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A ilusão da auto-consciência por Dan Dennett e resposta da Matrix/DNA

segunda-feira, maio 6th, 2019

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Dan Dennett|

Louis Morelli

Posted at 5/6/19

There is no consciousness only if in relation to this metaphysical materialist worldview. The real naturalist philosopher has learned that in this Universe is occurring a genetic/computational process of reproduction of the unknown thing that triggered the Big Bang. And all facts are suggesting that the unknown thing is a natural system, but, conscious. We are 8 billion half-conscious genes building a small characteristic of a big cosmic conscious baby, together with trillions genes-brothers at all universe. So, our heads are like eggs, our brain is the placenta, our consciousness is merely a fetus yet. It is sleeping, has no own eyes to see neither its substance, neither its shape.

These illusions comes from a body composed with hardware and software, which is the ego – the intermediary substance composed by sinapses and holographic clouds between the brain and the fetus, which has no own eyes also. Sometimes the ego can wake up the fetus saying “Did you see that? We need action…” – “Oh… yes? This is good… or, bad”. And the fetus falls sleeping again.

This natural software is coming side by side with hardwares since the Big Bang. It is the new property that emerges from any natural system as the sum of all parts informations plus the informations from interactions among parts and from the parts with external world. An abstract identity of systems. Like the Windows in Bill mind it has evolved like our computers, a feedback process producing evolution.

A fetus can not know the shapes and the world of its parents, so, our fetus of consciousness. Trying to define it is delusion. What matters is to know that we, while being this fetus, will survive when the hardware will be replaced, like the windows is in the Bill’s mind resisting to several generations of hardwares. Instead metaphysical materialism, be exclusive naturalist and when asking things like consciousness, watch Nature how it does things here and now, in this case, any embriogenesis.

Epigenetica: Como as experiencias da infancia sao escritas no DNA

terça-feira, janeiro 23rd, 2018

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Palestra no TED, meus comentarios na discussao:

Epigenetics: How Early Life Experience is Written into DNA

https://www.ted.com/talks/moshe_szyf_how_early_life_experience_is_written_into_dna

And my comments published in TED:

Louis Morelli – 01/23/2018

From the Matrix/DNA world view we have some different theories about epigenetics:

1) First of all, epigenetics is the evolutionary development of the primitive force that search systemic’s internal thermodynamic equilibrium, survival and good functioning. When the system is born, earlier problems with the environment obligates the system to internal rearrangements, (expressing unusual genes at unusual time), which makes it weak and this weakness increases with time.

Nature has one unique template/formula that has built all natural systems since the Big Bang – from atoms to galaxies to cells and now human bodies (see the Matrix/DNA formula). So, the same formula creates the bigger system, the environment, and the microscopic system, the creature. So, there is a common final point of convergence for environment and creature. The secret for to fix the creatures individual expression of genes is also to fix the problems of immediate environment (like slavery of monkey four by monkey one, bring on the real mother, etc.)

Post n. 2

2) Epigenetics is a kind of abstract force, like softwares throught hardwares, or the mind acting upon the body’s physical matter. At the ancestors non-biological systems it has been called “the identity of systems”, which arises as the total set of information of each part plus the new information from the internal interaction among parts plus external changes. Its evolution goes towards to be consciousness.

This force acts also trying to avoid impulses or instincts from each part, which is prejudice to the whole system. It is everything natural, no intelligence here, like the flow of forces. Human beings has a bad instinct encrypted into the DNA code and inherited from animals, which is the tendency to big predator, or medium predator, or prey. But, this trait is coming from the bigger systems environment in state of chaos, which created our biosphere. This explains why automatically monkeys 1,2,3.4 are self-arranged into a hierarchy.

Our biggest challenge is to lead each human being to self-exorcizing from these instincts. All diseases from epigenetics are caused by non-optimal human evolution in synchrony with the changes in the environment, which is going towards the ordered state. Our social systems mimics the rules of wild jungle in state of chaos, and humans predators of humans as human preys are conservative of this chaotic state. The insistence in this behavior results like in the jungle, everybody goes to extinction, as reaction from the forces of the environment’s biggest system.

