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Matrix/DNA e Atuais Publicações Místicas no Facebook, Google+, Twitter: Debate

segunda-feira, março | 26 | 2012

Mesmo sendo muito ocupados e agnósticos (não sei se isso existe ou não), é-nos quase impossível deixar de ler algumas das mensagens místicas que a todo momento bombardeiam nossas redes sociais. Algumas são tão enunciadoras ou alarmantes que nos chamam atenção e nos obrigam a ler seus longos têxtos. No final é sempre o mesmo: mudamos o canal sem que nada parece ter mudado para nós e esquecemos a mensagem. Acho que precisamos começar a chamar atenção dêstes missivistas. De que adianta ficar dizendo que um paciente precisa mudar de hábitos, prestar atenção no oculto aos olhos, tomar certas precauções, se todos os pacientes modernos não estão podendo exercer seu livre-arbitrio, não estão podendo escolher onde queriam estar, o que queriam estar fazendo, como fazer, etc.? Somos todos escravos apanhados nesta moderna engrenagem de uma máquina na forma de sociedade capitalista selvagem, não somos donos de nossos narizes. Nem mesmo tempo para pecar estamos tendo. Quem está podendo pecar são os bilionarios, mas a Êstes os misticos não alcançam com suas mensagens. Quem peca é o predador e não a prêsa. A fera sanguinaria e não a ovelha. O vampiro capitalista e não a vitima sendo sugada. Os misticos parece que não se apercebem disto e continuam a malhar em ferro frio. Os seus guias espirituais ou extra-terrestres parecem terem outro tipo de mentalidade, pois não apresentam os sentimentos e sensibilidade humana. Nada fazem para nos libertar. E querem exigir! Pensam que somos espiritos tambem vivendo num mundo espirirtual? Como suportam ver a cena de um leão estraçalando uma ovelha e nada fazerem para que aquilo nunca mais se repita? Definitivamente parece que não há condições de diálogo e entendimento entre eu e estes mestres, pois nossas mentes falam idiomas diferentes. Então, se não podem ajudar, que não atrapalhem nossa correria na lita pela nossa sobrevivencia com estas mensagens.

Como vamos dar um “break” nestas mensagens? Como vamos bloqueá-las? Dando-lhes antes uma oportunidade para se corrigirem e cairem na real, na nossa realidade. Quando vão começar a falar algo – sempre naquela linguagem esotérica dêles – devemos interrompê-los imediatamente: “O que disse? Circunvolução planetária emitindo energias…?! Não entendo essa linguagem, e sinto muito, estou com muitos problemas, no desespero para me salvar e aos meus queridos, por isso só falo de coisas reais, factuais, existentes aqui e agora, que possam ser percebidas pelos meus sentidos sensoriais. Se insistirem ainda podemos dar uma esmola: “Está bem: explique êste negócio primeiro de circunvolução, mas demonstrando evidencias com fatos reais aqui e agora, e me apresente os “papers” cientificos passados por peer-review que confirmam isto existir. Pronto.

Quando temos algum tempo extra, como nestas noites de domingo, até podemos lhes dar mais chance, chamando-os para o debate. Como fiz com a missivista desta mensagem abaixo postando um comentário logo mais embaixo. Os modêlos da Matrix/DNA Theory, que é minha cosmovisão mais preferida nêstes dias (porem sem acreditar nela como todo bom agnóstico), a todo momento quando atingem a fronteira ultima da matéria, numa direção, ficam sugerindo coisas à frente, apontando para super-dimensões, tentando-me para segui-los nêstes reinos da metafisica, mas minha condição de vida de escravo atual me puxa para trás, para a realidade do aqui e agora. Os modêlos apontam na direção de coisas, imagens, semelhantes às faladas por estes misticos, como auras, consciência cósmica, mestres da constelação de Orion, etc. Mas como sei que estas coisas não vão despertar amanhã às seis horas e irem trabalhar no meu lugar, que eu vou ter que aguentar o trabalho com mais sono porque fiquei lidando com elas, dou-lhes um bloqueio, sinto muito, me recuso a acompanhar a Matrix/DNA em vôos alucinógenos. Mas me sobrou um tempo sem sono nesta noite e aproveitei para deixar-me dar uma escapadinha para espionar alem do meu mundo material o encontro entre a vanguarda avançada da Mmatrix/DNA com uma destas filosofias místicas, e tentei entrar na conversa.

