Posts Tagged ‘Vida’

Isaac Newton: historia da vida em vídeo

sábado, novembro 10th, 2018

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https://www.youtube.com/watch?v=XVscTOt0L9A

5 meses de nossas vidas passamos no útero de nossa avo…

segunda-feira, novembro 5th, 2018

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A imagem pode conter: texto

Origens da Vida: Nova pesquisa sugere que o RNA não precisou de membrana para se formar

quarta-feira, outubro 10th, 2018

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Origin of life in membraneless protocells

October 9, 2018, Max Planck Society

https://phys.org/news/2018-10-life-membraneless-protocells.html

Uma nova perspectiva se abriu no tema da busca para explicar as origens da vida. O surgimento da primeira membrana sempre foi motivo de debate, pois se calculava que era necessário aparecer primeiro uma membrana para possibilitar a formação e desenvolvimento das primeiras biomoléculas, como enzimas, proteínas e RNA. Um forte candidato para solucionar o mistério são as bolhas como se vê formando na água. Mas agora um grupo de cientistas descobriram que os coacervados – uma espécie de protocélula – que não possuem membranas, podem conter em si biomoléculas de RNA e a ausência de membranas facilita a transferência de pedaços curtos da biomolécula entre indivíduos, fornecendo assim um complexo maior de informações. Mas quando focalizamos toda esta situação, ou quando lemos um artigo como esse, tendo em mente a formula da Matrix/DNA, nos vem a mente todas as soluções para as questões e se vê novos aspectos do problema. Deixarei aqui registrado o link para o artigo para retornar e destrinchar cada item citado. Enquanto isso, abaixo vai cópias de meus comentários publicado pela PHYS.ORG:

Morelli – posted at 10/10/18
Great job, but, still a scientific wrong worldview is avoiding to see the obvious here. From where Nature got the mechanism of self-replication? What else was – in the state of the world at that time and before that time – doing self-replication ? What means, which is the natural force, that produces the function of self-replication? Who drove the terrestrial atoms composing rocks, water, air, suddenly to such never seen before new connections that produced biomolecules? And why complex biomolecules?
There is a new theory with a new world view that suggests explanations for all these questions following a unique logic line: linking cosmological evolution with biological evolution we can find the picture of an evolutionary link, like a kind of non-biological DNA. The picture is at my website and it solves all these questions. Of course, while I can not show the real link, it is merely a theory. But theories are the drivers for science to find out the next missing information.

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V4Vendicar – not rated yet5 hours ago
membranes came first’
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Morelli posted 10/10/18 – not rated yetjust added

membranes came first’

Well… you are right. Before life’s origins, there were membranes in the sky, composed as membranes and working as membranes: the horizon event surrounding galactic nuclei. So, why Nature should to do the hard work of creating from nothing (applying magics?) the natural phenomena called “membrane”, if it already exists? Life which real name is “biological system” was generated here by the forces and elements existing in a planet belonging to a surrounding natural system called “solar”, which is inside other called Milk Way. It is always systems down. It is the same and unique evolutionary lineage. Of course, galaxies are our ancestors like bacteria are.So, really, membranes came first. I can’t understand why humans arbitrarily decided to separate universal evolution into two blocks without any evolutionary link between them… can you explain me? Thanks…

Read more at: https://phys.org/news/2018-10-life-membraneless-protocells.html#jCp

A semente da Vida da galaxia para os planetas

domingo, outubro 7th, 2018

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http://despertardanovaconsciencia.blogspot.com/2012/03/decreto-para-eliminar-programacoes.html

MatrixDNA a semente da Vida chegando 'a Terra

Excelente imagem , verificar no link questão de direitos autorais para inserir no livro.

Origens da vida: Joel de Rosnay, entrevista interessante e livro a comprar

terça-feira, setembro 25th, 2018

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https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

( Obs: Procurar este livro, versao em ingles: Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil )

Desde Aristóteles, há 2300 anos, aos bioquímicos dos laboratórios computadorizados dos dias atuais, filósofos e cientistas – para não falar dos pensadores religiosos de todos os credos e épocas – têm procurado a resposta para aquilo que seguramente é a maior interrogação sobre a face da terra: como , quando e por que surgiu o que se chama vida? Esta portentosa pergunta, comparável apenas a indagação sobre a origem do Universo, desdobra-se numa variedade tão grande de complexas questões que chega a lembrar as assombrosas diversidade das formas vivas que povoaram este planeta.

