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O átomo de carbono foi o primeiro grande azar dos seres vivos. Mas veja que temos a oportunidade de corrigir isso.

sábado, janeiro 12th, 2019

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Por ser a copia mais fiel do nosso pecador antepassado (a Via Láctea como sistema fechado em si mesmo, extremamente egoísta) , o átomo de carbono foi pela galaxia o selecionado e o mais indicado para o processo de reprodução do malfadado antepassado na forma de sistema biologico, ao qual denominamos de “vivos”. E agora para que nos livremos dessa maldição desse pecado original porque aconteceu antes das nossas origens, não tem como mudar a matéria do corpo humano baseando-a em outro átomo, por exemplo, o nitrogênio. A unica alternativa para esta inteira biosfera e para nos que somos parte dela, escapar de se efetivar como reprodução do estupido ancestral que “caiu” derrubado pelas leis naturais maiores do Universo, seria depurar o nosso átomo de carbono de sua densidade material, destrona-lo de sua dominância entre os outros átomos, depurando assim nosso corpo físico para permitir o desenvolvimento do feto de auto-consciência. Mas para isso teremos que ter a vontade para faze-lo, conhecer o método de como faze-lo, e esse conhecimento depende antes de conhecer a verdadeira Historia Natural Universal, entendendo porque que nosso ancestral “criador” celeste selecionou o átomo do carbono para ser o senhor dominante dos átomos nos corpos dos seres vivos.

As figuras a seguir ajudam a entender a herança do carbono desde nosso criador ancestral astronômico:

Fig.1 –

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Fig 1 – Neste desenho (feito rudemente nas condições precárias na selva amazônica), esta’ o modelo teórico do building block das galaxias, a “Formula da Matrix/DNA no seu estagio evolucionário de sistema astronômico”. Este building block ( ou tijolinho principal) esta fielmente reproduzido com átomos e moléculas como building block do DNA, a essência da “Vida”. E isto significa que houve uma direta transmissão genética do sistema astronômico onde surgimos e existimos para os sistemas biológicos, como são os corpos humanos. Se isto foi produzido por alguma entidade divina, esta passagem do macroscópico para o microscópico estava nos planos divinos antes ou na hora que criou o Universo. Se esta passagem ocorreu através das teorias cientificas como a abiogêneses, isto significa que havia um proposito pre-estabelecido que produziu a vida, ao contrario do que acreditam – que a Vida teria surgido por acaso. Não existem argumentos contra fatos, e o fato e’ que nosso DNA existia antes das nossas origens e ele veio das estrelas.

Note que trata-se de um circuito esférico e que representa um ciclo vital de um único objeto, ou corpo material (click na figura para ver ampliada). Tudo começa com uma nébula de átomos gasosos e/ou poeira cósmica oriunda da morte de um sistema anterior. Pela dinâmica do Universo a nuvem inicial gira sobre si mesma criando um vórtice turbilhonar ou rodamoinho no centro, na figura representado por F1. No interior do turbilhão formam-se esferas chamejantes constituídas de massa e energia, as quais são ejetadas (F2) imitando o nascimento de seres vivos, estas esferas são cobertas por camadas de poeira em diferentes temperaturas e estados de densidade que vão formar as placas tectônicas transformando o bolido em planetas. Quando um planeta vagando no espaço cai na orbita de uma estrela (F3), a energia/luz desta reativa o germe no núcleo e o qual começa a se alimentar das partículas nos átomos das camadas, indo formar o pulsar (F4). O pulsar ( no papel de macho do sistema), começa a “ejacular” cometas que levam energia para o centro da nebulosa (F5) para reiniciar novo ciclo quando o sistema morrer (imitando exatamente o processo de reprodução dos seres vivos). Do pulsar emerge uma estrela supernova (F6) a qual queima seu resto de material tornando-se cadáver estelar (F7), cuja matéria fragmentada vai refazer a nebulosa inicial em F1). O primeiro building block não tinha estrelas ativas para reativar o germe, mas isto foi feito num estagio primordial quando apenas existiam os átomos gasosos, como o carbono. Naquele estagio quem realizou esta dinâmica de transformações foi a onda ou ondas de luz vindas do Big Bang, e como mostro em outro artigo neste website, aquelas ondas contem em si a formula para construir ciclos vitais na matéria gasosa. Em outras palavras, ondas de luz primordiais continham em si o código para construir sistemas naturais, ou seja, o CÓDIGO DA VIDA. Nós somos agnósticos, o que significa que nada sabemos e nada temos certeza do que existe na metafisica alem das fronteiras materiais deste Universo natural, mas como existem os que tem fé em um tipo de entidade sobrenatural criadora, um Deus, por assim dizer, deveria se alegrar com esta possibilidade de que “Deus cria universos e vidas usando a luz como software geral, o que O engrandece e O restitui ao seu merecido nível de grandeza cósmica, depois de ter sido tão rebaixado pela antropomorfização como projeção da pequenez humana”.

 

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Fig 2 – O ciclo vital formando o building block de galaxias originais como circuito esférico no centro da figura é comparado com o ciclo vital humano. Observe que a formula da Matrix/DNA enquanto estava no estágio evolucionário dos astros era ( ou é) hermafrodita. Em F1 ela expressa a função geradora feminina e quando chega em F4  ela expressa a função geradora masculina ( no caso humano, o jovem tornando-se maturamente sexual como adulto e no caso astronômico, tornando-se um pulsar).