Post n. 3

3) DNA is not a code, like 8 billons different human beings does not compose humanity as a code. DNA’s building blocks are two parallels nucleotides working as a system and in same configuration of the universal natural formula for systems, Matrix/DNA. So, each building block is a copy of that perfect formula with some unique individual little difference, like each human being has something that no other has.

So, the DNA can be two ways: 1) one a fixed pile of inherited copies arranged into a fixed configuration; 2) second, an emergent set of those copies performing new configuration, as a second layer, produced volatile by the momentum. If the earlier configuration of the external stimulus are changed, what happens with the second layer? I think it will change only if the entity of the system imposes the change. Because is the entity that has made the first change.  Since that the older stimulus will be always weaker than the first infant stimulus, the identity will take time or never will perceive the external change. I think this is a job more for psychology than geneticists, because psychology acts upon the entity. But, the psychologists need to know the changes in the genes.

A Primavera Árabe demonstra que a solução para a humanidade não e’ politica, econômica, nem social.

sexta-feira, março 10th, 2017

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O mundo humano parece não ter outro futuro senão a sua extinção ( porque esta’ seguindo o mesmo roteiro das especie extintas e a esperança na auto-consciência que deveria produzir a inteligencia esta se entorpecendo.) Mas porque?

A experiencia de Wael Ghonim ( um egipcio engenheiro do Google), revela a explicação nesta excelente palestra cujo link para o video vai abaixo). Ele ajudou a desencadear a Primavera Árabe, na sua casa no Egito… abrindo apenas uma página no Facebook. Conforme revela, depois de a revolução se ter espalhado pelas ruas, passou de promissora a confusa, depois a terrível e penosa. E com as redes sociais aconteceu a mesma coisa. O que tinha sido um local para unificar a população, empenhá-la e torná-la participativa, tornou-se um campo de batalha. Wael pergunta: O que é que podemos fazer agora quanto ao comportamento online? Como é que podemos usar a Internet e as redes sociais para criar civilidade e uma discussão racional?

Esta polarização ou divisão da população em dois grupos inimigos entre si que Wael revela tem uma causa oculta e profunda. Ela desce as nossas origens e ate mesmo as origens da vida na Terra. Os humanos são filhos do caos. Quem não percebeu isso, faça como eu e vá viver anos isolado na selva para conhecer o lugar de onde viemos. A biosfera em estado de caos criou e forjou a genética e comportamentos de nossos ancestrais de outras especies. A formação do planeta já foi em estado de caos e por bilhões de anos a cada 50.000 anos a superfície era estremecida e invadida pelas lavas do interior e nesse meio a vida surgiu. E isto modelou e lapidou a nossa genética. A luta pela sobrevivência em meio a carnificina gerou o gene egoísta que inconfessavelmente cada um manteve e alimentou para que ele modelasse nossa psique. A qual ainda tem na forma abstrata o canino do grande predador, a ferocidade e parasitismo do médio predador e a fraqueza da presa.

Esta dita polarização de que tanto se fala hoje na America, no Brasil, no Egito e provavelmente no mundo todo, na verdade é uma tripolarização e vem daqueles três instintos. Todos os sistemas sociais criados pelo homem ate hoje – seja o feudalismo, o capitalismo, a monarquia, o comunismo ou o socialismo – imitam exatamente a divisão de poder e as regras entre os animais na selva, nos ares e nos oceanos. Assim estes sistemas sempre apresentaram as divisões entre a aristocracia dos grandes predadores, a classe media dos médios predadores, e a classe pobre ou escrava das presas. Por isso na historia pessoas como Wael sempre terminam por se arrependerem quando acreditaram que o absurdo sistema social de seu povo poderia ser mudado com algum método imediatista.

