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Sistema Imunológico: Como a Natureza o Inseriu nos Sistemas Biológicos?

sexta-feira, março 17th, 2017

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Vídeo da batalha entre vírus e anticorpos. Mas antes de assistir…

A humanidade esta’ pagando um preço muito caro por ainda não ter entendido a Natureza. Milhões, bilhões de humanos continuam sendo barbaramente torturados por doenças absurdas sem que a nossa Ciência nada consiga fazer para salva-los. Mas a Ciência não tem culpa disso, ela oferece a visão e os instrumentos suficientes para esse entendimento da Natureza. A culpa esta sendo dos humanos, cuja racionalismo esta empacado pela mistica. Soma-se `a esta imaginação infantil criadora de fantasias que impede a humanidade sair de sua infância e entrar na fase adulta, os interesses mesquinhos materiais e a arrogância dos humanos que se apoderaram da Ciência. A Natureza se abre como um livro para o estudante humilde e bem intencionado, mas para entende-la é preciso uma razão muito naturalista e concentrada no esforço de aprender com admiração, pois nas suas profundezas a Natureza universal, que produziu átomos, galaxias, elefantes e humanos, é muito, mas muito complexa…

Um exemplo é a moda cientifica atual de procurar e delegar as doenças a genes, um pequeno amontoado de átomos. genes teriam propósitos, como o de dirigir organismos complexos a se reproduzirem, sendo que genes não possuem o menor resquício sequer de algum principio de sistema nervos, quanto mais inteligência para ter propósitos para o futuro…Assim nunca vão erradicar as doenças mortais que a milênios estão ai’, torturando e matando humanos. Enquanto isso, esta’ visível que os genes pertencem a um sistema – o DNA – e que agem por comandos deste sistema. Mas a inteligencia humana se desviou do foco em sistemas naturais a seculos, e sem conhecer algo de sistemas naturais não se vai nunca descobrir a causa destas doenças.

Temos aqui outro exemplo, um vídeo tecnicamente muito bem feito, porem, revelando um conhecimento superficial que jamais resolvera’ o mal que ele relata.

Não faça como todo mundo, tal como se estivessem assistindo uma batalha mas sem saber quais países estão guerreando, quais armas e meios de comunicação estão sendo aplicados, sem conhecer os generais e presidentes dos países, porque estão guerreando, etc… No final, você viu uma batalha, viu o território onde foi realizada, mas saiu sem saber mais nada. E você ouviu um narrador contando a batalha, sem explicar nada.

Lembre-se que células e vírus nem sistema nervoso possuem, quanto mais um cérebro, o qual seria necessário para explicar as operações complexas nesta batalha. No filme, uma simples célula, sai de um rio de sangue, sobre nas margens, atravessa um longo território, passa por milhares de outras células, e vai diretamente sobre uma célula, adentra-a e la dentro encontra o que saiu a buscar: vírus. Ora, nem macacos com cérebros conseguiriam fazer isso, talvez nem humanos sem aparelhos técnicos. Mas para ela se decidir a sair do rio, recebeu antes a visita de uma outra célula que lhe trouxe uma ordem de comando para fazer aquilo. Ora, células não poderiam se comunicarem desta maneira.

Então qual a causa desta batalha que se torna tao complexa apenas imitada por humanos inteligentes? A resposta é simples, porem desconhecida de todos os envolvidos nestas observações. Acontece que cada célula possui átomos e estes, elétrons. Estes elétrons são invadidos por partículas de luz, chamadas fótons, como estas que vem do sol. Estes fótons vieram de um sistema completo e funcional, muito simples (abaixo mostrarei a face deste sistema). O sistema de onde vieram foi fragmentado em seus bits-informação, registrados nestes fótons, cada fóton é uma informação que continua ativa, e quando se encontram em qualquer outro lugar, tendem a se enfileirarem numa sequencia ordenada que é a mesma sequencia de posições que estavam no sistema desfeito. E assim tentam reconstruir materialmente o hardware, a arquitetura física, do sistema de onde vieram. Se o sistema reconstruído é uma célula, ela vai contem uma rede de network formada por estes fótons dentro dos elétrons de suas organelas e demais substancias. Depois de construírem as células, estes fótons usam-nas para construir organismos, pois buscam repetir a incrível perfeição do sistema de onde vieram.

Você vai assistir uma batalha dentro de um organismo, entre células e vírus. Os vírus também não sabem o que fazem, eles jamais teriam a capacidade para sair de um meio formado de células para entrarem num rio de sangue e irem pescar diretamente apenas um tipo único exclusivo de peixe, chamado de célula CD4.

Tanto células como vírus estão aqui movendo-se sob o comando de uma entidade de um sistema, na forma de uma maquina quase perfeita. Cada tipo de célula ou vírus representa uma peça dessa maquina, e peças funcionam sem intenções, percepções, inteligencia. Elas não se movem por si mesmas, são movidas pela engrenagem, e determinadas a fazerem um tipo de movimento. Depois do vídeo vou apresentar o sistema de onde vieram as informações que compõem o quadro onde se realiza a batalha. Você vera que neste sistema, e a bilhões de anos atras, muito antes das origens de células e vírus, a peça representada pelos vírus são movidas de uma posição e dirigidas para um único local exato. Então a célula alvo dos vírus, representa naquele sistema, a peça que esta naquele local naquele momento.

Apenas conhecendo-se a formula dos sistemas naturais, a formação de sua identidade e capacidade de controle do todo interno, mais seu aspecto hardware/software, realmente se entende e conhece este processo complexo. A unica outra alternativa racional seria a de uma montagem inteligente, porem, tendo-se conhecimento da formula não se necessita desta alternativa… a não ser que a formula – que surgiu no meio desta Natureza impressa em ondas de luz desde o Big Bang – tenha sido criada com inteligencia alem deste Universo.

Bem, aqui esta a “alma” do sistema que criou vírus, células e organismos.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Já foi detectado que os vírus são os representantes biológicos da função 5, ou F5. Produzidos em F4, se dirigem a F1. Então a célula alvo na corrente sanguínea esta’ representando F1. Os vários tipos de células que formam o sistema de defesa são peças formadas na sequencia desta formula pelo processo do ciclo vital. Então temos que identificar qual é F2, F3, e assim por diante. Quando o vídeo diz que a célula tal se dirige a outra célula tal e lhe passa uma informação é preciso entender que são representantes de duas funções vizinhas no circuito da formula. Uma célula, digamos, F2, se dirige apenas a F3, sem possibilidades de errar, pelo mesmo motivo que o ciclo vital faz com que a forma criança de um humano se dirija a forma de adolescente e esta a forma de adulto, pois não teria como um adolescente errar e ir para outra forma senão a de adulto.

Uma questão ainda não respondida pela Matrix/DNA. O nosso ancestral sistema astronomico, na sua forma de sistema fechado, não realizava qualquer troca com o mundo externo, portanto, devia ter um mecanismo impedindo invasores. Mas provavelmente se tratava apenas de um campo magnético, assim como o planeta Terra se defende. Existiria outro mais eficaz?

Porque senão existia, o sistema de imunidade biológica foi um salto demasiado grande na evolução… não vejo a base solida para dar esse salto. E como não vejo uma função sistêmica capaz de exercer esta função de defesa, suspeito que isto seja produto da entidade do sistema.

Observando o vídeo:

  1. A corrente sanguínea imita o circuito esférico da formula para sistemas. Enquanto no circuito trafega energia e fótons na forma de informação, na corrente sanguínea trafegam muitos elementos, como nutrientes, células, etc.
  2. A entrada de vírus na corrente seria como a entrada de meteoritos ou qualquer outro invasor dentro do circuito astronomico. Desde que o circuito é um corpo rolando no espaço/tempo, estes invasores também no sistema astronomico adentram o corpo do sistema.
  3. Porque os vírus atacam o Linfócito CD4 (pesquisar), e não os outros elementos? Porque atacam diretamente os policias, os soldados do organismo? O que os informa, ou como eles sabem que são os soldados e não os civis, os primeiros a serem eliminados? Porque vírus e linfócitos são opostos entre si? Ou seria uma relacao predador/presa? Tera’ o linfócito, e apenas ele, um tipo de nutriente preferido pelos vírus? ( Ver a composição atômica e molecular dos dois).
  4. Com a morte dos linfócitos, macrófagos são atraídos pelos vírus. O que produz os macrófagos e como sabem que tem vírus? Pesquisar ou rememorar o que são macrófagos. Morreu a infantaria, agora vem a policia montada.
  5. Macrófagos passam uma informação aos linfócitos CD4, os quais se ativam. Ora isto é uma network! Coisa da entidade do sistema. Mas o que significa passar informação e o que significa ficar ativado, a nível molecular?
  6. Linfócito CD4 informa linfócito B e CD8 para ficarem ativados… ( eles não possuem radio ou telefone, tem que ter mensageiro levando as mensagens em mãos). Isto esta’ parecendo mais uma repetição do ciclo vital. Seriam as varias formas de linfócitos produzidas na sequencia do ciclo vital?
  7. Linfócitos CD8 saem da circulação sanguínea… Sera’ que vão combater os vírus no local que entram para invadir?
  8. Hummm… vão para as células infectadas pelos vírus. Apenas quando os vírus entraram na corrente sanguínea alertaram o sistema de defesa. Quer dizer que este Sistema não capta quando as células são invadidas?
  9. Os CD8 matam as células infectadas com vírus! Bons médicos…
  10. Linfócito B vai ao gânglio para produzir anticorpos… O que são gânglios? Como eles se encaixam na formula da Matrix/DNA? Como esse linfócito sabe que tem de ir la? E os linfócitos já não são, em si mesmos, anticorpos?
  11. Linfócito B sai dos gânglios carregado de anticorpos… e volta para a corrente sanguínea. Hummm… fazendo o papel de RNA-mensageiro e RNA-transportador?
  12. Então foram ativados dois tipos de linfócitos: um tipo para matar as células infectadas, e outro para produzir anticorpos e atacarem os virus dentro da corrente sanguínea… Mas os anticorpos não matam os virus, apenas os cercam, neutralizando-os. Entao vem os macrofagos que comem os virus na corrente. FIM

Raios! O que significa “inteligencia”? Senão um método complexo de apresentar resultados? E não acabamos de assistir um método complexo apresentando resultados? Eximias estrategias militares. Qual a diferença entre o método destas pequenas criaturas e o método dos humanos? Então existe inteligencia no mundo microcósmico? E antes das origens do homem?  Seriam estas pequenas criaturas, células, vírus, inteligentes?

