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Circuito sistêmico neural entre cérebro e intestino

terça-feira, dezembro 18th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.

O intestino humano é revestido com mais de 100 milhões de células nervosasé praticamente um cérebro em si mesmo. E de fato, o intestino realmente fala com o cérebro, liberando hormônios na corrente sanguínea que, ao longo de cerca de 10 minutos, nos dizem o quanto está com fome, ou que não deveríamos ter comido uma pizza inteira. Mas um novo estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos. As descobertas podem levar a novos tratamentos para a obesidade, transtornos alimentares e até mesmo depressão e autismo – todos eles ligados a um intestino com defeito.

O estudo revela “um novo conjunto de caminhos que usam células intestinais para se comunicar rapidamente com o tronco cerebral”, diz Daniel Drucker, um cientista clínico que estuda distúrbios intestinais no Instituto de Pesquisa Lunenfeld-Tanenbaum, em Toronto, Canadá, que não estava envolvido com o trabalho. Embora muitas perguntas permaneçam antes que as implicações clínicas se tornem claras, ele diz: “Essa é uma peça legal e nova do quebra-cabeça”.

Em 2010, o neurocientista Diego Bohórquez, da Duke University, em Durham, na Carolina do Norte, fez uma descoberta surpreendente enquanto examinava seu microscópio eletrônico. As células enteroendócrinas, que estudam o revestimento do intestino e produzem hormônios que estimulam a digestão e suprimem a fome, têm protuberâncias semelhantes a patas que lembram as sinapses que os neurônios usam para se comunicar entre si. Bohórquez sabia que as células enteroendócrinas poderiam enviar mensagens hormonais ao sistema nervoso central, mas ele também se perguntava se elas poderiam “conversar” com o cérebro usando sinais elétricos, como os neurônios fazem. Se assim for, eles teriam que enviar os sinais através do nervo vago, que viaja do intestino para o tronco cerebral.

Ele e seus colegas injetaram um vírus da raiva fluorescente, que é transmitido através de sinapses neuronais, para os cólons de camundongos e esperaram que as células enteroendócrinas e seus parceiros se acendessem. Esses parceiros acabaram se tornando neurônios vagais, relataram os pesquisadores na Science.

Em uma placa de Petri, as células enteroendócrinas alcançaram os neurônios vagais e formaram conexões sinápticas entre si. As células até expeliram o glutamato, um neurotransmissor envolvido no olfato e paladar, que os neurônios vagais capturaram em 100 milissegundos – mais rápido que um piscar de olhos.

Isso é muito mais rápido do que os hormônios podem viajar do intestino para o cérebro através da corrente sanguínea, diz Bohórquez. A lentidão dos hormônios pode ser responsável pelos fracassos de muitos supressores de apetite que os atingem, diz ele. O próximo passo é estudar se essa sinalização do cérebro intestinal fornece ao cérebro informações importantes sobre os nutrientes e o valor calórico dos alimentos que ingerimos, diz ele.

Existem algumas vantagens óbvias para a sinalização do cérebro, como a detecção de toxinas e veneno, mas pode haver outras vantagens em sentir o conteúdo de nossas entranhas em tempo real, diz ele. O que quer que seja, há uma boa chance de que os benefícios sejam antigos – as células sensoriais intestinais datam de um dos primeiros organismos multicelulares, uma criatura plana chamada Trichoplax adhaerens,

Trichoplax adhaerens, que surgiu há cerca de 600 milhões de anos.

Pistas adicionais sobre como as células sensoriais do intestino nos beneficiam hoje estão em um estudo separado, publicado hoje na Cell. Pesquisadores usaram lasers para estimular os neurônios sensoriais que inervam o intestino em camundongos, que produziam sensações recompensadoras que os roedores trabalhavam duro para repetir. A estimulação a laser também aumentou os níveis de um neurotransmissor que estimula o humor, chamado dopamina, no cérebro dos roedores, descobriram os pesquisadores.

Combinados, os dois artigos ajudam a explicar por que estimular o nervo vago com corrente elétrica pode tratar depressão grave em pessoas, diz Ivan de Araujo, neurocientista da Icahn Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, que liderou o estudo celular. Os resultados também podem explicar por que, em um nível básico, comer nos faz sentir bem. “Embora esses neurônios estejam fora do cérebro, eles se encaixam perfeitamente na definição de neurônios de recompensa”, que estimulam a motivação e aumentam o prazer, diz ele. [Science]

Circuito sistêmico da conexão entre os intestinos e o cérebro

sexta-feira, dezembro 14th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Circuito da conexão dos intestinos com o cérebro

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.

