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Virus HIV: Novas Importantes Descobertas

sábado, setembro 10th, 2016

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Um olhar detalhado do HIV em ação

http://www.universoracionalista.org/um-olhar-detalhado-do-hiv-em-acao/

Uma reconstrução tomográfica do cólon mostra a localização de grandes conjuntos de HIV-1, as partículas de vírus (em azul) localizadas nos espaços entre as células adjacentes. Os objetos roxos dentro de cada esfera representam os núcleos cônicos que são uma das características estruturais do vírus HIV. Crédito da Imagem: Mark Ladinsky/Caltech.

Uma reconstrução tomográfica do cólon mostra a localização de grandes conjuntos de HIV-1, as partículas de vírus (em azul) localizadas nos espaços entre as células adjacentes. Os objetos roxos dentro de cada esfera representam os núcleos cônicos que são uma das características estruturais do vírus HIV. Crédito da Imagem: Mark Ladinsky/Caltech.

Notas:

Os  objetos roxos dentro de cada esfera representam os nucleos conicos que sao umas das carateristicas estruturais do virus HIV.

Eu já havia identificado o principio natural que serve como causa que gera os vírus, com funções sexuais, cometarias, portanto, havia lhes dado a função F4. Porem com esta informação sobre forma cônica, devo acrescentar a F1, que e’ a outra função sexual da formula, e justo na forma cônica.

Uma aparência em 3D do vírus HIV.Crédito da Imagem: Sebastian Kaulitzki.

O trato intestinal humano, ou intestino, mais conhecido pelo seu papel na digestão, também desempenha um papel de destaque no sistema imunológico. De fato, é uma das primeiras partes do corpo que é atacada nas fases iniciais de uma infecção por HIV. Saber como o vírus infecta as células e acumula-se nesta área é fundamental para o desenvolvimento de novas terapias para as

O intestino humano exerce alguma função no sistema imunológico. Porem parece ser a região mais fraca em defesa pois os vírus se acumulam nas regiões mais profundas do intestino (talvez isto explica a maior incidência de HIV nos homossexuais). Dai se espalham para o resto corpo `a medida que vão destruindo o sistema iminologico.

Existem hoje mais de 33 milhões de pessoas no mundo que vivem com o HIV.

O que estes pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) fizeram de novidade e’ que foram os primeiros a utilizar microscopia eletrônica de alta resolução para olhar a infecção pelo HIV no tecido real de um organismo infectado, oferecendo talvez a caracterização mais detalhada ainda de infecção pelo HIV no intestino.

“O estudo sugere que uma célula infectada libera o vírus recém formado em um padrão de onda semi-síncrona. Ela não aparece com um gomo do vírus de fora e depois outro de uma forma aleatória. Pelo contrário, parece que os “grupos” de vírus brotam de uma determinada célula dentro de um determinado período de tempo e, em seguida, um pouco mais tarde, um outro grupo faz o mesmo, e, em seguida, uma outra, e assim por diante. ”

A equipe chegou a essa conclusão através da identificação única de células infectadas utilizando microscopia eletrônica. Dai eles olharam para as partículas de HIV a distâncias diferentes da célula original e viu que os “grupos” de partículas ficavam mais maduras a medida que a distância da célula infectada aumentava. Essa descoberta mostrou que de fato essas células estão produzindo ondas de vírus ao invés de vírus individuais, o que foi uma observação agradável.

Obs. da Matrix/DNA: Ondas?! Observe como coincide este trecho do virus com o mesmo trecho da Matrix entre F1 e F3. Os vírus ficam mais maduros a medida que se afastam da celula que os produziu. O fato de na reprodução os virus se reproduzirem em grande quantidade e por ondas sugere algo relacionado com as ondas do tempo da formula?

Sinapse virológica: Além de produzir ondas de vírus, as células infectadas também espalham o HIV através do contato direto com seus vizinhos. Bjorkman e Ladinsky foram capazes de visualizar esse fenômeno, conhecido como sinapse virológica, usando microscopia eletrônica. “Fomos capazes de ver uma célula produzir um broto viral que está em contato com uma célula próxima, o que sugere que ele está prestes a infecta-la diretamente”, diz Ladinsky. “O espaço entre estas duas células representa a sinapse virológica.”

Outro indicio de que o desenvolvimento do virus e’ dirigido pela formula. nesta, todos os vizinhos estão conectados por simbiose, no que resulta as sinapses.

Finalmente, a equipe encontrou “grupos” de HIV que se acumularam entre as células, onde não havia nenhuma indicação de uma sinapse virológica. Isto sugere que uma sinapse virológica, que pode ser protegida a partir de algumas das defesas imunológicas do corpo humano, não é a única maneira na qual o HIV pode infectar novas células. A conclusão da transferência do HIV via “grupos” livres de vírus livres, oferece esperança para o tratamento com medicamentos à base de proteínas, tais como anticorpos, que podem ser um meio eficaz de aumentar ou substituir os atuais esquemas de tratamento que usam pequenas moléculas anti-retrovirais.

“Nós vimos esses “grupos” de vírus em locais onde não esperávamos inicialmente vê-los, no fundo, no intestino”, explica ele. “A maioria das células imunes no intestino são encontradas mais acima, de modo a encontrar grandes quantidades de vírus nas regiões da cripta foi surpreendente.”