Posts Tagged ‘supernova’

Mais uma descoberta astronômica indicando que a teoria academica esta errada e a Matrix/DNA esta certa

terça-feira, novembro 14th, 2017

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https://www.seeker.com/space/astronomy/this-zombie-star-had-repeated-supernova-explosions-instead-of-dying

ASTRONOMY

This ‘Zombie Star’ Had Repeated Supernova Explosions Instead of Dying

A star exploded six decades ago and somehow survived, and apparently exploded several more times during the last few decades of its life.

Cassiopeia: Uma Supernova que Explodiu ou Implodiu?

sábado, janeiro 31st, 2015

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Cassiopeia A: The Surprise Inside an Exploding Star

Cassiopeia A: A Surpresa Dentro de Uma Estrêla Explosiva

http://abcnews.go.com/Technology/cassiopeia-surprise-inside-exploding-star/story?id=28605895

PHOTO: Exploding Stars - New study sheds light on how stars blow up

Exploding Stars – New study sheds light on how stars blow up (NASA)

 

Supernovas, the violent explosions of massive stars after they have exhausted their nuclear fuel, have long been one of the most fascinating mysteries of the universe.

Supernovas, as violentas explosões de estrelas massivas depois que elas tem exaurido seu combustível nuclear, tem a muito tempo sido um dos mais fascinantes mistérios do Universo.

Now, a new 3-D map of one of the most well-known supernovas, Cassiopeia A, reveals a bubbly interior, which could shed new light on the spectacular way these stars die, according to research published today in the journal “Science.”

Agora, um novo mapa em 3-D de uma das mais conhecidas supernovas, Cassiopeia A, revela um “espumante” interior, o qual trás nova luz sobre a espetacular maneira como estas estrelas morrem, de acôrdo com uma pesquisa publicada hoje no jornal “Science”.

Rather than having uniform layers of ejected material, the new 3-D map found the supernova remnant has frothy cavities that were possibly created by radioactive nickel during the explosion that decays to form iron. In a star that is massive enough, the star explodes in a supernova when it runs out of nuclear fuel, combining lighter elements through fusion reactions until it reaches iron, at which point the star’s inner core collapses. Elements heavier than iron are thought to be formed during the explosion.

Mais do que ter apenas camadas uniformes de material ejetado, o novo mapa em 3-D encontrou que os despojos da supernova tem superficial cavidades que foram possivelmente criadas por níquel radioativo durante a explosão que decaiu para formar ferro. Numa estrela que tenha massa suficiente, a estrela explode formando uma supernova quando ela gasta todo seu combustível nuclear, combinando elementos mais leves ( átomos gasosos como hidrogênio, hélio, etc.) através de reações de fusão, até alcançar o nível de elementos mais pesados como o ferro, em cujo ponto o núcleo interior da estrêla colapsa. Elementos mais pesados que o ferro são suspeitos de serem formados durante estas explosões.

A supernova is so violent and bright that many can be observed with the naked eye and are a common occurrence in our universe. Having exploded some 340 years ago, Cassiopeia A is relatively young and close to Earth, making it an ideal case study, researchers said.

A supernova é tão violenta e luminosa que pode ser vista a olho nu e são comuns no Universo. Tendo explodido a cêrca de 340 anos atrás, Cassiopeia A é relativamente jovem e próxima da Terra, tornando-a um caso ideal para estudos.

“We’re sort of like bomb squad investigators. We examine the debris to learn what blew up and how it blew up,” Dan Milisavljevic of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics toldSmithsonian Science. “Our study represents a major step forward in our understanding of how stars actually explode.”

“Nós somos uma espécie de esquadrão de investigadores de bombas. Nós examinamos os despojos para aprender o que explodiu e como explodiu,” disse Dan Milisavljevic do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics. “Nosso estudo representa um passo maior adiante no nosso entendimento de como estr6elas realmente explodem”.

Moving forward, scientists hope technological advances in telescopes will allow them to better study the bubbly interior — including the presence of iron.

Em adiantamento, os cientistas esperam que avanços tecnológicos dos telescópios permitirão a eles melhor estudarem o borbulhante interior destas estrêlas – inclusive a presença de ferro.

E o meu comentário postado no artigo da ABC NEWS: 

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There are no explosions of stars, nobody never saw such thing. Astronomical dimensions is an ordered state, not chaotic like ours microscopic dimension.

Não existem explosões de estrêlas, ninguem nunca viu tal evento. A dimensão astronômica é um estado de ordem, não caótico como nossa dimensão microscópica.

These theories are anthropomorphizing the Cosmos and this is wrong.

Estas teorias estão antropomorfizando o Cosmos e isto está errado.

The astronomical models of Matrix/DNA Theory makes sense and it suggests that astronomical bodies obeys the same process of life’s cycle, like biological bodies.

O modelo astronomico da Matrix/DNA Theory faz mais sentido e sugere que os astros obedecem o mesmo processo dos ciclos vitais, como os nossos corpos biológicos.

Then, they are born, grows, maturate, degenerates and dies, like us.

Então, eles nascem, crescem, amadurecem, degeneram e morrem, como nós.

Astronomical bodies have a nucleus that works like the germ of a plant’s seed.

Corpos astronomicos tem um nucleo que funciona como o germe de uma semente vegetal.

Think of a corn’s seed. The nucleus is that white germ, the geological layers is the yellow matter surrounding the white, which will server as food for germ flourishing.

Pense numa semente como o grão de milho. O nucleo é o germe branco, as camadas geológicas são a matéria amarela envolvendo o germe, a qual servirá como alimento para o germe brotar, florescer.

While the nucleus is eating the external mantles, the internal pressure builds volcanoes as valves.

Enquanto o núcleo estiver “comendo” as camadas externas, a pressão interna produz os vulcões como válvulas de escape.

When the external mantle becomes so tiny like a piel, the whole thing collapses internally and the energy of the nucleus gets the space.

Quando o manto externo se torna tão fino como uma pele, a superfície inteira colapsa internamente e a energia do nucleo é emitida para o espaço (  isto parece ao observador menos avisado uma explosão, mas na verdade é uma implosão ).

This is a supernova. When a star dies it is fragmented into dust, and the dust plus energy launched by pulsars creates central vortexes, which creates new astronomical bodies. So, astronomical systems are recycled… almost eternally.

Isto é uma nova supernova. Quando uma estrêla morre, que fica sem combustível, ela é fragmentada tornando-se poeira estelar, e essa poeira mais a energia emitida por pulsares criam um rodamoinho central, o qual gera novas sementes de astros. Assim, sistemas astronômicos são auto-reciclados… quase eternamente.

Astronomia: Matrix/DNA Contra o Standard Model – MSH 11-62

quarta-feira, novembro 19th, 2014

Aqui temos o Chandra obtendo mais uma imagem espetacular e a seguir a interpretação sobre o que significa esta imagem. Note que a interpretação já começa dizendo: ” a imagem mostra os restos da explosão de uma supernova…” como se isto fosse já verdade cientifica comprovada, quando nós sabemos que se realmente é isso esta explosão deveria ter ocorrido a tanto tempo atras impossivel de ter sido registrada cientificamente. O certo seria começar assim: esta imagem – segundo a nossa teoria preferida – ….

Image credit: NASA/CXC/SAO/P. Slane et al.