Terá sido, por exemplo, um acidente num percurso dos componentes primitivos a matéria inanimada – o acaso, em suma, a matriz primeira da matéria orgânica? Ou, desde a formação da terra, uma lógica implacável determinou o nascimento das moléculas vitais? E que peculiaríssimo arranjo químico foi esse que, até onde a ainda precária vista humana alcança, só parece ter impregnado um único corpo celeste? Excluída a idéia da intervenção divina, pelo simples motivo de que tal resposta está além de qualquer verificação cientifica, restam as hipóteses construídas pelos próprios cientistas.
Estas não apenas são verossímeis, dado o acumulo de conhecimentos que permitiu formulá-las e testá-las, como também descrevem o que talvez seja a suprema odisséia já ocorrida nestas paragens do Cosmo. Do casamento das chamadas ciências planetárias, como a Geologia, a Climatologia e o estudo da atmosfera, com a Biologia Molecular e a Microbiologia, emergiu enfim uma explicação coerente e articulada para o enigma da vida. Poucos cientistas têm tanta familiaridade com cada tijolo dessa construção admirável quanto o francês Joël de Rosnay.

Aos 52 anos, químico de formação, ex-pesquisador do Instituto Pasteur, de Paris, e do não menos renomado Massachusetts Institute of Technology, em Cambrigde, Estados Unidos, Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil, assim como o anterior. Atual diretor da Cidade das Ciências, de La Villette, define-se como “um misto de administrador, cientista e comunicador”. Nesta entrevista a Dominique Simonnet, da revista francesa L’Express, que SUPERINTERESSANTE publica com exclusividade para o Brasil, Rosnay sustenta que “ a vida é o resultado de uma longa evolução”.

Já se passaram mais de vinte anos desde a publicação de seu livro As origens da vida. Nesses vinte anos o mistério original se esclareceu?

Em parte. As recentes descobertas confirmaram sobretudo uma grande idéia: a vida não apareceu por acaso. Ao contrário, ela é o resultado de uma longa evolução da matéria, das moléculas simples às primeira células. É um processo continuo intimamente ligado à evolução da própria terra. A novidade é que foi possível reproduzir em laboratório as principais etapas desse processo.

A idéia de que a vida surgiu da matéria lembra o conceito de “geração espontânea” dos nossos bisavós. Quer dizer então que eles não estavam completamente errados?

É verdade. Mas eles acreditavam que os vermes brotavam da imundície e as moscas, da carne estragada. No século XVII, um célebre médico chegou mesmo a dar uma receita para a criação de ratos em 21 dias a partir de um grão de trigo e de uma camisa suja. Pasteur acabou com esse mito: as gerações espontâneas eram na realidade devidas aos microorganismos que proliferam num ambiente. Na época concluiu-se daí que a vida só poderia nascer da vida. Como então explicar sua primeira aparição? Só havia duas soluções: uma origem divina, mas aí já não se tratava de ciência, ou uma origem extraterrestre – meteoritos teriam trazido os germes da vida, o que tampouco resolvia o problema. A ciência ficou assim bloqueada anos a fio.

Até que finalmente ela se resignou a estabelecer a ponto entre a matéria e a vida.
Sim. Graças em parte a Darwin, que introduziu a idéia fundamental da evolução do tempo. Isso seaplica as espécies vivas, desde o primeiro organismo até o homem. Mas também, como Darwin sugeriu, às moléculas antes mesmo das primeiras células. No começo do século, os bioquímicos Aleksander Oparin e John Burdon Halden afirmaram que os componentes da vida se formaram a partir das moléculas simples que se encontravam na Terra por ocasião de sua formação, há 4,5 bilhões de anos.

Por que isso aconteceu na Terra?

Porque se trata de um planeta realmente peculiar: possui uma massa suficiente para reter gases numa atmosfera; fica a uma boa distância de uma estrela, o Sol, que irradia infravermelhos e ultravioleta capazes de desencadear reações químicas. Sob o efeito dos raios ultravioleta do Sol e dos violentos relâmpagos terrestres, as moléculas de gás da atmosfera primitiva (principalmente metano, amônia e vapor de água) se partiram e se recombinaram em elementos mais complexos: as primeiras moléculas, a que chamamos orgânicas, porque elas entram hoje na composição dos seres vivos. Durante milhões de anos, essas moléculas caíram do céu, trazidas pelas chuvas resultantes da condensação do vapor de água nas camadas frias da atmosfera. Assim se fixaram duas características essenciais do mundo vivo: sua composição química – todos os organismos são feitos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio: e sua fonte de energia – o Sol.

Como se descobriu isso?

Mediante simulações em laboratório. A mais célebre foi realizada nos anos 50. Um jovem químico, Stanley Miller, fechou uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água (os quatro gases da atmosfera primitiva) num tubo de ensaio, que foi submetido a poderosas descargas elétricas para simular os relâmpagos e que ele havia equipado com um sistema de condenação da água para fazer as vezes das chuvas. Ao cabo de uma semana, ele obteve um liquido vermelho – alaranjado, onde encontrou notadamente aminoácidos, elementos essenciais dos seres vivos. Estava estabelecida a prova de que compostos orgânicos podiam se formar a partir de moléculas inertes.

Apesar disso, fica faltando a dimensão do tempo, è qual o senhor dá importância.

