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terça-feira, agosto | 17 | 2010
| Muito se fala da questão das origens da Vida nas o artigo abaixo merece ser copiado aqui por ser bem conciso e completo e realçar excatamente como se encontra o conhecimento atual. Porem compare-se esse conhecimento com a Teoria da Matriz e note-se que esta deveria ser melhor conceituada ( se de alguma maneira fôsse divulgada além dêste obscuro website).
Artigo publicado em: Com Ciência
no site: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=58&id=731 |
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Por Alessandra Pancetti |
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| Em maio deste ano, o cientista e empresário Craig Venter anunciou a criação da primeira célula coordenada a partir de um cromossomo sintético já feita pelo homem. O anúncio de Venter, e a publicação do trabalho na prestigiosa revista científica Science, causaram bastante alvoroço na mídia. Os criadores argumentam que, em pouco tempo, células poderão ser programadas para “trabalhar” em atividades específicas, como a produção de biocombustíveis, a retirada de poluentes da atmosfera ou ainda a produção de vacinas. Segundo o press-release do Craig Venter Institute, a nova célula “é a prova de que os genomas podem ser desenhados em computador, feitos quimicamente no laboratório e transplantados para uma célula recipiente para produzir uma nova célula auto-replicante controlada unicamente pelo genoma sintético”.
Dentro da comunidade científica, as opiniões a respeito do experimento se dividiram. Enquanto alguns pesquisadores criticaram o projeto por ser apenas uma montagem de vários pedaços de DNA e não apresentar nenhuma nova informação científica, outros se mostram entusiasmados pelas possíveis implicações para os estudos de genética e para o desenvolvimento das técnicas em biologia molecular. Entretanto, Venter alega que as implicações do seu trabalho são mais de ordem filosófica do que científica: a geração e produção de vida a partir de informações contidas em um computador e sintetizadores contendo elementos químicos colocaria em questionamento a natureza da própria vida.
Questionamentos filosóficos que se seguem às grandes descobertas científicas não são novidade na história. Há aproximadamente 150 anos, a biologia esteve no cerne de uma grande revolução das ideias e da sociedade. Na metade do século XIX, a teoria de Charles Darwin sobre a origem das espécies causou um grande abalo na sociedade da época, e o seu impacto continuou reverberando conforme as implicações da teoria da evolução foram sendo absorvidas pela sociedade vitoriana. Fábio de Melo Sene, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, explica que a ideia da evolução darwiniana é considerada uma das três ideias que mais afetaram filosoficamente a humanidade, sendo a teoria de Copérnico, do universo heliocêntrico, e de Freud, sobre o inconsciente, as outras duas. “Os impactos foram enormes, especialmente após 1871, quando ele (Darwin) publicou o livro A descendência do homem e a seleção em relação ao sexo e estendeu à espécie humana os conceitos expressos em A origem das espécies, publicado doze anos antes, em 1859”, diz.
Segundo Sene, do ponto de vista científico, a questão da origem das espécies estava em grande discussão desde o final do século XVIII, porque para muitos pesquisadores da época, as evidências apontavam contra o fixismo das espécies – que era a ideia, até então vigente, de que as espécies surgiram e sempre permaneceram da mesma forma, sem nenhuma mutação. Os pesquisadores perceberam que o fixismo não conseguia explicar a variação geográfica detectada nas diversas populações das espécies ao longo da sua distribuição territorial. O professor da USP explica que a proposta inovadora de Charles Darwin foi sugerir um mecanismo para a mudança nas populações, o da seleção. A ideia de seleção não era desconhecida, pois os cultivadores de plantas e animais, já naquela época, selecionavam os indivíduos com características desejadas para cruzamento ou propagação. Em comparação a essa seleção feita pelo homem – portanto, artificial –, Darwin chamou o processo que ocorre na natureza de seleção natural.
As implicações de uma evolução da vida segundo a qual a origem do homem se equipara à dos demais seres vivos, ao invés de ter sido especialmente criado, foi um golpe que Freud, mais tarde, compararia à descida – ou destruição – de um dos pedestais em que o homem havia, ingenuamente, se colocado. Para Sene, da USP, na época de Darwin, apoiar sua teoria era politicamente perigoso, o que gerou certo radicalismo. “Havia os que se posicionavam a favor de forma irrestrita (poucos) e os que se posicionavam contra (a maioria) de forma até fanática, tentando achar eventuais pontos falhos para tentar derrubá-la”, conta. Grande parte dos detratores criticava o fato de ser desconhecida a forma como a variação era gerada nas populações e como essa variação era transferida de uma geração para a outra. “O não esclarecimento dessa questão fez com que a teoria ficasse no ‘esquecimento’ por 50 anos, de 1880 a 1930”, explica Sene, pois ela só foi sendo resolvida ao longo dos anos, com o desenvolvimento da genética.
A genética, um ramo ciência com aproximadamente 100 anos, pode ser considerada relativamente jovem quando comparada com outras disciplinas da biologia, como a botânica ou a fisiologia. Gregor Mendel, monge e cientista austríaco considerado o “pai da genética”, publicou seu famoso artigo contendo as bases matemáticas da hereditariedade em 1866. Mendel é famoso atualmente, mas permaneceu obscuro no período após essa publicação, pois seu trabalho não teve muita repercussão na comunidade científica da época. Assim, embora contemporâneo de Darwin, as conexões entre os seus trabalhos não foram esclarecidas por muitos anos. O artigo de Mendel sobre a hereditariedade foi redescoberto em 1900, mas apenas em meados de 1930 ele foi correlacionado com a teoria da evolução de Darwin. Isso porque, por um tempo, os cientistas acreditaram que a mutação gênica (teoria mutacionista), e não a seleção natural (teoria selecionista), fosse responsável pela variação genética. “A junção da teoria mutacionista com a teoria selecionista, ao redor de 1930, foi denominada teoria sintética ou síntese moderna ou ainda neodarwinismo, e só ocorreu quando foram postulados os princípios matemáticos que estenderam as ideias de Mendel para as populações de organismos de reprodução sexuada, dando origem a uma área da genética chamada genética de populações”, explica Sene.