The Universal Matrix/DNA

The Universal Matrix/DNA

Fig 3 – Destes circuitos – presentes em todos os tipos de sistemas naturais – extraímos a “alma” dos sistemas naturais, uma espécie de software acompanhando todas as formas de um corpo sistêmico, o qual foi primeiro formado como ondas de luz ( como explico em outro artigo aqui). Esta especie de “alma” sera’ a Matrix Universal, que tem funcionado como o DNA funciona para todos os seres vivos, enquanto a Matrix funciona para todos os sistemas, de átomos a galaxias a células vivas.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Note que a Matrix surgiu primeiro apenas como a anatomia de uma onda de luz e veio desde então adentrando a massa/energia material modelando essa matéria em formas que reproduzem suas sete partes, ou frequências de ondas. Nesta evolução da matéria a Matrix só pode expressar a forma de corpo em que ela se encontra em dado momento, apenas mais tarde ela consegue expressar todas as formas num só sistema, o que aconteceu na forma biológica. Portanto, enquanto na sua fase de formação astronômica ela expressa separadamente as formas criadas, não existe um sistema astronômico fixo representando o building block. Assim era ( ou ainda é) com a Matrix enquanto se encontra no estagio de formação dos sistemas atômicos. Começando com o primeiro semi-átomo, o hidrogênio, este apenas materialmente expressa a função F1, apesar de eletromagneticamente já conter os princípios gerais da formula Matrix, cujas outras funções são apenas suas camadas eletrônicas. A presença de ao menos um elétron numa destas sete camadas eletrônicas faz o átomo expressar apenas a função correspondente. Quando a evolução na formação dos átomos chega no carbono, que contem seis elétrons ( numero atômico 6) e no núcleo seis prótons, seis nêutrons, a Matrix esta com sua formula completa de ciclo vital ( excetuando-se F5, pois átomos materiais não conseguem efetivar sua auto-reciclagem, ou se ressuscitarem). Por isso o carbono era o representante fiel da Matrix vinda do espaço sideral quando ela aqui iniciou a formação da forma biológica do sistema natural universal, por isso ele foi selecionado a compor e dominar os corpos dos seres vivos.

Quando a formula da Matrix foi plantada na superfície terrestre como uma espécie de semente, primeiro ela criou o ser unicelular que é hermafrodita. Então, no estado em que a formula veio, como hermafrodita, podemos ver o estado em que se encontrava os elementos macho e fêmea ( na figura abaixo), de cujo estado se originaram os cromossomas X e Y nos sistemas biológicos. Como simples curiosidade lembre-se da leitura de Gênesis, que sugere ter existido antes um paraíso perfeito ( que seria a maquina perfeita galáctica), onde existia uma arvore (cuja forma imita exatamente a forma da galaxia, inclusive com os frutos maduros amarelos nas pontas dos galhos imitando as estrelas nos braços espirais da galaxia, as folhas opacas imitando os planetas, etc.), onde teria existido Adão e Eva, e uma cobra ( cuja forma de serpente engolindo a própria cauda representa exatamente o circuito sistêmico de um sistema fechado que se auto-recicla como era o building block das galaxias) dando um conselho (para usarem o livre-arbítrio e escolherem a forma egoísta de sistema fechado), e depois a Queda, de onde os descendentes de Adão e Eva foram transformados em filhos da necessidade e num mundo infernal ( como a fragmentação e debandada dos fótons do sistema galáctico chegando na superfície da Terra e iniciando a reconstrução do ancestral celeste). Desta fantástica intuição vista nos escritores antigos estamos suspeitando que essa historia no seu aspecto cientifico esta registrada no DNA no centro dos neurônios, e casos alterados mentais produzem flashes de cenas daquela época, o que se torna as intuições com interpretações misticas equivocadas dos escritores. Se eles tivessem o conhecimento de astronomia e biologia que eu tinha quando entrei na selva, estes flashes teriam sido interpretados mais corretamente, e outra teria sido a lenda do Gênesis. Mas isto é apenas mais uma interessante hipótese que emerge de meus cálculos. Observe a figura 4:

Fig 4 – O circuito esférico é parecido com um cabo elétrico carregando internamente a corrente elétrica e alternando-se com as chaves liga-desliga, por isso, na figura azul acima, inclui a figura de um sistema elétrico domestico. Quando a chave esta em “liga”, o sistema expressa a parte ou órgão correspondente. Mas no caso da formula Matrix, o circuito esférico carrega a corrente das informações do sistema. Observe que quando chega em F4 o circuito se bifurca, lançando um ramo lateral que se constitui em F5 e retorna direto para o núcleo. Com isto, o circuito esférico total, de F1 a F7 contem todas as informações expressadas, enquanto o circuito meia-lua ou meia-face que vai de F1 a F4 expressa apenas a metade das informações, apesar de conter em si todas as informações também. Quando a formula passa do estagio astronômico para o estagio biológico, o circuito total torna-se o cromossoma feminino X, enquanto o meio-circuito torna-se o cromossoma masculino Y. No caso da reprodução sexual biológica, se a célula inicial tiver a combinação XX, o copro sera feminino, e se tiver XY sera masculino, porque a função de F4, masculina, é expressada duas vezes tornando-a dominante na construção do corpo.

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Fig 5 – O desenho artístico de um átomo de carbono, no qual não se revela as sete camadas eletrônicas:

 

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Assim como uma célula inicial reproduz sua inteira arquitetura como um organismo multicelular, assim foi nas origens da vida quando o átomo de carbono começou a se compor como molécula multiatômica. Porque o átomo não podia se reproduzir crescendo e dividindo-se por mitose como as células, ele iniciou esta evolução capturando ou ligando-se a outros tipos de átomos que expressam as outras funções da Matrix, formando assim os primeiros aminoácidos, e com estes formando as moléculas complexas como RNA, proteínas e por fim o DNA. O que não pode ser esquecido é que toda essa evolução dos sistemas biológicos – os seres vivos – esta’ ainda sendo dirigida como mero processo de reprodução do ancestral celeste, o qual, por que era dotado de livre-arbítrio, sem inteligencia ou consciência própria, apenas obedecendo a tendencia das leis da matéria – que é a busca da acomodação eterna num estado de equilíbrio termodinâmico, ou sistema fechado em si mesmo – seria um desastre para nos se viesse a se concretizar plenamente. Pois o nosso ancestral é uma maquina perfeita, funcionando como um relógio, mas uma maquina estupida, sem consciência de sua existência, e isto faria desta total biosfera na superfície deste planeta uma reprodução biológica desta maquina, na qual a especie humana seria apenas mais uma parte, uma peça, robotizada e estupida. A presença e tentativa da consciência se instalar nos sistemas biológicos na forma humana vem de outro nível do Universo, acima das galaxias, mas ela obedece ao mesmo principio de evolução dirigido pelo principio do ciclo vital, por isso, em nossas cabeças-ovos, que tem como a função de placenta o nosso cérebro, esta’ a germinar um feto de auto-consciência cósmica. Mas se vencer o processo de reprodução do ancestral celeste este feto pode ser abortado e/ou aprisionado, suprimido, o que levaria a biosfera a se constituir tecnologicamente numa maquina perfeita e nos, nela, como peça estupida, robotizada, vivendo como num paraíso auto-suficiente mas sem futuro, apenas aguardando que as transformações do planeta e do sistema solar extingua a vida aqui.

