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A Mente É Uma Substância? Está a Um Passo Nessa Confirmação a Matriz/DNA

quinta-feira, abril | 28 | 2011

Dentro do cérebro acontecem cenas semelhantes às que vemos no céu: estalos de relâmpagos onde raios de energia se ramificam e se desfazem na substância gazoza das nuvens. Se aqui uma árvore com suas longas raízes submersas no solo atraem raios, no cérebro um neurônio com suas longas dendrites atraem os sinais elétricos das sinapses. A semelhança das cenas não é mera coincidência. Foi essa Natureza com raios e trovões que produziu o cérebro e logo, filho de peixe, peixinho parecerá.

Mas não temos os sentidos evoluídos para visualizar de fato o que são os nossos pensamentos, nossa mente foi fecundada ainda ontem nos tempos astronômicos e as ultimas notícias que nos vem das Ciências Neurológicas indicam que ela começou a apenas 200.000 anos atrás. A auto-consciência humana ainda não tem ou não ativou sua própria percepção visual para ver sua imagem refletida num espêlho, portanto se encontra na situação ainda, ou do feto que se forma, ou do recem-nascido que ainda não abriu os olhos e não tem idéia de como é seu corpo.

Mas temos a intuição de que nossa mente não é uma substância comum, palpavel e visivel aos nossos olhos nus. Ela representa mais um grande salto evolutivo, daquêles explicados por Steven Jay Gold em sua teoria do “puntuactun equillibrium”.

Como a Natureza produz novas substâncias que nunca existiram antes ao menos nestas regiões do tempo e espaço? É fácil entender se relembrar-mos como a Matriz/DNA explicou a origem da vida, ou seja, dos sistemas biológicos. Antes o mundo aqui era apenas constituído de esferas astronomicas organizadas num sistema mecânico porque, nossos ultimos ancestrais não-vivos, os sistemas astronomicos, foram confeccionados apenas com os estados sólido e gasôso da matéria. As relações e interações entre êles se resumiam às reações nucleares, radiações, jôgo de fôrças eletro-magnéticas, as quais, em seu conjunto, resultavam num sistema extrema e exclusivamente mecanizado, como o mecanismo de relógio Newtoniano. Mas como explica a Matriz/DNA, êstes sistemas estelares em suas interações produziram novas espécies de astros, como os quasares, pulsares, buracos negros, e daí se montou os sistemas galácticos. Ora, nossos modêlos dêstes sistemas revelam tôdas as premissas ou principios das propriedades vitais que surgiriam mais tarde, desde os processos digestivos à engenharia da reprodução sexual. Portanto as máquinas Newtonianas receberam uma cobertura biológica e estas produziram nas superficies de alguns planetas um novo estado da matéria, nunca existido antes: o líquido. Do liquido se originaram as reações químicas que produziram a “soft matter”, a matéria flexível, maleável, modelável e no fim todos sabemos o resultado; sistemas galácticos geraram sistemas celulares, à sua imagem e semelhança. Filho de peixe, peixinho parecerá.

A caverna puxou os trogloditas e gorilas para um convivio nuclear de cujas reações houve um salto evolutivo mental, e apesar de ainda não entender-mos como foi êsse processo, surgiu daí um novo estado da matéria, e com ela, essa ainda menina-criança que é a auto-consciência humana. Mas quando descemos mais no passado, esclarecidos agora com essa cosmovisão da Matriz/DNA, e munidos do conhecimento do elo entre a vida e a não-vida, não apenas chegamos a um Big Bang biológico como tendo sido um evento semelhante à fecundação reprodutiva, como tambem continuamos além, saímos das fronteiras do Universo e vamos ver os ancestrais da matéria, vórtices fantasmagóricos quânticos, funcionando como bits-informação ou genes do sistema que gerou êste Universo material.

Parece-nos estar-mos dentro de um Ôvo Cósmico, onde a matéria perceptivel seria a placenta, a matéria escura seria o amnion, e nós, sêres pensantes, os genes de nosso futuro e unico corpo… mental! Aleluia!

O problema é que tôda essa História Universal semelhante ao que acontece dentro da barriga de uma mulher grávida indica com fôrça intrigante que aquêle sistema criador misterioso já era… inteligente! Porque pai de peixinho, também peixe parecerá, e se somos como peixinhos inteligentes…

Portanto,  ou provavelmente, o sistema extra-universal, ex-machine, era, ou ainda é, auto-consciente, também deve ter uma substância mental, a qual talvez banhe todo o Cosmos como um oceano. Mas suas relações conosco devem ser naturais, sem milagres, e estamos sujeitos aos imprevistos assim como estávamos quando éramos embriões ainda no útero materno. Nosso mundo não parece ter sido inteligentemente desenhado, assim como os pais geradores de um embrião humano não precisaram de inteligência e não a aplicaram para fazê-lo, mas eram inteligentes.

No final disso tudo resta a dúvida: parece mesmo existir uma substância mental como as nuvens no céu, parece que ela é uma substância quase abstrata apesar de ter fôrça para atuar sôbre a matéria, movendo, dirigindo, nosso corpo material, mas teria ela sido criação ao acaso da matéria aqui ou teria ela uma existência extra-universal como uma dimensão à espera de que atingíssemos o grau evolutivo de sistemas biológicos para então se encarnar? Seria a subst6ancia mental uma espécie de característica herdada mas retrógrada, como daquêles genes que entram em ação mais tarde, produzindo bigode nos machos e ovulação nas fêmeas?

Enquanto essa questão me ocupa os pensamentos dia e noite, me fazendo às vêzes na pia do banheiro botar o creme dental no pente e lambuzando os cabelos, minhas mãos tentam trabalhar com os instrumentos disponíveis cada vez mais sofisticados na tentativa de alcançar essa substância. Mas precavido pela Razão de que posso retornar dessa busca deprimido com a possível prova de que ela não passou de mero sonho esperançoso de possuir uma alma que prolongue ao infinito nossa existência.

Certo que estamos abandonados nesta vida solitária mental e sujeitos a tragédias e predadores monstruosos, mas isso sempre aconteceu com todos nossos sistemas ancestrais. Até mesmo nas galáxias o ciclo de existência de um astro passa por duas fases: a primeira onde se vê como ôvo botado fora e abandonado à própria sorte flutuando nos frios espaços interestelares e a segunda onde se descobre que na verdade nunca fôra abandonado, que nunca saíra fora do sistema que o gerou, e que se vê confortavelmente instalado e protegido sob as asas gravitacionais de uma estrêla que o acalenta e o amamenta com sua energia radiosa. Nossa esperança é que a realidade daqui seja a mesma realidade do antes e alem das origens dêste Universo, que apesar de estarmos momentâneamente sujeitos aos desatinos das monstruosidades na matéria que talvez nossos próprios ancestrais ainda não biológicos criaram, na verdade nunca tenhamos sido abandonados por uma possível substância mental que exista naquela realidade além das dimensões quânticas. Oxalá! E graças meus pais extra-universais, pela nossa inteligência, que assim mantem esta vida como uma aventura interessante.

Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz

domingo, agosto | 29 | 2010

Veja artigo completo e meu comentário postado a seguir no site:

Adaptações

http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html#comment-form

“Ecossistemas de Menger”

O conceito sobre complexidade biológica tal qual exposto nos artigos “embriologia fractal do mesozoico” e “interface fractal”, e reconstruído aqui, introduz o “ressignificado” de ecossistema e dimensão fractal. Interessa-nos neste e nos próximos artigos reforçar a idéia de seres vivos ou ecossistemas como sistemas complexos biológicos com dinâmica fractal.

Os sistemas naturais são formados por componentes que estabelecem entre si relações intra e interespecíficas. Essas relações não são lineares e por isso mesmo desprovidas de sentido vetorial ou direção claramente previsível. Isto é mais evidente em micro escalas (tema para outro texto). Assim, os sistemas naturais são imprevisíveis e mutáveis mas não obrigatoriamente instáveis. A melhor imagem para representar a complexidade dos ecossistemas é a de uma rede cujos os nós representam os componentes do sistema e, as linhas que comunicam os nós, representam os sentidos ou as direções das informações que circulam pela rede. Entretanto, trata-se de uma rede quadridimensional (ou n-dimensional) que configura uma  intrincada malha de conexões com design biológico próprio, mutável e, mais do que provavelmente, fractal. Ou seja, cada componente ou nó do sistema representaria uma rede em menor escala e assim sucessivamente, de forma auto-similar, tendendo ao infinito. Assim, cada nó da rede, de forma aparentemente sólida,  seria semelhante a uma esponja com área de superfície infinita e volume nulo (vide Esponja de Menger acima).

Este conceito sugere uma estrutura organizada no qual os sistemas observados em macro escala suportam subsistemas em escalas progressivamente menores. A observação detalhada dos subsistemas revela instâncias ainda menores e de complexidade semelhante. Alterações em qualquer nível refletem alterações a nível global.

Vamos imaginar o bioma Mata Atlântica presente na maior parte no território brasileiro. Este grande sistema é composto por vários ecossistemas diferentes, entre eles as florestas atlânticas. Na Mata Atlântica distinguem-se no mínimo quatro tipos de florestas além de mangues, restingas, campos e brejos de altitude. Esta configuração corresonde a ecossistemas dentro de ecossistemas em escalas progressivamente menores. Nestas florestas ou ecossistemas, comuns no Rio de Janeiro, predominam Jequitibás (ao lado), Ipês, Jacarandás, Palmeiras, Leguminosas, Astroniuns, Sapucaias entre centenas de outras espécies lenhosas, arbustivas, trepadeiras e epífitas como as orquídeas e bromélias. Além de toda a diversidade vegetal, circulam nestes ecossistemas uma grande diversidade de animais que realizam os seus ciclos de vida por entre territórios delimitados e/ ou  superpostos dentro do grande ecossistema complexo chamado Mata Atlântica. Entre eles podemos destacar primatas, felinos, aves, tamanduás, insetos, cobras, jacarés, sapos entre outros.

Dentro de um conceito ampliado do que seja ecossistema, podemos distinguir microecossistemas presentes nas copas das árvores, nas cascas das árvores ou nos cálices das bromélias, entre outros. Os cálices das bromélias são importantes na natureza e são vistos pela maioria dos ecólogos como ecossistemas completos. Então, vamos aprofundar o entendimento sobre estes microecossistemas de bromélias como exemplos de componentes vitais para o funcionamento e entendimento dos nossos ecossistemas interligados em rede complexa com dinâmica fractal.

Existem mais de duas mil espécies de bromélias no mundo. Para alguns autores este número pode chegar a três mil conforme relatado no ótimo livro “Bromélias da Mata Atlântica” de Elton M. C. Leme. Segundo Leme, pelo menos 40% desse universo podem ser encontrados no Brasil, o que faz do país o mais importante em termos de diversidade.

Cada bromélia tem uma capacidade especial de armazenar água em suas folhas e é aí que está o segredo. Esta água é, geralmente, límpida e transparente, e fica armazenada entre as folhas bem no centro da planta chamada de cálice. A água das bromélias é rica em sais minerais, ácidos orgânicos e outros nutrientes que fazem das bromélias microecossistemas fundamentais dos quais dependem centenas de organismos. Além das famosas larvas de mosquitos, dentro ou em torno das bromélias vivem libélulas, aranhas (como a caranguejeira Pachistopelma rufonigrun endêmica de bromélia retratada na imagem abaixo), sapos, pererecas, aves, morcegos, cobras e crustáceos. São 400 a 500 espécies de animais, de alguma forma relacionadas às bromélias. Muitas fazem das plantas sua moradia. Outras as freqüentam para caçar, beber ou apenas molhar a pele. Outras ainda as polinizam ou buscam seu néctar e frutos. No calor das restingas ou no auge da seca do sertão nordestino, dos cerrados e das matas do Centro-Sul brasileiro, as bromélias também são fonte de água para anfíbios e répteis, aves e até mesmo mamíferos, como sagüis, micos, macacos, cachorros-do-mato e quatis.


A melhor imagem que tenho das bromélias interagindo em ecossistemas foi impressa na minha mente a partir de um trabalho que realizei, durante a faculdade de Biologia, na restinga de Massambaba. Era um marimbondo caçador buscando atividade em torno de uma Edmundoa lindenii em flor (a baixo sem o marimbondo). Recentemente tive um grande problema com larvas de Aedes aegypti (mosquito vetor do virus da dengue) nas bromélias do jardim da Universidade Veiga de Almeida em Cabo Frio. O problema foi resolvido com treinamento dos funcionários na eliminação das larvas e dos ovos dos mosquitos bem como de outros criadouros realmente importantes.


Imagine uma floresta ou restinga sem bromélias. Em ambientes de restinga, às vezes as bromélias são os únicos suprimentos de água doce disponível para pequenos animais, capazes de armazenar o equivalente a um copo ou um balde cheio de água a depender do tamanho da bromélia. Certamente toda a diversidade taxonômica ficaria comprometida, gerando um colapso em todo o grande ecossistema, pois até o microclima seria alterado, uma vez que as bromélias contribuem para a manutenção do microclima local. Então podemos enxergar as bromélias como importantes bioindicadores da saúde de ecossistemas tropicais.