Maga Pierri
Postado no Facebook a 23 horas atrás -

Está acontecendo a elevação da Kundalini planetária!

Sol, Urano e Mercúrio em Áries, uma combinação muito quente.
Ao mesmo tempo, Lua, Júpiter, Vênus, Marte e Plutão, cinco planetas em signos de terra.
Fogo e Terra não combinam bem, a terra apaga o fogo, e o fogo queima a terra.

Isso é o que tantas canalizações estão nos falando. O fogo e a luz são duas freqüências da mesma energia. É um processo purificador e acontece para todos, mas existem aqueles que se tornam um canal vazio através da qual a luz pode fluir, e existem aqueles em que existe a obstrução do ego, nesse caso, a luz é fogo que queima.
A não ser que o sujeito seja totalmente iluminação, em todos nós existem níveis e modos de ego. É melhor olhar para isso. Tem nos sido dito insistentemente para abandonarmos a personalidade.

Como Marte não está presente para dar o clique,a temperatura dessa freqüência está subindo muito, e se esquentar a ponto de aumentar tanto,a ponto de acionar Urano, as coisas podem ficar sérias. Em pequena escala ou em escala cósmica, imagine um cabo que esquenta demais.
Então as coisas podem ficar sérias, porque com Urano não se brinca.

Está acontecendo a elevação da Kundalini planetária. Quando a serpente de fogo sobe pela coluna vertebral, ela tem que atravessar cada chakra. Se aquele chakra estiver obstruido com coisas do ego, ela vai forçar para passar.
Esse mesmo processo acontece com cada um de nós, com a sociedade, e com o próprio planeta Terra, desde o peixe dos rios, até a ave dos céus, o vegetal, o animal o mineral até o cosmo infinito. É uma evolução na própria consciência divina. Somos formigas nesse processo. E o universo não é dual, não existe bem e mal para ele. Portanto fará o que for necessário fazer para a elevação da própria consciência.
Seja hoje, o canal vazio para a luz, por onde flui a Existência, o Universo se expressa, Sheeva, dança sua dança e o divino se manifesta.Isso se manifestará em você como Luz branca através da sua coluna vertebral e atingindo a coroa, produzindo a união cósmica, o orgasmo divino!
E você vai ficar com aquela mesma cara de êxtase cósmico do Yogananda.
Estão todos convidados a fazer essa transição em celebração. Depende de cada indivíduo!
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E neu comentário/perguntas:

Louis Charles Morelli – Facebook:

Para “Maga Perri”,

Existe possibilidade de trocas de idéias entre nossas duas cosmovisões diferentes? Por exemplo, os assuntos da luz, kundalini, nos interessam. Um raio ou onda de luz é captada em nossos instrumentos cientificos e aparece numa tela na forma de um grafico. Chama-se “espectro eletro-magnético” (você pode ver um digitando isso em Wikipedia, Google). O espectro revela sete tipos ou formas diferentes de vibrações em uma unica onda, e nós estamos suspeitando que a luz é a criadora do ciclo vital na matéria, cada uma das faixas vibratórias faz a matéria apresentar o mesmo processo do ciclo vital que nos faz transformar de formas, como bebê, criança, adulto, etc. Dito isto, vamos a kundalini. Para nós as duas serpentes representam as duas hastes do DNA e os chakras representam seus nucleotideos. E cada chakra corresponde a uma faixa vibratória de luz. As côres que vemos na tela batem na mesma sequencia das cores da aura. Agora vejamos o que suspeito ser “ego”. Uma das coisas mais importantes na evolução tem sido a escôlha do ser sob evolução: se quer ser sistema aberto ao mundo ou fechado em si mesmo. Quando fechado em si mesmo representa extremado ego. Enfim voltemos ao seu post. Dizes que kundalini se eleva pela coluna vertebral (para nós significaria que uma nova onda de luz chega ao chacra da base inferior e sobe pelas hastes do DNA). Se ela encontra chacras abertos continua. O que seria um chacra fechado? Seria um individuo que numa das suas formas de sua vida atual foi ou é demasiado egocentrico? Supomos que eu queira fazer algo para ter certeza que nenhum chacra vá bloqueá-la. Não vejo como. Teria que mudar hábitos, comportamentos, visão do mundo e entendimento das relações entre eu e o mundo. Mas o mundo externo não permite mudanças se estamos escravizados nas engrenagens do capitalismo dessa máquina moderna. Não temos tempo e oportunidades para cuidar do metafisico, sob o risco de estar-mos na miséria amanhã. Pergunto: De que adianta receitar algo que o paciente não pode fazer? Não existe uma maneira dos seus mestres atuarem para organizar melhor a sociedade sem os predadores capitalistas? Qualquer resposta, agradeço.