As descobertas e os experimentos de toda uma geração de cientistas foram adicionando dados e tornando basilares os trabalhos pioneiros de Mendel e Darwin, além de incorporar a contribuição de vários cientistas contemporâneos a eles. Uma série de outros estudos que se sucederam, como, por exemplo, os que determinaram a existência de células somáticas e germinativas, ou a descrição dos cromossomos, foram de importância fundamental para o entendimento dos mecanismos de herança genética. Embora todos os estudos científicos tenham sempre corroborado de forma irrefutável a teoria da evolução, ela ainda enfrenta resistência em algumas instâncias – e aí, talvez precisemos retornar a Freud, novamente, para tentar compreender o quão profundo foi o abalo que tais ideias surtiram na psique humana.
Em seu ensaio “Podemos completar a revolução de Darwin?”, o famoso paleontólogo e escritor Stephen Jay Gould diz que, conhecida e ensinada por tantos anos, a teoria evolucionista é, entretanto, pouco compreendida por uma grande parcela das pessoas. Para Gould, a necessidade de preservar um lugar privilegiado na criação e, acima de tudo, de atribuir um “propósito” para esta, proporcionaram a proliferação de ideias que maquiam a teoria evolucionista e prejudicam seu entendimento. Gould acredita que todos os mal entendidos que foram surgindo em relação ao evolucionismo refletem a angústia que suas implicações parecem gerar. “Os humanos não são o resultado final de um progresso evolucionário previsível, mas sim uma reminiscência cósmica fortuita, um pequenino galho na enorme árvore da vida, o qual, se replantado da semente, muito provavelmente não cresceria novamente, e talvez não cresceria galho nenhum com qualquer propriedade que nós pudéssemos chamar de consciência”, sentencia.
A criação da vida
Ainda que revolucionária em sua essência, a teoria de Darwin se ocupou da evolução da vida, nunca de sua criação. Mas, desde a Antiguidade, a questão da criação da vida na Terra tem intrigado um grande número de filósofos e cientistas. As primeiras ideias apontavam para a criação espontânea a partir da matéria inanimada, ou abiogênese, e um dos seus proponentes foi Aristóteles, ainda na Grécia antiga. A hipótese da geração espontânea ganhou força e se enfraqueceu algumas vezes ao longo do tempo, conforme os cientistas conseguiam ou não explicar o “aparecimento” de vida.
No século XVII, o cientista Francisco Redi fez um experimento para provar que o crescimento de moscas e larvas de insetos a partir de carne em putrefação não se dava de forma espontânea, reforçando a ideia de que toda vida provem de uma vida já existente. Mas a discussão foi retomada novamente no século XVIII, com a invenção do microscópio e a descoberta da vida invisível a olho nu. Somente após uma série de famosos experimentos realizados por Louis Pasteur em 1862, provando que o crescimento microbiano acontecia apenas quando o meio de cultura previamente esterilizado entrava em contato com o ar, a noção de geração espontânea foi definitivamente abandonada.
Com a descoberta de Pasteur e com a posterior aceitação da teoria da evolução das espécies de Darwin, a comunidade científica passou a elaborar novas hipóteses para explicar a criação da vida na Terra. Mas foi apenas em 1924 que o russo Aleksandr Oparin publicou a primeira teoria moderna para resolver essa questão, contida em seu livro A origem da vida. Para Oparin, o ambiente existente na Terra nos primórdios da vida era diferente daquele que encontramos hoje. Isso é condizente com a teoria de Darwin, uma vez que a evolução dos seres vivos é um reflexo da seleção natural, exercida na interação dos organismos com o meio ambiente, e diferentes formas de vida surgiram e desapareceram do planeta até chegarmos às espécies existentes hoje – uma prova disso são os registros fósseis.
Em 1953, os pesquisadores Stanley Miller e Harold Urey realizaram em laboratório experimentos baseados na teoria de Oparin, em que uma mistura de elementos químicos básicos foi submetida a raios ultravioleta e descargas elétricas – condições que procuravam a simular o ambiente da Terra primitiva. Após certo tempo, os pesquisadores detectaram a presença de alguns aminoácidos naquela “sopa primordial”. Posteriormente, outros pesquisadores conseguiram comprovar em laboratório a formação de bases nitrogenadas, essenciais para a formação dos ácidos nucléicos (DNA e RNA), e a formação de polímeros, essenciais na produção de proteínas.
Apesar de sugerir a formação de moléculas essenciais para a vida no ambiente terrestre primitivo, a teoria de Oparin deixa ainda alguns aspectos sem explicação. As proteínas e os ácidos nucléicos, componentes do material genético, são indispensáveis para a vida dos organismos. Mas sua produção inicial, ao acaso, a partir de uma mistura de elementos químicos, não explica sua manutenção e perpetuação. Afinal, proteínas são perpetuadas quando sua informação está preservada no material genético, e este, por sua vez, é produzido pela ação de proteínas. “A primeira forma de vida ‘envelopou’ e organizou minimamente uma molécula com características de material herdável (provavelmente RNA) e com características catalíticas, para realizar reações metabólicas muito simples”, acredita o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Carlos Frederico Martins Menck. As atividades catalíticas são importantes para algumas reações indispensáveis para a manutenção da vida. No caso de uma molécula primordial, as reações metabólicas simples deveriam gerar a replicação do material herdável e garantir o suprimento necessário para essa replicação.