Como pudemos ver, as bromélias são bons exemplos de componentes pertencentes a grandes redes de ecossistemas que ajudam na manutenção de todo o sistema. Redes fractais como modelos de sistemas naturais são idéias matemáticas úteis que ajudam a explicar fenômenos biológicos observáveis. Mas como desenhar esta rede? Que geometria fractal poderia representar tamanha interação de modo que na sua arquitetura tivéssemos um tipo de Esponja de Menger diferenciada para cada subsistema interligado em rede? Nesse ponto a interação entre biólogos, físicos e matemáticos poderia ser útil na construção desta representação gráfica para este hipotético “Ecossistema de Menger”. O ecossistema artificial de Menger seria suportado por algoritmos que, por sua vez, estariam baseados em proposições matemáticas. Então estamos falando de modelos matemáticos formados por parâmetros e variáveis. Tais parâmetros e variáveis seriam representações numéricas dos componentes dos ecossistemas reais. Alterações nos parâmetros do modelo matemático gerariam modificações na arquitetura gráfica do ecossistema artificial de Menguer. Isto significaria uma ferramenta poderosa para o estudo in sílica de ecossistemas alterados ou impactados.

Quem aceita o desafio de modelar os “Ecossistemas de Menger”?

Grande abraço e até a próxima.

Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 10:38

Meu Comentario

Obrigado pelas valiosas informações no post. Mas a mim dá a impressão de que a Ciência ainda está muito atrasada no conhecimento de sistemas, complexidade e fractais, e isto porque está sendo desviada do caminho traçado pela evolução natural. Na selva amazônica também temos a vontade de entender a Natureza, e devido a separação com a civilização e seu método científico, aplicamos outros métodos e chegamos a resultados que às vêzes se cruzam com os seus resultados, mas às vêzes muito se distanciam.

Vocês entenderam como eu que a matéria se organiza na forma de sistemas e temos a mesma definição: a soma das informações das partes interagentes mais um pacote de novas informações geradas pelas interações que excedem tôdas as informações de tôdas partes. Porém minha definição apenas com isso sente-se incompleta e ineficaz, por isso acrescento:  “… pacote êste que se torna a “mente” do sistema, a qual se desperta para novas necessidades, por isso aplica fôrças sôbre as partes tentando mudar ou ampliar suas funções, o qual resulta numa nova configuração física mais complexa adicionando assim os graus da evolução.”

Vocês entenderam como eu que os sistemas naturais se apresentam como uma hierarquia derivada dos diferentes graus de complexidade de uma mesma forma comum a tôdas elas. Mas a partir daqui começa nossas diferenças. Por exemplo, quando vocês apelam para o conceito de fractal matemático para definir e entender a forma comum, eu apelo para o conceito de matriz genética. E isto muda todos os resultados posteriores.

O estudo e conhecimento de sistemas naturais, entre vocês está parado a muito tempo, não avança, engatinhando e patinando em tôrno de um obstáculo que precisa ser removido. Os ilusórios avanços acenados através de algumas realizações tecnológicas são meros resultados do desvio do conceito de significado da Natureza, a prova disso é que essa tecnologia é desumana e contra o ritmo e rumo das fôrças naturais emanadas pelo contexto cosmológico, resultando na incompatibilidade entre homem e natureza que se percebe apenas a níveis planetários. Houveram sadias iniciativas no estudo de sistemas, como Fritjof Capra (O Tao da Física), ou Margullis ( A Teoria Simbiôntica), e principalmente a grande iniciativa de Bertalanfy fundando a Teoria Geral dos Sistemas. Mas a obra de Bertalanfy estagnou porque em certo momento o dominio da razão natural que operava com Margullis, Capra, foi substituído pelo dominio de uma razão involuída vegetando ainda no reino dos fenômenos puramente físicos, cuja linguagem de expressão é a Matemática, a qual não traduz a maioria das características de um sistema natural.

Na selva também somos obrigamos a usar o pouco que dispomos – a intuição que emana do espirito primitivo selvagem e caótico da biosfera – num tipo de racionalismo mais natural porem perturbado pelos valôres humanos de sobrevivência. Mas, claro, não podemos entender esta invasão da mentalidade resumida á ordem organizatória da matéria a nível estritamente físico, não podemos aceitar a Matemática como idioma dominante enquanto tôdas as outras linguagens que sentimos captar nos fenômenos são ignoradas. Seu conceito geral da unidade básica da Natureza como fractal matemático e geométrico não comporta a enorme profusão de váriaveis que a matriz genética sugere existir na mesma unidade.

Talvez a Ciência entrando no íntimo primeiro da ordem física e elegendo o fractal geométrico matematico como unidade basilar e ignorando os outros idiomas da Natureza ( o genético, o biológico, o software mental,etc.) seja uma tragédia temporária inevitável motivada pelo mesmo motivo que vocês não captam a nossa ação paralela de busca pelo mesmo tesouro no meio da selva: a comunicação entre eu e vocês não existe, pois ela se realiza apenas numa via, num sentido: eu tento captar e acompanhar os sinais emitidos pela vossa Ciência, mas vocês não captam e não se interessam pelos sinais que emito daqui. Ok, talvez meus sinais nada transmitam de real valor se meus resultados teóricos estiverem errados, mas elucidam como pode haver sinais e idiomas nos sistemas que seriam imprescindiveis no entendimento dêstes, que vocês não estão captando.

Se tempo e interêsse houver, até mesmo por simples curiosidade complacente, sugiro uma rápida visão no meu website onde exponho a figura teórica da matriz genética e a visão de mundo dela derivada, alertando que pelas precariedades daqui o website contem falhas, êrros e está em construção. Apesar de tudo, mais uma vêz obrigado pelas informações cientificas valiosas que capto em seu blog e que muito tem me ajudado a avançar na minha busca. Abraços… Louis Morelli. (website: http://theuniversalmatrix.com )

Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) disse…

Caro Louis Morelli,
Interessantes os seus argumentos e oportunos. Certamente ainda irão contribuir para o amadurecimento das teorias e, principalmente, hipóteses que hora proponho aqui. Entretanto, seria grande o “simplismo” querer reduzir a diversidade biológica a uma mera unidade matemática. Não foi essa a intensão do artigo. Mas tenho dúvidas se, do ponto de vista genético, não estamos sob um gene fractal proposto por mim com base na teoria dos Geólogos Olivera, CL e Andre Calixto sobre “embriões fractais” . Veja o comentário de Oliveira no meu artigo: Um pouco de tudo e mais fractais (http://microsintonias.blogspot.com/#uds-search-results). Isto não me parece absurdo visto que na natureza as projeções arbóreas estão em todos as partes. Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.
Sobre a Teoria Geral dos Sistemas de Bertalanfy, entendo que Maturana e Varela trouxeram uma grande contribuição para o conceito do que seja “estar vivo” e resolveram conceitualmente o problema da organização da vida, conforme discutido em artigo anterior (http://microsintonias.blogspot.com/2009/04/voltando-ao-tema-o-que-e-vida.html).
Grande abraço,
Grato pela oportunidade. 30 de agosto de 2010 14:15