xxxx – O que você pensa disso tudo? Afora o de que “êsse Louis e essa Maga são dois lunáticos…) ?

Ocorrências Astronômicas Ameaçando o Planeta Terra, Campo Magnético Desaparecendo e a sugestão da Matrix/DNA

quarta-feira, março | 7 | 2012

Nossos modêlos sugerem que nas origens das galáxias, planetas se transformaram em pulsares e depois em estrêlas. As preocupantes informações nos artigos citados abaixo sôbre a Terra e Vênus nos faz lembrar êstes modêlos: explosão na atmosfera de Vênus, enfraquecimento da camada protetora da magnetosfera terrestre, aumento das tempestades solares. A grande questão para nós é saber qual foi a evolução do processo de formação de galáxias para a formação de sistemas solares. Terá a evolução atuado nêste processo como atuou nas origens da Vida, quando a primeira célula surgiu por simbiose de moléculas e micro-organismos separados ( como surgiu a primeira galáxia, segundo nossos modêlos) e depois aprendeu a se reproduzir mais fácil e rápido por auto-divisão (como depois o building block de galaxias pode ter aprendido a se replicar por reciclagem, como sugerem nossos modêlos)? Enquanto não resolver-mos esta questão, não teremos uma previsão do que vai acontecer com o nosso planeta. Êle vai se extinguir devido a velhice do Sol (antes do Sol morrer ou depois?) ou vai antes se transformar num pulsar? A explosão em Vênus segundo o artigo abaixo, a violação do nosso campo magnético como no outro artigo, e a constatação que o magnetismo da Terra está diminuindo são indicios que servem para as duas hipóteses, portanto êles não resolvem nossa questão. Mas deve ficarem aqui registrados, para nosso prosseguimento desta investigação.

Algumas primeiras idéias:

- Resumindo a noticia: Às vêzes o sol emite ventos solares ( energia radiada) para o espaço, que viajam a um milhão de milhas por hora e as que vem em nossa direção são barradas na nossa magnetosfera a 44.000 milhas de distancia da nossa superficie. Magnetosfera é a coroa circular formada pelo campo magnético da Terra. Às vêzes alguma dessa energia penetra na nossa atmosfera causando preocupantes efeitos climaticos. Em relação a Vênus, o planeta não tem campo magnético, portanto não tem barreira contra a tempestade de energia que vem do Sol. Mas para compensar isto, Vênus tem uma atmosfera muito mais densa que a nossa e é 100 vêzes mais quente, quer dizer, as coisas de sua superficie já resistem mais ao calor. Então, quando o vento solar se encontra com essa atmosfera densa, ocorrem reações que podem resultar numa explosão, na atmosfera, quer dizer, acima do solo do planeta. Algo quase como acontece nas nossas nuvens com os relampagos seguidos de estalos e trovões.