Sim, mas em laboratório sabe-se acelerar as reações e abreviar a duração. Além disso, de seu lado, os astrofísicos descobriram moléculas orgânicas no espaço, mais de setenta em quinze anos. Em 1986 a sonda Giotto encontrou tais moléculas no núcleo do Cometa de Halley. Isso mostra que antigamente a formação dessas moléculas não era um caso excepcional no Universo. Duas delas, o formaldeído e o ácido cianídrico, parecem haver desempenhado um papel importante: submetidas aos raios ultravioleta, deram origem a duas das quatro bases que compõem o DNA, o suporte de hereditariedade, ou seja, duas das quatro “letras” do código genético que caracteriza os seres vivos. Todas essas moléculas se acumularam inicialmente num gigantesco caldo de cultura, a sopa primitiva. As reações essenciais não se produziram apenas nos oceanos, como se acreditou durante muito tempo, mas também nas lagunas e nos pântanos, lugares secos e quentes de dia, frios e úmidos à noite, e sem dúvida no barro. Tais ambientes desempenharam o papel de desencadeadores das reações.

Ora, a vida nascida do barro. Reencontra-se um dos grandes mitos da criação.

Sim. Os pesquisadores israelenses e americanos que simularam em laboratório os ciclos de secamento dos mares confirmaram: em presença do barro, as famosas bases se juntam espontaneamente em pequenas cadeias de DNA e sobretudo de RNA, o outro suporte da informação genética ( que duplica o DNA da célula). Ora, segundo uma descoberta realizada em 1986 pelo americano Thomas Cech, esse RNA tem um poder extraordinário – o de auto-reproduzir. Outra experiência, esta do americano Sidney Fox, permite completar o argumento. Segundo ele, certas moléculas se aglutinaram na sopa primitiva em numerosíssimas bolinhas, as “microsferas”, de certa forma como gotas de óleo na água. Foi uma grande novidade: cada gota podia, com efeito, possuir um conteúdo químico próprio. Sabe-se que certas reações internas podem destruí-la; outras, ao contrário, podem estabelecer sua estabilidade. Resultado: aquelas que dispunham de um conteúdo favorável puderam subsistir notadamente as que colhiam as famosas cadeia de RNA, capazes de se auto-reproduzir. Essa seleção natural química durou um bom bilhão de ano. Houve portanto luta pela vida – antes da vida.

Mas a partir de que momento existe vida

É uma questão de definição. Admite-se geralmente que um organismo vivo é um sistema capaz de assegurar sua própria conservação, de se gerir a si próprio e de se reproduzir – três propriedades que se aplicam a célula. Um cristal, ao contrário, não vive: ele é capaz de se reproduzir, mas não de metabolizar energia. O caso do vírus é mais ambíguo. Pode-se, por exemplo, transformar um vírus, como o mosaico do tabaco (TMV), em cristais, como o do açúcar comum, e conservá-lo durante anos. Ele não se reproduz, ele não se manifesta, ele não “vive”. E depois, um dia, pode-se buscar o pó, acrescentar-lhe água e despejar um pouco da solução numa folha de tabaco. A planta apresentará rapidamente sinais de infecção: o vírus reencontrou seus poderes e se reproduz a uma velocidade assombrosa. Digamos então que o vírus se situa na fronteira da vida. Segundo uma teoria original, os vírus seriam estruturas aperfeiçoadas, células que teriam evoluído livrando-se do estorvo do material da reprodução para se reduzirem a sua expressão mais simples. Em todo caso, ao contrario do que se chegou a acreditar, os vírus certamente não foram as primeiras formas de vida, pois eles necessitam de estruturas vivas para se reproduzir.

Os primeiros seres vivos foram portanto as esferas dotadas de RNA, as “gostas de vida”?

Provavelmente. Essa vida teria então invadido a terra muito depressa, ela teria contaminado como … um vírus. Talvez em menos de um ano, quem sabe. Quase nada., comparando aos bilhões de anos precedente. Não esqueça: quando uma célula se divide em duas, depois em quatro, oito dezesseis, 32 etc., chega-se muitos rapidamente a quantidades astronômicas. Além do que, naquela época não havia nada que destruísse os primeiros organismos. Hoje, qualquer tentativa de aparecimento de uma nova vida seria instantaneamente aniquilada pelos atuais seres vivos. A vida queimou as pontes atrás de si.

Quando ocorreu aquela contaminação?

Pelo menos a 3,5 bilhões de anos, visto que os mais antigos fósseis de bactérias, descobertos na Austrália, datam desse período. Em seguida, no interior das microgotas, o jogo das estruturas químicas conduziu progressivamente ao estabelecimento de um código genético rudimentar, depois à dupla hélice do DNA – este se impôs porque apresentava vantagens sobre o RNA, principalmente uma estabilidade maior. Mas como isso se deu? Os biólogos ainda não sabem. É um dos seus principais elos perdidos.