Wael queria a mudança para uma sociedade pacifica e ordeira e ele se acredita exemplar porque não tomou o partido de nenhum dos dois grupos opositores. Ele se engana a si próprio porque ele não conhece a si próprio porque ignora as suas origens como esta clarificada acima. Se ele tivesse sido alçado ao poder, ele teria produzido um regime que teria no centro dos privilégios, a sua classe dos médios predadores. Ele hoje é um funcionário do Google, ele esta’ vivendo o papel de médio predador, como sempre viveu antes. E seu povo estaria no caminho errado, sofrendo injustiças e insatisfeito também.

Wael acredita que a Internet possa ser o fator de mutação que a humanidade tanto necessita. Mas ele mesmo aponta o fator que anula esta pretensão. Ele informa que um terço da humanidade tem Internet. Mesmo que ele detectasse o real problema, descobrisse a visão de mundo que produziria o efeito desta mutação, ele não levaria esta mutação aos outros dois terços- 5 a 6 bilhões de pessoas – que na sua maioria consiste dos genes com tendencia a massa retrograda, reacionária, das ovelhas.

O caos nos condenou antes antes de nascer-mos a “comer nosso pão com o suor do nosso rosto”. Nascemos como sistemas abertos, os quais dependem de energia externa e outros acomodativos para sobreviver. E uma segunda condenação que nos diz” tentaras progredir mentalmente e tecnologicamente antes que o planeta perca suas propriedades de suportar a vida”. Mas as classes A e B jamais se submeteriam `a primeira condenação, e a classe C, `a segunda. Wael que ser trabalhador sentado de computador e se puder vai abocanhar a maior quantidade de propriedades, ele nem sequer imagina-se arregaçando as mangas e fazendo sua parte do trabalho árduo e sujo e jamais dividiria suas terras ate ficar com o lote suficiente e necessário para ele sobreviver. E com isso, a humanidade vai para o desfecho da não obediência as condenações da Natureza, como os dinossauros, os leões, as águias, as baleias, e em seguida as ovelhas com a devastação da vegetação, vão para o mesmo caminho: a extinção.

Mas existe uma porta aberta. A auto-consciência não veio do caos, ainda não chegou na sua maturidade e potencialidade, não sabemos de onde ela vem. Ela pode ser uma força tentando nos conduzir a nossa transcendência. Mas ela esta atada a psique, esta ainda tem caninos, chifres e a melosa baba das ovelhas. Conseguira ela proceder a grande mutação dessa psique? Antes da Terra receber os últimos chocalhos do caos?

Seja como for, não sera’ a Internet e nem a energia gratuita do sol que produzira esta mutação. E’ da natureza dos predadores sempre vampirizarem as ovelhas para satisfazerem a necessidade mortal de seus caninos, e é da natureza das ovelhas manter a cabeça baixa pastando para que as partículas-informação da consciência que pairam no ar não as alcance. Uma unica estrategia descoberta pelos humanos no sentido de ajudar esse esforço que vem de fora a se sedimentar antes da extinção tem que ser voltada a atuação sobre a consciência de toda humanidade, das três classes. Essa estrategia tem que ser exorcista, imunizadora, do vírus entranhado na nossa carga genética. Essa descoberta tem que ser o despertar para a visão correta do mundo que consiga produzir uma desconstrução cultural simultânea nas três classes pela re-interpretação de todos os detalhes, todos os fenômenos naturais, a qual revela a outra face oculta da Natureza, o estado de ordem. Este que governa o equilíbrio do macro-universo e suas arquiteturas. A desconstrução cultural é a lapidação da psique eliminando aqueles ranços animalesco  e com isso vem o exorcismo. Esta é uma estrategia muito difícil, porem não vejo nenhuma outra alternativa. Mas ela é factível pois é possível descobrir a cosmovisão da verdade, haja visto que ja temos a descoberta da cosmovisão da Matrix/DNA que se aproxima bastante da final que necessitamos.

Então vamos ver a interessante palestra de Wael e aprender com sua experiencia. Para quem quer ver a legenda em português, clique no subtitles e escolha o idioma. Também tem o transcript do texto inteiro em português, o qual copiei abaixo para reler e sublinhar as informações principais.