- Antes que os arautos do apocalipse saiam correndo para alarmar opovo que a explosão em Vênus é um sinal que o mundo está acabando em 2012, já vamos lembrando que a explosão aconteceu em 8 de Março de 2008. Só está sendo noticiada agora porque foi o tempo dos pesquisadores trabalharem.

- A Terra tem um campo magnético e Vênus não tem. Pelos nossos modêlos, campos magnéticos são resultantes principalmente dos efeitos do nucleo planetário, e se o nucleo é um magma de ferro incandescente o campo será mais forte. Mas quando o nucleo que é um germe estelar vai se ampliando, vai se tornando menos denso e portanto menos forte seu campo magnético. Isto pode sugerir que Vênus é planeta mais velho e pode estar se transformando em pulsar.

- Se o campo magnético de Vênus é mais fraco do que o da Terra, e o da Terra está enfraquecendo, isto sugere que Vênus é mais velho que a Terra. E seugere que o tipo de campo magnético de um astro pode ser usado para calcular sua idade.

- O campo magnético é uma barreira que contem a energia solar. Mas ao enfraquecer ou ser violado, aberto em brechas, essa barreira vai enfraquecendo e com isso a energia do Sol poderia atingir o nucleo terrestre. Isto viria a favor dos nossos modêlos que sugerem que no nucleo dos planetas hiberna o germe de estrêla e tal como ocorre com a maioria das sementes vegetais, se a luz solar alcançar o nucleo a estrêla desperta e começa a germinar. Já sabemos que a energia solar tem alcançado o nucleo do nosso planeta pelo fluxo de descidas e subidas de substancias através das fendas terrestres, mas isto seria um processo muito lento. Talvez o verdadeiro estopim venha de ocorrências anormais como as citadas acima.

- Segundo nossos modêlos, planetas de sistemas estelares modernos tambem contem em seus nucleos o germe de uma estrêla. Êste fato é derivado dos mesmos processos que fazem com que dentro da célula, as organelas chamadas mitocondrias tambem contem DNA. Mas nas células modernas as mitocondrias não se reproduzem apesar de terem o DNA para tal. Por isso, nos sistemas estelares como o nosso é provavel que os planetas tambem não ativem seus germes e se tornem estrêlas.

- Meu Post postado no artigo da DailyGalaxy.com em:

Posted by: Louis Morelli | March 07, 2012 at 01:26 PM

“Understanding what the HFAs do in the non-magnetized Venusian environment, of course, would require direct observations that the current data sets from Venus Express do not provide.”

So, we are in the reign of theories. We need studying these phenomena because it is very important for understanding the climate change at our own planet and making better previsions about its future. It is possible that the event at Venus is more complex than Collinson has figured out. I am testing the previsions of a different cosmological model from The Universal Matrix/DNA and several questions arising here.

Maybe the explosion is result from de repulsion of same energy (energy coming from Sun and energy coming from Venus nucleus). If my models are right, the fact that Venus does not have magnetic field indicates that it is older than Earth. If it is older, my models suggest that it could became a pulsar. But there is a question not solved by my models: the formation of modern stellar systems like our solar system happens by the same process of primordial stellar systems or this process had evolved like evolved the process of cell system formation? My models suggests that the primordial galaxies were formed by the process of life cycle that is encoded into natural light and passed to matter given dynamics to inertial matter. This process makes that an initial body is transformed acquiring different shapes. After that, the shapes are arranged in the same sequence into a working system. Then, each kind of astronomical bodies are derivations of a unique primordial body.

This process is the same applied over the formation of first original cell system, when molecules and micro-organisms became organelles and were organized into a system by symbiosis. But, the cells learned how to replicates fast and easier. Has It happened the same at astronomical systems? If our solar system was produced by the first phase of this process, each planet has as nucleus a germ of a new star. The germ of these stars should working like vegetable seeds where the germ flourishes when it is reached by solar energy. If this process is continuing at astronomical level, Venus is being transformed in a pulsar. If our solar system obeys the second phase of this process, the germs as stars seeds will not flourish, like in the cell system the mitochondria also has DNA but mitochondria does not replicates themselves. A better understanding in Venus will be a better understanding here. Great job, Mr. Collision!

