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Lições de vida: O que só se descobre na hora da morte

terça-feira, agosto 8th, 2017

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Bronnie Ware, uma enfermeira que durante vários anos cuidou de pessoas que eram muito idosas ou estavam enfermas em suas casas – escreveu “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing”, que, como o título diz, trata dos cinco arrependimentos mais comuns manifestados pelas pessoas antes de morrerem.

No livro da Bronnie aparecem essas ideias, e os comentários dela:

  1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

  1. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

“Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

  1. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, ele se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam.”

  1. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.

“Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem em suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

  1. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ com as coisas que são familiares O medo da mudança fez com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes quando, no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

Video Perturbador Conduz Humanos a uma Pausa para Pensar No que Ele Esta Fazendo de sua Vida

quinta-feira, julho 23rd, 2015

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Tente assistir o vídeo clicando aqui e depois click em full screen e depois retorne aqui para falar-mos disso:

https://video-lga1-1.xx.fbcdn.net/hvideo-xaf1/v/t42.1790-2/10551216_810825958957060_452362591_n.mp4?efg=eyJybHIiOjY1OCwicmxhIjoyNTcwfQ%3D%3D&rl=658&vabr=366&oh=11f3598e8ea1836f7613033f1dcf007b&oe=55B146DD

Comentario que emerge da visão de mundo da Matrix/DNA:

Quando um conselheiro do Rei Louis XV lhe avisou que o comportamento da corte envolvida em festas orgíacas com banquetes intermináveis enquanto o povo lá fora com dificuldades econômicas estava se revoltando e tornando-se perigoso, o rei respondeu:

– ” Eu estou consciente que existe o risco do povo entrar no palácio e vai cortar os pescoços de todos que estão aqui, inclusive o meu e da minha família. Mas… o que podemos fazer… Nos caímos subjugados pelo vicio e isso não tem mais volta, sozinhos não conseguimos nos corrigir.”

Os cérebros de todos os animais e tambem dos humanos tem essa falha real, de se deixar cair e deixar se levar numa espiral decadente cujo final é o fundo mortal do poço. Depois que entrou no torvelinho, perde as forças que lhe conferiam vontade própria. E’ o caso dos humanos drogados, dos jovens e idosos que estão viciados em jogos de computador e vídeo game, dos viciados em comida e dos comedores de carne. Tambem é  cair no vicio se empregar num trabalho maquinal rotineiro e a noite nas horas de folga não procurar desesperadamente uma maneira de sair deste trabalho, acomodando-se ai as vezes até a aposentadoria.  Isto vem da Natureza que produziu o humano, é a natureza do humano.

E’ quase impossível nos imaginar-mos não comendo a carne de outros seres vivos. Por isso quando se diz a um carnívoro que isso tem que mudar ele da’ de ombros e responde que o mundo e’ assim, não vai mudar. – ” Eu… comendo só’ frutas, cereais, vegetais,… vou ficar doente, o corpo não vai aguentar, tenho que malhar no pesado, preciso de muita energia, que só existe na carne…”

Primeiro é preciso questionar se o mundo é assim mesmo, e a resposta é : não, nunca foi nos 13 bilhões de anos do Universo, esta sendo agora durante uns meros milhões de anos e no planeta Terra, e isso é  temporário porque vai acabar, logo o planeta não mais suportara seres vivos aqui. Isso é um passageiro e temporário aspecto do mundo que esta acontecendo aqui neste planeta-pontinho perdido na imensidão sideral. Portanto, aconteça ou não aconteça isto, o Universo não dará a minima para o que esta acontecendo aqui e agora, e isso sera apagado da memoria na noite dos tempos. Em outras palavras ainda isto é um temporário desvio do fluxo natural das coisas e certamente sera eliminado, corrigido, pois depois da vida animal na Terra, a natureza voltara ao seu normal cósmico roteiro.

O importante que sobra deste palavreado todo e’ saber que a natureza eliminara estas cenas do corpo dela, da historia dela, e isso implica que eliminara os agentes destas cenas. A NÃO SER QUE OS AGENTES SE AUTO-CORRIJAM, SE AUTO-CUREM ANTES DA NATUREZA FAZE-LO, COM OS AGENTES RETORNANDO A SEGUIREM EM SINCRONICIDADE COM AS LEIS DA NATUREZA.

Mas como vimos no episodio do rei, não temos em nos a força para ativar esta auto-cura. Por outro lado sabemos tambem que a natureza contem em si o principio da auto-cura. Genes se auto-corrigem, existe um mecanismo corretor nos erros de transcrição do DNA, organismos possuem um sistema de auto-cura denominado sistema de defesa imunológico, de células a organismos superiores existe o fenômeno de regenerar algumas partes do corpo perdidas, até os astros de um sistema são corrigidos se saírem fora de orbita normal, o que significa que ate sistemas astronômicos se auto-curam.

