificial de Menger seria suportado por algoritmos que, por sua vez, estariam baseados em proposições matemáticas. Então estamos falando de modelos matemáticos formados por parâmetros e variáveis. Tais parâmetros e variáveis seriam representações numéricas dos componentes dos ecossistemas reais. Alterações nos parâmetros do modelo matemático gerariam modificações na arquitetura gráfica do ecossistema artificial de Menguer. Isto significaria uma ferramenta poderosa para o estudo in sílica de ecossistemas alterados ou impactados.
Quem aceita o desafio de modelar os “Ecossistemas de Menger”?
Grande abraço e até a próxima.
Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 10:38
Meu Comentario
Obrigado pelas valiosas informações no post. Mas a mim dá a impressão de que a Ciência ainda está muito atrasada no conhecimento de sistemas, complexidade e fractais, e isto porque está sendo desviada do caminho traçado pela evolução natural. Na selva amazônica também temos a vontade de entender a Natureza, e devido a separação com a civilização e seu método científico, aplicamos outros métodos e chegamos a resultados que às vêzes se cruzam com os seus resultados, mas às vêzes muito se distanciam.
Vocês entenderam como eu que a matéria se organiza na forma de sistemas e temos a mesma definição: a soma das informações das partes interagentes mais um pacote de novas informações geradas pelas interações que excedem tôdas as informações de tôdas partes. Porém minha definição apenas com isso sente-se incompleta e ineficaz, por isso acrescento: “… pacote êste que se torna a “mente” do sistema, a qual se desperta para novas necessidades, por isso aplica fôrças sôbre as partes tentando mudar ou ampliar suas funções, o qual resulta numa nova configuração física mais complexa adicionando assim os graus da evolução.”
Vocês entenderam como eu que os sistemas naturais se apresentam como uma hierarquia derivada dos diferentes graus de complexidade de uma mesma forma comum a tôdas elas. Mas a partir daqui começa nossas diferenças. Por exemplo, quando vocês apelam para o conceito de fractal matemático para definir e entender a forma comum, eu apelo para o conceito de matriz genética. E isto muda todos os resultados posteriores.
O estudo e conhecimento de sistemas naturais, entre vocês está parado a muito tempo, não avança, engatinhando e patinando em tôrno de um obstáculo que precisa ser removido. Os ilusórios avanços acenados através de algumas realizações tecnológicas são meros resultados do desvio do conceito de significado da Natureza, a prova disso é que essa tecnologia é desumana e contra o ritmo e rumo das fôrças naturais emanadas pelo contexto cosmológico, resultando na incompatibilidade entre homem e natureza que se percebe apenas a níveis planetários. Houveram sadias iniciativas no estudo de sistemas, como Fritjof Capra (O Tao da Física), ou Margullis ( A Teoria Simbiôntica), e principalmente a grande iniciativa de Bertalanfy fundando a Teoria Geral dos Sistemas. Mas a obra de Bertalanfy estagnou porque em certo momento o dominio da razão natural que operava com Margullis, Capra, foi substituído pelo dominio de uma razão involuída vegetando ainda no reino dos fenômenos puramente físicos, cuja linguagem de expressão é a Matemática, a qual não traduz a maioria das características de um sistema natural.
Na selva também somos obrigamos a usar o pouco que dispomos – a intuição que emana do espirito primitivo selvagem e caótico da biosfera – num tipo de racionalismo mais natural porem perturbado pelos valôres humanos de sobrevivência. Mas, claro, não podemos entender esta invasão da mentalidade resumida á ordem organizatória da matéria a nível estritamente físico, não podemos aceitar a Matemática como idioma dominante enquanto tôdas as outras linguagens que sentimos captar nos fenômenos são ignoradas. Seu conceito geral da unidade básica da Natureza como fractal matemático e geométrico não comporta a enorme profusão de váriaveis que a matriz genética sugere existir na mesma unidade.
Talvez a Ciência entrando no íntimo primeiro da ordem física e elegendo o fractal geométrico matematico como unidade basilar e ignorando os outros idiomas da Natureza ( o genético, o biológico, o software mental,etc.) seja uma tragédia temporária inevitável motivada pelo mesmo motivo que vocês não captam a nossa ação paralela de busca pelo mesmo tesouro no meio da selva: a comunicação entre eu e vocês não existe, pois ela se realiza apenas numa via, num sentido: eu tento captar e acompanhar os sinais emitidos pela vossa Ciência, mas vocês não captam e não se interessam pelos sinais que emito daqui. Ok, talvez meus sinais nada transmitam de real valor se meus resultados teóricos estiverem errados, mas elucidam como pode haver sinais e idiomas nos sistemas que seriam imprescindiveis no entendimento dêstes, que vocês não estão captando.