Embora essas ideias estejam de acordo com a proposta de Oparin, Menck acredita que essa evolução inicial pode não ter acontecido aqui no nosso planeta. Para o professor da USP, do período em que a vida se iniciou, com o surgimento e evolução da célula de RNA, até o aparecimento das complexas células de DNA, onde o RNA existe em funções intermediárias, o tempo é muito curto, em termos de evolução. Como os seres vivos são muito semelhantes, uma vez que todos carregam o material genético no DNA, utilizando RNA e proteínas para o metabolismo, sabemos que somos descendentes de um mesmo processo – temos uma origem comum. Ou seja, nesse caso, as células de RNA devem ter sido extintas pela competição com as células de DNA, nossas ancestrais. Mas o tempo curto em que esse processo teria ocorrido faz com que isso seja improvável, e não parecem existir descendentes das células de RNA. Também é improvável que as primeiras células já tivessem surgido diretamente na complexidade e organização atual. Assim, alguns cientistas acreditam que as primeiras células de DNA tenham sido trazidas por meteoros que colidiram com a Terra. Ou seja, as células de RNA, ou “o Mundo de RNA”, como é conhecida essa hipótese, teria existido apenas em outro planeta, assim como essa primeira fase na evolução da vida.
A ideia de que o surgimento da vida na Terra se deu através da chegada de microrganismos em meteoros, vindos de outras partes do Universo, não é recente. Essa teoria, denominada Panspermia Cósmica, é datada da Antiguidade e foi retomada no século XIX por uma série de cientistas e, no início do século XX, pelo famoso físico e químico Svante Arrhenius. As maiores objeções a essa noção estão relacionadas à difícil sobrevivência desses organismos no ambiente inóspito do espaço, em especial à radiação e ao aquecimento. Entretanto, a descoberta de microrganismos em meteoritos, como os provindos de Marte, sugere que talvez tenha sido possível. Atualmente, uma disciplina da ciência denominada astrobiologia promove estudos em laboratório em que se procura replicar as condições ambientais de diversas regiões do espaço, assim como as da Terra primitiva, na tentativa de responder, entre outras coisas, como se deu a criação da vida.
A nova criação
No cenário atual, embora muitas das questões envolvendo a criação da vida se encontrem ainda em aberto, as provas da evolução são incontestáveis. E é dentro dessa perspectiva que o experimento do DNA sintético proposto pelo grupo de Craig Venter busca encontrar seu lugar na história das ciências biológicas. Como observa o correspondente Ian Sample, do jornal britânico The Guardian, “cientistas criaram a primeira forma de vida sintética do mundo, em experimento que é o marco que pavimenta o caminho para o design de organismos que são construídos, ao invés de evoluir”.
Carlos Menck, da USP, explica que a ideia da criação da célula sintética existe há pelo menos 15 anos, e foi concebida pelo próprio Craig Venter. Menck diz que os objetivos iniciais eram desenhar em computador a sequência genômica básica e mínima para sustentar a vida e, utilizando-se uma série de tecnologias químicas e biológicas, fazer a molécula final. “Ele fez algo muito parecido com uma bactéria atual, que tem as características mínimas e básicas que ele queria no início”, diz. Existe o risco de as pessoas acreditarem que a equipe de Venter criou vida em laboratório, o que não foi feito. Na verdade, o grupo montou in vitro o DNA de uma bactéria e substituiu o DNA de outra. Dessa forma, quando o DNA da célula hospedeira foi retirado, ela passou a obedecer aos comandos do DNA novo, sintético.
Como o caso gerou grande repercussão na mídia, alguns pesquisadores ficaram temerosos que especulações infundadas sobre a criação de vida no laboratório gerassem um efeito negativo. Entretanto, para Menck, a perspectiva para a vida sintética é “evoluir” a bactéria na tentativa de ampliar as características do organismo. Mas a produção de organismos que possam ter atividades benéficas para o homem ainda não é assim tão simples. O professor da USP cita, por exemplo, a capacidade de sequestro de gás carbônico (CO2) da atmosfera, que é uma das metas do grupo de Venter. “Eu não vejo ainda vantagens nesse sistema em relação à biologia molecular já realizada. Pode ser mais rápido, mas como ainda não conhecemos as interações entre todas as vias metabólicas, ele deverá ter problemas”, completa.
Quaisquer que sejam os próximos passos no campo do DNA sintético, após 15 anos, essa área está apenas começando. Ela trabalha a partir da imagem e semelhança de alguma forma de vida que começou a existir há alguns bilhões de anos neste planeta. Os passos dessa evolução são impossíveis de se prever. Mas a expectativa é que o projeto de Venter continue a produzir resultados importantes para o desenvolvimento da engenharia genética e para a compreensão de vias metabólicas importantes, ainda desconhecidas. A partir da descoberta do material genético e do avanço da biologia molecular, importantes ferramentas foram e continuam sendo geradas, as quais ampliaram as investigações nas mais diversas áreas da biologia, dos estudos da variabilidade de populações às pesquisas com células-tronco. Agora, nos resta aguardar o desenrolar dessa história. |
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sábado, junho | 19 | 2010
Ciclo Vital Humano e Astronômico
 A matéria burra da Terra nâo inventou os ciclos vitais, pois descobrimos que os astros como os planetas - e portanto a Terra - já tinham ciclos vitais muitos bilhôes de anos antes das origens da Vida Na Terra.
