Posts Tagged ‘vulcões’

De planeta a pulsar, como se desenvolvem os vulcoes… e cometas

terça-feira, junho 5th, 2018

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Predicting How Fast Magma Is Building Below Yellowstone

https://www.msn.com/en-us/weather/topstories/predicting-how-fast-magma-is-building-below-yellowstone/ar-AAyfbJI?li=BBnbfcL&ocid=spartanntp

(varias novas informacoes sobre o que se sabe e novas teorias a respeito do nucleo e sua atividade produzindo magmas. O artigo acima da MSN leva ao paper abaixo:

Direct measurement of advective heat flux from several Yellowstone hot springs, Wyoming, USA

(paper com free PDF em 16 paginas. A minha pesquisa no PDF deve definir os termos tecnicos, etc.)

https://pubs.geoscienceworld.org/gsa/geosphere/article/531475/Direct-measurement-of-advective-heat-flux-from

water next to the ocean

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A Lua Está Viva… Mais Uma Acertada Previsão da Minha Teoria a 30 Anos Atrás?!

terça-feira, novembro 25th, 2014

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A Lua tem sido considerado pelas ciências acadêmicas como um objeto morto, mas recentes descobertas vão obrigar os educadores a mudar os textos do curriculum escolar. A Lua tem vulcões em atividade! Em que isto pode nos afetar na Terra? Vai cair lavas chamejantes aqui? O astro que foi indispensável para formar a Vida aqui, pode tambem matar o que ajudou a criar?!

Dentro da Matrix/DNA Theory esta noticia causou uma certa satisfação e ao mesmo tempo, muito mais assuntos a pesquisar. os meus modelos cosmológicos nunca concordaram  com a teoria acadêmica sobre a formação da Lua, mas como tenho o problema de não saber se este sistema solar pertence ás primeiras ou posteriores gerações – o que muda o tipo de formação – tenho ficado quieto e acompanhado as noticias à distancia. Seja pelo primeiro ou segundo processo, a Lua – segundo o modelo da Matrix/DNA – deve ser um astro-baby com as mesmas características das demais formas de astros, como planetas e estrelas. Se for realmente assim, a Lua deve ter um núcleo que funciona como o germe de uma semente, por exemplo, um grão de milho. meste grão vemos uma ponta branca e o resto amarelo, sendo a ponta branca o germe e o resto a placenta que vai nutrir o germe quando o grão for plantado debaixo da terra. Assim a água no solo incha a semente para que partículas da energia do Sol que penetram a terra possa alcançar o geme e desperta-lo, dando-lhe vida. Ora a Lua está em órbita no Sol, recebendo sua energia, que deve estar alcançando seu núcleo e portanto, provocando as primeiras reações nucleares que correspondem ao germe comendo a placenta, reações que produzem gases e pressão interna, a qual precisa cavar válvulas de escapes, os quais são os vulcões. Na selva amazônica onde a visão do céu é magnifica, as noites solitárias olhando aquela lua maravilhosa, e mais a influencia da visão do mundo proporcionada pela teoria da Matrix/DNA, eu reverenciava a lua e as estrelas de uma maneira diferente. As estrelas eu defini como “atarefadas mães celestes em amamentar seus rebentos planetas e luas com seu néctar energético e preocupada em mantê-los aquecidos e protegidos dentro debaixo de suas longas asas gravitacionais… como quando vejo a galinha com seus pintinhos debaixo de suas asas… E como minha teoria sobre as origens da vida é diferente, essa teoria apontou que apenas quando a Lua surgiu no céu da Terra vinda de outros rincões celestes, foi possível imitar o turbilhão da formula da Matrix  que mistura ingredientes para formar novos compostos, e a Lua fez isso ao agitar os oceanos com as marés, misturando a água com a poeira das rochas na praia… o que possibilitou a emergência das primeiras moléculas orgânicas. Portanto, a Lua, para mim, sempre foi merecedora de todo respeito. Mas… tudo é teoria e temos muito que pesquisar ainda.