Tem algo desconhecido ai’. Tem uma inteligencia dentro deste meio ou atuando neste meio desde fora. Se estiver dentro do meio, significa que a Natureza é e sempre foi inteligente, mesmo antes das origens do homem. Então… o que é “Natureza”? Mas se tiver fora… Seria a tao sugerida face software que a Matrix/DNA esta’ sugerindo existir em todo hardware-sistema? Tambem natural, porem imperceptível aos nossos sentidos?

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Pesquisa: (ver linfócitos,macrófitos,gânglios)

  1. Linfocito CD4:

 

Linfócito é um tipo de leucócito (glóbulo branco) presente no sangue. São produzidos pela medula óssea vermelha, através das células-tronco linfoides…

Obs: Bem,… então antes temos que ver o que é leucócito.

Os leucócitos, também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células-tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sangue.

Obs 1: medula óssea, base da produção do sistema imunológico, seria o campo do campo magnético?

Obs 2: as células troncos não devem serem diferenciadas, seriam as primeiras células formadas na fecundação. A partir delas começa a diferenciação celular mas veja no quadro seguinte algo bem interessante:

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Obs: As primeiras células não são diferenciadas entre si, portanto iguais – e que devem formar a morula – se diferenciam em apenas dois tipos de células, as quais são ainda indiferenciadas. Um tipo, a mieloide, é que vai se desdobrar nas muitas células diferenciadas que vão compor a estrutura sistêmica e funcional do organismo. Mas o outro tipo é o grande mistério. Ele parece surgir como um ramo lateral vindo de algo estranho `a estrutura. E’ a célula indiferenciada linfoide. A partir dela vai surgir vários tipos de células diferenciadas, mas todas tem como unica função a defesa do sistema. Isto parece uma nova invenção no Universo, o mecanismo de auto-defesa ( porem a Matrix diz que isto não pode acontecer, este Universo não pode produzir nova informação do nada). A não ser que…

Isto me lembra o planeta Terra. Ele foi formado por material visível – poeira gazes – formando uma mistura indiferenciada e esta vai produzir a estrutura do planeta, vai se diferenciar em rochas, água, etc. Afora isso, e depois de estruturado surge um segundo elemento, invisivel, que parece vir de fora da linhagem hereditaria solida dos astros: o campo magnetico. E este exerce a funcao de defesa do planeta.

Isto sugere que … A CELULA TRONCO TENHA UM CAMPO MAGNETICO…!!!

Ou uma substancia biologica que imite ou represente os campos magneticos?

Não gosto disso. Parece que estou descambando para a metafisica. Mas busco a verdade, esta esta’ com o Universo, e o Universo esta’ pouco se lixando para o que eu gosto ou não…

Bem,… em varias outras situações a formula tem sugerido que todos os sistemas naturais tem como contrapartida um campo magnético, inclusive sistemas vivos. O qual – e aqui avançando muito na especulação – poderia ser a “identidade do sistema”.

Devo continuar este estudo. Parei na Wikipedia vendo leucócitos e linfócitos… 

Virus: Uma ameaça grave `a sua vida que você não esta’ combatendo por negligencia

quarta-feira, outubro 26th, 2016

Eu sei que os principais problemas dos brasileiros justo agora são coisas imediatas, palpáveis, como onde conseguir mais dinheiro para se obter as coisas que ele pode comprar, o melhor parceiro sexual, etc. Mas enquanto isso todos nos podemos ter todas estas lutas repentinamente abortadas, a vida ceifada, por um problema invisível, distante da nossa luta do dia a dia, dos nossos bate-papos entre amigos e familiares. Estou falando dos virus, suas doenças mortais como os canceres, as pestes avassaladoras, etc.

Nos entregamos esta luta nas mãos de ditos “especialistas”, os quais, por não terem ainda obtido a vitoria, não são especialistas. Com certeza ate agora fizeram tudo errado pois o problema persiste, os inimigos – que são os piores terroristas que este mundo já viu continuam vivos e atacando.

E’ como se os meus compatriotas americanos nada fizessem para combater a ISIS islâmica e deixassem-nos continuarem a carnificina, a se espalharem, mesmo sabendo que com isso viriam nos aniquilar a todos, porem antes, nos torturando com a escravidão, como se parece os dias na cama a agonia dos doentes.

Nao existem especialistas no assunto porque ninguem ainda tem o conhecimento real do que são os virus, de onde eles vem. Ora, nesta situação, qualquer humano que comunicasse ter uma nova teoria a respeito, deveria ser ouvido com urgencia. E  por isso estou aqui, eu tenho uma nova teoria.

Os virus atacam uma célula normal, assumem sua maquinaria, mas não apenas isso, assumem-na para modifica-la. Uma célula normal vai morrer por morte natural, não sem antes se reproduzir já preparando outra para ocupar seu lugar. Assim um corpo humano segue com vida e saude. mas uma celula anormal, infectada, morre por assassinato e sem se reproduzir. Por isso o corpo entra em agonia e morre fatalmente.

Mas quando se pergunta aos especialistas o que produz os virus, eles respondem com a teoria da abiogeneses sob processos da evolução darwiniana. Teoria porque ainda não fizeram da quimica inorganica nenhum virus pronto e funcional para provar essa teoria. E quando perguntamos porque eles atacam celulas, respondem que e’ para se reproduzirem e se espalharem no mundo. Ora, tenha a santa paciência!

Virus são um pequeno amontoado de atomos. Atomos não tem qualquer objetivo na sua existência. Não podem saber o que e’ se reproduzir. Não podem prever futuro algum, muito menos traçar estrategias para o futuro. Não admira que estão perdendo a guerra: precisamos de gente que tenham respostas logicas, racionais e tenha alguma estrategia racional para essa batalha.

Quando perguntamos qual seria a intenção – se existisse um ser capaz de ter intenções para o futuro – dos virus em mudar a maquinaria da celula, a resposta e’ a mesma: mudam a maquinaria para se reproduzirem. Naão. O fato e que se reproduzem depois da maquinaria se r modificada e’ um efeito do qual eles não tem a menor consciencia, e não uma causa pensada.

Existe uma outra situação conhecida neste mundo em que agentes invadem um territorio, ou um sistema, tentam mudar sua maquinaria, e tem uma intenção para o futuro. lembremo-nos da guerra fria, quando agentes comunistas se infiltravam em paises pobres capitalistas, tentavam assumir a maquina governamental, ai mudavam o sistema. esta semelhança parece cultura inutil, mas não e’. Ela nos conduz imediatamente a uma pista muito importante: assim como os agentes subversivos pertenciam, vinham de outro sistema, os virus devem vir de outro sistema, que não o biologico.

Ei sei que os sistemas biológicos, todos, vieram de um sistema que não era biológico. Os sistemas biológicos foram criados dentro de e por esta galaxia, um sistema não biológico. Mas os virus não podem ter vindo de algum sistema alem desta galaxia, eles devem ter vindo do mesmo sistema.

Foi então que descobri a formula que a Natureza aplicou para construir todos os sistemas naturais e nesta formula localizei qual a posição e a função dos virus. E’ a posição F5 e sua função e’ reprodução do sistema, seja nas galaxias, nas células, nos humanos, em qualquer tipo de sistema. Então agora descobri porque se reproduzem dessa maneira. os especialistas não fazem a menor ideia disso, pois nem sequer conhecem a formula.

Mas continuava a grande questão: como mudam e porque mudam o funcionamento da maquinaria celular?

Penso ter resolvido isso tambem. Acontece, como qualquer estudante avançado de biologia sabe, que a vida ‘e ” mão-esquerda” – em ingles diz-se left-handed. isto significa que as moleculas organicas existentes aqui são divididas em dois grupos porque umas tem um sentido de rotação para a direita, outro grupo para a esquerda. Todas as moléculas do nosso corpo e todas as moleculas dos nossos alimentos giram para a esquerda. E um mistério cientifico porque a vida se formou apenas com essa metade das moleculas disponiveis, mas tambem resolvi este problema: a formula indica que tem duas faces, a direita e a esquerda. A face da esquerda e’ da energia sempre crescente, evoluindo, e seu circuito termina ao se reproduzir, por isso o nosso DNA apareceu aqui a bilhões ou milhões de anos e ele continua vivo ate hoje. Já a face da direita ‘e onde o sistema morre, a energia sempre decresce porque ‘e o lado da face atacado pela entropia degenerativa. As moleculas da direita são toxicas e mortais se ingeridas por nosso corpo.

Então, os virus nao mudam a maquinaria da celula para instalar algum sistema desconhecido de onde teriam vindo. Não, eles vieram do mesmo sistema que viemos. Ora, então a possibilidade que resulta e’ de que eles tentam mudar a escolha da vida, de mão-a-esquerda, para um sistema de mão-a-direita. E conseguem. O problema e’ que sistemas celulares a direita não sobrevivem num ambiente feito apenas por sistemas a esquerda e morrem. Por isso as celulas começam a morrer, formam tumores cancerigenos e ….

Os virus não sabem que fazem esse negocio de mudar o funcionamento da maquinaria da celula, obviamente. Eles nada sabem. Então eles devem conter em si o tipo mudado de maquinaria.

Existe capacidade cientifica laboratorial para testar esta teoria? Quase com certeza a resposta dos especialistas seria: para que testar se sabemos desde a muito tempo que virus sao biologicos, portanto possuem a maquinaria e a s moleculas left-handed. E nunca vão testar a teoria, nunca vão voltar ao virus para averiguar sta possibilidade. Ai esta o nosso problema.

Ate agora conseguimos evitar que algum virus dizime toda a humanidade. Sempre tivemos tempo de lutar antes, identifica-los, conhecer seu modo de transmissão e infecção, isolar os infectados, produzir drogas eficientes, etc. mas como no caso do Zika, ate agora tivemos virus que deixam os pacientes vivos por algum tempo ate que tenhamos tempo de recolher material vivo para identificar o virus. E se aparecer um tipo que mata em 24 horas e espalha-se como ratos? E  que morrem ao mesmo tempo que morre o corpo que os hospeda?  Não haveria salvação.