Se as duas forças – a positiva e a negativa – estão presentes na nossa natureza humana, e portanto devem ou deviam estarem presentes em potencial latente no cérebro humano, porque a negativa conseguiu a dominância e se impôs… é na resposta a esta questão que talvez levantemos do fundo do cérebro a força dormente dominada que por si só entraria em combate com a força dominante. Portanto o assunto é questão de vida ou morte, de tortura certa ou livramento da tortura, e por isso merece que nos sacrifiquemos neste raciocínio incomodo e exigente de sacrifício mental neste momento. O gordo do vídeo esta tendo a barriga marcada para ser cortada, e mesmo o simples fato de carregar aquela barriga, não se livra da tortura ainda em vida. As rápidas mudanças da natureza do planeta ameaçando nossa existência e jogando milhares na miséria é  outro tipo de consequente tortura. Os canceres, diabetes, e o sistema economico que nos empurra para trabalhos estúpidos, são outras formas dessa tortura causadas pelo aspecto negativo dessa força. Se não nos molesta a ideia de que podemos ser torturados e que resistiremos a dor da tortura, ao menos, sera mais difícil de continuar nessa negligencia quando nos lembramos que podemos presenciar a cena de nossos entes queridos, como os filhos, que serão torturados.

 

Tenos que buscar mentalmente na Natureza real as origens e significado existencial destas forças em seus dois aspectos opositores, e se encontrar-mos as explicações, estaremos injetando nas profundezas do nosso cérebro os estímulos que possam ressuscitar a parte dormente dela, e a partir dai, a auto-cura pode se tornar automática. Mesmo que não consigamos imaginar a nos mesmos sem comer carne, ou sem trabalhar neste sistema absurdo produtivo, e por isso, não desejamos que a força dominada ressuscite. Depois que ela executar sua tarefa, perceberemos que nunca precisamos de fato comer carne ou trabalhar no indesejado e podemos viver mais felizes sem estes vícios.

E’ preciso lembar que a dualidade dos opostos é uma condição insuperável para a existência dessa natureza que nos produziu. Essa dualidade foi manifestada já no primeiro momento da origem deste Universo, quando as partículas fundamentais, como quarks, leptons, bosons, ja surgiram divididas em positivas e negativas. Essa dualidade fluiu e permeou toda a historia da natureza universal e chegou a nos estando presente em todos os fenômenos naturais. Se existe o quente é porque existe o frio, se existe o macho tem que existir a fêmea, se existe o vicio é porque existe o seu não-vicio ou fluxo saudável natural, etc. E é preciso lembrar que as coisas se movem neste mundo como resultado do conflito ou acasalamento destes dois opositores, e enquanto perdura um conflito, uma parte  é dominante e outra dominada. Então aqui começa a explicação que estamos procurando: nossos cérebros, e dos outros animais na Terra,  estão sendo o palco ou os alimentadores da fase de conflito no aspecto sintonia ou não-sintonia com o ritmo natural. Deste conflito emerge o aspecto negativo em relação a nos, de uma força. Mas segundo as regras naturais, este conflito não pode ser eterno, então de alguma maneira a forca positiva terá que se levantar, se impor na sua metade do cérebro, e continuar a batalha tornando-se a dominante, ou ao se equiparar com a opositora, ambas concordarem no acasalamento. De todo acasalamento sempre resulta um filho, uma terceira alternativa, que sempre supera em evolução o estagio de seus pais, que sempre significa a transformação da forma onde ocorreu o conflito numa forma superior transcendente. Lembre-se que acima do negativo e do positivo esta o equilíbrio, acima do bem e do mal, esta a sabedoria, ou seja, a forma transcendida.

Então, se agora urge-nos levantar o aspecto dormente desta força em nossos cérebros, depois que o conseguir-mos a tarefa não estará terminada. Teremos que segurar o avanço da força positiva ao chegar no equilíbrio, e impedir que ela se torne a dominante. Ninguem mais comendo carne e ninguem mais aceitando trabalho sacrificante e estupidificante como nas fabricas do vídeo significaria vitoria e dominação do aspecto positivo da força, que é positiva em relação a nos aqui e agora mas não significa que é a eleita pela natureza. O domínio da outra meia face da mesma força certamente tambem nos traria outros tipos de vícios e problemas, os quais nem vou agora tentar identificar. Mas isto é para depois, por ora temos que tentar o primeiro passo, que é  conduzir nosso cérebro inconscientemente a ressuscitar ele mesmo a força potencial que esta dormente dentro dele. E isto se faz se ativar-mos o local da memoria no cérebro onde esta registrada esta força dormente, o principio da auto-cura.