Então, enviei o seguinte post ao artigo da NASA:

  • Avatar

    Congratulations, marvellous images. Matrix/DNA cosmological model have a question and a suggestion: Which is the proved fact that this image reveals a supernova? Which is the proved fact that this image reveals a supernova formed by the death of a massive star? Please, some answer or links, I will appreciate. By another hand, the presence of X-ray and the nebula of dust surrounding the center was predicted by Matrix/DNA and by its model for electromagnetic spectrum in relation to astronomical systems. But… then, these theory is suggesting that the image reveals a central vortex ( and not a supernova) formed by the death of a prior system ( and not death of a massive star), beginning to produce the germs of baby-stars – phase that must have as template the vibrational state of X-ray). This image must be a point in between F1 and F2, at Matrix/DNA model…

    Vejamos o artigo:

    Supernova Shock Waves, Neutron Stars, and Lobsters

 
Supernova Remnant: A long observation with Chandra of the supernova remnant MSH 11-62 reveals an irregular shell of hot gas, shown in red, surrounding an extended nebula of high energy X-rays, shown in blue. Even though scientists have yet to detect any pulsations from the central object within MSH 11-62, the structure around it has many of the same characteristics as other pulsar wind nebulas. The reverse shock and other, secondary shocks within MSH 11-62 appear to have begun to crush the pulsar wind nebula, possibly contributing to its elongated shape. (Note: the orientation of this image has been rotated by 24 degrees so that north is pointed to the upper left.)
Vejamos algo mais aqui:
Diz o artigo da NASA:
1) A supernova that signals the death of a massive star sends titanic shock waves rumbling through interstellar space.
Matrix/DNA: não é assim que vemos a Natureza funcionar aqui. Nunca vimos algum organismo, ao morrer, emitir ondas chocantes de energia ao seu redor. Porque a Natureza usa um tipo de morte no espaço sideral desde os tempos passados, e mudou aqui na Terra para outro tipo de “morte”? O que vemos aqui na morte natural é corpos lentamente perdendo sua energia, seu principio vital, e depois lentamente se desintegrando… como sugere o modelo cosmológico da Matrix/DNA que funciona a morte de estrelas. É possivel que tenha havido esta mudança brusca da Natureza no seu longo trajeto de evolução universal quando passou da evolução cosmológica para a evolução biológica, como foi a brusca mudança de sistemas fechados em sistemas abertos, mas ainda não conheço os fatos que provam esta mudança no estilo das “mortes”. Ou então os interpretadores estão usando a plavra morte aqui, indevidamente.
Matrix/DNA: É preciso consultar o modelo Matrix/DNA, a respeito desta “an extended nebula of high energy X-rays”. Pelo modelo, se o vórtice central ainda é novo, não deveria ter essa energia aí, mas se já está em estado adiantado, é o previsto. O que é X-ray?  Exato! No modelo de espectro eletro-magnético da Matrix-DNA, o vórtice central está no estado vibratório de raios-X, que corresponde a algum ponto entre F1 e F2, ou seja, entre vótice e baby-star. Mas a matrix/DNA não sugere que ele emitiria ou conteria essa energia, apenas ou a sua “luz” ou ainda seu “corpo magnético”. Na verdade a image capta luz de uma ernergia, apenas a luz, ou apenas a energia?
Light - The Electro-Magnetic Spectrum
Pesquisa:
(Wikipedia) A shock wave is a type of propagating disturbance. Like an ordinary wave, it carries energy and can propagate through a medium (solidliquidgas or plasma) or in some cases in the absence of a material medium, through a field such as anelectromagnetic field. Shock waves are characterized by an abrupt, nearly discontinuous change in the characteristics of the medium.[1] Across a shock there is always an extremely rapid rise in pressuretemperature and density of the flow. In supersonic flows, expansion is achieved through an expansion fan. A shock wave travels through most media at a higher speed than an ordinary wave.

Schlieren photograph of an attached shock on a sharp-nosed supersonic body.

2) An ultra-dense neutron star is usually left behind, which is far from dead, as it spews out a blizzard of high-energy particles.

Continuar pesquisa…

neutron star ?

massive star ?

Outra image parecida:

A Chandra image of G327.1-1.1, a supernova remnant about 29,000 light years from Earth.

A Chandra image of G327.1-1.1, a supernova remnant about 29,000 light years from Earth. Image Credit: NASA/CXC/GSFC/T. Temim et al.

Astronomia:Gigante Vermelha se transformando em supernova? Ou era um quasar?

domingo, novembro 28th, 2010

Registrado para voltar a ler:

http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1011/1011.5494v1.pdf

The Disappearance of the Red Supergiant Progenitor
of Supernova 2008bk
Massive stars end their lives in spectacular supernova explosions. Identifying
the progenitor star is a test of stellar evolution and explosion models. Here
we show that the progenitor star of the supernova SN 2008bk has now disappeared,
which provides conclusive evidence that this was the death of a red
supergiant star.

Seppo Mattila,1
,
2 Stephen Smartt,3 Justyn Maund,4
,
5 Stefano Benetti,6
Mattias Ergon1
1Department of Astronomy, Stockholm University, Oscar Klein Centre, AlbaNova,
SE-10691 Stockholm, Sweden.
2Tuorla Observatory, Department of Physics & Astronomy, University of Turku,
V¨ais¨al¨antie 20, FI-21500 Piikki¨o, Finland.
3Astrophysics Research Centre, School of Mathematics and Physics,
Queen’s University Belfast, Belfast BT7 1NN, UK.
4Dark Cosmology Centre, Niels Bohr Institute, University of Copenhagen,
Juliane Maries Vej, DK-2100 Copenhagen, Denmark.
5Sophie & Tycho Brahe Fellow.
6INAF Osservatorio Astronomico di Padova, Vicolo dell’Osservatorio 5,
I-35122 Padova, Italy.

ESTUDO ALIMENTA QUESTÕES SÔBRE AS ORIGENS DAS SUPERNOVAS ((Bom para Matrix/DNA Theory)