Por isso insisto em divulgar esta cosmovisão, nos temos a opção de escolha, mas apenas se soubermos que existe esta opção de escolha, e soubermos o que existe para escolher, entre o que escolher, qual o caminho a seguir. Nenhuma outra cosmovisão ou conhecimento humano esta’ nos mostrando e alertando sobre esta ameaça que paira sobre nos, a qual, ao mesmo tempo, e uma grande oportunidade para transcender-mos esta forma física e psíquica animalizada. Mas sempre insisto e lembro que elaborei apenas uma cosmovisão “teórica”, e apesar de eu ver nesta cosmovisão maior logica e racionalidade do que em todas as outras existentes que conheço, não tenho certeza absoluta de que isto é a verdade enquanto não conseguir provar factualmente a existência da Matrix/DNA, por isso, o leitor, a leitora, deve raciocinar sobre o que estou sugerindo, e dirigir seus caminhos pela sua própria cabeça. A unica coisa que imploro aos leitores é lerem e raciocinarem sobre o que encontrei como resultado das minhas erradias e debeis pesquisas, feitas nas condições rudes da selva com o cérebro torturado retornando as condições dos primatas selvagens, pois sinto que essa reflexão e extremamente necessária nesta altura da nossa evolução. Quando vejo a juventude ignorando a vida e origens naturais, se apegando a aparelhos eletrônicos como celulares e computadores, cada vez mais escrava da atenção em imagens dos videos nas redes sociais, e vídeo-games, sinto um frio no estomago porque pressinto a dominância da maquina celestial mecanizando os seus cérebros, sinto que o feto de auto-consciência se contorce em agonia ameaçando ser abortado, e como tenho como unica missão e amor na vida a busca de deixar uma geração no caminho mais próximo do ideal para melhorar suas condições de existência, só me resta gritar a existência desta cosmovisão. Mas uma andorinha só não faz verão, se não houver leitores e racionando sobre este tema, acho que nada poderá salvar as futuras gerações. Pense nisso, por favor! Ignore-me totalmente se concluíres que estou dizendo asneiras, pois nem eu sei se estou certo ou errado, me submeto ‘a sua vontade e decisão, mas que ela seja sua decisão e sem a minha influencia.

Apenas para acrescentar entendimento, permita-me apresentar a figura do que denomina “a onda de luz primordial contendo em si, como sua própria anatomia, o principio do ciclo vital, o qual nada mais é que o principio do código da vida porque e’ o principio que organizou a matéria bruta e caótica na primeira forma do sistema universal natural do qual a forma de corpo humano e apenas mais um estagio de sua evolução:

Fig 5: Uma onda de luz inicia-se com uma fonte externa e propaga-se nas dimensões do tempo e espaço pelo mesmo processo do ciclo vital pelo qual nasce e cresce e se desenvolve um corpo humano. Ela nasce como “raios gama” e morre fragmentando-se em suas partículas, os fótons. Estes adentram os elétrons nos átomos e tentam assumir sua maquinaria interna para dirigi-los a se combinarem reproduzindo a anatomia da onda de luz. Os fótons deixam os átomos combinados no processo da radiação eletromagnética, e esta radiação é o que vemos como luz, cujo conjunto forma o que denomino “onda de luz” secundaria produzida no espectro eletromagnético.

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

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A seguir, o texto de uma seita com seu link abaixo que inspirou-nos neste artigo:

Mudando a densidade do carbono

Nos estamos limpando a básica densidade do carbono fora de nossas subatômicas e molecular estruturas, e tornando menos densos e mais refinados, e nisto estamos ancorando na nossa real cristalina estrutura, a qual e de base silicato cristalino.

Isto e como pegar  um átomo de carbono na sua mais densa forma e tentando alquimicamente mudando em mais refinados estados de padrões oscilatórios de mais eleadas vibrações. Assim, este e nosso objetivo nestes tempos, como natural parte do processo de Ascensão. Portanto, e importante manter isso em mente…

(traduzido em parte do texto abaixo:

Shifting Carbon Density

… there were groups of souls (see Soul Matrix) that were responsible to anchor and work with the first five DNA strands and to participate in the Earth experiment in working with those particular levels of consciousness. Our original goal was to re-evolve the divine human template to its original intention which was as a 12 strand DNA, which would mean 12 simultaneous dimensions of existence while still retaining a particular type of form. The form would not be this dense, in terms of the carbon material our physical elemental body is comprised of at this time. It would be more of a silicate or etheric Plasma Waves type of nature. So, this is where we are going, we are clearing the carbon based density out of our molecular and Subatomic structures, and becoming less dense and more refined, in that we are starting to anchor more of our actual crystalline structure, which is of a silicate crystalline base. We can imagine that as we go through this transformation it can be very intense at times. It’s like taking the most dense carbon form, a Carbon Atom and attempting to alchemically shift that into more and more refined states of oscillating patterns of higher vibration. So, that is our goal at this time, as a natural part of what the Ascension process is. So, it’s important to keep that in mind.

https://ascensionglossary.com/index.php/Silicate_Matrix

Este texto esta numa especie de Wikipedia da seita, cujo link para pagina principal e`:

https://ascensionglossary.com/index.php/Main_Page

O principal website da seita e`:

ENERGETIC SYNTHESIS

https://energeticsynthesis.com/

Exemplo de como a Síndrome da Separação malversa valores humanos

segunda-feira, novembro 26th, 2018

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Na integra, as palavras de Carl Sagan foram:

Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, “superastros”, “líderes supremos”, todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali – num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (…)” –
Carl Sagan

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Porem, a Matrix/DNA Theory tem algo a acrescentar a estas palavras:

 

Matrix/DNA: “Bonitas palavras e com o intuito de criticar a arrogância de alguns humanos. Mas e’ a expressao de uma visao separadora entre o homem e seu Cosmos, tipico da mentalidade formada no metodo reducionista.