Na historia da natureza universal de 13,7 bilhões de anos devem ter ocorridas muitas batalhas entre estes dois aspectos desta força, com muitas fases de dominância de uma, outras de dominância da outra, e outras fases de acasalamento, quando os sistemas naturais se transcenderam em forma, como por exemplo, os sistemas atômicos leves das nuvens de gás primordial se transformaram em sistemas astronômicos sólidos. Nos temos que identificar nesta historia agora qual foi o momento em que começou a dominância do aspecto negativo, pois a relembrança deste momento é que tocara na parte certa da memoria cerebral estimulando-a ao que queremos ela faça.

Sabemos que essa carnificina e este estado de sistema social dividido entre presas e predadores não começou com os seres humanos, mas vem de longo tempo na historia dos animais. Mesmo que o cérebro humano tenha realizado um salto evolutivo e iniciado a desenvolver uma nova forma transcendental do sistema natural universal a que chamamos de auto-consciência, não foi suficiente para eliminar esta rançosa herança psicológica que veio do nosso passado animal. Isto é compreensível porque o aspecto de predador e presa foi um mal necessário para a sobrevivência do homo sapiens nos seus primórdios, e que o aspecto predador voltando-se contra a própria especie, ao sofisticar e mudar o auto-canibalismo procurou métodos mais sutis para continuar este canibalismo na forma de dominação cultural. Então os humanos de hoje nascem já doutrinados por essa cultura que foi trabalhada por predadores em 15.000 anos, ela interpretou os fenômenos e eventos naturais e impôs esta interpretação aos humanos mais fracos, mas ao mesmo tempo os predadores tambem passaram a acreditar fielmente na mentira que eles próprio criaram. Então a causa de hoje o aspecto negativo dessa força estar no domínio é a visão de mundo do homem moderno produzida pela cultura dominante. Por aqui já percebemos que o antidoto para a dominância do aspecto negativo seria mudar esta visão do mundo, corrigindo-a, re-interpretando cada fenômeno e evento natural com uma nova explicação. Como tento fazer com a visão do mundo pela Matrix/DNA Theory.

Porem, ainda suspeito que este antidoto apenas surtiria o mesmo efeito dos atuais coquetéis receitados nos casos de AIDS, os quais remediam, mas não extirpam a AIDS. Assim este antidoto continua a permitir a causa fundamental, a expressão forte do aspecto negativo da força. Limpar a cultura e seu registro na memoria do cérebro não é um ato que mexa na configuração anatômica do DNA nesta memoria, pois apenas se espraia no aspecto psicológico que é um produto evasivo do cérebro. Temos então que descer mais fundo na Historia Natural, perguntar onde e como e porque o aspecto negativo conseguiu a dominância no reino animal.

Quando vejo um vídeo do aspecto microscópico de uma célula em movimento, de sua interação com vírus  e outras substancias, e quando vejo tais videos de reações químicas entre as moléculas que precederam células e vírus, tenho a impressão que este aspecto negativo da força não se originou tambem nos animais, e nem mesmo nas primeiras manifestações da vida no planeta.

Então é quando levanto os olhos para lembrar o ancestral sistema astronomico, e ali, guiado pela cosmovisão e modelos da Matrix/DNA, chego ao momento em que nitidamente esta força se assenta no poder. Foi quando pela primeira vez no Universo o sistema universal que vinha evoluindo dese o Big Bang porque sempre  adotou a forma de sistema aberto ao relacionamento com o mundo exterior, de repente se tornou um forma de sistema fechado tentando interromper sua própria evolução. Foi quando conseguiu um ovo estado de equilíbrio interno termo-dinâmico entre  dualidade dos opostos e segurou esta forma de equilíbrio sem dar o passo imediato seguinte que seria sua transformação e transcendência para uma nova forma superior. Foi o momento em que se formou, se completou o primeiro building block dos sistemas galácticos, ou seja, de galaxias como esta que criou dentro de si a vida que somos hoje.