 

http://www.ted.com/talks/wael_ghonim_let_s_design_social_media_that_drives_real_change?language=pt

Transcript:

0:12 Eu uma vez disse: “Se queremos libertar uma sociedade, “só precisamos da Internet.” Enganei-me.

0:21 Eu disse estas palavras em 2011, quando uma página de Facebook que eu criei anonimamente ajudou a desencadear a revolução egípcia. A Primavera Árabe revelou o maior potencial das redes sociais, mas também expôs os seus maiores defeitos. A mesma ferramenta que nos uniu para derrubarmos ditadores acabou por dividir-nos. Eu gostaria de partilhar a minha experiência relativamente ao uso das redes sociais para o ativismo, e falar sobre alguns dos desafios que enfrentei pessoalmente e sobre o que é que se poderia fazer.

0:58 No início da década de 2000, os árabes começavam a inundar a Internet. Sedentos de conhecimento, de oportunidades para se ligarem com o resto das pessoas em todo o mundo, escapávamos às nossas frustrantes realidades políticas e vivíamos uma vida alternativa virtual. Tal como muitos deles, também eu era completamente apolítico até 2009. Na altura, quando eu me liguei às redes sociais, comecei a ver cada vez mais egípcios que desejavam uma mudança política no país. Senti que não estava sozinho.

1:39 Em junho de 2010, a Internet mudou a minha vida para sempre. Enquanto navegava no Facebook, vi uma fotografia, uma fotografia terrível de um corpo, um cadáver torturado de um jovem egípcio. Chamava-se Khaled Said. Khaled era um alexandrino de 29 anos que fora morto pela polícia. Vi-me a mim mesmo na fotografia dele. Pensei: “Eu podia ser o Khaled.”.

2:11 Não consegui dormir nessa noite, e decidi fazer qualquer coisa. Anonimamente, criei uma página no Facebook e chamei-lhe “Somos todos Khaled Said.”. Em apenas três dias, a página tinha mais de 100 000 pessoas, outros egípcios que partilhavam a mesma preocupação. O quer que fosse que se estava a passar tinha de parar.

2:35 Recrutei o meu co-administrador, Abdel Rahman Mansour. Trabalhamos juntos horas e horas. Recolhemos ideias de pessoas na multidão. Tentávamos envolvê-las.Clamávamos colectivamente por ação, e partilhávamos notícias que o regime não queria que os egípcios soubessem. A página tornou-se a página mais seguida no mundo árabe. Tinha mais fãs que alguns órgãos de comunicação reputados e mesmo mais que algumas super-celebridades.

3:05 A 14 de janeiro de 2011, Ben Ali fugiu da Tunísia após protestos crescentes contra o seu regime. Eu vi uma centelha de esperança. Nas redes sociais, os egípcios pensavam: “Se a Tunísia conseguiu, porque é que nós não conseguimos?”.Publiquei um evento no Facebook e chamei-lhe “Uma Revolução contra a Corrupção, a Injustiça e a Ditadura.”. Fiz uma pergunta aos 300 000 utilizadores da página, na altura: “Hoje é 14 de Janeiro. “o dia 25 de Janeiro é o Dia da Polícia. “É um feriado nacional. “Se 100 000 de nós tomarmos as ruas do Cairo, “ninguém nos vai parar. “Será que o conseguiremos fazer?”

3:53 Em apenas poucos dias, o convite chegou a mais de um milhão de pessoas; e mais de 100 000 pessoas confirmaram a sua presença. As redes sociais foram fundamentais para esta campanha. Ajudaram ao levantamento de um movimento descentralizado. Fizeram as pessoas perceber que não estavam sozinhas. E fizeram com que fosse impossível o regime pará-la. Na altura, nem sequer a compreenderam. E a 25 de Janeiro, os egípcios inundaram as ruas do Cairo e de outras cidades, exigindo uma mudança, quebrando a barreira do medo e anunciando uma nova era.

4:32 Depois vieram as consequências. Umas horas antes de o regime bloquear a Internet e as telecomunicações, eu caminhava numa rua escura no Cairo, por volta da meia-noite. Eu tinha acabado de twittar: “Rezem pelo Egito. “O governo deve estar a planear um massacre para amanhã.”