O Grande Tema Moral e Científico do Momento: Devemos ou não apoiar a fabricação de novas espécies de seres vivos em laboratório?

quarta-feira, julho | 14 | 2010

 

Synthetic Biology

Fonte: http://www.raeng.org.uk/news/publications/list/reports/Synthetic_biology.pdf

Estou fazendo das tripas coração tentando ter o tempo para ler as 200 páginas do debate ocorrido recentemente no Govêrno Americano, onde Craig Venter dá importante e esclarecedor depoimento, mais exatamente no  

 Committee on Energy and Commerce

“Effects of Developments in Synthetic Genomics”

May 27, 2010, Statement of Rep. Henry A. Waxman

Chairman, (vide em pdf)

e no meio me surge o seguinte pensamento:

Fabricar DNA no laboratório significa acrescentar mais alternativas às já realizadas pela Matriz que fêz isso com o intuito de exorcisar de si o gene egoista. Ela usou um método que para explica-lo podemos fazer a analogia com um macaco atrapalhado com um côco querendo comer todo o saboroso miolo branco. Quando o macaco quer obter todo o miolo branco do côco êle tem que quebrar a casca no maior numero de pedaços possivel. Se êle quebra-lo apenas em dois pedaços, vai ser muito dificil obter as partes do miolo que ficam nas curvas do fundo. Já tendo pequenos pedaços onde as curvas e fundos desaparecem, é certeza que o macaco vai conseguir retirar tudo e com maior facilidade em menos tempo. Pois a Matriz tinha como que um côco representando o caráter duro, inflexível e fechado, do gene egoista. Para limpar-se dessa peste ela se fragmentou em seus menores bits informação, em todas suas unidades de informação, de maneira que – se der-mos um valor de 100% ao gene egoista e supormos que a Matriz se quebrou em 100 pedaços – significa que cada pedaço-bit contem 1% do gene egoista que é diferente de todos os outros 99 bits. Pondo estes 100 diferentes tipos de DNA a se confrontarem em seu egoismo e num meio caótico como o é a biosfera terrestre, impondo sofrimento a todos, espera a Matriz depurar a todos levando-os a se limparem por si mesmos. Depois é só recompor o DNA ajuntando todos os 100 pedaços limpos que teremos a Matriz novamente retornada ao seu estado puro como era quando fazia parte do criador deste universo.

Então o que Mr. Craig Venter e a biologia sintética está procurando fazer é obter novos diferenciados bits que a Matriz nunca fêz aqui. Assim de chôfre somos levados a pensar:

- “Não pode! Não devemos fazer isto! Podemos atrapalhar todo o plano da Matriz, e certamente vamos fazê-lo, pois quem vai construir os novos bits são os homens, os quais são portadores do gene egoísta e vão fazê-lo buscando atenderem seus propósitos egoístas. Em outras palavras, quem está fazendo isto é o gene egoista, um ardil dêle para se livrar do castigo pelo pecado original e reconstruir aqui na Terra o seu falso paraiso na forma do circuíto da serpente.”

Mas a gente não pode tomar decisão em cima de uma primeira impressão sem analizar bem a coisa antes trazendo outros aspectos à questão. Nós descobrimos que existe o gene egoísta, nós desmascaramos o demonio em nosso interior, e parece-me não ser de nossa índole fazer pacto com o demônio. Em outras palavras nós o queremos fora de nós, queremos exorcizá-lo de nós. Não sei se posso falar pela maioria dos humanos, ao menos eu quero isso, e vejo que gente que não é nada santo, como o ateu Richard Dawkins, com vontade de declarar guerra ao demonio, ao gene egoísta. Portanto, não estamos dominados pelo demonio e sim nos predispondo a unir forças com a Matriz pura do criador.

Os seres humanos tem sofrido muito devido suas fragilidades e ao ambiente caótico. Tem sido uma verdadeira carnificna e campo de tortura para a maioria. Será necessário tanta impiedade para com um fora-da-lei? O fato é que o mundo pensa que sim, a carnificina é fato e está aí para todo mundo ver. Mas temos que lembrar que o criador do Universo ainda não é o Deus dos religiosos, êle não é mágico, e sim natural como nós, apenas muito mais consciente e poderoso. Mas seu poder não pode evitar que seus filhos-herdeiros sejam castigados na prisão em que caíram por vontade própria. Então, se tiver-mos condições de fabricar porções da Matriz Biológica que minimize os castigos, estaremos fazendo a vontade do criador que sofre vendo o sofrimento de seus filhos e estaremos gerando benefícios para nós. Basta fazer os genomas certos que se encaixem onde os pontos de caoticidade da biosfera sejam mais extremos, para ameniza-la e dirigir o ambiente para o estado de ordem o mais rápido possível.

“- Um momento! Êste estado de ordem ( para os humanos desconhecedores da Causa da Grande Queda – o falso Paraíso do Éden), que os humanos tem em mente é a reconstrução do falso paraíso. É o Admirável Mundo Novo sob a tutela da Grande Mãe Eva, uma feliz criação para acomodar o corpo carnal e dar-lhe tôdas as satisfações, todos os prazeres, mas significa o interrompimento da gestação da auto-consciência dentro do nosso ôvo-cabeça. Um paraíso que visa eternizar a estupidez, fechando as portas à evolução até que o Universo tenha que intervir novamente impondo nova Grande Queda.”

Ora, acho que não iremos por este caminho, se tivermos tempo de levar, senão a todos, ao menos à maioria, o conhecimento da Matriz que desmascara o demônio. Temos a oportunidade de criar um ambiente terrestre mais amigável ao ser humano, ao planeta, ao Cosmos como um todo, ao mesmo tampo que mantemos livre e evoluindo a nossa auto-consciência. Para realizar isto necessitamos sim, fabricar os acêrtos que substituam os acidentes e êrros do caos ou preencham as lacunas dos recursos necessitados.

Enfim, nosso destino depende de que

 ”a velocidade do desenvolvimento tecnológico para fabricar novas espécies de vida microbinana deve ser menor que a velocidade do ensinamento sôbre a Matriz para todos os povos.”

Assim, quem estará por trás e dirigindo todo o processo será a Matriz pura do criador e não a Matriz viciada do gene egoísta.

A FALSA IDÉIA SÔBRE MOLÉCULAS AUTO-REPLICADORAS

quarta-feira, fevereiro | 10 | 2010

Molécula de RNA

                 Molécula de RNA

 O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar  ao processo biológico da auto-duplicação.

Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto  em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World. 

Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto;  2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.

 Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm

que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!

Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:

 Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a     bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….

Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se.  Porque?  Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………

Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………

Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..

Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu  Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula…………………………………….  Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.

