Posts Tagged ‘vivos’

Biólogos e a grande falha no seu pensamento científico moderno: corpos vivos não são sistemas.

sexta-feira, novembro 9th, 2018

xxxx

Your question can’t be answered until you define what you mean by “system.” In all my years of experience as a biologist I have never heard “all living being” described as a system.
Bulldog Drummond· 12 hours ago
xxxxx
Minha pergunta a Bulldog:

Great, Buildog! I am waiting some biologists saying that all my life. There are systems, mass of systems, and merely, processes among parts inside a system. If living bodies are not systems in itself, what are they? Please, I need this answer.
xxxx

Como entender o que é esta essência/fôrça/principio vital denominada “Matrix/DNA”

quarta-feira, fevereiro 25th, 2015

A Terra primitiva: sem “vida” na superfície, porem, com vulcões revelando vida primitiva no interior.

Abrimos os olhos e vemos rocha, mar, vento, sol, lua, estrêlas e vemos tambem corpos  moventes, vivos. De imediato uma evidente diferença salta aos olhos:  a grande diferença entre as rochas, os mares, as montanhas, ou seja, todas estas coisas pertencentes a um planeta considerado “não-vivo”, o qual está dentro de um sistema solar, de uma galaxia, de  um universo, tambem considerados por nós como “não-vivos”,  e os corpos a que chamamos de “vivos”. Um sente o mundo externo e o outro não, um consegue a prazerosa façanha de se colocar em equilíbrio e conforto termodinâmico enquanto o outro é sempre um desesperado filho das necessidades, um come o outro não… A primeira impressão é que são duas realidades, duas origens diferentes entre si mas dentro de uma grande e unica maior realidade.

E então há 30 anos atrás no meio da selva eu me perguntava: “Raios! O que é que  existe no meio dessa realidade ultima universal que gerou esse bifurcamento na matéria separando-a em porções de matéria formando corpos vivos e porções formando corpos não-vivos?!”

Como, de onde surgiu, estes corpos vivos, pululando na superfície de planetas?!

Sete anos depois de muito abaixar os olhos para observar a biosfera na superfície deste planeta e levanta-los para observar o deslumbrante céu estrelado noturno eu concluí por uma solução: “Nunca houve tal bifurcamento. Não faz sentido falar em vivos ou não-vivos, em mundo inorgânico e mundo orgânico. A confusão estava nas cabeças humanas e não lá fora, na Natureza. A Natureza não joga dados com suas criaturas, Ela não nos engana. Se você quiser saber como Ela fêz uma coisa a bilhões de anos atrás, procure aqui e agora e encontre onde Ela está fazendo a mesma coisa, pois Ela não usa um método na calada da noite e nas brumas do passado e outro método perante seus olhos.  Se queres saber, por exemplo, como Ela criou esse enorme coletivo de seres vivos, observe como ela cria um único individuo desse coletivo aqui e agora. Ora, um corpo vivo é criado a partir do que existe no núcleo, no centro, de dois outros corpos vivos já existentes. Assim um homem e uma mulher geram um novo baby. Então, para criar o coletivo, as primeiras formas de vida, temos que procurar qual os corpos existentes naquela época que fizeram o papel de homem e mulher, qual a substancia que havia nos núcleos destes corpos. E assim encontramos os dois – a Terra e o Sol – e encontramos a substancia – a Matrix/DNA. Essa substancia veio do  Sol para a superfície da Terra na forma de energia e fótons onde se encontrou com a energia e fótons irradiados do núcleo terrestre. A sua mãe Natureza – se você a ouvir com respeito e amor à sua mãe, nunca despreza-la e desviar-se dela, sempre te ensinará fielmente a ganhar todos os jogos das vida e chegar ao cheque-mate.

Claro que as duas teorias até agora feitas pelos homens não explicam nada, são infantilmente absurdas, pois os homens se desviaram, desprezaram, feriram sua própria mãe. Crer que aqui veio  uma super-entidade mágica criando estes corpos vivos já prontos por mágica, ou crer que o DNA surgiu por simples acidentes ao  sabor de um super-acaso tambem mágico é infantilidade mental que não resiste ao  menor raciocínio lógico. Mas então  permanece a questão: os corpos vivos existem no  meio de um mundo dominado por corpos não-vivos, a simples lógica mostra que o mundo não vivo é o suporte físico para os  corpos vivos, portanto, o mundo não-vivo  existia antes do surgimento dos corpos vivos… em outras palavras… os corpos vivos surgiram desde e dentro  de um mundo onde existiam apenas  os corpos não-vivos. A maioria das nossas coletadas informações e evidencias ditas cientificas corroboram esta conclusão. Mas como poderia um mundo não-vivo produzir corpos vivos?!

Olhe para o solo, as rochas, as montanhas, os desertos… Olhe para os águas dos rios, dos mares, das chuvas, correndo no meio destas rochas e desertos nus. Olhe para atmosfera de gazes mil, para o espaço sideral de bilhões de pontos luminosos, e a estrela mais luminosa amarela que é o Sol… e procure como tudo isto, ou qualquer destas coisas não-vivas, pôde produzir estes corpos vivos, que seja a menor e mais simples bactéria?