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

Veja em: ScienceNews de Wednesday, February 17th,2010  http://www.sciencenews.org/_Study raises questions about supernova originsX-ray observations of the explosions could shift dark energy measurementsBy Ron Cowen  New X-ray findings appear to have blown a hole in the leading model for the origin of stellar explosions called type 1a supernovas. (Leia inteiro artigo no link acima)Eu estou postando aqui meus arquivos torcendo para que ninguém os leia, pois eu tenho vergonha dêles. E não gostaria de me deparar com alguém que os lesse e me fitasse sarcasticamente revelando que acredita estar vendo um louco cujo lugar certo que eu deveria estar era no manicômio. Essa quase-certeza de que perdí mesmo o contrôle da minha mente vem principalmente quando consulto a fundo os desenvolvimentos das atauis teorias cientificas.  por exemplo, faço questão de anexar abaixo e explicação da teoria cientifica atualmente aprovada sobre a origem das supernovas, para eu mesmo repensar no absurdo do que minha teoria está propondo. mas o fato é que não evitar a continuar este trabalho, o ódio contra este mundo frio e irresponsavel que dividiu a historia da natureza em dois blocos sem qualquer conexão lógica entre os dois e deixando nossa vida e existencia flutuando numa dimensão sem qualquer alicerce sólido, enquanto por outro lado não consigo terminar com a minha paixão por um mundo sonhado onde nào existiria estas divisões, onde minha exist6encia tivesse um proposito e um significado misteriosos vindo lenta,memte desde antes do Big Bang a se desemvolver cada vez melhor, ond eminha exist6encia  estivesse firmemente apoiada no outro bloco da histoeria que seria representada pelas estrelas que vejo no ceu e que penso elas tambem estarem vendo-me com simpatia e torcendo pelo meu suceeso pois como descendente delas eu carregaria a alma delas rumo a um infinitop sublime. Cintinuo rejeitando a realidade e vivendo o mundo inexistente que sonhei, e me justifico dizendo que meu mindo sonhado é mais lógico por isso ele é o real, enquanto o mundo dos homens acad6emicos é que seria o irreal.  Bem… deixe-me voltar a brigar pelo meu mundo irreal real. Êste mesmo enrêdo está sendo repetido quasde todos os dias: novos dados ou novas fotos contrariam o acadêmico astronômico modêlo. Está chegando às raias do absurdo a teimosia da Academia de Astronomia, parece que as mentes dos seus dirigentes estão paralizadas! Ninguém se toca que os fatos contrarios à teoria já somam mais que os fatos a favor, ninguém faz uma pausa para pensar e rever os fundamentos desta teoria, a pensar no que levou os seus criadores a desenvolverem estes modêlos teóricos, procurar o que eles tinham realmente de fatos concretos quando criaram esta teoria.  Veja só abaixo se isto tem nexo:Progenitor de SupernovasProgenitor de SupernovasOlhe bem a sequência acima e imagine vocês assistindo estas cenas. Por favor, saia láfora se for noite e o céu estiver estrelado, respire fundo, feche os olhos, limpe a mente de tudo o botaram nela, e abra os olhos e contemple o céu estrelado. Agore lembre-se da cena teorizada acima e tent ever isto tudo acontecendo naquêle céu que você está vendo. Qual sua idéia? Você acha perfeitamente possível que ocorra no seu céu o que o quadro acima está dizendo que acontece a cada 50 anos nesta galáxia e está acontecendo aos montes a todo momento nas infindáveis galáxias existentes?Se você respondeu sim, me desculpe, não deves nem continuar a ler este artigo. Se você disse sim é porque temos nossos cérebros hard-wired diferentemente e nesta encarnação nunca vamos chegar a um acôrdo e pode ser que você esteja correto e eu esteja totalmente fora de foco. Porque minha resposta é “não”. Do jeito que sinto o céu estrelado em tôdas estas noites que o observo sentado numa pedra, num tôco ou trepado numa árvore, ouvindo o canto da cutia, o coaxar do sapo, os urros ao longe do jaguar e tento conectar este céu como o progenitor de todos nós vivos que compomos esta biosfera… não consigo ver como meu céu amazônico poderia criar bombas termonucleares e fazer aqueles pontos luminosos lá em cima explodirem e zarparem velozmente. Mas como disse… antes que você e os astronomos que calcularam este quadro estejam errados… é mais provável que o homem-quase–macaco o esteja.Mas também sou teimoso e vou continuar defendendo o quadro que resultou dos meus calculus, totalmente diferente disso que aí está. Tôdas as diferenças entre a visão da Academia e a minha fpode serem resumidas a uma: a motivação, a intenção, que nos move a construir modêlos cosmológicos teóricos. Eu não sei qual a causa, o que se passava na cabeça dêles quando se predisporam a desvendar os fenômenos do céu, apenas tenho uma tese: suas mentes estavam alicerçadas nas Ciências Físicas e Matemáticas e sem se preocuparem com o que iriam encontrar fizeram um software cujas instruções que fariam as informações obtidas pela interpretação dos spectros e elementos atômicos captados pelos sensores como os térmicos e os ópticos das naves espaciais e/ou dos observatorios fixados em terra, se movimentarem para frente ou para traz calculando even tos passados ou futures, e sempre que viam a coisa se distorcendo divan uma corrigida nas instruções, porfim obtendo isto que é uma simulação computacional. Errei muito ou passei perto? Daqui da selva sem nunca ter visto uma nave ou um observatório, é possível que minha meditação que força minha visão entrar dentro deles e pensar como os cientistas trabalham pode estar também fora de foco. Enfim, resumindo, a face da existência que predominou no processo em que eles criaram aqueles modelos foi a face fria, mecanicamente lógica, excessivamente complexa, sem meta ou propósito algum de pré-determinar a Verdade, e foi a face da exist6encia percebida não pelo complex sensorial humano –pois o Cosmos não é alcançavel poe este – mas sim pelo complex sensorial conectado a um cérebro eletro-mec6anico. Não tenho nada contra êste processo, ao contrário, aplaudo-o – é melhor fazer na base da tentative e 6erro que sofridamente sempre leva a um ac6ero cada vez maior a êrros cada vez menores, que não fazer nada, como outras civilizações e a maioria do povo hoje nunca fizeram.Eu foz meus modêlos movido por uma tendência, uma prévia intenção que iria influenciar nos resultados finais: o Cosmos teria que revelar suas forces físicas que criaram a organic ordem de fenômenos na Terra e reveler sua propriedades vitais, que se projetaram aqui organizando esta material na forma de sistemas vivos. Em outras palavras: as mentes edicadas nas universidades peocuram o Cosmos fisico como ele é, sem elo com a exist6encia do micro-cosmos vivo que surgiu dentro dêle, e eu procure o Cosmos ancestral deste micro-cosmos, os elos evolutivos que vieram de lá e produziram o que existe aqui. Às vêzes penso que fui idiota ou estou louco… onde se viu, primeiro desenhar o quadro final e depois querer que na marra os fatos se encaixem neste quadro! Mas estou neurinialmente para pensar com esta lógica e a elegancia que penso ver nos meus quadros fizeram apaixonar-me  por êles e assim, talvez, reajo descabidamente com a teimosia inconsequente própria dos apaixonados.Não posso fazer um quadro agora de como surgem estes corpos celestiais que ambos, eu e eles, chamanos de supernovas, apesar que no meu retrato de LUCA a coisa está bem explicada. No meu quadro também existe a primeira parte do quadro acima, quando uma estr6ela central e velha é orbitada por um pulsar. Tambem existe a segunda parte quando a estrela velha começa a se desfazer em poeira. Mas as coincid6encias terminam aqui. No meu quadro a poeira nunca alcança o acompanhante pulsar, pois se ela está se distanciando da estrela, o pulsar está se distanciando numa velocidade ainda maior, haja visto que de dentro para for a seu nucleo, através da reação nuclear, vem comendo o teor energetic das suas camadas externas e já emitindo tambem ao espaço os magmas que rotrnam os cometas, tudo into contribuinfdo para que ele vá perdendo pêso já que está tendo sus massa cpnsumida e com isto escapulindo do abraço gravitacional da estr6ela que está morrendo e quer arrasta-lo junto para viverem eternamente em seu tunulo. – “ Eu hein? Sinto muito, te amo mas, nessa não posso ir… Estou fora, pernas para que te quero” – diria o pulsar. bem, na verdade a relação entre pulsar e sua acompanhante estr6ela sempre foi uma relação familiar entre pais e filhos e não aceito que uma mãe ou um pai sabendo que está morrendo se agarre aos filhos querendo leva-los junto. Na teoria a cad6emica, acontece isto: o pulsar quando recebe o jato de poeira da estrela acompanhante parece que igna seus motores como um foguete para se lançar longe no espaço.No meu quadro não existem astros celestes como bombas termo-nucleares explodindo. O meu lindo e calmo céu da Amazônia não iria me trair dêste jeito. Supernova é um evento que de fato acontece, mas é o evento ancestral, o mesmo processo, do evento que vejo aqui quando uma flor desabrocha, uma semente se abre e revela seu interior iluminado. É ironico, mas o macaco é mais romântico do que os homens modernos de avental branco lá dentro do Monte Palomar. Apesar de que o macaco também se puxa a prória orelha quando se vê romantizando demais para acordar e pensar de acôrdo com a norma fria e violenta da selva.E o banho de ducha fria vem correndo me acordar quando relembro as leituras dos textos cientificos. Estão tão bem estruturados, consumiram tanto tempo e tantas gerações nestes calculos, que sôa impossivel estarem errados. A voz da selva tambem não me ajuda, não afirma que estão errados, mas afirma que meus modêlos estão certos. Como? Se um é a antítese do outro? A não ser que os dois estão dizendo a mesma coisa e eu que não o estou percebendo. Afinal, a Teoria Nebular, prosseguindo o cerne da idéia do método reducionista, lída extensivamente com os detalhes minimos, o interior dos corpos, e passa ao largo da conjuntura exterior que liga os corpos à imensidão do tempo e do espaço, por isso não conectam o que acontece com aqueles corpos com o que está acontecendo com os nossos corpos, nós estamos num tempo distante a bilhões de anos daqueles corpos e suas origens. Não se detêm a pensar em significados dos eventos, enquanto meus modelos passam ao largo dos detalhes minimos e quase não olha para o interior dasqueles corpos apressado que estou em conecta-los à imensidão do todo e extrair seus significados. Quem sabe se um esforço em unir os dois modelos chegasse a um resultado que de repente revelasse que meus modelos não são loucos? Pois acho que é isso que estou fazendo e vou morrer tentando fazê-lo, tentar provar que o mundo real dos acadêmicos tem 50% de êrros e 50% de acêrtos enquanto o meu mundo dos sonhos também tem no minimo  50% de acêrtos apesar dos 50% de êrros. E que justamente os meus êrros foram acertados por êles e os erros deles foram acertados por mim de maneira que ajuntando as duas metades certas teriamos alcançado a Verdade Ultima!  