 

As minhas varias sub-teorias acima sobre virus são ideias que nunca ninguem publicou, portanto, não foram pensadas. Cada uma pode suscitar um tipo de pesquisa laboratorial ou levar a outras ideias que realmente acertem o alvo. No pe em que estão as coisas, se eu fosse voce, não admitiria de forma alguma que os atuais especialistas nem sequer queiram ouvir minhas teorias. Pois quem pode pagar o pato pode ser voce e/ou familiares queridos.

E então?

Virus HIV: Novas Importantes Descobertas

sábado, setembro 10th, 2016

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Um olhar detalhado do HIV em ação

http://www.universoracionalista.org/um-olhar-detalhado-do-hiv-em-acao/

Uma reconstrução tomográfica do cólon mostra a localização de grandes conjuntos de HIV-1, as partículas de vírus (em azul) localizadas nos espaços entre as células adjacentes. Os objetos roxos dentro de cada esfera representam os núcleos cônicos que são uma das características estruturais do vírus HIV. Crédito da Imagem: Mark Ladinsky/Caltech.

Uma reconstrução tomográfica do cólon mostra a localização de grandes conjuntos de HIV-1, as partículas de vírus (em azul) localizadas nos espaços entre as células adjacentes. Os objetos roxos dentro de cada esfera representam os núcleos cônicos que são uma das características estruturais do vírus HIV. Crédito da Imagem: Mark Ladinsky/Caltech.

Notas:

Os  objetos roxos dentro de cada esfera representam os nucleos conicos que sao umas das carateristicas estruturais do virus HIV.

Eu já havia identificado o principio natural que serve como causa que gera os vírus, com funções sexuais, cometarias, portanto, havia lhes dado a função F4. Porem com esta informação sobre forma cônica, devo acrescentar a F1, que e’ a outra função sexual da formula, e justo na forma cônica.

Uma aparência em 3D do vírus HIV.Crédito da Imagem: Sebastian Kaulitzki.

O trato intestinal humano, ou intestino, mais conhecido pelo seu papel na digestão, também desempenha um papel de destaque no sistema imunológico. De fato, é uma das primeiras partes do corpo que é atacada nas fases iniciais de uma infecção por HIV. Saber como o vírus infecta as células e acumula-se nesta área é fundamental para o desenvolvimento de novas terapias para as

O intestino humano exerce alguma função no sistema imunológico. Porem parece ser a região mais fraca em defesa pois os vírus se acumulam nas regiões mais profundas do intestino (talvez isto explica a maior incidência de HIV nos homossexuais). Dai se espalham para o resto corpo `a medida que vão destruindo o sistema iminologico.

Existem hoje mais de 33 milhões de pessoas no mundo que vivem com o HIV.

O que estes pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) fizeram de novidade e’ que foram os primeiros a utilizar microscopia eletrônica de alta resolução para olhar a infecção pelo HIV no tecido real de um organismo infectado, oferecendo talvez a caracterização mais detalhada ainda de infecção pelo HIV no intestino.

“O estudo sugere que uma célula infectada libera o vírus recém formado em um padrão de onda semi-síncrona. Ela não aparece com um gomo do vírus de fora e depois outro de uma forma aleatória. Pelo contrário, parece que os “grupos” de vírus brotam de uma determinada célula dentro de um determinado período de tempo e, em seguida, um pouco mais tarde, um outro grupo faz o mesmo, e, em seguida, uma outra, e assim por diante. ”

A equipe chegou a essa conclusão através da identificação única de células infectadas utilizando microscopia eletrônica. Dai eles olharam para as partículas de HIV a distâncias diferentes da célula original e viu que os “grupos” de partículas ficavam mais maduras a medida que a distância da célula infectada aumentava. Essa descoberta mostrou que de fato essas células estão produzindo ondas de vírus ao invés de vírus individuais, o que foi uma observação agradável.

Obs. da Matrix/DNA: Ondas?! Observe como coincide este trecho do virus com o mesmo trecho da Matrix entre F1 e F3. Os vírus ficam mais maduros a medida que se afastam da celula que os produziu. O fato de na reprodução os virus se reproduzirem em grande quantidade e por ondas sugere algo relacionado com as ondas do tempo da formula?

Sinapse virológica: Além de produzir ondas de vírus, as células infectadas também espalham o HIV através do contato direto com seus vizinhos. Bjorkman e Ladinsky foram capazes de visualizar esse fenômeno, conhecido como sinapse virológica, usando microscopia eletrônica. “Fomos capazes de ver uma célula produzir um broto viral que está em contato com uma célula próxima, o que sugere que ele está prestes a infecta-la diretamente”, diz Ladinsky. “O espaço entre estas duas células representa a sinapse virológica.”

Outro indicio de que o desenvolvimento do virus e’ dirigido pela formula. nesta, todos os vizinhos estão conectados por simbiose, no que resulta as sinapses.

Finalmente, a equipe encontrou “grupos” de HIV que se acumularam entre as células, onde não havia nenhuma indicação de uma sinapse virológica. Isto sugere que uma sinapse virológica, que pode ser protegida a partir de algumas das defesas imunológicas do corpo humano, não é a única maneira na qual o HIV pode infectar novas células. A conclusão da transferência do HIV via “grupos” livres de vírus livres, oferece esperança para o tratamento com medicamentos à base de proteínas, tais como anticorpos, que podem ser um meio eficaz de aumentar ou substituir os atuais esquemas de tratamento que usam pequenas moléculas anti-retrovirais.

“Nós vimos esses “grupos” de vírus em locais onde não esperávamos inicialmente vê-los, no fundo, no intestino”, explica ele. “A maioria das células imunes no intestino são encontradas mais acima, de modo a encontrar grandes quantidades de vírus nas regiões da cripta foi surpreendente.”

Virus: Ultimas e Mais Completas Informações sobre o Zika

terça-feira, junho 14th, 2016

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http://aprofundandobiologia.blogspot.com/2016/04/zika-em-expansao.html?spref=fb

ZIKA EM EXPANSÃO

Duas equipes brasileiras completaram nas últimas semanas o sequenciamento do material genético do vírus zika isolado nos estados de São Paulo e da Paraíba. Os resultados sugerem que a variedade do zika em circulação em diferentes regiões brasileiras é mesmo originária da Polinésia Francesa, onde houve um surto em 2013 e 2014. Também indicam que o vírus possivelmente foi introduzido no Brasil em um único evento.

No Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, o virologista Renato Pereira de Souza e sua equipe sequenciaram o material genético do zika extraído de uma pessoa que desenvolveu a doença em Campinas. Esse indivíduo contraiu o vírus ao receber uma transfusão de sangue. O doador adoeceu dias mais tarde e avisou ao hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que estava com suspeita de dengue. Análises feitas no Adolfo Lutz descartaram a dengue e confirmaram a infecção por zika. “Os hemocentros terão de prestar atenção também a esse vírus, uma vez que muitos casos são assintomáticos”, afirma Souza. “No caso em questão, o vírus permaneceu viável e infectou outra pessoa”, conta o virologista, um dos coordenadores da análise, realizada em parceria com pesquisadores da Unicamp e da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, e aceito para publicação na revista Genome Announcements.

O sequenciamento do material genético do vírus revelou um genoma enxuto. São cerca de 10,6 mil unidades (nucleotídeos) compondo uma fita simples de ácido ribonucleico (RNA). Essa fita abriga ao todo apenas seis genes, capazes de produzir 10 diferentes proteínas – alguns genes são polivalentes. “A análise do genoma indica que o vírus é de uma linhagem muito próxima à que circulou na Polinésia Francesa e na Ilha de Páscoa”, conta Souza.

...e de zebrafish: modelos para estudar o desenvolvimento do sistema nervoso central
O Zika Virus
Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o virologista Amilcar Tanuri e sua equipe também sequenciaram o genoma do zika extraído do líquido amniótico de duas gestantes que tiveram bebês com microcefalia na Paraíba. As conclusões são as mesmas. “Não tenho dúvida de que é a mesma linhagem da Polinésia”, afirma Tanuri. Segundo o virologista carioca, a diferença entre o material genético do vírus em circulação aqui e o de lá é pequena, cerca de 20 nucleotídeos e apenas 1 dos 3.500 aminoácidos (unidades formadoras das proteínas). Tamanha semelhança, segundo ele, indica que o vírus está se espalhando muito rapidamente e foi introduzido uma única vez no Brasil. Tanuri conta ainda que o zika sequenciado no Rio tem grande similaridade com o vírus da dengue, em especial o sorotipo 4, o que pode dificultar o desenvolvimento de um kit de diagnóstico que identifique especificamente os anticorpos contra o zika. “Teremos de driblar essa semelhança na hora de produzir o teste”, diz
Do Brasil para o mundo
O vírus que assombra o mundo com a ameaça da microcefalia levou quase 70 anos para atravessar metade do globo. Mas em pouco tempo conquistou um potencial explosivo de disseminação. Sua capacidade de se espalhar parece ter aumentado nos últimos tempos, em especial depois de chegar ao Brasil, onde, segundo estimativas do governo, já infectou de 440 mil a 1,3 milhão de pessoas.

Adaptações sofridas pelo vírus durante a sua viagem a partir da África aparentemente facilitaram a sua reprodução no organismo humano. Essa característica, somada à alta mobilidade da população atual e ao fato de que o vírus costuma pegar carona no sangue humano sem ser notado (em 80% dos casos a infecção não provoca sintomas), está transformando o zika em uma dor de cabeça internacional. Em um breve artigo apresentado na edição de 23 de janeiro da revista Lancet, uma das mais importantes da área médica, um grupo de pesquisadores do Canadá, dos Estados Unidos e da Inglaterra prevê um cenário de rápido espalhamento do zika por regiões com elevada concentração de pessoas nas Américas e na Europa.