Previsões da Teoria da Matriz/DNA Aprovadas (1)

sexta-feira, setembro | 11 | 2009

(Scientific American, September 2009, pg. 61)

Qual foi a causa da primeira duplicação (ou multiplicação) dos seres vivos? Cientistas descobrem que a aplicação de uma fonte de calor sobre uma primitiva proto-celula pode ser o estimulo que faz as duas hastes do DSNA ou do proto-RNA se separarem criando assim duas células filhas  Supõe-se que na Terra primitiva haviam duas alternativas como fonte de calor: raios ultra-violeta do Sol ou atividade vulcanica próxima.

     . Pois nos modelos da Matriz/DNA feitos a 25 anos atrás”(PORTANTO MUITO ANTES DE SE PENSAR NESTA HIPÓTESE), o “DNA” de LUCA,  desde antes das origens da proto-célula, se divide devido a uma fonte externa de calor: o Sol.  Vamos à face de LUCA e à sua Matriz/DNA ( não consigo postar as imagens no lugar certo!):

matriz.jpg

LUCA - The Last Universal Common Ancestor

Onde é que o circuito se divide em dois, fazendo que a meia-lua esquerda se reproduza como meia-lua direita? Na Função 4, que em LUCA é representada pelo Pulsar. Lembre-se que um Pulsar é um velho planeta.  E porque o fluxo de divide aí? Porque o planeta caiu na órbita de uma estrela, a energia desta produz as reações nucleares ni nucleo, a pressão destas radiações produzem vulcões e os vulcões produzem os cometas, que criam o fluxo lateral interno. Portanto, no céu uma fonte de calor é o estimulo para LUCA lançar seus espermatozóides e se replicar (já que LUCA nào se reproduz e sim recicla seus ciclos de vida).

E como sempre dissemos, nas … (origens da Vida na Terra, que não houve) … nas épocas da embriogenese do primeiro sistema biológico, todos os mecanismos e processos aplicados aqui foram extraídos dos mecanismos e processos que já aconteciam no céu.

Mais um ponto para a Matriz. E também assim vamos aprendendo mais e mais a interpretar os mapas da Matriz. 

Evolucao: Simples Selecao de Mutacao Cega ou Simples Macro-Metamorfose do Sistema Natural Universal?

terça-feira, junho | 9 | 2009

(Voltar aqui e desenvolver esta tese que me ocorreu quando ia entrando na banheira, sai’ correndo pelado ainda e vim registra-la no computador para nao esquece-la para sempre. Parece muito importante.)

Topicos:

1) A larva se metamorfoseia em borboleta, rapidamente, num periodo curto para nos, tanto que podemos assistir todo o processo. Mas e se fossemos particulas vivendo apenas 17 bilionesimos de segundos? Todo aquele processo em que entram dezenas ou milhares de mecanismos produzindo sucessoes de centenas de eventos, para uma particula como observadora, cada pequenino detalhe ou evento teria ocorrido por acaso ou simples causacao por forcas fisicas e teria demorado milhoes de nossos anos para SE FIXAR COMO MUTACAO NUMA ESPECIE.

Agora, mudando de angulo de observacao, nos como humanos, cremos que as especies se transformam por mutacoes ao acaso ou causacao das forcas fisicas e registramos que uma mutacao pode ser selecionada e transferida para proximas geracoes, mas isto toma as vezes milhoes de anos para a mutacao se fixar definitivamente no DNA da especie. Porem, o ciclo vital de qualquer especie pode se contar nao apenas em milhoes, mas em bilhoes de anos (bacterias surgidas a 3 bilhoes de anos atras ainda existem, nao e’?), enquanto nosso metodo cientifico de observacao nao tem mais que mil anos, o que nao significa mais que um segundo num evento mutacional da especie.

2) desde que o Universo surgiu, tem existido um processo de macro-evolucao de apenas uma especie de organizacao da materia, uma especie que denomino “o sistema natural universal”. Este sistema pode muito bem ser uma especie que apresenta metamorfoses, como a larva se transformando em borboletas, e’ razoavelmente pensavel que uma “larva astronomica”, denominada LUCA, se transforme numa forma evoluida, denominada “sistema biologico”, cujo primeiro exemplar completo foi uma celula viva.

2) A transformacao de reptil em mamifero, o processo de forcar os ovos dentro ao inves de atira-los fora, se tornaria muito mais aceitavel e inteligivel se o vissemos como um evento de macro-metaforse da macro-evolucao.  

A FACE DE LUCA (3)

sexta-feira, maio | 15 | 2009

Abril | 12 | 2009

The ” Last Universal Common Ancestral”: O Deus caido do Paraiso e Criador da Vida na Terra 

 “Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” 

Bom site para se atualizar sobre LUCA:

http://www-archbac.u-psud.fr/Meetings/LesTreilles/LesTreilles_e.html

Para se entender o LUCA segundo esta teoria, e’ preciso antes recordar o que e’ um ciclo vital, principalmente o humano: 

Ciclo Vital Humano

Ha’ 200 anos, desde a fantastica ideia de Charles Darwin, existe um exercito formado por neo-darwinistas atacando em todas as areas – da biologia molecular `a geologia – revirando a lama de pantanos e lodo do fundo dos oceanos, `a procura da criatura microscopica que teria sido o elo entre o mundo inanimado e o mundo dos seres vivos. Denominado “LUCA”, sigla inglesa para “Last Universal Common Ancestral”, este se tornaria o personagem provocador da maior revolucao no pensamento humano de todos os tempos, quando, em uma isolada e solitaria incursao de um filosofo naturalista nas regioes mais longinquas, selvagens e ainda intocadas da Selva Amazonica (ultima testemunha ainda virgem dos eventos nas origens da Vida ), observando sistemas naturais e aplicando o metodo da anatomia comparada entre sistemas vivos e inanimados, foi obrigado pelas pistas e evidencias acumuladas a levantar a cabeca para o ceu e, deslumbrado, ver a… Face de LUCA. 

LUCA foi e continua a ser a obra da Natureza mais espetacular de todos os tempos! Ele existe mas nao existe ao mesmo tempo. Ele contem uma estrutura como a do DNA, como qualquer outro ser vivo, mas nao se trata do DNA. Ele ‘e um maquina perfeita, um verdadeiro moto-continuo, porem ele morre como qualquer outro ser mortal. A seguir mostramos um retrato falado desse ser mais influente sobre nossas vidas ainda hoje:        

LUCA - The Last Common Ancestral

 LUCA e’ um PROTO-SISTEMA formado pelas suas diferentes FORMAS de seu proprio CICLO VITAL.     LUCA e’ a unidade fundamental (building block) de GALAXIAS e reproduz-se como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informacao do RNA e DNA.