Esta fase da Historia Natural Universal deve estar registrada no DNA no centro da memoria cerebral. Se estivermos acertado com o nosso raciocínio a realidade desta história, descobrimos o elemento que pode acordar, despertar, essa parte da memoria, e dai para a frente tudo acontecera normalmente com o retorno do principio da auto-cura. Sem o perceber-mos e sem entender o porque, de forma inconsciente mesmo, começaremos a rejeitar a carne, a sentir náuseas na frente dela, e aos poucos vamos substituindo-a, por frutas, vegetais. Sem saber-mos o porque os jovens começarão a evitarem a assumir os compromissos que depois os conduzem inexoravelmente a escravidão voluntaria nestes trabalhos estupidificantes. Compromissos tao arraigados e considerados sagrados baluartes da nossa sociedade, como é a instituição do casamento, serão cada vez mais evitados pelos que não possuem patrimônio e renda necessário para sustentar uma família. Conflitos com os predadores  e sua cultura surgirão.

Se alguém ler este texto, ficara entre os extremos de não ter concordado com nada ou concordado com tudo, mas acho que não aconteceria nenhum destes dois extremos. O sensato seria discutir-mos os pontos de desacordo e realçar-mos os pontos de acordo. Por enquanto – enquanto nenhum novo fato real comprovado ou argumento logico que eu sinta ser mais logico que meus argumentos – minha atuação sera justamente esta: tentar divulgar o máximo possível ao maior numero de pessoas a ideia da formula da Matrix/DNA como sistema fechado, como extrema expressão do egoismo, que herdamos na forma do nosso “selfish gene”. Na minha ” zé-ninguem e semi-macaquica opinião, esta estrategia deve funcionar melhor do que ficar criticando os outros por comerem carne e aceitarem tais tipos de trabalho, enquanto eu mesmo continuo comendo carne e as vezes sendo obrigado a aceitar tais tipos de trabalho. Com a diferença que a cada dia mais, quando estou na frente dos balcões do self-service do restaurante, perante dezenas de travessas oferecendo carnes e vegetais, cada vez mais na hora me lembro desta visão e cada vez estou pondo menas carne no prato. E cada vez mais quando minha poupança no banco atinge os limites perigosos, eu resisto mais um pouquinho a aceitar tais trabalhos. Esta funcionando comigo, sei que este é um processo lento, mas isto sugere que pode funcionar com outros humanos tambem. Posso estar todo errado, sei la, ou talvez não… mas estou entrando neste vicio de maneira que continuarei a agir assim porque não mais posso resistir a ele. E não quero resistir porque sinto que este novo vicio é o vicio antidoto do vicio que sei que precisaria ser combatido em mim… e isso é bom.

Se um leitor concordar comigo deve examinar com mais carinho a nova visão do mundo que eu trouxe da selva, os seus modelos teóricos, e se for convencido sem fanatismos, tente ajudar divulgando esta visão, pois esta pratica pode leva-lo, inconscientemente, a fazer o mesmo que estou fazendo perante aquelas tentações.

Sei que toda vez que um aspecto de uma força se torna dominante e a medida que essa dominância caminha para os extremos, começam a acontecer as aberrações. Mas mesmo assim tenho dificuldades em aceitar que um ser racional se submeta a tais aberrações. Então, uma coisa que acho irracional é o fato de sermos feitos de carne e mesmo assim sermos loucos para comer carne. Vai gostar de si mesmo, vai ser narcisista assim nos infernos… Gostar-se tanto a ponto de simular estar comendo a si mesmo…

Trabalho: Esta Palavra Sequestrada e Violentada por Humanos e o Movimento para Recuperá-la

segunda-feira, maio 14th, 2012

Eu estarei 24 horas alerta e atuando nesta causa. Tôda vez que ver um ser humano usando corruptamente a palavra “TRABALHO” vou jogar-lhe na cara o que está fazendo e avisar que vou tentar fazê-lo pagar por isso.

O exemplo mais antigo e conhecido: quando a prostituta vai saindo de casa e fala para a familia que vai “trabalhar” gritarei que “Não, você vai prostituir”. Nada tenho contra oferecer serviços sexuais por dinheiro já que êste sistema social é fundamentalmente corruptor e ela é mais uma vítima. Mas tenho sim que manter a pureza, o sagrado, o significado, a moral, a correta definição da palavra “trabalho”, como a atividade onde o ser humano emprega as suas mãos e/ou pés para produzir algo que seja indispensável às necessidades básicas humanas. Nunca vamos erradicar os elementos selvagens, egoístas, corruptores, anti-naturais, do sistema social humano, senão nos manter-mos identificando e combatendo êstes detalhes.