O Texto abaixo revela os fundamentos da atual Teoria Nebular sôbre a formação das supernovas, foi copiado da Wikipédia portanto acho que tem peer review.

 Type Ia

Formation of a type Ia supernovaMain article: Type Ia supernovaThere are several means by which a supernova of this type can form, but they share a common underlying mechanism. If a carbonoxygen[nb 2] white dwarf accreted enough matter to reach the Chandrasekhar limit of about 1.38 solar masses[4] (for a non-rotating star), it would no longer be able to support the bulk of its plasma through electron degeneracy pressure[36][37] and would begin to collapse. However, the current view is that this limit is not normally attained; increasing temperature and density inside the core ignite carbon fusion as the star approaches the limit (to within about 1%[38]), before collapse is initiated.[4] Within a few seconds, a substantial fraction of the matter in the white dwarf undergoes nuclear fusion, releasing enough energy (1–2 × 1044 joules)[39] to unbind the star in a supernova explosion.[40] An outwardly expanding shock wave is generated, with matter reaching velocities on the order of 5,000–20,000 km/s, or roughly 3% of the speed of light. There is also a significant increase in luminosity, reaching an absolute magnitude of -19.3 (or 5 billion times brighter than the Sun), with little variation.[41]One model for the formation of this category of supernova is a close binary star system. The larger of the two stars is the first to evolve off the main sequence, and it expands to form a red giant.[42] The two stars now share a common envelope, causing their mutual orbit to shrink. The giant star then sheds most of its envelope, losing mass until it can no longer continue nuclear fusion. At this point it becomes a white dwarf star, composed primarily of carbon and oxygen.[43][44] Eventually the secondary star also evolves off the main sequence to form a red giant. Matter from the giant is accreted by the white dwarf, causing the latter to increase in mass.Another model for the formation of a Type Ia explosion involves the merger of two white dwarf stars, with the combined mass momentarily exceeding the Chandrasekhar limit.[45] A white dwarf could also accrete matter from other types of companions, including a main sequence star (if the orbit is sufficiently close).Type Ia supernovae follow a characteristic light curve—the graph of luminosity as a function of time—after the explosion. This luminosity is generated by the radioactive decay of nickel-56 through cobalt-56 to iron-56.[41] The peak luminosity of the light curve was believed to be consistent across Type Ia supernovae (the vast majority of which are initiated with a uniform mass via the accretion mechanism), having a maximum absolute magnitude of about -19.3. This would allow them to be used as a secondary[46] standard candle to measure the distance to their host galaxies.[47] However, recent discoveries reveal that there is some evolution in the average lightcurve width, and thus in the intrinsic luminosity of supernovae, although significant evolution is found only over a large redshift baseline.[48]

[edit] Type Ib and Ic

Main article: Type Ib and Ic supernovaeSN 2008D, a Type Ib[49] supernova, shown in X-ray (left) and visible light (right) at the far upper end of the galaxy. NASA image.[50]These events, like supernovae of Type II, are probably massive stars running out of fuel at their centers; however, the progenitors of Types Ib and Ic have lost most of their outer (hydrogen) envelopes due to strong stellar winds or else from interaction with a companion.[51] Type Ib supernovae are thought to be the result of the collapse of a massive Wolf-Rayet star. There is some evidence that a few percent of the Type Ic supernovae may be the progenitors of gamma ray bursts (GRB), though it is also believed that any hydrogen-stripped, Type Ib or Ic supernova could be a GRB, dependent upon the geometry of the explosion.[52]

[edit] Type II

Main article: Type II supernovaThe onion-like layers of a massive, evolved star just prior to core collapse. (Not to scale.)Stars with at least nine solar masses of material evolve in a complex fashion.[53] In the core of the star, hydrogen is fused into helium and the thermal energy released creates an outward pressure, which maintains the core in hydrostatic equilibrium and prevents collapse.When the core’s supply of hydrogen is exhausted, this outward pressure is no longer created. The core begins to collapse, causing a rise in temperature and pressure which becomes great enough to ignite the helium and start a helium-to-carbon fusion cycle, creating sufficient outward pressure to halt the collapse. The core expands and cools slightly, with a hydrogen-fusion outer layer, and a hotter, higher pressure, helium-fusion center. (Other elements such as magnesium, sulfur and calcium are also created and in some cases burned in these further reactions.)This process repeats several times; each time the core collapses, and the collapse is halted by the ignition of a further process involving more massive nuclei and higher temperatures and pressures. Each layer is prevented from collapse by the heat and outward pressure of the fusion process in the next layer inward; each layer also burns hotter and quicker than the previous one—the final burn of silicon to nickel consumes its fuel in just a few days at most.[54] The star becomes layered like an onion, with the burning of more easily fused elements occurring in larger shells.[55][56]In the later stages increasingly heavier elements with higher binding energy undergo nuclear fusion. Fusion produces progressively less energy, and also at higher core energies photodisintegration and electron capture occur which cause further energy loss in the core, requiring a general acceleration of the fusion processes to maintain hydrostatic equilibrium.[54] This escalation culminates with the production of nickel-56, which is unable to produce energy through fusion (but does produce iron-56 through radioactive decay).[57] As a result, a nickel-iron core[58] builds up that cannot produce further outward pressure on the scale needed to support the rest of the structure. It can only support the overlaying mass of the star through the degeneracy pressure of electrons in the core. If the star is sufficiently large, then the iron-nickel core will eventually exceed the Chandrasekhar limit (1.38 solar masses), at which point this mechanism catastrophically fails. The forces holding atomic nuclei apart in the innermost layer of the core suddenly give way, the core implodes due to its own mass, and no further fusion process is available to ignite and prevent collapse this time.[36]

