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Célula Animal, Célula Vegetal: A Diferença que estava Escrita nas Estrelas antes da Origem da Vida

sábado, setembro 21st, 2013

Por favor, se interessar, clique nas figuras para ver as legendas, enquanto não consigo resolver êste problema técnico)

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Célula Animal e Vegetal em Imagem Comparativa

celula-vegetal-celula-animal.jpg

O primeiro ser vivo que surgiu na superficie dêste planeta foi uma célula, ou seja, um sistema celular completo com tôdas as organelas capazes de realizar tôdas as propriedades vitais. Mas porque surgiram duas formas diferentes de célula, de maneira que uma deu origem a êsse imenso reino vegetal e a outra a a êsse igualmente imenso reino animal? Procurei saber de professores mas sempre desviam a pergunta para responder como é a diferença entre as duas e não respondem o porque das diferenças. Apenas nos modêlos da Teoria da Matrix/DNA existe uma explicação, muito lógica e racional, penso eu, mas claro, como se trata de uma teoria, vamos continuar a pesquisar êsse mistério.

Quem criou a primeira célula, ao menos no planeta Terra, foi o planeta Terra, ou algo dentro dêle, ou algo fora dêle, ou algo que está dentro dêle e fora dêle ao mesmo tempo. Alguma dúvida até aqui? Acho que não, mas se alguem a tem, gostaria de saber a causa da dúvida. Não vale contra-argumentar com crenças em coisas super-naturais aqui, pois aí saio fora da discussão.

Se alguem defender a primeira alternativa, a de que foi o planeta Terra inteiro que convergiu com todos seus constituintes para essa criação, terá que apresentar um modêlo do planeta no seu estado evolutivo a cêrca de 3 bilhões de anos atrás, ou outra data momentos antes das origens da primeira célula completa. Êste modêlo terá que conter todos os fenômenos contidos na primeira célula, em seus estados menos evoluídos, e mostrar quais foram os processos que atuaram para transformar aquêles estados menos evoluídos daquêles fenômenos nos estados evoluídos dos fenômenos celulares. O que existia no planeta antes da origem da vida que se parecia com uma mitocondria e atuava como uma mitocondria? O que existia que se reproduzia pela meiose? E assim por diante.

Claro que a Ciência acadêmica responderia que tudo isso veio do reino da química, mais exatamente da quimica orgânica. Depois vão reduzir a quimica organica à inorganica e assim apresentar os principios de tudo na matéria inanimada do planeta. Quais foram as fôrças e elementos da materia inanimada do planeta que produziram quais reações quimicas que mais tarde produziram o fenômeno sexual? Ou a engenharia do aparelho digestivo?

Acho que ninguem – alem de mim na Matrix/DNA – tem procurado responder estas questões, talvez nem mesmo sequer pensado nestas questões. Ao menos tenho procurado nas bibliotecas e nada encontrado. E porque não? Porque a quimica seria mágica. Mas não a maior mágica terrestre, pois esta foi a biologia, que criou coisas espetaculares que jamais existiram antes no Universo. Para mim, que experimentei afastar o conhecimento da civilização e buscar um aprendizado na natureza primitiva da selva, na minha cabeça não existia as palavras “quimica” e “biologia” quando estava fazendo minha investigação na selva, o que existia no meu raciocinio era apenas a matéria e seus processos. Estas palavras são criações dos humanos nas cidades que para mim nada diziam. Portanto nunca pude desviar o raciocinio da matéria para encontrar “nomes mágicos”, pois no meu mundo apenas existia a normal correnteza de causas e efeitos que meus sentidos percebiam.

As células são as unidades estruturais das plantas e animais, os tijolinhos básicos dêstes edifícios que são os nossos corpos como seres vivos. Mas basta olhar para um elefante ao lado de uma árvore para se ficar admirado como o mesmo tijolinho inicial – a primeira célula que surgiu na Terra – fêz coisas tão diferentes entre si! Como e porque, em dado momento, a célula inicial se dividiu em duas diferentes, como se uma escolhesse seu futuro indo para o sul e a outra na direção do norte?!