A equipe chefiada pelo médico Kamran Khan, infectologista da Universidade de Toronto que investiga o espalhamento de doenças por viajantes, usou um modelo matemático que reproduz os surtos de dengue para estimar a capacidade de disseminação do zika. Os pesquisadores alimentaram o modelo com informações sobre as áreas de ocorrência atual dos mosquitos do gênero Aedes, que, além do zika, transmitem também os vírus da febre amarela, da dengue e da chikungunya, e as regiões com clima favorável à proliferação dos insetos. Com esses dados, eles conseguiram ter uma ideia de onde haveria condições favoráveis para o zika se espalhar, caso chegasse lá.

Numa etapa seguinte, os pesquisadores precisaram calcular a probabilidade de o vírus alcançar as regiões onde vive seu transmissor – o Aedes aegypti, nas Américas e na África, e o Aedes albopictus, na Ásia e na Europa. Para isso, mapearam o destino internacional de pessoas que entre setembro de 2014 e agosto de 2015 estiveram em regiões do Brasil onde havia transmissão de zika.

Nesse período, quase 10 milhões de pessoas viajaram para o exterior a partir de 146 aeroportos brasileiros situados em áreas onde circulava o vírus. Cerca de 6,5 milhões de pessoas (65% do total) foram para países das Américas do Sul e do Norte. Outros 27% viajaram para a Europa e 5% para a Ásia. Só os Estados Unidos receberam 2,8 milhões de pessoas vindas do Brasil, enquanto a Argentina acolheu 1,3 milhão e o Chile, 614 mil. Na Europa os destinos mais comuns foram Itália, Portugal e França, cada um recebendo 400 mil pessoas. Algumas dezenas de milhares também foram para a Ásia, em especial a China, e para a África, principalmente Angola.

Esse cenário preocupa as autoridades da saúde por várias razões. Em primeiro lugar, porque algumas regiões que receberam os viajantes abrigam uma elevada concentração de pessoas. “Mais de 60% da população da Argentina, da Itália e dos Estados Unidos vive em regiões favoráveis à transmissão sazonal do vírus”, escreveram os pesquisadores. No México, na Colômbia e também nos Estados Unidos entre 23 milhões e 30 milhões de habitantes estariam ainda em áreas com risco de transmissão contínua, nas quais insetos podem espalhar o vírus durante o ano todo.

O segundo motivo de inquietação é que o zika parece ter adquirido a capacidade de infectar mais facilmente o organismo humano no longo e lento caminho que percorreu na Ásia, desde que deixou as florestas de Uganda por volta de 1945, até chegar à Polinésia Francesa em 2013, de onde alcançou o Brasil. Nessa travessia, mapeada recentemente pelo biomédico Caio de Melo Freire, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e colegas da USP e do Instituto Pasteur no Senegal, o vírus se humanizou: alguns de seus genes hoje contêm receitas para fazer proteínas mais compatíveis com o organismo humano, o que facilita a infecção (ver Pesquisa FAPESP nº 239). “Isso pode ter ocorrido porque ao longo dessa viagem o vírus circulou entre poucos vetores, provavelmente o ser humano e o inseto”, explica o biólogo Atila Iamarino, coautor do estudo. Membro da equipe da USP, Iamarino também faz divulgação científica e, com a zoóloga Sônia Carvalho Lopes, coordenou a produção de um material disponível no site Wikiversidade com orientações para professores do ensino básico e médio auxiliarem os alunos a desmentir boatos sobre o zika disseminados pela internet.

Enquanto o vírus avança, pesquisadores de todo o Brasil seguem com seus estudos para tentar entender o que o zika causa no organismo humano e como poderia provocar os casos de microcefalia a ele atribuídos. De 22 de outubro de 2015 a 30 de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde registrou o nascimento de 4.783 bebês com suspeita de ter microcefalia (antes da epidemia de zika a notificação não era obrigatória).

Dos 1.113 casos já analisados, 404 foram confirmados. Esses bebês têm de fato o cérebro pequeno demais para a idade e, além dos sintomas clínicos, apresentam sinais de lesão cerebral compatíveis com os de uma infecção adquirida durante a gestação (congênita). Até agora, porém, só se conseguiu comprovar a infecção por zika em 17 dos 404 casos de microcefalia – os outros 387 dependem da realização de testes imunológicos, ainda não disponíveis, para descartar de vez essa associação.

Alguns grupos tentam caracterizar melhor os problemas apresentados por bebês filhos de mães possivelmente infectadas pelo vírus. Sob a coordenação da médica e geneticista Lavinia Schüler-Faccini, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, especialistas em anomalias congênitas de diferentes instituições brasileiras realizaram exames clínicos, genéticos e de imagem em 35 crianças com microcefalia relacionada ao zika nascidas em oito estados brasileiros, entre eles São Paulo. “Os exames permitiram excluir doenças genéticas ou infecção por outros agentes sabidamente causadores de microcefalia”, conta Lavinia.
Dessa análise, começou a emergir um padrão de alterações típico de infecções causadas por vírus durante a gestação. Embora não houvesse comprovação de que as mães tenham sido infectadas pelo vírus, 74% delas apresentaram sinais compatíveis com a febre zika durante a gravidez, como manchas vermelhas que coçam, febre baixa e dor nas articulações – a maior parte no primeiro trimestre da gestação, quando o feto se encontra em fase acelerada de desenvolvimento. Dos 35 bebês examinados, 25 (71% do total) tinham microcefalia grave, com o perímetro do crânio inferior a 31 centímetros no nascimento.

Os 27 bebês que passaram por exames de imagem apresentavam alterações neurológicas. A mais comum eram as calcificações, pequenos nódulos que funcionam como uma espécie de cicatriz no tecido cerebral. Uma em cada três crianças apresentava lisencefalia, ausência das dobras características do cérebro sadio, ou paquigiria, dobras mais alargadas. Mais graves, essas alterações sugerem que a infecção ocorreu em uma fase precoce do desenvolvimento.

Quatro bebês desenvolveram um problema articular grave, a artrogripose. Essa doença, que dificulta o movimento das articulações, manifestou-se principalmente nos joelhos, quadris e cotovelos e, segundo Lavinia, pode significar que o bebê não se movia muito durante o desenvolvimento intrauterino por causa das lesões neurológicas. “Já analisamos outros 15 casos e o padrão que vemos é sempre muito parecido, favorecendo a hipótese de que a infecção pelo zika não cause apenas microcefalia, mas uma síndrome nova, como já propuseram alguns pesquisadores”, conta a geneticista, que apresentou os resultados em um artigo na edição de 22 de janeiro da Morbidity and Mortality Weekly Report.

A caracterização dos danos associados ao zika é fundamental para orientar o trabalho de outros grupos que tentam esclarecer os mecanismos biológicos por trás da microcefalia. Em uma nova iniciativa de estudo do vírus organizada por Kleber Gomes Franchini, do Laboratório Nacional de Biologia (LNBio) do Centro de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), o médico e pesquisador José Xavier Neto e sua equipe em Campinas planejam inocular o vírus em embriões de camundongos, galinhas e zebrafish de diferentes idades.

Nos vertebrados, o extenso grupo animal que inclui de peixes a mamíferos (inclusive os seres humanos), a formação e o desenvolvimento dos órgãos do sistema nervoso central seguem uma sequência de passos conhecidos e padronizados. Interferências em diferentes estágios costumam levar a modificações distintas na arquitetura do cérebro, o que torna possível antecipar como o vírus atua. “Antes”, explica Xavier, “teremos de verificar qual modelo biológico é mais adequado para estudar a infecção”.

Xavier pretende examinar alterações no nível celular e genético. O padrão observado nos casos de microcefalia associados ao zika sugere que pode haver interferência tanto na multiplicação das células como na fase de migração, na qual elas se deslocam perifericamente até as posições que vão ocupar no cérebro fetal, fenômeno que ocorre no segundo trimestre da gestação. “Há muita informação chegando e ainda é preciso determinar o que é mais relevante”, diz Xavier. Nos seus experimentos, ele usará amostras do vírus que está sendo cultivado no laboratório de Lucio Freitas Júnior, também do LNBio. Freitas Júnior, por sua vez, está desenvolvendo ensaios de triagem para a busca de novos compostos que possam ser usados para tratar as infecções por zika.
... e Microbacterium: testes para avaliar se eliminam o vírus zika
O vírus e o mosquito
Enquanto alguns pesquisadores mapeiam os danos produzidos pelo vírus no organismo humano, outros buscam formas de tentar reduzir ou até bloquear a transmissão do vírus pelo mosquito. Na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu, o biólogo Jayme Souza-Neto começa a investigar quais fatores tornam o Aedes mais suscetível a se infectar com o zika. Nesse trabalho, ele planeja usar o que já se aprendeu nos últimos anos sobre a interação entre o mosquito e o vírus da dengue.

Anos atrás, em seu pós-doutorado na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, Souza-Neto começou a observar que as bactérias que compõem a microbiota intestinal e são naturalmente encontradas no sistema digestivo do inseto em alguns casos o protegem do vírus da dengue. Esse efeito ficou evidente quando os pesquisadores trataram uma população de mosquitos com antibióticos – alterando a microbiota intestinal deles – e verificaram que eles se infectavam mais facilmente com o vírus do que aqueles com a microbiota intacta.

Num desdobramento desse trabalho, Souza-Neto constatou que alguns grupos de bactérias parecem desempenhar um efeito mais protetor do que outros. Fêmeas de Aedes alimentadas com uma mistura de sangue e alta concentração de certos grupos de bactérias – por exemplo, as bactérias do gênero Paenibacillus e Proteus – apresentavam uma quantidade menor de cópias do vírus nos intestinos. Além de estimularem o sistema imunológico do inseto, algumas dessas bactérias, já se sabe, atuam diretamente sobre o vírus, inibindo a sua replicação. “Como o vírus da dengue e o da febre zika são evolutivamente muito próximos, é possível que algumas variedades de bactérias que agem contra um também funcionem contra o outro”, diz Souza-Neto. Se for bem-sucedida, essa estratégia de combate ao vírus pode se somar ao combate ao próprio mosquito; por ora, a forma mais eficiente de evitar o avanço do zika.

Além de buscar formas de evitar que o mosquito se infecte com o vírus, impedindo o inseto de o passar adiante, Souza-Neto planeja comparar a eficiência do Aedes aegypti em transmitir o vírus da dengue com a de propagar o da zika. Esse trabalho será realizado em parceria com a equipe da entomologista Margareth Capurro, da USP, e pode ajudar a explicar por que este vírus parece se disseminar mais rapidamente do que aquele. Em um projeto a ser desenvolvido com pesquisadores do Imperial College de Londres, ele pretende ainda verificar se o Aedes albopictus, comum na Europa e encontrado em regiões de mata no Brasil, também pode ser um bom propagador do zika.