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Giant Breach in Earth’s Magnetic Field Discovered

Dec. 16, 2008: NASA’s five THEMIS spacecraft have discovered a breach in Earth’s magnetic field ten times larger than anything previously thought to exist. Solar wind can flow in through the opening to “load up” the magnetosphere for powerful geomagnetic storms. But the breach itself is not the biggest surprise. Researchers are even more amazed at the strange and unexpected way it forms, overturning long-held ideas of space physics.

“At first I didn’t believe it,” says THEMIS project scientist David Sibeck of the Goddard Space Flight Center. “This finding fundamentally alters our understanding of the solar wind-magnetosphere interaction.”

The magnetosphere is a bubble of magnetism that surrounds Earth and protects us from solar wind. Exploring the bubble is a key goal of the THEMIS mission, launched in February 2007. The big discovery came on June 3, 2007, when the five probes serendipitously flew through the breach just as it was opening. Onboard sensors recorded a torrent of solar wind particles streaming into the magnetosphere, signaling an event of unexpected size and importance.

“The opening was huge—four times wider than Earth itself,” says Wenhui Li, a space physicist at the University of New Hampshire who has been analyzing the data. Li’s colleague Jimmy Raeder, also of New Hampshire, says “1027 particles per second were flowing into the magnetosphere—that’s a 1 followed by 27 zeros. This kind of influx is an order of magnitude greater than what we thought was possible.”

The event began with little warning when a gentle gust of solar wind delivered a bundle of magnetic fields from the Sun to Earth. Like an octopus wrapping its tentacles around a big clam, solar magnetic fields draped themselves around the magnetosphere and cracked it open. The cracking was accomplished by means of a process called “magnetic reconnection.” High above Earth’s poles, solar and terrestrial magnetic fields linked up (reconnected) to form conduits for solar wind. Conduits over the Arctic and Antarctic quickly expanded; within minutes they overlapped over Earth’s equator to create the biggest magnetic breach ever recorded by Earth-orbiting spacecraft….”

http://science.nasa.gov/science-news/sci…antbreach/

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Strange, Colossal Explosions Observed on Venus

http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2012/03/odd-colossal-explosions-known-as-hot-flow-anomalies-hfas-fueled-by-solar-energy-detonate-just-above-the-surface-of-venus.html

March 06, 2012

O artigo foi postado como tópico num forum e os comentários a seguir são proveitosos:

http://lunaticoutpost.com/Topic-Strange-Colossal-Explosions-Observed-on-Venus?page=1

Strange, Colossal Explosions Observed on Venus
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Relacionado tem o artigo da:

NationalGeographic

Earth’s Magnetic Field Is Fading

http://news.nationalgeographic.com/news/2004/09/0909_040909_earthmagfield.html

Terra: Teoria Oficial da Origem da Terra é Enfrentada por Nova Teoria

quinta-feira, novembro | 10 | 2011

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Ainda não pude ler e analizar o artigo do ponto de vista da Matrix/DNA Cosmologic Theory. Fica registrado para retornar e fazer êste trabalho:

Young Earth had crusty magma ocean

Thursday, 1 April 2010

by Heather Catchpole

Cosmos Online

http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/wp-admin/post-new.php

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Terra e Lua nas Origens

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SYDNEY: For two billion years, Earth had a magma ocean caked with a thin ‘uniplate’ crust – not separate tectonic plates as thought.

The controversial new theory, proposed by UK-based Australian geoscientist Joe McCall is published in the current issue of the Australian Journal of Earth Sciences.

Plate tectonics describes the way that the Earth’s crustal plates slide, stretch and collide, building the continents and causing earthquakes.

Cooling crust formed a ‘uniplate’

Most geologists agree that plate tectonics began as the Earth’s crust cooled and cracked into separate tectonic plates several hundred million years or more after its fiery genesis about 4.6 billion years ago.

But McCall suggests that the Earth’s crust cooled into a ‘uniplate’ from an underlying magma ocean. Lighter, buoyant rocks floated to the top of a denser, metal-rich mantle to form a ‘scum’ on the surface, his theory suggests.