Bem,… as que foram por um caminho foram se transformando, tornando-se mais complexas e poderosas e hoje chegam a constituir gigantescas árvores, como as castanheiras, as sequóias! As que foram pelo outro caminho se transformaram ainda mais e tornaram-se mais complexas e chegaram ao tamanho dos dinossauros e à inteligência do homem.

Ok … A maioria das pessoas de hoje têm a vida muito ocupada com os afazeres diários, estudos, video-games, etc., por isso elas olham para êste mundo como êle é e ponto final, não perdem tempo com elocubrações mentais se perguntando porque, de onde, diabos, veio isso tudo? O nosso método cientifico reducionista moderno está mais preocupado em resolver problemas imediatos que dêm lucro, que buscar as respostas aos porques, procurando chifres em cabeça de cavalos.

Mas eu acho que em algum lugar aí fora do meu mundinho tem gente quase como eu, que tem a vontade e consegue escapar da vida mundana para curtir seus pensamentos intimos pensando mais profundamente sôbre a vida e a existência. E quando se presta atenção a detalhes do mundo que os normais desprezam, começamos a suspeitar que o mundo material imediato e perceptivel – apesar de largamente anunciado pelos cientificistas que as Ciências Naturais já sabem tudo do nosso mundo médio, faltando agora apenas desvendar algumas coisas do micro e macro cosmos – por si só não possui os recursos que foram necessários para fazerem certas coisas acontecerem. Aqui nós tambem – os “raros inquietos” – nos dividimos como fêz a primeira célula. Uns escolhem o caminho que sugere existirem fôrças supernaturais atuando no nosso mundo, e vão avançando tanto por este caminho que passam mesmo a acreditar em entidades supernaturais, como deuses, etc. Outros escolhem outro caminho, o de suspeitar que o mundo material contem muito mais recursos do que os que conhecemos, sejam vindos dos invisiveis micro e macro cosmos, ou das ondas invisiveis de luz, vibrações e estas coisas tôdas ainda não bem entendidas que não captamos com nosso complexo sensorial mas vemos seus efeitos no mundo real.

E o que tem isso a ver com a pergunta: como e porque a célula inicial se dividiu em duas a ponto de uma se tornar uma gigantesca castanheira e a outra numa girafa que estica o pescoço para tentar no alto, alcançar as fôlhas destas árvores? Tem tudo a ver, mas calma lá…

Eu saí fora da vida normal mundana e caí no reino dos raros inquietos, acho que um pouco por vontade própria e um muito porque fui na verdade expulso para fora da civilização. Sabe como é… fiquei órfão sem familia aos três anos, fiquei fisicamente raquitico e feio, era um pêso e significava problemas para quem me visse e assim era afastado para os guetos. Acabei fugindo para o meio da selva viver com cobras e macacos que tambem não gostaram de dividir seus territórios comigo mas ali eu tinha alguns predicados que me davam alguma fôrça para impor-me e manter o meu território, só meu. E ali eu tinha muito tempo para escapar do mundo material e ficar com meus pensamentos intimos perguntando o porque das coisas serem como são. Mas é claro: eu só conhecia a metade feia do mundo e não poderia aceitar sequer a hipótese de que haveria algo supernatural e inteligente e bondoso por trás dos fenômenos observados no mundo como acreditaram aquêles que davam bolas ao pensamento na civilização mas que tambem conheceram a outra metade bela do mundo. Então eu escolhí ou fui conduzido pelo caminho e método extremamente materialista que exibe respostas aos porques baseadas nos recursos materiais do mundo.