4:52 Fui atingido com força na cabeça. Perdi o equilíbrio e caí, e de seguida vi quatro homens armados à minha volta. Um deles tapou-me a boca e os outros paralisaram-me. Eu sabia que estava a ser raptado pela segurança do estado.

5:09 Dei comigo numa cela, algemado e vendado. Estava aterrorizado. Assim como a minha família, que começou a procurar-me nos hospitais, nas esquadras de polícia, e até nas morgues.

5:25 Depois do meu desaparecimento, alguns dos meus colegas que sabiam que eu era o administrador da página contaram à comunicação social a minha ligação com essa página, e que eu provavelmente tinha sido preso pela segurança do estado. Os meus colegas na Google começaram uma campanha de busca para tentar encontrar-me e os outros manifestantes na praça de Tahrir exigiram a minha libertação.

5:47 Depois de 11 dias de absoluta escuridão, fui libertado. E três dias mais tarde,Mubarak foi obrigado a renunciar. Foi o momento mais inspirador e emancipador da minha vida. Foi um tempo de grande esperança. Os egípcios viveram 18 dias de utopia durante a revolução. Todos partilhavam a crença de que poderíamos viver juntos apesar das nossas diferenças, que o Egito, depois de Mubarak, seria para todos.

6:18 Mas infelizmente os acontecimentos do pós-revolução foram como um murro no estômago. A euforia dissipou-se, não conseguimos formar um consenso, e a luta política conduziu a uma polarização intensa. As redes sociais só amplificaram essa situação, ao facilitarem a propagação de desinformação, rumores, câmaras de ressonância e discursos de ódio. O ambiente era puramente tóxico. O meu mundo online tornou-se um campo de batalha cheio de provocações, mentiras, discursos de ódio. Comecei a preocupar-me com a segurança da minha família. Mas, claro, isto não tinha que ver apenas comigo. A polarização atingiu o seu pico entre as duas forças principais — os apoiantes do exército e os islamistas. As pessoas ao centro, como eu, começaram a sentir-se impotentes. Ambos os grupos queriam que ficássemos do seu lado; ou éramos a favor ou contra eles. E, a 3 de julho de 2013, o exército depôs o primeiro presidente do Egito democraticamente eleito,após três dias de protestos populares que exigiam a sua demissão.

7:33 Nesse dia tomei uma decisão muito difícil. Decidi ficar calado, absolutamente calado. Foi um momento de derrota. Mantive-me calado durante mais de dois anos,e usei o tempo para refletir sobre tudo o que tinha acontecido, tentando compreender porque é que acontecera. Tornou-se claro para mim que, apesar da polarização ser guiada principalmente pelo nosso comportamento humano, as redes sociais modelam este comportamento e amplificam o seu impacto. Digamos que queremos dizer algo que não se baseia em fatos, arranjar conflitos ou ignorar alguém de quem não gostamos. Tudo isto são impulsos humanos naturais, mas, por causa da tecnologia, agir segundo esses impulsos está à distância de apenas um clique.

8:23 Do meu ponto de vista, há cinco desafios críticos que as redes sociais enfrentam, hoje em dia 

8:29 Primeiro, não sabemos como lidar com rumores. Os rumores, que confirmam os preconceitos das pessoas, são considerados verdadeiros e espalham-se por milhões de pessoas.

8:41 Segundo, nós criamos as nossas próprias câmaras de eco. Temos tendência a comunicar apenas com pessoas que concordam connosco e, graças às redes sociais, podemos silenciar, deixar de seguir e bloquear todas as outras pessoas.

Terceiro, as discussões online rapidamente se transformam em multidões zangadas.

9:02 Todos nós provavelmente sabemos isso. É como se nos esquecêssemos que as pessoas por detrás dos ecrãs são mesmo pessoas reais e não apenas avatares.