Por outro lado, a hipocrisia humana, sempre precisando ocultar suas sujeiras inconfessáveis, varrreu para debaixo do tapête nomes e palavras que devem existir mas nem mesmo nunca ficaram à mostra nos dicionários. Vamos ter aqui que levantar os tapêtes e libertar estas palavras que retratam a realidade corrupta para que humanos se conscientizem o quanto corrupto é êste sistema. Estas palavras estão tão empoeiradas que não as estou conseguindo ler direito, por isso vamos ter que analizá-las em conjunto e votar no que cada qual acha que é modo como devem serem originalmente.
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– “Bem,… vou trabalhar…”
– “Onde?”
– “No banco”.
– “Você não vai trabalhar, você vai “banquear” ( foi o que penso ter lido na ocasião que dentro de um banco me agachei rápidamente e levantei o tapête até que o guarda veio correndo a recompor o tapête). Nos bancos nada de produto concreto util a qualquer das necessidades básicas é produzido. Na sociedade ideal poderá até ter dinheiro, mas bancos nunca. Nem mesmo os publicos, pois tôdas as pessoas sendo honestas poderão ser os agentes entre seu dinheiro particular e o dinheiro publico. Principalmente bancos privados, pertencentes a um individuo, a uma familia, ou a um grupo de acionistas são gangs, máfias predadoras de humanos. É sempre bom estares atento e procurares outra atividade para sobreviveres. Você “banqueia”, não “trabalha”.
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– “Trabalhei ontem 12 horas!”
_ “Fazendo o quê?”
– “Ora, vendendo na loja”.
– “Você não trabalhou, você “comercializou”, “vendeu”, “lojeou”… Numa sociedade ideal existirá o centro de abastecimento publico, dividido em hangares onde cada produtor deixará seus produtos. As modernas máquinas nos supermercados atuais de self-service, mais as câmeras, etc, são suficientes para cada comprador realizar sua operação de compra sem precisar desperdiçar o tempo de outros seres humanos. Todos os que sobrevivem de lojas, comércio em geral, estão parasitando, vampirizando a energia de outros humanos e impedindo êstes de evoluirem. Você vai “lojear”, não “trabalhar”.
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– “Êle passou 30 anos trabalhando na construção…”
– “Construindo o que? ”
– “Ah,… era o construtor preferido para fazer as igrejas católicas…”
– “Então não trabalhou. Êle “religiou”, depredando espaços e material da Natureza. Religião não satisfaz nenhuma das necessidades básicas de sobrevivência humana. E justo nêste momento aqui na Terra existem bilhões de seres humanos (90% dêles), sendo torturados fisica e mentalmente por não terem os produtos concretos necessários para liberta-los dessa tortura. Igrejas não os libertam disso. Ocupam os espaço e usam os materiais que precisam para essa liberdade. Quem isso faz não aprecia estas vitimas, é insensível e sádico. Se sei Deus faz isso ao diabo com êle. É meu inimigo. Êle não trabalha e não é “construtor”. Êle “religía” e é “religisiador”.

Claro que ninguem lendo isso no meu website iria concordar com o que parece ser meu extremismo exagerado. Porque quem pode ler meu website é porque tem computador e portanto da classe média para cima, não conhece e não é capaz de entender os motivos da classe mais baixa onde existo. Qualquer critica ou julgamento virá de quem não pertence aos mais de 51%.

Banquear, lojear, religiar, são palavras acrescentadas no meu dicionario que uso frequentemente agora. Asim como “unhar”, “embelezar tecido”, “papaguear”. Unhar define a pessoa que como tôdas as outras, come 40 toneladas de vegetação cultivada pelo trabalho humano, numa vida de 70 anos, seja na forma pura ou transformada em carne pelas vacas e porcos, mas não “trabalhou para produzir nem um quilo dessa vegetação”, e ao invés se prestou à atividade corrupta e inimiga da Humanidade de satisfazer caprichos e vaidades de insanas e alienadas mulheres, embelezando-lhes as unhas; “embelezadora de tecidos” é a mesma pessoa parasita dos que trabalharam, que se presta à atividade supérflua de projetar, acrescentar inutilidades e propagandear tudo o mais que exceda o padrão da camiseta (com bolsos é aceitável) e a calça ou saia jeans; “papagueadora”, é a mesma parasita que, por exemplo a Xuxa Meneghel, nunca produziu seu consimo e passou a vida a falar coisas inuteis ou que serviram para prejudicar a Humanidade e o meio-ambiente do planeta. Eassim por diante.

Não quero saber se foi Deus ou foram nossos ancestrais não-vivos como átomos, a galáxia Via Láctea, os animais, quem produziu a causa que gerou o efeito da condenação aos embriões resumida nas sentenças, “serás filho(a) da necessidade” e “comerás o seu pão com o suor de seu corpo”. Não quero discutir isso aqui agora; o que sei é que isso é fato do qual não há como contra-argumentar. O meu alvo, minha meta é fazer uma faxina dentro da Humanidade expulsando para fora dela humanos que existem e atuam para aumentar o castigo, acrescentando o seu pêso como mais carga para os outros condenados carregarem.