Veja este interessante vídeo ( e meu comentario abaixo postado no video):

https://plus.google.com/u/0/102371865054310418159/posts/TsEyg3r5BHm?pid=6085738205104423826&oid=102371865054310418159

The Matrix/DNA cosmological model suggested 30 years ago that this must happen. The moon is another astronomical body like any others, only it is at the evolutionary shape of astro-baby. So, astros have their nucleus as the evolutionary ancestral of the plants seeds germs, which are wake up when the Sun’s energy reached them, and begins the nuclear reactions like when the germ begins to eat the nutrients of the surrounding amnion/placenta. These nuclear reactions produces gases and internal pressure that builds valves for escaping, which are the volcanoes. Yes, the Moon is alive, as I am saying in the last 30 years…

Vídeo Mostra Momento da Erupção de um Vulcão… e Matrix/DNA Lembra Porque o Planeta É Quase-Vivo

segunda-feira, setembro 8th, 2014

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Um casal viajando num barco na Austrália captou em câmera o flagrante da explosão numa erupção de um vulcão no meio das montanhas ( veja link opara o vídeo abaixo) . Imagine o susto se você estivesse filmando a margem onde tudo parece quieto e eterno, e de repente acontece tal explosão! Mas isto serve como bom lembrete para manter-nos acordados sobre as dimensões da nossa existência, que realmente a vida estressada moderna nos impede esta atenção. Vulcões são buracos no solo vindos de canais que entram profundamente na Terra, talvez aproximando-se do centro dela, e assim tais canais são invadidos pela pressão e material resultante das reações nucleares num planeta quase-vivo. No centro da Terra tem uma semente, uma espécie de germe. Imagine um grão de milho, lembre-se que ele é cônico, tendo uma mancha branca na ponta e o resto é amarelo. A ponta branca é o germe, o amarelo é o anion, a placenta, ou seja, a reserva de alimentos estocada para quando o germe acordar e começar a precisar de alimento. O germe no grão de milho pode ficar anos inativo se guardado num caco na tulha, mas acorda quando é inserido na terra, incha quando recebe água, e assim a energia do sol, estocada na forma de partículas nos átomos terrestres, adentra a semente indo despertar o germe. Nesse momento começa o que se chama de reações nucleares. Com os planetas é a mesma coisa, pois planetas carregam como núcleos, os germes de novas estrelas, e como camadas geológicas de rochas e água que envolvem estes núcleos, como o anion, a placenta, está sua reserva de alimentos, para quando os planetas jovens que vinham perdidos no espaço sideral caem na órbita de uma estrela e sua energia o penetra indo alcançar seu núcleo.

O problema nosso é que o germe terrestre de uma nova estrela está crescendo, comendo o planeta de dentro para fora, e isso aqui um dia irá colapsar, adquirindo a forma de uma supernova. Muito antes disso, o planeta não mais suportará a vida na terra, por isso temos que frear nosso tempo gasto apenas com as coisas imediatistas da vida e dedicar mais tempo a pensar, observar, pesquisar, acompanhar as informações colhidas pelas ciências no dia a dia, sobre as dimensões mais amplas do tempo e do espaço que não estão às nossas vistas aqui e agora, mas que influenciam muito nossas vidas.  Somente se mudar-mos e assim proceder-mos, antes que os maus tempos cheguem, estaremos cientificamente e tecnologicamente preparados para mudar daqui… e correndo!

Antes de chagar à forma de estrela, este planeta será um pulsar, que é uma forma intermediaria. Pulsar são planetas gigantes devido maior massa em estado gasoso, cuja superfície começa a ser locupletada de gigantes vulcões, com gigantescas erupções, tão fortes que fazem com que o magma expelido vença a barreira gravitacional e caiam no espaço sideral, na forma de… cometas. Veja a figura deste modelo astronômico aqui, no website da Matrix/DNA.

Couple Captures Volcanic Eruption (and subsequent shockwave) in Action

http://www.fromquarkstoquasars.com/couple-captures-volcanic-eruption-and-subsequent-shockwave-in-action/