De onde, porque, como… o seu corpo vivo veio parar aqui e existe aqui no meio deste mundo não-vivo?!

Eu acho que o  maior mistério de todos os tempos que o mundo colocou para a mente ainda infantil humana resolver… não é mistério nenhum. A não ser que essa mente se desviou da sua Natureza e esteja raciocinando de um modo não-natural; aí sim, surge o mistério que não existe para forçar esta mente a retornar na sua sintonia com o seu natural. Pois o meu corpo vivo surgiu de outro corpo vivo. êste outro  corpo vivo surgiu de um mais antigo corpo vivo. E este tambem… Quem tem autoridade para dizer que algum corpo vivo nesta retornável e lógica ancestralidade,  surgiu de um corpo ou mundo não-vivo?! Quebraria toda a mais simples lógica do  raciocínio… sem apresentar provas, sem mostrar onde, como, e porque tal coisa, tal aberração lógica, teria  acontecido.

A solução  é simples: não existe esta divisão entre corpos vivos e  não-vivos. O nosso problema está  na  invenção  de  uma palavra: Vida. Inventaram uma palavra. Há pouco tempo atrás a NASA lançou um desafio para quem conseguisse uma definição exata e mundialmente aceita para esta palavra… e nenhuma definição satisfez. Claro… esta palavra está locupleta de conceitos equivocados. Um  grande problema nesta  palavra é que “vida” é aplicada a um corpo que é um sistema completo e  funcional para diferenciar este corpo não estes sistemas naturais completos  e funcionais, mas de peças, partes, de sistemas. Aí é  claro, imediatamente surgem diferenças  gritantes. Comparar o figado de uma vaca com um cavalo inteiro vai mostrar um mundo de  diferenças, as quais vão cair por terras em sua maioria ao  comparar-se vacas e cavalos, sistemas contra sistemas.

Tanto os deístas  quanto  os materialistas científicos cometeram este colossal equivoco: comparar os corpos vivos que vemos aqui com um planeta onde eles surgiram,… aí é claro que existem tantas diferenças colossais que para explicar a ligação entre o planeta e os vivos arrastando-se em sua  superfície, só mesmo  o apelo a fantasias mágicas.

Foi isto que me consumiu os pensamentos por seis ou sete anos isolado na selva com os olhos ora vendo aquela exuberância de flora e faunas vivas e ora aquele exuberante céu noturno  estrelado pululando de corpos luminosos e seus planetas, e me levou a uma intuição inevitável:  se eu disser que  esta galaxia é não-viva, terei que dizer que aquele crocodilo tambem é não-vivo; se eu disser que aquela capivara que o crocodilo está se preparando para correr atras é viva, então tenho  que dizer que  esta galaxia tambem é viva. O fato de que me parece absurdo e estranho dizer que a galaxia é viva decorre do absurdo ao se dizer que o crocodilo é vivo. E vice-versa. Preciso  aplicar uma cirurgia dolorosa  no meu cérebro, extirpar este tumor que  foi sendo alimentado por esta cultura milenar equivocada humana, a qual conectou meus neurônios de maneira toda errada, e descobrir como o crocodilo enquanto  um sistema é herdeiro genético dessa galaxia como um sistema. Pois diga-se vivo ou não-vivo – não importa – o fato é que meu corpo-sistema só pode ter vindo  de outro corpo-sistema, e este de um anterior corpo sistema… até o universo inteiro tem que ser um corpo-sistema  vindo de um ex-universo corpo sistema… Doa o que doer… mas essa cirurgia tem que ser feita se eu quiser sobreviver como espécie me reconectando com este planeta porque voltei a  entende-lo de fato.

Assim surgiu os desenhos da galaxia como sistema… glup… meio-vivo, meio-não vivo, ou melhor:  como sistema natural e funcional, sem essa de qualifica-lo como meio-vivo ou não meio-vivo, isto são palavras criadas por humanos, não pela Natureza.

A alguns dias depois que um espermatozóide “explode” num espalhafatoso “big bang” quando subitamente se rompe seu envelope de membrana no centro de um óvulo, surge uma bolota massiva chamada blástula. São milhares ou milhões de células que já  começam a se diferenciarem revelando regiões de bolotas menores diferenciadas entre si… e esta imagem lembra a imagem das galaxias formando o Universo. É difícil imaginar e aceitar que no meio daquela bolota existe uma força/essência/ principio, microscópico, invisível a olho nu, que vai dirigir tudo dentro da bolota e dali tirar um corpo humano como um magico tura um coelho de uma cartola!

O que eu fiz, então, por simples raciocínio lógico, foi procurar no meio desta bolota universal  de galaxias onde está ou estava a força/essência/principio que dirigiu as coisas na superfície árida e nua da Terra e dali tirou essa biosfera como um mágico tira um coelho da cartola.

Foi fácil encontrar o elemento misterioso, o mais difícil e parece impossível, irrealizável, é fazer com que meus irmãos de espécie parem na louca correria que estão para repensar suas crenças construídas em cima de culturas milenares misticas e equivocadas, e vejam o elemento misterioso, sendo  que ainda não inventei o tipo de microscópio eletrônico que possibilita ao olho nu vê-lo, como vemos o DNA na bolota da blástula.