Será que algum designo, ou alguma lógica teria conduzido a natureza a inventar o DNA?

A natureza não “inventa” nada, não tem intenções; ela procede por eliminação. A vantagem do DNA é ter permitido,, mediante o jogo das mutações, uma variedade considerável de formas vivas. Com o tempo, o ambiente criou novas condições, novas necessidades. Os organismos que não foram capazes de se adaptar a elas acabaram eliminados. Os outros proliferaram. É o principio darwiniano da seleção natural.

Mas, se existem necessidades, não se pode dizer que o acaso participe dessa história?

Alguns pensam que a vida nasceu por acaso, por um arranjo acidental nos oceanos. O que faria da vida um acontecimento exclusivamente terrestre. Mas, para a maioria dos cientistas, a primazia é da necessidade. Nesse caso, todo planeta que contenha água e se encontre a uma distância ótima de uma estrela quente pode ter acumulado moléculas da mesma maneira que a terra. E estas, ao se tornarem mais complexas, desembocaram substancias químicas com seu meio etc. assim de necessidade em necessidade, a evolução química pode acabar resultando em seres vivos rudimentares.

Então a vida em outros planetas também se basearia no DNA?

Provavelmente. O DNA se insere numa evolução química lógica do Universo.

Depois que apareceu o DNA, o que aconteceu?

As microgotas continuaram a aperfeiçoar seu metabolismo. Depois da fermentação, a forma mais primitiva de obtenção de energia, que se produz na ausência de oxigênio, surgiram a fotossíntese e a respiração. A primeira se baseia na clorofila; a segunda, na hemoglobina. O universo de uma é verde. O da outra, vermelho. Mas essas duas moléculas são praticamente idênticas e provavelmente originarias de um mesmo “ancestral químico”. O surgimento da fotossíntese encheu o ambiente de oxigênio – o que sem duvida fez surgir na alta atmosfera a famosa camada protetora de ozônio. Produziu-se então uma separação entre aqueles que obtinham energia diretamente a partir do Sol e aqueles que absorviam as substâncias e o oxigênio rejeitados pelos outros. É a espoleta da separação entre mundo animal e mundo vegetal.

Já? Num estágio tão primitivo?

Assim se acredita. A árvore da vida ramificou muito cedo. Depois das bactérias e das algas aparecem as células ais complexas, dotadas de um núcleo e de órgãos… ? duvida Segundo uma teoria muito recente. Tais células teriam resultado de simbioses: a célula vegetal, por exemplo, seria uma célula na qual teria ido viver uma alga – e assim teria constituído nela o cloroplasto. A célula animal com núcleo teria da mesma forma, acolhido uma bactéria – que nela viria a se transformar na mitocôndria, uma espécie de minicentral de produção de energia.

Uma lógica de associação, desta vez?

Sim. Pois chegou um momento em que nenhuma dessas células pôde evoluir sozinha. Os dejetos que elas, por assim dizer, cuspiam no ambiente as envenenavam: elas também conheceram a poluição. Seu modo de sobrevivência foi se associar em sistemas, o que oferecia a vantagem de diversificar o trabalho. Então elas se diferenciaram. Vê-se ainda esse fenômeno no caso do volvox, pequena célula independente munida de flagelos: num meio pobre em substâncias nutritivas, esses organismos secretam uma espécie de gel e se colam uns aos outros formando um colônia que pode alcançar vários milhares de espécimes. Então eles se deslocam todos na mesma direção, de maneira muito coordenada, formando uma única entidade. Talvez tenha sido uma lógica parecida que tornou possível o aparecimento dos primeiros seres multicelulares. Também a sexualidade teve seu papel: é um modo de fundir o DNA, portanto, de criar variedade. Depois, a árvore da vida continuou a se ramificar: os cogumelos, as algas multicelulares, as esponjas, os corais, os peixes, os insetos, os pássaros, os mamíferos…

… e o homem, enfim. O senhor … ? duvida

Sim, se considera que a sociedade humana forma com a biosfera (ou seja, a parte viva do planeta) um gigantesco organismo que vive e continua a evoluir. As invenções do cérebro humano serão agora os equivalentes das mutações.

Mas se está muito longe das primeiras gotas de vida.

Nem tanto. O DNA guarda na memória trações da evolução biológica. No curso de seu desenvolvimento, um feto revive rapidamente algumas etapas dessa evolução. Nosso cérebro, com suas três partes – , é igualmente o resultado de um espécie de sedimentação. E a composição química de nossos tecidos permanece muito semelhante à do meio orgânico há 4,5 bilhões de anos: cada uma de nossas células é um pedacinho do oceano primitivo do qual emergiu a vida. De fato, nosso corpo inteiro continua a contar a história de nossas origens.