E’ uma maneira errada, incompleta, de ver a coisa. Nosso planeta é uma partícula nêutron dentro de um átomo astronômico chamado sistema solar dentro de uma célula chamada galaxia dentro de um sistema… que não sabemos o que é. A Terra é um ponto pela perspectiva limitada da Física e sua logica Matemática, as quais ignoram os fenômenos vitais. Mas o resultado final da evolução universal aqui não é o ponto e sim a Vida. Como a Vida não veio do sobrenatural, mas sim foi gerada pelos elementos desta galaxia, isto significa que as propriedades primitivas da vida tem que estarem presentes na anatomia da galaxia e isto esta sendo sugerido pela nova teoria da Matrix/DNA. Como micróbios de um ponto somos reduzidos ao mais insignificante, mas como a Vida no topo da evolução universal, nos tornamos bastante significantes. Essa diferença de perspectiva é de muita responsabilidade, pois a visão do ponto nos leva ao nihilismo e desmotivação para construir e nos agregar como especie, enquanto, como Vida, nos sentimos com um sério peso a carregar em nossos ombros que requer responsabilidade. Todas as estrelas, quasares e pulsares cumpriram sua missão evolutiva no seu devido tempo e entregaram a tocha a nos: de la’ nos espreitam torcendo com a esperança que demos continuidade a este esforço e os carreguemos dentro de nossa genética entregando a tocha a um destino sublime no infinito.” – Matrix/DNA

Isaac Newton: historia da vida em vídeo

sábado, novembro 10th, 2018

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https://www.youtube.com/watch?v=XVscTOt0L9A

5 meses de nossas vidas passamos no útero de nossa avo…

segunda-feira, novembro 5th, 2018

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Origens da Vida: Nova pesquisa sugere que o RNA não precisou de membrana para se formar

quarta-feira, outubro 10th, 2018

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Origin of life in membraneless protocells

October 9, 2018, Max Planck Society

https://phys.org/news/2018-10-life-membraneless-protocells.html

Uma nova perspectiva se abriu no tema da busca para explicar as origens da vida. O surgimento da primeira membrana sempre foi motivo de debate, pois se calculava que era necessário aparecer primeiro uma membrana para possibilitar a formação e desenvolvimento das primeiras biomoléculas, como enzimas, proteínas e RNA. Um forte candidato para solucionar o mistério são as bolhas como se vê formando na água. Mas agora um grupo de cientistas descobriram que os coacervados – uma espécie de protocélula – que não possuem membranas, podem conter em si biomoléculas de RNA e a ausência de membranas facilita a transferência de pedaços curtos da biomolécula entre indivíduos, fornecendo assim um complexo maior de informações. Mas quando focalizamos toda esta situação, ou quando lemos um artigo como esse, tendo em mente a formula da Matrix/DNA, nos vem a mente todas as soluções para as questões e se vê novos aspectos do problema. Deixarei aqui registrado o link para o artigo para retornar e destrinchar cada item citado. Enquanto isso, abaixo vai cópias de meus comentários publicado pela PHYS.ORG:

Morelli – posted at 10/10/18
Great job, but, still a scientific wrong worldview is avoiding to see the obvious here. From where Nature got the mechanism of self-replication? What else was – in the state of the world at that time and before that time – doing self-replication ? What means, which is the natural force, that produces the function of self-replication? Who drove the terrestrial atoms composing rocks, water, air, suddenly to such never seen before new connections that produced biomolecules? And why complex biomolecules?
There is a new theory with a new world view that suggests explanations for all these questions following a unique logic line: linking cosmological evolution with biological evolution we can find the picture of an evolutionary link, like a kind of non-biological DNA. The picture is at my website and it solves all these questions. Of course, while I can not show the real link, it is merely a theory. But theories are the drivers for science to find out the next missing information.

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V4Vendicar – not rated yet5 hours ago
membranes came first’
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Morelli posted 10/10/18 – not rated yetjust added

membranes came first’

Well… you are right. Before life’s origins, there were membranes in the sky, composed as membranes and working as membranes: the horizon event surrounding galactic nuclei. So, why Nature should to do the hard work of creating from nothing (applying magics?) the natural phenomena called “membrane”, if it already exists? Life which real name is “biological system” was generated here by the forces and elements existing in a planet belonging to a surrounding natural system called “solar”, which is inside other called Milk Way. It is always systems down. It is the same and unique evolutionary lineage. Of course, galaxies are our ancestors like bacteria are.So, really, membranes came first. I can’t understand why humans arbitrarily decided to separate universal evolution into two blocks without any evolutionary link between them… can you explain me? Thanks…

Read more at: https://phys.org/news/2018-10-life-membraneless-protocells.html#jCp

A semente da Vida da galaxia para os planetas

domingo, outubro 7th, 2018

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http://despertardanovaconsciencia.blogspot.com/2012/03/decreto-para-eliminar-programacoes.html

MatrixDNA a semente da Vida chegando 'a Terra

Excelente imagem , verificar no link questão de direitos autorais para inserir no livro.

Origens da vida: Joel de Rosnay, entrevista interessante e livro a comprar

terça-feira, setembro 25th, 2018

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https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

( Obs: Procurar este livro, versao em ingles: Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil )

Desde Aristóteles, há 2300 anos, aos bioquímicos dos laboratórios computadorizados dos dias atuais, filósofos e cientistas – para não falar dos pensadores religiosos de todos os credos e épocas – têm procurado a resposta para aquilo que seguramente é a maior interrogação sobre a face da terra: como , quando e por que surgiu o que se chama vida? Esta portentosa pergunta, comparável apenas a indagação sobre a origem do Universo, desdobra-se numa variedade tão grande de complexas questões que chega a lembrar as assombrosas diversidade das formas vivas que povoaram este planeta.