Por exemplo, na selva eu coçava o cocuruto quando olhava para uma capivara ao lado de uma castanheira e me perguntava como uma unica célula inicial produziu duas coisas tão diferentes. Quando eu saía do meu casulo e ia para o lugar dos feios e desventurados que buscavam ouro na selva para retornar triunfantes na civilização, como era a mina de Serra Pelada, e dava uma esticada até a cidade de Marabá, comprava livros, um monte dêles (arrumei até uma luneta para ver o céu e um microscópio rudimentar para observar a lama dos pantanos e cada fôlha ou bichinho que atravessava meu caminho), muitos cadernos e tons of canetas, lápis de cor para desenhos e voltava correndo para meu casulo, desenhar as cenas que só eu via na escuridão e no coração da selva. Sei que será fantasia dizer isto, mas seis ou sete anos depois fiquei tão anormal e psicótico que acreditei que desenvolví uma espécie de empatia para com as coisas da selva, que eu entrava nos corpos das árvores e dos bichos e penetrava com visão microscópica até suas células e átomos para entende-los e me pegava ás vêzes na minha rêde de dormir a sonhar que conversava com um espirito selvagem que sentia emanar da selva. Outras noites ao anoitecer eu apontava a luneta para o céu e ficava horas observando o céu limpido e admiravelmente estrelado visto da selva e me perguntando – de onde, diabos, veio tudo isso?! E adormecia sonhando que falava com estrêlas, galáxias, até ter pesadelos acordando de repente com a cena de estar explodindo junto com o Big Bang – influencia dos livros de Ciências que roubava da biblioteca da universidade ou adquiria nas lojas onde não resistia a comprar os livros sôbre as grandes teorias cientificas: aliás, o método cientifico era uma das unicas coisas que apreciava da civilização dos homens lá fora, pois êle me esclarecia sôbre os recursos do mundo material e explicava muitas causas das coisas que eu queria entender. Mas a luneta mostrando o mundo estrelado à noite e o microscópio mostando o mundo invisivel e pequeno no dia começou a me fazer ficar obcecado por certos padrões comuns, como por exemplo, o mais grosseiro dêles , que é o fato dos building blocks do céu, os sistemas estelares, ser constituidos de nucleo e ter corpos na periferia, com a célula e átomos tambem terem nucleos e corpos na periferia. Porque corpos originados na Terra, com milhares de outras alternativas para escolherem, foram escolher seus building blocks exatamente à imagem e semelhanca do que suporta o Cosmos, e se os átomos surgiram primeiro, porque o sistema estelar imitou sua configuração, seu jeitão geral, e se a célula surgiu depois, porque ela imitou o jeitão do sistema solar?! Tinha que ter elos entre estes dois mundos, talvez os recursos pairando nos céus tivessem influenciado a divisão da célula inicial. Mas quais?!

As teorias cientificas recusavam ver os possiveis mas evidentes elos, era eu que estava no “wrong track”, estas teorias fantásticas diziam e eu abaixava a cabeça aceitando, afinal o que era eu, senão o patinho feio escondido na lata de lixo? Mas eu reagia de algum modo pois elas eram muito baseadas no desenvolvimento do raciocinio matematico, ao qual eu procurei entender um pouco como funciona. E acabei por afirmar a mim mesmo que tinha algo errado com as teorias porque a lógica matematica não poderia ser a lógica natural porque a Natureza criou coisas, como a reprodução de corpos, os pensamentos, etc, que foram saltos criando buracos dentro da lógica matematica. Quando a evolução dos répteis chegou aos dinossauros ela não seguiu a lógica do raciocinio matematico aduzindo complexidade e se dirigindo na direção do mamifero, mas ela, a evolução, ou seja, o normal fluxo dce causas e efeitos, descartou o dinossauro e regressou ao pequeno cyanodonte para dele chegar ao mamifero. Holes. buracos no nosso percebido espaço/tempo, não capturáveis pela lógica matematica por que esta é linear e não abre pausas para o espaço contrair e o tempo regredir do futuro em direçao do passado, mas nem por isso são buracos fantasmagóricos ou supernaturais, pois eles podem ser captados pela lógica da Razão se esta retornar ao seu reino real e não teórico. Eu podia estar no caminho errado, mas as evidências sugeriam que a civilização lá fora com sua poderosa inteligencia tambem estava num caminho errado. O reino real tinha que falar mais idiomas que a matematica. Mas quais? Eu perguntava às árvores e bichos da selva durante o dia e ao céu estrelado durante a noite.