Agiota, supervisor de colarinho branco,contador, administrador de colarinho branco, vendedora de galeria de arte, de sapatos, tôdos são meus inimigos, ou melhor, saibam que sou seu inimigo, tenho repugnancia de seres o que és, e se tiver oportunidade, te derrubo de onde estás. That’s it, sem mais nem menos.

Até as mães. Qualquer mulher que não assentou um tijolo na construção da casa onde mora, que não calejou suas mãos nas 40 toneladas, está na lista negra, não importa qual esperteza tenha aplicado para se esconder atrás de um escudo sagrado como o papel de mãe. Não quero saber.

Vocês me f… a vida e quero minha vingança, não tem mais nem como pagarem ou devolverem o que me foi usurpado, já não quero e não aceito agora. Construí muitas casas com as próprias mãos e nunca me deixaram ter o título de propriedade nem de uma barraca de um metro quadrado; plantei e colhí mais que minhas 40 toneladas mas aos 60 anos contínuo tendo que “TRABALHAR” 70 ou 80 horas por semana para comprar o alimento que deveria ser meu de direito. Estou morrendo com um cérebro débil porque o tempo necessário para desenvolvê-lo, que já foi muito usurpado pela condenação alienígena, foi ainda mais usurpado pelos humanos parasitas e predadores escravagistas e covardes porque se aproveitaram do fato de terem nascidos com seus corpos protegidos e alimentados por outros, ao menos até terem a maioridade. Nunca caíram no ciclo invencível do “levar seu corpo para o pelourinho e fazê-lo se torturar na produção física de coisas concretas para poder pagar o quartinho da pensào á noite e comprar um prato de comida”. Eu não discuto idéias, opiniões, nem argumentos, mas sou acessível a ouvir alguem oresente no local fazendo o mesmo que eu e sem escudar-se em nenhum tipo de poder policial ou monetário para falar mais alto sem que eu possa retrucar livremente conforme vejo e descrevo o mesmo fato. Apenas me interessam os fatos, numeros, e supremamente o “resultado final”. Essa mentalidade aplicada na biosfera da selva foi quem produziu os mod6elos do que denomina Matrix/DNA Theory e sua cosmovisão.Pode estar tudo errado porem apenas a prova em cima de fatos me convencerá disso.

A palavra “Trabalho” foi e continua sendo uma das palavras mais usadas pelo gene egoista implantado em todo feto humano para dominar humanos e dirigi-los para comportamentos egoístas contra a espécie humana. Chega às raias do absurdo no maior exemplar dêstes “vampiros”, que são os “patrões” de qualquer outro ser humano”, que sai de casa de manhã ou às dez, ajeitando a gravata no colarinho ou com roupinhas limpas e supérfluas, dizendo que vai “trabalhar” quando na verdade vai arrumar alguma maneira de escapar da sua cota moralmente obrigatória na produção do que consome vampirizando o real “trabalho” de outro denominado “empregado”, e assim impedindo a êste outro que use ou não seu livre-arbitrio para atender a meta comprovada da evolução aqui e agora, que é a de revirar a matéria da Natureza procurando aprender suas causas, mecanismos e processos, para implantar essa Natureza em seus cérebros e assim fazer progredir a mente que é o trampolim para a ultima meta suprema da existência do mundo revelada de fato aqui nesta sua reguão e n6este seu temo: fecundar, gerar, nutrur e fazer crescer a “auto-consciência universal”. Eu por exemplo sempre tive alguma motivação para aplicar alguma parte do tempo “livre” nessa missão, mas quando nascí todos os espaços tinham “donos” e todo o meu tempo seria roubado por aquela pré-condenação, a qual me obrigava a satisfazer minhas necessidades sob a ponta de basionetas da policia e exércitos criados pelos “patrões” e ladrões de tôdas as terras. O que fizeram ao meu cérebro ao invés de deixá-lo livre para crescer foi implantar o ódio contra êles mesmos que certamente estava culminando numa reação armada e sanguinaria, senào tivesse descoberto a tempo, aos 20 anos de idade, que existia ainda a selva amazônica para onde ir e se libertar de tôdas estas condenações. Lá busquei como um obcecado, na natureza virgem onde ainda deviam estar elementos que testemunharam as origens da Vida, quem foi o Deus e meu supremo inimigo, ou o ancestral estupido que teria feito algo muito errado entregando tôdas suas posteriores gerações para a escravidão. E encontrei a Matrix/DNA, a qual, se não curou meu ódio contra os parasitas e predadores e contra as vitimas covardes e entorpecidas, denominadas “do povo”, que dão o seu poder individual para aumentar o poder dos vampiros, ao menos me fêz mudar minha estratégia, da vingança pela violência para a vingança pela sedução mental visando a eliminação da espécie humana para ceder seu lugar à sua próxima forma transcendente. Assim voltei à gang dos depredadores humanos não com flechas e tacapes, mas com um livro e nêle, oculta, uma arma muito mais poderosa.