Terá sido, por exemplo, um acidente num percurso dos componentes primitivos a matéria inanimada – o acaso, em suma, a matriz primeira da matéria orgânica? Ou, desde a formação da terra, uma lógica implacável determinou o nascimento das moléculas vitais? E que peculiaríssimo arranjo químico foi esse que, até onde a ainda precária vista humana alcança, só parece ter impregnado um único corpo celeste? Excluída a idéia da intervenção divina, pelo simples motivo de que tal resposta está além de qualquer verificação cientifica, restam as hipóteses construídas pelos próprios cientistas.
Estas não apenas são verossímeis, dado o acumulo de conhecimentos que permitiu formulá-las e testá-las, como também descrevem o que talvez seja a suprema odisséia já ocorrida nestas paragens do Cosmo. Do casamento das chamadas ciências planetárias, como a Geologia, a Climatologia e o estudo da atmosfera, com a Biologia Molecular e a Microbiologia, emergiu enfim uma explicação coerente e articulada para o enigma da vida. Poucos cientistas têm tanta familiaridade com cada tijolo dessa construção admirável quanto o francês Joël de Rosnay.

Aos 52 anos, químico de formação, ex-pesquisador do Instituto Pasteur, de Paris, e do não menos renomado Massachusetts Institute of Technology, em Cambrigde, Estados Unidos, Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil, assim como o anterior. Atual diretor da Cidade das Ciências, de La Villette, define-se como “um misto de administrador, cientista e comunicador”. Nesta entrevista a Dominique Simonnet, da revista francesa L’Express, que SUPERINTERESSANTE publica com exclusividade para o Brasil, Rosnay sustenta que “ a vida é o resultado de uma longa evolução”.

Já se passaram mais de vinte anos desde a publicação de seu livro As origens da vida. Nesses vinte anos o mistério original se esclareceu?

Em parte. As recentes descobertas confirmaram sobretudo uma grande idéia: a vida não apareceu por acaso. Ao contrário, ela é o resultado de uma longa evolução da matéria, das moléculas simples às primeira células. É um processo continuo intimamente ligado à evolução da própria terra. A novidade é que foi possível reproduzir em laboratório as principais etapas desse processo.

A idéia de que a vida surgiu da matéria lembra o conceito de “geração espontânea” dos nossos bisavós. Quer dizer então que eles não estavam completamente errados?

É verdade. Mas eles acreditavam que os vermes brotavam da imundície e as moscas, da carne estragada. No século XVII, um célebre médico chegou mesmo a dar uma receita para a criação de ratos em 21 dias a partir de um grão de trigo e de uma camisa suja. Pasteur acabou com esse mito: as gerações espontâneas eram na realidade devidas aos microorganismos que proliferam num ambiente. Na época concluiu-se daí que a vida só poderia nascer da vida. Como então explicar sua primeira aparição? Só havia duas soluções: uma origem divina, mas aí já não se tratava de ciência, ou uma origem extraterrestre – meteoritos teriam trazido os germes da vida, o que tampouco resolvia o problema. A ciência ficou assim bloqueada anos a fio.

Até que finalmente ela se resignou a estabelecer a ponto entre a matéria e a vida.
Sim. Graças em parte a Darwin, que introduziu a idéia fundamental da evolução do tempo. Isso seaplica as espécies vivas, desde o primeiro organismo até o homem. Mas também, como Darwin sugeriu, às moléculas antes mesmo das primeiras células. No começo do século, os bioquímicos Aleksander Oparin e John Burdon Halden afirmaram que os componentes da vida se formaram a partir das moléculas simples que se encontravam na Terra por ocasião de sua formação, há 4,5 bilhões de anos.

Por que isso aconteceu na Terra?

Porque se trata de um planeta realmente peculiar: possui uma massa suficiente para reter gases numa atmosfera; fica a uma boa distância de uma estrela, o Sol, que irradia infravermelhos e ultravioleta capazes de desencadear reações químicas. Sob o efeito dos raios ultravioleta do Sol e dos violentos relâmpagos terrestres, as moléculas de gás da atmosfera primitiva (principalmente metano, amônia e vapor de água) se partiram e se recombinaram em elementos mais complexos: as primeiras moléculas, a que chamamos orgânicas, porque elas entram hoje na composição dos seres vivos. Durante milhões de anos, essas moléculas caíram do céu, trazidas pelas chuvas resultantes da condensação do vapor de água nas camadas frias da atmosfera. Assim se fixaram duas características essenciais do mundo vivo: sua composição química – todos os organismos são feitos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio: e sua fonte de energia – o Sol.

Como se descobriu isso?

Mediante simulações em laboratório. A mais célebre foi realizada nos anos 50. Um jovem químico, Stanley Miller, fechou uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água (os quatro gases da atmosfera primitiva) num tubo de ensaio, que foi submetido a poderosas descargas elétricas para simular os relâmpagos e que ele havia equipado com um sistema de condenação da água para fazer as vezes das chuvas. Ao cabo de uma semana, ele obteve um liquido vermelho – alaranjado, onde encontrou notadamente aminoácidos, elementos essenciais dos seres vivos. Estava estabelecida a prova de que compostos orgânicos podiam se formar a partir de moléculas inertes.

Apesar disso, fica faltando a dimensão do tempo, è qual o senhor dá importância.

Sim, mas em laboratório sabe-se acelerar as reações e abreviar a duração. Além disso, de seu lado, os astrofísicos descobriram moléculas orgânicas no espaço, mais de setenta em quinze anos. Em 1986 a sonda Giotto encontrou tais moléculas no núcleo do Cometa de Halley. Isso mostra que antigamente a formação dessas moléculas não era um caso excepcional no Universo. Duas delas, o formaldeído e o ácido cianídrico, parecem haver desempenhado um papel importante: submetidas aos raios ultravioleta, deram origem a duas das quatro bases que compõem o DNA, o suporte de hereditariedade, ou seja, duas das quatro “letras” do código genético que caracteriza os seres vivos. Todas essas moléculas se acumularam inicialmente num gigantesco caldo de cultura, a sopa primitiva. As reações essenciais não se produziram apenas nos oceanos, como se acreditou durante muito tempo, mas também nas lagunas e nos pântanos, lugares secos e quentes de dia, frios e úmidos à noite, e sem dúvida no barro. Tais ambientes desempenharam o papel de desencadeadores das reações.