Se tempo e interêsse houver, até mesmo por simples curiosidade complacente, sugiro uma rápida visão no meu website onde exponho a figura teórica da matriz genética e a visão de mundo dela derivada, alertando que pelas precariedades daqui o website contem falhas, êrros e está em construção. Apesar de tudo, mais uma vêz obrigado pelas informações cientificas valiosas que capto em seu blog e que muito tem me ajudado a avançar na minha busca. Abraços… Louis Morelli. (website: http://theuniversalmatrix.com )
Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) disse…
Caro Louis Morelli,
Interessantes os seus argumentos e oportunos. Certamente ainda irão contribuir para o amadurecimento das teorias e, principalmente, hipóteses que hora proponho aqui. Entretanto, seria grande o “simplismo” querer reduzir a diversidade biológica a uma mera unidade matemática. Não foi essa a intensão do artigo. Mas tenho dúvidas se, do ponto de vista genético, não estamos sob um gene fractal proposto por mim com base na teoria dos Geólogos Olivera, CL e Andre Calixto sobre “embriões fractais” . Veja o comentário de Oliveira no meu artigo: Um pouco de tudo e mais fractais (http://microsintonias.blogspot.com/#uds-search-results). Isto não me parece absurdo visto que na natureza as projeções arbóreas estão em todos as partes. Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.
Sobre a Teoria Geral dos Sistemas de Bertalanfy, entendo que Maturana e Varela trouxeram uma grande contribuição para o conceito do que seja “estar vivo” e resolveram conceitualmente o problema da organização da vida, conforme discutido em artigo anterior (http://microsintonias.blogspot.com/2009/04/voltando-ao-tema-o-que-e-vida.html).
Grande abraço,
Grato pela oportunidade. 30 de agosto de 2010 14:15
Tags: complexidade, Ecossistemas de Menger, fractal, Geral, Sistemas, Sistemas Biologicos Postedo na Geral, Sistemas | 1 Comentário »
quarta-feira, fevereiro | 10 | 2010

Molécula de RNA
O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar ao processo biológico da auto-duplicação.
Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World.
Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto; 2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.
Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm
que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!
Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:
Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….
Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se. Porque? Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………
Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………
Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..
Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula……………………………………. Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.
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quarta-feira, maio | 20 | 2009
Uma galinha com os pintinhos embaixo de suas asas. Aquilo e’ um sistema familiar?
Um sistema e’ formado por um nucleo e as partes. Tem que existir uma interacao, uma troca de quaisquer coisas, entre o nucleo e todos os elementos das partes. Num sistema as partes, alem de todas interagirem com o nucleo, elas tem que se interagirem entre si. cada uma cede coisas iguais ou diferentes a cada uma das outras, e recebe coisas iguais ou diferentes de todas as outras. Cada componente de um sistema executa uma funcao, unica e especifica, intransferivel, imprescindivel para o sistema inteiro funcionar. Cada elemento e’ a encarnacao de uma funcao universal.
Vamos agora ao sistema solar. O Sol cede energia e acomodacao estavel gravitaci0nal a todas as partes. Cede tudo isso `a Terra. E o que a Terra cede em retorno? Qual a funcao da Terra no sistema? Em que a Terra interage com os outros planetas?
A mamae Canguru cede energia na forma de leite, e a acomodacao de sua bolsa que acalenta os filhotes. E o que os filhotes cedem `a mamae canguru? Aquilo se parece com a familia humana? Poderiamos dizer que aquilo e’ um sistema familiar?
A analogia entre o sistema solar e a galinha com seus pintinhos, e a mamae canguru com seus filhotes, nao e’ fortuita, ao acaso. Esse fenomeno existe na Terra porque ‘e uma copia do ceu, e’ uma heranca genetica de LUCA. Tanto que aqui, na Teoria da Matriz, aquela definicao da Teoria Standard Nebular, de que “estrelas sao horrendas fornalhas nucleares” muda da agua para o vinho: “Estrelas sao maes atarefadas em amamentar os seus rebentos e mante-los acomodados e aquecidos debaixo de suas longas asas gravitacionais”. E isso e’ mentira?