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Então … porque a Natureza criou dois tipos diferentes de células e determinou que todas as futuras geracoes da celula vegetal ficariam plantadas, imoveis, recebendo seu alimento gratuitamente na boca, e todas as futuras geracoes da celula animal mover-se-iam, caminhando para “obter o pao com o seu suor”?!

Esta’ na resposta a esta questao um dos maiores indicios de qual o proposito da existencia do Homem na Terra. E queremos saber a explicacao, pois esse assunto e’ um dos mais importantes, ja’ que devido a essa obra da Natureza, consumimos a maior parte do nosso tempo trabalhando, cacando os recursos para satisfazer nossas necessidades, e muitas vezes alguns passam a vida toda torturados num trabalho indesejado. Enquanto isso a arvore frondosa nos espreita sempre de bracos cruzados… mas foi justo essa especie de maldicao sobre os seres do reino animal que salvou a vida da Matriz Universal, e esta especie de presente de grego ao reino vegetal que os condenou a se tornarem um beco sem saida determinado `a extincao.

A resposta surge quando observamos o corpo de LUCA (Last Universal Common Ancestor), o verdadeiro criador da Vida na Terra. (Infelizmente esta imagem das celulas nao esta’ terminada, pois falta inserir e enfatizar as setas que indicam o circuito sistemico, o qual fara o leitor imediatamente perceber a mesma configuracao da imagem de LUCA. Mas a inclusao das funcoes ao lado dos nomes de cada organela sao uteis nessa visualizacao). Enfim, resumindo a explicacao temos:

“LUCA era dotado do livre-arbitrio. E uma das importantes escolhas que ele podia fazer era algo entre estas duas alternativas:

1) Tornar-se um Sistema Natural Fechado em Si Mesmo: Esta alternativa implicaria em viver num paraiso, eternamente, pois teria o alimento gratuito, seria hermafrodita para poder viver 24 horas no orgasmo, mas com a disvantagem de ter que cortar relacoes com o mundo externo ao seu corpo, inclusive com qualquer outro ser vivente. Escolher esta alternativa seria  a revelacao ou expressao maxima do egoismo e LUCA fecharia as portas `a Evolucao, tentando eternizar sua forma que certamente era uma forma provisoria;

2) Continuar como seus ancestrais, sendo um Sistema Aberto ao mundo, a outros seres, todas as vantagens e disvantagens que isto acarreta. Esta alternativa seria escolhida por uma personalidade nao-egoista, e manteria as portas abertas `a Evolucao.

LUCA, nosso ancestral, cujo DNA hoje e’ a nossa essencia, o que significa que LUCA era nos mesmos a 4 bilhoes de anos atras, escolheu a primeira alternativa. Basta uma rapida olhadela em sua anatomia e seu mundo para ver  o paraiso, o manah caindo do ceu, o hermafroditismo e o total isolamento.

Mas LUCA errou num detalhe: eternidade. A Historia mostrou que LUCA como sistema fechado nao era eterno.   No corpo do Homem hoje observamos o fenomeno em que, todas as informacoes particulares, especificas, de todas as celulas diferenciadas, inclusive das partes superficiais do corpo, sao resumidas numa miniatura denominada genoma, encontrado quase no centro do corpo de onde e’ emitido para gerar outro corpo humano. Pois com LUCA aconteceu algo similar. Coimo LUCA era um ser meio-mecanico/meio biologico, podendo tambem ser explicado pela mecanica Newtoniana, esse mesmo processo vai cahamar-se entropia, um principio da termodinamica.  De alguma maneira,  a materia da superficie do sistema, sutil e muito lentamente comecou a se decompor, a irradiar suas unidades que sao bits-informacao, mas como LUCA era uma ilha cercada pelo nada, e a materia necessita de um meio para se mover, estes bits nao eram lancados para o espaco externo, mas sim decairam na direcao do centro ou nucleo do corpo de LUCA. Por um processo mais complexo que descrevemos em outras partes deste website, estes bits, como unidades geneticas, quando em queda podiam encontrar obstaculos no meio do caminho, como por exemplo, um planeta. E aqui se juntaram. Como, na verdade, eram fragmentos do genoma de LUCA, quando expelidos tentaram fazer o mesmo que fazem no corpo humano, ou seja, reproduzi-lo.  Reproduziram aqui na Terra, da melhor maneira possivel com novos materiais e num ambiente totalmente diferente,  o corpo de LUCA, que resultou, em alguns lugares,  no sistema celular vegetal e em outros, no sistema celular animal.