9:12 Quarto, tornou-se verdadeiramente difícil mudar de opinião. Por causa da velocidade e da brevidade das redes sociais, somos forçados a tirar conclusões precipitadas e a escrever opiniões acutilantes em 140 caracteres sobre assuntos complexos do mundo. E, logo que o fazemos, fica para sempre na Internet, e temos menos motivação para mudarmos de posição, mesmo quando surgem novas evidências.

9:39 Quinto — e, na minha perspectiva, este é o mais crítico — hoje as nossas experiências com as redes sociais estão planeadas de um modo que favorece a difusão em lugar de envolvimento, favorece as publicações em vez de discussões, os comentários vazios em vez de conversas profundas. É como se concordássemos que estamos aqui para falarmos uns para os outros, em vez de falarmos uns com os outros.

10:04 Eu testemunhei o modo como estes desafios críticos agravaram a polarização já existente na sociedade egípcia, mas isto não tem apenas que ver com o Egito. A polarização está a crescer em todo o mundo. Precisamos de nos esforçar por compreender como é que a tecnologia poderá ser parte da solução, e não parte do problema.

10:26 Há um grande debate hoje em dia sobre como combater a intimidação online e como combater as provocações. Isto é muito importante. Ninguém poderá dizer o contrário. Mas também precisamos de pensar em como conceber experiências de redes sociais que promovam o civismo e recompensem a ponderação. Sei por experiência que, se escrever uma publicação mais sensacionalista, mais parcial, por vezes irada e agressiva, tenho mais gente a ver essa publicação. Vou ganhar mais atenção.

10:58 E se nos focarmos mais na qualidade? O que é mais importante: o número total de leitores de uma publicação que escrevemos ou quem são as pessoas que têm impacto e que lêem o que escrevemos? Não poderíamos simplesmente dar mais incentivos às pessoas para se envolverem em conversas, em vez de apenas difundirmos opiniões a toda a hora? Ou recompensar as pessoas por lerem e responderem a pontos de vista com os quais discordam? E também, tornar socialmente aceitável mudarmos de opinião, ou até mesmo recompensar essa mudança? E se tivermos uma matriz que diga quantas pessoas mudaram de opinião, e isso se tornar parte da nossa experiência nas redes sociais? Se eu pudesse seguir quantas pessoas vão mudando de opinião, provavelmente escreveria com mais consideração, tentando eu próprio mudar, em vez de apelar às pessoas que já concordam comigo e “gostar” apenas porque acabei de confirmar os preconceitos delas.

11:54 Também precisamos de pensar em mecanismos eficazes de “crowdsourcing” para verificar informações largamente difundidas online e recompensar as pessoas que contribuam para isso. Em suma, precisamos de repensar o ecossistema atual das redes sociais e redesenhar as suas experiências para recompensar a ponderação, o civismo e a compreensão mútua.

12:16 Enquanto crente da Internet, juntei-me com alguns amigos, iniciei um novo projeto, na tentativa de encontrar respostas e explorar possibilidades. O nosso primeiro produto é uma nova plataforma para conversas. Estamos a acolher conversas que promovem a compreensão mútua e, com sorte, mudam mentalidades. Nós não alegamos ter as respostas, mas começamos a experimentar com diferentes discussões sobre assuntos muito fracturantes, tais como raça, controlo de armas, o debate sobre os refugiados, a relação entre o Islão e o terrorismo. Estas são conversas que importam.

12:53 Hoje em dia, pelo menos uma em cada três pessoas no planeta tem acesso à Internet. Mas parte desta Internet mantém-se refém dos aspectos menos nobres do nosso comportamento humano.

13:09 Há cinco anos, eu disse: “Se quiserem libertar a sociedade, “só necessitam da Internet.”

13:18 Hoje, acredito que, se queremos libertar a sociedade, temos primeiro de libertar a Internet. Muito obrigado. (Aplausos).

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Parecer da Matrix/DNA:

O texto serve como evidencia para a teoria que descrevi acima. A polarização surgiu entre grandes predadores ( aristocracia por trás dos generais do exercito) e os islamitas, as ovelhas. Enquanto isso, as pessoas de centro ( os lobos, as raposas) se viram impotentes, mas sera’ sempre assim pois na verdade, é a classe mais fraca das três. Eles não tem a força, a ferocidade e radicalismo dos leões para sujeitar o enorme numero de todas as ovelhas, ao mesmo tempo que não tem a força para vencer os leões.