Um sistema familiar real, completo, que funciona, tem que ter o nucleo e pelo menos mais cinco partes executando funcoes especificas universais. Portanto este sistema teria que ter:
a) Um casal nuclear, encarnando a funcao recriadora, recicladora, e mantenedora;
b) Um “baby”, representando a funcao de garantia da perpetuacao da especie;
c) Uma crianca, garantindo a funcao de crescimento do individuo da especie;
d) Um adolescente, garantindo a afirmacao e assimilacao dos acrescimos de complexidade emergentes desde as atividades laborais e criadoras dos adultos e velhos, alem de servir da fase transicional para a funcao reprodutora;
e) O adulto de meia idade, encarnando a funcao mantenedora;
f) O idoso senil encarnando a funcao entropica para limpeza do sistema das partes exauridas em seu uso e atingidas em seu limite evolutivo;
A maioria das familias nao formam este sistema aberto perfeito, mas mesmo assim o sistema familiar deu seu salto evolutivo para o emergente sistema social porque, na soma de todas as familias-sistemas incompletos, todas as funcoes encontram formas que as representam.
Mas uma curiosa licao poderiamos tirar imaginando se o sistema familiar tivesse imitado fielmente o sistema fechado ancestral LUCA. Nesse caso o sistema seria fechado em si mesmo e se auto-reciclaria. Como fica? Desde a crianca ate’ o idoso senil nada mudaria, mas a setima funcao universal teria que se fazer presente constantemente, o que significaria que permanentemente o sistema teria que estar produzindo um cadaver… e tanto o casal nuclear como o “baby” estariam “comendo” esse cadaver. Assim o circuito do ciclo vital fluiria eternamente. Mas voces acham macabra e sem graca essa ideia de comer cadaveres?
Na verdade, todos os seres humanos sao canibais: eu, voce, a sua avo… Pois deixa-me supr que seu nome e’ Pedro, ou Maria, e estas com 40 anos de idade. Onde esta’ agora aquele garoto chamado Pedrinho que brincava nas ruas daquela cidade do interior? Onde esta’ a Mariazinha e cade suas bonecas? Vamos la’ naquela cidade agora, perguntar `a populacao o que foi feito do garoto, da garota. Vao dizer que nao existem mais. Mas entao cade seus corpos, ou ao menos, seus cadaveres? Enterrados em qual cemiterio? O garoto esta dentro de voce, foi consumido por voce. Para que a Maria de 40 anos existisse, teve que desaparecer a mariazinha de 10 anos. So’ existe um adulto se sumir uma crianca. Somos canibais, mas isto e’ inevitavel, a maldicao veio dos ceus. La’, todo individuo maior “come” o menor, ou o mais idoso come o menos idoso. Planetas desaparecem dentro de pulsares, pulsares desaparecem dentro de estrelas, etc. E os cadaveres desaparecem dentro do casal nuclear e o que sobra dele, vai para o baby.
Este mundo, quando analizado assim, a frio e nu, muda de cara. Muita coisa jamais imaginada existem debaixos de nossos olhos cegos que nao as ve. So’ mesmo LUCA vindo e esfregando estas verdades na nossa cara. Tal como essa de que o “sistema” solar nao e’ sistema coisa nenhuma. O primeiro sistema de verdade, real, que surgiu no mundo, foi o sistema biologico. Antes dele, atomos, estrelas, galaxias, nunca chegaram a constituir sistema, todos foram passos e formas significativas na grande obra da natureza que tinha por fim construir finalmente um sistema. Tanto o sistema biologico e’ tao grande novidade na historia da macro evolucao universal, tao notavel foi a mutacao com ele ocorrida, que nos o denominamos “Vida” e o separamos do resto da evolucao do mundo. Mas fizemos isso porque nao conheciamos LUCA. Mutacoes notaveis sempre ocorreram, como a do sistema celular para os individuos multi-celulares, ou a dos repteis em mamiferos. Que mutacao notavel! E porque nao separamos os mamiferos do resto da evolucao dos animais?!
Temos cometido muitos erros, a maioria devido a ilusao enganosa das aparencias. Vamos comecar a corrigi-los? Nao existe sistema solar. Quando muito poder-se-ia dizer que existem protos ou pre-sistemas estelares. Estes erros prejudicam e viciam a educacao dos estudantes.
Um verdadeiro
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