Célula viva x célula morta. O que faz a diferença?!

quarta-feira, junho 20th, 2018

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Imagine uma célula viva, movendo-se internamente em milhões de metabolismos e reações químicas e externamente capturando os átomos do ambiente para obter energia e massa. Ao seu lado tem outra célula igual, tendo tudo o que sabemos que células tem, igual a outra, porém está totalmente imóvel. E esta’ se deteriorando, desaparecendo. Perguntei a um biólogo porque esta diferença e ele respondeu que “se a célula morta tem tudo igual e sem algum repentino defeito, não pode ser uma doença ou ferimento. Se o ambiente é o mesmo não pode ser variações de temperatura, etc. Então somos obrigados a concluir que por algum motive a célula mostra não conseguiu alimento a tempo e sua energia acabou”.

Não gostei da resposta, não consegui engoli-la. Pois se fosse isso bastaria dar um jump, uma recarga, de energia nela, como fazemos na bateria de um carro que “morreu”.

Bem,.., para resumir, a cosmovisão da Matrix/DNA esta’ cansada de apontar outra resposta. Em mais de 2.000 artigos, milhares de evidencias e centenas de previsões acertadas, ela esta’ sugerindo a existência de uma formula natural porque nos reviramos a natureza de de todas as maneiras e sempre apareceu um mesmo padrão no local exato do mistério. O padrão comum responde todas as questões feitas ate agora em toda a historia da humanidade sobre este universo captável aos nossos sensores. A cosmovisão tem insistido que todos os sistemas naturais ( e células são sistemas) são constituídos de hardware e software. O software que explica o hardware e sua evolução é um diagrama de uma formula funcional. esta formula foi encontrada numa simples porem primordial onda de luz, desde a emitida no Big Bang. Logo o software e’ composto de luz e se apresenta como uma formula para sistemas, a formula Matrix/DNA. Esta formula que surgiu como onda de luz e’ o principio vital que imprime movimento, vida aos hardwares, aos sistemas. O que saiu da célula morta, por algum motivo, foi a luz e na forma da formula, e não energia.

( pensamento inspirado na seguinte pergunta de um leitor:

” The real question, for me at least, is… What does a living cell have that is missing in death? i.e. What is a dead cell missing that a living cell has? Perhaps I don’t understand biology well enough (which i don’t lol) but it seems like on a molecular level a living and a dead cell are identical, both made of the same molecules (water, cellulose, dna, proteins, etc) So what is lost when a cell dies? What is needed to make the bundle of molecules (a cell) become animated? to actively seek out other atoms and molecules to use for energy? Just adding electricity doesn’t bring a dead cell back to life, so the missing item isn’t just electricity. “

Sistemas inteligentes e conscientes nao baseados em carbono

segunda-feira, junho 4th, 2018

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Debate com a Matrix/DNA num forum na Internet:

Pergunta ao grupo em geral: “Tem alguma possibilidade de que exista outra forma de vida nao baseada no carbono?”

Resposta da Matrix/DNA:

Bem, Segundo a ciencia oficial, o carbono possibilitou este tipo de vida que temos neste planeta porque o carbono era o melhor atomo em construir longas cadeias com outros atomos interligados, alem da formidavel capacidade de realizar loops, etc. E a mesma ciencia oficial afirma ter descoberto que ao menos um outro atomo, o silicio, tem identicas ou quase identicas propriedades. Agora, teorizando um pouco baseado nestas informacoes e lembrando que nos temos construido computadores onde as partes mais sensiveis sao feitas de silicio e que estamos na direcao de inserir Inteligencia Artificial nestes computadores, Podemos imaginar que pode exitir no future aqui na Terra uma forma de vida inteligente baseado no silicio sendo que a vida baseado em carbono tenha sido a muito tempo extinta. Entao o que diriam os silicianos ao descobriram fosseis de vivos baeados em carbono?

– ” Oh, nos pri0mordios existiu uma forma de vida muita primitiva e formada de carbono, que esteve na base das nossas origens… coitadas daquelas quase bacterias de carbono… nao existem mais…”

Agora saindo do terreno da ciencia oficial mas mantendo ainda os fatos reais conhecidos pela ciencia oficial, vamos ao reino da Matrix/DNA. Esta sugere que podemos falar como os silicianos: ” oh,… nos primordios, mesmo antes das estrelas produzirem atomos acima de 5 particulas, como e’ o carbono 6, existia vida que esteve na base de nossas origens, entao em que era baseado esta vida?