Ora, a vida nascida do barro. Reencontra-se um dos grandes mitos da criação.

Sim. Os pesquisadores israelenses e americanos que simularam em laboratório os ciclos de secamento dos mares confirmaram: em presença do barro, as famosas bases se juntam espontaneamente em pequenas cadeias de DNA e sobretudo de RNA, o outro suporte da informação genética ( que duplica o DNA da célula). Ora, segundo uma descoberta realizada em 1986 pelo americano Thomas Cech, esse RNA tem um poder extraordinário – o de auto-reproduzir. Outra experiência, esta do americano Sidney Fox, permite completar o argumento. Segundo ele, certas moléculas se aglutinaram na sopa primitiva em numerosíssimas bolinhas, as “microsferas”, de certa forma como gotas de óleo na água. Foi uma grande novidade: cada gota podia, com efeito, possuir um conteúdo químico próprio. Sabe-se que certas reações internas podem destruí-la; outras, ao contrário, podem estabelecer sua estabilidade. Resultado: aquelas que dispunham de um conteúdo favorável puderam subsistir notadamente as que colhiam as famosas cadeia de RNA, capazes de se auto-reproduzir. Essa seleção natural química durou um bom bilhão de ano. Houve portanto luta pela vida – antes da vida.

Mas a partir de que momento existe vida

É uma questão de definição. Admite-se geralmente que um organismo vivo é um sistema capaz de assegurar sua própria conservação, de se gerir a si próprio e de se reproduzir – três propriedades que se aplicam a célula. Um cristal, ao contrário, não vive: ele é capaz de se reproduzir, mas não de metabolizar energia. O caso do vírus é mais ambíguo. Pode-se, por exemplo, transformar um vírus, como o mosaico do tabaco (TMV), em cristais, como o do açúcar comum, e conservá-lo durante anos. Ele não se reproduz, ele não se manifesta, ele não “vive”. E depois, um dia, pode-se buscar o pó, acrescentar-lhe água e despejar um pouco da solução numa folha de tabaco. A planta apresentará rapidamente sinais de infecção: o vírus reencontrou seus poderes e se reproduz a uma velocidade assombrosa. Digamos então que o vírus se situa na fronteira da vida. Segundo uma teoria original, os vírus seriam estruturas aperfeiçoadas, células que teriam evoluído livrando-se do estorvo do material da reprodução para se reduzirem a sua expressão mais simples. Em todo caso, ao contrario do que se chegou a acreditar, os vírus certamente não foram as primeiras formas de vida, pois eles necessitam de estruturas vivas para se reproduzir.

Os primeiros seres vivos foram portanto as esferas dotadas de RNA, as “gostas de vida”?

Provavelmente. Essa vida teria então invadido a terra muito depressa, ela teria contaminado como … um vírus. Talvez em menos de um ano, quem sabe. Quase nada., comparando aos bilhões de anos precedente. Não esqueça: quando uma célula se divide em duas, depois em quatro, oito dezesseis, 32 etc., chega-se muitos rapidamente a quantidades astronômicas. Além do que, naquela época não havia nada que destruísse os primeiros organismos. Hoje, qualquer tentativa de aparecimento de uma nova vida seria instantaneamente aniquilada pelos atuais seres vivos. A vida queimou as pontes atrás de si.

Quando ocorreu aquela contaminação?

Pelo menos a 3,5 bilhões de anos, visto que os mais antigos fósseis de bactérias, descobertos na Austrália, datam desse período. Em seguida, no interior das microgotas, o jogo das estruturas químicas conduziu progressivamente ao estabelecimento de um código genético rudimentar, depois à dupla hélice do DNA – este se impôs porque apresentava vantagens sobre o RNA, principalmente uma estabilidade maior. Mas como isso se deu? Os biólogos ainda não sabem. É um dos seus principais elos perdidos.

Será que algum designo, ou alguma lógica teria conduzido a natureza a inventar o DNA?

A natureza não “inventa” nada, não tem intenções; ela procede por eliminação. A vantagem do DNA é ter permitido,, mediante o jogo das mutações, uma variedade considerável de formas vivas. Com o tempo, o ambiente criou novas condições, novas necessidades. Os organismos que não foram capazes de se adaptar a elas acabaram eliminados. Os outros proliferaram. É o principio darwiniano da seleção natural.

Mas, se existem necessidades, não se pode dizer que o acaso participe dessa história?

Alguns pensam que a vida nasceu por acaso, por um arranjo acidental nos oceanos. O que faria da vida um acontecimento exclusivamente terrestre. Mas, para a maioria dos cientistas, a primazia é da necessidade. Nesse caso, todo planeta que contenha água e se encontre a uma distância ótima de uma estrela quente pode ter acumulado moléculas da mesma maneira que a terra. E estas, ao se tornarem mais complexas, desembocaram substancias químicas com seu meio etc. assim de necessidade em necessidade, a evolução química pode acabar resultando em seres vivos rudimentares.

Então a vida em outros planetas também se basearia no DNA?

Provavelmente. O DNA se insere numa evolução química lógica do Universo.

Depois que apareceu o DNA, o que aconteceu?

As microgotas continuaram a aperfeiçoar seu metabolismo. Depois da fermentação, a forma mais primitiva de obtenção de energia, que se produz na ausência de oxigênio, surgiram a fotossíntese e a respiração. A primeira se baseia na clorofila; a segunda, na hemoglobina. O universo de uma é verde. O da outra, vermelho. Mas essas duas moléculas são praticamente idênticas e provavelmente originarias de um mesmo “ancestral químico”. O surgimento da fotossíntese encheu o ambiente de oxigênio – o que sem duvida fez surgir na alta atmosfera a famosa camada protetora de ozônio. Produziu-se então uma separação entre aqueles que obtinham energia diretamente a partir do Sol e aqueles que absorviam as substâncias e o oxigênio rejeitados pelos outros. É a espoleta da separação entre mundo animal e mundo vegetal.

Já? Num estágio tão primitivo?