This global uniplate was overlain by a worldwide shallow ocean up until the end of the Archaen era, 2.5 billion years ago, said McCall, who is an honorary associate of the Western Australian Museum in Perth.

Moon formed from semi-molten dumbbell?

The theory has implications for the birth of the Moon – instead of forming when an object the size of Mars struck the early Earth, as many scientists believe, the Moon-Earth system may simply have split apart from an original semi-molten, dumbbell-shaped body, he says.

“My arguments are way-out but should stimulate fresh thinking,” McCall told Cosmos. “The collision hypothesis is entirely based on computer modelling, and there is no real evidence that these wandering planet impactors, cited in the case of Mercury and Mars as well as Earth/Moon, ever existed.”

McCall’s ideas are somewhat controversial among geoscientists.

Different plate dynamics 3.8 – 2.5 billion years ago

Geoscientist Andrew Glikson, from the Australian National University in Canberra, says the Earth’s crust was broken into plates during the Archaen era, 3.8 – 2.5 billion years ago, but because the Earth was much hotter, the physical processes driving plate motion were different.

“In my view there was not just oceanic crust in the present sense but also continental nuclei, although these were not extensive,” he says.

Glikson also debates McCall’s shallow ocean theory, based on his own analysis of fine-grained rocks called cherts in the Pilbara, where he has studied for more than a decade. The cherts don’t preserve any wave structures, indicating they formed below ~200 metres depth, he says.

Arguments between geologists about the Archaen era have “been going on for a long time” and because of the scarcity of rocks of this age, there may never be enough evidence to settle the matter, says Glikson.

“I don’t think you will find a unified view among Archaen geologists,” he says.

Vídeo da Terra Respirando: Uma idéia do Cosmos Vivo da Matrix/DNA

domingo, novembro | 6 | 2011

Há 3,5 bilhões de anos atrás a Terra era como um bebê pelado, apenas oceanos e continentes áridos com rochas e areia. Hoje a Terra tem uma cabeleira verde e pulula à noite de luzinhas de faróis de carros carregando humanos! Isto porque, naquela época coincidiu de tôdas as fôrças naturais do Universo terem convergido para cá, e estas fôrças carregavam o processo da evolução que iniciara com o Big Bang. Foi um evento incrível que aconteceu nas lamas e pãntanos das orlas das praias e beiras de rios. Primeiro, se a Lua não tivesse chegado e fixado residência aqui, as águas nào se moveriam para chacoalhar a sôpa primordial e misturar os elementos de mil maneiras até que resultassem em moléculas orgãnicas. Êsse chacoalhar e misturar era feito no céu pelos buracos negros, os rodamoinhos nos centros das galaxias, para gerar novos astros, mas aqui não era possível reproduzir buracos negros. A maré indo e voltando, a luz solar indo ao anoitecer e voltando no raiar do dia, a temperatura esquentando e esfriando pelas estações, enfim, tôdas as fôrças estavam aqui representadas em suas duas alternativas extremas, trazendo o dualismo criador, porque tudo o que o Universo tinha desenvolvido era necessário para para dar êsse maior salto evolutivo, a geração da Vida biológica, que levaria ao cérebro humano, no qual emergeria a consciência, primeiro, consciência da própria existência de pequenas partes altamente evoluídas do corpo do Universo, mas já com a meta suprema de se tornar a consciência da existência do Universo inteiro, a qual, sómente nêste tamanho e grandeza, terá capacidade para se comunicar com uma consciência que o aguarda além dêle.
O vídeo acima já é um inicio do despertar da inteligência humana na percepção do vitalismo que move corpos como a Terra, cuja aparência simples de mera esfera constituída de matéria comum nos enganou até ontem. Parabens aos autores do vídeo!


U.S.A: Copyright Washington n. 000998487/2001-02-20 | Brasil: Reg. Dir. Autorais - Brasília n. 106.158/11-12-1995 | Louis Charles Morelli