[edit] Core collapse

See also: Gravitational collapseThe core collapses in on itself with velocities reaching 70,000 km/s (0.23c),[59] resulting in a rapid increase in temperature and density. The energy loss processes operating in the core cease to be in equilibrium. Through photodisintegration, gamma rays decompose iron into helium nuclei and free neutrons, absorbing energy, whilst electrons and protons merge via electron capture, producing neutrons and electron neutrinos, which escape.In a typical Type II supernova the newly formed neutron core has an initial temperature of about 100 billion kelvin (100 GK), 6000 times the temperature of the sun’s core. A further release of neutrinos carries away much of the thermal energy, allowing a stable neutron star to form (the neutrons would “boil away” if this cooling did not occur).[60] These ‘thermal’ neutrinos form as neutrino-antineutrino pairs of all flavors, and total several times the number of electron-capture neutrinos.[61] About 1046 joules of gravitational energy—approximately 10% of the star’s rest mass—is converted into a ten-second burst of neutrinos, which is the main output of the event.[54][62] These carry away energy from the core and accelerate the collapse, while some neutrinos may later be absorbed by the star’s outer layers to provide energy to the supernova explosion.[63]The inner core eventually reaches typically 30 km diameter,[54] and a density comparable to that of an atomic nucleus, and further collapse is abruptly stopped by strong force interactions and by degeneracy pressure of neutrons. The infalling matter, suddenly halted, rebounds, producing a shock wave that propagates outward. Computer simulations indicate that this expanding shock does not directly cause the supernova explosion;[54] rather, it stalls within milliseconds[64] in the outer core as energy is lost through the dissociation of heavy elements, and a process that is not clearly understood[update] is necessary to allow the outer layers of the core to reabsorb around 1044 joules[nb 3] (1 foe) of energy, producing the visible explosion.[65] Current[update] research focuses upon a combination of neutrino reheating, rotational and magnetic effects as the basis for this process.[54]Within a massive, evolved star (a) the onion-layered shells of elements undergo fusion, forming an iron core (b) that reaches Chandrasekhar-mass and starts to collapse. The inner part of the core is compressed into neutrons (c), causing infalling material to bounce (d) and form an outward-propagating shock front (red). The shock starts to stall (e), but it is re-invigorated by a process that may include neutrino interaction. The surrounding material is blasted away (f), leaving only a degenerate remnant.When the progenitor star is below about 20 solar masses (depending on the strength of the explosion and the amount of material that falls back), the degenerate remnant of a core collapse is a neutron star.[59] Above this mass the remnant collapses to form a black hole.[56][66] (This type of collapse is one of many candidate explanations for gamma ray bursts, possibly producing a large burst of gamma rays through a hypernova explosion.)[67] The theoretical limiting mass for this type of core collapse scenario was estimated around 40–50 solar masses.Above 50 solar masses stars were believed to collapse directly into a black hole without forming a supernova explosion,[68] although uncertainties in models of supernova collapse make accurate calculation of these limits difficult. Above about 140 solar masses stars may become pair-instability supernovae that do not leave behind a black hole remnant.

Nova Notícia da NASA: Mais uma Vitória da Matriz/DNA?

sábado, janeiro 9th, 2010

Veja no website da NASA – Science@NASA em:

http://science.nasa.gov/headlines/y2010/07jan_nustar.htm  do dia 01.07.2010 (Jan, 07 de 2010)

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Artigo sob titulo:….  

 

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Why Won’t the Supernova Explode?

 Porque a Supernova Não Quer Explodir?

 

  

 

   . E sinta-se desconfortávelmente indignado ao perceber como a Humanidade – com 6 bilhões de pessoas (90% da população mundial) – sendo ainda torturadas devido à falta de conhecimento sôbre a Natureza e sua materia está sendo desviada de suas realizações, perdendo tempo e considerável quantidade de recursos e energia humana, pela fôrça que vem do nosso ancestral, o incorrígivel LUCA. E sinta a presença da fôrça que nos acena com uma vitória, vindo da Matriz/DNA.

Vamos traduzir um trecho da noticia acima para sentir o drama:

Porque a Supernova Não Quer Explodir?   

 Uma velha e massiva estrêla está para ter uma morte espetacular. À medida que seu combustivel nuclear se esvai, ela começa a colapsar-se sob seu próprio tremendo pêso. A pressão esmagadora dentro da estrêla vai às ultimas, disparando novas reações nucleares, estabelendo o palco para uma terrificante explosão. E então… nada acontece! Ao menos isto é o que os supercomputadores tem estado a dizer aos astrofísicos por décadas. Muitos dos melhores modelos computacionais de esplosões de supernovas falham em produzir uma explosão. Ao invés, de acôrdo com as simulações, a gravitação ganha seu dia e a estrêla simplesmente colapsa. Óbviamente, os físicos estão falhando ou não percebendo alguma coisa.”

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 Agora observe esta figura de Cassiopeia e veja a interpretação que deram para a imagem: resultado da explosão de uma supernova.

cassiopeia-falsa-visao-de-explosao.jpg

Cassiopeia A in a Million
Credit: U. Hwang (GSFC/UMD), J.M. Lamming (NRL), et al., CXC, NASA, Explanation: One million seconds of x-ray image data were used to construct this view of supernova remnant Cassiopeia A, the expanding debris cloud from a stellar explosion.
E veja as duas figuras seguintes, dos modelos da Matriz/DNA. A figura menor representa o diagrama do software universal que a Natureza utiliza para organizar a matéria em sistemas e dar “vida” a esses sistemas introduzindo-lhes um ciclo vital. A figura maior representa como um astro celeste, qualquer que seja, obedecendo o esquema do software e se transformando com o tempo devido ao ciclo vital, apresenta todas as formas astrônomicas até então conhecidas. 

Modelos da Teoria da Matriz/DNA Universal indicando como um astro torna-se uma supernova, sem explosão. Esta transformação ocorre entre as funções 4 e 6. 

 origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg     LUCA - The Last Universal Common Ancestor

Pois bem. Pergunto: A imagem acima, de Cassiopéia, representa os restos de uma estrela que teria explodido – como reza a Hipótese Nebular – ou representa os restos de uma estrêla que tem uma morte lenta, gradual, sem explosões – como sugere os modelos da Matriz/DNA ?