Assim se acredita. A árvore da vida ramificou muito cedo. Depois das bactérias e das algas aparecem as células ais complexas, dotadas de um núcleo e de órgãos… ? duvida Segundo uma teoria muito recente. Tais células teriam resultado de simbioses: a célula vegetal, por exemplo, seria uma célula na qual teria ido viver uma alga – e assim teria constituído nela o cloroplasto. A célula animal com núcleo teria da mesma forma, acolhido uma bactéria – que nela viria a se transformar na mitocôndria, uma espécie de minicentral de produção de energia.

Uma lógica de associação, desta vez?

Sim. Pois chegou um momento em que nenhuma dessas células pôde evoluir sozinha. Os dejetos que elas, por assim dizer, cuspiam no ambiente as envenenavam: elas também conheceram a poluição. Seu modo de sobrevivência foi se associar em sistemas, o que oferecia a vantagem de diversificar o trabalho. Então elas se diferenciaram. Vê-se ainda esse fenômeno no caso do volvox, pequena célula independente munida de flagelos: num meio pobre em substâncias nutritivas, esses organismos secretam uma espécie de gel e se colam uns aos outros formando um colônia que pode alcançar vários milhares de espécimes. Então eles se deslocam todos na mesma direção, de maneira muito coordenada, formando uma única entidade. Talvez tenha sido uma lógica parecida que tornou possível o aparecimento dos primeiros seres multicelulares. Também a sexualidade teve seu papel: é um modo de fundir o DNA, portanto, de criar variedade. Depois, a árvore da vida continuou a se ramificar: os cogumelos, as algas multicelulares, as esponjas, os corais, os peixes, os insetos, os pássaros, os mamíferos…

… e o homem, enfim. O senhor … ? duvida

Sim, se considera que a sociedade humana forma com a biosfera (ou seja, a parte viva do planeta) um gigantesco organismo que vive e continua a evoluir. As invenções do cérebro humano serão agora os equivalentes das mutações.

Mas se está muito longe das primeiras gotas de vida.

Nem tanto. O DNA guarda na memória trações da evolução biológica. No curso de seu desenvolvimento, um feto revive rapidamente algumas etapas dessa evolução. Nosso cérebro, com suas três partes – , é igualmente o resultado de um espécie de sedimentação. E a composição química de nossos tecidos permanece muito semelhante à do meio orgânico há 4,5 bilhões de anos: cada uma de nossas células é um pedacinho do oceano primitivo do qual emergiu a vida. De fato, nosso corpo inteiro continua a contar a história de nossas origens.

Célula viva x célula morta. O que faz a diferença?!

quarta-feira, junho 20th, 2018

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Imagine uma célula viva, movendo-se internamente em milhões de metabolismos e reações químicas e externamente capturando os átomos do ambiente para obter energia e massa. Ao seu lado tem outra célula igual, tendo tudo o que sabemos que células tem, igual a outra, porém está totalmente imóvel. E esta’ se deteriorando, desaparecendo. Perguntei a um biólogo porque esta diferença e ele respondeu que “se a célula morta tem tudo igual e sem algum repentino defeito, não pode ser uma doença ou ferimento. Se o ambiente é o mesmo não pode ser variações de temperatura, etc. Então somos obrigados a concluir que por algum motive a célula mostra não conseguiu alimento a tempo e sua energia acabou”.

Não gostei da resposta, não consegui engoli-la. Pois se fosse isso bastaria dar um jump, uma recarga, de energia nela, como fazemos na bateria de um carro que “morreu”.

Bem,.., para resumir, a cosmovisão da Matrix/DNA esta’ cansada de apontar outra resposta. Em mais de 2.000 artigos, milhares de evidencias e centenas de previsões acertadas, ela esta’ sugerindo a existência de uma formula natural porque nos reviramos a natureza de de todas as maneiras e sempre apareceu um mesmo padrão no local exato do mistério. O padrão comum responde todas as questões feitas ate agora em toda a historia da humanidade sobre este universo captável aos nossos sensores. A cosmovisão tem insistido que todos os sistemas naturais ( e células são sistemas) são constituídos de hardware e software. O software que explica o hardware e sua evolução é um diagrama de uma formula funcional. esta formula foi encontrada numa simples porem primordial onda de luz, desde a emitida no Big Bang. Logo o software e’ composto de luz e se apresenta como uma formula para sistemas, a formula Matrix/DNA. Esta formula que surgiu como onda de luz e’ o principio vital que imprime movimento, vida aos hardwares, aos sistemas. O que saiu da célula morta, por algum motivo, foi a luz e na forma da formula, e não energia.

( pensamento inspirado na seguinte pergunta de um leitor:

” The real question, for me at least, is… What does a living cell have that is missing in death? i.e. What is a dead cell missing that a living cell has? Perhaps I don’t understand biology well enough (which i don’t lol) but it seems like on a molecular level a living and a dead cell are identical, both made of the same molecules (water, cellulose, dna, proteins, etc) So what is lost when a cell dies? What is needed to make the bundle of molecules (a cell) become animated? to actively seek out other atoms and molecules to use for energy? Just adding electricity doesn’t bring a dead cell back to life, so the missing item isn’t just electricity. “

Sistemas inteligentes e conscientes nao baseados em carbono

segunda-feira, junho 4th, 2018

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Debate com a Matrix/DNA num forum na Internet:

Pergunta ao grupo em geral: “Tem alguma possibilidade de que exista outra forma de vida nao baseada no carbono?”

Resposta da Matrix/DNA:

Bem, Segundo a ciencia oficial, o carbono possibilitou este tipo de vida que temos neste planeta porque o carbono era o melhor atomo em construir longas cadeias com outros atomos interligados, alem da formidavel capacidade de realizar loops, etc. E a mesma ciencia oficial afirma ter descoberto que ao menos um outro atomo, o silicio, tem identicas ou quase identicas propriedades. Agora, teorizando um pouco baseado nestas informacoes e lembrando que nos temos construido computadores onde as partes mais sensiveis sao feitas de silicio e que estamos na direcao de inserir Inteligencia Artificial nestes computadores, Podemos imaginar que pode exitir no future aqui na Terra uma forma de vida inteligente baseado no silicio sendo que a vida baseado em carbono tenha sido a muito tempo extinta. Entao o que diriam os silicianos ao descobriram fosseis de vivos baeados em carbono?