Simultaneamente aos estudos de mais longo prazo, Souza-Neto desempenhará uma tarefa de impacto imediato. Assim como outras equipes da Rede Zika, seu grupo em Botucatu fará a busca ativa de mosquitos nas áreas com casos suspeitos da doença. “Assim, esperamos conhecer a quantidade de mosquitos infectados no ambiente e a variedade do vírus em circulação”, conta o biólogo, que trabalhará com Margareth Capurro e Lincoln Suesdek, do Instituto Butantan, ambos integrantes da rede de pesquisa que começou a se estruturar em dezembro em São Paulo e agora deve ganhar eficiência com uma gestão otimizada.

Rede mais eficiente
Em uma reunião realizada no início de fevereiro no Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), os pró-reitores de Pesquisa da USP, da Unicamp e da Unesp propuseram às lideranças da Rede Zika a criação de uma estrutura que permita otimizar o uso dos recursos disponíveis, coordenar a interação entre essas universidades e outras instituições do país e do exterior, além de acelerar o acesso a mais verbas para pesquisa. Essa estrutura será composta por um comitê científico e um consultivo, ambos integrados por membros das três universidades, além de um porta-voz, que se encarregará da interlocução com os meios de comunicação.

O objetivo, segundo os pró-reitores, é desenhar um programa de ação que leve mais rapidamente à compreensão de como o vírus zika atua no organismo humano, ao desenvolvimento de testes de diagnóstico eficazes, à produção de um soro ou uma vacina contra o vírus, além do controle do vetor. Um primeiro passo será fazer o levantamento de todos os pesquisadores da rede e de suas áreas de atuação. “Assim, queremos ter mais claro o cenário com que estamos trabalhando para verificar de quais recursos dispomos e quais será preciso buscar, inclusive no exterior”, diz Maria José Giannini, pró-reitora de Pesquisa da Unesp. “Será uma tentativa de fazer essas colaborações obterem resultados mais rapidamente para uma questão que se tornou de urgência nacional e internacional”, completa.

“Talvez não se precisasse dessa coordenação até este momento”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa da USP, José Eduardo Krieger. “Agora, porém, sentimos que ela se tornou necessária para a rede ganhar eficiência.” Segundo Krieger, essa estruturação permitirá aproveitar melhor o uso dos recursos e da infraestrutura das três universidades. “Ainda não se tinham aliado as capacidades internas de cada instituição e pode haver mais de um grupo trabalhando isoladamente num mesmo tema”, conta Glaucia Pastore, pró-reitora de Pesquisa da Unicamp. “Nesse momento de emergência, precisamos de um novo modelo de trabalho, em que se atue de forma complementar para vencer as barreiras mais rapidamente.”

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, participou da reunião e solicitou às três universidades que preparem um programa com propostas, metodologias e objetivos que possa ser encaminhado a algumas fontes de financiamento. “Nossa pretensão era ter um novo programa subvencionado pela FAPESP, visando ao melhor entendimento, principalmente do vírus zika, e também em relação à dengue e chikungunya”, disse Brito. “Teremos mais reuniões a respeito.”

Evolução: Inserção de Virus no DNA e’ Forte Evidencia para Evolução

domingo, março 27th, 2016

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Common ancestry via evolution was proven when it was discovered that both humans and chimps have identical sets of damaged DNA in identical locations caused by extremely rare chance encounters with viruses who accidentally integrated themselves into an ancestral primate and became a hereditary marker across all evolutionary offspring.

These endogenized retroviruses (ERV) not only proved our ancestry with chimps, but are revealing our connection to other more distant cousins like the gorillas, gibbons and lemurs.

ERV #HERV-K10 is one such example. HERV-K10 is present in all primates and humans except for the New World Monkeys (the really small mouse-like monkeys like the tamarin and marmoset). This means that HERV-K10 virus was embedded after we all split from the New World Monkey lineage but before we split from the main primate tree. ERV #SINE-R and ZNF80 are two other embedded virus that are only found in humans, chimps and gorillas. This means that SINE-R and ZNF80 was embedded after we all split from the orangutans, gibbons and lemurs but before we split from the chimps and gorillas. ERV #SINE-RC2 is only found in humans. This means that SINE-RC2 was embedded after we split from the chimps and gorillas.

There have been more than 40 of these identical ERVs identified in the human/chimp species alone and further mapping studies indicates that there may be in excess of 100,000 ERVs across all vertebrates making a detailed history of all evolutionary relationships possible. Work is underway to identify all of the ERVs in the entire primate family. Proof of the endogenization process caan be currently seen in real time through the koala lineage who have recently become infected with a gammaretrovirus called KoRV.

ERVs are as smoking as the gun that puts criminals in jail for murder. Where a court of law only needs one match to convict a person, ERV’s provide more than 40 matches for common ancestry. It would be deniable if you could show identical chimp/human ERVs in a rabbit, whale or a cat ….. but you can’t. ERVs are viruses that infected a common ancestor – not junk DNA that just so happened to look like each other in 43 different places on our genomes.

But that’s not all there is to this story. Genetic drifting – the slow mutilation of DNA segments over time – also affects ERVs and identically mutilated ERVs have been found in humans and chimps. Lastly, the identically mutilated ERVs have also identically deteriorated over time indicating the same date of integration in humans and chimps.

Evolution became a discovered fact of nature when we unraveled DNA’s error-prone replication system and continues to yield expected results such as this: http://www.wired.com/wiredscience/2012/0…

O que os Virus tem a verem com Pulsares e Cometas? Herança Genética?

quarta-feira, dezembro 3rd, 2014

A visão de mundo, ou a “cosmovisão”, denominada Matrix/DNA é o estado do ser pensante, como filósofo naturalista, em que todo fenômeno natural detectado, observado, leva imediatamente às perguntas: “De onde a Natureza obteve a “idéia” para fazer isto e justamente aqui, agora?! Onde estavam as forças, os elementos, os mecanismos e processos, que foram usados aqui para construir este fenômeno, em toda a História da Evolução Natural, Universal, nos nossos sistemas ancestrais atômicos e astronomicos? Porque?”

Este estado de ser pensante é baseado na “crença” de que não existe e nunca existiu mágicas ao menos neste universo material alcançavel pelos sensores dos nossos cérebros, nem mágicas de alguma divindade não-natural, nem mágicas de acidentes por acasos absolutos. Se existem tais coisas, elas atuaram antes e fora deste Universo. O Universo, ou melhor, a Natureza Universal, não pode criar novas informações vindas do Nada, portanto, tudo o que existe aqui foi feito com informações presentes nas origens deste Universo. Existe uma longa cadeia ou fluxo de causas, efeitos, que se tornam causas de novos efeitos, sem interferencias sobrenaturais, na qual vão entrando informações que estavam no ar disponiveis assim como existem os genes retrógrados que só entram em atividade depois que um corpo tem formada certa arquitetura, ou na qual as informações originais se fundem, se misturam, criando sub-informações, no que é conhecido como “fuzzy logics”.

Então, todo novo detalhe natural observado tem que ser esmiuçado no confronto com a História da Evolução Universal, tem-se que buscar suas antecessoras até chegar no Big Bang, nas ondas de luz codificadoras que resultam dos desmanches dos ex-machines vortices quanticos – os quais já possuem em si as sete forças brutas naturais e as propriedades vitais. Os quais foram os primeiros “genes” dentro deste Universo. Assim, neste universo-ovo está ocorrendo um mero processo de reprodução genética do sistema ex-machine que deflagrou o Big Bang, e nós, humanos, observando os passos desse desenvolvimento genético pensamos estar vendo “evolução”.

Esta crença intuitiva que vem inata desde a infancia em certo tipo de configuração das conexões neuroniais dentro de um cérebro humano, e que conduz um ser humano a ser inevitavelmente um filósofo naturalista, agnóstico, pode ser uma crença longe da Verdade Ultima e pode estar parcialmente ou toda errada. Se for assim, todo o castelo da matrix/DNA ruirá por Terra quando algum fato natural devidamente comprovado, derruba-la totalmente. Sabendo disso, e não sendo o supremo objetivo do filósofo provar que sua cosmovisão é melhor, mas sim não ser enganado nem por sua teoria predileta e sua obra, a meta suprema de buscar e encontrar a Verdade – ou provar que não existe uma Verdade Ultima – o próprio filósofo busca cuidadosamente o fato mortal que tiraria sua cosmovisão de seu caminho.

Voltando agora com os pés no chão e para o assunto inspirador deste artigo, vamos trazer para cá esta imagem:

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HIV

The human immunodeficiency virus (HIV) attacks the immune system (AIDS)

Isto aí são os virus da AIDS. De onde a Natureza obteve a idéia, os mecanismos, para fazer isto aqui?!Por que o faz, para que? Precisamos saber disto urgentemente, é uma questão de vida ou morte o maior conhecimento possivel destas criaturas, estas terroristas que ameaçam e torturam humanos até leva-los à morte. Penso que são nossos inimigos numero um, hoje. Meu sonho agora seria reunir recursos para ir à região do Rio Ébola com medidores “geiseres” porque a informação que tenho é que os virus vieram de morcegos. Então isto bate com a teoria da Matrix/DNA: deve ter caido algum fragmento de meteoro, de cometa, naquela região, que abriu uma cratera, que se tornou uma caverna que está sendo habitada por morcegos. Ali, no fundo daquela caverna, está o material que irradia emitindo sinais que penetram DNA’s de plantas ou animais fazendo expressar nestes DNA’s os genes que estão inertes na região do DNA-lixo, a qual é o registro de toda a história cosmológica antes das origens da vida, e cujos genes expressados e reunidos produzem os virus. Os morcegos seriam os originadores dos virus apenas de forma indireta. Mas se não for assim, senão tiver um meteórito por tras de cada virus na Terra, ainda assim a teoria continua de pé, pois ela diz que a Terra é bombardeada continuamente por bits-informações vindas da irradiações de astros, na forma de fótons ou outra particula elementar, os quais são informações que podem codificar moléculas viróticas.