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sábado, abril | 11 | 2009
The ” Last Universal Common Ancestral”
>> O Deus caido do Paraiso e Criador da Vida na Terra <<
Bom site para se atualizar sobre LUCA: http://www-archbac.u-psud.fr/Meetings/LesTreilles/LesTreilles_e.html
Para entender quem e’ LUCA e como ele “desenhou” nossa existencia, precisamos antes recordar o que e’ um ciclo vital, humano.
pela…
“Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”
Ha’ 200 anos, desde a fantastica ideia de Charles Darwin, um exercito de neo-darwinistas atacando en todas as frentes, da biologia molecular `a geologia, tem revirado a lama de pantanos e lodo do fundo de oceanos `a procura da criatura microscopica que teria sido o elo entre o mundo inanimado e o mundo dos seres vivos. Denominado “LUCA”, sigla inglesa para “Last Universal Common Ancestral”, este se tornaria o personagem provocador da maior revolucao no pensamento humano de todos os tempos, quando, em uma isolada e solitaria incursao de um filosofo naturalista nas regioes mais longinquas, selvagens e ainda intocadas da Selva Amazonica (ultima testemunha ainda virgem dos eventos nas origens da Vida ), observando sistemas naturais e aplicando o metodo da anatomia comparada entre sistemas vivos e inanimados, foi obrigado pelas pistas e evidencias acumuladas a levantar a cabeca para o ceu e, deslumbrado, ver a… Face de LUCA.
LUCA foi e continua a ser a obra da Natureza mais espetacular de todos os tempos! Ele existe mas nao existe ao mesmo tempo. Ele contem uma estrutura como a do DNA, como qualquer outro ser vivo, mas nao se trata do DNA. Ele ‘e um maquina perfeita, um verdadeiro moto-continuo, porem ele morre como qualquer outro ser mortal. A seguir mostramos um retrato falado desse ser mais influente sobre nossas vidas ainda hoje:

LUCA e’ um PROTO-SISTEMA formado pelas suas diferentes FORMAS de seu proprio CICLO VITAL. LUCA e’ a unidade fundamental (building block) de GALAXIAS e reproduz-se como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informacao do RNA e DNA.
Para entender o LUCA que existe mas nao existe, e’ preciso lembrar um retrato falado de todo corpo humano tal como o meu e o seu, quando nos tambem existimos mas nao existimos. A explicacao esta’ num fenomeno descoberto pelo genial Fisico Heisenberg: se voce fixa um objeto no espaco para poder ve-lo, jamais o veras no tempo, e vice-versa. Como consequencia desta Lei, o mundo so pode ver seu corpo como crianca ou entao como adulto, nunca as duas formas ao mesmo tempo. Por isso nunca ser humano algum tinha visto LUCA, quando na realidade ‘e impossivel deixar de ve-lo a cada momento que abrimos os olhos!
E esta e’ uma consequencia do que se denomina “Ciclo Vital”: os corpos mudam, tem suas formas transformadas a cada milionesimo de segundo, ou seja, em cada menor fracao de tempo possivel ele perdeu ou recebeu pelo menos alguma nova particula. Vejamos um quadro do ciclo vital humano:
(Bem, aqui vai aquela imagem do Ciclo Vital Humano que esta’ la’ no comeco do artigo porque ainda nao sei como colar ou arrastar imagens inseridas para o lugar correto).
… Um desses microbios que vivem apenas algumas horas, nascem e morrem dentro de um corpo humano, jamais acreditaria que o corpo-universo onde ele existe muda tanto de forma, a ponto de um baby tornar-se um anciao de bengala na mao. Qualquer deles juraria que o corpo humano surge da forma que ele e milhares de suas geracoes o conhecem. Vai dai que acreditar na teoria da geracao espontanea de tais formas e’ um passo errado porem logico. Pois nos estamos a milhares de anos vendo as formas de astros no ceu, e agora podemos ve-los com potentes instrumentos, e ainda estamos cometendo o mesmo tipo de erro logico: cremos que cada forma de astro celeste surge por geracao espontanea, ao acaso! Mas… segure-se na cadeira: eles sao tao vivos quanto nos somos, neste aspecto. As cinco ou seis formas diferentes de astros que conhecemos… sao as formas de morula, embriao, baby, crianca , adulto, e ate’ a forma do cadaver! Os astros – apesar da aparente forma esferica sem maior significado, tambem nascem, crescem, tornam-se sexualmente ativos, se reproduzem, tornam-se anciaos e morrem como cadaveres!
Qual seria a verdadeira foto sua, se um pretendente extraterrestre na Internet espacial lhe pedisse? Se mandasse uma atual, nao iria lhe dar muita informacao sobre como e quem es. Se mandasse uma na forma de baby… Enfim, a verdadeira e correta foto para uma inteligencia de outro mundo entender e conhecer a especie humana teria que conter ap menos suas sete formas principais e dar alguma pista mostrando que uma se transforma na outra. mas nossos somos inteligencias de outro mundo em relacao as especies astronomicas… Entendeu? Porque nunca vimos nosso tata-tataravo que esta no ceu, esta `ca nossa volta por todos os lados que nos viramos, estamos dentro de seu fossil, e ele esta dentro de nos, no nosso codigo genetico… e nao sabiamos que ele existe!
Mas ai’ voce ja’ esta’ inquieto e se perguntando: ” E como e’ que voce ve LUCA… como sabe de todas estas coisas, se ninguem o ve?”