 . Desde 1734 quando Emanuel Swedenborg apresentou a Hipótese Nebular – um modelo sugerindo como ocorre a formação de planetas e estrêlas – crianças aos 10 anos, sentam-se nos bancos escolares para ouvirem e serem obrigados a decorar essa peculiar visão do mundo. Resumindo, a Hipótese Nebular sugere que os astros celestes surgem ao acaso por geração expontãnea e como a Vida surgiu nesse mundo formado dessa maneira, surgiu a teoria da abiogênese. Ora, dentre estas crianças estão aquelas que se tornam astrônomos, amadores em astronomia, desenvolvedores da matemática astronômica, funcionãrios pesquisadores da NASA, os desenvolvedores dos instrumentos de pesquisa espacial, por não falar nos politicos, governantes e empresários que decidem o destino da Humanidade. Uma unica maneira de interpretar esta imensa distância do  espaço e do tempo desconhecidos esquematizada dentro de uma hipótese feita a quase 3 séculos.  Claro que existe a racional suspeita de que esta hipótese pode estar errada, pois a formação de astros celestes demoram milhões ou bilhões de anos e a humanidade nunca viu e nunca vai ver como um astro nasce. O que temos e sempre teremos serão apenas hipóteses. Mas a Humanidade inteira está anestesiada por um torpor mental prejudicando o livre exercício de sua inteligência e obnubilando sua racionalização natural de maneira que ninguém – veja bem, ninguém no mundo até agora – mantém em sua mente que sua cosmovisão está alicerçada, apoiada, sobre apenas uma mera hipótese! Muito menos não existe ninguém que tenha publicado algo que esteja procurando outras alternativas hipóteses! Os modelos da Matriz/DNA têm uma explicação para isto: ainda é muito forte a influência genética de LUCA no nosso genoma, essa genética tenta nos modelar reproduzir como LUCA e isto domina a nossa auto-consciência infantil que nasceu ainda ontem, assim como tôda criança humana tem sua visão de mundo modelada pela cultura de seus antepassados. Mas esta herança malfadada é um enorme prejuízo e uma traição contra nossas crianças, nossos filhos, foi um crime contra nossa geração e é  um crime que transferimos para nossos herdeiros, nossas gerações futuras. A cosmovisão é o que modela e conecta os dados e fatos e experiências registrados em nosso cérebro e determina o sentido existencial que acreditamos, o que vai por fim determinar nosso modo de nos relacionar com a Natureza à nossa volta, com a nossa sociedade e as  nossas atitudes e comportamentos. Isto é demasiado sério, não é brincadeira a possibilidade de que estamos pegando crianças inocentes – cujas mentes ainda são como um livro vazio e aberto a ser preenchido – e enchendo-as de visões distorcidas e anti-naturalistas, fundamentadas em alicerces imaginários sem suporte na realidade natural.  Nem mesmo os que estão profissionalmente ocupados nesse enorme empreendimento tecnológico e cientifíco conseguiram se livrar da contaminação deste virus abstrato e coletivo. Nem de longe lhes ocorre por um momento suspeitar de tais modelos baseados em “tão” primitivos calculos!      

Comentário da Matriz/DNA:

     . Isto está escrito num artigo, pasmem (!), da NASA! Isto é um indício que a mente matemática do computador não aceita o modelo de conexão do hard-wire que o cérebro humano aceitou. O computador não consegue trabalhar com a mesma linha lógica de raciocinio que a moderna mente humana. Mas não ocorre em hipótese alguma aos seres humanos que ao menos neste caso, o êrro pode estar dentro de nós, e não do computador. Que as leis naturais e processos naturais produzidos pelos mecanismos naturais não são exatamente aqueles em que estamos acreditando. O que seria normal suspeitar, pois a Natureza não está produzindo o efeito final que nós piamente acreditamos tinha que ser produzido.     . Alguém alguma vez na História da Humanidade viu alguma explosão no céu? Ao menos alguma turbulência? Ao menos um movimento violento resultante de choque entre astros ou de pressões internas? Não! Não existe em lugar algum, em depósito ou enciclopédia alguma, fotos ou descricões de reais fatos sôbre qualquer evento dessa magnitude. Então… porque se acredita cegamente que isso ocorre no céu? A ponto de se construir um software que resulta num modelo-base de simulação o qual gera nossas previsões astronômicas e ficamos esperando tais “explosões”ocorrerem?!!Hoje em dia qualquer estudante formado nos estudos basicos da Ciência ironiza a crença na Astrologia. Mas todo seu edificio cerebral está operando nos moldes da ASTROLOGIA! Pois estamos projetando no universal e descomunal desconhecido céu as microscópicas qualidades humanas geradas por eventos violentos na microscopica biosfera terrestre. É o mesmo que projetar sobre o microscópico tempo do dia a dia humano, o macrocósmico astronomico tempo que modela as qualidades dos astros.     . Enfim, este artigo tem por finalidade noticiar e alertar que existe outro modelo hipotético possivel de ser racionalmente lógico sobre a formação de estrelas e planetas como alternativa ao modelo de Swendenborg. E se eu que venho do mais baixo nivel das condições humanas conseguí elaborar um modelo alternativo, é sinal que existe a possibilidade de se imaginar muitos outros modelos diferentes mas igualmente lógicos e racionais. Tem por finalidade cutucar e despertar nossa mente coletiva para um aspecto para o qual ela não tem sido ativa e mais parece estar em estado sonambulico. E tem por finalidade lembrar que é a nossa visão de mundo formada pela nossa interpretação do mundo construida sobre nossa crença nas origens das coisas do céu que determinam nossas crenças na origem da Vida e portanto envolve toda nossa inteligencia na escolha do sentido e significado existencial. E isto não é brincadeira. Ao menos 6 bilhões de seres humanos estão lá fora aguardando o que decidirá os subterraneos de nossa mente. Aguardando o que produzirá nossa mente no combate aos inimigos que estão assolando essa população, como os bestiais e minusculos virus, as tragédias dos defeitos no clima do planeta, a escassez dos recursos naturais, os modelos de organizaçao de nossa sociedade, etc.

      . O modelo da Matriz/DNA sôbre Astronomia sugere que a origem e evolução dos Astros celestas é diferente do modelo da Hipótese Nebular. O modelo da Matriz/DNA situa os Astros que se encontram na fase de transformação concernente a supernovas nos quadros F4 e F6 do circuito sistêmico astronômico ( Ver as figuras acima).

     . De acôrdo com estes modelos, uma supernova é resultante da transformação de um pulsar. Em um pulsar, a crescent pressão interna produzida pelas reações nucleares vai sendo amenizada e mantida sob controle pela produção de cada vez maiores e mais potentes vulcões que ao entrarem em erupção podem emitir blocos de lavas ao espaço os quais se constituirão nos cometas. Por tanto existe um equilibrio termodinâmico regulado por essas valvulas vulcanicas cuja atuação impede que o astro chegue ao ponto de explosão definitiva. São pequenas ou menores explosões ocorrendo a intervalos regulares como estão sendo detectadas em outros Astros, notadamente em T Pyxidis. Quando as reações nucleares consomem os ultimos materiais sólidos e atingem a ultima camada superficial do astro, esta colapsa-se suavemente e em milhares ou milhões de anos, ao mesmo tempo que a luminosidade produzida pelo contacto entre a radiação interna do pulsar e a radiação enviada pela estrela-mãe se torna cada vez mais intenso anunciando a ocorrencia normal de um novo parto de uma nova estrêla.Não existe eventos violentos com esplosões abalando a harmonia celeste. Tudo se dá gradualmente absorvido pela força gravitacional. Se a supernova do Modelo Nebular não está explodinfdo como o esperado pelos observadores seres humanos a falha não está na estrela mas sim no objeto que gerou falsas expectativas, ou seja, um modelo cosmológico equivocado, que por sua vez produziu um software computacional equivocado, tão for a da realidade que nem mesmo as engrangens naturais do supercomputador consegue processa-lo. Eh…ai… amanhã cêdo novamente terá milhões de nossas inocentes crianças sentadas em bancos escolares e sendo traiçoeiramente desviadas da saúde mental que seria melhor proporcionada por uma maior sincronização entre o humano e sua natureza.