Tôdo dia dou uma escapada do trabalho e voi tomar café numa lanchonete. Sem querer tenho informações da vida dos donos e dos empregados. Todos ridiculos! Meramente animalizados, meros macacos melhorados sem nenhum substrato mental. Não dou um pio enquanto lá dentro, pois nem um assunto dêles me interessa nem meus assuntos interessam a êles. E sei que com êles nunca vou poder contar com sua participação em qualquer trabalho no estilo no regime de sociedade, então para que “amizade”? Para que “cumprimentos” na rua? É jogar fora conversa e precioso tempo de operações construtivas do meu cérebro, mais nada. Os donos, um casal com tôda pôse dos parasitas, mal aparecem lá: o “marido” ( definição: dono do sexo de uma mulher e parasita/predador comparsa na desapropriação dos deserdados de uma espôsa ( definição: dona do sexo de um homem e parasita/predadora …) só aparecem, êle trazendo um jet-sky ou paraquedas ou esquís atrelados numa caminhoneta de luxo para perguntar o que quer a um cliente movendo-se inutilmente as mãos e pernas para passar a idéia de ativismo e correr a pegar uma caneca à qual o empregado já vem com os rabos entre as pernas dizendo “deixa que faço isso” e após olhar por cima a todos ali dentro e ter certeza de ter passado a imagem de um esforçado trabalhador, sai correndo para fora como se fôsse trabalhar, e vai para a praia; ela chega com o carro de luxo dando ordens ao primeiro empregado para pegar umas sacolas no carro das lojas que têve fazendo compras porque comprou umas camisetas para presente aos empregados… enquanto fala no celular para a empregada que 6esses filhos não lhe dão folga e ela já está indo correndo para casa resolvedr 6este problema,… entra no carro e vai para a praia onde a espera seu companheiro de “gang”. Os empregados lá todos os dias, 12 horas por dia, não estão estudando nada e cada dia mais velhos… Como posso suportar qualquer dessas pessoas?!

A auto-consciência começou a se manifestar aqui nêsse planeta a apenas alguns minutos atrás no tempo do Universo e não sei se ainda é apenas feto, embrião ou se já nasceu, mas tenho certeza que ainda tem seus olhos próprios fechados, por isso sei que ainda nem criança é. O mundo mental dos embriões ou bebês nasciturnos deve ser um corolário de imaginações sem nenhuma conexão com o mundo real, o qual ainda não enxergam, e assim está a auto-cinsciência naquelas pessoas e talvêz, 99, 99% da humanidade. Essa “mente” humana ainda é puro “meme”, pura cultura imaginada, anti-natural. Fazer o que por enquanto? Pouco mais que gritar dentro de seus ouvidos que estão dando nomes errados pois os objetos são diferentes do que suas imaginações cegas pensam enquanto suas mãos os tocam, gritar que existe uma complexidade no mundo real maior do que estão imaginando, a ponto de talvez ser algo dela explicada por resumos como a Matrix/DNA, até que essa auto-consciência cresça, elimine a Humanidade e ocupe seu lugar.

Trabalhador açougueiro ou comercializador de carne ou matador de vacas?
– “Não, não sou matador, sou vendedor de carne…”
– “… que te foi entregue pelo matador e a qual você vende dando uma parte para pagar o ato do matador. É cumplice, culpado do mesmo jeito, fazes parte de uma gang de assassinos de vacas. “TABALHADOR”, com certeza, é que nunca o serás.”