Raios!… Agora voce me pegou de calca curta… Pois olho para traz, a 30 anos passados e la’ no meio da selva, quando numa madrugada de noite estrelada, sai’ fora da barraca para olhar no ceu e ver LUCA, … foram tantas coisas que concorreram para este desfecho que eu nao sei como explicar…
De fato, que algum dia pudesse passar por uma cabeca humana a ideia de que planetas se transformam em pulsares e estes em estrelas, que um pulsar e’ “marido” de uma “quasar”, que astros despejam no espaco ovulos e espermatozoides como algumas criaturas primitivas despejam nas aguas dos oceanos… parece mesmo coisa de louco! Mas tambem pareceria louco aos olhos de todos os microbios que vivem hoje no meu corpo aquele que viesse dizer que um bany se transforma num adulto, que um corpo ‘e o marido de outro, etc. Armadilhas da Relatividade Geral.
(Bem, continuaremos a falar de LUCA neste artigo voltando aqui sempre que nesta vida quase sem tempo sobre algum tempo…)

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” – The Last Universal Common Ancestral
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sexta-feira, março | 27 | 2009

LUCA e’ um PROTO-SISTEMA formado pelas suas diferentes FORMAS de seu proprio CICLO VITAL. LUCA e’ a unidade fundamental (building block) de GALAXIAS e reproduz-se como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informacao do RNA e DNA.

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” – The Last Universal Common Ancestral
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sexta-feira, março | 20 | 2009
Voce pode ir em http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/pfermi.htm , no site CeticismoAberto de Kentaro Mori e conhecer uma das melhores versoes sobre o famoso “Paradoxo de Fermi”. Aqui, vamos apenas acrescentar a sugestao da Matriz.
O motivo pelo qual nao temos detectado a visita de seres extra-terrestres pode ser melhor entendido comparando-se o caso com um parametro nosso conhecido. Para tanto, vamos estender nossa imaginacao para a Africa e a 50 anos atras. Imaginemos o amago da selva, uma regiao escondida nunca visitada pelo branco, mas onde vive uma tribo semi-selvagem que nem sequer sabe da existencia das racas brancas e amarelas. A regiao se encontra numa area demarcada por uma nacao imperial europeia, como sendo parte de suas colonias. O imperio tem se limitado a esporadicas e rarissimas espionagens sobre a area sobrevoando a regiao, ja’ que ninguem tem coragem de la’ desembarcar devido a malaria, etc.. O imperio sabe da existencia de algumas especies de vida ali, e ja teve algumas vezes que mostrar sua presenca na regiao para afugentar e defende-la de piratas, escravocratas e outros malfeitores. Talvez ate’ mantenha em segredo uma presenca em determinado ponto para colher algum tipo de material, energia, etc., que lhe e’ valiosa e necessaria, mas o faz longe das vistas dos locais, pois nao quer confrontos.
Pois bem, agora deixemos a Africa e vamos ao espaco sideral, situemo-nos num ponto alem da Via Lactea e observemos nossa galaxia desde aquele ponto. Existem varios planetas, algumas luas e ate mesmo alguns pulsares com formas de vida. Existem lugares onde a vida esta’ brotando, com apenas alguns micro-organismos, existem lugares com vidas inteligentes e tecnologia parecidas com a humana, e existem lugares com super-civilizacoes razoavelmente mais avancadas que a humana. A desigualdade evolutiva entre os sistemas inteligentes ou auto-conscientes nao pode ser muito dispar pois o Universo tambem evolui segundo um ciclo vital, portanto existe um balanceado equilibrio sobre a emergencia de formas no topo evolucionario. Digamos que a maxima diferenca entre o nivel da inteligencia humana e o nivel da inteligencia mais evoluida da galaxia e’ comparavel com a diferenca entre a inteligencia dos nativos africanos e a inteligencia dos europeus, assim sendo tambem as diferencas entre as duas tecnologias.
Ora, ” Onde estao os extra-terrestres?”, pergunta Fermi… E entao imagino a conversa em volta de uma fogueira na noite africana iluminada pela magificiencia do ceu limpido repleto de estrelas brilhantes, a noite silenciosa como reflexo da mudez que vem do mesmo ceu. O jovem afoito e curioso diz aos anciaos que esteve as margens do grande igarape de aguas salgadas a perder de vista ( mal sabendo ele que se trata de um oceano), que viu as ondas trazendo objetos, galhos de arvores e ossos `a sua praia, ele acha que veio alem das aguas e por isso questiona com veemencia os mais velhos: ” Eu acho que existem mundos alem das aguas e que nestes mundos existem criaturas como as nossas criaturas daqui. Acho nao, tenho quase certeza! Nao faz sentido ser-mos os unicos, Voces nao acham?!”
Ao que, um idoso anciao segurando o cajado levanta-se, fita o jovem e pergunta: ” Entao, onde estao eles?”
Ora, estavam em todos os lugares la’ fora…
Existiam nao apenas os europeus, mas tambem os asiaticos, os americanos… Acontece que o velho page’ nunca tinha falado com espiritos estrangeiros, eles nao constavam de suas tradicoes sagradas, aqueles mesmos desvios normais de toda mentalidade emergente infantil ainda cuja fiacao das conexoes neuroniais foram desviadas pelo imaginario das fantasias, onde fadas e duendes atuam acima da Lei da Causacao, por isso ele estava predisposto negativamente a negar tais existencias…
E’ claro que sei que Fermi nao duvidava da existencia dos extraterrstres, que sua pergunta, antes de transmitir duvida era mais um apelo do tipo “voces ficam ai’ dizendo que existem, eu sei que existem, entao em vez de ficar conjeturando se existem, facam como eu, tentem resolver o problema de saber onde estao e quem sao…” . Mas a maioria do povo duvida dessa existencia
Nao consigo entender a mania da mente imaginativa humana de insistir em romper, quebrar, desviar a historica, sobejamente comprovada, Lei da Causacao. Por exemplo, desde o Big Bang e ate’ a 4 bilhoes de anos atras a Evolucao das coisas dentro do Universo seguiam certas humanamente supostas leis, mecanismos e processos que foram reunidos num nicho academico sob o nome de Evolucao Cosdmologica. A seguir, assim, brusca e instintivamente, a inteligencia humana imagina que a 3,5 bilhoes de anos houve uma total reviravolta no estado do mundo aqui nesta regiao, aquelas leis e mecanismos foram fraudadas, algumas eliminadas e substituidas por outras que nunca existira antes, e com isso monta um novo bloco da Historia num nicho academico cerrado a sete chaves denominado Evolucao Biologica. Entre as duas Historias um abismo do tamanho de uma galaxia, que por falta de logica e racionalidade, e’ preenchido com fantasmas, deuses ou acasos magicos, absolutos!