Uma primeira olhada na imagem acima, passou-me a impressão que estava vendo o céu, alguma estranha galaxia com aqueles tipos de astros flutuando no espaço. A ausencia da gravidade espacial no meio liquido, e talvez a ação de sutis campos magnéticos destas criaturas biológicas seriam a causa dos astros-virus estarem mais próximos, mais amontodaos que os astros no céu. E isto me leva imediatamente ao modelo teórico cosmológico construído pela fórmula da Matrix/DNA. Neste modelo, pulsar é o nome que dei a astros na idade de planetas velhos locupletados fe gigantescos vulcões dos quais são emitidos lavas, magmas, que caem como bolotas chamejantes no espaço sideral, ou seja, os cometas nasciturnos que ainda não morreram por não terem atingido o seu alvo, o astro a ser fecundado. Daqui, deste passado, a Natureza tirou e evoluiu o mecanismo aplicado pelos virus. Desvendando suas origens, temos mais dados para nossa grande meta que é a de destruí-los antes que eles nos destruam. Os virus possuem aqueles “esporos” que atraem e são atraidos a certos receptores na superficie das células porque no Cosmos os vulcões são confeccionados para se conectarem à distancia com receptores no nucleo dos sistemas. Os virus expelem o material genético que está em seu nucleo central porque os vulcões ejetam o magma que vem do nucleo central dos astros. Estamos assistindo a nivel microscópico uma cena “fractal” de uma cena a nivel macrocósmico. Estamos assistindo aqui uma cena que é o futuro da cena do passado no Cosmos.  Nada de magicas nem de demonios criadores de virus para nos atormentar.

Que aconteça este fenomeno natural na Terra, é inevitavel. Faz parte das projeções de um corpo reprodutor para formar outro corpo que é sua reprodução. Sendo aqui o reprodutor este sistema astronomico que nos envolve e o corpo reproduzido os primeiros sistemas moleculares organicos. Mas isto não deve nos desanimar, devemos continuar a busca até o fim, desvendando cada vez mais o fenomeno a nivel cada vez mais microscópico, chegando ao nivel das forças naturais quase abstratas como são as força do magnetismo, nucleares fortes e fracas, etc. Deve existir uma maneira de ao menos desviar este fenomeno para longe de nossos corpos, ou tornar nossos corpos não-hospedeiros deste fenômeno. Afinal, até os virus podem se tornarem resistentes a forças que aplicamos neles e os aniquilamos antes. Tenho umas idéias para fazer isto, a nivel de identidade de sistemas, pois o sistema imunológico de defesa humano é uma reprodução da identidade circuital dos sistemas naturais.

Para se entender isto vamos trazer para cá, esta figura:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

O primeiro ser realmente vivo, completo, foi a primeira célula, formada com um núcleo e todas as organelas. Mas de onde a Natureza tirou a “idéia” para fazer uma célula biológica pela primeira vez? Simples evolução universal: o building block sos sistemas astronômicos se “projetou” por inteiro, reproduzindo-se, assim como temos um filho, nosso corpo se projeta por inteiro, se reproduzindo. Vamos esquecer por ora os motivos que causaram a grande mutação em termos de tamanho, substancias, etc. , o que está explicado em outro capitulo. O período de mais ou menos 3 bilhões de anos que durou essa reprodução – desde as primeiras formações de moléculas até chegar à célula final – foi a embriogênese de um novo rebento astronomico, em dimensões microscópicas.

O building block dos sistemas astronômicos tinha sua “matriz genética”, a qual evoluiu para a forma do DNA biológico. Mas essa matriz não era como o DNA, um composto especifico que fica dentro da célula que contem as informações do inteiro sistema celular; ela era o sistema inteiro, assim ela continha todas as informações do sistema. Ela era mais externa que interna.

Aqui dentre os sistemas biológicos, os filhos são em tudo muito semelhantes aos pais, porque o DNA é transmitido de geração a geração encerrado dentro de um pacotinho cromossômico, o que evita bruscas mutações. Mas os building blocks astronômicos se fragmentam em seus bits-informação ( que é toda sua matéria e energia degradada) e não são ejetados cerrados dentro de algum envoltório fechado e sim são espalhados no espaço e em tempos na escala astronômica. Quando tais bits que eram vizinhos próximos no sistema astronomico se encontram na superfície de um astro em boas condições de cultura, eles se juntam na mesma sequencia que estavam e, às vezes, um pequeno pacote de bits já apresenta uma quase vida. Foi isso que fez um único ancestral se diversificar nas milhares ou milhões de espécies biológicas.  Até que finalmente todos os pacotinhos se juntaram num só corpo, e assim surgiu o primeiro sistema biológico completo, a tal da primeira célula.

Bem,… vemos na figura acima do building block astronomico que pulsares e cometas ocupam as posições F4 e F5. Mais tarde F4 foi a função que criou o sistema reprodutor masculino, e F5 a função que criou o espermatozoide. Portanto, os dois ligados ao sistema reprodutivo.

Quando comecei a estudar mais detalhadamente os vírus porque a formula da Matrix/DNA vinha sugerindo novas explicações para tudo que existe em Biologia, e virus – devido seu poder maligno mortal – é algo muito importante para se buscar conhece-los melhor, um primeiro fator me chamou atenção: eles não podem se reproduzirem sozinhos, precisando para isso da maquinaria reprodutora existente dentro de um sistema celular. Mas no momento que penetram uma célula, passam a reproduzirem desvairadamente, como se essa fosse a suprema função de sua existência. Ora… isso era justamente o que faria F4 e F5 na formula da Matrix/DNA. Então surgiu a forte suspeita que virus são pacotinhos genéticos incompletos semeados na superfície da Terra correspondentes aos trechos que vão de F4 a F5, os quais, no building block astronomico são pulsares e cometas.

Um detalhe interessante da Matrix/DNA é que uma função sistêmica universal parece-se com um artista ou trabalhador que seu estilo especifico, unico, de fazer seu trabalho, seja em qualquer ambiente e quais materiais estiverem disponíveis. Cada função sempre modela o seu “corpo”, a sua ferramenta material, da mesma forma, variando apenas em detalhes que não são possíveis manter o modelo original devido muitas diferenças no novo ambiente. Sendo assim, os virus teriam que ter uma forma semelhante ao do pulsar, pois a mesma função, a mesma artista modelou os dois. E quando bato o olho agora numa figura do virus da Aids imediatamente me lembro da forma do pulsar feita na minha figura. Aquelas extensões que mais parecem crateras no corpo do virus imitam exatamente os vulcões dos pulsares. É mais um indicio ( claro, nada mais que mais um indicio apenas) de que a fórmula da Matrix/DNA pode de fato existir e que está – do jeito que a calculei – bem próxima da fórmula real. Por isso vamos manter este registro para engrossar esta longa busca de mais dados sobre virus e pulsares…

Me surge agora a idéia de que uma coisa urgente a fazer aqui é tentar desvendar porque o virus desativa o sistema imunológico de defesa. Este sistema é imitação do circuito inteiro da fórmula, o qual produz a identidade do sistema, o qual deve controlar e manter o sistema existente, como no caso da Matrix fechada, nada de fora pode entrar, o que significaria a morte do sistema. Parece até o caso quando um casal se morre por amores e atração mutua que se fecham num quarto e deixam o mundo acabar lá fora. De dentro do quarto só vai saindo filhos. A casa, o sistema familiar se desorganiza todo. Parece que isto acontece quando a parte masculina representada pelo virus se encontra com a parte feminina que é o nucleo celular. A função masculina reprodutiva é na célula, feita pela mitocôndria, mas de alguma maneira o virus tira a mitocôndria para escanteio. Mas isso será mais uma pesquisa para quando tiver tempo…

 

Por favor, olhem para isto, para entender o que significa o meu trabalho…

sábado, novembro 29th, 2014

…. apenas no nível astronomico, e não nos outros níveis biológicos, químicos, neurológicos, etc., que estou atuando.

Veja o vídeo que a NASA publicou agora e veja o debate a seguir ao vídeo, onde participo. Eu jamais imaginaria na vida que isto poderia acontecer comigo. A NASA apresenta um filme feito por simulação de computador e cálculos matemáticos baseados na atual teoria cientifica astronômica. Veja esta imagem ( não se esqueça que ela não é a foto de um evento real, apenas é uma simulação do computador):

Black Hole Eats Away a Star for 1920x1080

http://www.pickywallpapers.com/space/black-hole-eats-away-a-star-picture/

Eu olho esta primeira imagem do vídeo e imediatamente me vem à cabeça a imagem de um vírus inserindo seu material genético dentro de uma célula. O modelo astronomico que construí dentro da teoria da Matrix/DNA em tudo diz que é isto que está acontecendo entre a estrela e o núcleo de poeira estelar – o qual não é um buraco negro porque a teoria diz que isto não existe.

A estrela do filme seria o vírus, enquanto o buraco negro seria a célula. Mas acontece que o filme está “afirmando” que o buraco negro está atraindo a estrela e comendo-a. Seria o mesmo que dizer que é a célula quem atrai o vírus e come-o começando pelo seu DNA. É totalmente o contrario!

Então? Como ficamos? É claro que um recém-chegado semi-macaco da selva amazônica nunca poderia enfrentar o pessoal da NASA e todo mundo dirá que o macaca está louco, e vão dar gargalhadas. Porem, se esquecem de uma coisa. Qualquer evento no céu toma tempo na escala astronômica, ou seja, milhões, ou bilhões de anos. Portanto, jamais a Humanidade vai poder assistir por completo este evento retratado no filme. A imagem não tem nada garantindo que aquela massa da estrela está sendo inserida ou que está sendo absorvida. Não se pode saber quem é o emissor e quem é o receptor. Eu sei que a estrela não está exercendo uma força de emissão de fragmentos de seu próprio corpo, mas o contexto espacial gravitacional pode estar conduzindo este material, assim como aqui na Terra vemos o vento levando , conduzindo, as cinzas de um cadáver cremado. Pois é isto o que aquela estrela é agora: um cadáver estelar ( segundo a teoria da Matrix/DNA).