Mas a celula vegetal foi a reproducao mais bem sucedida, uma copia fiel, contendo como organelas todas  as sete funcoes universais executadas pelos sete orgaos do corpo de LUCA. Por isso ela esta’ conectada direta mente ao Sol, de onde recebe o alimento e faz a fotossintese.  Mas esta fidelidade ao seu progenitor significa tambem que ela herdou o mesmo carater: expressao maxima do “selfish gene”, so nao se tornou um sistema fechado perfeito porque isso era impossivel, mas mesmo assim, ligando-se com o planeta por baiso e a estrela por cima ela praticamente cria um circuito de sistema isolado e auto-reciclavel, ou seja, aquele em que os nutrientes sao produzidos e consumidos pelo circuito sistemico.

Quanto a celula animal, precipitou-se, ou foi abortada prematuramente, pois ainda nao havia recebido ou completado as constituicoes das ultimas pecas, que e’ o instrumento material da Funcao Universal n.6 e n.7, e saiu-se a mover. Como podemos ver no corpo de LUCA, a F6 e’ ocupada pela estrela, cuja versao terrestre e’ o cloroplasto, por isto o cloroplasto trabalha a energia da estrela. Os poucos “genes cosmicos” que havaim adentrado o corpo da celula animal, nao conseguindo completar-se como a organela cloroplasto, aderiram `a vizinha mitocondria, dando a esta um reforco tecnico que resultou numa melhor operacao e producao do ATP. Quanto aos genes da Funcao 7, que em LUCA produziu o cadaver estelar e correlato horizonte de eventos, ou por toda a regiao para onde e’ excretada a materia degenerada do cadaver, e cuja tarefa ‘e limpar o sistema dos detritos e tudo o mais inutil,  vieram ainda em numero tambem pequeno e conseguiram apenas uma especie de caroco do que iriam fazer, que e’ a organela denominada lisossomo. Com a evolucao da primeira celula animal e sua culminancia atual na forma de corpo humano, este ainda ressente de um sistema escretor que mal funciona e mal desenhado, inclusive com baixa operacionalidade o que resulta em materia fecal retida no organismo, enquanto o vegetal nao tem esse problema.

Mas foi realmente uma maldicao o destino dado `a celula animal e a toda suas futuras geracoes? Penso que nao. Enquanto o reino vegetal nao tem como e nao quer evoluir, pois a facilidade da fotosintese o acomoda num modo super-especializado de ser, e portanto esta inexoravelmente condenado `a extincao, seja alntes por alguma causa ou entao quando o planeta mudar e nao mais suportar a vida,  a celula animal sofreu, mas lutou e transcendeu ate chegar a constituir-se na especie humana. E como continua a manter as portas abertas `a evolucao, e’ possivel que jamais seja extinta, pois a humanidade pode emigrar quando o planeta mudar.

Voces devem ter notado a semelhanca desta historia com a fabula metaforica na Biblia, sobre Adao no Paraiso. Sim, mas este e’ assunto para outro artigo.