Ora,… vamos parar com isso? Alguem jamais presenciou um evento acontecendo perante seu nariz, cujas causas, com seus elementos ativos, forcas, significados, viessem de qualquer outro lugar ou fonte que nao estava inserido na eterna e logica e visivel e sobejamente conhecida e repetida milhoes de vezes “experiencia da causa existente produzindo efeito na mesma dimensao natural da causa”? Claro que nao! pelo menos ninguem pode prova-lo. Entao, vamos recolher nossa Razao que tem estado a voar e vagabundear no espaco para dentro da nossa cabeca, antes que seja tarde.
Agora me pergunto se os nativos tivesem deduzido que existiam os europeus, que suas terras tinham donos, teriam feito algo em sua vantagem ou para evitar males no caso do Imperio aparecer? Pois eu, se fosse voce, estaria procurando eu (assim como voce, se fosse eu, estaria procurando voce… arre!) para juntos comecarmos a pensar no que deve ser feito a respeito. Uma primeira e inevitavel acao seria de qualquer maneira tentar alcancar e espionar a Matriz do Imperio, saber com que tipo estamos lidando, e tambem por mais este motivo apoio todos os esforcos na pesquisa do espaco sideral.
Existe uma situacao na Terra, uma experiencia possivel, racional, logica, que pode ser comprovada com muitos exemplos e evidencias: a existencia de humanos primitivos dotados de consciencia que ignoravam a existencia de outros humanos dotasdos de consciencia em outros continentes. Alias, este me parece ser o curso natural, inviolavel das forcas naturais, produzir e reproduzir esta mesma experiencia, este mesmo roteiro em que certos efeitos sao determinados pelas mesmas causas, pois e’ isto que a Historia Real nos mostra. Toda vez que existe uma especie de abismo entre duas formas de vida, seja ele preenchido pelo espaco sideral ou pelas aguas salgadas do mar, e dentre elas existe uma maxima desigualdade evolutiva permitida pelo balanceado desenvolvimento do Universo, a especie menos evoluida no inicio desconhece a existencia da especie mais evoluida. E geralmente, em todas as situacoes anteriores, o mundo da especie mais evoluida estava dividido e dominado por imperios.
Qual o motivo dessa teimosia em fantasiar imaginativamente a intercedencia de forcas nao-naturais quebrando a suscessao universal de causas e efeitos, como se conhecessem a existencia de uma outra Lei da Causacao fora desta que ditou a Historia Universal por 13,7 bilhoes de anos, que correria paralela ou transversal `a nossa e de repente se chocasse ou cruzasse o caminho da nossa produzindo acasos absurdos? Onde esta’ ela eu perguntaria a quem me perguntasse onde estao os extraterrestres, no sentido de duvidarem de suas existencias. O obvio indica que galaxias possuem inteligencias avancadas e atrasadas sendo separadas entre si pelas imensidoes do espaco sideral, mas cujas distancias nao impedem que imperios da parte mais evoludia tenha conhecimento e mantenha a dominancia sobre as regioes mais atrasadas, inclusive demarcando-as e protegendo-as do ataque de inimigos e predadores.
Olhe… conscientize-se que acreditar em qualquer outra coisa e’ sinal de que seu cerebro sofreu algum desvio em algum momento genetico de sua ancestralidade, que ele nao esta’ saudavelmente e corretamente hard-wired pela Natureza. Pois entao me apresente um evento ou fato real sobejamente conhecido e comprovado por todos de algum planeta em igual condicoes ambientais nao tenha produzido moleculas organicas e sistemas biologicos, em que nao exista diferencas de niveis evolutivos entre suas formas de vida, e que na presenca de inteligencia nao exista a divisao entre dominancia e recessividade. Voce nao pode… seu cerebro foi pego em flagrante se fastiando no pote das ilusoes. Alguem poderia retrucar me pedindo provas de que existam planetas com condicoes iguais a da Terra, e provas de que eles produziram sistemas biologicos. Bem, responderia eu, o calculo das probabilidades mais os indicios observados no mundo real externo, que sao os fatores geradores de uma Razao Pura, resulta em que a Razao Pura afirme esta existencia. Portanto a contestacao dessa afirmacao so pode vir de outro tipo de Razao alicercada em outros fatores que nao os naturais, e o onus da prova cabe a ela ja que a razao Pura nao opera em dimensoes nao naturais. E eu particularmente permito-me ultrapassar os limites da Razao Pura, talvez acertando ou errando, porque supomho que existam os building blocks dos sistemas astronomicos, e se eles de fato existem, esta’ determinado que existam seres extraterrestres e provavelmente existam aqueles mais evoluidos que a especie humana.