E assim acontece com todos os detalhes entre as duas teorias. É tudo exatamente ao contrario. Quando a teoria acadêmica dia que uma estrela está nascendo, a minha teoria diz que ela está morrendo, e quando a acadêmica diz que ela está morrendo, a Matrix/DNA diz que ela está nascendo.  Mas isto já aconteceu uma vez na História Humana, quando a cúpula das universidades, todas da Igreja, afirmava que o Sol gira em torno da Terra e veio um tonto chamado Copérnico dizer que não, que é a Terra que gira em torno do Sol. Bem… apenas deram boas gargalhadas às custas daquele zé-ninguém e ignoraram-no, pois ele não tinha voz para alcançar a multidão, a qual tambem iria rir-se dele. Copérnico morreu, e séculos depois Galileo apontou uma luneta para o céu e provou que o certo era Copérnico, o mundo todo estivera errado por milhares de anos! Será possível que no estado adiantado que a astronomia humana está hoje, ainda vai acontecer novas revoluções virando tudo de cabeça para baixo?!

Longe de ter a pretensão de ser um gênio como Copérnico, mas ao menos eu mereço um ponto: fiz uma teoria exatamente ao contrario da teoria correntemente acreditada mostrando que é possível esta revolução e a Humanidade só vai poder provar que é o meu mundo que está de cabeça para baixo daqui a alguns milhões de anos… ki… ki… ki…

Mas assim fiz tambem com a teoria da origem da Vida, da origem do Universo… tudo ao contrario. O problema para a academia é que eu tenho a mesma quantidade de evidencias a favor das minhas teorias que eles tem a favor das deles… E agora, José?

O meu modelo astronomico é tão desastrado que acabei de descobrir que a Terra e todos os outros planetas deste sistema não são planetas… e sim, luas do Sol. Agora prove que estou errado…. Porque é que os astrônomos dizem que os astros que giram em torno de Júpiter são “as luas de Júpiter” enquanto dizem que os astros que giram em torno do Sol não são as luas do Sol?!

Bem… eu não sei como é que a NASA vai provar que estou errado. Eu mesmo não sei se estou certo ou errado, quem está dizendo isso é o Frankenstein que criei na selva, essa tal de Matrix/DNA cosmovisão.  Acho que vamos ter de esperar alguns milhões de anos, assistir um evento igual através de milhares de gerações de humanos… e se eu estiver errado pago a conta da cerveja para o pessoal da NASA…

NASA

Shared publicly  –  Yesterday 7:46 PM

https://plus.google.com/u/0/102371865054310418159/posts/3qK3seBG9we?pid=6086921914089388258&oid=102371865054310418159

NASA: “Thank you for joining us as we shared images & information about black holes. We’ll keep hunting for black holes and studying them.

How? Spotting black holes is tricky. Because they don’t give off light, astronomers have a difficult time pinpointing their location. But when a black hole gets close enough to an object, like a star, for example, and begins consuming the object’s mass, the matter that pours into its gravitational clutches can get so hot that it glows and releases energy in the form of X-ray light. The most powerful X-rays are emitted from the hottest material swirling just outside the edge of the black hole. By observing this light with space telescopes, scientists can determine where black holes are hiding in the cosmos.”

Discussão:

Louis Charles Morelli

Yesterday 10:07 PM
Why “a black hole consuming a star mass” and why not “a dying star is being fragmented into dust and creating a normal vortex” as suggested by Matrix/DNA model? Which are real proved facts and theories about a non visible fact?
+Louis Charles Morelli
U CONFUSE THEORY & ‘PROVEN FACT’
+Tom Davis This is the same image of a virus inserting its genetic stuff inside a cell. Viruses do that reproducing into new viruses and the cell dyes. In the sky, we see the stuff of a star entering inside the nucleus of a system and we can suppose that from here will born new stars while the “black hole”will disappears, like the cell dies. So, the rational conclusion is: considering that astronomical systems are ancestors of cells systems and viruses, this image is the ancestor image of a cell infected by a virus. But, either The Standard Model end Matrix/DNA models are mere theories, yet. You chose what is more rational for you…
You, Tom, need to understand that this image can be interpreted as “there is a black hole and it is a predator of a star” or, “there is a star which is the predator of a central vortex of an astronomical system”… There is no scientific proof about what is the thru…

Sir Marc Nasa

Yesterday 10:20 PM
this is Nasa Actual. ah, … I think … micro gravity … rgr
 Humm..  are you smiling due “microgravity” between viruses and cells? Nature goes from nanotechnology to giantology, all the time. Nature put a big adult man inside a microscopic chromosome and turns on the chromosome into a big man. Why Nature couldn’t reduce astronomic macrogravity into biological microgravity, and vice-versa?!  What’s the force of attraction of the cell’s receptor to the virus emissor?Maybe both have magnetic fields? Ok, it is a weird idea, but… makes sense… Do you have any explanation for where is the phenomena of gravity at the ancestor astronomical system that created biological systems, if it is not here? Such father, such son…  

Daniel Joyce

1:28 AM
Jesus peats. Not all viruses insert their DNA into the nucleus. And those that do, from microscopy, it looks nothing like this.

+Daniel Joyce Yes, Daniel, but viruses inserts RNA or DNA into cells, some reaches the nucleus. I have seen an experiment where a non-organic mass with iron “eats” a powerful magneto, so we have one evidence here that NASA’s theory could be the right one. But, there is no scientific proved fact or evidence that the reverse way, as suggested by Matrix/DNA method, is wrong. Do you know one?And Matrix/DNA says that there are no black holes, because never and nowhere matter could go back to the initial singularity ( there are several causes against this impossible event). Instead black holes what is there is merely central vortexes built by interstellar dust under galactic rotation. Of course… every tornado has a central empty hole, but due the centrifugation of dust and energy, it is more white than black and emits light, radiation. Ok, if I am wrong I will pay the beer…

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A publicação no Google+ da NASA veio desta pagina, se voce quiser mais informação:

Black Holes

http://science.nasa.gov/astrophysics/focus-areas/black-holes/

Ébola! A Fórmula da Matrix/DNA sugere: Procurem um Meteórito na Região do Ébola River

quinta-feira, outubro 9th, 2014

O Ebola é um dos principais assuntos do momento e eu tenho uma teoria a respeito que ninguém mais tem, por isso é bom me ouvirem, experimentarem o que estou sugerindo, antes que possa ser tarde demais. Três recentes artigos ( dois no New York Times e um no Huffington Post) me fizeram lembrar imediatamente da antiga sugestão desde a selva amazônica há 30 anos atras sobre o que é e como se originam os vírus.

O pior é que se minha teoria estiver certa, isto significa que a comunidade cientifica jamais irá ganhar a luta contra vírus, porque ela desconhece a causa fundamental da origem e comportamentos dos vírus, a não ser que tomem conhecimento da sugestão da Matrix/DNA e resolvam investiga-la. O atual entendimento da comunidade cientifica do que é vida, sistemas biológicos como vírus e humanos, está muito distante da realidade e isto afasta-os de descobrir as soluções definitivas. Ficam assim combatendo vírus como quem fica podando os galhos doentes enquanto cada galho podado é substituído por novo galho doente, porque a doença está na raiz da arvore. Enquanto isso milhões de seres humanos continuam sendo torturados e mortos por estes minúsculos facínoras.

Veja abaixo o meu post escrito às pressas e postado no Huffington, tentando chamar atenção e iniciar um dialogo. Mas tal dialogo só pode avançar se ambas as partes se limitarem a apresentar fatos comprovados como base de seus argumentos, e não ficar discutindo teorias e conceitos abstratos que fazem parte importante da cultura e visão de mundo propagada através das universidades.Depois do post puxo para cá a fórmula da Matrix e explico na medida que o tempo agora me permitir, os fundamentos da teoria sobre os vírus como o Ebola.

Ebola: Still No Time to Lose

http://www.huffingtonpost.com/peter-piot/ebola-still-no-time-to-lo_b_5952062.html?utm_hp_ref=tw

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed
My suggestion: Search around the Ebola River any trace of recently failed meteors. Ask to natives if they saw, read, something about. My suggestion is due the models of Matrix/DNA Theory suggesting that the meanings of viruses existence, origins, and the functions of viruses at any natural system like this biological biosphere, is equal the function of comets/meteors in relation to astronomical systems and equal to RNA in relation to living cellular systems. Some data from this article is suggesting evidences for this theory: like the “shot of energy”applied at that hospital: the origins of virus at this biosphere is related to vibrational states of systems, which means a specific strong frequency at the electromagnetic spectrum. The invisible vibrational state of pregnant woman’s body is altered by the strong vibrational state of the embryo, which synchronizes with the vibrational state of those viruses. So, the strong attraction for those viruses towards pregnant woman or anyone with high dose of calcium gluconate.If this theory could be right, there is a slice of meteor spreading energy that creates spontaneously viruses at Ebola regions. And if these theoretical models are right, those people living at that Russia region recently invaded by a meteor need be investigated urgently.This issue is very complex and only one trained by the knowledge of Matrix/DNA formula have more detailed explanations. By the way, I think that any possible solution that can add for us to fight this global treat must be applied.

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http://www.nytimes.com/roomfordebate/2014/10/02/how-to-stop-the-spread-of-ebola/much-more-vigorous-government-response-to-ebola-is-needed

Louis Charles Morelli

New York, NY 

Is necessary understanding that the current world view academic model has not been victorious on the war against virus, so, we need a different view and approach. The different world view of Matrix/DNA Theory suggests that virus is the common expression of a systemic universal function at any natural system… like this biosphere and human’s bodies. Virus is the expression of Function 5 that you can see at the matrix formula of natural systems. This function, at the level of cell system, is performed by RNA ( mass level) and ATP ( energetic level). At the level of astronomical systems, this function is performed by comets. I have not detected yet which is the agent of F5 at biosphere systemic level. But, the fact that comets are the carriers for information for producing virus ( and we have found several kind of organic molecules at meteors) and knowing that comets can be fragmented into meteors, which commonly falls at Earth, meteors can be the first source for viruses. The cost for human kind is high, so, any suggestion must be tested. Here our suggestion is: ask to the natives of Ebola River region if they saw something falling from the sky in the last 30 or 50 years. If so, where it fells? maybe the source for Ebola is there, irradiating to any living molecule around it.