Warren Bufffet se Comporta Como um Vegetal.Tragédia Mental.

sexta-feira, junho 8th, 2012

A galáxia espalha ao léu as sementes da vida e a sorte de cada árvore depende do terreno em que caiu. Mas se existisse tambem um sobrenatural criador e distribuidor de “almas”, a caótica biosfera terrestre onde estas almas caem, seria evidência que tambem as almas são espalhadas ao léu, e sua sorte dependeria das qualidades do local de seus nascimentos como humanos.

Árvores cujas sementes caíram na melhor seara  recebem o crescimento do seu corpo gratuítamente da Natureza, o alimento lhes vem gratuítamente pela fotossíntese, se desenvolvem rápido abocanhando mais território à sua volta. Árvores cujas sementes caíram nos cascalhos consomem o tempo buscando sobreviver e fazer crescer o próprio corpo, dirigem tôdas suas fôrças para aumentar a capacidade de fotossíntese da pouca energia que recebem, não tendo como lidar com crescimento de território.

Árvores de sorte rápidamente se tornam frondosas e esticam o máximo possível seus tentáculos e sua copa verde, para abocanhar maior quantidade de energia solar, indiferentes se estão invadindo o espaço e absorvendo a energia solar das pequeninas árvores no solo. Ao mesmo tempo as árvores de sorte esticam suas raízes subterraneas para sugar os nutrientes dos territórios conquistados, sugando assim nutrientes das árvores de azar, até suas mortes.

Se os homens tivessem almas, Warren Buffet seria uma das almas de sorte. Caiu em rica seara, lutou por abocanhar mais território, usurpou a energia e os nutrientes de todos os pequenos à volta. Mas, insaciável, ainda absorve tôdo o ar carbonico que pertence às almas de azar, mais distantes, tornando seu, todos os territórios. O resultado é êste que estamos vendo: enquanto nós, as almas de azar, estamos perdendo nossas casas e emprêgos, pensando que o dinheiro desapareceu, Warren Buffet revelou onde foi parar todo o dinheiro, ao mostrar que tinha em seus depósitos 10,5 bilhões de dólares para comprar ações da IBM, e outro tanto para comprar uma inteira estrada de ferro.

Warren Buffet

Warren Buffet

Em têrmos de sentido existencial, de essencias primeiras e verdades ultimas, de significados, existe diferença entre Warren Buffet e um vegetal?

Nenhuma!

Mas não era minha intenção criticar Warren Buffet, e sim, expremer a mente para tentar encontrar algum tipo de reação para uma árvore de azar como eu contra as agressões das árvores de sorte. Sim, tambem estou descobrindo que não existe diferença de essencia entre eu e uma árvore, da espécie das raquíticas, enquanto tenho me comportado sem reação inteligente.

A diferença aparente entre humanos, quaisquer animais – pois tôdas as espécies se comportam como vegetais, divididas entre predadores e prêsas – como disse, é apenas aparente. Baseiam-se os que dizem haver diferença existencial, num elemento abstrato, invisivel e intocavel, que denominam “inteligência”. Outros ainda vão alem e se saem com outro nome, “mente”, a qual seria um fator de diferença existencial. Sem pensar naqueles misticos que disseram que existe um criador e distribuidor de almas ao léu, mas êstes foram cegados a ponto de não enxergarem os resultados finais. Mas onde está êsse elemento, o que estaria fazendo, se a realidade está demonstrando que os comportamentos de árvores, animais e humanos, são idênticos? Sim são idênticos para o observador exigente que se situa num patamar elevado, subindo nos tôpos das montanhas e dos edificios,  para de lá ter uma visão geral mais completa, observar e analizar os resultados finais das existências na superficie da Terra.

Para êste observador, de nada adianta o argumento de que Warren Buffet abocanha territórios, energias e nutrientes, aplicando manobras “inteligentes”. O resultado final é o mesmo da árvore que abocanha territórios, energia e nutrientes. Então se Warren Buffet aplica inteligência em seu método, não há sentido lógico em se dizer que a árvore de sorte não aplica um método inteligente para obter seus resultados.