Astronomia: T Pyxidis > Um Pulsar tornando-se uma Supernova?

sexta-feira, janeiro 8th, 2010

Como unico trabalhador e mensageiro da Matriz eu não posso gastar tempo com astronomia pois a Humanidade, principalmente com a crise atual precisa de resultados praticos, grandes idéias cientificas e tecnológicas, para as quais a Matriz tem grande potencial. Mas o bombardeio que vem a todo momento do grande exército dos observadores do céu me faz ocupar-me da parte teórica sem adiamento. Agora descobriram que um astro que tem sido curioso por seu comportamento unico e que pode explodir numa supernova dentro de 10 milhões de anos está muito mais próximo da Terra do que se pensava, e com isto veio a possibilidade de que se a explosão ocorrer, ameaçar a vida na Terra. Veja a noticia em portugues no site:

http://ultimosegundo.ig.com.br

Explosão no espaço pode ameaçar vida na Terra (07/0108:47 – BBC Brasil)

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http://www.space.com/scienceastronomy/100104-aas-close-supernova.html= = = = = = = = = = = =

Explosive Nearby Star Could Threaten Earth
By Andrea Thompson
Senior Writer
posted: 04 January 2010
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      . O que me interessa nesta noticia é principalmente isto:  “A estrela já apresentou explosões menores no passado, em intervalos constantes de aproximadamente 20 anos, em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967. Mas a estrela não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não sabem a explicação.”Ora, ainda não sei como a teoria official acadêmica encaixa este fato em seus modelos, mas quanto à Teoria da Matriz  o novo dado não apenas se encaixa muito bem – significando que foi mais uma previsão acertada dos modelos – como também nos obriga a rever detalhes e a ampliar a abordagem destes detalhes. Tudo indica – pelos nossos modelos – que trata-se de um pulsar indo para um estado de estrela supernova. No software-matriz este astro estará situado entre as Funções 4,5 e 6. Mas se os modelos sugerem que pulsars são Astros locupletos de gigantes vulcões em erupção por todos os lados – e cada erupção deve parecer-se com uma explosão menor – então deve-se esperar explosões simultaneas ou espalhadas no tempo sem qualquer ordem cronológica de intervalos. Mas então percebemos agora que no modelo tratamos de pulsars ainda com certa jovialidade e vibrantes ou então quando já estão próximos aos momentos de transformação, quando cessam as erupções por falta de materia-prima para a reação nuclear e o que resta da casca da superficie colapsa-se tôda para o centro, quando então a nova estr6ela desabrocha como o fazem as flôres.

Se as pequenas explosões ocorrem por espaços intercalados – ao menos na fase final do pulsar, significa que – apesar de ser quase óbvio e não pensamos nisto antes porque nunca  nos detivemos no estudo desta parte dos mapas – o processo todo no sistema fechado astronomico é mais complexo e mecanicista do que tínhamos imaginado.

Porém, enquanto os cientistas que seguem a teoria acadêmica não sabem a explicação do porque as explosões saíram fora da cronologia normal dos intervalos, nossos modelos nos fazem sentir-mo-nos confortáveis para explica-lo: 

1) Ou pode ser a extinção de um dos ultimos vulcões, o que não impede que de repente surjam outros e retornem as explosões;

2) Ou pode ser que realmente trata-ve do ultimo vulcão e nesse caso, as reações nucleares estão muito menos vigorosas processando o pouco restante material que existe nisturado na massa nuclear, tão pouco que não exerce pressão suficiente para ativar um vulcão. Isto significaria que realmente, agora é só esperar que a ultima fina casca do astro se colapse tôda e… nasça mais uma florescente estrêla. Mas isto, em tempos astrônomicos, pode demorar milhões de anos. 

Por isso deve ficar agora registrada esta noticia com mais esta valiosa informação para estudar-mos-lha melhor.  

Astronomia: Foto de Supernova Irregular, Explicada pela Teoria da Matriz

terça-feira, junho 23rd, 2009

 Em   http://chandra.harvard.edu/photo/2009/snr0104/  , no site da NASA sobre “Chandra, X-Ray Laboratory” , sob artigo de nome ” SNR 0104-72.3: Supernova Remnant is an Unusual Suspect”…

esta’ sendo publicada uma foto de uma Supernova com formato estranho, nao previsto pela teoria oficial denominada “Teoria Nebular”, mas que pode ser perfeitamente explicavel pelos modelos da Teoria da Matriz. Voce pode ir ao site, ver o artigo e a enorme confusao que suscitou tantas tentativas de explicacao e ver tambem o seguinte comentario que postei no meio dos comentarios que seguem o artigo: 

From Louis Morelli:

As said Donis, in the post above, “Listen, you guys are the experts, so my apologies for proposing some explanation for the irregular supernova remnant, that may be completely absurd BUT… Every tentative of explanations are based in the “Nebular Theory”. Since I advocate another astronomic model, The Universal Matrix of Natural Systems and Life’s Cycle, I will try to put the explanation from this theory (sorry the bad English, which can prejudice the explanation) :“ Supernovas are not result of explosion from white dwarf. The Matrix Theory does not suggest that new bodies appear by spontaneous generation as said by Nebular Theory. Astronomic bodies obeys a kind of life cycle, so like human beings, they change shapes while getting older. The new photo about baby stars in the center of the galaxy was designed by Matrix Theory about 25 years ago, and so, every photo from NASA in the last years are proven the models.  The models could be wrong or non complete, of course, but, if you know it, you have new opportunity for your progress.  What should be the object in this photo by Matrix Theory? We need go a little bit further for explain it, which is impossible here. But, resumed it is:“ When a planet is captured in the orbit of a star, the energy from the star reaches the planet’s core, then, it happens the something with a grain of corn: the germ of a star inside the core wake up and begin the nuclear reactions, when it is feeding from the geological plates surrounding it. The core grows from inside to outside, the pression produces volcanoes and billions years later; the volcanoes are so strong that emits matter like iron to the surrounding sky. The tectonic plates becomes tiny till disappearing completely and at this moment everything collapses into the core, which ignites the growing core and it suddenly is opened as a supernova. Everything happens like a seed of corn when grow up.  It is possible that the core “eats” more surrounding matter in the north than in the south ( due the geographic configuration between continents, oceans, gases, etc.) so, it is possible that the initial shape after the ignition be asymmetric, not circular. But, after some million years later, the star becomes circular.If you have some curiosity please see the web-site and models at http://theuniversalmatrix.com     The shape of SNR 0104-72.3 was better predicted by Matrix Theory than the Nebular Theory. I know that Matrix Theory seems an absurdity (it was for me when it resulted from my models), but, if you know and understand the final meanings, it is not absurd, it is the most rational possible. As I said in the post above, the process of formation of celestial bodies are mechanical and primitive process ancestors of the process about the formation of a plant, like corn. Now, I will ask you: who or what invented the process for formation of plants? God?! Prove it! Or do you think the whole process since the formation of a seed till the flourishment of fruits, this extraordinary engineer, is result by chance alone?! It should be more rational to think that not only the forces and the elements, but also the whole process, already was being applied in Nature, before life’s origins. The Nebular Theory has no foundations for life happened in the way it does.      As said Adonis, I am living in America for to stay more closer to advancement of Science and Astronomy specially, so, “ This is one governmental area where I have no problem with my tax dollars being spent. Thanks for all the great work. Have a great day.