É preciso desmascarar as pessoas nas suas caras. Fazerem-nas caírem na realidade, parar de estar “polindo” tudo o que fazem para se auto-justificarem em seus comportamentos corruptos e corruptores que no final são comportamentos anti-naturais contra o ritmo e “desissintonizados” do ritmo evolutivo natural, e aos quais, senão forem corrigidos a tempo, será corrigidos dolorosamente pela Natureza que não se defende mas se vinga, através de seu meio-ambiente na superficie dêste planeta. Pois sempre que o assim estiver fazendo, o ser humano está prejudicando a auto-consciência universal de alguma maneira. O homem já não era para ser mais um animal carnivoro, nem mesmo muito “vegetariano cerealista” mas sim quase que exclusivamente “frutífero” ( uau!… o festival de nomes novos aqui não termina!). O ultimo produto evolutivo do reino vegetal é a fruta final, portanto deve ser o mais adequado para alimentar o ultimo produto evolutivo do reino animal. Simples “matematimacismo”. Quanta gente seria libertada do trabalho escravo forçado na lavoura pois plantas de frutas são quase eternas e exigem muito menos trabalho; quaznto a saude humana seria melhorada; quanto a violência humana sanguinaria seria diminuida; quanto espaço exuberante de árvores teríamos a mais se fôssem eliminados os grandes territórios de pastagem… O açougueiro é isso, um inimigo publico, pela sua atividade. Eu passei fome na selva muitas vêzes quando podia ter matado um animal, mas nunca tive coragem de matar uma barata. No entanto não recusava a carne ofertada pelos matadores nativos e incentivava-os a matarem porque pagava-a de alguma forma. Hoje na civilização sustento tôda a cadeia dessa “gang” porque no restaurante não resisto à uma chuleta bem passada, mesmo que seja apenas um pedacinho. Não sou muito de frutas mas quando vou ao mercado amarro um barbantinho no dedo para lembrar que sou obrigado a comprar muita fruta mesmo que continue perdendo alguma por deterioração. Fazer o quê? Sou animal humano com auto-consciência embrionaria ainda, que não vê com seus olhos, mas já “sente” desde o seu ôvo, o qual é a minha cabeça, os meus atos animalescos repugnantes. Aprendí que exigir perfeição nêste mundo é loucura. Mas tambem não me acomodarei alienadamente nêste estado de corrupto imperfeito.

Este tema ficará aqui registrado e em aberto, para acrescentar-mos novos tópicos e mais palavras a serem desmascaradas.

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1) “Sapateiro” é trabalhador? Se êle conserta sapatos e se sustenta com essa atividade é um trabalhador genuíno, bem porque sapatos são coisas necessárias e não supérfluas. Mas se êle tem algum empregado ao lado, já passa a ser apenas meio-trabalhador e meio-vampiro.

Politico, é trabalhador? Ora, tenha a santa paciência… na sociedade ideal ninguem jamais será negligente a ponto de ceder a qualquer outro elemento o seu direito de participar na administração da sociedade em igualdade com todos os demais humanos.

Juventude do Primeiro Mundo Desempregada e Frustrada e a Cosmovisão da Matriz/DNA

terça-feira, março 22nd, 2011

Educated, Unemployed and Frustrated

The New York Times - Op-Ed Contributor

By MATTHEW C. KLEIN 

Published: March 20, 2011
http://www.nytimes.com/2011/03/21/opinion/21klein.html

Triste o que está acontecendo com os jovens na faixa dos 18 aos 25 anos, nos países do Primeiro Mundo. Depois de tanto sacrificio para conseguirem o diploma, quando começam a pensar em se casarem, não arrumam emprêgo na área que se formaram e se sujeitam a trabalhos mal remunerados que não exigem educação alguma. Acho que a primeira causa é superpolução, segunda é o desperdício da Humanidade em supérfluos como uma bomba de sucção da energia humana e dos recursos naturais, terceiro é enormes soma de capital em mãos de poucos que não re-investem na economia produtiva e são direcionados a bancos e especulação financeira. Mas existe um êrro de demasiada virtude também: a demasiada concentração e expectativas do trabalho. Temos que inventar mais máquinas, robotizar e automatizar a produção e serviços rotineiros. A carga horária de trabalho deve ir caindo de 40 para 30 para 20 horas semanais. Mas antes é necessário uma nova visão do mundo que produza uma salutar ordem moral. A evolução e atividades físicas devem ir aos poucos cedendo mais espaço para a evolução intelectual. A propriedade das máquinas e meios de produção em geral deve ser de modo que seus beneficios sejam repartidos para todos. talvez uma grande sociedade anônima. O trabalho escravo, forçado rotineiro deve acabar mas para que seu lugar não seja ocupado pelo ócio, amigo dos vícios e das perdições, deve-se paulatinamente pondo ênfase no trabalho voluntário e altruístico, principalmente nas áreas de pesquisas, exploração espacial, etc. A cosmovisão da Matriz/DNA preencheria perfeitamente os requisitos: somos genes do Universo construindo um corpo comum a todos que deverá nascer para um reino além do Universo.