Livro a ler: O Pensamento Sistemico

domingo, março 4th, 2018

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Pensamento Sistemico: O Novo Paradigma da Ciencia

Pensamento Sistemico: O Novo Paradigma da Ciencia – 2002

Movimento Holistico Orion: Para uma nova Consciencia

quarta-feira, agosto 2nd, 2017

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http://www.orion.med.br/

Historia da formacao e estado atual do movimento

Nos idos de 1970 foi fundada, em Paris, a primeira Universidade Holística, por iniciativa de Monique Thoenig. Essa Universidade teve um importante papel na introdução da Psicologia Transpessoal e da Visão Holística na França e mesmo na Europa. Monique Thoenig introduziu no cenário europeu grandes pioneiros como Rupert Sheldrake, Beverly Silverman, N. Bammate, Stanislav Grof, Stanley Krippner, estabelecendo contatos e pontes entre estes e grandes pensadores franceses como Jean-Emile Charon, Michel Random, Basarab Nicolescu, Stephan Lupasco e muitos outros ainda.

Em 1985, cansada por esse esforço gigantesco, Monique nos escreveu, exausta, querendo acabar essa importante tarefa e pedindo-nos ajuda. Travando conhecimento com ela, aceitei e sugeri também a colaboração de Jean-Yves Leloup, que naquela época estava dirigindo o Centre International de Ia Sainte-Baume, hoje extinto.

Jean-Yves Leloup sugeriu criarmos a Universidade Holística Internacional no lugar da Universidade de Paris. Criamos os estatutos e começamos a trabalhar na redação de uma Carta Magna, anexada à presente publicação. A segunda tarefa foi desenhar as linhas gerais de uma Formação Holística de Base.

Embora a Universidade Holística Internacional tivesse realizado um simpósio sobre o tema da “Aliança”, ela não se desenvolveu em Paris, mas tomou corpo em Brasília, quando o então Governador José Aparecido de Oliveira, em 1987, nos convidou para integrar uma comissão do Governo do Distrito Federal e, posteriormente, para assumir a responsabilidade de presidir e estruturar a Fundação Cidade da Paz, como mantenedora da Universidade Holística Internacional de Brasília.

Foi em Belo Horizonte, num curso de formação em Cosmodrama, realizado no Salão de Encontro de Noemy Gontijo, que passei ao planejamento da Formação Holística como tarefa prática, que consistia em adaptar o referido planejamento à realidade brasileira e à estrutura do Cosmodrama. Desse curso faziam parte, entre outros, Roberto Crema, Lydia Nunes Rebouças, Luiz Montezuma, Flávio e Sandra Rodrigues da Silva, Crestes Diniz Neto e Betty Clark.

Logo depois da inauguração da Universidade Holística Internacional de Brasília, na Granja do Ipê, em 14 de abril de 1989, definiu-se, sob o impulso de Roberto Crema, com base numa forma aperfeiçoada daquele trabalho prático, a estrutura da Formação Holística de Base, e iniciou-se a primeira turma com mais de oitenta candidatos, em 1989.

Criou-se o colegiado da Formação Holística, que continua se reunindo periodicamente, aperfeiçoando o processo de maneira constante, fazendo revisões para adequar o curso à estrutura geral do programa “A Arte de Viver em Paz”, reconhecido pela 26a assembléia geral da UNESCO como sendo um novo método holístico de Educação para a Paz.

A Formação Holística de Base está se mostrando, através da experiência de todos esses anos, um poderoso método de transformação, no sentido de despertar uma nova consciência para o terceiro milênio. Para cada um dos Aprendizes há a pessoa antes e depois da Formação: maior compreensão de si mesmo, dos outros, e sobretudo do significado desta nossa existência; maior tolerância, paciência e amor. Tais são, sem dúvida, os frutos colhidos por muitos participantes. A Formação Holística é um processo de perpétuo aperfeiçoamento.

A UNIPAZ é um movimento sem fins lucrativos, cujo objetivo maior é a introdução de uma nova consciência. Esta meta atende ao acordo na Declaração de Veneza da Unesco (1986) e na Carta de Brasília – este último documento-síntese publicado Diário Oficial da União em 17 de abril de 1997.

Atualmente a Unipaz mantém 9 campi: UNIPAZ-PT (Portugal), UNIPAZ-DF, UNIPAZ-BA, UNIPAZ-CE, UNIPAZ-SC, UNIPAZ-MG, UNIPAZ-RJ, UNIPAZ-SP (Campinas) e UNIPAZ-Sul. Além de 18 Núcleos espalhados pelo país: Belém-PA, Curitiba-PR, Goiânia-GO, Londrina-PR, Presidente Prudente-SP, Recife-PE, Triângulo Mineiro-MG, Vitória-ES, Aracaju-SE, Natal-RN, Araxá-MG, São Paulo-SP, Altinópolis-SP, São José dos Campos-SP, Chapecó-SC, Criciúma-SC, Pelotas-RS e Santa Maria-RS.

Na estrutura internacional, há 7 núcleos nos países como a Argentina, Bélgica, Equador, França, Israel, Honduras e Portugal, totalizando 33 unidades. A essência do trabalho da Unipaz é trazer o global para o local. Desenvolve, assim, várias atividades de cunho nacional e internacional para a ampliação de conhecimentos e troca de experiências, construíndo deste modo, uma nova visão de mundo. O atual Reitor da Unipaz é o professor Dr. Pierre Weil e o Vice-reitor o Psicólogo Roberto Crema