Mas e’ preciso lembrar que a humanidade veio da selva na forma de um ancestral que era carnívoro e vegetariano ao mesmo tempo. O que significa que ao nascer, cada humano ainda não tenha determinado instinto. Sera a educação familiar e social no local onde ele nascer, a cultura que modela seu comportamento, que fara expressar um dos três instintos. Alem disso, mesmo que a pessoa nasça, digamos dentre as ovelhas, alguma forma de mutação casuística ao nascer pode revelar uma ovelha com tendencia a predador. Sao vários exemplos, um bem conhecido e’ o caso do Presidente Lula, do Brasil.

Segundo Wael, ninguém conseguia mudar de opinião. Isto porque a opinião esta’ determinada no inconsciente, na psique. E por fim ele denuncia a vileza do comportamento humano. Sim, é um comportamento forjado pelo estado de caos da Natureza.

E o comentario que postei no TED:

Louis Morelli – Posted 3/10/2017
For his project and dealing with movements like that in Egypt, the engineer Wael need a Biologist and a Psychologist. There was/is no polarization, but three groups, included the group of Wael. The very cause goes back to humans origins and even life’s origins. I learned it living years isolated at Amazon jungle, from where came ours ancestrals.

All social systems created by humans ( be it monarchy, communism, capitalism, etc.) mimics the division of power and the rules among the animals in the jungle. There is the big predators ( the aristocracy behind the arm’s chiefs), the medium predators ( the medium class of Mr. Wael) and the preys (the islamitas). These instincts are encrypted at our genetics which produces our psyche. The bias for predators has hidden canines in their physique and they will die trying to keep their territories and preys, because they can not live in a equalitary system.

Internet is merely a tool being driven by humans. The nature of humans is the decision making. If you want a movement towards the transcendence of humans before their extinction due the transformations of the planet, you need a strategy for exorcising these instincts from our genetics and its product – the psyche. And the unique strategy that is trying to do it and has the weapons for doing it is the Matrix/DNA world view

O que Da Vinci e Deus tiveram em comum

domingo, agosto 22nd, 2010

Preciso registrar rapidamente esta nota como excelente argumento para The Matrix/DNA Theory obtida no website:

TED Ideas Worth Spreading

no enderêço:

http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html

E na seção comentários, vê-se esta jóia racional:

Rafael Jr Gaid (-4) -2

“In what way does evolution disprove the existence of God? If I can show you scientifically that the monalisa painting is made up of thousands of brush strokes with different chemicals all following some complex math does it mean Da Vinci does not exist? To me Genesis is not a story of our origin. It is a story about our purpose of existence and that someone is always interested in our lives no matter how “lowly” we appear to be to other people. That’s it. Period. It is not a document on how life started and therefore there shouldn’t be an “evolution vs creation” debate in the first place.”

Comentário da Matriz:

O segrêdo da Natureza é justamente êste: matéria adquirindo um sem número de formas, sendo misturadas com diferentes métodos (químicamente, biológicamente, eletro-magnéticamente) resulta em surpreendente complexas arquiteturas, tais como o corpo humano. Se temos um resultado final aparentemente ordenado e acreditamos que tudo começou do caos não ordenado, é sensato suspeitar que existe algum oculto propósito. Caso contrário teria continuado tudo desordenado. Desde que surgimos no mundo temos visto o deserto na sua simplicidade onde os grãos de areia são movidos por tempestades, misturados aleatóriamente e podemos jurar que se o planeta inteiro não mudar aquilo vai continuar assim eternamente. O mesmo podemos dizer da superfície de Marte, Jupiter, etc. Então, não suspeitar de algum propósito oculto presente na época do Big Bang é não ter o cérebro “hard-wired” racionalmente, lógicamente. Aqui na Terra, os ventos, as marés  e contra-marés parecem terem funcionado como as pinceladas de Da Vinci no meio material. Os pincéis foram produzidos e manipulados por seres humanos logo pela lógica os ventos e as marés podem terem sido produzidos e manipulados por algo.