Para responder esta pergunta e’ preciso antes trocar a palavra “vida” pelo nome “sistema funcional”, e mais ainda, segundo a Matrix/DNA, pelo nome de “o sistema funcional universal, unico neste Universo”, captado pelos nossos cinco sentidos e atuais instrumentos de medicao cientificos. A palavra vida separa coisas dentro deste Universo. Quando um dos sistemas do Universo diz que e’ vivo, e os outros nao, ele esta tentando subir e se sentar num trono que nao existe, ele esta se separando do Universo que nao admite a separacao de todas suas coisas interconectadas porque ele em si e’ um so e mesmo Universo, como poderia algo ser separados e dentro dele? Por isso, por se separar do Universo a vida nao consegue encontrar suas origens. (aplausos)…

O nome sistema resolve o problema porque a ciencia oficial sabe que os vivos sao sistemas em si e sabe que tanto os atomos como as galaxias tambem sao sistemas. Da mesma forma que uma especie futura mais inteligente como os silicianos nao tiveram problema algum em ver que a vida baseada em silicio foi antecedida por uma ancestral vida baseada em carbono, nos deveriamos ter hoje essa inteligencia para entender e admitir que a nossa vida baseada em carbono foi antecedida por ancestrais vivos nao baseados em carbono… (esfusiantes aplausos).

Parece-me que a comunidade cientifica academica – ou ao menos aqueles que me criticaram nos foruns quando mencionei esta ideia – esta repetindo o mesmo pecado dos religiosos que nao aceitam e acham uma ofensa dizer que os humanos vieram de primatas, quando essa mesma comunidade nem sequer admitiu pensar que nos, os carbonados, viemos de ancestrais primitivos nao carbonados. Que nos, os biologicos, viemos de ancestrais primitivos nao-biologicos. Porque a resistencia, qual a ofensa nisso? Estariam tao melindrados quanto os que creem que sao descendentes de Adao e Eva?(aplausos)

Um dos outros elementos em que se baseou uma destas formas primitvas de vida, talvez a mais primitiva de todas, temos quase certeza que foi o foton. Mas ainda tem outra coisa. Os silicianos podem descobrir que possuam um padrao de codigo formados nao apenas pelos atomos mas tambem que pode nao ser necessariamente genetico, nem o DNA, porem ao descobriram o DNA biologico nos fosseis da vida antiga extinta podem acabar descobrindo que o seu atual codigo esta montado e ainda contem o sutil codigo em forma de DNA como template do codigo siciliano. Em outras palavras o DNA biologico pode nao existir mais na forma biologica porem ele existe numa forma talvez energetica, o que vale dizer que ele ainda existe. Da mesma forma, na Matrix/DNA nos suspeitamos que o codigo fotonico subjaz o codigo na forma de DNA. Ou seja, O DNA seria como um cerebro onde a operacao fundamental sao as sinapses, e no caso do DNA exista uma forma precursora das sinapses que seria uma network de fotons. Infelizmente nossos cinco sentidos e nossos instrumentos cientificos ainda nao captam estas sinapses no DNA o que e’ explicavel quando nos lembramos que nossos instrumentos cientificos apenas muito recentemente captou as sinapses no cerebro humano as quais sao milhares ou milhoes de vezes mais visiveis e maiores que as sinapses no DNA. Sim, e’ possivel, e provavel que exista outras formas de vida baseadas em outros elementos que nao sejam o carbono. Inclusive que tenham existido tais formas de vida que hoje nao existem mais ou existem como quasi-fosseis, como sao nossos ancestrais atomos e galaxias.

Vale ainda lembrar que a ciencia oficial descobriu ( e aqui me desculpem que me falha a memoria em que artigo cientifico eu li isso, mas sei que era confiavel e revelador porque ao ler aquilo eu corri a estudar a tabela periodica com novo olhar), a ciencia descobriu que a cada 7 ( ou oito?) elementos da tabela periodica, o proxima elemento repete as mesmas propriedades de um atomo localizado antes na tabela. Eu calculei que entao existe um ciclo vital na formacao dos elementos, o qual se repete a cada sete geracoes, ou seja, ate a evolucao dos elementos basilares do universo obedece ao mesmo processo da evolucao universal. Se isso for verdade, ou seja, se a ciencia oficial descobrir que o processo do ciclo vital esta inserido na formacao dos elementos, confirmando minha previsao, isto significa que a  cada 7 atomos ou cada sete diferentes numeros atomicos depois do carbono existe outro atomo que pode ser a base da vida ( desculpem, a base de sistemas funcionais) de uma forma de vida/sistema bastante diferente da nossa baseado em carbono. Se existem arredondando, 180 elementos na tabela, deveriamos divider 180 por sete que vai dar cerca 26 atomos que podem ser a base de 26 formas de vida diferentes da nossa. E cada uma sera uma estontante surpresa abrindo um leque para milhoes de coisas que ainda desconhecemos. Imaginem cada uma dessa colossal surpresa multiplicada por 26… e dentro deste nosso Universo…

 

Origens da Vida: Pesquisar novos ingredientes: sulfites e bisulfites

sexta-feira, abril 13th, 2018

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Brewing up Earth’s earliest life

https://www.sciencedaily.com/releases/2018/04/180409103833.htm

Large concentrations of sulfites and bisulfites in shallow lakes may have set the stage for Earth’s first biological molecules. Planetary scientists have found that large concentrations of sulfites and bisulfites in shallow lakes may have set the stage for synthesizing Earth’s first life forms.