Para entender o LUCA que existe mas nao existe, e’ preciso lembrar um retrato falado de todo corpo humano  tal como o meu e o seu, quando nos tambem existimos mas nao existimos. A explicacao esta’ num fenomeno descoberto pelo genial Fisico Heisenberg: se voce fixa um objeto no espaco para poder ve-lo, jamais o veras no tempo, e vice-versa.  Como consequencia desta Lei, o mundo so pode ver seu corpo como crianca ou entao como adulto, nunca as duas formas ao mesmo tempo. Por isso nunca ser humano algum tinha visto LUCA, quando na realidade ‘e impossivel deixar de ve-lo a cada momento que abrimos os olhos!

E esta e’ uma consequencia do que se denomina “Ciclo Vital”: os corpos mudam, tem suas formas transformadas a cada milionesimo de segundo, ou seja, em cada menor fracao de tempo possivel ele perdeu ou recebeu pelo menos alguma nova particula. Vejamos um quadro do ciclo vital humano: 

  

 (Bem, aqui vai aquela imagem do Ciclo Vital Humano que esta’ la’ no comeco do artigo porque ainda nao sei como colar ou arrastar imagens inseridas para o lugar correto). 

… Um desses microbios que vivem apenas algumas horas, nascem e morrem dentro de um corpo humano, jamais acreditaria que o corpo-universo onde ele existe muda tanto de forma, a ponto de um baby tornar-se um anciao de bengala na mao. Qualquer deles juraria que o corpo humano surge da forma que ele e milhares de suas geracoes o conhecem. Vai dai que acreditar na teoria da geracao espontanea de tais formas e’ um passo errado porem logico. Pois nos estamos a milhares de anos vendo as formas de astros no ceu, e agora podemos ve-los com potentes instrumentos, e ainda estamos cometendo o mesmo tipo de erro logico: cremos que cada forma de astro celeste surge por geracao espontanea, ao acaso! Mas… segure-se na cadeira: eles sao tao vivos quanto nos somos, neste aspecto. As cinco ou seis formas diferentes de astros que conhecemos… sao as formas de morula, embriao, baby, crianca , adulto, e ate’ a forma do cadaver! Os astros  – apesar da aparente forma esferica sem maior significado, tambem nascem, crescem, tornam-se sexualmente ativos, se reproduzem, tornam-se anciaos e morrem como cadaveres!

Qual seria a verdadeira foto sua, se um pretendente extraterrestre na Internet espacial lhe pedisse? Se mandasse uma atual, nao iria lhe dar muita informacao sobre como e quem es. Se mandasse uma na forma de baby… Enfim, a verdadeira e correta foto para uma inteligencia de outro mundo entender e conhecer a especie humana teria que conter ap menos suas sete formas principais e dar alguma pista mostrando que uma se transforma na outra. mas nossos somos inteligencias de outro mundo em relacao as especies astronomicas… Entendeu? Porque nunca vimos nosso tata-tataravo que esta no ceu, esta `ca nossa volta por todos os lados que nos viramos, estamos dentro de seu fossil, e ele esta dentro de nos, no nosso codigo genetico… e nao sabiamos que ele existe!  

Mas ai’ voce ja’ esta’ inquieto  e se perguntando: ” E como e’ que voce ve LUCA… como sabe de todas estas coisas, se ninguem o ve?”

Raios!… Agora voce me pegou de calca curta… Pois olho para traz, a 30 anos passados e la’ no meio da selva, quando numa madrugada de noite estrelada, sai’ fora da barraca para olhar no ceu e ver LUCA, … foram tantas coisas que concorreram para este desfecho que eu nao sei como explicar…

De fato, que algum dia pudesse passar por uma cabeca humana a ideia de que planetas se transformam em pulsares e estes em estrelas, que um pulsar e’ “marido” de uma “quasar”, que astros despejam no espaco ovulos e espermatozoides como algumas criaturas primitivas despejam nas aguas dos oceanos… parece mesmo coisa de louco! Mas tambem pareceria louco aos olhos de todos os microbios que vivem hoje no meu corpo aquele que viesse dizer que um baby se transforma num adulto, que um corpo ‘e o marido de outro, etc. Armadilhas da Relatividade Geral.

E a seguir vamos mais longe mostrando a “alma”, ou “aura” de LUCA: 

(Bem, continuaremos a falar de LUCA neste artigo voltando aqui sempre que nesta vida quase sem tempo sobre algum tempo…)    

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” - The Last Universal Common Ancestral

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” – The Last Universal Common Ancestral

Nome correto de LUCA e suas siglas?

O Ultimo Ancestral Não-Biológico Comum a todos Sistemas Biológicos – UANBCSB

The Last Non-Biological Ancestral Common for all Biological Systems – LNBACBS

ESPONTANEA INIBICAO DE REACOES QUIMICAS E ORGANICAS NA OTIMIZACAO METABOLICA

sexta-feira, dezembro | 12 | 2008

Tese apresentada no PloS Computational Biology Journal

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  http://www.ploscompbiol.org/article/fetchArticle

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Titulo em Ingles: Spontaneous Reaction Silencing in Metabolic Optimization

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      Este assunto e’ muitissimo importante. Estou muito excitado e ao mesmo tempo muito revoltado hoje, porque o paper e’ muito longo, tecnicamente complexo, esta’ em Ingles, tenho que estuda-lo minuciosamente, demandaria muito tempo, e minha revolta deve-se a que nao tenho nem mesmo um pouco de tempo para faze-lo,  pois temos que fazer o trabalho bracal na producao dos bens que consumimos, e deixar esta pesquisa parada a qual poderia em muito ajudar a melhorar as condicoes de vida da Humanidade. Parece que Deus, alem de ter feito um pessimo designer da nossa vida, ainda nao esta’ muito preocupado em ajudar nossa especie. Mas voltarei sempre neste artigo que permanecera’ sob construcao `a medida que for avancando neste estudo (alias ja coloquei tres posts comentando este artigo naquele jornal – clique em “view ongoing discussions”).

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      A ideia basica ‘e a seguinte: Ao longo da sua existencia, o seu corpo, como sistema, muda temporariamente a intensidade de atividade de seus orgaos, glandulas, etc. Isto porque, para cada diferente idade sua, existem diferentes condicoes ambientais e familiares/sociais regras. O mais evidente sao os orgaos sexuais: requer-se mais atividade deles aos 20 anos que aos 5 ou 50 anos, certo? Menos evidentes sao as variacoes nas atividades do cerebro, do figado, do estomago… mas essas variacoes existem. E este e’ um fenomeno muito importante para voce, pois determina tambem sua saude e qualidade de vida. As vezes o nivel de atividade requerida de um orgao, face as condicoes de momento, nao e’ apresentado, e assim, voce esta’ perdendo em muito na vida. Conhecer bem este fenomeno para desenvolver a tecnologia e cuidados necessarios, ou seja, para ter controle sobre ele, e’ um trabalho que deve merecer todo nosso apoio. Ou deveria: eu mesmo nao tenho apoio algum, a nao ser aquele que esta vindo do bom ou mal funcionamento do meu metabolismo para que eu aguente as forcas requeridas para produzir e pagar meu sustento. Enquanto isto, neste momento, milhoes de pessoas estao desperdicando recursos da Humanidade em coisas superfluas, inuteis. Burrices da Humanidade…
     Nao posso colar aqui o longo paper e traduzi-lo para facilitar a vida de meus irmaos e irmas que falam apenas o portugues. Nem mesmo talvez consiga faze-lo com os comentarios que estou postando no jornal. So’ para iniciar, vejamos se consigo traduzir um post:
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     (3) Sugestoes dos modelos da Teoria da Matriz Universal

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     A equipe autora da tese diz:  “ O reduzido numero de reacoes metabolicas parece ser constante atraves das especies de microbios estudados e justamente mais levemente amplo do que o minimo numero requerido para o organismo crescer normalmente.”