Mendel descreveu quase tudo o que faz o DNA tendo morrido sem nunca ter visto um, nem sequer imaginado sua existência. Muito tempo antes dele um filósofo naturalista grego  chamado Temístocles imaginou a existência do átomo quando nem lentes de óculos existiam ainda. Crick e Watson descreveram o código genético sendo que até hoje não vimos esse  código. Muitos modelos teóricos  do átomo foram feitos descrevendo átomos que nunca haviam sido vistos. Mas uma inteligencia sadia não precisa destes olhos limitados para perceber que uma coisa existe:  basta a ela raciocinar um pouco, porem raciocinar com a razão pura e verdadeira que a Natureza construiu, e não com raciocínios que negam essa própria Natureza. O meu corpo, vivo ou não, surgiu de uma bolota porque ali havia um elemento invisível, uma fôrça natural, um elemento obreiro, construindo uma obra. Disso todos temos  certeza agora. Então porque falta a  certeza que a Vida surgiu neste planeta porque no meio desta bolota planetária havia um elemento invisível, obreiro, construindo sua obra?!

Porque buscar esta solução descabida denominada de “teoria da abiogênese” ?!  Onde átomos teriam, pela primeira vez no Universo, deixado deformar apenas rochas, águas e ventos e estrelas, e  de repente se conectaram de maneira diferente formando moléculas que seguiram a tendencia dos cristais de se duplicarem para adquirirem propriedades como auto-reprodução?! Não podem ser cristais se auto-reproduzindo,pois cristais são pedaços, partes de um sistema. O que se reproduzia era o sistema inteiro… senão jamais teria aparecido aqui um sistema auto-reprodutor.  Essa mania de comparar um corpo humano  completo com apenas um figado de um macaco… jamis vai mostrar as semelhanças e o trabalho do obreiro  genético.

Não existe outra alternativa possível. Meu corpo veio de  uma bolota blastulenta porque ali havia uma fôrça/essência/principio vital  invisível mas ativo; portanto a vida surgiu dentro desta bolota galáctica porque ali havia uma fôrça/essência/principio vital invisível mas ativo.

Bem vindo ao novo mundo onde o DNA tem  um ancestral vindo das galaxias e quiça, vindo do alem das origens do Universo. Esse ancestral chama-se “The Matrix/DNA”. Não só descobrimos sua existência em decorrência das evidencias ao seu redor, como já elaboramos um modelo-foto de sua anatomia, sua face, seu “corpo” como  sistema completo e funcional. Ainda não podemos mostra-lo ao olho nu ou através de instrumentos científicos, apesar de que talvez já tambem o estejamos fazendo, se a nossa suspeita e modelo de como funciona uma onda de luz e bate exatamente com nossos cálculos de como deve ter sido a primeira forma dessa Matrix neste Universo, for confirmada nas próximas experiências/descobertas cientificas. A coisa está difícil ainda de captar porque estamos falando aqui dos ancestrais dos genes, os quais eram fótons, partículas da luz, de difícil alcance  para nós no atual estagio atrasado da nossa tecnologia cientifica.

Mas porque perder tempo agora com este assunto tão abstrato? Hummm… Temístocles jamais poderia imaginar que aquilo que ele começou  perceber e trazer para a Humanidade como assunto de debates – o átomo- acabaria por dar a vitória na segunda guerra mundial aos Estados Unidos. Não porque Temístocles começou a construção teórica da bomba atômica, mas sim porque… conhecer é poder! E continuar nesta louca correria que todos estão envolvidos hoje vai certamente cada vez mais nos distanciar da nossa Natureza… até o ponto em que Ela resolva fazer conosco o que fez com os dinossauros e está fazendo com todos os outros grandes predadores que saíram de seus caminhos. É total burrice correr para lugar nenhum. É preciso um norte, um guia, no qual nos mirar-mos para planejar por onde vamos caminhar. É preciso retornar a nossa sintonia nos sincronizando com o ritmo e desígnios da nossa Natureza. É preciso parar para se lembrar que naquela bolota chamada blástula existe uma incrível e universal força natural revelando que a Natureza tem em si uma coisa que dirige todo o mundo ao nosso redor e nós dentro dele, um principio vital, e temos de conhece-lo, temos que tê-lo como nosso guia… se nossa espécie quiser salvar-se, se nós queremos que nossos herdeiros cantem o nosso sucesso ao invés de chorarem amargamente o nosso fracasso. Dê sua atenção à Matrix/DNA  enquanto tens ainda a oportunidade de fazê-lo. Assim como foi sua obra o elemento invisível que construiu o corpo de seu filho a partir de uma pequena bolota, assim tambem o mesmo elemento é a obra da Natureza que está construindo o próximo meio-ambiente em que vamos viver. Um elemento que tem uma força tal que derrubará todos os arranha-céus e grandes cidades que estás a construir, se estas coisas não se encaixarem na obra da Matrix/DNA.