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Virus: Origens, causa criadora, funções nos sistemas naturais:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Quando comecei a ler assuntos sobre algumas doenças causadas por virus, uma informação era comum: vírus são hibernantes ( como não-vivos), fora de sistemas celulares e se despertam dentro de células, quando então passam a se reproduzirem aceleradamente e assim “explodem” a célula, disseminando-se às células vizinhas. E quando tinha encontrado a formula da Matrix, esta informação imediatamente me lembrou que na fórmula existe algo, uma de suas peças, que faz na formula exatamente o que vírus fazem na célula. Trata-se da F5.  A F5 é a função sistêmica que produz cometas no céu, RNA nas células, e quando trata da inter-conexão entre sistemas, é a responsável pela reprodução dos sistemas.

Desde que essa formula é repetida na unidade fundamental de informação do DNA ( um par lateral de nucleotídeos), e depois repetida num especifico grupo de genes, isto significa que o DNA – se expressar aquele grupo de genes – pode gerar vírus. Ou seja, nós podemos criar vírus dentro do nosso próprio corpo.

Mas para que o DNA expresse tal grupo de genes é preciso um estimulo externo, o qual pode ser um pedido do RNA, ou um especifico estado vibracional de uma onda de energia externa. Vamos então imediatamente trazer para cá tambem a nossa versão do que é na realidade uma onda de luz conforme sugerida por essa formula ( estou com dificuldades técnicas aqui para trazer uma melhor figura. Clique nela talvez melhore.) :

Light - The Electro-Magnetic Spectrum

 

Bem, vemos na figura que F5 corresponde ao trecho entre microwave e infrared. Isto significa, a grosso modo, que o estado vibracional dos vírus como sistemas deriva desta frequência da onda de luz/energia. Por isso estou supondo no post acima que os vírus  são atraídos por quaisquer outros sistemas no mesmo estado vibracional. Acontece que o corpo de uma mulher adulta vibra como F5, na mesma sintonia do vírus,  o corpo do embrião dentro de uma mulher gravida vibra como F1.  Ora F1 é o estado da onda recém  emitida por uma fonte, portanto, uma elevada frequência, alto estado vibracional, assim deve ser o estado da energia de um embrião, um baby. É o estado que abre brechas para origens, porque é relacionado à função feminina criadora da formula. Então não existiria ocasião mais propicia para vírus  ser atraídos e penetrar o sistema todo. O corpo do embrião derruba as defesas do auto-imune sistema do corpo da mulher.

Talvez eu esteja fazendo o carro atropelar os bois devido a pressa pois estou atrasado para ir ao trabalho. Isto merece reflexão mais pausada.

Mas a fórmula sugere que meteóritos, resultantes da fragmentação de cometas, tem todo o potencial para carregar as informações químicas para produzir vírus – se o meteórito cair em ambiente que contenha os complementos para a gestação dos vírus. O que deve haver de sobra na ainda primitiva região africana do Ebola River. Portanto é possível que, em algum lugar daquela região exista um ou mais fragmentos de meteoritos irradiando unidades de fotons que, se reunidos dentro de um sistema biológico, como o corpo de um animal, se reunem e recompõe a parte do sistema de onde vieram- este sistema solar e galáctico. Novamente lembro que devo estar sendo precipitado, pois preciso antes rever tudo o que aprendí sobre a fórmula, ondas de luz, fótons, etc. Inclusive procurar neste website o artigo onde escreví esta teoria dos virus.

Como eu disse no post ao Huffington Post, esse assunto do Ebola é demasiado preocupante e toda possibilidade que qualquer humano levantar, por mais esdruxula que pareça à nossa preferida visão de mundo – deve ser considerada e experimentada.

Devo voltar aqui para esmiuçar isto após o trabalho.

Pesquisa para usar Vírus na produção de Energia de Plantas

terça-feira, julho 2nd, 2013

(Pesquisa em andamento)

How synthetic viruses can boost green energy production

By Tom McKeag
Published July 02, 2013
http://www.greenbiz.com/blog/2013/07/02/how-synthetic-viruses-boost-green-energy
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Destaques do artigo:
– They are, especially, survivors, but they need a host in order to pass on their DNA. One key to their success, therefore, is the ability to selectively bind to this host. A science team at theMassachusetts Institute of Technology (MIT) is studying this capability to improve the performance of green energy technologies.
Matrix/DNA: O mecanismo do virus para captar e agarrar um hospedeiro deve estar baseado na sequencia de pontos do circuito sistemico, observavel na formula da Matrix:
E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Mas a origem universal desta formula, ou seja, a forma como ela surge e se manifesta neste universo material, ev qualquer onda de luz natural, representada neste grafico:

Light - The Electric-Magnetic Spectrum by Matrix/DNAEnquanto as duas gravuras acima sao simbolicas representacoes humanas de fenomenos naturais invisiveis, a gravura a seguir mostra como eles influem nos meios materiais. A formula da Matrix esta acima representada na forma de um diagrama simples de software computacional, e o desenho a seguir representa tipos de reais hardwares materiais criados pela formula:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Entendo que virus sao resultantes de uns poucos bit-informacao vindos de algum pequeno trecho do circuito sistemico – em relacao ao aspecto diagrama – que seria um trecho da onda de luz. Devido suas propriedades, principalmente a fundamental atividade de apenas auto-reproduzir-se quando inserido num hospedeiro, deduzo que o virus ev um emissor de bits-informacao buscando outro receptor de bits-informacao, o ual seria os pontos seguintes a sua localizacao no circuito. Devido a conexao disparar um mecnismo de reproducao, deduzo que estes bits estejam relacionados a funcao sexual na formula, entao me dirijo ao trecho do circuito entre funcoes 4 e 1, para encontrar a forte hipotese de que virus sejam constituidos por informacoes da Funcao 5. E a partir desta hipotese, tenho estudado muitas caracteristicas dos virus e ate agora todas indicam que esta hipotese ev forte e faz sentido. Uma evidencia ev de que a F5 se representa na celula vital na forma do RNA, ela construiu o RNA, os primeiros virus eram puro RNA e proteina, dentro da celula ev o RNA que viaja e transporta entre o citoplasma e o nucleo onde se encontra com o DNA, portanto, as primeiras manifestacoes da vida biologica foram viruses. Outra indicacao importante ev notar que nos sistemas astronomicos a F5 produz os cometas, o que parce sugerir que cometas ou pedacos de cometas tem a possibilidade de produzirem e trazerem viruses a Terra. A segunda gravura, do espectro da luz, indica que virus encontram seu ponto geografico ideal onde impere materia sob vibracao produzida pelas frequencias infra-vermelho e micro-ondas. E bom lmbrar tambem que estas conexoes podem se darem ao nivel de fotons.

O receptor no hospedeiro para viruses deve ser informacoes sobre a F1 e/ou F6, sendo que prefiro por hora suspeitar que sao apenas relativas a F1, a qual representa a funcao feminina reprodutora nos sistemas. Nas celulas, a regiao mais provavel para conter estas informacoes receptoras seria o nucleo, que representa a F1, mas dentro deste, o DNA. A F6 na celula vegetal ev representada pelos cloroplastos, e na celula animal, pelas mitocondrias. Talvez haja alguma relacao entre uma possivel atividade feminina da eva mitocondrial e os virus, mas ev uma possibilidade meio incomoda, que nao oferece muito sentido racional.

Se tiver-mos uma tecnologia que consiga identificar e observar uma celula separada entre suas sete diferentes regioes vibracionais, devemos focalizar-nos nas regioes de coloracao infra-vermelha e miro-ondas, na busca do receptor ideal para virus.

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Angela Belcher leads the team and is an all-star of bio-inspired design.

Research by Angela Belcher and her team (relacionada a biomimicry) :

About 500 million years ago organisms started growing hard materials like calcium carbonate and silica, bone and glass.  For billions of years before the Cambrian geological period, organisms in the ocean were just soft bodied.  Then, over the course of about 50 million years, there was an explosion of hard bodied creatures due to increased ions in the ocean.  These organisms evolved to make exquisite nanostructures like shells and glassy diatoms. Organisms were limited in the types of elements they could use to build hard materials.  In the Biomolecular Materials Group, we are evolving simple organisms using directed evolution to work with the elements in the rest of the periodic table.  We encourage these organisms to grow and assemble technologically important materials and devices for energy, the environment, and medicine.  These hybrid organic-inorganic electronic and magnetic materials have been used in applications as varied as solar cells, batteries, medical diagnostics and basic single molecule interactions related to disease.  In doing so, we have capitalized on many of the wonderful properties of biology–using only non-toxic materials, employing self-repair mechanisms, self-assembling precisely and over longer ranges, and adapting and evolving to become better over time.

– Belcher is continually asking two questions: How can we impart (transmitir) genetic information coding for materials? Can we get living organisms to work with more of the periodic table?

– The viruses’ ability to recognize and bind to specific inorganic substances allows carbon nanowires to be connected to the carbon nanotube network, thus boosting the electrical conductance of the device.

 

( Pesquisa temporariamente interrompida aqui. Primeiro proximo passo urgente é elaborar um post para publicar no artigo. Corrigir o portugues, traduzir para ingles e deixar o artigo como primeiro na parte inglesa, pois ev bastante tecnico, util e divulga as imagens da Matrix) 

 

Bacterias Criam Biofilms Similar a Fotons de LUCA nas Origens da Vida

segunda-feira, maio 20th, 2013

Bacteria organize according to ‘rich-get-richer’ principle

http://www.domain-b.com/technology/biotech_pharma/20130520_principle.html

Bacterias se movem deixando um rastro de sugar para que outras ai se localizem criando um biofilm. Isto ev similar a imagem de fotons de LUCA dirigindo atomos para as novas combinacoes. Estariam as bacterias simplesmente sendo guiadas por instinto seguindo o registro de LUCA em sua memoria? Pesquisar isto.

1) Bacteria on a surface wander around and often organise into highly resilient communities known as biofilms. It turns out that they organise in a rich-get-richer pattern similar to the distribution of wealth in the economy,

”Some of the bacteria remained fixed in position,” Parsek said. ”But some moved around on the surface, apparently randomly, but leaving a trail that influenced the surface behavior of other bacteria that encountered it.”