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     A Matriz sugere: “ Por que  os sistemas biologicos apresentam este nao-ideal e nao-logico processo de maior reducao das expressoes metabolicas do que o nivel otimo para crescer e conseguir/manter o equilibrio termo-dinamico?! A analise seguinte baseada na cosmovisao e modelos da Matrix explica isto:
     Sistemas biologicos sao meramente uma reproducao mutante do proto-sistema ancestral meio-mecanico/meio-biologico conhecido como “ building block – tijolinho fundamental – dos sistemas astronomicos”. O astronomico building block e’ o ultimo nao-biologico sistema ancestral de todos os seres vivos. Sua melhor reproducao aqui na Terra, organica/molecular/ nanotecnologica, e’ um par de nucleotideos, o building block do DNA. Mas… existe uma diferenca fundamental entre o nao-vivo ancestral e o unicelular organismo: o nivel de equilibrio termodinamico, o qual e’ o supremo objetivo da materia. O astronomico building block e’ um sistema fechado, enquanto sua descendencia, os sistemas biologicos, tiveram este estado mutado ou trocado, sao sistemas abertos. Assim, as pecas/orgaos de um sistema aberto necessita de fontes externas de energia, enquanto as pecas/orgaos de um sistema fechado nao necessita. A fonte externa nunca tem a qualidade de energia/informacao para suportar uma peca/orgao, enquanto nos sistemas fechados, a fonte interna tem a necessaria e suficiente qualidade e quantidade. A mais pobre fonte externa faz com que o sistema procure pela otimaizacao de expressao de suas funcoes metabolicas para manter-se sobrevivendo e crescendo. Mas, sobreviver e’ maior prioridade que crescer. Entao, o sistema apresenta uma reduzida atividade de algumas funcoes metabolicas do que seria o numero ideal para crescer normalmente.
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     Qual seria o metodo cientifico para ajudar este organismo? Primeiro de tudo, identificar o momentum ou faixa etaria do organismo no circuito do modelo do proto-sistema. Precisamos saber qual a idade do unicelular microbio. Nos necessitamos comecar a observar as formas externas das celulas, assim como quando nos sabemos as varias formas de um ser humano podemos calcular sua idade. Uma forma de adolescente pode ser calculada entre os 14 e 18 anos, aproximadamente. Conhecendo a forma do individuo naquele momento, podemos calcular quais as condicoes ambientais, as regras sistemicas de seu corpo inteiro que melhor providencia as fontes de energia/recursos que ele necessita. Em outras palavras, nos podemos transformar uma fonte externa pobre numa fonte ideal como as dos sistemas fechados. Trata-se na maior parte de desenvolver as exatas e eficientes medicinas. Existe um longo e arduo trabalho `a frente para nos, desde que descobrimos a Matriz, ha’ uma nova visao do mundo e dos fenomenos naturais sugerindo uma nova e inedita abordagem destes fenomenos, mas desde que estas sao as tecnicas certas, nos necessitaremos fazer este trabalho. Abracos… Louis Morelli
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     ( Para os simpatizantes da Causa: O que escrevi errado no post acima? Minhas interpretacoes na leitura dos modelos ‘e igual a sua? Porque nao? Lembre-se: vou continuar este artigo, tem muito a vir pela frente…) 
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 (4)Suggestions from the models of  “Theory of Universal Matrix”
     EQUIPE AUTORA DA TESE:Reacoes metabolicas de organismos unicelulares sao observadas routinamente como dispensaveis ou mesmo incapazes de atuarem sob certas circunstancias. Ainda assim, os mecanismos e niveis de condicoes e fenotipos associados com este comportamento permanece muito pouco conhecidos.”  
   A MATRIZ SUGERE: “ Estes mecanismos serao conhecidos quando a pesquisa for apoiada sobre o conhecimento das causas originais que os produziram na superficie terrestre e entre os sistemas biologicos. Estas causas remontam a muitos bilhoes de anos, partindo mesmo das propriedades existentes na materia quando de sua manifestacao com o Big Bang. Podemos perceber este fenomeno de expressao de algumas propriedades e supressoes de outras ja’ existentes mesmo antes da materia surgir, nos vortices quanticos, mas nao temos espaco e tempo aqui para explicar isto. Ou pode-se ter uma ideia deles nos nucleos atomicos quando o Universo ainda era mera nebulosa de atomos: quando a particula pion esta’ numa particula ela se expressa como proton e a outra se anula, como neutron; no instante seguinte o pion troca de lugar e o neutron que ele toca e’ expressado como proton (ver a “cola nuclear de Hideki Yukawa”).     Os seres unicelulares sao sistemas individualizados que foram construidos a partir de proto-sistemas existentes antes das origens da Vida. A materia necessitou de 10 bilhoes de anos trabalhando a organizacao de suas particulas, lenta e metodicamente, ate’ comporem arquiteturas de constituicao material que reproduzem a arquitetura dos vortices quanticos. Para criar o primeiro sistema natural, material, ela teve antes que criar os ciclos vitais, e apenas quando o primeiro ciclo vital foi completado, ele demonstrou toda a configuracao de um sistema. E’ um erro ignorar que as propriedades ditas ‘vitais” ja’ existiam antes dos sistemas biologicos, e nos modelos da Matriz podemos ve-las presente em atomos e galaxias.
COMO A NATUREZA CRIOU SISTEMAS NATURAIS A PARTIR DE UM CICLO VITAL
     Ciclo vital ‘e aquele periodo que inicia com a fecundacao, passa pelo nascimento `a luz do mundo externo, entra na fase de crescimento, maturacao, degeneracao ou entropia, morte, fragmentacao e retorno ao espaco. Durante este ciclo, um elemento tem sua forma transformada. No caso humano podemos observar as formas principais da morula, feto, embriao, baby, crianca, adulto, anciao, cadaver… Para facilitar nosso entendimento resumimos toda esta quase infinita quantidade de formas (pois a cada segundo a forma do individuo esta sendo transformada) em sete formas principais, mais evidentes, cada qual compreendendo um setimo do tempo de um ciclo vital. No caso do building block astronomico, as sete formas principais de um mesmo e unico astro sao: lua ou germe estelar ( um dos quais esta’ contido no nucleo terrestre), quasar, planeta, pulsar, estrela supernova, ana gigante, cadaver estelar ou poeira cosmica, buraco negro. Cometas sao formas temporarias com funcoes sistemicas explicadas nos modelos da Matriz. No caso do sistema atomico, inicialmente estas formas sao manifestadas como as sete camadas eletronicas.
      Mas e’ muito interessante e um estudo apaixonante observar como foi a evolucao e o arduo trabalho da Natureza para chegar a construir seu primeiro sistema natural, do qual, nosso corpo humano e’ um exemplar bastante evoluido. Primeiro a Natureza cria esbocos, prototipos, nos quais uma estrutura nao pode se manifestar no mesmo instante do tempo e do espaco: sob a dinamica de um ciclo vital, um corpo so pode existir com apenas uma forma num determinado instante. Portanto, nos primordios, o projeto de construcao de um sistema se diluia no tempo nao conseguindo se fixar no espaco. Maria, em qualquer momento de sua existencia, nao pode se apresentar com todas as formas que ela adquire durante sua vida.     As sete formas principais sao derivadas da expressao de cada propriedade de um vortice quantico, tema que nao podemos nos estender aqui. Expressando uma propriedade de cada vez na forma de um especifico tipo de campo eletro-magnetico e mais tarde condensando estes campos na forma de particulas elementares, foi criado o primeiro ciclo vital. Os primeiros atomos simples nao poderiam ser denominado “sistemas” pois na verdade eles nao o sao em relacao ao tempo. Um sistema define-se por diferentes partes conectadas entre si, cada qual executando uma funcao sistemica. Tambem a quase infinita quantidade de funcoes sistemicas podem ser resumidas a sete principais, para facilitar nosso entendimento. Assim, um corpo humano apresenta sete orgaos/pecas principais, cada qual executando uma das funcoes sistemicas. Mas o que se define como orgao executor de uma funcao interna ao sistema, se desdobra tambem no sistema inteiro na sua relacao com o mundo externo, onde o sistema inteiro executa uma especifica funcao no mais amplo sistema externo, o social do qual ele faz parte. Assim, o sistema “Maria” executa uma funcao no sistema familiar na sua forma de baby, diferente da funcao que ela executa na sua forma de adulta. Mas supondo que O corpo Maria fosse hermafrodita como sao os sistemas ancestrais atomicos e astronomicos, e juntando-se todas as sete formas principais de Maria e hipoteticamente fixando-as num mesmo instante e espaco, temos criado um sistema familiar completo, com todas suas funcoes sendo executadas ao mesmo tempo Vemos ali o papel de baby que ira garantir a perpetuacao ou reciclagem do sistema, a forma de crianca que garante o crescimento do sistema, a forma de adulto que garante a producao de energia para o sistema, etc. 
   Criado o ciclo vital materialmente, tinha-se um esboco, um projeto, do que viria a ser sistema natural. Isto aconteceu quando a macro-evolucao desenvolveu a primeira nebulosa conhecida como “galaxia”, a partir de um astro qualquer. Bastaria duplicar, multiplicar muitas vezes um individuo que tivesse um ciclo vital e portanto apresentasse as formas diferenciadas. Sabendo-se que cada forma desempenha uma funcao especifica sistemica, bastaria identificar e isolar num espaco contiguo e num mesmo instante, sete individuos, cada qual numa faixa etaria diferente das demais idades dos outros individuos. Ora, numa nebulosa populada por bilhoes de copias de um individuo e apresentando milhoes de copias com uma especifica forma, esta organizacao ocorreria por acaso a qualquer momento. Assim como o baby Maria esta’ de alguma forma conectado `a adulta Maria – ao menos um contem o outro – e portanto ja existe um principio ou forca motivando esta conexao, nao seria ilogico que as sete formas diferentes de um mesmo individuo se conectassem espontaneamente. E isto aconteceu quando a Natureza desenvolveu um terceiro estado da materia, o qual nao existia no prototipo astronomico: o liquido. Com o liquido surgiu a Quimica, pois reacoes quimicas nao eram possiveis apenas contando com os estados solido e gazozo da materia momentos antes das origens da Vida.
     No espaco sideral nao existe sistema astronomico, apenas esbocos dele. Nao esta’ correto dizer que o Sol e seus planetas compoem um sistema, pois a maioria das pecas nao se conectam e nao executam funcoes diferenciadas entre si. Os chamados “sistemas estelares” nao passam de fosseis atomicos transformados pelo mecanismo natural que denomino “giantologia”. O mecanismo oposto da giantologia e’ a nanotecnologia, a qual foi empregada como caminho reverso quando o proto-sistema celeste se reproduz na superficie da Terra como sistema celular. Agora sim, com a ajuda da quimica, produzindo a materia organica e reunindo as informacoes materializadas na forma de particulas no mesmo modelo de um astro celeste sob a dinamica de um ciclo vital, foi possivel finalmente exibir ao mundo a grande obra da Natureza, sonhada desde os primordios do Universo.