Sorte e azar no momento do nascimento cabem exatamente como definidores da existência de ricos e pobres, vencedores e perdedores. Significa que a arena onde ocorrem nascimentos funciona como um cassino, onde impera o acaso, e não a vontade, ou capacidade, dos jogadores. Inteligência nada tem a fazer em cassinos.

Existe sim uma diferença, porem mais uma vez, o autor dela não é o individuo que a possui, e sim novamente, uma vez mais, é resultado da insensibilidade da Natureza criadora. Esta possui uma quase infinidade de informações, cujas unidades fundamentais são materiais ( que sejam partículas, ondas ou vórtices) com diferentes formas. Não existe uma unidade de informação exatamente igual à outra na forma, uma onda ou partícula igual a outra, assim como não existe dois seres humanos exatamente iguais. E ela chama-se unidade de informação exatamente por isso: informação é o que impõe, transmite, projeta, uma forma, expressa a sua forma, à massa material. Estas unidades estão espalhadas por todo tempo e espaço, mas existem regiões, como a superficie terrestre, onde, enquanto muitas se expressam, outras continuam flutuando, mas estas sempre buscando uma vaga para entrarem e se expressarem tambem. É com o tempo que vai aumentando a agregação de mais partículas trazendo novas formas e a êsse processo resolvemos por bem denominar de “evolução”, com “aumento de complexidade”.

Esta diferença entre humanos, animais e árvores realmente existe, mas é uma diferença de complexidade de certas características, e não da característica denominada “inteligencia mental”,  ou de sensibilidades, de consciências… pois a realidade nua e crua revela que todos continuam a se comportarem exatamente iguais nos seus objetivos finais.

É justamente aqui que se abre um canal de esperanças para nós, as árvores de azar, encontrar uma maneira de defender-nos da vampiresca árvore da sorte, e até quem sabe, conseguir tambem conquistar um naco de território, de energia livre, de nutrientes.

Talvez o processo da evolução, do acréscimo de complexidade, esteja aberto ao infinito. Se sim, talvez tambem o próprio fenômeno denominado “comportamento” tenha chances de evoluir. Se não evoluiu enquanto as demais caracteristicas vieram evoluindo entre vegetais, animais e humanos, sugere-se que as informações relacionadas à evolução do comportamento estão rondando por aqui mas ainda não conseguiram entrar no nosso contexto material, ainda não encontraram uma brecha por onde penetrarem e se expressarem.

Bingo! Algo está “endurecendo” animais e principalmente humanos, algo que tem impedido a penetração destas informações. Elas estão no ar, flutuando ao léu, pois assim a Natureza as faz ( ou elas, as unidades-informação, no seu conjunto, fazem a Natureza total. Mas isso não nos importa agora).

O que é que está endurecendo nosso mundo humano, e como amolecê-lo, como agarrar estas informações que se parecem borboletas a bailarem no ar? Um acontecimento recente de espionagem entre nações pode ser a fonte de uma boa idéia nêste sentido. O Irã tem em seu país uma quantidade de informações que são desejadas por outra nação estrangeira, adversária. Estas informações estavam dispersas numa nuvem pairando sôbre o Irã, a chamada nuvem cibernética da Internet. Pois a nação adversária conseguiu inocular um pacote de informações naquela nuvem, o qual atrae e captura as informações desejadas. Tal tipo de pacote informacional em código é denominado “virus” ou “malware”, nomes pejorativos porque pervertida era a intenção da nação invasora, intenções que criam e alimentam conflitos dentro da espécie humana. A intenção é de uma guerra entre árvore de sorte que busca fragmentar uma capacidade de resistência de uma pequena arvore de azar que  se localiza em território que a arvore de sorte entende lhe pertencer. O Irã aumenta seu fator de azar quando tenta conservar para si, pelo boicote ou encarecumento de prêço, um nutriente que está em seu local, denominado “petróleo”. Mas o que nos interessa aqui é que estamos descobrindo que existe um método para amolecer nossa rêde, abrindo brechas nela, e ao mesmo tempo exportar informações nossas, que atraem e capturam e fazem as informações desejadas atravessarem estas brechas.