– ” Oh, nos pri0mordios existiu uma forma de vida muita primitiva e formada de carbono, que esteve na base das nossas origens… coitadas daquelas quase bacterias de carbono… nao existem mais…”

Agora saindo do terreno da ciencia oficial mas mantendo ainda os fatos reais conhecidos pela ciencia oficial, vamos ao reino da Matrix/DNA. Esta sugere que podemos falar como os silicianos: ” oh,… nos primordios, mesmo antes das estrelas produzirem atomos acima de 5 particulas, como e’ o carbono 6, existia vida que esteve na base de nossas origens, entao em que era baseado esta vida?

Para responder esta pergunta e’ preciso antes trocar a palavra “vida” pelo nome “sistema funcional”, e mais ainda, segundo a Matrix/DNA, pelo nome de “o sistema funcional universal, unico neste Universo”, captado pelos nossos cinco sentidos e atuais instrumentos de medicao cientificos. A palavra vida separa coisas dentro deste Universo. Quando um dos sistemas do Universo diz que e’ vivo, e os outros nao, ele esta tentando subir e se sentar num trono que nao existe, ele esta se separando do Universo que nao admite a separacao de todas suas coisas interconectadas porque ele em si e’ um so e mesmo Universo, como poderia algo ser separados e dentro dele? Por isso, por se separar do Universo a vida nao consegue encontrar suas origens. (aplausos)…

O nome sistema resolve o problema porque a ciencia oficial sabe que os vivos sao sistemas em si e sabe que tanto os atomos como as galaxias tambem sao sistemas. Da mesma forma que uma especie futura mais inteligente como os silicianos nao tiveram problema algum em ver que a vida baseada em silicio foi antecedida por uma ancestral vida baseada em carbono, nos deveriamos ter hoje essa inteligencia para entender e admitir que a nossa vida baseada em carbono foi antecedida por ancestrais vivos nao baseados em carbono… (esfusiantes aplausos).

Parece-me que a comunidade cientifica academica – ou ao menos aqueles que me criticaram nos foruns quando mencionei esta ideia – esta repetindo o mesmo pecado dos religiosos que nao aceitam e acham uma ofensa dizer que os humanos vieram de primatas, quando essa mesma comunidade nem sequer admitiu pensar que nos, os carbonados, viemos de ancestrais primitivos nao carbonados. Que nos, os biologicos, viemos de ancestrais primitivos nao-biologicos. Porque a resistencia, qual a ofensa nisso? Estariam tao melindrados quanto os que creem que sao descendentes de Adao e Eva?(aplausos)

Um dos outros elementos em que se baseou uma destas formas primitvas de vida, talvez a mais primitiva de todas, temos quase certeza que foi o foton. Mas ainda tem outra coisa. Os silicianos podem descobrir que possuam um padrao de codigo formados nao apenas pelos atomos mas tambem que pode nao ser necessariamente genetico, nem o DNA, porem ao descobriram o DNA biologico nos fosseis da vida antiga extinta podem acabar descobrindo que o seu atual codigo esta montado e ainda contem o sutil codigo em forma de DNA como template do codigo siciliano. Em outras palavras o DNA biologico pode nao existir mais na forma biologica porem ele existe numa forma talvez energetica, o que vale dizer que ele ainda existe. Da mesma forma, na Matrix/DNA nos suspeitamos que o codigo fotonico subjaz o codigo na forma de DNA. Ou seja, O DNA seria como um cerebro onde a operacao fundamental sao as sinapses, e no caso do DNA exista uma forma precursora das sinapses que seria uma network de fotons. Infelizmente nossos cinco sentidos e nossos instrumentos cientificos ainda nao captam estas sinapses no DNA o que e’ explicavel quando nos lembramos que nossos instrumentos cientificos apenas muito recentemente captou as sinapses no cerebro humano as quais sao milhares ou milhoes de vezes mais visiveis e maiores que as sinapses no DNA. Sim, e’ possivel, e provavel que exista outras formas de vida baseadas em outros elementos que nao sejam o carbono. Inclusive que tenham existido tais formas de vida que hoje nao existem mais ou existem como quasi-fosseis, como sao nossos ancestrais atomos e galaxias.

Vale ainda lembrar que a ciencia oficial descobriu ( e aqui me desculpem que me falha a memoria em que artigo cientifico eu li isso, mas sei que era confiavel e revelador porque ao ler aquilo eu corri a estudar a tabela periodica com novo olhar), a ciencia descobriu que a cada 7 ( ou oito?) elementos da tabela periodica, o proxima elemento repete as mesmas propriedades de um atomo localizado antes na tabela. Eu calculei que entao existe um ciclo vital na formacao dos elementos, o qual se repete a cada sete geracoes, ou seja, ate a evolucao dos elementos basilares do universo obedece ao mesmo processo da evolucao universal. Se isso for verdade, ou seja, se a ciencia oficial descobrir que o processo do ciclo vital esta inserido na formacao dos elementos, confirmando minha previsao, isto significa que a  cada 7 atomos ou cada sete diferentes numeros atomicos depois do carbono existe outro atomo que pode ser a base da vida ( desculpem, a base de sistemas funcionais) de uma forma de vida/sistema bastante diferente da nossa baseado em carbono. Se existem arredondando, 180 elementos na tabela, deveriamos divider 180 por sete que vai dar cerca 26 atomos que podem ser a base de 26 formas de vida diferentes da nossa. E cada uma sera uma estontante surpresa abrindo um leque para milhoes de coisas que ainda desconhecemos. Imaginem cada uma dessa colossal surpresa multiplicada por 26… e dentro deste nosso Universo…

 

Origens da Vida: Pesquisar novos ingredientes: sulfites e bisulfites

sexta-feira, abril 13th, 2018

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Brewing up Earth’s earliest life

https://www.sciencedaily.com/releases/2018/04/180409103833.htm

Large concentrations of sulfites and bisulfites in shallow lakes may have set the stage for Earth’s first biological molecules. Planetary scientists have found that large concentrations of sulfites and bisulfites in shallow lakes may have set the stage for synthesizing Earth’s first life forms.

Data: April 9, 2018