Quando os modêlos da Matriz apontaram que êste Universo é uma genética reprodução, desvelou-se um propósito, simplesmente natural.

 Mas existe uma flagrante diferença entre a Monalisa e as arquiteturas naturais.

A obra final de Da Vinci é harmonica, transmite ordem e paz final, parece realmente matemáticamente executada. Isto nos conduz a  concluir que existiu uma mente inteligente dirigindo todo o processo de criação. Porém a obra final da Natureza, ao menos nêstes tempos e nesta região do Universo – a mente humana, ou antes, o corpo humano – é evidentemente um “bad design”. Tão frágil que pode ser vencido, derrotado, aniquilado, por simples vírus. Tão mal projetado que basta pensar nas dores de dente. Ou então na mente humana conduzindo o corpo de um assassino a matar e esquartejar o corpo de outro ser humano. Finalmente, se existe um propósito, com ou sem um autor portador de um aparato produtor de inteligência, esta inteligência não é a mesma que conhecemos nos seres humanos. Pode até ser uma inteligência, porém não produzida e ligada a um cérebro carnal como o nosso, talvez seja um cérebro eletro-magnético ou confeccionado com ferro e aço, resultando daí uma espécie de inteligência fria, maquinal, alheia ao complexo sensorial e emotivo humano. Portanto, se existe um “Deus” com um propósito dirigindo a evolução, êle não pensa como Da Vinci pensava. Um irresponsável teria sido Da Vinci se tivesse alardeado que sabia o que Deus pensa, o que fêz, como fêz, o que disse ou não disse, como alardearam os imaginativos autores da Bíblia.

Alguém poderia argumentar que a comparação do Rafael não é válida porque a Monalisa é uma obra acabada, por isso, harmoniosa, enquanto a obra de Deus através da natureza ainda está sob evolução, inacabada, portanto ainda imperfeita. Tal argumento não faz sentido: o método de Da Vinci era inteligente, harmonioso, enquanto o método da Evolução inclui eventos onde crianças são devoradas horrivelmente por leões. Um método porco!

O Rafael no post acima foi de uma felicidade  brilhante. Mas logo a seguir êle cai na mesma situação de tôdos nós, seres humanos, ou seja, sem informações das sequências posteriores dos fatos êle conjectura errado. Ao menos é o que sugere os modêlos da Matriz.

“To me Genesis is not a story of our origin. It is a story about our purpose of existence and that someone is always interested in our lives no matter how “lowly” we appear to be to other people. That’s it. Period. It is not a document on how life started and therefore there shouldn’t be an “evolution vs creation” debate in the first place.” – diz êle.

 Pois para mim, Gêneses retrata fielmente um evento termodinâmico no passado de nossa ancestralidade, quando as fôrças da matéria/hardwire dos corpos de nossos ancestrais buscando o eterno equilíbrio termodinâmico para o qual necessita que o vórtice spin right esteja conectado e amalgamado com o spin left numa troca com fricção vibrante de energia, se tornaram dominantes em detrimento das fôrças do software-intelecto. O propósito da existência escolhido pelos nossos ancestrais da época não foi o propósito para nossa existência permitido pela Natureza, esteja algo inteligente por trás dela ou não. Isto precisa ser esclarecido para que não cair-mos novamente no mesmo êrro construindo o paraíso falso aqui, o Admirável Mundo Novo de Huxley, onde perderíamos nossa liberdade mental.

Mas o problema que Rafael deveria juntar-se a nós, ou nós juntar-mo-nos a êle, para tentar esclarecer com a grande massa da população é que os crentes religiosos não pensam como Rafael. Êles acreditam piamente no sentido literal deturpado da fábula nas suas escrituras ditas sagradas. Por isso é necessário sim o debate “evolução x criação” (porém que os evolucionistas se equipem melhor com as extensões proporcionadas pelos modêlos da Matrix/DNA Theory.)

(tema under correction and construction)