Existe uma diferença entre nossa intenção e a intenção do adversário predador do Irã. Nós não somos árvores de azar querendo reduzir a agressão das árvores de sorte ao conter seus crescimentos. Isto seria estupidez. Isto aumenta um conflito interno dentro da espécie prejudicando a todos, como se prejudicam os que estão em estado de guerra permanente. Seria estupidez fazer esforço no sentido de nos prejudicar ainda mais. O nosso alvo é recuperar o atraso de uma das arestas da evolução natural, da região onde localiza a característica “comportamentos”. Esta região está vedada, impermeável, e se comparamos a evolução com uma célula, imaginamos uma parte da membrana da célula que não está permitindo a passagem de nenhum elemento, nem para entrar, nem para sair. Mas aprendemos agora que existem virus, que quando se assentam nesta região da membrana, conseguem abrir uma brecha, inocular suas informações, e depois sair em grande numero levando quantas informações quiser.

O primeiro problema é que da mesma forma que virus atuam a nivel microscópico, quase inacessivel a nós, as informações naturais pertencem a um nivel, a uma dimensão, mais inacessível ainda. Nem mesmo temos muita idéia de como é isso, conhecimento quase nenhum. Mas temos uma maneira de começar a abordar esta região e manipular as informações que estão no nosso nível, de expulsar daqui as informações que sabemos contribuir para endurecer esta região da membrana. Talvez tenhamos uma transcendente recompensa ao descobrir que as informações expulsas daqui não apenas abrem uma brecha, como tambem ao penetrarem no reino das informações desejadas, atraiam-nas para cá. Estou falando de informações do comportamento das árvores de azar. São informações que estão aqui, dentro de nós, e que precisamos exorciza-las de nós, e expulsa-las daqui. Podemos reunir em pacotes e definir em conceitos estas informações de comportamento indesejadas que vieram dos vegetais e dos animais ancestrais e teimam a ficarem agarradas como carrapatos em nós: pacotes como “sexismo” e suas derivações como machismo e feminismos, os cultos das divas do sexo, ou suas instituições como casamentos e familias nucleares, pacotes como dispersores mentais aplicados pelas árvores de sorte para anular a capacidade de resistencia das árvores de azar, tipo “pão e circo para o povo”que se desobram em futebol social, novelas, modas de objetos de usos, etc. Temos que dirigir nossas poucas energias mas com todo vigor possível na batalha para exorcizar estas informações arraigadas nos humanos deserdados e expulsa-las de nossa pouca atmosfera livre, sem que os humanos predadores se apercebam e possam fazer qualquer coisa para nos interromper. Enquanto não tiver-mos mais informações sôbre o invisivel e inacessivel reino das informações naturais, é o minimo e indispensável que podemos fazer por ora. Por isso os leitores dêste website, que, segundo os registros de acessos, se espalham em bom numero por todo o planeta, estão de vez em quando deparando-se com artigos aqui, como êste mesmo,  estranhos ao caráter naturalista cientifico da Teoria da Matrix/DNA e arrolados na categoria “A Grande Causa da Humanidade”: os próprios modêlos teóricos, a inteira cosmovisão da Matrix, estão sugerindo que façamos êste esforço, por ora. Os modêlos sugerem que a Evolução está aqui sugerindo ter um propósito, o de desenvolver os cérebros humanos, para que sirvam como material placentário de boa qualidade para facilitar o nascimento da auto-consciência universal, a qual, esta sim, será a diferença entre sentidos existenciais, finalidades supremas, hábil a apresentar um novo tipo de comportamento diferente do comportamento de vegetais e animais, um comportamento que se pode dizer finalmente, “inteligência”. Não procure inteligência nos predadores como Warren Buffet, nem os tente imitar, nem os admirar: a inteligência está muito aquém dêle. A prova é a evidencia da realidade: se comportam exatamente como uma árvore.