Data: April 9, 2018

Porque a Terra e’ diferente, e tao adequada `a vida biologica

sexta-feira, fevereiro 23rd, 2018

Porque a formula natural que formou o planeta e’ a mesma que forma os sistemas biológicos e a superfície da Terra foi mais bombardeada pela formula, alem do fato de que tanto o planeta como os sistemas biológicos estarem no mesmo nível do espectro eletromagnético.

Como foi que a matéria sem vida, se tornou vida? Resposta da Matrix/DNA

terça-feira, janeiro 30th, 2018

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Como foi que um líquido sem vida dentro de um óvulo se tornou vida e parte dessa vida? Ou seja, voce? E’ a mesma resposta para a pergunta do título. A matéria sem vida na superfície da Terra a 3,5 bilhões de anos atras, de por si so’ jamais poderia se tornar algo vivo e parte desse algo vivo. No caso do liquido no ovulo, a materia dentro do óvulo so começou a se tornar matéria viva depois que nela penetrou um genoma, um programa para fazer um ser vivo. Então a resposta para o que aconteceu na matéria na superfície da Terra e’ que nela chegou uma especie de genoma. Como sabemos que as coisas complexas vieram da evolução das coisas mais simples, este genoma que chegou na matéria primitiva deve ter sido muito mais simples que o genoma no ovulo. Mas sabemos também que o genoma que penetrou o óvulo foi emitido por uma fonte, e conhecemos essa fonte. Logo, o genoma primitiva na materia sem vida teve uma fonte, mas vocês ainda não a conhecem, ao menos não tem nenhum forte candidato. Eu tenho um candidato e aposto nele. Quem e’ o candidato-fonte? Voce pode encontra-lo por si mesmo. Vou explicar como faze-lo:

Minha avó na sua santa ignorância dizia que filho de peixe peixinho será. E eu pensei que o contrário também era verdade: se e’ um peixinho, filho de peixe será.

E em qual tipo de peixinho eu estava pensando: o primeiro ser vivo a aparecer neste planeta, ou seja, um sistema celular com nucleo e organelas, e  funcionando. Antes dela, sejam os aminoacidos, as moleculas mais complexas como proteinas, o RNA, o DNA, tudo foi prototipos, formas infra-estruturais, como sao as formas da morula, da blastula, feto e embriao do ser vivo chamado de baby. O peixinho era aquela celula. Quem foi o peixe?

Bem, em p;rimeiro lugar, m inha avo dizia aquilo querendo lembrar que o peixinho tem a mesma forma do peixe. Portanto, a celula viva tinha a mesma forma de quem a fez. A materia sem vida da Terra estava ja de cara descartada, pois em nada ela tem a forma da celula. O peixe estava escondido em algum lugar e portanto tambem seu genoma veio escondido do nosso conhecimento.  Por enquanto apenas sei que havia algo parecido com a celula e que esse algo emite seu genoma, o qual penetra a materia sem vida da Terra. Mas como detecta-lo? Existe um metodo.

A passagem do peixe para o peixinho e’ um processo conhecido que chamamos de reproducao. Esta tem inicio com a chegada do genoma, continua com as formas de morula, blastula, etc. Entao a passagem da celula-fonte para a celula biologica viva teve inicio com a chegada do genoma, continuou com as formas de aminoacidos, moleculas complexas, e isto se chama “reproducao da celula-fonte” e nao abiogeneses, como os academicos acreditam. Abiogeneses, ‘e uma palavra errada que desvia o raciocinio do caminho certo para leva-lo a questoes sem fundamentos, fantasias e proposicoes absurdas, como ” a materia sem vida se tornou materia viva”. O amnion nao se tornou um baby.

Sabendo agora que houve um processo de reprodução e não a hipotese sem fundamento racional denominada abiogêneses, vamos nos fixar na forma da primeira célula viva, pois aquela tera que ser a forma da celula-fonte. E agora, sabendo que existe evolucao, e que muitas vezes neste processo de reproducao ocorre alguma mutacao, muito leve que altera apenas algum pequeno detalhe na prole gerada, vamos calcular a forma da celula viva regredindo na evolucao, perdendo algumas das suas complexidades, tornando-se um pouco mais simples, e vamos desenhar o resultado. Com isso estamos fazendo o mesmo que o delegado quando chama as testemunhas, pede que descrevam o que viram do suspeito, enquanto ao lado um desenhista faz o “retrato falado”.

E assim obtive o retrato do suspeito, e com ele em maos, sai a campo para procura-lo.

Mas imediatamente dei meia-volta e retornei a mesa de calculos. Eu havia me esquecido de algo determinante. A tal da reproducao entre a celula fonte e a celula filha demorou bilhoes de anos, e neste tempo o ambiente nao ficou parado, ele tambem teve mutacoes, se trnaformou para chegar ao estado do dia em que a celula filha nasceu. E este nascimento aconteceu a muitos milhoes de anos atras, entao tambem o dia em que a celula filha nasceu nao tinha o mesmo ambiente que tem hoje. Entao nao adianta eu sair no campo la’ fora procurar a celula fonte, certamente ela nao poderia sobreviver ao ambiente de hoje. Nem oxigenio existia, o que poderia mata-la, ela devia precisar de amonia que carregava a atmosfera naqurles seus tempos, etc.