     Mas o que tem isso tudo a ver com o tema dos diferentes niveis de atividade metabolica de um organismo, e a busca do entendimento de seus mecanismos, para propiciar melhor existencia ao organismo? Ora, entendemos o sentido existencial dos mecanismos, isolamo-los do contexto externo, fixamos-los no espaco interno do organismo, observamo-lo em toda conjuntura tempo-espacial universal, agora podemos observa-lo a nivel microscopico para identificar os tipos de particulas e suas forcas que compoem os elementos quimicos envolvidos nas reacoes. E’ como assistir um jogo de futebol, com a benesse de poder-mos trocar os jogadores ou as posicoes entre eles, os quais nao executam suas funcoes especificas. A bola esta’ ficando amarrada na lateral esquerda porque o jogador naquela posicao nao a distribui, ou a bola sempre sempre passa pela defesa… identificamos as falhas, podemos identificar as solucoes. E assim o filosofo naturalista implora de joelhos ao cientista do laboratorio para que empregue seu conhecimento, sua tecnica e seus instrumentos. Os metodos reducionista e sistemico tem que caminharem lado a lado, num processo de retro-alimentacao: o sistemico necessita dos dados obtidos pelo reducionismo como combustiveis que acendam e mantenham suas tochas acesas e o reducionista necessita dos caminhos iluminados pelo sistemico para encontrar estes dados. Assim e’ a maratona da busca do conhecimento para os humanos.  Portanto, na proxima secao deste artigo, passamos a analizar os dados especificos fornecidos pelo brilhante trabalho de  Takashi Nishikawa, Natali Gulbahce e Adilson E. Motter.
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