Teoria Oficial sobre a Evolucao das Estrelas

sábado, abril 25th, 2009

A Teoria Oficial, academica, ensinada nas escolas e constante dos textos dos livros escolares, sugere algumas contradicoes com a Teoria da Matriz. Obviamente, devemos todos aceitar mais a versao da Teoria Oficial. No entanto sempre se deve lembrar que ninguem pode afirmar que sabe a verdade, basta ver abaixo na Teoria Oficial os textos que dizem ” neste estado a estrela permanece por 100 milhoes de anos…), o que demonstra que o topico e’ teorico, nao pode ser confirmado cientificamente, pois nao pode ser observado nem repetido experimentalmente em laboratorio, ja que nao existimos por 100 milhoes de anos para ver de fato a estrela neste estado.  Quanto `a evolucao estrelar existe poucas diferencas, mas a principal e’:

1) A Teoria Oficial, dentro do escopo denominado Teoria Nebular, inicia a evolucao estrelar com a ideia de que havia “uma grande nuvem fria de moleculas de hidrogenio. Entao, algum evento desconhecido, mas supostamente a influencia de uma supernova nas proximidades emitiu forca gravitacional que deu inicio ao colapso e condensacao da nuvem”. Bem… como voces sabem, a versao da Matriz e’ totalmente diferente. Segundo ela, ” a morte e fragmentacao de uma ou mais estrelas velhas produz uma nuvem de gaz e poeira num ponto da galaxia. Desde que a galaxia esta’ em rotacao, esta nuvem comeca a girar em torno de um eixo proprio, criando uma especie de ciclone. O ciclone engole as particulas, debris, meteoros, etc, partes maiores da poeira, material que vai pesando no centro interior do ciclone. Neste momento o ciclone representa a funcao de um ovulo, nao-fecundado. Em seguida chegam, espiralando, os cometas, bolidos de energia nova emitida pelos pulsares, que fecundam o ovulo e sustentam o movimento rotacional como prosseguimento de seus movimentos espiralados. Dentro deste “buraco negro” se formam as sementes de novos astros, os quais sao abortados no horizonte de eventos. para resumir, eles se tornam os nucleos de planetas, os quais se transformam em pulsares, e apenas depois que os pulsares comeram os elementos mais pesados de suas crostras, se explodem como estrelas, supernovas. Portanto, pela Teoria da Matriz, a estrela inicial nao tem apenas moleculas de hidrogenio e e’ muito mais complexa que a estrela inicial da Teoria Oficial.        

O Material abaixo foi muito mal traduzido de um artigo em:

Universe Today

http://www.universetoday.com/guide-to-space/stars/star-evolution/

 

Evolução estelar


Embora elas sejam apenas quentes bolas de hidrogênio e hélio,
estrelas  estão constantemente a mudar ao longo do tempo. Estudar evolução estrelar é um ramo todo da astronomia, e os cientistas estão a aprender coisas novas o tempo todo.

Para compreender realmente a evolução estrelar, você tem que comecar do inicio. Todas as estrelas que vemos hoje começaram como grandes nuvens de frio molecular hidrogénio. Algum evento, como uma supernova nas proximidades, transmitido através da nuvem de gás  lhe deu o pontapé que precisava para começar o colapso. A gravidade da nuvem  puxa desigualmente e portanto ela se divide em nuvens menores, cada uma das quais irà formar uma nova estrela.Em uma nuvem, o material transmitido em conjunto para formar uma bola crescente de hidrogênio e hélio. Esta protostar foi constituida de gás e poeira e seria efectivamente invisível da nossa terra -baseado telescópios . Como a bola cresceu, material mais e mais entrou, causando a protostar a rotação e lançando jactos de material de seus pólos. Esta acumulação de material leva cerca de 100.000 anos.Depois de todo o material foi acumulado, a pre-star se tornou quente e brilhante; quase como uma estrela real. Mas ela não foi aquecida por reações de fusão em seu núcleo, mas graças a energia gravitacional do material recolhido continuamente. Este objeto quente, jovem, é conhecido como uma estrela  T Tauri e continua neste estado por cerca de 100 milhões de anos.Por último, a temperatura e pressão no cerne da estrela foram suficientes para permitir o inicio da fusão nuclear. Agora, a estrela se tornaria uma estrela de verdade na seqüência principal , convertendo hidrogênio em hélio em seu núcleo. Uma estrela com a massa de nosso Sol poderia estar na fase de seqüência principal por mais de 12 bilhões de anos. Estrelas mais macicas podem durar por mais curtos períodos de tempo, enquanto as estrelas  minúsculas anãs vermelhas  podem durar centenas de milhares de milhões e até mesmo bilhões de anos.Eventualmente, a estrela extingue o combustível de hidrogénio em seu núcleo. Sem a externa pressão desde  as reações da fusão, a estrela começa a contrair-se, criar mais temperatura e pressão no núcleo. Uma aureola de hidrogénio em torno do núcleo agora pode ser submetidos a fusão nuclear, e assim faz, aumentando a luminosidade da estrela centenas e até mesmo milhares de vezes. E no núcleo da estrela, Hélio é fundido em elementos ainda mais pesados. Isso faz com que a estrela se expanda para se tornar uma  gigante de vermelha . Estrelas regulares como nosso Sol expandirá para o ponto que consomem os planetas interiores: Mercurio, Vénus e mesmo a Terra. Estrelas com mais de 20 vezes a massa do sol tornam-se supergiants vermelhos, expansão fora mais de 1500 vezes o raio do sol . Imagine uma estrela tão grande que é consumida a órbita de Saturno !Este combustível extra se esgota e portanto a estrela colapsa em si mesmo novamente. Estrelas mais maciças seráo capazes de fazer esse truque várias vezes, queimando novas aureolas e fundindo elementos mais pesados e mais pesados. Eventualmente todas as estrelas atingem seu limite. As estrelas mais maciças, aquelas com mais de 20 vezes a massa do sol, vão detonar como supernovas. Estrelas menos maciças irão ejectar suas camadas mais externas e, em seguida, recolher dentro formando uma Anã branca , Estrela de nêutron ou um buraco negro. Nosso Sol constituira’ uma Anã branca; um resto do tamanho da Terra com 60 % da sua massa original. Embora inicialmente quente, este Anã branca irá lentamente arrefecer ao longo do tempo, acabando por tornar-se a temperatura de fundo do universo.E’ isso a evolução estrelar, de nuvens de gás a Anã branca.