Entao preciso ver o camarada Oparin, o Miller, que ja fizeram calculos dessa evolucao reduzida, mais os conhecimntos adquidridos recentemente, e fazer outro retrato falado, que gora ai se tornar o mapa do territorio onde estava a célula-fonte. Neste twrritorio stav o peixe, sera possivel detecta-lo, sem estar la, e passado tanto tempo? Mas… espera ai… ainda tem outra coisa que ia me esquecendo.

O peixe nao esta no meio da materia sem vida. O meu pai e minha mae nao estavam dentro do ovulo no liquido sem vida. Estavam la fora. Entao a celula-fonte nao estava na superficie da Terra. Raios !!!…

Agora embananou tudo? Ficamos sem esperanças de resolver o maior quebra-cabeças do mundo? Eu e’ que nao vou desistir. Vou dar um jeito e vou la fora procurar o danado.

La fora, da superficie terrestre, significa o que está além da atmosfera, e não apenas o que vemos acima, mas sim o que esta dos lados, embaixo… ou seja, o sistema solar, a galaxia… o peixe está em algum lugar nesse meio. Não estou brincando, foram calculos corretos, foi a orientacao da Natureza, que afirmaram que a celula fonte esta la, e isto significa parar as buscas aqui na superficie da Terra. Tenho o retrato falado dela, mas nao posso ir no campo procura-la…

Me restou ficar namorando o retrato falado. Ali estava a fotografia da minha tatatataravo ( ela tinha que ser hermafrodita, pois sua filha, a célula viva, era hermafrodita) , pessoa amada de muito respeito, querida, eu daria tudo para estar ao lado dela, ouvir tantas histórias que eu queria aprender, ela deve saber de muitas coisas deste universo afora… Eu iria tentar espiar pelo buraco da fechadura da porta de seu quarto, pois estou curioso como um hermafrodita faz sexo consigo mesmo…

Fiquei muitos anos dormindo com o retrato ao lado, e nesse tempo eu vivia isolado na selva, na qual eu sabia que minha tatataravo nunca viveu, então quando pensava nela, imediatamente a via no Cosmos, e pensava no Cosmos.

O que tem no Cosmos? Sete tipos de astros conhecidos até agora. Como eles nascem? Como nasce um quasar, um pulsar?! E la ia eu para a voadeira, meu pequeno barco a motor, rumar para as livrarias e biblioteca da cidade, buscar estas informações.

Nos livros eu ficava sabendo que havia um exército de quimicos ajoelhados na beira de pântanos, mergulhados no fundo dos oceanos em volta das fontes termais, todos procurando LUCA, o ultimo ancestral comum, que para mim se chamava célula- fonte e nao estava aqui, estava no céu. E quando eu me via ajoelhado na beira de pântanos removendo a lama com pauzinhos e olhando com lentes ou o velho microscópio para ver o micro-mundo ali, minha cabeca comecava a esquentar sob o sol torrido dos trópicos, para eu me lembrar que sem a luz do sol nada vivo de movia, a nao ser os bichinhos cegos no fundo do oceano recebendo os tais termais que vinha das profundezas da Terra, provavelmente do nucleo. Então se a luz do sol movia seres na superfície, os seres no fundo do oceano deveriam ser movidos por alguma energia semelhante a energia do sol, o que induzia a pensar que o núcleo da Terra tem algo de estrela…

Muitos detalhes assim foram cada vez mais me convencendo que os modelos teoricos astronomicos que estavam nos livros não estavam dizendo toda a verdade, e se não estavam… me fizeram elaborar um mapa errado do território onde viveu ou ainda vive minha tatataravo. Era preciso refazer os modelos teóricos, mas sem ter um Hubble, sem poder dirigir a NASA para meus objetivos, o que eu podia fazer? Refazer o retrato falado do ambiente, baseado em que?

Testemunhas ! Sim eu precisava de mais testemunhas e me dei conta que tinha uma ao meu lado que ainda não tinha sido convidada a dar seu depoimento: o retrato falado da minha tatataravo! Eu ja tinha pensado em como muitos detalhes na forma dos organismos imitam o ambiente terrestre. Por exemplo, o coração pulsando, expandindo e se contraindo, cada vez que expande se encosta numa costela ossea, parecia com as águas do oceano em ondas que se expandem e encostam na dura rocha dos continentes. Então o retrato falado da minha tatataravo tinha muitos detalhes que eram pistas de como deve ser o ambiente celeste onde ela foi feita. Vamos a ver isto…

( a continuar )