Eu nunca vi’ algum objeto vital vindo pelo espaco sideral, muito menos vi algum disco voador. Mas a Terra tem recebido, comprovadamente, o bombardeio de moleculas organicas basilares da vida, como as quimonas, e agora estamos atras de comprovar a suspeita que tambem tem vindo fosseis de micro-organismos, seja a bordo de fragmentos de cometas ou outros. E assim como a regiao daquela tribo africana tem recebido outras formas e especies de vida do alem-mar, e a invisivel visita de agentes do imperio jamais imaginado na jamais imaginada Europa, assim e’ normal que isto esteja acontecendo ente a Terra e outros mundos iguais a ela que devem existirem aos bilhoes por ai afora…
Certa feita, eu havia acabado de dembarcar no aeroporto de Londrina, viajava pela avenida no carro de meus parentes, quando minha irma assustou-nos a todos, abaixando a cabeca sob o para-brisa da frente e exclamando: ” Meu Deus! Olhem, vejam aquilo… o que e’ aquilo?!”
Meu coracao veio `a boca pensando em alguma tragedia acontecendo aos que mais me sao caros, imediatamente procurei o que ela indicava, e entao tive que gastar alguns segundos para digerir e destrinchar a cena vista. No ceu, mas nao muito alto e a mais ou menos alguns quilometros `a nossa frente, desfilavam cinco ou seis esferas luminosas, vermelhas, deixando um um risco no ceu como se feito por um rastro de fogo, e pareciam moverem-se calmamente em curvas e formacao triangular militar. Todos os carros na avenida freavam, cabecas curiosas saindo pelas janelas , gritos e bagunca generalizada. Minha reacao foi: ” Pulem fora do carro, me de as chaves, vou perseguir aquela coisa!” mas nao podia deixar minha familia na rua ao relento entao sai eu em disparada e a pe’ mesmo, na direcao dos objetos, mas logo partei decepcionado pois a visao desapareceu ao longe atras das copas cerradas das grandes arvores. Ligamos ao aeroporto, teriam detectado algo no radar, mas apenas para saber que toda a cidade estava ligando ao mesmo tempo e eles estavam tao perdidos quanto nos.
Claro, o assunto dominou noite a dentro e no dia seguinte em todas as manchetes dos jornais locais se noticiava o fato. Todos diziam a mesma coisa: discos voadores. Havia a caravana de musicos de um onibus que viu as naves aterrizarem e icarem voo, o porteiro do Clube Alemao que entrou correndo na sala de jogos e fazendo todo mundo sair para ver e depois descreverem para os reporteres como eram os discos voadores, suas luzes, etc.
Eu mantinha-me em silencio nao acreditando no que via acontecer com o imaginario publico! Eu vi a cena, mas jamais poderia afirmar que vi discos voadores! Bem poderiam ser fragmentos de rochas passando a milhares de quilometros de distancia, ou poderiam ser naves terrestres militares, etc. Um milhao de possibilidades, e talvez a verdadeira jamais plausivel de ser conjecturada por nosso cerebro tao limitado. Mas tambem poderia ser o que o povo dizia: naves de alguma civilizacao extra-terrestre. E porque nao?
Mas o que guardei forte daquela experiencia foi um artigo lido num jornal do Rio de Janeiro, alguns dias depois. Uma mulher descrita como clarividente, teria captado mensagens de comunicacao entre seres de outros planetas que visitavam a Terra. A conversa dela era tao atraente e detalhada que vou resumir o que ela teria deduzido do que ouvira: ” O Comandante Austriak, da grande esquadra imperial de Orion, Nebula, estava no Sistema Solar em importante missao, pois todos os astros dessa regiao estavam com movimentos perigosos saindo dos seus eixos de rotacao, o que afetaria regioes maiores, portanto eles estavam aqui para averiguar e tentar sanar o acidente natural, cosmico!”
E eu me pergunto: ” E porque nao?!”
Fiquei imaginando a cena: ums fonte eletromagnetica surgindo de algum buraco negro no Cosmos, a projecao no sistema solar, a Esquadra Imperial correndo para destruir a fonte e depois vindo aqui para limpar a regiao dos residuos eletromagneticos antes que ele se agregassem aos planetas fazendo a Terra parar. Se nao conseguissem a tempo, “um terremoto faria o globo estremecer. Ar e água continuariam se movendo por inércia; furacões varreriam a Terra e os mares avançariam sobre os continentes. . . . O calor aumentaria, pedras derreteriam, vulcões entrariam em erupção, lava fluiria de fissuras no chão e cobriria áreas vastas. Montanhas se ergueriam de planícies…
- “Obrigado uma vez mais, Austriak… se e’ que tu existe, cara.”
Onde, como e porque, o fluxo normal da Lei de causas e efeitos, foi bruscamente desviado do seu eterno curso universal, natural , quando atravessava o abismo diferencial existente entre duas unidades de fractais existentes em diferentes dimensoes espaco/temporais? Por que, na operacao dos mecanismos da Razao, um homem, ao projetar o conhecido no pequeno sobre o desconhecido no grande, tem que inserir algum jamais conhecido elemento sobrenatural que seria necessario para romper e desviar o fluxo natural da causacao? Ora, na Terra, nossa conhecida, digamos, na dimensao do pequeno, existem continentes habitados separados por oceanos, e a Lei de Causacao produz um efeito Y; tal premissa, se operada pela Razao Pura Natural, determina que no Cosmos, na dimensao do grande, onde existem corpos celestes habitados pelos mesmos elementos da Terra e separados pelo espaco sideral, nao inteiramente conhecido, a Lei de Causacao deve produzir o mesmo efeito Y! Ate prova em contrario la’ nao existem fadas e duendes alterando o livre caminhar da Natureza para produzir um efeito nao-Y.
Assim, para tentar consertar uma pergunta que acho que foi erroneamente formulada, sou obrigado a criar mais um individuo da especie dos “paradoxos” para se alinhar ao lado do solitario “Paradoxo de Fermi ( “Entao… onde estao eles?), denominando-o de “O Paradoxo de Morelli” ( Entao… onde esta’ a Historia da Causacao determinando que eles nao estao la’… e/ou tambem aqui?)
E agora, como se aproxima a noite aqui na selva, voces me dao licenca que vou acender o fogo para passar a madrugada enviando sinais de fumaca ao Cosmos, tentando captar algum sinal das vidas inteligentes, e quem sabe, por sorte, Austriak apareca por aqui atraido pelos sinais, para um bom papo ao pe’ do fogo …
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domingo, dezembro | 21 | 2008
Dezembro, 20, 2008 – Categoria: Filosofia
A briga entre a Teoria da Matriz Universal e as teorias do Acaso Absoluto e do Deus Interventor Magico sobre quem criou a Vida na Terra so’ pode ser resolvida de uma maneira: os tres tem que correr atras de provas;
1) O time do Acaso Absoluto que diz : “ No início, diferentes moléculas, derivadas de elementos expelidos de vulcões e trazidos de asteróides, devem ter se combinado aleatoriamente até formar um sistema bem simples, como um pequeno sistema de coacervados, e estes meros punhados de atomos denominados micro-organismos criaram os mecanismos de auto-divisao, auto-reproducao sexual, o metodo computacional de registrar informacoes na forma de codigo, toda a parafernalia do sistema nervoso, da digestao, respiracao, movimento voluntario, etc. Criaram tudo isso num mundo que nunca houvera nada disso antes, e depois criaram o processo da auto-evolucao, e desde entao foram evoluindo até formar a primeira bactéria. Não vejo como os astros celestes podem influenciar nesse processo básico”.
2) O time dos religiosos dizem que existe Deus, que Ele e’ magico, que Ele e’ um ser nao-humano mas que intervem na especie humana, etc., e que veio aqui neste planetinha obscuro e perdido dentre bilhoes de outros astros na imensidao cosmica e criou os seres vivos, um a um;
3) O time da Matriz, que por enquanto so’ tem um jogador, que fala sobre uma historia de macro-evolucao universal desde o Big Bang nos moldes da fecundacao sexual, para chegar a um modelo de proto-sistema astronomico semi-vivo o qual seria o estado do mundo a 4 bilhoes de anos atras, o qual ja continha as propriedades vitais em forma bruta e primitiva e no qual existiriam as forcas necessarias e suficientes para gerar ou nao por acaso os sistemas biologicos, e ainda que existiria uma especie de software matricial na materia, o qual deve ter vindo pelo processo genetico, apostando na existencia de algum ancestral ex-machine que possuiria auto-consciencia e que pode ou nao ser Deus ou outros universos.
Esta’ dada a partida, iniciou a maratona, agora cada qual deve correr para chegar nas provas factuais inquestionaveis antes que os outros:
1) O time religioso tem que trazer aqui na Terra o tipo de Deus que sugerem existir, e Ele deve fazer uma exibicao de como consegue tirar as aguas e as estrelas e os macacos e os elefantes do nada dentro da sua cartola;
2) O time do Acaso Absoluto ( este tambem tem que ser magico pois criou tantas coisas extraordinarias que nunca existiram antes, alem deste tipo de acaso ser um genio mais poderoso que o Bill Gates na criacao de programas de instrucoes em codigo) tera’ que colher os elementos expelidos de vulcoes e os trazidos por asteroides, por tudo numa panela e ficar chacoalhando-a ate que dentre as trilhoes de combinacoes possiveis acerte aquela que cria tudo aquilo que eles dizem. Terao que provar que existe “origens”, ou seja, eventos que subitamente quebram a cadeia de causa e efeito, e que os sistemas atomicos e astronomicos nada possuem do que denominam “vida”;
3) E esse abandonado solitario sem time ainda, que briga pela existencia de uma Matriz Universal sob evolucao tera’ que ficar dia e noite atento a todas as formas de comunicacao cientificas, a todas as revistas especializadas e “papers” publicados em cada disciplina, e principalmente nos dados fornecidos pela pesquisa espacial para montar no laboratotio o bicho tipo proto-sistema mostrado nos seus modelos, e esse bicho tera que ser decomposto nos seus elementos fundamentais de vortices quanticos para mostrar que vieram de algum lugar fora do Universo e antes do Big Bang… alem de ter que inventar uma maquina que fotografe a auto-consciencia para provar que ela tem a face do modelo que ele sugere…
Pensando bem… isso tudo e’ coisa de malucos, nao sei por que entrei nessa, certo esta’ a minha vizinha balconista e namoradeira que vive rindo `a toa devido ser alienada em economia, politica, aquecimento global, super-populacao, esgotamento da agua-potavel, ou seja, estas coisas que tornam os musculos da face dos homens rigidos e por isso estao permanentemente serios, e mais alienada ainda dos mundos invisiveis micro e macrocosmicos, sem sequer saber o que e’ DNA ou sistemas…
Mas nao… isso tudo tem valor pratico, pois quase toda a ciencia e instrumentos tecnologicos que temos foram criados pelas teorias que sugerem novos mecanismos naturais, ideias que um dia existiram apenas na cabeca de uma pessoa, e certamente, se todos fossemos como minha vizinha, hoje nao existiriam micro-ondas, televisao, geladeira, filme pornografico da mulher melancia, etc. Estou na briga com unhas e dentes e nao largo! Vejamos quem vai ganhar esta! O tempo tem a ultima palavra…
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